Ultimas recomendações do Fórum Small Caps

Small Caps:
Nos bancos: BGIP4, BBAS3, BNBR4, PINE4, DAYC4 e PRBC4;

Na construção civil: JHSF3, HBOR3, EZTC3 e ETER3;

Na elétricas: COCE3, GETI3, ELPL4, ENBR3, CEPE5 e EQTL3;

Nos serviços diversos: CGAS3, VLID3, VIVT3, CARD3, CIEL3, RDCD3 e SLED4.

Na indústria: WHRL3, TKNO4, GRND3, POMO3 e FRAS4.
============================================
Paulo Prof:
BBAS3, CGRA4, CIEL3, CSNA3, CTSA4, ENMA3B, ETER3, PDGR3, SAPR4, TIMP3, VALE5, VLID3, WHRL4

domingo, 11 de outubro de 2009

Siderúrgico


4619 de 5069 23/Abr/2009 23:55 0
NotwenCardozo Usuário Premium Comentários: 106 - Desde: Set 2008
"Para Link, o pior já passou para o setor siderúrgico"
Demanda no Brasil deve crescer a partir de abril; produção de aço na China e no Oriente Médio cresce em março
| 22.04.2009 | 17h9
Portal EXAME -
"A produção de aço continua apresentando fortes declínios anuais, mas na comparação mensal já sinaliza certa melhora em alguns países. A estagnação se manteve presente na maior parte do globo, mas China e Oriente Médio trouxeram um crescimento na produção, sinalizando que o pior pode ter ficado para trás."
"Conforme ressaltou a Link Investimentos, a produção chinesa cresceu 11,6% no último mês e atingiu uma estabilidade em relação ao ano anterior. A Cisa (China Iron & Steel Association), porém, ainda aposta em baixa de 8% na produção em 2009, o que, segundo a corretora, é uma estimativa muito pessimista."
"O ritmo do setor siderúrgico chinês já voltou aos níveis usuais observados antes das Olimpíadas. ""Boa notícia par ao mercado de minério de ferro, já que o gigante setor siderúrgico chinês parece estar se recuperando da crise"", explicou."
"No Brasil, um cenário menos nebuloso é esperado, com o primeiro trimestre marcando o pior período da crise para as empresas nacionais, na visão da equipe. A volta do crescimento da demanda é esperada a partir de abril, em especial com a manutenção e criação de medidas para estimular o consumo de automóveis, motos e linha branca."
"Por ora, os efeitos da crise ainda estão se fazendo sentir por aqui e a Link recomenda que os investidores se mantenham fora do setor siderúrgico brasileiro como um todo. Para a Vale, contudo, a recomendação é de compra, pois há a perspectiva de que os três primeiros meses do ano não tenham sido tão ruins quanto o último trimestre de 2008."
5290 de 580207/Mai/2009 20:03 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] paulorizzi Usuário PremiumComentários: 775 - Desde: Dez 2007
Nunca pensei que o setor de siderurgia estivesse tão mal ...
O ROE anualizado da Vilares que era de aprox. 40% até o 3T08 inclusive, caiu para 34% no 4T08 e despencou para 6,6% no 1T09.
O ROE anualizado da Gerdau (GGBR), que era de aprox. 23% até o 3T08 inclusive, despencou para 5% no 4T08 e sumiu de vez, para ridículos 0,6%, no 1T09.
A Metalurgica Gerdau saiu-se (um pouco) melhor: o ROE anualizado do 1T09 foi de 2%.
Dá para acreditar?
5295 de 5802Modificado em 07/Mai/2009 23:37 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] eurico22Comentários: 165 - Desde: Nov 2007
Pois é, Paulo.
Na Mineração, até que a Vale respirou um pouco com as exportações, né? Ainda assim, P/L anualizado de 13 não parece muito impressionante.
Usiminas eu não estava esperando uma retração muito grande, entre 25% e 30% do Lucro líquido. Mas eu ainda sou BEM inexperiente para essas projeções. E já vi gente bem pessimista aqui em MG mesmo.
A Ferbasa é um mistério, mas acho que não seria difícil um resultado fraco que empurrasse o P/L anualizado para a casa de 10.
5434 de 580211/Mai/2009 20:26 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] paulorizzi Usuário PremiumComentários: 775 - Desde: Dez 2007
citação: DiogoafonsoPaulo,
Apesar de nao ter saido todos os resultados ainda, em sua visao, qual setor deverá se valorizar nos proximos meses?
Eu vendi a maioria de minhas acoes, pensando que o mercado iria reagir negativamente com os resultados, porem nao foi isso que ocorreu. Possuo apenas BIC, PINE e EZTC no momento.
Qual ativo o senhor incluiria na minha carteira?
Obrigado!
Um dos setores que está mais deprimido é o da siderurgia ... Com os gringos operando forte no mercado, acho que USIM3 pode ser uma boa pedida. Eu não ficaria sem alguma coisa de FESA4 também. A reação definitiva do setor, entretanto, pode levar mais algum tempo.
