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terça-feira, 21 de maio de 2019

Alpargatas (ALPA)


Recomendações

Carteiras
ch3481 (dez/12)
Balanços
1T2019 -
paulo_prof   -
Os Resultados expressos pelos números foram horríveis. Confesso que nunca gostei deste ativo. Sempre achei o mesmo caro. Mas as coisas pareciam melhores quando a empresa era administrada pelos Batista. Há que se estudar a empresa para entender os objetivos que a atual administração quer alcançar, e tentar projetar resultados futuros baseados nesta avaliação. Os números, infelizmente, dizem que a empresa não vai a lugar algum! Ativo caro prá caramba!

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Na comparação entre trimestres, a Receita Líquida nominal 7% maior resultou num lucro bruto nominal marginalmente menor. O muito melhor Resultado Financeiro (de R$ 17,5 milhões negativos para R$ 21,5 milhões positivos), resultou num lucro líquido substancialmente maior. O ebitda teria sido 111% maior.
Na comparação anual, a Receita Líquida e Resultado Bruto não cresceram em termos reais. Um melhor resultado financeiro levou a um Resultado Antes dos Impostos maior, mas uma maior despesa de IR/CS resultou num lucro líquido menor.
Na minha opinião, o ativo está caro pra caramba.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Os resultados do 3T18 poderiam ser considerados satisfatórios se não houvesse ocorrido uma Receita Líquida não recorrente. Se esta receita não fosse computada, os resultados seriam, mais uma vez, pífios.
Não há trimestre no qual a empresa não tenha não recorrentes que impactam o ebitda e lucro. No que segue, as receitas e despesas não recorrentes NÃO são expurgadas. No 3T18, a empresa teve uma Receita não recorrente devida a sucesso em ação judicial, no valor de R$ 180,7 milhões. Por outro lado, de acordo com o relatório, teve despesas não recorrentes com consultorias e R$ 64,3 milhões relativos principalmente a indenizações trabalhistas na Argentina. O impacto líquido no Ebitda foi de aprox. R$ 116 milhões e no lucro, de aprox. R$ 34 milhões.
Mesmo com esta "colher de chá" (e outra no 1T18), as taxas de crescimento anual nominal do Ebitda e Lucro Líquido continuam negativas ...
Moral da história: se somente os resultados forem levados em consideração, o ativo está bastante caro! Para encarar, só mesmo acreditando que os investimentos que e stão sendo realizados para turbinar os negócios no exterior darão resultado.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Resultados Financeiros horríveis, fortemente impactados pela greve, pela correção cambial na Argentina e pela contabilização de outras despesas operacionais, provavelmente relacionadas aos investimentos que a empresa vem realizando para a implantação de sua nova estratégia de negócios. Há que se esperrar alguns trimestres para verificar quais serão os resultados que serão colhidos deste realinhamento estratégico.

1T2018 -
marcosvinicius2  - 
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Em comparação ao 1T17, as variações dos principais indicadores consolidados do 1T18 foram as seguintes: •Receita líquida: R$ 902,1 milhões, 11,7% superior. •Lucro bruto: R$ 408,8 milhões, um aumento de 16,7%. A margem bruta de 45,3% foi superior em 1,9 ponto percentual. •EBITDA: R$ 169,1 milhões, 31,8% inferior, com margem de 18,7%. Desconsiderando o impacto dos itens não recorrentes em ambos os trimestres, o EBITDA recorrente consolidado aumentou 40,3% e a margem foi 2,9 pontos percentuais superior. •Lucro líquido: R$ 112,8 milhões, 37,2% inferior, com margem de 12,5%, impactado por itens não recorrentes no Brasil e na Argentina. •Geração de caixa operacional: R$ 427,6 milhões nos 12 meses encerrados em 31 de março de 2018.

A2017/4T2017 -
paulo_prof  -
Os resultados da ALPA não podem ser considerados bons. Na comparação anual, a Receita Líquida e Resultado Bruto sofreram redução nominal acima de 8%. Embora o Resultado Financeiro tenha sido razoavelmente melhor, o Resultado Antes dos Impostos caiu mais de 20%. O Resultado Líquido só cresceu marginalmente porque houve receita de IR/CS, ou seja, o Resultado Líquido foi sensivelmente maior do que o Resultado Antes dos Impostos.
A comparação trimestral fica prejudicada devida a uma despesa não recorrente. A Receita Líquida e o Resultado Bruto cresceram levemente em termos nominais e o Resultado Financeiro foi marginalmente melhor.
As despesas não recorrentes do 4T17 foram amplamente compensadas pelas Receitas não recorrentes do 1T17. Em consequência, não resta conclusão outra de resultados fracos em 2017.
A empresa mudou a política de payouy, distribuindo um percentual do lucro muito maior do que em 2016.
Na minha opinião, o preço atual do ativo não pode ser justificado pelos fundamentos.

marcosvinicius2 -  
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). O EBITDA consolidado somou R$ 486,2 milhões, valor 15,6% inferior ao de 2016, e a margem de 13,1% foi 1,1 ponto percentual menor do que a do ano passado. No Brasil, o EBITDA de R$ 372,9 milhões subiu 2,0 % e a margem, de 15,4%, foi 1,5 ponto percentual mais alta. O lucro líquido consolidado acumulou R$ 350,6 milhões, valor 2,2% inferior ao de 2016, e a margem líquida de 9,4% foi 0,6 ponto percentual maior.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 42 TRIMESTRES, 42 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 157.789; (U24M) = 121.337; (U36M) = 106.000; (U48M) = 97.917; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO FINANCEIRO (-31,86%) E RESULTADO LIQUIDO (41,00%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO OPERACIONAL (-46,38%) E RESULTADO FINANCEIRO (-40,47%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 6.468.688; VALOR MAXIMO (MIL) = 6.468.688 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 6.053.132: 
As variações dos principais indicadores consolidados foram as seguintes, comparativamente ao 2T16: 
• Receita líquida: R$ 859,6 milhões, 15,1% menor. 
• Lucro bruto: R$ 391,4 milhões, retração de 12,5%. A margem bruta, de 45,5%, foi superior em 1,3 p.p. 
• EBITDA: R$ 72,6 milhões, 35,6% inferior, com margem de 8,4%. 
• Lucro líquido: R$ 54,4 milhões, 9,9% menor, com margem de 6,3%. 
• Geração de caixa operacional: R$ 210,4 milhões nos 12 meses encerrados em 30/6/2017. 
• Valorização das ações preferenciais acumulada até 30 de junho: 38,9%. 
• Remuneração dos acionistas no ano: R$ 112,1 milhões

paulo_prof   -
No meu modo de entender, os Resultados da ALPA foram pífios. Os novos controladores deverão ter muito trabalho para fazer a empresa gerar resultados compatíveis com o preço pago.
Os múltiplos e o comparativo anual estão inflados devidos à Receita não recorrente de R$ 165 milhões no 1T17, que impactou o lucro líquido em aprox R$ 140 milhões. O P/L anualizado do 2T17 é 30, quase o dobro dos 15,7 informados abaixo.

1T2017 -
paulo_prof   -
A DRE da ALPA no 1T17 foi inflada por uma receita não recorrente de aprox. R$ 165 milhões, impactando o Resultado Operacional e Ebitda em R$ 165 milhões e o Lucro Líquido em aprox. R$ 140 milhões. Noutras palavras, não fosse o efeito não recorrente, o resultado da ALPA seria super pífio.

3T2016 -
paulo_prof   -
Resultados meia boca ... preço incompatível com os fundamentos 
Características
Indústria e comércio de calçados e artigos esportivos
Links
361396 - paulo_prof   -  21 Mai 2019, 15:53
Os Resultados expressos pelos números foram horríveis. Confesso que nunca gostei deste ativo. Sempre achei o mesmo caro. Mas as coisas pareciam melhores quando a empresa era administrada pelos Batista. Há que se estudar a empresa para entender os objetivos que a atual administração quer alcançar, e tentar projetar resultados futuros baseados nesta avaliação. Os números, infelizmente, dizem que a empresa não vai a lugar algum! Ativo caro prá caramba!

