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quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Karsten (CTKA)




Recomendações

Carteiras
kandelma (abr/18)
Balanços

Características
Fabricação. Exportação. Importação e o comércio atacadista e varejista de fios. Tecidos  e produtos têxteis em geral.
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356211 - marcosvinicius2 -  27 Nov 2018, 14:05
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita Líquida = A receita líquida total atingiu R$85,084, ante R$68.331 no acumulado do 3T17, crescimento de 24%; Custo de Vendas = O custo de vendas no acumulado do 2T18 foi de - R$49.298, ante - R$42.588 no acumulado do 3T17, um aumento de 15%.; Lucro Bruto e Margem Bruta = No acumulado do 3T18, o lucro bruto foi de R$35.786, 39% superior ao acumulado do 3T17, representando uma margem bruta de 43%, ante 35% no acumulado do 3T17. A Companhia melhorou a rentabilidade bruta, subindo 4,5 p.p. em relação ao ano anterior, fruto das ações de reduções de custos, melhorias dos processos internos e vendas com melhor rentabilidade. DESPESAS COM VENDAS = despesas com vendas, gerais e administrativas, que obtiveram um acréscimo líquido de 15,6%, fruto dos investimentos em ações publicitárias, expansão do televendas e desenvolvimento de novos catálogos da linha Karsten Decor, além da abertura de novas lojas para atendimento ao Consumidor Final:

CTKA4
PREÇO: R$ 3,40
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -0,39
P/VPA -0,08
PSR 0,07
DY 0,00%
EV/EBITDA 9,49
MARGEM BRUTA 43,11%
MARGEM OPERACIONAL -16,80%
MARGEM LÍQUIDA -16,80%
LUCRO POR AÇÃO R$ -8,702
MARGEM EBITDA 15,83%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -183,71%
ROE 21,13%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,35

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,66%
RESULTADO BRUTO 29,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -0,05%
RESULTADO OPERACIONAL -25,31%
RESULTADO LÍQUIDO 169,49%
EBITDA 56,96%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 24,52%
RESULTADO BRUTO 39,01%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 1,24%
RESULTADO OPERACIONAL 130,39%
RESULTADO LÍQUIDO -536,41%
EBITDA -53,92%

c) lucro (taxa média anual)
UA 169,49%
U2A -18,95%
U3A -21,08%

d) patrimônio líquido médio
UA 15,51%
U2A 25,39%
U3A 39,43%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

350659  - marcosvinicius2 -  02 Jun 2018, 13:39
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). EBITDA = RECEITA LIQUIDA = A Companhia realizou no 1º Trimestre uma receita operacional líquida consolidada de R$ 65.243 mil, uma redução de 8% em relação ao mesmo período de 2017.; O EBITDA atingiu um resultado positivo de R$ 5.162 mil no 1º Trimestre de 2018, contra um resultado de R$ 11.228 mil no ano anterior, obtendo um percentual sobre Receita Líquida de 15,8% em 2017 para 7,9% em 2018. Mesmo com a queda em relação a 2017, o EBITDA esteve superou as expectativas da Companhia, uma vez em 2018 investimentos estão sendo feitos desde o primeiro trimestre para dar suporte ao crescimento de todo o ano.:

CTKA4
PREÇO: 3,48
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -0,48
P/VPA -0,09
PSR 0,07
DY 0,00%
EV/EBITDA 9,14
MARGEM BRUTA 40,24%
MARGEM OPERACIONAL -18,90%
MARGEM LÍQUIDA -14,71%
LUCRO POR AÇÃO -7,210
MARGEM EBITDA 15,48%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO -186,51%
ROE 19,62%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,37

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,50%
RESULTADO BRUTO 7,58%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -5,92%
RESULTADO OPERACIONAL -40,73%
RESULTADO LÍQUIDO -22,35%
EBITDA 272,05%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -7,94%
RESULTADO BRUTO -2,60%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -6,87%
RESULTADO OPERACIONAL 29,15%
RESULTADO LÍQUIDO -182,61%
EBITDA -54,01%

c) lucro (taxa média anual)
UA -22,35%
U2A -8,39%
U3A -26,14%

d) patrimônio líquido médio
UA 14,49%
U2A 38,78%
U3A 60,09%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND% !!!!
[...]

