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terça-feira, 16 de julho de 2019

Amazônia (BAZA)

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Balanços
1T2019 -
paulo_prof -
Os Resultados do 1T19 foram ruins, de cima em baixo ... Em relação ao 1T18, só postou um prejuízo menor, mas devido ao diferimento de impostos.
Um dos ítens que mais impactou os resultados foi a despesa de PDD. Em relação ao 1T18, cresceu 140,8%. Em relação ao 4T18, 279,5%. A "qualidade" da carteira expandida de créditos piorou consideravelmente, passando de 5,81% no 4T18, para 7,93%. Este é o pior índice de toda a série que tenho registrado. Os empresários da região Norte estão deitando e rolando ...
De qualquer forma, é de se esperar que a sangria pare e que as coisas entrem na normalidade, do 2T19 em diante. Como o prejuízo do 1T19 foi menor do que aquele do 1T18, o ativo ficou ainda mais barato do que estava há 3 meses.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Se eu fosse do Ministério Público, eu iria investigar. Como não é possível um banco oficial ser tão ruim ... a probabilidade de chuncho é próxima dos 100%. Resultados muito fracos.
A "qualidade" da Carteira Expandida de Créditos, que estava em 4,94% no final do ano passado, aumentou para 5,64% no 1T18 (houve redução do tamanho da carteira de créditos e aumento do PDD). De lá, para cá, o índice tem melhorado marginalmente e fechou o 3T18 em 5,32%. Já a inadimplência, em vez de diminuir, tem aumentado. Nos últimos 12 meses foi 14% maior do que nos 12 meses anteriores. A menos que esteja enganado, isto é único no sistema bacário brasileiro ... olhe a probabilidade de treta aí!
A consequência disto é que a despesa de PDD não baixa de jeito algum. Nos últimos 12 meses somou R$ 144 milhões, com um máximo de R$ 37 milhões despendido no 4T17 e um mínimo de R$ 27 milhões despendido no 2T18.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Resultado meia boca ... mas de qualquer forma é uma recuperação em relação ao desastre do 2T18. Se conseguir reproduzir os resultados do 2T18 no 2o. semestre, o ativo pode estar barato ... mas duvido muito pois, infelizmente, há coisas na região Amazônica meio esquisitas. Já pensaram por que o Amazonas é campeão de furto de energia elétrica? Por que é dirigida a sua empresa de distribuição é dirigida por indicação política e porque a sua políca não se dá o trabalho. É mais fácil repassar a conta para os otários do Brasi. No banco, não deve ser muito diferente! Ativo de alto risco!
A qualidade da carteira, que havia melhorado dos 6,48% ao final do 2T17 para 4,94% ao fonal do 4T17, piorou de novo, para 5,60%.
Os créditos baixados a prejuízo nos últimos 12 meses representam 4,66% da carteira expandida de créditos ... um horror.

1T2018 -
marcosvinicius2 -  
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RESULTADO OPERACIONAL = O Resultado Operacional acumulado apresentou queda de 37,3%, passando de R$35,2milhões no 1º trimestre de 2017 para R$22,1 milhões em igual período de 2018. As maiores variações ocorreram em: (i) Receitas de Operações de Crédito –redução de 31,7%, com destaque para queda de 32,2% nas rendas de operações de créditos comparativamente ao mesmo período de 2017; (ii) Operações com Títulos e Valores Mobiliários –decréscimo de 24,1%, registrando redução de 26,0% em Rendas de Títulos de Renda Fixa em relação ao 1º trimestre de 2017; (iii) Despesas de captação –redução de 35,7%; (iv) Despesas de operações de empréstimos e repasses –redução de 18,9% em razão da redução do custo de remuneração da disponibilidade do FNO, que decresceu em 56,7%; (v) Receitas de prestação de serviços -aumento de 8,4% especialmente nas rendas de administração dos fundos, em razão do crescimento da taxa de administração recebida do FNO.

A2017/4T2017 -
paulo_prof   -  
Está difícil achar um aspecto positivo nos resultados do BAZA. O lucro caiu pela metade. A inadimplência, quase dobrou. A Receita com a prestação de serviços e tarifas diminuiu. As despesas de PDD aumentaram. O PDD total, aumentou. O tamanho da Carteira Expandida de Créditos diminuiu. A "qualidade" da carteira expandida de créditos piorou sensivelmente, passando de 4,09% ao final do 4T16, para 4,94% ao final do 4T17. O Patrimônio Líquido diminuiu, assim como o Resultado Bruto de Intermediação e o Resultado Operacional.O Índice de Basiléia passou de confortáveis 16.1% para 14,5%. O índice de inadimplência (créditos baixados a prejuízo no período dividido pela carteira expandida de créditos no final do período) aumentou de 2,24 em 2016, para 4,69% em 2017.
Ou seja, foi uma festa para os amigos do rei, que comeram mais de R$ 200 milhões na moleza! Será que tem treta ai? Façam as suas apostas.
O ativo parece estar barato, mas com uma administração não comprometida com resultados, acho pouco recomendável pagar para ver.

3T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 48 TRIMESTRES, 10 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (20,83333%). RESULTADO = O RESULTADO ATÉ O 3º TRIMESTREDE 2017 É DE R$6,3 MILHÕES(R$21,5 EM IGUAL PERÍODO DE 2016), ENQUANTO QUE O 3º TRIMESTRE DESTE ANO APRESENTOU PREJUÍZO DE R$6,1 MILHÕES (PREJUÍZO DE R$ 63,5 MILHÕES EM IGUAL PERÍODO DE 2016), OCASIONADO, PRINCIPALMENTE, POR REDUÇÃO DE RECEITAS E AUMENTO DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA.

2T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 9 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (19,56%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 14.540; (U24M) = 35,677; (U36M) = 43.193; (U48M) = 44.671; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : PDD (100,90%) E CRÉDITOS INADIMPLENTES (241,48%); 2T16 X 2T15 : PDD (677,39%) E PDD TOTAL (90,79%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 797,477; VALOR MAXIMO (MIL) = 4.091.142 NO 3T17; VE PSBE (MIL) = 2.940.670.
Resultado: O Banco da Amazônia apresentou, no 1º semestre de 2017, lucro de R$12,5 milhões, (R$85,0 milhões no 1º semestre de 2016), com destaque para: Rendas de operações de crédito – alcançaram o montante de R$234,8 milhões, sendo que a redução de 29,1% (R$277,7 milhões no 1º semestre de 2016) foi originada pelo menor volume de operações da carteira do Banco.
Operações com Títulos e Valores Mobiliários (TVM):- a Carteira de TVM alcançou o montante de R$ 8.622,0 milhões, aumento de 31,3% quando comparado ao 1º semestre de 2016 (R$ 6.567,0 milhões), gerando um resultado de R$507,4 milhões, contra R$485,4 milhões no mesmo período do ano anterior (crescimento de 4,5%). A variação decorreu, principalmente, do crescimento da disponibilidade de recursos do FNO, face repasse do Tesouro e reembolsos das operações existentes.

paulo_prof   -
Eu achei os resultados muito ruins ...
O BAZA, assim como o BNBR, tem um histórico recente dos resultados nos trimestres pares (2o. e 4o.) compensar os resultados muito mais fracos (muitas vezes prejuízo) nos trimestres ímpares (1o. e 3o.). Suspeito (mas não tenho certeza) de que a contabilidade nos trimestres ímpares não seja "completa", ou seja, como se o banco só publicasse os resultados nos trimestres 1 e 3 porque é obrigado.
Bom ... o fato é que o resultado do 2T17 nem de longe foi suficiente para compensar o péssimo resultado do 1T17. Não é necessário procurar muito para visualizar o principal problema. No final do 2T16, a Carteira Expandida de Crédito somava R$ 4,94 bilhões, com um PDD de R$ 153 milhões (3,10%). Ao final do 2T17, uma Carteira Expandida de R$ 4,52 bilhões exigiu um PDD de R$ 293 milhões (6,48%). As despesas de PDD que no 1S16 somaram R$ 41 milhões, explodiram para R$ 151 milhões, uma diferença nominal de R$ 110 milhões. Não é, portanto, por acaso que o lucro líquido do 1S16, de R$ 85 milhões, minguou para R$ 12 milhões no 1S17.

