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sexta-feira, 12 de julho de 2019

Bancos




362669  - paulo_prof  - 11 Jul 2019, 21:32
Para o que possa servir, um comparativo de bancos.
bancos5d279ceb6cdf6.png
Eventual taxa de crescimento altamente negativa corresponde a situações com lucro líquido negativo.

E esta grande vantagem dos bancões que era a capilaridade dos muitos agências? Quem gosta de ir ao banco? Meus filhos trabalham só com Nubank. Conta de Itaú é só pra pai mandar o socorro. Até no sicredi a conta já fica em 24 de manutençao 10 de capital e 10 de poupança mandativo. Alguns dos meus funcionarios já fecharam a conta lá. Só tem cartão de saque poupança da caixa que custa 12 R$ o mês. Posso estar muito enganado mas se ganhasse 2 mil por mês ia pensar duas vezes se realmente preciso ter tanta conta. E metade do lucro dos bancos vem das 'taxas'. Imagina agora quem vai ser a vitima do próximo aumento de imposto bancos ou agroindústria e autopeças ?

E aumentando posição em Agro3. Ficou mais confortável.
353679  - M Boi Mirim -  13 Set 2018, 02:25
Excelente comentário Herdsman. Eu ainda vejo os bancos digitais começando a cobrar e caminhando o modelo para o estilo preguiçoso dos bancões.. nao acredito nesse gratis se o correntista nao tiver um financiamento atrelado, um seguro, etc. Mas mesmo assim estou certo que o Itau nao come mosca e ja deve ter seu banco digital para fazer um super lançamento, fazer um spin off e caminhar nesse sentido se for lucrativo.. Não entendo o case AGRO3. Imobiliaria de terras? 
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COMPARAÇÃO ENTRE EMPRESAS DO MESMO SETOR (ABCB4 X BRSR6):

ABCB4
PREÇO: R$ 18,24
PAYOUT (2017): 50,11%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 8,56
P/VPA 1,09
DY 5,85%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,130
ROAE 12,75%
ROAA 1,46%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 199.116
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,44%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,85%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -36,31%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 19,62%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 6,98%
RESULTADO OPERACIONAL -17,32%
RESULTADO LÍQUIDO 2,99%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -21,89%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 68,32%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -36,31%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 19,62%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 6,98%
RESULTADO OPERACIONAL -17,32%
RESULTADO LÍQUIDO 2,99%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -21,89%
PATRIMONIO LÍQUIDO 13,52%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 15,54%
PDD TOTAL -8,21%
ATIVOS TOTAIS 12,04%

c) lucro liquido, nominal
UA 2,99%
U2A 6,25%
U3A 10,46%

d) patrimônio líquido médio
UA 14,41%
U2A 14,95%
U3A 14,88%

No final do 4T16, a Carteira Expandida de Crédito somava R$ 12.004 milhões, com um PDD de R$ 430 milhões (3,58%). Ao final do 4T17, uma Carteira Expandida de R$ 13.870 milhões exigiu um PDD de R$ 394 milhões (2,85%). As despesas de PDD que EM 2016 somaram R$ 209 milhões, DIMINUIU para R$ 163 milhões, uma diferença nominal de R$ 46 milhões. Não é, portanto, por acaso que o lucro líquido DE 2016, de R$ 406 milhões, MANTEVE-SE no mesmo patamar, para R$ 418 milhões EM 2017.

BRSR6
PREÇO: R$ 20,52
PAYOUT (2017): 59,83%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 7,97
P/VPA 1,19
DY 7,51%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,575
ROAE 14,98%
ROAA 1,45%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 1.284.046
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,96%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 8,76%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 8,15%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 8,66%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 9,78%
RESULTADO OPERACIONAL 49,25%
RESULTADO LÍQUIDO 59,63%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -13,38%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 0,34%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 8,15%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 8,66%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 9,78%
RESULTADO OPERACIONAL 49,25%
RESULTADO LÍQUIDO 59,63%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -13,38%
PATRIMONIO LÍQUIDO 9,18%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,13%
PDD TOTAL 5,90%
ATIVOS TOTAIS 6,32%

c) lucro liquido, nominal
UA 59,63%
U2A 11,38%
U3A 15,05%

d) patrimônio líquido médio
UA 4,55%
U2A 5,96%
U3A 7,65%

No final do 4T16, a Carteira Expandida de Crédito somava R$ 30.816 milhões, com um PDD de R$ 2.680 milhões (8,70%). Ao final do 4T17, uma Carteira Expandida de R$ 32.397 milhões exigiu um PDD de R$ 2.838 milhões (8,76%). As despesas de PDD que EM 2016 somaram R$ 1.664 milhões, DIMINUIU para R$ 1.442 milhões, uma diferença nominal de R$ 223 milhões. Não é, portanto, por acaso que o lucro líquido DE 2016, de R$ 659 milhões, AUMENTOU DE FORMA ACENTUADA, para R$ 1.053 milhões EM 2017.

O Indice de inadimplencia do ABCB4 (1,44%) é menor do que o do BRSR6 (3,96%), o total de creditos inadimplentes do BRSR6 = 1.284 milhões ou 321 milhões/trimestre, para que o BRSR6 atingisse o mesmo índice de inadimplencia do ABCB4 (INADIMPLÊNCIA ABCB4 = INADIMPLÊNCIA BRSR6) a soma dos CREDITOS INADIMPLENTES BRSR6 (U12M) = 470 milhões ou 117,5 milhões/trimestre, ou seja, teria que haver uma redução de 63%.

No que concerne a questão da qualidade da CARTEIRA EXPANDIDA DE CRÉDITOS, ABCB4 também leva vantagem sobre BRSR6 (2,85% X 8,76%), desta forma para que BRSR6 tivesse a mesma qualidade da carteira do ABCB4, as OPERAÇÕES DE CREDITO teria que aumentar para 50.464 milhoes (ao inves de 32.397 milhões) e o PDD diminuir para 1.447 milhões (dos atuais 2.838 milhões).

CONCLUSÃO: Apesar do BRSR6 apresentar alguns indicadores mais atrativos que ABCB4 (Div. Yield, ROAE E P/L), ABCB4 leva vantagem nos indicadores ROAA, P/VP, INDICE DE INADIMPLÊNCIA E QUALIDADE DA CARTEIRA EXPANDIDA DE CRÉDITOS

348525  - paulo_prof   -  29 Mar 2018, 21:27
Citação: celso araujo - Post #348452 - 28/Mar/2018 02:13
PAULO PROF
Na atual conjuntura economica, poderia citar empresas que ainda considere baratas nos atuais preços? Gostaria de estudar algumas indicações mais a fundo.
A atual conjuntura econômica é de incerteza ... eu acho que a probabilidade de elegermos um governo irresponsável é pequena, mas ... e vc?

A esquerda, bem como a extrema-direita de Bolsonaro, atrapalharam a proposta de reforma da previdência no que foi possível. Se houver um 2o. turno entre a esquerda e a extrema-direita, quais são as perspectivas de se reformar a previdência. Qual será a credibilidade do eleito para liderá-la. Quando o outro quer fazer sou contra e faço questão de atrapalhar ... quando eu vou fazer, quero que todos me ajudem?

