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quarta-feira, 25 de março de 2020

Santos BR (STBP)


Subsetor
Segmento

Recomendações
Compra: ghfranco (2013)

Carteiras
cesar muzel (nov/12) - DANIELBOSSAN (nov/12)  - danieljoseaa (nov/12) -  ghfranco (dez/12) - harisonoliveira (nov/12 e jan/13) - small caps (nov/12) - uqaz (nov/12) - palpitesacoes (fev/13) -  vbreda (nov/12)

Códigos de Negociação
Tipo
STBP3
 Novo Mercado 

Balanços
A2019/4T2019 - DFP  31/12/2019

Características
A Companhia Tem Por Objeto A Exploração Comercial de Instalação Portuária Através de Operações Com Contêineres. Carga Geral Ou Afins E A Participação em Outras Sociedades.
  
Assembleias
AGO - 28/04/2020 10:00 - Assunto(s): Tomada de Contas-Votação do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras; Eleição de Membros dos Conselhos de Administração e Fiscal; Remuneração dos Administradores e Conselheiros; Destinação dos Resultados; Orçamento de capital

Apresentações
06/03/2020 - Apresentações a analistas/agentes do mercado

Balanços (Calendário)





06/03/2020 - Apresentações a analistas/agentes do mercado


05/03/2020 - DFP  31/12/2019

356863 - marcosvinicius2 -  16 Dez 2018, 10:17
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). LUCRO LÍQUIDO = No 3T18, a Companhia apresentou lucro líquido de R$9,1 milhões, comparado ao prejuízo líquido de R$1,0 milhão no 3T17. Como consequência da nova metodologia contábil, adotada a partir do 1T18, houve incremento nas despesas de amortização do ativo intangível, impactando diretamente o resultado do exercício.; DÍVIDA E DISPONIBILIDADES = A Companhia encerrou o 3T18 com caixa líquido de R$38,9 milhões e índice de alavancagem negativo de 0,37 vezes a dívida líquida/EBITDA pró-forma dos últimos 12 meses, tendo amortizado R$35,1 milhões (principal + juros) no trimestre. Em agosto, foi liquidada a última parcela referente às debêntures emitidas pela Companhia em agosto de 2015.; EBITDA E MARGEM EBITDA = Com a nova metodologia contábil adotada para o arrendamento dos terminais portuários desde o 1T18, a Demonstração de Resultados sofreu alterações devido à mudança no tratamento do arrendamento, de operacional (off-balance) para financeiro. Como consequência, o EBITDA dos terminais portuários deixou de refletir as despesas com arrendamento pagas à autoridade portuária, representadas anteriormente pela rubrica “Custos de Arrendamento e Infraestrutura”. Buscando manter a análise comparativa com períodos anteriores e refletir, com mais precisão, o resultado operacional “caixa” da Companhia, FOI CALCULADO o “EBITDA pró-forma”, que soma a despesa de arrendamento ao EBITDA reportado. O EBITDA pró-forma equivale, portanto, ao EBITDA calculado no método anterior. O EBITDA pró-forma no 3T18 somou R$40,0 milhões, com margem de 15,7%. No trimestre, FOI INCORRIDO em itens extraordinários no montante de R$5,9 milhões, referentes a custos e despesas com indenizações trabalhistas no total de R$7,9 milhões, oriundos da readequação da estrutura organizacional da Companhia, e reversão de processos trabalhistas que geraram ganho não recorrente de R$2,0 milhões. Excluindo os efeitos extraordinários, o EBITDA pró-forma recorrente do 3T18 foi de R$45,9 milhões, com margem de 18,0%.:

STBP3
PREÇO: R$ 4,10
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 139,28
P/VPA 2,04
PSR 3,02
DY 0,00%
EV/EBITDA 18,52
MARGEM BRUTA 25,55%
MARGEM OPERACIONAL 0,51%
MARGEM LÍQUIDA 2,16%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,029
MARGEM EBITDA 22,84%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 100,93%
ROE 1,47%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,45

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 9,18%
RESULTADO BRUTO 81,60%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 285,13%
RESULTADO OPERACIONAL -118,98%
RESULTADO LÍQUIDO -206,99%
EBITDA 76,48%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 22,17%
RESULTADO BRUTO 114,36%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 455,75%
RESULTADO OPERACIONAL 432,04%
RESULTADO LÍQUIDO 832,86%
EBITDA 109,07%

c) lucro (taxa média anual)
UA -206,99%
U2A ND
U3A -11,36%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,60%
U2A -1,82%
U3A -2,14%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,36
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +70% !!!!
[...]

