Grendene (GRND)
Compõe a carteira do Small Caps
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Recomendação: compra
pelo smallcaps em DEZ/2008,MAR/2008
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4T2009 - lesoares consederou razoável.
1T2010 - lesoares achou fraco
3T2010 - SmallCaps achou excelente
1T2011 -
WK2007 achou modesto
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Características: paga bons dividendos.
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486 de 5068 03/Dez/2008 01:16 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"(473) osnofa, GRND3 torna-se uma ação que passa a ser
interessante nos preços atuais e no cenário que vivemos. Tem uma bela posição
em caixa e a subida do dólar beneficia a empresa, dificultando a concorrência
dos importados e favorecendo a receita das exportações (não sei qual o
percentual que exporta para dizer a intensidade). Paga bons dividendos. Mas
também foi vítima do efeito manada que tem levado aos preços ao chão."
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2129 de 5068 Modificado em 05/Mar/2009 22:35 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez
2007
"Crise? Ao que parece, não ainda para a Grendene
(GRND3)."
"O 4T08 foi o melhor do ano. Os percentuais entre
parênteses são relativos ao 3T08: Receita Bruta (+9%); Receita Líquida (+11%);
Lucro Bruto (+8%); Déficit Financeiro (-59%); Resultado Operacional (+12%);
EBITDA (+13,5%), Resultado Líquido (+12%)."
"Nas regras contábeis antigas, o resultado líquido do
ano teria sido 5,5% maior."
"Os novos múltiplos são: P/L = 4,61; P/VPA = 0,89; PSR
= 0,85; DY = 9,7%; EV/EBITDA = 2,91; Dívida Bruta / Pat Líq. = 17,8%; ROE =
19,3%; Liquidez Corrente = 6,74; P/(CAP GIRO/Ação) = 0,90."
Destaques: ROE superior 25% nos dois últimos trimestres;
valor de mercado é somente 90% do capital de giro (ativo circulante - passivo
circulante); bons dividendos (quase satisfazendo o critério do Small >
10%)
"Serão distribuidos ainda dividendos de R$ 0,44/ação
possuída em 08ABR2009."
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2165 de 5068 07/Mar/2009 01:21 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"herdsman, todo o segmento está com a luz amarela
piscando para mim. Atualmente, tem companhias que pagam 10% ou mais de
dividendos ao ano, tem grande quantidade de capital em caixa e custam abaixo do
ativo circulante líquido. A estas tenho dado
preferência e às elétricas, bancos médios e telefonia. 50%
da minha carteira até o final do ano terá DY recorrente superior a 10%. É minha
meta atual."
Qualquer nova compra eu aguardaria o balanço. Semana que
vem tem várias do segmento divulgando o seu.
"Na quinta a noite, o balanço da GRDN3 mostra que isto
é válido. A companhia veio com o excelente lucro e foi possível comprar as
ações com uma pequena alta de 2 - 3%. Insignificante se comparado ao potencial
prejuízo de comprar uma empresa que venha com uma jogada contábil
desprezível."
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2175 de 5068 07/Mar/2009 01:58 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"Perfeito Paulorizzi. Com a mudança da legislação, os
benefícios fiscais passaram a ser apresentados na DRE e a impactar o lucro
líquido. No caso da GRDN3 isto equivaleu a praticamente dobrar a lucratividade.
E tem mais companhias em que isto deve acontecer. (imagino que a COCE5 seja uma
delas. Com a CEPE5 também ocorreu)"
"Com este caixa enorme e o preço abaixo do ativo
circulante líquido, a mísera diferença no DY em relação aos 10% fica
descartado, até porque o novo câmbio certamente vai ajudar a companhia a elevar
as margens."
Isto já ficou evidente no relatório anual quando trata dos
preços médios em Reais dos calçados exportados.
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2178 de 5068 Modificado em 07/Mar/2009 08:59 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez
2007
"GRND3: mesmo após a valorização de hoje, é
valorização certa no médio prazo. O valor de mercado da empresa é menor do que
o seu capital de giro. No mercado externo, a redução na venda unitária está
sendo mais do que compensada com o aumento dos R$/unidade devido à
desvalorização do real; se já o seu ótimo resultado foi obtido com um ROE médio
de 19,3%, o ROE médio dos últimos 6 meses (quando se deu a desvalorização do
real) é de 26,2%. Isto significa que conseguirá manter a sua margem de lucro
mesmo com redução adicional do número de unidades vendidas. Não paga um DY como
o BICB4, mas 9,4% certamente não é nada mau enquanto se espera o mercado
acordar!"
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2202 de 5068 Modificado em 07/Mar/2009 18:33 0
danieljoseaa Comentários: 430 - Desde: Jul 2008
"citação: danieljoseaaSmall, Paulo, amigos,"
"Alguém sabe me informar qual foi o Payout da Grendene
nos últimos 3 anos, incluindo 2008."
"Em seu estatuto social consta a distribuição básica
de 25%(menos reserva legal), porém pelo DY creio que a distribuição tenha sido maior
que 25%."
"Se alguém puder ajudar, agradeço."
"Deixa pessoal, acabei de achar no balancete o Payout,
que repasso agora para quem tiver interesse:"
Deixa eu dar uma viajada aqui:
"Vamos supor que ela repita o lucro do 4°tri nos
próximos 4 trimestres--170x4= 680 milhões, dividido por seu número de ações(100
milhões), teríamos um lucro por ação em 2009 de 6,80 e vamos supor que repita o
atual payout de 44,8%, teríamos uma distribuição de +ou - 3 reais por ação o
que na atual cotação(11,59) daria um DY por volta de 25%."
"Nada mal, creio eu, lembrando que são suposições
baseadas no atual lucro apresentado, ou seja, nada impossível de
acontecer."
"OBS: Estou tirando o valor de 170milhões de lucro no
4°tri do site Fundamentus, porém no balanço da grendene o que achei foi um
lucro líquido de 84milhões, se alguém puder confirmar seria bom, se o lucro
real for de 84 milhões é só botar esses números da conta acima todos pela
metade incluindo o lucro por ação e o DY projetado."
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2212 de 5068 08/Mar/2009 17:01 0
eurico22 Comentários: 151 - Desde: Nov 2007
"Pessoal: em relação à Grendene, reparei que os bons
resultados são sustentados em grande parte por incentivos fiscais. Praticamente
metade do lucro, principalmente em relação ao ICMS."
"Sem os incentivos, o ROE cairia muito, ficando na
casa dos 13%."
É garantido que os incentivos irão continuar? Por quanto
tempo?
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2214 de 5068 08/Mar/2009 19:40 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"O incentivo relativo ao ICMS, que é a maior parcela,
vai até 2019 a 2024, se não me engano."
"O incentivo relativo à exportação vai de 2014 a 2017, também se não me engano. Estas
informações estão nas notas explicativas do balanço da Grendene..."
Temos bastante tempo pela frente :)
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2218 de 5068 Modificado em 08/Mar/2009 20:21 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
O balanço anual foi o único que a empresa apresentou
adaptado à mudança legislativa. Os trimestre anteriores permaneceram sem
reapresentação.
"Assim, aparece esta diferença significativa no lucro
líquido."
"De qualquer sorte, mesmo com os dados anteriores, eu
já investia na companhia como opção defensiva para este momento de crise, uma
que possui metade o valor de mercado em caixa líquido e pagava próximo de 10%
de DY."
"Com o novo balanço, aumentei os aportes no
investimento em ações da Grendene."
"A empresa também pode sofrer com a diminuição do
consumo no país e no exterior, mas tem um caixa relevante que lhe permite
passar por uma recessão bastante severa, o que não é a característica de todas
as companhias listadas na bolsa."
"Pelo lado bom, o novo patamar de câmbio já trouxe
benefício nas margens da exportação no quarto trimestre do ano passado."
"Por fim, é importante considerar a sazionalidade dos
resultados da empresa. Como é do setor de consumo, o último semestre tem
significativamente mais produção (e lucros também) que o primeiro, em razão do
efeito calendário, especialmente na época de natal."
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2541 de 5068 16/Mar/2009 22:27 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez
2007
"GRND3: P/L = 4,96; P/VPA = 0,96; PSR = 0,91; DY2008 =
9,05%; EV/EBITDA = 3,36; ROE = 19,31%; Dívida/Pat Líq = 17,8%; Liq Corr = 6,74;
P/(CAP GIRO/Ação) = 0,97"
"O subsídio representou 48,5% do Lucro Líquido de
2008; R$ 0,44/ação ainda a distribuir relativo a 2008 (data
""ex"" em 09ABR)"
Os incentivos fiscais que recebe são de longo prazo.
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2543 de 5068 16/Mar/2009 23:38 0
eurico22 Comentários: 151 - Desde: Nov 2007
"O setor se beneficia do dólar a um preço mais alto,
como na indústria textil, ou as empresas não sofrem muita concorrência dos
produtos importados?"
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3762 de 5069 07/Abr/2009 18:13 0
danieljoseaa Comentários: 430 - Desde: Jul 2008
Distribuição de Dividendos
"Comunicamos aos acionistas que em Assembléia Geral Ordinária , desta Companhia, realizada em 06 de
abril de 2009, foi ratificada a aprovação da distribuição do saldo de
dividendos do exercício findo em 31 de dezembro de 2008, no montante de R$
44.000.000,00 (quarenta e quatro milhões). Os dividendos serão pagos a partir
do dia 23 de abril de 2009, sem remuneração ou atualização monetária e não
haverá retenção de Imposto de Re nda."
"Farão jus ao saldo dos dividendos a pagar relativos
ao exercício de 2008, os acionistas inscritos nos registros da Companhia em 08
de abril de 2009. As ações da Companhia ficarão ex-dividendos a contar de 09 de
abril de 2009. Os acionistas detentores de ações ordinárias nesta data
receberão o dividendo de R$ 0,44 por ação."
"Esta distribuição de dividendos, somada ao montante
de R$ 65.000.000,00 (sessenta e cinco milhões de reais), pagos como antecipação
em 2008, totaliza uma distribuição de R$109.000.000,00 (cento e nove milhões),
relativos ao exercício social de 2008."
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5684 de 580214/Mai/2009 20:30 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] danieljoseaaComentários: 445 - Desde: Jul 2008
Excelente também o resultado da Grendene:
Ebitda passou de 23,3 para 42,6, aumento de 83,1%
Receita líquida passou de 279,3 para 321,0 aumento de 14,9%
Lucro líquido passou de 41 para 64,3 milhões, aumento de
56,8%
Margens - % 1T08 1T09 Var.(bps)
O caixa líquido em 31/03/09 totalizou R$733,0 milhões,
27,3% acima dos R$575,8 milhões de 31/12/08.
Além disso a empresa anunciou mudança na política de
dividendos, que passarão a ser distribuídos trimestralmente, último dia com 21
de maio, 0,25 por ação, referentes ao 1° tri.
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5729 de 580215/Mai/2009 18:51 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] Mr TurnaroundComentários: 37 - Desde: Mai 2009
Que belíssimo resultado de GRND3 e com direito a mudança na
politica de dividendos (trimestral agora) e que dividendos.
Maravilha de empresa. semana que vem rompe 15,10 e só
correria depois.
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5731 de 5802Modificado em 15/Mai/2009 20:22 [Citar este
comentário] 0
[Nível 0] Mr TurnaroundComentários: 37 - Desde: Mai 2009
Pelo meus cálculos os novos números de GRND3 são:
Dividendos = 10,50% (Distribuidos trimestralmente e o
primeira já pra semana que vem 0,25. Palmas de pé pra governaça corporativa)
Valor de mercado = 1,475 Bi
Posição líquida em caixa = 733 Mi
http://ri.grendene.com.br/port/download/releases/1T09.pdf
Valor de mercado = 1,425 Bi
Posição líquida em caixa = 190 Mi
Aumentei minha posição de forma que só dela já equivale 20%
da carteira. Tô acreditando muito para os próximos 10 anos. Crise? que crise.
São nesses períodos que as empresas que passam no filtro, merecem respeito e
atenção vip.