Sem uma reforma da previdência suficientemente abrangente, não vejo como o governo equilibrar as contas. Quando não se consegue equilibrar as contas, as situações do Brasil no final do governo Diulma, do Rio, Minas e Rio Grande do Sul estão aí para ilustrarem as consequências.

Eu acho/espero/rezo para que não tenhamos que escolher entre populismos de esquerda e de direita. E se o centro (qualquer que seja) levar, acho que o ciclo (crescimento, inflação, etc) será virtuoso.

Como já mencionado, acho que bancões se dão bem em qualquer cenário. Se a inflação e os juros são altos, os ganhos de tesouraria aumentarão, compensando o aumento da inadimplência. Por outro lado, se a inflação continuar no patamar atual (ou aumentar moderadamente), a perda de rendimentos de tesouraria será compensada com o aumento do crédito e diminuição da inadimplência. Entre os bancões, ainda estou preferindo ITSA4. Entre os bancos médios vou de ABCB, BEES e BGIP.

Como o ótimo artigo referenciado pelo uqaz mostra, quando a base monetária está em recuperação, o setor industrial costuma responder primeiro. MTSA4, SHUL4, ROMI3 e EALT4 parecem interessantes.

Se o estado atual da economia continua evoluindo como nos últimos 12 meses, o setor da construção civil deverá ser bastante beneficiado. As minhas preferidas são a TEND3, MRVE3 e TRIS3, mas ficaria de olho também na DIRR3 que deverá produzir resultados bastante positivos a partir do 2T18.

Se vc acredita que a chance do Requião vir a ser o próximo governador do Paraná é praticamente zero, a SAPR (eu prefiro a 4) é uma das ações mais descontadas do mercado.

Finalmente, nos preços atuais não acho que FESA4 e UNIP estejam caras.

344869  - marcosvinicius2 -  05 Dez 2017, 13:48
COMPARAÇÃO ENTRE EMPRESAS DO MESMO SETOR (ABCB4 X BRIV4):

ABCB4
PREÇO: R$ 15,90
PAYOUT (2016): 47,61%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 7,50
P/VPA 0,97
DY 6,35%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,120
ROAE 12,91%
ROAA 1,54%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 197.811
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,59%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,33%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -37,78%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 19,36%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 13,59%
RESULTADO OPERACIONAL -17,67%
RESULTADO LÍQUIDO 3,25%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 10,23%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 72,55%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 30,38%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 7,84%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 14,08%
RESULTADO OPERACIONAL 34,12%
RESULTADO LÍQUIDO 1,31%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 9,61%
PATRIMONIO LÍQUIDO 14,03%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 12,01%
PDD TOTAL 6,97%
ATIVOS TOTAIS 14,64%

c) lucro liquido, nominal
UA 3,25%
U2A 9,71%
U3A 10,83%

d) patrimônio líquido médio
UA 14,86%
U2A 15,11%
U3A 14,94%

No final do 3T16, a Carteira Expandida de Crédito somava R$ 11,098 bilhões, com um PDD de R$ 387 milhões (3,48%). Ao final do 3T17, uma Carteira Expandida de R$ 12,431 bilhões exigiu um PDD de R$ 414 milhões (3,33%). As despesas de PDD que nos 9M16 somaram R$ 154 milhões, aumentou para R$ 169 milhões, uma diferença nominal de R$ 15 milhões. Não é, portanto, por acaso que o lucro líquido dos 9M16, de R$ 298 milhões, MANTEVE-SE no mesmo patamar, para R$ 308 milhões nos 9M17.

BRIV4
PREÇO: R$ 6,12
PAYOUT (2016): 27,01%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 6,94
P/VPA 0,39
DY 3,89%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,882
ROAE 5,62%
ROAA 0,70%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 22.165
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 0,69%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,35%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 131,81%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 3,91%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 5,97%
RESULTADO OPERACIONAL -40,48%
RESULTADO LÍQUIDO -3,05%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -135,11%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 51,12%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 313,85%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 7,48%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 6,51%
RESULTADO OPERACIONAL -154,12%
RESULTADO LÍQUIDO -26,03%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -465,93%
PATRIMONIO LÍQUIDO 4,17%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -3,70%
PDD TOTAL -43,69%
ATIVOS TOTAIS -5,44%

c) lucro liquido, nominal
UA -3,05%
U2A -2,00%
U3A 5,16%

d) patrimônio líquido médio
UA 4,73%
U2A 4,47%
U3A 4,35%

No final do 3T16, a Carteira Expandida de Crédito somava R$ 3,357 bilhões, com um PDD de R$ 77 milhões (2,30%). Ao final do 3T17, uma Carteira Expandida de R$ 3,233 bilhões exigiu um PDD de R$ 43 milhões (1,34%). As despesas de PDD que nos 9M16 somaram R$ 21,846 milhões (NEGATIVO), aumentou para R$ 17,471 milhões (POSITIVO), uma diferença nominal de R$ 39,317 milhões. Entretanto mesmo com a melhora do PDD, o lucro líquido dos 9M16, de R$ 59,553 milhões, houve uma diminuição, para R$ 53,922 milhões nos 9M17.

O Indice de inadimplencia do BRIV4 (0,69%) é menor do que o do ABCB4 (1,59%), o total de creditos inadimplentes do ABCB4 = 197 milhões ou 49 milhões/trimestre, para que o ABCB4 atingisse o mesmo índice de inadimplencia do BRIV4 (INADIMPLÊNCIA BRIV4 = INADIMPLÊNCIA ABCB4) a soma dos CREDITOS INADIMPLENTES ABCB4 (U12M) = 86 milhões ou 21,5 milhões/trimestre, ou seja, teria que haver uma redução de 56%.

No que concerne a questão da qualidade da CARTEIRA EXPANDIDA DE CRÉDITOS, BRIV4 também leva vantagem sobre ABCB4 (1,35% X 3,33%), desta forma para que ABCB4 tivesse a mesma qualidade da carteira do BRIV4, as OPERAÇÕES DE CREDITO teria que aumentar para 21 milhoes (ao inves de 12 milhões) e o PDD diminuir para 279 milhões (dos atuais 414 milhões).

CONCLUSÃO: Apesar do ABCB4 apresentar alguns indicadores mais atrativos que BRIV4 (Div. Yield, ROAE E ROAA), BRIV4 leva vantagem nos indicadores P/L, P/VP, INDICE DE INADIMPLÊNCIA e qualidade da carteira expandida de créditos. 
Prof, como você está vendo o setor bancário? Ainda vê algum espaço? 
Acho que o espaço dos bancões, talvez com exceção do BB, está ficando apertado ... ITUB4 está negociando a um P/L chegando a 10 e a BBDC4 está negociando m P/L acima de 10. Bancões americanos negociam a um P/L entre 11 e 12. Com a inflação na meta em 2017 (se ocorrer), os bancos vão ter que se re-inventar para manter a lucratividade. Com a melhora da economia, as provisões para os créditos duvidosos existentes, provavelmente proverão um "buffer" para manter a lucratividade durante 1 ano, talvez um pouco mais, mas dai em diante a moleza tende a acabar. No curto prazo, entretanto, não me surpreenderia se os preços continuarem a evoluir durante mais algum tempo.