353507 - marcosvinicius2 -  08 Set 2018, 15:13
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). LUCRO LIQUIDO = No 2T18, a Companhia apresentou prejuízo líquido de R$4,0 milhões, comparado ao prejuízo líquido de R$22,7 milhões no 2T17. Como consequência da nova metodologia contábil, adotada a partir do 1T18, houve um incremento nas Despesas de Amortização do Intangível, impactando diretamente o Resultado do Exercício.; DIVIDAS E DISPONIBILIDADES = A Companhia encerrou o 2T18 com caixa líquido de R$29,0 milhões e índice de alavancagem negativo de 0,31 vezes a Dívida Líquida/EBITDA pró-forma dos últimos 12 meses, tendo amortizado R$11,7 milhões (principal + juros) no trimestre.; RELATORIO DA ADMINISTRAÇAO = O volume consolidado dos três terminais no 2T18 apresentou alta de 16,0% vs. 2T17, ou aumento de 19,9% se desconsiderado o volume do serviço ESA na comparação com o 2T17. Nas operações de longo curso, que representaram 72,9% do total movimentado no 2T18, o volume de contêineres de importação caiu 5,4% e o de exportação subiu 12,0% em relação ao 2T17. As operações de cabotagem cresceram 10,2% no 2T18 vs. 2T17 e representaram 27,1% do volume total movimentado (28,5% no 2T17). As operações de transbordo (longo curso + cabotagem) responderam por 41,1% do total movimentado (37,3% no 2T17), representando um crescimento de 27,8% no 2T18 vs. 2T17. Quanto ao mix de contêineres cheio-vazio, o volume de cheios correspondeu a 76,3% do total movimentado no 2T18 (vs. 79,1% no 2T17 e 76,5% no 1T18).:

STBP3
PREÇO: R$ 2,75
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 160,00
P/VPA 1,38
PSR 2,13
DY 0,00%
EV/EBITDA 16,23
MARGEM BRUTA 21,98%
MARGEM OPERACIONAL -0,87%
MARGEM LÍQUIDA 1,33%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,017
MARGEM EBITDA 20,39%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 94,92%
ROE 0,86%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,38

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,94%
RESULTADO BRUTO 41,05%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 146,24%
RESULTADO OPERACIONAL -72,95%
RESULTADO LÍQUIDO -156,18%
EBITDA 50,69%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 20,68%
RESULTADO BRUTO 344,00%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 1149,19%
RESULTADO OPERACIONAL -84,17%
RESULTADO LÍQUIDO -80,90%
EBITDA -386,35%

c) lucro (taxa média anual)
UA -156,18%
U2A ND
U3A -40,70%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,17%
U2A -1,84%
U3A -2,11%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,21
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +74% !!!!
[...]

204181  - ubiracyr -  18 Ago 2013, 19:02
Para o pessoal que acompanha a STBP11 e infraestrutura.


O diretor-geral no Brasil do armador Maersk Line, Peter Gyde, afirmou que o país não precisa de mais portos, mas, sim, de acessos para conseguir entrar e sair deles, incentivo à cabotagem e menos burocracia. A controladora da Maersk Line, a A. P. Maersk-Moller, compilou dados recentes para mostrar como hoje o principal problema dos portos está fora do cais.

Especificamente sobre o porto paulista de Santos, os tempos permanência dos navios estão aumentando por conta, principalmente, das dificuldades de acesso, avalia o executivo.

O tempo médio de espera de um navio de contêiner para atracar aumentou 166% nos últimos dez anos, chegando a 16 horas no ano passado. No mesmo período, o tempo médio total da estadia do navio no porto, contando a espera para atracar e o tempo de operação no cais, subiu 34,6%, para 35 horas. Os números são da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

"Podemos investir em navios, nos terminais, mas isso não vai resolver o problema. Estamos tentando incentivar os interessados a participar de um debate público, porque no final do dia, isso está prejudicando o crescimento, os funcionários e os consumidores", disse o executivo

Segundo dados da empresa, o custo do transporte rodoviário de Mato Grosso até Santos é entre 25% a 40% mais caro do que para Paranaguá (PR), por exemplo. "Está evidente que o grande gargalo está fora do porto, estamos sentindo pressão muito grande tanto para chegar quanto para sair com a carga", afirmou o diretor comercial do armador no Brasil, Mario Veraldo. "O que ampliou o caos não foi o aumento expressivo de volume, mas o aumento dos caminhões represados", completou. A Maersk não soube mensurar os custos disso.

Nos últimos dois meses, houve navios que esperaram até 72 horas para atracar, mesmo tendo janela de atracação - contrato com o terminal para atracar em determinado dia. "O que estava ruim, piorou", disse Veraldo.

Nos últimos dois meses, houve navios que esperaram até 72 horas para atracar, mesmo com janela de atracação

No caso do armador, o problema é que não há como desviar os grandes navios para outros portos porque nem todos têm calados operacionais capazes a receber as embarcações. Santos continua, assim, sendo um porto considerado imprescindível para descarregar parte da carga antes de o navio seguir viagem.

