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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Brasil (BBAS)


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BBAS3
Novo Mercado
Balanços
A2019/4T2019 -
paulo_prof  -
Gostei mesmo da [ultima linha do 4T19 ... mas o lucro do 4T19 (R$ 5,69 bilhões) na pratica, foi gerado pelo diferimento de ativo fiscal. Não fosse uma receita de IR/CS de R$ 6,5 bilhões no trimestre, o resultado líquido teria sido negativo, pois R$ 880 milhões foram dispendidos no trimestre, na participação dos empregados e admininstradores.
Percebe-se que o operacional do banco não foi lá estas coisas ... No exercício, o crescimento do Resultado da Intermediação ficou abaixo da inflação, e o Resultado Operacional involuiu 36%. As despesas de PDD cresceram 8% apesar da redução da careteira expandida de créditos (-2%).
Neste exercício não haverá a moleza de diferimento de ativo fiscal ... em consequência, não vejo como o banco conseguir igualar o resultado de 2019. Por outro lado, se o operacional não melhorar será lenha!
Acho que o ativo está barato porque a margem de segurança é enorme. Embora esteja esperando uma deterioração não desprezível nos resultados de 2020, acredito que em 2021 o crescimento de resultados será retomado.

3T2019 -
paulo_prof  -
Expurgados os efeitos da venda de participação no IRBR, os resultados parecem ter sido pífios, com especial consideração para a retração do Resultado Operacional (-50,2%). Nos 9M19, o IR/CS efetivo sobre o Resultado Antes dos Impostos foi de apenas aprox. 10%, o que dá margem para uma forte correção no 4T19.
O ativo parece relativamente bem precificado mas, como não consigo entender a contabilidade de bancos direito, posso estar equivocado.

2T2019 -
paulo_prof   -
Os Resultados, mais uma vez, no que tange o lucro líquido, foram muito bons. Há que se notar, entretanto, que houve involução no Resultado Antes dos Impostos. Ou seja, o lucro líquido só foi mehor do que há um ano, devido ao diferimento de IR/CS.
O ativo continua barato!.

1T2019 -
paulo_prof   -
Os Resultados do BB foram muito bons e, na minha opinião, o ativo (considerando o longo prazo) está barato. Ao precificar um ativo, o mercado antecipa a sua performance futura. Neste caso, embora concorde que os resultados futuros de curto prazo possam piorar, não creio que piorarão na razão antecipada.

A2018 /4T2018 -
Paulo Prof - 
Ha que se ler atentamente o relatório para tentar entender certos aspectos do balanço patrimonial do 4T18 em relação ao 3T18, com quedas no Patrimônio Líquido, Operações Expandida de Crédito e Ativo Total. Em relação ao 3T18, também, houve uma leve queda no Resultado de Intermediação financeira, com aumento apreciável da despesa de PDD, mas o Resultado Operacional e Lucro evoluíram muito bem.
Houve uma reverão nos indicadores da qualidade da carteira: praticamente onctante no que conceren a qualidade da carteira (de 4,91% no 3T18 para 4,99%) e aceitável no que concerne a indimplência (de 0,86% para 1,07%).
Considerando que os resultados do banco poderão evoluir (afinal, estranhamente a carteira expandida de crédtios encolheu de R$ 743 bilhões no 3T18 para R$ 743 bilhões, assim como o Ativo Total, de R$ 1,471 trilhões para R$ 1,417 trilhões), acho que o ativo pode ainda estar relatgivamente barato.

3T2018 -
Paulo Prof - 
No que se refere exclusivamente os resultados em números, não achei nenhum ponto fraco. Receita de Taxas e Serviços aumentando em termos reais, com despesas de pessoal + administrativas + tributárias diminuindo. Único bancão com Resultado Operacional aumentando e com despesas líquidas de IR/CS positivas. Ao que tudo indica, banco tem condições de continuar mostrando evolução nos resultados. O único aspecto que não me agradou plenamente foi o tamanho do aumento do Resutado Bruto de Intermediação (R$ 524 milhões), frente a redução de despesas de PDD (R$ 1,777 bilhões). Isto indica que há onde melhorar no que tange a intermediação financeira.
A "qualidade" (PDD Total/Carteira Total) da Carteira Ex´pandida de Crédito está melharando continuamente, passando de 5,42% no 3T17, para 4,91%. Melhora, também, no índice de inadimplência, passando de 3,74% nos 12 meses terminados no 3T17, para 3,26%. Como consequência, as despesas de PDD diminuiram de R$ 6,31 bilhões no 3T17, para R$ 4,54 bilhões.
Ativo parece estar ainda barato.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Achei os resultados muito bons ... relativamente melhores do que os resultados dos seus pares bancões. O BB não necessitou, como BBDC e ITUB, de uma receita de IR/CS em ativos diferidos para produzir resultados melhores do que no ano passado. O Resultado Operacional dos [ultimos 12 meses cresceu em relação aos 12 meses anteriores e ficou estável na comparação trimestral, o que não foi o caso com os concorrentes.
Acho que o ativo está barato. Há uma boa gordura para acomodar eventuais dissabores com os resultados da eleição.

1T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). LUCRO LIQUIDO = O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,0 bilhões no 1T18, crescimento de 20,3% em relação ao 1T17. O resultado foi impactado pelo aumento das rendas de tarifas, pela redução das despesas de provisão e das despesas administrativas. O crescimento do RPSL de 12,4% para 13,2%, reforça o compromisso de aumento da rentabilidade, mesmo em um trimestre, que, por conta da sazonalidade dos negócios, é mais desafiador para a entrega do resultado.; CARTEIRA DE CRÉDITO = A carteira de crédito ampliada PJ reduziu 6,3% no ano, influenciada pelo decréscimo de R$ 8,7 bilhões nas operações de capital de giro (7,4%), investimentos em R$ 3,8 bilhões e crédito imobiliário (R$ 2,5 bilhões). Essas quedas foram parcialmente compensadas pelo crescimento de R$ 5,0 bilhões em ACC/ACE. A carteira PF orgânica, por sua vez, cresceu 3,0% em 12 meses, fruto do desempenho positivo em crédito consignado (R$ 5,1 bilhões) e da alta de 6,8% do financiamento imobiliário (R$ 2,9 bilhões). Esse crescimento foi parcialmente impactado pela queda de R$ 2,4 bilhões na soma das linhas de Empréstimo Pessoal e Financiamento de Veículos. A carteira classificada de agronegócios apresentou desempenho positivo de 2,6% na comparação anual, com destaque para a carteira de crédito rural (crescimento de R$ 9,7 bilhões) notadamente em Comercialização Agropecuária (R$ 5,0 bilhões) e FCO Rural (R$ 3,8 bilhões), que compensou a queda de R$ 5,1 bilhões no agroindustria.

A2017/4T2017 -
paulo_prof  -
Relativamente ao exercício de 2016, o banco conseguiu reduzir despesas de pessoal em aprox. 10% no consolidado. Ou seja, uma redução de quase R$ 2,3 bilhões. Por outro lado, as receitas com tarifas e serviços cresceu 9,5%. ou mais de R$ 2,1 bilhões. Some-se a isto os aprox. R$ 1 bilhão referentes à reversão de provisões adicionais existentes em dezembro de 2016, e vc terá uma variação de R$ 5,4 bilhões no operacional. O indicador da qualidade da carteira expandida de créditos (5,22%) piorou em relação ao indicador em DEZ 2016 (4,96%). O índice de inadimplência ficou praticamente estável (3,38% em 2017 para 3,41% em 2016), mas como a carteira de crédito em 2017 diminuiu R$ 23 bilhões, os créditos baixados a prejuízop foram quase R$ 1 bilhão menores. Em linhas gerais, isto praticamente explica o avanço de 37% na última linha. Há que se lembrar, entretanto, que os resultados de 2016 foram pífios, representando uma base fraca de comparação. Em termos nominais, o resultado líquido de 2017 foi menor do que aqueles postados em 2014 e 2015. O ativo parece estar relativamente bem precificado, embora acredite que ainda haja espaço para valorização.

3T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 47 TRIMESTRES, 47 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO DE R$ 7,9BILHÕES O BANCO DO BRASIL REGISTROU LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO DE R$ 7,9 BILHÕES NO 9M17, CRESCIMENTO DE 45,1% NO PERÍODO. O RESULTADO FOI IMPACTADO PRINCIPALMENTE PELO AUMENTO DAS RENDAS DE TARIFAS, REDUÇÃO DAS DESPESAS DE PROVISÃO E DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS, SE COMPARADO AO 9M16.

2T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 45 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 2048977; (U24M) = 2.306.231; (U36M) = 2.733.664; (U48M) = 2.759.138; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO INT FINANC. (42,99%) E RESULTADO OPERACIONAL (95,12%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO INT FINANC. (-29,72%) E RESULTADO OPERACIONAL (-13,19%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 90.231.982; VALOR MAXIMO (MIL) = 91.915.231 NO 3T10; VE PSBE (MIL) = 377.003.195.
Lucro Líquido Ajustado de R$ 5,2 bilhões: O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,2 bilhões no 1S17, impactado principalmente pelo aumento das rendas de tarifas e redução da despesa de provisão, quando comparado ao primeiro semestre do ano anterior. O resultado estrutural subiu 5,8% no mesmo período.
Carteira de Crédito e Captações Comerciais: Nos últimos 12 meses, a carteira de crédito ampliada apresentou redução de 7,6%. A carteira de crédito PJ, influenciada pelo decréscimo das operações de capital de giro (14,6%) e TVM privados e garantias (18,2%), apresentou redução de 15,4% no mesmo período. Alinhado ao comportamento da carteira de crédito, as captações comerciais apresentaram redução de 5,8% em 12 meses. Destaque para o decréscimo das letras de crédito do agronegócio (25,7%), operações compromissadas com títulos privados (18,1%) e dos depósitos interfinanceiros (31,0%).

2T2016 -
paulo_prof  -
Resultado meia boca, com piora da qualidade da carteira expandida de créditos e alta despesa de PDD. Para um lucro líquido na faixa dos R$ 2,5 bilhões, a despesa de PDD situou-se em R$ 7 bilhões. A qualidade da carteira de créditos passou de 4,6% no 1T16 para 4,88%. A inadimplência praticamente ficou constante, passando de 2,66% no 1T16 para 2,63%. 
Acho que o ativo está relativamente bem precificado em relação aos seus fundamentos.

1T2016 -
NumBroker  -
Todo mundo sabia que vinha ruim, mas nem tanto!

A2015/4T2015 -
WK2007   -
Resultado do BB muito fraco.
Pelo guidance, o roe do BB não deve melhorar.

3T2015 -
paulo_prof  -
Mais uma daqueles mágicas de bancos que com um prejuízo operacional de R$ 3,5 bilhões conseguem lucro líquido de R$ 3 bilhões, com hedge accounting, diferimento de ativo fiscal e o diabo-a-quatro ...
Boa parte do Resultado Operacional Negativo do 3T15 é devida a uma despesa voluntária de provisão para créditos de liquidação duvidosa (R$ 2,4 bilhões).
A "qualidade" da carteira expandida de créditos passou de 3,69% no 2T15 para 4,93% no 3T15. Destes, entretanto, 0,54% correspondem à provisão voluntária adicional, ou seja, uma "gordurinha" que no futuro poderá transformar-se em lucro (ou ser comida pela inadimplência).
Os créditos baixados a prejuízo no trimestre diminuíram, passando de 2,42% anualizados no 2T15 para 2,37%.

2T2015 -
BBAS3 surpreendentemente barato;

1T2015 -
paulo_prof  -
No que segue, os efeitos da parceria BB/ELO-CIELO foram expurgados ...
Mais uma resultado pífio, com praticamente todos os indicadores em deterioração.
A qualidade da carteira de créditos vem piorando continuamente desde o 4T13, quando foi de 3,32%. No 4T14 emplacou 3,55% e agora atingiu 3,61%
A inadimplência, que vinha melhorando desde o 1T14, quando atingiu 2,13% e alcançando 1,82% no 4T14, agora piorou para 2,14%.
Em consequência, as despesas de PDD vem aumentando. No 2T14 e 3T14 estavam na faixa dos R$ 4,7 bilhões. No 4T14 passaram para R$ 5,25 bilhões e no 1T15 emplacaram R$ 5,95 bilhões.
Nos últimos 12 meses, as receitas de serviços cresceram 8,4% em relação aos 12 meses anteriores, com as despesas de pessoal, administrativas e tributárias sob controle, crescendo abaixo da inflação (6,7%). No 1T15 em relação ao 1T14 as receitas com serviços avançaram 9,9%, mas as despesas com pessoal, administrativas e tributárias aumentaram 11,3%.
Em resumo, a parceria BB/ELO-CIELO propiciou um lucro líquido não recorrente que propriciou dividendos mais gordos aos acionistas (inclusive o governo que desesperadamente está correndo atrás do resultado primário) e aos funcionários.
No mais é resultado para se esquecer!
Na minha opinião, o ativo está relativamente bem precificado !!!

ACT2010  -
Acredito que foi muito bom e uma queda de 4% hoje me parece um exagero.

3T2014 -
paulo_prof -
Resultado morno ... não foi aquela catástrofe mas está bastante longe de poder ser considerado bom. Embora a inadimplência se medida em relação ao volume total de créditos tenha baixado (era 2,13% no 1T14; passou para 2,09% no 2T14 e agora está em 1,87%), a qualidade da carteira de crédito (PDD como percentual da Carteira Total de Créditos) está piorando (de 3,35% no 1T14 passou para 3,46% no 3T14, com 3,39% ao final do 2T14). A consequência aparece nas despesas de PDD que nos 9M14 já são R$ 2,5 bilhões maiores do que nos 9M13. De uma forma geral, o ativo parece bem precificado. Pessoalmente, se não houver uma visível "virada" no ambiente econômico, não compro acima dos R$ 22-23 !!!

2T2014 -
paulo_prof  -
Não li o relatório ... mas se não há eventos não recorrentes, o ativo parece estar bem precificado ...
A qualidade da carteira de crédito, medida em termos do percentual da carteira total que constitui o PDD, continuou praticamente estável, passando de 3,35% ao final do 1T14 para 3,39%. No que concerne os créditos NPL (inadimplentes), o percentual anualizado de 2,19% no 1T14 caiu para 2,09% no 2T14. O aumento nas despesas de PDD verificadas no trimestre são devidas ao aumento da carteira total de créditos.

GARUDA20 -
Excelente o resultado do BB!!! Ainda mais com a revisao do Guidance!
A recompra continua a todo o vapor! Desde o inicio do programa ja recompraram quase 106mi ou R$ 2,4bi.
Bom demais so^!

1T2014 -
paulo_prof  -
O resultado do BB foi "morno" ... o que salvou o trimestre foi a tesouraria ... o ganho líquido com as operações de crédito foi sensivelmente menor do que há um ano, impactado por despesas de PDD e de captação no mercado sensivelmente maiores.
Em relação ao 4T13, a "qualidade" da carteira permaneceu estável (o PDD total passou de 3,34% para 3,35%). A inadimplência no 1T14, entretanto, foi maior do que no 4T13, passando de 1,66% (anualizado) ca Carteira Total de Créditos, para
2,19%. As despesas de PDD no trimestre totalizaram R$ 4,4 bilhões ... na história do banco, esta despesa só não foi maior do que no 4T13 (R$ 4,68 bilhões).

A2012/4T2012-
harisonoliveira - 
super balanço. lucro acima do esperado...aprovação do bbseguridade..

3T2012 -
alisonvm - 
um excelente resultado

small caps - 
bom em razão dos múltiplos

2T2012 -
Small Caps -
achou excelente

A2011/4T2011 –
Paulo Prof –
resultado morno

3T2011 – 
Paulo Prof –
o ativo continua barato

Regina Longo Sanchez –
considerou fraco

Ugaz -
resultado bom, mas engana trouxa

1T2011 -
Paulo Prof -
considera o ativo barato

4T2009 - 
prof paulo -
considerou ótimo

4T2008 – 
lucro cresce 74% 8,8 bilhões, mais quw o dobre do 4T2007
Características
Banco Múltiplo. Paga bons dividendos.
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367136  - paulo_prof  -  13 Fev 2020, 19:46
Gostei mesmo da [ultima linha do 4T19 ... mas o lucro do 4T19 (R$ 5,69 bilhões) na pratica, foi gerado pelo diferimento de ativo fiscal. Não fosse uma receita de IR/CS de R$ 6,5 bilhões no trimestre, o resultado líquido teria sido negativo, pois R$ 880 milhões foram dispendidos no trimestre, na participação dos empregados e admininstradores.

Percebe-se que o operacional do banco não foi lá estas coisas ... No exercício, o crescimento do Resultado da Intermediação ficou abaixo da inflação, e o Resultado Operacional involuiu 36%. As despesas de PDD cresceram 8% apesar da redução da careteira expandida de créditos (-2%).

Neste exercício não haverá a moleza de diferimento de ativo fiscal ... em consequência, não vejo como o banco conseguir igualar o resultado de 2019. Por outro lado, se o operacional não melhorar será lenha!

Acho que o ativo está barato porque a margem de segurança é enorme. Embora esteja esperando uma deterioração não desprezível nos resultados de 2020, acredito que em 2021 o crescimento de resultados será retomado.

p.php?pid=chartscreenshot&u=HsK%20sEBrWe
No 3T foram expurgados R$ 3,563 bilhões do Resultado Não Operacional e R$ 1,538 bilhões do Lucro Líquido, correspondentes aos resultados da venda de participação no IRBR



BBAS3

PREÇO: R$ 51,20

PAYOUT (2019): 38,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,78

P/VPA 1,34

DY 4,39%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,831

ROAE 15,3%

ROAA 1,13%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 17.230.801

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,39%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,82%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T18, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +2,3%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +6,5%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,7%

RESULTADO OPERACIONAL -36,0%

RESULTADO LÍQUIDO +29,2%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +8,4%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -23,1%



b) 4T19 sobre 4T18, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -17,3%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +4,3%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +21,9%

RESULTADO OPERACIONAL -94,1%

RESULTADO LÍQUIDO +49,7%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +43,8%

PATRIMONIO LÍQUIDO +6,2%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -2,1%

PDD TOTAL +14,3%

ATIVOS TOTAIS +3,7%



c) lucro liquido, nominal

UA 53,16%

U2A 33,76%

U3A 34,85%



d) patrimônio líquido médio

UA 2,81%

U2A 6,31%

U3A 7,37%



O PDD Total como percentual das Operações de Crédito aumentou expressivamente, passando de uma müedia de 4,98% nos 12 meses terminados no 4T18 para uma média de 5,37% nos últimos 12 meses. Em relação ao trimestre passado, houve aumento de 5,34% para 5,82%. O índice de inadimplência caiu de uma média de 3,04% nos 4 trimestres terminados no 4T18, para uma média de 2,38% nos últimos 4 trimestres.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 86,37

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -11,5%

13/02/2020 - Apresentacao a analistas/agentes mercado

365130  - paulo_prof  -  11 Nov 2019, 12:14
Expurgados os efeitos da venda de participação no IRBR, os resultados parecem ter sido pífios, com especial consideração para a retração do Resultado Operacional (-50,2%). Nos 9M19, o IR/CS efetivo sobre o Resultado Antes dos Impostos foi de apenas aprox. 10%, o que dá margem para uma forte correção no 4T19.

O ativo parece relativamente bem precificado mas, como não consigo entender a contabilidade de bancos direito, posso estar equivocado.
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No 3T foram expurgados R$ 3,563 bilhões do Resultado Não Operacional e R$ 1,538 bilhões do Lucro Líquido, correspondentes aos resultados da venda de participação no IRBR.



BBAS3

PREÇO: R$ 47,00

PAYOUT (2018): 40,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,89

P/VPA 1,24

DY 4,53%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,286

ROAE 13,9%

ROAA 0,98%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 17.825.905

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,45%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,34%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T18, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +7,6%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +6,8%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,2%

RESULTADO OPERACIONAL -0,9%

RESULTADO LÍQUIDO +21,1%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -15,7%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -26,4%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -16,7%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +8,7%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -1,5%

RESULTADO OPERACIONAL -50,2%

RESULTADO LÍQUIDO -14,4%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +13,7%

PATRIMONIO LÍQUIDO +3,2%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -2,1%

PDD TOTAL +4,8%

ATIVOS TOTAIS +3,3%



c) lucro liquido, nominal

UA 21,09%

U2A 28,91%

U3A 15,42%



d) patrimônio líquido médio

UA 2,15%

U2A 7,18%

U3A 7,43%



O PDD Total como percentual das Operações de Crédito aumentou marginalmente, passando de uma müedia de 5,05% nos 12 meses terminados no 3T18 para uma média de 5,16% nos últimos 12 meses. Em relação ao trimestre passado, houve aumento de 5,17% para 5,34%. O índice de inadimplência caiu de uma média de 3,29% nos 4 trimestres terminados no 3T18, para uma média de 2,44% nos últimos 4 trimestres.



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 66,07

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -7,5%

365071 - keep_calm  -  08 Nov 2019, 19:05
Banco do Brasil (BBAS3): O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou nesta quinta-feira, 7, seu resultado do 3T19. O lucro líquido ajustado foi de R$ 4,5 bilhões no terceiro trimestre de 2019, crescimento de 33,5% se comparado ao mesmo período de 2018. “O resultado do trimestre foi influenciado pelos aumentos da margem financeira bruta e da recuperação de crédito, que impactou na redução da Despesa de PCLD Líquida”, afirmou o Banco. No 9M19, o resultado foi de R$ 13,2 bilhões, crescimento de 36,8% na comparação com o 9M18. “No período, destacam-se os aumentos da margem financeira bruta e das receitas com prestação de serviços, além do rígido controle dos custos. O crescimento do RSPL Mercado de 17,6% para 18,0% na comparação com o trimestre anterior e de 13,2% para 17,5%, na visão acumulada em nove meses, reforçam o compromisso de aumento da rentabilidade”, destacou.

363383  - paulo_prof   -  08 Ago 2019, 20:59
Os Resultados, mais uma vez, no que tange o lucro líquido, foram muito bons. Há que se notar, entretanto, que houve involução no Resultado Antes dos Impostos. Ou seja, o lucro líquido só foi mehor do que há um ano, devido ao diferimento de IR/CS.

O ativo continua barato!.
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BBAS3

PREÇO: R$ 48,53

PAYOUT (2018): 40,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,90

P/VPA 1,33

DY 4,53%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,451

ROAE 14,9%

ROAA 0,99%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 18.913.746

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,60%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,17%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T18, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +14,1%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +5,8%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -4,2%

RESULTADO OPERACIONAL +18,7%

RESULTADO LÍQUIDO +28,4%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -15,7%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -25,9%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +26,7%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +9,4%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +3,1%

RESULTADO OPERACIONAL -2,8%

RESULTADO LÍQUIDO +34,2%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -13,1%

PATRIMONIO LÍQUIDO -0,7%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -2,1%

PDD TOTAL +1,5%

ATIVOS TOTAIS +6,3%



c) lucro liquido, nominal

UA 28,37%

U2A 35,52%

U3A 13,47%



d) patrimônio líquido médio

UA 4,27%

U2A 8,10%

U3A 7,45%



O PDD Total como percentual das Operações de Crédito diminuiu marginalmente, passando de uma müedia de 5,18% nos 12 meses terminados no 2T18 para uma média de 5,05% no súltimos 12 meses. Em relação ao trimestre passado, houve aumento de 5,14% para 5,17%. O índice de inadimplência caiu de uma média de 3,49% nos 4 trimestres terminados no 1T18, para uma média de 2,58% nos últimos 4 trimestres.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 68,14

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -7,5%

361234  - paulo_prof   -  15 Mai 2019, 00:56
Os Resultados do BB foram muito bons e, na minha opinião, o ativo (considerando o longo prazo) está barato. Ao precificar um ativo, o mercado antecipa a sua performance futura. Neste caso, embora concorde que os resultados futuros de curto prazo possam piorar, não creio que piorarão na razão antecipada.

BBAS3

PREÇO: R$ 47,94

PAYOUT (2018): 40,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,46

P/VPA 1,27

DY 4,26%

LUCRO POR AÇÃO R$ 5,067

ROAE 13,4%

ROAA 0,93%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 20.171.208

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,78%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,14%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T18, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +7,1%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +5,3%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -5,6%

RESULTADO OPERACIONAL +19,3%

RESULTADO LÍQUIDO +24,8%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -17,5%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -21,5%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +24,5%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +3,8%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +0,5%

RESULTADO OPERACIONAL +33,9%

RESULTADO LÍQUIDO +47,5%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -10,1%

PATRIMONIO LÍQUIDO +3,8%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -0,4%

PDD TOTAL +1,4%

ATIVOS TOTAIS +6,6%



c) lucro liquido, nominal

UA 24,76%
U2A 31,88%
U3A 8,87%


d) patrimônio líquido médio

UA 7,67%

U2A 9,33%

U3A 7,60%



O PDD Total como percentual das Operações de Crédito aumentou marginalmente, passando de 5,05% no 1T18 para 5,14%%. Em relação ao trimestre passado, houve aumento de 4,99% para 5,14%. O índice de inadimplência caiu de uma média de 3,51% nos 4 trimestres terminados no 1T18, para uma média de 2,74% nos últimos 4 trimestres.

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 63,34

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,0%

358568 - paulo_prof  -  18 Fev 2019, 17:22
Ha que se ler atentamente o relatório para tentar entender certos aspectos do balanço patrimonial do 4T18 em relação ao 3T18, com quedas no Patrimônio Líquido, Operações Expandida de Crédito e Ativo Total. Em relação ao 3T18, também, houve uma leve queda no Resultado de Intermediação financeira, com aumento apreciável da despesa de PDD, mas o Resultado Operacional e Lucro evoluíram muito bem.

Houve uma reverão nos indicadores da qualidade da carteira: praticamente onctante no que conceren a qualidade da carteira (de 4,91% no 3T18 para 4,99%) e aceitável no que concerne a indimplência (de 0,86% para 1,07%).

Considerando que os resultados do banco poderão evoluir (afinal, estranhamente a carteira expandida de crédtios encolheu de R$ 743 bilhões no 3T18 para R$ 743 bilhões, assim como o Ativo Total, de R$ 1,471 trilhões para R$ 1,417 trilhões), acho que o ativo pode ainda estar relatgivamente barato.


BBAS3

PREÇO: R$ 54,41

PAYOUT (2018): 40,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,78

P/VPA 1,48

DY 3,42%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,617

ROAE 12,6%

ROAA 0,91%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 22.405.111

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,04%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,21%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T17, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -0,3%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +5,7%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -7,5%

RESULTADO OPERACIONAL +10,9%

RESULTADO LÍQUIDO +16,8%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -19,3%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -10,0%



b) 4T18 sobre 4T17, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +1,5%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +5,1%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -14,2%

RESULTADO OPERACIONAL +23,7%

RESULTADO LÍQUIDO +22,3%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -9,9%

PATRIMONIO LÍQUIDO +3,6%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +0,6%

PDD TOTAL -4,4%

ATIVOS TOTAIS +3,5%



c) lucro liquido, nominal

UA 16,81%

U2A 26,53%

U3A 4,76%



d) patrimônio líquido médio

UA 9,93%

U2A 9,72%

U3A 7,33%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 57,71

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0%

355823 - paulo_prof -  12 Nov 2018, 23:14
No que se refere exclusivamente os resultados em números, não achei nenhum ponto fraco. Receita de Taxas e Serviços aumentando em termos reais, com despesas de pessoal + administrativas + tributárias diminuindo. Único bancão com Resultado Operacional aumentando e com despesas líquidas de IR/CS positivas. Ao que tudo indica, banco tem condições de continuar mostrando evolução nos resultados. O único aspecto que não me agradou plenamente foi o tamanho do aumento do Resutado Bruto de Intermediação (R$ 524 milhões), frente a redução de despesas de PDD (R$ 1,777 bilhões). Isto indica que há onde melhorar no que tange a intermediação financeira.

A "qualidade" (PDD Total/Carteira Total) da Carteira Ex´pandida de Crédito está melharando continuamente, passando de 5,42% no 3T17, para 4,91%. Melhora, também, no índice de inadimplência, passando de 3,74% nos 12 meses terminados no 3T17, para 3,26%. Como consequência, as despesas de PDD diminuiram de R$ 6,31 bilhões no 3T17, para R$ 4,54 bilhões.

Ativo parece estar ainda barato.

BBAS3

PREÇO: R$ 42,18

PAYOUT (2017): 29,4%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,66

P/VPA 1,13

DY 3,05%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,368

ROAE 11,7%

ROAA 0,83%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 24.222.728

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,26%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO/ATIVO TOTAL 50,5%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,91%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T17, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -0,8%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +6,3%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -7,7%

RESULTADO OPERACIONAL +27,8%

RESULTADO LÍQUIDO +37,2%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -22,8%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -10,9%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +6,5%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +4,7%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -5,2%

RESULTADO OPERACIONAL +19,5%

RESULTADO LÍQUIDO +11,8%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -28,1%

PATRIMONIO LÍQUIDO +11,0%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO +2,2%

PDD TOTAL -7,4%

ATIVOS TOTAIS +5,1%



c) lucro liquido, nominal

UA 37,24%

U2A 12,69%

U3A 1,50%



d) patrimônio líquido médio

UA 12,47%

U2A 10,17%

U3A 7,12%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 54,61

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,5%

352787 - paulo_prof  -  13 Ago 2018, 22:00
Achei os resultados muito bons ... relativamente melhores do que os resultados dos seus pares bancões. O BB não necessitou, como BBDC e ITUB, de uma receita de IR/CS em ativos diferidos para produzir resultados melhores do que no ano passado. O Resultado Operacional dos [ultimos 12 meses cresceu em relação aos 12 meses anteriores e ficou estável na comparação trimestral, o que não foi o caso com os concorrentes.