Já no caso dos bancos médios, acredito que ainda há espaço para a evolução dos preços. 
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321759  - small caps   -  14 Mai 2016, 22:49
Terminada a temporada de balanços, e vendo os preços de ativos disparando em homenagem ao despencamento dos juros futuros, mais uma vez o ciclo dos investimentos deve ser lembrado. Detalhes:

a) Mais um trimestre que mostrou o ciclo imobiliário negativo da construção civil se estendendo, com piora no balanço de Ez Tec, Helbor e Portobelo, sempre destacadas como empresas bem administradas, mas que também sofrem com o ciclo do seu segmento. Fica clara importância de perceber isto "na crista da onda". Bastante comentado por volta de 2013, que foi o momento de inflexão dos balanços, quando a receita das construtoras passou a ser acima do que estavam vendendo. Era o sinal que bastava para indicar que os balanços futuros seriam piores;

b) a temporada trouxe especificamente um risco adicional sobre a contabilidade do Banco do Brasil. Bradesco e Itau tiveram impactos de grandes perdas de inadimplência de clientes relevantes, mas o balanço já estava mais "preparado" / provisionado para isso. O BB sofreu mais.

c) uma vez mais ficou claro que ciclo de oportunidades difere de ciclo de desempenho real da economia. Ciclo de juros também. Cada um a seu momento e escala. O ciclo da economia segue péssimo. Piorou ainda mais neste trimestre. 90% dos balanços absurdamente ruins. Mas nem por isso os preços continuaram caindo, porque o ciclo de queda foi interrompido pelo ciclo de juros futuros em queda e da confiança num futuro melhor em alta. Ou seja, novas expectativas, nada além disso. Expectativas essas que não movimentaram uma palha em resultados. Mas interferem de forma relevante na percepção de risco, no emocional, e por consequência, nos preços.

d) especificamente sobre FII's, o desempenho de locação em imóveis com vacância ainda sem mudanças muito significativas, mas preços já em nítida alta, só pela expectativa de que o fundo do poço está próximo, especialmente em São Paulo, onde o pico de entregas pode ter passado.

Portanto, há diversos elementos que regem esse mundo de investimentos e é por isso que muitas vezes não percebemos o que está sendo determinante para a dança dos preços.

169947 - edbmsev -  02 Mar 2013, 02:35
Nos múltiplos atuais de BB, Bradesco e Itaú Unibanco não vejo motivo para se expor ao risco dos bancos de médio porte, embora o DY seja usualmente elevado.

BGIP tem ROE elevadíssimo mas não se deve esquecer que se trata de um Banco estatal, sujeito a troca de gestão a cada quatro anos. Sem dúvida tem múltiplos atrativos se pensarmos somente em dados econômico-financeiros. Boa parte da carteira é de consignado, com baixo risco, e ainda tem a força do cartão do Banese, muito utilizado em Sergipe. Banrisul também tem um produto parecido e forte no Rio Grande do Sul.

Falando em bancos de médio porte, será que a entrada do BTG Pactual no setor de segurosresseguros pode afetar a liderança de mercado do Paraná Banco no segmento de seguro garantia?

Não entendo muito bem a operação de seguros do Paraná Banco. Será que ele faz o resseguro de quase tudo ou carrega muito risco em carteira? Dá um certo receio de investir na instituição por os seguros de grandes obras envolvem riscos elevados. A princípio, entendo que não carregam risco tão elevado, até por limitação patrimonial. Mas é algo a ser estudado.

167234 - paulo_prof -  15 Fev 2013, 13:40
Citação: rodrigo021180
Caro Professor, podes me dar um help, por favor.
Usando os seus parâmetros e utilizando a calculadora do guiainvest, cheguei ase seguintes conclusões:
Preço Justo
pine 21,62
dayc 20,38
briv 9,25
brsr 25,02
bbas 50
prbc 20
Pegando outros dados também temos:
DY
pine 7,00000%
dayc 8,20000%
briv 7,76000%
brsr 5,26000%
bbas 6,80000%
prbc 7,57%
Pelo acompanhamento dos balanços dos bancos brasileiros; o fato de estarem com tranquilidade atendendo basiléia III; levando-se em consideração que usar na fórmula um crescimento nulo para todos os bancos seria uma loucura, já que pelo menos uns 2 deles, na pior das hipóteses, apresentaria crescimento.
Vendo tudo isso, comentava ontem com o Small que estes bancos, e possivelmente alguns outros, estejam muito baratos. Se houver uma manutenção do DY, com um crescimento de lucro equivalente ao IGPM, o que é factível se os PeTralhas não quebrarem o país, comprar ações de banco para fluxo de caixa chega a ser mais interessante que FII.
Claro, comparar banco com FII, é só uma forma de comparação de fluxo de caixa, entendo não ser possível a comparação, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa totalmente diferente, já diria nosso Miguel Livramento (esta é só para os manezinhos).
Claro, a fórmula de preço justo também não diz nada se não verificarmos o setor como um todo.
Agora, levando em consideração minhas ponderações, você concorda que investir nestes bancos é uma boa oportunidade? Mesmo tendo DAYC e PINE já subido consideravelmente, principalmente se levarmos em consideração que teve gente que pagou R$ 1,00 por PINE.
Se houver uma manutenção do DY, com um crescimento de lucro equivalente ao IGPM, o que é factível se os PeTralhas não quebrarem o país, comprar ações de banco para fluxo de caixa chega a ser mais interessante que FII.

O problema é exatamente este ... pelo andar da carruagem hoje, qual é a tua percepção relativa ao amanhã? Está mais para um amanhã melhor, ou pior?

A nossa indústria só está encolhendo. Não há confiança para que os investimentos saiam de seu estado de estagnação. A capacidade de injetar recursos no BNDES não é infinita. Até a contabilidade criativa do governo tem limites.

Se a economia der uma tossida mais forte, qualquer sacolejo na inadimplência queima o lucro dos bancos rapidinho ...

Veja os números:

Para um lucro de R$ 2,7 bilhões em 2012, os créditos inadimplentes do Santander somaram R$ 12,4 bilhões. No Itaú, para um lucro de R$ 13,6 bilhões, a inadimplência foi de 17,4 bilhões. No Bradesco, a inadimplência somou R$ 12,2 bilhões, para um lucro de R$ 11,4 bilhões.

Se vc compara com a situação um ano antes, o quadro é ainda mais alarmante:
Santander: 8,1 bilhões
Itaú: R$ 10,9 bilhões
Bradesco: inadimplência R$ 8,8 bilhões

Vc já pensou como é que ficará o lucro destes bancos se a inadimplência evoluir de 2012 para 2013, como evoluiu de 2011 para 2012?

Evidentemente, há bancos ... e bancos ... Aqueles que conseguirem manter um rígido controle sobre a inadimplência se sobressairão. Em 2008/2009, quem pareceu dar-se melhor foi o ABCB.

É claro que se a economia deteriorar de vez, haverá inadimplência, também, nos FIIs. Pessoalmente, entretanto, tenho a impressão que os riscos são menores.