7866 de 788228/Jun/2009 12:31 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] octacmComentários: 93 - Desde: Mai 2008
http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=1175048
Noticias sobre a fesa4
Indústria metalúrgica reage em ritmo lento
João Pedro Pitombo, do A TARDE
Haroldo Abrantes/Agência A TARDE
A Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa) está operando com 54% da sua capacidade
A Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa) está operando com 54% da sua capacidade
Redução de produção, desligamento de fornos, férias coletivas, demissões. O baque da crise financeira global foi forte no setor da metalurgia no Estado, que vem operando em baixa desde o último trimestre de 2008.
Nove meses após a eclosão da crise, as perspectivas de retomada de produção no setor ainda são pequenas. Para empresários, sindicalistas e entidades de classe, apesar de uma recuperação tímida na economia brasileira, a retomada da produção só deverá acontecer entre o último trimestre deste ano e o primeiro trimestre de 2010.
De acordo com o diretor-presidente da Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa), Geraldo Lopes, o mercado vem reagindo mês a mês, mas ainda está num patamar muito mais baixo do que no ano passado. Além disso, os baixos preços dos metais e derivados têm afetado diretamente a produção.
Na avaliação de Victor Ventin, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), a recuperação na Bahia deverá ser lenta. “Temos uma produção razoavelmente atrelada à exportação. Como houve uma queda de demanda nos mercados centrais, a tendência é que a nossa recuperação seja influenciada por estas economias”, explica Ventin, ressaltando que grande parte dos mercados de exportação da Bahia ainda estão em forte recessão.
Panorama – Operando com 54% da sua capacidade, a Ferbasa deverá reduzir ainda mais a produção, com o desligamento de mais um forno de ferro-cromo, a partir da próxima semana. Mas, segundo Geraldo Lopes, esta nova baixa será temporária, para ajuste estoque e manutenção das máquinas.
Lopes garante que, mesmo com o desligamento de mais um forno, não haverá demissões. Mas novas contratações, só a partir do ano que vem: “Por enquanto, vamos religar os fornos com pessoal que temos”. Segundo estimativa do Sindicato dos Metalúrgicos de Pojuca, Dias D’Ávila e região, cerca de 400 funcionários, entre próprios e terceirizados, foram demitidos desde o início do ano.
Outras empresas do setor que operam na Bahia, como a Gerdau e a RDM – Vale do Rio Doce, também sofrem com os efeitos da crise. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho, a Gerdau teve uma redução drástica no volume de produção, caindo de 38 mil toneladas por mês em setembro, para 10 mil toneladas em janeiro. O sindicato contabiliza 130 demissões. “Nos últimos meses, houve uma recuperação pequena na produção, mas ainda estamos longe do patamar pré-crise”, diz o presidente do sindicato, Genival Conrado.
Em nota, a Gerdau informa que a unidade “está operando normalmente”. Mas admite que “foram realizadas diversas ações para ajuste da produção, como antecipação de paradas de manutenção e férias”.
A RDM – Vale do Rio Doce também opera parcialmente. De acordo com informações do Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho, das três plantas da empresa, apenas uma está ativa. A estimativa do sindicato é que 400 trabalhadores tenham sido demitidos desde o início do ano. Procurada pela reportagem, a empresa não se posicionou oficialmente sobre o assunto.
Novelis – Instalada na Bahia há 37 anos, a indústria de chapas de alumínio Novelis, antiga Alcan, segue com a sua unidade de Candeias em funcionamento. A empresa havia ameaçado fechar as portas de fábrica há cerca de dois meses, por conta das perdas sofridas com a crise.
Em entrevista ao A TARDE em abril deste ano, o diretor de projetos especiais da Novelis, Paulo Lara, informou que a situação da da unidade era insustentável: “Na conjuntura atual, não temos condições de continuar operando. O preço de venda é muito menor do que os custos de produção, gerando prejuízos mensais de cerca de US$ 2 milhões”.
Procurada novamente pela reportagem, a empresa se limitou a emitir uma nota lacônica: “A Novelis afirma que continua buscando alternativas para a manutenção de suas atividades em Aratu, Bahia”.