Acho que o ativo está barato. Há uma boa gordura para acomodar eventuais dissabores com os resultados da eleição.


BBAS3

PREÇO: R$ 32,03

PAYOUT (2017): 29,4%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,54

P/VPA 0,87

DY 3,90%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,248

ROAE 11,5%

ROAA 0,82%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 25.519.855

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,44%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,99%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T17, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -2,2%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +7,4%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -7,1%

RESULTADO OPERACIONAL +26,4%

RESULTADO LÍQUIDO +43,1%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -17,0%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -5,4%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -2,8%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +7,6%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,0%

RESULTADO OPERACIONAL -0,1%

RESULTADO LÍQUIDO +19,7%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -20,5%

PATRIMONIO LÍQUIDO +13,1%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -0,1%

PDD TOTAL -6,1%

ATIVOS TOTAIS +0,3%



c) lucro liquido, nominal

UA 43,06%

U2A 6,68%

U3A 1,39%



d) patrimônio líquido médio

UA 12,06%

U2A 9,08%

U3A 6,48%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 53,10

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -11,0%

350809  - marcosvinicius2 -  06 Jun 2018, 15:21
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). LUCRO LIQUIDO = O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,0 bilhões no 1T18, crescimento de 20,3% em relação ao 1T17. O resultado foi impactado pelo aumento das rendas de tarifas, pela redução das despesas de provisão e das despesas administrativas. O crescimento do RPSL de 12,4% para 13,2%, reforça o compromisso de aumento da rentabilidade, mesmo em um trimestre, que, por conta da sazonalidade dos negócios, é mais desafiador para a entrega do resultado.; CARTEIRA DE CRÉDITO = A carteira de crédito ampliada PJ reduziu 6,3% no ano, influenciada pelo decréscimo de R$ 8,7 bilhões nas operações de capital de giro (7,4%), investimentos em R$ 3,8 bilhões e crédito imobiliário (R$ 2,5 bilhões). Essas quedas foram parcialmente compensadas pelo crescimento de R$ 5,0 bilhões em ACC/ACE. A carteira PF orgânica, por sua vez, cresceu 3,0% em 12 meses, fruto do desempenho positivo em crédito consignado (R$ 5,1 bilhões) e da alta de 6,8% do financiamento imobiliário (R$ 2,9 bilhões). Esse crescimento foi parcialmente impactado pela queda de R$ 2,4 bilhões na soma das linhas de Empréstimo Pessoal e Financiamento de Veículos. A carteira classificada de agronegócios apresentou desempenho positivo de 2,6% na comparação anual, com destaque para a carteira de crédito rural (crescimento de R$ 9,7 bilhões) notadamente em Comercialização Agropecuária (R$ 5,0 bilhões) e FCO Rural (R$ 3,8 bilhões), que compensou a queda de R$ 5,1 bilhões no agroindustria:

BBAS3
PREÇO: R$ 31,10
PAYOUT (2017): 24,91%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 7,95
P/VPA 0,99
DY 3,13%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,914
ROAE 12,49%
ROAA 0,76%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 25.513.162
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,60%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,09%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T17, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -15,16%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 2,95%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -7,72%
RESULTADO OPERACIONAL 36,05%
RESULTADO LÍQUIDO 39,96%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -14,51%
CRÉDITOS INADIMPLENTES -5,28%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -10,34%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 3,57%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -7,96%
RESULTADO OPERACIONAL 3,72%
RESULTADO LÍQUIDO 13,94%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -18,70%
PATRIMONIO LÍQUIDO 14,43%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -1,40%
PDD TOTAL -3,76%
ATIVOS TOTAIS 0,91%

c) lucro liquido, nominal
UA 39,96%
U2A 2,17%
U3A -7,60%

d) patrimônio líquido médio
UA 12,36%
U2A 8,50%
U3A 4,31%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 48,93
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -10,0% !!!!
[...]

349812  - Rocha Preta inc -  10 Mai 2018, 14:32
BBAS3

O Banco do Brasil (BBAS3) apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 3bilhões no primeiro trimestre de 2018, crescimento de 20,3% em relação ao ano anterior. O resultado foi influenciado, explica o banco, pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão e das despesas administrativas. O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) aumentou para 13,2%.

As despesas administrativas que tiveram queda de 5,8% em relação ao último trimestre de 2017. O índice de eficiência alcançou 38,5%, ante 39,3% no mesmo período de 2017. O índice mede quanto o banco gasta para gerar receita. O índice de inadimplência para devedores acima de 90 dias apresenta queda pelo terceiro trimestre consecutivo com 3,65% ao final de março.

Como resultado, as despesas com provisões tiveram nova queda no trimestre, totalizando R$ 5,4 bilhões.

“A melhora da qualidade do crédito provém especialmente no segmento de pessoas jurídicas. Ao desconsiderar o caso específico, o índice de inadimplência acima de 90 dias do BB (3,22%) retorna ao patamar inferior ao do Sistema Financeiro Nacional (3,30%)”, destaca o banco.

A carteira pessoa física orgânica atingiu R$ 177,2 bilhões, alta 3% em relação ao mesmo período do ano anterior, com destaque para o crédito consignado com crescimento de 8,2% e o financiamento imobiliário que aumentou 6,8%



Mercado não gostou e tá batendo, queda de 4% até agora...



Já a card3, morreu.



CSU Cardsystem SA

BVMF: CARD3

7,98 BRL −0,72 (8,28%)


347370  - paulo_prof  -  22 Fev 2018, 19:43
Relativamente ao exercício de 2016, o banco conseguiu reduzir despesas de pessoal em aprox. 10% no consolidado. Ou seja, uma redução de quase R$ 2,3 bilhões. Por outro lado, as receitas com tarifas e serviços cresceu 9,5%. ou mais de R$ 2,1 bilhões. Some-se a isto os aprox. R$ 1 bilhão referentes à reversão de provisões adicionais existentes em dezembro de 2016, e vc terá uma variação de R$ 5,4 bilhões no operacional. O indicador da qualidade da carteira expandida de créditos (5,22%) piorou em relação ao indicador em DEZ 2016 (4,96%). O índice de inadimplência ficou praticamente estável (3,38% em 2017 para 3,41% em 2016), mas como a carteira de crédito em 2017 diminuiu R$ 23 bilhões, os créditos baixados a prejuízop foram quase R$ 1 bilhão menores. Em linhas gerais, isto praticamente explica o avanço de 37% na última linha. Há que se lembrar, entretanto, que os resultados de 2016 foram pífios, representando uma base fraca de comparação. Em termos nominais, o resultado líquido de 2017 foi menor do que aqueles postados em 2014 e 2015. O ativo parece estar relativamente bem precificado, embora acredite que ainda haja espaço para valorização.

BBAS3

PREÇO: R$ 42,44

PAYOUT (2017): 29,4%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,73

P/VPA 1,20

DY 2,74%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,954

ROAE 11,2%

ROAA 0,80%

CRÉDITOS INADIMPLENTES 24.893.278

CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,38%

PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,22%



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 4T16, nominal:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -1,0%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +19,6%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -5,2%

RESULTADO OPERACIONAL +24,4%

RESULTADO LÍQUIDO +37,1%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -10,3%

CRÉDITOS INADIMPLENTES -3,8%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -0,5%

RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +9,5%

DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -14,1%

RESULTADO OPERACIONAL +194%

RESULTADO LÍQUIDO +222,7%

PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -24,2%

PATRIMONIO LÍQUIDO +13,2%

OPERAÇÕES DE CRÉDITO -3,1%

PDD TOTAL +2,1%

ATIVOS TOTAIS -2,3%



c) lucro liquido, nominal

UA 37,06%

U2A -0,79%

U3A -0,70%



d) patrimônio líquido médio

UA 9,51%

U2A 6,04%

U3A 6,68%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 49,42

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,5%

344176  - marcosvinicius2 -  21 Nov 2017, 12:53
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 47 TRIMESTRES, 47 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO DE R$ 7,9BILHÕES O BANCO DO BRASIL REGISTROU LUCRO LÍQUIDO AJUSTADO DE R$ 7,9 BILHÕES NO 9M17, CRESCIMENTO DE 45,1% NO PERÍODO. O RESULTADO FOI IMPACTADO PRINCIPALMENTE PELO AUMENTO DAS RENDAS DE TARIFAS, REDUÇÃO DAS DESPESAS DE PROVISÃO E DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS, SE COMPARADO AO 9M16.:

BBAS3
PREÇO: R$ 32,59
PAYOUT (2016): 33,02%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 10,63
P/VPA 1,14
DY 3,11%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,067
ROAE 10,70%
ROAA 0,60%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 21.106.762
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,93%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,50%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 3,04%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 5,04%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 2,24%
RESULTADO OPERACIONAL -16,14%
RESULTADO LÍQUIDO -7,09%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS 1,09%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 95,08%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 8,95%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 3,37%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -3,60%
RESULTADO OPERACIONAL 30,23%
RESULTADO LÍQUIDO 26,67%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -3,89%
PATRIMONIO LÍQUIDO 10,08%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -6,44%
PDD TOTAL 1,12%
ATIVOS TOTAIS -5,97%

c) lucro liquido, nominal
UA -7,09%
U2A -22,49%
U3A -8,31%

d) patrimônio líquido médio
UA 8,80%
U2A 3,61%
U3A 3,01%

Carteira de Crédito e Captações Comerciais = Nos últimos 12 meses, a carteira de crédito ampliada apresentou redução de 7,9%. A carteira de crédito PJ, influenciada pelo decréscimo de R$ 14,8 bilhões nas operações de capital de giro (11,5%) e de R$ 13,6 bilhões em TVM privados e garantias (25,6%), apresentou reduçãode 15,5% nesse período.

A carteira PF orgânica, por sua vez, cresceu 1,2% em 12 meses, fruto do desempenho positivo em crédito consignado (R$ 2,8 bilhões) e da alta de 6,1% do financiamento imobiliário (R$ 2,5 bilhões). A carteira classificada de agronegócios apresentou desempenho positivo de 0,8% na comparação anual, com destaque para a carteira de crédito rural (crescimento de R$ 7,8 bilhões), que compensou a queda de R$ 6,3 bilhões no agroindustrial (20,7%);

Qualidade da Carteira = A despesa com PCLD no trimestre alcançou R$ 6,3 bilhões, queda de 5,8% na comparação com o 3T16 e 6,0% em relação ao 2T17. Na visão acumulada em nove meses, a queda foi de R$ 4,4 bilhões ou 18,4%.

Chart.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341592 - marcosvinicius2 -  30 Ago 2017, 20:39
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 45 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 2048977; (U24M) = 2.306.231; (U36M) = 2.733.664; (U48M) = 2.759.138; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO INT FINANC. (42,99%) E RESULTADO OPERACIONAL (95,12%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO INT FINANC. (-29,72%) E RESULTADO OPERACIONAL (-13,19%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 90.231.982; VALOR MAXIMO (MIL) = 91.915.231 NO 3T10; VE PSBE (MIL) = 377.003.195:

BBAS3
PREÇO: R$ 31,49
PAYOUT (2016): 33,02%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 11,01
P/VPA 1,13
DY 2,58%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,860
ROAE 10,28%
ROAA 0,55%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 26.896.297
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,71%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 5,37%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T16, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 42,99%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 5,54%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS 4,27%
RESULTADO OPERACIONAL 95,12%
RESULTADO LÍQUIDO -20,07%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -3,88%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 40,02%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -29,72%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO 3,50%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -2,69%
RESULTADO OPERACIONAL -13,19%
RESULTADO LÍQUIDO 7,50%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS -5,81%
PATRIMONIO LÍQUIDO 9,86%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -5,97%
PDD TOTAL 2,35%
ATIVOS TOTAIS -3,12%

c) lucro liquido, nominal
UA -20,07%
U2A -24,44%
U3A -10,26%

d) patrimônio líquido médio
UA 7,02%
U2A 1,27%
U3A 4,02%

Lucro Líquido Ajustado de R$ 5,2 bilhões: O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,2 bilhões no 1S17, impactado principalmente pelo aumento das rendas de tarifas e redução da despesa de provisão, quando comparado ao primeiro semestre do ano anterior. O resultado estrutural subiu 5,8% no mesmo período.

Carteira de Crédito e Captações Comerciais: Nos últimos 12 meses, a carteira de crédito ampliada apresentou redução de 7,6%. A carteira de crédito PJ, influenciada pelo decréscimo das operações de capital de giro (14,6%) e TVM privados e garantias (18,2%), apresentou redução de 15,4% no mesmo período. Alinhado ao comportamento da carteira de crédito, as captações comerciais apresentaram redução de 5,8% em 12 meses. Destaque para o decréscimo das letras de crédito do agronegócio (25,7%), operações compromissadas com títulos privados (18,1%) e dos depósitos interfinanceiros (31,0%).

BBAS31.png"

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

337378 - webloo   -  01 Mai 2017, 19:15
os bancos no fim do ano passado renegociaram a divida da PDG,e esta pediu RJ no inicio deste ano,por isso minha pergunta se a baixa seria nas demonstaçoes desse trimestre

alem do BB que tem a maior parcela os outros bancos tambem possuem emprestimos

a noticia do link não era sobre assunto,foi só para mostrar que a inadimplencia continua muito alta e caindo a conta-gotas,principalmente no setor imobiliario

a CEF vendeu no ano passado carteiras de titulos podres que chegaram a quase 27Bi

337374  - ispholambra   -  01 Mai 2017, 18:39
E muito comum os bancos venderem carteiras de credito inadimplentesr... A Ativos S/A e controlada do BB, mas os balanços sao separados... e o resultado da compra entra para ao Ativos e nao para o BB.

Nao consegui encontrar na materia nenhumat mencao a PDG...

Mas de se o BB tiver emprestimos ativos com a PDG...e é provável que tenha... dai sim tera de fazer o impartment do PDD dessas operacoes... mas esse PDD so ira apararecer no balanço do segundo trimestre... ou seja no que vai ser divulgado em agosto...

Ao que me consta... os grandes bancos tem mais de 3 bilhoes em emprestimos diretos a PDG... e BB e CEF devem ter uma fatia consideravel disso ai...

Ou seja... vem mais merda ...

Segue materia sobre o assunto...
https://incorporacaoimobiliaria.com/tag/banco-do-b...

337372 - J R SILVA -  01 Mai 2017, 17:32
Se já havia provisionado, PDD já reconhecido, será dada baixa nos valores que entrarão no NPL do período, reconhecendo o "calote".

A movimentação não transitará pela DRE, não impactará o resultado líquido do período, mas o índice de inadimplência (NPL) sobe.

325902  - paulo_prof  -  12 Ago 2016, 04:31
Resultado meia boca, com piora da qualidade da carteira expandida de créditos e alta despesa de PDD. Para um lucro líquido na faixa dos R$ 2,5 bilhões, a despesa de PDD situou-se em R$ 7 bilhões. A qualidade da carteira de créditos passou de 4,6% no 1T16 para 4,88%. A inadimplência praticamente ficou constante, passando de 2,66% no 1T16 para 2,63%.

Acho que o ativo está relativamente bem precificado em relação aos seus fundamentos.

BBAS3
PREÇO: R$ 22,05
PAYOUT (2015): 40,0%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 5,91
P/VPA 0,74
DY 6,77%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,734
ROAE 12,5%
ROAA 0,72%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 20.775.792
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,63%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T15, nominal:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -30,0%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -11,8%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -4,2%
RESULTADO OPERACIONAL -46,0%
RESULTADO LÍQUIDO -8,4%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +35,6%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +27,0%

b) 2T16 sobre 2T15, nominal
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -3,8%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO -6,1%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS -4,5%
RESULTADO OPERACIONAL -10,6%
RESULTADO LÍQUIDO -18,0%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +25,8%
PATRIMONIO LÍQUIDO +3,5%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -4,7%
PDD TOTAL +26,1%
ATIVOS TOTAIS -5,8%

c) lucro liquido, nominal
UA -8,42%
U2A -3,80%
U3A -4,72%

d) patrimônio líquido médio
UA 1,48%
U2A 8,38%
U3A 9,88%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 37,34

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -12,0%

323007  - NumBroker   -  15 Jun 2016, 19:37
Banco do Brasil - Mantendo recomendação de outperform

15.06 - 15:32 - Pedro Araujo

Nossos analistas atualizaram suas estimativas para o Banco do Brasil, mantendo a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) e revisando o preço justo para o final de 2016 de R$ 22,7 para R$ 23. Apesar da contração nas projeções de lucro em 2016, o preço justo aumentou levemente devido a uma redução no custo de capital. As ações BBAS3 são agora, também, a nova preferência no setor, justificada pelo valuation barato e seu fraco desempenho em relação a seus pares nos últimos meses – no ano, o Bradesco (BBDC4) tem desempenho 36% acima do Ibovespa, enquanto BBAS3 recuou 22%. Entre os principais riscos, nossos analistas destacam possíveis resultados fracos, o impacto da deterioração da qualidade de ativos e qualquer alteração na estrutura corporativa do banco.
fonte: Itaú

322173  - paulo_prof   -  26 Mai 2016, 15:01
O verdadeiro problema ... é que não encontro, nos Relatórios do Banco do Brasil, as informações que me interessam ...

Sabe-se que a exposição do BB à Sete Brasil era de R$ 5 bilhões. Sabe-se, também, que parte desta exposição foi baixada a prejuízo no 1T16. Quanto???? o BB não informa!!!

As seguintes informações estão disponíveis:

Despesas de PDD no 1T16: R$ 7,12 bilhões (no 1T15 foram R$ 5,6 bilhões)
Créditos baixados a Prejuízo no 1T16: R$ 5,3 bilhões (no 1T15 haviam sido R$ 6,2 bilhões)
"Queima" de PDD adicional no 1T16: R$ 2 bilhões (no 1T15 havia sido praticamente zero)
Qualidade da Carteira = PDD Total/Carteira Expandida no final do 1T16: 4,60% (no final do 1T15 havia sido 3,52%)
lucro recorrente (sem efeitos extraordinários) no 1T16: R$ 1,286 bilhões !!!

Se o lucro recorrente do 1T16 fosse anualizado, ao preço corrente, teríamos P/L = 8,93 ... nenhuma Brastemp ... concordam?

Como pode ser observado, no que se refere a Carteira de Crédito, o 1T16 foi um desastre! Além de dispender uma enormidade em PDD (R$ 7,12 bilhões), houve uma queima de R$ 2 bilhões do PDD voluntário acima do mínimo requerido. Ou seja, de fato houve uma "despesa" de PDD recorde de mais de R$ 9 bilhões. Deduzindo os créditos líquidos baixados a prejuízo, o PDD total aumentou aprox. R$ 1,8 bilhões em relação ao nível existente no 4T15. Durante o 1T16, entretanto, o tamanho da carteira expandida encolheu de R$ 814 bilhões para R$ 797 bilhões, ou seja, a qualidade da carteira remanescente (após as baixas) foi reduzida de 4,28% a 4,60%. Como a "gordura" existente ao final do 4T15 (PDD além do mínimo requerido) eram maior do que aquela ao final do 1T16, a redução da qualidade da carteira foi, de fato, ainda mais dramática (algo como de 4,03% para 4,60%).

Na minha opinião, a menos que o governo Temer intervenha e obrigue a Petrobrás a salvar parte do contrato da Sete Brasil e obrigue o BNDES a fornecer o financiamento, a Sete Brasil já era !!! ... e o Banco do Brasil pode dar o "bye bye" aos R$ 5 bi que emprestou. Como não há informações relativas ao percentual deste total que o BB já resolveu baixar a prejuízo, é bom colocar as barbas de molho. Não sou do ramo ... mas acho que em princípio o BB já deveria ter baixado 100% destes créditos a prejuízo ... em caso positivo, a situação do banco é menos grave, e há chances de a partir do 2T16 a situação não mais piorar. Mas não dá para ter certeza.

322137  - Matiasco   -  25 Mai 2016, 10:23
O BB perdeu R$ 2,92 bilhões em valor de mercado na Bolsa, passando a valer R$ 45,8 bilhões. Diz-se que o Fundo Soberano tem R$ 1,55 bilhões em ações do BB. Como pode ele perder R$ 2,92 bilhões em apenas um dia em valor de mercado, simplesmente por uma possível troca de donos de parte de suas ações que ainda nem foi efetivada. É ou não é irracionalidade do mercado? A reação dos investidores do BB me parece exagerada, porque o governo poderá não vender as ações diretamente no mercado, como por exemplo constituir um “bloc trade” que estabelece um pool de investidores para negociar as ações de forma separada.

321536  - NumBroker  -  12 Mai 2016, 13:55
Todo mundo sabia que vinha ruim, mas nem tanto!

Provisão contra calote faz lucro do Banco do Brasil encolher 57,5%

SÃO PAULO - (Atualizada às 9h22) O Banco do Brasil (BB) obteve lucro líquido ajustado de R$ 1,286 bilhão no primeiro trimestre deste ano, queda de 57,5% em relação ao mesmo período de 2015 e de 51,4% em relação ao quarto trimestre daquele mesmo ano.

O resultado veio muito abaixo das projeções de mercado. A estimativa média de analistas consultados pelo Valor era de lucro de R$ 2,437 bilhões.

O lucro contábil ficou em R$ 2,359 bilhões, redução de 59,5% na comparação anual.

O grande responsável pela piora no resultado foi um aumento de 61,7% nas despesas com provisões para devedores duvidosos (PDD), que subiram para R$ 9,145 bilhões nos três primeiros meses do exercício atual. Segundo o BB, houve aumento das provisões relacionadas a um “caso específico”. O banco, porém, não detalhou o assunto. Cara de Sete Brasil entrando...

Com isso, a margem financeira líquida caiu 25,7% na comparação anual, ficando em R$ 5,131 bilhões. Essa queda ocorreu a despeito de um aumento de 4,1% no resultado da tesouraria, que chegou a R$ 2,616 bilhões entre janeiro e março.

A carteira de crédito ampliada do BB totalizava R$ 775,603 bilhões no fim do primeiro trimestre, montante que representa recuo de 2,6% em relação a dezembro. Na comparação com março do ano passado, houve aumento de 2,3%.

No critério interno do BB, que não inclui operações com títulos e valores mobiliários e com garantias prestadas, a carteira ficou em R$ 702,027 bilhões, com queda de 2,2% no trimestre e alta de 2,9% no ano. Por esse critério, a inadimplência subiu para 2,6% em março, ante 2,24% no fim do ano passado e 1,84% em março. O indicador considera operações com mais de 90 dias de atraso.

Inadimplência

O BB registrou, no primeiro trimestre, um aumento nas operações com atraso de 15 a 90 dias, que passaram de 1,67% da carteira de crédito em dezembro de 2015 para 2,24% em março de 2016. Também houve crescimento na comparação com março do ano passado, quando o indicador estava em 2,14%.

Os dados mostram a chamada pré-inadimplência e costumam ser olhados pelo mercado porque podem sugerir um aumento nos níveis de calote mais à frente. Os índices de inadimplência consideram apenas operações em atraso a partir de 90 dias.

O volume de operações renegociadas pelo banco ainda cresceu na comparação anual, mas teve uma queda frente à expressiva quantidade de operações repactudas por atraso no quarto trimestre. Nos primeiros três meses deste calendário, o banco renegociou R$ 3,6 bilhões por atraso, ante R$ 1,8 bilhão no mesmo período de 2015 e R$ 6 bilhões entre outubro e dezembro.

O saldo de operações renegociadas por atraso subiu de R$ 19,6 bilhões em dezembro para R$ 22 bilhões em março. Em março de 2015, estava em R$ 10,2 bilhões. A inadimplência dessas operações também piorou, e encerrou março em 19,5%, ante 16,1% em dezembro e 15,6% no mesmo mês do ano passado.

321528  - 17andre -  12 Mai 2016, 12:49
BBAS3,
Provisão contra calote faz lucro do Banco do Brasil encolher 57,5%
http://www.valor.com.br/financas/4559313/provisao-contra-calote-faz-lucro-do-banco-do-brasil-encolher-575 ou as ferramentas oferecidas na página.
BBAS3 vocês acham barato o P/L do banco?
Está interessante.

Mas deve cair pois a perspectiva é de ROE de até 14%, segundo a própria administração.

Sem não - recorrentes (comuns nos últimos anos), o lucro pode buscar os R$ 10 bilhões.

O atual P/L esta inchado por causa do lucro nao recorrente da venda do setor de cartoes para a Cielo...e o BB deve ter U$$ 1,2 bilhoes em provisoes para devedores duvidosos referente a recuperacao judicial da Sete Brasil... eu li isso num informe no site da Socopa...
Isso fora as provisoes das outras empresas... outra empresa que esta muito mau das pernas e deve uma fortuna para o BB e tambem corre o risco de uma eventual recuperacao judicial é a OI... tudo isso sem nem falar de alguma intervenção que o governo venha a fazer no BB...
Eu ja devo estar sendo considerado o profeta do apocalipse por aqui... por bater tanto nessa tecla... mas o preço das acoes nao chegaram a cair abaixo de 13,00 nesse ano a toa...
Eu nao estou comprado em BBAS3 nem em outras acoes no momento... e nem tenho planos de comprar...
Mas para quem esta comprado ou pretende comprar, o momento requer muita atenção...
Principalmente porque o Case da Sete Brasil nao afeta somente o BB, mas todos os grande bancos...
A Sete Brasil pode ser a ponta do iceberg do subprime brasileiro... e estourando um caso grande... e absolutamente normal que outros tambem estourem...
Eu nao levantei os dados... nao tenho planilhas... nao sou analista financeiro...nem nada disso...
Mas cuidado pessoal... antes de entrarem firme nas acoes dos bancos... levantem os dados dos emprestimos às empresas que estao mau das pernas...
Eu desejo estar totalmente enganado... mas pode vir mais um cataclisma por ai... 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
319032  - ispholambra   -  15 Mar 2016, 14:39
BBAS3/Sete Brasil
Alem do aporte que a Previ fez com recursos proprios na Sete Brasil... o BB tem cerca de U$$ 1,2 bi aportados na companhia... que agora esta enfrentando problemas contratuais com a Petrobras, que quer reduzir o numero de sondas contratadas e o preço do aluguel das que forem contratadas...
A Sete esta tentando pedir recuperacao judicial... mas os socios, principalmente Previ e CEF nao estao entrando em acordo sobre o assunto...
A Sete deve cerca de R$ 14 bilhoes...e a Recuperacao Judicial parece ser a unica solução...
Ou seja... talvez já no proximo trimestre U$$ 1,2 saiam do balanço do BB em provisao para perdas...

Li tudo isso num informe no site da Socopa... quem tiver conta la tambem pode ler...

E estou postanto, so para que nos, pequenos investidores, tenhamos nocao dos perigos e desafios que enfrentamos diariamente na renda variável...

318902  - small caps   -  12 Mar 2016, 03:14
BBAS3.

Alta excelente de BBAS3. Grande cisne negro apareceu com a delação premiada do Delcídio e a condução coercitiva do Lularápio para depor.

O banco previu um resultado ruim para este ano, com ROE de 11 a 14%. Péssimo para um bancão, pois tem vários negócios, como seguradora e Cielo que rodam a ROE's exorbitantes... Quer dizer que a área de empréstimos andou fazendo muito "benevolência" a quem não poderá quitar empréstimos...

Creio que o lucro recorrente do banco vai ficar ao redor dos R$ 10 bilhões (além das recuperações judiciais de empresas e recessão, tivemos aumento de impostos sobre o lucro - CSLL). Isto dará ROE no TOPO da previsão da administração.

P/L 6,5. Razoável. DY ao redor de 4% com a política de payout divulgada.

Dai você tem a opção de comprar BBRC11 para receber em até 1 ano 1% a.m. e contrato de quase 10 anos, reajustados pela inflação. DY de 12%.

E, ai, você decide. Que risco prefere correr aos preços atuais?

Evidente, a aposta em BBAS tem um plus enorme da irracionalidade de um rally político. Botei há 2 meses aquele gráfico do rally argentino.

Portanto, racionalmente a opção pode ser uma. Para aproveitar o rally, a alternativa é outra. O foco de cada um define o melhor caminho a seguir.

318629  - los_gomes  -  07 Mar 2016, 13:19
Moderador
BB precisa elevar sua fatia no mercado de adquirência, diz vice-presidente


SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil vai ampliar contato comercial com concorrentes da Cielo, da qual é sócio, buscando alcançar maior participação no mercado de adquirência de cartões, disse o vice-presidente de Negócios de Varejo do banco, Raul Moreira.

Segundo o executivo, a participação atual do BB no mercado de adquirência não condiz com a relevância da instituição no setor bancário e uma série de ofensivas está sendo planejada para corrigir isso.

"Hoje estimamos nossa participação na atividade de emissão de cartões em cerca de 24 por cento e apenas de 16 por cento na atividade de credenciamento", disse Moreira à Reuters.

Embora as grandes adquirentes sejam controladas por bancos -- a Cielo, líder com 52 por cento do setor, é controlada por BB e Bradesco, a Rede é do Itaú Unibanco e a GetNet pertence ao Santander Brasil - os lojistas que adquirem um aparelho para processar pagamentos com cartões, o chamado POS, podem escolher o banco para se relacionar.

