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quarta-feira, 8 de abril de 2020

CCR (CCRO)


Subsetor
Segmento

Recomendações
 
Compra: antonio_a (2013)


Carteiras
FRBRAVIM (fev/18) - rodrigoset (dez/12 e mar/13) - RRunner (jul/18ago/18)

Códigos de Negociação
Tipo
CCRO3
Novo Mercado

Balanços

2T2019 -

1T2019 -

A2018/4T2018 -

2T2018 -

1T2018 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). A AutoBAn possui empréstimo em moeda estrangeira, protegido por contrato de swap cambial, por meio do qual está ativa em libor de 3 meses, mais spread e variação cambial, e passiva em % do CDI. O Metrô Bahia e a ViaQuatro possuem contratos de NDF para proteção contra a variação cambial aplicada ao fornecimento de material rodante. A AutoBAn possui operações de swap, estando ativa em IPC-A mais 4,88% a.a. e IPC-A mais 5,428% a.a. e passiva em % do CDI. A AutoBAn possui dois swaps onde ela está ativa em % do CDI e passiva em taxa prefixada. A ViaOeste possui operações de swap estando ativa em IPC-A mais 5,67% a.a. e passiva em % do CDI. A NovaDutra possui operações de swap em que está ativa em IPC-A mais 6,4035% a.a. e passiva em % do CDI. A SPVias possui operações de swap em que está ativa em IPC-A mais 6,38% a.a. e passiva em % do CDI.; Lucro Líquido = O Lucro Líquido consolidado atingiu R$ 446,8 milhões no 1T18 (+35,8%). Na mesma base¹, atingiu R$ 413,6 milhões (+32,3%).; Endividamento = A Dívida Líquida consolidada (IFRS) atingiu R$ 11,9 bilhões em março de 2018 e o indicador Dívida Líquida/EBITDA (últimos 12 meses) alcançou 2,2 x.; Excluindo-se os efeitos não-recorrentes das compras de participações na ViaQuatro e na ViaRio (R$ 548,1 milhões), o indicador Dívida Líquida/EBITDA, em março de 2018, seria de 2,5 x (2,4 x pró-forma).

A2017/4T2017 -

3T2017 -

2T2017 -


A2016/4T2016 -

3T2015 -
O resultado financeiro do trimestre representou 3,74% do endividamento líquido no início do trimestre ... anualizado, isto dá 15,8% !!!! Com um endividamento líquido mais de duas vezes o patrimônio líquido, o lucro da empresa é sensivelmente menor do que o custo do financiamento líquido ... para manter o preço nas alturas, não consigo entender o que o mercado está enxergando !!!

2T2015 -
paulo_prof  -
Vixe !!! O financeiro, nitidamente, comendo o operacional ... mais dia, menos dia, o mercado vai perceber que está pinéu!

A2014/4T2014 -
paulo_prof  -
Ativo continua caríssimo, embora menos, relativamente, do que há 3 meses.
A razão da Dívida Líquida pelo Ebitda gerado nos 12 meses anteriores passou de 2,3 em dezembro de 2013 para 2,5 em dezembro de 2014.
Ano-a-Ano houve queda nominal do lucro líquido. A margem líquida caiu de 24,5 em 2013 para 18,2% em 2014. O maior responsável foi o aumento expressivo no resultado financeiro negativo. Um endividamento líquido de R$ 7,52 bilhões em dezembro de 2013 produziu um Resultado Financeiro negativo em R$ 895 milhões, ou 11,9%.

3T2014 -
paulo_prof  -
Resultados em nítida deterioração ... se o preço já estava exagerado há 3 meses, agora piorou ...

A2013/4T2013 -
cristinadias  -
resultados : não muito bons !

A2012/4T2012 -

1T2012 - 
renato1631 - 
achou excelente

Características
Prestadora de serviços públicos por meio de concessões rodoviária, metroviária e aeroportuária, além de prestação de serviços de meio de pagamentos e outros.
  
Apresentações
06/03/2020 - Apresentações a analistas/agentes do mercado

Debêntures

Notas Promissorias Comerciais

Balanços (Calendário)

Dividend Yield
2020
2019






5,34%





Payout
2020
2019






93,0%









06/03/2020 - Apresentações a analistas/agentes do mercado
367722 - paulo_prof  -  06 Mar 2020, 20:13
Devido à incerteza em relação à taxa efetiva de IR/CS que deve ser aplicada ao expurgo de não recorrências, as comparações dos lucros líquidos devem ser vistas com cautela. Como pode ser notado, as taxas de crescimento do resultado operacional e ebitda, tanto na base anual quanto trimestral são muito menores do que as taxas estimadas para o lucro líquido.

De qualquer forma, a Receita Líquida mostra que a empresa está experimentando um crescimento saudável e se não há uma perda apreciável das margens, o lucro também estará crescendo de acordo.

Considerando as recentes quedas no preço do ativo, não me patrece caro!

p.php?pid=chartscreenshot&u=ar1vxfom2csS

Nas comparações que seguem, o efeito da receita não recorrente devido à aquisição da ViaQuatro e ViaRio contabilizado no 2T17 foi expurgado. Foi expurgado, também, a despesa provisionada para o Termo de Leniência.



CCRO3

PREÇO: R$ 14,28

PAYOUT (2019) 93,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17,42

P/VPA 3,54

PSR 2,72

DY 5,34%

EV/EBITDA 7,81

MARGEM BRUTA 42,4%

MARGEM OPERACIONAL 21,8%

MARGEM LÍQUIDA 15,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,820

MARGEM EBITDA 51,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 235,8%

ROE 20,35%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,09



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,01%

RESULTADO BRUTO +16,20%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +26,59%

RESULTADO OPERACIONAL +1,54%

RESULTADO LÍQUIDO +27,53%

EBITDA +13,03%



b) 4T19 sobre 4T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,61%

RESULTADO BRUTO +29,42%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +18,78%

RESULTADO OPERACIONAL -5,19%

RESULTADO LÍQUIDO +99,18%

EBITDA -0,18%



c) lucro líquido, nominal

UA 27,53%

U2A 13,11%

U3A 24,86%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -4,07%

U2A -0,13%

U3A 30,65%



e) ebitda, nominal

UA 13,03%

U2A 10,39%

U3A 11,17%

U4A 10,88%

U5A 9,11%

U6A 9,04%

U7A 9,89%

U8A 8,26%

U9A 10,18%

U10A 10,87%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,25

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +8,0% !!!!

05/03/2020- Press-release

21/02/2020 -
comunica que, no dia de hoje, a Comissão responsável pela licitação objeto do Edital de Concessão n.º 02/2019 (“EDITAL”), promovida pela União, por meio da   Agência   Nacional   de   Transportes   Terrestres  (ANTT),   declarou  vencedora   a   proposta apresentada  pela  Companhia,  referente  à  concessão  para  a  exploração  da  infraestrutura  e  da prestação do serviço público de recuperação, operação, manutenção, monitoração, conservação, implantação de melhorias, ampliação de capacidade e manutenção do nível de serviço do trecho da   BR-101/SC,   entre   Paulo   Lopes   (km   244+680)   e   a   divisa   SC/RS   (km   465+100) (“CONCESSÃO”), aguardando-se a adjudicação da CONCESSÃO. A CONCESSÃO terá  um  prazo  de  30  (trinta)  anos.

365573  - paulo_prof  -  29 Nov 2019, 16:01
Resultados bastante bons ... mas abaixo do que seria necessário para justificar a precificação atual.

Ativo relativamente caro!

2%20SQ8=



Nas comparações que seguem, o efeito da receita não recorrente devido à aquisição da ViaQuatro e ViaRio contabilizado no 2T17 foi expurgado. Foi expurgado, também, a despesa provisionada para o Termo de Leniência.



CCRO3

PREÇO: R$ 17,42

PAYOUT (2018) 61,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 28,31

P/VPA 4,02

PSR 3,45

DY 2,18%

EV/EBITDA 8,80

MARGEM BRUTA 41,2%

MARGEM OPERACIONAL 23,0%

MARGEM LÍQUIDA 12,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,615

MARGEM EBITDA 54,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 196,5%

ROE 14,21%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,06



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,26%

RESULTADO BRUTO +6,85%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1,95%

RESULTADO OPERACIONAL +11,88%

RESULTADO LÍQUIDO -3,72%

EBITDA +18,44%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,62%

RESULTADO BRUTO +11,32%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +2,74%

RESULTADO OPERACIONAL +18,08%

RESULTADO LÍQUIDO -6,87%

EBITDA +16,42%



c) lucro líquido, nominal

UA -3,72%

U2A -1,26%

U3A 10,30%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -3,61%

U2A 6,95%

U3A 31,12%



e) ebitda, nominal

UA 18,44%

U2A 14,77%

U3A 10,43%

U4A 10,89%

U5A 10,04%

U6A 9,45%

U7A 9,92%

U8A 9,08%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,69

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +20,5% !!!!

364851  - keep_calm  -  29 Out 2019, 17:20
CCR (CCRO3): Divulgou na noite de segunda, 28, seu resultado do 3T19.

O lucro líquido consolidado da CCR atingiu R$ 340,2 milhões no 3T19 (-6,9%). Na mesma base, atingiu R$ 352,1 milhões, redução de 3,0% em relação ao 3T18. “O resultado líquido do 3T19 foi impactado, principalmente, pelo efeito não-recorrente decorrente da baixa para o resultado do exercício no montante de R$ 30,8 milhões, referentes a imposto de renda e contribuição social diferidos sobre diferenças temporárias ativas, em razão de análise de recuperabilidade da MSVia”, explicou a CCR.

Segundo a CCR (CCRO3) para comparabilidade dos resultados trimestrais e acumulados, foram realizados ajustes na mesma base excluindo dos períodos confrontados os novos negócios, alterações de participação e efeitos não-recorrentes.

Os negócios retirados das comparações foram: ViaMobilidade, cuja operação comercial teve início em ago/18; Aeroporto Internacional de San José, cujo aumento de participação ocorreu out/18; ViaSul, cujo contrato de concessão foi assinado em jan/19; e VLT e Aeroporto Internacional de Quito no lucro líquido e nas comparações pró-forma, devido às alterações de participações ocorridas entre os períodos comparados.

363406  - paulo_prof   -  09 Ago 2019, 02:10
Resultados muito bons. Estes resultados têm que ser repetidos nos próximos trimestres para justificar o preço.
njo=
Nas comparações que seguem, o efeito da receita não recorrente devido à aquisição da ViaQuatro e ViaRio contabilizado no 2T17 foi expurgado. Foi expurgado, também, a despesa provisionada para o Termo de Leniência.



