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domingo, 5 de abril de 2020

Exploração de Imóveis















Shoppings: Projeções Atualizadas
05.02 - 16:15 - Tiago Binsfeld

Nossos analistas de Real Estate publicaram relatório comentando as perspectivas de valuation para os shoppings listados na bolsa (BRML3, IGTA3, ALSC3 e MULT3). O setor continua sendo uma forma de se explorar a queda dos juros reais de longo prazo, mas agora há potencial de valorização limitado para Iguatemi e Multiplan, enquanto ainda existe potencial interessante em BR Malls e Aliansce.

Os prêmios de TIR vs. a NTN-B estão em linha com os níveis históricos, exceto para Iguatemi. Os shoppings listados negociam com uma Taxa Interna de Retorno real entre 6,7% e 9,2%, que representam spreads entre 188 e 436 pontos-base vs. a NTN-B 2030. Esses prêmios estão em linha com os níveis históricos desde 2014, com exceção de Iguatemi, com spread de 193 pontos (vs. média histórica de 354 pontos-base).

Os shoppings brasileiros hoje negociam com múltiplos P/FFO similares aos múltiplos internacionais (Estados Unidos, Austrália e Chile).

A preferência dos analistas do setor em base relativa é por Aliansce (ALSC3) e BR Malls (BRML3), considerando suas melhores TIR reais. Para ALSC3 possuímos rating outperform com valor justo de R$ 22,0/ação (potencial de valorização de 23%) para o final de 2018; Para BRML3 possuímos rating outperform com valor justo de R$ 15,0/ação (potencial de valorização de 15%) para o final de 2018.

Fonte: Itaú Corretora

161581 - pppadv -  26 Dez 2012, 17:28
Vendas em shopping centers crescem 6% no Natal e avançam 10% no ano

Por Letícia Casado | Valor
http://www.valor.com.br/empresas/2950824/vendas-em-shopping-centers-crescem-6-no-natal-e-avancam-10-no-ano

SÃO PAULO - As vendas nos shopping centers devem fechar o ano com crescimento de 10% em relação a 2011, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). O setor deve faturar R$ 123 bilhões no ano, considerando a abertura de 33 novos empreendimentos no país, em linha com a estimativa da entidade no começo do ano. No Natal, as vendas foram 6% maiores do que em 2011, resultado abaixo da expectativa inicial, que era de 7%.

O segmento de perfumaria e cosméticos apresentou maior crescimento nas vendas de Natal, de 14%, seguido por “joias e relógios”, com avanço de 13%. A venda de calçados subiu 8%, a de eletroeletrônicos, 6%, e a de vestuário, 5%. A comercialização de brinquedos, por sua vez, saltou 7% — o Natal é a segunda data mais importante para o segmento, concentrando 30% das vendas, atrás apenas do Dia das Crianças, que costuma representar 35% do volume anual.

No ano, os artigos de perfumaria e cosméticos também se destacaram, com avanço de 12%, mesma variação das vendas de brinquedos. O segmento de eletroeletrônicos também se destacou, com alta de 9%, impulsionada por televisores de tela fina, tablets e celulares. As vendas de calçados subiram 8% no ano e as de vestuário, 7%, estima a Alshop.

Segundo a entidade, cerca de dois terços das vendas anuais foram realizadas com cartões de crédito e débito, outros 15% com cartão próprio ou carnê de loja, 10% com cheque e 10% com dinheiro.

A Alshop leva dados junto a 150 empresas de varejo, que concentram 6.400 lojas em shoppings espalhadas pelo Brasil.
(Letícia Casado | Valor)

161341 - pppadv -  21 Dez 2012, 15:25
Fui lá conferir e tem um relatório de 26/11 que fala sobre o setor de shoppings:
http://www.pacpme.com.br/pacpme/web/arquivos/Conteudo_Publico_Empiricus__BEEF3_HRTP3_GOLL4_MRFG3_BRPR3__26NOV12.pdf

Shoppings: é só sortear o ticket?