Na prática, o BB avalia que independente da credenciadora que escolhem - e em boa parte dos casos, operam com mais de uma - o banco não é parceiro comercial preferido dos lojistas, mesmo sendo o maior banco do país em crédito e ativos.

Para tentar reverter esse cenário, o BB vai atuar em três frentes, disse Moreira. A primeira é o uso da rede capilarizada de agências para ampliar o uso de meios eletrônicos em regiões e segmentos econômicos nos quais as transações com cédulas ainda são maioria.

"Só com isso achamos que podemos aumentar nossa participação de mercado entre um e dois pontos percentuais", disse Moreira.

Em outra frente, o BB também vai tentar convencer lojistas a ter o banco como principal parceiro, mesmo que usem uma credenciadora rival da Cielo.

"Naturalmente sempre teremos a Cielo como nosso principal parceiro comercial", ressalvou Moreira. "Mas não temos exclusividade com a Cielo."

Por último, o banco está avaliando oportunidades do mercado, embora não esteja analisando nenhuma aquisição no momento, afirmou o executivo.

A declaração vem após a Reuters ter publicado no mês passado que BB e Bradesco, por meio da joint venture Elopar, estavam negociando a compra da Elavon, adquirente de menor porte que tem o Citigroup como sócio. As negociações teriam enfrentado questões do órgão de defesa da concorrência, o Cade.

A revelação levou investidores a se questionarem sobre qual motivação faria BB e Bradesco serem donos de uma adquirente rival da Cielo, eventualmente provocando uma competição interna.

Segundo Moreira, embora entenda que pode ampliar sua participação bancária na adquirência, do ponto de vista societário o BB está satisfeito com a Cielo. Ele também negou que haja pressão do banco para obter maiores repasses de recursos da adquirente.

"O relacionamento está extremamente a contento do banco. Não há motivo para mudar a robustez da nossa parceria com a Cielo", disse Moreira.

318374  - ispholambra   -  02 Mar 2016, 16:16
BBAS3... A tragedia...

Empresas com fundamentos politicos e dificil de analisar... pois as cotacoes nao oscilam em virtude dos fundamentos... mas sim em virtude das noticias nos bastidores da politica... tanto e assim que BBAS3 subiu bem esses dias... esta subindo hoje e tende a subir mais...
Mas vamos nos ater ao anuncio dos JCP de hoje...
Eu quero muito estar errado... muito mesmo... e se a situacao realmente esta como aparenta... torço para que se reverta isso o mais rapido possivel...
Poucos se ativeram ao valor dos JCP distribuidos hoje... mas se eles a grosso modo, significarem uma projeção de 25% do lucro do trimestre... o negocio esta bem feio...
Vejamos... se 275 milhoes (que foi o montante anunciado, o qual arredondamos) é 25% do lucro...o lucro projetado do trimestre seria de 1,1 bilhao... e se anuarlizarmos isso chagamos a 4,4 bi no ano... o que seria uma tragedia, pois em 2015 o lucro foi de 14 bi...
Eu tenho esperanca que esses JCP anunciados nao sejam os 25% do lucro do trimestre, e que quando do anuncio do resultado trimestral for feito sejam declarados mais JCP ou dividendos aos acionistas...
Mas se 1,1 bi for o lucro do trimestre... e se isso nao for rapidamente revertido... os acionistas vao ter de por as barbas de molho ...

318074  - ispholambra   -  26 Fev 2016, 17:49
BBAS3
Para quem estranhou a diminuicao do payout para 25% do LL, aqui vai uma explicacao plausivel... a inadimplencia...
Acredito que ainda existam um estoque grande de operacoes de credito que foram contratadas no auge da baixa de juros ocorrida entre 2012 e meados de 2014... e hoje com o aumento da inflação e dos juros, se essas operacoes nao estiverem com rendimento negativo, estao com uma margem financeira muito pequena, praticamente inexpressiva no cenario atual... bem verdade que hoje o BB trabalha com taxas de mercado e para as novas operacoes, a margem financeira e muito boa, mas essas ainda devem ser muito pequenas, quando considerado o estoque total... isso sem falar do estoque de operacoes de Fies e Minha Casa Minha Vida...
Entao diante de um cenario desses... e de se esperar que o lucro va minguando aos poucos e que o payout seja diminuido...
Aliado a tudo isso... temos um aumento muito forte da inadimplencia... que ainda e menor que a dos demais bancos... mas que para as condicoes da carteira de credito do BB e devastadora...
Pelo balanço de 2015, nas demonstracoes individuais, vemos que o resultado bruto da intermediacao financeira foi de 14,9 bi, ante 23,8 bi de 2014... ou seja... mesmo o BB aumentando as taxas... o resultado foi menor... isso e explicado em boa parte pelo aumento da inadimplencia e em menor parte pelo aumento das taxas de juros as quais aumentam o custo de captacao...
Ou seja, quando o banco tem uma margem financeira baixa, quaisquer aumentos dos juros e da inadimplencia causam oscilaçoes que podem ser devastadoras...
E ainda estamos no meio da crise... nem luz no fim do tunel conseguimos enxergar ainda... acredito que seja esse o motivo da diminuicao do payout...
É certo que o BB nao esta assistindo imóvel esse cenario... esta sendo implementado uma reorganizacao bem profunda, que ocasionara o fechamento de muitas e muitas agencias, e a provável reducao do quadro de funcionarios, o que reduzira significativamente os custos... mas essa sao medidas que funcionam bem para o longo prazo, pois num primeiro momento geram ainda mais despesas...

É só uma opiniao... nao e indicacao de venda ou de compra... indico que cada um estude os seus ativos e tirem as suas proprias conclusoes...

318031  - small caps  -  26 Fev 2016, 01:41
BBAS foi dureza essa redução de pay out na medida em que essa retenção não redundará em aumento do lucro...

O ROE recorrente previsto pelo guidance é mais uma vez mantido na tendência de queda e será abaixo da SELIC... se der sorte bate na inflação... Claro que há um belo desconto...

Mas dormir com DY de 15% deste ano e acordar com uma previsão de receber 8%... é uma baita revisional negativa...

318003  - ruymg   -  25 Fev 2016, 17:55
BBAS3

1 - Lucro veio inferior ao 4Tri2014
2 - Payout caiu de 40% para 25%
3 - Possibilidade de votação dos Planos Economicos.
4 - Se aparecer nome do Bco Brasil no lava jato, ai mesmo desce ladeira.

Acho que ação tende a cair.

318002  - WK2007   -  25 Fev 2016, 17:51
Resultado do BB muito fraco.
Bons bancos médios estão apresentando melhor rentabilidade e com melhor governança, como o ABC por exemplo.
Pelo guidance, o roe do BB não deve melhorar.
Considerando os bons desempenhos de BBSE e CIEL, bem como de tarifas, pode-se concluir que as operações de crédito são muito ruins, por isso que não se pode achar que o banco é barato apenas em razão das suas participações nessas duas companhias.
Enfim, só acho que vale a pena comprar BBAS para quem opera bem lançamento coberto de opções. 

317994  - NumBroker   -  25 Fev 2016, 14:46
Itaú sobre Banco do Brasil

Banco do Brasil – Resultados mais fracos do que o esperado

O Banco do Brasil reportou os seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2015 hoje antes da abertura do mercado. Os nossos analistas do setor de Bancos avaliam que os resultados vieram abaixo das suas expectativas e acreditam, portanto, em uma reação negativa dos papéis no pregão de hoje.

O lucro recorrente do banco caiu 8% tri-contra-tri, com um retorno sobre o patrimônio líquido de 13,4%, abaixo do seu custo de capital. Os nossos analistas comentam que os resultados do banco foram afetados por um nível maior de provisões e maiores despesas operacionais.

Além disso, o guidance reportado pelo banco indica uma rentabilidade estável em 2016, com uma expansão modesta da carteira de crédito entre 3 a 6%. Assim, mantemos a nossa recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) para o BBAS3, baseado principalmente no valuation extremamente descontado do banco.
BB vai pagar 8 centavos de juros referente 4/15
Alguém poderia explicar o racional desta decisão?
317987 - stlanna - 25/Fev/2016 13:23
Cumprir a política/obrigação de pagamento de dividendos aos acionistas, que agora teve payout reduzido de 40% para
25%, conforme fato relevante de 23/02/2015.

317989  - Jonas_Schwingel  - 25 Fev 2016, 13:47
No entanto, como quase tudo na vida, o FR da redução do payout tem prós e contras. Os prós, já mencionados por alguns colegas acima, se resumem no fato de que quando uma empresa retém mais lucro ela se torna mais sólida. A piora no indicador DY acaba acarretando uma melhora em outros indicadores. Mantenho posição no papel pois foi montada com rendimentos de FIIs e a intenção é deixar essas ações para longo prazo, aguardando o fim do período de domínio petralha. O banco ainda continua barato e já atingi minha alocação pretendida. Mas se cair mais, a alocação voltará a ficar incompleta, então voltarei a comprar.

318008  - almogaver  - 25 Fev 2016, 19:46
Pois foi justamente esta a pergunta. No momento em que o planalto mais precisa de receitas não vai contar com juros e dividendos, certo?
Independência do BB?
Ou o governo está pensando em fazer uso das reservas do banco de outra maneira? 

318012  - stlanna   - 25 Fev 2016, 22:15
Então, de acordo com fato relevante esses são juros sobre capital complementares. Veja:

"Além disso, R$ 766.530.260,42 foram pagos em 30/12/2015 a título de remuneração aos
acionistas sob a forma de JCP, conforme Aviso aos Acionistas de 27/11/2015."

De outro lado, conforme já comentado aqui, a redução do payout visa fortalecer o próprio Banco, que já aumentou em 40,9% as provisões para devedores duvidosos. Há poucas semanas foi noticiado na mídia empréstimo de 4 bilhões para a petrobras.
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317985  - los_gomes  -  25 Fev 2016, 12:43
BB tem lucro líquido 15% menor no 4º tri; inadimplência sobe

SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil teve lucro menor no quarto trimestre, resultado afetado por baixo crescimento do crédito e maiores provisões para perdas com calotes.

O maior banco do país em ativos teve lucro líquido de 2,512 bilhões de reais no período, queda de 15,1 por cento sobre um ano antes. Na base ajustada, o lucro foi de 2,648 bilhões de reais no período, queda de 12,3 por cento sobre um ano antes. A previsão média de oito analistas ouvidos pela Reuters apontava para lucro ajustado de 2,509 bilhões de reais.

Um dos fatores que pesaram no resultado foi a expansão fraca da carteira de crédito ampliada, de 6,9 por cento, a 814,8 bilhões de reais. A carteira no país evoluiu apenas 5,9 por cento em 2015, abaixo da previsão do BB, de 7 a 11 por cento. A carteira do agronegócio foi destaque negativo, subindo 6,1 por cento, contra expansão prevista de 10 a 14 por cento.

Além disso, o índice de inadimplência, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, atingiu 2,38 por cento, acima dos 2,19 por cento do trimestre anterior e dos 2,03 por cento do último trimestre de 2014.

Para 2016, o BB afirmou que espera um crescimento da carteira de crédito ampliada de entre 3 e 6 por cento no Brasil. Para o agronegócio, a expectativa é de alta de 6 a 9 por cento.

Diante do cenário de recessão do país, que pode piorar ainda mais a qualidade da carteira de empréstimos, o BB provisionou 7,33 bilhões de reais para perdas com calotes, um salto de 40,9 por cento na comparação ano a ano. No acumulado de 2015, a provisão para essa linha também ficou acima da faixa prevista.

Com isso, a rentabilidade sobre o patrimônio líquido no trimestre caiu a 11,4 por cento, ante 14,6 por cento do último trimestre do ano anterior.

317922  - Ronimendes  -  24 Fev 2016, 04:08
Os maiores atrativos de BBas3, em comparação com bbdc4 ou itub, são 2: 1) Dy maior 2) possibilidade de disparar fortemente com ruídos do mundo político que indiquem uma saída da anta ou prisão do Barba ou derrota eleitoral do pt. Quanto ao primeiro ponto, os dividendos em "cash" do BB são bem maiores, mas se formos pensar em reinvestimento dos proventos nas próprias ações, bbdc4 e itub são mais atrativos, pois dão bonificação de 10%. E são muito melhores como empresas. O forte mesmo do BB eh o ponto 2, na minha opinião. E o ponto 2 eh especulação, pura e simples. Nos últimos 12 meses o lucro por ação do bbas3 foi de 5,10. Supondo q, e apenas supondo, que o mercado perceba que em 2016 o lucro seja o mesmo (o q acho difícil), seriam 1,25 de dividendos. Se Mr. Market continuar exigindo de Bbas3 com um DY de 15%, a cotação deveria cair para cerca de 8 reais. PAULADA!!!!!! Acho q a queda não chega a tanto, mas..... Tenho BBas3 em carteira. 1,5% da carteira total. Não ficaria assim tão feliz com esse derretimento, mas se Mr. Market pirar o kbecao e mandar bbas3 pra oito conto, Da pra aumentar legal, hein?

317927  - pinheiro87  -  24 Fev 2016, 12:56
Sobre BBAS3: Payout antigo era em torno de 40%. No curto prazo diminuição é ruim, pois entrará menos $$$ no bolso, no longo prazo demonstra comprometimento com a estrutura de capital e sensibilidade com o momento difícil do mercado. Sinaliza algo importante também, mesmo com o governo em crise precisando desesperadamente de $$$, o banco demonstra independência ao decidir diminuir a ração. É verdade que pode usar o dinheiro para aumentar a oferta de crédito, mas acho que não é o caso, li algumas matérias dizendo que bancos públicos estão mais conservadores com a concessão de crédito (coisa que ITUB e BBDC já estavam há tempos, é verdade) e que as taxas praticadas pelo BB e CEF já estão equivalentes às dos bancos privados, ou seja, ninguém está mais dando bobeira.
Apesar de doer num primeiro momento considero a notícia boa pois é uma sinalização de que estão comprometidos em primeiro lugar com a saúde financeira do banco e não com a necessidade de caixa do controlador.

316749  - TraderCenter  -  02 Fev 2016, 19:16
Em 2014, o Banco do Brasil negociou R$ 56 milhões em 1.376 contratos. Ou seja, de 2014 para 2015, o BB registrou crescimento de 66% em volume de negócios com o ativo.

As negociações com ouro acumularam, em 2015, ganhos de 23,59% na comparação com o ano anterior, perdendo apenas para o dólar, de acordo com o Banco do Brasil (BB), o principal custodiante de ouro do mercado brasileiro, com quase um terço do volume negociado. No banco, o volume negociado chegou a R$ 93 milhões referentes a 2.306 contratos.

Em 2014, o Banco do Brasil negociou R$ 56 milhões em 1.376 contratos. Ou seja, de 2014 para 2015, o BB registrou crescimento de 66% em volume de negócios com o ativo.

No país, o total de negócios realizados na Bolsa de Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBovespa) no ano passado chegou a 3.095, totalizando cerca de R$ 300 milhões. Em 2014, o total de negócios realizados na BM&FBovespa foi 2.381, somando cerca de R$ 309 milhões.

O BB atua neste mercado em duas modalidades de investimento: lingote, comercializado em barras de 250 gramas (g); ou escritural, comercializado em múltiplos de 25g, modalidade destinada aos clientes que acompanham a variação da cotação do metal, sem a necessidade de retirada física do ouro.

Do total negociado pelo Banco do Brasil, a modalidade escritural corresponde a 74% das operações. O volume reflete a entrada de pequenos investidores no mercado, já que o valor de aplicação corresponde a 10% das negociações com o ouro lingote, informou o banco.

O Banco do Brasil informou ainda que vai oferecer, “em breve”, a compra e venda do ouro na modalidade escritural pela internet e dispositivos móveis por meio da sua nova plataforma home broker.

Os contratos futuros do ouro encerraram em alta nesta segunda-feira, 1, influenciados por temores sobre o crescimento global que elevaram a procura dos investidores por ativos seguros.

Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos do ouro para abril fecharam a US$ 1.128,00 por onça-troy, alta de US$ 11,60 (1,04%). Este é o nível mais alto em quase três meses.

Os mercados acionários asiáticos encerraram em direções divergentes no primeiro pregão da semana, mas a bolsa de Xangai terminou em queda de 1,8% após a divulgação do PMI industrial oficial da China, que recuou para 49,4 em janeiro, de 49,7 em dezembro. Este é o sexto mês de contração do indicador e o menos patamar desde agosto de 2012. Temores sobre a segunda maior economia do globo esfriaram os pregões na Europa e nos Estados Unidos, alimentando a procura por ativos seguros.
Para Fabio Colombo, administrador de investimentos, o tom positivo do ouro reflete os ganhos de 5% do metal no exterior. “O ouro continua sendo uma opção conservadora para a diversificação”, explicou.

No mesmo sentido, Colombo disse que a divisa norte-americana também é uma opção para diversificação de portfólio, vista como uma forma segura de investir caso o cenário continue incerto e a balança de pagamentos pressionada.

Na terceira posição do ranking, os títulos indexados ao IPCA, com o IPCA de janeiro projetado em 1,08%, devem fechar com bons resultados, com rendimento bruto, na faixa de 1,40% a 1,55%, dependendo do prazo do papel.


Ibovespa

A Bolsa de Valores amargou o último lugar no ranking, puxada pela piora do cenário externo. Entre os fatores que preocuparam o investidor local em janeiro, vale destacar a desaceleração da economia chinesa, a desvalorização do yuan e o recuo dos preços do petróleo nos mercados internacionais a patamares históricos muito baixos.
“O debate sobre o processo de aumento da taxa de juros nos Estados Unidos, e suas consequências para a economia mundial também pesaram sobre o comportamento dos agentes domésticos”, disse Colombo.


Da cena interna, os desdobramentos da Operação Lava Jato, a surpreendente manutenção da taxa de juros pelo Copom (Comitê de Política Monetária) e a possível guinada populista da política econômica contribuíram para a aversão ao risco do investidor local.

O ouro liderou os rendimentos em janeiro, com ganho nominal (sem descontar a inflação) de 4,80%, e serviu de âncora para os investidores avessos a riscos nesse turbulento começo de ano. A opção de investimento bateu até mesmo o dólar (Ptax, cotação do Banco Central), que registrou avanço de 3,53% no período em relação a dezembro

Na sequência, o melhor investimento no mês foi o euro (BC), que avançou 3,11% em termos nominais. O IMA-B — índice que reflete o desempenho médio das NTN-Bs (Notas do Tesouro Nacional – Série B), títulos atrelados à inflação — teve avanço nominal de 1,91% no mês e sinalizou que a melhor opção na renda fixa foi a aposta em papéis corrigidos pelo IPCA. A inflação estimada para o mês de janeiro é de 1,05%.


Os demais ativos de renda fixa monitorados pelo Valor empataram com a inflação projetada. O Certificado de Depósito Interfinanceiro (CDI), referencial das aplicações conservadoras, registrou variação nominal de 1,05% no mês, mesma taxa estimada para o IPCA. A caderneta de poupança, porém, perdeu da inflação.

Os investidores do mercado de capitais tiveram que amargar um primeiro mês difícil para o Ibovespa. O principal indicador da bolsa brasileira perdeu 6,79% em janeiro, sem descontar a inflação. Já o Índice Small Caps, das ações de empresas de menor porte, verificou queda nominal de 8,46% e o IDIV, índice de dividendos, de 9,54%.

314315  - ispholambra  -  05 Jan 2016, 02:03
BBAS3

Hoje tambem fiz uma fezinha nessa ação... posicao pequena ainda... e que vai crescer bastante com a aplicaçao dos proximos rendimentos dos FIIs nos proximos meses...
O que me levou a comprar? A mudança de rumos que o BB esta realizando...
Eu nao faço ideia de quanto de PCLD ainda vai ter de ser aprovisionada... e nem do que o governo ainda poderá fazer de intervenção... mas que o BB vem mudando de rumos... isso vem...
O mote agora e a rentabilizacao... a concessao criteriosa de credito.... o combate a inadimplencia... a comercializacao de produtos e serviços...
A margem financeira aumentou bastante nos ultimos meses... e as taxas estao salgadas... e a prioridade e conceder creditos com garantias fortes...
A partir desse semestre as agencias serao avaliadas principalmente pelo resultado que apresentam na ultima linha do balanço... ou seja... tem de dar lucro...
Como investidor eu gostei bastante dessa mudança de paradigma... tando que fiz uma pequena fezinha...
Nao e indicacao de compra... tudo pode dar estupendamente errado e ocasionar a perda do meu precioso capital...

311156  - paulo_prof  -  13 Nov 2015, 20:27
Mais uma daqueles mágicas de bancos que com um prejuízo operacional de R$ 3,5 bilhões conseguem lucro líquido de R$ 3 bilhões, com hedge accounting, diferimento de ativo fiscal e o diabo-a-quatro ...

Boa parte do Resultado Operacional Negativo do 3T15 é devida a uma despesa voluntária de provisão
para créditos de liquidação duvidosa (R$ 2,4 bilhões).

A "qualidade" da carteira expandida de créditos passou de 3,69% no 2T15 para 4,93% no 3T15. Destes, entretanto, 0,54% correspondem à provisão voluntária adicional, ou seja, uma "gordurinha" que no futuro poderá transformar-se em lucro (ou ser comida pela inadimplência).

Os créditos baixados a prejuízo no trimestre diminuíram, passando de 2,42% anualizados no 2T15 para 2,37%.

BBAS3
PREÇO: R$ 17,09
PAYOUT (2014): 40,26%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com expurgo dos efeitos da parceria BB/ELO-CIELO)
P/L 4,10
P/VPA 0,57
DY 9,82%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,167
ROAE 13,9%
ROAA 0,74%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 17.317.162
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 2,42%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 4,93%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T14:(com expurgo dos efeitos da parceria BB/ELO-CIELO)
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -28,3%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +9,0%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +8,8%
RESULTADO OPERACIONAL -51,8%
RESULTADO LÍQUIDO +2,9%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +38,6%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +18,5%

b) 3T15 sobre 3T14
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -99,4%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +10,1%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +12,2%
RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo
RESULTADO LÍQUIDO +10,1%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +88,6%
PATRIMONIO LÍQUIDO +3,2%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO -7,9%
PDD TOTAL +31,4%
ATIVOS TOTAIS +10,0%

c) lucro liquido (expurgado o lucro líquido da parceria BB/ELO-CIELO e a venda da BBSE)
UA 2,86%
U2A -1,52%
U3A 1,25%

d) patrimônio líquido médio
UA 10,67%
U2A 14,04%
U3A 10,58%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 41,67

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -20,0%

310964  - stlanna  -  12 Nov 2015, 10:44
BBAS3:

O Banco do Brasil, maior instituição financeira do país em ativos, anunciou nesta quinta-feira (12) que teve lucro líquido de R$ 3,06 bilhões no terceiro trimestre, crescimento de 10,1% sobre o mesmo período de 2014.

Em bases recorrentes, o lucro do BB foi de R$ 2,881 bilhões, praticamente estável ante os R$ 2,885 bilhões de um ano antes. A previsão média de analistas consultados pela Reuters era de que o lucro excluindo efeitos extraordinários seria de R$ 3,017 bilhões.

O banco também revisou algumas projeções, incluindo a expectativa de crescimento da carteira de crédito da pessoa jurídica este ano para 5% a 9% ante 7% a 11% estimados anteriormente

O Prof. uma vez usou o intervalo de BBAS como liquidez.
Não sei se agora estamos em situação semelhante aquele ciclo anterior de variação em BBAS( foi de 18 à 24/26 e até 28)
Como fazer um caixa de liquidez mais eficiente?
O melhor caixa que já vi foi do Prof.com BBAS. 
Agora aumentou volatilidade em BBAS, acho que não é mais aquele relógio de antes.
Na minha opinião, BBAS3 é hoje um ativo muito mais arriscado do que em outros carnavais ... no que me concerne, o resultado do 3T15 é uma completa incógnita ... inclusive, no caso do banco acabar postando um prejuízo, não poderei dizer que seria uma completa surpresa.

Há que se ver como o banco lidou com a inadimplência e se conseguiu obter pelo menos um sucesso parcial em sua política de hedge como proteção ao enorme passivo em moeda estrangeira (a desvalorização do real no 3T15 foi de "apenas" 30% !!!). Por outro lado, não se pode descartar uma nova interferência de nossa anta em Brasília, ordenando que o banco aumente o crédito com redução nos juros.

Em consequência, acho que o preço da BBAS3 não é mais ditado pelos fundamentos, com flutuações influenciadas pela política ... O preço hoje parece variar exclusivamente ao sabor da política.

Em consequência, no caso de minha carteira BBAS3 tem sido objeto de day-trade eventual ... sinceramente, não me sinto confortável em dormir comprado ... porque não tenho um preço piso de referência ditado por fundamentos.

A coisa funciona mais ou menos assim: o clima do dia é positivo? então compra no leilão de abertura (ou espera a provável correção após o leilão) e vende durante ou no final do pregão. Um stop adequado limita eventuais perdas.

O pregão de ontem pode ser utilizado como exemplo típico ... depois das declarações da anta na Suécia, era razoável supor que a BBAS3 reagiria ... 
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308109  - paulo_prof  -  29 Set 2015, 02:23
Quem der uma lida nas últimas demonstrações financeiras do BB vai perceber que as dívidas subordinadas e os bônus perpétuos (instrumentos híbridos de capital e dívida) totalizam USD 10,66 bilhões que, em 30JUN2015 correspondiam a R$ 33,52 bilhões. O custo médio ponderado deste endividamento é de 7,56% a.a., ou 1,84% ao trimestre.

O custo deste endividamento no 3T será de USD 196,1 milhões. Por outro lado, a desvalorização cambial no 3T deverá emplacar aprox. 30% !!!!

Se considerarmos um dólar médio, no trimestre, a R$ 3,50 o custo do endividamento seria de aprox. R$ 686 milhões. Mas devido a desvalorização cambial, o endividamento externo expresso em reais aumentará mais de R$ 10 bilhões !!!! Apesar de não representar um efeito caixa, esta "despesa" com a desvalorização cambial terá que ser contabilizada ...

Além de ativos em USD (que não preocupei em individualizar) o banco deve ter instrumentos derivativos de proteção ... ninguém garante, entretanto, que estes instrumentos sejam capazes de "hedgear" o endividamento em USD de forma apropriada ...

Moral da história ... acho que o resultado do 3T15 pode ser qualquer coisa ... e se o BB acabar postando um prejuízo no 3T15, não poderá ser considerado surpresa!

[...]
BBAS3 surpreendentemente barato;
[...]

300635 - effexop  -  06 Jul 2015, 23:03
Por mais que eu saiba, sempre me espanta como nossas large caps viraram um playground para os gringos.

BBAS3, a empresa estatal com mais sócios PF na bolsa... 338 mil sócios...
Free float de 29%. Sendo que 20% estão nas mãos de gringos, ou seja, mais de 2/3 do free float... Apenas 5% do total das ações estão nas mãos das PF.
Nos resta apenas imaginar o preço que essas ações estariam se a bolsa fosse fechada ao capital estrangeiro como já foi outrora e não tivesse de competir contra taxas de juros negativas de bonds pelo mundo afora.

Por isso acredito nas small caps e nos FIIs, nessas águas os gringos nadam com muita dificuldade.

Slide 2 da apresentação que foi feita na Comissão Mista sobre reforma da lei das estatais:
http://www19.senado.gov.br/sdleg-getter/public/getDocument?docverid=35ab490f-28fd-431f-82fc-93d4d1ecadeb;1.0

297310  - paulo_prof  -  14 Mai 2015, 23:40
No que segue, os efeitos da parceria BB/ELO-CIELO foram expurgados ...

Mais uma resultado pífio, com praticamente todos os indicadores em deterioração.

A qualidade da carteira de créditos vem piorando continuamente desde o 4T13, quando foi de 3,32%. No 4T14 emplacou 3,55% e agora atingiu 3,61%

A inadimplência, que vinha melhorando desde o 1T14, quando atingiu 2,13% e alcançando 1,82% no 4T14, agora piorou para 2,14%.

Em consequência, as despesas de PDD vem aumentando. No 2T14 e 3T14 estavam na faixa dos R$ 4,7 bilhões. No 4T14 passaram para R$ 5,25 bilhões e no 1T15 emplacaram R$ 5,95 bilhões.

Nos últimos 12 meses, as receitas de serviços cresceram 8,4% em relação aos 12 meses anteriores, com as despesas de pessoal, administrativas e tributárias sob controle, crescendo abaixo da inflação (6,7%). No 1T15 em relação ao 1T14 as receitas com serviços avançaram 9,9%, mas as despesas com pessoal, administrativas e tributárias aumentaram 11,3%.

Em resumo, a parceria BB/ELO-CIELO propiciou um lucro líquido não recorrente que propriciou dividendos mais gordos aos acionistas (inclusive o governo que desesperadamente está correndo atrás do resultado primário) e aos funcionários.

No mais é resultado para se esquecer!

Na minha opinião, o ativo está relativamente bem precificado !!!

