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domingo, 11 de outubro de 2009

Siderurgia e Metalurgia









348567  - paulo_prof  - 30 Mar 2018, 01:38
Citação: uqaz - Post #348565 - 29/Mar/2018 23:45
[...]
Só que fiquei pensando... existe uma siderúrgica mais voltada para o mercado interno, que seja mais afetada por ele como essas aí?
Acho que a seria a Usiminas, mas a fabricação de bens de capital é pequena. No que se refere o foco, o mercado externo representa menos de 15%. No último relatório informam que em 2017, a Receita Líquida foi composta por

a) mineração: interno = R$ 344 milhões e externo = R$ 180 milhões

b) siderurgia: interno = R$ 8.635 milhões e externo = R$ 1.346 milhões

c) transformação do aço: interno = R$ 2.496 milhões e externo = R$ 1 milhões

d) Bens de Capital: interno = R$ 287 milhões e externo = R$ 1 milhões

e) Ajustes: interno = - R$ 2.556 milhões e externo = 0

Há a tal da Panatlântica ... não sei que apito toca ... mas a liquidez é dose!

348525  - paulo_prof   -  29 Mar 2018, 21:27
Citação: celso araujo - Post #348452 - 28/Mar/2018 02:13
PAULO PROF
Na atual conjuntura economica, poderia citar empresas que ainda considere baratas nos atuais preços? Gostaria de estudar algumas indicações mais a fundo.
A atual conjuntura econômica é de incerteza ... eu acho que a probabilidade de elegermos um governo irresponsável é pequena, mas ... e vc?

A esquerda, bem como a extrema-direita de Bolsonaro, atrapalharam a proposta de reforma da previdência no que foi possível. Se houver um 2o. turno entre a esquerda e a extrema-direita, quais são as perspectivas de se reformar a previdência. Qual será a credibilidade do eleito para liderá-la. Quando o outro quer fazer sou contra e faço questão de atrapalhar ... quando eu vou fazer, quero que todos me ajudem?

Sem uma reforma da previdência suficientemente abrangente, não vejo como o governo equilibrar as contas. Quando não se consegue equilibrar as contas, as situações do Brasil no final do governo Diulma, do Rio, Minas e Rio Grande do Sul estão aí para ilustrarem as consequências.

Eu acho/espero/rezo para que não tenhamos que escolher entre populismos de esquerda e de direita. E se o centro (qualquer que seja) levar, acho que o ciclo (crescimento, inflação, etc) será virtuoso.
[...]

161258 - marcelio2 -  20 Dez 2012, 23:04
Ativos de alumínio e níquel da Vale desvalorizaram em US$ 4,2 bilhões

Baixas ocorreram devido a problemas com dois fornos de Onça Puma e redução do valor de mercado de ativos na Noruega

Por Lara Rizério |20h22 | 20-12-2012 A A A

SÃO PAULO - A Vale (VALE3;VALE5) anunciou nesta quinta-feira (20) uma baixa de US$ 4,2 bilhões nos ativos de alumínio e níquel, que impactarão o resultado da companhia no quarto trimestre de 2012. A empresa concluiu a avaliação anual de Onça Puma e dos ativos de alumínio na Noruega, implicando no reconhecimento do "impairment" antes dos impostos, com impacto negativo no resultado contábil no quarto trimestre de 2012, informou a companhia em comunicado ao mercado.

De acordo com a companhia, os problemas com dois fornos de Onça Puma determinaram a paralisação total de suas operações de ferro-níquel desde junho de 2012. Depois de analisar o caso, a Vale optou por reconstruir um dos fornos, com custo de cerca de US$ 188 milhões em 2013, planejando a retomada da operação para o quarto trimestre de 2013.

Com isso e também diante da atual situação de mercado para ferro-níquel, a valoração de Onça Puma determinou a necessidade de reconhecimento de impairment antes de impostos de US$ 2,848 bilhões, informou a companhia. O valor contábil de Onça Puma era de US$ 3,778 bilhões em 30 de setembro de 2012.