CCRO3

PREÇO: R$ 15,33

PAYOUT (2018) 61,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 24,42

P/VPA 3,73

PSR 3,13

DY 2,52%

EV/EBITDA 8,41

MARGEM BRUTA 41,3%

MARGEM OPERACIONAL 22,8%

MARGEM LÍQUIDA 12,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,628

MARGEM EBITDA 53,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 204,4%

ROE 15,26%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,94



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,45%

RESULTADO BRUTO +2,32%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +8,47%

RESULTADO OPERACIONAL -1,19%

RESULTADO LÍQUIDO -9,29%

EBITDA +13,97%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,85%

RESULTADO BRUTO +21,99%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +31,87%

RESULTADO OPERACIONAL +25,08%

RESULTADO LÍQUIDO +25,09%

EBITDA +29,88%



c) lucro líquido, nominal

UA -9,29%

U2A 7,84%

U3A 12,73%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -0,54%

U2A 17,16%

U3A % 31,84%



e) ebitda, nominal

UA 13,97%

U2A 14,32%

U3A 10,44%

U4A 10,09%

U5A 9,32%

U6A 9,76%

U7A 8,90%

U8A 9,72%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,85

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +16,5% !!!!

360799  - paulo_prof   - 30 Abr 2019, 01:32
Resultados pífios ... ativo muito caro. Não acjo que os preços se sustentem!

Nas comparações que seguem, o efeito da receita não recorrente devido à aquisição da ViaQuatro e ViaRio contabilizado no 2T17 foi expurgado. Foi expurgado, também, a despesa provisionada para o Termo de Leniência.

CCRO3

PREÇO: R$ 11,53

PAYOUT (2018) 61,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 19,47
P/VPA 2,72
PSR 2,40
DY 3,16%
EV/EBITDA 7,30
MARGEM BRUTA 40,0%
MARGEM OPERACIONAL 22,1%
MARGEM LÍQUIDA 12,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,593
MARGEM EBITDA 51,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 199,1%
ROE 13,95%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,15


Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -7,87%

RESULTADO BRUTO -4,53%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,38%

RESULTADO OPERACIONAL -7,66%

RESULTADO LÍQUIDO -15,85%

EBITDA +7,25%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,40%

RESULTADO BRUTO +2,97%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +66,67%

RESULTADO OPERACIONAL -18,04%

RESULTADO LÍQUIDO -21,89%

EBITDA +11,46%



c) lucro líquido, nominal

UA -15,85%
U2A 13,37%
U3A 9,09%


d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 2,69%

U2A 32,76%

U3A 31,07%



e) ebitda, nominal

UA 7,25%
U2A 11,81%
U3A 9,20%
U4A 9,14%
U5A 8,21%
U6A 9,46%
U7A 7,82%
U8A 9,50%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,29

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +11,5% !!!!

355138 - paulo_prof  -  27 Out 2018, 22:45
O Resultado do 3T18 foi impactado pela isenção dos eixos suspensos. Por outro lado, o tráfego excluídos os eixos suspensos, praticamente ficou inalgterado em relação ao 3T17. greve, tanto no que tange o não cobrança do eixo suspenso, quanto a redução do tráfego resultante. Cedo ou tarde esta questão do eixo suspenso terá que ser resolvida, pois não cabe à empresa arcar com os custos de uma decisão do governo Temer.

Na minha avaiação, o ativo já estaria caro sem considerar a questão lava jato ... considerando que a empresa está enrolada com a justiça, os riscos são excessivos.

Nas comparações que seguem, o efeito da receita não recorrente devido à aquisição da ViaQuatro e ViaRio contabilizado no 2T17 foi expurgado.



CCRO3

PREÇO: R$ 10,15

PAYOUT (2017) 76,20%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,03

P/VPA 2,18

PSR 1,95

DY 4,75%

EV/EBITDA 7,21

MARGEM BRUTA 37,3%

MARGEM OPERACIONAL 19,9%

MARGEM LÍQUIDA 12,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,633

MARGEM EBITDA 44,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 190,3%

ROE 13,62%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,54



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,05%

RESULTADO BRUTO +7,26%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -5,41%

RESULTADO OPERACIONAL +14,19%

RESULTADO LÍQUIDO +0,36%

EBITDA +11,21%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1.46%

RESULTADO BRUTO -5,88%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +38,65%

RESULTADO OPERACIONAL -25,89%

RESULTADO LÍQUIDO -22,65%

EBITDA -0,72%



c) lucro líquido, nominal

UA 0,36%

U2A 17,53%

U3A 8,07%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 18,66%

U2A 52,93%

U3A 30,46%



e) ebitda, nominal

UA 11,21%

U2A 6,63%

U3A 8,48%

U4A 8,04%

U5A 7,74%

U6A 8,57%

U7A 7,80%

U8A 9,68%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,91

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,0% !!!!

353556  - paulo_prof -  10 Set 2018, 18:49
Pessoalmente, acho o ativo bem mais caro e arriscado do que a ECOR3. Os múltiplos são mais esticados e não se sabe se ainda virão torpedos da Lava Jato.


CCRO3

PREÇO: R$ 9,12

PAYOUT (2017) 76,20%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,40

P/VPA 2,05

PSR 1,74

DY 5,68%

EV/EBITDA 6,77

MARGEM BRUTA 37,7%

MARGEM OPERACIONAL 21,6%

MARGEM LÍQUIDA 13,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,680

MARGEM EBITDA 44,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 186,4%

ROE 15,30%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,29



ECOR3

PREÇO: R$ 7,60

PAYOUT (2017) 95,0%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,54

P/VPA 6,82

PSR 1,30

DY 9,96%

EV/EBITDA 5,30

MARGEM BRUTA 47,9%

MARGEM OPERACIONAL 24,5%

MARGEM LÍQUIDA 13,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,797

MARGEM EBITDA 51,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1088,0%

ROE 71,53%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,40

352930 - paulo_prof -  19 Ago 2018, 03:38
O Resultado do 2T18 foi impactado pela greve, tanto no que tange o não cobrança do eixo suspenso, quanto a redução do tráfego resultante. De qualquer forma, mesmo sem a greve o volume de veículos teria sido menor do que em igual período do ano passado.

há que se aguradar os resultados do 3T18 para ter uma melhor idéia da tendência. A queda expressiva do preço, nos últimos 3 meses pode estar oferecendo uma oportunidade. Mas o lucro e especialmente o ebitda não podem continuar caindo.

Nas comparações que seguem, o efeito da receita não recorrente devido à aquisição da ViaQuatro e ViaRio contabilizado no 2T17 foi expurgado.


CCRO3

PREÇO: R$ 9,64

PAYOUT (2017) 76,20%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 14,17

P/VPA 2,17

PSR 1,84

DY 5,38%

EV/EBITDA 6,99

MARGEM BRUTA 37,7%

MARGEM OPERACIONAL 21,6%

MARGEM LÍQUIDA 13,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,680

MARGEM EBITDA 44,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 186,4%

ROE 15,30%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,29



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,75%

RESULTADO BRUTO +11,65%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,46%

RESULTADO OPERACIONAL +54,45%

RESULTADO LÍQUIDO +26,06%

EBITDA +14,67%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal (veja nota acima)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,50%

RESULTADO BRUTO -9,59%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -11,48%

RESULTADO OPERACIONAL -10,25%

RESULTADO LÍQUIDO -12.43%

EBITDA -0,83%



c) lucro líquido, nominal

UA 26,06%

U2A 24,62%

U3A 7,30%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 38,00%

U2A 51,80%

U3A 34,40%



e) ebitda, nominal

UA 14,67%

U2A 8,71%

U3A 8,83%

U4A 8,19%

U5A 8,94%

U6A 8,08%

U7A 9,13%

U8A 10,24%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,50

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +3,0% !!!!

351084 - marcosvinicius2 -  11 Jun 2018, 23:31
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). A AutoBAn possui empréstimo em moeda estrangeira, protegido por contrato de swap cambial, por meio do qual está ativa em libor de 3 meses, mais spread e variação cambial, e passiva em % do CDI. O Metrô Bahia e a ViaQuatro possuem contratos de NDF para proteção contra a variação cambial aplicada ao fornecimento de material rodante. A AutoBAn possui operações de swap, estando ativa em IPC-A mais 4,88% a.a. e IPC-A mais 5,428% a.a. e passiva em % do CDI. A AutoBAn possui dois swaps onde ela está ativa em % do CDI e passiva em taxa prefixada. A ViaOeste possui operações de swap estando ativa em IPC-A mais 5,67% a.a. e passiva em % do CDI. A NovaDutra possui operações de swap em que está ativa em IPC-A mais 6,4035% a.a. e passiva em % do CDI. A SPVias possui operações de swap em que está ativa em IPC-A mais 6,38% a.a. e passiva em % do CDI.; Lucro Líquido = O Lucro Líquido consolidado atingiu R$ 446,8 milhões no 1T18 (+35,8%). Na mesma base¹, atingiu R$ 413,6 milhões (+32,3%).; Endividamento = A Dívida Líquida consolidada (IFRS) atingiu R$ 11,9 bilhões em março de 2018 e o indicador Dívida Líquida/EBITDA (últimos 12 meses) alcançou 2,2 x.; Excluindo-se os efeitos não-recorrentes das compras de participações na ViaQuatro e na ViaRio (R$ 548,1 milhões), o indicador Dívida Líquida/EBITDA, em março de 2018, seria de 2,5 x (2,4 x pró-forma).:

CCRO3
PREÇO: 9,91
PAYOUT (2017): 71,55%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,45
P/VPA 2,33
PSR 1,90
DY 6,85%
EV/EBITDA 6,58
MARGEM BRUTA 38,64%
MARGEM OPERACIONAL 28,21%
MARGEM LÍQUIDA 18,14%
LUCRO POR AÇÃO 0,948
MARGEM EBITDA 49,34%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 225,29%
ROE 22,25%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,24

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 3,48%
RESULTADO BRUTO 18,38%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -40,98%
RESULTADO OPERACIONAL 16,59%
RESULTADO LÍQUIDO 6,68%
EBITDA 0,27%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -0,19%
RESULTADO BRUTO 16,11%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -46,80%
RESULTADO OPERACIONAL 64,44%
RESULTADO LÍQUIDO 35,80%
EBITDA 15,65%

c) lucro (taxa média anual)
UA 6,68%
U2A 44,05%
U3A 16,71%

d) patrimônio líquido médio
UA 71,64%
U2A 48,07%
U3A 33,99%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 11,85
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,0% !!!!
[...]

349848  - Rocha Preta inc -  11 Mai 2018, 00:09
CCRO3

O tráfego consolidado apresentou crescimento de 2,3%. O tráfego pró-forma (incluindo Renovias e ViaRio, proporcionalmente) aumentou 3,1%.

O EBITDA ajustado na mesma base* apresentou crescimento de 9,3%, com margem ajustada de 62,0% (+1,0 p.p). O EBITDA ajustado apresentou crescimento de 17,0%, com margem de 62,2% (+1,2 p.p.).

O Lucro Líquido na mesma base* atingiu R$ 413,6 milhões, acréscimo de 32,3%. O Lucro Líquido alcançou R$ 446,8 milhões, acréscimo de 35,8%.

347519 - paulo_prof -  27 Fev 2018, 18:46
No que segue, tentei limpar os resultados das receitas não recorrentes ocorridas durante o exercício. No que se refere o lucro, deduzi R$ 503 milhões. No que se refer o ebitda, deduzi R$ 550 milhões.

Os resultados expurgados dos eventos não recorrentes parecem excelentes, especialmente na base anual.

