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quinta-feira, 9 de maio de 2019

Sid Nacional (CSNA)

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Balanços
1T2019 -
paulo_prof  -
No 1T19, mais uma vez, apareceu a receita não recorrente da valorização das ações da Usiminas. No que segue abaixo, o expurgo foi feito meio na base de conta de padeiro (a coisa é complicada no que concerne a estimativa do imposto, especialmente considerando que no tange o ativo de mineração, o negócio mais lucrativo, a participação da CSN não é dominante.
Como a empresa possui imóveis alugados, o seu endividamento e despesas financeiras cresceram por obrigações de leasing. Em contrapartida, houve aumento do ebitda.
Apesar de um bom crescimento da Receita Líquida e de um excelente crescimento do Resultado Bruto, a empresa postou prejuízo. A geração de caixa medida pelo ebitda, entretanto, teve ótima performance, mais do que o suficiente para cobrir o resultado financeiro negativo, as despesas de IR/CS, o capex e ainda sobrar algum para remunerar o acionista. O endividamento líquido no 1T19 diminuiu. Na minha opinião, entretanto, o nível de alavancagem é excessivo (4,02) e poderá chegar um momento de necessidade de aumento de capital, se não houver venda de ativos.
Salvo o que concerne o risco do alto endividamento, o ativo parece estar relativamente barato.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Mais uma vez, o resultado do 2T18 foi fortemente impactado por não recorrentes.
A Empresa contabilizou um Resultado Antes dos Impostos de R$ 554 milhões, sendo que R$ 540 milhões são em Outras Receitas Líquidas. Esta receita é principalmente constituída por R$ 1,15 bilhões de receita líquida referentes à venda da LLC nos EUA e uma despesa líquida de R$ 520 milhões referente à marcação a mercado das ações da Usiminas.
A grande variação cambial no trimestre custou R$ 548 milhões à empresa, líquida de hedge.
Finalmente, a empresa contabilizou uma RECEITA de IR/CS de R$ 635 milhões.
Moral da HIstória: o Lucro Líquido contabilizado, de R$ 1,16 bilhões, nem de longe retrata a performance operacional da empresa.
Se todos os eventos forem todos expurgados, ter-se-ia:
Resultado Antes dos Impostos Recorrente e sem variação cambial = 554 - 540 + 548 = R$ 562 milhões
Supondo uma incidência de IR/CS padrão, de 34%, obter-se-ia um Lucro Líquido = 562 * 0,66 = R$ 370 milhões.
Isto é um pouco superior (+32%) aos R$ 280 milhões médios recorrentes postados no 4T17+1T18. O lucro líquido recorrente nos últimos 12 meses aumentaria para R$ 1,16 bilhões, ou R$ 0,855/ação. Se este valor for mantido em termos reais para todo sempre, o valor intrínseco da ação sob as hipóteses usuais seria R$ 10,69.
Resumindo ... eu continuaria não pagando mais do que os R$ 10,00 informados acima.

1T2018 -
Paulo Prof -
O Resultado do 1T18 foi fortemente impactado pelo Ajuste ao Valor Justo das ações USIM que a CSN tem em carteira (107,2 bilhões de USIM3 e 111,1 bilhões de USIM5), num total de R$ 1,94 bilhões brutos.
Se esta "Receita de Ajuste" for expurgada, o resultado líquido cairia dos R$ 1,47 bilhões para aprox. R$ 200 milhões (para uma alíquota de IR/CS sobre o Ajuste ao Valor Justo das ações USIM de 65,7%).
Se o lucro líquido ajustado (expurgando os efeitos do ajuste) dos últimos 6 meses for anualizado, obtém-se um LPA de R$ 0,822 e se este LPA fosse mantido, em termos reais, o valor intrínseco do ativo seria algo em torno dos R$ 10,27.
A menos que esteja enganado, o preço médio do minério no 2T18 é sensivelmente menor do que aquele que vigorou no 1T18. Por outro lado, o dólar valorizou, de modo que pode-se considerar que o preço em reais permanecerá aprox. o mesmo. Quanto ao aço, acho que a valorização do dólar freará algo as exportações, beneficiando os produtores internos em volume. Os preços internos aumentaram recentemente, mas acho que o maior efeito só será sentido no 2o. semestre.
No que concerne a carteira de ações USIM, o preço da USIM3 é aprox. o mesmo verificado em 31MAR2018, mas a USIM5 está aprox. 16% mais barata. Se não reagir até o final do mês, puxará o resultado contábil da CSNA para baixo. Uma outra variável que deverá puxar o resultado para baixo é a exposição cambial líquida, de R$ 2,54 bilhões. A desvalorização de 8% do real, custará aprox. R$ 200 milhões adicionais em resultado financeiro.
Moral da história: o Ebitda dos próximos trimestres deve aumentar, um pouco, em relação aos R$ 1,2 bilhões gerados no 1T18, mas não espero um lucro trimestral médio, até o final do ano, sensivelmente superior aos R$ 280 milhões médios postados nos últimos dois trimestres. Em consequência, pelo menos no que tange os fundamentos, não vejo a CSNA3 valorizando expressivamente em relação ao preço atual. Eu não pagaria acima dos R$ 10,00 pelo ativo.

marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida no 1T18 totalizou R$5.066 milhões, valores 15% e 1% superiores aos auferidos no 1T17 e 4T17, respectivamente. A melhora no desempenho em comparação ao 4T17 ocorreu pelos reajustes de preços dos produtos siderúrgicos, enquanto no segmento de mineração a receita líquida permaneceu estável.; ENDIVIDAMENTO = Em 31/03/2018, a dívida líquida ajustada atingiu R$26.508milhões, enquanto a relação dívida líquida/EBITDA, calculada com base no EBITDA ajustado dos últimos doze meses, atingiu 5,82x. A elevação deve-se à valorização cambialque influencia a dívida denominada em dólar e à parcela relativa aos acionistas minoritários de dividendos relativos ao período de 2015 e2016da antiga subsidiária Nacional Minérios S.A. (incorporada pela CSN Mineração S.A.),pagos durante o 1T18.

A2017/4T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA = a receita operacional liquida tem mostrado EVOLUÇÃO nos últimos anos: 15.331 milhões em 2015, 17.148 milhões em 2016 e 18.524 milhões em 2017, da mesma forma ocorre com o RESULTADO BRUTO: 3.532 milhões em 2015, 4.508 milhões em 2016 e 4.928 milhões em 2017, ocorre que o RESULTADO LIQUIDO vem apresentando valores SOFRÍVEIS: 1.617 milhões em 2015, -934 milhões em 2016 (PREJUIZO) e 10 milhões em 2017 devido, principalmente, a um aumento expressivo nas DESPESAS OPERACIONAIS.

3T2016 -
marcosvinicius2  -
Empresa tem apresentado redução significativa na distribuição de proventos, houve aumento no PL comparando 3T15 X 3T16, mas com prejuízos nos 3 ultimos trimestres com pequena redução da Div. Bruta.
Características
Atua nos setores de mineração, siderurgia, logística, cimento e energia.
Links
361102  - paulo_prof  -  09 Mai 2019, 18:22
No 1T19, mais uma vez, apareceu a receita não recorrente da valorização das ações da Usiminas. No que segue abaixo, o expurgo foi feito meio na base de conta de padeiro (a coisa é complicada no que concerne a estimativa do imposto, especialmente considerando que no tange o ativo de mineração, o negócio mais lucrativo, a participação da CSN não é dominante.

Como a empresa possui imóveis alugados, o seu endividamento e despesas financeiras cresceram por obrigações de leasing. Em contrapartida, houve aumento do ebitda.

Apesar de um bom crescimento da Receita Líquida e de um excelente crescimento do Resultado Bruto, a empresa postou prejuízo. A geração de caixa medida pelo ebitda, entretanto, teve ótima performance, mais do que o suficiente para cobrir o resultado financeiro negativo, as despesas de IR/CS, o capex e ainda sobrar algum para remunerar o acionista. O endividamento líquido no 1T19 diminuiu. Na minha opinião, entretanto, o nível de alavancagem é excessivo (4,02) e poderá chegar um momento de necessidade de aumento de capital, se não houver venda de ativos.

Salvo o que concerne o risco do alto endividamento, o ativo parece estar relativamente barato.

CSNA3

PREÇO: R$ 13,98

PAYOUT (2018) 23,75% mínimo legal



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (resultados expurgados)

P/L 11,43
P/VPA 2,18
PSR 0,81
DY 2,06%
EV/EBITDA 7,07
MARGEM BRUTA 31,2%
MARGEM OPERACIONAL 7,7%
MARGEM LÍQUIDA 7,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,222
MARGEM EBITDA 26,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 327,1%
ROE 19,07%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,14


Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T18, nominal (resultados do exercício de 2018 expurgados)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +24,66%

RESULTADO BRUTO +49,57%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -39,96%

RESULTADO OPERACIONAL +390,56%

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA 39,02%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal (resultados expurgados)

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,55%

RESULTADO BRUTO 43,64%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +6,97%

RESULTADO OPERACIONAL +284,10%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO -79,411%

EBITDA +38,81%



c) lucro líquido, nominal

UA passou de negativo para positivo

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 20,66%

U2A 12,44%

U3A 12,21%



e) ebitda, nominal

UA 39,02%
U2A 16,37%
U3A 27,24%
U4A 10,80%
U5A 1,28%
U6A 6,58%
U7A 0,64%
U8A -0,50%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido expurgado dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 15,27

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido expurgado dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -2,0%

360200  - keep_calm - 05 Abr 2019, 22:57
CSN conclui operação com a Glencore.

A CSN (CSNA3) concluiu a operação de fornecimento de longo prazo de minério de ferro com a suíça Glencore, o qual envolve um pré-pagamento de U$500 milhões. Este acordo faz parte da estratégia de desalavancagem da Companhia.

356097 - christianklug -  21 Nov 2018, 15:34
Não vi o detalhe dos balanços, mas creio que não haja nenhum recorrente, visto a margem condiz com a empresa. Existe um problema da dívida muito alta, boa parte dela vencendo em 19, 20 e 21.

O caixa é pequeno em relação a divida e como a empresa é cíclica, existe algum risco, mas creio que vala o investimento.

Até pensei em investir, mas por hora vou me manter apenas da FESA4, no setor de siderurgia.

353234 - jparthur -  31 Ago 2018, 18:18
O Steinbruch nao é facil...... mas porque a CVM não tome providencias nesse caso. A empresa deveria ter sido penalizada e nada ate agora... pareça que ela lavou as maos .... então para que serve...

353233 - BenGraham  -  31 Ago 2018, 18:00
A CSN que não respeita os seus credores.

353232 - jparthur -  31 Ago 2018, 17:53
mais uma vez obrigado.... eu fiz uma reclamação na CVM... mas receio que nao serve para nada.... nesse processo perdemos financeiramente quase 7% .... mas o mais chocante e ver que a CVM nao toma nenhuma providencia contra a CSN..... imagina, como voce falou que a moda pega, ai vai virar anarquia no mercado.... o cara da dividendos, a cotaçao é diminuindo, e depois os dividendos sao cancelados.... as pessoas que vivem de dividendos vao ficar muito prejudicadas... enfim aqui é Brasil, nao tem respeito aos acionistas ... Imagine esse fato nos USA.... seria um escândalo e tanto, mas aqui.......

353225 - paulo_prof -  31 Ago 2018, 15:58
No fundo ... acho que dependerá do número de prejudicados e valor do prejuízo, desde que estes prejudicados tenham capacidade de fazer barulho ... para a empresa não vale a pena deixar que a m... seja jogada no ventilador. Se um grupo de prejudicados ameaçar a empresa de ir a justiça ou à CVM, sem dúvida ela vai se mexer. Individualmente, acho que vc pode agradecer a CSN por estar estudando o caso, mas se ela CSN não encontrar uma solução vc será obrigado a acionar a CVM.