A2016/4T2016 -
paulo_prof   -
O resultado do 4T16 foi muito bom ... O resultado do exercício, em termos operacionais, foi bastante razoável, considerada a condição da economia, "apenas" 4% abaixo daquele do ano passado, em termos nominais. O que machucou o Resultado Líquido foi a despesa líquida de IR/CS, R$ 125 milhões (71%) maior do que aquela do ano passado em termos nominais. Para completar a frustração do acionista, o payout também sofreu redução (de 38% para 29%).
A "qualidade" da Carteira Explandida de Créditos piorou (caiu de 3,54% para 4,09%), assim como a inadimplência (passando de 1,18% da Carteira Expandida para 2,24%). Houve redução nominal nas Receitas com Serviços e Tarifas Bancárias, o que parece estranho.
De qualquer forma, o ativo continua barato e o risco de um investimento nos preços atuais é pequeno.

2T2016 -
paulo_prof   -
Muito bom o resultado do Baza, do ponto de vista do Lucro Líquido trimestral. Regular, se olhado do ponto de vista semestral. 
Estranho a enorme redução das despesas de PDD (no 1T16 foram R$ 32 milhões e no 2T16 foram apenas R$ 9 milhões), associada a uma grande melhora da qualidade da carteira expandida de créditos, sem reduzir substancialmente o tamanho da mesma. Possivelmente esta redução está associada com a decisão do banco de efetuar uma baixa importante de créditos problemáticos (de fato, créditos baixados a prejuízo no 1T16 foram R$ 14 milhões, enquanto que no 2T16, foram R$ 52 milhões, quase 4 vezes mais.
A qualidade da carteira expandida passou de 3,94% no 1T16, para 3,10%, uma melhora sensível. A baixa de créditos a prejuízo aumentou sensivelmente, passando de 1,14% (anualizado) para 4,22% (aposto que esta "explosão" de créditos baixados a prejuízo é não recorrente, no sentido que deverá voltar aos patamares "normais" no 3T16.
Características

Links
361590  - paulo_prof -  30 Mai 2019, 04:04
Os Resultados do 1T19 foram ruins, de cima em baixo ... Em relação ao 1T18, só postou um prejuízo menor, mas devido ao diferimento de impostos.

Um dos ítens que mais impactou os resultados foi a despesa de PDD. Em relação ao 1T18, cresceu 140,8%. Em relação ao 4T18, 279,5%. A "qualidade" da carteira expandida de créditos piorou consideravelmente, passando de 5,81% no 4T18, para 7,93%. Este é o pior índice de toda a série que tenho registrado. Os empresários da região Norte estão deitando e rolando ...

De qualquer forma, é de se esperar que a sangria pare e que as coisas entrem na normalidade, do 2T19 em diante. Como o prejuízo do 1T19 foi menor do que aquele do 1T18, o ativo ficou ainda mais barato do que estava há 3 meses.

BAZA3

PREÇO: R$ 26,67

PAYOUT (2018): 38,7%



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 5,03

P/VPA 0,40

DY 7,77%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,307

ROAE 7,9%

ROAA 0,81%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 207.170

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,78%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 7,93%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T19, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -26,9%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +4,6%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -0,6%

RESULTADO OPERACIONAL -38,2%

RESULTADO LÍQUIDO +149,4%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +9,8%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +5,8%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -50,6%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -3.0%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -1,9%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

PREJUÍZO LÍQUIDO -84,7%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +140,8%

PATRIMONIO LÍQUIDO +10,1%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +0,5%

PDD TOTAL +41,3%

ATIVOS TOTAIS +9,2%



c) lucro liquido, nominal

UA 149,42%

U2A 37,79%

U3A -4,19%



d) patrimônio líquido médio

UA 1,08%

U2A -0,04%

U3A 0,89%



O PDD Total como percentual das Operações de Crédito aumentou sensivelmente, passando de 5,64% no 1T18 para 7,93%. Em relação ao trimestre passado, o índice saltou de 5,81% pata 7,93%. O índice de inadimplência aumentou de uma média de 4,43% nos 4 trimestres terminados no 1T18, para uma média de 4,86% nos últimos 4 trimestres.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 66,34

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -19,5%

360539  - karlsei   -  22 Abr 2019, 11:32
Prezados paulo prof e ruymg !

Com relação a BAZA e BNBR, sem entrar na discussão da possibilidade de privatização, alguns dados:

BAZA Pat 65,39 Última cotação 26,00 Lucro p/ação 3,67

Após a "contabilidade criativa"" as participações são: União 51 % BB Fgo Fundo de Investimento em Ações 10,31 % BB Fgeduc Fundo de Investimento Multimercado 35,18 %

e para finalizar Outros 3,51%.

BNBR Pat 48,41 Última cotação 41,06 Lucro p/ação 8,39

Após "contabilidade criativa" União 55,45 % Fi Caixa Fgeduc Multimercado 34,57 BB Fgo Fundo de Investimento em Ações 7,20 % e por fim

Outros 2,38 %.

Baza resultados muito inconstantes ao longo dos últimos anos e BNBR um pouco mais regulares.

A título de curiosidade leiam nos respectivos editais de AGO a parte relativa a remuneração de administradores (muito, muuuuiiito interessante)

360526  - paulo_prof   -  20 Abr 2019, 00:43
Mas por que BAZA e BNBR seriam PRIVATIZADOS? São bancos de DESENVOLVIMENTO regional. Que interesse haveria da iniciativa privada para comprar estas estruturas? O que faz sentido, sim, seria a incorporação destes bancos pelo BB. Em termos gerais, o BB faz no Brasil o que BAZA e BNBR fazem, respectivamente, na Amazônia e Nordeste.

Se estes bancos fossem incorporados ao BB, certamente os acionistas minoritários teriam que ser ressarcidos. Não acredito, entretanto, que o ressarcimento seria acima do valor patrimonial. Neste sentido, o risco de um ionvestimento "especulativo" em BAZA3 seria menor do que aquele em BNBR3 (a expectativa de ganho na BNBR3 seroa da ordem de 18%, enquanto que na BAZA3, seria de mais de 100%.

Quando vc decide fazr uma análise top down, as hipóteses têm que ser coerentes ...

Vc acha que depois da RP haverá clima para "solucionar" o caso dos bancos regionais de desenvolvimento. Ótimo.

Qual será, então, a "solução" mais provável? Privatização ou incorporação pelo BB? Alguma vez foi ventilada a privatização de algum destes bancos? Quando, Por quem? A Incorporação já foi ventilada? Quando, Por quem?

Uma vez decidida qual seria a forma mais provável, há que se estimar o preço ... e assim por diante.

Eu prefiro analisar uma empresa, bottom up. Se eu chegar a conclusão de que o risco de comprar BAZA e/ou BNBR é pequeno, faça sol, chuva ou trovoada, uma eventual privatização ou incorporação vem como bônus.

360525  - ruymg   - 20 Abr 2019, 00:24
Prof Paulo. Por imaginar a choradeira e estardalhaço que os políticos atrasados nordestinos fariam que eu achava que Paulo Guedes deixaria as privatizações para apos votação das reformas. E acertei, conforme deixou claro Paulo Guedes nessa entrevista a Globo Fake News. O Sr fala certo quando fala da baixa rentabilidade do BAZA3, mas o preço da ação esta tão baixa em relação ao seu VPA que o P/L fica baixo, ficando a ação bem atraente. BAZA3, se tiver lucro no 1tri19, terá P/L abaixo de 4!

BNBR3 esta ridiculamente barato, com alto ROE e baixo P/L, abaixo de 5!

O que eu discordo do Sr é que sou bem otimista quanto à possibilidade de privatização, o Brasil esta se tornando outro com a posse de um governo liberal.

Estamos acompanhando mudanças no cenário politico, a não ser políticos de esquerda que criticam e discordam de tudo, ate com suas imagens no espelho.

Acho que vai haver as privatizações sim, assim como a reforma da previdência vai ocorrer.

Professor, pensa comigo... Se o BAZA3 for privatizado o minimo que se pode imaginar é o VPA, e isso já daria uma alta de 150%, pois hoje vale apenas 40% de seu PL.

BNBR3 tambem é outra pechincha na bolsa, altamente rentável, com preço extremamente defasado ainda.

Professor, tem outra situação que pode ocorrer. Esse dois bancos tem 97% do capital nas mãos do governo, então em ultima alternativa, se não conseguissem vender o banco, o governo poderia ficar com 51% das ações e vender o resto na bolsa com um Re-IPO de seus 45% excendentes. Virariam bancos de capital misto, mas acho que será privatização ou incorporação mesmo, pelo BNDES ou BBAS. Minha humilde opinião.