A Maersk Line realiza um trabalho junto aos embarcadores para pulverizar a carga entre caminhão, trem e cabotagem. Os custos de transporte terrestre podem ser reduzidos pelo uso de soluções intermodais, de 16% a 20% mais econômicas. Mas a solução definitiva, admite Veraldo, passa pela definição clara de um plano de infraestrutura de acesso ao porto de curto, médio e longo prazos.

O porto de Santos vem batendo seguidos recordes de movimentação. Nos últimos 20 anos o volume mais que triplicou, mas as duas margens do porto (Santos e Guarujá) continuam tendo, cada qual, uma única entrada para carretas.

Dentro do porto, a segregação completa entre a linha férrea e a via de caminhões ainda depende do fim da obra das avenidas perimetrais, que constam do PAC e estão atrasadas.

O ministro dos Portos, Leônidas Cristino, concorda que pouco adiantará aumentar a capacidade e os ganhos de produtividade no cais se os acessos não melhorarem. O governo federal está se reunindo com o governo do Estado de São Paulo (responsável pelos acessos terrestres) e com as prefeituras de Cubatão, Santos e Guarujá para definir saídas. "Há vários projetos interessantes, de acessos, viadutos, alargamentos. Vamos trabalhar para avançar", disse o ministro.

A A.P Moller-Maersk é um conglomerado dinamarquês de navegação e operação portuária, entre outras empresas, que está expandindo a atuação no Brasil. Um programa de investimentos iniciado em 2008 prevê aportes de US$ 6 bilhões, entre novas embarcações dedicadas aos tráfegos internacionais com o país e a BTP, um novo terminal de contêineres. O terminal é uma parceria da subsidiária APM Terminals com outro operador de terminais, a TIL.

166575 - ghfranco -  08 Fev 2013, 10:30
Estou mantendo o 1% da carteira que tenho e até compraria mais, dependendo da minha disponibilidade de dinheiro e o preço disponível.

O DY dos sites fundamentus, guiainvest e investsite estão equivocados, os dois primeiros porque não consideram proventos de cerca de R$0,25 que devem ser pagos em 05/04/13 (data ex- já passou). Com isso, seu dividendo atual anual é cerca de R$1,54, o que, para uma cotação de R$30,50, dá um DY de 5,06%, o que, em minha opinião, é muito bom (patamar compra) para uma empresa em crescimento.

O resultado do 4t12 foi muito bem comentado pelo Nextar. Apesar de algumas linhas estranhas, o resultado final foi bom. O EBITDA anual subiu 20%, muito superior à inflação do período. Este patamar de crescimento tem sido apresentado há mais de um ano. Segue o crescimento do LPA - lucro por ação:

LPA 5 anos: 0,200087170864533;
LPA 3 anos: 0,273095097584594,
LPA 1 ano: 0,394175485249852
(cresc LL últ ano: 19,2840859798248%, 3 últ anos: 212,434277456098%; 5 últ anos: 87,0842586817401%)

Segue o crescimento da RPL - Rentabilidade sobre Patrimônio Líquido (muito bom):

RPL 3 anos: 14,0003126495709%
RPL 1 ano: 19,2275252289244%

Crescimento anual patrimonial dos últimos 3 anos: 6,43525995487804%

Um FCD - Fluxo de Caixa Descontado provavelmente dirá que a empresa está cara. Mas um EV/EBITDA na faixa de 10 para o crescimento apresentado não me parece caro. Portanto, considerando os indicadores DY e EV/EBITDA estou mantendo a posição. Mantendo o patamar de crescimento e múltiplos apresentados, estaria considerando encerrar posição ao redor dos R$40,00.

166096 - small caps -  06 Fev 2013, 01:54
Citação: Ray Invest
O que achaste do resultado da STBP11?
Vai ficar com ela?
Ray invest, devo permanecer.

Mas ainda vou ler com calma. O resultado veio em linha e já tinha subido um bocado nos últimos 2 meses...

165839 - israel007 -  04 Fev 2013, 22:57
STBP11

Empresa: SANTOS BRASIL PARTICIPACOES S.A. Ação: SANTOS BRP UNT Setor: Construção e Transporte Subsetor: Transporte
Resultado do 4º Trimestre de 2012

A empresa divulgou lucro líquido de R$ 86,3 M no 4° trimestre de 2012, crescimento de 8,4% em relação ao 3° trimestre de 2012 e acréscimo de 15,7% em relação ao 4T11. A receita líquida somou R$ 260,8 M no 4T12, redução de 1,8% em relação ao 3T12 e crescimento de 11,6% em relação ao 4° trimestre de 2011.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 47,8% contra 52,6% no trimestre anterior e 48,4% no 4T11. Já a margem líquida ficou em 33,1% no 4° trimestre de 2012 contra 30,0% no 3° trimestre de 2012.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 2,1 B, redução de 9,7% em relação ao saldo no quarto trimestre de 2011. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 1,4 B no quarto trimestre de 2012, o que representou uma variação de 6,5% em relação ao saldo no 4° trimestre de 2011.