BBAS3
PREÇO: R$ 25,96
PAYOUT (2014): 40,3%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 6,50
P/VPA 0,87
DY 6,20%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,996
ROAE 13,4%
ROAA 0,73%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 15.677.839
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,89%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,61%

Taxas de Crescimento Nominal (com expurgo dos efeitos da venda da BBSE no 2T13 e parceria BB/ELO-CIELO no 1T15)

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T14:(com expurgo dos efeitos da venda da BBSE e parceria BB/ELO-CIELO)
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -6,2%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +8,4%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +6,7%
RESULTADO OPERACIONAL +0,2%
RESULTADO LÍQUIDO +0,0%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +20,0%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +6,9%

b) 1T15 sobre 1T14 (com expurgo dos efeitos da parceria BB/ELO-CIELO)
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -38,6%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +9,9%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +11,3%
RESULTADO OPERACIONAL -53,5%
RESULTADO LÍQUIDO -2,6%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +35,0%
PATRIMONIO LÍQUIDO +13,7%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +11,4%
PDD TOTAL +20,1%
ATIVOS TOTAIS +11,2%

c) lucro liquido (expurgado o lucro líquido da venda do BBSE e da parceria BB/ELO-CIELO)
UA -0,01%
U2A -4,53%
U3A -1,51%

d) patrimônio líquido médio
UA 14,78%
U2A 12,98%
U3A 11,17%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 39,96

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -10,0%

297277  - ACT2010  -  14 Mai 2015, 17:54
Professor Paulo!!!
Não entendi a reação do mercado à divulgação dos resultados do BBAS3.
Acredito que foi muito bom e uma queda de 4% hoje me parece um exagero.
Quais suas impressões, professor?

297241  - dusteffen  -  14 Mai 2015, 13:34
Lucro do BB mais que dobra no trimestre e alcança R$ 5,8 bilhões

Por Fabiana Lopes e Daniela Machado | Valor

SÃO PAULO -
(Atualizada às 10h23) O Banco do Brasil (BB) teve lucro líquido contábil de R$ 5,818 bilhões no primeiro trimestre, com alta de 117,3% sobre o mesmo período do ano passado.

A instituição citou que, em razão do acordo de associação entre Cielo e BB Elo Cartões no segmento de meios eletrônicos de pagamentos, concluída em fevereiro, houve um impacto no resultado do BB no trimestre de R$ 3,2 bilhões.

Em termos ajustados, que exclui o impacto não recorrente gerado pela associação BB Elo-Cielo, o lucro foi de R$ 3,025 bilhões, o que representou crescimento de 24,2%. Esse resultado foi influenciado pelo avanço das receitas e apesar do aumento significativo nas provisões para crédito de liquidação duvidosa, que acabou por reduzir a margem financeira líquida.

O desempenho ajustado ficou praticamente em linha com as expectativas no mercado. A média das projeções de analistas consultados pelo Valor apontava lucro de R$ 2,98 bilhões no período.

A carteira de crédito ampliada do banco encerrou o primeiro trimestre com saldo de R$ 776,9 bilhões, aumento de 11,1% em um ano e de 2,1% em relação a dezembro.

No portfólio de pessoa física no país, a maior expansão se deu na linha de financiamentos imobiliários, com saldo de R$ 30,4 bilhões e crescimento de 45,5% em um ano. Com a maior representatividade, a carteira de crédito consignado somou R$ 64,7 bilhões, com alta de 4,1% em 12 meses. Por outro lado, os financiamentos de veículos continuaram a cair, mostrando recuo de 6,6% na comparação anual, para R$ 32,4 bilhões.

Nos empréstimos direcionados à pessoa jurídica, a carteira de pequenas e médias empresas ficou praticamente estável, em R$ 100,4 bilhões, enquanto a de médias e grandes corporações se expandiu 12%, para R$ 160,2 bilhões. O portfólio de governo foi o que mais cresceu, com elevação de 63,8%, a R$ 33,4 bilhões.

O índice de inadimplência acima de 90 dias atingiu 2,05%, acima dos 2,03% reportados no quarto trimestre de 2014 e do patamar de 1,97% em igual período do ano passado.

O banco também mostrou piora significativa no nível de provisão para créditos de liquidação duvidosa. As despesas líquidas somaram R$ 5,792 bilhões no trimestre, com expansão de 47,1% na comparação com o mesmo período de 2014.

Pelo conceito do Banco Central (BC), a carteira de crédito classificada teve expansão trimestral de 1,9% e anual de 11%, a R$ 631,6 bilhões.

As despesas de provisões para crédito duvidoso (PDD) líquidas somaram R$ 5,792 bilhões, com aumento de 47,1% em relação a igual intervalo de 2014.

O BB é o último dos grandes bancos brasileiros listados a divulgar o resultado do primeiro trimestre. Os demais mostraram aumento relevante do lucro, apesar de mais provisões para crédito. O Itaú Unibanco teve lucro contábil de R$ 5,7 bilhões de janeiro a março, com crescimento de 29,7%. O Bradesco divulgou lucro líquido de R$ 4,2 bilhões, com crescimento de 23,3%, e o Santander Brasil teve lucro de R$ 683,8 milhões, com alta de 31,9%.

282004  -  paulo_prof -  05 Nov 2014, 15:47
Resultado morno ... não foi aquela catástrofe mas está bastante longe de poder ser considerado bom. Embora a inadimplência se medida em relação ao volume total de créditos tenha baixado (era 2,13% no 1T14; passou para 2,09% no 2T14 e agora está em 1,87%), a qualidade da carteira de crédito (PDD como percentual da Carteira Total de Créditos) está piorando (de 3,35% no 1T14 passou para 3,46% no 3T14, com 3,39% ao final do 2T14). A consequência aparece nas despesas de PDD que nos 9M14 já são R$ 2,5 bilhões maiores do que nos 9M13. De uma forma geral, o ativo parece bem precificado. Pessoalmente, se não houver uma visível "virada" no ambiente econômico, não compro acima dos R$ 22-23 !!!

BBAS3
PREÇO: R$ 26,60
PAYOUT (2013): 40,1%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 6,58
P/VPA 0,92
DY 6,10%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,044
ROAE 13,9%
ROAA 0,79%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 14.627.055
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,88%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,46%

Taxas de Crescimento Nominal (com expurgo dos efeitos da venda da BBSE no 2T13)

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 3T13:(com expurgo dos efeitos da venda da BBSE)
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -3,4%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +8,1%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,0%
RESULTADO OPERACIONAL +8,1%
RESULTADO LÍQUIDO -5,7%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +26,3%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +15,0%

b) 3T14 sobre 3T13
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -13,5%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +9,4%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +7,2%
RESULTADO OPERACIONAL -8,7%
RESULTADO LÍQUIDO +2,8%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +22,1%
PATRIMONIO LÍQUIDO +23,2%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +12,9%
PDD TOTAL +17,3%
ATIVOS TOTAIS +13,7%

c) lucro liquido (expurgado o lucro líquido da venda do BBSE)
UA -5,71%
U2A 0,45%
U3A -4,91%

d) patrimônio líquido médio
UA 19,06%
U2A 11,90%
U3A 13,31%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 40,44

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -9,5%

272107  - paulo_prof  -  14 Ago 2014, 17:00
CORRIGIDO (havia um erro na base de ações e no cálculo do preço justo ...)

Não li o relatório ... mas se não há eventos não recorrentes, o ativo parece estar bem precificado ...

A qualidade da carteira de crédito, medida em termos do percentual da carteira total que constitui o PDD, continuou praticamente estável, passando de 3,35% ao final do 1T14 para 3,39%. No que concerne os créditos NPL (inadimplentes), o percentual anualizado de 2,19% no 1T14 caiu para 2,09% no 2T14. O aumento nas despesas de PDD verificadas no trimestre são devidas ao aumento da carteira total de créditos.

BBAS3
PREÇO: R$ 28,73
PAYOUT (2013): 40,1%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com expurgo dos efeitos da venda da BBSE)
P/L 7,20
P/VPA 1,12
DY 5,58%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,993
ROAE 15,6%
ROAA 0,80%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 14.579.702
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,92%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,39%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 2T13:(com expurgo dos efeitos da venda da BBSE)
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -2,0%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +8,3%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +6,6%
RESULTADO OPERACIONAL +15,0%
RESULTADO LÍQUIDO -7,0%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +22,6%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +10,4%

b) 2T14 sobre 2T13
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +26,6%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +4,2%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +4,6%
RESULTADO OPERACIONAL +103,1%
RESULTADO LÍQUIDO +2,2%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +10,8%
PATRIMONIO LÍQUIDO +10,9%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +13,0%
PDD TOTAL +13,9%
ATIVOS TOTAIS +15,3%

c) lucro liquido (expurgado o lucro líquido da venda do BBSE)
UA -7,03%
U2A -0,88%
U3A -4,64%

d) patrimônio líquido médio
UA 12,95%
U2A 8,99%
U3A 11,34%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 39,93

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -7,5%

272097  - GARUDA20 -  14 Ago 2014, 15:02
Excelente o resultado do BB!!! Ainda mais com a revisao do Guidance!

A recompra continua a todo o vapor! Desde o inicio do programa ja recompraram quase 106mi ou R$ 2,4bi.

Bom demais so^!

256693 - paulo_prof  -  07 Mai 2014, 14:45
O resultado do BB foi "morno" ... o que salvou o trimestre foi a tesouraria ... o ganho líquido com as operações de crédito foi sensivelmente menor do que há um ano, impactado por despesas de PDD e de captação no mercado sensivelmente maiores.

Em relação ao 4T13, a "qualidade" da carteira permaneceu estável (o PDD total passou de 3,34% para 3,35%). A inadimplência no 1T14, entretanto, foi maior do que no 4T13, passando de 1,66% (anualizado) ca Carteira Total de Créditos, para
2,19%. As despesas de PDD no trimestre totalizaram R$ 4,4 bilhões ... na história do banco, esta despesa só não foi maior do que no 4T13 (R$ 4,68 bilhões).

BBAS3
PREÇO: R$ 24,82
PAYOUT (2013): 40,1%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com expurgo dos efeitos da venda da BBSE)
P/L 6,19
P/VPA 0,94
DY 6,49%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,979
ROAE 15,2%
ROAA 0,82%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 14.672.283
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,97%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,35%

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre os 12 meses terminados no 1T13:(com expurgo dos efeitos da venda da BBSE)
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -9,3%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +10,5%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +8,9%
RESULTADO OPERACIONAL -12,8%
RESULTADO LÍQUIDO -8,8%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +26,4%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +25,2%

b) 1T14 sobre 1T13
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -2,2%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +6,6%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +5,7%
RESULTADO OPERACIONAL +15,9%
RESULTADO LÍQUIDO +4,7%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +36,7%
PATRIMONIO LÍQUIDO +18,3%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +17,2%
PDD TOTAL +11,5%
ATIVOS TOTAIS +16,2%

c) lucro liquido (expurgado o lucro líquido da venda do BBSE)
UA -8,84%
U2A -2,25%
U3A -3,10%

d) patrimônio líquido médio
UA 11,20%
U2A 9,40%
U3A 13,29%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 39,79

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -11,0%

Muito grato Prof,

Essa informação é muito importante.
Se o BB considerar positiva a experiência com a venda do primeiro lote de agências, e acho que não há dúvida quanto a isso, não vejo porque não repetir a dose.
Enfim, ainda há muita receita não recorrente proveniente dessa fonte em futuros balanços.
O interessante é que podemos lucrar nas duas pontas, com a valorização das BBAS3 e com os lançamentos de seus FII.

Sabemos que o BB possui milhares de agências. Sabemos também que as que foram vendidas para o FII estão na Região Sudeste. Você faz idéia do percentual de capital dos bens em agências que foi repassado ao FII? Em outra palavras, quanto ainda poderá virar FII?

Obrigado pelas respostas.

Em 31/12/2011, os saldos contábeis do imobilizado eram os seguintes:
Edificações: R$ 2.084 milhões
Terrenos: R$ 229 milhões
Instalações: R$ 221 milhões

Ao vender as agências para o FII, foi dado baixa (No 3T12) dos seguintes valores:
Edificações: R$ 238 milhões
Terrenos: R$ 20 milhões
Instalações: R$ 41 milhões

Um pelo outro, portanto, foi menos de 12% que o BB ainda teria disponível para desmobilizar !!!

168387 - Ewald3 -  22 Fev 2013, 00:58 
Olá Rodrigo,

Parece que a realidade não confirma a sua tese....Veja a notícia fresquinha. O Mestre Paulo está autorizado a desmentir o Presidente do BB caso o abaixo seja falso...rrrsss
Abs,

Presidente do BB diz que lucro do banco em 2012 foi resultado da redução dos juros
Flávia Albuquerque
Repórter da Agência Brasil 21/12/2013

São Paulo – O lucro obtido pelo Banco do Brasil em 2012 é resultado de estratégia baseada na redução da taxa de juros, disse hoje (21) o presidente da estatal, Aldemir Bendine, durante a divulgação dos resultados do ano passado. De acordo com ele, a empresa percebeu que a nova taxa básica de juros da economia teria impacto sobre o modelo tradicional de crédito do país.

“O banco captou rapidamente essa tendência e implementou um programa de redução de taxa de juros muito forte e foi indutor desse movimento no mercado. Com isso, conseguimos capturar uma grande base de clientes que passaram a acreditar nesse programa do banco. Isso acabou resultando neste resultado recorde para a história do Banco do Brasil”.

De acordo com os dados, o Banco do Brasil obteve um lucro líquido de R$ 3,967 bilhões no período de outubro a dezembro do ano passado, o que representa um aumento de 33,5%, quando comparado a igual período de 2011, e de 45,5% sobre o trimestre anterior. No ano, o valor soma R$ 12,2 bilhões, uma alta de 0,7% em 12 meses.

O total de ativos da instituição cresceu 17,2% e chegou a R$ 1,15 trilhão. Em relação ao trimestre anterior, houve evolução de 4,2%. O bom desempenho continua sendo puxado pela ampliação da carteira de crédito, que alcançou R$ 581 bilhões, uma expansão de 9,1% sobre o trimestre anterior e de 24,9% em 12 meses.

Os números mostram ainda que o Banco do Brasil, que já era líder na concessão de crédito, conseguiu aumentar a participação no mercado ao passar de 19,2% (no quarto trimestre de 2011) para 20,4% em igual período do ano passado. A alta no crédito levou a instituição a fechar o ano de 2012 com um lucro líquido recorde de R$ 12,2 bilhões. As operações de crédito atingiram R$ 581 bilhões, volume 24,9% maior que o de 2011.

No caso das operações destinadas a pessoas físicas, o saldo ficou em R$ 115,6 bilhões, com alta de 25,9% sobre o mesmo período de 2011 e de 7,1% sobre o trimestre anterior. A maioria (74,1%) refere-se a financiamentos classificados como operações de baixo risco, a exemplo de crédito consignado, CDC Salário, financiamento de veículos e crédito imobiliário.

O maior crescimento do crédito ocorreu nas operações de financiamento de veículos (134,9%), seguido do crédito consignado, com alta de 20,4%. Já para a compra de imóveis, segmento que passou a ser explorado pelo banco em 2008, o saldo no fechamento do ano ficou em R$ 12,9 bilhões, uma expansão de 68,5%. No quarto trimestre, o movimento atingiu R$ 3,1 bilhões - volume 89% acima do registrado no mesmo período de 2011. Os negócios com pessoas físicas somaram R$ 1,9 bilhão, e com pessoas jurídicas, R$ 1,2 bilhão.

De acordo com Bendine, os segmentos de imóveis e veículos não eram tão explorados pelo Banco do Brasil. “O banco investiu nesses segmentos em um momento em que estava havendo muito recuo no mercado desses financiamentos. O banco usou sua base de clientes e acabou tendo êxito muito forte”.

Ao mesmo tempo, ocorreu queda nos índices de inadimplência. A taxa de compromissos não honrados por um período superior a 90 dias passou de 2,19% (no terceiro trimestre) para 2,05% (no quarto trimestre), enquanto no sistema financeiro nacional o percentual aumentou de 3,6% para 3,64% no período.

Bendine ressaltou que a inadimplência aparece em queda porque Banco do Brasil elabora seus planos de forma que possa oferecer condições privilegiadas, o que atrai bons clientes. “Diante disso, vemos um reflexo muito forte no comportamento da nossa carteira. O Banco do Brasil tradicionalmente sempre teve a menor inadimplência do sistema financeiro. Quando se faz uma expansão, mas com critério, com cuidado, acaba-se atingindo esse bom crédito”, disse.

Edição: Davi Oliveira

168379  - paulo_prof -  22 Fev 2013, 00:08
Sabemos que, em algum momento de 2013, o BB vai promover a abertura de capital do BB Seguridade.

Hoje o BB Seguridade é subsidiária integral do Banco, ou seja, 100% de seu lucro é contabilizado no BB Consolidado. Quando ocorrer a abertura de capital, o BB vai alienar um determinado percentual do BB Seguridade e vai receber por isto, uma grana preta!. Depois da operação, se de um lado o BB vai receber uma boa grana pela parte que alienou, de outro, o lucro correspondente a esta parte não poderá mais ser contabilizado no consolidado do banco, correto?

Quando o BB divulga um guidance para 2013, me parece evidente que a alienação de parte do negócio seguridade está incluída pois, de outra forma, o Guidance seria para "inglês ver".

Bom ... há analistas que fazem as suas projeções baseadas no guidance (até aí tudo bem) mas esquecem de considerar a grana preta que o banco vai receber pela parte que vai alienar.

Ou seja, de um lado aceitam a diminuição da receita devido a parte vendida mas, de outro, não aceitam o acréscimo ao preço justo, que a receita com a venda proporciona.

Não interessa que não seja um evento recorrente. O lucro com este evento altera o preço justo da BBAS3. Da mesma forma, dado o sucesso atingido, é bastante provável que o BB fará outra(s) operação(ões) de venda de agências. E o lucro que isto vai proporcionar, onde foi parar? Também foi desconsiderado no cálculo do preço justo.

Os caras deveriam ter avisado: o preço justo calculado não inclui eventuais lucros com a alienação de ativos ... embora o banco tenha emitido um FR afirmando que efetuará a alienação de parte do BB Seguridade.

168336 - paulo_prof -  21 Fev 2013, 20:03
Citação: rodrigo021180
Professor,
O que achou do guidance do BB para 2013?
Eu achei fraco, principalmente se levarmos em consideração que eles já contam com o IPO da seguradora, não acha?
Outra coisa, uma olhada rápida no balanço me fez crer que eles, e a CEF provavelmente, são os grandes culpados de os bancos médios estarem com dificuldades de crescer no crédito para PJ.
As Receitas/Ganhos não recorrentes não estão incluídas no Guidance. Por outro lado, há que se levar em consideração que, em pelo menos parte do ano, as receitas do segmento de seguridade não mais serão contabilizadas no banco e sim na nova empresa. Pelo menos uma parte do guidance menor para 2013 do que fora para 2012 (ROE, e margem bruta) será devido à perda de parte de seguros, que é mais rentável.

168201- paulo_prof -  21 Fev 2013, 13:11
BANCO DO BRASIL - BBAS3
PREÇO: R$ 24,30
PAYOUT 2012: 40,3%

Em relação a 2011, as taxas de crescimento nominal do exercício de 2012 foram:

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +6,1%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +15,5%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +13,3%
RESULTADO OPERACIONAL -6,9%
RESULTADO LÍQUIDO +0,7%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +15,8%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +16,5%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +21,8%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +10,1%
ATIVO TOTAL +17,2%
CRÉDITOS INADIMPLENTES NO ANO: 17,6%

P/L 5,66
P/VPA 1,05
DY 7,12%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,290
ROAE 18,5%
ROAA 1,06%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 11.845.675
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,90%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,55%

Em relação ao 3T12, a "qualidade" da carteira de créditos medida em termos do percentual do PDD em relação ao tamanho da carteira melhorou de 3,85% para 3,55%. Os créditos inadimplentes contabilizados no 4T12, medidos como percentual da carteira de crédito aumentaram de 1,98% para 2,13% (anualizado). A relação entre os créditos inadimplentes no ano, para o tamanho da carteira no final do ano diminuiu de 1,97% em 2011 para 1,90% em 2012.

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA 0,65%
U2A 2,12%
U3A 6,35%

b) do patrimônio líquido médio
UA 13,82%
U2A 19,91%
U3A 23,83%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses por toda a eternidade e taxa de desconto anual real de 8%: R$ 53,62

Pontos negativos (ou, que vieram piores do que por mim esperados)

a) Resultado Operacional nominal menor do que o do ano passado
em termos absolutos, o resultado operacional foi menor em R$ 1,28 bilhões; de longe, o ítem que mais contribuiu para isto foi uma receita muito menor com a atualização atuarial do Plano 1 da Previ que em 2012 foi R$ 1,6 bilhões menor; ou seja, eliminando as eventuais receitas com superavit de planos assistenciais a empregados, o Resultado Operacional de 2012 foi, de fato, maior do que aquele de 2011.

b) as despesas com pessoal, gerais e administrativas e tributárias aumentaram 13,3% ano-a-ano; não parece que o BB está muito preocupado em conter certas despesas; de qualquer forma, como as receitas com serviços e taxas bancárias aumentou mais, 15,5%, vá lá que seja!

c) o prejuízo do Votorantim continua alto; no ano, somou praticamente R$ 2 bilhões (50% na conta do BB); no 4T12 o prejuízo foi de R$ 358 milhões; embora muito menor do que aquele do 4T11 (R$ 643 milhões) e razoavelmente menor do que aquele do 3T12 (R$ 497 milhões), eu esperava algo em torno de somente uns R$ 250 milhões.

Pontos positivos

a) o lucro líquido no ano; eu estava esperando um lucro na casa dos R$ 11,5 bilhões

b) a melhora na qualidade da carteira de crédito e no nível de inadimplência; em relação a dezembro de 2011, a qualidade da carteira (PDD Total / Carteira Total), como informado, passou de 3,93% para 3,55%. Esta melhora foi contínua, trimestre a trimestre. Já o índice de inadimplência (créditos inadimplentes / Carteira Total de Créditos) melhorou marginalmente de 1,97% para 1,90%.

c) como a Receita Líquida obtida com a venda de patrimônio (agências para o FII) foi menor do que a perda com o ganho atuarial do Plano 1 da Previ, o lucro líquido de 2012 foi mais "recorrente" do que aquele do ano passado, ou seja, embora quase igual, o lucro líquido deste ano tem mais "qualidade" do que aquele do ano passado;

Futuro Próximo

Tudo leva a crer que o lucro de 2013, turbinado por um provável novo FII, pela melhora da inadimplência no Votorantim e pela oferta pública do negócio de Seguridade, será bem maior do que aquele de 2012. Acho que R$ 15 bilhões não está fora de cogitação. Se o banco mantiver um payout de 40%, isto significará proventos de aprox. R$ 2,10/ação ou DY = 8,6%

Se isto tudo não for indicação de compra ... não sei o que possa ser!

168171 - israel007 -  21 Fev 2013, 11:58
Banco do Brasil tem lucro recorde de R$ 12,20 bi em 2012.

O lucro representa um aumento de 33,5% na comparação com igual intervalo de 2011

São Paulo - O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 3,967 bilhões no quarto trimestre de 2012, o que representa um aumento de 33,5% na comparação com igual intervalo de 2011.

Em relação ao terceiro trimestre de 2012, a alta foi de 45,5%. Em todo o ano de 2012, o banco informa que teve lucro líquido recorde nominal de R$ 12,205 bilhões, resultado 0,65% maior do que o verificado em 2011.

Os ativos totais atingiram R$ 1,150 trilhão em dezembro de 2012, aumento de 17,2% sobre dezembro de 2011 e de 4,2% ante setembro de 2012.

A carteira de crédito ampliada somou R$ 580,799 bilhões em dezembro de 2012, expansão de 24,9% sobre dezembro de 2011 e de 9,1% em relação a setembro de 2012.

O patrimônio líquido em dezembro de 2012 ficou em R$ 66,070 bilhões, aumento de 13,1% sobre dezembro de 2011 e de 3,1% ante setembro de 2012.

O retorno sobre o patrimônio líquido anualizado médio (RSPL) ficou em 27,0% no quarto trimestre de 2012, ante 22,5% no quarto trimestre de 2011 e 18,6% sobre o terceiro trimestre de 2012.
http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/banco-do-brasil-tem-lucro-recorde-de-r-12-20-bi-em-2012-2

167922- paulo_prof -  20 Fev 2013, 13:29
A minha aposta pessoal é no BB ...

Qual é o risco de se investir em bancos no Brasil?

No frigir dos ovos, em minha opinião, é um só: o crescimento da inadimplência!

Mostrei, recentemente, que os créditos inadimplentes (NPL) dos 3 maiores bancos privados contabilizados em 2012 ultrapassam (em alguns casos em muito) o lucro anual e que, de 2011 para 2012, a inadimplência sofreu um aumento considerável.

Em conseqüência, o banco que consegue manter o nivel da inadimplência relativamente baixo vai sempre entregar um bom resultado, mesmo que ganhe menos, percentualmente, por operação.

De acordo com o mercado, hoje, qual seria o "melhor" grande banco privado? Em termos de múltiplos, é o Bradesco. Não seria porque, com um lucro na casa dos R$ 11,4 bilhões, a inadimplência somou "somente" R$ 12,2 bilhões? No Itaú, a inadimplência foi 1,28 vezes maior do que o lucro e no Santander, esta relação chegou a 4,6 vezes !

Estou apostando que a inadimplência (em relação ao tamanho da carteira de crédito) dos bancos públicos (excetuando os BNBRs e BAZAs da vida) sempre será (muito) menor do que aquela dos grandes bancos privados. O que a experiência mostra que quanto menor o custo do empréstimo, menor é a inadimplência.

Por que será que o BNDES tem, de longe, a menor taxa de inadimplência do mercado? Não seria porque uma empresa só deixaria de honrar os seus empréstimos como último recurso? Quem é que, conseguindo entrar no rol dos amigos do rei vai arriscar ser barrado no baile?

Em menor escala, na minha opinião, é o que ocorre também no BB e na Caixa. Se uma empresa, por exemplo, que tenha empréstimos do BNDES, BB e Itaú, estiver em dificuldades ... alguma dúvida de qual banco vai entrar primeiro pelo cano?

O exemplo da Caixa é ilustrativo ... foi o banco que mais cortou os juros, com isto aumentou violentamente o tamanho da carteira, manteve a inadimplência baixa porque as empresas não quiseram correr o risco de terem que recorrer a bancos privados, com juros muito maiores e obteve lucro recorde!

No que tange a carteira de créditos, a única grande vulnerabilidade é exatamente aquela que está num banco privado: o Votorantim. Quem obteve um empréstimo do Votorantim, a) é pessoa física e, como tal, não deve "fidelidade" ao banco e, b) não obteve condições especiais relativamente à média do mercado que justifique fazer das tripas coração para pagar os empréstimos.

Desde que, passado o susto com a explosão da inadimplência no financiamento de veículos do Votorantim, as coisas aos poucos entrem nos eixos, acho que as vulnerabilidades do BB só tendem a decrescer.

A venda de agências a FIIs, a abertura de capital do negócio de seguros, a possível entrada forte no segmento de bancos de investimento, seriam apenas as cerejas no bolo.

165730 - paulo_prof -  04 Fev 2013, 17:01
A minha posição de longo prazo está completa há séculos !!! Tudo o que comprei e ainda comprarei abaixo dos R$ 24,00 vou vender para assegurar um lucro de curto prazo da ordem do DY anual esperado (aprox. 7%).

O mercado sabe que o BB ainda possui zilhões de agências para vender e efetuar o lease back, com grande lucro e vantagens.

O mercado sabe que o BB vai abrir o capital da seguradora com grande lucro e vantagens.

Por que está, então, batendo tão forte no ativo?

Será que o mercado acha que o Votorantim é mesmo um saco sem fundo? Ou será que está com receio da mais recente interferência da Dilma/Margarina, pressionando o BB para que entre na disputa dos financiamentos das concessões nos transportes (rodovias, ferrovias, portos e aeroportos).

De uma maneira geral, a lucratividade dos financiamentos de concessões públicas é menor do que os financiamentos tradicionais. Por outro lado, os riscos são menores. Acho que o maior problema do BB para entrar firme nesta área seria o índice de Basiléia. Cedo ou tarde terá mesmo que adequar o seu capital via subscrição privada.

Não entendo porque o mercado tem tamanha ogeriza a aumentos de capital via subscrição privada!!!" No caso do BB, a rentabilidade sobre o capital a ser eventualmente levantado seria maior do que 15% !!! Qual seria então o problema?

165630 - nelsonnpires -  04 Fev 2013, 03:53
Professor a questão sobre BB e Votorantin é que esse banco só dando prejuizo, então na visão do mercado colocar mais dinheiro lá significa mais prejuizo, ou seja esse negócio ja confuso lá atras na compra de participação, o medo é que esta ruim fique pior. Seu ponto de vista tem sentido, mas acho que a questão é outra como segue.
http://www.brasil247.com/pt/247/economia/60168/

165629 - paulo_prof -  04 Fev 2013, 02:40
Eu vejo o affair Votorantim de uma ótica distinta ...

O BB deseja muito criar um banco de investimentos para atuar fortemente na área de mercado de capitais, corretagem, análise e assessoria de fusões e aquisições e pretende ser o maior do país na área de mercado de capitais.

Montar uma nova área dentro da estrutura do próprio banco tem uma série de inconvenientes sendo que o principal é o fato dos funcionários do BB serem concursados e, em conseqüência, não ser possível um sistema de remuneração variável, como é "praxe" em bancos de investimento.

