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domingo, 11 de outubro de 2009

Tecidos. Vestuário e Calçados


153332 - renato1631 -  23 Out 2012, 22:44
Muito bom!


Grendene e Alpargatas

Calçados sofreram alta nas vendas no e-commerce durante o inverno
Em comparação com o mesmo período de 2011, o chinelo apresentou alta mais expressiva, seguido pelas botas

Por Juliana Américo Lourenço da Silva

ÃO PAULO – No inverno de 2012, os calçados foram os itens mais comprados pela internet. O levantamento realizado pela ClearSale revelou que a procura por chinelos foi a que mais subiu, em relação a mesma estação do ano passado, com um crescimento de 185%.
O item ficou a frente das botas, que cresceram 162% e dos sapatos de tiveram alta de 132%. Já as roupas apresentaram queda nas vendas, sendo que as jaquetas caíram 41% e as blusas e moletons 20%. Nas vendas totais, as regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste foram as que mais consumiram calçados, seguidos por Nordeste e Norte.

77337 - renato1631 - 17/Jun/2011 22:49
Bahia aciona sirene com demissões na Vulcabras
Lurdete Ertel (lertel@brasileconomico.com.br)
Depois do Rio Grande do Sul acionar o alerta vermelho para uma nova crise no setor calçadista com demissões em massa da gigante Vulcabras/Azaleia no estado, a Bahia também ligou a sirene.

Com 18 fábricas em diversas cidades baianas, a empresa já desativou linhas de produção em vários endereços, dispensando cerca de 4 mil trabalhadores nos últimos sete meses.

Prefeitos e políticos dos municípios baianos de Itapetinga, Maiquinique, Itarantim, Itororó, Caatiba, Macarani, Potiraguá, Firmino Alves, Nova Canaã, Ibicuí, Iguaí e Itambé cerraram fileiras para tentar barrar novas dispensas no quadro de pessoal do grupo, que chegou a empregar 18 mil baianos nos tempos áureos.

Além de ter nos calos a taxa de câmbio e a concorrência dos calçados chineses, que roubou consumo interno e exportações, o setor já está acusando outro golpe - o fim dos incentivos fiscais para as fábricas do Nordeste, com a aprovação da reforma tributária.

Dados do IBGE apontam que a produção nacional de calçados já deu passo atrás de 10,4%. De janeiro a abril deste ano, a exportação brasileira do setor recuou 31,9% em volume de pares e 14% em faturamento - mesmo com o aumento de preço médio do par embarcado em 26,3%

48583 - H Trader - 03/Out/2010 17:39
Daniel, no setor acompanho e tenho CEDO4 e tive, até agora, exatamente a mesma percepção que vc (P/L, PSR, DY, etc, me parecem muito atrativos) e acho que o mesmo também se aplica ao Vasco, digo Camb (também setor vestuário e calçados), onde lê-se ultimamente que o setor está/estará vendendo muito no final de ano (postei aqui dias atrás reportagem do Valor Econômico, citando o setor) e também pelos comentários feitos recentemente por colegas aqui, sobre forte presença da marca nas lojas (se não me engano vc mesmo também citou isso)...
Talvez uma das razões para isso seja o forte crescimento da economia interna, que ainda beneficia várias outras empresas discutidas aqui.

48582 - danieljoseaa - 03/Out/2010 17:22
[...]
o segmento de tecidos, calçados e vestuário. Com milhões sendo mensalmente incorporados à classe média, o segmento certamente será beneficiado se a competição (desleal) chinesa puder ser enquadrada. Aguardar acontecimentos.

No geral, acho que praticamente todos os ativos de alguma forma interessantes foram ou serão discutidos aqui. Por exemplo, não vejo grandes riscos em investir em CGAS5, CIEL3, etc.

Concordo 1000% Mestre Paulo.

Em relação ao setor que citastes, tecidos, calçados e vestuário, estava sem nenhuma exposição a ele, porém com outros setores ficando um pouco mais caros, e buscando dar uma diversificada na carteira entrei em CTSA3 e CEDO4, sinceramente, sem medo de ser feliz, rs, a margem de segurança dessas ações é muito grande, com P/VP pífios, com P/Ls e PSRs baixíssimos e com DYs regulares.
E no caso das 2 que comprei, estamos falando de 2 ações que fazem parte do setor mais barato da bolsa, mas que apresentam resultados que proporcionam eficiência e retorno(ROE e DY), compatíveis a empresas de outros setores não tão baratos, são hoje "as estranhas no ninho", quem sabe no futuro próximo, CTNM, SGPS, CTKA(essa estou de olho, ah se não fosse a dívida alta) não se enquadrem também no nível destas 2.

Parafraseando o Small, esse setor um dia vai andar, ah mas que vai, vai e eu vou ser eternamente grato de ter pago o que estou pagando hoje por elas.

Por enquanto, na minha opinião, essas 2(CTSa e CEDO), são as que "chamam" para a compra, com CTKA4 já dando sinais também, mas por enquanto vou aguardar próximos resultados, para talvez aumentar a exposição no setor.

