São Carlos (SCAR)
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22003 de 2200723/Nov/2009 23:41 [Citar este comentário] 0
2
danielbeharComentários: 1522 - Desde: Jul 2007
Paulo_Prof
e demais colegas,
Já
comentamos esse ativo (SCAR3). Acho que os múltiplos, embora inflados por
fatores não-recorrentes, devem chamar a atenção dos investidores (calculados
pela minha planilha tabajara):
Confesso,
no entanto, que tenho alguma dificuldade de prever como serão os resultados da
empresa a partir do 4T09. Colho do site da companhia que o "negócio"
da São Carlos é:
"(...)
maximizar a receita de aluguel dos imóveis da empresa, o potencial de locação e
o valor do portfólio. A nossa estratégia de negócios inclui: o investimento em
novos imóveis comerciais; a reforma e manutenção dos imóveis que compõem a
nossa carteira; a otimização da administração condominial; e a venda dos
imóveis que já atingiram seu ponto máximo de maturação".
1)
Será que essas alienações que ocorreram esse ano podem ser classificadas como
não-recorrentes, já que faz parte do negócio vender imóveis em "seu ponto
máximo de maturação"?
2)
Ao adquirir novos imóveis, reformá-los, alugá-los e esperar pela dita "maturação",
a tendência, salvo melhor juízo, é que os múltiplos, durante um certo tempo,
não se mostrem tão atrativos. Faz sentido, nesse caso, analisar múltiplos
baseados nos últimos 12 meses, ou seria mais lógico analisar um período maior,
algo como 60 meses?
3)
Nessa linha de raciocínio, nesse tipo de empresa, onde o investidor deve fixar
seu olhar? Crescimento do patrimônio líquido?
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22033 de 2206024/Nov/2009 10:52 2 paulo_profComentários:
950 - Desde: Jul 2009
É
quase como se tratasse de duas empresas. Uma que aluga propriedades e outra que
compra, "viabiliza" e vende. Estimar os resultados do braço que aluga
não é difícil. Por outro lado, entretanto, não tenho a mínima idéia de como
fazer com o braço que compra e vende.
A
menos que esteja enganado, durante todo 2008 o braço que vende ficou inativo. A
última venda parece ter sido no 4T07. Como só voltou a vender no 2T09, passou
realmente 5 trimestres "em branco".
Dei
uma olhada rápida nos números do passado. Parece que esta política de
comprar/arrumar/vender é nova. Pelos números não dá para inferir que houve
vendas relevantes antes do 4T07. Para o futuro, à medida que a empresa faça uma
história em vendas, talvez seja possível efetuar alguma previsão.
No
que concerne os resultados do 4T09, acho que virão piores do que o 1T09 e/ou
4T08 por dois motivos: a) há menos m2 para alugar; e b) há despesas de reforma
da propriedade recém comprada. Se vier um lucro de R$ 11 milhões acho que já
estará de muito bom tamanho.
Nas
minhas contas super aproximadas, o braço que aluga seria capaz de gerar um
lucro anual recorrente de R$ 70 milhões. Isto corresponderia a um P/L de 13,7.
Se for considerado que o P/VPA = 1,6 não é lá estas coisas, o ativo estaria com
o preço bastante salgado. O braço vendedor de propriedades retira alguma renda
do braço que aluga. Digamos, uns R$ 10 milhões anuais. Para que o preço atual
do ativo possa ser considerado razoável, na minha opinião, o braço que
compra/vende teria que ser capaz de gerar um lucro anual recorrente de aprox.
R$ 50 milhões, ou seja,
lucro
anual médio recorrente com aluguéis: R$ 60 milhões
lucro
anual médio recorrente com compra/venda: R$ 50 milhões
24030
de 2403218/Dez/2009 22:46 [Citar este comentário] 0
3 DanielRodriguesComentários: 396 - Desde: Jul 2009
agressivo eu dei uma estudada em SCAR3, aparentemente os
mútiplos são maravilhosos, mas foram muito beneficiados pelos resultados do
3T09 (o lucro cresceu devido a receita com venda de imóveis).Não podemos
esperar esse resultado para os próximos trimestres.A empresa não apresenta
lucros constantes e o patrimonio líquido vem diminuindo nos últimos anos.Por
isso preferi não ter ela em carteira.
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28165 de 2818012/Fev/2010 12:35 [Citar este comentário] 1
4 paulo_profComentários: 1565 - Desde: Jul 2009
citação: rpianaAlguém comenta sobre a SCAR3. Estou pensando
em investir nela e para o meu conforto saiu a notícia abaixo. Os fundamentos
são bons ?
São Carlos e Brazilian Capital dividem conta
de R$ 270 milhões
SÃO PAULO - A São Carlos Empreendimentos e
Participações e a Brazilian Capital Companhia de Gestão de Investimentos
Imobiliários firmaram uma parceria para a aquisição e gestão da antiga sede do
Banco Real, localizada na avenida Paulista. O edifício fora adquirido pela
Brazilian Capital em 29 de janeiro que agora encontrou parceiro para dividir a
conta de R$ 270 milhões.
Pelos termos firmados entre as duas empresas,
a Brazilian Capital será contratada como consultora de investimentos de um
fundo a ser definido, que deterá 60% da propriedade. Já a São Carlos,
diretamente ou indiretamente, ficará com 40% do imóvel. Tais proporções também
indicam o valor a ser pago por cada empresa.
O acordo prevê ainda que a São Carlos será
contratada pelo condomínio como gestora patrimonial do imóvel, buscando
locatários e administrando contratos e recebimentos.