18138 de 1828123/Out/2009 10:18 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] FOCKINKComentários: 990 - Desde: Jul 2009
produção global de aço caiu 0,6% em setembro na comparação com igual mês do ano passado, para 107 milhões de toneladas, informou a Associação Mundial de Aço. O dado é obtido a partir de informações de 66 países, que respondem por cerca de 85% do setor siderúrgico global. A China, maior fabricante mundial da matéria-prima (commodity), registrou crescimento de 28,7% de sua produção de aço em setembro em comparação com igual mês do ano passado, para 50,7 milhões de toneladas, 47% do total mundial. No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, a produção mundial de aço somou 866 milhões de toneladas, 16,4% menor que a de igual período do ano passado. As informações são da Dow Jones.

22475 de 2250127/Nov/2009 10:35 1 floripasempreComentários: 2014 - Desde: Jun 2007
08:56 CRISE PROVOCA EXCESSO DE AÇO NA CHINA
Pequim, 27 - A indústria siderúrgica da China opera atualmente com capacidade ociosa de 150 milhões a 200 milhões de toneladas, o
equivalente a seis vezes a produção total do Brasil. O colapso da demanda internacional e o aumento dos investimentos no país
agravaram ainda mais o problema, que também afeta os setores de alumínio, cimento, químicos, refino e energia eólica, revela estudo
divulgado ontem pela Câmara de Comércio da União Europeia na China, realizado em parceria com a consultoria Roland Berger.
O excesso de capacidade provocou a redução das margens de lucros das empresas, o encolhimento dos investimentos em pesquisa e
desenvolvimento e a maior dificuldade para pagar empréstimos bancários, disse o presidente da Câmara, Joerg Wuttke. Fora das
fronteiras do país, o desequilíbrio alimenta os conflitos com parceiros comerciais e deverá ampliar as medidas antidumping contra a
China em 2010, ressaltou.
A situação se agravou com o pacote de estímulo de US$ 585 bilhões anunciado pelo governo em novembro de 2008. No ano passado,
a China tinha capacidade para fabricar 660 milhões de toneladas de aço, mas produziu 500 milhões, das quais consumiu 470 milhões.
O setor siderúrgico continuará a crescer em 2009, apesar da previsão de que a demanda global pelo produto cairá cerca de 15%. Só
na primeira metade do ano, US$ 20,6 bilhões foram investidos na produção de aço. As autoridades de Pequim estimam que os
projetos em andamento acrescentarão mais 58 milhões de toneladas de capacidade nas siderúrgicas.
A China é a maior fabricante de aço do mundo, com cerca de metade da produção. Também é líder na produção de alumínio, setor que
deve fechar o ano com ociosidade de 33%, e cimento, onde a ocupação é de 78%. Como na siderurgia, as empresas desses
segmentos também enfrentam encolhimento nas margens de lucro.
Ontem o governo chinês anunciou a suspensão de todos os projetos de novas unidades de cimento que estavam em construção ou
seriam iniciadas até 30 de setembro. No ano passado, o país tinha capacidade para produzir 1,64 bilhão de toneladas de cimento,
mas fabricou 1,38 bilhão. Ainda assim, os investimentos no setor aumentaram 66% de janeiro a julho, para US$ 13 bilhões, que se
traduziram em 210 milhões de toneladas adicionais.
A União Europeia vai analisar a situação de seis setores que são alvo de medidas anunciadas pelo Conselho de Estado da China em
outubro, para enfrentar o excesso de capacidade. Mas a entidade ressalta que o problema existe em outras áreas. A indústria de
esmagamento de soja, por exemplo, opera com ociosidade de 52%.
Segundo Wuttke, o problema não é novo, mas era amenizado pela exportação do que não era absorvido internamente. O estudo indica
que existem estímulos poderosos para a ampliação do parque produtivo do país, como grande liquidez, alto nível de poupança e baixas
taxas de juros. Além disso, há distorções que impedem a ação das forças de mercado quando há queda da demanda. A mais evidente
é a ausência de falências das empresas estatais.
A poupança chinesa atingiu em 2009 o recorde de 53,2% do Produto Interno Bruto (PIB), um dos mais altos índices do mundo. A maior
parte desses recursos se transforma em investimentos. Desde o início desta década, o principal fator que alimentou a poupança
chinesa não foi a economia das famílias, mas a sobra de caixa das estatais, que não pagavam dividendos. A partir do ano passado
elas passaram a ser obrigadas a dar dividendos a seu principal acionista (o Estado), mas os valores ainda são muito baixos.
Em 2002, as corporações respondiam por 12,5 pontos porcentuais da poupança, que estava em 35,1% do PIB, enquanto as famílias
garantiam 16,3 pontos porcentuais e o governo, 6,3. Em 2006, a poupança foi de 50,7% do PIB, dos quais 28,3 pontos - mais da
metade - vieram das corporações. As famílias forneceram 15,4 pontos porcentuais e o governo, 7. As informações são do jornal O
Estado de S. Paulo.
(Cláudia Trevisan)
55888 de 5646616/Nov/2010 01:56 [Citar este comentário]  6
5 small caps Usuário PremiumComentários: 4293 - Desde: Fev 2007
Ilustres, esta é a principal razão para no momento não manter ações de siderúrgicas em carteira...

Abraços,
Small caps.

Conjuntura: Valorização do real amplia diferença de preços entre produtos brasileiros e de outros países
Aço importado entra no país custando até metade do nacional
Marta Watanabe | De São Paulo
16/11/2010

A maior valorização do real em relação ao dólar ampliou a diferença de preço entre os produtos siderúrgicos oferecidos por fabricantes nacionais e os importados. Os setores importadores relatam que produtos como vergalhões, fio-máquina e aços longos chegam ao país, já colocados no mercado nacional, com o custo do frete e impostos já pagos, 40% mais baratos do que os oferecidos pela indústria doméstica.

José Velloso Dias Cardoso, diretor de mercado interno da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), diz que 40% é a diferença de preço quando se compara o aço longo brasileiro com o que vem da Europa. "Com outros países a diferença é maior. O preço do fabricante nacional chega a ser o dobro do aço chinês."

yes

Com a diferença, as atenções se voltam ao fornecedor externo, seja de onde for. "Os grandes fabricantes de máquinas aumentaram a fatia de aço comprado do exterior e a importação só não é maior porque o fornecedor de fora ainda não é tão acessível às pequenas e médias empresas", diz Velloso.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) indicam que não é somente a indústria de máquinas que tem optado mais por fornecedores externos. De janeiro a setembro a importação brasileira de produtos siderúrgicos atingiu US$ 3,95 bilhões, quase o dobro dos US$ 2,06 bilhões desembarcados nos primeiros nove meses de 2009. Os produtos siderúrgicos representam 42,3% das importações totais do setor metalúrgico.

A indústria metalúrgica ainda tem superávit na balança comercial, mas o saldo positivo teve redução significativa este ano. Segundo dados do MDIC, o superávit do setor caiu de US$ 3,66 bilhões de janeiro a setembro de 2009 para US$ 689,7 milhões nos três primeiros trimestres de 2010. O setor metalúrgico foi responsável por 13% do aumento do déficit total da balança comercial da indústria de janeiro a setembro deste ano.