353219 - jparthur -  31 Ago 2018, 14:23
obrigado pela reposta..... quer dizer que nao tenha o que fazer ??? ..... a CSN respondeu a meu email dizendo que esta estudando para ver como compensar, mas acho que vai ser dificil...

353216 - paulo_prof -  31 Ago 2018, 13:17
Não é a primeira vez ... não será a última. Felizmente, não é comum, porque se a moda pega ... já viu.

Quando proventos são anunciados, especialmente se forem extemporâneos, o ativo costuma valorizar porque ficou "grávido" destes proventos. No dia ex, cessado o direito, é evidente que o ativo deve, pelo menos em princípio, desvalorizar.

Quando, seja o motivo, a distribuição de proventos é cancelada, são prejudicados os que compraram o ativo antes do dia ex (tinham a expectativa de receberem os proventos) e aqueles que venderam entre o dia ex e a data de divulgação do cancelamento definitivo do provento, porque tinham a expectativa de receber os proventos anunciados.

Em princípio (aqui estou especulando), os investidores prejudicados poderiam tentar uma idenização na justiça. Não lembro, entretanto, de qualquer caso semelhante no passado. A responsável pelo prejuízo é a empresa, porque cancelou a distribuição dos proventos, provando que esta era de fato extemporânea, tendo sido decidida exclusivamente para acomodar as necessidades prementes do controlador. Ou seja, ao controlador não interessava resolver a pendência da liberação da distribuição dos proventos na justiça, porque a sua necessidade de grana (para resolver o seu problema com o Bradesco) era imediata.

353213 - jparthur -  31 Ago 2018, 05:27
Paulo_prof ... permite lhe fazer uma pergunta a respeito de um caso que aconteceu

No dia 23 a CSN pagou dividendos aos acionistas e no dia seguinte a BMF ajustou a cotação diminuindo da cotação do dia anterior o valor do dividendos

Mas ontem dia 29/08 a CSN anunciou o cancelamento dos mesmos visto que eles foram bloqueados por um juiz.

Nesse caso qual deveria ser o procedimento ? o valor da ação nao deveria ter sido aumentado do valor do dividendo ? ou então fica por isso e ponto.

Tem gente que que deve ter vendido as ações no dia seguinte acreditando que eles tinham ganha os dividendos e de repente nao os tem mais.

O senhor ja viu uma situação dessa antes ?

Agradeço o seu ponto de vista

352638 - paulo_prof  -  08 Ago 2018, 20:18
Mais uma vez, o resultado do 2T18 foi fortemente impactado por não recorrentes.

A Empresa contabilizou um Resultado Antes dos Impostos de R$ 554 milhões, sendo que R$ 540 milhões são em Outras Receitas Líquidas. Esta receita é principalmente constituída por R$ 1,15 bilhões de receita líquida referentes à venda da LLC nos EUA e uma despesa líquida de R$ 520 milhões referente à marcação a mercado das ações da Usiminas.

A grande variação cambial no trimestre custou R$ 548 milhões à empresa, líquida de hedge.

Finalmente, a empresa contabilizou uma RECEITA de IR/CS de R$ 635 milhões.

Moral da HIstória: o Lucro Líquido contabilizado, de R$ 1,16 bilhões, nem de longe retrata a performance operacional da empresa.

Se todos os eventos forem todos expurgados, ter-se-ia:

Resultado Antes dos Impostos Recorrente e sem variação cambial = 554 - 540 + 548 = R$ 562 milhões

Supondo uma incidência de IR/CS padrão, de 34%, obter-se-ia um Lucro Líquido = 562 * 0,66 = R$ 370 milhões.

Isto é um pouco superior (+32%) aos R$ 280 milhões médios recorrentes postados no 4T17+1T18. O lucro líquido recorrente nos últimos 12 meses aumentaria para R$ 1,16 bilhões, ou R$ 0,855/ação. Se este valor for mantido em termos reais para todo sempre, o valor intrínseco da ação sob as hipóteses usuais seria R$ 10,69.

Resumindo ... eu continuaria não pagando mais do que os R$ 10,00 informados acima.

351419 - Ricardo Borges -  21 Jun 2018, 20:13
Comentários sobre resultados (CSNA3, CMIG4, LOGN3, ETER3, OIBR4) e outras notícias

http://www.ricardoborges.com/noticias.htm

CSN (CSNA3) - EMBORA os lucros da empresa sejam altamente irregulares e deve piorar pois a empresa é extremamente endividada em dólar e a cotação deste subiu, o retorno que a empresa está oferecendo nos últimos 12 meses aos sócios é até bom, P/L de 7,93 e a ação não está cara em relação ao seu valor patrimonial com P/VPA de 1,59, MAS a empresa está extremamente alavancada com uma possível crise chegando, com Dívida Bruta / Pat Líq em 409% e a Dívida Liq / Ebit em 9.52. NÃO recomendo.

Ativo_145_LucroLiquido_3M_180621082828_S

Fonte: guiainvest.com.br

"O lucro líquido da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) somou R$ 1,486 bilhão no primeiro trimestre do ano, montante mais de 12 vezes superior ao registrado no mesmo intervalo do ano passado, quando o ganho foi de R$ 118 milhões. O salto no lucro é explicado pelo item outras receitas líquidas, que somou R$ 1,797 bilhão no período, ante uma perda de R$ 99,2 milhões no mesmo trimestre do ano anterior. Essa receita é advinda, principalmente, do ganho registrado pela valorização das ações da Usiminas, que passaram a ser reconhecidas, neste trimestre, pelo seu valor justo, por conta de entrada de vigor de nova norma contábil.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado chegou em R$ 1,242 bilhão, recuo de 7% ante o visto um ano antes e aumento de 3% ante o trimestre imediatamente anterior. A margem Ebitda atingiu 23,5% nos três primeiros meses deste ano, ante 28,7% no primeiro trimestre de 2017 e de 23% no intervalo de outubro a dezembro do ano passado." " (Fonte: Exame)

Link para a matéria completa do jornal para ser lida:

https://exame.abril.com.br/negocios/csn-ve-lucro-1...

Para quem desejar acompanhar as notícias econômicas e financeiras dos principais jornais nacionais:

http://www.ricardoborges.com/manchetes.htm

350787 - paulo_prof  -  05 Jun 2018, 20:49
O Resultado do 1T18 foi fortemente impactado pelo Ajuste ao Valor Justo das ações USIM que a CSN tem em carteira (107,2 bilhões de USIM3 e 111,1 bilhões de USIM5), num total de R$ 1,94 bilhões brutos.

Se esta "Receita de Ajuste" for expurgada, o resultado líquido cairia dos R$ 1,47 bilhões para aprox. R$ 200 milhões (para uma alíquota de IR/CS sobre o Ajuste ao Valor Justo das ações USIM de 65,7%).

Se o lucro líquido ajustado (expurgando os efeitos do ajuste) dos últimos 6 meses for anualizado, obtém-se um LPA de R$ 0,822 e se este LPA fosse mantido, em termos reais, o valor intrínseco do ativo seria algo em torno dos R$ 10,27.

A menos que esteja enganado, o preço médio do minério no 2T18 é sensivelmente menor do que aquele que vigorou no 1T18. Por outro lado, o dólar valorizou, de modo que pode-se considerar que o preço em reais permanecerá aprox. o mesmo. Quanto ao aço, acho que a valorização do dólar freará algo as exportações, beneficiando os produtores internos em volume. Os preços internos aumentaram recentemente, mas acho que o maior efeito só será sentido no 2o. semestre.

No que concerne a carteira de ações USIM, o preço da USIM3 é aprox. o mesmo verificado em 31MAR2018, mas a USIM5 está aprox. 16% mais barata. Se não reagir até o final do mês, puxará o resultado contábil da CSNA para baixo. Uma outra variável que deverá puxar o resultado para baixo é a exposição cambial líquida, de R$ 2,54 bilhões. A desvalorização de 8% do real, custará aprox. R$ 200 milhões adicionais em resultado financeiro.

Moral da história: o Ebitda dos próximos trimestres deve aumentar, um pouco, em relação aos R$ 1,2 bilhões gerados no 1T18, mas não espero um lucro trimestral médio, até o final do ano, sensivelmente superior aos R$ 280 milhões médios postados nos últimos dois trimestres. Em consequência, pelo menos no que tange os fundamentos, não vejo a CSNA3 valorizando expressivamente em relação ao preço atual. Eu não pagaria acima dos R$ 10,00 pelo ativo.

350658  - marcosvinicius2 -  02 Jun 2018, 13:35
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida no 1T18 totalizou R$5.066 milhões, valores 15% e 1% superiores aos auferidos no 1T17 e 4T17, respectivamente. A melhora no desempenho em comparação ao 4T17 ocorreu pelos reajustes de preços dos produtos siderúrgicos, enquanto no segmento de mineração a receita líquida permaneceu estável.; ENDIVIDAMENTO = Em 31/03/2018, a dívida líquida ajustada atingiu R$26.508milhões, enquanto a relação dívida líquida/EBITDA, calculada com base no EBITDA ajustado dos últimos doze meses, atingiu 5,82x. A elevação deve-se à valorização cambialque influencia a dívida denominada em dólar e à parcela relativa aos acionistas minoritários de dividendos relativos ao período de 2015 e2016da antiga subsidiária Nacional Minérios S.A. (incorporada pela CSN Mineração S.A.),pagos durante o 1T18.:

CSNA3
PREÇO: 7,70
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,65
P/VPA 1,53
PSR 0,56
DY 0,00%
EV/EBITDA 5,81
MARGEM BRUTA 26,03%
MARGEM OPERACIONAL 12,05%
MARGEM LÍQUIDA 7,28%
LUCRO POR AÇÃO 1,006
MARGEM EBITDA 32,53%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 409,23%
ROE 20,04%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,17

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 9,27%
RESULTADO BRUTO 1,85%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 20,61%
RESULTADO OPERACIONAL 578,47%
RESULTADO LÍQUIDO -2284,56%
EBITDA 61,42%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 14,83%
RESULTADO BRUTO 4,79%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 19,40%
RESULTADO OPERACIONAL 703,42%
RESULTADO LÍQUIDO 1618,86%
EBITDA 156,26%

c) lucro (taxa média anual)
UA -2284,56%
U2A 78,04%
U3A 82,04%

d) patrimônio líquido médio
UA 4,78%
U2A 9,60%
U3A 2,95%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,58
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -11% !!!!
[...]

348939  - marcosvinicius2 -  16 Abr 2018, 12:50
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA = a receita operacional liquida tem mostrado EVOLUÇÃO nos últimos anos: 15.331 milhões em 2015, 17.148 milhões em 2016 e 18.524 milhões em 2017, da mesma forma ocorre com o RESULTADO BRUTO: 3.532 milhões em 2015, 4.508 milhões em 2016 e 4.928 milhões em 2017, ocorre que o RESULTADO LIQUIDO vem apresentando valores SOFRÍVEIS: 1.617 milhões em 2015, -934 milhões em 2016 (PREJUIZO) e 10 milhões em 2017 devido, principalmente, a um aumento expressivo nas DESPESAS OPERACIONAIS:

CSNA3
PREÇO: 8,76
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 1183,29
P/VPA 1,73
PSR 0,66
DY 0,00%
EV/EBITDA 8,46
MARGEM BRUTA 26,60%
MARGEM OPERACIONAL 2,81%
MARGEM LÍQUIDA 0,06%
LUCRO POR AÇÃO 0,007
MARGEM EBITDA 23,95%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 419,94%
ROE 0,15%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,11

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 8,02%
RESULTADO BRUTO 9,30%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,33%
RESULTADO OPERACIONAL -190,19%
RESULTADO LÍQUIDO -101,10%
EBITDA 35,78%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 8,02%
RESULTADO BRUTO 9,30%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,33%
RESULTADO OPERACIONAL -190,19%
RESULTADO LÍQUIDO -101,10%
EBITDA 35,78%

c) lucro (taxa média anual)
UA -101,10%
U2A -92,03%
U3A -146,05%

d) patrimônio líquido médio
UA 6,31%
U2A 7,14%
U3A 0,78%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,09
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +164,5% !!!!
[...]