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5893 de 626718/Mai/2009 13:52 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] WK2007Comentários: 278 - Desde: Out 2007
Calçados: Grendene vai pagar dividendos trimestrais para
fortalecer imagem
Sérgio Bueno, de Porto Alegre
O bom resultado no primeiro trimestre estimulou a Grendene
a investir no fortalecimento da imagem entre os investidores. Com 25% do
capital pulverizado depois de aderir ao Novo Mercado da Bovespa em 2004, a empresa decidiu adotar o sistema de
pagamento trimestral de dividendos a partir de agora, informou Francisco Olinto
Schmitt, diretor de relações com investidores .
A Grendene pagava os acionistas em três parcelas, em
agosto, novembro e após o fechamento do balanço anual, em março ou abril. A
mudança serve como uma mensagem de "reforço" da companhia no momento
em que outras empresas estão reduzindo ou mesmo cortando os dividendos.
O lucro líquido consolidado de janeiro a março cresceu 57%
em comparação com o mesmo período de 2008, para R$ 64,3 milhões, de acordo com
as normas internacionais de contabilidade (IRFS, na sigla em inglês). Desse
montante, R$ 25 milhões serão distribuídos aos acionistas a partir de 3 de
junho, na base de R$ 0,25 por ação. A Grendene tem 100 milhões de ações
ordinárias e o pagamento será feito aos detentores de papéis registrados até o
dia 21 deste mês.
O desempenho foi beneficiado pelo efeito da valorização do
dólar sobre as exportações, pela venda de produtos de maior valor agregado e
também porque o mesmo período de 2008 havia apresentado resultado inferior a
idêntico intervalo do ano anterior. Em compensação, a taxa de crescimento do
segundo trimestre talvez não seja tão "expressiva" quanto à do
primeiro, até porque o lucro de abril a junho de 2008 já cresceu 44% sobre
igual período de 2007.
A receita bruta consolidada da Grendene cresceu 12% de
janeiro a março sobre o primeiro trimestre de 2008, para R$ 371,4 milhões,
apesar da queda de 10% no volume comercializado, para 34,3 milhões de pares. A
receita líquida avançou 15%, para R$ 321 milhões. Isso foi possível porque o
preço médio das calçados vendidos pela empresa cresceu 24%, para R$ 10,81 o
par. "Ganhamos espaço em segmentos de maior valor agregado", disse.
O desempenho foi melhor nas exportações, com altas de 34%
na receita em reais, para R$ 132,1 milhões, e de 0,7% em dólares, para US$ 57,2
milhões. Os volumes embarcados recuaram 16%, para 15,7 milhões de pares, mas o
câmbio e o aumento de 58% nos preços médios em reais (para R$ 8,40 o par) e de
19% em dólares (para US$ 3,63) compensaram a queda com folga. "Com o dólar
acima de R$ 2 as margens das exportações são muito boas", disse o
executivo.
No mercado interno a Grendene vendeu 18,6 milhões de pares,
com queda de 4,2%, mas faturou R$ 239,3 milhões, 2,9% a mais do que no primeiro
trimestre de 2008, graças ao aumento do preço médio dos produtos de R$ 11,96
para R$ 12,84. Com isso, a participação do Brasil caiu de 70% para 64% sobre a
receita bruta, mas cresceu de 51% para 54% sobre o volume total de vendas no
período.
Segundo Schmitt, a companhia não está sendo afetada pelas
restrições impostas pela Argentina à importação de calçados brasileiros porque
o país vizinho tem uma participação muito pequena sobre as vendas externas. A
Grendene prevê expansão a uma taxa composta média de 8% a 12% para a receita
bruta no período 2009-2013.
Crescimento de 8,5% na projeção de receita líquida em 2009
(queda de 1,1%) e 0,4%
em 2010 (queda de 1,0%), em função do crescimento de
maiores preços médios
praticados no mercado interno, de acordo com os resultados
apresentados no 4T08 e
especialmente no 1T09, apesar da redução na projeção de
volumes e câmbio médio
menos desvalorizado. Aumento no Lajida de 2009 e 2010 (6,0%
e 16,0%,
respectivamente), exclusive incentivos fiscais, em função
do crescimento de receita em
2009 e de pequena melhora na projeção de margem bruta em
2010.
· Ressaltamos que, de acordo com a nova legislação
contábil, passamos a contemplar os
resultados dos incentivos fiscais diretamente no resultado
da companhia, e dessa forma,
para efeito de avaliação de fluxos, não mais reconhecemos o
valor dos incentivos trazidos
a valor presente anualmente, e sim diretamente no
resultado. Entretanto tais valores não
integram a base de cálculo do lucro líquido para efeito de
distribuição de dividendos.
Os períodos de 2007 e 2008 foram ajustados de acordo com
tais alterações contábeis.
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6554 de 656003/Jun/2009 10:20 0 angeloepComentários: 4 -
Desde: Mai 2008
(15/05) GRENDENE (GRND - NM) - 1a Distribuicao Antecipada
de dividendos do exercicio de 2009. DRI: Francisco Olinto Velo Schmitt Enviou o
seguinte Aviso aos Acionistas: "Comunicamos aos Acionistas que, o Conselho
de Administracao, em reuniao realizada em 14 de maio de 2009, deliberou e
aprovou "ad referendum" da Assembleia Geral Ordinaria que apreciar o
balanco patrimonial e as demonstracoes financeiras referentes ao exercicio de 2009, a 1a distribuicao antecipada de
dividendos referente o saldo disponivel no periodo ate 31/03/2009, o valor de
R$ 25.000.000,00 (vinte e cinco milhoes de reais). Os dividendos serao pagos a
partir de 03 de junho de 2009, sem remuneracao ou atualizacao monetaria e nao
havera retencao de Imposto de Renda. Farao jus ao recebimento destes
dividendos, os acionistas inscritos nos registros da Companhia em 21 de maio de
2009. As acoes da Companhia ficarao ex-dividendos a contar de 22 de maio de
2009 na Bolsa de Valores de Sao Paulo. Os acionistas detentores de acoes
ordinarias nesta data receberao o dividendo de R$ 0,25 (vinte e cinco centavos
de real) por acao. O pagamento dos valores distribuidos sera efetuado da
seguinte forma: a) Os acionistas que ja indicaram conta bancaria terao seus
creditos disponiveis de acordo com a conta corrente informada ao Banco Itau
S.A.; b) Para os acionistas que nao fizerem esta indicacao, o Banco Itau S.A.,
como Instituicao Financeira Depositaria enviara aviso contendo informacoes
sobre o pagamento, o qual devera ser apresentado numa de suas agencias com
instrucoes para processamento do respectivo credito de conta bancaria. Os
acionistas terao seus creditos disponiveis na data de inicio do pagamento desse
direito de acordo com a sua conta corrente e domicilio bancario fornecidos ao
Banco Itau S. A." Norma: a partir de 22/05/2009, acoes escriturais
ex-dividendo.
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9155 de 9171Modificado em 17/Jul/2009 15:25 [Citar este
comentário] 0
[Nível 0] paulo_profComentários: 53 - Desde: Jul 2009
citação: jose26Alguém poderia me dizer se essa invasão
chinesa no segmento de calçados afeta a GRND3?
Eu acho que o impacto é pequeno:
a) os calçados da Grendene, plástico injetado, não usam mão
de obra intensiva; não é fácil competir tecnologicamente com a mesma;
b) todos os produtos que fabrica tem MARCA (o produto
chinês não vai ocupar o mesmo espaço nas vitrines e prateleiras).
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11549 de 1160413/Ago/2009 17:40 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] Mota04Comentários: 15 - Desde: Mai 2009
Aumento de 70,8% no EBITDA, 45,8% no Lucro Líquido e 23,9%
na Receita Líquida no 1S09.
Sobral, 13 de agosto de 2009 – A GRENDENE (BOVESPA: Novo
Mercado -GRND3), divulga o resultado do 2T09 e 1S09. As informações são
apresentadas de forma consolidada, com base de preparação e apresentação das
demonstrações financeiras trimestrais elaboradas de acordo com o IFRS
–International Financial Reporting Standards.
Destaques do resultado do
2T09 vs. 2T08 e 1S09 vs.1S08
Receita Bruta 286,9/371,7 +29,6%; 618,2/743,2 +20,2%
Receita Líquida 232,6/313,3 +34,7%; 511,9/634,3 +23,9%
Lucro Bruto 99,6/130,1 +30,6%; 198,4/260,3 31,2%
EBIT 14,2/25,3 +78,1%; 31,1/61,5 +97,6%
EBITDA 20,3/31,8 +56,7% 43,6/74,4 +70,8%
Resultado Financeiro Líquido 13,4/16,1 +20,1%; 27,9/35,8
+28,2%
Lucro Líquido 42,4/57,3 +35,2%; 83,4/121,6 +45,8%
LPA (R$ por ação) 0,42/0,57 +35,2% 0,83;1,22 +45,8%
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11580 de 1160413/Ago/2009 21:42 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] small caps Usuário PremiumComentários: 2962 -
Desde: Fev 2007
ELPL6 também soltou belo dividendo R$ 2,00 por ação...
SLED4 tem apresentado pesados gastos decorrentes da
reestruturação das livrarias Siciliano... O crescimento da receita tem sido
muito relevante...
HBOR3 e GRND3 são dois belos exemplos de empresas que
conseguem lucrar mais mesmo no cenário de crise total... comprovando a tese de
que mesmo com a economia definhando, sempre haverá alguém se sobressaindo...
FHER3 devolveu parte do prejuízo contábil cambial, o que
deve permanecer no trimestre atual. O destaque ficou por conta do aumento do
martket share e negativamente foi o EBITDA vermelho...
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14033 de 1408809/Set/2009 17:27 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] lesoaresComentários: 52 - Desde: Nov 2007
citação: Mota04Sobre a GRND3, pelas minhas contas, o PL dos
últimos quatro trimestres é 7 (PL Projetado do último trimestre em 10) e um
P/VPA de 1,7, com o fechamento de hj (R$ 23,19), sendo o , sendo que com a
queda de hj, com o desdobramento das ações em 3 e levando em consideração o
histórico de apresentar melhores resultados no segundo semestre, acredito que
valha uma entrada...
se repetir o resultado do 1 semetre já daria um PL abaixo
de 10, porém, como vc disse, o segundo semestre é sempre muito melhor do que o
primeiro, de modo que o pl anual deve ficar entre 6 e 7. Soma-se as isso o
desdobramento que dará mais liquidez as açoes e os dividendos generosos, alem
de um p/vp razoavel e de um belissimo ROE, e acho que temos um dos melhores
ativos da bolsa atualmente junto com eztc3
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14074 de 1408809/Set/2009 19:31 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] FOCKINKComentários: 423 - Desde: Jul 2009
A Grendene é um caso à parte no setor calçadista
brasileiro. Basta comparar os números: no primeiro semestre deste ano, as
exportações da companhia (em dólar) cresceram 5,4% - e as do setor como um todo
caíram 28,5%. No mesmo período, os preços dos calçados da Grendene sofreram um
reajuste médio de 12,3% - já os do setor encolheram 2,8%. Como explicar a
diferença?
"É tudo fruto do nosso modelo de negócios",
explica Francisco Schmitt, diretor de relações com investidores da Grendene.
"Temos uma agilidade muito grande para nos adaptarmos a diferentes
conjunturas econômicas", detalha. Parte dessa agilidade vem do fato de que
a Grendene adota uma operação totalmente verticalizada. A própria empresa faz a
transformação da matéria-prima (a resina de PVC) e desenvolve as matrizes de
seus calçados. A concepção e o design também são todos desenvolvidos dentro de
casa. "Com isso, nós conseguimos adaptar nossa cartela de produtos muito
rapidamente. Temos condições de atender sempre os segmentos mais promissores
sem abrir mão da nossa estratégia principal", revela Schmitt. No ano
passado, por exemplo, a empresa reagiu ao estouro da crise com o lançamento de
duas novas linhas de produtos: a Zaxy e a Ipanema Gisele Bündchen, ambas para
mulheres jovens e adolescentes. "É um nicho que compra muita moda e que
não sentiu diretamente o impacto da crise", diz o diretor de relações com
investidores.