ALPA4

PREÇO: R$ 17,76

PAYOUT (2018): 32,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 38,00

P/VPA 4,24

PSR 2,61

DY 0,84%

EV/EBITDA 20,00

MARGEM BRUTA 43,9%

MARGEM OPERACIONAL 8,6%

MARGEM LÍQUIDA 6,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,467

MARGEM EBITDA 13,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 37,5%

ROE 11,16%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,11



Taxas de Crescimento Nominal (no 1T17 e 3T17 houve grandes Receitas não recorrentes, não expurgadas aqui)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,31%

RESULTADO BRUTO +1,96%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -10,71%

RESULTADO OPERACIONAL +51,23%

RESULTADO LÍQUIDO -6,89%

EBITDA +30,09%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,23%

RESULTADO BRUTO +4,30%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +76,42%

RESULTADO OPERACIONAL -48,18%

RESULTADO LÍQUIDO -53,47%

EBITDA -20,52%



c) lucro (taxa média anual)

UA -6,89%

U2A -20,83%

U3A -2,17%



d) patrimônio líquido médio

UA 5,79%

U2A 7,45%

U3A 6,41%



e) ebitda (taxa m[edia anual)

UA 30,09%

U2A -8,62%

U3A -3,51%

U4A 1,23%

U5A 0,76%

U6A 3,55%

U7A 3,81%

U8A 3,54%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 5,84

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +28,5%

358521 - paulo_prof -  24 Mar 2019, 09:52
Na comparação entre trimestres, a Receita Líquida nominal 7% maior resultou num lucro bruto nominal marginalmente menor. O muito melhor Resultado Financeiro (de R$ 17,5 milhões negativos para R$ 21,5 milhões positivos), resultou num lucro líquido substancialmente maior. O ebitda teria sido 111% maior.

Na comparação anual, a Receita Líquida e Resultado Bruto não cresceram em termos reais. Um melhor resultado financeiro levou a um Resultado Antes dos Impostos maior, mas uma maior despesa de IR/CS resultou num lucro líquido menor.

Na minha opinião, o ativo está caro pra caramba.

ALPA4

PREÇO: R$ 19,30

PAYOUT (2018): 32,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 26,96

P/VPA 3,75

PSR 2,29

DY 1,19%

EV/EBITDA 15,96

MARGEM BRUTA 43,9%

MARGEM OPERACIONAL 10,3%

MARGEM LÍQUIDA 8,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,716

MARGEM EBITDA 14,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,0%

ROE 13,92%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,06



Taxas de Crescimento Nominal (no 1T17 e 3T17 houve grandes Receitas não recorrentes, não expurgadas aqui)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,91%

RESULTADO BRUTO +4,47%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -23,31%

RESULTADO OPERACIONAL +31,33%

RESULTADO LÍQUIDO -8,50%

EBITDA +16,15%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,02%

RESULTADO BRUTO -0,19%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +2.300%

RESULTADO LÍQUIDO +56,97%

EBITDA +117,99%



c) lucro (taxa média anual)

UA -8,50%

U2A -4,25%

U3A 6,78%



d) patrimônio líquido médio

UA 3,16%

U2A 7,41%

U3A 5,14%



e) ebitda (taxa m[edia anual)

UA 16,15%

U2A -0,99%

U3A -0,14%

U4A 4,28%

U5A 2,71%

U6A 5,32%

U7A 4,88%

U8A 4,39%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,95

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +19,0%

355904 - paulo_prof -  14 Nov 2018, 18:06
Os resultados do 3T18 poderiam ser considerados satisfatórios se não houvesse ocorrido uma Receita Líquida não recorrente. Se esta receita não fosse computada, os resultados seriam, mais uma vez, pífios.

Não há trimestre no qual a empresa não tenha não recorrentes que impactam o ebitda e lucro. No que segue, as receitas e despesas não recorrentes NÃO são expurgadas. No 3T18, a empresa teve uma Receita não recorrente devida a sucesso em ação judicial, no valor de R$ 180,7 milhões. Por outro lado, de acordo com o relatório, teve despesas não recorrentes com consultorias e R$ 64,3 milhões relativos principalmente a indenizações trabalhistas na Argentina. O impacto líquido no Ebitda foi de aprox. R$ 116 milhões e no lucro, de aprox. R$ 34 milhões.

Mesmo com esta "colher de chá" (e outra no 1T18), as taxas de crescimento anual nominal do Ebitda e Lucro Líquido continuam negativas ...

Moral da história: se somente os resultados forem levados em consideração, o ativo está bastante caro! Para encarar, só mesmo acreditando que os investimentos que e stão sendo realizados para turbinar os negócios no exterior darão resultado.

ALPA4

PREÇO: R$ 15,36

PAYOUT (2017): 71,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 23,35

P/VPA 3,16

PSR 1,86

DY 3,07%

EV/EBITDA 13,63

MARGEM BRUTA 44,8%

MARGEM OPERACIONAL 8,2%

MARGEM LÍQUIDA 8,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,658

MARGEM EBITDA 13,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,7%

ROE 13,54%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,05



Taxas de Crescimento Nominal (no 1T17 e 3T17 houve grandes Receitas não recorrentes, não expurgadas aqui)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,88%

RESULTADO BRUTO +6,32%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +29,33%

RESULTADO OPERACIONAL -22,75%

RESULTADO LÍQUIDO -26,66%

EBITDA -9,68%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,14%

RESULTADO BRUTO -2,41%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +28,45%

RESULTADO OPERACIONAL +186,20%

RESULTADO LÍQUIDO +64,88%

EBITDA +110,83%



c) lucro (taxa média anual)

UA -26,66%

U2A -0,73%

U3A -0,51%



d) patrimônio líquido médio

UA 3,43%

U2A 7,18%

U3A 3,66%



e) ebitda (taxa m[edia anual)

UA -9,68%

U2A -5,21%

U3A -3,53%

U4A 3,48%

U5A 1,28%

U6A 5,74%

U7A 3,34%

U8A 3,47%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,22

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +15,5%

352923 - paulo_prof  -  18 Ago 2018, 02:36
Resultados Financeiros horríveis, fortemente impactados pela greve, pela correção cambial na Argentina e pela contabilização de outras despesas operacionais, provavelmente relacionadas aos investimentos que a empresa vem realizando para a implantação de sua nova estratégia de negócios. Há que se esperrar alguns trimestres para verificar quais serão os resultados que serão colhidos deste realinhamento estratégico.

ALPA4

PREÇO: R$ 12,05

PAYOUT (2017): 71,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 21,71

P/VPA 2,62

PSR 1,45

DY 3,31%

EV/EBITDA 13,89

MARGEM BRUTA 44,8%

MARGEM OPERACIONAL 5,2%

MARGEM LÍQUIDA 6,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,555

MARGEM EBITDA 10,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 29,0%

ROE 12,07%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,22



Taxas de Crescimento Nominal (no 1T17 houve uma grande Receita não recorrente, não expurgada aqui)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,54%

RESULTADO BRUTO +6,65%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +35,44%

RESULTADO OPERACIONAL -53,36%

RESULTADO LÍQUIDO -39,85%

EBITDA -32,90%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,61%

RESULTADO BRUTO +6,77%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +70,58%

RESULTADO OPERACIONAL -76,98%

RESULTADO LÍQUIDO -59,75%

EBITDA -11,71%



c) lucro (taxa média anual)

UA -39,85%

U2A -7,90%

U3A -3,49%



d) patrimônio líquido médio

UA 5,34%

U2A 6,95%

U3A 3,47%



e) ebitda (taxa m[edia anual)

UA -37,15%

U2A -17,77%

U3A -7,55%

U4A -5,97%

U5A -1,49%

U6A -0,37%

U7A -0,08%

U8A 2,19%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,94

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,5%

350739  - marcosvinicius2  -  04 Jun 2018, 21:47
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Em comparação ao 1T17, as variações dos principais indicadores consolidados do 1T18 foram as seguintes: •Receita líquida: R$ 902,1 milhões, 11,7% superior. •Lucro bruto: R$ 408,8 milhões, um aumento de 16,7%. A margem bruta de 45,3% foi superior em 1,9 ponto percentual. •EBITDA: R$ 169,1 milhões, 31,8% inferior, com margem de 18,7%. Desconsiderando o impacto dos itens não recorrentes em ambos os trimestres, o EBITDA recorrente consolidado aumentou 40,3% e a margem foi 2,9 pontos percentuais superior. •Lucro líquido: R$ 112,8 milhões, 37,2% inferior, com margem de 12,5%, impactado por itens não recorrentes no Brasil e na Argentina. •Geração de caixa operacional: R$ 427,6 milhões nos 12 meses encerrados em 31 de março de 2018.:

ALPA3
PREÇO: 13,05
PAYOUT (2017): 42,18%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 21,13
P/VPA 2,84
PSR 1,61
DY 2,00%
EV/EBITDA 15,16
MARGEM BRUTA 44,47%
MARGEM OPERACIONAL 5,87%
MARGEM LÍQUIDA 7,61%
LUCRO POR AÇÃO 0,618
MARGEM EBITDA 10,67%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 34,45%
ROE 13,45%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,21

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,88%
RESULTADO BRUTO 1,92%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -3,41%
RESULTADO OPERACIONAL -50,97%
RESULTADO LÍQUIDO -32,69%
EBITDA -35,93%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 11,72%
RESULTADO BRUTO 16,41%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 13,91%
RESULTADO OPERACIONAL -38,59%
RESULTADO LÍQUIDO -38,62%
EBITDA -31,91%

c) lucro (taxa média anual)
UA -32,69%
U2A 0,28%
U3A 3,40%

d) patrimônio líquido médio
UA 9,14%
U2A 6,72%
U3A 3,94%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,73
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +12,7% !!!!
[...]