Há que se monitorar a performance da empresa nos próximos dois trimestres para firmar um julgamento mais preciso.

CCRO3

PREÇO: R$ 12,79

PAYOUT (2017) 76,20%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 25,20

P/VPA 4,00

PSR 3,09

DY 3,02%

EV/EBITDA 9,86

MARGEM BRUTA 37,3%

MARGEM OPERACIONAL 19,5%

MARGEM LÍQUIDA 12,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,641

MARGEM EBITDA 42,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 210,0%

ROE 15,86%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,09

P/(CAP GIRO/AÇÃO) 63,65



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,65%

RESULTADO BRUTO +14,88%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -30,07%

RESULTADO OPERACIONAL +81,94%

RESULTADO LÍQUIDO +52,16%

EBITDA +12,75%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,04%

RESULTADO BRUTO +35,54%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +12,61%

RESULTADO OPERACIONAL +100,85%

RESULTADO LÍQUIDO +11,73%

EBITDA +36,99%



c) lucro líquido, nominal

UA 52,16%

U2A 21,67%

U3A -1,36%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 123,59%

U2A 44,87%

U3A 33,96%



e) ebitda, nominal

UA 12,75%

U2A 11,38%

U3A 8,27%

U4A 8,37%

U5A 9,69%

U6A 7,56%

U7A 10,13%

U8A 10,99%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,41

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +17,5% !!!!

347427  - NumBroker   -  23 Fev 2018, 17:59
O Longo Caminho das Privatizações
23.02 - 13:40 - Tiago Binsfeld
Vemos nas reformas e privatizações um tema importante para investimentos de longo prazo no Brasil. Publicamos ontem um relatório com o panorama do possível impacto que potenciais privatizações teriam para empresas listadas.

Os principais destaques do relatório são:
O governo federal tem 75 projetos, que deverão gerar uma receita de pelo menos BRL 28,5 bilhões e investimentos no valor de BRL 132,7 bilhões. Esse volume é semelhante ao que já foi concluído pela administração atual, em que 70 projetos concedidos pelo governo geraram uma receita de BRL 28 bilhões e investimentos no valor de BRL 142 bilhões para os próximos anos.

- Rodovias pedagiadas, aeroportos e mobilidade urbana. Em nossa opinião, a CCR tem a necessidade e o poder de fogo para dar lances em licitações nos próximos leilões. Por outro lado, a Ecorodovias já tem estado muito ativa recentemente em fusões e aquisições e na obtenção de novos projetos (cinco desde dezembro de 2017).
- Energia – federal. Esperamos que o mercado aumente sua participação na Eletrobras para entre 60% e 70%, por meio de uma capitalização que poderia chegar a BRL 20 bilhões. No entanto, nossa opinião a respeito da privatização das suas seis empresas de distribuição não é positiva.
- Energia – São Paulo. Esperamos que o estado de São Paulo inicie outra tentativa de privatização da Cesp nos próximos meses.
- Ferrovias. A nosso ver, o leilão da ferrovia Ferrogrão não alterará a lucratividade de médio a longo prazo da Rumo, mas poderá aumentar a percepção de risco do mercado. Por outro lado, as ações da SLC poderão reagir positivamente, uma vez que a logística melhor implica melhores preços das commodities pagos ao produtor e preços de terra mais elevados.
- Loterias e empresa de cunhagem. A Valid poderá participar da licitação da Lotex e da Casa da Moeda, em parceria com outros players. No momento, acreditamos que as reações do mercado a respeito desse movimento seriam mistas.
- Mineração. É pouco provável que a Vale participe ativamente do processo de licitação, principalmente porque a maior prioridade da empresa é reduzir ainda mais sua alavancagem.
- Petróleo e gás. A Petrobras anunciou que está determinada a participar da licitação de três blocos da 4ª rodada de licitação do pré-sal. No 15º bloco, poderemos ver lances da Petrobras na licitação, caso ela identifique áreas com qualidades geológicas interessantes – e, possivelmente, reservas de pré-sal – como aconteceu na 14º rodada de licitação.

Afetados pela crise financeira, os estados e municípios também apresentaram projetos importantes. Juntos, os estados e municípios estão oferecendo 104 e 59 projetos, respectivamente. Em nível estadual, há um incentivo adicional para avançar as privatizações. Trata-se do Regime de Recuperação Fiscal, estabelecido pela lei complementar 159/2017, que oferece mecanismos para ajuste de desequilíbrios nas contas aos estados altamente endividados. Em troca do adiamento do pagamento das suas dívidas para com a União, os estados precisam autorizar a privatização de empresas estatais a fim de obter recursos para pagar seus passivos.

O governo federal aprovou o programa proposto pelo Rio de Janeiro, mas ainda está em negociações com o Rio Grande do Sul. Até o momento, a União aprovou somente o processo de recuperação proposto pelo Rio de Janeiro, que requer a privatização da empresa estadual de saneamento (CEDAE). O Rio Grande do Sul ainda está negociando os termos do seu acordo. É importante observar que os estados com endividamento menor (como os do Norte e do Nordeste) seriam menos beneficiados pelo adiamento dos pagamentos e, portanto, têm menos incentivos para aderir ao programa.
fonte: Itaú Corretora

343652  - marcosvinicius2 -  08 Nov 2017, 13:08
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 46 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 472.336 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 667.100 E MENOR (TAMBEM) COM O APRESENTADO NO 3T16 = 1.151.148 (ESSA DIFERENÇA DEVEU-SE AO ITEM 3.04 Despesas/Receitas Operacionais = 1.194.977 NO 3T16 X -139.649 NO 3T17). VALOR DE MERCADO (MIL) = 34.077.400; VALOR MAXIMO (MIL) = 34.340.671 NO 4T12; VE PSBE (MIL) = 27.412.213:

CCRO3
PREÇO: 16,87
PAYOUT (2016): 72,94%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 20,81
P/VPA 3,80
PSR 3,46
DY 3,51%
EV/EBITDA 10,12
MARGEM BRUTA 37,20%
MARGEM OPERACIONAL 24,23%
MARGEM LÍQUIDA 16,65%
LUCRO POR AÇÃO 0,811
MARGEM EBITDA 47,67%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 189,78%
ROE 18,27%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,99

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,77%
RESULTADO BRUTO 5,90%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -33,10%
RESULTADO OPERACIONAL -6,85%
RESULTADO LÍQUIDO -8,45%
EBITDA -10,72%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -5,96%
RESULTADO BRUTO 8,96%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -57,40%
RESULTADO OPERACIONAL -57,30%
RESULTADO LÍQUIDO -58,97%
EBITDA -48,94%

c) lucro (taxa média anual)
UA -8,45%
U2A 27,12%
U3A 8,81%

d) patrimônio líquido médio
UA 97,09%
U2A 36,80%
U3A 28,19%

Lucro Líquido: O Lucro Líquido consolidado atingiu R$ 472,3 milhões no 3T17 (-59,0%). Na mesma base¹, atingiu R$ 433,1 milhões (+63,1%). ¹ Valores “mesma base” excluem: (i) STP, cuja venda foi concluída no 3T16; (ii) os novos negócios, que não estavam operacionais, estavam em operação assistida ou não eram parte do portfólio durante pelo menos um dos períodos comparados: ViaRio e VLT; e (iii) não recorrente da venda da STP, no valor de R$ 863,1 líquido de impostos no 3T16.

Endividamento – em atualização: A Dívida Líquida consolidada (IFRS) atingiu R$ 10,9 bilhões em setembro de 2017 e o indicador Dívida Líquida/EBITDA (últimos 12 meses) alcançou 2,2 x, conforme gráfico a seguir:

Excluindo-se os não recorrentes das compras de participações na ViaQuatro e na ViaRio (R$ 548,2 milhões), o indicador Dívida Líquida/EBITDA, em setembro de 2017, seria de 2,5 x (2,4 x pró-forma).

CCRO31.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341831  - marcosvinicius2  -  05 Set 2017, 14:41
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 45 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO POSITIVO (EXCELENTE). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 579.173; (U24M) = 400.208; (U36M) = 359.523; (U48M) = 352.689; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (178,20%) E RESULTADO LIQUIDO (161,78%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO LIQUIDO (357,82%) E RESULTADO OPERACIONAL (393,61%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 35.350.000; VALOR MAXIMO (MIL) = 35.350.000 NO 2T17; VE PSBE (MIL) = 33.781.768:

CCRO3
PREÇO: 17,50
PAYOUT (2016): 72,94%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,26
P/VPA 4,14
PSR 3,54
DY 3,25%
EV/EBITDA 8,33
MARGEM BRUTA 35,75%
MARGEM OPERACIONAL 33,65%
MARGEM LÍQUIDA 23,18%
LUCRO POR AÇÃO 1,147
MARGEM EBITDA 58,68%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 97,73%
ROE 27,12%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,75

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 7,72%
RESULTADO BRUTO 6,70%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -13,77%
RESULTADO OPERACIONAL 178,20%
RESULTADO LÍQUIDO 161,78%
EBITDA 55,82%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,21%
RESULTADO BRUTO 15,58%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -45,97%
RESULTADO OPERACIONAL 393,61%
RESULTADO LÍQUIDO 357,82%
EBITDA 72,49%

c) lucro (taxa média anual)
UA 161,78%
U2A 44,30%
U3A 20,36%

d) patrimônio líquido médio
UA 66,97%
U2A 32,64%
U3A 21,16%

EBITDA ajustado apresentou crescimento de 69,7%, com margem ajustada de 88,4% (+28,4 p.p.). Na mesma base, o crescimento foi de 4,8%, com margem de 58,4%.

O Lucro Líquido alcançou R$ 667,1 milhões, crescimento de 357,9%. Na mesma base, atingiu R$ 287,5 milhões, acréscimo de 195,8%.

A Dívida Líquida consolidada (IFRS) atingiu R$ 11,1 bilhões em junho de 2017 e o indicador Dívida Líquida/EBITDA (últimos 12 meses) permaneceu 1,8 x.

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

341186  - paulo_prof   -  17 Ago 2017, 16:01
Mais uma vez, no 2T17, a empresa apresentou outras receitas operacionais não recorrentes. No que segue, deduzi estas receitas do Resultado Operacional e Ebitda e o correspondente impacto sobre o Lucro Líquido. Como pode ser verificado, impressionantes taxas de crescimento do resultado operacional e lucro não são acompanhadas pelas taxas de crescimento do ebitda. A conclusão que se chega é que a melhor performance realmente está associada ao financeiro.

Como não vejo espaço para o resultado financeiro negativo continuar a decrescer como vem ocorrendo nos últimos trimestres, aposto que as taxas de crescimento implicitas no preço atual não serão alcançadas. EV/EBITDA = 11,24 também indica que o ativo pode estar caro demais.