Por outro lado, enquanto a economia não melhorar a olhos vistos, não vejo o preço dos ativos bancários melhorar. A maior probabilidade é que fiquem aprox. nos patamares atuais, marcando passo. Se os lucros se mantiverem, vc vai recolher o DY, tudo bem, mas é só. Sabe lá Deus quando vc vai embolsar o ganho de capital com a valorização do ativo. Acho que ganhos de capital em FIIs bem escolhidos são mais prováveis.

164571 - pppadv -  25 Jan 2013, 13:03
Calote vai corroer lucro de bancos
Autor(es): Por Carolina Mandl e Karin Sato | De São Paulo
Valor Econômico - 25/01/2013
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/25/calote-vai-corroer-lucro-de-bancos

O grupo dos quatro maiores bancos brasileiros com ações em bolsa deve fechar os últimos três meses de 2012 com um lucro líquido de R$ 10,59 bilhões, valor 4,79% menor na comparação com o período de outubro a dezembro de 2011, segundo projeções feitas por analistas e compiladas pelo Valor para Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander.

As estimativas coletadas levam em consideração apenas itens recorrentes aos balanços dos bancos. É por isso que o lucro líquido contábil, aquele que serve de base para a distribuição de dividendos aos acionistas, pode se mostrar bastante diferente. Os balanços de Itaú e Bradesco, por exemplo, vão ser positivamente afetados pela venda de participações na Serasa, birô de crédito.

Temas que vinham perseguindo os bancos desde o começo de 2012, como calotes, pressão governamental sobre a cobrança de juros e baixo crescimento econômico, ainda devem respingar nas demonstrações que as instituições começam a apresentar na segunda-feira, com a divulgação do Bradesco. Por isso, a expectativa de retração dos números.

Pela expectativa dos analistas, só o Bradesco deve ser capaz de encerrar o quarto trimestre com um lucro maior, de R$ 3 bilhões, o que representaria alta de 8,84% sobre igual período de 2011, segundo a média das projeções de 19 corretoras. (veja tabela ao lado) Ao sofrer menos do que os concorrentes com a inadimplência e tirar proveito de uma operação de seguros mais robusta, o Bradesco conseguiu ao longo de 2012 apresentar números mais vistosos.

Enquanto isso, a maior queda de resultado deve ficar com o Santander, de 13,1%, para R$ 1,43 bilhão, pela previsão de oito casas de análise. Os pagamentos em atraso podem derrubar o resultado do banco. "Os investidores devem esperar um trimestre desanimador ainda, devido à qualidade do crédito desapontadora", diz o Barclays em relatório sobre o Santander divulgado a investidores.

Ainda sofrendo com a inadimplência vinda do crédito dado a compradores de veículos e a pequenas e médias empresas, o Itaú Unibanco deve registrar um lucro líquido de R$ 3,50 bilhões no quarto trimestre de 2012, de acordo com a média das projeções de oito analistas, valor 6,38% maior.

Para o Banco do Brasil, a projeção média de seis corretoras é de um lucro líquido de R$ 2,65 bilhões no quarto trimestre de 2012, o que corresponde a uma queda de 10,9% ante igual intervalo de 2011. O Deutsche espera a continuidade da pressão sobre a margem financeira líquida por causa das taxas de juros menores e de um mix da carteira de crédito mais fraco, diz o relatório.

Apesar dos números ajustados mais fracos para o conjunto dos bancos, o tom dos analistas não é de desalento. "É preciso enxergar que há uma tendência positiva. Os balanços devem mostrar que o caminho para a melhora da inadimplência se abriu", diz Carlos Macedo, analista do Goldman Sachs. Menos calotes acabam se traduzindo em despesas com provisão para devedores duvidosos menores, o que contribui para o lucro.

Os dois maiores bancos privados do país, Bradesco e Itaú, devem apresentar redução no índice de inadimplência, com ativos de mais qualidade nas carteiras. No Bradesco, os pagamentos em atraso há mais de 90 dias devem ficar em 4%, valor 0,1 ponto percentual mais baixo do que o do terceiro trimestre, porém ainda mais alto do que os 3,9% de um ano antes, estima o Deutsche Bank.

O índice de inadimplência do Itaú Unibanco deve recuar de 5,1% em setembro para 5% em dezembro, pelas projeções. "Há chance de uma surpresa positiva na linha de despesas com provisão para devedores duvidosos, assim como foi visto no terceiro trimestre", afirma o relatório do Espírito Santo.

A alavanca para a retração da inadimplência pode vir justamente de um fenômeno que preocupou bastante os bancos ao longo do ano. "As administrações dos grandes bancos privados estão otimistas quanto a uma tendência de queda na inadimplência a partir do quarto trimestre de 2012, e o maior desafio do setor, a redução nos spreads, pelo menos está ajudando a atenuar o ônus do serviço da dívida", avaliam os analistas do HSBC.

Só o Santander é que ainda deve ver uma piora nos calotes, o que contribuirá para a retração dos resultados. Para o Deutsche, a inadimplência vai crescer puxada pelos atrasos nos pagamentos feitos pelas empresas, que foram afetadas por causa do crescimento mais fraco da economia ao longo do ano passado.

Essa não é a única notícia positiva que deve surgir nos balanços do lado dos ativos. Para os analistas, o ritmo de desembolsos nos bancos, que seguiu bastante lento até setembro, também vai se acelerar.

A carteira de crédito do Bradesco deve crescer 4% no quarto trimestre de 2012 na comparação com os três meses anteriores. De junho para setembro, a expansão tinha sido de apenas 1,8%. No Itaú, o crescimento deve ficar em 3%, sendo que no período anterior o estoque tinha ficado praticamente estável. No Santander, a expectativa é que o crédito se expanda ainda mais, chegando 5%, ante a estabilidade do trimestre anterior.

162563 - GARUDA20 -  07 Jan 2013, 00:36
Essa noticia vai dar um gas para os Bancos!

Reguladores aliviam regra-chave de bancos para estimular crédito

Por Caroline Copley e Huw Jones

BASILEIA/LONDRES, 6 Jan (Reuters) - Reguladores globais deram aos bancos neste domingo mais quatro anos e maior flexibilidade para aumentar as suas reservas, permitindo que os bancos usem parte desse dinheiro para ajudar na recuperação de economias em dificuldade.

O recuo em relação a uma norma rigorosa sobre liquidez bancária foi maior do que os bancos esperavam.

O bancos reclamavam que não poderiam cumprir o prazo de janeiro de 2015 para uma nova regra do Comitê da Basileia sobre uma reserva mínima de ativos facilmente vendáveis.

A comissão supervisora do Comitê concordou neste domingo em dar mais quatro anos para a implementação da regra e aumentar o leque de ativos que os bancos podem ter nas suas reservas.

As mudanças foram significativas em relação à primeira versão das regra, divulgada há dois anos.

"Pela primeira vez na história da regulação, nós temos um padrão mínimo global para liquidez bancária", disse à imprensa o presidente da comissão supervisora, Mervyn King, na Basiléia, Suíça.

As mudanças anunciadas neste domingo surpreenderam os banqueiros e devem estimular o crédito.