348367 - marcosvinicius2 -  24 Mar 2018, 14:40
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). O EBITDA consolidado somou R$ 486,2 milhões, valor 15,6% inferior ao de 2016, e a margem de 13,1% foi 1,1 ponto percentual menor do que a do ano passado. No Brasil, o EBITDA de R$ 372,9 milhões subiu 2,0 % e a margem, de 15,4%, foi 1,5 ponto percentual mais alta. O lucro líquido consolidado acumulou R$ 350,6 milhões, valor 2,2% inferior ao de 2016, e a margem líquida de 9,4% foi 0,6 ponto percentual maior.

ALPA3
PREÇO: 16,95
PAYOUT (2017): 42,18%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 22,01
P/VPA 3,65
PSR 2,14
DY 1,92%
EV/EBITDA 16,84
MARGEM BRUTA 44,05%
MARGEM OPERACIONAL 8,22%
MARGEM LÍQUIDA 9,73%
LUCRO POR AÇÃO 0,770
MARGEM EBITDA 13,06%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 42,03%
ROE 16,57%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,18

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,20%
RESULTADO BRUTO -8,93%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -15,44%
RESULTADO OPERACIONAL -20,63%
RESULTADO LÍQUIDO 0,20%
EBITDA -15,58%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,20%
RESULTADO BRUTO -8,93%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -15,44%
RESULTADO OPERACIONAL -20,63%
RESULTADO LÍQUIDO 0,20%
EBITDA -15,58%

c) lucro (taxa média anual)
UA 0,20%
U2A 15,34%
U3A 8,95%

d) patrimônio líquido médio
UA 11,83%
U2A 6,14%
U3A 4,07%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 9,63
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,7% !!!
[...]

347029 - Rocha Preta inc -  11 Fev 2018, 10:38
http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,a...

No ano, a fabricante de calçados alcançou R$ 350,5 milhões, montante 2,2% menor que o registrado no ano passado

Dayanne Sousa, O Estado de S.Paulo

09 Fevereiro 2018 | 19h09

A fabricante de calçados Alpargatas reportou lucro líquido de R$ 45,1 milhões no quarto trimestre de 2017, recuo de 56% na comparação com o mesmo período do ano anterior. No ano, o lucro da companhia alcançou R$ 350,5 milhões, montante 2,2% menor que o de 2016.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da Alpargatas recuou 61,1% no quarto trimestre ante igual período de 2016. A companhia registrou Ebitda de R$ 56,7 milhões entre outubro e dezembro. No ano, o Ebitda soma R$ 486,2 milhões, queda de 15,6%.

347016- paulo_prof  -  10 Fev 2018, 01:35
Os resultados da ALPA não podem ser considerados bons. Na comparação anual, a Receita Líquida e Resultado Bruto sofreram redução nominal acima de 8%. Embora o Resultado Financeiro tenha sido razoavelmente melhor, o Resultado Antes dos Impostos caiu mais de 20%. O Resultado Líquido só cresceu marginalmente porque houve receita de IR/CS, ou seja, o Resultado Líquido foi sensivelmente maior do que o Resultado Antes dos Impostos.

A comparação trimestral fica prejudicada devida a uma despesa não recorrente. A Receita Líquida e o Resultado Bruto cresceram levemente em termos nominais e o Resultado Financeiro foi marginalmente melhor.

As despesas não recorrentes do 4T17 foram amplamente compensadas pelas Receitas não recorrentes do 1T17. Em consequência, não resta conclusão outra de resultados fracos em 2017.

A empresa mudou a política de payouy, distribuindo um percentual do lucro muito maior do que em 2016.

Na minha opinião, o preço atual do ativo não pode ser justificado pelos fundamentos.

ALPA4

PREÇO: R$ 15,89

PAYOUT (2017): 71,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 20,31

P/VPA 3,37

PSR 1,98

DY 3,53%

EV/EBITDA 15,19

MARGEM BRUTA 44,1%

MARGEM OPERACIONAL 8,2%

MARGEM LÍQUIDA 9,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,782

MARGEM EBITDA 13,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 33,6%

ROE 16,57%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,18



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,20%

RESULTADO BRUTO -8,93%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -15,44%

RESULTADO OPERACIONAL -20,63%

RESULTADO LÍQUIDO +0,20%

EBITDA -15,59%



b) 4T17 vs 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,54%

RESULTADO BRUTO +6,10%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,26%

RESULTADO OPERACIONAL -95,79%

RESULTADO LÍQUIDO -52,96%

EBITDA -61,14%



c) lucro (taxa média anual)

UA 0,20%

U2A 15,34%

U3A 8,95%



d) patrimônio líquido médio

UA 11,83%

U2A 6,14%

U3A 4,07%



e) ebitda (taxa m[edia anual)

UA -15,59%

U2A -7,41%

U3A 0,60%

U4A -0,40%

U5A 3,28%

U6A 3,11%

U7A 2,82%

U8A 6,70%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 9,77

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +12,0%

341520  - marcosvinicius2  -  28 Ago 2017, 21:20
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 42 TRIMESTRES, 42 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 157.789; (U24M) = 121.337; (U36M) = 106.000; (U48M) = 97.917; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO FINANCEIRO (-31,86%) E RESULTADO LIQUIDO (41,00%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO OPERACIONAL (-46,38%) E RESULTADO FINANCEIRO (-40,47%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 6.468.688; VALOR MAXIMO (MIL) = 6.468.688 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 6.053.132:

ALPA3
PREÇO: 13,75
PAYOUT (2016): 37,29%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,14
P/VPA 3,00
PSR 1,75
DY 2,65%
EV/EBITDA 11,48
MARGEM BRUTA 43,52%
MARGEM OPERACIONAL 11,66%
MARGEM LÍQUIDA 11,56%
LUCRO POR AÇÃO 0,908
MARGEM EBITDA 16,09%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 35,19%
ROE 19,80%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,90

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -12,03%
RESULTADO BRUTO -13,39%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,86%
RESULTADO OPERACIONAL 23,96%
RESULTADO LÍQUIDO 41,00%
EBITDA 8,46%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -15,05%
RESULTADO BRUTO -12,52%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -40,47%
RESULTADO OPERACIONAL -46,38%
RESULTADO LÍQUIDO -6,99%
EBITDA -35,75%

c) lucro (taxa média anual)
UA 41,00%
U2A 22,25%
U3A 14,25%

d) patrimônio líquido médio
UA 8,59%
U2A 2,54%
U3A 3,63%

As variações dos principais indicadores consolidados foram as seguintes, comparativamente ao 2T16:
• Receita líquida: R$ 859,6 milhões, 15,1% menor.
• Lucro bruto: R$ 391,4 milhões, retração de 12,5%. A margem bruta, de 45,5%, foi superior em 1,3 p.p.
• EBITDA: R$ 72,6 milhões, 35,6% inferior, com margem de 8,4%.
• Lucro líquido: R$ 54,4 milhões, 9,9% menor, com margem de 6,3%.
• Geração de caixa operacional: R$ 210,4 milhões nos 12 meses encerrados em 30/6/2017.
• Valorização das ações preferenciais acumulada até 30 de junho: 38,9%.
• Remuneração dos acionistas no ano: R$ 112,1 milhões

ALPA31.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

340851  - paulo_prof   -  09 Ago 2017, 01:03
No meu modo de entender, os Resultados da ALPA foram pífios. Os novos controladores deverão ter muito trabalho para fazer a empresa gerar resultados compatíveis com o preço pago.

Os múltiplos e o comparativo anual estão inflados devidos à Receita não recorrente de R$ 165 milhões no 1T17, que impactou o lucro líquido em aprox R$ 140 milhões. O P/L anualizado do 2T17 é 30, quase o dobro dos 15,7 informados abaixo.

Abaixo, os múltiplos baseados nos resultados recorrentes dos últimos 12 meses são reapresentados ... para mostrar que o ativo está inflado prá caramba!