Sobre a alta generalizada das ações e o que o 3T12 tem a dizer

Os resultados de terceiro trimestre das empresas de shopping center apontaram mais um período de forte crescimento de primeira linha (média de +25,6% YoY), apoiado em movimentos de M&A, bom desempenho das vendas dos lojistas e redução da inadimplência, que teve um repique no primeiro semestre do ano.
Mantenho a recomendação de compra para BR Malls, top pick do setor, que novamente mostrou crescimento acima da média e manteve-se como a maior margem dentre as listadas. Aliansce continua com expansão robusta dos principais financials e bom desempenho operacional - foi a única a reportar SSS de dois dígitos no período, enquanto Iguatemi continua com o pior resultado considerando os números recorrentes, que constam na tabela da próxima página.
Até o momento, o ano foi bom para as empresas de shoppings listadas em Bolsa. O mercado de fusões e aquisições permanece aquecido, bem como as vendas do varejo. No mercado acionário, as ações sobem na esteria da elevação na geração de caixa, com peg em consumo e real estate e alguma defensividade dada pelos contratos atrelados à inflação e o perfil de renda recorrente.
Até o momento, os papéis subiram de forma similar, na casa de 50% no ano: BR Malls (52%), Aliansce (58%), Mulitplan (53%) e Iguatemo (51%) - a exceção é Sonae Sierra, com valorização mais modesta de 29% no acumulado do ano.
A despeito do otimismo generalizado sugerido pela valorização dos papéis, vemos diferenças importantes entre as empresas. De fato, a veia de crescimento está presente em todos os cases, e as margens NOI são similares, sinalizando para um bom trabalho feito na gestão dos shoppings especificamente.
As diferenças começam na escala e porte. BR Malls é disparado o maior, o que se nota no maior ABL próprio (843,5 mil m2), ainda não contabilizando o shopping São Bernardo,inaugurado pouco após a divulgação de resultados, e no ebitda, o dobro do segundo maior, Multiplan (R$ 123 milhões de ebitda e 405 mil m2 de ABL). Escala importa nesse business, digno de elogios constatar que BR Malls conseguiu manter o crescimento nos últimos anos e atingir esse patamar sem abrir mão de rentabilidade, com a margem ebitda variando na casa de 80%.
Com o atual tamanho e presença geográfica em todas as regiões do país, temos em BRML uma companhia que conhece bem o mercado brasileiro, tem poder de fogo junto os varejistas e consegue extrair sinergias da presença de mais de um shopping em alguns mercados. Por outro lado, o portfólio com novos ativos recém adquiridos pressionou para baixo o desempenho das vendas mesmas lojas, o pior dentre as cinco (6,2%). Todo modo, o SSR, indicador tão ou mais importante, mostrou crescimento robusto de 9,0%, apoiando elevados leasing spreads.
Aliansce é uma boa novidade: também com gestão profissional, assim como BRML, a empresa carioca mudou de patamar este ano e tem mostrado disciplina na expansão de margens, conforme prometido pelo management.
Espero um número similar ao do terceiro trimestre para o consolidado do ano (~ 73% de margem ebitda). No momento, minha cautela está na elevada alavancagem, que deve ser enderaçada com o iminente follow on - ainda que a destinação de recursos esteja indicada para novos projetos de crescimento, vejo como insustentável a atual posição de 5x net debt/ebitda.
No quartil inferior temos Sonae Sierra, Multiplan e Iguatemi. De fato, SSBR3 teve bom desempenho mesmo já considerando os números gerenciais que usei nas tabelas (com exceção da margem NOI), que incorporam apenas a parte que cabe à empresa referente ao Shopping Parque Dom Pedro.
Os números consolidados trazem margem de 78%, mas com pouca aderência à realidade da companhia. Todo modo, vemos poucos drivers em Sonae para além dessa questão de disclosure: a empresa pouco participa do mercado de M&A, também tem crescimento lento do ABL via greenfields, que estão no pipeline mas não enchem os olhos.
Iguatemi teve os dois últimos trimestres de resultados ajudados pela venda do Shopping Boulevard Rio Iguatemi e do terreno adjacente, que inflaram os números, com margem ebitda superior a 100%. Corretamente, a companha informou ao mercado também os números recorrentes, utilizados na tabela.
De fato, há que se reconhecer o mérito no desinvestimento de um ativo que não fazia mais sentido no portfólio da empresa, feito a preços atrativos e impactando em R$ 108,2 milhões a linha de ebitda. A última linha cresceu 319%, chegando a R$ 128,9 milhões, e dinheiro não tem carimbo. Mas pensando no prognóstico futuro, continuo vendo falhas na estratégia de crescer via greenfields - uma empresa que escolhe esse caminho não pode ter atrasos nas obras e na inauguração como padrão - e o guidance para 2013 reforçou uma empresa que cresce menos e tem rentabilidade menor (mais uma vez o management fala em crescimento de 15%-20% da primeira linha e margem ebitda entre 70%-72%, o mesmo há quatro anos).
Boa notícia, a inadimplência recuou, assim como nas demais empresas, todas mostrando desaceleração no indicador.

159132 - pppadv -  03 Dez 2012, 23:11
Vendas dos shopping centers cresceram 5% em outubro
No acumulado do ano, o setor acumula expansão de 8,68%, na comparação com janeiro a outubro de 2011
Por Karla Santana Mamona 
|17h25 | 03-12-2012
http://www.infomoney.com.br/negocios/noticia/2626980/vendas-dos-shopping-centers-cresceram-outubro

SÃO PAULO - Os shopping centers registraram crescimento de 5% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2011, segundo revelou um levantamento divulgado pela Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) nesta segunda-feira (3).

No acumulado do ano, o setor acumula expansão de 8,68%, na comparação com janeiro a outubro de 2011.
loja shopping

Um dos destaques do mês, o décimo mês do ano, um dos destaques dos shoppings foi o segmento de lazer e entretenimento, principalmente os cinemas. No período, este segmento teve expansão de 12%, na comparação com o mesmo período de 2011.

Para a entidade, apesar de ter sido um ano com poucos lançamentos de bons filmes, o segmento acumula alta de quase 7% no faturamento em relação ao 2011.

Taxa de vacância
Os dados indicam ainda que em outubro, a taxa de vacância – percentual que representa a média dos espaços vagos nos centros de compras, ficou em 1,65%, o menor índice de 2012. De acordo com a Abrasce, esse baixo percentual mostra o crescimento consolidado do setor, que mantém a média de quase todos os seus espaços locados, mesmo com 24 inaugurações realizadas do início do ano até início de dezembro – até o final do ano serão 28 centros de compras inaugurados.

Para a superintendente da entidade, Adriana Colloca, a consolidação da indústria de shopping centers brasileira incentiva investimentos no setor. “Esses indicadores comprovam o quanto essa indústria cresce de maneira saudável. E 2013, deve ser ainda melhor com a inauguração de 48 shopping centers.”

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