Segundo estimativas do Instituto Aço Brasil (IABr), que reúne fabricantes nacionais de aço, a taxa de penetração dos importados no consumo nacional de produtos siderúrgicos subiu para 20% de janeiro a agosto deste ano. Historicamente o índice varia entre 4% e 6%. Com a maior penetração do aço importado, o IABr tem levantado discussões sobre benefícios fiscais concedidos para a importação. A Secex mantém duas investigações em curso para pedido de medida antidumping. Uma é para prorrogar a aplicação da sobretaxa antidumping já existente para tubo de aço carbono originado da Romênia. O outro pedido é para aplicação do direito antidumping sobre laminados planos de baixo carbono e baixa liga vindos da Coreia do Norte, Coreia do Sul, Espanha, México, Romênia, Rússia, Taiwan e Turquia.

O IABr também chegou a questionar judicialmente a importação de vergalhões e pleiteou à Receita Federal a aplicação de mecanismos de valoração aduaneira para o desembaraço de produtos siderúrgicos. Importadores ouvidos pelo Valor não acreditam, porém, que a valoração atingirá volume considerável das importações. Procurado para comentar a diferença de preços entre os produtos siderúrgicos nacionais e os importados, o IABr não se pronunciou.

Rubson Lopes Nogueira, presidente da Cobraço, distribuidora de aço que representa a fabricante espanhola Celsa, diz que os preços dos produtos siderúrgicos no mercado internacional sempre foram mais atraentes, mas os fornecedores de fora ficaram mais acessíveis somente no cenário pós-crise.

"Quando os Estados Unidos e a Europa cresciam, os produtores de fora não se interessavam muito em vender aço em volumes menores", diz Nogueira. "Mas com a crise foi possível encontrar fornecedores de aço de qualidade que se dispunham a vender para nós e adequar-se às especificações técnicas exigidas pelo Brasil. Eles precisavam de novos mercados para tornar seu negócio viável."

No começo de 2009, conta Nogueira, a Cobraço começou a buscar parceiros para importação de vergalhão e fio-máquina, desembarques que se efetivaram somente este ano. Ele diz que o desembaraço de vergalhão chegou a ser alvo de ação judicial por parte do IABr, que questionou a certificação técnica do material importado. Nogueira não revela o volume de importação, mas diz que as compras do exterior devem continuar no próximo ano, com maior diversificação de produtos siderúrgicos. A Cobraço atualmente importa vergalhão para a construção civil e fio-máquina para pequenas e médias indústrias.

Segundo ele, no início do ano, a diferença de preço entre o produto nacional e o importado da Turquia e da Espanha chegava a 40%. Atualmente, diz, a diferença é menor, perto de 10%. "Não houve reajuste pelos fabricantes nacionais em julho e o preço de mercado caiu no segundo semestre", diz. Mesmo assim, diz, a Cobraço não pretende trocar imediatamente o aço comprado do grupo Celsa pelo fabricado no mercado interno. Para ele, é importante manter o canal das importações. "Se pararmos de importar, o preço do nacional vai voltar a subir."

O preço do aço medido pelo IGP-DI ainda acumula alta de 3,72% de janeiro a outubro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), lembra, porém, que a partir de junho o aumento de preços perdeu força e desde agosto apresenta variação negativa na ponta. O aço teve deflação de 0,38%, de 2,48% e de 1,51% nos meses de agosto, setembro e outubro, respectivamente.

Dentro do aço, alguns produtos específicos, como o vergalhão, por exemplo, tiveram quedas maiores de preços na ponta, o que faz a variação do ano ficar negativa em 3,18% no acumulado de janeiro a outubro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2009. As bobinas e chapas grossas de aço ou carbono, porém, somam ainda alta de 11,2% no acumulado até outubro, embora tenham tido queda de preço na ponta em setembro e outubro, de 3,08% e de 1,04%, respectivamente.

As variações medidas pelo IGP-DI, explica Quadros, refletem os preços do aço produzido no Brasil. Segundo ele, a redução de preços é resultado da pressão das importações no mercado interno. "Há evidências de que a demanda internacional de aço não está firme, o que resulta em queda de preços no mercado internacional." Essa redução, diz, combinada com o real valorizado em relação ao dólar, facilita as importações.

Também atraída pela redução de preço propiciada pelo câmbio, a Metal Mecânica Maia é um exemplo de como a importação de produtos siderúrgicos também está sendo realizada por empresas do próprio setor metalúrgico. A empresa fabrica tradicionalmente autopeças, além de estampados, aramados e gabinetes diversos.

Em 2009, a indústria, diz o seu diretor-administrativo-financeiro, Daniel Barreto, passou a produzir treliças, telas e vergalhões. Para isso, importou 10 mil toneladas de fio-máquina. Este ano, as importações de produtos siderúrgicos da metalúrgica somaram 35 mil toneladas distribuídas entre fio-máquina e vergalhões. A aposta numa nova linha de produção aconteceu como resultado de "uma convergência de fatores", diz Barreto.

A empresa, diz o diretor, opta por trazer fio-máquina da Turquia em vez de comprar no mercado interno em função da diferença de preço provocada pelo câmbio. No mercado interno, diz ele, a empresa pagaria perto de R$ 2,5 mil por tonelada do produto. A empresa importa por cerca de US$ 650 a tonelada.

