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sábado, 4 de maio de 2019

Bradesco (BBDC)

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Balanços
Paulo Prof - 
Na minha opinião, os resultados do Bradesco foram os melhores entre os bancões privados. Na comparação anual, foi o único dos 3 bancos a apresentar uma saudável taxa de crescimento do Resultado Operacional. Sobre o Resultado Antes do IR/CS e das Participações de R$ 23,95 bilhões, o banco pagou R$ 4,70 bilhões de IR/CS. No 2o. semestre, sobre o Resultado Antes do IR/CS e das Participações de R$ 15,26 bilhões, o banco pagou R$ 5,10 bilhões de IR/CS. Ou seja, os Resultados do 2o. semestre foram muito fortes. Se eu tivesse que apostar, diria que o banco não encontrará obstáculos para postar um crescimento robusto nos próximos anos. Acho que ao preço de hoje, considerados apenas os números, a margem de segurança da BBDC4 é maior do que a ITUB4 e SANB11.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Os Resultados do Bradesco, especialmente o Resultado Líquido recorde, foram excelentes (desde que a empresa não esteja deferindo pagamentos de IR/CS, pois um dia a conta teria que ser paga).
De qualquer forma, o Resultado Operacional apreesentou recuperação em relação aquele do 2T18.
Percebe-se que o banco está focada em reduzir as depesas administrativas e de pessoal, mantendo uma taxa de crescimento saudável no que se refere a prestação de serviços e de taxas bancárias.
Na minha opinão, o ativo está relativamente bem precificado, se o retrovisor considerar 12 meses de resultados. Há que se ficar de olho pois se o banco conseguir repetir o resultado líquido do 3T18 nos próximos trimestres, o preço certamente deverá evoluir.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Achei os resultados do Bradesco bastante "meia boca" pois o excelente lucro líquido de R$ 4,5 bilhões no trimestre só foi conseguido com o auxílio de uma receita de IR/CS de R$ 415 milhões, e uma receita de ativo fisc al diferido de R$ 3,9 bilhões. No 1T18, o ativo fiscal diferido propiciou uma receita de aprox. R$ 400 milhões, mas o IR/CS foi uma despesa de R$ 1,17 bilhões.
Ou seja, no operacional, os números não foram bons. Apesar de uma redução de aprox. R$ 1,7 bilhões nas despesas de PDD e aumento de aprox. R$ 460 milhões nas receitas com serviços e taxas bancárias em relação ao 2T17, o resultado operacional foi R$ 2,6 bilhões menor.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Não gostei do resultado. Em termos nominais, as despesas líquidas de PDD no trimestre foram R$ 3,6 bilhões menores do que no 1T17. Se o Resultado Operacional foi "apenas" R$ 0,7 bilhões maior, quase R$ 3 bilhões "perderam-se pelo caminho". Ou seja, considerando a queda dramática das despesas de PDD, o resultado obtido pelo banco pode ser considerado medíocre!
O banco continua mantendo R$ 6,8 bilhões em Provisões Voluntárias, acima daquelas exigidas pelo Banco Central.
De qualquer forma, ao que tudo indica, o banco deverá conseguir postar resultados líquidos crescentes nos p´roximos trimestres, com uma certa facilidade. Em consequência, o ativo parece estar bem precificado.

marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). O Bradesco, no primeiro trimestre, registrou Lucro Líquido de R$ 4,467 bilhões, correspondente a R$ 0,67 por ação e rentabilidade de 16,3% sobre o Patrimônio Líquido médio. O retorno sobre os Ativos Totais médios foi de 1,5%. A título de Juros sobre o Capital Próprio, foram destinados aos acionistas, em valores brutos, R$ 1,788 bilhão, no período de janeiro a março de 2018, sendo R$ 331 milhões pagos de forma mensal e R$ 1,457 bilhão provisionados.; O Patrimônio Líquido Administrado equivale a 9,3% dos Ativos Consolidados, que somaram R$ 1,231 trilhão, 3,5% de crescimento sobre o mesmo período do ano anterior. Com isso, o índice de basileia alcançou 15,9%, superior, portanto, ao mínimo de 11,0% estabelecido pela Resolução nº 4.193/13, do Conselho Monetário Nacional, em conformidade com o Comitê de Basileia. No final do trimestre, o índice de imobilização, em relação ao Patrimônio de Referência, foi de 43,1% no Consolidado Prudencial, dentro do limite máximo de 50,0% estipulado pelo Banco Central do Brasil.

A2017/4T2017 -
paulo_prof -
No que se refere a última linha, o resultado do 4T17 foi ótimo ... mas muito baseado no deferimento do imposto devido, pois o reesultado operacional foi fraco. O lucro do 2o. semestre caiu 16% em relação ao 1o, embora as despesas líquidas de PDD tenham sido 39% menores. Não consigo visualizar direito o que, mas há algo de estranho.
A favor do Banco, os aprox. R$ 6,9 bilhões em PDD excedente. Se assim o desejar, o banco poderá reverter este PDD adicional,e transformar em lucro após pagar os impostos.

3T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 47 TRIMESTRES, 47 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). O BRADESCO, NO PERÍODO DE 1O DE JANEIRO A 30 DE SETEMBRO DE 2017, REGISTROU LUCRO LÍQUIDO DE R$ 10,866 BILHÕES, CORRESPONDENTE A R$ 1,79 POR AÇÃO E RENTABILIDADE DE 13,9% SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÉDIO. O RETORNO ANUALIZADO SOBRE OS ATIVOS TOTAIS MÉDIOS FOI DE 1,2%. A TÍTULO DE JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO, EM VALORES BRUTOS, FORAM DESTINADOS, NO PERÍODO, R$ 4,597 BILHÕES AOS ACIONISTAS, SENDO R$ 2,054 BILHÕES PAGOS NA FORMA DE MENSAIS E INTERMEDIÁRIOS E R$ 2,543 BILHÕES PROVISIONADOS.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 45 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 3.702.610; (U24M) = 3.942.254; (U36M) = 4.010.273; (U48M) = 3.842.962; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS (20,60%) E CRÉDITOS INADIMPLENTES (29,13%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO INT FINANC. (-81,00%) E RESULTADO OPERACIONAL (-73,82%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 207.643.618; VALOR MAXIMO (MIL) = 207.643.618 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 389.068.158.
O Lucro Líquido Ajustado do primeiro semestre de 2017 foi de R$ 9,352 bilhões (aumento de 13,0% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 8,274 bilhões do primeiro semestre de 2016), correspondendo a R$ 2,99 por ação e rentabilidade de 18,2% sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado.
A Carteira de Crédito Expandida, em junho de 2017, atingiu R$ 493,566 bilhões, com aumento de 10,3% em relação ao saldo de junho de 2016. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 172,045 bilhões (crescimento de 15,5% em relação a junho de 2016), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 321,521 bilhões (aumento de 7,7% em relação a junho de 2016).

1T2017 -
paulo_prof   -
Não posso dizer que gostei do resultado do Bradesco. A menos que haja uma razão específica explicada no Relatório, o aumento das despesas de PDD tanto na base anual (+17,2%), quanto na base trimestral (39,4%) mostram que a crise ainda está longe de terminar. A trajetória da qualidade da carteira expandida de crédito continua para pior. No que concerne a última linha, houve uma involução de 11,9% na base anual e 1,2% na base trimestral.

2T2016 -
paulo_prof   -
Meia boca o resultado do Bradesco ...
Apesar de uma pequena piora na qualidade da carteira de créditos (passou de 7,04% no 1T16 para 7,19%), a melhora na inadimplência (passou de 4,77% para 4,11%) diminuiu a necessidade de despesas de PDD (reduziram 21,55% quando comparadas com aquelas do 1T16). 
Há que se esperar os resultados do 3T16 para verificar se a reversão (nas despesas de PDD) se completa, ou não. 

3T2011 -
Paulo Prof -
foi muito bom, mas nada de excepcional

3T2010 -
Paulo Prof -
não gostou
Características
Prática de operações bancárias em geral, inclusive câmbio
Links
360953 - paulo_prof  -  04 Mai 2019, 03:49
Sem dúvida, no que se refere a última linha, o Resultado do Bradesco foi ótimo. Devo confessar, entretanto, que não gostei da queda no Resultado Operacional em relação ao 1T18. Isto quer dizer que o crescimento do lucro foi conseguido na base de uma redução sensível do IR/CS.