(Reportagem de Caroline Copley, na Basileia, e Huw Jones, em Londres)

160715 danieljoseaa -  17 Dez 2012, 15:46
Sobre 2013, questão levantada pelo Uqaz, acredito que os bancos prá variar com seus DYs de 7/8% continuarão na lista de prioridades, até porque uma hora as cotações reagirão......outro setor que acredito que deve-se estar bastante atento é o de infraestrutura, TPIS3, STBP11 são boas pedidas......TPIS é uma de minhas principais apostas para o MP.

Consumo com as atuais precificações, muito provavelmente tirando casos isolados, como GRND3, no restante, vc tem muto mais chances de pagar a conta do que aproveitar algo, P/Ls estratosféricos, DYs quase nulos, a história mostra que dificilmente esses casos acabam bem, nada sobe para sempre, a precificação atual da maioria do setor contempla crescimentos de anos a frente, se isso mostrar em algum ou alguns trimestres que isso não ocorrerá, não será nada agradável o resultado.

Energia, devo me manter fora da maioria, TRPL, CMIG, CESP, CLSC, ELPL, nada disso me interessa atualmente, seus resultados devem sofrer demais e por um período longo, em alguns casos, muito longo, logo, estou fora, qual o upside fundamentado dessas ações ??? baixíssimo, quase nulo............No setor me manterei prioritariamente em GETI3, DY de 14% e mais bons anos de contrato(excluindo-se o contrato com a ELPL, mas, mesmo ocorrendo o pior nesse caso, ainda temos uma margem de segurança absurdamente alta, totalmente diferente de suas irmãs)..................EEEL3 estou pensando em desfazer minha pequena posição montada, a tia Dilma, provavelmente estragou meu trade, rs, quando comprei ainda não tinha essa medida do governo, tinha dividendos retidos, tinha grana para receber, ou seja só tinha coisas boas, em sua maioria não precificadas, aí veio essa medida e bagunçou tudo, vai ter que reconhecer perda em seu balanço dos ativos de transmissão, vai perder mais da metade de sua receita, dureza, também não pagarei para ver, o upside que era aparentemente fantástico, ficou baixo ou até nulo, apesar de sua péssima precificação, mas com o atual cenário isso até meio que se justifica hoje................CPLE que é a outra que tenho hoje, do setor, vou manter até ela atingir uma cotação mais justa, como tem baixo DY, vou rifar, até porque também terá queda em seus lucros, também sofrerá, menos, muito menso do que as outras, foi aí que o mercado errou e nós acertamos, mas, como o mercado tá começando a entender isso e está corrigindo esse "erro", quando a correção estiver mais adequada eu entrego ela para eles, rs.

Por enquanto, minha opinião é esta, bancos(BBAS tá uma teta absurda), infraestrutura(TPIS e STBP), setor imobiliário escolhido a dedo, além de GRND, PTBL, BEMA, BMTO, CARD, SLED e mais algumas oportunidades que forem surgindo ao longo do ano.

160262 - Jorge Tomaz -  13 Dez 2012, 00:52
De bancos ao setor de energia: veja as medidas tomadas pelo governo em 2012

Ano que está acabando foi bastante movimentado para diversos setores da economia, em meio a medidas de estímulo e redução do chamado custo-Brasil

Por Lara Rizério
|10h33 | 11-12-2012

SÃO PAULO - O ano de 2012 foi bastante movimentado para os mercados brasileiros. Além de questões internacionais afetando os investidores, como a crise na zona do euro e a questão do abismo fiscal nos Estados Unidos, o governo brasileiro também teve uma grande influência na movimentação dos mercados, sejam eles de renda fixa ou variável.
No ano corrente, vimos diversas atuações do governo em muitos setores da economia, em meio ao fraco desempenho econômico que também predomina o cenário nacional. Medidas de estímulo à indústria, discussões sobre reajuste na gasolina, redução de spread bancário e as mudanças de regulação no setor elétrico, afetaram as decisões de investimento durante todo o período. No mercado acionário, o viés de suas políticas foi tanto altista quanto baixista para alguns setores, assim como para o mercado de câmbio. Veja abaixo os principais "alvos" do governo durante este ano:
[...]
5. Redução dos spreads bancários: entre as medidas tomadas pelo governo para aumentar a competitividade do País, esteve a atuação no setor bancário, através da redução dos spreads (diferença do custo do dinheiro captado e ofertado pelas instituições financeiras) pelas instituições. Para tanto, a presidente Dilma anunciou no começo de abril a redução da taxa de juros de diversas linhas de financiamento, oferecendo ao menos R$ 43,1 bilhões adicionais em crédito pelo o Banco do Brasil (BBAS3), fazendo com que outras instituições - privadas - passassem a reduzir as taxas. Em seguida, a Caixa Econômica Federal também reduziu as taxas de juros para empréstimos.
Em agosto, Mantega e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, voltaram a cobrar dos bancos novos cortes nas taxas de juros e no spread, além de ampliar a oferta de crédito, ainda preocupados com o desempenho da economia. Em outubro, as estimativas eram de um novo corte nas taxas, que acabaram se concretizando, tanto pelo BB quanto pela Caixa, com a redução dos preços dos pacotes de serviços e de algumas das suas principais tarifas.
[...]
http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2631770/bancos-setor-energia-veja-medidas-tomadas-pelo-governo-2012

159809 renato1631 -  09 Dez 2012, 13:16
Sinal amarelo!

Lucro dos bancos caiu 31% no 3º trimestre, aponta Banco Central
Queda dos juros impactou grande parte das receitas, mas também influenciou na diminuição de 33% nas despesas com captação de recursos no mercado
07 de dezembro de 2012 | 16h 10

Eduardo Cucolo, da Agência Estado

BRASÍLIA - O lucro dos bancos brasileiros caiu 31% no terceiro trimestre de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com informações entregues pelas instituições financeiras ao Banco Central. O lucro total dos quase 100 bancos com carteira comercial passou de R$ 17,512 bilhões entre julho e setembro de 2011 para R$ 12,063 bilhões no trimestre passado.

A queda dos juros impactou grande parte das receitas. O ganho com operações de crédito e arrendamento mercantil caiu 6%, de R$ 96,1 bilhões para R$ 90,7 bilhões na mesma comparação. A receita em operações com títulos e valores mobiliários recuou 27%, de R$ 50,5 bilhões para R$ 36,7 bilhões. Parte dessas perdas foi compensada pelo aumento na receita com prestação de serviços, que avançou 6%, para R$ 14,5 bilhões. A renda com tarifas bancárias cresceu 12%, para R$ 6,9 bilhões.

Entre os gastos, destaque para a queda de 33% nas despesas com captação de recursos no mercado, para R$ 54 bilhões. Houve também aumento de 13% na provisão para créditos em liquidação duvidosa, para R$ 23,7 bilhões. O número de bancos que registraram lucro caiu de 76 para 64. Os maiores resultados positivos foram do Itaú, de R$ 3,4 bilhões, e do Bradesco, de R$ 2,9 bilhões. Os maiores prejuízos foram do Votorantim (R$ 497 milhões) e do Panamericano (R$ 206 milhões). Os dois bancos têm como sócios o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, respectivamente. Em setembro deste ano, duas instituições financeiras apareciam com índice de Basileia abaixo de 11%, o português Banif (9,5%) e o BVA (5,2%). Este último está sob intervenção do BC desde outubro.