ALPA4

PREÇO: R$ 14,50

PAYOUT (2016): 38,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,71

P/VPA 3,11

PSR 1,81

DY 2,45%

EV/EBITDA 11,12

MARGEM BRUTA 43,5%

MARGEM OPERACIONAL 11,6%

MARGEM LÍQUIDA 11,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,923

MARGEM EBITDA 16,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,5%

ROE 19,80%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,90



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -13,39%

RESULTADO BRUTO -14,05%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -33,23%

RESULTADO OPERACIONAL +26,44%

RESULTADO LÍQUIDO +41,00%

EBITDA +4,12%



b) 2T17 vs 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -15,05%

RESULTADO BRUTO -12,52%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -40,47%

RESULTADO OPERACIONAL -46,38%

RESULTADO LÍQUIDO -6,99%

EBITDA -32,84%



c) lucro (taxa média anual)

UA 41,00%

U2A 22,25%

U3A 11,88%



d) patrimônio líquido médio

UA 8,59%

U2A 2,54%

U3A 3,63%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,83

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,5%



Multiplos com os Resultados ajustados (expurgando a Receita Não Reocrrente do 1T17)

P/L 22,58

P/VPA 3,11

PSR 1,81

DY 1,71%

EV/EBITDA 15,17

MARGEM BRUTA 43,5%

MARGEM OPERACIONAL 7,2%

MARGEM LÍQUIDA 8,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,642

MARGEM EBITDA 12,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,5%

ROE 13,78%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,90



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -13,39%

RESULTADO BRUTO -14,05%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -33,23%

RESULTADO OPERACIONAL -21,98%

RESULTADO LÍQUIDO -1,89%

EBITDA -23,63%



b) lucro (taxa média anual)

UA -1,89%

U2A 1,97%

U3A -0,86%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,23

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +15,0%

340130  - Utah100 -  15 Jul 2017, 21:51
Em minha humilde opinião também acho que fizeram um grande negócio, arremataram uma empresa que tem grandes marcas já consolidadas e rentáveis. E se de novo reforçaram a parceria entre as familias donas do antigo Itaú e do antigo Unibanco, cada familia usou sua holding pra comprar uma parte. Por isto também acredito que devem ter comprado para manter ad eternum.

340117  - ispholambra -  15 Jul 2017, 04:35
A compra da fatia da Alpargatas pela Itausa é um otimo negocio... uma diversificacao setorial extremamente necessaria para holding... uma pena a aquisicao da BR Distribuidora nao ter dado certo...

Mesmo com essa aquisicao... o Itau ainda vai significar cerca de 90% do patrimonio da Itausa...

Andei comprando um pouco de ITSA4 com os proventos de hoje.... se nao subir muito vou continuar comprando...

340115  - MuadibGV  -  15 Jul 2017, 02:44
Acho que não vão vender tão cedo. Se vc olhar o material que divulgaram hoje verá que esse negócio vem dentro de uma estratégia de diversificação da holding.
Além disso, os controladores da Itausa sabem que o melhor imposto é aquele que é diferido pra sempre.

340091  - powercaps   -  14 Jul 2017, 12:55
Creio que o negocio acima da ALPA foi uma grande oportunidade do momento, eles sabem que se melhora a situação de consumo, valoriza e eles vendem por um preço bem melhor.
é Jogo rápido não chega 1ano na mão deles.

340089  - paulo_prof  -  14 Jul 2017, 12:37
Acho muito dificil encontrar investimentos que propiciem retornos parecidos com aqueles do Itau. Em termos exclusivamente de múltiplos, certamente um aumento na participação do capital do Itau seria melhor. Acho o investimento válido em termos de diversificação. De qualquer forma, o investimento representa apenas 2,6% do valor de mercado da Itausa. O lucro será impactado em aprox. 1,4%, ou seja, dentro de sua própria margem de flutuação. Em consequência, embora o impacto da aquisição sobre os múltiplos seja negativo, não deixa de ser marginal.

Embora cara (foi negociada a um EV/EBITDA redondo de 10), a ALPA está bastante descontada em relação a seus pares GRND (EV/EBITDA=14,8) ou ARZZ (EV/EBITDA=15,9).

340067  - Minkowski   -  13 Jul 2017, 19:16
Olhando de longe:

Utah, pelo que entendi a ITSA vai adquirir 50% da participação comprada, totalizando 1,75 bilhão, e a aquisição será financiada com dívida.
A dívida líquida da ITSA hoje é de cerca de 400 milhões (irrisória para um valor de mercado de mais de 60 bilhões). Alpargatas também tem dívida líquida pequena.

Imagino que o custo de financiamento da ITSA não seja muito maior que o do Tesouro Nacional, vamos aproximar por 10% a.a. e 5% a.a. Real.

A ALPA está com um DY de pouco mais de 2,5%. Mesmo sem considerar aumento do payout ou crescimento do lucro real, esses 2,5% mais a diminuição do IR/CSLL devido à despesa financeira já suportariam pagar o juro real e faltaria uns 4% a.a. para pagar o juro todo, algo como 0,12% do VM da ITSA

Não vejo impacto nos dividendos exceto se decidirem ir amortizando a dívida, mas realmente pode ser sinal de mais aquisições à caminho e de ser um proxy pior para para investimento em ITUB.

340064 - Utah100  -  13 Jul 2017, 17:54
O que os colegas foristas acharam da compra de parte da Alpargatas pela Itausa ? pela negociação anunciada as familias controladoras do ItaúUnibanco vão dividir o controle desta empresa com grandes marcas já consolidadas. Também há/havia um grande interesse de participar da aquisição de boa parte das ações da BR Distribuidora. Será que agora a Itausa vai conseguir sair da condição de controlar ITUB (que é ótimo) junto com algumas outras empresas nem tão boas ?

340047  - pedrosousa -  13 Jul 2017, 02:31
12/07/2017 19:28 ITAUSA (ITSA-N1) -
Fato Relevante - 12/07/17
CNPJ 61.532.644/0001-15
Companhia Aberta
FATO RELEVANTE
Assinatura de Contrato de Compra e Venda de Ações da Apargatas S.A.
Itaúsa–Investimentos Itaú S.A. ("Itaúsa"), em atendimento ao disposto no artigo 157, parágrafo 4º da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 358/02, comunica ao mercado que, conjuntamente com Brasil Warrant Administração de Bens e Empresas S.A. (“BW”) e Cambuhy Investimentos Ltda. (“Cambuhy”), firmou, nesta data, contrato de compra e venda para aquisição da totalidade das ações de emissão da Alpargatas S.A. (“Alpargatas”) detidas pela J&F Investimentos S.A. representadas por 207.246.069 ações ordinárias e 47.937.043 ações preferenciais.

O valor do investimento a ser desembolsado pela Itaúsa nesta transação será de R$ 1.750 milhões (R$14,25 por ação ordinária e R$11,40 por ação preferencial), por 50% dessas participações, que corresponde a 27,12% do capital total da Alpargatas, por meio de dívida a ser contratada.

A Itaúsa celebrará acordo de acionistas com BW e Cambuhy para gestão compartilhada da Alpargatas.

Esse acordo conterá, entre outras disposições, indicação majoritária e paritária de membros no Conselho de Administração da Alpargatas.

A Alpargatas é líder no setor de calçados na América Latina e proprietária de marcas desejadas, como “Havaianas” e “Osklen”, entre outras, além de possuir licença exclusiva da marca “Mizuno” no Brasil e alguns países da América Latina. Possui fábricas no Brasil e na Argentina, escritórios comerciais nos Estados Unidos e na Europa e exporta para mais de 100 países. A Alpargatas tem presença significativa no varejo, com mais de 700lojas no mundo, a maioria da marca “Havaianas”, além de comercializar seus produtos em mais de 150 mil pontos de vendas no Brasil e 10 mil no exterior. Em 2016, a receita líquida consolidada da Alpargatas foi de R$ 4,05 bilhões, a geração operacional de caixa (EBITDA) alcançou R$ 595,8 milhões e o lucro líquido totalizou R$ 358,4 milhões. No mesmo período, a remuneração total aos acionistas em forma de juros sobre o capital próprio foi de R$ 132,6 milhões.

Itaúsa, BW e Cambuhy estão confiantes de que a Alpargatas, com a colaboração de seus funcionários e executivos, continuará sua trajetória de crescimento e identificar á novas oportunidades que maximizem a criação de valor aos seus diversos públicos (stakeholders). Por meio dessa transação, a Itaúsa adiciona ao seu portfólio de investimentos setor que apresenta grande potencial de crescimento e perspectiva de expansão internacional.

