CSN (CSNA)
Compõe a carteira do Paulo Prof
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19513 de 1955704/Nov/2009 17:10
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[Nível 0] samudutraComentários:
438 - Desde: Jan 2008
eu sei que vcs não gostam de blue
! mas olha ai :
16:25 CSN: VENDA DE
AÇO NO 4º TRIMESTRE DEVE SER MELHOR QUE NO PERÍODO
São Paulo, 04 -
Depois de sofrer com a retração da demanda de aço nos primeiros seis meses do
ano, a Companhia Siderúrgica
Nacional (CSN) prevê que os resultados do quarto trimestre devem ser
ainda mais positivos que os
registrados no terceiro trimestre. Segundo afirmou hoje o diretor comercial
da companhia, Luiz Fernando
Martinez, a CSN está muito otimista, porque as indústrias da linha
branca (fogões, geladeiras,
lavadoras e tanquinhos) e do setor automotivo devem operar a plena
capacidade em novembro. "O
último trimestre do ano vai ser muito forte e esperamos destinar 85% a
87% das vendas para o mercado
interno", disse em teleconferência com jornalistas. No terceiro
trimestre, o mercado doméstico
representou 67% das vendas da companhia.
Em relação às perspectivas
para 2010, o diretor disse que ainda é cedo para fazer previsões
precisas. "Temos que fazer
um trabalho para entender o que acontece após a retirada do incentivo do
IPI (Imposto sobre Produtos
Industrializados) em alguns setores", afirmou.
De acordo com o
diretor executivo da empresa, Paulo Penido, os ganhos mais fortes obtidos no
terceiro trimestre foram
impulsionados por um melhor resultado operacional e pela incorporação
reversa da Big Jump Energy
Participações pela Namisa, o que trouxe um efeito positivo de R$ 835
milhões. O lucro no período foi
de R$ 1,15 bilhão. "Voltamos a operar em plena carga desde julho, o
que permitiu a diluição dos
custos fixos", afirmou Penido.
No momento, a CSN
está negociando a redução de descontos com clientes industriais, mas não
existe pressa para concluir as
conversas, segundo Martinez. Ele explicou que o setor de distribuição
teve descontos de até 30% neste
ano, porque estava operando com altos níveis de estoques. No caso
dos clientes industriais, porém,
não ocorreram descontos de grande porte.
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Marco da industrialização brasileira, a Companhia
Siderúrgica Nacional (CSN), em operação há 7décadas, é uma das empresas
siderúrgicas mais integradas e competitivas do mundo, conta com mais de 18.000
colaboradores e possui unidades de produção nos Estados Unidos e na Europa. A
CSN investiu, desde 1996, mais de US$ 2.4 bilhões na modernização das
instalações industriais e no aumento da produtividade, garantindo à Companhia,
uma das maiores margens operacionais do setor siderúrgico. A empresa vem
diversificando seus negócios, buscando sempre maximizar o retorno aos seus
acionistas. Com esta visão, a CSN atua em 5 diferentes pilares de negócios
totalmente integrados: Siderurgia, Mineração, Cimento, Logística e Energia.
Dominando toda a cadeia produtiva do aço, a CSN oferece aos seus clientes, de
diferentes segmentos da indústria, uma diversificada linha de produtos de alto
valor agregado. A mina de Casa de Pedra, com reservas que superam 3.4 bilhões
de toneladas de minério de ferro de elevado grau de pureza, também posiciona a
CSN como uma importante exportadora de minério de ferro, além de garantir o
total fornecimento da matéria prima para a produção de aço bruto da Usina
Presidente Vargas, em Volta Redonda. Com o crescimento do setor de construção
civil, a CSN iniciou, a partir de maio de 2009, a produção e comercialização de
cimento de alta qualidade, aproveitando a escória resultante da produção de aço
e o calcário proveniente de sua mina em Arcos (MG).
As estratégias da CSN, construídas ao longo dos últimos
anos - tais como a verticalização produtiva, integração, diversificação de
produtos e foco no mercado interno - se mostraram coerentes e são responsáveis
pelos bons números do ano de 2010. A performance financeira registrada em 2010
mostra a capacidade da empresa em gerar valor para os acionistas.