348598  - paulo_prof  -  31 Mar 2018, 23:09
Citação: cap7 - Post #348gi597 - 31/Mar/2018 18:02
Professor Paulo
Pegando um gancho na excelente matéria que U gas colocou aqui, CSNA3 se enquadraria como empresa no início da cadeia produtiva? Não valeria uma aposta no preço atual?
A Receita Líquida da CSN é aprox. igual, nos mercados interno e externo.

A CSN atua nos seguintes segmentos, com a receita líquida de 2017 dada entre parênteses

siderurgia: 70% (mercado interno = 7.818.552; mercado externo = 5.140.471)

mineração: 25% (mercado interno = 829.268; mercado externo = 3.791.703)

logística: 9% (só mercado interno = 1.654.852)

energia: 2% (só mercado interno = 407.671)

cimento: 3% (só mercado interno = 487.129)

corporativo + eliminações: -9% (mercado interno = -2.491.006; mercado externo = 885.961)

Em termos de ebitda ajustado, os resultados foram os seguintes

siderurgia: 45,6%

mineração: 41,9%

logística: 14,2%

energia: 2,4%

cimento: 0,3%


corporativo + eliminações: -4,4%

Como a margem ebitda do segmento mineração é sensivelmente maior do que aquela da siderurgia, a maior parte do ebitda no exercício foi gerada pelas operações externas. Em resumo, as boas condições da economia devem, sim, turbinar os resultados a serem obtidos no mercado interno, mas não se pode ignorar o mercado externo. Parece que as medidas do Trump em relação ao aço já impactaram negativamente o preço do minério. Por outro lado, há que se ver como a China se comportará diante uma provável redução das exportações de aço para os EUA ... Se resolver despejar o produto mundo afora, poderá afetar o mercado interno brasileiro.

338851  - CAP7   -  31 Mai 2017, 20:33
CSNA3 confesso que já ganhei muito dindin com este papel e sei que o senhor já "brincou" bastante com ele.
Desta forma, vejo o momento interessante para reiniciar posição.
Lucro liquido aumentando, preço do papel adequado, porém dívida alta, problemas com sócios e o próprio Beijamim....rss....
Creio que no preço atual, a margem de segurança é boa
Qual a sua opinião? vamos embarcar nessa? grinning

333023  - marcosvinicius2  -  25 Jan 2017, 14:13
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 4T07 X 1T08, 4T09 X 1T10 E 2T14 X 3T14 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
Empresa tem apresentado redução significativa na distribuição de proventos, houve aumento no PL comparando 3T15 X 3T16, mas com prejuízos nos 3 ultimos trimestres com pequena redução da Div. Bruta.

CSNA3
PREÇO: 12,41
PAYOUT (2015): 17,38%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,84
P/VPA 2,14
PSR 1,05
DY 1,35%
EV/EBITDA 7,42
MARGEM BRUTA 24,03%
MARGEM OPERACIONAL 14,13%
MARGEM LÍQUIDA 8,21%
LUCRO POR AÇÃO 0,967
MARGEM EBITDA 34,74%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 376,20%
ROE 16,64%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,24

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,61%
RESULTADO BRUTO 6,55%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -44,57%
RESULTADO OPERACIONAL -284,28%
RESULTADO LÍQUIDO -295,29%
EBITDA 52,50%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 12,97%
RESULTADO BRUTO 39,51%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -50,93%
RESULTADO OPERACIONAL -114,67%
RESULTADO LÍQUIDO -74,24%
EBITDA -23,53%

c) lucro (taxa média anual)
UA -295,29%
U2A ND
U3A -0,29%

d) patrimônio líquido médio
UA 47,89%
U2A 4,88%
U3A -2,46%

PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro:

Citação: PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro

PSBe = ((Patrimônio Líquido + Receita Líquida12m + Resultado ñ operacional12m + (Lucro12m - Resultado ñ operacional12m) * ( SE( OU(Margem Líquida=0 ; ABS(Margem Líquida)>1) ; 1 ; ABS(Margem Líquida) ^ (-7,65 * ABS(Margem Líquida)))) * Cotação unitária) / nº de ações

Sendo que;
SE(Cotação unitária;1;1000); Cotação unitária não é preço da ação, indica se o lote negociado representa 1 ação ou mil ações.
Margem Líquida de 12 meses e descontada do 'Resultado ñ operacional12m'


PSBe = 20,61; PSBe-TAG = 16,49/ON e ND/PN

VE PSBe = 28.601.315.000

VE PSBe-TAG = 22.881.051.000

Valor de Mercado = 17.219.200.000 em 23/01/2017

( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

322731 - Marasmo  -  08 Jun 2016, 12:23
Mais um aumento de preço do aço na CSN...

SÃO PAULO (Reuters) - A Companhia Siderúrgica Nacional está vendo espaço para implementar um aumento de 10 por cento nos preços de aço em junho, no terceiro reajuste consecutivo desde abril, apesar da recente queda nos preços da liga na China, afirmou o diretor comercial da empresa nesta quinta-feira.

"Fizemos aumento de preço em abril e maio para a distribuição. Com estes dois aumentos ... eu tenho espaço para mais um aumento em junho", disse o diretor comercial da CSN, Luis Fernando Martinez, durante teleconferência sobre os resultados da empresa no primeiro trimestre.

Segundo o executivo, apesar do recuo nos preços do aço na China nas últimas semanas, o diferencial de preços entre o mercado brasileiro e o internacional está da ordem de 5 a 10 por cento, o que justificaria um novo reajuste. Martinez afirmou que não vê problemas na implementação do terceiro aumento em junho e que a companhia vai buscar o mesmo nível de reajuste junto a clientes industriais.

Durante a teleconferência, o presidente-executivo da CSN, Benjamin Steinbruch, afirmou que a empresa deve melhorar suas margens nos próximos trimestres apoiada no reajuste dos preços e em um eventual início da recuperação da economia.

A companhia pretende investir este ano 45 por cento menos do que o desembolsado em 2015, 1,2 bilhão de reais, dos quais 500 milhões serão destinados para a conclusão em junho do forno de clínquer para produção de cimento na usina da empresa em Volta Redonda (RJ). "Temos uma perspectiva de melhora da economia e o cimento vai reagir rápido", disse Steinbruch.

O executivo afirmou que a empresa segue focada em reduzir o nível de endividamento, que no primeiro trimestre cresceu para 8,67 vezes o Ebitda, e que espera concluir até o final deste semestre venda de ativo que possa ajudar neste objetivo. Steinbruch, porém, não deu detalhes sobre o ativo que poderá ser vendido, embora um dos principais seja o terminal de contêineres em Sepetiba (RJ).

Fonte Reuters

175690 - dusteffen -  26 Mar 2013, 14:08
Sempre de olho em CSN...

Prévias da CSN trazem resultados pessimistas

Por Ivo Ribeiro e Vera Saavedra Durão | De São Paulo e Rio

Analistas de bancos e corretoras esperam um resultado fraco para a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) no quarto trimestre de 2012. A empresa ainda não definiu a data de publicação de seu balanço, a poucos dias de encerramento do prazo legal. A expectativa do mercado é que divulgue o resultado do último trimestre e do ano fechado até quinta-feira, dia 28, após o encerramento do pregão da BM&FBovespa.

As projeções compiladas pelo Valor com analistas cinco instituições financeiras - Goldman Sachs, Votorantim, Ágora, Credit Suisse e HSBC - apontam prejuízo médio no período de R$ 175 milhões. A estimativa do Goldman Sachs para o período é de um lucro líquido de R$ 43 milhões, enquanto a Votorantim Corretora prevê ganho de R$ 169,2 milhões. O relatório da corretora Ágora mostra resultado positivo de R$ 121 milhões.

Na contramão, pessimistas com o desempenho da CSN, estão os bancos Credit Suisse e HSBC, que estimam, respectivamente, prejuízos entre R$ 584 milhões e R$ 623 milhões.

O Goldman Sachs prevê receita líquida para a empresa de Benjamin Steinbruch de R$ 4,5 bilhões e Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 994 milhões. Com valor pouco abaixo, a Votorantim estima receita de R$ 4,24 bilhões no trimestre e Ebitda de R$ 813,6 milhões, com margem de 23,9%.

A projeção da Ágora, de R$ 121 milhões, significa uma queda de 85,2% em comparação aos R$ 817 milhões obtidos um ano antes. O relatório diz esperar melhores níveis de volumes na área de mineração devido à reestocagem das siderúrgicas chinesas no período e pela baixa produção dessa matéria-prima da China.

O volume estimado de venda é de 4,63 milhões de toneladas de minério de ferro, com queda de 31,9% em relação ao número do quarto trimestre de 2011. A corretora prevê que a CSN somente irá se beneficiar da recuperação de preços do minério e entregar melhores resultados no primeiro semestre de 2013.

No negócio aço, a Ágora prevê que a CSN atingiu venda de 1,56 milhão de toneladas, 30% acima do volume de um ano antes. O aumento se deve à aquisição da siderúrgica alemã de aços longos SWT no início (fim de janeiro) do ano passado, apta a fazer 1 milhão de toneladas por ano.

A receita líquida esperada pela Ágora é de R$ 4,32 bilhões no trimestre, 3,9% superior à de igual período em 2011. Já para o Ebitda, a estimava é de uma queda de 26,7%, para R$ 1,07 bilhão. Em função disso, a margem do resultado operacional seria de 24,8%, com queda de 10,3 pontos percentuais na comparação anual.

Em relatório, os analistas Alexander Hacking e Thiago Ojea, do Citi Research, projetam apenas o desempenho do Ebitda no quarto trimestre - R$ 1,1 bilhão, que representa retração de 26% na comparação anual. A margem operacional prevista é de 26%.

Segundo o banco, as vendas de minério de ferro devem permanecer estáveis na comparação trimestral, embora afetadas de forma positiva pelos preços maiores. Para este ano, os analistas do Citi rebaixaram o Ebitda da CSN a R$ 4,8 bilhões, contra a previsão anterior de R$ 5,3 bilhões.

Para o ano, Credit Suisse e HSBC preveem resultado negativo decorrente em grande parte da perda de R$ 1 bilhão no segundo trimestre devido à baixa contábil na reclassificação das ações da Usiminas no balanço. As estimativas para o Ebitda da companhia pelos dois bancos variam de R$ 4,17 bilhões (Credit Suisse) a R$ 4,87 bilhões (HSBC).

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/3060008/previas-da-csn-trazem-resultados-pessimistas

173116 - dusteffen -  15 Mar 2013, 10:30
Prefiro que a CSN não mande oferta...

15/03/2013 às 00h00
ThyssenKrupp só recebe uma oferta por CSA


Por Vera Saavedra Durão | Do Rio


Até este momento, o grupo alemão ThyssenKrupp só recebeu duas ofertas firmes de compra por seus ativos de aço nas Américas. Uma da Ternium, empresa do grupo Techint, pela Cia. Siderúrgica do Atlântico (CSA), no Brasil, e outra do consórcio ArcelorMittal / NipponSteel & Sumitomo, pela laminadora do Alabama, nos EUA. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), que mostrou interesse pelos dois ativos, segundo apurou o Valor, não entregou proposta ao grupo alemão.