69203 - paulo_prof - 06/Abr/2011 13:51
citação: HMSM09Bom dia a todos!

small caps, paulo prof,

Vocês tem algum comentário fundamentalista sobre a CTKA4?


Supondo um crescimento nulo do lucro líquido real daqui para toda a eternidade (o crescimento do lucro líquido nos últimos 7 anos foi menor do que a inflação) e supondo uma taxa de desconto real de 8% (para empresas tipo Karsten o valor para o meu uso pessoal é de 10%), para um preço justo de R$ 6,00 (cotação atual), o LPA atual teria que ser R$ 0,6, ou seja, um lucro anual corrente de aprox. R$ 8,5 milhões.

Com a Receita Líquida e a Margem Bruta, bem como as Despesas com vendas, gerais e administrativas nas faixas atuais, o Lucro antes do Resultado Financeiro e Impostos estaria na faixa de R$ 25 milhões. Os financiamentos bancários atuais consomem quase isto por ano, de modo que, salvo eventuais Outras Receitas/Despesas relevantes, dificilmente o lucro líquido chegaria no patamar necessário (se chegou em 2010, foi devido a Outras Despesas/Receitas).

Com o preço do algodão nas alturas, a vida da empresa não fica mais fácil. Por outro lado, este negócio de importar dos chineses e vender como se fosse produção própria pode dar xabú: os chineses dificilmente conseguirão entregar um produto com o verdadeiro padrão Karsten.

Para mim, o ativo está caro. Eu monitoraria o lucro do 1T11. Se vir abaixo dos R$ 2,5 milhões, esquece. Se vier acima, veja o comportamento da rubrica Outras Receitas/Despesas e verifique se é relevante e se pode ser repetida.

59005 - small caps - 17/Dez/2010 13:57
citação: damonpenaSmall ,
O que achas da CTKA4 ? Avalias que a aquisição da Romaria Empreendimentos trará bons resultados para a empresa ? Percebi que a o ativo intangível da empresa deu um salto.

O modelo de Gordon precifica as ações em R$ 20,84 , obviamente e só um modelo matemático ...

Damonpena, confesso que cocei diversas vezes a mão para comprá-la nos R$ 4,xx... várias mesmo...
A empresa operacionalmente vai muito bem... só aquele financeiro titica que detonou na dívida com câmbio...
Mas não dei o bote... pois o mercado não está mais lá aquela barganha... e por isso, estou na fase de fazer caixa...
Se o mercado subir, tudo bem, os 50% em ações farão bem seu papel. Se cair, tudo bem também, o meu potinho terá reservar para aproveitar...

Um fator que estou gostando é que tem gente do mercado menos otimista para o próximo ano... quando a alta vem, tá tomo mundo certo que virá a queda... este ano todo mundo tinha "certeza" que seria de alta... mas cadê ela? Ainda bem que as small continuavam barata no início do ano...

56734 - Fallas - 22/Nov/2010 00:21
Aproveitando o exemplo de Karsten, eu queria expor uma impressão e pedir a opinião dos amigos (pensei inicialmente em dirigir a pergunta ao PROFESSOR, mas dou muito valor à opinião de todos que frequentam este espaço):

A CTKA4, segundo o fundamentus, custou 5,25 por ação no último negócio, e teve 1,20 de LPA nos últimos 12 meses, o que resulta num P/L aparentemente fantástico de 4.36. Mas também tem uma dívida líquida de assombrosos 12,54 por ação. Quando você paga 5,25 pela ação, ganha de brinde os 12,54 de dívida, então pagou 17,79 pela ação?