Incertezas macroeconômicas

A Vale ressaltou que, com a volatilidade dos preços do alumínio e as incertezas macroeconômicas sobre a economia na zona do euro contribuíram para que houvesse redução do valor de mercado da participação de 22% na Hydro ASA, produtora de alumínio da Noruega, a um nível inferior ao valor contábil de investimento.
Deste forma, com base nos preços das ações da Hydro em 30 de setembro de 2012, a companhia reconheceu impairment antes de impostos de US$ 1,3 bilhão, afetando o lucro no quarto trimestre.

De acordo com a companhia, os impairments anunciados não terão qualquer efeito no fluxo de caixa da Vale e serão tratados como itens excepcionais. A revisão anual de ativos será concluída em conjunto com a divulgação das demonstrações financeiras de 2012 em 27 de fevereiro de 2013.

160829 - alisonvm -  18 Dez 2012, 02:04
como se não bastasse as boas noticias da China.

PRODUÇÃO DE AÇO BRUTO DO BRASIL TEM MELHOR NOVEMBRO DESDE 2007
17 de dezembro de 2012 | 17h 22


Reuters
SÃO PAULO - A produção brasileira de aço bruto em novembro foi a maior para o mês desde 2007, impulsionada por um salto de dois dígitos no volume de produtos planos, usados em setores como veículos e máquinas e equipamentos, informou o Instituto Aço Brasil (IABr), nesta segunda-feira.

As 29 usinas do país produziram 2,843 milhões de toneladas de aço bruto no mês passado, 2,4 por cento acima do volume produzido em novembro de 2011. A produção do Brasil em novembro de 2007 foi de 2,871 milhões de toneladas, segundo a Associação Mundial de Aço (WSA).

Apesar disso, a produção de novembro ficou 9,8 por cento abaixo das 3,154 milhões de toneladas de outubro, que foi mais longo que o mês passado.

Com o desempenho de novembro, a indústria siderúrgica nacional acumula produção de 32,07 milhões de toneladas de aço bruto desde janeiro, 1,4 por cento menos que no mesmo período de 2011.

Em novembro, o IABr reduziu sua estimativa de 2012 para a produção brasileira de 36 milhões de toneladas, divulgada em junho, para 34,8 milhões, queda de 1,1 por cento sobre 2011. A capacidade instalada de produção de aço do país é de cerca de 48 milhões de toneladas por ano.

O destaque em novembro foi para o segmento de aços laminados planos, cuja produção cresceu 23,2 por cento sobre o mesmo mês de 2011, para 1,33 milhão de toneladas, terceira maior marca do ano. Já a produção de longos, usados pela construção civil, recuou 5,6 por cento no mesmo período, a 850,7 mil toneladas.

As ações das produtoras de aços planos avançavam nesta segunda-feira. Usiminas mostrava ganho de 0,6 por cento, às 17h05, enquanto a CSN exibia valorização de 0,86 por cento. A Gerdau, maior produtora de aços longos das Américas, tinha queda de 0,2 por cento.

As vendas no mercado interno, enquanto isso, tiveram alta anual de 2,5 por cento em novembro, para 1,77 milhão de toneladas. Desse total, 954,5 mil toneladas foram de produtos planos, crescimento de 4,6 por cento sobre novembro de 2011.

Segundo o IABr, as exportações tiveram queda anual de 2,8 por cento em novembro, para 788,5 mil toneladas, mas cresceram 3,7 por cento no comparativo mensal. As vendas externas de laminados planos mais que dobraram para 221 mil toneladas, em meio a um cenário de desvalorização do real contra o dólar dos últimos meses.

Enquanto isso, as importações caíram a 279 mil toneladas de aço em novembro, volume 16,3 por cento abaixo do registrado um ano antes. No acumulado de janeiro ao mês passado, o Brasil importou 3,5 milhões de toneladas de produtos siderúrgicos, 2,7 por cento mais que no mesmo período de 2011, segundo o IABr.