De uma maneira geral, acho que o ativo não está caro.

BBDC4

PREÇO: R$ 35,97

PAYOUT (2018): 40,25%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,14

P/VPA 2,28

DY 2,66%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,376

ROAE 15,1%

ROAA 1,45%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 14.759.555

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,46%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,94%



Taxas de Crescimento Nominal

a) Últimos 12 meses em relação aos 12 meses terminados no 1T18:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -0,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +3,9%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,1%

RESULTADO OPERACIONAL +17,0%

RESULTADO LÍQUIDO +26,8%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -23,3%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +11,3%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +12,3%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +4,2%

ATIVO TOTAL +6,8%

CRÉDITOS INADIMPLENTES (últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores): -34,1%



b) 1T19 sobre T18

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -2,4%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +5,7%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +4,7%

RESULTADO OPERACIONAL -3,3%

RESULTADO LÍQUIDO +30,3%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +3,5%



c) do lucro líquido

UA 26,78%
U2A 12,67%
U3A 3,80%


d) do patrimônio líquido médio

UA 7,98%

U2A 9,17%

U3A 10,27%



O PDD Mandatório Total como percentual das Operações de Crédito diminuiu sensivelmente, passando de 6,40% no 1T18 para 5,94%%. Em relação ao trimestre passado, houve aumento marginal,aumentando de 5,89% para 5,94%. O índice de inadimplência caiu de uma média de 4,05% nos 4 trimestres terminados no 1T18, para uma média de 2,45% nos últimos 4 trimestres.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 29,70

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +4,5%

358274 - paulo_prof -  06 Fev 2019, 22:06
Na minha opinião, os resultados do Bradesco foram os melhores entre os bancões privados. Na comparação anual, foi o único dos 3 bancos a apresentar uma saudável taxa de crescimento do Resultado Operacional. Sobre o Resultado Antes do IR/CS e das Participações de R$ 23,95 bilhões, o banco pagou R$ 4,70 bilhões de IR/CS. No 2o. semestre, sobre o Resultado Antes do IR/CS e das Participações de R$ 15,26 bilhões, o banco pagou R$ 5,10 bilhões de IR/CS. Ou seja, os Resultados do 2o. semestre foram muito fortes. Se eu tivesse que apostar, diria que o banco não encontrará obstáculos para postar um crescimento robusto nos próximos anos. Acho que ao preço de hoje, considerados apenas os números, a margem de segurança da BBDC4 é maior do que a ITUB4 e SANB11.

BBDC4

PREÇO: R$ 43,54

PAYOUT (2018): 40,25%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,27

P/VPA 2,39

DY 2,64%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,851

ROAE 15,7%

ROAA 1,48%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 12.505.234

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,62%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,89%



Taxas de Crescimento Nominal

a) Últimos 12 meses em relação aos 12 meses terminados no 4T17:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +5,6%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +5,0%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,4%

RESULTADO OPERACIONAL +21,0%

RESULTADO LÍQUIDO +30,2%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -38,6%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +9,7%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +9,1%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) -4,8%

ATIVO TOTAL +6,3%

CRÉDITOS INADIMPLENTES (últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores): -32,7%



b) 4T18 sobre 4T17

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 58,8%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +6,4%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +8,9%

RESULTADO OPERACIONAL +150,6%

RESULTADO LÍQUIDO +34,0%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -22,5%



c) do lucro líquido

UA 30,20%

U2A 12,48%

U3A 3,55%



d) do patrimônio líquido médio

UA 7,30%

U2A 9,23%

U3A 10,25%



O PDD Mandatório Total como percentual das Operações de Crédito diminuiu sensivelmente, passando de 6,74% no 4T17 para 5,89%%. Em relação ao trimestre passado, a redução foi marginal, caindo de 5,90% para 5,89%. O índice de inadimplência caiu de 4,24% em 2017, para 2,62%.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 35,64

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,0%

355442 - paulo_prof  -  01 Nov 2018, 18:30
Os Resultados do Bradesco, especialmente o Resultado Líquido recorde, foram excelentes (desde que a empresa não esteja deferindo pagamentos de IR/CS, pois um dia a conta teria que ser paga).

De qualquer forma, o Resultado Operacional apreesentou recuperação em relação aquele do 2T18.

Percebe-se que o banco está focada em reduzir as depesas administrativas e de pessoal, mantendo uma taxa de crescimento saudável no que se refere a prestação de serviços e de taxas bancárias.

Na minha opinão, o ativo está relativamente bem precificado, se o retrovisor considerar 12 meses de resultados. Há que se ficar de olho pois se o banco conseguir repetir o resultado líquido do 3T18 nos próximos trimestres, o preço certamente deverá evoluir.

BBDC4

PREÇO: R$ 36,06

PAYOUT (2017): 51,78%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,56

P/VPA 2,09

DY 3,82%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,659

ROAE 15,4%

ROAA 1,39%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 13.341.596

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,80%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,90%



Taxas de Crescimento Nominal

a) Últimos 12 meses em relação aos 12 meses terminados no 3T17:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -9,7%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +5,1%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -6,6%

RESULTADO OPERACIONAL -8,8%

RESULTADO LÍQUIDO +5,8%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -29,8%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +4,9%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +9,3%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) -4,8%

ATIVO TOTAL +5,4%

CRÉDITOS INADIMPLENTES (últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores): -25,9%



b) 3T18 sobre 3T17

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -14,6%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +1,3%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -15,1%

RESULTADO OPERACIONAL +8,8%

RESULTADO LÍQUIDO +73,7%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -25,5%



c) do lucro líquido

UA 23,09%

U2A 5,98%

U3A 1,88%



d) do patrimônio líquido médio

UA 7,32%

U2A 9,60%

U3A 10,22%



O PDD Mandatório Total como percentual das Operações de Crédito diminuiu sensivelmente, passando de 6,77% no 3T17 para 5,90%%. No trimestre, a redução foi marginal, caindo de 5,95% para 5,90%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 33,24

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +2,0%

355430 - Rocha Preta inc -  01 Nov 2018, 13:04
O Bradesco (BBDC4) registrou um aumento de 13,7% no lucro do terceiro trimestre sobre o mesmo período do ano anterior, informou nesta quinta-feira o segundo maior banco privado do país, mas o resultado ficou um pouco abaixo da estimativa de analistas. O lucro líquido recorrente somou R$ 5,471 bilhões de reais no terceiro trimestre, 0,7% menor que a estimativa média de analistas de R$ 5,508 bilhões de reais.

Ainda assim, a equipe de analistas do Credit Suisse viu o balanço com bons olhos e como “o ponto de virada que estávamos esperando”. Segundo eles, o crescimento sequencial positivo nos empréstimos mostra um importante ponto de inflexão, sendo mais notável o livro de pequenas e médias empresas, que cresceu sequencialmente pelo segundo trimestre consecutivo.



Para o BTG Pactual, o balanço confirma as expectativas de que o Bradesco será o grande banco com a mais forte expansão sequencial no lucro. “Mas o mais importante é que a receita líquida com juros cresceu 4% na passagem trimestral e os créditos em atraso caíram 30 pontos-base, a melhor relação entre a margem de juros contra os créditos em atraso mostrado até agora por qualquer banco no terceiro trimestre”, pontuam.

O relatório vai ainda mais longe e explica que este trimestre traz o que os investidores estavam esperando há algum tempo. “Em um cenário em que o PIB do Brasil se recupere, tendemos a acreditar que a rentabilidade (retorno sobre o Patrimônio Líquido) do Bradesco tenha espaço para se expandir e reduzir a diferença para o seu principal concorrente, o Itaú(ITUB4). Poderia também recuperar a segunda posição de rentabilidade recentemente perdida para o Santander (SANB11)”, destacam.

https://moneytimes.com.br/te-cuida-santander-brade...

352288 - paulo_prof - 29 Jul 2018, 15:03
Achei os resultados do Bradesco bastante "meia boca" pois o excelente lucro líquido de R$ 4,5 bilhões no trimestre só foi conseguido com o auxílio de uma receita de IR/CS de R$ 415 milhões, e uma receita de ativo fisc al diferido de R$ 3,9 bilhões. No 1T18, o ativo fiscal diferido propiciou uma receita de aprox. R$ 400 milhões, mas o IR/CS foi uma despesa de R$ 1,17 bilhões.