Hoje, a Grendene lança uma coleção a cada 90 dias, em média. Cada uma chega ao mercado com pelo menos
dois diferenciais em relação aos concorrentes chineses. O primeiro deles é o
design, mais complexo e requintado. O outro é a força de uma marca já
consolidada no mercado da moda - atributo que também costuma faltar ao produtos
oriundos da China. "A Grendene nunca se pautou pela exportação de
mão-de-obra barata. Não temos sequer a pretensão de concorrer em custo com os
chineses", detalha Schmitt. Para ele, o enfoque na diferenciação é o que
tem dado sustentação aos bons resultados da Grendene. Nos últimos oito anos,
mesmo com os empuxos da crise, a companhia registrou um crescimento médio de
18% ao ano nas suas receitas de exportação. Para este ano, a meta é um pouco
mais modesta - mas ainda bem superior à do setor calçadista como um todo: alta
de 15%.
Tudo que caiu hoje tem uma explicação:
Trades alugaram 130% a mais de ações pra especular...Estão
fazendo (de memnor proporção) o que fizeram com as Blues chips ( Ex: Petr4,
Vale5, GGBR4 - tiveram seu preços inferiores ao valor patrimonial,...idem pra
embraer há 2 meses atrás...)...
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19285 de 19337Modificado em 02/Nov/2009 15:11 0
paulo_profComentários: 763 - Desde: Jul 2009
Vou expandir este pensamento para as minhas GRND3.
Estou com medo de o resultado vir ruim pela duplicação das
vendas no exterior, uma vez que o dolar caiu sensivelmente. Mas se estes caras
conseguirem manter o crescimento dos 2 primeiros trimestres deste ano os
rotularei como bom administradores.
Posso estar redondamente enganado (ou vai ver que
intimamente esteja torcendo :-) mas eu acho que os fatores crise externa e
câmbio têm pouco influência sobre os resultados da Grendene. O consumidor de
Grendene não vai deixar de comprar Grendene para comprar uma porcaria chinesa
qualquer. Os chineses estão longe de conseguirem desenvolver o design
necessário para realmente competir no segmento. Se necessário, acho que a
Grendene pode inclusive aumentar os preços no mercado externo e acabar não
sendo penalizada fortemente no que concerne o volume. Vamos ver o que nos traz
o 3T09.
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20328 de 2038511/Nov/2009 09:27 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] rjrodrigComentários: 61 - Desde: Mai 2009
Li na resenha ini ...acho que vale ....como alerta de
cuidado ao analisar empresa...abs....
UM ASSOCIADO ENTROU EM
CONTATO DIZENDO QUE A GRENDENE
(GRND3) ESTAVA MUITO BARATA, POIS SEU P/L ERA INFERIOR A 7. VEJA NO ARTIGO A
SEGUIR OS CUIDADOS COM ESSA INTERPRETAÇÃO.
Bom, antes de prosseguir é importante deixar claro que o
associado não fez uma colocação baseada APENAS no P/L, mas elencou vários
elementos que fizeram com que ele acreditasse que a empresa pudesse estar fora
de preço, descontada ou, no popular, barata.
O presente artigo não tem a intenção de indicar se a
empresa está cara ou barata, pois isso é função de analistas. O que vai ser
debatido por aqui são os cuidados adicionais e as leituras complementares que
os investidores vão precisar lançar mão antes de tomarem sua decisão.
Os argumentos do associado
O volume de boas razões para crer que a empresa estava
barata foi elevado, vejam*:
Em valores ajustados, a empresa abriu o capital com lucro
por ação de R$ 0,23 e valendo algo próximo a R$ 8,00. Em 2008 fechou o ano com
lucro por ação de R$ 0,81 e com cotação menor do que a metade da abertura (R$
3,98)**
O lucro apresentou bom crescimento nos últimos 4 anos,
sendo que continuou aumentando nos 2 primeiros trimestres do ano de 2009,
pós-crise.
O dividend yield sempre esteve acima de 6%, desde 2006.
O mercado interno é tido como relativamente afastado da
crise internacional.
O P/L ao final de setembro estava inferior a 7.
A liquidez é razoável: negociada em 100% dos pregões nos
últimos 12 meses, com média de R$ 1,5 milhão por dia.
O endividamento da companhia é relativamente baixo, 22%.
Seus múltiplos são os mais baixos do setor (tecidos,
vestuário e calçados). Somente São Paulo Alpargatas e Cedro apresentam
múltiplos P/L inferiores a 10, sendo que esta última não atua diretamente na
área da Grendene e apresenta liquidez muito baixa.
*Dados retirados do balanço da CONTROLADORA na TIB.
** A Grendene fez um desdobramento de 200%, por isso os
valores correspondem a aproximadamente 1/3 da época (exceto outros proventos).
Como se pode notar, não são argumentos vazios. Havia,
realmente, motivo para crer estar diante de uma empresa descontada.
Mas as informações acima não bastam. Há alguns caminhos de
avaliação complementares antes de prosseguir com a compra (ou venda) da ação.
Crescimento das vendas/lucros
Antes mesmo de buscar a leitura dos relatórios da empresa e
de analistas independentes, a própria TIB poderia lhe indicar outros
questionamentos.
Tomando como base o ano de 2005, um ano após a abertura de
capital, a empresa saiu de uma receita de R$ 1,06 bi e chegou, em 2008, a R$ 1,28 bi, um incremento de 6,5% ao
ano.
Bem inferior ao crescimento do lucro, que foi de R$ 84 mi para R$ 243 mi, crescimento de 43% ao ano.
Isso, por si, já indica que talvez o lucro tenha forte
componente contábil ou não recorrente. É muito raro uma empresa conseguir um
aumento de margem tão grande em tão pouco tempo. Mas não é impossível.
A receita traz boas surpresas no ano de 2009. Cresceu 11%
em apenas 6 meses. Entretanto o lucro foi de R$ 0,81 por ação para R$ 1,10,
crescimento de 35%.
Um dos principais ensinamentos dos livros e dos cursos do
INI é levar em consideração
PRINCIPALMENTE o crescimento de
vendas, pois não está sujeito a ajustes contábeis e eventos não recorrentes. Ao
menos o impacto é bem menor do que nos lucros.
O lucro apurado no último trimestre de 2008 deve ser
investigado, pois foi 3 vezes superior ao apurado no mesmo período de 2007. É
um evento raro e pode ter sido fruto de eventos não recorrentes e/ou ajustes
contábeis.
A pergunta mais importante
Quando um investidor se deparar com uma empresa
aparentemente descontada, com múltiplos muito baixos, deve se perguntar: - Eu
acredito que essa empresa vai continuar crescendo para os próximos anos?
Responder de forma séria essa questão é condição básica
para decisão de compra da empresa. Um múltiplo baixo pode indicar que o mercado
está prevendo queda nos lucros para os próximos anos. De que adianta comprar
uma empresa com P/L 5 se a estimativa de consenso do mercado é de que o lucro
vá cair 75%?
Se as previsões se concretizarem, esse P/L, caso a cotação
não se mexa, irá de 5 para 20 e a empresa deixará de apresentar um múltiplo
descontado.
O investidor deverá investigar a fundo os motivos para o
crescimento do lucro. Se tiver acesso a analistas que acompanham a empresa é fundamental
ler seus relatórios ou tentar contato com eles apresentando suas dúvidas.
Caso não lhe seja fácil acessar esses profissionais, uma
leitura dos últimos relatórios da empresa poderá ajudar.
A seguir, alguns elementos que puderam ser levantados na leitura
dos relatórios e balanços.
Muitos investidores “congelam” por não saber por onde
começar, de qual relatório, de qual ano. Por isso, e também por serem os mais
relevantes para o preço atual, comece pelo relatório MAIS RECENTE!
Destaques – Relatório 2S09
A Grendene já reporta seus resultados no modelo IFRS. Esse
modelo traz sofisticações contábeis que podem influenciar bastante os lucros,
pois os ativos poderão ser reavaliados regularmente pelo seu fair value.
Apesar de serem menos representativas, as vendas no mercado
externo subiram 2 vezes mais do que no mercado interno. Provavelmente fruto do
dólar mais caro dos 2 primeiros trimestres de 2009. Isso, sem dúvida,
representa um elemento que melhora as margens, pois os custos são denominados em Reais. Agora, por outro lado é
fator não recorrente. O dólar, em outubro, já estava de volta à casa dos R$
1,75.
O primeiro item a investigar é o crescimento das receitas
financeiras, saindo de R$ 87 mi para R$ 121 mi. Mais adiante o relatório
detalha esse lucro.
No guidance da companhia eles dizem que a perspectiva de
encerrar 2009 com resultado superior ao de 2008 são muito boas. A companhia
ainda afirma que os bons resultados do primeiro semestre de 2009 são, em parte,
devidos ao excelente resultado da nova coleção. Evento que não tem garantias de
que vá ocorrer novamente, apesar do histórico de sucesso nos lançamentos da
marca.
As metas da empresa sugerem crescimento de receita bruta
entre 8% e 12% ao ano para o período de 2009-1013 e de 12% a 15% ao ano, no
mesmo período.
A leitura do relatório do primeiro semestre de 2009 não
evidencia variações atípicas nas receitas e nos lucros. A receita financeira
elevada é fruto, principalmente, de aplicações do caixa da empresa. As receitas
provenientes de variações cambiais e ajustes a valor presente totalizaram pouco
mais de R$ 13 milhões, pouco mais de 10% das receitas do semestre.
Destaques – Relatório 2008
É nesse ponto que se consegue verificar alguns motivos para
o forte incremento nos lucros. O associado INI vai perceber que a TIB registra
um lucro de R$ 125 mi em 2007 e de R$ 243 mi em 2008, enquanto que no release de
resultados da companhia estão registrados lucros de R$ 265 mi em 2007 e R$ 243 em 2008. Ambos estão
corretos, mas é preciso entender as diferenças.
Para entender essas diferenças o investidor vai precisar
ler as notas explicativas do balanço de 2008, diretamente no site da
BM&F Bovespa.
A TIB registra o valor do lucro líquido antes das
alterações introduzidas pela Lei 11.638/07 e MP 449/08. O valor do lucro
líquido de 2008, nas normas contábeis anteriores, seria de R$ 125 mi, aproximadamente o mesmo do ano
anterior.
Há um item importante que foi adicionado como lucro líquido
(R$ 133 mi em 2007 e R$ 132 mi em 2008), que é a Subvenção para
investimento. O Pronunciamento Técnico CPC 07 do Comitê de Pronunciamentos
Contábeis estabeleceu que as subvenções para investimento devem ser
registradas, de imediato ou a medida de sua realização, no resultado do
exercício, afetando, portanto, o lucro líquido. Desta forma, as subvenções de
imposto de renda, ICMS e de exportação, nos exercícios de 2008 e 2007, foram
registradas diretamente em conta de resultado (lucro).
Algumas coisas começam a se encaixar. Por exemplo, a
Grendene vinha com um payout (% de distribuição dos dividendos) superior a 90%
nos anos anteriores. Esse percentual caiu para 44%, pois a base do lucro
líquido ficou consideravelmente maior, reduzindo o percentual de distribuição.
Haverá, sem dúvida, um período de adaptação entre os balanços
divulgados com normas anteriores e os divulgados em IFRS. Será um período onde o investidor precisará
de atenção redobrada, pois de um ano para o outro os valores podem se alterar
bastante.
O novo modelo de demonstrações contábeis busca aproximar os
ativos e passivos da empresa da realidade financeira vigente. Era muito comum
aparecerem ativos subavaliados que, quando vendidos, acabavam dando um lucro
extraordinário e não-recorrente que distorcia os resultados da empresa.
A tendência é que esses ativos e passivos sejam avaliados
periodicamente, para reduzir essas distorções.
A empresa demonstrou solidez, forte posicionamento de
caixa, eficiência operacional, crescimento etc., porém o motivo inicial que
levou o associado a declarar que “a ação estava barata” não era exatamente o
que ele esperava.
A elevação do lucro de R$ 125
mi em 2007 para R$ 243 mi em 2008 foi fruto de aplicação de uma
nova lei contábil. Ao se aplicar essa lei em 2007 o lucro ficaria levemente
superior ao de 2008, denotando uma queda no lucro da ordem de 8% e não uma
elevação de 94%.
Os leitores do informativo sabem que sua função não é e não
será dar sugestões sobre ativos de bolsa.
A função é meramente educacional. O objetivo foi demonstrar
cuidados adicionais que o investidor deve ter antes de comprar/vender um ativo
julgando-o barato ou caro.
No caso citado, a empresa, caso mantivesse os padrões
contábeis anteriores, teria um P/L de 16 e não de 8, como sugerido pelo associado.
Não é um P/L absurdamente alto, mas também não se pode chamar de pechincha.