154068 - aprendiz quebrado do professor -  28 Out 2012, 13:47
Preocupante para os bancos. Aposta incerta

Juros dos bancos caem ao nível mais baixo, mas inadimplência segue alta
Em setembro, taxa média de juros chegou a 29,9% ao ano; nível de atrasos, no entanto, segue no nível recorde de 5,9% desde julho, puxado pela inadimplência das pessoas físicas

BRASÍLIA - Seis meses depois de os bancos públicos iniciarem a política do governo de redução das taxas de juros, o custo dos empréstimos bancários atingiu o menor patamar das estatísticas oficiais. Apesar do crédito mais barato, a inadimplência de consumidores e empresas subiu neste período e se mantém há três meses no nível mais alto da série histórica iniciada em junho de 2000 pelo Banco Central.

Dados do BC mostram que, em setembro, a taxa média de juros chegou a 29,9% ao ano. Nos dois últimos trimestres, houve redução dos juros tanto para consumidores quanto para empresas, incluindo linhas como cheque especial, crédito pessoal, veículos e capital de giro.

O nível de atrasos, no entanto, segue no nível recorde de 5,9% desde julho, puxado pela inadimplência das pessoas físicas, que corresponde a 7,9% das suas dívidas, maior porcentual desde o fim de 2009. Houve alta nos atrasos do cheque especial, crédito pessoal, cartão de crédito e no financiamento de veículos.

O chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel, disse que a expectativa do governo continua a ser de queda da inadimplência até o fim do ano. "A nossa expectativa é que o crescimento da renda, do emprego e esses mutirões mais recentes de renegociação ajudem", afirmou.

Qualidade

Maciel disse que os empréstimos para compra de veículos concedidos neste período de IPI zero, por exemplo, não vão gerar futuramente uma onda de atrasos nessa modalidade, como ocorreu entre 2010 e 2011. "A qualidade do crédito concedido hoje, com você financiando uma parte menor do bem, assegura comportamento melhor da carteira de veículos. Os prazos também são menores."

Felipe Queiroz, economista da Austin Asis, avalia que a inadimplência deve subir um pouco até o fim deste ano e terminar 2013 no nível em que está hoje. Ele não vê, no entanto, esse dado com preocupação, por causa do nível elevado de emprego e renda. Queiroz diz ainda que os bancos estão bem capitalizados e podem assimilar esse nível de atrasos. O economista Adriano Lopes, do Itaú Unibanco, diz que as novas concessões de crédito devem contribuir para que as taxas de inadimplência, em breve, apresentem tendência de queda.

Greve

Em setembro, segundo Maciel, a greve dos bancários ajudou a manter a inadimplência em níveis altos, pois houve queda na renegociação de dívidas e muita gente, sem conseguir contratar empréstimos nas agências, recorreu ao cartão de crédito e ao cheque especial.

A paralisação também contribuiu para aumentar a taxa média de juros paga pelas pessoas físicas, que subiu de 35,6% ao ano em agosto, menor nível das estatísticas oficiais, para 35,8%, segundo menor valor.

O spread bancário atingiu em setembro o menor nível da história - 22,3 pontos porcentuais. Esse valor corresponde à diferença entre o custo do dinheiro para os bancos e o porcentual que eles cobram dos clientes.

150826 - NotwenCardozo -  03 Out 2012, 13:18
Citação: aprendiz quebrado do professor
E BNBR até onde irá

Alguns pulando fora talvez cedo demais!
Rentabilidade de bancos em junho atinge baixa recorde
Os bancos instalados no Brasil atingiram em junho o nível mais baixo dos últimos 10 anos

A rentabilidade dos bancos instalados no Brasil atingiu em junho o nível mais baixo dos últimos 10 anos, segundo dados do Relatório de Estabilidade Financeira (REF) do Banco Central, divulgado na tarde desta terça-feira (2).

De acordo com o documento, que é publicado semestralmente, o índice que compara o ganho das instituições financeiras com o seu patrimônio líquido recuou de 16,4% no final do ano passado para 14,4% nos 12 meses encerrados em junho deste ano.

A série histórica do BC tem início em 2002 e, desde então, a menor rentabilidade dos bancos havia sido verificada ao longo de 2009, quando a crise financeira internacional apresentou os primeiros reflexos negativos sobre o Brasil. Naquele ano, a taxa de rentabilidade foi de 15,7% - tanto nos 12 meses encerrados em junho quanto em dezembro.

O ano de 2010 foi marcado pela recuperação da rentabilidade do setor no país (16,9% em 12 meses terminados em junho e 17,2% em dezembro). Ao longo do primeiro semestre do ano passado, os bancos ainda conseguiram sustentar a alta (17,4%), mas acabaram vendo um recuo na segunda metade do ano.

O período de maior retorno financeiro dos bancos foi registrado no período que antecede junho de 2008, de 25,5%.

http://exame.abril.com.br/economia/noticias/rentabilidade-de-bancos-em-junho-atinge-baixa-recorde

949 - small caps - 14/Jan/2009 23:47
"Nostradamus Trade,"
Esta é indiscutivelmente a percepção dominante no mercado. Se não fosse isto os preços não estariam tão absurdamente deprimidos.
"Questões de bancos que foram para o ""beleléu"" sempre vão existir, assim como empresas dos mais variados setores, ainda que extremamente promissores, se mal administradas, também vão à falência."
"Eu comprei 11 bancos médios, a maioria durante os dias de circuit brake, em que o mundo ia acabar. BICB4, por exemplo, chequei a pagar R$ 1,60. Em média já ganhei 

942 - lbelecan - 14/Jan/2009 21:43
Hoje vários bancos de médio porte tiveram notas rebaixadas....
943 de 5068 14/Jan/2009 22:20 0
texmor Comentários: 103 - Desde: Out 2007
Qual o fundamento da análise ???
Por que algum banco quebrará ???
O banco pine por exemplo mostrou sinal de lucro pagando dividendos altos...
Todos os bancos derão lucro nos últimos semetres..
É claro que ocorrerá redução de lucro nos próximos trimestres...
Mas daí a um banco desses quebrar é outra coisa.
Redução de lucro ou até mesmo prejuízo se pequeno não faz um banco quebrar.
Bolsa é longo prazo e no longo prazo as crises sempre passam.
Esses bancos se capitalizaram durante o festival de IPO´s .
"As medidas aprovadas pelo banco central são ótimas , um banco pequeno pode vender a carteira de crédito para um banco maior , na ausência de liquidez.."