De qualquer forma as duas ações estão baratas e possivel especulação no segundo semestre é muito provável.

360524  - paulo_prof   -  19 Abr 2019, 23:18
Neste momento particular, não arrisco a fazer qualquer análise "top down". Se vc me perguntar o que eu acho das chances de incorporação do BAZA e BNBR pelo BBAS (não faz sentido serem provatizados), acho que são poucas. Se eu estivesse no lugar do PG, inclusive, negociaria o status quo dos bancos com as bancadas do Norte e Nordeste, por votos para a RP. Bastou o PG falar em simplificar os impostos federais e a bancada do Amazonas já chiou porque sabe que qualquer redução dos impostos federais "penaliza" a Zina Franca de Manaus. Imagina o auê que farão na eventualidade de uma proposta de acabar com o BAZA (ou transformá-lo numa agência do BB).

A questão é saber se no governo Bolsonaro, especialmente o BAZA será rentável. Na minha avaliação, com um ROE de apenas 5,6%, o BAZA deveria ser mesmo fechado ... Acho que é por causa disto que o seu P/VPA é tão ridículo. O ROE do BNBR é 17,3%, bem maior do que aquele do BBAS.

360522  - ruymg   -  19 Abr 2019, 20:31
Professor Paulo, sua opinião ? Estou certo? Tem haver ?

Duas ações que você deve ter em carteira agora!BAZA3 (Banco da Amazônia) e BNBR3 (Banco do Nordeste), vou explicar:

Primeiro: Esses dois bancos são ESTATAIS, ou seja, governo federal é dono desses bancos. Governo Federal tem mais ou menos 97% das ações desses bancos. Apenas 3% esta no mercado em free float. Todos sabem e lembram que o Mito sempre falou em privatizações em sua campanha e o Ministro Paulo Guedes sempre confirmou que haverá privatizações e em grande numero. Mas porque neste exato momento não se fala mais em privatizações? Na minha sábia e humilde opinião, estrategicamente, governo se aquietou sobre esse tema esperando apenas a reforma da previdência ser votada para disparar as privatizações e outras medidas econômicas. Governo não quer neste momento , antes da reforma previdenciária, bater de frente com uma bancada nordestina truculenta, antiquada, da velha política, que sempre se manifesta contra essas privatizações. Após a reforma da previdência, aprovada na integra, aprovada em termos ou mesmo não aprovada (isso não vai acontecer), no segundo semestre virão sem dó, sem pena, sem espaço pra negociação as privatizações. Ai que entram essas duas ações que eu elenquei, BAZA3 e BNBR3.

Segundo: Por fundamento. BNBR3 tem P/L (Preço/Lucro) 4,88 e BAZA3 que se vier qualquer lucro no 1tri19 também terá seu P/L perto de 4! (sim, quatro!!!). Quais bancos , depois dessa subida do Ibovespa em 2019 ainda permanecem com P/L nessa faixa? Acho que apenas BSLI4 e BGIP4 (Banco de Brasilia e de Sergipe), mas esses são de governos estaduais.

Terceiro: Se esses bancos já estão baratos quando se fala em P/L mesmo vindos de governos Petralhas e esquerdistas em que a administração era temerária e destrutiva de valores, com corrupção, apadrinhamentos, desvios, má administração, nominações politicas, etc... imaginem como poderá ser os próximos anos agora nas mãos de um governo liberal e pró mercado.

Na minha percepção, segundo semestre essas duas ações disparam de forma inacreditável, apenas com qualquer rumor de privatização, imaginem na efetivação.Na minha percepção ainda, acho que BAZA3 pode subir mais que BNBR3 pois embora os dois estarão parecidos com P/L na casa de 4, BAZA3 esta valendo hoje apenas, pasmem, 40% do seu patrimônio liquido enquanto que BNBR3 esta valendo 85%. Os dois nesse fundamento estão baratos, mas BAZA3 de graça..

Não duvidem de um disparo de 100% nas ações do BNBR3 e de uns 200% em BAZA3, sim é possível.

Não confie em mim, faça as contas você mesmo e tire suas conclusões.

Coloco aqui parte de um vídeo que foi ao ar dia 18/04/2019, recente, e olhe e escute bem o que Paulo Guedes comenta. Bate 100% com minha teoria.

Abraços, Ruy

Investidor há mais de 14 anos "

Veja o vídeo de apenas 1 minuto com entrevista concedida por Paulo Guedes na GLOBO TRASH NEWS em 18/04/2019 .
https://ytcropper.com/cropped/aI5cb9df05cfec2

355945 - paulo_prof -  15 Nov 2018, 21:23
Se eu fosse do Ministério Público, eu iria investigar. Como não é possível um banco oficial ser tão ruim ... a probabilidade de chuncho é próxima dos 100%. Resultados muito fracos.

A "qualidade" da Carteira Expandida de Créditos, que estava em 4,94% no final do ano passado, aumentou para 5,64% no 1T18 (houve redução do tamanho da carteira de créditos e aumento do PDD). De lá, para cá, o índice tem melhorado marginalmente e fechou o 3T18 em 5,32%. Já a inadimplência, em vez de diminuir, tem aumentado. Nos últimos 12 meses foi 14% maior do que nos 12 meses anteriores. A menos que esteja enganado, isto é único no sistema bacário brasileiro ... olhe a probabilidade de treta aí!

A consequência disto é que a despesa de PDD não baixa de jeito algum. Nos últimos 12 meses somou R$ 144 milhões, com um máximo de R$ 37 milhões despendido no 4T17 e um mínimo de R$ 27 milhões despendido no 2T18.

BAZA3

PREÇO: R$ 23,50

PAYOUT (2016): 28,88%



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 15,60

P/VPA 0,37

DY 1,89%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,507

ROAE 2,3%

ROAA 0,23%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 171.311

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,96%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO/ATIVO TOTAL 22,7%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,32%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T18, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -27,0%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -2,2%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -5,5%

RESULTADO OPERACIONAL +32,6%

RESULTADO LÍQUIDO -61,3%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -40,1%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +14,1%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +2,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +3,1%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -0,9%

RESULTADO OPERACIONAL +23,4%

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +0,4%

PATRIMONIO LÍQUIDO -3,0%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -2,7%

PDD TOTAL -10,5%

ATIVOS TOTAIS +17,7%



c) lucro liquido, nominal

UA -61,34%

U2A -29,04%

U3A -47,96%



d) patrimônio líquido médio

UA -4,06%

U2A -1,39%

U3A 1,37%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 18,84

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,5%

352878  - paulo_prof   -  15 Ago 2018, 17:44
Resultado meia boca ... mas de qualquer forma é uma recuperação em relação ao desastre do 2T18. Se conseguir reproduzir os resultados do 2T18 no 2o. semestre, o ativo pode estar barato ... mas duvido muito pois, infelizmente, há coisas na região Amazônica meio esquisitas. Já pensaram por que o Amazonas é campeão de furto de energia elétrica? Por que é dirigida a sua empresa de distribuição é dirigida por indicação política e porque a sua políca não se dá o trabalho. É mais fácil repassar a conta para os otários do Brasi. No banco, não deve ser muito diferente! Ativo de alto risco!

A qualidade da carteira, que havia melhorado dos 6,48% ao final do 2T17 para 4,94% ao fonal do 4T17, piorou de novo, para 5,60%.

Os créditos baixados a prejuízo nos últimos 12 meses representam 4,66% da carteira expandida de créditos ... um horror.