A expectativa de fontes próximas às negociações é de que não está descartada uma prorrogação do prazo para a ThyssenKrupp fechar o negócio até o fim do primeiro semestre. O adiamento daria tempo para uma retomada das conversas com a CSN, cuja oferta pelos dois ativos estaria dependente de acerto com o BNDES, envolvendo empréstimo ou uma sociedade no negócio.

Procurada, a CSN informou que não comentaria o assunto.

O alongamento do prazo, no entanto, vai depender da pressa que o grupo alemão tem para vender os dois ativos. A direção da ThyssenKrupp disse no início de dezembro que quer finalizar todo o processo de venda até o fim do atual ano fiscal, que termina em 30 de setembro.

Um problema, segundo disse uma fonte, é que a proposta de compra da Ternium pela CSA é financeiramente pouco atrativa.

O processo de auditorias das duas usinas, iniciado em novembro, já se encerrou e as duas propostas vinculantes foram entregues em 22 de fevereiro. Dessa "due dilligence" participaram inicialmente seis interessados CSN, ArcelorMittal, Nucor, Ternium, Nippon Steel e US Steel.

Enquanto não avança o processo de venda da ThyssenKrupp Steel Americas, que controla a usina brasileira e a liminadora americana, a usina da CSA, situada em Santa Cruz, no Rio, ainda depende de autorização ambiental para operar a plena capacidade, informou Carlos Minc, secretário de Ambiente do Estado do Rio, ao Valor. Segundo ele, a usina trabalha hoje com uma licença de operação provisória, apta a rodar com 75% de sua capacidade.

Minc informou que a licença de operação definitiva só deverá ser concedida à siderúrgica nos próximos quatro meses, depois que ela cumprir 100% de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com 130 ítens, com aporte de recursos avaliado em R$ 100 milhões em ações antipoluentes, assinado com o Instituto Estadual do Ambiente (INEA), no ano passado. Esse TAC tinha por objetivo melhorar seu processo de produção.

Até agora, a CSA cumpriu 60% das medidas determinadas pelo TAC. A questão mais complexa desse grupo de medidas, que pôs um ponto final na "chuva de prata" emitida pela usina sobre o seu entorno, já foi resolvida, adiantou Minc. "A medida mais importante foi cumprida pela CSA. Trata-se do enclausuramento do poço de emergência, que originou a 'chuva de prata', uma nuvem de poeira de partículas de grafite".

O TAC foi feito por recomendação da consultoria internacional Conestoga Rovers, contratada pelo Inea, devido aos problemas ambientais ocorridos na CSA. O pior foi acidente conhecido como "chuva de prata", uma nuvem de poeira de grafite, que contaminou o ar ao redor da fábrica afetando a saúde dos moradores das comunidades do entorno do empreendimento.

A CSA informou ao Valor, em nota, que até 16 de abril vai concluir 123 ações do TAC, entre elas o sistema de despoeiramento dos poços de emergência (relevante), concluído em abril de 2012, e cuja eficácia foi comprovada pelo INEA. "A empresa está em momento de negociação com o INEA e SEA das condições e prazos para a concessão da licença de operação definitiva", diz a nota. A empresa diz ainda: "Atualmente, a CSA opera acima de 80% de sua capacidade e em contínua elevação seguindo a demanda de mercado e trabalha sem qualquer restrição das autoridades para atingir a capacidade máxima de 5 milhões de toneladas ao ano".

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/3046282/thyssenkrupp-so-recebe-uma-oferta-por-csa#ixzz

170887 -rodrigues3 -  06 Mar 2013, 21:28
06/03/2013 às 17h30
Techint e Usiminas têm mais chance de levar CSA, mostra pesquisa
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A possibilidade de a CSN comprar a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) atualmente é menor do que chance de a aquisição ser realizada pela ítalo-argentina Techint ou pela Usiminas, empresa cujo bloco de controle ela integra, mostra pesquisa realizada pelo banco de investimento Brasil Plural e divulgada hoje.

Foram consultados 38 investidores de 26 a 28 de fevereiro e, para eles, a probabilidade de uma união entre CSN e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) levar a usina é de 46%. Um consórcio de Techint e Usiminas ou a dona da Ternium sozinha têm cerca de 55% das projeções.

Em um estudo semelhante de outubro, a Brasil Plural mostrou que a companhia de Benjamin Steinbruch tinha 74% de chance de ficar com a CSA. Para a financeira, o mercado mostra que preferiria que a siderúrgica não comprasse o ativo, mas que a reação dos investidores, em geral, é de pessimismo exagerado em relação aos riscos.

A maioria dos entrevistados — quase 40% — prevê que a transação saia por entre US$ 1,5 bilhão e US$ 2 bilhões. Segundo fontes, a CSN ofereceu aproximadamente US$ 3,8 bilhões pela Steel Americas da ThyssenKrupp, que além da unidade brasileira agrupa ainda a usina de Calvert, no Estado americano do Alabama.

Expectativa para Vale

Quanto à Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, os investidores ouvidos pela Brasil Plural mostraram um otimismo que surpreendeu o banco. Quase 85% dos entrevistados acreditam que o novo marco regulatório da mineração trará tributos abaixo de 8% para o insumo, incluindo royalties e possíveis taxas de participação.

“Como a visão dos investidores apareceu em grande parte na melhor possibilidade para a Vale, nos perguntamos se há algum potencial de alta para a ação quando os números forem revelados”, pondera o relatório. Caso a proporção venha muito acima dessa expectativa, poderia também haver uma forte queda no preço dos papéis.

Sobre a contribuição referente ao lucro líquido conquistado pelas subsidiárias no exterior, o banco concorda com o mercado e acredita em um acerto que fique bem abaixo dos valores inicialmente propostos.

Na pesquisa, o Brasil Plural mostra que a maioria dos entrevistados — aproximadamente 45% — creem em um valor presente líquido para essa nova cobrança entre R$ 5 bilhões e R$ 10 bilhões. Apenas 5% preveem a chance de esse montante ultrapassar os R$ 20 bilhões.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/3034480/techint-e-usiminas-tem-mais-chance-de-levar-csa-mostra-pesquisa#ixzz2MnMiuSPW

168470 - PANICO2011  - 22 Fev 2013, 11:16
Siderurgicas agora vão quebrar de vez:
[...]
CSN
MINERAÇÃO
A mina própria de Casa de Pedra com reservas provadas e prováveis de mais de 1,6 bilhão de toneladas, fica localizada no município de Congonhas, em Minas Gerais e abastece a CSN com minério de ferro de alta qualidade, necessário à produção siderúrgica.

A partir de 2007, a CSN, com sua controlada em conjunto NAMISA, passou a comercializar minério de ferro no mercado transoceânico. A CSN administra ainda dois terminais portuários em Itaguaí (RJ), o Tecar, por onde é embarcado o minério de ferro para o mercado transoceânico e o terminal de contêiners, Sepetiba Tecon. Com a expansão da mina de Casa de Pedra, a CSN vem firmando sua posição como um importante player no mercado de minério de ferro sendo, em conjunto com a NAMISA, o segundo maior produtor nacional.

167544 - bravodelta -  18 Fev 2013, 14:28
CSN pode conseguir recuperar a CSA, diz Credit Suisse (Valor Econômico, B6)

Uma visão ´dissidente` do mercado mostra que a CSN pode fazer um bom negócio caso realmente consiga fechar a compra da Steel Americas, divisão da alemã ThyssenKrupp que reúne a CSA e uma usina de laminação de aço no Estado americano do Alabama, relata o Valor. A brasileira teria a capacidade de investir menos do que os analistas estão imaginando para tornar a CSA competitiva e teria até a possibilidade de usar seu próprio minério de ferro para a operação, cortando custos, diz o Credit Suisse. Os bancos em geral têm opinião divergente e creem que a transação seria ruim para a CSN. Ao menos desde setembro, suas ações já registram queda em torno de 15%. O mercado teme que o levantamento de recursos para a aquisição eleve demais a dívida da siderúrgica, que já é alta, e colocaria em risco os tetos de alavancagem em contratos de dívida - também elevados, segundo o balanço do terceiro trimestre. O próprio Credit Suisse admite que a relação entre endividamento líquido e Ebitda saltaria demais, para cerca de 4,6 vezes, com a operação. Entretanto, enquanto alguns analistas, como Jonathan Brandt, do HSBC, estimam em até 15 anos o tempo necessário para tornar a CSA um bom negócio, o banco suíço acredita que no máximo em dois anos a recuperação já estaria em bom ritmo, fazendo com que a compra valesse a pena.

167316 - paulo_prof -  15 Fev 2013, 21:17
Prof. O Sr. Espera um bom resultado para CSNA? Qdo sai? Obrigada.
Para o 4T12 espero um Resultado fraco. Deverá melhorar sensivelmente no 1T13.

Que eu saiba, a CSN não divulgou quando pretende divulgar o balanço de 2012. No ano passado, foi em 26 de março.

166633 - bravodelta -  08 Fev 2013, 16:17
Participação nos lucros (Valor Econômico, CAPA E E1)
O Valor noticia que a CSN foi condenada a pagar aos seus empregados 10% sobre os dividendos apurados entre os anos de 1997 e 1999. No período, a empresa deixou de repassar aos empregados o percentual de PLR firmado em acordo coletivo. Em 2001, entretanto, o lucro obtido entre o período de 1997 a 1999 foi distribuído aos acionistas. A ação, julgada pela 2ª Turma do TST, foi proposta pelo Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas, de Material Elétrico e de Informática de Barra Mansa, Volta Redonda, Resende, Itatiaia, Quatis Porto Real e Pinheiral. De acordo com a advogada da entidade, Monya Tavares, a CSN repassou aos trabalhadores um valor menor de PLR do que o estabelecido em acordo coletivo. ´A empresa pode utilizar o dinheiro para crescer, fazer investimentos, mas não para distribuir para os acionistas`, afirma Monya. Seis mil trabalhadores da CSN questionam, por meio do sindicato, o não pagamento da PLR, e cada um poderá receber, em valores não atualizados, de R$ 15 mil a R$ 30 mil, segundo a advogada. Após analisar o caso, o TST considerou que a CSN desrespeitou o acordo coletivo estabelecido com os funcionários. Por meio de sua assessoria de imprensa, a CSN informou que irá recorrer da decisão no próprio TST.

166554 - dusteffen -  08 Fev 2013, 00:33
Sobre a CSN :
Uma vez que as ações ordinárias de Usiminas têm a prerrogativa de 80% de tag along, em caso de mudança de controle os acionistas minoritários teriam o direito de receber 80% do valor que Techint pagou a Votorantim, Camargo Corrêa e ao Clube dos Empregados para comprar sua fatia na empresa. Isso avaliaria o stake de CSN em R$ 1,7 bilhão.

Se olharmos como recuperação do investimento, hoje a fatia da CSN na Usiminas vale, a preço de mercado, o equivalente a R$ 660 milhões. E vale mais R$ 1,7 bi na mão do que 11,6% de uma participação que não dá voz ativa no Conselho, não rende qualquer sinergia e não pode ser aumentada (por barreira do Cade).

Por ações de Usiminas, CSN vai à Justiça contra Techint

Por Ivo Ribeiro e Natalia Viri | De São Paulo

A Cia. Siderúrgica Nacional (CSN) informou ontem à noite, em comunicado, que entrou com ação na Justiça contra empresas do grupo Techint, que há pouco mais de um ano entraram no bloco de controle da Usiminas. Na ação, requer que o grupo ítalo-argentino faça uma oferta pública de aquisição (OPA) de ações aos minoritários ordinaristas da Usiminas.