O fechamento da operação está sujeito ao cumprimento de condição suspensiva relativa à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) e aprovações por demais órgãos competentes no Brasil e exterior, conforme aplicáveis, bem como condições resolutivas referentes a aprovações societárias pela vendedora e a realização de oferta pública por Itaúsa, BW e Cambuhy para aquisição de ações nos termos da regulamentação em vigor, o que pode resultar em desembolso adicional e aumento da participação dessas companhias no capital total da Alpargatas.

Não se espera que esta transação acarrete efeitos significativos no resultado da Itaúsa neste exercício social. A Itaúsa reafirma sua confiança no futuro do Brasil e reforça seu compromisso com a criação de valor para seus acionistas.

São Paulo (SP), 12 de julho de 2017.
ALFREDO EGYDIO SETUBAL
Diretor de Relações com Investidores

339598  - pedrosousa -  26 Jun 2017, 22:07
26/06/2017 18:01 ITAUSA (ITSA-N1) - Outros Comunicados ao Mercado - 26/06/17
COMUNICADO AO MERCADO
Participação nas análises de possível investimento em Alpargatas S.A. lideradas por Cambuhy Investimentos S.A. Itaúsa – Investimentos Itaú S.A. ("Itaúsa"), em atendimento ao disposto no artigo 157, parágrafo 4º da Lei nº 6.404/76 e na Instrução CVM nº 358/02, comunica ao mercado que, em reunião de diretoria desta data, foi aprovada a participação da Itaúsa nas análises lideradas por Cambuhy Investimentos Ltda. (“Cambuhy”) envolvendo possível transação para aquisição da totalidade de ações de emissão da Alpargatas S.A. (“Alpargatas”) detidas pela J&F Investimentos S.A. (“J&F”), conforme fato relevante da Alpargatasdivulgado nesta data.
A Itaúsa tem por objetivo adquirir 50% da participação detida pela J&F e firmar acordo de acionistas com a Cambuhy para gestão compartilhada da Alpargatas. A Itaúsa ressalta que, até o presente momento, não houve celebração de qualquercontrato com os envolvidos no que diz respeito à referida transação, e que comunicará aomercado imediatamente a assinatura de qualquer documento vinculativo relacionado aonegócio.
A Itaúsa esclarece, ainda, que a análise de novos investimentos não é um evento novo,considerando que a companhia tem por objeto participar do capital de outras empresas e está continuamente avaliando potenciais operações que agreguem valor a seus acionistas.
São Paulo (SP), 26 de junho de 2017.
ALFREDO EGYDIO SETUBAL
Diretor de Relações com Investidores

337670  - TraderCenter  -  08 Mai 2017, 22:00
[...]
A Alpargatas apurou lucro líquido de R$ 179,8 milhões no primeiro trimestre de 2017, crescimento de 62,1% frente a igual período do ano anterior.

A companhia reportou ainda um lucro líquido das operações continuadas, que desconsidera os resultados de Topper, Rainha e Timberland. Esse lucro atingiu R$ 181,4 milhões no trimestre, expansão de 59,7%. A Alpargatas anunciou a venda das marcas Topper e Rainha em 2015 e decidiu descontinuar a partir de 2017 sua representação da Timberland no Brasil.

O resultado foi impulsionado principalmente por ganhos com reversão de provisão tributária no Brasil, de R$ 212,7 milhões, e de créditos tributários na Argentina, de R$ 33,3 milhões — que também ajudaram a elevar o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda no período).
[...]

337620  - paulo_prof   -  07 Mai 2017, 03:28
A DRE da ALPA no 1T17 foi inflada por uma receita não recorrente de aprox. R$ 165 milhões, impactando o Resultado Operacional e Ebitda em R$ 165 milhões e o Lucro Líquido em aprox. R$ 140 milhões. Noutras palavras, não fosse o efeito não recorrente, o resultado da ALPA seria super pífio.

ALPA4

PREÇO: R$ 12,52

PAYOUT (2016): 38,5%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,43

P/VPA 2,73

PSR 1,50

DY 2,87%

EV/EBITDA 8,98

MARGEM BRUTA 43,2%

MARGEM OPERACIONAL 11,8%

MARGEM LÍQUIDA 11,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,932

MARGEM EBITDA 16,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 27,7%

ROE 20,30%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,19


Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,17%

RESULTADO BRUTO -8,45%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +3,09%

RESULTADO OPERACIONAL +39,43%

RESULTADO LÍQUIDO +49,38%

EBITDA +10,93%


b) 1T17 vs 1T16
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -18,75%

RESULTADO BRUTO -26,71%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -43,07%

RESULTADO OPERACIONAL +51,32%

RESULTADO LÍQUIDO +60,45%

EBITDA +31,03%

c) lucro (taxa média anual)

UA 49,38%

U2A 28,16%

U3A 6,94%


d) patrimônio líquido médio

UA 4,35%

U2A 1,44%

U3A 3,12%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,95

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,5%

337037  - toneguti   -  24 Abr 2017, 23:16
Tem umcomentário da Empiricus, publicado hoje:

Alpargatas: Novo mercado, velhas manobras

Sempre preste bastante atenção em quem são seus sócios (controladores) antes de investir em um negócio.

A Alpargatas (ALPA4) está propondo aos acionistas a migração para o Novo Mercado, resultando em uma companhia com ações ordinárias (ON) apenas.

A migração é ótima e pode aumentar a transparência e a liquidez das ações.

O problema, como sempre, é o preço. A proposta dos controladores (A J&F dos irmãos Wesley e Joesley Batista de é de converter 1,3 ação preferencial (PN) para cada ação ON.

Ou seja, os minoritários, que ganham hoje 10 por cento a mais de dividendos, sofrerão uma diluição considerável.

A maior beneficiada seria a J&F, que possui 86 por cento das ON e 21 por cento das PN, compradas com financiamento da Caixa da Camargo Correa – que passava por dificuldades e precisava de caixa.

O Brazil Journal comenta, inclusive, que a J&F poderia vender suas ações no mercado.

Alpargatas é um bom negócio, com marcas fortes, como a havaianas, sem dívidas e em um setor que se mostrou bastante resiliente, mesmo na crise.

Mas preferimos permanecer de fora. Não confiamos o suficiente em seus controladores (novos e antigos) para sermos seus sócios. Nos mantemos neutros em ALPA.

329503  - paulo_prof   -  04 Nov 2016, 22:27
Resultados meia boca ... preço incompatível com os fundamentos

ALPA4
PREÇO: R$ 10,39
PAYOUT (2015): 108,3%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,41
P/VPA 2,44
PSR 1,14
DY 7,03%
EV/EBITDA 8,46
MARGEM BRUTA 44,2%
MARGEM OPERACIONAL 8,2%
MARGEM LÍQUIDA 7,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,668
MARGEM EBITDA 13,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 26,6%
ROE 15,81%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,19

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,82%
RESULTADO BRUTO +12,71%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +109,75%
RESULTADO OPERACIONAL -4,16%
RESULTADO LÍQUIDO -0,07%
EBITDA -0,26%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 9,44%
RESULTADO BRUTO -6,75%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -15,14%
RESULTADO OPERACIONAL +0,84%
RESULTADO LÍQUIDO +7,62%
EBITDA -13,63%

c) lucro (taxa média anual)
UA -0,07%
U2A 3,86%
U3A 0,60%

d) patrimônio líquido médio
UA -3,03%
U2A 0,58%
U3A 3,30%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 6,68

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +11,0%

173997 - renato1631 -  20 Mar 2013, 01:09
Após três trimestres consecutivos de queda, o lucro líquido da Alpargatas avançou 12,8% de outubro a dezembro, para R$ 66,3 milhões, em relação a um ano antes. Para Márcio Utsch, presidente da companhia, o resultado representou uma reversão da "curva de sofrimento" de 2012, ano em que as margens da fabricante das Havaianas foram prejudicadas pela elevação dos custos, principalmente da borracha.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/3048446/alpargatas-reverte-curva-de-sofrimento#ixzz2O2PsV7eX


173358 - paulo_prof -  15 Mar 2013, 22:14
ALPA4
PREÇO: R$ 13,80
PAYOUT 2012: 39,4%

P/L 18,89
P/VPA 3,19
PSR 1,76
DY 2,09%
EV/EBITDA 12,02
MARGEM BRUTA 42,3%
MARGEM OPERACIONAL 10,0%
MARGEM LÍQUIDA 9,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,731
MARGEM EBITDA 13,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 18,1%
ROE 16,91%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,43

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 16,79%
RESULTADO BRUTO 10,30%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -72,14%
RESULTADO OPERACIONAL -12,03%
RESULTADO LÍQUIDO -8,92%
EBITDA 2,27%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 19,38%
RESULTADO BRUTO 18,46%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -78,60%
RESULTADO OPERACIONAL 28,93%
RESULTADO LÍQUIDO 12,72%
EBITDA 47,83%

c) lucro (taxa média anual)
UA -8,92%
U2A -4,40%
U3A 27,60%

d) patrimônio líquido médio
UA 12,89%
U2A 14,92%
U3A 16,97%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 9,14

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +10,0%

170763 - paulo_prof -  06 Mar 2013, 14:40
Citação: saimon_rijo
alguem poderia postar analise de preço justo de alpa/34 e abre11?
Sendo extremamente benevolente com a ALPA (lucro líquido de R$ 90 milhões no 4T12, taxa de crescimento anual real do lucro líquido de 5% nos próximos 5 anos, taxa de crescimento real nula na perpetuidade e uma taxa de desconto real de apenas 6%), o preço justo seria de aprox. R$ 16,44

Sendo mais "realista" (afinal, de 2010 para 2011 a taxa de crescimento do lucro líquido foi menor do que a inflação e dos 9M11 para os 9M12 o lucro líquido decresceu 14% em termos nominais), com uma hipótese de R$ 80 milhões no 4T12, taxa de crescimento real do lucro igual a zero por toda a eternidade e uma taxa real de desconto anual de 7%, o preço justo cairia para R$ 10,94.

