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domingo, 11 de outubro de 2009

Transporte















167725 - bravodelta -  19 Fev 2013, 16:00
Governo amplia prazo de concessão ferroviária (Estadão, B5)

Para tornar mais atraentes os projetos ferroviários e tentar garantir a participação dos empresários, o governo decidiu ampliar de 30 anos para 35 anos o prazo de concessão dos trechos que serão licitados este ano, noticia o Estadão. A largada do processo de privatização será dada na semana que vem, quando será publicada a versão inicial do edital do primeiro trecho que será leiloado, anunciou ontem o presidente da Empresa de Planejamento e Logística, Bernardo Figueiredo. O primeiro trecho de ferrovia que passará para as mãos do setor privado é o que liga o porto de Vila do Conde (MA) a Açailândia (PA). Para o governo, esse é um ponto estratégico de escoamento da produção brasileira, principalmente agrícola e extrativa mineral. O edital da linha, que é relativamente curta, servirá também como um teste para o modelo de expansão ferroviária proposto pelo Palácio do Planalto. Figueiredo salientou que o programa de ferrovias foi lançado pela presidente Dilma Rousseff em agosto e que os quatro primeiros meses foram usados para elaboração de estudos. Figueiredo participou ontem, no Palácio do Itamaraty, de uma rodada de ´venda` dos projetos de infraestrutura para embaixadores de vários países. ´É importante a gente contar com a participação estrangeira, nós não temos aqui no Brasil nem toda a capacidade de investir e nem toda a capacidade de executar, então vamos ter de contar com o ambiente favorável que existe lá fora para trazer empresas para participar do programa`, argumentou. Estão previstas apresentações como esta em Nova York, Londres, Tóquio e Cingapura. O governo negocia fazer essas rodadas de apresentação dos pacotes de investimento em logística também na China, Alemanha e Polônia.

160715 danieljoseaa -  17 Dez 2012, 15:46
[...].....outro setor que acredito que deve-se estar bastante atento é o de infraestrutura, TPIS3, STBP11 são boas pedidas......TPIS é uma de minhas principais apostas para o MP.
[...]
Por enquanto, minha opinião é esta, bancos(BBAS tá uma teta absurda), infraestrutura(TPIS e STBP), setor imobiliário escolhido a dedo, além de GRND, PTBL, BEMA, BMTO, CARD, SLED e mais algumas oportunidades que forem surgindo ao longo do ano.

Análise Coin Valores
O Brasil tem tudo para ter uma das melhores décadas de sua história no tocante a crescimento econômico. Porém, alguns importantes gargalos se encontram no caminho do país até o desenvolvimento. Diversos setores já vêem escassez de mão de obra especializada, por exemplo, e a tendência é que além do já observado forte crescimento das importações de produtos, fruto de um real valorizado, devemos passar a importar profissionais estrangeiros para nossas empresas. Mas esse é um assunto para um outro relatório pois o foco desse texto é o setor de logística que é outro importante gargalo a ser transposto e que deve ser destino de pesados investimentos nos anos vindouros. Os principais portos do Brasil não se mostram capacitados a receber um crescimento mais acelerado na demanda e esperamos que a movimentação de cargas nos terminais brasileiros cresça a taxas superiores às vistas nos últimos anos. Segundo a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários), a movimentação total de cargas evoluiu apenas 1,8% em 2008 e em 2009 caiu 4,6% em relação ao ano anterior. A projeção é que em 2010, o aumento do volume nos portos seja de 10,3%, em 2011, de 7,5%, e entre 2012 a 2014, crescimento médio de 9%. De acordo com estudos do
IPEA (Fundação Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), os investimentos públicos não tem sido suficientes, os portos brasileiros necessitariam de R$ 42,8 bilhões tanto para melhorar a movimentação dos navios nos portos quanto na evolução dos acessos terrestres a esses locais. E o quadro não muda muito quando olhamos para mobilidade urbana e movimentação de cargas dentro do território nacional. Aí que surgem oportunidades para a iniciativa privada. Exportadores de minério de ferro, celulose, etc. têm investido na construção de terminais privativos. As antigas concessionárias de rodovias, vendo as TIRs (taxa interna de retorno) dos leilões recentes bem abaixo do que se via no passado, também estão de olhos bem abertos,
buscando, cada uma à seu modo, diversificar sua atuação. Por isso, além dos editais dos leilões de rodovias em Minas e São Paulo e de algumas rodovias federais, devem estar sobre as mesas dos executivos do setor projetos de metrôs, VLTs (veículos leves sobre trilhos), terminais portuários e complexos logísticos integrados. O relógio está rodando, além do substancial crescimento esperado para nossa economia interna, temos grandes eventos internacionais batendo a nossa porta, e não há como adiar esses investimentos. E quem souber escolher sabiamente pode colher os frutos junto com o Brasil.

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