Ou seja, no operacional, os números não foram bons. Apesar de uma redução de aprox. R$ 1,7 bilhões nas despesas de PDD e aumento de aprox. R$ 460 milhões nas receitas com serviços e taxas bancárias em relação ao 2T17, o resultado operacional foi R$ 2,6 bilhões menor.


BBDC4

PREÇO: R$ 30,90

PAYOUT (2017): 51,78%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,20

P/VPA 1,83

DY 3,92%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,341

ROAE 13,9%

ROAA 1,26%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 14.991.659

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,16%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,95%



Taxas de Crescimento Nominal

a) Últimos 12 meses em relação aos 12 meses terminados no 2T17:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 1,5%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +6,3%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +1,6%

RESULTADO OPERACIONAL -2,2%

RESULTADO LÍQUIDO +5,8%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -36,2%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +5,8%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +8,2%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) -7,4%

ATIVO TOTAL +4,2%

CRÉDITOS INADIMPLENTES (últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores): +16,1%



b) 2T18 sobre 2T17

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -42,0%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +7,9%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,4%

RESULTADO OPERACIONAL -67,6%

RESULTADO LÍQUIDO +15,8%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -39,0%



c) do lucro líquido

UA 5,80%

U2A -3,21%

U3A -1,87%



d) do patrimônio líquido médio

UA 9,09%

U2A 10,77%

U3A 10,55%



O PDD Mandatório Total como percentual das Operações de Crédito diminuiu sensivelmente, passando de 6,96% no 2T17 para 5,95%%. No trimestre, a redução também foi considerável, caindo de 6,40% para 5,95%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 29,26

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,5%

350810 - marcosvinicius2 -  06 Jun 2018, 15:23
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). O Bradesco, no primeiro trimestre, registrou Lucro Líquido de R$ 4,467 bilhões, correspondente a R$ 0,67 por ação e rentabilidade de 16,3% sobre o Patrimônio Líquido médio. O retorno sobre os Ativos Totais médios foi de 1,5%. A título de Juros sobre o Capital Próprio, foram destinados aos acionistas, em valores brutos, R$ 1,788 bilhão, no período de janeiro a março de 2018, sendo R$ 331 milhões pagos de forma mensal e R$ 1,457 bilhão provisionados.; O Patrimônio Líquido Administrado equivale a 9,3% dos Ativos Consolidados, que somaram R$ 1,231 trilhão, 3,5% de crescimento sobre o mesmo período do ano anterior. Com isso, o índice de basileia alcançou 15,9%, superior, portanto, ao mínimo de 11,0% estabelecido pela Resolução nº 4.193/13, do Conselho Monetário Nacional, em conformidade com o Comitê de Basileia. No final do trimestre, o índice de imobilização, em relação ao Patrimônio de Referência, foi de 43,1% no Consolidado Prudencial, dentro do limite máximo de 50,0% estipulado pelo Banco Central do Brasil.:

BBDC4
PREÇO: R$ 30,17
PAYOUT (2017): 14,34%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 13,47
P/VPA 1,78
DY 1,06%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,240
ROAE 13,23%
ROAA 1,45%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 18.286.637
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 9,43%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 8,34%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T17, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -25,76%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 7,27%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 7,58%
RESULTADO OPERACIONAL -25,82%
RESULTADO LÍQUIDO 0,14%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -18,42%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 147,04%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 14,94%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 3,63%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -1,62%
RESULTADO OPERACIONAL 5,58%
RESULTADO LÍQUIDO 9,73%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -48,28%
PATRIMONIO LÍQUIDO 8,82%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,62%
PDD TOTAL -6,24%
ATIVOS TOTAIS -4,15%

c) lucro liquido, nominal
UA 0,14%
U2A -6,08%
U3A -1,79%

d) patrimônio líquido médio
UA 10,36%
U2A 11,43%
U3A 11,14%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 28,00
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,7% !!!!
[...]

349503  - paulo_prof   -  01 Mai 2018, 14:59
Não gostei do resultado. Em termos nominais, as despesas líquidas de PDD no trimestre foram R$ 3,6 bilhões menores do que no 1T17. Se o Resultado Operacional foi "apenas" R$ 0,7 bilhões maior, quase R$ 3 bilhões "perderam-se pelo caminho". Ou seja, considerando a queda dramática das despesas de PDD, o resultado obtido pelo banco pode ser considerado medíocre!

O banco continua mantendo R$ 6,8 bilhões em Provisões Voluntárias, acima daquelas exigidas pelo Banco Central.

De qualquer forma, ao que tudo indica, o banco deverá conseguir postar resultados líquidos crescentes nos p´roximos trimestres, com uma certa facilidade. Em consequência, o ativo parece estar bem precificado.

BBDC4

PREÇO: R$ 34,57

PAYOUT (2017): 51,78%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,97

P/VPA 1,85

DY 3,71%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,474

ROAE 13,2%

ROAA 1,22%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 17.845.200

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,97%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6,40%



Taxas de Crescimento Nominal

a) Últimos 12 meses em relação aos 12 meses terminados no 1T17:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -5,0%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +8,1%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,5%

RESULTADO OPERACIONAL -14,5%

RESULTADO LÍQUIDO +0,1%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -23,3%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +8,8%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +1,8%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) -10,6%

ATIVO TOTAL +3,5%

CRÉDITOS INADIMPLENTES (últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores): +81,5%



b) 1T18 sobre 1T17

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +24,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +4,3%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -1,5%

RESULTADO OPERACIONAL +10,0%

RESULTADO LÍQUIDO +9,7%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -53,4%



c) do lucro líquido

UA 0,14%

U2A -6,08%

U3A -1,79%



d) do patrimônio líquido médio

UA 10,38%

U2A 11,44%

U3A 11,19%



O PDD Mandatório Total como percentual das Operações de Crédito aumentou, passando de 6,65% no 4T16 para 6,74%%.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 30,92

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +3,0%

347370 - paulo_prof -  22 Fev 2018, 19:43
Relativamente ao exercício de 2016, o banco conseguiu reduzir despesas de pessoal em aprox. 10% no consolidado. Ou seja, uma redução de quase R$ 2,3 bilhões. Por outro lado, as receitas com tarifas e serviços cresceu 9,5%. ou mais de R$ 2,1 bilhões. Some-se a isto os aprox. R$ 1 bilhão referentes à reversão de provisões adicionais existentes em dezembro de 2016, e vc terá uma variação de R$ 5,4 bilhões no operacional. O indicador da qualidade da carteira expandida de créditos (5,22%) piorou em relação ao indicador em DEZ 2016 (4,96%). O índice de inadimplência ficou praticamente estável (3,38% em 2017 para 3,41% em 2016), mas como a carteira de crédito em 2017 diminuiu R$ 23 bilhões, os créditos baixados a prejuízop foram quase R$ 1 bilhão menores. Em linhas gerais, isto praticamente explica o avanço de 37% na última linha. Há que se lembrar, entretanto, que os resultados de 2016 foram pífios, representando uma base fraca de comparação. Em termos nominais, o resultado líquido de 2017 foi menor do que aqueles postados em 2014 e 2015. O ativo parece estar relativamente bem precificado, embora acredite que ainda haja espaço para valorização.

BBAS3

PREÇO: R$ 42,44

PAYOUT (2017): 29,4%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,73

P/VPA 1,20

DY 2,74%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,954

ROAE 11,2%

ROAA 0,80%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 24.893.278

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,38%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,22%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T16, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -1,0%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +19,6%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -5,2%

RESULTADO OPERACIONAL +24,4%

RESULTADO LÍQUIDO +37,1%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -10,3%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -3,8%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -0,5%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +9,5%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -14,1%

RESULTADO OPERACIONAL +194%

RESULTADO LÍQUIDO +222,7%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -24,2%

PATRIMONIO LÍQUIDO +13,2%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -3,1%

PDD TOTAL +2,1%

ATIVOS TOTAIS -2,3%

c) lucro liquido, nominal

UA 37,06%

U2A -0,79%

U3A -0,70%


d) patrimônio líquido médio

UA 9,51%

U2A 6,04%

U3A 6,68%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 49,42

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,5%

No que se refere a última linha, o resultado do 4T17 foi ótimo ... mas muito baseado no deferimento do imposto devido, pois o reesultado operacional foi fraco. O lucro do 2o. semestre caiu 16% em relação ao 1o, embora as despesas líquidas de PDD tenham sido 39% menores. Não consigo visualizar direito o que, mas há algo de estranho.