940 - Nostradamus - 14/Jan/2009 21:21
"Small,"
Vejo que vc tem uma preferência por bancos pequenos. CUIDADO!
"Alguns já estão pegando dinheiro no FGC (fundo garantidor de crédito). O governo alterou a regulamentação do FGC, que é administrado pelo Bradesco, para que o FGC possa conceder empréstimos a bancos em dificuldades, em vez de só garantir o dinheiro dos correntitas."
"Foi uma maneira que o governo encontrou para não conceder redesconto pelo Bacen, pois além de decretar previamente o fim da IF (a notícia do redesconto sempre gera corrida bancária), na época em que o PT era oposição criticavam a questão de dar dinheiro para banqueiros."
"Viu o Votorantim como foi socorrido. Será que o BB vai socorrer os pequenos também? Outro banco do porte do Votorantim tbm está prejudicado e pode ser negociado com o Bradesco. Resta saber se vão contar aquela estorinha de fusão, igual ao Itaú-Unibanco, quando na realidade o Unibanco estava mal."
"Em 96 trabalhei num banco pequeno que foi liquidado pelo Bacen. Ninguém sabia que a IF estava mal, os balanços sempre apresentavam lucro (maquiados), inclusive distribuiam lucro entre os funcionários, até que um dia entrou sob intervenção do Bacen."
Se a crise financeira se agravar pode faltar dinheiro a estes bancos pequenos.
CUIDADO!

916 - small caps - 14/Jan/2009 00:05
"(912) WK2007, concordo com você que a absurda diferença de preços entre os bancos médios que lançaram ações recentemente e os mais antigos negociados em bolsa diminuiu bastante. A queda maior das ações recentes se deve a estrangeirada tendo que pagar os negócios poucos rentáveis que andaram fazendo no exterior. Feliz do acionista brasileiro que esperou o momento certo para ir comprando ações dos desesperados. A vantagem dos recentes negociados em bolsa é o maior nível de governança corporativa (direito a tag along, por exemplo) e um nível de pagamento de dividendos muito superior. Mas nos preços atuais, já estaria comprando ações quase que meio a meio entre estes novos e os antigos que você citou. Atualmente, como já disse, tenho 11 bancos médios em carteira e estou muito contente com os dividendos que eles me proporcionam. Hoje não existe um banco médio absurdamente mais atraente, como era o BICB4 há pouco, que já subiu mais de 100% desde então. Talvez uma leve vantagem para o IDVL4, mas que é compensada pela história do BICB4 e do PINE4."

901 - small caps - 13/Jan/2009 20:56
"(882) Diogoafonso, a pergunta que respondi há pouco sobre os bancos médios integra as minhas preferências. É difícil dizer um que não esteja barato, ainda. Talvez faça uma diversificada com PINE4, BICB4, ABCB4, IDVL4, BRSR6, BGIP4 e BMEB4."

899 - small caps - 13/Jan/2009 20:23
"Eu tenho em carteira todos os bancos médios que você citou, à exceção do BPNM4, comprados na bacia das almas, na histeria do mercado em outubro. O BPNM4 está um pouco mais exposto à inadimplência da pessoa física e não ficou com indicadores tão absurdamente baratos como os demais. Todos os bancos que você citou estão com atratividade parecida atualmente, com leve preferência por IDVL4, PINE4 e BICB4, embora o ABCB4 tenha como vantagem um controlador que parece ter capital suficiente para garantir a captação de recursos para empréstimos."

864 - small caps - 11/Jan/2009 19:26
"Sobre a aquisição de bancos, pelo visto os grandes alvos são os que atualmente são os maiores e alguns estaduais atrativos, como Banrisul e Banese, BEES3, etc... E os bancos médios... Mas não considero muito interessante fazer a seleção com base nesta alternativa. Há muitos baratos e que independente destas possibilidades, só o retorno em proventos já torna a alternativa válida."

840 - small caps - 10/Jan/2009 00:42
"(810) diogoafonso. Eu só vou começar a pensar em vender algum dos bancos médios quando chegarem ao menos no valor patrimonial. E ainda falta um bucado para isto. Como disse nas postagem no blog e no livro, o tamanho do upside posterior depende muito da insanidade da queda que se antecedeu no mercado. Vivemos este ano uma das maiores oportunidades da década para comprar ações a preço de banana que chegaram a representar um ganho de dividendos de 30% ao ano! Mas se você tem uma excessiva exposição localizada, pode ser o momento de iniciar aos poucos o movimento de realização de lucros para diversifica os investimentos. Ou seja, depende da análise multimercado, da sua exposição na bolsa e no ativo específico. Tanto PINE como BICB estão longe de estarem caros, apesar das substanciai$$ altas. BBRK3 vale um início de posicionamento, sendo interessante acompanhar o balanço anual, para verificar o nível de lucratividade com a queda da venda de imóveis."

647 - small caps- 14/Dez/2008 22:13
"(628 e 629) danieljoseaa, todos os bancos que você citou estão atraentes. Como BICB4 e PINE4 tem como foco o empréstimo às empresas médias, não seria conveniente colocar mais uma de segmento parecido, sob pena de concentrar demais numa única atividade. A BGIP4 tem, como alertado pelo Eurico22, além de bons múltiplos, excelente rentabilidade patrimonial e tem como vantagem num momento de crise ser um banco estatal. Isto diminui a fuga de depósitos. Ou seja, dentro de um mesmo setor também é possível diluir a exposição a risco."
"Além do PINE4 que inclusive faz parte da carteira small caps, nas recentes promoções adquiri ABCB4 (R$ 3,30) e IDVL4 (R$ 2,95!). O que chama a atenção no primeiro é que possivelmente os controladores tem caixa suficiente para manter os empréstimos que são realizados aqui no Brasil pelo ABCB4."