Conforme relatou a CSN, no fim de 2011, em operação concluída em janeiro de 2012, o grupo Techint, por meio das controladas Ternium, Confab, Tenaris, Prosid e Siderar, adquiriram 43,3% das ações ordinárias integrantes do bloco de controle da Usiminas que eram de Votorantim, Camargo Corrêa e do Clube dos Empregados (CEU). Além disso, diz que mais 2,65% do CEU foram comprados pela Nippon Steel, também do bloco controlador.

A CSN, do empresário Benjamin Steinbruch, é dona de 11,66% do capital votante da Usiminas, percentual acumulado com aquisições feitas no mercado a partir do segundo semestre de 2010. Esse percentual corresponde a 58,93 milhões de ações.

A CSN aponta que foi pago um preço R$ 36,00 pelas ações do bloco controlador, com um prêmio de da ordem de 90% em relação à cotação de 28 de novembro de 2011, data do anúncio do negócio. Para a empresa, a operação resultou em um novo Acordo de Acionistas da Usiminas entre Ternium, Nippon e CEU, substituindo o acordo firmado em 2006.

Caso tenha sucesso na Justiça, a CSN poderia receber R$ 28,80 por ação (tag along de 80%), o que somaria R$ 1,7 bilhão por sua participação. Pela cotação de ontem na bolsa, de R$ 11,22, esse bloco de aços valia R$ 662 milhões.

A CSN alega que, apesar de ter sido divulgado que o novo acordo de acionistas fora celebrado em "termos essencialmente idênticos", ocorreram "modificações substanciais que resultaram num novo quadro político-societário da Usiminas e conseqüentemente num novo balanço de poder dentro do seu bloco de controle". E que, após isso, a Usiminas vem passando por " profunda reformulação", com a chegada de profissionais da Ternium que assumiram seus principais cargos executivos, como presidente, com "mudanças relevantes de estratégia e gestão".

Para a CSN, ocorreu a alienação de controle acionário, tal como prevista no artigo 254-A da Lei das S. A., e que a operação não se enquadra nos precedentes já analisados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Afirma que a Ternium a violou a legislação e deixou de fazer a OPA, "em grave prejuízo aos minoritários ordinaristas da Usiminas, aos quais não foi dada oportunidade de vender suas ações por preço equivalente a no mínimo 80% do prêmio pago aos vendedores (tag along)".

Em março de 2012, a Superintendência de Registro da CVM proferiu parecer contrário à necessidade de oferta, alegando que não houve troca de controle. No comunicado, a CSN disse que a manifestação da autarquia "não é definitiva e é sujeita a revisão".
http://www.valor.com.br/empresas/2998622/por-acoes-de-usiminas-csn-vai-justica-contra-techint

166541 - paulo_prof -  07 Fev 2013, 22:14
Hoje, a CSN é muito mais interessante como mineradora do que siderurgica. Tanto que o BNDES provavelmente não vai aceitar ser sócio somente na siderurgia. Ou a CSN coloca a Casa de Pedra no negócio ou provavelmente não há negócio.

Comprar uma siderurgica hoje, com o excesso global de produção de aço é super arriscado. No caso da CSN, se a Casa de Pedra pudesse fornecer o minério necessário até que poderia ser interessante. Mas parece que o fornecimento é garantidamente da Vale.

163961 - paulo_prof -  18 Jan 2013, 22:12
Citação: maspimentel
Prof. Paulo,
Compraria CSNA3 no patamar atual??
Eu já tinha em carteira e comprei mais ... hoje, a posição é de 4,6% da carteira.

Mas acho arriscado. Se a CSN desistir de querer comprar a CSA, acredito numa valorização muito forte. Agora, se a CSN insistir em querer comprar a Steel Americas a coisa pode feder ... mesmo porque pode descambar para um leilão ... No ano passado já havia ofertado aprox. USD 3 bilhões ... agora está oferecendo 25% a mais !!!

Se eu tivesse que apostar diria que a ThyssenKrupp não vende as duas usinas pelos USD 3,8 bilhões ofertados, assim como não vende o ativo americano pelos USD 1,5 bi ofertados pela ArcelorMittal.

163852 - paulo_prof -  18 Jan 2013, 12:17
Desconsiderando o possível negócio com a ThyssenKrupp, dos USD 3,8 bilhões, o preço atual da CSNA parece efetivamente ridiculamente baixo.

Supondo um cenário de lucro médio constante ao longo do tempo em termos reais, para uma taxa de desconto real de 8%, o lucro líquido trimestral em reais de hoje teria que ser de aprox. R$ 350 milhões. Excetuando 2012 que é para esquecer, o lucro líquido da CSNA desde o exercício de 2007 foi sempre muito superior.

Por outro lado, em condições normais, a CSN tem condições de gerar um Ebitda anual de mais de R$ 6 bilhões (fez isto em 2008, 2010 e 2011), de maneira que a sua dívida líquida seria de saudáveis 2,5 vezes o ebitda anual. Mesmo considerando a geração de caixa não ideal dos últimos 12 meses (de R$ 4,8 bilhões), a razão entre a dívida líquida e o ebitda anual seria menor do que 3,3 vezes.

O 4T12 deve marcar a recuperação das margens e do lucro. Não me vem a mente nenhum aspecto negativo que pode frustrar estas expectativas. Por outro lado, o patrimônio líquido deverá ser turbinado por um ganho de aprox. R$ 400 milhões com as ações da Usiminas (que será contabilizado como outros resultados abrangentes).

Mas não há como se desconsiderar a "nuvem negra" representada pelo eventual aquisição da Steel Americas.

Embora a CSN tenha um caixa de R$ 15,4 bilhões, não vejo como dispenderia a metade numa aquisição. Por outro lado, mesmo considerando uma geração de ebitda ideal de R$ 6 bilhões por ano, a dívida líquida aumentaria para aprox. 3,9 o ebitda anual, o que não me parece saudável levando em consideração que não há muita sinergia entre a CSN e a CSA, principalmente o fato de que a CSN não poderia fornecer minério para a CSA devido à cláusula contratual com a Vale.

A lógica, para a conclusão deste negócio, passaria por um aumento de capital da CSN. Chuto que seriam necessários no mínimo R$ 4 bilhões de aumento de capital. Estes R$ 4 bilhões demandariam uma aumento de aprox. 25% na base de ações. Não sei, entretanto, se o Steinbruck teria os R$ 2 bilhões que seriam demandados de sua parte. Se não tiver, este negócio somente poderia ser concluído com uma "colher de chá" do BNDES, não na forma de empréstimo, mas na forma de participação, via BNDESPar.

163708 - pppadv -  17 Jan 2013, 11:13
CSN oferece US$ 3,8 bilhões por ativos da ThyssenKrupp, diz jornal
Siderúrgica disputa com ArcelorMittal usina nos EUA, mas também mostra interesse em participação majoritária na CSA
Por Reuters
|8h40 | 17-01-2013
http://www.infomoney.com.br/csn/noticia/2660455/csn-oferece-bilhoes-por-ativos-thyssenkrupp-diz-jornal

A ArcelorMittal e a Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) são as mais fortes candidatas a comprar as operações de aço da ThyssenKrupp nos Estados Unidos, noticiou o Wall Street Journal.

Apesar de a siderúrgica norte-americana Nucor também ser uma potencial interessada, é menos provável que se saia bem-sucedida, já que tem menos flexibilidade financeira que as concorrentes, afirmou o jornal, citando fontes familiarizadas com o assunto.
CSN e ArcelorMittal são as mais fortes candidatas à adquirir usina de aço da ThyssenKrupp (Getty Images) CSN e ArcelorMittal são as mais fortes candidatas à adquirir usina de aço da ThyssenKrupp (Getty Images)

A ArcelorMittal faz uma oferta de 1,5 bilhão de dólares pela usina da ThyssenKrupp no Alabama, enquanto a CSN ofereceu 3,8 bilhões pela mesma unidade e por uma participação majoritária na Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), segundo a matéria.

Na semana passada a ArcelorMittal disse que faria uma oferta pelos ativos da ThyssenKrupp à venda.

Representantes da ThyssenKrupp e da ArcelorMittal não estavam disponíveis para comentar o assunto.

162683 - alesl -  08 Jan 2013, 12:57
CSN planeja aumento de preços de produtos para a partir do dia 18
RIO - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) planeja aumentar os preços de alguns produtos no mercado doméstico a partir do dia 18, segundo uma fonte familiarizada com o assunto.

A empresa informou seus clientes da sua intenção de reajustar entre 7% e 8% os preços das bobinas laminadas a quente, seu principal produto. Já as bobinas laminadas a frio e os produtos galvanizados devem ter um aumento de 3% a 4%. Procurada pela reportagem, a CSN não quis comentar o assunto.

Com o aumento da competição no mercado doméstico de aço e a baixa utilização da capacidade instalada, a CSN e sua rival no mercado de aços planos, Usiminas, tiveram suas intenções de subir os preços domésticos frustradas por diversas vezes em 2012.

Mas um forte aumento nos preços do minério de ferro deu à CSN uma boa desculpa para tentar novamente, apesar de a companhia ser autossuficiente na produção da commodity, disse um analista de um banco de investimento.

Os preços do minério com teor de 62% de minério entregues nos portos chineses estavam em US$ 153 por tonelada métrica em 4 de janeiro. Na mínima de 2012, em setembro, a cotação chegou a US$ 86,90.

Os analistas também disseram que a CSN pratica os menores preços dentre seus competidores e, portanto, teria mais espaço para reajustes.

As ações da companhia fecharam a segunda-feira estáveis na BM&FBovespa, cotadas a R$ 12,26.
(Dow Jones Newswires)

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/2960734/csn-planeja-aumento-de-precos-de-produtos-para-partir-do-dia-18#ixzz2HO9XQNp9

159885 - alisonvm -  10 Dez 2012, 18:34
FIM DA NOVELA....PODE SER O MOTIVO DA EUFORIA EM CSNA3.
Ternium do Grupo Techint é a favorita pra levar a CSA.(fonte reuters)

ThyssenKrupp tenta fechar venda da CSA

O grupo alemão ThyssenKrupp poderá informar na segunda-feira, durante a divulgação de seu balanço do ano fiscal 2011/2012, encerrado em 30 de setembro, o provável comprador (ou compradores) de seus ativos de aço no Brasil e Estados Unidos - a siderúrgica CSA, no Rio, e a laminadora de Calvert, no Alabama.

Conforme apurou o Valor, o desejo da direção do conglomerado alemão era anunciar nesse dia o fechamento da venda das duas operações, que desde sua inauguração, em meados de 2010, só têm apresentado resultados negativos. Dessa forma, já gostaria de "limpar" seu balanço, fazendo a baixa contábil dos dois ativos. O valor de livro da ThyssenKrupp Steel Americas - holding que controla a CSA e a Steel USA - é de US$ 9 bilhões, depois de um ajuste realizado em 2011.

Como o processo de venda, lançado em maio, tornou-se mais complexo do que o esperado pelos alemães e os bancos que assessora o grupo, a ThyssenKrupp poderá informar dia 10 uma provável "intenção firme" de negociação com um ou dois grupos, deixando acertos finais para depois do fim das auditorias (due diligence) dos grupos interessados. Essas auditorias, segundo fontes, poderão se alongar até o fim do primeiro trimestre de 2013.

Há muitas pendências ambientais na CSA, que ainda não resolveu seu problema da "chuva de prata" sobre as comunidades vizinhas durante a operações de seus altos-fornos, com o governo estadual do Rio e acertos com o BNDES, credor da empresa (R$ 2 bilhões) e da própria Thyssen.