Barreto diz que a nova linha demandou investimento. "Para se importar fio-máquina, por exemplo, é preciso comprar 3 mil toneladas para ser viável. Levando em conta o preço, já são US$ 2,1 milhões só para começar a brincadeira." Atualmente, porém, com o câmbio mais favorável, diz, alguns fabricantes têm conseguido compras em volumes menores por meio de tradings e distribuidoras. A importação da Metalúrgica Maia também foi alvo de ação judicial do IABr.
Análise Coin Valores
O setor de metalurgia tem presença bastante pulverizada em diversos outros setores da economia. Nesse contexto, as metalúrgicas, se confundem com siderúrgicas e até mesmo mineradoras (em virtude da similaridade das atividades), e conseguem aproveitar drivers de diversos mercados. Destacadamente, os setores industriais de bens de capital, bens de consumo duráveis, automotivo e infra-estrutura despontam como grandes demandantes de produtos metalúrgicos, afetando de maneira significativa o desempenho da metalurgia. Em 2010, mesmo com o fim de algumas medidas anticíclicas, impactando a demanda no mercado interno e desequilíbrios político – econômicos na Zona do Euro e EUA, afetando o consumo externo, os setores correlacionados a metalurgia, mantiveram a tendência positiva e registraram crescimento. Esse crescimento ficou explícito em alguns indicadores divulgados pelo IBGE que evidenciaram a forte expansão da atividade industrial no Brasil em 2010. A produção da indústria brasileira manteve trajetória ascendente e registrou alta de 11,8% no acumulado do ano até outubro. Além deste indicador, o nível de utilização de capacidade instalada atingiu níveis superiores a 80%, reforçando o cenário de aquecimento industrial. Todavia, para 2011 a conjuntura deverá ser de menor crescimento para a economia, dada a maior base de comparação, bem como maior pressão inflacionária. Desta forma, esperamos que o PIB industrial acompanhe o crescimento econômico interno e registre expansão de algo em torno de 4,6%. Na esteira de crescimento também se inclui dentre outros, o segmento automotivo, que deve encerrar 2010 com crescimento próximo a 10%. Para 2011, a demanda por veículos deve bater novo recorde, refletindo as tendências favoráveis para o mercado de trabalho, atividade econômica interna e prorrogação de algumas medidas de estímulo econômico. Por falar na prorrogação de incentivos, vale ressaltar que essa nova “validade” também beneficia setores como construção civil e bens de capital. Produtos como máquinas, veículos de carga e materiais de construção são importantes num momento em que é preciso garantir investimentos que mantenham o crescimento elevado. O prognóstico tanto para o segmento de bens de capital como de construção civil também é de crescimento no próximo ano, respaldados por necessidade de renovação do parque fabril, indicando boas perspectivas para a demanda de produtos metalúrgicos que deverão acompanhar o crescimento desses setores. Com relação ao setor de siderurgia, as perspectivas apontam expansão na produção mundial em 2011, normalização das importações para o mercado interno e crescimento (ainda que em menor ritmo) da produção chinesa. Esses fatores devem contribuir sobremaneira com a expansão da demanda de produtos metalúrgicos. Trabalhamos com um cenário de alta para os preços das commodities metálicas atreladas a dois fatores: (i) forte expansão econômica chinesa; (ii) déficit na oferta de vários metais para 2011. Porém, os desdobramentos da crise de crédito que se abate na Europa, e o processo de recuperação econômica dos EUA prometem elevação da volatilidade, representando risco para o custo das companhias deste setor ao longo do ano.
Análise Coin Valores
A siderurgia passou por maus momentos em 2010, contrastando com o ritmo da atividade econômica interna, principalmente quando analisamos a oferta mundial de aço e os custos para a produção do insumo. Como se não bastasse, a mudança no sistema de reajuste do minério de ferro (principal matéria prima na fabricação do aço) que deixou de ser anual e passou a ser trimestral, também pressionaram os custos de produção. Com isso, o cenário para siderurgia mundial caracterizou-se por uma sobreoferta ao longo de 2010. Segundo a World Steel Association, a produção mundial de aço cresceu 5,1% em novembro de 2010, comparando-se com o mesmo período do ano anterior. Assim, a oferta global de aço se recuperou para níveis anteriores a crise, fato que, combinado com a demanda no mercado desenvolvido ainda abaixo dos níveis pré-crise, estabeleceu uma limitação aos preços. Além da expansão da oferta mundial de aço, destacamos uma combinação de fatores nada interessante para o setor em 2010, caracterizada por um câmbio apreciado (desvalorização do dólar em relação a uma cesta de moedas), incentivos tributários à importação concedidos por 13 estados e especulação com os preços dos produtos siderúrgicos. A forte demanda interna e o aumento de competitividade do produto internacional (impulsionada pelos fatores anteriormente comentados) exerceram forte impacto sobre o aumento das importações. A parcela dos importados no consumo interno, que, de 2001 a 2009 foi em média, de 7%, atingiu 27% no acumulado do ano até outubro, em 2010. Quando falamos em aumento da presença de produtos siderúrgicos importados em território nacional e manutenção dos níveis de produção interna, invariavelmente nos referimos a aumento dos estoques de aço, e redução dos preços (descontos) dos produtos. Segundo dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), os estoques de aço atingiram nível próximo a quatro meses de venda em 2010 (sendo que o nível considerado normal é de 2,5 meses). Contudo, no médio/longo prazo acreditamos que se configurarão melhores condições para o desenvolvimento do setor siderúrgico no mercado doméstico, a começar pela perspectiva de que o processo de adequação dos estoques, ocorra a partir do primeiro trimestre de 2011, desencadeado pelo declínio das importações de aço. Segundo o Instituto Aço Brasil (IABr) as importações de produtos siderúrgicos devem cair em 2011. Tal queda deverá amparar-se majoritariamente em medidas de contenção das compras externas, tal como à recente medida governamental que arbitra um preço de referência para as mercadorias, com base no preço dos produtos de fabricação nacional que são exportados e o preço dos mesmos no mercado internacional. Trabalhamos com a perspectiva de aumento da produção mundial, para 2011 não havendo mudança do atual cenário de sobreoferta de aço. Desta forma não esperamos aumentos significativos no preço dos produtos siderúrgicos. Segundo previsões da Associação Mundial do Aço, a demanda mundial pela liga metálica deve atingir 1,34 bilhão de toneladas em 2011, representando alta de 5,3% em comparação com 2010. E adivinhe qual será o maior demandante?...China! A demanda por aço do país asiático deve crescer 3,5% A/A sendo responsável por 45% da demanda mundial. No mesmo sentido de crescimento, o consumo aparente nas Américas do Sul e Central deve subir 9,1% em 2011. Por outro lado, a demanda no mundo desenvolvido em 2011 é prevista como sendo 25% menor do que a verificada em 2007, em virtude das incertezas relacionadas ao aumento dos gastos do consumidor e empresas, bem como a continuidade do cenário de recuperação.