A melhor aposta parece ser numa parceria com uma instituição privada (como foi a parceria na área de seguros com a Mapfre e que logo resultará numa empresa independente). Para não ter problemas com a legislação vigente, nesta parceria o BB não pode ser controlador. Por outro lado, entretanto, o BB deseja ser "dono" da maior parte do negócio, via ações preferenciais.

O parceiro mais "natural" para esta parceria seria o Votorantim. O BB já é "dono" da metade do banco sem controlá-lo e, pelo menos em tese, poderia aumentar a participação sem ser atingido pela legislação de empresas públicas via aquisição das ações preferenciais.

Evidentemente, há que se combinar com os russos (família Votorantim) se: a) aceita vender as suas ações preferencias e, b) se aceita passar todas as atividades de varejo (principalmente financiamento veicular) para o BB e desenvolver atividades de um banco de investimento.

No que me concerne, se esta idéia for adiante acho muito positiva para o BB.

165622 - nelsonnpires -  04 Fev 2013, 01:40
BBas3 deve surpreender o mercado no 4T, agora muito mal explicado essa história de aumento de participação no votorantin, dizem que boatos, mas certeza que não foi só boatos, o problema é que vazou informação e portanto pisaram no freio, se vão abortar ou adiar é a questão.....Mas por outro lado o banco viu que o mercado avido pelo seus imoveis, portanto questão de tempo para lancamento de novo FII. Sobre o IPO da area de seguros alguma novidade??? Meio que tudo certo para realização mas aguardando momento adequado.

164814 - aprendiz quebrado do professor -  29 Jan 2013, 00:56
Chega de compra!

Banco do Brasil nega negociações para comprar participação no Brasil Plural
Possível compra pode ter influenciado a queda das ações nesta sessão: queda de 3,02%, aos R$ 24,71 - movimento mais acentuado que seus principais rivais privados

Por Felipe Moreno
http://www.infomoney.com.br/bancodobrasil/noticia/2668223/banco-brasil-nega-negociacoes-para-comprar-participacao-brasil-plural

164555 - waldemarroberti -  25 Jan 2013, 11:54
Banco do Brasil capta US$ 2 bilhões com bônus perpétuos
SÃO PAULO - O Banco do Brasil fechou nesta quinta-feira a maior captação externa para um emissor brasileiro até agora no ano, com US$ 2 bilhões levantados com a venda de bônus subordinados perpétuos. Os títulos pagarão rendimento ao investidor de 6,25% ao ano, abaixo da expectativa inicial, de 6,875%.

A demanda pelos bônus superou US$ 16 bilhões, o que permitiu reduzir a taxa de rendimento e reduzir o custo de captação.

Os títulos têm força de capital Nível 1 (o mais forte) para o banco. Está é a segunda emissão do BB com papéis que contêm cláusulas que deixam em aberto a possibilidade de o banco ajustar as características dos títulos para adequá-los, posteriormente, às novas regras de Basileia 3. Procurado, o banco não comentou a operação.

Em janeiro do ano passado, quando fez a primeira emissão do tipo, o BB levantou US$ 1 bilhão pagando 9,25% ao ano de rendimento, com uma demanda que superou US$ 6,2 bilhões.

A forte demanda, que tem sido vista em operações de emissores de diferentes partes do mundo nas últimas semanas, permitiu a redução do custo pago pelo BB. “Foi uma operação muito bem sucedida, o banco ficou satisfeito”, diz uma fonte próxima à operação.

Os bancos que coordenaram a emissão foram Barclays, BB Securities, BNP Paribas, Bank of America Merrill Lynch, BTG Pactual, HSBC e Standard Chartered.

A agência de classificação de risco Standard & Poor's classificou os bônus como “BB”, nota que se encaixa na faixa de grau especulativo. "O rating está três degraus abaixo do rating de crédito de emissor do banco, refletindo a redução de um degrau para o risco de subordinação, mais a redução de um degrau pelo risco de pagamento parcial ou em atraso e ainda uma redução de um degrau pelo risco de dedução de principal", informa comunicado emitido pela agência.

"Quando o investidor estrangeiro olha para um papel como esse, considera praticamente um risco do próprio país. Se o Banco do Brasil quebrar e não pagar os títulos, é porque o Brasil quebrou", diz Carlos Gribel, vice-presidente de renda fixa para a América Latina da gestora INTL FCStone Securites, dos Estados Unidos.

Ele lembra que o BB até o momento é o único banco brasileiro a colocar papéis do tipo no mercado, o que torna o papel mais raro e, por isso, interessante para investidores. Bradesco e Itaú, por exemplo, estão acostumados a emitir títulos para compor o capital de Nível 2.

Ontem, no mercado secundário, os papéis perpétuos do BB emitidos em 2012 eram negociados com forte alta, com preço de 126% de valor de face e rendimento ao investidor de 5,8% ao ano. "Esse papel voou no ano passado, teve forte valorização. Não tem bônus desse tipo no mercado", disse uma fonte de um banco de investimento.

Para Gribel, da INTL FCStone, o rendimento é interessante diante do perfil de risco do banco, e os investidores continuam a considerar como fator preponderante a liquidez que os títulos terão no mercado secundário, que deve ser boa. "A operação mostra demanda por rendimentos, ao mesmo tempo em que os investidores querem papéis com liquidez", diz.

http://www.valor.com.br/financas/2983330/banco-do-brasil-capta-us-2-bilhoes-com-bonus-perpetuos

163909 - jotajotajr -  18 Jan 2013, 16:24
BB quer atingir fatia de 75% no Votorantim, diz fonte

O Banco do Brasil (BB) pretende aumentar sua participação no Banco Votorantim para 75%, segundo uma fonte próxima à negociação. Mais cedo, o Banco do Brasil, que atualmente possui 49,99% de participação no Votorantim, informou em comunicado que iniciou um processo para avaliar um aumento da fatia no banco. "O ideal seria uma participação de 75% no Banco Votorantim, mas o estudo está apenas começando", afirmou a fonte, que não quis ser identificada. "Acredito que o acordo possa ser concluído durante o primeiro semestre deste ano", acrescentou. O Banco do Brasil não tem interesse em comprar todas as ações do Votorantim, já que a estratégia exigiria mudanças na legislação atual. Bancos estatais são impedidos de comprar bancos do setor privado inteiramente. Segundo a fonte, também há razões práticas para querer manter alguns acionistas independentes. "Como um banco privado, o Banco Votorantim tem menos burocracia do que o Banco do Brasil e a intenção seria manter isso", afirmou. A fonte não fez uma estimativa sobre quanto custaria a aquisição de uma fatia adicional no Banco Votorantim. As informações são da Dow Jones.

162702 - 17andre -  08 Jan 2013, 16:21
Banco do Brasil recompra 20 milhões de ações por R$ 461 milhões

Número não chegou ao máximo autorizado pelo conselho administrativo do banco, de recompra de até 50 milhões de ações; valor médio pago por papel foi de R$ 22,83

http://www.infomoney.com.br/bancodobrasil/noticia/2653316/banco-brasil-recompra-milhoes-acoes-por-461-milhoes

Boa notícia.

Mais o lucro recorrente de R$700 mi, mais o IPO da seguradora...hummm

161057 GARUDA20 -  19 Dez 2012, 16:09
Os caras estao fazendo uma faxina no BV, acredito que diferente da maioria daqui que eles tenham feito um bom negocio (sic), pensando no longo prazo.

Comprou o BV por 7x o lucro daquele ano e P/VP 1, ou seja pagou um preco justo. Alem disso, ao manter o controle com o BV eles mantiveram a agilidade de um banco privado (ponto que ressaltaram na teleconferencia da epoca).

Quando a faxina acabar(acredito que meados de 2013), provavelmente vai ter um razoavel ROE e vai ter um banco enxuto. Talvez em 2014 ou 2015 facam o IPO, o site do BV ja tem cara de Banco de capital aberto.

O negocio eh esperar.

Enquanto o futuro nao chega, como vc mesmo disse, o negocio eh aproveitar os dividendos.

160963 - paulo_prof -  18 Dez 2012, 21:58
Citação: alisonvm
Professor
Estou percebendo uma leve fraqueza em BBAS3....
Será que este IPO da seguradora, pode afetar as cotações do banco???.
To na duvida.
Acho que vai depender muito do negócio que o BB vai querer fazer. Há que se esperar o Prospecto. Hoje, a Seguradora e Corretora de Seguros são responsáveis por aprox. 15% do lucro do banco. Mas o patrimônio líquido da Seguradora e Corretora é muito menor. Ou seja, o ROE dos negócios de seguros é sensivelmente maior do que o ROE consolidado. Em conseqüência, o ROE após a oferta pública vai diminuir. Por outro lado, entretanto, o Banco vai melhorar o seu índice de Basiléia e, acredito, as condições para turbinar seus negócios de seguros. A minha expectativa é que o negócio seja positivo para os acionistas do BB.

160072 paulo_prof -  12 Dez 2012, 00:26
Citação: Matiasco
Alguém poderia comentar essa IPO da BB Seguridade! Como essa abertura de capital poderia afetar o valor das BBAS3?
As figuras acima mostram a estrutura atual e a estrutura alternativa.

Na estrutura atual, o BB detém 100% de participação na BB Corretora e BB Seguros.

Na nova estrutura, quem teria 100% de participação seria a nova empresa, BB Seguridade.

Ao abrir o capital desta empresa, me parece evidente que:

a) o BB vai lucrar, porque o valor total de sua participação na nova empresa + o valor que receberá ao embolsar a oferta secundária de ações será sensivelmente maior do que o partimônio líquido das duas empresas que detém hoje;

b) como o BB terá um sócio (free float) na BB seguridade, num primeiro instante sofrerá uma redução em seu lucro líquido (parte do lucro será dos minoritários da nova empresa);

c) deverá ocorrer mais ou menos o que ocorreu com o negócio do PRBC ... a nova empresa de seguridade será mais "capitalizada" do que as empresas atuais e, no devido tempo, terá todas as condições de acelerar o crescimento do lucro líquido;

d) o BB será capitalizado, melhorando o seu índice de Basiléia e, em conseqüência, adiando a necessidade de uma capitalização a mercado.

Para o BB, a "jogada" será excelente ... acho que o mercado não está precificando corretamente o evento ...

159399 - paulo_prof -  05 Dez 2012, 19:33
Nos preços atuais e para um horizonte de 18 meses, acho que nenhum ativo de banco é hoje mais interessante do que o BBAS3.

No 4T12 acho muito mais provável o BB ter um lucro acima de R$ 3 bilhões, projetando um P/L de 5,7 ao preço atual, do que o Pine ter um lucro de R$ 55 milhões, projetando um P/L, ao preço atual, de 7,2.

Por outro lado, ao final do 4T12, ao preço atual, estimo que P/VPA do Pine seja aprox. 1,13; estimo que o da BBAS3 permanecerá, ao preço atual, abaixo de 1.

É só o mercado se convencer de que não há mais muito onde a madame possa meter o seu bedelho, que BBAS3 dispara!

159346 - paulo_prof -    05 Dez 2012, 15:18
Citação: eduardocairo
Pessoal, quais os ativos vocês acham que ainda valem entrada nos preços atuais? Grande abraço.
BBAS3 ... está de graça ...

Só o lucro com o BBPO11 representa 25 centavos e um aumento importante no índice de Basiléia, tornando mais remota uma necessidade de capitalização no curto prazo. Importante, também, o fato do BB ter aprendido o "caminho das pedras". Considerando o interesse do mercado no BBPO11, quando julgar conveniente, o BB poderá repetir a experiência, mas agora com uma oferta muito superior, na casa de vários bilhões.

Acho que no setor elétrico há várias pechinchas. Sou capaz de apostar que a GETI3, a CMIG3 e a TRPL4, nos preços atuais acabarão se mostrando ótimas opções.

A CPLE3 também está muito barata ... mas como o payout é pequeno, será necessário ter muito mais paciência.


159008 - paulo_prof -  02 Dez 2012, 19:39
Realmente ta dificil olhar atraves do nevoeiro, ultimamente venho calculando o Lucro medio dos ultimos 3 a 5 anos, dependendo do historico de cada empresa, e assim seleciono aquelas que teriam, na minha visao, boa margem de seguranca. Tenho apostando em BBAS3 pensando nos proximos 5 anos, me parece com boa margem, e acho que as desgorvenancas estao relativamente precificadas.
P/L medio 5 anos - 6,2
P/VP - 0,95
DY% - 7,5
ROE - 18
Cres 5 anos - %15
O que o Sr. acha?
Acho que o risco de um investimento de médio/longo prazo (acima de 3 anos) na BBAS3 a R$ 22,00 muito baixo. Passada a conseqüência da intervenção intempestiva e afobada da Dona Dilma, acredito que o lucro do BB crescerá a taxas acima da inflação durante muitos anos.

Se exagerarmos e considerar que a intererência da Dilma no lucro líquido a ser postado nos próximos 12 meses será uma diminuição real de 25% (do lucro líquido postado nos últimos 12 meses) e que nos próximos 6 anos o lucro líquido anual crescerá, em média, 4% em termos reais, para uma taxa de desconto real de 8% e uma perpetuidade nula, teríamos um "preço justo" determinado pela fórmula do FCD de R$ 44,70. Como pode ser observado, a margem de segurança é enorme.

Dirão os ressabiados que com a Dilma no comando haveria um grande risco de uma intervenção continuada no banco ... pessoalmente, acredito no contrário. A Dilma já deve estar percebendo que sem investimentos, a média de crescimento do PIB durante o seu mandato mal chegará aos 2%. Por outro lado, compreenderá que um maior nível de investimentos só será possível com confiança e credibilidade. Sou capaz de apostar que o bull market of politics da Dilma está com os seus dias contados.

Com a sua intervenção nos negócios dos bancos, o ritmo de aumento no volume de créditos praticamente empacou. No que tange a intervenção no mercado da eletricidade, como necessitava desesperadamente a TRPL como parceira, deu um jeito tirar o bode que colocou nas salas das transmissoras. Se bobear, ainda vai dar um jeito de negociar um meio termo para a renovação das 3 usinas da Cemig que estão ainda na fase de 1a. concessão.

No câmbio, a anta do Manteiga e o BC terão que dizer claramente qual é a política. Se, de fato, o governo estiver mirando numa taxa de câmbio mais alta, é bom atingir o patamar o mais rápido possível e depois defender este patamar. O país necessita da grana estrangeira para investimento e só um idiota internaria a grana agora se desconfia fortemente que o real vai desvalorizar.

Finalmente, a Dilma vai ter que mostrar que o governo é "pró-mercado" e que o modo estabanado de intervenção dos últimos tempos é fruto da incompetência da equipe ... e não uma indicação de uma política de intervenção.

O único detalhe que vejo como uma certa ameaça é a Previ. Hoje, o Plano 1 da Previ responde por R$ 150 bilhões do patrimônio. A meta atuarial é hoje 5% + INPC. Se esta meta não é atingida, 50% da diferença cabe ao BB integralizar. Por outro lado, se esta meta é ultrapassada, 50% da diferença entra na DRE do BB como receita. Nos últimos anos a Previ teve um superavit de R$ 15 bilhões, a metade dos quais foi apropriada pelo BB. Devido aos R$ 7,5 bilhões de superavit nos Planos da Previ, os funcionários do BB não terão que aumentar as suas contribuições no caso de déficit. Mas como o BB já contabilizou os seus R$ 7,5 bilhões, em caso de déficit da Previ terá despesas adicionais. Por exemplo, digamos que a Previ tenha um déficit de 1% no Plano 1, ou R$ 1,5 bilhões. Isto implicaria numa despesa "extraordinária" de R$ 750 milhões do BB.

Com a renda dos títulos públicos hoje na casa dos 4,5%, não é assim tão trivial conseguir os 5% da meta, sem aumentar o nível de risco. Aumentando o nível de risco e as coisas dando errado, uma despesa que pode impactar fortemente os resultados do banco não pode ser descartada.

Há discussões no sentido de diminuir a meta atuarial para 4,5% ... quando/se isto for decidido, o risco de surpresas desagradáveis diminui bastante (quando a meta atuarial é aprox. igual ao que se pode atingir com títulos públicos, o fundo acaba tendo uma política de investimentos mais conservadora).

157737 - paulo_prof -  21 Nov 2012, 11:49
Citação: ispholambra
Esse aumento de capital do BB, com saque na reserva de lucros nao podera impactar (diminuir) os JCP pagos trimestralmente?
Pergunto isso porque o Indusval parou de pagar JCP e ao questionar o RI me responderam que foi devido ao prejuizo apurado em 2011, que corroeu a base de retencao de lucros e os JCP sao apurados aplicando-se a TJLP sobre essa base...
Eu espero estar errado... mas olha os dividendos do BB indo para o ralo...
Não ...

O financiamento de uma empresa genérica é realizado por capital próprio e capital de terceiros. As despesas (juros) com o capital de terceiros é normalmente deduzida do lucro bruto da empresa. E o capital próprio? Não tem custo?

A legislação reconhece o custo do capital próprio e permite que este custo seja deduzido como despesa. O custo do capital próprio é calculado através da aplicação da TJLP sobre o patrimônio líquido médio da empresa. No caso do BB, o patrimônio líquido médio não vai mudar. Em conseqüência, os JCPs não são alterados.

No caso do Indusval, a suspensão do pagamento de JCPs decorreu do prejuízo que foi postado. A legislação permite que nos anos em que há prejuízo a empresa deixe de distribuir proventos, seja na forma de dividendos, seja na forma de JCP.

157664 - paulo_prof -  20 Nov 2012, 19:15
Citação: tittonel
Citação: uqaz
Mas o bb nunca distribuiu tudo...
Pq se teria pressa em repor as reservas desta forma, sendo a uniao o maior interessado nos proventos?

Mas se diminuir proporcionalmente ao uso da reserva.... ou não???

Para efeito contábil, isto é trocar 6 por meia dúzia. O Capital Social é aumentado e a Reserva de Lucros é diminuída do mesmo valor. Em conseqüência, o Patrimônio Líquido permanece constante.

Se vc perguntar para 10 de nossos colegas no fórum, 9 responderão que o Patrimônio Líquido da Empresa pertence aos Acionistas desta Empresa. Não é verdade ... O Capital Social, que é parte do Patrimônio Líquido, pertence à Empresa e não a seus acionistas. Só se/quando a empresa deixar de existir o seu Capital Social poderá ser revertido aos acionistas.

Em conseqüência, para efeitos das exigências de capital de um banco, o Capital Social tem mais "qualidade" do que a Reserva de Lucros. Noutras palavras, é mais difícil dar fim no Capital Social do que na Reserva de Lucros. Portanto, menos Capital Social, em relação à Reserva de Lucros, é exigido para a adequação do Capital segundo o Acordo de Basiléia.

No que concerne o aumento de capital autorizado, é praxe o estatuto prover uma folga para que o capital social possa ser aumentado sem ser necessária uma alteração no mesmo.

O aumento do capital autorizado, de 50 para 80 bi, em si, não terá conseqüências. Isto só significa que não será necessária uma alteração no estatuto para que se procedam outros aumentos de capital no futuro próximo. Estes aumentos podem ser realizados, mais uma vez, por incorporação de Reserva de Lucros, mas podem também ser realizados via aumento da base acionária.

No que tange a Reserva de Lucros, ela certamente aumentará gradualmente no tempo, visto que tradicionalmente o BB distribui somente entre 40% e 45% do seu lucro líquido.

Para mim, a política do controlador (governo) do BB está bastante clara: adiar a necessidade de aumentar capital via oferta pública de ações o máximo que for possível ...

156483 - paulo_prof -  12 Nov 2012, 22:46
Acho que o lucro do 4T12 vai superar, fácil, o lucro do 4T11. Em conseqüência, acho que até meados de fevereiro o BB vai pagar aprox. R$ 0,45 brutos em JCP e dividendos.

Os lucros do 1T13 e 2T13 deverão vir em linha com aqueles do 1T12 e 1T13, ou seja, até meados de agosto de 2013 o BB deverá pagar aprox. o mesmo que pagou este ano: R$ 0,79

Moral da história: até meados de agosto de 2013 espero rendimentos brutos de aprox. R$ 1,24, ou 6% a cotação atual, em menos aprox. 10 meses.

155873 - higorq -  09 Nov 2012, 11:44
Muito interessantes suas informações. Até porque, vindas de um funcionário de carreira do banco. Acredito piamente que o pior está por vir... A queda dos spreads e taxas foi muito maior do que nos seus peers. Logo, logo, o aprofundamento da queda dos lucros vai botar o ROE de 17,9% no lugar real dele, assim como os múltiplos da ação. O aumento das provisões já estão dando os sinais de alerta. Não acho que o mercado seja tão bobo a esse ponto e por tanto tempo... A ver

155860 - MuadibGV -  09 Nov 2012, 09:37
O banco do brasil tem sua participação no Votorantim puxando para baixo por enquanto. Se no frigir dos ovos seu ROE cair para 15% ainda assim parece um bom negócio comprar abaixo do valor patrimonial, que está em R$ 22,37 por ação.

Se a redução do lucro for por causa de menores margens mesmo, podemos esperar então um ajuste para baixo dos seus pares privados Bradesco e Itaú, que competem no mesmo mercado e não podem se dar ao luxo de praticarem taxas muito mais altas.

Que dirá os médios então...

155856- ispholambra -  09 Nov 2012, 02:23
O mercado precifica o futuro baseado em dados do presente... os dados apresentados "aparentemente sao bons"... mas o pior da reducao dos juros e das tarifas ainda esta por vir...
Bradesco, Itau, Santander e bancos medios... podem fechar a torneira de credito a hora que quiserem... subir as taxas de juros na hora que quiserem... o BB nao pode... é refem do socio majoritário...
Infelizmente o BB esta sendo usado, a exemplo do que acontece com a Petrobras a muito tempo já... como instrumento da politica economica do Governo Federal...
E isso certamente terá consequencias serias no futuro... para termos uma ideia... se a carteira de credito do BB subir 100%... tendo em vista a expressiva reducao das taxas e o certo aumento da inadimplencia ainda nao teriamos aumento nos lucros...
O quarto trimestre esta salvo... virao 700 milhoes de resultado nao recorrente da venda das cotas o BB Progressivo II... mas 2013 ja urge por aí...
Eu gostaria de estar otimista... afinal sou funcionário de carreira... e o sucesso e a lucratividade do BB, alem de muita satisfação pessoal... traz consigo participacao nos lucros... mas eu acho que as reducoes foram longe demais... a pressao em cima dos funcionarios esta insuportável... pois querem que o BB redza tudo mas nao querem que ele reduza a lucratividade...
O BB é de longe o Banco com o melhor sistema de concessao de credito do país... e bem rigido... tem controles internos de alta qualidade... alem do corpo funcional que certamente possui os melhores cerebros quando comparamos com as demais instituiçoes financeiras, visto que a exemplo da CEF o ingresso no BB e por concurso... mas eu acredito que nem todo esse expertise poupará o BB de ter queda nos lucros... o negocio foi longe demais...a conferir!!!

Vendi todas as BBAS3 que eu tinha... cansei de ver tombos de 4%.. 5%... num dia...

155846 -  artur83 -  09 Nov 2012, 01:37
Sobre BBAS3, ou o mercado esta na sua habitual cegueira, ou sabe de algo que nós não sabemos. Será que existem dúvidas em relação a veracidade da qualidade da carteira de crédito?

Anualizando o resultado desse trimestre o P/L fica abaixo de 6. DY deve vir acima de 6%, enfim não da pra entender essa queda toda, só por causa do medo do governo. Se uma coisa já esta bem estabelecida é que não existe companhia sem o risco governo...

Se baixar do meu PM de 19,25 volto a comprar mais. Vamos ver até onde vai essa brincadeira...

155720 - Barbado -  08 Nov 2012, 14:18
BANCO DO BRASIL
Neste balanço do 3/tr/12 ainda não espelha todos os reflexos (NEGATIVOS) das recentes reduções nas taxas de juros cobradas nas operações de crédito e também as reduções de tarifas.

O motor dos resultados ainda são as "Receitas de Intermediação Financeira" que continuam caindo:

3/tr/11 26,877 bilhões.
3/tr/12 22,104 bilhões.

Queda de 17,76%

Atenuando isso também temos que considerar que as "Despesas de Intermediação Financeira" também estão caindo em níveis superiores:

3/tr/11 22,106 bilhões.
3/tr/12 15,854 bilhões.

Queda de 28,28%

A despeito do aumento vigoroso nas carteiras de crédito e essa redução nas despesas de intermediação financeira, os lucros não evoluem. Aumento nas demais despesas (inclusive PDD) podem explicar em parte isso.

Para entender melhor a evolução (ou o contrário) dos lucros é preciso aguardar mais 2 ou 3 trimestres.

155680 - paulo_prof -  08 Nov 2012, 12:04
BBAS3

As taxas de crescimento dos resultados dos 9M12 em relação aos 9M11 foram:

RECEITA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +0,6%
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +2,0%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +18,0%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +16,2%
RESULTADO OPERACIONAL -13,1%
RESULTADO LÍQUIDO -10,0%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +20,4%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +11,1%

As taxas de crescimento ao final do 3T12 em relação ao final do 3T11 foram:

PATRIMÔNIO LÍQUIDO +13,0%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +17,3%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +14,7%
ATIVO TOTAL +16,2%

Em relação à Carteira Total de Créditos:
O PDD Total passou de 3,87% no 2T12 para 3,85% no 3T12
Os créditos inadimplentes do trimestre anualizados passaram de 1,88% no 2T12 para 1,98% no 3T12

Taxas anuais médias de crescimento nominal:

a) do lucro líquido
UA -14,79%
U2A -2,76%
U3A 7,85%

b) do patrijmônio líquido médio
UA 14,49%
U2A 23,21%
U3A 24,53%

Múltiplos baseados nos resultados dos últimos 12 meses

PREÇO: R$ 22,45
PAYOUT (2011): 40,5%

P/L 5,74
P/VPA 1,00
DY 7,06%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,912
ROAE 17,5%
ROAA 1,02%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 10.927.172
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,90%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,85%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: - 24,5%

Moral da História: ao preço de hoje, o BB ainda poderá suportar catástrofes homéricas no lucro ... Ativo barato prá caramba !!!

155643 - small caps -  08 Nov 2012, 11:01
Citação: alisonvm
BBAS3 um excelente resultado!!!!
sempre soube que nada ia mudar.
alisonvm, bom em razão dos múltiplos, mas péssimo quando se considera que para fazer praticamente o mesmo lucro a empresa teve que correr muito mais riscos e ampliar tanto a carteira de crédito.

155637 - cesar muzel -  08 Nov 2012, 10:46
O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre, queda de 5,6% sobre o mesmo período do ano passado. A carteira de crédito no conceito ampliado (incluindo garantias) atingiu R$ 532,2 bilhões no encerramento de setembro, com aumento de 20,5% em um ano e de 4,7% sobre o fim do trimestre anterior.

Segundo o BB, um dos destaques foi a carteira de crédito consignado, com crescimento de 16,4% em relação a setembro de 2011.

O índice de inadimplência da carteira total ficou praticamente estável, em 2,17% considerando as operações vencidas há mais de 90 dias. A taxa de calote, por esse mesmo critério, era de 2,15% no segundo trimestre e de 2,11% no terceiro trimestre do ano passado.

A abertura dos números, no entanto, mostra que os empréstimos para as empresas puxaram o crescimento da carteira de crédito da instituição, enquanto as concessões para pessoas físicas ainda mostram um desempenho inferior à meta prevista para o ano.

A carteira de crédito para as famílias fechou o terceiro trimestre em R$ 143,8 bilhões, um aumento de 14,4% em 12 meses, enquanto a expectativa do banco é de encerrar o ano com crescimento entre 19% e 23%. Em 2012, até setembro, a expansão dessa carteira está em 14,2%.

No caso das empresas, a carteira do Banco do Brasil alcançou R$ 247,1 bilhões, com expansão de 24,1% em relação a setembro do ano passado. A meta para o ano foi mantida em um crescimento entre 18% e 22%.

O Banco do Brasil detalha ainda nesta manhã os números do terceiro trimestre, em entrevista a jornalistas. Esta é a última das grandes instituições brasileiras com ações em bolsa a divulgar seu desempenho. Itaú Unibanco e Bradesco, por exemplo, mostraram que as despesas com provisões para crédido de liquidação duvidosa ainda pesaram sobre o balanço.

Leia mais em:

http://www.valor.com.br/financas/2896454/banco-do-brasil-tem-lucro-liquido-de-r-27-bilhoes-no-3#ixzz2BcvMavOK

152031 - aprendiz quebrado do professor - 15 Out 2012, 02:36
Olho aberto e fiquem ligados!

Retorno do Banco do Brasil deve cair 20%, prevê mercado
Bancos privados também devem oferecer retorno menor nos próximos trimestres, mas terão perdas menores que a prevista para o Banco do Brasil

Agência Estado | 14/10/2012

A reação do mercado à pressão do governo sobre os bancos pode ser medida não só pela derrocada das ações dessas instituições nas últimas semanas, mas pela expectativa de rentabilidade embutida no preço dos papéis. Segundo esse cálculo, feito a pedido do jornal O Estado de S. Paulo pela Rio Bravo Investimentos, o pessimismo é maior com o Banco do Brasil.

