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domingo, 5 de abril de 2020

Calçados










169388 - DANIELBOSSAN -  26 Fev 2013, 21:29
GRENDENE na área.

Varejistas de moda fecham 2012 com 13,38% mais lojas
O setor encerrou o ano passado com 4,92 por cento mais empregos em relação a 2011

Rio de Janeiro - A grandes redes varejistas de moda encerraram 2012 com 4.771 lojas, alta de 13,38 por cento ante o ano anterior, informou nesta terça-feira a ABVTEX, associação que representa o setor.

O setor também encerrou o ano passado com 385.940 empregos diretos, crescimento de 4,92 por cento sobre 2011.

"A expansão do número de lojas acompanhou o crescimento do setor de shopping centers no país, já que as grandes redes são lojas âncora destes empreendimentos", disse a ABVTEX.

O aquecimento do mercado consumidor a partir do segundo semestre e planos de expansão das grandes redes impulsionaram o crescimento, adicionou.
http://exame.abril.com.br/economia/noticias/varejistas-de-moda-fecham-2012-com-13-38-mais-lojas

163465 - jbegood -  15 Jan 2013, 13:31
Vulcabras/ Alpargatas/ Grendene / Arezzo (VULC/ ALPA/ GRND/ARZZ)
Governo estuda ampliar tarifa de importação de calçados

O ministro interino do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Alessandro Teixeira, afirmou que o governo estuda novas medidas antidumping para as importações de calçados, nos moldes da sobretaxa praticada na compra desses produtos da China, há 3 anos. "Temos de trabalhar para a aplicação de medidas antidumping para outros países, começamos o trabalho com o apoio da Abicalçados e, ao longo do ano, teremos medidas para o setor", disse ele. Desde 2010, há uma sobretaxa de US$ 13,85 por par de calçado importado da China, o que freou as importações daquele país. Segundo Milton Cardoso, presidente da Abicalçados, por causa da queda no comércio exterior do setor, o superávit da indústria calçadista, que já chegou a US$ 5 bilhões, não atingirá US$ 1 bilhão em 2012, por causa principalmente do aumento das importações e da prática da triangulação partindo da China. No entanto, de acordo com o ministro, o governo não encontrou irregularidades nas possíveis importações de calçados chineses por meio do Vietnã. Teixeira defendeu ainda uma posição de "compreensão" com a Argentina, mesmo após a presidente Cristina Kirchner adotar barreiras contra a entrada de produtos estrangeiros, as quais levaram a uma queda de -13% nas exportações brasileiras ao país vizinho em 2012. "Precisamos entender que a economia argentina vive uma situação complicada; temos de ser compreensivos porque temos interesses maiores que a questão da exportação", disse ele. "Hoje o grande investidor na economia argentina são as empresas brasileiras e temos de auxiliar a Argentina, que é fundamental para a gente."

160810 - renato1631 -  17 Dez 2012, 22:47
Segmento de calçados

Na contramão do setor, calçadistas avançam na Bolsa
Niviane Magalhães (nmagalhaes@brasileconomico.com.br) 
17/12/12 16:25

Com projeção de surpreendente consumo no ano que vem, empresas ligadas ao segmento de calçados se destacam na Bolsa brasileira. Recomendações de compra continuam.

O mau desempenho do setor calçadista neste ano, não influenciou no comportamento da maioria das ações de empresas ligadas ao setor.

Empresas como Grendene (GRND3), Alpargatas (ALPA4) e Arezzo (AERR3) estão com valorização de 112%, 29% e 72%, respectivamente, neste ano. No entanto, os papéis da Vulcabras (VULC3) estão com queda de 49%.

Para o próximo ano, a expectativa é que a produção calçadista (em volume de peças) seja 3,8% maior que neste ano, quando o setor deverá fechar em queda de 0,6% se comparado a 2011, de acordo com pesquisa elaborada pelo IEMI Inteligência de Mercado.

Segundo Leandro Klem, analista gráfico da Trader Brasil, a Grendene apresentou uma ampla variedade de produtos neste ano, além de mostrar consistência em seus resultados. Esses dois fatores foram o que impulsionaram a hiper valorização.

Atualmente, a ação está em R$ 15,07, com tendência de alta somente para 2013, uma vez que o papel está super esticado e está sofrendo realizações. A partir de 2013, o movimento de alta pode romper a resistência (ponto que, se superado, indica a possibilidade de continuidade de movimento de alta da ação) que encontra-se em R$ 15,50.

Caso a tendência inverta, o suporte (patamar que, se perdido, aponta para uma chance de queda em sequência) está em R$ 14,50. "O setor de consumo em geral foi muito bem neste ano", pontua Klem.

As compras pela internet e o Black Friday no Brasil bateram recordes neste ano e a tendência é crescer a cada ano.

A Alpargatas e a Arezzo seguem a mesma performance da Grendene. No caso da Alpargatas, que está cotada a R$ 14,40 e no momento tem resistência em R$ 15,50, a decisão de compra deve ficar só para o ano que vem.

Já as ações da Arezzo encontram-se em tendência de alta no curto prazo, com recomendação de compra no curto prazo. O papel, que está em R$ 39,60, está perto de romper a resistência, em R$ 40.

Por outro lado, "o investidor deve fugir da Vulcabras [dona da marca Azaleia]", alerta Klem. Neste ano, a ação já caiu 48,9% e segue penalizada. Vendida a R$ 1,07, o papel está em tendência de baixa desde 2011 e encontra suporte em R$ 0,98.

"Eu recomendo que o investidor fique longe dessa ação, pois a empresa tem dado prejuízo. Além disso, a liquidez dela é muito ruim. Enquanto as demais tiveram nesta segunda-feira, em média, 300 negociações, a Vulcabras teve somente uma", explica o analista gráfico.

Entre o segundo e o terceiro trimestres deste ano, as vendas no varejo começaram a melhorar e tendem a acelerar o ritmo com as compras de Natal, que, por sua vez, devem impulsionar a produção no início de 2013.

Marcelo Villin Prado, diretor do IEMI, explica que o resultado obtido pelo setor calçadista em 2012 ainda é reflexo de situações sentidas mais fortemente em 2011: a entrada de produtos importados; a baixa exportação devido ao câmbio e à crise mundial; e o protecionismo da Argentina, um dos principais mercados da produção calçadista nacional.

"A redução do IPI para os bens duráveis, gerou uma demanda reprimida por outros produtos, como os calçados, que deverá ser atendida nos primeiros meses do ano que vem. Não dá para ficar muito tempo sem comprar calçados, afinal é um produto de uso frequente, que tende a se desgastar em menos de um ano", diz Prado.

De acordo com o analista gráfico, a perspectiva de consumo para o ano que vem é muito boa, principalmente porque a taxa de juros está mais baixa. "Isso motiva o consumidor, pois na hora de parcelar ele percebe que cabe no bolso", conclui.

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