Nem tudo é o que parece...
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20340 de 2038511/Nov/2009 10:47 [Citar este comentário] 0
3 small capsComentários: 3203 - Desde: Fev 2007
citação: Capa_PretaHermano,
isso já foi discutido aqui.
Não deixe de postar a fonte da informação. É uma
demonstração de respeito com quem gastou seu tempo elaborando o conteúdo além
de dar credibilidade ao que você posta (sei qu foi o INI mas...)
hehehehhe, será que isto foi o catalizador para as altas
recentes de GRND3?
Importante que o artigo desconsidera também algo básico: a
sazonalidade dos resultados da empresa, conforme a época do ano e o seu longo
histórico de "boas coleções" para implicar que se trata de obra do
acaso o desempenho.
Poucas empresas conseguiram se adaptar tão bem ao dólar em
vários cenários.
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20626 de 2063212/Nov/2009 22:32 [Citar este comentário] 1
3 small capsComentários: 3213 - Desde: Fev 2007
citação: FOCKINKsmall aproveitando que está no pedaço...dê
sua opinião sobre os resultados da Grendene...Vou continuar com o papel por
mais um bom tempo...mas acho que ficará oscilando nos R$ 8,00 a R$ 9,20 ....
FOCKINK, Grendene mostrou que o dólar afetou parcialmente a
lucratividade das exportações. O quarto trimestre costuma ser o de maior lucro,
historicamente. Se estivesse cara a companhia, com este resultado eu venderia.
Mas não acredito muito que o mercado vá gostar do balanço,
embora fosse previsível o impacto do dólar...
Manterei o papel também, eis que a geração de caixa deles é
"animal". Cada vez estão com mais $$$$ em caixa.
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20653 de 2069913/Nov/2009 00:12 [Citar este comentário] 0
1 lesoaresComentários: 198 - Desde: Nov 2007
em relação a grendene, achei animador o fato de que boa parte
da diminuição das margens e lucro ter sido atribuida a um aumento inesperado da
demanda no mercado domestico, que fez a empresa trabalhar em 3 turnos e a
contratar 5 mil funcionarios nesses trimestre, o que aumentou os custos.
As perspectivas são animadoras para os proximos trimestres!
Eles até falam no relatorio que já estao pensando em ampliar de imediato as
fabricas, o que só estava previsto para acontecer daqui a dois anos!
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23061 de 2308705/Dez/2009 01:02 [Citar este comentário] 0
3 small caps Usuário PremiumComentários: 3295 - Desde: Fev
2007
citação: FOCKINKe aí small acha que Grendene segura nos 9
conto até quando|??? hoje dei uma realizadinha...pra aumentar preço médio e me
livrar do Leão....
e a tal Pnor5??? acha que realmente chega nos 4 conto???
Fockink, PNOR, como bem alertado há tempo pelo Prof. Paulo,
quando custava mais barato, tinha e tem tudo para apresentar a tal "reação
a resultados", uma vez que ficará com múltiplos mui chamativos.
No entanto, não é ativo para se casar com olhos fechados.
Sugiro a leitura das notas explicativas do último balanço trimestral para que
você verificar a quantidade de pendengas judiciais tributárias milionárias que
podem fazer a empresas sofrer muito. Algumas delas não estão provisionadas.
Então, o posicionamento deve ser a nível de turnaround.
Quanto a GRND3, o quarto trimestre costuma ser o melhor do
ano, mas é importante que se saiba que o resultado de sites que fornecem os
múltiplos estão inflados no quarto trimestre, em razão da contabilização na DRE
(demonstração de resultados do exercício) das subvenções de uma única vez. Este
ano, estes resultados estão sendo contabilizados trimestre a trimestre.
Impressionante dela é a capacidade de gerar caixa e, com
isso, pagar bons dividendos.
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29365 de 2947204/Mar/2010 20:11 [Citar este comentário] 0
1 CINTRAPCComentários: 24 - Desde: Set 2009
Já foi publicado o resultado da GRENDENE (GRND3).
Encontra-se na área de RI de seu site.
Lucro líquido de R$ 272,2 milhões, 13,7% maior vs. 2008.
Receita Líquida de R$1.535,2 milhões, 16,7% de crescimento
vs. 2008.
A Grendene entregou em 2009 um lucro líquido de R$ 272,2
milhões, com 85 milhões de Lucro Líquido gerado no 4T09, com crescimento anual
na Receita Líquida de 16,7% e fabricação de 165,7 milhões de pares de calçados,
gerou R$251,0 milhões de caixa proveniente das atividades operacionais e
destinou R$110 milhões de dividendos a seus acionistas.
Em 2009, o lucro líquido do exercício foi de R$272,2
milhões, com margem de 17,6%, 50 pbs inferior à margem de 18,1% do ano de 2008
(R$ 239,4 milhões).
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29366 de 2947204/Mar/2010 20:17 [Citar este comentário] 2
3 FOCKINKComentários: 3217 - Desde: Jul 2009
ao preço de hoje dá um P/L = 11,2...razoável....vamos ver
agora a ALPA4...
prof. Paulo..Lembra de nossa aposta???
se bem que o senhor já deve ter liquidado ALPA4 nos R$
130,00 ...não??
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29397 de 2947204/Mar/2010 22:12 [Citar este comentário] 10
2 paulo_profComentários: 1647 - Desde: Jul 2009
Abaixo, os múltiplos de duas empresas super bem
administradas.
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 36,5%
b) últimos 3 meses anualizados
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 8,9%
b) últimos 3 meses anualizados
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29426 de 2947205/Mar/2010 10:38 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] luiz36Comentários: 33 - Desde: Dez 2008
Lucro líquido da Grendene expande-se para R$ 85 milhões no
quarto trimestre de 2009
Recomendar!Por: Equipe InfoMoney
SÃO PAULO - A Grendene (GRND3) anunciou nesta sexta-feira
(5) seus resultados referentes ao quarto trimestre de 2009, revelando um lucro
líquido de R$ 85 milhões no período, valor 2,8% superior ao valor registrado em
igual intervalo de 2008.
"Um excelente resultado em nossa opinião, considerando
que são números recordes em um ano que anunciava muitas dificuldades",
avaliam os executivos da companhia.
No mesmo sentido, a receita líquida da fabricante de
calçados reportou expansão de 19,1% em bases anuais, para R$ 509,4 milhões. Ao
passo que o Ebitda (geração operacional de caixa) caiu dos R$ 74,2 milhões para
R$ 60,4 milhões - contração de 18,6%.
"Entretanto, não ficamos inteiramente satisfeitos com
os resultados do segundo semestre. Os resultados do terceiro trimestre foram
negativamente impactados (...) e no quarto trimestre superamos o Lucro Líquido
do quarto trimestre de 2008 por pequena margem de 2,8%", afirmou a
Grendene.
No acumulado do ano, a companhia postou uma expansão no
lucro líquido superior à observada na passagem trimestral. O indicador
totalizou R$ 272,2 milhões, 13,7% acima do montante de 2008.
Do mesmo modo, a receita líquida também expandiu-se, indo
dos R$ 1,324 milhões para R$ 1,545 milhões. Por sua vez, o Ebitda não registrou
resultado positivo, caindo 5,3%, para R$ 177,1 milhões.
Confira os números do trimestre:
(em R$ milhões) 4T09 4T08 Variação
Receita Líquida 509,4 427,7 19,1%
Lucro líquido 85,0 82,7 2,8%
(em R$ milhões) 2009 2008 Variação
Receita Líquida 1.545,2 1.324,6 16,7%
Lucro líquido 272,2 239,4 13,7%
* Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização
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29454 de 2947205/Mar/2010 16:34 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] lesoaresComentários: 266 - Desde: Nov 2007
eh...parece que não gostaram muito do resultado da
grendene..
pra mim veio razoavelmente bem e o ativo continua num preço
razoavel...
acho que vale ter em carteira com um peso baixo..
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32314 de 3234906/Abr/2010 19:27 [Citar este comentário] 0
2 paulo_profComentários: 1822 - Desde: Jul 2009
citação: mteixeira1968Prof Paulo,
Houve alguma coisa com a GRND3? Caindo mais de 3% agora.
Não seria um bom momento para entrar?
A minha projeção de lucro líquido em 2010 é de R$ 300
milhões. Se esta previsão se confirmar, o ativo está sendo negociado a aprox.
P/L = 8,60; P/VPA = 1,57 e DY = 4,7%
Não se pode dizer que, no momento atual do mercado (focado
na Vale, nas siderúrgicas e de olho na Petrobrás), o preço esteja uma
pechincha. Por outro lado, em relação aos múltiplos que eram praticados até uns
3 meses atrás, o ativo poderia ser considerado barato.
Paulo, Além da subida de FRAS4, CREM3, TUPY3, sideruricas e
VALE3/5 ... FESA3/4 tem subido bastante ultimamente. Se o Ferro subiu, as ligas
da Ferbasa (FeCr e FeSi) devem ter subido também. Baseado no
"monopólio" da Ferbasa para América Latina dessas ligas, acredito que
a empresa pode surpreender nos balanços futuros e prefiro apostar nela do que
em VALE.
Alguém sabe como está a demanda mundial dessas ligas e se o
maior produtor mundial (Africa do Sul) conseguiu resolver os problemas de falta
energia para produzí-las?
Se lembro bem, quem acompanhava (nem que fosse de longe) a
situação do ferro-cromo eram o Herds e o Gustgef.
Aliás, por onde será que anda o cabra? Sumiu há séculos?
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32626 de 3268509/Abr/2010 13:53 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] ltcripaComentários: 93 - Desde: Mai 2009
Fockink, a partir de quando teremos direito a subscrever
GRND3? Pela notícia abaixo, eu entendi que já podemos negociar os direitos,
pois se em 27/04 - fica ex-dividendo e ex-subscrição.. Porém não me foi
creditado recibo de subscrição na minha custódia...
(01/04) GRENDENE (GRND - NM) - AGO/E - 19/04/2010 - 9H30 /
Forma de negociacao
DRI: Francisco Olinto Velo Schmitt
Aprovar as demonstracoes financeiras relativas ao exercicio
social/2009, a
destinacao do lucro liquido e a ratificacao das
antecipacoes e da distribuicao
Homologacao do aumento de capital social por meio da
emissao particular de novas
acoes ordinarias, no ambito do Plano de Outorga de Opcoes
de Compra ou
Subscricao de Acoes, com o consequente aumento do capital
social, no valor de
R$4.541.493,75. O capital social que era de R$1.226.760.110,71
passa para
R$1.231.301.604,46 e aumento de 720.000 acoes, passando o
numero de acoes
representativas do capital social da Companhia de
300.000.000 para 300.720.000
acoes ordinarias. As acoes emitidas farao jus ao
recebimento de dividendos
integrais que vierem a ser declarados pela Companhia a
partir da data de sua
subscricao, referentes ao periodo iniciado em 01 de abril
de 2010, e a todos os
demais beneficios que forem conferidos aos demais
detentores de acoes ordinarias
de emissao da Companhia a partir de entao, em igualdade de
condicoes com as
demais acoes de emissao da Companhia. Conforme RCA de
04/03/2010 foi aprovada a
distribuicao de dividendo complementar, referente ao
exercicio social/2009, no
montante de R$34.000.000,00, correspondente a
R$0,113334/acao, com base na
posicao acionaria de 26/04/2010 (as 720.000 acoes emitidas
na RCA de 22/03/2010
nao fazem jus ao referido dividendo). A partir de
27/04/2010 acoes
escriturais ex-dividendo e as acoes deixam de ser
negociadas com distincao de
dividendo.
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33215 de 3322619/Abr/2010 19:31 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] mlopes_mlComentários: 30 - Desde: Jun 2009
(19/04) GRENDENE (GRND - NM) - Deliberacoes de AGO/E /
Distribuicao de dividendo
DRI: Francisco Olinto Velo Schmitt
Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas:
"Comunicamos aos acionistas que em Assembleia Geral Ordinaria, desta
Companhia,
realizada em 19 de abril de 2010, foi ratificada a
aprovacao da distribuicao do
saldo de dividendos do exercicio findo em 31 de dezembro de
2009, no montante de
R$ 34.000.000,00 (trinta e quatro milhoes de reais). Os
dividendos serao pagos a
partir do dia 06 de maio de 2010, sem remuneracao ou
atualizacao monetaria e nao
havera retencao de Imposto de Renda.