Ao longo do trimestre, a ação oscilou 5,4% contra 3,0% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado alcançou R$ 3,9 B contra R$ 3,1 B no 4° trimestre de 2011.

162195 - ubiracyr - 03 Jan 2013, 16:51
Olha a STBP aí gente!!

Em suas projeções iniciais para o desempenho do porto de Santos em 2013, a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) revelou que a movimentação de cargas deve crescer 5,8% no ano e alcançar a marca recorde de 109,1 milhões de toneladas. O volume poderá ser alcançado com um aumento de 5,7% das exportações, para 75,8 milhões de toneladas, e com a recuperação das importações, com previsão de alta de 6% para 2013, com movimentação de 33,3 milhões de toneladas.

Pelos cálculos da Codesp, o movimento de carga geral deve aumentar 8% no ano e somar 41,3 milhões de toneladas, enquanto o volume de contêineres deve subir 9%, para 3,4 milhões de TEUs (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). A expectativa considera a entrada em operação de duas novas instalações portuárias - Brasil Terminal Portuário (BTP) e Embraport - e um cenário internacional mais favorável, "com perspectivas mais atraentes para as exportações brasileiras de bens de maior valor agregado".

A Codesp ainda projeta melhora para o setor automotivo, com um crescimento de 4,1% da movimentação de carros em Santos neste ano, para o equivalente a 350.744 unidades.

160969- small caps -    18 Dez 2012, 23:37
uqaz, ótima discussão.

Começamos assim:

Observe o balanço do último trimestre anualizado:

Ponto para STBP11 e TAEE11... claro, há uma boa dose de sazonalidade. O negócio futuro delas, de TPIS3 e de JHSF3 já está "contratado". Eles simplesmente não precisam inventar nada de novo... Basta executar o que já está planejado...e se beneficiam fortemente da queda dos juros da econômia...

O momento delas é propício... STBP11 com o porto de Imbituba... que ainda não atingiu o ponto de equilíbrio, mas avança... JHSF3 avança na renda recorrente com vigor... muitos negócios na área que ja geram despesas e pressionam a dívida... a desavalancagem será rápida depois que a receita estiver andando nos imóveis para a renda recorrente...

OIBR4, se tirar a amortização de ágio, negocia com P/L abaixo de 10, considerando o último balanço. Está ganhando mercado, finalmente, inclusive em televisão... Em pós-pago em celular também, que é o mais rentável...

já prossigo...

159471 - DANIELBOSSAN -  06 Dez 2012, 10:29
Será que teremos impactos para a Santos Brasil Portos? Eu Realmente não sei.

O que eu sei é que o governo quer criar novo organismo para desenvolver o setor em todo Brasil de maneira orgânica. Ser'a mais uma empresa pra ser inflada com o erário público que vai para o ralo, ou melhor, pra o bolso dos que vivem de maracutaias as custas do governo. As DOCAS que para nada servem, pois são péssimos exemplos de gestão, continuam com autonomia regional, pois a Dilma não mexe pois existe muito apadrinhamento, troca de favores e clientelismos, típicos do Brasil.

Agora o governo, Dil-má fé, pega 60 Bi e vai investir onde tem problemas financeiros e de gestão.

Deveria pegar todo este montante e investir em empresas eficientes que conseguem boas margens e oferecem bons serviços com um bom custo operacional. Deveria pôr esta grana, a partir de estudos que sinalizem onde estão os gargalos, na licitação para a concessão e construção de novos portos, pensando em empresas acostumadas com comércio internacional que o novo século exige, e que tem profissionais com expertise no assunto. Necessário seria reestruturar, privatizar e fazer uma limpeza nos órgãos públicos da área trazendo para o processo qualidade no gerenciamento e logística dos portos. Se 90% de nosso comércio exterior passa pelos portos está mais que na hora de chamar quem é responsável e não quem quer amealhar mais dinheiro público para o próprio bolso.

Plano para portos do país prevê investimentos de R$ 60 bilhões

Planalto desiste de tirar poder das Docas. Terminais serão licitados

BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff lança nesta quinta-feira o pacote de portos, parte do Programa de Investimentos em Logística. Este vai prever investimentos de cerca de R$ 60 bilhões só para portos, boa parte até 2014. Segundo fontes do governo federal, a presidente desistiu de fazer mudanças significativas nas companhias Docas
Apesar de terem problemas de gestão e financeiros, a avaliação é que não há espaço político para retirar poder dos governadores em meio à disputa sobre royalties e guerra fiscal. Apesar de ligadas diretamente ao Planalto, essas empresas têm alguns executivos indicados pelos governos regionais.
A intenção inicial do governo era centralizar a gestão das Docas e criar uma autoridade portuária nacional, tirando delas poderes de planejamento e gerencial e restringindo-as à operação dos portos.
Mas o governo deve criar novos organismos para desenvolver o setor portuário de maneira nacional, evitando conflitos entre os estados que prejudiquem o comércio exterior brasileiro como um todo. Cerca de 90% do volume do nosso comércio exterior passam pelos portos.
O pacote visa a melhorar a eficiência e reduzir custos dos portos. Segundo interlocutores do Planalto, a fim de baratear as tarifas para os usuários, o governo decidiu licitar os contratos de 74 terminais privados assinados antes da Lei dos Portos, de 1993.
O critério da nova seleção dos operadores será a menor tarifa cobrada dos usuários, mas haverá exigências mínimas de volume de operação.