Abraços again e é muito bom tê-lo de volta, nosso grande, PROFESSOR PAULO(merece as letras maiúsculas, rs).

37331 -  paulo_prof  - 18/Jun/2010 15:58
citação: acarlos321Prof Paulo.
Mesmo estando dentro de um setor complicado (texteis), poderíamos contar com SGPS3 em uma fatia da carteira visto que a mesma se encontra muito defasada em relação ao seu VP e caiu muito devido à saída de um grande player da LinK???
Acho que, no médio/longo prazo, um investimento em SGPS3, CTNM4 ou CTSA3/4 não é particularmente arriscado.
Por outro lado, tenho dificuldades em fazer uma leitura correta do setor. Ao que tudo indica, no setor têxtil, o segmento de vestuário está tendo uma performance melhor do que o de cama/mesa/banho ou tecidos.
Saí completamente do setor. Se decidisse voltar, MARI3, LREN3 e HGTX3, estando muito caras, eu descartaria. Mas eu teria dificuldades em decidir entre MRSL4, PTNT4 e LLIS3, por exemplo, ou SGPS3, CTNM4, CTSA3/4 e ECPR4.

33661 -   paulo_prof - 25/Abr/2010 12:59
Como já externei antes, meio que desisti do sub-setor de fios e tecidos. Liquidei todos os ativos que tinha. No setor, só mantenho GRND3 que, convenhamos, não tem muito a ver. Às vezes, LLIS3 também é listada como sendo do sub-setor ou setor, mas para mim, também, pouco tem a ver.
No sub-setor, eu acompanhava mais de perto CTSA3/4, ECPR4, CEDO4 e PTNT4 (já tive todas elas em carteira). CTNM4 e SGPS3 eu só "via" meio à distância, via Fundamentus e Guiainvest, sem nunca ter lido um relatório.
Praticamente todos os ativos no sub-setor de fios e tecidos estão descontados em relação ao patrimônio líquido (P/VPA pequeno). Em princípio, baixos valores de P/VPA funcionam como uma espécie de seguro para um investimento mais a longo prazo, ou seja, tornam o risco baixo. Por outro lado, entretanto, se uma empresa apresenta grandes dificuldades em gerar lucro, um baixo P/VPA pouco adianta. Só permite que se espere por "dias melhores" com uma boa margem de segurança (tipo, se a empresa apresentar prejuízos no médio prazo - 4 a 6 trimestres - o dano não será excessivo).
Para ficar "compatível" com o valor de mercado atual, o lucro da Coteminas em 2010 teria que apresentar uma média trimestral de aprox. R$ 16 milhões. No caso da Springfield (SGPS3), o lucro trimestral deveria ser algo próximo dos 17-18 milhões. Na minha avaliação, a Springfield está bem mais próxima do objetivo do que a Coteminas. Portanto, se graficamente ambas estiverem parecidas, eu daria preferência à SGPS3.

25754 - octacm - 18/Jan/2010 18:46
Para os comprados em CTSA4 CTNM4 e SGPS3
BB aposta no setor têxtil para gerar mais emprego e renda
17 de janeiro de 2010 • 11h35 • atualizado às 11h35
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Principal apoio financeiro das ações empresariais voltadas para exportação, o Banco do Brasil (BB) tem entre suas prioridades o setor têxtil e de confecções, que é um grande gerador de empregos e renda, como afirmou o gerente executivo da Diretoria de Micro e Pequenas Empresas do banco, Ascletus Ramatiz. Ele disse que atualmente o banco trabalha com mais de 155 mil pequenas empresas do ramo de confecções, às quais emprestou, no ano passado, R$ 1,940 bilhão nas principais linhas de crédito: R$ 828,5 milhões no BB Giro Empresa Flex, R$ 609,4 milhões no BB Giro Rápido e R$ 502,2 milhões em Desconto de Títulos.
Mesmo com a crise financeira internacional, iniciada em setembro de 2008, disse Ramatiz, "em em nenhum momento, tiramos o pé do acelerador, e queremos aumentar mais ainda o apoio ao setor". Segundo ele, a instituição pretende continuar emprestando, de modo a aumentar aua participação nesse segmento de mercado e ajudar no crescimento das pequenas empresas.
O interesse do BB no comércio e na indústria do vestuário é grande, tanto que patrocina pela terceira vez consecutiva a São Paulo Fashion Week, que começa neste domingo, na capital paulista, e vai até o dia 22. É também o banco oficial da Feira Brasileira de Moda Íntima, Praia, Fitness e Matéria Prima, marcada para junho, em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.
Em novembro, com o lançamento do portal Brasil WebTrade, o setor ganhou mais um aliado no sentido de potencializar a inserção de micro e pequenas empresas no setor externo e o setor de confecções responde hoje por cerca de 34% das transações das pequenas empresas para fora do país, conforme banco de dados do BB.
Ramatiz disse que há seis meses o banco tem uma linha especial para financiamento de capital de giro, vinculada ao Fundo Garantidor de Operações (FGO), com boa aceitação dos clientes empresários. É a BB Giro APL (sigla de Arranjo Produtivo Local), com 24 meses para pagamento e três meses de carência, corrigida pela Taxa Referencial (TR), mais juro fixo de 1,35% ao mês no âmbito do FGO. Sem cobertura do FGO, a correção sobe para TR, mais 1,55%.
O BB apoia 43 agrupamentos de pequenos empresários do ramo têxtil e de confecções, chamados de arranjos produtivos locais, que congregam 3,8 mil empreendimentos, e já disponibilizou para eles R$ 196,2 milhões. Um desses APLs é o de moda íntima de Nova Friburgo, que gera 25 mil empregos diretos e indiretos, e é responsável por 25% da produção nacional de moda íntima.
De acordo com Ramatiz, esse tipo de associação facilita as negociações e põe o BB "muito próximo do cliente". Além disso, o arranjo produtivo local possibilita melhores condições de trabalho e de sobrevivência das micro e pequenas empresas, que ganham competitividade nos mercados interno e externo, com mais geração de empregos e renda.