A favor do Banco, os aprox. R$ 6,9 bilhões em PDD excedente. Se assim o desejar, o banco poderá reverter este PDD adicional,e transformar em lucro após pagar os impostos.

BBDC4

PREÇO: R$ 39,25

PAYOUT (2017): 51,78%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,29

P/VPA 2,15

DY 3,18%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,409

ROAE 13,2%

ROAA 1,21%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 18.584.025

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,24%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6,74%



Taxas de Crescimento Nominal

a) Últimos 12 meses em relação aos 12 meses terminados no 4T16:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -17,3%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +11,4%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +10,2%

RESULTADO OPERACIONAL -26,75%

RESULTADO LÍQUIDO -2,8%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +6,7%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +10,0%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -3,1%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) -1,8%

ATIVO TOTAL +2,7%

CRÉDITOS INADIMPLENTES (últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores): +102,6%



b) 4T17 sobre 4T16

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -28,1%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +17,8%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +18,9%

RESULTADO OPERACIONAL -31,1%

RESULTADO LÍQUIDO -1,2%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +39,4%



c) do lucro líquido

UA -11,92%

U2A -2,73%

U3A 6,24%



d) do patrimônio líquido médio

UA 12,51%

U2A 11,59%

U3A 12,94%



O PDD Mandatório Total como percentual das Operações de Crédito aumentou, passando de 6,65% no 4T16 para 6,74%%.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 30,11

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,5%

344179  - marcosvinicius2  -  21 Nov 2017, 13:19
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 47 TRIMESTRES, 47 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). O BRADESCO, NO PERÍODO DE 1O DE JANEIRO A 30 DE SETEMBRO DE 2017, REGISTROU LUCRO LÍQUIDO DE R$ 10,866 BILHÕES, CORRESPONDENTE A R$ 1,79 POR AÇÃO E RENTABILIDADE DE 13,9% SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÉDIO. O RETORNO ANUALIZADO SOBRE OS ATIVOS TOTAIS MÉDIOS FOI DE 1,2%. A TÍTULO DE JUROS SOBRE O CAPITAL PRÓPRIO, EM VALORES BRUTOS, FORAM DESTINADOS, NO PERÍODO, R$ 4,597 BILHÕES AOS ACIONISTAS, SENDO R$ 2,054 BILHÕES PAGOS NA FORMA DE MENSAIS E INTERMEDIÁRIOS E R$ 2,543 BILHÕES PROVISIONADOS.:

BBDC4  
PREÇO: R$ 33,62
PAYOUT (2016): 45,83%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 14,21
P/VPA 1,86
DY 3,23%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,367
ROAE 13,11%
ROAA 1,33%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 17.212.356
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 8,95%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 8,64%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -35,84%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 17,86%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 28,38%
RESULTADO OPERACIONAL -45,53%
RESULTADO LÍQUIDO -8,75%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 27,52%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 120,16%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal  
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 152,34%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 14,64%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 42,68%
RESULTADO OPERACIONAL 78,40%
RESULTADO LÍQUIDO -10,89%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -15,41%
PATRIMONIO LÍQUIDO 11,92%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 13,42%
PDD TOTAL 14,34%
ATIVOS TOTAIS 11,99%

c) lucro liquido, nominal  
UA -8,75%
U2A -7,32%
U3A 0,66%

d) patrimônio líquido médio  
UA 11,92%
U2A 11,64%
U3A 12,02%

Nos primeiros nove meses do ano, os impostos e contribuições, incluindo previdenciárias, pagos ou provisionados, totalizaram R$ 26,496 bilhões, sendo R$ 10,942 bilhões relativos aos tributos retidos e recolhidos de terceiros e R$ 15,554 bilhões apurados com base nas atividades desenvolvidas pela Organização Bradesco, equivalente a 143,1% do Lucro Líquido. 

O Capital Social realizado, ao término do trimestre, era de R$ 59,100 bilhões. Somado às Reservas Patrimoniais de R$ 51,201 bilhões, formou o Patrimônio Líquido de R$ 110,301 bilhões, registrando crescimento de 11,9% comparado ao mesmo período de 2016, correspondendo ao valor patrimonial de R$ 18,13 por ação. 

O Patrimônio Líquido Administrado, representando 9,1% do Ativo Total somou R$ 110,855 bilhões, com 12,0% de crescimento sobre setembro de 2016. Assim sendo, o índice de solvabilidade alcançou 17,7%, superior, portanto, ao mínimo de 10,8% estabelecido pela Resolução no 4.193/13, do Conselho Monetário Nacional, em conformidade com o Comitê de Basileia. No final do trimestre, o índice de imobilização, em relação ao Patrimônio de Referência, era de 38,9% no Consolidado Prudencial, dentro do limite máximo de 50%. 

Chart.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341598 - marcosvinicius2  - 30 Ago 2017, 22:39
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 45 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 3.702.610; (U24M) = 3.942.254; (U36M) = 4.010.273; (U48M) = 3.842.962; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS (20,60%) E CRÉDITOS INADIMPLENTES (29,13%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO INT FINANC. (-81,00%) E RESULTADO OPERACIONAL (-73,82%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 207.643.618; VALOR MAXIMO (MIL) = 207.643.618 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 389.068.158: 

BBDC4  
PREÇO: R$ 33,99
PAYOUT (2016): 45,83%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 14,02
P/VPA 1,94
DY 3,47%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,424
ROAE 13,87%
ROAA 1,39%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 16.348.567
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,85%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 8,74%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 11,60%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 15,54%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 20,60%
RESULTADO OPERACIONAL -14,49%
RESULTADO LÍQUIDO -11,46%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 16,41%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 29,13%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal  
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -81,00%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 16,37%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 13,07%
RESULTADO OPERACIONAL -73,82%
RESULTADO LÍQUIDO -5,38%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 46,45%
PATRIMONIO LÍQUIDO 10,84%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,74%
PDD TOTAL 21,61%
ATIVOS TOTAIS 11,38%

c) lucro liquido, nominal  
UA -11,46%
U2A -5,50%
U3A 3,48%

d) patrimônio líquido médio  
UA 12,48%
U2A 11,23%
U3A 12,51%

O Lucro Líquido Ajustado do primeiro semestre de 2017 foi de R$ 9,352 bilhões (aumento de 13,0% em relação ao Lucro Líquido Ajustado de R$ 8,274 bilhões do primeiro semestre de 2016), correspondendo a R$ 2,99 por ação e rentabilidade de 18,2% sobre o Patrimônio Líquido Médio Ajustado.

A Carteira de Crédito Expandida, em junho de 2017, atingiu R$ 493,566 bilhões, com aumento de 10,3% em relação ao saldo de junho de 2016. As operações com pessoas físicas totalizaram R$ 172,045 bilhões (crescimento de 15,5% em relação a junho de 2016), enquanto as operações com pessoas jurídicas atingiram R$ 321,521 bilhões (aumento de 7,7% em relação a junho de 2016).

BBDC41.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

337278  - MuadibGV  -  28 Abr 2017, 21:31
O que sempre olho no release do Bradesco (e sempre me agrado) é o valor patrimonial por ação crescendo trimestre a trimestre acompanhado do ROE sempre animal.

Me arrependo de não ter enchido a mão um ano atrás quando estava na metade do preço atual.

É comprar e esquecer.

337235  - paulo_prof   -  28 Abr 2017, 18:28
No Press Release o Bradesco informa que o Lucro Líquido "ajustado", de R$ 4,648 bilhões, foi 13% maior do que o Lucro Liquido "ajustado" do 1T16, de R$ 4,113 bilhões.

Na DRE "Ajustada", também, as despesas de PDD no 1T17 teriam somado R$ 4,862 bilhões, quando no 1T16 teriam sido de R$ 5,448 bilhões.

Do ponto de vista contábil, entretanto, não se pode deixar de notar que o Resultado Antes dos Impostos e Distribuições foi R$ 6,9 bilhões no 1T17, quando havia sido de R$10,3 bilhões no 1T16. Os resultados quase idênticos no que se refere o lucro líquido (R$ 4,07 bilhões em 2017 e R$ 4,12 bilhões em 2016) são devidos a uma despesas tremendamente maior de IR/CS em 2016 do que foi em 2017. Este fato, parece que o mercado ignorou completamente!.