159287 - renato1631 -  04 Dez 2012, 23:45
Mais Santos Brasil

S&P eleva rating da Santos Brasil para "brAA+"
Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
04/12/12 18:31

Ação reflete a posição de negócio competitiva da companhia, controladora do maior porto de contêineres na América do Sul.

A Standard & Poor's elevou o rating de crédito corporativo na escala nacional Brasil da Santos Brasil Participações de "brAA" para "brAA+". A perspectiva é estável.

A agência de classificação de risco explica que a melhora no rating decorre de sua crença de que a empresa tem uma posição de negócio competitiva e consolidada, em virtude do controle da Tecon Santos, o maior porto de contêineres da América do Sul, que gera fluxos de caixa razoavelmente estáveis e margens operacionais resilientes, além de melhora em sua eficiência operacional.

"Embora acreditemos que a Santos Brasil manterá sua posição de liderança do mercado, antecipamos um aumento na competição quando os ativos da BTP e da Embraport se tornarem operacionais", destaca a S&P, em nota.

Uma nova elevação no rating, explica a agência, depende de uma melhora na capacidade de geração de fluxo de caixa da Santos Brasil, que leve a uma dívida em relação ao ebitda de menos de 1,5 vezes.

Por outro lado, mudanças nas políticas financeiras da empresa, ou uma desaceleração no tráfego que resulte em um enfraquecimento significativo de seu desempenho financeiro e operacional, podem impactar negativamente os ratings da Santos Brasil.

158720 - nelsonnpires -  30 Nov 2012, 01:41
Noticia ruim pra santos brasil, caso ocorra.

Terminais privados

Outra medida que o governo vai incluir no pacote de portos e que tem o objetivo de ampliar os investimentos no setor é a liberação para construção de terminais privados. Desde 2010, quando foi publicado o Decreto 6.620, os investidores só podem construir portos se comprovarem que têm carga própria suficiente para justificar o novo empreendimento.

Na época, a medida engavetou uma série de projetos em andamento. Agora o governo pretende reverter essa regra e permitir que os investidores façam os empreendimentos sem restrições. A notícia não deve agradar uma ala do setor contrária à proliferação dos terminais privados fora dos portos públicos. Os arrendamentos dentro dos portos organizados continuariam a ser feitos. Onde não houver espaço para isso, haverá a autorização para terminais privativos.

Mas os donos de terminais de contêineres, instalados nos portos públicos, não concordam com a liberação dos empreendimentos. Eles reclamam que há uma assimetria de custos entre os dois tipos de terminais. Aqueles que estão nos portos públicos têm de pagar taxas de arrendamento e usar mão de obra avulsa. Nos terminais privativos, não há esse tipo de custo, reclamam eles.

Fontes do Planalto, no entanto, discordam dessa posição. Isso porque, num terminal privativo, o empreendedor faz todo o investimento - em alguns casos bilionários. Além disso, em relação à questão da mão de obra, a fonte afirma que não é algo tão expressivo. Mas, apesar da discordância, há uma ação judicial que contesta a construção desses terminais.

158150 - DANIELBOSSAN -  25 Nov 2012, 13:08
A Santos Brasil (STBP11)vem me motivando a dar um up-grade para ela de 2% para quase 4% de minha carteira de ações. Aconteceu aumento do Market Share no TECON-Porto de santos e do TECON Imbituba em Santa Catarina com melhorias do Porto de Imbituba, que já no 3T12 recebeu navios de ultima geração com mais de 300 metros de comprimento( com isto a capacidade de movimentação do terminal passará de 150 mil TEU para 650 mil TEU por ano em IMBITUBA), além da boa performance no terminal de veículos, o que proporcionou o maior EBITDA da história trimestral(165,1 milhões)com aumento de 40,5% em relação ao período do ano passado. Isto me fez pensar no aumento de posição. A própria empresa revisou para cima com novo Guidance de 43% a 45%. A empresa tem uma Margem bruta de 52,6% e Liquida de 30%. Seu P/L caiu para 14,9 (talvez alto?)mas paga-se dividendo nada desprezível (Dividend Yield 4,9%).

Por outro lado NÃO é de conhecimeto o que os Petralhas estão querendo de verdade com a nova política para o setor. Para a a próxima semana talvez esteja definida como se dará a seleção para os novos operadores dos portos do Brasil.