BAZA3

PREÇO: R$ 21,45

PAYOUT (2016): 28,88%



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 24,62

P/VPA 0,34

DY 1,20%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,871

ROAE 1,4%

ROAA 0,14%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 198.301

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,66%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,60%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T18, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -33,4%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -1,2%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -6,1%

RESULTADO OPERACIONAL +40,8%

RESULTADO LÍQUIDO -55,6%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -41,1%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +87,9%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -35,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +9,8%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +0,8%

RESULTADO OPERACIONAL - 53,2%

RESULTADO LÍQUIDO -54,8%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -62,5%

PATRIMONIO LÍQUIDO -4,8%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -5,8%

PDD TOTAL -18,5%

ATIVOS TOTAIS +18,9%



c) lucro liquido, nominal

UA -55,58%

U2A -66,28%

U3A -51,74%



d) patrimônio líquido médio

UA -2,51%

U2A -0,97%

U3A 2,74%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +17,0%

350808 - marcosvinicius2 -  06 Jun 2018, 15:20
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RESULTADO OPERACIONAL = O Resultado Operacional acumulado apresentou queda de 37,3%, passando de R$35,2milhões no 1º trimestre de 2017 para R$22,1 milhões em igual período de 2018. As maiores variações ocorreram em: (i) Receitas de Operações de Crédito –redução de 31,7%, com destaque para queda de 32,2% nas rendas de operações de créditos comparativamente ao mesmo período de 2017; (ii) Operações com Títulos e Valores Mobiliários –decréscimo de 24,1%, registrando redução de 26,0% em Rendas de Títulos de Renda Fixa em relação ao 1º trimestre de 2017; (iii) Despesas de captação –redução de 35,7%; (iv) Despesas de operações de empréstimos e repasses –redução de 18,9% em razão da redução do custo de remuneração da disponibilidade do FNO, que decresceu em 56,7%; (v) Receitas de prestação de serviços -aumento de 8,4% especialmente nas rendas de administração dos fundos, em razão do crescimento da taxa de administração recebida do FNO:

BAZA3
PREÇO: R$ 24,50
PAYOUT (2017): 29,09%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 11,51
P/VPA 0,40
DY 2,53%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,128
ROAE 3,50%
ROAA 0,35%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 416.640
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,55%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,64%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T17, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -40,28%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -2,89%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -7,02%
RESULTADO OPERACIONAL -1,75%
RESULTADO LÍQUIDO -23,88%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 3,40%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 52,16%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -19,10%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 6,57%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -1,63%
RESULTADO OPERACIONAL -37,32%
RESULTADO LÍQUIDO 2,57%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -39,05%
PATRIMONIO LÍQUIDO -4,67%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -10,70%
PDD TOTAL -2,82%
ATIVOS TOTAIS 19,75%

c) lucro liquido, nominal
UA -23,88%
U2A -40,62%
U3A -35,89%

d) patrimônio líquido médio
UA -1,15%
U2A 0,79%
U3A -0,78%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 26,60
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0% !!!!
[...]

349440`- Rocha Preta inc -  30 Abr 2018, 13:30
Compartilho abaixo dos estudos interessantes da sempre excelente Economatica:

"O crescimento do valor de mercado da Amazon em 2018 é equivalente à soma de ItauUnibanco e Petrobras.
A empresa é a segunda maior empresa do mundo por valor de mercado."

Eu acredito que a Amazon esteja caminhando para passar a Apple, e se continuarmos num bullish, ser a primeira cia de 1 tri, desconsiderando a SaudiAramco. Bezos estaria caminhando para passar os U$ 200bi... PIB da Nova Zelandia.

Na segunda parte, tem as maiores cia da LATAM, eu vejo o Itau passando a Abev em breve.

https://economatica.com/estudos/data/20180427a.pdf

"A Economatica apresenta a evolução do volume de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP’s) das empresas de capital aberto brasileiras e mostra que em 2017 as 251 empresas distribuíram aos seus acionistas R$ 79,63 bilhões, que é o melhor registro desde 2014 quando as mesmas empresas distribuíram R$ 90,62 bilhões. O volume distribuído em 2017 é 13,31% superior ao do ano de 2016."

https://economatica.com/estudos/data/20180420a.pdf

348296  - paulo_prof   -  21 Mar 2018, 20:53
Está difícil achar um aspecto positivo nos resultados do BAZA. O lucro caiu pela metade. A inadimplência, quase dobrou. A Receita com a prestação de serviços e tarifas diminuiu. As despesas de PDD aumentaram. O PDD total, aumentou. O tamanho da Carteira Expandida de Créditos diminuiu. A "qualidade" da carteira expandida de créditos piorou sensivelmente, passando de 4,09% ao final do 4T16, para 4,94% ao final do 4T17. O Patrimônio Líquido diminuiu, assim como o Resultado Bruto de Intermediação e o Resultado Operacional.O Índice de Basiléia passou de confortáveis 16.1% para 14,5%. O índice de inadimplência (créditos baixados a prejuízo no período dividido pela carteira expandida de créditos no final do período) aumentou de 2,24 em 2016, para 4,69% em 2017.

Ou seja, foi uma festa para os amigos do rei, que comeram mais de R$ 200 milhões na moleza! Será que tem treta ai? Façam as suas apostas.

O ativo parece estar barato, mas com uma administração não comprometida com resultados, acho pouco recomendável pagar para ver.


BAZA3

PREÇO: R$ 25,82

PAYOUT (2016): 28,88%



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 11,87

P/VPA 0,41

DY 2,43%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,176

ROAE 3,4%

ROAA 0,38%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 205.791

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,69%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,94%



a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T16, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -41,9%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -3,7%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -6,6%

RESULTADO OPERACIONAL -10,7%

RESULTADO LÍQUIDO -50,6%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +63,6%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +86,0%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -45,4%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -22,2%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 16,3%

RESULTADO OPERACIONAL =103,7%

RESULTADO LÍQUIDO -46,7%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -36,2%

PATRIMONIO LÍQUIDO -3,8%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -11,3%

PDD TOTAL +7,1%

ATIVOS TOTAIS +19,6%



c) lucro liquido, nominal

UA -50,64%

U2A -49,10%

U3A -29,40%



d) patrimônio líquido médio

UA -0,08%

U2A 2,20%

U3A 4,93%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 27,2

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0%

344174  - marcosvinicius2  -  21 Nov 2017, 12:26
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 48 TRIMESTRES, 10 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (20,83333%). RESULTADO = O RESULTADO ATÉ O 3º TRIMESTREDE 2017 É DE R$6,3 MILHÕES(R$21,5 EM IGUAL PERÍODO DE 2016), ENQUANTO QUE O 3º TRIMESTRE DESTE ANO APRESENTOU PREJUÍZO DE R$6,1 MILHÕES (PREJUÍZO DE R$ 63,5 MILHÕES EM IGUAL PERÍODO DE 2016), OCASIONADO, PRINCIPALMENTE, POR REDUÇÃO DE RECEITAS E AUMENTO DE PROVISÃO PARA CRÉDITOS DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA:

BAZA3
PREÇO: R$ 27,00
PAYOUT (2016): 55,13%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 6,93
P/VPA 0,41
DY 7,96%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,897
ROAE 5,88%
ROAA 0,71%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 150.126
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,37%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,78%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -23,47%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 13,47%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 2,49%
RESULTADO OPERACIONAL -34,22%
RESULTADO LÍQUIDO 30,26%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 131,27%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 36,46%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -26,92%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 8,63%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,59%
RESULTADO OPERACIONAL 88,55%
RESULTADO LÍQUIDO -90,36%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -10,47%
PATRIMONIO LÍQUIDO 3,36%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -6,38%
PDD TOTAL 54,65%
ATIVOS TOTAIS 22,79%

c) lucro liquido, nominal
UA 0,30261122
U2A -0,3991423
U3A -0,127304

d) patrimônio líquido médio
UA 0,01346493
U2A -0,0226916
U3A 0,05726272

Resultado Operacional= O Resultado Operacional acumulado apresentou queda de 52,9%, passando de R$311,1 milhões em 2016 para R$147,0 milhões em 2017. As maiores variações ocorreram em:

 Receitas de Operações de Crédito –redução de 17,7%, com destaque para queda de 15,4% nas rendas de operações de créditos comparativamente aomesmo período de 2016;
 Despesas de obrigação para empréstimos e repasses–crescimento de 40,4%, em razão de maior remuneração da disponibilidade do FNO;
 Provisão para operações de crédito –crescimento no ajuste da provisão de 76,1%;
 Receitas de prestação de serviços-aumento de 5,9% especialmente nas rendas de administração dos fundos, em razão do maior volume de repasse dos recursos do FNO;
 Provisão risco FNO –redução de 9,8%, decorrente de renegociações e liquidações com base na Lei nº 13.340/2016

p.php?pid=chartscreenshot&u=dXZUyaAcirhj

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341590  - marcosvinicius2 -  30 Ago 2017, 20:10
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 9 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (19,56%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 14.540; (U24M) = 35,677; (U36M) = 43.193; (U48M) = 44.671; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : PDD (100,90%) E CRÉDITOS INADIMPLENTES (241,48%); 2T16 X 2T15 : PDD (677,39%) E PDD TOTAL (90,79%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 797,477; VALOR MAXIMO (MIL) = 4.091.142 NO 3T17; VE PSBE (MIL) = 2.940.670:

BAZA3
PREÇO: R$ 26,90
PAYOUT (2016): 55,13%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 13,71
P/VPA 0,40
DY 2,38%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,962
ROAE 2,94%
ROAA 0,37%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 105.512
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,34%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6,48%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -13,73%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 10,89%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 5,45%
RESULTADO OPERACIONAL -50,40%
RESULTADO LÍQUIDO -74,41%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 106,78%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 8,30%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -55,31%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 0,87%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,54%
RESULTADO OPERACIONAL -69,02%
RESULTADO LÍQUIDO -26,65%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 677,39%
PATRIMONIO LÍQUIDO 0,49%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -8,57%
PDD TOTAL 90,79%
ATIVOS TOTAIS 22,06%

c) lucro liquido, nominal
UA -74,41%
U2A -50,03%
U3A -33,35%

d) patrimônio líquido médio
UA 0,58%
U2A -1,27%
U3A 6,06%

Resultado: O Banco da Amazônia apresentou, no 1º semestre de 2017, lucro de R$12,5 milhões, (R$85,0 milhões no 1º semestre de 2016), com destaque para: Rendas de operações de crédito – alcançaram o montante de R$234,8 milhões, sendo que a redução de 29,1% (R$277,7 milhões no 1º semestre de 2016) foi originada pelo menor volume de operações da carteira do Banco.

Operações com Títulos e Valores Mobiliários (TVM):- a Carteira de TVM alcançou o montante de R$ 8.622,0 milhões, aumento de 31,3% quando comparado ao 1º semestre de 2016 (R$ 6.567,0 milhões), gerando um resultado de R$507,4 milhões, contra R$485,4 milhões no mesmo período do ano anterior (crescimento de 4,5%). A variação decorreu, principalmente, do crescimento da disponibilidade de recursos do FNO, face repasse do Tesouro e reembolsos das operações existentes.

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341193- paulo_prof   -  17 Ago 2017, 19:59
Eu achei os resultados muito ruins ...

O BAZA, assim como o BNBR, tem um histórico recente dos resultados nos trimestres pares (2o. e 4o.) compensar os resultados muito mais fracos (muitas vezes prejuízo) nos trimestres ímpares (1o. e 3o.). Suspeito (mas não tenho certeza) de que a contabilidade nos trimestres ímpares não seja "completa", ou seja, como se o banco só publicasse os resultados nos trimestres 1 e 3 porque é obrigado.

Bom ... o fato é que o resultado do 2T17 nem de longe foi suficiente para compensar o péssimo resultado do 1T17. Não é necessário procurar muito para visualizar o principal problema. No final do 2T16, a Carteira Expandida de Crédito somava R$ 4,94 bilhões, com um PDD de R$ 153 milhões (3,10%). Ao final do 2T17, uma Carteira Expandida de R$ 4,52 bilhões exigiu um PDD de R$ 293 milhões (6,48%). As despesas de PDD que no 1S16 somaram R$ 41 milhões, explodiram para R$ 151 milhões, uma diferença nominal de R$ 110 milhões. Não é, portanto, por acaso que o lucro líquido do 1S16, de R$ 85 milhões, minguou para R$ 12 milhões no 1S17.

BAZA3

PREÇO: R$ 27,10

PAYOUT (2016): 29,88%



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 13,81

P/VPA 0,41

DY 2,16%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,962

ROAE 2,9%

ROAA 0,37%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 105.512

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,34%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 6,48%



a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T16, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -13,7%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +10,9%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,4%

RESULTADO OPERACIONAL -50,4%

RESULTADO LÍQUIDO -74,4%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +106,8%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +8,3%



b) 2T17 sobre 2T16, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -78,5%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +0,9%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,5%

RESULTADO OPERACIONAL -69,0%

RESULTADO LÍQUIDO -26,6%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +677,4%

PATRIMONIO LÍQUIDO +0,5%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -10,2%

PDD TOTAL +90,8%

ATIVOS TOTAIS +22,1%



c) lucro liquido, nominal

UA -74,41%

U2A -49,70%

U3A -33,35%



d) patrimônio líquido médio

UA 0,69%

U2A 5,53%

U3A 6,10%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 25,15

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +2,0%

335104  - paulo_prof   -  05 Mar 2017, 16:54
Acho que BAZA e BNBR não gozam de confiança do mercado ... Os resultados são muto voláteis. No caso do BAZA, além de nos últimos 7 anos o resultado só ter sido melhor, em termos reais, daquele postado em 2011, o payout só é melhor daquele praticado em 2013. O meu investimento em BAZA3 não espera ganho de capital. Se o banco praticar um payout de 40% e lucrar R 250 milhões está ótimo.
[...]

334844  - paulo_prof   -  02 Mar 2017, 02:20
O resultado do 4T16 foi muito bom ... O resultado do exercício, em termos operacionais, foi bastante razoável, considerada a condição da economia, "apenas" 4% abaixo daquele do ano passado, em termos nominais. O que machucou o Resultado Líquido foi a despesa líquida de IR/CS, R$ 125 milhões (71%) maior do que aquela do ano passado em termos nominais. Para completar a frustração do acionista, o payout também sofreu redução (de 38% para 29%).

A "qualidade" da Carteira Explandida de Créditos piorou (caiu de 3,54% para 4,09%), assim como a inadimplência (passando de 1,18% da Carteira Expandida para 2,24%). Houve redução nominal nas Receitas com Serviços e Tarifas Bancárias, o que parece estranho.

De qualquer forma, o ativo continua barato e o risco de um investimento nos preços atuais é pequeno.

BAZA3

PREÇO: R$ 31,19



Múltiplos baseados nos Resultados dos últimos 12 meses

P/L 7,08

P/VPA 0,47

DY 4,15%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,408

ROAE 6,7%

ROAA 0,92%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 110.622

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,24%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,09%



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T15, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +42,4%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -6,4%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,0%

RESULTADO OPERACIONAL -4,0%

RESULTADO LÍQUIDO -47,5%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -12,5%

CRÉDITOS INADIMPLENTES +86,9%



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +48,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +39,1%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +15,3%

RESULTADO OPERACIONAL +33,0%

RESULTADO LÍQUIDO +62,5%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +109,5%

PATRIMONIO LÍQUIDO +1,8%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -1,7%

PDD TOTAL +13,4%

ATIVOS TOTAIS +17,3%



c) lucro liquido, nominal

UA -47,51%

U2A -15,56%

U3A -10,54%

d) patrimônio líquido médio

UA 4,54%

U2A 7,53%

U3A 6,88%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 55,10


Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -12,5%

326431  - Jonas_Schwingel  -  26 Ago 2016, 13:04
Falando em agrupamento, estranho o que fizeram com BAZA.
Agruparam x100 mas mantiveram o lote de 1000 ações.

Vai ter mais negócios no fracionário. rs

325936  - paulo_prof   -  12 Ago 2016, 20:49
Muito bom o resultado do Baza, do ponto de vista do Lucro Líquido trimestral. Regular, se olhado do ponto de vista semestral.

Estranho a enorme redução das despesas de PDD (no 1T16 foram R$ 32 milhões e no 2T16 foram apenas R$ 9 milhões), associada a uma grande melhora da qualidade da carteira expandida de créditos, sem reduzir substancialmente o tamanho da mesma. Possivelmente esta redução está associada com a decisão do banco de efetuar uma baixa importante de créditos problemáticos (de fato, créditos baixados a prejuízo no 1T16 foram R$ 14 milhões, enquanto que no 2T16, foram R$ 52 milhões, quase 4 vezes mais.

A qualidade da carteira expandida passou de 3,94% no 1T16, para 3,10%, uma melhora sensível. A baixa de créditos a prejuízo aumentou sensivelmente, passando de 1,14% (anualizado) para 4,22% (aposto que esta "explosão" de créditos baixados a prejuízo é não recorrente, no sentido que deverá voltar aos patamares "normais" no 3T16.