Até o final do primeiro semestre, o volume importado estava 14 por cento maior que o registrado um ano antes. Desde então, o governo tomou medidas para conter a importação direta e indireta de aço (como aço contido em veículos), instituindo medidas como aumento de tarifas de importação.
(Por Alberto Alerigi Jr.)

Análise Coin Valores
O setor de metalurgia tem presença bastante pulverizada em diversos outros setores da economia. Nesse contexto, as metalúrgicas, se confundem com siderúrgicas e até mesmo mineradoras (em virtude da similaridade das atividades), e conseguem aproveitar drivers de diversos mercados. Destacadamente, os setores industriais de bens de capital, bens de consumo duráveis, automotivo e infra-estrutura despontam como grandes demandantes de produtos metalúrgicos, afetando de maneira significativa o desempenho da metalurgia. Em 2010, mesmo com o fim de algumas medidas anticíclicas, impactando a demanda no mercado interno e desequilíbrios político – econômicos na Zona do Euro e EUA, afetando o consumo externo, os setores correlacionados a metalurgia, mantiveram a tendência positiva e registraram crescimento. Esse crescimento ficou explícito em alguns indicadores divulgados pelo IBGE que evidenciaram a forte expansão da atividade industrial no Brasil em 2010. A produção da indústria brasileira manteve trajetória ascendente e registrou alta de 11,8% no acumulado do ano até outubro. Além deste indicador, o nível de utilização de capacidade instalada atingiu níveis superiores a 80%, reforçando o cenário de aquecimento industrial. Todavia, para 2011 a conjuntura deverá ser de menor crescimento para a economia, dada a maior base de comparação, bem como maior pressão inflacionária. Desta forma, esperamos que o PIB industrial acompanhe o crescimento econômico interno e registre expansão de algo em torno de 4,6%. Na esteira de crescimento também se inclui dentre outros, o segmento automotivo, que deve encerrar 2010 com crescimento próximo a 10%. Para 2011, a demanda por veículos deve bater novo recorde, refletindo as tendências favoráveis para o mercado de trabalho, atividade econômica interna e prorrogação de algumas medidas de estímulo econômico. Por falar na prorrogação de incentivos, vale ressaltar que essa nova “validade” também beneficia setores como construção civil e bens de capital. Produtos como máquinas, veículos de carga e materiais de construção são importantes num momento em que é preciso garantir investimentos que mantenham o crescimento elevado. O prognóstico tanto para o segmento de bens de capital como de construção civil também é de crescimento no próximo ano, respaldados por necessidade de renovação do parque fabril, indicando boas perspectivas para a demanda de produtos metalúrgicos que deverão acompanhar o crescimento desses setores. Com relação ao setor de siderurgia, as perspectivas apontam expansão na produção mundial em 2011, normalização das importações para o mercado interno e crescimento (ainda que em menor ritmo) da produção chinesa. Esses fatores devem contribuir sobremaneira com a expansão da demanda de produtos metalúrgicos. Trabalhamos com um cenário de alta para os preços das commodities metálicas atreladas a dois fatores: (i) forte expansão econômica chinesa; (ii) déficit na oferta de vários metais para 2011. Porém, os desdobramentos da crise de crédito que se abate na Europa, e o processo de recuperação econômica dos EUA prometem elevação da volatilidade, representando risco para o custo das companhias deste setor ao longo do ano.



55888 - small caps - 16/Nov/2010 01:56
Ilustres, esta é a principal razão para no momento não manter ações de siderúrgicas em carteira...

Conjuntura: Valorização do real amplia diferença de preços entre produtos brasileiros e de outros países
Aço importado entra no país custando até metade do nacional
Marta Watanabe | De São Paulo
16/11/2010

A maior valorização do real em relação ao dólar ampliou a diferença de preço entre os produtos siderúrgicos oferecidos por fabricantes nacionais e os importados. Os setores importadores relatam que produtos como vergalhões, fio-máquina e aços longos chegam ao país, já colocados no mercado nacional, com o custo do frete e impostos já pagos, 40% mais baratos do que os oferecidos pela indústria doméstica.