24/11/2012 - 04h30
Governo pode optar por menor tarifa na escolha de operadores de portos

Publicidade - DE BRASÍLIA

A presidente Dilma Rousseff marcou para este sábado (24) nova reunião em que espera-se que o governo feche de uma vez por todas o novo modelo para o setor de portos.

As discussões para um novo modelo de concessão para os portos estão sendo realizadas há mais de seis meses, sob o comando da ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

O governo deve decidir como selecionar os futuros operadores de terminais, hoje o ponto central do plano.

Segundo a Folha apurou, há quatro formas em estudo: por menor tarifa, por movimentação de cargas, pelo maior valor de outorga ou por maior plano de investimento.

Até agora, segundo fontes do Palácio do Planalto, Dilma tem mais simpatia pela fórmula da menor tarifa.

Não há data definida para o anúncio oficial, mas a expectativa é a de que a nova lei de portos seja lançada na semana que vem.

O volume de investimentos calculado até agora se mantém na casa dos R$ 60 bilhões, incluindo os gastos com obras de acesso aos portos.

Também serão flexibilizadas as regras para que terminais privados movimentem cargas de terceiros, mediante autorização de órgão federal --provavelmente a Secretaria de Portos.

O governo não tem intenção de privatizar as nove Companhias Docas, estatais que gerenciam os portos.

Dilma, porém, exigiu um modelo de gestão profissional dessas unidades, com metas de funcionamento e executivos de mercado nos postos de comando das companhias.

(NATUZA NERY E DIMMI AMORA)

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1190587-governo-pode-optar-por-menor-tarifa-na-escolha-de-operadores-de-portos.shtml

158105 - higorq -  24 Nov 2012, 12:22
Queria saber o que pensam sobre a iminente divulgação do pacote portuário e os impactos sobre a STBP11. Estava ouvindo a teleconferência e vários analistas questionaram a prorrogação dos contratos de concessão. Muitos queriam saber quais seriam as medidas do governo a respeito de investimentos adicionais em novos serviços, melhorias operacionais para usuários, investimentos em terminais para receber navios de grande porte, redução de custos, etc. E por isso, foi levantada a idéia da "lupa" do governo em cima da TIR e/ou da ampliação mais forte do CAPEX. O que vcs acham sobre esse pacote?

157722 - small caps -  21 Nov 2012, 01:35
Citação: M84
com todas estas interferências do governo em diversos setores (elétrico, bancos, Petrobras, Vale...), qual é o risco para a STBP11, visto que "em breve" será divulgado um pacote do governo para o setor??
O risco é grande.
OBS: não existe mais almoço grátis. É briga de foice no escuro...

Mas aqui demora um pouco mais para a concorrência aumentar. O ciclo entre o projeto de um porto e o término da construção é muito demorado...

E a empresa tem outros dois portos em operações (bem menos relevantes que o de Santos)... o de Imbituba ainda gera prejuízo e os investimentos tem sido pesados... quando equilibrar a operação... pode melhorar o balanço...

E ela se beneficia de importações, também... que movimenta conteiner na chegada do navio e na saída...

155665 - small caps -  08 Nov 2012, 11:41
[...]
Vendi também POMO3 por ter visto o mesmo em STBP11. Este último já fiz um breve comentário e ressalva. Mas se o Brasil virar mesmo o paraíso do consumismo... Santos Brasil será fortemente favorecida... é uma forma de se expor ao varejo, por incrível que pareça... quanto mais conteiner cheio de importação... mais lucro...

155346 - small caps -  06 Nov 2012, 23:49
Sobre Santos Brasil o que mais me "impactou" foi a forte geração de caixa... Pega o que eles pagaram de proventos e quanto reduziu a dívida líquida em 12 meses. Isto traz uma boa noção do que eles podem pagar de dividendos em breve...

Exemplos recentes: GRND e VLID, que tinham uma geração de caixa de responsa e com isto aumentaram o pay-out...

Tem empresa que o P/L é baixo, o lucro aumenta, mas nunca sobra dinheiro em caixa para ser distribuído...

Uma das que eu vi assim foi MDIA3... na minha cara, gritando... e deixei o trenzinho passar...

De qualquer sorte, serve para carteira diversificadas, após compras mais "santas" como as que estamos vendo de vez em quanto por aqui, com os balanços que surpreendem positivamente... e não precificados previamente.

155250 - small caps -  06 Nov 2012, 17:01
Sobre STBP11

... não se animem com o resultado do terceiro trimestre... pois tem efeito de aumento de armazenamento de veículos no pátio... um pouco acima da média... melhorando o receitamento.

Mas vai pagar bom provento (80% de payout histórico) e tem um componente de crescimento ainda... inclusive com o Porto de Imbituba...

E, o melhor, um Sr. fluxo de caixa...

E, o grande risco, é o regulatório... especialmente em razão de quem o está editando... concessão do principal porto (Santos) até 2022...

155218 - uqaz -  06 Nov 2012, 14:44
Desabafo.