0 comentários:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Empresas

Veja os melhores Comentários do Forum do Small Caps

ABC Brasil (ABCB)

Arezzo (ARZZ)

Aços ALtona (EALT)

Aços Vilares (AVIL)

Aes Tiete (GETI)

Afluente (AFLU)

Agrenco (AGEN)

Alfa Financa (CRIV)

Alfa Invest (BRIV)

All (ALLL)

Alpagartas (ALPA)

Ambev (AMBV)

Amazônia (BAZA)

Agre (AGEI)

Anhanguera (AEDU)

Amil (AMIL)

Aliansce (ALSC)

Azevedo (AZEV)

B2W (BTOW)

Bahema (BAHI)

Banco do Brasil (BBAS)

Banco Indusval (INDL)

Banestes (BEES)

Battistela (BTLL)

Bardella (BDLL)

Barinsul (BRSR)

Baumer (BALM)

Bematech (BEMA)

Besc (BSCT)

BicBanc0 (BICB)

BMFBovespa (BVMF)

Banese (BGIP)

Braskem (BRKM)

Brasmotor (BMTO)

BR Brokers (BBRK)

BR Malls (BRML)

BR Insurance (BRIN)

Bradesco (BBDC)

Bradespar (BRAP)

BRF (BRFS)

Brookfield (BISA)

BRB Banco (BSLI)

Bombril (BOBR)

Brasil Telec (BRTO)

Brasil Agro (AGRO)

BR Properties (BRPR)

Cacique (CIQU)

Cambuci (CAMB)

CC Des Imob (CCIM)

CCR Rodovias (CCRO)

Ceb (CEBR)

Cedro (CEDO)

Celesc (CLSC)

Celpe (CEPE)

Cemig (CMIG)

Cesp (CESP)

Chiarelli (CCHI)

Cia Hering (HGTX)

Clarion (CLAN)

Coelce (COCE)

Cobrasma (CBMA)

Company (CPNY)

Comgás (CGAS)

Confab (CNFB)

Contax (CTAX)

Copasa (CSMG)

Copel (CPLE)

Coteminas (CTNM)

Cosan (CSAN)

CPFL Energia (CPFE)

CR2 (CRDE)

Cremer (CREM)

Cyre ON (CCPR)

Cyrela (CYRE)

CSN (CSNA)

CSU Cardsyston (CARD)

Cruzeiro do Sul
(CRCZ)

Cetip (CTIP)

Cielo (CIEL)

Cemar (ENMA)

Cosern (CSRN)

Celgpar (GPAR)

Daycoval (DAYC)

Dimed (PNVL)

DixieToga(DXTG)

Doc Imbituba (IMBI)

Dufray (DUFB)

Duratex (DTEX)

Direcional Engenharia (DIRR)

Dasa (DASA)

Elekeiroz (ELEK)

Elektro (EKTR)

Eletrobras (ELET)

Eletropaulo (ELPL)

Emae (EMAE)

Embraer (EMBR)

Encorpar (ECPR)

Energia do Brasil (ENBR)

Energisa (ENGI)

Equatorial (EQTL)

Estrela (ESTR)

Eternit (ETER)

Excelsior (BAUH)

Eucatex (EUCA)

Even (EVEN)

Eztec (EZTC)

Embratel (EBTP)

Estácio Part (ESTC)

Ecorodovias (ECOR)

Ferbasa (FESA)

Fer Heringer (FHER)

Fibam (FBMC)

Fibria (FIBR)

Fleury (FLRY)

Forja Taurus (FJTA)

Fras Le (FRAS)


Gafisa (GFSA)

Gazola (GASO)

General Shopping (GSHP)

Gerdau - GGBR

Globex (GLOB)

Gol (GOLL)

Gp
Investimentos (GPIV)

GPC Part (GPCP)

Gradiente (IGBR)

Grazziotin (CGRA)

Grendene (GRND)

Guararapes (GUAR)

Habitasul (HBTS)

Haga (HAGA)

Helbor (HBOR)

Hercules (HETA)

Hotéis Othon (HOOT)

Hypermarcas (HYPE)

HRT Petróleo (HRTP)

Ideiasnet (IDNT)

Ienergia (IENG)

Iguaçu Café (IGUA)

Iguatemi (IGTA)

INDS Romi (ROMI)

Inepar (INEP)

Inpar (INPR)

Investur (IVTT)

Iochpe-Maxion (MYPK)

ItauUnibanco (ITUB)

Itaúsa (ITSA)