Farao jus ao saldo dos dividendos a pagar relativos ao
exercicio de 2009, os
acionistas inscritos nos registros da Companhia em 26 de
abril de 2010. As acoes
da Companhia ficarao ex-dividendos a partir de 27 de abril
de 2010, na
BM&FBovespa. Os acionistas detentores de acoes
ordinarias nesta data receberao o
dividendo de R$ 0,113334 por acao.
Esta distribuicao de dividendos, somada ao montante de R$
76.000.000,00 (setenta
e seis milhoes de reais), pagos como antecipacoes em 2009,
totalizam uma
distribuicao de R$110.000.000,00 (cento e dez milhoes de
reais), relativos ao
exercicio social de 2009.
O pagamento dos valores distribuidos sera efetuado da
seguinte forma:
a) Os acionistas que ja indicaram a conta bancaria terao seus
creditos
disponiveis de acordo com a conta corrente informada ao
Banco Itau S.A.;
b) Para os acionistas que nao fizeram esta indicacao, o
Banco Itau S.A., como
Instituicao Financeira Depositaria enviara aviso contendo
informacoes sobre o
pagamento, o qual devera ser apresentado numa de suas
agencias com as instrucoes
para processamento do respectivo credito em conta bancaria.
Os acionistas terao seus creditos disponiveis na data de
inicio do pagamento
desse direito de acordo com a sua conta corrente e domicilio
bancario fornecidos
Norma: a partir de 27/04/2010 acoes escriturais
ex-dividendo e as acoes deixam
de ser negociadas com distincao de dividendo.
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35394 de 3542113/Mai/2010 18:56 [Citar este comentário] 1
[Nível 0] lesoaresComentários: 288 - Desde: Nov 2007
decepcionante o resultado de grnd3 hein...
muuuito fraco..
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35411 de 3542113/Mai/2010 21:22 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] danieljoseaaComentários: 845 - Desde: Jul 2008
Em resultado "não satisfatório", Grendene vê
queda de receita e lucro
SÃO PAULO - A Grendene (GRND3) anunciou nesta quinta-feira
(13) os resultados trimestrais relativos ao primeiro trimestre de 2010. A receita líquida registrou 22,5% de
crescimento, com faturamento de R$ 374,5 milhões
Por sua vez, o lucro líquido foi de R$ 46,9 milhões, com
margem de 12,5%, 8,5 pontos percentuais abaixo do registrado no primeiro
trimestre de 2009. "Os resultados obtidos, embora esperados, não são
satisfatórios e não mediremos esforços para retornar ao nível de margens
robustas que costumamos entregar", declararam os executivos da companhia.
No primeiro trimestre do ano, a Grendene apresentou queda
de 23,2% no Ebitda (geração operacional de caixa), caindo de R$ 42,6milhões
para R$ 32,7 milhões na comparação com o mesmo período do ano passado.
"Apesar disto, estes resultados não são preocupantes
uma vez que a posição da empresa no mercado está sólida, as relações com os
canais de vendas excelentes, a aceitação dos produtos muito boa e a credibilidade
geral da empresa nos sugere resultados melhores no futuro", afirmou a
empresa de calçados.
em R$ milhões 1T10 1T09 Variação
Receita Líquida 374,485 305,802 +22,5%
Ebitda 32,735 42,648 -23,2%
Lucro Líquido 46,898 64,256 -27%
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35420 de 3542113/Mai/2010 22:44 [Citar este comentário] 0
3 small capsComentários: 3671 - Desde: Fev 2007
citação: danieljoseaaEm resultado "não
satisfatório", Grendene vê queda de receita e lucro
SÃO PAULO - A Grendene (GRND3) anunciou nesta quinta-feira
(13) os resultados trimestrais relativos ao primeiro trimestre de 2010. A receita líquida registrou 22,5% de
crescimento, com faturamento de R$ 374,5 milhões
Por sua vez, o lucro líquido foi de R$ 46,9 milhões, com
margem de 12,5%, 8,5 pontos percentuais abaixo do registrado no primeiro
trimestre de 2009. "Os resultados obtidos, embora esperados, não são
satisfatórios e não mediremos esforços para retornar ao nível de margens
robustas que costumamos entregar", declararam os executivos da companhia.
No primeiro trimestre do ano, a Grendene apresentou queda
de 23,2% no Ebitda (geração operacional de caixa), caindo de R$ 42,6milhões
para R$ 32,7 milhões na comparação com o mesmo período do ano passado.
"Apesar disto, estes resultados não são preocupantes
uma vez que a posição da empresa no mercado está sólida, as relações com os
canais de vendas excelentes, a aceitação dos produtos muito boa e a
credibilidade geral da empresa nos sugere resultados melhores no futuro",
afirmou a empresa de calçados.
em R$ milhões 1T10 1T09 Variação
Receita Líquida 374,485 305,802 +22,5%
Ebitda 32,735 42,648 -23,2%
Lucro Líquido 46,898 64,256 -27%
Vou ler o balanço, mas parece ser forte influência da queda
do dólar em comparação ao primeiro trimestre... afetou muito as margens da
exportação... o que era esperado... e a razão de já ter sido pior
comparativamente no quarto trimestre...
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41726 de 4238312/Ago/2010 20:38 0
ch3481Comentários: 1810 - Desde: Nov 2008
citação: Cadu_28Que porcaria GRND3...
http://www.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&a
mp;protocolo=256723&funcao=visualizar&site=B
Nosso grande desafio continua sendo recuperar preços e
margens sem perder volumes. Nesta conjuntura obtivemos receita superior ao 1S09
e margens inferiores, o que deve se inverter no segundo semestre deste ano.
Lembramos que no 1S09 obtivemos resultados muito fortes o que constitui elevada
base de comparação para este ano. A melhora das margens virá segundo nossa
expectativa, no segundo semestre.
Os resultados obtidos, embora esperados não são
satisfatórios e não mediremos esforços para retornar ao nível de margens
robustas que costumamos entregar. Apesar disto estes resultados não são
preocupantes uma vez que a posição da empresa no mercado está sólida, as
relações com os canais de vendas excelentes, a aceitação dos produtos muito boa
e a credibilidade geral da empresa nos sugere resultados melhores no futuro.
Também os fundamentos econômicos que impulsionam nosso modelo de negócios
continuam fortes com tendências positivas, principalmente no mercado interno.
Já no mercado externo, a evolução da taxa de câmbio não tem sido favorável e
devemos focar nosso crescimento menos em volume e mais em valor agregado.
Os drivers de consumo no curto prazo tem se confirmado e
continuam atuantes: a baixa inflação e os aumentos do salário mínimo, que num
primeiro momento impacta o custo mas logo após se transforma em demanda, o
bolsa família, a realização da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul e a
realização de eleições gerais no Brasil. Estes eventos, historicamente
impulsionam o consumo no Brasil, o que vem se confirmando. O aperto esperado na
política monetária está acontecendo sem, no entanto, afetar os volumes de forma
significativa.
Continuamos realizando estudos para ampliação de nossas
fábricas, mas provavelmente não iniciaremos investimentos novos em 2010.
Acreditamos que os investimentos feitos no final de 2009 e os ganhos de
produtividade possibilitarão o atendimento da demanda com eficiência adequada e
sem novos investimentos no curto prazo. Além disso, uma política de preços mais
agressiva deve conter o crescimento de volume, o que não aconteceu no 3T09
quando os preços baixos estimularam uma demanda já aquecida.
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46088 de 46105Modificado em 16/Set/2010 00:32 [Citar este
comentário] 1
5 small caps Usuário PremiumComentários: 3940 - Desde: Fev
2007
Tenho ações da grendene. Fico sempre na expectativa da ação
virar queridinha do mercado. Será que isso acontecerá? Qual sua expectativa
para os próximos resultados? Ou há melhor opção?
Muito obrigado e valeu por todas as dicas e pelo excelente
livro
Sim, mantenho 60% da posição que fiz em GRND3. A empresa
disse nas suas teleconferências que as margens voltariam a melhorar no segundo
semestre.
Acredito que a companhia tenha aumentado os preços ao mesmo
tempo em que a matéria prima deve estar com preços estáveis.
O comércio exterior novamente será afetado negativamente
com o câmbio. Coisa típica de país produtor de commodities que está cada vez
mais adquirindo a famosa doença holandesa (é isto, não?).
No mercado interno é que temos esperança de bons lucros,
eis que fortemente aquecido o consumo de seus produtos que atingem justamente a
parcela da população que está aumentando com maior consistência a renda. Ao
mesmo tempo parece que houve alta na taxação de produtos importados, também
necessário para um país não se desindustrializar, principalmente depois que
escolhe o caminho fácil do consumo imediato.
No preço atual, mantenho as ações.
Sobre melhores alternativas, no setor não creio, mas no
mercado sim, como é o caso de BEES3. Este considero hoje o banco médio mais
barato... peca apenas nos dividendos.
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55948 de 5646816/Nov/2010 14:19 [Citar este
comentário] 2
5 small caps Usuário PremiumComentários: 4293 - Desde: Fev
2007
O que achaste do resultado de grnd3?
Vale a pena montar posição a este preço?
Excelente, um aumento de margem bruta de tirar o chapéu. E
os demais custos controlados.
No dia do balanço, comentei que reforcei posição no
after-market.
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56061 de 5647016/Nov/2010 21:48 [Citar este
comentário] 3
2 ParanaueComentários: 69 - Desde: Set 2010
Por que investir na Grendene? (GRND3)
A empresa é dona de umas das marcas mais famosa do mundo
fashion: a Melissa. Entrevistamos em Porto Alegre, o diretor que explica porque
a companhia, que fez sucesso com a campanha do seu outro produto - Use Ryder e
dê férias para os seus pés, é interessante para quem pensa numa aposentadoria
confortável.
Como a Grendene, que hoje é uma empresa globalizada,
começou no Rio Grande do Sul?
No início dos anos 70, o estado teve um grande movimento
com a instalação do Pólo Petroquímico (Triunfo-RS). Naquela época, as empresas
chamadas de 1ª geração, começaram a se instalar mas já havia um estímulo de
investimentos das empresas de 2º e 3º geração, as transformadoras de plásticos.
A Grendene iniciou em 71, em Farropilha, interior do estado. Os dois irmãos,
gêmeos, compraram uma pequena empresa transformadora de plásticos e começaram a
atuar nesse seguimento, produzindo peças para máquinas, componentes para
calçados. Uma das curiosidades da produção foi a capa do garrafão de vinho,
substituindo o de palha, um produto bem característico aqui da nossa região.
Como a Grendene se destacou no setor de calçados?
Com tempo a empresa passou a ter uma demanda crescente no
setor calçadista. Nesse segmento, a tradição é produzir os calçados em
componentes e depois fazer a montagem. Foi ai que a Grendene, que sempre teve
uma veia para o lado da inovação, de fazer coisas diferentes, ingressou no
setor de calçados, lançando um calçado totalmente injetado, feito de resina de
PVC. E esse calçado, que foi a sandália Melissa, que já completa 30 anos no
varejo e foi um grande sucesso para a empresa. Tivemos um crescimento
astronômico, pelo baixo custo e já naquela época a sandália feminina de
plástico conquistou personalidades, principalmente porque o assessório era
usado em novelas e virou a moda da época!
E a criação de outras marcas como aconteceu?
A partir desse sucesso, a Grendene começou a lançar outros
produtos e viu que havia a oportunidade de outro mercado. A marca seguinte foi
a Ryder, calçado masculino. Esse chinelo fez um grande sucesso e a empresa viu
que havia muitas oportunidades de atender o mercado atuando por segmentos.
Passou então a desenvolver marcas para diversos segmentos e na medida em que
foram crescendo, foram se reinventando, se subdividindo e criando, assim,
outras marcas.
Por que ter a Small Cap Grendene na carteira de ações?
A Grendene exporta para mais de 90 países, é a maior
exportadora brasileira de calçados e, apesar do cenário da taxa de câmbio
desfavorável, vem conseguindo crescer no mercado externo. A empresa tem um
modelo diferenciado, além de fazer o calçado montado. Ela faz o calçado
injetado que utiliza uma quantidade menor de mão-de-obra e com um ciclo de
produção muito mais rápido. A empresa é bastante competitiva e atua em setor
que não é caracterizado, nem por grandes empresas e nem por uma taxa de retorno
muito grande.