Por outro lado, tomemos uma empresa com dívida líquida negativa, por exemplo, UOLL4, que custou 10,90, lucrou 1,26 por ação, resultando num P/L de 8,67, e tem uma dívida líquida negativa de 4,08 por ação (pagou 10,90 e recebeu 4,08 = pagou 6,82 pela ação?).

Então pergunto: nos dois casos, um indicador "(Preço + Dívida)/Lucro" não seria mais fiel que o tradicional "Preço/Lucro"?

Faz sentido somar a dívida à cotação? Precisa saber contabilidade pra resolver esse problema? Ou não tem problema? Ou indicador é questão de opção pessoal?

Quem ajuda desconhecido na internet bate o ibovespa e vai pro céu! Kakakak! Abraços! Espero que o encontro seja um sucesso!

56731 - Fallas - 21/Nov/2010 23:49
Não acho que CTKA4 seja uma pechincha, afinal, esse P/L e esse P/VP baixinhos foram obtidos em função de um endividamento de 180 milhões... 2,5 vezes o preço da empresa em bolsa. Pelo meu critério de precificação de ativos (inventado, newbie, atécnico e acientífico), a empresa está no preço.

Por outro lado: i) ainda está bem mais barata que na crise (out/08); ii) e eu vi uma toalha da Karsten hoje pela primeira vez, bom sinal, rsrs.

Outro aspecto positivo, a Orbe está casada com ela há bastante tempo (tem uns 12 milhões de reais em CTKA ao preço de sexta), e os relatórios costumam trazer um bom material de análise. Segue trecho do último:
http://www.orbeinvestimentos.com.br/images/biblioteca/300.pdf

Karsten
Ao analisarmos os resultados recentes da Karsten precisamos observar as transformações pelas quais a companhia passou nos últimos anos. Em 2003, cerca de 60% da receita era de produtos para exportação, e a margem bruta era da ordem de 40%. Em 2010, produzindo uma margem bruta de 38%, apenas 6% da receita foi relativa à exportação. A gestão profissional que assumiu a empresa em 2006, com o movimento dos membros da família para o conselho de administração, comandou uma expressiva mudança de modelo de negócio nos últimos 5 anos. Sem dúvida, em termos de modelo de negócio, a Karsten está mais sólida hoje do que no início da década.

A mudança de sua estratégia, executada fortemente entre 2006 e 2008, internalizando 50% das suas receitas foi impressionante, mas também traumática. Foi necessário criar uma marca popular, CasaIn, para competir de igual para igual com competidores internos e para uma emergente classe C e D que estavam comprando mais, porém a preços bastante competitivos. Para isso, a margem bruta se reduziu, chegando a 29% nos piores trimestres. Ao final de 2008, por uma falta de controles internos, a companhia ficou indevidamente exposta a derivativos
12
cambiais. Medidas severas foram tomadas na estrutura de gestão e nada similar pode acontecer novamente. O estatuto social da empresa alterado, e hoje todos os contratos financeiros precisam de aprovação do conselho de administração. O efeito prático dos derivativos foi a elevação da dívida da companhia em R$ 50 milhões, cerca de 1,3 EBITDA, porém mais do que isso, foi a de atrapalhar a implantação do planejamento estratégico durante aquele período.

Desde que isso ocorreu, as mudanças na empresa foram ainda mais profundas. O antigo CEO, que entrou com a função de reestruturar o perfil das vendas, otimizar estoques e portfólio de produtos foi muito bem sucedido e saiu dando espaço a Alvin Rauh Neto (prata da casa), que está na indústria há 25 anos. A nova equipe vem capitaneando a continuidade do processo de mudança na companhia, voltando-a para ser uma empresa mais orientada a marcas, ao mercado interno e ao varejo de produtos de consumo.

A recente compra da Trussardi, concluída no 2o trimestre, foi mais um importante passo deste plano, e deverá adicionar relevante lucro operacional a companhia, especialmente a partir de 2011, quando as sinergias já terão sido efetivadas. A Trussardi é a marca premium, focada em clientes classe AAA. A marca Karsten é focada em clientes A e B. Já a marca CasaIn é focada em clientes C e D. A Karsten é agora a única empresa no Brasil com portfólio de marcas extenso aos segmentos de cama, mesa e banho. A empresa também iniciou, de forma já promissora, uma unidade de negócios de fornecimento corporativo, a Karsten Care, focada em hotéis, hospitais, etc.