O valor da ação do BB na última quarta-feira (10) - em torno de R$ 22,50 - carregava uma expectativa de rentabilidade sobre o patrimônio líquido em torno de 16% ao longo dos próximos trimestres. Como a rentabilidade do banco estava em 20,5% no fim do terceiro trimestre, significa dizer que, para os investidores, o retorno deve cair cerca de 20%.

No caso dos bancos privados, a expectativa também é de retornos menores nos próximos trimestres, mas em magnitude inferior à queda projetada para o BB. No Itaú e no Bradesco, o preço das ações na quarta-feira (10) indicava uma rentabilidade sobre o patrimônio na faixa dos 18%, nível semelhante ao do final do segundo trimestre - que tinha 18,8% para o Bradesco e 18,3% para o Itaú, segundo dados compilados pela Economática.

"Os investidores veem Bradesco e Itaú em situação parecida, com rentabilidade pouco inferior à de hoje. No BB, a estimativa é pior por causa da interferência política do governo", disse o analista da Rio Bravo responsável pelos cálculos, Jorge Saab.

Ele se refere à pressão do governo Dilma para que BB e Caixa reduzam as taxas de juros, os spreads e as tarifas cobradas dos clientes, de forma a aumentar a concorrência no setor.
O Santander é um caso à parte, porque o patrimônio líquido está bastante elevado desde que a instituição abriu o capital no Brasil, em outubro de 2009. Na prática, é uma situação que reduz a rentabilidade, que é dada pela divisão do lucro pelo patrimônio líquido. Por isso, a expectativa do mercado para o retorno do Santander é de melhora nos próximos trimestres.

Panorama

O movimento do governo é apenas um dos fatores que têm pressionado - e vão pressionar - os bancos. O analista de instituições financeiras do Goldman Sachs, Carlos Macedo, vê ainda 1) a redução da Selic para níveis historicamente baixos, 2) a mudança no mix das carteiras de crédito dos bancos, que caminha para linhas de crédito longas e de menor risco, como imobiliário e consignado; e 3) alteração na estrutura de funding (financiamento) das instituições.

"Estamos falando de mudanças estruturais tão ou mais profundas que as vividas pelo setor financeiro com o fim da inflação", sintetiza Macedo. Por tudo isso, ele avalia que, de fato, nos próximos um ou dois anos, os bancos de varejo verão uma piora nos indicadores de rentabilidade. No entanto, ele mostra leve otimismo com a perspectiva de os grandes bancos nacionais se adaptarem a esse panorama.

A avaliação está amparada em fatores como a queda dos índices de inadimplência, em razão da provável melhora da economia em 2013 e 2014; a evolução dos índices de eficiência das instituições; e o ambiente mais favorável aos serviços de intermediação financeira em razão da queda do juro básico para níveis estruturalmente mais baixos.

"Acredito que, em um primeiro momento, os grandes bancos terão uma rentabilidade ao redor de 18%. Após os ajustes para melhora da eficiência, podemos ver um avanço para a casa dos 20%", diz o analista.

Se a realidade caminhar na direção do que acredita Macedo, o setor bancário brasileiro continuará com níveis de rentabilidade superiores aos de seus pares internacionais. Segundo João Augusto Frota Salles, analista da Lopes Filho, as instituições financeiras globais registram, em média, retornos de 15%. Rentabilidade entre 18% e 20% ainda é muito boa", disse. "O que o investidor precisa entender é que os retornos de alguns anos atrás, que muitas vezes superavam 30%, não vão mais ocorrer." As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

151714 de 335692 - paulo_prof -  10 Out 2012, 18:56 
Citação: GARUDA20
Paulo prof.,
nao teria uma analise desta sobre o BBAS? Acho que o mercado esta exagerando, nao?

No 3T12 o impacto da interferência do governo deverá ser pequeno. A minha expectativa é que o lucro do 3T12 venha acima dos R$ 2,5 bilhões.

O problema será no 4T12. Acho muito difícil estimar ... Além da questão dos juros e das taxas dos serviços, há a questão do valor atuarial dos ativos da Previ e a incógnita da performance do Banco Postal.

Finalmente, há a questão da inadimplência do Votorantim. A expectativa é que a curva de inadimplência já tenha atingido o seu pico, mas não há dados que confirmem esta expectativa.

No médio prazo, acho que a tendência é o banco ser mais eficiente. A base de clientes deverá aumentar mais do que a economia, os custos e a inadimplência deverão diminuir. Se o lucro de 2013 vier acima dos R$ 10 bilhões, não ficarei surpreso.

150346 - paulo_prof -  28 Set 2012, 13:52
AVISA

C BBAS3 a 24,06

Considerado o que o bull in politics está em plena aceleração, o mais sensato seria ficar quietinho ... Fico imaginando, entretanto, o que mais os Petralhas poderão inventar para puxar o BB para baixo ...

De qualquer forma, acho que (para variar) o mercado sobre-reagiu ao impacto que mais esta interferência poderá ocasionar no lucro do banco.

Os serviços que sofreram aumento de tarifa e que o Mantega quer reverter são:

exclusão do cadastro de emitentes de cheques sem fundo
emissão de extratos bancários (3 modalidades)
depósitos identificados
saque (2 tipos)

Na minha avaliação, talvez excetuando a questão dos saques, o impacto será mínimo. O aumento da tarifa dos 2 tipos de saques foi de 6,3%. O aumento da taxa de emissão de extratos bancários (entre 11% e 25% dependendo do tipo) pode ter sido acompanhado de uma redução no volume.

149888 - paulo_prof -  25 Set 2012, 13:04
Acho que passou meio desapercebido o aporte que a União vai efetuar no BB, de R$ 8,1 bilhões, conforme o que está disposto na MP 581.

Este aporte de recursos no BB é justificado para o financiamento da safra. Em conseqüência, o custo deste "empréstimo" sairá muito barato para o BB (TJLP).

Embora os financiamentos da safra agrícola certamente não estão entre os mais rentáveis, a forma como estes recursos deverão ser repassados é muito interessante para o banco: instrumento híbrido de capital e dívida!. Isto aumenta o capital de referência do banco (tier II), aliviando o índice de Basiléia.

Com este aporte de R$ 8 bilhões, o BB aumenta o seu poder de fogo de crédito em aprox. R$ 25 bilhões. O interessante é que esta capacidade aumentada não está indexada, podendo ser utilizada para o aumento dos ativos em qualquer linha de crédito.

144462 - paulo_prof  -  14 Ago 2012, 19:38
Ola Prof Paulo....
E o plano de recompra de ações anunciado pelo banco???? Por que da subscrição???

Não importa se a grana do banco está aplicada em títulos do governo ou em suas próprias ações. Enquanto o banco mantiver estas ações em tesouraria, elas contribuirão para o patrimônio líquido e para o capital de nível 1.

Numa conta de padeiro (super grosseira) para cada R$ 1 bilhão adicional que o BB empresta, necessita de aprox. R$ 130 milhões de capital adicional.

Se, num trimestre, a carteira de créditos aumenta em R$ 30 bilhões, o capital adicional exigido do banco será de aprox. R$ 4 bilhões. Hoje, o Patrimônio Exigido está na faixa dos R$ 71 bilhões e o Patrimônio de Referência, na faixa dos R$ 91 bilhões.

Supondo um aumento trimestral médio de R$ 30 bilhões na carteira de créditos, e supondo que nada muda ao longo dos próximos trimestres, mesmo que o banco não pudesse emitir mais dívida subordinada para aumentar o Patrimônio de Referência, o capital atual seria suficiente para aprox. mais 5 trimestres.

Mas a partir de janeiro de 2013 os requisitos de capital serão "apertados" (alguns ativos que hoje podem ser contabilizados como Patrimônio de Referência perderão esta propriedade em janeiro de 2013). Não sei como isto impactará o banco.

Na minha avaliação, a carteira total de créditos cresceu de forma exagerada no 2T12. Duvido que continue crescendo num ritmo de R$ 30 bilhões por trimestre. Nos próximos 12 meses a minha estimativa é que a carteira de créditos não cresça mais do que uns R$ 90 bilhões, ou aprox. 16%.

144440 - paulo_prof -  14 Ago 2012, 18:20
O que eu acho que o mercado está enxergando no BB é que a necessidade de uma capitalização, que é uma certeza, está chegando com uma velocidade maior do que inicialmente antecipada.

Do 1T12 para o 2T12, a carteira total de créditos aumentou em mais de R$ 31 bilhões. A pequena variação do índice de Basiléia (de 14,3% para 14,2%) só foi possível porque o Banco adotou o expediente de aumentar o capital de nível 2 via emissão de dívida subordinada. As dívidas subordinadas passaram de R$ 24,6 bilhões no 1T12 para R$ 28,2 bilhões no 2T12.

A estratégia de aumentar o capital de nível 2 via emissão de dívida tem os seus limites. Chegará o momento inexorável em que o que terá que ser aumentado é o patrimônio líquido via aumento do capital próprio.

O que não dá para entender é a razão do mercado ter tamanha ogeriza em relação a uma capitalização. Considerando o Patrimônio Líquido médio no 2T12, o ROE anualizado é de aprox. 19,66%.

Como acionista do banco eu não teria problema algum em subscrever um aumento de capital se esta rentabilidade puder ser mantida. Mesmo se houver uma boa queda desta rentabilidade ainda seria um bom negócio.

144308 - paulo_prof - 14 Ago 2012, 12:47
PREÇO: R$ 23,43
PAYOUT (2011): 40,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 5,90
P/VPA 1,08
DY 6,86%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,969
ROAE 18,3%
ROAA 1,08%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 10.517.092
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,90%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,87%

Taxas de Crescimento Nominal em relação ao 1o. semestre de 2011 e 30JUN2011
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -5,2%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +21,3%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +18,1%
RESULTADO OPERACIONAL -19,1%
RESULTADO LÍQUIDO -12,0%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +26,6%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +14,1%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +19,1%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +15,8%
ATIVO TOTAL +16,3%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +8,5%

A qualidade da carteira de créditos, medida pela razão PDD TOTAL/CARTEIRA TOTAL, passou de 3,98% no 2T11 para 3,87% no 2T12. Do 1T12 (3,93%) para o 2T12 houve também uma melhora marginal. Moral da história: a qualidade da carteira de créditos permanece aprox. constante.

No que tange os créditos inadimplentes, embora no semestre, ano-a-ano, tenha haviado um aumento de 8,5%, a carteira total de créditos cresceu 19,1%. Moral da história: relativamente ao tamanho da carteira de créditos, a inadimplência (NPL) decresceu.

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido
UA -11,76%
U2A 0,73%
U3A 8,83%

b) do patrimônio líquido médio
UA 15,63%
U2A 61,82%
U3A 87,27%

Taxa anual de crescimento real do lucro líquido necessária, durante 3 anos, para que o valor intrínsico fornecido pela fórmula simplificada da FCD seja 30% superior à cotação atual (perpetuidade real nula, taxa de desconto real de 8%): -16,0%

Resta ler o relatório para verificar alguns detalhes como:

a) impacto dos resultados do Votorantim; e
b) impacto da atualização do Ativo Aturarial da Previ

Não vejo núvens negras no horizonte. Pelo contrário. Qualquer melhora no Votorantim deverá turbinar o lucro do Banco consolidado.

Ativo continua muito barato ...

144301  - GARUDA20 - 14 Ago 2012, 12:37
a partir do semestre que vem (segundo teleconferencia do bb 1t12) o votorantim comeca a colaborar positivamente ao balanco, isso aumentaria em 500mi o resultado do semestre (50% parte BB), ja que o mesmo teve preju de 1bi no semestre, ou nao?

144298 - Small caps - 14 Ago 2012, 12:27
Excelente balanço!

Como diz o folclórico Poly, o mercado já estava lendo o balanço antes da publicação:

Lucro Líquido Ajustado do BB atinge R$ 5,7 bilhões no 1S12
O Banco do Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 5.690 milhões no primeiro semestre de
2012, resultado 7,5% menor do que o observado no 1S11. Esse desempenho corresponde a retorno
anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 19,9%. O lucro líquido, incluídos os itens
extraordinários, encerrou o 1S12 em R$ 5.510 milhões, equivalente a RSPL de 19,3%.
O resultado do semestre foi influenciado, principalmente: pela expansão da margem financeira bruta
(MFB) e das receitas de tarifas bancárias por um lado; e, por outro, pela redução do montante
contabilizado referente ao reconhecimento dos ganhos e perdas atuariais do Plano de Benefícios I da
Previ, que contabilizou R$ 1.920 milhões no 1S11, contra R$ 781 milhões no 1S12.
No 2T12, o Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 2.986 milhões, apresentando
elevação de 10,4% em relação ao observado no 1T12 e redução de 7,6% sobre o 2T11. Esse
resultado correspondeu a RSPL de 21,2%. O lucro líquido, incluídos os itens extraordinários, encerrou
o 2T12 em R$ 3.008 milhões, equivalente a RSPL de 21,4%.

144295 - GARUDA20 - 14 Ago 2012, 12:03
Banco do Brasil fecha 2º trimestre com lucro de R$ 3 bilhões
Ganhos caem 9,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior e carteira de crédito superior em 20,3%

146323 - paulo_prof - 28/Ago/2012 13:32
citação: davilarAlguém tem um palpite sobre oq está por traz dessa recente relativa força de $BBAS ?


Considerando que a queda de juros não impactou os resultados do BBAS como o mercado acho que impactaria, o ativo está barato para caramba ... Acho que não há corretora que avalie o ativo abaixo dos R$ 32,00. Isto dá um upside, em relação às cotações vigentes, maior para a BBAS3 do que para a BBDC4, ITUB4 e SANB11.

144364 - paulo_prof - 14/Ago/2012 11:21
A contribuição, para a receita do BB, dos Planos de Benefícios a Empregados (Planos de Aposentadoria e Pensão e Planos de Saúde) no 1S12 foi R$ 0,9 bilhões menor do que no 1S11, sendo que a maior parcela desta redução foi devida ao Plano de Benefícios 1 da Previ, com uma contribuição R$ 1,14 bilhões menor.


Por outro lado, entretanto, no 1S12 o banco teve uma receita com a equalização de taxas da safra agrícola, R$ 460 milhões superior a do 1S11.

144308 - paulo_prof - 14/Ago/2012 09:47
PREÇO: R$ 23,43

PAYOUT (2011): 40,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 5,90
P/VPA 1,08
DY 6,86%
LUCRO POR AÇÃO R$ 3,969
ROAE 18,3%
ROAA 1,08%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 10.517.092
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,90%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,87%

Taxas de Crescimento Nominal em relação ao 1o. semestre de 2011 e 30JUN2011
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA -5,2%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +21,3%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +18,1%
RESULTADO OPERACIONAL -19,1%
RESULTADO LÍQUIDO -12,0%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +26,6%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +14,1%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +19,1%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +15,8%
ATIVO TOTAL +16,3%
CRÉDITOS INADIMPLENTES +8,5%

A qualidade da carteira de créditos, medida pela razão PDD TOTAL/CARTEIRA TOTAL, passou de 3,98% no 2T11 para 3,87% no 2T12. Do 1T12 (3,93%) para o 2T12 houve também uma melhora marginal. Moral da história: a qualidade da carteira de créditos permanece aprox. constante.

No que tange os créditos inadimplentes, embora no semestre, ano-a-ano, tenha haviado um aumento de 8,5%, a carteira total de créditos cresceu 19,1%. Moral da história: relativamente ao tamanho da carteira de créditos, a inadimplência (NPL) decresceu.

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido
UA -11,76%
U2A 0,73%
U3A 8,83%

b) do patrimônio líquido médio
UA 15,63%
U2A 61,82%
U3A 87,27%

Taxa anual de crescimento real do lucro líquido necessária, durante 3 anos, para que o valor intrínsico fornecido pela fórmula simplificada da FCD seja 30% superior à cotação atual (perpetuidade real nula, taxa de desconto real de 8%): -16,0%

Resta ler o relatório para verificar alguns detalhes como:

a) impacto dos resultados do Votorantim; e
b) impacto da atualização do Ativo Aturarial da Previ

Não vejo núvens negras no horizonte. Pelo contrário. Qualquer melhora no Votorantim deverá turbinar o lucro do Banco consolidado.

Ativo continua muito barato ...

144298 - small caps - 14/Ago/2012 09:27
citação: GARUDA20Banco do Brasil fecha 2º trimestre com lucro de R$ 3 bilhões


Ganhos caem 9,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior e carteira de crédito superior em 20,3%

Excelente balanço!

Como diz o folclórico Poly, o mercado já estava lendo o balanço antes da publicação:

Lucro Líquido Ajustado do BB atinge R$ 5,7 bilhões no 1S12
O Banco do Brasil apresentou lucro líquido ajustado de R$ 5.690 milhões no primeiro semestre de
2012, resultado 7,5% menor do que o observado no 1S11. Esse desempenho corresponde a retorno
anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 19,9%. O lucro líquido, incluídos os itens
extraordinários, encerrou o 1S12 em R$ 5.510 milhões, equivalente a RSPL de 19,3%.
O resultado do semestre foi influenciado, principalmente: pela expansão da margem financeira bruta
(MFB) e das receitas de tarifas bancárias por um lado; e, por outro, pela redução do montante contabilizado referente ao reconhecimento dos ganhos e perdas atuariais do Plano de Benefícios I da

Previ, que contabilizou R$ 1.920 milhões no 1S11, contra R$ 781 milhões no 1S12.
No 2T12, o Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 2.986 milhões, apresentando elevação de 10,4% em relação ao observado no 1T12 e redução de 7,6% sobre o 2T11. Esse resultado correspondeu a RSPL de 21,2%. O lucro líquido, incluídos os itens extraordinários, encerrou o 2T12 em R$ 3.008 milhões, equivalente a RSPL de 21,4%.

140303 - danieljoseaa - 13/Jul/2012 23:57
Em um raciocínio rápido sobre o questionamento do possível aumento do capital social do BBAS ser contraditório em relação ao programa de recompra de ações anunciado...........me parece que, a esse preço ridículo eles também querem comprar ações e não vender, via subscrição, o que torna aparentemente impensável uma capitalização do banco via aumento do capital social com as ações nesses preços atuais......... a 24/25/26 como foi a última vez, não me lembro o valor, aí sim, é aceitável.


Isso é mais um sinal de que uma futura subscrição, não seria nunca em valores ridículos como os atuais, o que era o grande medo de muitos.

Além de bela notícia, a recompra pode servir, dentre outras coisas, para extirpar o medo de muitos investidores pela "capitalização a qualquer preço", que aparentemente tem tudo para não existir.

Por isso, não vejo como contraditório.



É o que me parece.

140303 - danieljoseaa - 13/Jul/2012 23:57
Em um raciocínio rápido sobre o questionamento do possível aumento do capital social do BBAS ser contraditório em relação ao programa de recompra de ações anunciado...........me parece que, a esse preço ridículo eles também querem comprar ações e não vender, via subscrição, o que torna aparentemente impensável uma capitalização do banco via aumento do capital social com as ações nesses preços atuais......... a 24/25/26 como foi a última vez, não me lembro o valor, aí sim, é aceitável.


Isso é mais um sinal de que uma futura subscrição, não seria nunca em valores ridículos como os atuais, o que era o grande medo de muitos.

Além de bela notícia, a recompra pode servir, dentre outras coisas, para extirpar o medo de muitos investidores pela "capitalização a qualquer preço", que aparentemente tem tudo para não existir.

Por isso, não vejo como contraditório.

É o que me parece.

129155 - paulo_prof - 03/Mai/2012 10:49
BBAS3

PREÇO: R$ 23,14
PAYOUT (2011): 40,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 5,67
P/VPA 1,10
DY 7,14%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,082
ROAE 19,5%
ROAA 1,16%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 10.239.722
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,97%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,93%

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UUA -4,79%
U2A 3,91%
U3A 8,69%

b) do patrimônio líquido médio
UA 20,89%
U2A 64,39%
U3A 89,85%

Para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja 1,5 vezes cotação atual, adotando uma perpetuidade real nula e uma taxa de desconto anual real de 8%, é necessário que a taxa anual média de crescimento real do lucro líquido, nos próximos 3 anos, seja superior a -13%.

Taxas de crescimento nominal relativas ao 1T11:
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 0,8%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +23%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +22%
RESULTADO OPERACIONAL -21,6%
RESULTADO LÍQUIDO -14,7%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +30,8%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +15,2%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +17,4%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +14,2%
ATIVO TOTAL +16%

Em relação ao 4T11, a “qualidade” da carteira de crédito permaneceu constante em 3,93%. Já o índice de inadimplência, piorou de 1,88% para 2,38%.

O total de créditos inadimplentes nos últimos 4 trimestres, entretanto, decresceu -9,2% em relação aos 4 trimestres terminados no 1T11.

Na minha expectativa, se de um lado o banco deverá lucrar menos com a sua Carteira de Créditos, de outro, a qualidade desta carteira deverá melhorar e a inadimplência deverá diminuir. O Banco deverá aproveitar a oportunidade para, baixando os juros dos devedores inadimplentes, recuperar grande parte dos créditos dados como perdidos (write off).

Não tenho certeza, mas se o empréstimo de um devedor inadimplente é renegociado, acho que o crédito é 100% recuperado e a contagem reinicia da estaca zero (ou seja, só depois de não honrar o novo acordo por 90 dias é que este crédito voltará a ser inadimplente.

Em conseqüência, não pode ser descartada a possibilidade do resultado do 2T12 trazer surpresas (positivas).

126551 - ispholambra - 17/Abr/2012 22:50
Pessoal, depois de todo o burburinho que a reducao dos juros causou e depois de ter tido acesso a todas as informaçoes a respeito, posso afirmar com convicção que nao se trata de assistencialismo... nem de queima de dinheiro... mas sim de uma nova estrategia de negocios... e de uma estrategia muito acertada ao meu ver...e em sintonia com o que ja vinha sendo feito..

os principais pontos da nova estrategia são:

Oferecer taxas de juros mais baixas e vantajosas a clientes de "menor risco", sendo que devemos entender por clientes de menor risco os clientes que recebem o seu salario pelo BB e as micro, pequenas e medias empresas que tem um bom historico de relacionamento com o BB e que priorizam o BB para realizar a antecipação dos seus recebiveis (desconto de cheques, desconto de duplicatas e antecipacao das vendas de cartao) ou que contratem operacoes cobertas pelo Fundo Garantidor de Operacoes (FGO) o qual cobre ate 80% do saldo devedor das operacoes de capital de giro em caso de inadimplencia.

Fazer a retencao dos clientes proventistas, visto que apos a implantacao total da Lei da Livre Opção Bancaria o BB em sofrendo ataques continuos dos concorrentes (pricipalmente Itau e Santanter) e vem perdendo os clientes com maior potencial para a contratacao de credito e consumo de produtos que sao os funcionarios publicos.

Atacar a base de clientes proventistas dos outros bancos que se abrirem a conta no BB e transferirem o credito do salario poderam contratar credito nas condicoes melhores que foram oferecidas.

Oferecer credito para o financiamento de veiculos a taxas muito competitivas aonde quando maior a entrada menor o risco e menor a taxa, visto que mesmo aquirindo 50% do Votorantim, o BB nao conseguiu atingir uma penetracao nesse mercado, tendo em vista a acirrada concorrencia nesse setor.

Os criterios para a analise de credito e de riscos nao foram flexibilizados, e nem os procedimentos de contatacao, sendo que nesse sentido o BB é um dos bancos mais rigorosos do mercado.

Além disso faz parte dessa nova estrategia a conscientizacao dos clientes para o uso racional do credito além de assessoria financeira mediante a contratacao desse novo servico.

Sinceramente eu nao vejo como o BB vai ter prejuizo com essa nova estrategia, eu acho que a cmpanha publicitaria que esta sendo feita certamente trará maiores onus ao BB que as "perdas" ocasionadas pela reducao dos juros...

Esclareço também que mesmo antes da implantacao dessa nova estrategia o BB ja vinha praticando as menores taxas do mercado... so ue acogra o estardalhasso foi maior... se fez muito mais barulho...

E como fica o indice de Basileia do BB?
É evidente que ele ira baixar caso a contratacao de credito aumente muito... mas o atual indice ainda permite uma expansao maiuscula da carteira (mais de 50 bilhoes se nao me engano) e existem outras alternativas de captacao que nao uma oferta de acoes...como as captacoes externas que foram feitas recentemente...
Expandir a carteira de credito e ruim para o BB? claro que nao é... se expandir com qualidade e com inadimplencia reduzida e extremamente saudavel pois a Selic podera cair abaixo de 8% num futuro proximo e nesse patamar as operacoes de tesouraria que ate bem pouco tempo atras e que garantiam os lucros do banco vai ficando inviáveis... logo a maioria dos bancos vai ver que empestar a 0,99% ao mes e muito melhor do que fazer operacoes com titulos que rendem menos de 8% ao ano...
Bom, diante disso... hoje eu aproveitei a minha necessidade ce criar um "prejuizo virtual " na minha carteira para poder pagar menos IR, liquidei as minhas ELPL4 e comprei BBAS3... a atual faixa de preço esta muito boa...no curto prazo os dois papéis vao continuar sofrendo... mas apostei em BBAS3... acho que com intervencao estatal e tudo esse papel vai continuar a nos dar alegrias...

Mas nao e indicação de compra... cada um deve avaliar os riscos que esta disposto a correr...

Já me alonguei demais...

21623 - Barbado - 28/Fev/2012 10:02 
Não vejo motivo para estar preocupado com o preço da ação do B.Brasil, vai recuperar em breve.


Em trimestres passados a contribuição da "Previ" nos lucros foi expressiva, nos 2 últimos trimestres por conta das baixas nas cotações das ações, a contribuição sofreu uma redução substancial.

Veja que agora no 1/tr/12 a se confirmar a tendência de alta das ações (já temos uma alta de + de 15%), deduz-se então que a contribuição da Previ nos lucros do 1/tr/12 será bastante positiva.

É preciso, ao comprar um papel qualquer, ter uma expectativa de tempo de pelo menos 90 dias, que é o intervalo entre a publicação de 1 balanço trimestral e outro.

Para investidores novos, a "concentração" é altamente perigosa, principalmente por não ter muita convicção naquilo de está investindo, sendo facilmente influenciado por outras pessoas.

21610 - ispholambra - 28/Fev/2012 02:42
Pra quem como eu esta comprado e BBAS3...


Depois de bater quase 29 reais eu acredito numa realizacao mais forte das BBAS3... nao me impressionaria se caisse ate os 24 ou 25 reais novamente...
O motivo que me leva a acreditar nisso é o fato do mercado estar repudiando a ideia do Governo Federal utilizar os seus dois bancos (BB e CEF) para forçar uma reducao das taxas de juros do mercado... no passado isso foi benefico para o BB... mas no cenario atual, com o aumento da inadimplencia isso pode ser desastroso... pois o movimento deveria ser exatamente o inverso... aumento das taxas para compensar as possiveis perdas...
Ainda pesam sobre as açoes o temor de que o BB faça uma oferta publica de ativos para levantar capital... essa hipotese vai ficando cada vez mais remota a medida que o BB vai tendo sucesso na emissao de divida no exterior pra levantar capital... foram mais 750 milhoes de dolares hoje... que somados aos 1 bilhao de janeiro dao mais folga de caixa... mas a hipotese de uma oferta publica de ativos... mesmo mais distante ainda nao pode ser descartada...
Outro fato que esta desagradando o mercado e que é pouquissimo comentado é a disputa de poder entre o Presidente do BB e o Presidente da PREVI o que expoe o BB a especulacoes e instabilidades em virtude de temores sobre uma possivel troca de comando... e isso poderá ainda dar muito o que falar...


Dessa forma eu acredito que as BBAS3 ainda são de longe os papéis mais decontados entre os grandes bancos... mas no momento nao consigo enxergar drives de valorizacao para os papeis... BBAS3 ja foram mais de 30% da carteira... mas hoje reresentam menos de 15% ... e é isso aí... se elas cairem bem eu recompro de novo...

115249 - paulo_prof - 14/Fev/2012 11:15
Cabe uma informação importante relativa ao resultado do BB.


No exercício de 2010, o Plano de Benefícios 1 da Previ havia contribuído com R$ 4,30 bilhões para o Resultado.

No exercício de 2011, esta contribuição caiu para R$ 2,98 bilhões, ou seja, uma "pancada" de mais de R$ 1,3 bilhões.

Isto considerado, acho que o resultado do BB foi na realidade muito bom.

115229 - danieljoseaa - 14/Fev/2012 10:46
hahuahua.......o Small quase cravou o LL do BB......falou 2.8 e veio 3...KKKK


E eu com meu santo otimismo, passei longe pacas.

Mas, gostei, BBAS3 agora faz parte do "corpo fixo" da carteira, rsrs.

Pessoal tá inspirado desde a madrugada, Small não para de postar....que assim continue......acho que o Small tomou a garrafa de vinho que, enfim, recebeu do Capa, toda.

115202 - paulo_prof - 14/Fev/2012 10:08
Resultado do BB: morno ...