467 - damonpena - 01/Dez/2008 01:02
"Num cenário de fusões e aquisições , é interessante saber qual é a posição de cada banco no ranking brasileiro de bancos , uma vez que , os maiores bancos dentre os menores , tornam-se os primeiros alvos de compra, podendo dar um salto nas cotações. Dentre os bancos listados na Bolsa me chamou a atenção no ranking abaixo ( Obtido na página do banco central - atalizado em Junho 2008 ) os seguintes bancos :"
"Estaduais ( Alvos para o BB ) : Banrisul(14),Banestes(26) e Basa(27)"
"Privados ( Alvos para Bradesco , HSBC ,etc ) : Alfa(18),BIC(21),Daycoval(28),Mercantil(29)"
"Obviamente , o Banrisul me parece uma aquisição mais difícil para o BB ... o Banestes e o Banco da Amazônia nem tanto ... até já correm boato sobre o Banestes ..."
"Tentando concentrar o $$ numa lista de 3 a 4 Bancos , me parece que seria interessante se posicionar em :"
"BEES3 , BASA3 , BRIV4 , BICB4 ..."
Ranking Instituições Data Ativo Disponi-
Balancete Total bilidades
1 BB jun/08 403.468.392 5.632.972
2 ITAU jun/08 339.594.373 5.583.465
3 BRADESCO jun/08 348.350.211 4.928.334
4 CEF jun/08 264.392.895 2.107.823
5 ABN AMRO jun/08 164.211.331 1.928.227
6 UNIBANCO jun/08 169.712.541 1.554.234
7 SANTANDER jun/08 127.288.377 1.588.187
8 HSBC jun/08 97.489.411 1.232.320
9 VOTORANTIM jun/08 73.631.545 119.238
10 SAFRA jun/08 61.694.518 255.682
11 NOSSA CAIXA jun/08 54.010.850 369.087
12 CITIBANK jun/08 39.413.249 471.338
13 BNP PARIBAS jun/08 24.861.277 265.994
14 BANRISUL jun/08 23.370.995 251.135
15 CREDIT SUISSE jun/08 18.499.318 673.736
16 UBS PACTUAL jun/08 20.620.697 4.746
17 BNB jun/08 15.053.624 66.217
18 ALFA jun/08 14.143.285 14.556
19 BBM jun/08 13.485.455 18.26
20 DEUTSCHE jun/08 12.190.686 24.922
21 BIC jun/08 11.760.972 118.042
22 JP MORGAN jun/08 12.558.908 7.946
23 FIBRA jun/08 16.186.861 15.36
24 BMG jun/08 7.690.374 59.963
25 SS jun/08 6.904.880 5.145
26 BANESTES jun/08 9.623.889 116.468
27 BASA jun/08 6.778.583 46.085
28 DAYCOVAL jun/08 7.832.732 45.991
29 MERCANTIL jun/08 7.620.388 45.893
30 ABC-BRASIL jun/08 6.309.894 8.324
31 BESC jun/08 6.275.339 66.828
32 SOFISA jun/08 6.054.518 60.329
33 RABOBANK jun/08 6.239.789 8.098
34 PINE jun/08 5.910.372 15.7
35 IBIBANK jun/08 5.480.571 2.339
36 BANCOOB jun/08 5.588.405 10.223
37 SOCIETE GEN jun/08 5.232.245 7.11
38 BANSICREDI jun/08 8.368.864 13.53
39 BRB jun/08 4.897.162 67.558
40 CRUZEIRO SUL jun/08 4.896.334 575
41 CLASSICO jun/08 4.774.890 898
42 BARCLAYS jun/08 4.320.548 3.157
43 ING jun/08 3.651.375 8.984
44 BANIF jun/08 2.926.023 6.195
45 MORGAN STANLEY jun/08 2.885.607 1.011
46 WESTLB jun/08 2.791.497 2.472
47 SCHAHIN jun/08 2.505.312 8.919
48 INDUSVAL jun/08 2.966.333 4.214
49 DBB BM jun/08 2.165.360 2.121
50 RURAL jun/08 2.090.065 16.063

302 - small caps - 09/Nov/2008 22:28
"ldsandrade, quanto aos bancos, o fato de terem ROE de 15% e negociarem com P/VPA abaixo de 1 indica o tamanho do pessimismo que o mercado está tendo com estes ativos, ao mesmo passo em que sinaliza que os estrangeiros estão vendendo tudo a qualquer preço em busca de liquidez. Não custa lembrar que a maior parte dos bancos médios teve a abertura de capital recentemente e uma fatia relevante ficou em poder dos estrangeiros que, ultimamente, são vendedores de peso no pregão."
Isto tem criado grandes oportunidades a serem aproveitadas por investidores mais diligentes.
"É possível a desaceleração no lucro dos bancos médios em razão da diminuição da liquidez, que dificulta a captação de recursos e os torna mais caros. Mas o mercado já precifica o corte por 4 deste lucro. Para quem não acredita que será para tanto, está aí uma boa oportunidade. O otimismo excessivo e o pessimismo extremo em relação a alguns setores não fazem muito bem para o bolso."
"Boa parte das ações destes novos bancos oferecem tag along também para as ações PN, como PINE4, CZRS4, ABCB4, BICB4, etc... é só consultar no site na Bovespa, onde consta as informações das empresas que oferecem tag along."

297 - small caps  - 09/Nov/2008 21:06
"Acredito que os demais bancos grandes realmente devem reagir em busca do espaço perdido. Neste final de semana já tinha notícia no jornal de que o BB, além do Banco Nossa Caixa, estava para adquirir o do Piauí e metade do Votorantim."
"Tem vários bancos médios no mercado, independentemente de possíveis prêmios em razão de eventuais aquisições, que estão baratos, embutindo um pessimismo exarcebado."
"Assim, como todos podem ser alvo de uma ofensiva dos maiores bancos, o negócio é buscar por aqueles que estão atrativos e se de fato ocorrer uma compra, aproveitar para embolsar o lucro num espaço de tempo curto."


283 - small caps - 06/Nov/2008 23:08
"Considero, como você, que praticamente todos os ativos do setor bancário estão muito baratos. Até mesmo o UBBR4 chegou a ficar com P/L abaixo de 4 antes da incorporação e pagando mais de 10% de DY ao ano. Em acabei fazendo uma seleção também no consignado, apesar das margens menores. O repasse de carteira deste segmento é mais fácil de ser feito e a redução da concorrência possivelmente vai elevar o spread. Tenho optado bom bancos que tem funding razoável, como o BRSR6 e BGIP4. Também mais conservador, como o BRIV4. Enfim, estou também com mais posições em bancos que emprestam para empresas, mas não abro mão dos demais ativos do segmento."


277 - WK2007 - 06/Nov/2008 01:03
"A fim de contribuir para o debate, em relação ao setor de bancos médios (o qual, na minha opinião, é o setor que oferece maior potencial de crescimento no médio prazo) acho interessante vender as ações de bancos que tem foco principal em crédito consignado (CZRS, PRBC, por exemplo) e comprar daqueles que priorizam o middle market (idvl, bicb etc.). Aliás, essa mudança de enfoque é o que vem fazendo os próprios bancos (PINE, DAYC v.g.)."


273 - small caps - 05/Nov/2008 21:28
"danieljoseaa, obrigado. Nos bancos, tenho uma grande coleção no momento. Alguns fazem parte da carteira small caps que divulgo no blog. Recentemente aproveitei para comprar BRSR6, BICB4 (este por $ 1,60!!!, DY de 30%) e ABCB4."

"Todos os bancos citados por você estão numa ordem muito parecida de expectativa de valorização e riscos. Como critério de desempate nas opções que vc elencou, eu utilizaria os melhores DY, que podem ser consultados no fundamentus. CRIV4,BMEB4, BRIV4, DAYC4 eu já adquiri."

146 - small caps - 12/Out/2008 19:56
"rfalvares, o rol de bancos em preços irrisórios é extenso. O BBAS3 também está se juntando a eles. Também considero mais seguro o PINE4 ao CZRS4. Mas, por prevenção, não escolha apenas um setor para investimento e, se possível, nem mesmo apenas uma empresa do mesmo segmentos. São várias as ações de bancos que, não havendo algo que não temos conhecimento, estão com upside superior a 400%. Então, não há porque escolher apenas um, concentrando o risco, se vários deles apresentam potencial próximo. Isto pode evitar um prejuízo concentrado por escolher justamente aquele que pode ter um fato extraordinário, de grande prejuízo."
"LOGN3, com seus indicadores fundamentalistas atuais, já se mostra como uma opção interessante para diversificação, no atual cenário de incertezas."


Bancos Médios
153338 - MuadibGV -  23 Out 2012, 23:09
Citação: nelsonnpiresBancos médios comparados com grandes bancos de varejo, na atual situação de pressão sobre os mesmos...sofrem menos, mais ou igual??
O tanto em que cada banco médio é afetado depende do nicho em que atua, mas de qualquer forma com BBAS3 sendo cotada pelo seu valor patrimonial o investidor vai querer um belo desconto para colocar seu dinheiro em um médio. Acho que a principal pressão sobre os médios vem daí...


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