Acreditamos que a Karsten está novamente pronta para trilhar o caminho de redução de despesas, aumento de margens e crescimento de vendas. Neste ano de 2010, esperamos um Ebitda de cerca de R$ 40 milhões, com lucro líquido superior a R$ 12 milhões (cerca de R$ 0,83/ação). Este lucro representará dividendos mínimos de aproximadamente 5%, considerando o mínimo legal de 25% do lucro sendo distribuído, devido à baixa cotação da empresa na Bovespa. Os investidores em geral têm punido a companhia pelos resultados de 2008 e 2009, permanecendo cegos em relação ao seu futuro, que é o que realmente importa hoje, e é bastante promissor.

38687 - WK2007 - 09/Jul/2010 19:26
citação: DanielRodriguesBoa tarde a todos. Estou avaliando um investimento em karsten e gostaria de saber o que acham da empresa. Já comentei sobre o ativo há algum tempo, mas com as últimas quedas da ação se tornou uma opção ainda mais interessante.

Como a maioria das empresas do setor textil a liquidez da ação e o nível de goverça corporativa são péssimos. Em compensação o ativo vem sendo negociado a mútiplos bem descontados, fiz a seguinte estimativa:

Lucro Líquido: 12M (no 01T10 a empresa lucrou 2,88M, anualizando o resultado teriamos um lucro de 11,52M bem próximo a essa estimativa)
Receita Líquida: 320M
Patrimônio Líquido: 71,5M
Pay-Out: 23,75%

Indicadores Fundamentalistas (considerando preço de 4,19):

P/L: 5,03
P/VPA: 0,85
PSR: 0,19
ROE: 16,80%
Div. Yield: 4,72%
Margem Liquida: 3,75%
Div. Bruta/Patrimonio Liquido: 2,47
Liquidez Corrente: 1,80

O que me preocupa é o endividamento da empresa, apesar da situação de curto prazo estar trânquila a dívida de longo prazo está muito elevada. O lucro anual corresponde a apenas 6,80% da divida bruta, portanto caso o lucro não cresça nos próximos anos a empresa pode ter problemas para pagar suas dívidas.

Apesar disso acho que vale um investimento com uma pequena parcela da carteira em CTKA4 pelos mútiplos muito descontados. O que acham?

Daniel, sugiro que leia alguns dos relatórios da orbe investimentos para conhecer um pouco mais a empresa, essa gestora tem (ou tinha) uma participação relevante na companhia.
A Karsten foi uma das empresas que se complicou com os derivativos atrelados ao dólar, talvez essa alta dívida de longo prazo decorre das renegociações da dívida (impagável) de curto prazo.
Observa-se uma importância cada vez maior do mercado interno para a receita da empresa.

32075 - paulo_prof - 03/Abr/2010 14:59
citação: DanielRodriguesBom dia a todos.Setor textil está começando a ficar interessante e estou pensando seriamente em fazer uma aposta no setor.Entre a Cedro (CEDO4) e a Karsten (CTKA4) qual escolheriam?
Sendo conservador estimo um lucro para Cedro de 16M anuais, que deixariam seus indicadores os seguintes:
P/L: 7,25
P/VPA: 0,58
ROE: 8,03%
Div. Yield: 4,14% (considerando um payout de 30%)
Estimei para Karsten um lucro liquido de 12M em 2010:
P/L: 5,87
P/VPA: 1,05
ROE: 17,85
Div. Yield: 5,96% (considerando um payout de 35%)
As ações da Karsten tem uma liquidez muito melhor do que a Cedro.Ambas as empresas me parecem baratas.Mas entre as duas qual será a melhor opção?
Daniel
Sugiro estudar o resultado financeiro das duas empresas.
Numa primeira olhada (super rápida) me parece que a gestão financeira da CEDO é sensivelmente mais competente.
Excluindo os efeitos cambiais (que foram quase despreziveis para ambas as empresas), para uma dívida líquida média de R$ 145 milhões, em 2009, a Karsten gastou R$ 18,3 milhões (12,6%), enquanto a Cedro gastou, para uma dívida líquida média de R$ 85 milhões, somente R$ 7,2 milhões (8,5%).
Se a Karsten conseguisse a mesma performance financeira da Cedro, economizaria aprox. R$ 5,9 milhões em despesas financeiras, e o resultado líquido seria R$ 3,9 milhões maior. Não é pouca coisa!