Em relação ao exercício de 2010

RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +4,5%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +15%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +9,3%
RESULTADO OPERACIONAL +0,5%
RESULTADO LÍQUIDO +3,6%
DESPESAS COM PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +15,8%
CRÉDITOS INADIMPLENTES -13,5%

Em relação ao final dos exercícios
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +15,8%
OPERAÇÕES DE CRÉDITO +17,2%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS (TOTAL) +10,5%
ATIVO TOTAL +21%

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) do lucro líquido
UA 3,61%
U2A 9,31%
U3A 11,27%

b) do patrimônio líquido médio
UA 26,33%
U2A 29,16%
U3A 26,50%


Multiplicadores baseados nos últimos 12 meses
PREÇO: R$ 26,48
PAYOUT (2011): 40,5%
P/L 6,21
P/VPA 1,29
DY 6,52%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,232
ROAE 20,8%
ROAA 1,24%
CRÉDITOS INADIMPLENTES 10.072.103
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 1,97%
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO 3,93%

Supondo, conservativamente, uma taxa nula de crescimento real do lucro líquido daqui para todo o sempre, uma taxa de desconto real de 10%, o preço justo fornecido pela fórmula do FCD é R$ 42,32

112931 - polycrav - 01/Fev/2012 10:27
citação: ALEX BUFFETTCaro Poly, brinde-nos com seu profundo conhecimento!!!


Com as correções de ontem das BBAS3 e PDGR3, os preços de fechamento podem ser considerados para uma entrada, ou, segundo a AT, podemos aguardar um pouquinho mais (de tempo e de correção)?

Antecipadamente, meu muitíssimo obrigado!!!

Alex,


Inicialmente, são duas ações distintas, de setores distintos em situações distintas.

BBAS3 pode estar iniciando um processo corretivo depois desse belo rally de alta que assistimos aplaudindo. Portanto, o melhor é aguardar para ver até onde vai. Ou se será "abortado". Entretanto, mais uma vez cabe aqui a estratégia e o objetivo. Pois, por dados fundamentalistas, continua "barata" e se a compra é pra longo-prazo, tanto faz comprar agora ou daqui a uma semana. Agora, se é pra especular... a história é outra.


PDGR3 - Depois de romper uma importante LTB, pode estar fazendo um "pull back" para retomar a subida. Mas o que fazer? Observar hoje. Se reagir bem, provavelmente completou o pull-back e retomará a alta (existem considerações mais "avançadas" que fogem do escopo desse espaço). Do contrário, deve mergulhar um pouco mais. Só depois que "frear" o mergulho é que se deve embarcar...


É sempre bom lembrar que falamos aqui de probabilidades e emoções. Qualquer evento importante (um incêndio numa agência, uma denúncia de desvio de verba ou uma estrutura condenada) poderá fazer com que ocorra tudo ao contrário. Essa é a "graça" e o "encanto" do mercado. Do contrário, tava cheio de milionário por aí sem precisar fazer grande coisa...

109719 - paulo_prof - 10/Jan/2012 00:44
Estou tentando entender as razões que motivam o mercado a "bater" na BBAS3.


Cheguei à conclusão que só há duas possibilidades:

a) um aumento de capital via subscrição, visando "resolver" de vez a questão do índice de Basiléia, adequando a estrutura de capital às novas regras, de forma a estar conforme por um período muito confortável de anos; e/ou

b) o receio que a atualização do ativo atuarial da Previ em 2011 traga surpresas negativas, impactando fortemente o lucro líquido do exercício.

Por outro lado, cheguei à conclusão que se as hipóteses acima estiverem corretas, o mercado está "no desvio" ...

Qual seria o problema do banco efetuar uma capitalização? Considerando o patrimõnio líquido médio, o ROE atual do BB é 25,3%.

Na minha opinião, não há elementos para se suspeitar que o aumento de capital forneça um retorno nesta faixa em relativamente pouco tempo. Mesmo se durante uma fase de maturação, o ROE diminuir para, digamos, 20%, qual seria o problema?

A carteira de créditos do BB vem crescendo de forma super saudável, com melhora da qualidade média da carteira e inadimplência relativa (ao tamanho da carteira) em declínio.

A carteira de créditos vem crescendo numa razão de 18% ao ano. Ao final do 3T11, o volume total de créditos somava R$ 490 bilhões. Aplicando 18% sobre este valor obtém-se R$ 88 bilhões. Simplificando a questão (esquecendo a ponderação pelo risco), supondo ser necessário um acréscimo de capital igual a 14% do valor do aumento da carteira, chega-se a uma necessidade de capital de aprox. R$ 12,3 bilhões. Se este aumento de capital tivesse que ser provido pelo lucro, o lucro nos próximos 12 meses deveria ser de aprox. R$ 16 bilhões (um mínimo de 23,75% teriam que ser distribuídos como proventos).

Só que o lucro está longe disto e o payout é bem maior ... Não há outro jeito ... ou o banco se capitaliza, ou reduz a taxa de crescimento da concessão de créditos.

Já no que tange a questão da atualização do ativo atuarial da Previ e outras receitas e despesas ligadas à previdência dos empregados do banco, também acho que um eventual receio é injustificado.

Se não interpretei errado os números constantes nas demonstrações financeiras, os resultados das linhas pertinentes nas rubricas Outras Receitas Operacionais e Outras Despesas Operacionais foram, aprox.:

2008: R$ 3 bilhões
2009: R$ 3,6 bilhões
2010: R$ 3,4 bilhões
9M11: R$ 2,5 bilhões

Nos 9M11, o Resultado Operacional foi de R$ 13,7 bilhões. Neste resultado, a contribuição da atualização do ativo atuarial da Previ e outras Receitas e Despesas Previdenciárias foi de 18%. Mesmo que no 4T11 esta contribuição caia para zero, ainda assim o lucro do 4T11 seria maior do que R$ 2,5 bilhões e o lucro anual maior do que os R$ 11,7 bilhões de 2010, o que corresponde a um P/L = 5,8.

107691 - small caps - 20/Dez/2011 12:22
Campanha AVISA:


Hoje não resisti mais.

Conversei com meus botões até chegar a conclusão.

Se vc tem do lado um investimento que lhe renderá em 12 meses 8% (CDI) e de outro praticamente os mesmos 8% conquistados com a distribuição de 40% do lucro... Bem, não deu para resistir mais...

Comprei BBAS3. Fatiei 10% da renda fixa para este fim.

O foco no fluxo de caixa foi muito relevante, especialmente porque o BB tem distribuído proventos 8 vezes ao ano.

O desconto maior exigido para a aplicação se deve ao risco governo e a sempre presente possibilidade de uso político do banco, como na crise com efeito anti-ciclico. Não tenho certeza de que sempre dará certo, mas quando se vê um ROE histórico de pouco mais de 20% negociado próximo do P/VPA 1... acredito que já desconta estes fatores e aqueles decorrentes dos lucros que o Banco tem tido em razão de fatores não recorrentes.

105534 - ispholambra - 03/Dez/2011 01:34
Uma opiniao sobre BBAS3...


Nos ultimos dias merecidamente essa ação tem sido o foco de infindáveis discussões a respeito dos seus preços atuais e dos seus multiplos, e sempre sao levantadas as seguintes questoes... O papel esta barato? ele é a melhor escolha em relação aos seu pares? e se é tão boa porque está tão barata e bem abaixo das acoes dos seus pares... quais são as reais ameaças e oportunidades para o BB? Fazer trades curtos ou apostar no longo prazo?
Enfim as peguntas sao infindáveis e as respostas nem sempre sao tão claras, mas vamos tentar discutir alguma coisa...
A primeira questao a se pensar é porque os papéis dos bancos estao com preços tão baixos e as BBAS3 mais baixas ainda... Bom sobre isso e importante salientarmos que o centro da atual crise novamente sao os bancos e nao os governos... pois sao os bancos os detentores dos papéis dos países altamente endividados e podem sofrer o calote...se esses paises derem o calote certamente vao haver consequencias... mas paises nao falem... vejam o caso da Argentina...a 10 anos atras houve o corralito... e a Argentina segue firme e forte ai...já os bancos esses sim podem falir... ja faliram as centenas e centenas desde 2008... e quando uma crise dessa magnitude toma conta de um setor localizado num dos Centros mais importantes do Capitalismo as consequencias sao sentidas por todos... mesmo que estejam longe e nao tenham nenhuma relaçao...Se a ordem e pra vender ações de bancos...nao importa se esses estao na Europa, nos E.U.A ou em qualquer lugar... o panico toma conta...
Em relação aos bancos Nacionais, o unico que talvez tenha titulos da divida Europeia seja o Itaú... mesmo assim a exposicao e baixa...
As BBAS3 estao baratas?...sim... olhando o atual cenario economico que se desenha com estimulo ao credito e ao consumo, as BBAS3 estao muito baratas...
Mas elas podem voltar a cair?...claro que sim... podem voltar a cair e a subir... pois quem dita o ritmo do dia-a-dia da bovespa sao os fundos de investimento em acoes e os investidores estrangeiros e esses sao extremamente sensiveis a volatilidade do mercado... no atual cenario de panico tudo e possivel...
Existem ameaças para o setor bancario e em especial para as BBAS3? Existem ameaças sim... a principal e uma queda no crescimento e na geracao de emprego e renda... o que jogaria os indices de inadimplencia pra cima e os lucros para baixo...Especificamente para o BB existem algumas ameaças como a Livre Opção Bancaria, que a partir de 2012 podera corroer a atual base de clientes principalmente os de alta renda... os custos da incorporacao do Banco Postal...porem muitas oportunidades novas surgem... o BB ainda engatinha no credito imobiliario e certamente ainda vai crescer muito nesse segmento principalmente no minha casa minha vida que sera totalmente aberto ao BB a partir de 2012, o BB vai crescer muito no segmento de financiamento aos estudantes atraves do FIES, e atraves da operacao do MPO microcredito do Governo Federal... e passado o periodo e os custos de incorporacao... o Banco Postal sera de fundamental importancia para o crescimento da carteira de credito, da captacao e da base de cartoes do BB...
Eu acredito que no atual preço das BBAS3 estao precificados o panico do mercado mundial... uma eventual queda no crescimento economico... um aumento significativo da inadimplencia e uma possivel mas improvavél interferencia do Governo na gestao BB... eu digo isso porque no passado houve a interferencia para que nao houvesse a queda no ritmo de concessão de credito.. e já a algum tempo o mercado vive uma verdadeira guerra do credito... ta todo mundo querendo emprestar, pois a tendencia da Selic e de queda... os ganhos de tesouraria vao escasseando aos poucos... banco que nao emprestar vai encolher... e nao sera necessaria nenhuma intervenção nesse sentido... os bancos privados estao ate hoje correndo atras do BB par recuperar carteira...
Nesse sentido eu acredito muito que as BBAS3 sejam o melhor investimento entre as acoes dos grandes bancos... sem necessariamente compará-las aos bancos medios/regionais publicos ou privados visto que mesmo atuando no mesmo setor as diferenças de liquidez, de abrangencia e de portfolio de produtos e serviços nao são comparáveis...
Continuo comprado, comprando...
Mas novamente como diria o BARBADO, fiquem espertos...analisem...estudem... depois analisem e estudem mais antes de fazer qualquer movimento...eu posso estar errado e nao quero induzir ninguem a fazer besteira...

São Paulo, 8 de novembro de 2011 Resultados do 3T11

BANCO DO BRASIL COMPRA
(BBAS3) PREÇO-ALVO: R$28,00

Resultados do 3T11: Destaques da teleconferência – Explicando o Inexplicável
Henrique Navarro Renato Schuetz

Notícia/Análise: No dia 4 de novembro, o Banco do Brasil realizou uma teleconferência para discutir os resultados do 3T11. Os destaques da teleconferência, conduzida por Ivan de Souza Monteiro (CFO) e Gilberto Lourenço da (Relações com Investidores) são apresentados a seguir.

Depósitos a prazo – Por que um aumento tão grande com um custo tão alto? O banco aumentou consideravelmente sua base de depósitos a prazo (+10% A/A), o qual também ocorreu a um maior custo de captação (+310 pontos-base no trimestre, para 97,2% da taxa Selic). A combinação de maior volume com maior preço reduziu a NIM do trimestre. E, como o Banco do Brasil tem alta liquidez (tem um dos melhores mixes de captação dentre os bancos brasileiros), isso levanta a pergunta: Por que o banco adotou essa medida? De acordo com a administração, esta foi uma decisão não recorrente, visando aumentar a liquidez, a fim de prever qualquer impacto danoso da crise econômica mundial. A administração também afirmou que o nível de liquidez do banco atingido no 3T11 é satisfatório, e que esse excedente pode gerar frutos para o 4T11. Isso implica que é improvável vermos mais aumentos nas linhas de depósitos a prazo nos próximos trimestres, e que eles devem começar a cair com o aumento na carteira de crédito. Nossa opinião: A estratégia de aumentar a liquidez é uma atitude que esperaríamos de um banco pequeno, não do Banco do Brasil. Essa liquidez excedente é investida em títulos soberanos porque eles (1) têm uma ponderação de risco de 0% em termos de consumo de capital e (2) são ativos de grande liquidez. Porém, com um custo de captação de 97%, e considerando o imposto de renda sobre receitas financeiras, o spread é potencialmente negativo, o que significa que essa liquidez excedente prejudica a lucratividade. Acreditamos que o banco carregará esse excesso nos próximos dois trimestres, pelo menos, reduzindo a NIM durante esse período.

Banco Votorantim – expectativa de números melhores apenas em 2012. A NIM inferior do 3T11 para o banco foi relacionada a uma combinação de (1) maiores custos de captação e (2) aumento nos níveis de provisões. A inadimplência continua a subir, apesar de esperarmos que o crescimento do crédito no financiamento de veículos tenha uma forte desaceleração T/T. Considerando esses fatores, acreditamos que o nível de lucratividade do 4T11 corre risco.
Segmento de seguros: Notícias positivas quanto à guerra de preços no setor – é hora de bandeira branca. O banco focará mais na rentabilidade e na satisfação do cliente do que em aumentar a participação de mercado.


Conclusão: A teleconferência não diminuiu nossas preocupações a respeito de como a fraca base de capital será recomposta, e ficamos com uma sensação mais negativa a respeito de um possível aumento nos níveis de inadimplência para o 4T11, pressão contínua sobre a NIM, em função da liquidez excedente e uma possível linha de resultados no vermelho para o Banco Votorantim no 4T11. Considerando esse cenário, mantemos nossa preferência pelo Itaú ou Bradesco no universo de grandes bancos brasileiros. Mantemos nossa recomendação de Compra, exclusivamente com base na avaliação.

101012 - CAP7 - 07/Nov/2011 11:04
Analise banco Itaú


Bancos: Banco do Brasil

BB: conferência de resultados do terceiro trimestre

O Banco do Brasil (BBAS3) realizou na sexta-feira (4) a conferência de resultados do terceiro trimestre. A analista Regina Longo Sanchez destaca que um dos principais pontos discutidos foi o resultado de intermediação financeira mais fraco que o esperado. Enquanto a administração da companhia destacou que o aumento do custo do funding foi consequência da mudança do mix de depósitos, a analista destaca que aproximadamente R$ 190 milhões do impacto negativo resultaram de três fatores pontuais.

O primeiro é o declínio dos depósitos a vista, que ficaram em média R$ 3 bilhões abaixo do segundo trimestre. Em segundo lugar, o pagamento de R$ 2,3 bilhões pelas operações do Banco Postal em julho de 2011 e, por fim, o impacto negativo de uma Selic média mais elevada no trimestre, uma vez que o banco possui mais ativos que passivos pré-fixados.

Outros destaques da teleconferência foram: (i) a sinalização de que o banco não pretende reduzir o pagamento de dividendos em 2012; (ii) perspectiva de que o Banco Votorantim atinja um nível de rentabilidade mais confortável apenas no final de 2012; (iii) perspectiva de que a qualidade dos ativos não piore no ano que vem; e (v) crescimento da carteira de crédito em torno de 15% em 2012.

A recomendação para o Banco do Brasil segue em outperform, com preço justo de R$ 42,20.

100959 - paulo_prof - 06/Nov/2011 19:14
citação: uqaz

Curto($$$)e grosso (rs, he-te-ro!):
Se vc pegar a fotografia do lucro postado nos últimos 6 meses pelos dois bancos e comparar com o lucro postado 1, 2 e 3 anos antes, nos mesmos 6 meses, o resultado será:

LPA corrente, anualizado
BBAS: R$ 4,3495
DAYC: R$ 1,5879

Taxas anuais médias nominais de crescimento do lucro líquido:
BBAS: U1A = 16,3%; U2A = 19,9%; U3A = 21,0%
DAYC: U1A = 14,6%; U2A = 45,6%; U3A = 16,0%

Por outro lado, se forem considerados os lucros nos últimos 12 meses, o quadro seria
BBAS: U1A = 11,0%; U2A = 21,3%; U3A = 23,0%
DAYC: U1A = -0,4%; U2A = 38,4%; U3A = 5,6%

Considerando, nos próximos 3 anos, uma taxa média real de crescimento do lucro líquido anualizado dos últimos 6 meses, do BBAS, de aprox 4%, e do DAYC de aprox. - 6%, uma taxa de desconto real de 10% e uma perpetuidade de 0%, os preços justos seria:

BBAS3: R$ 48,43 (margem de segurança de 91,9%)
DAYC4: R$ 13,42 (margem de segurança de 52,5%)

100957 - uqaz - 06/Nov/2011 18:55
citação: texmor

citação: uqaz
Curto($$$)e grosso (rs, he-te-ro!):

BBAS3 (a 15-20% do fundo de agosto, resultado bom, mas engana trouxa)ou DAYC4 há 10% do fundo no ano, 2 trimestres mostrando melhora considerável)?

Ugaz,
Me lembro que voce tinha boas pesperctivas para ABCB4...
Quem sabe ela nao nos surpreende na segunda.

Surpresa em ABCB acho difícil...mas tudo êh possível (êh nada, LL vai subir 18-20% em relação ao 3t10 rs).

Cheguei a considerar vende-lá pra comprar BBAS ou DAYC4...Blasfêmia, comprei ABCB a um preço ridículo. Penso em vender uns restinhos de CARD3, PINE4 (volto soh se me pagar 0,27 liquido ateh o final do ano...) e CIEL3 (nunca pensei q fosse chegar a 47,00 este ano...:-0).

ABCB4 êh o melhor banco privado da bolsa, maquina de ganhar $$$ e com baixíssima inadimplencia.

100811 - CAP7 - 04/Nov/2011 15:51
Analise banco SAFRA:

BANCO DO BRASIL (BBAS3) RECOMENDAÇÃO OUTPERFORM
PREÇO-ALVO R$37,50
sexta-feira, 4 de novembro de 2011

MAIORES CUSTOS DE CAPTAÇÃO CAUSAM QUEDA NA RENTABILIDADE

Nossa Opinião: O Banco do Brasil (BB) reportou resultados menores do que o esperado no 3T11, com ROE de 18,5%, abaixo dos 24,2% do 2T11. Esperamos que as ações da BBAS3 continuem a mostrar performance inferior às ações do setor bancário por algum tempo, mas acreditamos que a maior parte desse movimento ficou para trás. Em nossa visão, a queda da rentabilidade foi explicada principalmente pela forte queda da margem de juros líquida (antes das provisões) no trimestre. Mantemos a nossa confiança em relação à capacidade do BB em entregar índice de rentabilidade (ROE) acima de 20% para 2011 e nós continuamos acreditando que a recente queda das ações BBAS3 foi exagerada. Mantemos nossa recomendação de OUTPERFORM e preço-alvo de R$ 37,50 para o final de 2012.
Analise: O Banco do Brasil apresentou R$2.573 milhões de lucro líquido recorrente em 3T11, estando 11% abaixo dos nossos números e 7% abaixo do consenso do mercado (Bloomberg). Excluindo o resultado da Previ, o lucro líquido atingiu R$2.168 milhões (-6,4% T/T e -0,2% A/A). O Banco Votorantim registrou um prejuízo líquido de R$85 milhões, comparado ao lucro líquido de R$156 milhões no 2T11.
Crescimento do crédito em linha... Crescimento total do crédito foi de 5% T/T (excluindo avais e garantias) e manteve um ritmo similar ao do 2T11. O crédito para grandes empresas foram o principal segmento de destaque, aumentando 5,7% T/T. O crédito para pessoas físicas cresceu somente 2,6% T/T.
...porém queda nas margens. Em nossa visão, a forte queda nas margens foi o destaque negativo do trimestre. A margem financeira líquida (NIM) atingiu 5,8% ante 6,2% no 2T11. Acreditamos que as principais causas deste movimento foram: (i) maiores custos de captação devido a uma mudança no mix de depósitos (maiores quantidades de depósitos a prazo), além de um efeito da taxa de câmbio nas captações externas; e (ii) menores ganhos em tesouraria (excluindo os efeitos das taxas de câmbio).
Despesas de provisão menores do que a nossa estimativa. A linha aumentou 7,0% T/T, mas a notícia positiva é que não houve aumento importante na taxa de inadimplência em geral. A inadimplência (tanto maior que 60 dias como a entre 15 e 90 dias) permaneceu estável no período. 
Além disso, a carteira de crédito do Votorantim mostrou alguma deterioração e necessita de monitoramento. Empréstimos classificados entre D-H atingiram 7,0%, contra 5,9%, porém com um efeito pequeno na carteira de crédito geral do banco.
Nenhuma importante surpresa em relação às despesas. O aumento das despesas operacionais foi aproximadamente de acordo com as nossas estimativas. As despesas com pessoal foram afetadas principalmente pelo dissídio da categoria (como o de set/2011). As despesas administrativas aumentaram principalmente por: (i) aumento dos custos relacionados a TI e (i)        aumento das despesas de serviços.

100761 - polycrav - 04/Nov/2011 11:33
O resultado foi fraco, mas o preço justo... rsss

E aí Prof? Compremos mais?

Banco do Brasil: resultados do terceiro trimestre

Os resultados do Banco do Brasil (BBAS3) no terceiro trimestre foram considerados fracos pela analista Regina Longo Sanchez, que destaca o impacto negativo do Banco Votorantim e dos custos de captação. O Banco do Brasil apresentou lucro líquido recorrente de R$ 2,573 bilhões, 3,3% abaixo das estimativas da analista. Já o ROAE (retorno sobre patrimônio líquido) de 18,5% veio 0,7 ponto percentual abaixo do previsto.

Os resultados fracos decorrem de maiores provisões para perdas de crédito (alta trimestral de 15,8%), prejuízo no Banco Votorantim (de R$ 85 milhões) e custos de financiamento mais altos. Outro destaque negativo foi a queda do índice de reservas de capital exigidas pelo Acordo de Basiléia para 13,9%, ante 14,4% no trimestre anterior, que continua sendo o menor nível entre os grandes bancos brasileiros.

Na ponta positiva, o portfólio de crédito do BB cresceu 5%, liderado por financiamentos corporativos. As receitas de prestação de serviços aumentaram 7,6% na base trimestral, como consequência da performance forte do negócio de cartões de crédito e débito e de gestão de recursos. A piora da qualidade de crédito também foi pouco significativa, com um aumento na taxa de inadimplência de pessoas físicas de apenas 0,04 ponto percentual para o período de 60 dias.



A recomendação para o Banco do Brasil segue em outperform, com preço justo de R$ 42,20.

100638 - paulo_prof - 03/Nov/2011 17:32
citação: los_gomes
Prof Paulo,na sua leitura, bbas veio abaixo do esperado??
mercado reage negativamente.

citação: Banzai10
Prof, qual sua opinião sobre o resultado de BBAS? A receita com as intermediações financeiras subiram 45% e os custos 75% em relação ao 3T10.

Qual a sua opinião por enquanto dos balanços de bancos que já apresentaram seus resultados?

Obrigado


A minha opinião é que o mercado pode estar meio míope, olhando somente para a última linha.

No 1o. semestre o BBAS teve uma receita de atualização do ativo atuarial de R$ 1,92 bilhões (R$ 624 milhões no 1T11 e R$ 1,296 bilhões no 2T11). No 3T11, esta atualização contribuiu "somente" R$ 531 milhões para as receitas. Não fosse esta "discrepância", o resultado do 3T11 teria sido melhor do que a dos trimestres anteriores.

Gostei dos resultados do BBrasil, Bradesco e Daycoval. Mais ou menos do ItauUnibanco e Pine. Indiferente ao do Santander (pouco acompanho)

Hoje, andei trocando PINE4 (R$ 11,76 a R$ 11,80) por BBAS3 (R$ 25,11 a R$ 25,15)

100578 - paulo_prof - 03/Nov/2011 11:47
Nos 9M11, relativamente aos 9M10, os resultados do BB apresentaram:

RECEITA DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +29,2%
RESULTADO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA +9,6%
RECEITA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO +13,5%
DESPESAS PESSOAL/TRIBUTÁRIAS/ADMINISTRATIVAS +7,7%
RESULTADO OPERACIONAL +10,4%
RESULTADO LÍQUIDO +18,9%
PROVISÃO PARA CRÉDITOS DUVIDOSOS +7,8%
CRÉDITOS INADIMPLENTES -11,7%

Em relação ao final do 3T10, o final 3T11 apresentou
CARTEIRA TOTAL DE CRÉDITOS +17,9%
PDD TOTAL +1,3%
PATRIMÕNIO LÍQUIDO +17,7%
ATIVOS TOTAIS +19,2%

O PDD/CARTEIRA melhorou de 4,58% no 3T10 para 3,93% no 3T11; no 2T11 havia sido 3,98%
O índice de créditos inadimplentes melhorou de 2,48% no 3T10 para 1,98% no 3T11; no 2T11 havia sido 1,47

Do PDD Total atual, 9,6% (R$ 1,85 bilhões) é voluntário (gordura para queimar).

Múltiplos relativos aos últimos 6 meses anualizados
BBAS3
PREÇO: R$ 25,80
PAYOUT: 41,7%


P/L      5,93
P/VPA            1,30
DY      7,03%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 4,3495
ROAE 21,9%
ROAA            1,31%
CRÉDITOS INADIMPLENTES     9.493.208       
CRÉDITOS INADIMPLENTES/OPERAÇÕES DE CRÉDITO  1,94% 
PDD/OPERAÇÕES DE CRÉDITO            3,93%

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) lucro líquido
UA      10,96%          
U2A    21,33%          
U3A    22,97%

b) patrimônio líquido médio

UA      32,60%
U2A    29,87%
U3A    27,20%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido nos próximos 3 anos para um preço justo 50% maior do que a cotação atual: -4%

Ativo continua barato ...

17791 - ispholambra -  22/Out/2011 23:11
Em relação a Previ o BB tem duas situacoes distintas...pois a Previ possui dois planos, o Plano 1 e o Previ Futuro, em ambos o BB é o patrocinador, o Plano 1 engloba todos os funcionarios admitidos ate 1997 e o Previ Futuro de 1998 em diante... O plano 1 ja esta maduro... ainda tem muitos funcionarios na ativa, mas nesse sentido ele e declinante...pois nao sao mais admitidos novos integrantes... O Previ Futuro e um plano jovem e engloba quase que integralmente funcionarios da ativa...
A diferenca basica para se entender os dois e que no Plano 1 a reserva e global, ou seja todos contribuem para formar uma so reverva e é dessa reverva que serao pagos os beneficios... ou seja o plano 1 esta sujeito a ter superavits e deficits... e em ambos o BB e solidário... se tiver superavit o BB tem direito a contabilizar parte dele e se tiver deficit tera de ajudar a cobrir... Porém so pra termos uma ideia...por conta dos superavitis constantes hoje nem o BB nem os funcionários ativos estao injetando recursos no plano 1 pois o superavit permite pagar todas as obrigacoes e ainda dispensar novas receitas que seriam oriundas das contribuicoes do BB e dos funcionarios...Só a receita com dividendos, JCP e Alugueis do plano 1 ja pagam a maior parte das obrigacoes... A Previ é muito bem gerida...com o tempo é evidente que terao de ir se desfazendo devagarinho das posicoes nas empresas para obter recursos para honraras obrigacoes... mas este e um processo de longo prazo... eu nao creio que o Plano 1 tera deficits no futuro... o patrimonio e gigantesco...constituido por aplicaçoes financeiras, imoveis e acoes das melhores empresas da bolsa...para o longo prazo e muito mais provavel que venha a ter mais superavits e ajude no balanço do BB.
Já o Previ Futuro e um plano que nao tera nem deficits nem superavits pois cada participante tem a sua propria conta aonde sao depositados as contribuicoes patronais e pessoais... a unica coisa que a Previ faz e administrar os recursos de acordo com as sua politica de investimentos e de acorco com o perfil de investimento definido pessoalmente por cada participante...aonde e pre-definido uma exposicao maxima em acoes, imoveis e renda fixa...
Nesse sentido vemos que na realidade a previ podera ir gradativamente repassando parte das suas posicoes em renda variavel do plano 1 par ao previ futuro, sem ter que necessariamente se desfazer dospapeis em bolsa... o que certamente poderia derrubar as cotacoes em virtude da grnade quantidade de papéis que a previ possui...



Essa é uma explicacao grosseira...mas da uma ideia do que é a Previ....

17788 - edbmsev - 22/Out/2011 18:04
Entendo que o BB tem grande potencial de crescimento no setor de seguros e de crédito imobiliário, tendo em vista que possui a maior capilaridade dentre os grandes bancos do País. No ano passado, o banco divulgou a criação de uma empresa de seguros em conjunto com a Mapfre, renomada empresa do setor.

A meta divulgada em 2010 era de aumentar a participação do setor de seguros de 13% de seu resultado anual para 24% até 2012.

O BB é muito mais do que crédito a pessoa física e jurídica, embora tais segmentos representem a maior parcela dos resultados. É uma instituição com muita força presente e potencial nos segmentos de seguros, capitalização e previdência.