No momento, a Cia. Siderúrgica Nacional (CSN), de Benjamin Steinbruch negocia a compra tanto da CSA quanto da laminadora de Calvert. O interesse é pelo pacote completo, criando uma operação integrada para atender principalmente o mercado automotivo dos EUA e México. Segundo informações, não confirmadas pela empresa, a CSN teria feito uma oferta de US$ 3 bilhões.

Já a Ternium, do grupo Techint, estaria negociando a compra apenas da CSA. A siderúrgica, com capacidade de fazer 5 milhões de toneladas ao ano de aço semiacabado (placas) teria o papel de complementar o fornecimento de suas unidades de laminação no México, que têm déficit de 3 milhões de toneladas/ano.

A japonesa JFE Steel e a americana Nucor, dois outros grupos de peso do setor, estariam negociando a aquisição da laminadora americana, segundo apurou o Valor. Para especialistas do setor, isso reduz as chances da CSN de levar o pacote completo, pois a concorrência pelo ativo situado nos EUA pode gerar um valor mais atrativo para a Thyssen.

Nesta semana, representantes do grupo e dos bancos contratados para coordenar a operação (Morgan Stanley e Goldman Sachs) intensificaram negociações com representantes da Ternium, buscando uma melhora na proposta da empresa controlada por capital ítalo-argentino. A oferta inicial feita pelos ativos da CSA ficou aquém do desejado pelos alemães. Há exatamente um ano, a Ternium liderou a aquisição de 28% do capital votante da Usiminas por R$ 5,1 bilhões.

CSN e Ternium são duas empresas bem capitalizadas, apesar das adversidades de mercado da siderurgia nos últimos três anos. Mesmo com a compra da Usiminas, a controlada da Techint, sediada em Luxemburgo e com ações negociadas na bolsa de Nova York, terminou o último trimestre com dívida líquida de US$ 1,9 bilhão. Grande parte do seu caixa foi fortalecido pelo ressarcimento da "tomada da Sidor", siderúrgica venezuelana, pelo presidente Hugo Chaves.

Já a CSN, que além de aço conta com peso grande da mineração de ferro em seu faturamento, encerrou 30 de setembro com endividamento líquido R$ 15,6 bilhões. A empresa de Steinbruch exibe um caixa de R$ 14,5 bilhões. No entanto, sua dívida bruta era de R$ 30,2 bilhões.

Depois de investir € 10 bilhões para montar as duas usinas e fazer uma baixa contábil de € 3 bilhões no balanço do ano passado, a intenção da nova direção da Thyssenkrupp, que assumiu o comando há um ano e meio, é de receber pelo menos US$ 5 bilhões. Mas isso parece difícil, analisam fontes do setor, diante de cenário de excesso de oferta global de aço, demanda em baixa e preços deprimidos.

No balanço do ano passado, a Steel Americas obteve receita de vendas de € 1,14 bilhão, mas apresentou um resultado financeiro (Ebit) negativo de € 3,15 bilhões. Neste ano, até junho (nove meses do ano fiscal 2011/2012), alcançou € 1,59 bilhão e Ebit negativo de € 781 milhões. Nas duas operações, a empresa empregava 4.236 trabalhadores.

O futuro comprador da CSA terá de passar pela aprovação da Vale, que é sócia na empresa com 27% do capital. A mineradora tem, conforme cláusulas no acordo de acionistas, até 90 dias para dar seu parecer sobre o novo controlador da siderúrgica. Pelo acordo dos sócios, a Thyssen não pode fazer a venda sem essa aprovação até setembro de 2013. Outro ponto importante no acordo: o controle do ativo não pode ser transferido para um competidor da Vale em minério de ferro. A companhia tem contrato de fornecimento de longo prazo, do qual não pretende abrir mão, que vai pelo menos até 2024.

Procurada, a assessoria da CSN informou que a empresa não iria se manifestar sobre o assunto.

158904 - aprendiz quebrado do professor -  30 Nov 2012, 23:53
Motivo da queda da Csn

CSN teria oferecido cerca de US$ 3 bilhões pela ThyssenKrupp das Américas
Siderúrgica alemã está fazendo desinvestimentos na região devido aos custos crescentes, aponta Bloomberg; ação CSNA3 foi destaque nessa sessão

Por Lara Rizério |19h54 | 30-11-2012

SÃO PAULO - A CSN (CSNA3), terceira maior produtora de aço brasileira, ofereceu cerca de US$ 3 bilhões pelas fábricas da ThyssenKrupp AG nas Américas, de acordo com fontes ouvidas pela agência Bloomberg.
A CSN teria feito uma proposta informal, sendo que participará da última rodada de negociações para a compra; de acordo com a fonte ouvida pela agência, as negociações serão retomadas dentro de quinze dias.

A ThyssenKrupp possui um valor contábil de US$ 9 bilhões ao serem levadas em consideração as operações nas Américas - sendo uma no Rio de Janeiro e outra nos Estados Unidos. De acordo com o presidente da ThyssenKrupp, Heinrich Hiesinger, este é o valor total que a empresa espera receber pelas unidades.
Vale ressaltar que as ações da CSN registraram a maior queda do Ibovespa nesta sexta-feira (30), com baixa de 5,15%, aos R$ 10,49.
Desinvestimentos à vista
A ThyssenKrupp anunciou em maio que a venda das fábricas estaria dentre uma das opções tidas como estratégicas, devido aos custos crescentes das unidades em meio ao atraso dos projetos.
A companhia, maior siderúrgica da Alemanha, teve desinvestimentos que contribuíram com cerca de um quarto de suas receitas anuais. As operações no Brasil se iniciaram em 2010, dois anos depois do planejado para o fornecimento de placas de aço para suas fábricas no Alabama e Alemanha. As duas operações na América levaram à companhia a gastar mais de € 10 bilhões, devendo funcionar de forma integrada.
Entretanto, os atrasos na construção da fábrica no Brasil levaram a baixas contábeis de € 2,9 bilhões no ano fiscal que terminou em 30 de setembro de 2011, levando a empresa a ter prejuízo. Procuradas pela Bloomberg, a CSN e a ThyssenKrupp não quiseram comentar o assunto.

157915 - paulo_prof -  22 Nov 2012, 19:08
A dificuldade para a análise da CSNA3 é que devido à queda de preços das USIM3/5 (em relação ao preço médio de compra), a CSN fez um impairment que produziu o prejuízo monstro no 2T12. No 3T12 os preços das USIM3/5 recuperaram bem, mas o efeito foi computado somente no aumento do Patrimônio Líquido, ou seja, no transitou pela DRE impactando o lucro.

Em relação aos preços no final do 2T12, considerando os preços de hoje, a CSN teria tido um lucro de aprox. R$ 500 milhões (correspondente a um aumento no valor das ações acima de R$ 750 milhões em relação a 30JUN2012).

Mas isto não está contabilizado como lucro. O que é contabilizado é o aumento dos aprox. R$ 750 milhões no Patrimônio Líquido.

Sou da opinião de que o ativo vale bem mais do que os R$ 10,24 atuais.

154797 - paulo_prof -  01 Nov 2012, 21:13
Prof Paulo, ela só leva a variação com as USIM na DRE se entender que houve perda econômica (de fundamentos) da Usiminas. As variações das cotações de USIM, no fim de cada trimestre, são lançadas no PL , para fins de marcação a mercado.
No relatório que fiz de CSN estudei a fundo essa compra de USIM pela CSN, e inclusive consegui determinar o preço de compra da ação.
Veja o relatório aqui:
http://analisedefundamentos.blogspot.com.br/2012/05/csn-csna3-ref-032012.html
Ah, e o pessoal gostou bastante dos novos relatórios de Odontoprev e de AZEV4 - Azevedo & Travassos:
http://analisedefundamentos.blogspot.com.br/
Sim ... o que estou questionando são as efetivas razões pelas quais a CSN "aproveitou" as cotações sensivelmente menores (no final do 2T12) do que os preços pagos, para "entender" que houve perda econômica na intensidade com a qual castigou o Resultado do 2T12.

Está mais do que na cara que a CSN exagerou na dose ... ou não?

Se não estou enganado, o impairment correspondeu a uma despesa de R$ 2,02 bilhões. Como a CSN (pelas minhas contas) adquiriu aprox. 161 milhões de ações da USIM, a despesa corresponde a um "corte" médio de aprox. R$ 12,50/ação.

Não sei qual o preço médio de compra das 161 milhões de ações. Mas se vc subtrair os R$ 12,50 do preço médio de compra e multiplicar o resultado pelo número total de ações, deve dar uns 35% a 40% do patrimônio líquido.

Se é isto mesmo, em última análise, a CSN decidiu que com a perda dos fundamentos, a Usiminas só pode ter um valor de aprox. 40% de seu Patrimônio Líquido. Hoje, o mercado (que avalia a Usiminas a 61% do PatLiq) está dizendo que a CSN subavaliou tremendamente ... um erro de apenas 50%!

154661 - paulo_prof -  01 Nov 2012, 13:43
Confesso estar encontrando dificuldades para entender a Demonstração de Resultados da CSN.

No trimestre passado, o lucro foi impactado por uma despesa "monstro" originada na queda do valor de mercado das ações da USIM.

No 3T12 as ações da USIM valorizaram ... A CSN, entretanto, resolveu não fazer transitar a valorização de seu investimento na USIM pela DRE. Ou seja, quando o preço das ações caiu, contabilizou o prejuízo. Quando aumentou, não contabilizou o lucro. Há, nas Notas Explicativas, um lero-lero a respeito ...

O fato é que o Patrimônio Líquido passou de R$ 7,45 bilhões no 2T12 para R$ 8,03 bilhões no 3T12, uma diferença de R$ 580 milhões. Como o lucro líquido contabilizado no 3T12 R$ 170 milhões, a diferença aparece num ítem do Patrimônio Líquido: Outros Resultados Abrangentes, que no 2T12 era negativo em R$ 417 milhões e no 3T12 passou a ser positivo em R$ 55 milhões.

Acho que a CSNA3 vai ficar andando de lado, entre R$ 10 e 12, com a média por volta de R$ 11, até que os preços do minério de ferro e do aço se recuperarem, o que não deve ocorrer no curto prazo.

154580 - mallb -  31 Out 2012, 21:37
CSNA3 3T12

http://siteempresas.bovespa.com.br/consbov/ArquivosExibe.asp?site=C&protocolo=355468

LL 3T12 - 169.714
LL 3T11 - 1.118.187
LL 2T12 - (1.032.360)

- A receita líquida total de R$4,3 bilhões no 3T12 superou em 3% a registrada no 2T12, sendo que no
mercado interno, o crescimento da receita líquida foi de 14%;
- O volume de aço comercializado no 3T12 atingiu o recorde de 1,6 milhão de toneladas, 13% acima
do volume vendido no 2T12 e 35% superior ao 3T11. Nos 9M12 o volume de aço comercializado de
4,3 milhões de toneladas foi 17% superior ao verificado no mesmo período do ano anterior;
- No mercado interno o volume de aço comercializado no 3T12 atingiu o recorde de 1,3 milhão de
toneladas, 21% acima do volume vendido no 2T12 e 24% superior ao 3T11. Nos 9M12 o volume

151744 - paulo_prof -  10 Out 2012, 21:08
Acho ruim, porque a R$ 10,78 os caras da diretoria venderam a P/VPA = 0,63, ou seja, ninguém está acreditando na empresa. O 3T12 deverá ser mais um trimestre de prejuízo para a USIM e, em conseqüência, vai levar mais tempo para a CSN recuperar o investimento equivocado que fez na USIM.

Citação: SCHABATURA
ISSO É BOM, RUIM, OU EXCELENTE PARA CSN ?