Qual a representatividade da empresa em números? Como é o
pagamento de dividendos?
Temos um faturamento na ordem de R$ 1,5 milhão por ano, com
um caixa líquido positivo capitalizado. Nesse ano, no meio da crise, em que
muitas empresas estavam cancelando ou suspendendo dividendos, nos passamos para
o pagamento trimestral. A distribuição é em torno de 45% e 50% em forma de
dividendo. O que tem dado o dividend yeld em torno de 7% e 8%.
Como a ação tem reagido no mercado?
A empresa tem um tempo de capital aberto relativamente
curto. Entramos em 2004, no Novo Mercado, da BM&FBovespa. Essa crise
foi a primeira que empresa atravessou no mercado acionário. Essa situação
serviu para os investidores verem como a empresa se comporta nesse cenário que
foi bom para a empresa e nossa ação teve um crescimento com mais de 100% esse
ano.
Qual recado você deixaria para quem pensa em investir na
Grendene?
A Grendene é uma ação para o investidor que pensa no longo
prazo. Porque é uma empresa que tem uma regularidade muito forte de resultados
e nunca, na sua história, apresentou um trimestre com prejuízo. Não é uma
empresa com um crescimento muito grande, mas constante, até porque, ela já tem
um porte e quando chega num determinado tamanho já não consegue mais crescer
numa velocidade tão grande. Temos uma excelente relação crescimento/dividendos
e, por isso, é um atrativo para o investidor.
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A Grendene é uma das maiores fabricantes de calçados no
mundo. Sua primeira unidade fabril
nasceu em Farroupilha (RS), em 1971. As vantagens
competitivas da companhia se fundamentam em tecnologia própria de produto e
produção; na verticalização da sua produção (capacidade instalada de 200
milhões de pares/ano – além de matrizaria e fábrica de PVC para consumo
próprio); na agilidade no aumento da capacidade instalada com investimento não
relevante; nas marcas e designs próprios; na pesquisa, desenvolvimento e
inovação constantes e no marketing forte e bem posicionado. Empresa listada no
Novo Mercado desde a abertura de capital em Out/2004 com sólida estrutura de
capital, forte geração de caixa e boa pagadora de dividendos. Produz calçados
para o mercado interno e externo, atendendo ao público feminino, masculino e
infantil (classes A a D).
A companhia é detentora de marcas como Melissa, Rider,
Grendha, Ipanema, Ihabela, Zaxy,
Cartago, Pega Forte, Grendene Kids e Grendene Baby, além de
uma linha de licenciamentos que contempla celebridades e personagens
infanto-juvenis. A Grendene vende seus produtos por meio de representantes
comerciais, distribuidores, exportações diretas e via subsidiárias no exterior
(EUA e Argentina). As exportações, iniciadas em 1979, seguem, atualmente, para
mais de 90 países, cobrindo todos os continentes.
A Grendene nos primeiros nove meses de 2010 entregou um
lucro líquido de R$ 189,7 milhões
com crescimento na Receita Líquida de Vendas de 14,5% e
fabricação de 120,2 milhões de pares de calçados, gerou R$ 242 milhões de caixa
proveniente das atividades operacionais, pagou R$ 68,5 milhões de dividendos a
seus acionistas e pelo 6º ano consecutivo mantém a liderança nas exportações de
calçados brasileiros. Os bons resultados obtidos, em especial no 3º trim./10,
ratificam a nossa visão da evolução do cenário econômico para o setor de
consumo de baixo ticket assim como, as boas perspectivas para os próximos anos
se mantém, consequência do desenvolvimento econômico e melhoria do poder de compra
da população
A expectativa que temos divulgado ao mercado é de
crescimento de receita bruta e lucro a uma taxa média composta entre 8% e 12%
para a receita e entre 12 % e 15% para o lucro nos 5 anos (2009-2013).
Entendemos que neste período poderemos ter anos com crescimento maior que esta
taxa, como foi o caso em 2009 e outros anos com crescimento menor, mas
pretendemos na média atingir esta meta.
A Grendene deve reforçar a execução de sua estratégia em
2010/2011 com especial atenção à
adequação de sua política de preços a um mercado com
demanda forte, identificando novos
segmentos de mercado, com novos licenciamentos, inovando em
produtos, reforçando suas
marcas com marketing agressivo através de múltiplas mídias
e buscando a excelência na operação através das melhorias contínuas e
reforçando seus relacionamentos com os canais de distribuição e clientes
finais. O objetivo é ganhar escala crescendo com solidez e sustentabilidade
tanto no mercado doméstico quanto no mercado externo com especial atenção para
a manutenção das margens.
A evolução do consumo no Brasil não vem decepcionando e a
inclusão de classes antes alijadas
do mesmo vem acontecendo proporcionando crescimento em
diversos mercados e gerando
muitas oportunidades. Este quadro, por si só já é otimista,
e é reforçado no Brasil pela previsão
de grandes investimentos nos próximos anos: a copa do
mundo, as olimpíadas e os investimentos no pré-sal, são alguns eventos que
devem ter efeitos muito positivos na renda da população e no nível de consumo.
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64379 de 64407Modificado em 22/Fev/2011 21:03 [Citar este
comentário] 3
5 paulo_profComentários: 0 - Desde: Jul 2009
Vou ficar muito surpreso se o resultado da Grendene não
vier muito bom.
Em 13MAI2010, havia 75.683 mil ações no free float, de um
total de 300.720 mil, ou seja, 25,17%. Nesta data o Conselho de Adminstração
aprovou a aquisição de 1.000 mil ações a mercado, para permanência em
tesouraria e posterior eliminação. À época já estava evidente que o percentual
de free float cairia abaixo dos 25% exigidos.
Esta é uma "jogada" que não é incomum. Põe o bode
na sala e depois solicita um prazo à CVM para retirá-lo. Há duas formas de
recuperar o percentual exigido no free float:
a) revender ações que estão em tesouraria (como
recentemente fez o Pine); ou
b) vender ações do controlador
Numa situação adversa de mercado, não há porque o
controlador vender as suas ações. É muito mais "inteligente" resolver
a situação com as ações em tesouraria.
Termina o ano (com o controlador sabendo perfeitamente qual
foi o resultado) e só então resolve-se ir à compra do milhão de ações. Depois,
o controlador muito "bonzinho", resolve aceitar vender 642 mil ações
para ajustar o free float ... ora, pois ...
Alguém duvida que o resultado vem bom? Será que, se o
Gaddafi e cia. deixarem, GRND3 consegue emplacar os R$ 10,00 até 30MAR?
citação: Plantão Empresas da Bovespa
(22/02) - GRENDENE (GRND - NM) - Acoes em Circulacao
DRI: Francisco Olinto Velo Schmitt.
Enviou o seguinte Comunicado ao Mercado:
"A Grendene S.A. (Bovespa: GRND3) comunica que
realizou operacoes de compra de acoes da Companhia (GRND3), em Janeiro de 2011,
no total de 1.000.000 de acoes para permanencia em tesouraria, conforme
autorizado na Ata de Reuniao do Conselho de Administracao de 13 de maio de 2010
para posterior alienacao em cumprimento ao exercicio das opcoes outorgadas a
seus executivos (Stock Options), onde nao foi observado o numero de acoes em
circulacao (25%) em atendimento ao item 3.1 (v) do Regulamento de Listagem do
Novo Mercado, reduzindo em 0,2137% (642.722 acoes) das acoes em circulacao.
Conforme correspondencia de 02 de fevereiro de 2011,
enviada a BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros
com o intuito de solucionar o problema, os acionistas controladores (pessoas
fisicas) se dispuseram a vender as acoes necessarias para o reenquadramento do
Free-Float, solicitando o prazo ate 31 de marco de 2011.
Em carta resposta de 08 de fevereiro de 2011 obtivemos a
aprovacao do referido prazo (ate 31/03/2011) para enquadramento do percentual
minimo de 25% de acoes em circulacao da Companhia, que sera recomposto pela
venda de acoes pelos acionistas controladores somente a partir de 25/02/2011,
em funcao da divulgacao dos resultados do 4T10 e do exercicio de 2010, previsto
para o dia 24/02/2011, e conforme Termo de Adesao a Politica de Negociacao com
Valores Mobiliarios da Companhia, originaria da observancia da Instrucao CVM n
358/2002, no periodo de 09/02/2011 ate 24/02/2011, nao serao permitidas
operacoes de Compra e/ou Venda de Acoes de emissao da GRENDENE S/A. (GRND3), as
pessoas que tenham conhecimento de informacoes privilegiadas da Companhia, que
se incluem nossos controladores.
A Grendene é uma das maiores produtoras e a maior
exportadora de calçados do Brasil. Suas sandálias e chinelos são vendidos sob
marcas conhecidas comoMelissa, Ipanema, Rider, Grendha, entre outras. A
companhia teve sua origem na década de 70, quando produzia artigos plásticos.
Através de inovações internas passou a produzir calçados injetados de PVC.
Ao longo do tempo, percebeu que criando marcas fortes
poderia vender por preços diferenciados seus produtos. Seu modelo de negócios é
baseado no forte investimento em marketing para dar suporte a suas marcas e ao
lançamento de centenas de produtos anualmente. Em 2010, a companhia gastou em
torno de R$ 130 milhões em propaganda e publicidade, o que segue em linha com
seu guidance para esse grupo de despesas, de 8%-10% da receita líquida. As
vendas nacionais, que representam 80% do total, são feitas em mais de 60 mil
pontos de venda e nenhum cliente participa com mais de 5% da receita total da
companhia. Seu processo produtivo, sendo baseado na injeção do PVC, requer
menos mão de obra que uma empresa tradicional calçadista requereria. Isto
permite que a companhia possa ganhar mais escala com o crescimento do volume e
seja menos impactada com a atual escassez de mão de obra. Em contrapartida, a
restrição de sua produção a apenas artigos injetados limita a sua atuação em
outros segmentos de mercado. Uma forma de atenuar essa
limitação passa pela exportação de seus produtos.
Encontramos na empresa características que gostamos em qualquer investimento:
bom retorno sobre o capital, geração de caixa alto e baixa necessidade de
investimentos. Adicionalmente, sua receita é relativamente estável, apresenta
algum crescimento, não está alavancada financeiramente e possui controlador
definido. Devido à crise mundial, a companhia adotou uma postura conservadora
em 2009 e no começo de 2010, prejudicando consideravelmente seus resultados da
primeira metade desse ano. Ainda em 2009, por acreditar que a demanda não seria
forte no ano seguinte, a empresa preferiu não aumentar seus preços, acreditando
que manteria os volumes de venda
e ocuparia suas fábricas. Entretanto, com os estímulos do
governo e com a crise externa mais amena que esperado, a demanda acabou sendo
mais forte que o previsto. A companhia preferiu manter sua política comercial
de vários anos e não realizou reajustes de preços no meio da coleção. Com o
mercado aquecido e o preço relativamente baixo, as vendas ficaram acima da
expectativa. Foi necessário incorrer em custos extraordinários como turno
adicional
e horas extras para atender aos pedidos dos clientes,
afetando de forma relevante o custo dos produtos vendidos. Como consequência,
os resultados da primeira metade de 2010 foram muito fracos. Uma das nossas
hipóteses sobre o investimento era que tais resultados seriam
temporários e com uma retomada de preços seria possível que
a empresa voltasse para seus patamares históricos de rentabilidade. Iniciamos a
compra a preços bastante atrativos, o equivalente a pouco mais de 7x lucro de
2010, o que é bom em termos absolutos e melhor ainda para um mercado onde os
preços dos ativos ligados ao mercado doméstico estavam em
patamares bem mais altos. Conforme esperado, o segundo
semestre da Grendene foi muito bom, com a empresa apresentando bons volumes e
preços mais altos, o que resultou em margens recordes. Esperamos que nos
próximos anos a receita cresça moderadamente, mas o lucro da companhia continue
crescendo de forma mais intensa. Adicionalmente, acreditamos que existem
algumas opcionalidades no investimento não precificadas pelo mercado. A
primeira, que acabou se concretizando no início de 2011, era o aumento de
dividendos. Um ponto peculiar da companhia é a quantidade de caixa acumulado.