BAZA3
PREÇO: R$ 0,35
PAYOUT (2015): 38%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 4,57
P/VPA 0,53
DY 8,31%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,077
ROAE 11,5%
ROAA 1,77%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 97.427
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,55%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,02%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T15, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +47,1%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -10,0%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,9%
RESULTADO OPERACIONAL +15,5%
RESULTADO LÍQUIDO -1,1%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +11,8%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +78,7%

b) 2T16 sobre 2T15, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +122,2%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +36,6%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -11,6%
RESULTADO OPERACIONAL +22,9%
RESULTADO LÍQUIDO +109%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -84,5%
PATRIMONIO LÍQUIDO +15,0%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +1,8%
PDD TOTAL +15,8%
ATIVOS TOTAIS +4,0%

c) lucro liquido, nominal
UA -1,14%
U2A 7,57%
U3A 31,23%

d) patrimônio líquido médio
UA 10,60%
U2A 8,91%
U3A 2,38%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 0,77

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -18,0%

166905 - small caps -  13 Fev 2013, 14:20
Parece que lá se foi o P/VPA baixo...

(13/02) - AMAZONIA (BAZA) - Fato Relevante
DRI: Carlos Pedrosa Junior

O BANCO DA AMAZONIA S.A comunica ao mercado e a seus acionistas que estao sendo implantados, na Caixa de Previdencia Complementar do Banco da Amazonia (CAPAF), da qual e patrocinador, o "Plano Saldado de Beneficio Definido" e o "Plano Misto de Beneficios Saldados", adotando como data de inicio de vigencia 01.01.2013.
Os regulamentos dos referidos planos foram autorizados pela Superintendencia Nacional de Previdencia Complementar (PREVIC), atraves das Portarias n.s 585, 586 e 587, de 05.08.2010, publicadas no Diario Oficial da Uniao de 06.08.2010 e  o prazo para inicio do funcionamento foi prorrogado para ate 28.02.2013, por meio das Portarias n.s 562, 563, e 564 de 03.10.2012, publicadas no Diario Oficial da Uniao de 04.10.2012.
Comunica, tambem, que foi aberto prazo para adesao ao novo "Plano de Beneficios Previdenciarios Prev Amazonia", do tipo contribuicao variavel, destinado, facultativamente, aos empregados da ativa que nao possuem qualquer plano de beneficio patrocinado pelo Banco da Amazonia e pela CAPAF e para aqueles, da ativa, que fizeram opcao pelos planos saldados.
O impacto no Patrimonio Liquido do Banco da Amazonia com a implantacao dos planos saldados sera de, aproximadamente, R$435,8 milhoes, deduzidas as provisoes ja registradas, sem considerar qualquer efeito tributario.

165657 - paulo_prof -  04 Fev 2013, 13:08
BAZA3
PREÇO: R$ 0,37
PAYOUT 2012: 47,8%

Em relação a 2011, as taxas de crescimento nominal do exercício de 2012 foram:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -2,6%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +14,4%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +9,2%
RESULTADO OPERACIONAL +98,8%
RESULTADO LÍQUIDO +111,2%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -9,6%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +3,5%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +1,8%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +4,2%
ATIVO TOTAL +6,5%
CRÉDITOS INADIMPLENTES NO ANO: -60,9%

P/L 6,61
P/VPA 0,54
DY 7,23%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,056
ROAE 8,2%
ROAA 1,58%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 67.197
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,08%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,54%

Em relação ao 3T12, a "qualidade" da carteira de créditos medida em termos do percentual do PDD em relação ao tamanho da carteira melhorou de 2,86% para 2,54%. Os créditos inadimplentes contabilizados no 4T12, medidos como percentual da carteira de crédito diminuiram de 2,4% para 1,8% (anualizado). A relação entre os créditos inadimplentes no ano, para o tamanho da carteira no final do ano aumentou de 5,43% em 2011 para 2,08% em 2012.

Se, no futuro próximo, ficar provado que o BAZA "fajutou" as informações da qualidade da carteira e ou inadimplência, não ficarei surpreso! Acho que será o único banco brasileiro a apresentar sensível melhora nestes quesitos. Baza? Eu, hein?

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA 111,22%
U2A 8,04%
U3A 29,29%

b) do patrimônio líquido médio
UA 3,15%
U2A 2,52%
U3A 18,95%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses por toda a eternidade e taxa de desconto anual real de 8%: R$ 0,70.

165640 - paulo_prof -  04 Fev 2013, 12:03
BAZA3

Boa Nótícia: Resultado Líquido 111% maior do que em 2011!
Má Notícia: o payout efetivo foi reduzido para 47,8% (em 2011 havia sido 100%)

164380 - acaciofcosta -  23 Jan 2013, 13:35
Alguem aposta em BAZA3.

Encarteirei 20k anteontem a 36 cents e ontem foi a 38.
Verificando no FUNDAMENTUS o baza da lucro e tem DY acima de 8%.
Valor da ação esta bem abaixo do VPA. Impressionante. Acaho que vale um acompanhamento.

161557 - BAC 1000 -  26 Dez 2012, 14:22
O único problema de BAZA3 é a SLW...
Ela tem feito trade de 1 centavo há mto tempo, domina a pta compradora e vendedora, assim como fez em BEES3!
Não deixa o ativo deslanchar, talvez se aparecer um player com gde poder de compra acabe com a palhaçada...
Grizzo, vc tem razão; porém uma hora estora a boiada ...
Baza está com VPA DE 0,68; DEVE PAGAR 10% de DY ainda em fevereiro; em 2007, com VPA em 0,65 o ativo valia 1,2 bi e estava cotado em 1,9X, hoje ela vale 2,0 BI, VPA em 0,68 e cotada a 0,36...
Pode isso Arnaldo?

161451 - paulo_prof  -  23 Dez 2012, 14:57
BAC, muito boa sugestão. Está num preço agradável de observarmos o 2012.

A distribuição de proventos é muito irregular ao longo dos anos:

1T07 0,00264
1T08 0,00000
1T09 0,00000
1T10 0,00000
1T11 0,00000
1T12 0,02269

2T07 0,02961
2T08 0,02029
2T09 0,03494
2T10 0,00814
2T11 0,01950
2T12 0,00000

4T07 0,00580
4T08 0,00264
4T09 0,00000
4T10 0,01283
4T11 0,00000
4T12 0,00373

Acho que vem mais do que o prof tá falando...E nos últimos 3 anos o principal tutu veio até abril msm.

A lei limita os JCPs à TLJP aplicada sobre o Patrimônio Líquido numa base pro rata dia. Foi este, o valor que estimei.

Para pagar acima deste valor, só mesmo distribuindo também dividendos, coisa que o BAZA não faz desde abril de 2009.

No exercício de 2010, o lucro líquido somou R$ 142 milhões, bem acima dos R$ 111 milhões distribuídos em JCPs, o limite legal para o exercício.

Já em 2011, o limite legal de JCPs ultrapassou o lucro líquido do exercício. O BAZA decidiu por distribuir somente 100% do lucro (embora pudesse distribuir mais, porque tinha reservas).

161427 - paulo_prof -  22 Dez 2012, 21:50
Nunca tive a paciência para entender porque os balanços dos trimestres ímpares do BAZA3 são pífios, muitas vezes com prejuízos.

O problema do BAZA é que os seus resultados são super voláteis, sendo praticamente impossível efetuar previsões com um mínimo de base.

Veja os resultados dos últimos exercícios:

2007: R$ 180 milhões
2008: R$ 216 milhões
2009: R$ 26 milhões
2010: R$ 142 milhões
2011: R$ 79 milhões

Neste exercício de 2012 acho que acabará postando um lucro líquido acima dos R$ 150 milhões, mas se o lucro não chegar a R$ 100 milhões, não será surpresa.

Para que o P/L do BAZA seja igual ao do BBAS (P/L = 6,43 ao preço atual), o lucro líquido projetado teria que ser algo na faixa dos R$ 166 milhões.

Se não errei nas contas, o BAZA pode pagar até aprox. R$ 0,0377/ação em JCP. Se o lucro líquido do banco no exercício de 2012 for maior do que R$ 112 milhões, é este o valor que espero seja distribuído. Ao preço atual, isto representaria 10,5%. Não deixa de ser interessante, especialmente se a distribuição for em janeiro, como no ano passado. Mesmo se for em abril, um rendimento potencial de 10% em 4 meses não é de se desprezar. Por outro lado, acho que o risco da cotação cair muito abaixo da cotação atual é pequeno.