337208 - J R SILVA   -  28 Abr 2017, 14:50
Estava tentando entender a alta de ontem do Bradesco, já que PDD e NPL não vieram lá essas coisas.
Bradesco59034b1c6bbb3.PNG

No Relatório da ADM eles dizem que o índice só não apresentou sensível redução em razão de uma grande empresa que entrou em RJ ( OI ou PDG?), mas isolando o caso viram melhoras na Inadimplência PJ, principalmente Pequenas e Médias Empresas. Talvez, é bom destacar bem o "talvez", seja mais um sinal de recuperação da economia.

A linha tracejada do gráfico abaixo mostra o NPL Grandes empresas excluindo o calote já mencionado.
Bradesco259034bb4d602a.PNG

337174  - TraderCenter -  27 Abr 2017, 21:59
[...]
O Bradesco obteve lucro líquido ajustado de R$ 4,648 bilhões no primeiro trimestre de 2017, um aumento de 13% na comparação com o obtido no mesmo período do ano anterior.

O Bradesco anunciou nesta quinta-feira (27) ter registrado lucro líquido contábil de R$ 4,07 bilhões no primeiro trimestre de 2017, uma queda de 1,2% em comparação ao mesmo período do ano passado, quando o resultado foi de R$ 4,12 bilhões.

Em comparação com o trimestre anterior, quando o lucro foi de R$ 3,59 bilhões, houve alta de 13,3%.

Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 4,64 bilhões no primeiro trimestre, alta de 13% em relação a mesmo período de 2016, de R$ 4,113 bilhões. Em relação ao último trimestre de 2016, foi de R$ 4,385 bilhões, aumento de 6%. Segundo o banco, a diferença do lucro líquido para o ajustado vem principalmente dos R$ 554 milhões em ágio com a aquisição do HSBC Brasil.
[...]

337151  - paulo_prof   -  27 Abr 2017, 15:10
Não posso dizer que gostei do resultado do Bradesco. A menos que haja uma razão específica explicada no Relatório, o aumento das despesas de PDD tanto na base anual (+17,2%), quanto na base trimestral (39,4%) mostram que a crise ainda está longe de terminar. A trajetória da qualidade da carteira expandida de crédito continua para pior. No que concerne a última linha, houve uma involução de 11,9% na base anual e 1,2% na base trimestral.

BBDC4

PREÇO: R$ 33,07

PAYOUT (2016): 48,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,17

P/VPA 1,75

DY 4,00%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,717

ROAE 14,4%

ROAA 1,26%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 11.071.756

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,51%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 8,85%



Taxas de Crescimento Nominal

a) Últimos 12 meses em relação aos 12 meses terminados no 1T16:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +35,8%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +13,8%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +12,2%

RESULTADO OPERACIONAL +33,5%

RESULTADO LÍQUIDO -11,9%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +17,2%

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +17,1%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +3,5%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +32,1%

ATIVO TOTAL +16,2%

CRÉDITOS INADIMPLENTES (últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores): -5,2%



b) 1T17 sobre 1T16

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -28,1%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +17,8%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +18,9%

RESULTADO OPERACIONAL -31,1%

RESULTADO LÍQUIDO -1,2%

DESPESAS DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +39,4%



c) do lucro líquido

UA -11,92%

U2A -2,73%

U3A 6,24%



d) do patrimônio líquido médio

UA 12,51%

U2A 11,59%

U3A 12,94%



O PDD Total como percentual das Operações de Crédito aumentou, passando de 8,31% no 4T16 para 8,85%. Por outro lado, os NPL (inadimplência) no trimestre, também medida como percentual das operações de crédito, aumentou de 4,39% no 4T16, para 4,72%.



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 34,83



Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0%

325092  - paulo_prof   -  30 Jul 2016, 04:01
Meia boca o resultado do Bradesco ...

Apesar de uma pequena piora na qualidade da carteira de créditos (passou de 7,04% no 1T16 para 7,19%), a melhora na inadimplência (passou de 4,77% para 4,11%) diminuiu a necessidade de despesas de PDD (reduziram 21,55% quando comparadas com aquelas do 1T16).

Há que se esperar os resultados do 3T16 para verificar se a reversão (nas despesas de PDD) se completa, ou não.

BBDC4
PREÇO: R$ 28,36
PAYOUT (2015): 37,08%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 9,38
P/VPA 1,63
DY 3,95%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,024
ROAE 17,4%
ROAA 1,61%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 16.511.594
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,97%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 7,19%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T15, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +29,1%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -14,9%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +6,4%
RESULTADO OPERACIONAL +15,4%
RESULTADO LÍQUIDO +0,9%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +49,3%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +20,7%

b) 2T16 sobre 2T15, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +38,5%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -17,2%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +3,6%
RESULTADO OPERACIONAL +22,2%
RESULTADO LÍQUIDO -7,6%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +11,9
PATRIMONIO LÍQUIDO +18,2%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +1,3%
PDD TOTAL +28,5%
ATIVOS TOTAIS +1,2%

c) lucro liquido, nominal
UA 0,86%
U2A 11,88%
U3A 12,90%

d) patrimônio líquido médio
UA 10,12%
U2A 12,48%
U3A 10,38%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 30,24

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -1,5%


165954 - pppadv -  05 Fev 2013, 15:04
GP e Bradesco investem juntos em torre de celular
O Estado de S. Paulo - 04/02/2013
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/2/4/gp-e-bradesco-investem-juntos-em-torre-de-celular