Se me lembro bem (posso estar enganado), todo o prejuízo da Karsten em 2008 foi devido a apostas erradas em derivativos. E estas apostas não tinham relação com as vendas no mercado externo (proteção de hedge). Na época dos escândalos da Sadia, VCP, Aracruz, etc, acho que a Karsten também foi citada, com o finaceiro tentando ganhar algum troco com a valorização do real. Seria aconselhável dar uma olhada se a empresa continua apostando em derivativos.

30850 - small caps - 21/Mar/2010 23:33
citação: joaoricci
citação: jaumspPessoal , estava dando uma olhada em Ctka4 (Karsten)
Apresentou um lucro bem interessante no ultimo trimestre (10 milhões contra um valor de mercado de 64 milhões).
O problema da empresa é que tem uma dívida grande vencendo em 2011 ( de 55 milhões de reais) porém tem um caixa relativamente tranquilo (de 36 milhões de reais , sendo que conforme FR divulgado , está estudando aquisições).
Se anualizarmos o ultimo EBIT da compania teremos 60 milhões de EBIT/ano o que nos dá um EV/EBIT de 3,3x.
PSR é de 0,21.
O que acham? Me parece uma boa pedida de turnaround se conseguir manter esse lucro. Gostaria da opinião de alguém que entendesse melhor do case.
pessoal
alguem tem conhecimento profundo da karsten
ctka4
o balanco do quarto tri veio 11 milhoes
e ao que parece sem efeitos nao recorrentes
e ela so vale 64 milhoes
e tem receita superior a 300 milhoes
vi que a divida eh enorme mas anualizando o lucro o PL fica em 1.5!!!
o grafico tambem eh bem interessante...fez um belo fundo arrendondado
O balanço também me chamou a atenção. Porém, parece que parte do lucro se refere a uma mudança contábil na estimativa de depreciação da vida útil dos bens produtivos da companhia. Vale a pena ler a nota explicativa... depois vou ver com calma o que seria o lucro sem isto...
Algo que a PRVI3 fez no terceiro trimestre, se não estiver enganado... mas esta é bem mais clara na informação.
Logo, nem tudo é recorrente neste balanço trimestral.

Fico no aguardo de outras têxteis (CEDO4 e CTSA3) para ver se empata na atratividade...

21571 - WK2007 - 17/Nov/2009 18:44
Daniel, a Karsten é uma das maiores apostas do pessoal da Orbe, e segundo a "jurisprudência" do Prof Paulo, é melhor querer distância :) Olhe o que aconteceu com o Indusval.
Brincadeiras a parte, o setor é complicado devido a concorrência chinesa, como se falou tanto aqui quando da análise de springs, coteminas etc.

Eu critico esses diretores financeiros que desmontaram as posições de derivativos cambiais quando o dólar valia 2,50. Perderam na desvalorização e na valorização.