É difícil prever o comportamento de suas cotações no curto prazo, ainda mais com o cenário externo turbulento. Mas mantenho em carteira com foco no longo prazo, pois é uma das poucas opções de empresas com elevado dividend yield e boas perspectivas de crescimento no lucro por ação, negociada a múltiplos baixos. Em geral, conseguimos dividendos ou crescimento do LPA. É difícil conseguir os dois sem que os múltiplos P\L e V\VPA sejam muito mais elevados.

Uma preocupação em relação a BBAS3 é a influência do resultado da Previ em seu resultado. Alguém saberia explicar melhor como se dá a influência da Previ no resultado do Banco do Brasil. Parece ser algo não recorrente, que distorce os resultados e, por conseguinte, os múltiplos.

17787 - ispholambra - 22/Out/2011 17:30
citação: rcbocardo
SANTANDER: BBAS3

BANCO DO BRASIL – DEPOIS DE UM 1S11 FORTE, LUCROS FRACOS NO 3T11
BBAS3, Preço: R$24,09/US$13,66, PREÇO-ALVO: R$28,00/US$16,95,
COMPRA
Data de Divulgação: 3 de novembro de 2011 (a confirmar)

Temos expectativa de que os lucros do 3T11 sejam consideravelmente mais fracos depois de um 1S11 muito forte. Esperamos uma queda de 18% T/T no lucro líquido divulgado, para R$2.715 milhões, devido a uma combinação de margens inferiores, crescimento mais lento do crédito, aumento nas provisões PDD e em custos, e menor contribuição do Previ. Em resumo, o BBAS deve apresentar um trimestre muito fraco.
Projetamos uma desaceleração no crédito, para 16,2% A/A, ante 17,4% no 2T11, em virtude do crescimento mais fraco nos empréstimos a pessoas físicas, à medida que a economia desacelera e as medidas macroprudenciais comecem a impactar os padrões de originação de crédito no banco. Esperamos que o índice de qualidade de ativos deteriore gradualmente, voltando aos níveis do final de 2010, de 2,3%, com alta de 17 pontos-base, para 2,2% no 3T11, ante 2,0% no 2T11, parcialmente devido a problemas com a qualidade dos ativos no financiamento de veículos. Isso deve causar um esforço para aumentar as provisões no 2S11, que começará a afetar os resultados no 3T11. Por fim, em termos de margens, o 3T11 deve ser afetado pela deterioração no mix de captação, resultando em um aumento nesses custos devido ao crescimento mais rápido nos depósitos a prazo no atacado.
No campo dos custos, a empresa indicou, desde o início do ano, que os custos do 2S11 subiriam de forma mais rápida que no 1S11, em função da forte expansão da rede de agências planejada para o ano. O plano original previa que as taxas mais altas e menores PDDs, trouxessem melhores margens ajustadas pelo risco, que compensariam esse efeito nos custos. Porém, o quadro de margens e do índice de qualidade deteriorou, deixando os bancos com uma perspectiva mais fraca de lucros operacionais no 2S11.

O reconhecimento do superávit do fundo de pensão Previ também diminuiu, com uma contribuição total (antes de impostos) de R$550 milhões, aproximadamente, representando uma queda ante a média de R$960 milhões observada nos dois últimos trimestres, afetado pela diminuição do superávit causada pelo enfraquecimento dos mercados de ações no Brasil no acumulado do ano. Aos preços atuais de mercado, esperamos que a contribuição do Previ no 1T12 caia para R$160 milhões..

Obviamente, esperamos uma reação negativa do mercado a esse conjunto de números.
Recentemente elevamos a recomendação da ação para Compra, com base na avaliação.
Acreditamos que pode surgir um ponto de entrada interessante na ação depois que o mercado digerir os números do trimestre, que provavelmente representarão o pior 3T dentre os grandes bancos do Brasil

Essas previsoes estao muito pessimistas... nao acredito que haja má fé pois mesmo assim eles estao indicando compra... má fe haveria se estivessem indicando venda...
Eles tem razao em algumas coisas...em outras podem estar equivocados...e outras eles ignoram...
Estao certos de que as medidas macroprudenciais atingiram em cheio o BB, isso atingiu mesmo... emprestimos pessoais/financiamento de veiculos com parcelamento acima de 24 meses encareceram bastante, e a exigencia de entrada par o financiamento de veiculos cerceou bsante o credito... mas ate isso tem o seu lado bom...pois a carteira cresce menos, mas cresce com mais qualidade...logico que a inadimplencia na carteira de veiculos tente a aumentar realmente...pois mesmo com a manutencao do atual patamar de inadimplencia, com um ritmo menor de crescimento da carteria o percentual de contratos iandimplentes iria aumentar... tem duas maneiras basicas de voce diminuir o percentual de inadimplencia... uma e cobrando e recebendo... e a outra e dando mais credito... pois se a carteira cresce e a inadimplencia se mantem logo o percentual inadimplente diminui...
Bom entaum acertaram que a cateira de credito pessoa fisica tende a crescer menos e a ter um relativo aumento da inadimplencia no curto prazo... mas e a carteira Pessoa Juridica? Essa eles nem mencionaram... e atualmente é nela que esta um dos maiores diferencias do BB em relação ao mercado... pois o BB vem crescendo agressivamente e com otima qualidade... isso ocorre primeiramente porque o sistema de estabelecimento de limites de credito PJ do BB e extremamente eficiente e segundo por que o BB conta, na contratacao de operacoes de capital de giro para MPEs com um fundo garantidor de credito, que garante ate 80% do valor da operacao em caso de inadimplencia. Existem limitacoes de valor e de risco para a vinculacao do fundo garantidor, mas uma grande parcela das operacoes sao contratadas com ele, as taxas de juros para as operacoes garantidas pelo fundo também sao diferenciadas (menores, tendo em visto que o fundo aumenta o custo da operacao), mas mesmo assim isso e um diferencial muito importante...
Outro ponto importante que nao foi citado e a busca constante do BB pelo incremento de receitas com a presacao de serviços (tarifas) e pela venda de produtos de seguridade...
Mais um aspecto ignorado e a nova estrategia negocial do BB, que visa a rentabilizacao em detrimento somente do aumento da base de clientes...juntamente com a construcao de um novo software corporativo para o atendimento dos clientes de forma proativa... um software inteligente que esta ajudando a agregar valor ao atendimento pessoal e telefonico efetuado pelas agencias...
Outro aspecto negligenciado e a participacao do BB em empresas relevantes como CIELO, a nova bandeira de Cartaoes ELO, Banco Votorantim, Banco da Patagonia e a sua expansao para o exterior... só o Brasil já nao é suficiente...
Enfim dia tres de novembro ja esta ai pertinho, nesse dia vamos ver de verdade os resultados sem suposicoes...
Ressalto ainda que o BB foi o Banco que mais expandiu a sua carteria de credito em 2009 e 2010...entao mesmo com uma expansao um pouco menor que os concorrentes nesse ano, mesmo assim sera muito boa...tendo em vista que a base de comparaçao no caso do BB e muito forte...
Eu espero que tanto o BB quanto os demais bancos grandes terao otimos resutados na ultima passagem trimestral... mas quem tem sempre surpreendido o mercado apesar das contínuas previsoes pessimistas e o BB e quem vem decepcionando apesar das continuas previsoes otimistas é o Itaú...e tomara quem continue assim...rsrsrs

OBS: O texto acima e uma visão/opiniao pessoal, nao é indicacao de compra ou de venda de ativos.

17503 - rcbocardo - 15/Out/2011 14:55
Banco do Brasil ON (BBAS3) – Uma liminar conseguida na terça-feira pelo banco BMG quebra, pelo menos temporariamente, o contrato de exclusividade que o Banco do Brasil mantém com o governo de SP, de oferecer crédito consignado a seus servidores.
A determinação foi dada pela 1ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo. A oferta de serviços só poderá ser feita agora a partir da intimação do Estado de São Paulo.


A notícia é negativa para o Banco e seus papéis caíram mais de 3% no final do pregão de terça, já refletindo esta informação. A notícia é ruim não tanto pela perda do mercado de São Paulo, mas sim pelo efeito que isso pode causar em discussões semelhantes em diversos estados que o banco possui contratos de exclusividade. Acreditamos porém que a notícia já está precificada, até porque as ações do banco estão bastante descontadas em nossa opinião. Por esta razão, apesar da notícia negativa, continuamos com recomendação de COMPRA para as ações do Banco do Brasil. (Francisco Kops, CNPI)

85216 - paulo_prof - 09/Ago/2011 10:25
Numa primeira vista, os números do BB impressionam,

Em relação ao 1T11:

aumento de 8,5% na receita de intermediação, levando a um aumento de 9,4% no resultado bruto de intermediação
aumento de 6,8% na receita de serviços e taxas bancárias
aumento de 10,7% no resultado operacional
aumento de 13,6% no lucro líquido

Pelo lado das despesas,
aumento de 5,3% nas despesas de pessoal, administrativas e tributárias
aumento de 8,3%¨nas despesas de PDD

O aumento de 4,5% na Carteira de Créditos Total foi acomanhado de um aumento de apenas 3% no PDD total. Em conseqüência, o PDD como percentual da Carteora de Créditos diminuiu levemente de 4,04% para 3,98$.



Houve uma diminuição importante nos créditos inadimplentes (- 21%) e, em conseqüência, o volume de créditos inadimplentes no trimeste, anualizado, passou de 2,64% da Carteira de Créditos no 1T11 para 2,0% no 2T11.

3847 - gustgef - 08/Abr/2009 19:47
"Paulo, até onde sei, na minha humilde opinião de filho de bancário. Dentro do juros de financiamento estão inclusos os impostos, o custo de captação de capital, a taxa de inadimplência e o spread."
"Quando o juros de um empréstimo cai um ponto percentual, o custo de capital mantém-se inalterado, os impostos descrecem proporcionalmente, a taxa de inadimplência descrece mais que proporcionalmente e o spread descrece menos que proporcionalmente, mas o spread, sim, descresce. Então os bancos esperam que os componentes do cálculo caiam por conta própria para manterem inalterados seus spreads, ou seja, esperam o custo de capital, impostos e inadimplência caírem, para aí então puderem recalcular os juros mantendos seus spreads fixos (uma tremenda sacanagem com o povo brasileiro, mas que manteve o sistema bancário brasileiro sólido). Essa mudança forçada dos juros para baixo, sem qualquer mudanças nas outras, causa esse efeito mencionado acima, redução de spread, retorna como redução de lucro."

3843 - paulorizzi - 08/Abr/2009 19:12
citação: abrantes_RJPaulo o que vc esta achando deste estresse no banco do brasil??
É uma boa aproveitar o desespero deles e tentar pegar no fundo ou esta mudança na presidencia deve puxar o lucro pra baixo mesmo??
"Uma coisa eh certa, estava barato porque eh governo né não,..e ta provado ai porque quando eh governo o desconto eh maior,..tem que se considerar isto nas nossas planilhas,.."
O que vc me diz?
"O ideal, para um banco, é ter devedores cujo risco de default é zero. Neste caso, a PDD (provisão para devedores duvidosos) seria mínima e o spread pode ser cortado sensivelmente sem afetar o lucro. No Brasil, há várias empresas e indivíduos que são classificados como de risco mínimo."
"Se eu fosse o presidente do BB e tivesse um Lula me observando pelas costas, eu iniciaria reduzindo o spread do juros de meus clientes preferenciais de baixo risco. Itaú, Bradesco e cia. teriam que acompanhar. De outra forma, eu seria capaz de atrair para o BB os seus clientes de baixo risco. Numa 2a. etapa, eu reduziria o spread do grupo cuja classificação de risco viria logo a seguir. Mais uma vez, o mercado teria que acompanhar."
"Moral da história: de duas, uma. Ou o lucro do BB não diminui porque empresta com spread menor com menos risco, ou o lucro diminui afetando também o lucro de seus pares."
"A penalização que o mercado impôs hoje ao BB não tem sentido. Baseia-se na premissa, falsa, de que a eventual redução do lucro do BB não impactará o mercado."


"Com a queda de hoje, a minha opinião de que BBAS3 deve compor qualquer carteira foi reforçada. Só não me pergunte o momento certo de comprar. "

3835 - gustgef - 08/Abr/2009 18:29
citação: abrantes_RJPaulo o que vc esta achando deste estresse no banco do brasil??
É uma boa aproveitar o desespero deles e tentar pegar no fundo ou esta mudança na presidencia deve puxar o lucro pra baixo mesmo??
"Uma coisa eh certa, estava barato porque eh governo né não,..e ta provado ai porque quando eh governo o desconto eh maior,..tem que se considerar isto nas nossas planilhas,.."
O que vc me diz?
"Ele tem um enorme desconto, mas veja que 4 semanas atrás a bbas3 valia 13 reais, essa queda de 8% apenas retornou o valor da semana passada."
"Por outro lado, a 17 reais ele fica com DY de 8%, inacreditável perante seus pares.O negócio é que quando estava a 13 reais, seu DY estava em quase 11%, ou seja, preço de liquidação."
"O governo vai mudar o presidente, mas não acredito que vá afundar o banco. Agora é provável que o lucro do próprio próximo ano seja menor."


"Acho que se você ainda quer investir no Banco do brasil, a escolha seria comprar os bonus bbas13, a 21 reais eles estão considerando uma cotação de 14,50 no bbas3, ou seja, tem um espaço de queda de 3 reais ainda, ou 20%, bem mais seguro, entretanto, a resposta dele é sempre pessimista, não se surpreenda se a bbas3 chegar em 15, e ele mantiver um preço considerando 12 ou 13, mas ele é mais seguro porque esse spread entre o preço real e o valor de face são os juros da economia uma vez que ele vence em 2011, assim, esse spread tende a se reduzir como se os juros fossem sendo ""pagos"" e então no dia do vencimento eles terão já a cotação real."

3731 - paulorizzi - 07/Abr/2009 01:50
"Acho muito dificil fazer uma indicação. O ""x"" da questão é: ""como se desenvolverá a crise global?"" Qual o risco de um repique, um novo ""derretimento"" dos mercados? Pessoalmente, não acho este risco desprezível. Muito pelo contrário."
"Se me fosse garantido de que não há qualquer possibilidade dos mercados derreterem mais uma vez, e eu tivesse que indicar uma única ação, esta ação provavelmente seria USIM3. Em tempos ""normais"" o seu P/L negociará em torno de 10 e o seu P/VPA, em torno de 2,5. Só isto já dá um upside de 100%. Por outro lado, como o patrimônio líquido, vem crescendo numa razão de 19% ao ano, é de se esperar que a cotação do ativo acompanhe, mesmo que parcialmente. Finalmente, é lícito esperar por um DY em torno de 7%. Se eu puder indicar um ativo adicional, escolheria BBAS3. Entre os grandes (BBAS, BBDC, ITAU e SANB), sem dúvida é o que apresenta múltiplos mais interessantes em relação aos valores históricos. A situação é parecida aquela de USIM3: Upside maior do que 100%, forte crescimento anual, e o melhor DY dos bancos grandes."


"Mas a situação não é esta. As barbas têm que ficar de molho. É necessário jogar defensivamente. Nas telecomunicações a minha preferida é a TLPP3. Se vier o caos, não vai derreter. Caso contrário, rendimento efetivo de 20% ao ano é praticamente assegurado. Nas elétricas, a minha preferida é EQTL3. Mas não é a mais segura. Dentro da filosofia de jogar na retranca, talvez um mix de EQTL3 + ELPL6 + COCE5 seja mais indicado."

2669 - dbcoelho - 20/Mar/2009 10:47
"Bancos do Brasil são ""exceção lucrativa"", diz 'Economist'"
"Sexta, 20 de Março de 2009, 6h16m"
Fonte: BBC Brasil
"Os bancos brasileiros estão seguros e seriam uma ""exceção"" no setor em meio à crise, segundo reportagem publicada pela revista britânica Economist que chega às bancas nesta sexta-feira. Comentando o corte de 1,5 ponto percentual da taxa de juros Selic na semana passada, a revista afirma que o Banco Central conseguiu cortar as taxas ""dura e rapidamente"", e que mais cortes são esperados."
"""Esta é uma novidade bem vinda: no passado, a frágil moeda e a alta inflação impediam que o país adotasse medidas anti-cíclicas como esta"", afirma a reportagem. Mas a revista destaca que os cortes nas taxas não estão sendo repassados para os clientes, alimentado a discussão sobre os altos lucros dos bancos com seus spreads (a diferença entre as taxas cobradas sobre o dinheiro que o banco toma emprestado e que ele empresta aos seus clientes)."
"""Os bancos brasileiros podem ser caros, mas pelo menos eles estão seguros"", diz a Economist, ""Até agora, nenhum deles teve problemas com a crise financeira mundial. Isso pode ser porque seus lucros com as atividades diárias são tão altos que eles não precisaram assumir riscos tolos."""
"A Economist afirma que, segundo um cálculo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), o Brasil tem os spreads bancários mais altos do mundo. O cálculo, no entanto, é disputado pela Federação de Bancos, que alegam que os spreads são inflados pelos impostos sobre as transações bancárias."
"De acordo com a revista, a segurança também se deve ao fato de os regulamentos serem mais duros desde que vários bancos quebraram quando a inflação foi domada, em meados dos anos 90."


"A Economist comenta ainda que os bancos HSBC e Citibank, que enfrentam problemas no resto do mundo, vão bem no Brasil. ""De uma maneira ou de outra, o sistema bancário do Brasil parece que vai continuar a ser a lucrativa exceção aos desastres em outros lugares"", conclui a reportagem."



2048 - rcbocardo - 03/Mar/2009 15:11
"Até para complementar o assunto de bancos, temos como exemplo de bons múltiplos o BBAS3; o que eu vejo de ruim nos grandes a CP / MP é que a maioria tem ADRs e fica difícil dar uma boa esticada, uma vez que os pares internacionais (Citi, UBS, HSBC, etc) estão cotados a cerca de 1/3 ou 1/4 do que já valeram; assim, fica mais barato investir nestes bancos que nos grandes bancos brasileiros."

1882 - Nat88 - 25/Fev/2009 19:44
Pequeno comentário sobre o Banco do Brasil.
"Quanto ao fato de ser estatal e por isso mais seguro, gerando mais captação de recursos e menos chance de falência (Se é que um banco estatal pode falir). Lembro que o BRSR6 também é um banco estatal (Banco de estado do Rio Grande do Sul) e parece estar um mais interessante."
Aproveito para agradecer os comentários de grande valor expostos neste fórum.

1867 - WK2007 - 25/Fev/2009 11:33
"Caros colegas, sobre o Banco do Brasil, é inegável que o resultado anual, bem como do 4T08, chamou a atenção positivamente."
"Mas acho que o BBAS paga um preço por ser um banco estatal e sofrer influências políticas na sua gestão, daí ser justificadamente, ao meu ver, mais barato que Bradesco e Itaú, por exemplo."
"Há pressões do Governo para a redução da margem financeira e para aumentar a concessão de crédito, quando o razoável, e é o que as instituições privadas estão fazendo, é aumentar os spreads e ser mais seletivo na concessão de crédito, em face do aumento quase certo da inadimplência e a própria redução da demanda por crédito decorrente da retração econômica."
"Além disso, você se sente confortável em ter alguém na sua empresa, ocupando importante cargo executivo, indicado pelo PMDB (Maguito Vilela, por exemplo)?"


"Não se pode esquecer também que, além dos resultados extraordinários derivados do fundo de pensão, o banco se beneficiou no que tange à captação de depósitos, pois muita gente migrou seus depósitos dos bancos pequenos/médios para o BB (em tese mais seguro, por ser estatal)."

1863 - paulorizzi - 24/Fev/2009 21:26
"Num primeiro momento, sem dúvida. A transação com a Caixa custará R$ 7,5 bilhões. Em 31DEZ2008, suspeito que o Patrimônio Líquido da Caixa tenha ficado em R$ 3.5 bilhões. No balanço de 30MAR2009, BB+Caixa deverão ter um lucro líquido entre R$ 2 e 2,5 bilhões, de maneira que haverá um ""déficit"" de menos de R$ 2 bilhões. Até 30JUN este deficit vai zerar."

1861 - small caps- 24/Fev/2009 21:04
citação: eurico22citação: paulorizzicitação: eurico22
Caro Paulo
Em minha planilha BBAS3 está com p/l de 4.0
"Concordo que está bem mais barata que seu MegaPares. Mas não fiz o cálculo da despesa quando da contabilização dos bancos adquiridos. Acho que não é pouco, então esse P/L não deve se manter."
"Não iria se manter mesmo se as aquisições não houveses ocorrido, porque o lucro extraordinário de 2008 não vai se repetir."
"Mas se for considerado que, a partir de agora, os lucros dos bancos adquiridos/incorporados também serão contabilizados (o da Caixa deve ficar no entorno de R$ 1 bilhão), o P/L, apesar de aumentar, certamente não chegará nem próximo do dos valores de BBDC4 ou de ITAU4."
"Por outro lado, se o P/L vai aumentar, o P/VPA vai sem dúvida diminuir. Está hoje em 1,26 e deve ir para algo abaixo de R$ 1,10."
Pq o Patrimônio Líquido vai se alterar? Não está entrando um passivo maior do que o Ativo correspondente?
"eurico22, tudo vai depender de como o Banco do Brasil contabilizar o negócio. Geralmente o valor superior ao patrimônio líquido é classificado como ""ágio"" no ativo. Este ágio vai sendo amortizado com o tempo, diminuíndo o lucro líquido do negócio."
"Um exemplo disso foi o que o próprio Banco Nossa Caixa fez quando comprou a folha dos servidores do Estado de São Paulo. Pagou R$ 2 bi e amortizava o ágio com o tempo, para evitar que saisse direto aquele gasto como prejuízo."
"O ""x"" da questão quanto ao BB reside no seguinte: primeiro que o lucro do ano passado dificilmente será batido, especialmente por ter sido em boa parte originado de fato não recorrente. Se não me engano, referiu-se ao ganho com o Fundo de Pensão dos funcionários."
O preço mais baixo em termos de múltiplos é também decorrente do preço absurdo que pagou pelo Banco Nossa Caixa e pelo que está oferecendo pelos outros bancos estaduais.
"A título de comparação, enquanto os nossos BICB4, PINE4, PRBC4, etc... são negociados a 50% do patrimônio líquido, o BB tem pago 5 vezes mais do que isto nas aquisições."
"Segundo e também preocupante, é o uso político do Banco. Nos últimos lances governamentais, cada vez mais tem sido utilizado para fins pouco próximos de uma finalidade lucrativa."


"Por fim, ele está numa faixa intermediária entre os bancos estaduais menores como BGIP4 e BRSR6 e os bancos privados. Particularmente, tenho preferido as ações de BRSR6 e BGIP4. Isto depois, é claro, de BICB4 e PINE4. Risco por risco, fico com o que está mais barato."

1858 - paulorizzi - 24/Fev/2009 19:15
"citação: k0ssTambém olho o BB barato, mas as incertezas me paralisam, até o momento."
"Quanto ela vai pagar pelos outros bancos estaduais, que não possuem a mesma complementaridade estratégica da nossa caixa? Outra é que ele deve puxar a queda de margens dos bancos brasileiros (finalmente!!!), tanto pela inadimplência, como pela determinaçao do Lula."
"Eles nunca incorporaram um banco do porte da nossa caixa, ou mesmo do banestes, não são um itaú da vida que compra outros há 50 anos. A captura de sinergias e corte de custos devem ser mais problemáticos."
"A Mafre tem monopólio de venda na Nossa Caixa, como eles vão fazer pra cumprir o acordo e ao mesmo tempo não ceder esse filé ao inimigo?"
"Por fim, sendo estatal, tem sempre mais esqueletos do que os outros."
"Concordo contigo de que há muitas incertezas. Mas talvez seja na área de seguros que uma solução racional possa ser conseguida em prazo não muito longo. Como o perdão da palavra, eu acho o setor de seguros do BB uma zona ... Acho que cada produto que é vendido nas agência tem um parceiro distinto. O mais lógico seria fazer uma parceria só, para todos os produtos. Aparentemente, é o que o bancoestá buscando. Neste sentido, especulo que a Mapfre tenha mais chances do que a Sul America. De um lado, tem mais ""músculo"" do que a SULA. De outro, o ""abacaxi"" da Nossa Caixa se resolveria naturalmente."


"O meu receio realmente é que o banco decida, como Bradesco e Itau em outros carnavais, criar o seu BB Seguros ... de imediato isto geraria um cabidão de empregos que demoraria um século para vingar (conheço o BB, e sei que, sendo totalmente ignorante no que se refere a seguros, certamente demoraria demais para aprender). "

1849 - paulorizzi - 24/Fev/2009 14:22
"No que tange BBAS3, confesso que me surpreende. De fato, com P/L = 3,48 e P/VPA = 1,26, o comportamento do papel está mais para small/medium cap do que para blue chip."
"Considerando o histórico da empresa e o DY atual superior a 10%, acho que o papel obrigatoriamente deveria estar em todas as carteiras."
Para quem concorda com Benjamin Graham (“The intelligent Investor”) o papel obedece COM MUITA FOLGA a todos os seus requisitos:
citação: Benjamin Graham
- Companhias proeminentes em seus setores.
- Vendas anuais substanciais: acima de US$250 milhões.
"- Sólida posição financeira: Liquidez Corrente de pelo menos 1,00 e relação Dívida Líqüida/Patrimônio Líquido máxima de 50%."
- Estabilidade de lucro: lucro e dividendos contínuos durante 8 anos.
- Crescimento de lucro: aumento de pelo menos 4% a.a. usando as médias dos 3 anos no início e no fim do período.
"- Preço/Lucro histórico moderado: o preço atual da ação individual, dividido pelo lucro médio dos últimos 3 anos (em reais), não deve exceder 15x. A recomendação básica de Graham é que o Lucro/Preço médio (o inverso do Preço/Lucro médio) da carteira seja pelo menos igual à taxa de juros oferecida por bônus de boa qualidade."
"- Preço/Patrimônio Líquido moderado: não deve ultrapassar 150% (mas, seguindo Graham, aceitamos um Preço/Patrimônio Líquido maior de 150% (ou 1,5) se o produto de Preço/Patrimônio Liquido x Preço/Lucro é menos de 22,50)."


"Vcs têm noção de que o BB cresceu, nos últimos 8 anos, a uma média de 30% na Receita Bruta da Intermediação Financeira e quase 11% nos lucros?"



1838 - eurico22 - 24/Fev/2009 11:00
"Vale lembrar que BBAS3 ainda não reconheceu contabilmente a compra da Nossa Caixa. Despesa razoável, se não me engano. Menos dividendos em 2009."

1837 - aguilabs - 24/Fev/2009 08:44
BBAS3 é só alegrias. e ainda paga bons dividendos.


"O negócio é encarteirar, ficar com os dividendos e esperar valorizar..."

1763 - lbayard - 19/Fev/2009 10:27
"Pedindo licença pra entrar na discussão, vcs viram esta notícia?"

"""Lucro do Banco do Brasil cresce 74% e vai a R$ 8,8 bilhões em 2008"

"19/02/2009 - 07:07 , atualizada às 07:54 19/02 - Reuters"

"SÃO PAULO - O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira que o lucro líquido do quarto trimestre do ano passado mais que dobrou, impulsionado pelo maior crescimento da carteira de crédito do grupo desde 2000. A instituição teve um ganho líquido de R$ 2,944 bilhões nos últimos três meses de 2008, contra resultado positivo de R$ 1,217 bilhão um ano antes. No ano passado como um todo, o lucro somou R$ 8,8 bilhões, um salto de 74% sobre 2007."

"Sem efeitos extraordinários, o lucro líquido do banco no quarto trimestre somou R$ 1,63 bilhão ante R$ 1,29 bilhão nos últimos três meses de 2007. Na mesma comparação, o lucro líquido de 2008 fechou em R$ 6,68 bilhões, crescimento de 13,7% sobre 2007."

"A carteira de crédito fechou o ano passado em R$ 224,8 bilhões, expansão de 40% sobre 2007 e de 11% sobre o terceiro trimestre."

"O crédito à pessoa física disparou 52,5% no ano, para R$ 48,8 bilhões enquanto a expansão de financiamentos a pessoa jurídica teve avanço 48,4%, para R$ 97,19 bilhões."

"Por segmento, o maior destaque ficou por conta do aumento da carteira de empréstimos para financiamento de veículos, que disparou de R$ 3 bilhões em 2007 para R$ 6,694 bilhões no final do ano passado."

"O aumento da carteira foi acompanhado de um crescimento maior da provisão para dívidas de difícil recuperação, que saltou 51,6% entre 2007 e 2008, para R$ 8,6 bilhões."

"No trimestre, o saldo dessa provisão passou de R$ 1,53 bilhão nos últimos três meses de 2007 para R$ 3,89 bilhões entre outubro e dezembro do ano passado."

"Mas o índice de lucro sobre patrimônio líquido médio (ROE), importante indicador da rentabilidade de um banco, avançou na comparação anual para 47,4% no quarto trimestre do ano passado ante 22,2% no quarto trimestre do ano anterior. No ano, a taxa evoluiu para 32,5% contra 22,5% em 2007. """

"Sei q o Banco do Brasil não é small cap, mas isso tb seria uma noticia de início de reversão de tendencia, não? Acredito que seja um sinalizador que o sistema bancário não esteja sendo tão afetado assim pela recessão importada."

E aí entra BICB e ABCB :)

"Ah, os parabenizo pelo fórum, o único sobre bolsa que eu leio."

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