José Velloso Dias Cardoso, diretor de mercado interno da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), diz que 40% é a diferença de preço quando se compara o aço longo brasileiro com o que vem da Europa. "Com outros países a diferença é maior. O preço do fabricante nacional chega a ser o dobro do aço chinês."

yes

Com a diferença, as atenções se voltam ao fornecedor externo, seja de onde for. "Os grandes fabricantes de máquinas aumentaram a fatia de aço comprado do exterior e a importação só não é maior porque o fornecedor de fora ainda não é tão acessível às pequenas e médias empresas", diz Velloso.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) indicam que não é somente a indústria de máquinas que tem optado mais por fornecedores externos. De janeiro a setembro a importação brasileira de produtos siderúrgicos atingiu US$ 3,95 bilhões, quase o dobro dos US$ 2,06 bilhões desembarcados nos primeiros nove meses de 2009. Os produtos siderúrgicos representam 42,3% das importações totais do setor metalúrgico.

A indústria metalúrgica ainda tem superávit na balança comercial, mas o saldo positivo teve redução significativa este ano. Segundo dados do MDIC, o superávit do setor caiu de US$ 3,66 bilhões de janeiro a setembro de 2009 para US$ 689,7 milhões nos três primeiros trimestres de 2010. O setor metalúrgico foi responsável por 13% do aumento do déficit total da balança comercial da indústria de janeiro a setembro deste ano.

Segundo estimativas do Instituto Aço Brasil (IABr), que reúne fabricantes nacionais de aço, a taxa de penetração dos importados no consumo nacional de produtos siderúrgicos subiu para 20% de janeiro a agosto deste ano. Historicamente o índice varia entre 4% e 6%. Com a maior penetração do aço importado, o IABr tem levantado discussões sobre benefícios fiscais concedidos para a importação. A Secex mantém duas investigações em curso para pedido de medida antidumping. Uma é para prorrogar a aplicação da sobretaxa antidumping já existente para tubo de aço carbono originado da Romênia. O outro pedido é para aplicação do direito antidumping sobre laminados planos de baixo carbono e baixa liga vindos da Coreia do Norte, Coreia do Sul, Espanha, México, Romênia, Rússia, Taiwan e Turquia.

O IABr também chegou a questionar judicialmente a importação de vergalhões e pleiteou à Receita Federal a aplicação de mecanismos de valoração aduaneira para o desembaraço de produtos siderúrgicos. Importadores ouvidos pelo Valor não acreditam, porém, que a valoração atingirá volume considerável das importações. Procurado para comentar a diferença de preços entre os produtos siderúrgicos nacionais e os importados, o IABr não se pronunciou.

Rubson Lopes Nogueira, presidente da Cobraço, distribuidora de aço que representa a fabricante espanhola Celsa, diz que os preços dos produtos siderúrgicos no mercado internacional sempre foram mais atraentes, mas os fornecedores de fora ficaram mais acessíveis somente no cenário pós-crise.

"Quando os Estados Unidos e a Europa cresciam, os produtores de fora não se interessavam muito em vender aço em volumes menores", diz Nogueira. "Mas com a crise foi possível encontrar fornecedores de aço de qualidade que se dispunham a vender para nós e adequar-se às especificações técnicas exigidas pelo Brasil. Eles precisavam de novos mercados para tornar seu negócio viável."

No começo de 2009, conta Nogueira, a Cobraço começou a buscar parceiros para importação de vergalhão e fio-máquina, desembarques que se efetivaram somente este ano. Ele diz que o desembaraço de vergalhão chegou a ser alvo de ação judicial por parte do IABr, que questionou a certificação técnica do material importado. Nogueira não revela o volume de importação, mas diz que as compras do exterior devem continuar no próximo ano, com maior diversificação de produtos siderúrgicos. A Cobraço atualmente importa vergalhão para a construção civil e fio-máquina para pequenas e médias indústrias.