No que concerne a ABRE11 acho o preço atual um absurdo !!!

A menos que esteja enganado, o LPA dos últimos 12 meses é de R$ 0,40.

Supondo que o lucro da empresa vai crescer durante 5 anos e depois será mantido em termos reais para todo o sempre e adotando uma taxa de desconto real anual super camarada de 6%, nestes 5 anos o lucro teria que crescer a uma taxa real média de 53% ... é mole?

Só se a Abril sair comprando outras instituições aloucadamente ... Pode esperar deitado ...

156092 - renato1631 -  10 Nov 2012, 00:33
Olha ai aprendiz

Lucro líquido da Alpargatas tem queda de 15,3% nos últimos doze meses
Medidas anunciadas no segundo trimestre ajudaram no aumento de receita da empresa em 15,7% ante o terceiro trimestre de 2011

Por Rodrigo Tolotti Umpieres

SÃO PAULO - A Alpargatas (ALPA4) divulgou seu balanço referente ao terceiro trimestre reportando lucro líquido de R$ 74,1 milhões, queda de 15,3% ante o mesmo período do ano passado, entretando, em relação ao segundo trimestre o valor representou um avanço de 20,7%.
Já em relação à receita líquida, a companhia registrou R$ 794,2 milhões entre julho e setembro, com um aumento de 15,7% frente ao mesmo período de 2011 e de 9,2% comparado ao 2º trimestre de 2012.

Enquanto isso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa encerrou o período em R$ 103,3, uma queda de 4,9% ante o terceiro trimestre do ano passado, mas uma alta de 38,8% quando comparado ao segundo trimestre deste ano.
No relatório do período entre abril e maio, a Alpargatas anunciou uma série de medidas a serem tomadas no terceiro trimestre. Agora, a empresa informou que entre os seis projetos, cinco foram realizados e um está em desenvolvimento.
Entre julho e setembro, a companhia aumentou os preços de sandálias e calçados esportivos, focou seus negócios em gestão de lucros, controlou as depesas operacionais e acelerou o ciclo de conversão de caixa, além disso, a empresa está apresentando uma recuperação de margens no mercado argentino.
Com isso, a companhia aumentou o volume de seus negócios de sandálias e calçados esportivos em 22,7%, que combinado ao reajuste de preços, resultou em um crescimento de receita de 25,1%. No ano as ações preferenciais da Alpargatas registraram alta de 31,46%, enquanto, o Ibovespa teve um avanço de apenas 1,06% no mesmo período.

156043 - paulo_prof -  09 Nov 2012, 20:06
ALPA4
PREÇO: R$ 14,63
PAYOUT (2010): 26,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses:
P/L 20,57 
P/VPA 3,47 
PSR 1,96 
DY 1,30%
EV/EBITDA 14,11 
MARGEM BRUTA 42,7%
MARGEM OPERACIONAL 9,9%
MARGEM LÍQUIDA 9,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,711
MARGEM EBITDA 13,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 18,6%
ROE 16,86%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,30

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 9M12 em relação aos Resultados dos 9M11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,8%
RESULTADO BRUTO +7,5%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -69,2%
RESULTADO OPERACIONAL -20,8%
RESULTADO LÍQUIDO -14,1%
EBITDA -10,3%

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 3T12 em relação aos Resultados dos 3T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,2%
RESULTADO BRUTO +2,8%
RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo
RESULTADO OPERACIONAL -15,7%
RESULTADO LÍQUIDO -15,3%
EBITDA -4,9%

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido:
UA -14,33%
U2A -4,52%
U3A 9,13%

b) do patrimônio líquido médio
UA 13,08%
U2A 16,44%
U3A 16,69%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: +19,5%

151619 - pppadv - 10 Out 2012, 13:55
Alpargatas deve comprar Osklen por R$ 120 milhões, diz jornal
A Osklen tem 63 lojas no Brasil, e unidades nos Estados Unidos, Itália, Japão e, mais recentemente, Argentina
Por Edilaine Felix
|10h51 | 10-10-2012
http://www.infomoney.com.br/negocios/noticia/2581337

SÃO PAULO - A Alpargatas, dona da marca de Havaianas, deve fechar a compra da grife de roupas Osklen, por um valor de aproximadamente R$ 120 milhões, segundo informações do jornal O Estado de S.Paulo. No acordo, o fundador da marca, Oskar Metsavaht, deve permanecer como sócio da empresa e reponsável pela área de criação.

De acordo com a matéria, Metsavaht negociava a venda com pelo menos quatro grupos interessados: os franceses LVMH, dono da Louis Vuitton e PPR (Pinault-Printemps-Redoute), a consultoria americana de marcas de luxo Marvin Traub, e também a Alpargatas.
Havaianas Alpargatas chinelo calçados

A Osklen tem 63 lojas no Brasil, e unidades nos Estados Unidos, Itália, Japão e, mais recentemente, Argentina. Em novembro do ano passado, o fundador da marca disse publicamente que queria se associar a uma outra empresa para ganhar escala e expandir seu negócio internacionalmente.

Procurada pelo InfoMoney a assessoria da imprensa da Alpargatas disse que a companhia não comenta o assunto.


151589 - pppadv -  10 Out 2012, 12:25
Panorama para Alpargatas é desafiador no curto prazo, diz Safra
Preços mais altos da borracha, depreciação do real e a inflação reduzirão as margens da empresa no prazo menor
Por Tatiana Fernandes Gurjão
|21h01 | 09-10-2012
http://www.infomoney.com.br/alpargatas/noticia/2580962/Panorama-para-Alpargatas-desafiador-curto-prazo-diz-Safra

SÃO PAULO - O banco J. Safra avalia que o cenário para a companhia de calçados Alpargatas (ALPA4) é desafiador no curto prazo, por conta de preços mais altos da borracha, depreciação do real e a inflação. Assim, a margem do Ebtida (lucro antes de juros, imposto, depreciação e amortização) deverá neutralizar o sólido crescimento da receita líquida, conforme diz a instituição.

O preço-alvo das ações foi reduzido de R$ 16,38 para R$ 16,20, mas foi mantida a recomendação de acima da média (outperform). O valor representa um potencial de prêmio de 8,55%.
Havaianas Alpargatas chinelo calçados

Para o cenário para a empresa mudar, deverão ser incorporados menores preços da borracha, redução de despesas estratégicas, diluição de despesas de vendas, gerais e administrativas e aumentos dos preços dos calçados. Esses fatores somados levariam à uma recuperação gradual da margem Ebtida (relação percentual entre receita líquida e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização).

Incremento de vendas de sandálias
A evolução no comércio de sandálias deverá continuar forte no próximo ano, graças aos investimentos em logística, marketing e também do início das operações da nova planta no próximo semestre.

Após 2013, o crescimento deverá arrefecer, para um dígito baixo, pois a penetração de sandálias já é alta no Brasil - cerca de dois pares per capita por ano.

Crescimento de um dígito médio de artigos esportivos
O volume negociado de itens esportivos deverá aumentar, chegando a um dígito médio no médio prazo, devido ao reposicionamento de marcas, lançamento de novas linhas e também à realização de eventos no País como a Copa e a Olimpíada, segundo diz o Safra.

Depreciação do real
A depreciação do real é uma faca de dois gumes, segundo o banco. Se, por um lado, contribui para aumentar fortemente a exportação de sandálias, por outro, tem impacto negativo sobre as margens operacionais domésticas.