CCRO3

PREÇO: R$ 17,10

PAYOUT (2016) 43,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 31,68

P/VPA 4,04

PSR 3,46

DY 4,08%

EV/EBITDA 11,24

MARGEM BRUTA 35,8%

MARGEM OPERACIONAL 14,8%

MARGEM LÍQUIDA 10,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,540

MARGEM EBITDA 40,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 174,3%

ROE 12,76%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,75



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +7,72%

RESULTADO BRUTO +6,70%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -13,77%

RESULTADO OPERACIONAL -+22,17%

RESULTADO LÍQUIDO +23,20%

EBITDA +3,06%



b) 2T17 sobre 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,21%

RESULTADO BRUTO +15,58%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -45,97%

RESULTADO OPERACIONAL +124,80%

RESULTADO LÍQUIDO +108,50%

EBITDA +6,06%



c) lucro líquido, nominal

UA 23,20%

U2A -1,01%

U3A -6,38%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 66,97%

U2A 32,64%

U3A 21,16%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,92

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +24,0% !!!!

337913  - TraderCenter  -  15 Mai 2017, 21:28
Análise Fundamentalista - Lupa Mercantil
Salve Galera ADVFN!! Estou compartilhando alguns dos últimos resultados positivos divulgados na nossa BOVESPA!!
[...]
O Grupo CCR registrou lucro líquido de R$ 329 milhões no primeiro trimestre de 2017, o que corresponde a um aumento de 32,9% na comparação com os R$ 247,5 milhões reportados em igual etapa do ano anterior.

Já o lucro líquido mesma base ficou em R$ 338,5 milhões, um crescimento de 46,6% em relação aos R$ 230,9 milhões contabilizados há um ano.

O critério “mesma base” exclui a STP, cuja venda de participação foi concluída em 31 de agosto do ano passado e, nas comparações pró-forma mesma base, exclui-se a ViaRio e o VLT.

Excluindo efeitos não recorrentes, como a venda da controladora da Sem Parar, em meados do ano passado, e os novos negócios que não estavam operacionais na mesma etapa do ano passado, somou 338,5 milhões de reais, alta de 46,6 por cento.

Operacionalmente, o resultado foi mais fraco. O tráfego consolidado nas rodovias administradas pela CCR, teve queda de 2,7 por cento ano a ano, refletindo a recessão no país.

335511  - paulo_prof   -  15 Mar 2017, 22:54
No 3T, a empresa vendeu a sua participação na STP. No que segue, subtraí a receita obtida com a venda do Resultado Antes dos Impostos e do Ebitda postados no 3T. Deduzi, também, o lucro líquido correspondente à venda, do lucro líquido do 3T. Portanto, no que segue, o resultado da venda da participação na STP só impacta, eventualmente, o patrimônio líquido, sendo neutro no que concerne a DRE.

Dividindo o Resultado Financeiro pelo endividamento líquido médio no ano, obtém-se 14,7%. Acho que este percentual poderia ser menor. O endividamento líquido no final de 2016 era igual a 3,33 vezes maior do que o ebitda anual. Este múltiplo também poderia ser algo menor.

Excluindo o impacto da venda na participação da STP verifica-se que a empresa está tendo problemas. Embora o crescimento da Receita Líquida tenha sido saudável tanto na base anual, quanto na base trimestral, a taxa de crescimento dos custos e do resultado financeiro negativo foram maiores.

Neste cenário, é difícil entender a precificação que o mercado está dando para o ativo ... uma loucura na minha opinião.

CCRO3

PREÇO: R$ 13,94

PAYOUT (2016) 43,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 28,93

P/VPA 6,30

PSR 2,46

DY 1,51%

EV/EBITDA 9,48

MARGEM BRUTA 34,3%

MARGEM OPERACIONAL 24,7%

MARGEM LÍQUIDA 8,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,482

MARGEM EBITDA 40,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 421,9%

ROE 21,79%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,59



Taxas de Crescimento



a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,89%

RESULTADO BRUTO +6,21%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +21,31%

RESULTADO OPERACIONAL -6,85%

RESULTADO LÍQUIDO -2,70%

EBITDA +10,03%



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,03%

RESULTADO BRUTO -3,33%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,38%

RESULTADO OPERACIONAL -28,93%

RESULTADO LÍQUIDO -30.76%

EBITDA -8,37%



c) lucro líquido, nominal

UA -2,70%

U2A -20,58%

U3A -14,29%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -6,14%

U2A 3,68%

U3A 2,51%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,18

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +21,5% !!!!

309931  - paulo_prof  -  28 Out 2015, 01:14
O resultado operacional até que foi bom ... mas o financeiro .... !!!!

O resultado financeiro do trimestre representou 3,74% do endividamento líquido no início do trimestre ... anualizado, isto dá 15,8% !!!! Com um endividamento líquido mais de duas vezes o patrimônio líquido, o lucro da empresa é sensivelmente menor do que o custo do financiamento líquido ... para manter o preço nas alturas, não consigo entender o que o mercado está enxergando !!!

CCRO3
PREÇO: R$ 12,30
PAYOUT (2014): 103,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 21,43
P/VPA 4,78
PSR 2,64
DY 4,84%
EV/EBITDA 8,68
MARGEM BRUTA 39,7%
MARGEM OPERACIONAL 17,0%
MARGEM LÍQUIDA 12,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,574
MARGEM EBITDA 44,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 290,5%
ROE 22,33%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,51

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,768,50%
RESULTADO BRUTO -0,43%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +73,92%
RESULTADO OPERACIONAL -28,98%
RESULTADO LÍQUIDO -20,28%
EBITDA +6,74%

b) 3T15 sobre 3T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,49%
RESULTADO BRUTO +1,66%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +66,97%
RESULTADO OPERACIONAL -31,87%
RESULTADO LÍQUIDO -28,63%
EBITDA +3,12%

c) lucro líquido, nominal
UA -20,28%
U2A -14,68%
U3A -3,40%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 12,58%
U2A 6,57%
U3A 5,97%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 5,74

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +19,5%

303492 - paulo_prof  -  11 Ago 2015, 00:40
Vixe !!! O financeiro, nitidamente, comendo o operacional ... mais dia, menos dia, o mercado vai perceber que está pinéu!

CCRO3
PREÇO: R$ 14,33
PAYOUT (2014): 103,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 22,74
P/VPA 6,45
PSR 3,17
DY 4,56%
EV/EBITDA 9,71
MARGEM BRUTA 40,8%
MARGEM OPERACIONAL 19,7%
MARGEM LÍQUIDA 13,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,630
MARGEM EBITDA 45,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 313,1%
ROE 28,35%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,52

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,76%
RESULTADO BRUTO -1,45%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +67,46%
RESULTADO OPERACIONAL -23,71%
RESULTADO LÍQUIDO -16,27%
EBITDA +6,28%

b) 2T15 sobre 2T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,86%
RESULTADO BRUTO +0,77%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +91,85%
RESULTADO OPERACIONAL -37,67%
RESULTADO LÍQUIDO -33,37%
EBITDA +11,02%

c) lucro líquido, nominal
UA -16,27%
U2A -7,68%
U3A 1,18%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 1,09%
U2A 1,71%
U3A 2,63%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 6,30

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +21,0%

297509  - paulo_prof  -  18 Mai 2015, 02:53
CCRO3
PREÇO: R$ 15,51
PAYOUT (2014): 103,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses


P/L 22,73
P/VPA 7,03
PSR 3,55
DY 4,57%
EV/EBITDA 10,41
MARGEM BRUTA 42,1%
MARGEM OPERACIONAL 22,4%
MARGEM LÍQUIDA 15,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,682
MARGEM EBITDA 45,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 298,2%
ROE 30,93%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,68

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 1T14, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,96%
RESULTADO BRUTO -1,26%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +52,59%
RESULTADO OPERACIONAL -18,01%
RESULTADO LÍQUIDO -11,26%
EBITDA +4,58%

b) 1T15 sobre 1T143, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,16%
RESULTADO BRUTO -4,68%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +79,32%
RESULTADO OPERACIONAL -46,45%
RESULTADO LÍQUIDO -42,03%
EBITDA -3,62%

c) lucro líquido, nominal
UA -11,26%
U2A -0,85%
U3A 5,95%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 0,64%
U2A 2,55%
U3A 3,22%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 6,82

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +21,0%

291410 - paulo_prof  -  09 Mar 2015, 03:43
Ativo continua caríssimo, embora menos, relativamente, do que há 3 meses.

A razão da Dívida Líquida pelo Ebitda gerado nos 12 meses anteriores passou de 2,3 em dezembro de 2013 para 2,5 em dezembro de 2014.

Ano-a-Ano houve queda nominal do lucro líquido. A margem líquida caiu de 24,5 em 2013 para 18,2% em 2014. O maior responsável foi o aumento expressivo no resultado financeiro negativo. Um endividamento líquido de R$ 7,52 bilhões em dezembro de 2013 produziu um Resultado Financeiro negativo em R$ 895 milhões, ou 11,9%.

CCRO3
PREÇO: R$ 15,05
PAYOUT (2014): 103,8%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses


P/L 19,70
P/VPA 7,66
PSR 3,59
DY 5,27%
EV/EBITDA 9,98
MARGEM BRUTA 44,4%
MARGEM OPERACIONAL 26,6%
MARGEM LÍQUIDA 18,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,764
MARGEM EBITDA 48,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 303,3%
ROE 38,88%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,56

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,95%
RESULTADO BRUTO +2,37%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +41,47%
RESULTADO OPERACIONAL -5,95%
RESULTADO LÍQUIDO -0,16%
EBITDA +8,66%

b) 4T14 sobre 4T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,68%
RESULTADO BRUTO +0,51%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +56,53%
RESULTADO OPERACIONAL -13,04%
RESULTADO LÍQUIDO +25,31%
EBITDA +17,28%

c) lucro líquido, nominal
UA -0,16% 0,21%
U2A 7,04% 2,54%
U3A 14,47% 3,40%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 0,21%
U2A 2,54%
U3A 3,40%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 7,2064

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +17,5%

281039  - paulo_prof  -  28 Out 2014, 23:29
Resultados em nítida deterioração ... se o preço já estava exagerado há 3 meses, agora piorou ...

CCRO3
PREÇO: R$ 17,50
PAYOUT (2013): 96,0%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 24,30
P/VPA 10,26
PSR 4,44
DY 3,96%
EV/EBITDA 11,37
MARGEM BRUTA 47,2%
MARGEM OPERACIONAL 28,4%
MARGEM LÍQUIDA 18,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,720
MARGEM EBITDA 49,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 325,2%
ROE 42,23%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,51

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,59%
RESULTADO BRUTO +4,44%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +33,74%
RESULTADO OPERACIONAL -5,85%
RESULTADO LÍQUIDO -8,68%
EBITDA +6,54%

b) 3T14 sobre 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,75%
RESULTADO BRUTO -2,23%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +35,15%
RESULTADO OPERACIONAL -13,59%
RESULTADO LÍQUIDO -14,24%
EBITDA +1,36%

c) lucro líquido, nominal
UA -8,68%
U2A 6,33%
U3A 27,02%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 0,89%
U2A 2,82%
U3A 3,58%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 7,20

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +23,0%

271597  - paulo_prof  -  12 Ago 2014, 03:05
CCRO3
PREÇO: R$ 17,59
PAYOUT (2012): 96,0%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 23,37
P/VPA 8,02
PSR 4,66
DY 4,12%
EV/EBITDA 11,42
MARGEM BRUTA 49,6%
MARGEM OPERACIONAL 30,8%
MARGEM LÍQUIDA 19,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,753
MARGEM EBITDA 51,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 243,4%
ROE 34,29%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,62

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,49%
RESULTADO BRUTO +9,08%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +27,02%
RESULTADO OPERACIONAL +4,64%
RESULTADO LÍQUIDO +1,78%
EBITDA +11,98%

b) 2T14 sobre 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,78%
RESULTADO BRUTO +1,67%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +33,05%
RESULTADO OPERACIONAL -10,45%
RESULTADO LÍQUIDO -9,42%
EBITDA +3,60%

c) lucro líquido, nominal
UA 1,78%
U2A 11,22%
U3A 28,59%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 2,34%
U2A 3,41%
U3A 3,19%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 7,53

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +22,0%

257662  - paulo_prof  -  13 Mai 2014, 00:33
Mais uma daquelas queridinhas do mercado cujo preço atual dificilmente se justifica ... o lucro ter que crescer 6,5% reais ao ano, durante 15 anos para justificar o preço atual é dose !!!