Seu valor de mercado é de aproximadamente R$2,7 bilhões, sendo que seu caixa
líquido é de R$850 milhões, ou seja, quase um terço do seu valor é caixa. O
problema para o investidor neste caso é que enquanto a operação de calçados
possui um retorno de mais de 25% a.a., o caixa rende um pouco mais de 10% a.a.
(próximo ao CDI). E com uma geração de caixa relevante e sem grande necessidade
de novos investimentos, a tendência era este caixa aumentar cada vez mais. A
origem do excesso de caixa é que parte do lucro da Grendene é proveniente de
incentivos fiscais. Até 2008, este resultado era contabilizado diretamente no
patrimônio líquido e não podia ser distribuído aos acionistas, somente
reinvestido na própria empresa. Com as mudanças advindas da convergência para
padrões internacionais de contabilidade (IFRS), o resultado passou a ser
passível de distribuição, desde que essa fosse tributada. Após uma consulta à
Receita Federal, concluiu-se que a alíquota de tributação dessa distribuição
seria em torno de 15%. Em seu anúncio dos resultados de 2010 foi divulgado que
a companhia passaria a distribuir em torno de 75% do lucro a partir de 2011.
Isto deve representar aproximadamente 9% do valor de mercado atual da empresa.
Outra opcionalidade é a Grendene seguir o exemplo de outras fabricantes
de calçados e criar uma rede de lojas próprias. Ao entrar no varejo, a empresa
teria um excelente canal de divulgação de sua ampla gama de produtos, um local
para testar e ter feedback mais rápido dos produtos, além de capturar parte da
margem final de venda, que hoje fica na mão dos lojistas. Finalmente,
acreditamos que ter uma parte da receita em dólar, que hoje é um problema,
também é uma
opção para o futuro. Apesar de ser de difícil visualização
atualmente, a valorização do dólar eventualmente irá gerar margens maiores nas
exportações. Em suma, mesmo em um mercado relativamente caro, encontramos um
investimento seguro, com boas perspectivas e a um preço bastante adequado
(provavelmente ainda é a empresa de consumo mais barata da bolsa). Além disso,
ainda estamos levando de graça algumas opções que têm chances razoáveis de se
concretizarem no médio prazo.
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72157 de 7218605/Mai/2011 18:14 [Citar este
comentário] 1
3 danieljoseaaComentários: 0 - Desde: Jul 2008
Destaques de 1T11 vs. 1T10:
Queda de 15,4% na Receita Líquida.
Lucro Líquido de R$ 63,5 milhões (R$ 46,9 milhões no 1T10).
Recuperação das Margens Bruta, Ebit, Ebitda e Líquida.
Distribuição de Dividendos referentes ao 1T11 – R$
45.108.000,00
Liderança de exportação – A Grendene mantém a liderança nas
exportações de calçados brasileiros – 39,2% dos calçados brasileiros exportados
no 1T11 (42,9% no 1T10).
Margem líquida trimestral subiu de 12,5% para 20,1%
A empresa mantém sólida situação financeira. O caixa
líquido em 31/03/2011 totalizou R$983 milhões, 15,4% (R$131 milhões) acima dos
R$852 milhões de 31/12/2010.
Fatos Societários e Eventos Subseqüentes Política de
dividendos:
De acordo com o Estatuto Social, o dividendo mínimo
obrigatório é computado com base em 25% do lucro líquido remanescente do
exercício, após constituições das reservas previstas na lei. Com base no 1T11,
mantendo a política de antecipação trimestral de dividendos, a Companhia pagará
dividendos intermediários “ad referendum” da Assembleia Geral Ordinária que
aprovar as contas do exercício de 2011, no valor de R$45.108.000,00 a partir de
08 de junho de 2011. Farão jus ao recebimento, os acionistas titulares de ações
ordinárias GRND3 inscritos nos registros da Companhia em 19 de maio de 2011
(data do corte). Desta forma, as ações da Grendene passarão a ser negociadas,
ex-dividendos a partir de 20/05/2011, na BM&FBOVESPA.
0,15 por ação, data de pagamento 08/06......último dia
"com" 19/05.
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72167 de 72186Modificado em 05/Mai/2011 18:48 [Citar este
comentário] 1
2 renato1631Comentários: 0 - Desde: Abr 2009
Lucro Líquido de R$63,5 milhões com crescimento de
No primeiro trimestre de 2011 a Receita Bruta não evoluiu
de acordo com nossa expectativa, caindo 12,9%. Embora
tenhamos previsto uma queda nas receitas de exportação que
vieram em linha com nossa expectativa: queda de
21,7% em reais (de 15,4% em USD) esperávamos uma receita
maior no mercado interno mantendo a receita total
estável em comparação com igual período de 2010, o que não
aconteceu: a receita bruta no mercado interno
apresentou queda de 9,6% em comparação com o 1T10.
Neste período, como já vimos fazendo com especial ênfase
desde meados de 2010, reforçamos um dos pilares
fundamentais de nosso negócio: baixo custo e alto volume
por modelo, ou seja, a busca obstinada por excelência
operacional. O aumento de produtividade por redução nos
desperdícios, menor consumo de matéria prima por
produto e melhoria da eficiência da mão de obra estão sendo
perseguidos de forma sistemática.
Coerentes com nosso objetivo de recuperação de margens
ajustamos os preços de nossos produtos que,
combinado com o efeito de variação de mix, resultou numa
elevação do preço médio unitário de 22,8%, 13,5% no
mercado interno e 29,3% no mercado externo (39,9% em USD).
Tivemos queda nos volumes no total de 29,1%,
sendo 20,3% no mercado interno e 39,5% no mercado externo.
Lembramos que a base de comparação de preços
(1T10) é baixa pois iniciamos o movimento de recuperação de
preços no 2T10. Por outro lado, e pelo mesmo
motivo, base de volumes do 1T10 é elevada (crescemos 35% em
volumes no 1T10 vs. 1T09), de forma que o ajuste
para cima nos preços e para baixo nos volumes era esperado,
embora a queda de volume no mercado interno
tenha sido superior à nossa expectativa.
Preços melhores combinados com as melhorias operacionais
significativas obtidas desde o ano passado nos
garantiram uma robusta elevação de margens: margem bruta
ganho de 7,1 p.p, margem EBIT ganho de 4,2 p.p e
margem líquida ganho de 7,6% p.p, esta última também
beneficiada pela alta da taxa selic e elevação de nosso
saldo médio de caixa, atingindo assim os objetivos que nos
propusemos – recuperação de margens.
O foco na recuperação das margens que já havia nos
proporcionado excelentes resultados no 2S10, continuou. O
custo unitário cresceu 7,1%, valor bem inferior ao
incremento de 22,8% no preço unitário do 1T11 versus 1T10 e o
CPV, reduziu em 24,1%, como consequência do menor volume,
resultando numa margem bruta de 37,8%, 7,1 p.p.
maior que a margem bruta obtida no 1T10 (30,7%).
Com os custos e despesas controlados o EBIT no 1T11 foi
36,5% superior ao obtido no 1T10: R$35,2 milhões
versus R$25,8 milhões respectivamente. O Lucro Líquido
obtido foi de R$63,5 milhões, 35,5% superior ao obtido
em igual período de 2010.
Conforme destacamos, a empresa se encontra em outro patamar
de eficiência operacional.
O impacto do câmbio no 1T11 foi uma redução na receita
bruta total em R$8,0 milhões sendo que a receita bruta do
mercado externo caiu 15,4% antes de considerar a variação
cambial e 21,7% após considerar este efeito. A taxa
cambial continua desfavorecendo às exportações, cenário
que, segundo nossas expectativas deve continuar.
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72178 de 7218605/Mai/2011 19:22 [Citar este
comentário] 0
3 Cadu_28Comentários: 0 - Desde: Jan 2010
Minha expctativa sendo realista-otimista, esperava um LL em
torno de 60-65M.
O que ficou obvio, a empresa diminuiu o giro e aumentou as
margens, reflexo do reposicionamento de preços feito no primeiro semestre do
ano anterior. A vantagem disso se mostra nos numeros, onde embora a receita liq
tenha apresentado queda, os custos tb cairam a um nivel maior, aumentando a
margem bruta. Chamo a atenção tb para os resultados financeiros do gordo caixa
aplicado, que cresceu mais de 50%. O EBITDA tb teve boa evolução no ano.
Metas para o período 2011-2015:
Em 05 de março de 2009 mudamos nossa política de guidance
ao mercado e anunciamos metas para os
próximos 5 anos a partir daquela data: período de
2009-2013. Passados dois anos nos quais a
companhia desempenhou satisfatoriamente na entrega das
metas anunciadas, nos sentimos
confortáveis em ampliar o período até o ano de 2015.
Crescimento da receita bruta a uma taxa composta média
(CAGR) entre 8% e 12% nos 5 anos (2011–2015).
Crescimento do lucro líquido a uma taxa composta média
(CAGR) entre 12 % e 15% nos 5 anos (2011–2015).
A Grendene tem por objetivo manter neste período as
despesas de propaganda e publicidade em média entre
8% e 10% da receita líquida.
Entendemos que neste período poderemos ter anos com crescimento
maior que esta taxa e outros com
crescimento menor, mas pretendemos na média atingir esta
meta.
Razões para as Metas anunciadas:
Nestes dois anos, desde o anúncio de metas para o período
2009-2013 a receita bruta cresceu à taxa
composta (CAGR) de 12,6%, superando as metas previstas e o
lucro líquido 14,2% resultando em ganhos
nas margens e demonstrando o acerto de nosso modelo de
negócios e das premissas assumidas para o
Os resultados obtidos no 1T11 superaram nossas expectativas
de lucro e ficaram abaixo das expectativas
no crescimento da receita o que, no conjunto, reforça nossa
convicção de que podemos atingir as metas
A Administração mantém prudente otimismo com as
perspectivas de crescimento do mercado interno de
calçados apoiado na melhoria de renda da população, nos
investimentos previstos no país para os
próximos anos e nos eventos esportivos internacionais que
acontecerão no Brasil em futuro próximo.
Internamente, manteremos o foco no fortalecimento de nossas
marcas, na excelência operacional e no
Com base nestas expectativas, a Grendene está pronta para o
crescimento e confiante no atingimento das
metas para o período de 5 anos (2011-2015)
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72189 de 7226105/Mai/2011 20:26 [Citar este
comentário] 1
2 renato1631Comentários: 0 - Desde: Abr 2009
Grendene reduz custos, aumenta preços e lucro sobe 35,5%
Plantão | Publicada em 05/05/2011 às 19h27m
SÃO PAULO - A fabricante de calçados Grendene registrou
lucro de R$ 63,53 milhões no primeiro trimestre deste ano, resultado que supera
em 35,5% o montante de um ano antes (R$ 46,89 milhões).
O balanço mostra que a empresa conseguiu compensar a queda
no volume de vendas com redução de custos operacionais e aumentos de preços.
Fora isso, houve uma melhora de 53% no resultado financeiro, que somou R$ 35,42
milhões, em valores líquidos.
De janeiro a março, a receita líquida totalizou R$ 316,70
milhões, 15,4% abaixo do faturamento de um ano antes. Na mesma base de
comparação, o resultado operacional medido pelo Ebitda (sigla em inglês para
lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) avançou 29,5%, para
R$ 42,38 milhões.
A diferença se deve a uma redução de 24,1% no custo dos
produtos vendidos, junto com a baixa de 5,3% das despesas operacionais. Os
volumes vendidos caíram 29,1% em um ano, para 32,9 milhões de pares, mas o
aumento do preço médio unitário - de 22,8% - permitiu que a receita não fosse
de igual magnitude.
Em seu relatório trimestral, a Grendene afirma que
conseguiu ganhos de produtividade ao melhorar a eficiência na utilização da mão
de obra e ao otimizar processos industriais.
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72221 de 7226106/Mai/2011 03:46 [Citar este
comentário] 1
3 WK2007Comentários: 0 - Desde: Out 2007
Achei modesto o resultado de Grendene.
Apesar da maior eficiência operacional e redução de custos,
melhorando as margens, as vendas (volumes)caíram muito.
Essa política de elevação contínua de preços tem limites. A
concorrência no varejo é muito acirrada.
O resultado operacional praticamente se igualou ao
financeiro (cerca de 36 milhões). Parece um banco. É salutar o aumento do pay
out.