Diretores da Usiminas vendem US$ 1,3 milhão em ações e papéis caem forte
Conselho de administração também se desfaz de ativos e praticamente zera posição em ações ordinárias

Por Fernando Ladeira |15h13 | 10-10-2012 A A A
SÃO PAULO - As ações da Usiminas (USIM3, USIM5) lideram as perdas do Ibovespa nesta quarta-feira (10), depois da siderúrgica comunicar a venda de ações por parte da diretoria da companhia.
Segundo cotação das 15h02 (horário de Brasília), os papéis ordinários recuam 2,85%, aos R$ 11,26, enquanto os preferenciais caem 4,68%, aos R$ 9,77. No mesmo momento, o Ibovespa mostra queda de 0,65%.

Em documento enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) nesta manhã, a siderúrgica mostrou que o conselho de administração se desfez de 30 mil ações ordinárias da empresa no dia 12 de setembro, resultando em operações de R$ 323,5 mil. Desta forma, eles detêm apenas sete ações ordinárias da companhia.
Já os membros da diretoria, na mesma data, venderam 250 mil ADR (American Depositary Receipt) representantes de ações preferenciais, em operações que totalizaram US$ 1,3 milhão. "É um número relevante e não é bem visto pelo mercado, ainda mais pelo momento que a Usiminas vive", disse um analista que não quis ser identificado. A InfoMoney tentou contato com a siderúrgica para esclarecer os motivos da venda, mas até o momento não obteve resposta por parte da companhia.
Venda com desconto
No pregão de 12 de setembro as ações da siderúrgica tiveram forte alta após o governo reduzir o custo da energia elétrica, em medida válida para o início de 2013. Os papéis ordinários, por exemplo, fecharam em alta de 7,37%, aos R$ 12,37. Contudo, os membros da diretoria venderam a um preço abaixo do mercado, aos R$ 10,78.
No primeiro semestre deste ano a companhia acumula um prejuízo de R$ 123,3 milhões, em meio a um cenário econômico avaliado pelo mercado como ruim para o setor siderúrgico. Os números do terceiro trimestre serão divulgados no dia primeiro de novembro.

151743 - paulo_prof - 10 Out 2012, 21:00
Citação: CAP7
Citação: paulo_prof
Citação: danieljoseaa
Prof, se não for abusar, qual o impacto da cotação de USIM5 dia 28/09, no LL da CSNA3 no 3° tri, tem este valor, mesmo que por alto ?

Se eles fizerem o balanço patrimonial baseado no valor de mercado das USIM3 e USIM5 em 28SET, o lucro líquido da CSNA será impactado em +R$ 409 milhões.

Professor
esse numero é bom, ótimo ou excelente ???

Considerando que se tivesse fechado setembro nas cotações do dia 13SET este número teria sido R$ 616 milhões, está claro que poderia ter sido muito melhor do que foi ...

Este número servirá para compensar o lucro operacional, que deverá vir bastante fraco.

144593 - aprendiz quebrado do professor -  15 Ago 2012, 00:08
Ferrou!
Queda nas ações da Usiminas tira R$ 1,6 bilhão do balanço da CSN
Por Ivo Ribeiro | Valor
SÃO PAULO - Dentro da expectativa de parte do mercado, a Cia. Siderúrgica Nacional (CSN) divulgou, há pouco, prejuízo de R$ 1 bilhão. O resultado foi afetado, em grande parte, pelo reconhecimento das perdas de R$ 1,6 bilhão com a aquisição de ações da concorrente Usiminas entre 2010 e 2011. No mesmo trimestre do ano passado, a empresa teve lucro de R$ 1,013 bilhão.

É o primeiro prejuízo da CSN desde 2002, ano em que a companhia passou ao comando executivo de Benjamin Steinbruch, principal acionista e que também é o presidente do conselho de administração.

No item “outras receitas e despesas”, que incluiu a perda com os papéis da Usiminas – 11% de ações ONs e 20% de PNs –, a empresa registrou resultado negativo de R$ 2,28 bilhões. Analistas de bancos avaliavam que a perda com esses títulos da concorrente poderia ficar entre R$ 1,9 bilhão e R$ 2 bilhões.

Com isso, a CSN teve, no trimestre passado, um prejuízo operacional de R$ 1,45 bilhão, ante ganho de R$ 2,14 bilhões um ano antes. Em função do aumento de 20% nos custos operacionais, a margem bruta da companhia recuou de 42%, no segundo semestre de 2011, para 28% em igual período deste ano.

A receita líquida consolidada da empresa alcançou R$ 4,137 bilhões no trimestre, puxada por maior venda de aço proporcionada pela siderúrgica alemã SWT adquirida no fim de janeiro. As vendas na siderurgia cresceram R$ 140 milhões, para R$ 2,65 bilhões. Já em minério de ferro, houve forte retração: de R$ 1,52 bilhão para R$ 1,14 bilhão.

O resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) ficou em R$ 1,12 bilhão, bem abaixo dos R$ 1,77 bilhão de um ano atrás. Na mesma base de comparação, a margem Ebitda caiu de 41% para 27%.
(Ivo Ribeiro | Valor)

144531 - danieljoseaa - 14 Ago 2012, 22:46
No 2T12, a Companhia registrou um prejuízo de R$1,0 bilhão, basicamente em função da reclassificação contábil descrita em “Outras Receitas e Despesas”. Se desconsiderarmos a influência dessa reclassificação contábil, que não afeta o caixa, o lucro teria sido de R$551 milhões.

129812 - paulo_prof - 07/Mai/2012 07:50
citação: Rafiusk_roCaros,

Alguém tem alguma opinião sobre CSNA3?
O papel vem caindo de preço nas últimas semanas e to em dúvida se faço preço mérdio ou espero o balanço.
Essas quedas tem alguma explicação lógica ou é apenas um movimento normal de mercado? O câmbio favorável não deve melhorar o desempenho da empresa?

Abraços,

Rafiusk

A CSN, basicamente, desenvolve 2 negócios: extração de minério e produção de aço. Ultimamente, tem sido da mineração que a empresa tem produzido a maior parte de seu lucro.

Em princípio, o câmbio favorável melhora o negócio da siderurgia. Ocorre que com a recessão européia e a desaceleração chinesa, a demanda pelo minério tem diminuído, e os preços em abril retrocederam aprox. 25% relativamente ao ano passado.

O mercado está apostando que o impacto negativo da desaceleração no negócio mineração será maior do que aquele positivo no negócio siderurgia.

122571 - paulo_prof - 26/Mar/2012 23:50
PREÇO: R$ 18,34

PAYOUT (2011): 32,4%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L      7,22
P/VPA            3,35
PSR     1,62
DY      4,49%
EV/EBITDA  6,06
MARGEM BRUTA  40,7%
MARGEM OPERACIONAL          22,7%
MARGEM LÍQUIDA          22,4%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 2,542
MARGEM EBITDA 39,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       349,2%
ROE    46,41%
LIQUIDEZ CORRENTE     3,38

Taxas anuais média nominais de crescimento
a) do lucro líquido
UA      47,28%          
U2A    19,42%          
U3A    -13,74%         

b) do patrimônio líquido médio
UA      12,86%
U2A    10,92%
U3A    -1,58%

Para um preço justo igual ao preço atual com margem de 50% (R$ 27,51), calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%, a taxa de crescimento real do lucro líquido nos próximos 3 anos teria que ser maior do que 3%

111315 - paulo_prof - 20/Jan/2012 22:39
citação: acarlos321

Ok Prof, somente coloco mais dois aspectos:
Primeiro o Senhor deixou bem claro que HOJE a usiminas está cara, porém mais que ninguém o Senhor também sabe que bolsa olha mais o futuro da empresa do que o presente e,
Segundo, se a empresa está realmente cara a 11 reais, qual o motivo que levou a CSN a oferecer quase 40 reais para comprá-la e qual o motivo do grupo ítalo-argentino entrar na sociedade pagando nada menos do que 36 reais? Ou eles acreditam no potencial da empresa que voltará a lucrar como antes, ou eles sabem de algo que não sabemos ou eles são idiotas e gostam de queimar dinheiro.
Hoje as ações reagiram muito bem!
agradeço a paciência com um simples mortal!!! rsrsrsr


Bom ... tanto a CSN quanto a Techint atuam no mesmo segmento da Usiminas ... em conseqüência, o que poderia ser de grande interesse para estas empresas na condição de controlador, não necessariamente será do interesse do minoritário, não? Há um risco aí, não?

O maior acionista da USIM hoje é a CSN, não? Frustrada a tentativa de participar do grupo de controle, qual será a decisão relativa às ações? Vender ou segurar? Se resolver vender, USIM3 e USIM5 deverão permanecer travadas por um bom período de tempo, ou não? Há outro risco aí, correto?

Em resumo, por essas e outras não me parece muito provável que a cotação de USIM5 possa ultrapassar a faixa dos R$ 12,50 nos próximos 6 meses. Se a meta do investidor é ver a USIM5 emplacar uma cotação acima dos R$ 25,00 no prazo de 15-18 meses, acho que não faz muita diferença comprar hoje na faixa dos R$ 11,50, ou a R$ 12,50 daqui há 6 meses. Ou seja, há um possível risco de custo de oportunidade. No último mês, a USIM5 valorizou bem: 17,4% ... mas a CSNA3 valorizou 30,6% ... e acho que a porbabilidade maior é este gap aumentar nos próximos meses.

Por Cristian Tetzner
PERFIL DA EMPRESA:
Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

Link do Balanço:  http://www.csn.com.br/ir/arquivos/CSN_Release_3T11.pdf

Espelho Fundamentus:  http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=CSNA3&x=24&y=23

Site do RI:  http://www.csn.com.br/ri/default_pt.asp?idioma=0&conta=28

PAINEL DE INDICADORES            29/10/11                                                                                            SELIC     11,50%
Ativo     R$           PL           VP          GR          DY          LA           Dv          Ml          EB           MS
CSNA3    16,40   7,2          2,87       20,6       7,9%      13,9%    3,3          21%       13,9%    42,3%