Outros aspectos que não gosto na empresa:
a) liquidez corrente abaixo de 1 !!!
b) empresa costumeiramente dá os canos no governo, acumulando dívidas em impostos ... provavelmente sempre a espera de parcelamentos e facilidades que costumeiramente são aprovadas pelo congresso ... empresa séria paga os seus impostos em dia!

CCRO3
PREÇO: R$ 16,10
PAYOUT (2012): 96,0%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 23,54
P/VPA 8,55
PSR 5,09
DY 4,09%
EV/EBITDA 11,67
MARGEM BRUTA 52,4%
MARGEM OPERACIONAL 33,5%
MARGEM LÍQUIDA 21,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,769
MARGEM EBITDA 53,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 245,3%
ROE 36,31%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,66

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,80%
RESULTADO BRUTO +11,70%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +15,22%
RESULTADO OPERACIONAL +13,42%
RESULTADO LÍQUIDO +10,78%
EBITDA +15,88%

b) 1T14 sobre 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,57%
RESULTADO BRUTO +10,%65
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +38,47%
RESULTADO OPERACIONAL +2,35%
RESULTADO LÍQUIDO +1,91%
EBITDA +12,79%

c) lucro líquido, nominal
UA 10,78%
U2A 15,77%
U3A 26,55%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 4,50%
U2A 4,54%
U3A 2,63%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 7,69

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +22,0%

Ou, ainda, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 15 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,5%

257658  - israel007  -  13 Mai 2014, 00:23
CCRO3

Ação da empresa Ccr S.A.
Atua no setor construção e transporte

Resultado do 1º Trimestre de 2014

A companhia divulgou lucro líquido de R$ 340,3 M no 1° trimestre de 2014, uma variação de 12,1% em relação ao quarto trimestre de 2013 e acréscimo de 1,9% em relação ao primeiro trimestre de 2013. A receita líquida somou R$ 28,1 M no 1T14, redução de 6,5% em relação ao 4° trimestre de 2013 e decréscimo de 1,1% em relação ao primeiro trimestre de 2013.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 65,3% contra 56,6% no quarto trimestre de 2013 e 62,3% no mesmo período do ano passado. Já a margem líquida ficou em 1.212,9% no 1° trimestre de 2014 contra 1.012,0% no trimestre ligeiramente anterior.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 4,8 B, aumento de 10,7% em relação ao saldo no 1T13. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 3,8 B neste trimestre, o que representou uma variação de 2,3% em relação ao saldo no 1° trimestre de 2013.

245751  - paulo_prof  -  13 Mar 2014, 23:06
CCRO3
PREÇO: R$ 16,10
PAYOUT (2012): 96,0%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 21,04
P/VPA 8,27
PSR 4,72
DY 4,58%
EV/EBITDA 10,98
MARGEM BRUTA 53,4%
MARGEM OPERACIONAL 34,8%
MARGEM LÍQUIDA 22,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,765
MARGEM EBITDA 54,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 255,7%
ROE 39,32%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,55

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,43%
RESULTADO BRUTO +11,07%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -0,12%
RESULTADO OPERACIONAL +18,08%
RESULTADO LÍQUIDO +14,75%
EBITDA +15,14%

b) 4T13 sobre 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,81%
RESULTADO BRUTO +8,67%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +28,26%
RESULTADO OPERACIONAL -0,68%
RESULTADO LÍQUIDO -11,84%
EBITDA +9,29%

c) lucro líquido, nominal
UA 14,75%
U2A 22,56%
U3A 26,23%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 4,93%
U2A 5,04%
U3A 1,78%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 7,65

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +19,0%

245754  - cristinadias  -  13 Mar 2014, 23:31
CCRO3

resultados : não muito bons !


receita 2013 : 6,01B (2012 : 5 76 B) : + 5%
inflação BR : 6%

bruto 2013 : 3.2B (2012 3,24B)
Lucro 2013 : 1,35B (2012 1,17)


temos um belo N diaro (altista) : enter se romper 16 08 ;
obj 1 : 16 62 e obj 2 : 18 18 ;

Mas temos tbm um F diaro : enter F diaro 16 58 ; obj 1 16 07 e objetivo 2 15, 24 se cair mais de que 15 81 (suporte) !
SE !

219230 - paulo_prof  -  31 Out 2013, 00:09
CCRO3
PREÇO: R$ 18,62
PAYOUT (2012): 89,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L 23,61
P/VPA 10,62
PSR 5,46
DY 3,79%
EV/EBITDA 12,08
MARGEM BRUTA 54,0%
MARGEM OPERACIONAL 35,1%
MARGEM LÍQUIDA 23,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,788
MARGEM EBITDA 54,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 252,7%
ROE 44,97%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,45

Taxas de Crescimento:

a) últimos 9 meses sobre 9 meses terminados no 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,87%
RESULTADO BRUTO +11,96%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,24%
RESULTADO OPERACIONAL +25,73%
RESULTADO LÍQUIDO +25,90%
EBITDA +17,32%

b) 3T13 sobre 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +21,02%
RESULTADO BRUTO +15,20%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +9,06%
RESULTADO OPERACIONAL +27,63%
RESULTADO LÍQUIDO +27,35%
EBITDA +22,52%

c) lucro líquido, nominal
UA 23,81%
U2A 49,81%
U3A 21,94%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 4,79%
U2A 4,96%
U3A 2,06%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 9,85

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +15,5%

175614 - rodrigoset -  26 Mar 2013, 02:24
CCR firma-se como "porto seguro" da bolsa e ações respondem com forte alta
Proteção natural contra inflação e boa pagadora de dividendos, companhia se torna um bom "case" de ação defensiva sobretudo após a divulgação dos resultados de 2012
Por Rodrigo Tolotti Umpieres |16h48 | 25-03-2013 | Atualizada às 19h24 a a a SÃO PAULO - As ações da CCR (CCRO3) pareciam esquecidas pelo mercado neste mês, apresentando fraquíssimas oscilações de preço a despeito do movimento bastante volátil da bolsa brasileira. Contudo, nesta segunda-feira (25), os investidores parecem ter aberto os olhos para a companhia considerada por muitos analistas como uma das poucas opções defensivas que sobraram no Ibovespa.

Durante boa parte da sessão, os papéis lideraram os ganhos, porém perderam um pouco de força e fecharam com ganhos de 2,81%, aos R$ 19,70. Na máxima do dia, esses papéis chegaram a subir 4,18%. Tudo isso ao mesmo tempo em que o Ibovespa - principal índice de ações da BM&FBovespa - teve o 5º pregão seguido de queda ao registrar recuo de 0,67%, indo para 54.873 pontos, renovando seu menor patamar desde julho do ano passado.

Para o analista Luis Gustavo Pereira, estrategista da Futura Investimentos, os papéis ainda estão refletindo os bons resultados apresentados pela companhia no começo da semana passada. A empresa de concessões rodoviárias apresentou um lucro líquido de 347,5 milhões no 4º trimestre do ano passado, crescimento de 17,9% do que foi relatado no mesmo período de 2011. No acumulado de 2012, o lucro ficou em R$ 1,17 bilhão, avanço de 30,9% sobre 2011.


Após bons resultados na última semana, ações da CCR ficaram entre as maiores altas do Ibovespa nesta sessão (Divulgação CCR)
Mesmo com um balanço em linha com o projetado, o lucro ainda surpreendeu positivamente as equipes do Itaú BBA e do JP Morgan. Para a analista Renata Faber, do Itaú, a "empresa mais uma vez apresentou resiliência, com crescimento de 18% e boa expansão da margem Ebtida (Ebitda/Receita Líquida)".

Além de bons números, as perspectivas para a companhia também são positivas. Renato Hallgren, do BB Invesimentos, destaca que os negócios adquiridos em 2012 deverão apresentar ganhos de eficiência este ano. Aliado a isso, a expectativa de aumento entre 4% a 5% nos fluxos de carros e possíveis oportunidades de novos projetos deve ajudar a companhia em 2013.

Proteção natural à inflação
Tudo isso corrobora para a tese de investimento seguro que a CCR carrega. Por ter resultados sólidos e relativamente previsíveis, as ações da companhia respondem com menos instensidade às oscilações de humor do mercado. Dessa forma, em momentos de forte queda nos mercados, esses papéis costumam responder com uma desvalorização menos ríspida - embora em momentos de otimismo essas ações também costumam andar menos.

Outro ponto que ajuda a colocar a CCRO3 como um dos "portos seguros" do mercado brasileiro de ações é a proteção natural que a empresa possui contra uma das principais preocupações atuais da economia brasileira: a inflação. Isso porque uma das principais fatias da receita da empresa, que são os valores cobrados em pedágios nas rodovias, estão lastreados à variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado).

O indicador, reúne três índices de preços diferentes, o de atacado, que tem peso de 60%, do consumidor, com peso de 30% e o de custo de construção, representando 10% do IGP-M. Atualmente o índice fechou fevereiro acumulado em 8,28%, considerando os últimos 12 meses. Para o final deste ano, o último relatório Focus aponta para um acumulado de 5,46% no IGP-M.

Cenário colabora com a CCR
A CCR não é a única companhia considerada defensiva, além do setor de concessões rodoviárias, as elétricas e as construtoras de shoppings centers são dois bons exemplos. Porém, o cenário atual no Brasil começa a tirar esses dois últimos setores deste radar.

Desde o ano passado, a grande quantidade de intervenções do governo no setor elétrico tem prejudicado as companhias, que passam por grandes mudanças em curtos espaços de tempo e com muitas surpresas. Com isso, a volatilidade desses papéis cresceu e se tornou um grande fator de risco, já que, atualmente, até analistas têm dificuldade de realizar alguma perspectiva para este setor.

Já o setor de shoppings está começando a ter maiores preocupações com a possibilidade de alta na taxa de juros, o que pode prejudicar o consumo e, consequentemente, os ganhos dessas companhias.