De acordo com o Safra, a margem Ebtida deverá se expandir nos próximos anos, por conta da diluição de despesas de vendas, gerais e administrativas.

Já nas operações na Argentina, deverá ser registrada uma "severa" redução em volume e margens. Por enquanto, não há sinais de reversão nas negociações no país.

129606 - paulo_prof - 04/Mai/2012 19:35
ALPA4

PREÇO: R$ 15,45
PAYOUT: (2011): 26,8%

múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L      18,04
P/VPA            3,52
PSR     2,04
DY      1,49%
EV/EBITDA  12,12
MARGEM BRUTA  44,4%
MARGEM OPERACIONAL          12,6%
MARGEM LÍQUIDA          11,3%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,856
MARGEM EBITDA 15,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       15,8%
ROE    19,49%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,55

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      -7,87%
U2A    27,33%
U3A    20,36%

b) do patrimonio líquido médio
UA      -7,87%            14,56%
U2A    27,33%           18,76%
U3A    20,36%           16,60%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido necessária, nos próximos 3 anos, para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja IGUAL a cotação atual (perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%): +14%

Taxas nominais de crescimento em relação ao 1T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,61%
RESULTADO BRUTO +5,74%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -29,24%
RESULTADO OPERACIONAL -8,41%
RESULTADO LÍQUIDO +27,36%
EBITDA -10,41%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +12,46%


Ativo um tanto quanto caro ... ou não

121237 - paulo_prof - 19/Mar/2012 11:56
paulo_profComentários: 6028 - Desde: Jul 2009
ALPA4
PREÇO: R$ 15,70
PAYOUT (2011): 26,84%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17,79
P/VPA 3,70
PSR 2,12
DY 1,51%
EV/EBITDA 12,45
MARGEM BRUTA 44,8%
MARGEM OPERACIONAL 13,2%
MARGEM LÍQUIDA 11,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,882
MARGEM EBITDA 15,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 16,0%
ROE 20,80%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,42

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) do lucro líquido
UA 0,35%
U2A 51,04%
U3A 21,08%

b) do patrimônio líquido médio
UA 16,98%
U2A 19,07%
U3A 16,47%

Taxa de crescimento anual média real do lucro líquido durante 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10% seja 50% superior ao preço atual: +42%

Comprados ... acho bom colocar as barbas de molho ... será que a empresa conseguirá re-turbinar a taxa de crescimento do lucro?


121162 - paulo_prof - 17/Mar/2012 18:57
A minha impressão é que ativo está caro. Para justificar o preço atual, o lucro líquido deveria estar crescendo a uma taxa considerável, a qual não foi observada em 2011. Não se pode antecipar, entretanto, que a empresa reencontre o caminho para o crescimento do lucro. Com a tendência de valorização do real, entretanto, não será fácil.

Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:
- Desde 1907, quando foi fundada, a Alpargatas evolui em sua relação com os consumidores, oferecendo produtos inovadores, que os estimulam a comprá-los mais de uma vez e estão ligados a marcas que se tornaram paixão nacional, como Havaianas no Brasil e Topper na Argentina. Além delas, Dupé, Rainha, Mizuno, Timberland, Sete Léguas, Meggashop e Flecha se destacam em seus mercados-alvo e são exemplos de tecnologia, design e utilidade.
A competência na construção e na gestão de marcas que são desejadas por consumidores de vários países vem permitindo à Alpargatas gerar valor e ampliar todos os seus negócios. Em 2010, a receita líquida consolidada, de R$ 2,2 bilhões, foi 16,2% maior que a de 2009, com a comercialização de 244 milhões de unidades de calçados, vestuário e acessórios, volume 11,5% superior ao do ano anterior. Com 13 fábricas no Brasil e na Argentina, a Alpargatas emprega 17.515 pessoas.
Como empresa que está se internacionalizando, a Alpargatas investe em operações fora do Brasil e exporta para 80 países. É acionista majoritária da Alpargatas Argentina, maior empresa de calçados daquele país. Opera diretamente nos Estados Unidos por meio da Alpargatas USA. A Alpargatas Europa e seus escritórios comerciais respondem pela comercialização de sandálias na Espanha, Inglaterra, França, Itália e Portugal, e em outros países do continente e do Oriente Médio.        

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )


PAINEL DE INDICADORES
16/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
ALPA4
  11,08
12,4
2,72
33,8
2,7%
8,1%
0,2
13%
8,1%
-17,6%

·  PONTOS POSITIVOS:
- ALPARGATAS REGISTROU LUCRO LÍQUIDO DE R$ 87,5M  3T11 +18,5% comparado ao 2T11.   ALTA DE 7,6% EM COMPARAÇÃO COM O 3T10.
- A RECEITA LÍQUIDA CONSOLIDADA CRESCEU 18,4% ATINGINDO R$ 687,5   +12,3% comparado ao 2T11  ( Desse montante, 75% foi gerado no Brasil e 25%, no exterior  e no trimestre anterior 68% foram geradas no Brasil e 32% no exterior )
- Lucro Bruto 313M  +15% 3Tx2T11
- Margem Bruta  45,5%  +1 p.p. 3Tx2T11
- EBITDA 108,6 M  +5%  3Tx2T11
- Receita de Venda de Bens e/ou Serviços  511M  +20% 3Tx2T11
·  PONTOS NEGATIVOS
- Margem EBITDA  15,8%  - 1p.p. ( O aumento do custo do algodão, da borracha e custo da mão de obra direta tem sido o fator que mais tem impactado o resultado da Companhia.)
- Posição Financeira Líquida  366M   -4% na comparação 3Tx2T11
- Custo dos Bens e Serviços vendidos  258M  +12,6% na comparação 3Tx2T11 ( observem que aqui, o custo acompanha mais de perto o aumento da receita, baixo valor agregado ) 
- Em 30 de setembro de 2011, o endividamento financeiro consolidado totalizava R$ 317,4 milhões  +11,6% na comparação 3Tx2T11, sendo R$ 209,8 milhões denominados em reais e R$ 107,6 milhões em moeda estrangeira ( 80% do total com vencimento em curto prazo e desses 60% em moeda nacional )
 
·  VISÃO ESTRATÉGICA
- A perspectiva em relação ao desempenho da Alpargatas para o final de 2011 permanece positiva. No quarto trimestre, a demanda pelos produtos da Companhia continua superando as estimativas de vendas, o que sinaliza mais um período de crescimento de volume e receita. Conforme já mencionado, o preço médio da borracha em dólar diminuiu 17% em novembro em relação a setembro, e a Companhia espera que essa tendência continue até o final do ano. Independentemente desse movimento de queda, a Alpargatas continuará a priorizar as iniciativas que têm contribuído para minimizar o impacto da alta das matérias-primas em seu resultado, tais como: gestão de preços, estoques estratégicos, redução de custos de produção e controle de despesas.    
·  CURIOSIDADES
- Havaianas: desempenho de vendas acima do esperado da nova coleção comdestaque para os modelos Disney.
• Topper: lançamento global da linha Instinct: velocity, clássico e fuerza.
• Mizuno: Enigma e Precision 12 complementam o Prophecy e o Creation 12nos modelos premium. Última , Endeavor e Ovation reforçam a linha
intermediária de running performance.
• Rainha: conclusão do projeto de branding e showroom para apresentação da novacoleção aos clientes.
• Franquias Havaianas: 180 lojas em setembro.
• Alpargatas Argentina: modelos Topper importados internalizados. Licença dos“Simpsons” e abertura de duas lojas Topper em Buenos Aires.
• Alpargatas USA: domínio dos canais independentes de vendas (varejos local eregional de calçados). Shop in shop aberta na Bloomingdale’s em Nova York.
• Alpargatas Europa: lojas próprias Havaianas em Londres, Paris, Roma, Valênciae Barcelona.
• Implantação do Projeto Lógica nas fábricas de sandálias.             

·  OPINIÃO DO ANALISTA
- Não deformam, não soltam as tiras e não tem cheiro. A empresa possui uma linha de produtos mais popular, com margens mais estreitas e muito suscetíveis ao aumento do custo de produção como aconteceu no período. Apesar do lucro ter crescido, a empresa piorou alguns indicadores como dívidas e perdeu margem em função da piora no cenário produtivo. A concorrência e o baixo valor agregado a impedem de repassar à seus preços os aumentos de custos sem impactar no market share.  