19897 - paulo_prof - 06/Nov/2009 19:08
citação: pobrepaulo, vc poderia comentar sgps3 por favor? obrigado
Não acompanho ...
Na minha opinião, de uma maneira geral, o segmento de tecidos e roupa de cama/mesa/banho está muito pressionado pelo câmbio, concorrência chinesa, etc. Quem parece estar se dando melhor é o segmento de vestuário de um certo padrão, que não é o caso da sgps.
Com a eclosão da crise, os americanos reduziram o consumo. Há que se verificar a quantas ando o consumo nos últimos meses. Por outro lado, a empresa relatou algumas iniciativas para recuperar o nível de vendas no exterior. Resta saber se teve/vai ter sucesso. Finalmente, resta também verificar se o processo do relativo aumento de receita no mercado interno, parcialmente compensando a quebra no mercado externo, continua bem sucedido, apesar do câmbio mais desfavorável. Resta verificar, também, se os resultados da compra da MMartin vão somar, ou subtrair.
Creio que qualquer estimativa sobre como virá o 3T09 nada mais é do que um mero palpite.

17432  - paulo_prof - 17/Out/2009 09:41
citação: marcoscbsPaulo Prof,
você poderia comentar a SGPS3?? Me parece um ativo bem desvalorizado e que tem bom potencial de alta já que a reestruturaçao já acabou e espera-se que os lucros possam vir.
Obrigado
No segmento de fios e tecidos, excetuando CTSA3/4, todos os ativos estão "atrasados". Na minha carteira mesmo, ECPR4 e PTNT4 não andam. Só estou dando uma chance até a divulgação dos resultados do 3T09 para rifar (não acredito que os resultados venham positivos).
Acho muito difícil ter uma "leitura" correta do segmento e tentar antecipar resultados. Não há informações seguras relativas ao efeito China que não deve ser pequeno. Portanto, não me arrisco a palpitar. Talvez pelo fato da SGPS3 ter produção local nos EUA esteja um pouco mais protegida? Não sei!

Fator -02-JUN
Revisamos nossas projeções e preços-alvo para as empresas do setor de Têxtil e Calçado.
Incorporamos os resultados do 4T08 e 1T09, assumimos novos guidances fornecidos pelas empresas e reduzimos a taxa de desconto em função da diminuição do Rf nominal.
O setor de calçados sentiu os efeitos da crise econômica através da desaceleração no volume de vendas no mercado interno. Entretanto, observamos pequeno aumento no preço médio de vendas no 4T08 e 1T09, com impacto positivo em nossos modelos.
O consumo de calçados no País ainda é pequeno e o bem é supérfluo, bastante sensível à variação na renda disponível, conforme pudemos observar na variação de volumes apresentado pelas companhias nos resultados do 4T08 e 1T09. A queda no preço do petróleo impacta diretamente a margem bruta da Grendene, que utiliza PVC como principal insumo de fabricação (cloreto de polivinila), enquanto a dinâmica da borracha sintética não segue a variação no preço do petróleo (matéria-prima utilizada pela Alpargatas para a produção das Havaianas).

2752 - paulorizzi - 22/Mar/2009 22:08

"Eu tenho posições em CTSA3, CTSA4 e ECPR4 e não estou botando fé ... Não lembro de ter visto uma única notícia positiva para o setor. Ao que consta, as exportações despencaram e há problemas de competitividade no mercado interno mesmo com o câmbio favorável. Parece que os chineses, que até o final do ano passado haviam concordado com um sistema de cotas, este ano não querem saber de papo. "

2036 - small caps - 03/Mar/2009 00:15
"Do segmento, ainda fico com a CTSA3 e a CEDO4 (por meio da ECPR4) por já estarem com lucros operacionais melhores e serem beneficiadas pelo aumento do dólar também."
"Mas se não tivesse ainda posição no setor têxtil, Coteminas seria uma boa candidata a iniciar o posicionamento, aos poucos."
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