Este cenário leva investidores voltados para ações defensivas a evitarem esses ativos e procurarem outros, o que ajuda a CCR a se destacar. Vale lembrar que Arteris (ARTR3), Rodobens (RDNI3) e Ecorodovias (ECOR3) também fazem parte do setor, mas com perfis diferentes entre cada uma.

175490 - aprendiz quebrado do professor -  25 Mar 2013, 22:28
Parece que está terminando o reinado das elétricas como boas pagadoras de dividendos

CCR firma-se como "porto seguro" da bolsa e ações respondem com forte alta
Proteção natural contra inflação e boa pagadora de dividendos, companhia se torna um bom "case" de ação defensiva sobretudo após a divulgação dos resultados de 2012

Por Rodrigo Tolotti Umpieres


SÃO PAULO - As ações da CCR (CCRO3) pareciam esquecidas pelo mercado neste mês, apresentando fraquíssimas oscilações de preço a despeito do movimento bastante volátil da bolsa brasileira. Contudo, nesta segunda-feira (25), os investidores parecem ter aberto os olhos para a companhia considerada por muitos analistas como uma das poucas opções defensivas que sobraram no Ibovespa.
Durante boa parte da sessão, os papéis lideraram os ganhos, porém perderam um pouco de força e fecharam com ganhos de 2,81%, aos R$ 19,70. Na máxima do dia, esses papéis chegaram a subir 4,18%. Tudo isso ao mesmo tempo em que o Ibovespa - principal índice de ações da BM&FBovespa - teve o 5º pregão seguido de queda ao registrar recuo de 0,67%, indo para 54.873 pontos, renovando seu menor patamar desde julho do ano passado.
Para o analista Luis Gustavo Pereira, estrategista da Futura Investimentos, os papéis ainda estão refletindo os bons resultados apresentados pela companhia no começo da semana passada. A empresa de concessões rodoviárias apresentou um lucro líquido de 347,5 milhões no 4º trimestre do ano passado, crescimento de 17,9% do que foi relatado no mesmo período de 2011. No acumulado de 2012, o lucro ficou em R$ 1,17 bilhão, avanço de 30,9% sobre 2011.

Mesmo com um balanço em linha com o projetado, o lucro ainda surpreendeu positivamente as equipes do Itaú BBA e do JP Morgan. Para a analista Renata Faber, do Itaú, a "empresa mais uma vez apresentou resiliência, com crescimento de 18% e boa expansão da margem Ebtida (Ebitda/Receita Líquida)".
Além de bons números, as perspectivas para a companhia também são positivas. Renato Hallgren, do BB Invesimentos, destaca que os negócios adquiridos em 2012 deverão apresentar ganhos de eficiência este ano. Aliado a isso, a expectativa de aumento entre 4% a 5% nos fluxos de carros e possíveis oportunidades de novos projetos deve ajudar a companhia em 2013.
Proteção natural à inflação
Tudo isso corrobora para a tese de investimento seguro que a CCR carrega. Por ter resultados sólidos e relativamente previsíveis, as ações da companhia respondem com menos instensidade às oscilações de humor do mercado. Dessa forma, em momentos de forte queda nos mercados, esses papéis costumam responder com uma desvalorização menos ríspida - embora em momentos de otimismo essas ações também costumam andar menos.
Outro ponto que ajuda a colocar a CCRO3 como um dos "portos seguros" do mercado brasileiro de ações é a proteção natural que a empresa possui contra uma das principais preocupações atuais da economia brasileira: a inflação. Isso porque uma das principais fatias da receita da empresa, que são os valores cobrados em pedágios nas rodovias, estão lastreados à variação do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado).
O indicador, reúne três índices de preços diferentes, o de atacado, que tem peso de 60%, do consumidor, com peso de 30% e o de custo de construção, representando 10% do IGP-M. Atualmente o índice fechou fevereiro acumulado em 8,28%, considerando os últimos 12 meses. Para o final deste ano, o último relatório Focus aponta para um acumulado de 5,46% no IGP-M.
Cenário colabora com a CCR
A CCR não é a única companhia considerada defensiva, além do setor de concessões rodoviárias, as elétricas e as construtoras de shoppings centers são dois bons exemplos. Porém, o cenário atual no Brasil começa a tirar esses dois últimos setores deste radar.
Desde o ano passado, a grande quantidade de intervenções do governo no setor elétrico tem prejudicado as companhias, que passam por grandes mudanças em curtos espaços de tempo e com muitas surpresas. Com isso, a volatilidade desses papéis cresceu e se tornou um grande fator de risco, já que, atualmente, até analistas têm dificuldade de realizar alguma perspectiva para este setor.
Já o setor de shoppings está começando a ter maiores preocupações com a possibilidade de alta na taxa de juros, o que pode prejudicar o consumo e, consequentemente, os ganhos dessas companhias.
Este cenário leva investidores voltados para ações defensivas a evitarem esses ativos e procurarem outros, o que ajuda a CCR a se destacar. Vale lembrar que Arteris (ARTR3), Rodobens (RDNI3) e Ecorodovias (ECOR3) também fazem parte do setor, mas com perfis diferentes entre cada uma.

173713 - rodrigoset - 19 Mar 2013, 02:17
Lucro trimestral da CCR sobe 18%, para R$ 347,5 milhões

18/03/201319h57 Comunicar erro Imprimir A CCR, companhia especializada em concessões de infraestrutura, registrou lucro líquido de R$ 347,5 milhões no quarto trimestre de 2012. O resultado veio levemente abaixo do esperado pelo mercado e representa um crescimento de 18% em relação a um ano antes.

O número foi influenciado pelo aumento de 15,2% na receita líquida (mesma comparação), para R$ 1,41 bilhão no quarto trimestre de 2012.

A melhora na receita deveu-se principalmente à evolução do tráfego nas rodovias administradas pela CCR. Houve evolução de 3,1% em comparação ao mesmo trimestre de 2011.

Mas os resultados foram limitados pela incorporação de cinco novos negócios ao longo de 2012 ? que demandam investimentos significativos. Entre eles, a concessão viária no Rio Transolímpica (a partir de abril de 2012) e o Aeroporto Internacional de Quito (projeto incorporado em maio de 2012).

Os novos negócios impactaram a rentabilidade da CCR. Enquanto o Ebitda (na sigla em inglês, lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) mostrou evolução de 12% (para R$ 881 milhões), a margem Ebitda teve queda de 1,8 ponto percentual na mesma comparação ? para 62,5%.

Além disso, o endividamento registrou leve alta. O indicador dívida líquida sobre Ebitda (nos últimos 12 meses) subiu de 2,1 vezes para 2,2 vezes.

Dividendos complementares

A administração da CCR ainda informou a distribuição complementar de dividendos, referentes ao exercício de 2012. O valor é de R$ 0,0570773 por ação, totalizando R$ 100,8 milhões. O montante será submetido à aprovação em assembleia prevista para abril. Considerando os dividendos pagos anteriormente, a CCR distribuirá 89% do resultado líquido de 2012 aos acionistas.

Prévias

O resultado líquido de R$ 347,5 milhões da CCR veio levemente abaixo do esperado por analistas consultados pelo Valor. A média das estimativas de Votorantim, Ágora Corretora, Itaú BBA, Citibank e Santander apontava para um lucro líquido de R$ 366 milhões no quarto trimestre de 2012 (cerca de 5% acima do registrado). A previsão mais próxima foi do banco Santander, que havia estimado um lucro de R$ 343 milhões.

173663 - TexasDraw -  18 Mar 2013, 23:09
Ela, sempre ela : )

A CCR registrou um lucro líquido de 347,5 milhões de reais no quarto trimestre de 2012, uma alta de 17,9 por cento ante igual período de 2011. Analistas esperavam, em média, lucro líquido de 331 milhões de reais, de acordo com levantamento feito pela Reuters.

Leia Mais sobre a Notícia nesse Link: Lucro da CCR sobe 18% no 4o tri, a R$347,5 mi | UltimoInstante : Notícias de Hoje
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167971 - rodrigoset -  20 Fev 2013, 16:07
CCR SA (CCRO-NM) - COMUNICADO (19/02) CCR SA (CCRO-NM) - Comunicado DRI: Arthur Piotto Filho
A empresa enviou o seguinte comunicado:

Sao Paulo, 19 de fevereiro de 2013. A CCR S.A. ("CCR") (BM&FBovespa: CCRO3; Bloomberg: CCRO3BZ; Reuters: CCRO3.SA) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data, juntamente com as suas socias na concessionaria Quiport: AECON, Airport Development Corporation (ADC) e HAS Development Corporation (HAS-DC), inaugura o novo Aeroporto Internacional de Quito, no Equador.

O aeroporto contara com modernas e seguras instalacoes, trazendo ainda mais desenvolvimento para a cidade e para o pais. Com tecnologia avancada, o aeroporto podera ter voos diretos para Sao Paulo, Nova Iorque, Madri, Santiago do Chile e Buenos Aires.

O atual Aeroporto Mariscal Sucre sera desativado amanha e em seu lugar sera construido um parque. Por conta de sua localizacao, no centro da cidade e cercado por montanhas, o terminal nao pode ser expandido para receber aeronaves maiores. Por isso, em 2006, iniciou-se a construcao do novo Aeroporto Internacional de Quito.

A inauguracao no novo aeroporto, assim como a aquisicao dos aeroportos de San Jose, na Costa Rica e Curacao, e parte da estrategia do grupo CCR em entrar no segmento aeroportuario

ccr ao vivo tráfego intenso:
www.ponte.com.br

164396 - rodrigoset  -  23 Jan 2013, 15:29
ccr diversificando...

CCR analisa projetos do trem regional de passageiro
Valor Econômico
Enquanto estuda concessões federais de aeroportos, rodovias e ferrovias, a CCR - especializada em infraestrutura - iniciou estudos para entrar em projetos bilionários do setor no Estado de São Paulo. Os planos da companhia, controlada por Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e Soares Penido, incluem rodovias estaduais e o ambicioso plano de ferrovias de passageiros entre cidades. As estradas de ferro, que demandarão quase R$ 20 bilhões, ligam diferentes municípios, como São Paulo e Campinas, e são acompanhadas de perto pelo poder público e por empresas do setor.

Os chamados "trens regionais" percorrerão 430 quilômetros de trilhos, que serão construídos e operados por meio de parceira público-privada (PPP). Do desembolso total, R$ 12,5 bilhões virão da iniciativa privada e R$ 6 bilhões, do poder público. Também já manifestou interesse no projeto a Estação da Luz Participações (EDLP), do empresário Guilherme Quintella e o sócio BTG Pactual. O Estado ainda não publicou o chamamento público para manifestações de interesse - o que deve ocorrer ainda nesta semana.

Em entrevista ao Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, o presidente da CCR, Renato Vale, disse que a companhia também tem interesse em mais linhas do metrô paulistano. Em especial, nas linhas 6 e 20, cujos editais estão às vésperas da publicação. A empresa já controla a Linha 4-Amarela, que sofre com superlotação no horário do rush. "Demanda em São Paulo não é um problema", afirmou.