Segundo ele, no início do ano, a diferença de preço entre o produto nacional e o importado da Turquia e da Espanha chegava a 40%. Atualmente, diz, a diferença é menor, perto de 10%. "Não houve reajuste pelos fabricantes nacionais em julho e o preço de mercado caiu no segundo semestre", diz. Mesmo assim, diz, a Cobraço não pretende trocar imediatamente o aço comprado do grupo Celsa pelo fabricado no mercado interno. Para ele, é importante manter o canal das importações. "Se pararmos de importar, o preço do nacional vai voltar a subir."

O preço do aço medido pelo IGP-DI ainda acumula alta de 3,72% de janeiro a outubro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), lembra, porém, que a partir de junho o aumento de preços perdeu força e desde agosto apresenta variação negativa na ponta. O aço teve deflação de 0,38%, de 2,48% e de 1,51% nos meses de agosto, setembro e outubro, respectivamente.

Dentro do aço, alguns produtos específicos, como o vergalhão, por exemplo, tiveram quedas maiores de preços na ponta, o que faz a variação do ano ficar negativa em 3,18% no acumulado de janeiro a outubro deste ano, na comparação com o mesmo período de 2009. As bobinas e chapas grossas de aço ou carbono, porém, somam ainda alta de 11,2% no acumulado até outubro, embora tenham tido queda de preço na ponta em setembro e outubro, de 3,08% e de 1,04%, respectivamente.

As variações medidas pelo IGP-DI, explica Quadros, refletem os preços do aço produzido no Brasil. Segundo ele, a redução de preços é resultado da pressão das importações no mercado interno. "Há evidências de que a demanda internacional de aço não está firme, o que resulta em queda de preços no mercado internacional." Essa redução, diz, combinada com o real valorizado em relação ao dólar, facilita as importações.

Também atraída pela redução de preço propiciada pelo câmbio, a Metal Mecânica Maia é um exemplo de como a importação de produtos siderúrgicos também está sendo realizada por empresas do próprio setor metalúrgico. A empresa fabrica tradicionalmente autopeças, além de estampados, aramados e gabinetes diversos.

Em 2009, a indústria, diz o seu diretor-administrativo-financeiro, Daniel Barreto, passou a produzir treliças, telas e vergalhões. Para isso, importou 10 mil toneladas de fio-máquina. Este ano, as importações de produtos siderúrgicos da metalúrgica somaram 35 mil toneladas distribuídas entre fio-máquina e vergalhões. A aposta numa nova linha de produção aconteceu como resultado de "uma convergência de fatores", diz Barreto.

A empresa, diz o diretor, opta por trazer fio-máquina da Turquia em vez de comprar no mercado interno em função da diferença de preço provocada pelo câmbio. No mercado interno, diz ele, a empresa pagaria perto de R$ 2,5 mil por tonelada do produto. A empresa importa por cerca de US$ 650 a tonelada.

Barreto diz que a nova linha demandou investimento. "Para se importar fio-máquina, por exemplo, é preciso comprar 3 mil toneladas para ser viável. Levando em conta o preço, já são US$ 2,1 milhões só para começar a brincadeira." Atualmente, porém, com o câmbio mais favorável, diz, alguns fabricantes têm conseguido compras em volumes menores por meio de tradings e distribuidoras. A importação da Metalúrgica Maia também foi alvo de ação judicial do IABr.

18138 -  FOCKINK - 23/Out/2009 10:18
produção global de aço caiu 0,6% em setembro na comparação com igual mês do ano passado, para 107 milhões de toneladas, informou a Associação Mundial de Aço. O dado é obtido a partir de informações de 66 países, que respondem por cerca de 85% do setor siderúrgico global. A China, maior fabricante mundial da matéria-prima (commodity), registrou crescimento de 28,7% de sua produção de aço em setembro em comparação com igual mês do ano passado, para 50,7 milhões de toneladas, 47% do total mundial. No acumulado dos nove primeiros meses deste ano, a produção mundial de aço somou 866 milhões de toneladas, 16,4% menor que a de igual período do ano passado. As informações são da Dow Jones.