Itautec (ITEC)

Irani Cel (RANI)

IMC (IMCH)

JB Duarte (JBDU)

JBS (JBSS)

Jereissati (MLFT)

JHSF Part (JHSF)

Josapar (JOPA)

João Fortes (JFEN)

Júlio Simões (JSLG)

Klabin Segall (KSSA)

Kepler Weber (KEPL)

Kroton (KROT)

Klabin (KLBN)

Karsten (CTKA)

Laep (MILK)

Le Lis Blanc (LLIS)

Light (LIGT)

LLX (LLXL)

Localiza (RENT)

Log-in (LOGN)

Lojas Americanas (LAME)

Lojas Renner (LREN)

Lupatech (LUPA)

Lopes Brasil (LPSB)

Magnesita (MAGG)

Mangels INDL (MGEL)

Marcopolo (POMO)

Marisa (AMAR)

Marisol (MRSL)

Marfrig (MRFG)

M Dias Branco (MDIA)

Medial Saúde (MEDI)

Mendes Junior (MEND)

Merc Brasil (BMEB)

MetalFrio (FRIO)

Metal Leve (LEVE)

Metisa (MTSA)

MG Poliest (RHDS)

Millenium (TIBR)

Minerva (BEEF)

Minupar (MNPR)

MMX Miner (MMXM)

Mont Aranha (MOAR)

MPX Energia (MPXE)

MRV (MRVE)

Magazine Luiza ON (MGLU3)

Mundial (MNDL)

Metal Iguaçu (MTIG)

Mills (MILS)

Mutiplus (MPLU)

Nadir Figueiredo (NAFG)

Natura (NATU)

Net (NETC)

Nord Brasil (BNBR)

Odontoprev (ODPV)

OHL Brasil (OHLB)

OSX Brasil (OSXB)

OGX Petróleo (OGXP)

Oi (OIBR)

Pão de Açúcar (PCAR)

Paranapanema (PMAM)

Par Al Bahia (PEAB)

Paraná (PRBC)

Panamericano (BPNM)

Petrobras (PETR)

Pettenati (PTNT)

Pine - PINE

Plascar (PLAS)

Porto Segur0 (PSSA)

Positivo (POSI)

Profarma (PFRM)

Providência (PRVI)

Pronor (PNOR)

Pet Manguinnhos (RPMG)

PortoBello (PTBL)

PDG Realt (PDGR)

Qualicorp (QUAL)

Randon (RAPT)

Recrusul (RCSL)

Renar (RNAR)

Renner Part (RNPT)

Riosulense (RSUL)

Rodobens (RDNI)

Rossi Resid (RSID)

Redecard (RDCD)

Rede Energia (REDE)

Redentor (RDTR)

Raia Drogasil (RADL)

Sabesp (SBSP)

Sanepar (SAPR)

Sansuy (SNSY)

Santander (SANB)

Santanense (CTSA)

São Martinho (SMTO)

Saraiva (SLED)

Savarg (VAGV)

Schlosser (SCLO)

Seb (SEBB)

Shulz (SHUL)

SLC Agrícola (SLCE)

Sofisa (SFSA)

Spring (SGPS)

Sulamerica (SULA)

Sultepa (SULT)

Starup (STRP)

Santos Brasil (STBP)

Suzano Papel (SUZB)

São Carlos (SCAR)

Souza Cruz (CRUZ)

Tectoy (TOYB)

Tegma (TGMA)

Tekno (TKNO)

Telebras (TELB)

Telemar (TNLP)

Telemar NL (TMAR)

Telemig Part (TMCP)

Telesp (TLPP)

Tempo (TEMP)

Tenda (TEND)

Terna Part (TRNA)

Tractebel (TBLE)

Tran Paulist (TRPL)

Trafo (TRFO)

Trisul (TRIS)

Triunfo Part (TPIS)

Tupy (TUPY)

Tarpon (TARP)

Tivit (TVIT)

Tecnosolo (TCNO)

Tecnisa (TCSA)

Tereos (TERI)

Tam (TAMM)

TOTVS (TOTS)

Tim Part (TIMP)

Trevisa (LUXM)

Telef Brasil (VIVT)

Time Four Fun (SHOW)

Ultrapar (UGPA)

Unipar (UNIP)

UOL (UOLL)

Usiminas (USIM)


Vale (VALE)

Valefert (FFTL)

Varig (VAGV)

Valid (VLID)

Vicunha Têxtil (VINE)

VCP (VCPA)

V-Agro (VAGR)

Weg (WEGE)

Wetzel (MWET)

Wiest (WISA)

Whirlpool (WHRL)

WLM Ind Com (SGAS)


Yara Fertilizantes (ILMD)