21564 - paulo_prof - 17/Nov/2009 17:39
citação: danieljoseaaVou repetir esse post, pois ele passou batido e Small e Paulo não viram, se puderem responder....
Galera, estou dando uma olhada em uma ação que há pouco tempo atrás fazia parte da carteira do Small, não sei se ainda faz parte de sua carteira particular, que é CTKA3/4, KARSTEN.
Me interessei em dar olhada porque, além da cotação estar no fundo do poço, o que se justifica pelos prejuízos apresentados desde o 3° trimestre do ano passado e principalmente pelo resultado do 4° trimestre que apresentou um prejuízo monstro de mais de 50 milhões, porém este ano a empresa apresentou no 1° e 2° trimestres prejuízos "pequenos" e agora no 3° tri apresentou lucro de mais de 2 milhões, entrei no ITR e parece ser de lucro operacional, como o resultado do 4° trimestre vem aí, lembrando que o seu par usado como comparação(4°tri 2008), veio com prejuízo monstro, creio que a ação poderá ter um impulso caso o próximo resultado venha com lucro, fato óbvio, lucro que seja de 1 milhão contra prejuízo de mais de 50 milhões no mesmo período do ano passado, é sinônimo de alta na cotação, esse prejuízo de mais de 50 milhões, se deveu, além da crise mundial, principalmente a operações com derivativos, segundo a administração em 2009 a empresa não tem qualquer tipo de atuação neste ramo(derivativos).
Além disso houve gastos extras como mostra esse trecho:
"Em 2008 a Companhia passou por uma atualização tecnológica, investindo R$ 27.835 mil na aquisição de equipamentos de tecelagem de última geração."
Por tudo isso, além de ser uma marca fortíssima em seu setor, será que não vale a pena um investimento?
Além disso a empresa apresenta a política de distribuição de proventos de no mínimo 35% do lucro líquido, no momento não distribuição, pois a empresa apresenta-se com pouco mais de 8 milhões de prejuízos acumulados.
Small, seria bom sua opinião, já que como ela já fez parte da sua carteira, conheces detalhes que não conhecemos, como sempre :):):)
Paulo, já deu uma olhada?, sei que não é seu setor favorito.
Aguardo opiniões dos amigos.
Vc tem razão ... o segmento está longe de ser o meu favorito ... Como liquidei as últimas ECPR4, finalmente estou a zero!
Se tomarmos CTSA4 como parâmetro no segmento (acho que tem liquidez um pouco maior), hoje está sendo negociada a 72% de seu valor patrimonial e com um (P/L)U12M = 4,93; (P/L)U6M = 7,29 e (P/L)U3M = 5,50.
Na cotação atual, CTKA4 já está com um P/VPA de 1,19 (59% supeior ao de CTSA4). Mas vamos relevar ...
Para "competir" com CTSA4, na minha opinião, CTKA4 teria que ser negociada a um (P/L)U3M de no máximo 5, ou seja, CTKA4 necessitaria de um lucro líquido no 4T09 de no mínimo R$ 3,1 milhões e vc teria que acreditar que este lucro possa ser repetido nos trimestres subsequentes.
Como os resultados têm sido voláteis, eu só consideraria iniciar uma posição após a divulgação dos resultados do 4T09 e no caso do lucro líquido ser igual ou superior a R$ 4 milhões. Caso contrário, acho que CTSA4 seria uma melhor aposta.

Um comentário:

Anônimo disse...

não entendo de investimestos em bolsas, mas entendo de desenvolvimento de produtos e conheci internamente a organização da karsten há anos atrás.
Depois que faleceu o Sr Gunar Karsten os sucessores só têm dado grandes bolas foras!
Como se não bastasse o dolar alto e o desenvolvimento da China para complicar e muito as exportações.
A Kasten produzia a mais alta qualidade de tolhas de praia estampada no mundo, parecem que decidiram não produzir mais, compraram a massa falida da Trussardi de SP com maquinas velhas, poderiam ter escolhido outra opção mais economica e segura,
Até o depto de desenvolvimento de produtos está em péssimas mãos, vejo pelos produtos no comércio com a marca, desenhos inadequados com colorações idém!
È que entra diretor e sai diretor e nenhum têm grande visão.
è como as empresas brasileiras que contratam "Ceos" brasileiro e se metem a negociar produção na China, são poucas as empresas no mundo que têm cacife para manter um sério controle de qualidade na China!