Tá difícil de achar empresas que andam evoluindo seus lucros. Tou achando esse 3T12 bem pior que o 2T12. Pra vc ter uma idéia, possuo 30 empresas. Quero aumentar, mas os resultados não estão deixando...

Quero comprar bancos e concessionárias...vamos ver ateh o final de novembro.

Me convence sobre essa STBP11...lembro que não gostei nada do que vi...

uqaz em 30/10/12:

Comportamento curioso dessa empresa....tomara que caia.

O lucro líquido é:

2012(E): 245.238 (anualizando o 9M12)
2011: 246.336(+121%)
2010: 111.229(+76,1%)
2009: 63.150 (+36,7%)
2008: 46.183 (-)

O resultado antes dos impostos é:

2012(E): 379.865 (anualizando o 9M12)
2011: 299.533
2010: 206.474
2009: 142.134
2008: 105.007

E os impostos são:

2012(E): -134.626 (anualizando o 9M12)
2011: -53.197
2010: -95.245
2009: -78.984

Receita líquida crescente, o resultado financeiro parece estar em linha com o do ano passado (que cresceu bastante em relação a 2010). Note que um recolhimento menor de impostos bombou o resultado em 2011.

Contudo fui calcular o preço justo pelas condições de contorno do prof. Então para o preço atual descobri que a empresa teria que crescer "apenas" 85%aa durante 3 anos para justificar este preço, considerando a perpetuidade = 0%.

154423 - pppadv -  31 Out 2012, 01:27
Otimismo com Santos Brasil prevalece entre analistas, após resultado
Especialistas destacam forte crescimento da receita líquida e Ebitda, além de indicarem forte projeção para os números nos próximos trimestres
Por Paula Barra
|20h43 | 30-10-2012
http://www.infomoney.com.br/santos-brasil/noticia/2598672

SÃO PAULO - A Santos Brasil (STBP11) mostrou um forte resultado do terceiro trimestre, com receita líquida de R$ 354,3 milhões, crescimento de 23,9% no comparativo anual, e Ebitda (Lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) de R$ 165,1 milhões, representando um expressivo avanço de 40,5%.

O desempenho da companhia entre os meses de julho e setembro foi elogiado pelos analistas do Itaú BBA, Bank of America Merrill Lynch e BTG Pactual, e refletiram positivamente nas ações da empresa no pregão desta terça-feira (30), que subiram 9,87% aos R$ 29,50.
Portos - Santos Brasil - Navios

Os analistas destacaram também o aumento no guidance da empresa para o ano de 2012, proporcionado pelo bom momento operacional. A empresa espera que o Ebitda para o ano fique entre R$ 540 e R$ 580 milhões, com margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida) entre 43% e 45%.

Outro ponto que mereceu atenção dos analistas Renato Mimica, Felipe Nuessli e Samuel Alves, do BTG, foi o desempenho da divisão de terminais portuários, que mostrou receita bruta de serviços de R$ 309,8 milhões, crescimento de 24%, que teve como principal driver o incremento do market-share da companhia no Porto de Santos para o patamar de 56%.

Recomendação
Em meio a esse cenário positivo, os analistas Sara Delfim, Murilo Freiberger e Roberto Otero, do BofA, enfatizaram que devem revisar os números da empresa, embora ainda mantenham uma recomendação de manutenção para as ações, com preço-alvo de R$ 36,00 - representando um potencial de valorização de 22,03% em relação ao fechamento desta sessão.

A analista Renata Faber, do Itaú BBA, também se mostrou otimista com as perspectivas para a empresa. Ela espera que a Santos Brasil conseguirá manter forte desempenho no o quarto trimestre, devendo se estender para 2013, mas também manteve recomendação market-perform (desempenho em linha com o mercado) para os papéis, com preço-justo de R$ 36,00 - um potencial de alta de 22,03%.

Segundo Renata, há ainda algumas incertezas sobre os termos de renovação de contrato do terminal do Porto de Santos, força competitiva e a batalha pelo controle da empresa pelos acionistas controladores.

A recomendação mais otimista para as ações, contudo, vem dos analistas Renato Mimica, Felipe Nuessli e Samuel Alves, do BTG, que reiteraram compra, salientando que as preocupações quanto a regulamentação do setor foram injustificadas. O preço-alvo é de R$ 40,00 - o que implica em um upside de 35,59%.

154277 - uqaz -  30 Out 2012, 10:08
Comportamento curioso dessa empresa....tomara que caia.

O lucro líquido é:

2012(E): 245.238 (anualizando o 9M12)
2011: 246.336(+121%)
2010: 111.229(+76,1%)
2009: 63.150 (+36,7%)
2008: 46.183 (-)

O resultado antes dos impostos é:

2012(E): 379.865 (anualizando o 9M12)
2011: 299.533
2010: 206.474
2009: 142.134
2008: 105.007

E os impostos são:

2012(E): -134.626 (anualizando o 9M12)
2011: -53.197
2010: -95.245
2009: -78.984

Receita líquida crescente, o resultado financeiro parece estar em linha com o do ano passado (que cresceu bastante em relação a 2010).