Além dos projetos na capital paulista, a companhia acompanha oportunidades de mobilidade urbana em Salvador e no Rio. "Existe muita coisa em infraestrutura, o que, se acontecer, vai ocasionar um desafio de demanda. Vai ter muito consumo de energia, cimento, aço, asfalto, gente... Mas achamos que é por aí mesmo".

A CCR também já começou a se preparar para os polpudos contratos de concessões federais. Entre eles, os aeroportos de Galeão (RJ) e Confins (MG), que já tiveram concessão anunciada pela presidente Dilma Rousseff e demandam investimentos totais de R$ 11,4 bilhões. "Estudamos os dois", informou o executivo.

A companhia está em busca de uma nova parceira internacional, pois a suíça Flughafen Zürich, que participou com a brasileira na última rodada aeroportuária, não tem qualificação suficiente para disputar o próximo leilão - de acordo com as exigências anunciadas pelo governo, a operadora suíça não tem o número mínimo exigido de passageiros movimentados ao ano, estabelecido em 35 milhões. Vale disse que não é permitido que a CCR seja a única operadora do consórcio, mas que ela ainda pode integrar a sociedade. "Estamos procurando [outros] parceiros, com conversas avançadas", afirmou.

A companhia ainda dedica atenção às nove licitações federais deste ano no setor rodoviário - com investimento total de R$ 42 bilhões, sendo R$ 23,5 bilhões nos cinco primeiros anos de contrato. Os estudos internos da CCR sobre os dois primeiros empreendimentos a serem leiloados, as BRs 040 e 116, serão fechados na próxima semana. "Vamos estudar todos. Por enquanto, estamos sozinhos, mas abertos a sociedades", disse.

Apesar da quantidade de oportunidades, o presidente afirmou que há capital disponível para os investimentos e que aquisições não estão descartadas. "Em logística, estamos há três ou quatro anos tentando identificar uma oportunidade clara nesse sentido. Ainda não identificamos, mas infraestrutura é assim mesmo, um negócio a longo prazo".

Se considerados apenas os negócios atuais, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) deve dobrar até 2016, para um número entre R$ 5,5 bilhões e R$ 6,5 bilhões. Os investimentos devem se manter acima de R$ 1 bilhão ao ano, levando em conta desembolsos para a concessão viária Transolímpica, no Rio, e a compra de 15 trens para a linha do metrô paulistano, controlada pela companhia.

159507 - bommauricio - 06 Dez 2012, 13:06
E tem analista lendo o forum hehe. Se tiver gente seguindo-os, o book de venda de BGIP4 pode ficar pequeno ...hehe Banese começando a ficar conhecida...quem diria, ao lado de gigantes, como AMBEV e BRAP.

As melhores pagadoras de dividendos, de acordo com especialistas
Entre ações recomendadas estão presentes os setores de consumo e energia

Por Gabriella D'Andréa |9h50 | 06-12-2012 A A A
SÃO PAULO – Com a queda da taxa básica de juros, os investidores de renda fixa estão cada vez com mais dificuldades em conseguir retornos interessantes nas aplicações indexadas ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). E entre as alternativas que garantem uma renda periódica consistente, estão as ações de empresas boas pagadoras de dividendos. Para saber quem são essas grandes pagadoras é preciso olhar o dividend yield de cada uma, isso é, a taxa de retorno do investimento, calculada com base no pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio.
O InfoMoney conversou com especialistas para saber quais são as ações que têm se destacado. Confira as indicações:

CCR é uma das sugestões dos especialistas como boa pagadora de dividendos (Divulgação CCR)
CCR (CCRO3) – Listada entre as melhores companhias de concessão de infraestrutura, a CCR é considerada boa pagadora de dividendos principalmente por ser diversificada. Atualmente, a empresa possui participações na ViaQuatro (58%), empresa que opera e mantém a Linha4 - Amarela do metrô de São Paulo e na Controlar (45%), empresa responsável pela inspeção ambiental de toda frota veicular do estado paulista.
“É uma empresa muito mais diversificada que os seus pares e que tem uma geração de caixa relativamente estável. Além disso, tem recebido vários estímulos do governo”, ressalta o executivo da equipe de análise da Um Investimentos, Gabriel Ribeiro.
[...]

145243 - cosmesapp -  17 Ago 2012, 21:27
Resultados do 2o Trimestre de 2012
São Paulo, 13 de Agosto de 2012 – A CCR S.A. (CCR), a maior empresa de concessões de rodovias do Brasil em termos de receita, divulga seus resultados do 2o trimestre de 2012. Apresentação dos Resultados
As informações trimestrais - ITR foram elaboradas e estão sendo apresentadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil para a Controladora e de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (“IFRS”), emitidas pelo Comitê de Normas Internacionais de Contabilidade (“IASB”) para o Consolidado, e também com base nas disposições contidas na Lei das Sociedades por Ações, normas definidas pela Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) e nos Pronunciamentos, Orientações e Interpretações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (“CPC”), aplicadas de maneira consistente com as práticas contábeis descritas na nota explicativa nº 3 destas informações trimestrais.
As informações financeiras e operacionais abaixo, exceto onde indicado em contrário, são apresentadas em bases consolidadas, em milhares de Reais, de acordo com a Legislação Societária e as comparações são referentes ao 2T11 e 1S11.
As informações não financeiras, assim como outras informações operacionais, não foram objeto de revisão por parte dos auditores independentes.
Os valores apresentados consideram as alterações introduzidas pelo IFRS e seus respectivos impactos, conforme detalhado no Press Release do ano de 2010, na seção “Suplemento Conceitual IFRS”, disponível no nosso website. A Receita Operacional Líquida apresentada exclui a Receita de Construção.
Algumas reclassificações entre as rubricas do resultado do 2T11 foram realizadas para melhor comparabilidade com os resultados apresentados no 2T12.
Destaques
A Receita Líquida alcançou R$ 1.198,6 milhões no 2T12 (+11,0%) e R$ 2.393,3 milhões (+12,7%) no 1S12.
Para Divulgação Imediata
BM&FBovespa: CCRO3
Bloomberg: CCRO3 BZ
Thomson Reuters: CCRO3-BR
www.grupoccr.com.br/investidores
Arthur Piotto Filho – CFO e Diretor de Relações com Investidores
arthur.piotto@grupoccr.com.br
Tel: 55 (11) 3048-5932
Departamento de Relações com Investidores
invest@grupoccr.com.br
Marcus Macedo
marcus.macedo@grupoccr.com.br
Tel: 55 (11) 3048-5941
Flávia Godoy
flavia.godoy@grupoccr.com.br
Tel: 55 (11) 3048-5955
Daniel Kuratomi
daniel.kuratomi@grupoccr.com.br
Tel: 55 (11) 3048-6353
Leandro Mathias
leandro.mathias@grupoccr.com.br
Tel: 55 (11) 3048-2108
CCR – CCR S.A., Companhia Aberta, com sede na Av. Chedid Jafet, 222 Bloco B, 5º Andar – CNPJ: 02.846.056/0001-97, NIRE: 35.300.158.334
2
O EBIT atingiu R$ 563,2 milhões (+16,9%) no 2T12 e no 1S12 alcançou R$ 1.170,8 milhões (+21,3%). A margem EBIT alcançou 47,0% (+2,4 p.p.) no 2T12, e 48,9% (+3,5 p.p.) no 1S12.
O EBITDA atingiu R$ 749,4 milhões (+13,4%) no 2T12 e R$ 1.529,9 milhões (+15,6%); a margem EBITDA alcançou 62,5% (+1,3 p.p.) no 2T12 e 63,9% (+1,6 p.p.) no 1S12.
O tráfego consolidado cresceu 0,4% no 2T12 e 2,7% no 1S12.
O Lucro Líquido atingiu R$ 224,3 milhões (+37,7%) no 2T12 e R$ 512,9 milhões (+51,7%) no 1S12, beneficiado por maior geração de caixa, redução de custos operacionais e menores despesas financeiras.
O número de usuários da STP (arrecadação eletrônica) expandiu-se em 21,1% em relação a junho de 2011, atingindo 3.478 mil tag’s ativos.
A Diretoria da Companhia propôs a distribuição de dividendos intermediários de R$ 0,54 por ação, totalizando R$ 953,4 milhões.
Os resultados da Companhia incorporam a Transolímpica (33,33%) e o Aeroporto Internacional de Quito (aproximadamente 45,49%), a partir do dia 26 de abril de 2012 e 25 de maio de 2012, respectivamente.

Resultados ligeiramente acima da expectativa

Os resultados ficaram acima de nossa projeção nas linhas operacionais da demonstração de resultados, mas lucro líquido abaixo das estimativas.


A CCR divulgou os resultados do 3T11. Esperamos que os resultados tenham um impacto de positivo a ligeiramente neutro no desempenho da CCRO3 no próximo pregão. Portanto, mantemos nossa recomendação de MANUTENÇÃO, com um preço-alvo de R$ 46,70/CCRO3.

O volume de veículos equivalentes veio em 248,9 milhões, que foi 2,3% abaixo de nossas estimativas de 254,8 milhões de veículos equivalentes. Como resultado, a receita bruta de rodovias totalizou R$ 1.232,8 milhões, também abaixo de nossa projeção de 1,1%, e receita líquida consolidada (inclusive receitas acessórias, mas  não incluindo receitas de construção) foi de R$ 1.228,5 milhões, em comparação aos R$ 1.223,6 milhões esperados.

Com relação ao custo, a CCR apresentou desempenho positivo, ficando abaixo de nossas estimativas de -R$ 15,7 milhões em praticamente todos os cash costs (Serviços de Terceiros –R$ 5,3 milhões, Custos de Concessões –R$ 5,7 milhões e Outros Custos –R$ 6,1 milhões), que combinados a outras despesas menores do que o esperado,beneficiaram as margens operacionais dos resultados do 3T11. Portanto, a CCR divulgou um EBITDA de R$ 823,3 milhões (margem EBITDA de 67,0%), que ficou 2,9% acima de nossa estimativa de R$ 799,8 milhões (margem EBITDA de 65,4%).

Além disso, a empresa anunciou um lucro líquido de R$ 266,6 milhões, comparado a nossa projeção de R$ 298,6 milhões (margem líquida de 21,7%, ante os 24,4% que esperávamos). A diferença baseia-se nos juros sobre empréstimos maiores do que o projetado em despesas financeiras, além de uma variação pior do que o esperado em empréstimos denominados em moeda estrangeira, que foram parcialmente compensados por menores despesas com imposto de renda. Por fim, a combinação dos motivos acima mencionados afetou negativamente o lucro líquido em R$ 32 milhões em comparação com nossas estimativas.

131884 -  renato1631 - 15/Mai/2012 21:12
Excelente!

CCR lucra 64,7% mais no primeiro trimestre

Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
15/05/12

O resultado foi beneficiado pela maior geração de caixa, redução de custos operacionais e despesas financeiras.


A CCR divulgou nesta terça-feira (15/5) lucro líquido de R$ 288,6 milhões no trimestre, um incremento de 64,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

O resultado foi beneficiado pela maior geração de caixa, redução de custos operacionais e despesas financeiras.