102107 - paulo_prof - 12/Nov/2011 12:51
Resultados dos últimos 9 meses em relação a igual período de 2010:

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,4%
RESULTADO BRUTO +14,7%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +861%
RESULTADO OPERACIONAL +10,0%
RESULTADO LÍQUIDO +5,0%
EBITDA +4,1%

Crescimento do Patrimônio Líquido em 12 meses: +16,7%

Multiplicadores relativos aos últimos 12 meses

PREÇO: R$ 11,15
PAYOUT: 30,4%
P/L      12,21
P/VPA            2,70
PSR     1,55
DY      2,49%
EV/EBITDA  8,52
MARGEM BRUTA  45,2%
MARGEM OPERACIONAL          14,3%
MARGEM LÍQUIDA          12,7%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,913
MARGEM EBITDA 16,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       22,1%
ROE    22,07%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,25

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      6,42%
U2A    23,16%          
U3A    73,09%

b) do patrimônio líquido médio
UA      19,89%
U2A    18,53%
U3A    16,30%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido durante 3 anos necessária para um preço justo 50% maior do que a cotação anual (perpetuidade de 0% real; taxa de desconto anual real de 10%): +24,5%

55264 - small caps - 11/Nov/2010 23:31
E agora a Alpargatas, conforme prometido :)
Análise do final de 2009, mas de certa forma ainda contemporânea:

ALPARGATAS – comentários de Anderson Lueders.

A empresa São Paulo Alpargatas S.A. tem apresentado forte e sustentável crescimento nos últimos anos. O faturamento bruto partiu de R$ 526 milhões em 1998 e atingiu a expressiva marca de R$ 1,9 bilhão no acumulado do ano de 2008. No terceiro trimestre deste ano a receita líquida atingiu R$ 528 milhões, 24% mais do que aquela do mesmo período de 2008, que foi de R$ 425 milhões.

O lucro líquido também apresentou forte evolução, de R$ 28 milhões em 1998 para R$ 173 milhões em 2008, multiplicando-se mais de 6 vezes. No terceiro trimestre de 2009, o lucro líquido de R$ 53,5 milhões representou um crescimento de 25% sobre os R$ 42,7 milhões do mesmo período de 2008.

Com a cotação das ações preferenciais a R$ 109,95, conforme último negócio realizado no pregão de 16 de dezembro de 2009, o valor de mercado da empresa equivale a R$ 1,9 bilhão. Seu Preço/Lucro (nos últimos 12 meses) é 9,1 e o Preço/Valor Patrimonial da ação é 1,9. A Alpargatas custa o equivalente a 0,9 vezes o faturamento líquido de um ano. Some-se a isto um ROE (retorno sobre patrimônio líquido) de 21%, muito acima do custo de capital.

Um dos grandes destaques que tem feito a empresa se desenvolver consistentemente e com ótimas margens operacionais é a capacidade de criar valor com marcas fortes como Topper e havaianas, o que auxilia no enfrentamento da concorrência internacional. Esta capacidade propiciou à companhia penetrar em mercados mais sofisticados e isto tem se refletido na ampliação da receita oriunda das vendas externas.

O investimento é ideal para aqueles que focam a busca por companhias em crescimento e que reinvestem parte relevante dos seus lucros nele. Quando o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) das empresas é superior ao custo de capital, a não distribuição de parte substancial do lucro em dividendos é positiva ao investidor, que poderá mais a frente colher lucros mais substanciais.



O considerável crescimento de longo prazo ainda não refletiu em múltiplos exorbitantes, comum em companhias que atingem êxito nesta tarefa. Assim, trata-se de alternativa interessante de compra de ações de empresa de crescimento a preço razoável a ser efetivada com o acompanhamento sistemático dos balanços, que indicarão a continuidade do sucesso até então alcançado no aumento da receita com margens operacionais saudáveis.

28680 - MuadibGV - 22/Fev/2010 20:35
citação: Thomas AlgorNotícia - ALPA4 (São Paulo Alpargatas)
POSTADO POR: SurfTrader
Na próxima Quinta-feira (25/02) acontece o Split (divisão de uma ação em duas ou mais) da São Paulo Alpargatas (ALPA4) detentora de marcas bastante fortes nos setores calsadistas e de esportes em geral. Além de Mizuno, Havaianas e Timberland, a Alpargatas é detentora e fabricante de uma série de marcas que vemos diáriamente e que vem crescendo em consumo nos últimos 6 anos. O Split que a empresa vai sofrer vai ser de 1 para 20, ou seja, quem possui 1.000 ações da empresa no valor de R$100,00 cada, vai passar a deter 20.000 ações no valor de R$5,00 cada. Claro, os valores estão apenas aproximados para facilitar o entendimento, que basicamente é que ninguem sai perdendo, mas é uma maneira de facilitar a negociação e aumentar a liquides do papel, visto que um lote de 100 ações hoje custa em média R$13100,00 e depois do Split, o mesmo lote com 100 ações custará apenas R$655,00.


E quem não gostaria de adquirir papeis de uma empresa que cresceu 20% no 3ºTri de 2009? Quem lê as revistas Época Negócios e Investmais já tem um conhecimento um pouco maior da empresa e já sabe que ela vem sendo indicada como grande aposta no setor para o ano de 2010 e, que após o Split, passará a fazer parte da carteira de ações das grandes corretoras do país. Com o Split o valor de cada ação da ALPA4 vai se aproximar dos R$6,00, mas a espectativa é de valorização de até 110% até o final do ano buscando patamares entre R$12,00 e R$13,00, dizem os especialistas, que é cerca da metade do valor da outra gigante do setor, a Vulcabrás (VULC3) Holding de marcas como Reebok, Azaléia, Dijean, Grendene, Olympikus, entre outras.

2543 - eurico22 - 16/Mar/2009 23:38
"O setor se beneficia do dólar a um preço mais alto, como na indústria textil, ou as empresas não sofrem muita concorrência dos produtos importados?"

Fator – 02-JUN

Crescimento de 23,1% na projeção de receita líquida em 2009 (queda de 2,2%) e 6,1% em 2010 (queda de 1,0%), em função da consolidação da participação de 60% na Alpargatas Argentina, e aumento de 5,0% e 5,0% no volume total de sandálias no mercado interno, respectivamente em 2009 e 2010 (projetávamos aumento de 2,0% e 2,0%).

· Pequena queda de margens operacionais em função do aumento no preço de aquisição da

borracha sintética, e crescimento do lucro líquido em função da consolidação das operações argentinas e melhora na linha do resultado financeiro líquido. 

2541 - paulorizzi - 16/Mar/2009 22:27
citação: ACPOLIVEIRAcitação: eurico22Paulo e Amigos

Saiu o balanço da Alpargatas também

"Não o li, mas os números impressionam, inclusive um crescimento muito grande da receita líquida"

Alguém se habilita a comentar o balanço?

"Eurico, tb vi os números e me interessei, paraceram tão bons qto Grendene. Aguardo comentários do Small, Paulo ou quem se habilitar."

Abço.

"Se as minhas contas estiverem certas, os múltiplos correntes são os seguintes:"

"GRND3: P/L = 4,96; P/VPA = 0,96; PSR = 0,91; DY2008 = 9,05%; EV/EBITDA = 3,36; ROE = 19,31%; Dívida/Pat Líq = 17,8%; Liq Corr = 6,74; P/(CAP GIRO/Ação) = 0,97"

"O subsídio representou 48,5% do Lucro Líquido de 2008; R$ 0,44/ação ainda a distribuir relativo a 2008 (data ""ex"" em 09ABR)"

Os incentivos fiscais que recebe são de longo prazo.

"ALPA4: P/L = 5,03; P/VPA = 0,90; PSR = 0,52; DY2008 = 6,36%; EV/EBITDA = 4,34; ROE = 17,83%; Dívida/Pat Líq = 43,2%; Liq Corr = 2,20; P/(CAP GIRO/Ação) = 1,62"

"O subsídio representou 55,1% do Lucro Líquido de 2008; Todos os proventos relativos a 2008 já distribuídos."

Não sei quando vencem os incentivos fiscais que recebe.

"Até o 3T08, a contabilidade era feita por uma lei. Para o balanço de 2008 teve que ser seguida a nova lei. Em conseqüência, há que se tomar cuidado com os números, especialmente aqueles imputados ao 4T08. A forma da Alpargatas contabilizar o subsídio de R$ 95 milhões, foi aumentar a Receita Líquida (Descontando impostos sobre a Receita Bruta). Moral da história: aprox. 6% da receita líquida informada é composta de subsídios. De qualquer forma, no 4T08 (nov e dez) começaram a ser adicionadas as receitas da Alpargatas Argentina e da Cia Brasileira de Sandálias, adquiridas no ano passado."

"De uma maneira geral, na minha opinião a Alpargatas está melhor estruturada para o crescimento. Se este crescimento vai ocorrer apesar da crise, entretanto, não me comprometo a afirmar. Eu não veria como um contrasenso colocar um pezinho em cada uma!"

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