No final do ano passado/início deste ano montei uma posição com PM de aprox. R$ 0,38 ... faturei os proventos em janeiro e ... caí fora nos R$ 0,41 em março! Se tivesse sentado em cima como o Samu costuma fazer, estaria no preju !!!!

Se eu tiver cacau sobrando acho que até vale uma apostazinha ...

161425 - BAC 1000 -  22 Dez 2012, 21:19
Aprendiz, no 2 TRI ela teve um lucro (se não me engano de 800%) superior ao mesmo período do ano passado...
E este ano o balanço está superior a 2011...

161424 - BAC 1000 -  22 Dez 2012, 21:13
Quanto a BAZA3 também; em 2009, logo após a crise tivemos uma alta de quase 400%.
NA atual cotação não seria uma boa ir acumulando nestes valores abaixo de 0.40?
Boa noite a todos do fórum...

161422 - aprendiz quebrado do professor -  22 Dez 2012, 21:07
Os problemas são os constantes prejuízos do Banco

161421 - BAC 1000 -  22 Dez 2012, 21:05
Mestre Paulo; BAZA3 na atual cotação de 0,36, sendo seu VPA de 0,68, não seria uma opção segura e com grandes chances de ter uma boa alta em 2013?
DY de 8,5%, PL 7,56 e P/VP 0,53, não seriam bons indicadores...
Além do mais o lucro deste ano em relação a 2011 vem aumentando bem...
Qual a sua opinião por favor?

156975 - danieljoseaa -  14 Nov 2012, 13:42
BAZA3:

Resultado do 3º Trimestre de 2012

A empresa anunciou prejuízo líquido de R$ 14,0 M no terceiro trimestre de 2012, contra um lucro líquido de R$ 95,0 M no 2T12. No mesmo período do ano anterior, o resultado havia sido negativo em R$ 11,0 M. A receita de intermediações financeiras totalizou R$ 231,8 M no terceiro trimestre de 2012, uma variação de -12,5% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e decréscimo de 15,5% em relação ao 3T11.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 37,3% contra 40,7% no trimestre anterior e 36,5% no 3° trimestre de 2011. A rentabilidade sobre o patrimônio líquido (RPL) alcançou 7,0% no 3° trimestre de 2012, contra 7,1% no segundo trimestre de 2012, o que representa uma variação de -0,1 p.p..

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 10,6 B, crescimento de 8,5% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 2,0 B no terceiro trimestre de 2012, o que representou uma variação de 3,2% em relação ao saldo no 3T11.

Ao longo do trimestre, a ação oscilou 14,3% contra 8,9% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado atingiu R$ 1,2 B contra R$ 1,0 B no 3° trimestre de 2011.

120773 - paulo_prof - 14/Mar/2012 22:35
BAZA3


PREÇO: R$ 0,41
PAYOUT (2011): 100,7%

Relativo aos últimos 12 meses:

P/L      15,47
P/VPA            0,63
DY      6,51%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,027
ROAE 4,1%
ROAA            0,80%
CRÉDITOS INADIMPLENTES     172.030
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO  5,43%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO            2,48%

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido:
UA      -44,73%         
U2A    1,16% 
U3A    -7,82%           

b) do patrimônio líquido médio
UA      1,89%
U2A    27,73%
U3A    29,30%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido, durante 3 anos, necessária para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD com taxa de desconto real de 10% e perpetuidade real nula seja 150% o preço atual (1,5*R$28,60=R$42,90): 35%

O maior problema do banco parece ser o da inadimplência: Para um lucro líquido de R$ 79 milhões em 2011, os créditos inadimplentes somaram R$ 172 milhões.

As despesas de PDD só não explodiram (somaram só R$ 78 milhões), porque a "qualidade" da carteira de créditos melhorou tão subtancialmente que é suspeita: o PDD total medido em termos da carteira de créditos passou de 6,45% no final do 4T10, para 2,48% no final do 4T11.

Conta esta prá outro, tche ...

115699 - paulo_prof - 15/Fev/2012 19:38
citação: c4m1lo

Prof. saberia me informar se o BAZA realmente paga 12% de dy, conforme consta no Fundamentus? Vale a pena o ativo?

Acho praticamente impossível antecipar os resultados do BAZA. São "voláteis" demais.


O banco acabou de pagar proventos que representaram 7% do preço de fechamento do dia "com". Não sei se haverá nova distribuição em abril. Em princípio, diria que não.

De qualquer forma, para praticar o mesmo payout do ano passado, 78%, os proventos já distribuídos este ano corresponderiam a um lucro liquido de aprox. R$ 69 milhões no 4T11.

O resultado do 4T10 foi de R$ 91 milhões. Em princípio, poderá se reproduzido ou mesmo ultrapassado este ano. Por outro lado, o banco poderá também produzir um prejuízo, como no 3T11 (-R$ 11 milhões) ... vai saber ...

Arrisquei no ativo para "beliscar" os proventos e ver como será o resultado. Não entraria agora sem a compensação dos proventos que acabaram de ser distribuídos.

107331 - paulo_prof - 16/Dez/2011 15:57


Acho que vou desistir de tentar entender os balanços do BAZA ... O Iorremar sumiu há séculos e acho que não há outro contador por aí ... Até no que tange o Resultado Operacional percebe-se uma certa coerência nos números. Mas a parte que concerne a provisão para IR e contribuição social, bem como IR diferido, é completamente "batata voa". A previsibilidade é zero. Só para ter um "gostinho" do angu, lá vai: No 1T11, para um Resultado Antes dos Impostos de R$ 56,6 milhões, foi realizada uma provisão de IR/CS de R$ 56 milhões (nadou, nadou, para dar tudo pro Leão). O IR diferido forneceu uma receita de R$ 5,3 milhões, produzindo um lucro de R$ 5,9 milhões. No 2T11, para um Resultado Antes dos Impostos de R$ 47,7 milhões, foi realizada uma provisão de IR/CS de R$ 47 milhões (mais uma vez, nadou, nadou, para dar tudo pro Leão). O IR diferido, entretanto, forneceu uma receita de R$ 36,8 milhões, de modo a produzir um lucro líquido de R$ 37,5 milhões No 3T11, o Resultado Antes dos Impostos, de R$ 31,7 milhões, foi impactado por uma provisão de IR/CS de R$ 45 milhões (como pode o IR/CS ser maior do que o Resultado???) e depois recebeu um "alívio" (receita) de IR diferido de R$ 2,3 milhões, produzindo um prejuízo líquido de R$ 11 milhões. No ano passado, ocorreu um padrão semelhante: ................................................... 1T10 ...... 2T10 ...... 3T10 ...... 4T10 Resultado Antes dos Impostos ... -11.037 .. 125.700 ... 42.243 ... 79.570 Provisão de IR/CS ..................... -43.944 ... -70.032 .. -39.135 ... 41.730 Imposto Diferido ............................. 603 .... 45.223 ..... 1.094 .. -17.413 Participações ......................................................................... -12.439 Resultado Líquido ..................... -54.378 ... 100.891 ..... 4.202 ... 91.448 Ao que parece, nos trimestres ímpares a pancada sempre é grande ... para alívio nos trimestres pares (os que fecham o semestre).

100718 - paulo_prof - 03/Nov/2011 23:35
citação: BAC 1000
Paulo Prof, abaixo uma reportagem que trata sobre o BAZA3.
Em se tratando da atual cotação de 0,39,além de pagar um DY de 9,8% e o lucro do 2º TRI ter vindo 800% maior que o lucro do 1º TRI; o que esperar do 3º TRI?
O senhor acha que vale uma aposta?

Desde o 4T09 os resultados trimestrais são voláteis demais. Não há qualquer condição de se efetuar previsões. Qualquer resultado é possível!



De qualquer forma, como o lucro líquido do 3T10 foi ridículo (apenas R$ 4 milhões), é bastante provável que o BAZA tenha um driver de curto prazo para dar uma boa valorizada.