A receita líquida do período somou R$ 1,195 bilhão, 14,5% mais que o R$ 1,043 bilhão registrado no primeiro trimestre do ano passado.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) atingiu R$ 780,5 milhões, uma alta de 17,9% em comparação ao no primeiro trimestre de 2011.

A margem Ebitda alcançou 65,3%, alta de 1,9 ponto percentual se comparado com o período de janeiro a março de 2011.







Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:
- A CCR, uma das maiores empresas de concessão de rodovias do mundo, foi criada em 1998 e controla sete concessionárias de rodovias: CCR Ponte (RJ), CCR NovaDutra (SP-RJ), CCR ViaLagos (RJ), CCR RodoNorte (PR), CCR AutoBAn (SP), CCR ViaOeste (SP) e CCR RodoAnel (SP). O conjunto de empresas controladas pela CCR é denominado Grupo CCR. O Grupo CCR é responsável por 2.437 quilômetros de rodovias da malha concedida nacional, nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, sendo que em 1.832,02 quilômetros é responsável pela administração e em 90,58 quilômetros pela conservação e manutenção. As rodovias estão sob a gestão das concessionárias Ponte, NovaDutra, ViaLagos, RodoNorte, AutoBAn, ViaOeste, Renovias, por meio de sua controlada Companhia de Participação em Concessões, e RodoAnel Oeste. Além disso, quando do início das operações da concessionária ViaQuatro, a CCR passará a administrar, também, 12,8 quilômetros de malha metroviária, no Estado de São Paulo. O Grupo CCR detêm participação de 40% na concessionária Renovias, por meio de sua controlada CPC - Companhia de Participações em Concessões, de 58% na ViaQuatro, que faz a operação e manutenção da Linha 4 do metrô de São Paulo, e de 45%, também por meio de sua controlada Companhia de Participações em Concessões, na Controlar, responsável pela inspeção ambiental veicular na capital paulista. Em outubro de 2010, a CPC passou a controlar a SPVias, concessionária de rodovias do Estado de São Paulo.       

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

PAINEL DE INDICADORES
13/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
CCRO3
  46,84
33,3
7,10
236,6
3,9%
3,0%
2,4
13%
3,0%
-69,3%

·  PONTOS POSITIVOS:

- A Receita Líquida alcançou R$ 1.228,5 milhões no 3T11 (+25,6%) e R$ 3.352,1 (+23,5%) nos 9M11. No 3T11, a SPVias contribuiu com R$ 99,9

milhões.  

- O EBIT atingiu R$ 652,4 milhões (+35,7%) no 3T11 e no 9M11alcançou R$ 1.617,4 milhões (+16,6%).

- A margem EBIT alcançou 53,1% (+4,1 p.p.) no 3T11, e 48,2% (-2,9 p.p.) nos 9M11

- O EBITDA atingiu R$ 823,3 milhões (+41,5%) no 3T11 e R$ 2.146,3 milhões (+29,4%) nos 9M11; a margem EBITDA alcançou 67,0% (+7,5 p.p.) no 3T11 e 64,0% (+2,9 p.p.) nos 9M11.

- O tráfego consolidado cresceu 10,7% no 3T11 e 13,2% nos 9M11

- O número de usuários da STP (arrecadação eletrônica) expandiu-se em 30,2% em relação a 30 de setembro de 2010, atingindo 3.048 mil tag’s ativos contribuindo para a arrecadação eletrônica atingir 66,4% do total arrecadado no 3T11.

- Em 30 de setembro de 2011, a CCR realizou pagamento de dividendos de R$ 1,59 por ação, totalizando R$ 701,8 milhões. Considerando-se os dividendos complementares relativos ao ano de 2010 que foram distribuídos no dia 29 de abril de 2011, no valor de R$ 0,228309 por ação, os dividendos pagos (caixa) totalizaram R$ 1,818309 por ação no ano de 2011.
·  PONTOS NEGATIVOS

- A Dívida Líquida da consolidada, após a aquisição da SPVias, alcançou R$ 6,2 bilhões, portanto, o indicador Dívida Líquida/EBITDA (últ. 12m) alcançou 2,3x. ( era 2,2 no 2T11 )  20% em Dolar e 80% em moeda nacional

·  VISÃO ESTRATÉGICA
-     
·  CURIOSIDADES
- Os resultados da Companhia incorporam os impactos da Controlar, ViaQuatro e SPVias, projetos que foram incorporados recentemente e/ou que se encontram em fase de ramp up.             
          - ViaQuatro A concessionária é responsável pela operação e manutenção da Linha 4 do metrô da cidade de São Paulo, que ligará a Estação da Luz, no centro da cidade, à Vila Sônia, na Zona Oeste. Com 12,8 quilômetros de extensão, a Linha 4 terá 11 estações que serão entregues à população por etapas. ( é a da cratera do metro ??? )
·  OPINIÃO DO ANALISTA
-  É uma boa empresa, apesar da dívida alta para meu gosto e o preço já estar já bem alto. Na contrapartida, tem boas margens e um histórico de crescimento vigoroso.

Análise Coin Valores
O Grupo CCR é um dos maiores grupos de concessão de infraestrutura do mundo, controlando as concessionárias CCR Ponte (RJ), CCR NovaDutra (SP-RJ), CCR ViaLagos (RJ), CCR RodoNorte (PR), CCR AutoBAn (SP), CCR ViaOeste (SP) e CCR RodoAnel (SP), e, por meio de sua controlada CPC, a SPVias (SP), sendo que a CPC também participa da Renovias (SP), perfazendo um total de 2.437 quilômetros de rodovias. O Grupo CCR também atua em negócios correlatos, tendo participação de 38,25% no Grupo STP, que opera cobrança automática de pedágios e estacionamentos, com atuação em vários Estados do País e, por sua controlada CPC, detém participação de 45% no capital social da Controlar, concessionária que realiza o programa de inspeção veicular da Cidade de São Paulo. Além disso, o Grupo CCR iniciou este ano a sua atuação no segmento de transporte de passageiros com a Linha 4-Amarela do metrô de São Paulo, tendo participação de 58% no capital social na concessionária ViaQuatro. De suas ações ordinárias, 48,8% são negociadas no Novo Mercado da Bolsa de Valores de São Paulo, também de acordo com modelos contábeis internacionais. A companhia pertence aos índices IBrX-50, IBrX-100, MSCI Latin America e Ibovespa. Foi a pioneira no ingresso ao Novo Mercado da Bovespa, o segmento mais rígido do mercado acionário brasileiro.

RETROSPECTIVA 2010
O ano de 2010 foi marcado pela forte recuperação da economia brasileira, o portfólio da companhia soube aproveitar tal crescimento apresentando um forte crescimento em seu tráfego consolidado. Aliado a tal cenário, a companhia seguiu seu compromisso de distribuição de dividendos para os acionistas. Pagamos, em abril, R$ 0,23 por ação e R$ 1,70 por ação em setembro, totalizando aproximadamente R$ 850 milhões em dividendos distribuídos aos acionistas da companhia. Esse ano também foi marcado por uma nova aquisição da CCR, a SPVias, a quinta maior concessionária de rodovias do Estado de São Paulo. A aquisição da SPVias confirma o acerto da estratégia de expansão de negócios do Grupo CCR, através de aquisições, oportunidades no mercado primário e desenvolvimento de negócios correlatos, sempre priorizando a qualidade da rentabilidade e manutenção da disciplina de capital da companhia.

PERSPECTIVA 2011

O ano de 2011 será marcado pelo início da operação completa da linha 4 (Fase I) do metrô de São Paulo. Além de ser a primeira PPP do Estado de São Paulo, esse projeto marcou o início da diversificação do portfólio da companhia. Os recentes indicadores da economia brasileira sugerem a continuação de um ambiente muito favorável em relação às perspectivas futuras de evolução para a companhia. O forte crescimento da economia nacional aliado aos eventos que o país deve receber (Copa do Mundo e Olimpíadas), tornaram necessários um grande esforço para novos investimentos em infra-estrutura no Brasil. Oportunidades claras para crescimento, desenvolvimento e diversificação do portfólio atual da CCR, sempre ancorado em uma disciplina de capital sustentável em busca da maior criação de valor e rentabilidade para o acionista.

39785 - paulo_prof - 25/Jul/2010 17:23
citação: ToporeBoa tarde a todos, nesse domingão.

Paulo Prof.,
conversando com um amigo sobre assuntos de minha profissão, fiquei sabendo que a CCR Rodovias (CCRO3) participará da maior parte das licitações de implantação de um sistema nacional chamado SINIAV.
Esse sistema consiste de colocar transponders, tipo "Sem Parar", "Via fácil" e outros de sistemas de pedágio, em todos os carros no Brasil. Além disso, teriam que serem instaladas antenas e outros equipamentos para isso funcionar em cada estado.
Bom, pra que serve isso ?
Segundo o que é dito, serviria para segurança, rastreamento, multa nos carros do Capa-Preta quando ele não paga IPVA e sai circulando por ai (rs), etc.
Essas licitações serão realizadas em cada estado, sendo que alguns iniciarão a partir do ano que vem essa implantação.

Dei uma pesquisada no Granweb do bgrana, mas não achei nenhum comentário do pessoal do forum com uma análise da empresa.
Dito tudo isso, será que vale um posicionamento antecipado ?

Obrigado e desculpe se me estendi muito ...

Topore

Pessoalmente, acho que o SINIAV (Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos) viola a Constituição porque, em sua regulamentação atual (a menos que esteja enganado), viola a privacidade, uma vez que: a) armazena a rota seguida pelo veículo e, b) não é requerida a autorização do propritário do veículo para funcionamento do sistema.

Não sei se o Denatran já conseguiu uma luz verde judicial definitiva para implementar o sistema. Supondo que estes obstáculos foram superados, vem a questão de quem paga a conta. Parece que os estados mais ricos resolveram que a despesa será paga pelos próprios estados. Mas e os demais? Se ficar por conta dos proprietários de veículos, esquece ...

Finalmente, a questão mais importante: que tipo de margens este serviço propiciará? Sem ter a mínima idéia de qual poderá ser o retorno do investimento neste tipo de serviço, acho temerário antecipar um posicionamento.


5748 - Nyassad - 15/Mai/2009 23:11
ccro3 tem patrimonio de menos de 2 bilhões e dividas de quase 8 bilhões.

cuidado com essas dividas aumentando e lucro caindo. combinacao perigosa.

2333 - agssilva - 11/Mar/2009 10:26
saiu o resultado da CCR. Li rapidamente o relatório.

"Tenho CCRO3 como defensiva, segundo o relatório payout de 76% dado que irão pagar 0,35 de dividendos complementares (anteciparam 1,00 em 30/09/2008)."

Chama atenção o fato de que a arrecadação do Rodoanel iniciou-se em meados de dezembro de 2008. Espera-se que para 2009 essa concessão trará um incremento de receita mais interessante.

"Ela me parece um pouco cara, mas segundo o site fundamentos o ROE 43% e uma taxa de crescimento 16,3% me parecem justificar o preço."

Sobre a aquisição da Contralar e a entrada da CCR no ramo de inspeção veicular alguém comenta?

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