(Eduardo Campos |
Valor)http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/valor/2010/02/12/sao-carlos-e-brazi
lian-capital-dividem-conta-de-r-270-milhoes.jhtm
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52766 de 5279001/Nov/2010 14:03 [Citar este
comentário] 0
2 renato1631Comentários: 616 - Desde: Abr 2009
São Carlos anuncia aquisição
A São Carlos (SCAR3) anunciou a aquisição do complexo
“Centro Administrativo Santo Amaro (CASA)”, localizado na Marginal Pinheiros,
em São Paulo. O preço pago foi de R$ 165 milhões. Apesar de considerar a
aquisição positiva, assim como a indicação de que a empresa está voltando a
investir, o analista David Lawant lembra que a preferência fica com as ações de
BR Properties (BRPR3), que inclusive fazem parte de nossa carteira recomendada.
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54918 de 54955Modificado em 10/Nov/2010 23:55 [Citar este
comentário] 2
4 paulo_profComentários: 2993 - Desde: Jul 2009
Para o que possa servir, os múltiplos da SCAR3 baseados na
anualização dos últimos 9 meses são:
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 108,9%
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A São Carlos Empreendimentos é uma das principais empresas
de investimento e administração de imóveis comerciais do Brasil. Sua
especialidade é comprar o controle de imóveis ineficientes e baratos; fazer
intervenções pontuais e com investimento baixo, com o objetivo de maximizar a
geração de receita de aluguel e valor de mercado; e depois vender com boa
lucratividade. Atualmente o portfólio da companhia tem 38 imóveis comerciais,
aproximadamente 413 mil m2 de área locável e valor de mercado estimado em R$
2,26 bilhões. O foco da empresa é trabalhar principalmente com edifícios de
escritório localizados em São Paulo e Rio de Janeiro, e lojas de varejo.
2010 foi o melhor ano da companhia até hoje, tanto em
termos de compras de imóveis quanto em termos de rentabilidade. Neste ano a
companhia investiu R$ 446 milhões em aquisições – um volume recorde – e vendeu
9 lojas de varejo e um edifício de escritório, pelo total de R$ 68 milhões. A
análise da receita de locação dos próximos 12 meses em relação ao valor de
mercado do imóvel (cap rate), aponta que adquirimos imóveis em 2010 com cap
rate médio de 3º ano de 14,5%, e vendemos imóveis com cap rate médio de 10,9%
(o que equivale a dizer que compramos imóveis mais baratos do que efetivamente
vendemos). Estas vendas de imóveis em conjunto geraram lucro contábil de R$ 44
milhões para a Companhia em 2010. Continuamos apresentando resultados com
rentabilidade entre as mais altas do setor imobiliário no Brasil – as
margens NOI, EBITDA e FFO foram de 98%, 88% e 51% respectivamente, no 9M10. A
companhia apresenta atualmente uma situação financeira bastante confortável,
com saldo de caixa pro forma de R$ 315 milhões. Nos 12 meses anteriores a
Setembro de 2010 o portfólio de imóveis da São Carlos valorizou 25% sobre a
mesma base.
A despeito da perspectiva de aumento na taxa básica de
juros e do aumento na taxa de inflação no Brasil no início de 2011, acreditamos
que o cenário para o nosso segmento do mercado imobiliário e para a São Carlos
continuará favorável, principalmente devido à demanda por lajes corporativas em
geral mais forte do que a oferta disponível. A taxa IGP-M de inflação reajusta
praticamente todos os contratos de locação da São Carlos, mas reajusta apenas
10% dos financiamentos. Os vetores de crescimento da companhia são: (a) grande
capacidade de investimento e execução; (b) aumento da receita de locação nos
contratos que estão vencendo; e (c) expansão da área locável em determinados
imóveis. Continuaremos a trabalhar com uma estrutura bastante enxuta e focada,
buscando aumentar a margem EBITDA e a geração de caixa, gerando assim bons
retornos.
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121374
de 121384Modificado em 20/Mar/2012 09:15 [Citar este comentário] 1
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paulo_profComentários: 6041 - Desde: Jul 2009
multiplos
relativos aos pultimos 12 meses
DÍVIDA
BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 124,0%
taxas
anuais médias nominais de crescimento:
b) do
patrimônio líquido médio
Taxa de crescimento anual média
real do lucro líquido durante 3 anos para que o preço justo calculado pela
fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10% seja
50% superior ao preço atual: +45%
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129982
de 12999907/Mai/2012 22:21 1
paulo_profComentários: 6370 - Desde: Jul 2009
SCAR3
PREÇO:
R$ 31,70
PAYOUT
(2011): 28,0%
Múltiplos
relativos aos últimos 12 meses
P/L 17,34
P/VPA 2,40
PSR 5,10
DY 1,61%
EV/EBITDA 13,94
MARGEM
BRUTA 64,0%
MARGEM
OPERACIONAL 36,2%
MARGEM
LÍQUIDA 29,4%
LUCRO
POR AÇÃO R$ 1,828
MARGEM
EBITDA 52,8%
DÍVIDA
BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 136,4%
ROE 13,87%
LIQUIDEZ
CORRENTE 2,17
Taxas
anuais médias nominais de crescimento
a)
lucro líquido
UA 24,28%
U2A -11,89%
U3A 32,85%
b)
patrimônio líquido médio
UA 8,41%
U2A 11,65%
U3A 11,56%
Taxa
anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos
para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação
atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): +23,5%
Taxas
nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA
OPERACIONAL LÍQUIDA +27,09%
RESULTADO
BRUTO +30,1%
RESULTADO
FINANCEIRO NEGATIVO +11,09%
RESULTADO
OPERACIONAL +56,25%
RESULTADO
LÍQUIDO +73,20%
EBITDA
+29,81%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +12,2%
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