Contudo fui calcular o preço justo pelas condições de contorno do prof. Então para o preço atual descobri que a empresa teria que crescer "apenas" 85%aa durante 3 anos para justificar este preço, considerando a perpetuidade = 0%.

154238 - danieljoseaa -  29 Out 2012, 22:50
Essa tá no radar.......

Lucro da Santos Brasil tem queda de quase 11% no terceiro trimestre
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Por Beatriz Cutait e Natalia Viri | Valor
SÃO PAULO - A Santos Brasil, companhia especializada em operar contêineres e com terminais no Estados de São Paulo, Santa Catarina e Pará, encerrou o terceiro trimestre com lucro líquido de R$ 79,6 milhões. O montante foi 10,6% inferior ao valor apurado em igual período de 2011.

A receita líquida do trimestre, por sua vez, avançou 23,9%, ao passar de R$ 285,9 milhões para R$ 354,3 milhões, e o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) atingiu o recorde trimestral de R$ 165,1 milhões, com alta de 40,5%. A margem Ebitda ainda subiu de 41,1% para 46,6%, no intervalo.

Segundo a empresa, o aumento na margem decorreu principalmente dos “ganhos de escala com a elevada movimentação de cargas nas unidades de negócios da companhia”.

As despesas operacionais consolidadas tiveram crescimento de 21% no terceiro trimestre, totalizando R$ 42 milhões. Já os investimentos atingiram R$ 32,3 milhões no período, queda de 31,1% em relação aos três meses correspondentes de 2011.

A companhia anunciou a revisão para cima de suas projeções de resultados para o ano, devido ao crescimento da demanda no Porto de Santos, ao aumento da participação de mercado do Tecon Santos, ao melhor mix da receita e ao bom desempenho do Terminal de Veículos.

A empresa estima Ebitda entre R$ 540 milhões e R$ 580 milhões neste ano, diante da previsão anterior entre R$ 500 milhões e R$ 550 milhões. O investimento foi revisto para R$ 110 milhões, ante R$ 80 milhões na projeção feita anteriormente.

Análise Coin Valores
A Santos Brasil é uma das mais importantes prestadoras de serviços de infraestrutura portuária e logística do Brasil e atua em três segmentos de negócios: terminais de contêineres; logística portuária e terminais de veículos.
A Companhia é a maior operadora de terminais de contêineres no Brasil, com aproximadamente 20% do mercado nacional. Desde 1997 opera o Tecon Santos, o maior terminal de contêineres da América Latina, localizado no Porto de Santos. Possui terminais de contêineres em Santa Catarina, o Tecon Imbituba e no Pará, o Tecon Vila do Conde.
No Porto de Santos, também opera o Terminal de Veículos – TEV. Utilizando-se das sinergias e complementaridade entre os negócios, desde 2007 conta com seu braço logístico – a Santos Brasil Logística - para atuar fora dos limites portuários e oferecer soluções logísticas sofisticadas e integradas aos seus clientes, da movimentação portuária à armazenagem, transporte e distribuição.

RETROSPECTIVA 2010
A Santos Brasil espera crescer o volume de contêineres operados em até 30%, com ganhos de market-share em todos os segmentos de negócios. Até os 9M10, o crescimento foi de 28,4% em movimentação de contêineres, 47,6 % em armazenagem de contêineres e 83,6% em movimentação de veículos. O crescimento da movimentação de contêineres exige investimentos decisivos em equipamentos, tecnologia, treinamento, segurança; ou seja, a constante necessidade de aumentar a capacidade e eficiência dos terminais para assegurar a competitividade portuária como forma eficiente de promoção do crescimento econômico. Desta forma, os investimentos previstos pela Companhia em 2010 foram de R$ 173 milhões, destinados essencialmente à expansão da capacidade operacional. Os investimentos realizados pela Companhia desde o início de suas atividades já superam R$ 2,8 bilhões a valor presente.
Em um setor marcado por alta alavancagem operacional, a queda no volume das operações em 2009 aumentou o foco sobre a redução de custos e ajustes operacionais.  Com maior eficiência na utilização dos seus equipamentos e controle do recurso homemhora empregado, a rentabilidade das operações foi impulsionada diante do cenário de expressiva recuperação em 2010. A previsão é que a Companhia termine o ano com R$ 320 milhões de EBITDA. Resultado 42% superior ao ano anterior, com significativo aumento de 5 pontos percentuais na margem.

PERSPECTIVA 2011
Em 2011, a expectativa é de manutenção de um cenário promissor com aumento de volume em todas as operações. A Companhia deverá melhorar sua rentabilidade por meio de ganhos de escala. Os investimentos previstos promovem a competitividade da Companhia, especialmente nas operações no Sul do país com a perspectiva de aumento expressivo nas operações portuárias e de logística.

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