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72252 de 7226106/Mai/2011 10:51 [Citar este
comentário] 0
5 small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Teve um balanço dentro do possível para uma indústria no
país.
Para quem não sabe, o número de pares exportadores no país
no primeiro trimestre caiu uns 35%. Isto mostra que não é apenas a Grendene que
está vendendo menos no exterior com este câmbio.
Só nos resta torcer que o super competente Ministro Mantega
consiga resolver o problema.
Ainda bem que nossa maior estatal, a Petrobrás, está em
mãos competentes como as dele.
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77339 de 7735617/Jun/2011 23:03 [Citar este
comentário] 2
4 small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Sobre a GRND3, especificamente, é bom que se saiba:
a) o segundo trimestre costuma ser O MAIS FRACO do ano.
Então, não compre achando que vai bombar amanhã.
b) os proventos vão subir, eis que passará a pagar IR sobre
parte do benefício fiscal, para possibilitar a distribuição de 75% do lucro (ou
80% não tenho certeza);
c) o maior IR sobre o lucro decorrente de benefício fiscal
será muito bem compensado pelo maior ganho financeiro do aumento da SELIC
(caixa robusto).
d) o câmbio continua péssimo para a indústria;
e) a estabilidade/queda dos preços das commodities deve
contribuir para manutenção das excelentes margens.
Portanto, comprei GRND3, no final no fechamento do pregão
quando vi que alguém queria fazer caridade, vendendo abaixo de R$ 8,00... torço
para que chegue abaixo, para tenhamos mais um ativo com DY maior que 10%.
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102125 de
102156Modificado em 12/Nov/2011 13:23 4
paulo_profComentários: 5136 - Desde: Jul 2009
GRND3
Resultados dos últimos
9 meses em relação a igual período de 2010:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA
-12,6%
RESULTADO BRUTO -5,4%
RESULTADO FINANCEIRO
POSITIVO +31,7%
RESULTADO OPERACIONAL
+5,6%
RESULTADO LÍQUIDO -3,1%
EBITDA -15,4%
Crescimento do
Patrimônio Líquido em 12 meses: +9,6%
Multiplicadores
relativos aos últimos 12 meses
PREÇO: R$ 8,1
PAYOUT: 71,3%
P/L 7,95
P/VPA 1,40
PSR 1,66
DY 8,97%
EV/EBITDA 6,80
MARGEM BRUTA 43,0%
MARGEM OPERACIONAL 23,4%
MARGEM LÍQUIDA 20,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,019
MARGEM EBITDA 15,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 10,1%
ROE 17,62%
LIQUIDEZ CORRENTE 5,89
Taxas anuais médias
nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA 11,57%
U2A 6,58%
U3A 6,23%
b) do patrimônio
líquido médio
UA 13,22%
U2A 12,27%
U3A 14,22%
Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido
durante 3 anos necessária para um preço justo 50% maior do que a cotação anual
(perpetuidade de 0% real; taxa de desconto anual real de 10%): +6,5%
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- A Grendene foi fundada em 1971 e é
uma das maiores produtoras mundiais de calçados e líder em vários segmentos no
mercado brasileiro. Possui tecnologia proprietária e exclusiva na produção de
calçados.Totalmente verticalizada, a partir de matrizaria e fábricas próprias,
com uma logística de distribuição que atinge desde distribuidores a varejistas
tradicionais e não-tradicionais em todo o território nacional e no exterior.
A empresa é detentora de marcas reconhecidas e de sucesso, como Melissa, Rider,
Grendha, Ilhabela, Ipanema Gisele Bündchen, Ipanema, Grendene Kids e Grendene
Baby; Em 2008 lançou mais uma marca – Zaxy com produtos inspirados nas
principais tendências de moda mundial. Além disso, atua também através de
licenciamentos de celebridades e personagens do universo infanto-juvenil.
A Grendene é totalmente integrada, com capacidade instalada em suas seis
unidades industriais, compostas por 12 fábricas de calçados, com capacidade
instalada total de 200 milhões de pares/ano, além de uma matrizaria e uma
fábrica de PVC para consumo próprio na produção de calçados.
Em 2010 comercializou 169,5 milhões de pares produzidos inteiramente no Brasil.
Período
Analisado: 3T11 - 3o
Trimestre de 2.011 ( Julho/Agosto/Setembro )
PAINEL
DE INDICADORES
|
16/11/11
|
|
|
|
|
|
SELIC
|
11,50%
|
Ativo
|
R$
|
PL
|
VP
|
GR
|
DY
|
LA
|
Dv
|
Ml
|
EB
|
MS
|
GRND3
|
8,13
|
8,0
|
1,41
|
11,3
|
6,5%
|
12,5%
|
0,1
|
22%
|
12,5%
|
28,0%
|
- Lucro Líquido de 83,5M 3T11 +126% na comparação com o 2T11 (
R$184 milhões nos 9M11 com dividendos 87,4% maiores que o ano anterior ) e R$104,8 milhões no 3T10.
- Receita bruta 515M 3T11 +60% na
comparação com o 2T11 ( 441M Mercado Interno / 73M Externo x
255M / 53M )
- Receita líquida 414M 3T11 +70%
- Custo Bruto 221M +38% ( positivo pois cresceu algumas vezes menos que o
crescimento do Lucro, mostrando ótimo valor agregado )
- Lucro Bruto 192M +125%
- Preço Médio 12,83 / par +10% na comparação com 2T11
- Margem Bruta 46,5% +16,5 p.p.
- Margem Ebit
12,9% +11,2 p.p.
- Margem EBTDA 14,6% +9,9
p.p.
- Margem Líquida 20,1% +5
p.p.
-
-
Metas para o período 2011-2015:
• Crescimento da receita bruta a uma taxa composta média (CAGR) entre 8% e 12%
nos 5 anos (2011–2015).
• Crescimento do lucro líquido a uma taxa composta média (CAGR) entre 12 % e
15% nos 5 anos (2011–2015).
• A Grendene tem por objetivo manter neste período as despesas de propaganda e
publicidade em média entre 8% e 10% da receita líquida.
Entendemos que neste período poderemos ter anos com crescimento maior que esta
taxa e outros com crescimento menor, mas pretendemos na média atingir esta
meta.
-
A Grendene mantém a liderança nas exportações de calçados brasileiros – 36,1%
dos calçados brasileiros exportados nos 9M11 (37,2% nos 9M10).
- 3º distribuição de dividendos intermediários – R$60.444.720,00 acumulando
R$132,3 milhões nos 9M11, 87,4% maior que igual período de 2010.
- A empresa mantém sólida situação financeira. O caixa líquido em 30/09/2011
resultou em R$942,3 milhões, 10,5% (R$89,8 milhões) acima dos R$852,5 milhões
de 31/12/2010.
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Empresa excelente, praticamente sem dívidas, com forte geração de caixa, bons
lucros e agora grande distribuição de dividendos; eu não poderia definir melhor
uma "cash-cow" a vaca leiteira que todo investidor precisa ter em
carteira para os momentos difíceis. Óbvio que o mercado não gosta de empresa
que antecipa más notícias, como ela fez ao noticiar a redução nas perspectivas
de lucros futuros dado a deterioração do mercado de calçados e até da economia,
como de fato vem ocorrendo. Considerando-se apenas o caixa e não o total em
disponibilidades que é maior, a empresa possui mais de 3 reais dos 8 que está
cotada em dinheiro vivo. Como acionista só tenho a agradecer a gestão pela
transparência e o respeito com que trata seus acionistas!
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118270 de
11828002/Mar/2012 01:06 3
paulo_profComentários: 5881 - Desde: Jul 2009
GRND3
PREÇO: R$ 8,93
PAYOUT (2011): 71,9%
P/L 8,82
P/VPA 1,50
PSR 1,82
DY 8,15%
EV/EBITDA 8,84
MARGEM BRUTA 43,3%
MARGEM OPERACIONAL 23,0%
MARGEM LÍQUIDA 20,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,016
MARGEM EBITDA 14,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 6,1%
ROE 16,96%
LIQUIDEZ CORRENTE 7,91
Taxas anuais médias
nominas de crescimento:
a) do lucro líquido
UA -2,23%
U2A 5,93%
U3A 8,47%
b) do patrimônio
líquido médio
UA 11,40%
U2A 11,21%
U3A 13,76%
PREÇO JUSTO PARA UMA TAXA ANUAL MÉDIA DE CRESCIMENTO REAL
DO LUCRO LÍQUIDO NULA DURANTE TODO O SEMPRE E TAXA DE DESCONTO REAL DE 8%: R$
12,70
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118433 de
11845302/Mar/2012 23:07 0
small capsComentários: 5911 - Desde: Fev 2007
Caríssimos, recomendo a
audição:
http://ri.grendene.com.br/port/home/index.asp
40 anos completados de
lucros.
Fala justamente sobre a
margem ebit e o efeito decorrente da provisão para devedores.
Além disso, ficaram 2
milhões de pares retidos na alfandega em direção à Argentina... quase tudo já
liberado...
LÍDER de mercado EM
EXPORTAÇÕES há vários anos!
Já vou avisando: vou de novo de Grendene no encontro
(chinelo de pobre segundo aquele analista) sem medo :)
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128121 de
12814825/Abr/2012 20:26 1
paulo_profComentários: 6301 - Desde: Jul 2009
citação: alisonvm
citação: danieljoseaa
GRND3: (bom)
Resultado do 1º
Trimestre de 2012
A companhia registrou
lucro líquido de R$ 82,1 M no 1T12, uma variação de -32,5% em relação ao 4T11 e
crescimento de 29,1% em relação ao 1T11. A receita líquida totalizou R$ 374,8 M
no 1° trimestre de 2012, redução de 27,0% em relação ao 4° trimestre de 2011 e
aumento de 22,7% em relação ao 1° trimestre de 2011.
A margem bruta atingiu
42,46% neste trimestre contra 46,09% no trimestre anterior e 37,88% no primeiro
trimestre de 2011. Já a margem líquida ficou em 21,89% no 1T12 contra 23,69% no
4T11.
Os ativos totais
atingiram o saldo de R$ 2,1 B, acréscimo de 5,1% em relação ao saldo no 1T11. O
patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 1,8 B no primeiro trimestre de 2012, o
que representou uma variação de 3,5% em relação ao saldo no primeiro trimestre
de 2011.
Nestes três meses, a
ação oscilou 28,74% contra 13,67% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado
alcançou R$ 2,9 B contra R$ 2,6 B no 1T11.
MUITO BOM,
Mostra a retomada do
crescimento, forte elevação de lucros, receita e geração de caixa, divida insignificante
e baixa de custos. Contribuindo para isso o aumento real do salario minimo,
taxa de cambio, exportação e participação de mercado.
Alem de pagar 75% de
seu lucro liquido inteiro em dividendos, ou 0,19 só referente ao 1T12...
ex-dividendo dia 04 de maio.
vai a 12,00 facil.
Abrss
PREÇO: R$ 9,15
PAYOUT (2011): 71,9%
Múltiplos baseados nos
últimos 12 meses
P/L 8,49
P/VPA 1,53
PSR 1,76
DY 8,46%
EV/EBITDA 7,56
MARGEM BRUTA 44,2%
MARGEM OPERACIONAL 23,3%
MARGEM LÍQUIDA 20,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,077
MARGEM EBITDA 15,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 6,2%
ROE 18,06%
LIQUIDEZ CORRENTE 5,94
Taxas anuais nominais
médias de crescimento:
a) do lucro líquido
UA -1,54%
U2A 12,75%
U3A 7,24%
b) do patrimônio
líquido médio
UA 7,98%
U2A 10,78%
U3A 12,29%
Taxa anual média real
de crescimento do lucro líquido necessária durante 3 anos para que o
"preço justo" calculado pela fórmula do FCD seja 30% maior do que a
cotação atual (perpetuidade real nula; paxa de desconto anual real de 8%): -4%
Taxas de crescimento em
relação ao 1T11:
RECEITA OPERACIONAL
LÍQUIDA +24,96%
RESULTADO BRUTO +40,63%
RESULTADO FINANCEIRO
POSITIVO +11,68%
RESULTADO OPERACIONAL
+32,27%
RESULTADO LÍQUIDO
+29,15%
EBITDA +48,85%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO
+3,51%
Destaque para a excelente margem bruta; possivelmente é a
melhor da história para os 1os. trimestres.
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