Gestora e banco viram sócios na BR Towers, criada há quatro meses para explorar 0 aluguel de torres de telefonia móvel, que estão sendo postas à venda pelas operadoras A gestora de recursos GP Investimentos anuncia hoje um aliado de peso para seu negócio de compra e locação de torres para telefonia móvel. O fundo de private equity do Bradesco adquiriu uma fatia da BR Towers, criada pela GP em setembro do ano passado, e fez um aporte de cerca de R$ 100 milhões na empresa. A entrada do fundo do Bradesco ocorre ao mesmo tempo em que a BR Towers fecha sua primeira aquisição no Brasil. A empresa incorporou a Sitesharing, que administra 100 torres de telefonia alugadas para as operadoras. O fundador da empresa, Luigi Gosenza, passa a ter uma participação minoritária na BR Towers. AGP continua controladora, mas a fatia de cada sócio na empresa não foi divulgada. Com quatro meses de vida, a BR Towers soma uma carteira de 2 mil torres, cerca de 20% do total administrado por empresas independentes, ou seja, que não estão nas mãos das teles. A companhia entrou neste ramo com a compra de 1.912 unidades da Vivo por cerca de R$ 500 milhões. "Estamos analisando toda as oportunidades de crescimento, como aquisições de torres de operadoras, de "tower companies" (empresas gestoras dessas estruturas) ou a construção de novas antenas no formato built to suit (por encomenda)", disse o presidente da BR Towers, Mauricio Giusti. Corrida. O fundo do Bradesco é o terceiro a investir em gestoras de torres no Brasil nos últimos seis meses. A GP criou a BR Towers em setembro passado e, menos de três meses depois, o fundo de infraestrutura P2 Brasil, administrado pelo Pátria Investimentos, anunciou aporte de R$ 300 milhões na criação da Highline, do mesmo segmento. Por trás da corrida dos fundos de investimento está uma mudança na estratégia das empresas de telefonia brasileiras que criará uma oportunidade bilionária para gestoras de ativos de infraestrutura para telecomunicação. "A gestão de torres é um negócio rentável e que terá uma taxa de crescimento importante à medida que as teles passarem a se concentrar no serviço de telecomunicação", diz o diretor responsável pela área de private equity dtí Bradesco, Fernando . Bllso. "A tendência é que elas passem a contratar de companhias terceirizadas o fornecimento de parte do processo." Hoje o Brasil tem cerca de 50 mil torres de infraestrutura, mas apenas 15% delas estão nas mãos de empresas especializadas em administrar essas estruturas, segundo estimativas do mercado. A maioria é gerenciada pelas próprias operadoras de telefonia, principalmente pelas quatro líderes -TIM, Oi, Vivo e Claro. Nos Estados Unidos, por exemplo, as chamadas "tower companies" são donas de metade das estruturas existentes. O investimento em antenas próprias pelas operadoras brasileiras de telefonia móvel tem razões históricas. Elas criaram essas estruturas na década passada em um momento em que a cobertura era o grande diferencial para ganhar o incipiente -e crescente- mercado de celulares. "Quem entrava primeiro em uma localidade não tinha interesse em compartilhar sua torre com outra operadora, já que queria ficar sozinha no mercado enquanto a concorrente construía sua própria estrutura", diz o presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas (TelComp), João Moura. Esse cenário criou ineficiências, como a construção de torres lado a lado. "E como ter três prédios com apenas um andar alugado em cada um. Tecnologi-camente, é perfeitamente possível usar apenas uma torre e colocar três antenas no topo", explica o presidente da BR Towers. As próprias operadoras devem começar a reavaliar essas questões. "Agora que todas as empresas têm cobertura nos principais mercados, as torres não são mais estratégicas. Todas estão avaliando se é interessante vendê-las e liberar o capital para outros investimentos", diz Moura, da TelComp. A Vivo já teria captado R$ 1,1 bilhão com venda de torres em um período de sete trimestres (sem considerar a negociação com a BR Towers) e a Oi teria um potencial para levantar R$ 1,8 bilhão com a venda de suas torres, segundo informações de relatório de outubro do BTG Pactuai. Vivo, Oi, TIM e Claro foram questionadas pela reportagem sobre eventual interesse na venda de torres, mas não quiserem se manifestar sobre o tema. A BR Towers já tem contratos com aVivo para locação das torres que comprou da própria operadora e mantém conversas com as demais empresas para fechar novos negócios. Qualidade. Os fundos de investimentos chegam ao mercado de infraestrutura de telecom em um momento em que as operadoras estão pressionadas para melhorar a qualidade do serviço e se preparar para o lançamento do serviço de banda larga de quarta geração (4G). A expansão do uso de telefonia móvel em ritmo mais rápido que a adição de infraestrutura nos últimos anos sobrecarregou as redes. Hoje cada antena brasileira atende 4,5 mil linhas, em média, contra 1,5 mil da média americana. Depois de proibir as vendas de novas linhas das operadoras que registraram maior número de reclamações no ano passado, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) cobra das empresas mais investimentos. A BR Towers estima que o número de antenas no Brasil crescerá até duas vezes e meia em três anos. "Faltam torres no Brasil", diz Giusti. "Com uma área muito menor que a nossa, a Itália tem a mesma quantidade de torres." Segundo ele, a construção de cada torre custa entre R$ 200 mil e R$ 1 milhão. Ou seja, o investimento para dobrar a estrutura do País é de R$ 10 bilhões a R$ 50 bilhões. "É um negócio para grandes players. Ter sócios como o Bradesco e GP nos dá uma estrutura de capital suficiente para aproveitar oportunidades que surgirem", afirma Giusti. As administradoras prometem fazer parte desse investimento para aumentar a velocidade de expansão da rede de telecom no País e viabilizar o compartilhamento de antenas entre as operadoras - um dos pleitos antigos do governo e que deverá se tornar obrigatoriedade nos próximos anos. A chegada repentina de empresas com apetite - e dinheiro - para comprar antenas pode valorizar os ativos das teles. Mas, para fechar negócio com as operadoras, não basta pagar mais, diz Giusti. A parceria é estratégica por envolver contratos de longo prazo para uso de rede. "A qualidade no serviço será um diferencial." Qualquer falha no sistema, pode deixar milhões de consumidores enfurecidos e piorar os índices de qualidade da empresa na Anatel. Tudo que elas não querem neste momento./ COLABOROU RODRIGO PETRY

BRADESCO - BBDC4
PREÇO: R$ 37,75
PAYOUT 2012: 35,85%

Em relação a 2011, as taxas de crescimento nominal do exercício de 2012 foram:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +20,0%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +15,5%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +6,0% 
RESULTADO OPERACIONAL -5,4%
RESULTADO LÍQUIDO +3,2%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +15,3%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +30,3%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +10,5%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +9,0%
ATIVO TOTAL +15,4%
CRÉDITOS INADIMPLENTES NO ANO: 37,8%

P/L 12,48 
P/VPA 2,03 
DY 2,87%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,025
ROAE 16,2%
ROAA 1,29%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 12.174.683 
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,68%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6,43%

Em relação ao 3T12, a "qualidade" da carteira de créditos medida em termos do percentual do PDD em relação ao tamanho da carteira melhorou de 6,52% para 6,43%. Os créditos inadimplentes contabilizados no 4T12, medidos como percentual da carteira de crédito diminuíram de 4,14% para 3,68% (anualizado). A relação entre os créditos inadimplentes no ano, para o tamanho da carteira no final do ano aumentou de 2,95% em 2011 para 3,68% em 2012.

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA 3,20%
U2A 6,57%
U3A 12,41%

b) do patrimônio líquido médio
UA 20,90%
U2A 19,23%
U3A 18,98%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses por toda a eternidade e taxa de desconto anual real de 8%: R$ 37,81

Citação: uqaz
Citação: dianaeca
Prof e demais foristas mais experientes
Podemos considerar o resultado do Bradesco de hj como uma prévia de que o setor bancário não esta tão ruim como o mercado precificou que ficaria, em virtude da intervenção governamental?
A receita de intermediações financeiras caiu, enquanto o PDD subiu...

O bradesco parece ter garantido o lucro em Despesas da Intermediação Financeira (sem PDD), mais especificamente em Operações de Empréstimos e Repasses.


Não é o que diz a minha planilha ... que é baseada nas Demonstrações Contábeis de acordo com a Legislação Societária Brasileira (ou seja, o ITR de bancos não é baseado no IFRS).

Se não houver erros em minha planilha, a Receita de Intermediações Financeiras no 3T12 aumentou 2,48% em relação ao 3T11 e 9,03% em relação ao 2T12. Nos 9M12, a Receita de Intermediação aumentou 9,57% em relação aos 9M11.

Onde o banco realmente arrebentou a boca do balão, foi no Resultado Bruto de Intermediação: houve aumento de 54,65%¨em relação ao 2T11 e de 114,96% em relação ao 3T11. Nos 9M12, o Resultado Bruto foi 25,4% maior do que nos 9M11.
Além disto, nos 9M12 (em relação aos 9M11):
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +15,6%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +4,9%
RESULTADO OPERACIONAL +8,0%
RESULTADO LÍQUIDO +2,2%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +15,1%

As despesas de PDD foram 9,6% superiores aquelas do 3T11, mas quase empataram com aquelas do 2T12: +1,1% indicando que provavelmente no próximo trimestre iniciarão uma trajetória de queda.

Em relação ao 2T12, o Ativo Total cresceu 3,10% e em relação ao 3T11, o Ativo cresceu 18,2%.

O PDD total (incluindo uma gordura não compulsória) é 6,52% da Carteira Total de Créditos e a inadimplência (NPL) aumentou 7,6% em relação ao 2T12. No ano, o total de créditos inadimplentes já é 44,3% maior do que no ano passado.

Em bases anualizadas, a inadimplência do 3T12 representa 4,14% da Carteira Total de Créditos e a inadimlência dos 9M12, 3,79%.

Embora o Resultado Operacional tenha sido 45,25% maior do que aquele do 2T12, o lucro líquido foi apenas 1,04% maior. Isto é explicado pela enorme diferença no IR/CS recolhidos: enquanto que no 3T12 foram recolhidos R$ 1,372 bilhões, no 2T12 foram recolhidos apenas R$ 49 milhões.

Na base anual, os novos múltiplos são:

PREÇO: R$ 31,75
PAYOUT (2011): 35%

P/L      10,65
P/VPA            1,81
DY      3,29%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 2,981
ROAE 17,0%
ROAA            1,31%
CRÉDITOS INADIMPLENTES     11.634.368
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO  3,63%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO/ATIVO TOTAL     37,4%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO            6,52%

Embora não tendo ainda entendido como, o destaque positivo parece mesmo ter sido o expressivo Resultado Bruto de Intermediação conseguido.

De acordo com a minha expectativa, o ponto mais negativo foi a relativa aceleração da inadimplência (esperada diminuição em relação aos trimestres anteriores) e a estabilidade da qualidade da carteira de créditos (esperava uma melora). Como conseqüência, as Despesas de PDD que esperava serem sensivelmente menores do que aquelas do 2T12, foram inclusive marginalmente maiores.