7866 -  octacm - 28/Jun/2009 12:31
http://www.atarde.com.br/economia/noticia.jsf?id=1175048
Noticias sobre a fesa4
Indústria metalúrgica reage em ritmo lento
João Pedro Pitombo, do A TARDE
Haroldo Abrantes/Agência A TARDE
A Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa) está operando com 54% da sua capacidade
A Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa) está operando com 54% da sua capacidade
Redução de produção, desligamento de fornos, férias coletivas, demissões. O baque da crise financeira global foi forte no setor da metalurgia no Estado, que vem operando em baixa desde o último trimestre de 2008.
Nove meses após a eclosão da crise, as perspectivas de retomada de produção no setor ainda são pequenas. Para empresários, sindicalistas e entidades de classe, apesar de uma recuperação tímida na economia brasileira, a retomada da produção só deverá acontecer entre o último trimestre deste ano e o primeiro trimestre de 2010.
De acordo com o diretor-presidente da Companhia de Ferro-Ligas da Bahia (Ferbasa), Geraldo Lopes, o mercado vem reagindo mês a mês, mas ainda está num patamar muito mais baixo do que no ano passado. Além disso, os baixos preços dos metais e derivados têm afetado diretamente a produção.
Na avaliação de Victor Ventin, presidente da Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb), a recuperação na Bahia deverá ser lenta. “Temos uma produção razoavelmente atrelada à exportação. Como houve uma queda de demanda nos mercados centrais, a tendência é que a nossa recuperação seja influenciada por estas economias”, explica Ventin, ressaltando que grande parte dos mercados de exportação da Bahia ainda estão em forte recessão.
Panorama – Operando com 54% da sua capacidade, a Ferbasa deverá reduzir ainda mais a produção, com o desligamento de mais um forno de ferro-cromo, a partir da próxima semana. Mas, segundo Geraldo Lopes, esta nova baixa será temporária, para ajuste estoque e manutenção das máquinas.
Lopes garante que, mesmo com o desligamento de mais um forno, não haverá demissões. Mas novas contratações, só a partir do ano que vem: “Por enquanto, vamos religar os fornos com pessoal que temos”. Segundo estimativa do Sindicato dos Metalúrgicos de Pojuca, Dias D’Ávila e região, cerca de 400 funcionários, entre próprios e terceirizados, foram demitidos desde o início do ano.
Outras empresas do setor que operam na Bahia, como a Gerdau e a RDM – Vale do Rio Doce, também sofrem com os efeitos da crise. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho, a Gerdau teve uma redução drástica no volume de produção, caindo de 38 mil toneladas por mês em setembro, para 10 mil toneladas em janeiro. O sindicato contabiliza 130 demissões. “Nos últimos meses, houve uma recuperação pequena na produção, mas ainda estamos longe do patamar pré-crise”, diz o presidente do sindicato, Genival Conrado.
Em nota, a Gerdau informa que a unidade “está operando normalmente”. Mas admite que “foram realizadas diversas ações para ajuste da produção, como antecipação de paradas de manutenção e férias”.
A RDM – Vale do Rio Doce também opera parcialmente. De acordo com informações do Sindicato dos Metalúrgicos de Simões Filho, das três plantas da empresa, apenas uma está ativa. A estimativa do sindicato é que 400 trabalhadores tenham sido demitidos desde o início do ano. Procurada pela reportagem, a empresa não se posicionou oficialmente sobre o assunto.
Novelis – Instalada na Bahia há 37 anos, a indústria de chapas de alumínio Novelis, antiga Alcan, segue com a sua unidade de Candeias em funcionamento. A empresa havia ameaçado fechar as portas de fábrica há cerca de dois meses, por conta das perdas sofridas com a crise.
Em entrevista ao A TARDE em abril deste ano, o diretor de projetos especiais da Novelis, Paulo Lara, informou que a situação da da unidade era insustentável: “Na conjuntura atual, não temos condições de continuar operando. O preço de venda é muito menor do que os custos de produção, gerando prejuízos mensais de cerca de US$ 2 milhões”.
Procurada novamente pela reportagem, a empresa se limitou a emitir uma nota lacônica: “A Novelis afirma que continua buscando alternativas para a manutenção de suas atividades em Aratu, Bahia”.