PONTOS POSITIVOS:
- A receita líquida de R$12,4 bilhões dos primeiros nove meses de 2011 é recorde da Companhia e 12% superior à registrada no mesmo período de 2010. Já no 3T11 a receita líquida atingiu R$4,2 bilhões;
- Nos 9M11 o lucro líquido de R$2,9 bilhões é recorde da CSN e 38% maior que o lucro líquido dos 9M10. No 3T11 o lucro líquido chegou a R$1,1 bilhão;
- O EBITDA ajustado até setembro de 2011 totalizou R$5,0 bilhões, 2% superior em relação aos 9M10, enquanto a margem EBITDA atingiu 41% nos 9M11. No 3T11 o EBITDA ajustado foi de R$1,7 bilhão, com uma margem EBITDA de 40%;
- Nos 9M11 o volume de minério de ferro vendido de 21,3 milhões de toneladas é recorde da CSN, sendo 13% superior ao comercializado nos 9M10. Já no 3T11 o volume de minério de ferro vendido de 8,0 milhões de toneladas também recorde, foi 18% maior que o volume comercializado no 2T11;
- Nos 9M11 a receita líquida de mineração de R$4,3 bilhões, recorde da Companhia, cresceu 72% em relação àquela do mesmo período de 2010. Já no 3T11 a receita líquida de mineração atingiu R$1,6 bilhão, 4% superior à registrada no 2T11 e também recorde;
- Nos 9M11, o EBITDA de mineração de R$2,9 bilhões é recorde da Companhia, sendo 74% acima do registrado nos 9M10. No 3T11 o EBITDA de R$1,0 bilhão do segmento de mineração já corresponde a 59% do EBITDA total;
- No 3T11 o volume consolidado de produtos siderúrgicos comercializado pela CSN no mercado interno, onde historicamente as margens são mais elevadas, representou 86% das vendas totais;
- A CSN é uma empresa altamente líquida, com R$ 15,6 bilhões em caixa.
- A recente desvalorização do real frente ao dólar tem efeito favorável sobre as exportações. A previsão do mercado para a taxa de câmbio ao final de 2011 é de R$1,75.
PONTOS NEGATIVOS
- Dívida Líquida/EBITDA ajustado 1,87 3T11 e 1,72  2T10  1,51 3T10  (  só não entendo porque ela mantém mantém um nível de caixa tão elevado, se sua divida cresce )
- No 3T11, a receita líquida consolidada de R$4.241 milhões apresentou ligeira redução de 2% se comparada à receita líquida de R$4.323 milhões do 2T11 em função das menores vendas de produtos siderúrgicos, parcialmente compensada pelos maiores volumes de minério de ferro vendidos no 3T11.
- No 3T11, o resultado financeiro líquido consolidado foi negativo em R$340 milhões, basicamente devido aos encargos de empréstimos e financiamentos, no total de R$635 milhões juntamente com outras despesas financeiras de R$54 milhões, parcialmente compensados pelos seguintes efeitos positivos: 
 - Rendimentos de R$146 milhões sobre as aplicações financeiras;
 - Variações monetárias e cambiais de R$203 milhões, incluindo o resultado das operações com derivativos.
( parece que eu estava adivinhando...  a divida bruta é 27,7B que custaram 635M de juros. O caixa foi de 15,6B que renderam 146M: paga mais de 2,2% e recebe menos de 1%... ??? e o pior é que usa isso como "vantagem" quando fala que é "altamente liquida" )
-No 3T11, o lucro líquido de R$1.097 milhões foi 4% inferior ao registrado no 2T11, basicamente em função do menor lucro operacional no 3T11, parcialmente compensado pelo melhor resultado financeiro no trimestre terminado em setembro.
- O capital de giro aplicado no negócio totalizava R$3.378 milhões no final de setembro de 2011, um crescimento de R$184 milhões em relação ao saldo final de junho de 2011. A variação decorre principalmente do aumento das contas a receber e dos estoques, em função da rotatividade destes últimos frente ao volume de vendas do 3T11, parcialmente compensada pelo aumento na conta de fornecedores, refletindo a melhor gestão de seu pagamento. Ao final de setembro de 2011 o prazo médio de pagamento a fornecedores aumentou em 10 dias, enquanto o prazo médio de giro de estoques cresceu 27 dias. Já o prazo médio de recebimento de clientes aumentou em 1 dia. ( Não é só o dinheiro parado em caixa, também um maior nível de estoques gera custos ).
- No 3T11, as vendas no mercado interno totalizaram 1,0 milhão de toneladas, representando uma redução de 10% em relação ao 2T11, justificada pelo ciclo de ajuste no volume de estoques, principalmente nos distribuidores de aço.
- No 3T11, o volume comercializado no mercado externo foi de 168 mil toneladas, uma redução de 7% em relação ao volume vendido no 2T11, em linha com os planos da Companhia e em função do excesso de oferta nos mercados internacionais.
- No 3T11, o EBITDA ajustado do segmento de siderurgia atingiu R$596 milhões, 19% inferior em relação aos R$733 milhões registrados no 2T11, basicamente em função do menor volume de vendas e de aumento relativo do CPV no 3T11.
- A margem EBITDA ajustada do segmento de siderurgia no 3T11 atingiu 26%, uma redução de 3 p.p. em relação aos 29% registrados no 2T11. ( isso é bem comum, vale notar:  quando citam apenas o acumulado nos 9 meses, como lá em cima, pode olhar que no trimestre foi mal, restando apenas "o histórico" para salvar o relatório ).

VISÃO ESTRATÉGICA
-  
OPINIÃO DO ANALISTA
- Vejo a empresa num dilema: se ficar o bicho pega e se correr o bicho come ... um caixa tão elevado assim com endividamento crescente só se justificaria no caso de uma aquisição em vista, mas olhando o histórico vemos que não é de hoje que vem essa relação. Pensando em garantir liquidez, 2 x o capital de giro já traria segurança suficiente e o restante seria melhor utilizado na redução da dívida. Por outro lado pode-se pensar que ela saberia utilizar melhor o capital emprestado no seu próprio negócio, mas a relação crescente Div/Ebita mostra justamente o contrário. 

99747 - paulo_prof - 27/Out/2011 21:44
PREÇO: R$ 11,31
PAYOUT: 103,7%

multiplicadores baseados nos últimos 6 meses
P/L         6,72
P/VPA  1,33
PSR        00,64
DY          15,44%
EV/EBITDA         44,61
MARGEM BRUTA            35,8%
MARGEM OPERACIONAL            16,6%
MARGEM LÍQUIDA         9,6%
LUCRO POR AÇÃO          R$ 1,683              
MARGEM EBITDA           26,0%   
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO                138,6%
ROE       19,85%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,29

Taxas de crescimento anual médio

a) lucro líquido
UA         -0,08% 
U2A       -26,12%
U3A       -14,22%              

b) patrimônio líquido médio
UA         -13,34%
U2A       -9,46%
U3A       -3,40%



Taxa anual real média de crescimento do lucro líquido dos últimos 6 meses anualizados, necessária durante 3 anos, para que a fórmula do FCD produza um "preço justo" 30% superior à cotação atual (com taxa de desconto real de 10%, perpetuidade de 0%) = -4,5%

99735 - paulo_prof - 27/Out/2011 21:14
PREÇO: R$ 16,40
PAYOUT: 65,9%

multiplicadores baseados nos últimos 6 meses
P/L         5,30
P/VPA  2,87
PSR        1,40
DY          12,45%
EV/EBITDA         5,18
MARGEM BRUTA            41,5%
MARGEM OPERACIONAL            29,0%%
MARGEM LÍQUIDA         26,4%
LUCRO POR AÇÃO          R$ 3,096
MARGEM EBITDA           40,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO                333,1%
ROE       54,26%
LIQUIDEZ CORRENTE     4,46

Taxas de crescimento anual médio

a) lucro líquido
UA         18,32%
U2A       -24,21%              
U3A       12,33%

b) patrimônio líquido médio
UA         20,75%
U2A       7,91%
U3A       2,80%

Taxa anual real média de crescimento do lucro líquido dos últimos 6 meses anualizados, necessária durante 3 anos, para que a fórmula do FCD produza um "preço justo" 50% superior à cotação atual (com taxa de desconto real de 10%, perpetuidade de 0%) = -8%

19513 de 1955704/Nov/2009 17:10 [Citar este comentário] 0

[Nível 0] samudutraComentários: 438 - Desde: Jan 2008

eu sei que vcs não gostam de blue ! mas olha ai :

16:25 CSN: VENDA DE AÇO NO 4º TRIMESTRE DEVE SER MELHOR QUE NO PERÍODO

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São Paulo, 04 - Depois de sofrer com a retração da demanda de aço nos primeiros seis meses do ano, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) prevê que os resultados do quarto trimestre devem ser ainda mais positivos que os registrados no terceiro trimestre. Segundo afirmou hoje o diretor comercial da companhia, Luiz Fernando Martinez, a CSN está muito otimista, porque as indústrias da linha branca (fogões, geladeiras, lavadoras e tanquinhos) e do setor automotivo devem operar a plena

capacidade em novembro. "O último trimestre do ano vai ser muito forte e esperamos destinar 85% a 87% das vendas para o mercado interno", disse em teleconferência com jornalistas. No terceiro trimestre, o mercado doméstico representou 67% das vendas da companhia.

Em relação às perspectivas para 2010, o diretor disse que ainda é cedo para fazer previsões precisas. "Temos que fazer um trabalho para entender o que acontece após a retirada do incentivo do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em alguns setores", afirmou.

De acordo com o diretor executivo da empresa, Paulo Penido, os ganhos mais fortes obtidos no terceiro trimestre foram impulsionados por um melhor resultado operacional e pela incorporação reversa da Big Jump Energy Participações pela Namisa, o que trouxe um efeito positivo de R$ 835 milhões. O lucro no período foi de R$ 1,15 bilhão. "Voltamos a operar em plena carga desde julho, o

que permitiu a diluição dos custos fixos", afirmou Penido.

No momento, a CSN está negociando a redução de descontos com clientes industriais, mas não existe pressa para concluir as conversas, segundo Martinez. Ele explicou que o setor de distribuição teve descontos de até 30% neste ano, porque estava operando com altos níveis de estoques. No caso dos clientes industriais, porém, não ocorreram descontos de grande porte.

(Natalia Gómez)

Fonte agencia estado

Análise Coin Valores
Marco da industrialização brasileira, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em operação há 7décadas, é uma das empresas siderúrgicas mais integradas e competitivas do mundo, conta com mais de 18.000 colaboradores e possui unidades de produção nos Estados Unidos e na Europa. A CSN investiu, desde 1996, mais de US$ 2.4 bilhões na modernização das instalações industriais e no aumento da produtividade, garantindo à Companhia, uma das maiores margens operacionais do setor siderúrgico. A empresa vem diversificando seus negócios, buscando sempre maximizar o retorno aos seus acionistas. Com esta visão, a CSN atua em 5 diferentes pilares de negócios totalmente integrados: Siderurgia, Mineração, Cimento, Logística e Energia. Dominando toda a cadeia produtiva do aço, a CSN oferece aos seus clientes, de diferentes segmentos da indústria, uma diversificada linha de produtos de alto valor agregado. A mina de Casa de Pedra, com reservas que superam 3.4 bilhões de toneladas de minério de ferro de elevado grau de pureza, também posiciona a CSN como uma importante exportadora de minério de ferro, além de garantir o total fornecimento da matéria prima para a produção de aço bruto da Usina Presidente Vargas, em Volta Redonda. Com o crescimento do setor de construção civil, a CSN iniciou, a partir de maio de 2009, a produção e comercialização de cimento de alta qualidade, aproveitando a escória resultante da produção de aço e o calcário proveniente de sua mina em Arcos (MG).

RETROSPECTIVA 2010
As estratégias da CSN, construídas ao longo dos últimos anos - tais como a verticalização produtiva, integração, diversificação de produtos e foco no mercado interno - se mostraram coerentes e são responsáveis pelos bons números do ano de 2010. A performance financeira registrada em 2010 mostra a capacidade da empresa em gerar valor para os acionistas.

PERSPECTIVA 2011
Disciplina na alocação de capital e sólida posição financeira fazem da CSN uma empresa preparada para crescer e para enfrentar novos desafios. Além dos projetos de crescimento orgânico, a empresa permanece atenta às oportunidades de aquisição e aliança estratégica em todos os segmentos em que atua no Brasil e no exterior, de forma a acelerar sua expansão e geração de valor. No que se refere a projetos, a CSN continua com seus planos de expansão no segmento de minério de ferro, incluindo a expansão do Porto de Itaguaí. A capacidade de produção de minério de ferro deve atingir 110 milhões de toneladas e a capacidade de escoamento do Porto de Itaguaí chegará a 130 milhões de toneladas. Dentro dos seus objetivos de diversificação, a Companhia vem apostando na implementação de sua primeira planta de produção de aços longos em 2011, com capacidade de 500.000 toneladas, e estuda a construção de duas novas plantas com capacidade total de 1 milhão de toneladas. O projeto de cimento conta atualmente com uma capacidade de 2.8 milhões de toneladas. Investimentos adicionais, em diferentes regiões do país, elevarão a capacidade para 6.4 milhões de toneladas nos próximos anos. Iniciada em 2006, a Ferrovia Transnordestina teve um avanço importante em 2010. Foram investidos, até setembro, aproximadamente R$ 900 milhões. Este projeto de 1.728 km é considerado um dos mais importantes da região Nordeste e do PAC e ligará a cidade de Eliseu Martins aos portos de Suape e Pecem

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