17980 - rcbocardo - 29/Out/2011 19:29
BRADESCO COMPRA
(BBDC4) PREÇO-ALVO: R$35,00
3T11 – Resultados Operacionais em Linha, mas Perdas de Mercado Afetam o Crescimento do
VPPA
Henrique Navarro Renato Schuetz

Notícia: No dia 26 outubro, o Bradesco divulgou seus resultados do 3T11. O lucro líquido ajustado totalizou R$1.978 milhões, 27% abaixo de nossa estimativa. O ROE ajustado foi fraco, em 14,5%, significativamente inferior ao ROAE divulgado de 21,1%, em grande parte devido a um grande prejuízo (líquido) de R$834 milhões na marcação a mercado de títulos e valores mobiliários disponíveis para venda, que é contabilizado contra o patrimônio líquido dos acionistas. Excluindo essa perda, que é o maior impacto relacionado ao mercado já registrado pelo Bradesco desde 2003, o lucro ajustado teria ficado 1,2% acima das expectativas.

O risco total de crédito atingiu R$332 bilhões, uma alta de 22% A/A e 3,9% T/T, superando nossas expectativas de uma pequena desaceleração no trimestre, impulsionado pelo crédito corporativo, que cresceu 27% A/A e 4,6% T/T, afetado parcialmente pelo impacto do câmbio sobre empréstimos denominados em dólares.

As margens expandiram 36 pontos-base T/T (6 pontos-base acima do esperado), chegando a 6,15%, devido à reprecificação de ativos. O capital Core Tier I (Basileia III) diminuiu 70 pontos-base, para 7,95%, afetado pelas perdas da marcação a mercado e um salto de 9% T/T nos ativos ponderados pelo risco (RWA), em virtude da aplicação das medidas macroprudenciais que aumentaram o consumo de capital (para um peso de risco de 150%) em certas categorias de empréstimos ao consumidor. Ao longo do ano, o capital Core Tier I caiu em relação ao nível do final de 2010, que era de 8,9%.

Novo guidance. Crescimento da receita de prestação de serviços entre 10% e 14% (9-13% anteriormente); despesas operacionais devem crescer 15-18% (11-15% anteriormente). O banco manteve seu guidance de aumentar sua carteira de crédito entre 15% e 19% em 2011.

Conclusão: O aumento nas exposições de risco de mercado do Bradesco, principalmente a exposição a ações no segmento de seguros, voltou a atrapalhar um trimestre relativamente bom, desacelerando significativamente sua taxa de crescimento A/A no VPPA, passando de 4,5% nos sete trimestres anteriores, para apenas 1,7% no 3T11. Isto posto, os resultados operacionais ficaram basicamente em linha com as estimativas; porém, os custos ajustados (excluindo a amortização de ativos intangíveis e impostos sobre receitas) foram 5% superiores ao esperado, levando a uma deterioração mais forte que as expectativas na eficiência, que passou de 49,5% no 3T10 para 50,2%.. A notícia positiva apresentada nas margens, bem como o aumento no guidance da receita de prestação de serviços, deve ser compensada pelo impacto dos custos crescentes, que levaram o banco a estabelecer um novo guidance, maior, para as despesas operacionais. Nesse sentido, se os resultados do Itaú no 3T11 indicarem um melhor desempenho (isto é, ganhos de sinergias finalmente aparecerem), como esperamos, os investidores podem começar a ver o 3T11 como o ponto de virada para sua preferência, trocando Bradesco por Itaú (ITUB4,R$32,03, Compra). Acreditamos que as reações do mercado devem ser neutras e mantemos nossa recomendação de Compra para o Bradesco.

99439 - paulo_prof - 26/Out/2011 22:27
O Resultado do Bradesco foi muito bom, mas nada de excepcional.

O lucro líquido 1,07% maior do que o do 2T11 e 11,41% maior do que aquele do 3T10. No exercício, o lucro líquido do 9M11 foi 18% maior do que o do 9M10.

O Lucro Líquido teria sido maior se as despesas de pessoal, administrativas e tributárias não tivessem aumentado menos. Estas despesas foram 9,86% maiores do que aquelas do 2T11, e 21,71% maiores do que aquelas do 3T10. Nos 9M11, estas despesas evoluíram 19,69% em relação aos 9M10.

O Volume Total das Operações de Crédito (incluindo Arredamento Mercantil e Outros Créditos) aumentou 4,3% em relação ao 2T11 e 18,02% em relação ao 3T10. Interessante notar que se os 4,3% acima forem anualizados, obtém-se 18,36%. Isto indica que, aparentemente, não houve ainda uma inflexão na taxa de crescimento.

O PDD aumentou 9,94% em relação aquele no final do 2T11 e 19,18% em relação aquele no final do 3T10. Há que se verificar se este salto no PDD foi devido a deterioração da qualidade da carteira ou se há "gordura" na forma de PDD voluntário. No caso de não haver "gordura" este salto preocupa porque o PDD medido como percentual da Carteira Total aumentou de 6,13% no 2T11 para 6,46%. Ao final do 3T10, este percentual estava em 6,40%, ou seja, levemente menor.

Se não houve PDD voluntário, o volume de créditos inadimplentes aumentou 5,78% em relação aqueles do 2T11 e 7,77% em relação aqueles do 3T10. É muito. Em relação ao Volume Total da Carteira de Créditos, a inadimplência do 3T11 anualizada foi de 2,95%, levemente superior aos 2,91% do 2T11. No 3T10 havia sido 3,23%.

As despesas de PDD foram as maiores da história: 45,47% superiores aquelas do 2T11 e 72,85% maiores do que aquelas do 3T10.

Eu seria capaz de apostar que tem que haver uma componente voluntária nestas despesas de PDD. De outra forma, o sinal de alerta estaria vermelho.

Se de fato houve uma parcela de despesa voluntária, o PDD exigível seria menor, assim como os créditos inadimplentes e tudo estaria explicado.

Os novos múltiplos, baseados nos últimos 6 meses, são:

PREÇO: R$ 30,49
PAYOUT: 32%

P/L         10,39
P/VPA  2,17
DY          3,08%
LUCRO POR AÇÃO          R$ 2,934
ROAE    20,8%  
ROAA    1,55%  
CRÉDITOS INADIMPLENTES (12 meses)                8.352.105
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO   2,83%

Taxas anuais médias de crescimento do lucro líquido
UA         22,50%
U2A       23,21%
U3A       11,21%

Taxas anuais médias do crescimento do Patrimônio Líquido médio
UA         17,50%
U2A       18,88%
U3A       16,23%

Considerando uma taxa de desconto real de 10% e perpetuidade real de 0%, a taxa de crescimento anual média do Lucro Líquido requerida (sobre o lucro anualizado dos últimos 6 meses), durante 3 anos, para um "Preço Justo" 50% acima da cotação atual é de 17,5%.

Como, aparentemente, o lucro líquido vem crescendo numa taxa maior do que esta, o ativo não estaria caro!

81695 - paulo_prof - 28/Jul/2011 20:49
BBDC4 - últimos 12 meses
PREÇO: R$ 29,23
PAYOUT: 32% (exercício de 2010)

P/L 10,00
P/VPA 2,08
DY 3,20%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,924
ROAE 20,8%
ROAA 1,60%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 8.194.969
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,89%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO/ATIVO TOTAL 41,1%
ATIVO TOTAL/PATRIMONIO LÍQUIDO 13,04
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6,13%

TAXAS ANUAIS MÉDIAS DE CRESCIMENTO DO LUCRO LÍQUIDO
U1A = 29%
U2A = 21%
U3A = 11%

Tanto os créditos inadimplentes, quanto o PDD total, como porcentagem da carteira total de créditos, continuam diminuindo levemente: de 1,60% para 1,57% a inadimplência e de 6,20% para 6,13% o PDD.

As despesas de PDD aumentaram aprox. 6% relativamente aquelas do 1T10. As despesas de pessoal, administrativas e tributárias cresceram 5,6% relativamente ao 1T11.

Por outro lado, relativamente ao 1T10, o resultado bruto da intermediação financeira aumentou 3,9% e a receita com prestação de serviços, 6%. O lucro líquido aumentou 3% o que, na base anualizada projeta um aumento anual de 12-13%.

62639 - paulo_prof - 28/Jan/2011 23:16
citação: sobral30Prof, e BBDC3 a R$ 24,60 ? O senhor considera atrativo?

 A menos que os resultados surpreendam amanhã, não considero os preços atuais de BBDC3/4 muito atrativos.

A taxa média de crescimento do lucro líquido anual do Bradesco é menor de que 6%. Embora no último ano o lucro líquido tenha aumentado numa taxa de aprox. 20%, não se pode projetar esta taxa para o futuro. O resultado de amanhã será importante para ser ver a tendência com maior clareza.