Análise Coin Valores
O Banco da Amazônia S.A. é uma instituição financeira, pessoa jurídica de direito privado, sociedade de economia mista, integrante da Administração Pública Federal Indireta, com sede em Belém, Capital do Estado do Pará, e atuação na Amazônia Legal.
Criado em 1942, dentre as medidas econômicas tomadas pelo Brasil durante a II Guerra, o Banco de Crédito da Borracha (BCB) tinha a finalidade de subsidiar a produção e garantir o suprimento de borracha natural para os países aliados, o que acabou por se constituir em uma das contribuições mais importantes do Brasil ao esforço de guerra. Com o fim do conflito, o antes Banco de Crédito da Borracha veio a denominar-se Banco de Crédito da Amazônia - BCA, passando a ser encarregado da função de fomentar o desenvolvimento de novas atividades produtivas na Região.
Em 1966, diante da necessidade de integração da Amazônia à economia nacional e, como parte dos objetivos da “Operação Amazônia”, o BCA foi transformado em Banco da Amazônia. Além de atuar como banco comercial e de fomento passou a agregar a função especial de agente financeiro da política do Governo Federal para o desenvolvimento da Região, constituindo-se no primeiro banco regional brasileiro.
O Banco da Amazônia conta com 185 unidades (base Nov/2010), sendo 109 agências (107 localizadas na Amazônia Legal), distribuídas por 100 cidades de 10 Estados brasileiros, mais o Distrito Federal 64 Postos de Atendimento Eletrônico (PAE), 7 Postos de Atendimento Bancário (PAB), e 5 Postos de Atendimento Avançado (PAA).

RETROSPECTIVA 2010
O Banco da Amazônia alcançou nos primeiros nove meses de 2010, incluindo o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte – FNO, carteira de crédito de R$ 11,7 bilhões, ativos totais de R$ 19,4 bilhões e um lucro líquido de R$ 50,7 milhões. Seguindo uma estratégia conservadora, o Banco da Amazônia tem se destacado pela sua alta liquidez e baixa alavancagem demonstrada pelo Índice de Basiléia de 21,74% com base em setembro de 2010.
Foi implementado no Banco, um novo modelo de negócios que incorpora a variável do desenvolvimento regional sustentável, incluindo a segmentação de clientes, com quatro vetores estratégicos:
[1] áreas específicas com foco no cliente, apoiadas por modelo de segmentação;
[1] otimização de funções de negócio, em particular crédito e tecnologia da informação que ganham estruturas próprias e especializadas;
[1] aprimoramento de mecanismos de governança com foco na transparência e eficácia operacional; e
[1] gestão e acompanhamento da transformação estratégica voltada para rentabilidade e a indução do desenvolvimento sustentável da Amazônia.
Com relação aos financiamentos concedidos por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Norte – FNO foram contratados R$ 3,7 milhões, no período de 1989 a 2002. Porém, esse número saltou nos anos posteriores (2003 até 2010) para, aproximadamente, R$ 11,0 milhões. Evolução semelhante também acontece nas contratações com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA).
Atualmente, a Instituição é responsável por mais de 74% de todo o crédito de fomento concedido na Região Norte, onde cerca de 96% dos municípios receberam financiamento do Banco da Amazônia.

PERSPECTIVA 2011
Para 2011, com a expectativa de grande parte do mercado de um crescimento econômico mais
acentuado, o Banco da Amazônia continuará com uma atuação que deverá privilegiar sua liquidez e também a elevação de seus níveis de rentabilidade.
Para isso, entre as principais ações que a instituição irá priorizar estão as seguintes:
[1] foco no segmento de empréstimos para pequenas e médias empresas;
[1] atuação específica no varejo, notadamente no crédito consignado;
[1] desenvolvimento dos novos produtos direcionados às empresas e à pessoa física;
[1] manutenção de margens adequadas às operações;
[1] ampliação da estrutura de captação, com foco na redução dos custos e na extensão dos prazos;
[1] controle das despesas, mantendo um dos melhores índices de eficiência do mercado;


Com todas estas iniciativas, o Banco da Amazônia, com uma história de mais de 68 anos, devotada ao desenvolvimento regional sustentável, acredita que poderá reforçar seu posicionamento como agente indutor do progresso da Amazônia Legal.

51564 - danieljoseaa - 23/Out/2010 17:54
Mais um que vale ficar no radar é BAZA3:

Se anualizarmos o lucro do 1° semestre, temos um P/L- 18,4 e um P/VP de 0,9, nada muito atrativo, porém, bem mais atrativo do que o P/L de 60 atual.

Agora, atrativo fica mesmo, se anualizarmos apenas o 2° tri, aí ele fica com um P/L anualizado de 4,29, aí sim extremamente atrativo.
Ainda fica uma eterna possibilidade do banco ser adquirido pelo BB.

Mas, como não temos como prever, qual caminho ela irá seguir, o do 1° tri ou o do 2° tri, acho que vale apenas acompanhar, esperar o resultado do 3° tri, para termos uma idéia melhor do cenário futuro, por enquanto são apenas projeções através de suposições, até rimou, rs, enfim, muito complexo, é melhor fazer pagar um pouco mais numa compra certa, do que querer adiantar e comprar agora a 0,58 e levar gato por lebre.



Acho que vale a pena o acompanhamento, por enquanto, só isso, no setor temos no momento, inúmeras opções melhores, PINE4, BGIP4, IDVL4, PRBC4, BEES3, BBAS3......

29051 - paulo_prof - 01/Mar/2010 13:09
citação: buricProf Paulo, nas suas estimativas você já tentou entender a política de dividendos de BAZA? Estive olhando o valor pago, e em 2009 por exemplo foi pago R$ 0,07 por ação = R$ 207.792.000 no total (existem 2.960.000.000 ações). Aproximadamente 10,6% da cotação de fechamento do ano.
Acontece que o lucro nos 9 primeiros meses foi R$ 7,3 M e estou projetando algo em torno de R$ 30M no 4T [assumindo 5% de crescimento nas receitas frente o 3T e um aumento no PDD de R$ 10M, frente R$ 25M no 3T]. Isso significa um lucro anual de R$ 36,6, frente a distribuição de R$ 207,8M.
Mesmo que estivesse distribuindo referente ao período anterior, 2008 teve um lucro de 215.850.000, não faria sentido distribuir tudo em um ano de vacas magras.
Por que raios um banco distribuiria tanto dos seus recursos em dividendos? Como deve se portar em relação aos proventos daqui para a frente?
Não acompanho BAZA3. De qualquer forma, se o site da bovespa estiver correto, foram distribuídos JCP de R$ 0,003104107 em 31OU2008 e R$ 0,035250047 em 30ABR2009. Estes JCP se referem ao exercício de 2008 e totalizam proventos de R$ 113 milhões, ou seja, um payout de aprox. 52,68%.
Me parece "normal" ...


Relativo a 2009 nada foi pago ainda. Se as suas projeções se confirmarem (um lucro líquido de R$ 36 milhões, deverão ser distribuídos uns R$ 19 milhões, ou seja, aprox. R$ 0,0064/ação. Agora, como o banco tem R$ 676 milhões de lucros acumulados, tem condições de pagar um payout maior. Vai depender do controlador. Se o controlador for como o do Indusval, e se considerar que 2009 foi atípico, pode até pagar o mesmo que relativo a 2008. Se por outro lado, for 100% muquirana, pode até pagar o mínimo legal (23,75% do lucro líquido do exercício).

24791 - k0ss - 08/Jan/2010 20:01
O empiricus de ontem falou sobre o BAZA...

Banco da Amazônia? Não vimos nada especial

Quem gosta de small caps percebeu nos últimos meses um aumento tremendo de volume nas ações de Banco da Amazônia. BAZA é um banco de desenvolvimento, com 4% de float apenas e 28% de índice de Basileia. Nem deveria ser listado por sua atividade fim, não há ações no mercado, não se preocupa em ter uma Basileia baixa e tem um conselheiro fiscal chapa branca (ex-funcionário do BC). Esta é a ação que alguém compra para fazer esquema pirâmide apenas: puxa no vazio e espera que um desavisado aceite aquela manipulação como preço real de mercado. Indicada para investidores Madoff.

24781 - paulo_prof - 08/Jan/2010 19:20
citação: Laerte_qkOi Prof Paulo , ainda da tempo para entrar no baza3?

Para que vc iria querer entrar no BAZA3? Pelo contrário, talvez seja a oportunidade de quem esteja dentro finalmente poder pular fora.

Embora eu não acompanhe o ativo, sei que teve problemas no 3T09 (prejuízo considerável). Hoje está negociando a 1,2 vezes o seu valor patrimonial. Tem prejuízos acumulados. Dificilmente pagará proventos. Acho que o único atrativo é a loteria de eventualmente poder ser comprado pelo BB.

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