5434 - paulorizzi - 11/Mai/2009 20:26 
citação: DiogoafonsoPaulo,
Apesar de nao ter saido todos os resultados ainda, em sua visao, qual setor deverá se valorizar nos proximos meses?
Eu vendi a maioria de minhas acoes, pensando que o mercado iria reagir negativamente com os resultados, porem nao foi isso que ocorreu. Possuo apenas BIC, PINE e EZTC no momento.
Qual ativo o senhor incluiria na minha carteira?
Obrigado!
Um dos setores que está mais deprimido é o da siderurgia ... Com os gringos operando forte no mercado, acho que USIM3 pode ser uma boa pedida. Eu não ficaria sem alguma coisa de FESA4 também. A reação definitiva do setor, entretanto, pode levar mais algum tempo.

5295 - eurico22 - 07/Mai/2009 23:37
Pois é, Paulo.
Na Mineração, até que a Vale respirou um pouco com as exportações, né? Ainda assim, P/L anualizado de 13 não parece muito impressionante.
Usiminas eu não estava esperando uma retração muito grande, entre 25% e 30% do Lucro líquido. Mas eu ainda sou BEM inexperiente para essas projeções. E já vi gente bem pessimista aqui em MG mesmo.
A Ferbasa é um mistério, mas acho que não seria difícil um resultado fraco que empurrasse o P/L anualizado para a casa de 10.

5290 - paulorizzi - 07/Mai/2009 20:03
Nunca pensei que o setor de siderurgia estivesse tão mal ...
O ROE anualizado da Vilares que era de aprox. 40% até o 3T08 inclusive, caiu para 34% no 4T08 e despencou para 6,6% no 1T09.
O ROE anualizado da Gerdau (GGBR), que era de aprox. 23% até o 3T08 inclusive, despencou para 5% no 4T08 e sumiu de vez, para ridículos 0,6%, no 1T09.
A Metalurgica Gerdau saiu-se (um pouco) melhor: o ROE anualizado do 1T09 foi de 2%.
Dá para acreditar?

4619 - NotwenCardozo - 23/Abr/2009 23:55
"Para Link, o pior já passou para o setor siderúrgico"
Demanda no Brasil deve crescer a partir de abril; produção de aço na China e no Oriente Médio cresce em março
| 22.04.2009 | 17h9
Portal EXAME -
"A produção de aço continua apresentando fortes declínios anuais, mas na comparação mensal já sinaliza certa melhora em alguns países. A estagnação se manteve presente na maior parte do globo, mas China e Oriente Médio trouxeram um crescimento na produção, sinalizando que o pior pode ter ficado para trás."
"Conforme ressaltou a Link Investimentos, a produção chinesa cresceu 11,6% no último mês e atingiu uma estabilidade em relação ao ano anterior. A Cisa (China Iron & Steel Association), porém, ainda aposta em baixa de 8% na produção em 2009, o que, segundo a corretora, é uma estimativa muito pessimista."
"O ritmo do setor siderúrgico chinês já voltou aos níveis usuais observados antes das Olimpíadas. ""Boa notícia par ao mercado de minério de ferro, já que o gigante setor siderúrgico chinês parece estar se recuperando da crise"", explicou."
"No Brasil, um cenário menos nebuloso é esperado, com o primeiro trimestre marcando o pior período da crise para as empresas nacionais, na visão da equipe. A volta do crescimento da demanda é esperada a partir de abril, em especial com a manutenção e criação de medidas para estimular o consumo de automóveis, motos e linha branca."
"Por ora, os efeitos da crise ainda estão se fazendo sentir por aqui e a Link recomenda que os investidores se mantenham fora do setor siderúrgico brasileiro como um todo. Para a Vale, contudo, a recomendação é de compra, pois há a perspectiva de que os três primeiros meses do ano não tenham sido tão ruins quanto o último trimestre de 2008."

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