Na minha planilha, o cálculo do preço justo considera o lucro/ação anualizado dos últimos 6 meses, perpetuidade de 3% e desconto de 14% e taxa anual de crescimento do lucro líquido de 8,2% (2% ao trimestre) durante 5 anos. Nestas condições, o resultado é R$ 30,15.

Se admitirmos um valor 5% maior para a BBDC4 e 5% menor para a BBDC3, ao preço de R$ 24,60 para a BBDC3, teríamos uma margem de apenas 17%.

Se o lucro líquido do exercício de 2010 vier sensivelmente superior a R$ 10,075 bilhões (lucro de R$ 2,6 bilhões no 4T10), os cálculos teriam que se refeitos

52069 - paulo_prof - 27/Out/2010 12:20
Novos múltiplos BBDC4 (baseado nos últimos 12 meses)

Preço: R$ 35,75
Payout (2009): 37,8%
P/L 14,60
P/VPA 2,92
DY 2,59%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO/ATIVO TOTAL 40,9%
ROAE 20,0%
ROAA 1,51%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,449
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,449
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6,4%
INADIMPLÊNCIA/OPERAÇÔES DE CRÉDITO 0,8%
Crescimento Anual do Lucro Líquido: 5,2% desde o exercício de 2007; 20,5% desde o exercicio do ano passado.

Não gostei do Resultado. Acende o sinal de alerta para a performance dos demais bancos grandes.

Houve melhora (pequena) na "qualidade" dos créditos, pois o PDD passou de 6,7% para 6,4% do volume total dos créditos. Houve, também, uma diminuição da inadimplência (non performing loans) quando medida relativamente ao tamanho da carteira (passou de 1% para 0,81%).

O que pesou foi o aumento das despesas de pessoal, gerais e adminsitrativas e tributárias: 8% do 2T10 para o 3T10, depois de já ter crescido 3,7% do 1T10 para o 2T10.

O preço atual seria compatível com um crescimento do lucro/ação de 20% ao ano, durante 4,5 anos, para uma taxa de desconto de 16% e crescimento de 3% na perpetuidade.

22546 - roger35 - 28/Nov/2009 11:16
bradesco estudando bonificação de 10% em ações a ser votada no dia 18.
Invertia
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Sexta, 27 de novembro de 2009, 18h51
Fonte: Reuters News
Empresas
Bradesco propõe bonificação de 10% a acionistas
O Bradesco propôs bonificação de 10% em ações aos acionistas do banco, oferecendo uma ação nova para cada 10 ações que possuírem.
Isso será possível mediante a capitalização de parte do saldo das reservas de lucros no balanço no valor de R$ 2 bilhões, conforme comunicado do banco.
Para a bonificação, serão emitidas 311.553.258 novas ações do Bradesco, entre preferenciais e ordinárias.
O banco está convocando assembleia de acionistas para o próximo dia 18 para deliberação da proposta do Conselho de Administração.
Será que vale a pena?
Alguém comenta?
“O Banco Bradesco S.A. comunica aos seus acionistas e ao mercado a aprovação, pelo Banco Central do Brasil, em 25.6.2010, do processo de Aumento do seu Capital Social no valor de R$2.000.000.000,00, elevando-o de R$26.500.000.000,00 para R$28.500.000.000,00, com bonificação de 10% em ações (uma ação nova, da mesma espécie, para cada 10 ações possuídas), deliberado na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 10.6.2010, informando que:
serão beneficiados os acionistas que estiverem inscritos nos registros do Banco em 13.7.2010. A partir de 14.7.2010, as ações passarão a ser negociadas ex-bonificação;
as ações oriundas da bonificação serão incorporadas à posição dos acionistas em 16.7.2010, estando disponíveis em 19.7.2010;
os dividendos mensais serão mantidos em R$0,013219250 por ação ordinária e R$0,014541175 por ação preferencial, de maneira que os valores pagos mensalmente aos acionistas serão incrementados em 10%, a partir do dividendo referente ao mês de agosto/2010 a ser pago em 1o.9.2010; 

1528 - small caps - 08/Fev/2009 21:54
"citação: abrantes_RJCaro Small eu sei que seu foco são smalls mas gostaria muito de saber sua análise/opinião sobre os grandes: BBDC, UBBR e ITAU e BVMF3. Desde já agradeço."
"abrantes_RJ. A exceção da BVMF3, os ativos citados estão atrativos."
"BBDC é melhor comprar as ON's, mais baratas. Apesar dos múltiplos entre o dobro e o triplo dos bancos médios, ainda assim está atrativo."
19457 de 1945704/Nov/2009 08:02 0 FOCKINKComentários: 1290 - Desde: Jul 2009
O Bradesco registrou no terceiro trimestre do ano um lucro líquido de R$ 1,811 bilhão, valor 5,2% inferior ao registrado em igual período de 2008. Em relação ao trimestre anterior, a queda foi de 21,2%. Os ativos totais em setembro de 2009 chegaram a R$ 485,686 bilhões, crescimento de 14,9% em relação a igual mês do ano passado. O patrimônio líquido (PL) em setembro de 2009 era de R$ 38,877 bilhões, 13,8% superior ao registrado entre julho e setembro do ano passado. Já o retorno anualizado sobre o PL médio no terceiro trimestre ficou em 21,8%, ante 25,4%. O resultado bruto da intermediação financeira ficou em R$ 4,679 bilhões. A carteira de crédito total do Bradesco (incluindo avais e fianças) somava R$ 215,536 bilhões ao final de setembro, valor 10,2% superior ao registrado em igual mês do ano passado. As operações com pessoas físicas somavam R$ 75,528 bilhões e as com empresas, R$ 140,008 bilhões, crescimentos de, respectivamente, 8,2% e 11,3%. O lucro líquido no acumulado do ano é de R$ 5,831 bilhões, crescimento de 0,2% na comparação com o lucro líquido ajustado dos nove primeiros meses de 2008. Inadimplência A inadimplência do Bradesco no terceiro trimestre do ano ficou em 5%, ante os 3,4% registrados em igual trimestre do ano passado e dos 4,6% do segundo trimestre de 2009. Esse indicador leva em conta os atrasos superiores a 90 dias. A instituição financeira afirmou em seu relatório de resultados que há uma tendência de melhora no índice que mede os atrasos das operações de crédito. Nas operações de crédito feitas com pessoas físicas, o índice de inadimplência subiu de 6,1% em setembro de 2008 para 7,6% em setembro último. Já ao final do segundo trimestre, os atrasos superiores a 90 dias representavam 7,5% do crédito para esse segmento. Segundo o Bradesco, a inadimplência no último mês do terceiro trimestre já apresentava redução, consequência da melhora das expectativas dos níveis de emprego e renda. Para as grandes empresas, a taxa de inadimplência ao final do terceiro trimestre era de 0,9%, ante 0,3% em igual período do ano passado e também acima do 0,5% registrado em junho. Entre as pequenas e médias empresas, os atrasos superiores a 90 dias equivaliam a 5,1% das operações de crédito no terceiro trimestre, ante 2,4% de igual período do ano passado e 4,5% do trimestre anterior. Na avaliação do Bradesco, as operações para pessoas jurídicas mostram redução no ritmo de crescimento da inadimplência. No que diz respeito às provisões para devedores duvidosos (PDD), o Bradesco registrou no terceiro trimestre uma despesa de R$ 2,908 bilhões, crescimento de 74,02% na comparação com igual período de 2008. Em relação ao segundo trimestre, a despesa com PDD apresenta uma queda de 34,3%. De acordo com o Bradesco, a redução do PDD em relação ao segundo trimestre é resultado da melhora na atividade econômica, que beneficia a capacidade de pagamento dos clientes. Além disso, entre abril e junho foi feito um provisionamento adicional de R$ 1,3 bilhão. O estoque de PDD em setembro, de R$ 14,953 bilhões, equivalia a 8,3% da carteira de crédito. Essa cobertura está acima dos 5,5% registrados no mesmo mês de 2008 e dos 7,7% de junho. O saldo de PDD é composto por R$ 11,962 bilhões de provisões requeridas com base nas normas do Banco Central e R$ 2,991 bilhões de provisões excedentes. Como a provisão está acima do requerido pelo Banco Central, o índice de cobertura do Bradesco (relação entre o estoque de PDD e os atrasos acima de 90 dias) era de 166,5% em setembro, acima dos 163,6% de setembro de 2008 e abaixo dos 169,1% registrados em junho

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