Setores

Alimentos

Aviação

Autopeças

Água e Saneamento

Bancário

Bebidas

Construção e Engenharia

Consumo e Comércio

Educacional

Elétrico

Embalagens

Financeiros

Fertilizantes

Holding

Industrial e Comércio

Máquinas e Equip

Madeira

Materiais Diversos

Mineração

Papel e Celulose

Petróleo e Gás

Químico

Rodoviário

Saúde

Siderúrgico

Sulcroalcoleiro

Tecnologia e Informática

Telefonia

Têxtil e Calçados

Transporte


Ações Boas pagadoras de dividendos
Ações de baixa liquidez
After Market
Análise Fundamentalista X Análise Técnica
Aplicação em Small Caps
Bandas de Bollinger
Beta
Blueship X Small Caps
Capital Social de uma empresa
Carteira
Carteira Small Caps
Cepac
Conceitos
Comentários do Livro
Como analiso uma ação
Comprar e Manter
Compra e Venda de Ações
Contratos negociados na BMF
Corretoras
Daytrade
Dividendos
Dividendos/Juros sobre Capital Próprio
Dividendo Yield (DY)
Empresa em Recuperação Judicial
Empresa P/L x P/VP
Ex-dividendos
Estocástico
Fazer Preço Médio ou com investir em outras ações com melhor probabilidade de recuperação
Fluxo de Caixa Descontado
Fundos ou Clubes de Investimentos
Fundos Imobiliários
Gerais
IFR ou RSI
Imposto de Renda
Investimento em ações no curto prazo
Investindo em ações a longo prazo
Investimento em Bolsas no Exterior
IOF estrangeiros
Livros
Lucros a apropriar
MACD
Média Móvel
Micos (turnaround)
O que me garante a compra de um papel em alta?
Operação Zé com Zé
Patrimônio Líquido
Preço/Lucro
Previdência Privada
Provisão de Devedores Duvidosos
PSR
Qual a melhor forma investir na bolsa?
Qual o valor mínimo para começar a investir?
Recomendações de Compra do SmallCaps
Recomendações
Recompra de Ações
Retirada de Custódia
ROE
Sistemas
Subscrição e Bonificação
Stop
Vencimento de Opções
Venda a Descoberto
Vender com prejuízos
Vender para abater IR ou fazer Preço Médio
VGV = Valor Geral Vendido
Volume de uma ação

O que é:
Aluguel de Ações (Dúvidas Links)
Desdobramento ou Split
Depósito Compulsório
Ebitda
Estocástico
Formadores de Mercado
Gap
Proventos
Redesconto
Subscrição
Swap Cambial

Voltar para: Palpites Ações

Forum do Small Caps


CLASSIFICAÇÃO POR CÓDIGOS

ABCB

AZEV

ACGU

AFLU

AGEN

ALLL

ALPA

AMIL

AMBV

ALSC

AVIL

ARZZ

AGEI
AMAR

AGRO

AEDU

BAHI

BALM

BAUH

BBAS

BBDC

BBRK

BDLL

BEEF

BEES

BEMA

BICB

BISA

BMTO

BPNM

BRAP

BRIV

BRKM

BRML

BRSR

BSCT

BTLL

BTOW

BVMF

BMEB

BGIP

BRPR

BSLI

BNBR

BOBR

BRIN

BAZA

BRTO

BRFS

CAMB

CBMA

CCHI

CCIM

CCPR

CCRO

CEBR

CEDO

CEPE

CESP

CGAS

CGRA

CIQU

CLAN

CLSC

CMIG

CNFB

COCE

CPFE

CPLE

CPNY

CRDE

CREM

CRIV

CSMG

CSNA

CARD

CTAX

CTIP

CTNM

CTSA

CRUZ

CYRE

CSRN

CRCZ

CTKA

CIEL

CMGR

DAYC

DASA

DROG

DUFB

DTEX

DXTG

DIRR

ECOD

EALT

ECPR

EKTR

ELEK

ELET

ELPL

EMAE

EMBR

ENBR

ENGI

EQTL

ESTR

ESTC

ETER

ECOR

EUCA

ENMA

EVEN

EZTC

EBTP

FBMC

FESA

FFTL

FHER

FIBR

FJTA

FRAS

FRIO

GASO

GFSA

GETI

GGBR

GLOB

GOLL

GPIV

GPCP

GRND

GSHP

GUAR

GPAR

HBTS

HAGA

HBOR

HETA

HGTX

HOOT

HYPE

HRTP

IDNT

IENG

IGBR

IGTA

IGUA

ILMD

IMBI

IMCH

INDL

INEP

INPR

ITEC

ITUB

ITSA

IVTT

JBDU

JBSS

JHSF

JOPA

JFEN

JSLG

KSSA

KEPL

KROT

KLBN

LAME

LEVE

LIGT

LLIS

LLXL

LOGN

LREN

LUPA

LPSB

LUXM

MAGG

MDIA

MEDI

MTIG

MTSA

MGEL

MILK

MLFT

MMXM

MNPR

MOAR

MPXE

MRVE

MNDL

MRFG

MRSL

MWET

MYPK

MEND

MPLU

MILS

MGLU3

NAFG

NATU

NETC

ODPV

OHLB

OSXB

OGXP

OIBR

QUAL

PCAR

PEAB

PFRM

PINE

PLAS

PMAM

PNOR

PNVL

POMO

POSI

PRBC

PDGR

PRVI

PSSA

PTNT

PTBL

PETR

RANI

RAPT

RCSL

RDCD

RDNI

RENT

RHDS

RPMG

RNAR

REDE

RNPT

RDTR

ROMI

RADL

RSID

RSUL

SANB

SAPR

SCLO

SEBB

SBSP

SFSA

SGAS

SGPS

SHUL

SLCE

SLED

SMTO

SNSY

SHOW

STRP

SULA

SULT

SUZB

STBP

TOYB

TBLE

TELB

TNLP

TEMP

TEND

TGMA

TIBR

TKNO

TMAR

TMCP

TLPP

TPIS

TRFO

TRIS

TRNA

TRPL

TUPY

TARP

TCNO

TAMM

TIMP

TOTS

UGPA

UNIP

UOLL

USIM

VALE

VINE

VAGV

VCPA

VIVT

VLID

VAGR

WEGE

WHRL

WISA

diHITT - Notícias sprintrade network