Disciplina na alocação de capital e sólida posição
financeira fazem da CSN uma empresa preparada para crescer e para enfrentar
novos desafios. Além dos projetos de crescimento orgânico, a empresa permanece
atenta às oportunidades de aquisição e aliança estratégica em todos os
segmentos em que atua no Brasil e no exterior, de forma a acelerar sua expansão
e geração de valor. No que se refere a projetos, a CSN continua com seus planos
de expansão no segmento de minério de ferro, incluindo a expansão do Porto de
Itaguaí. A capacidade de produção de minério de ferro deve atingir 110 milhões
de toneladas e a capacidade de escoamento do Porto de Itaguaí chegará a 130
milhões de toneladas. Dentro dos seus objetivos de diversificação, a Companhia
vem apostando na implementação de sua primeira planta de produção de aços
longos em 2011, com capacidade de 500.000 toneladas, e estuda a construção de
duas novas plantas com capacidade total de 1 milhão de toneladas. O projeto de
cimento conta atualmente com uma capacidade de 2.8 milhões de toneladas.
Investimentos adicionais, em diferentes regiões do país, elevarão a capacidade
para 6.4 milhões de toneladas nos próximos anos. Iniciada em 2006, a Ferrovia
Transnordestina teve um avanço importante em 2010. Foram investidos, até
setembro, aproximadamente R$ 900 milhões. Este projeto de 1.728 km é
considerado um dos mais importantes da região Nordeste e do PAC e ligará a
cidade de Eliseu Martins aos portos de Suape e Pecem.
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99735 de 9981927/Out/2011 21:14 1
paulo_profComentários: 0 - Desde: Jul 2009
multiplicadores baseados nos últimos 6 meses
MARGEM
OPERACIONAL
29,0%%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
333,1%
Taxas de crescimento anual médio
b) patrimônio líquido médio
Taxa anual real média de crescimento do lucro líquido dos
últimos 6 meses anualizados, necessária durante 3 anos, para que a fórmula do
FCD produza um "preço justo" 50% superior à cotação atual (com taxa
de desconto real de 10%, perpetuidade de 0%) = -8%
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99747 de 9983427/Out/2011 21:44 2
paulo_profComentários: 0 - Desde: Jul 2009
multiplicadores baseados nos últimos 6 meses
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO
138,6%
Taxas de crescimento anual médio
b) patrimônio líquido médio
Taxa anual real média de crescimento do lucro líquido dos
últimos 6 meses anualizados, necessária durante 3 anos, para que a fórmula do
FCD produza um "preço justo" 30% superior à cotação atual (com taxa
de desconto real de 10%, perpetuidade de 0%) = -4,5%
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Período Analisado: 3T11 - 3o Trimestre de 2.011
( Julho/Agosto/Setembro )
Link do Balanço:
http://www.csn.com.br/ir/arquivos/CSN_Release_3T11.pdf
Espelho Fundamentus:
http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=CSNA3&x=24&y=23
Site do RI:
http://www.csn.com.br/ri/default_pt.asp?idioma=0&conta=28
PAINEL DE
INDICADORES
29/10/11
SELIC 11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml EB
MS
CSNA3 16,40
7,2
2,87
20,6 7,9% 13,9%
3,3
21% 13,9% 42,3%
- A receita líquida de R$12,4 bilhões dos primeiros nove
meses de 2011 é recorde da Companhia e 12% superior à registrada no mesmo
período de 2010. Já no 3T11 a receita líquida atingiu R$4,2 bilhões;
- Nos 9M11 o lucro líquido de R$2,9 bilhões é recorde da
CSN e 38% maior que o lucro líquido dos 9M10. No 3T11 o lucro líquido chegou a
R$1,1 bilhão;
- O EBITDA ajustado até setembro de 2011 totalizou R$5,0
bilhões, 2% superior em relação aos 9M10, enquanto a margem EBITDA atingiu 41%
nos 9M11. No 3T11 o EBITDA ajustado foi de R$1,7 bilhão, com uma margem EBITDA
de 40%;
- Nos 9M11 o volume de minério de ferro vendido de 21,3
milhões de toneladas é recorde da CSN, sendo 13% superior ao comercializado nos
9M10. Já no 3T11 o volume de minério de ferro vendido de 8,0 milhões de
toneladas também recorde, foi 18% maior que o volume comercializado no 2T11;
- Nos 9M11 a receita líquida de mineração de R$4,3 bilhões,
recorde da Companhia, cresceu 72% em relação àquela do mesmo período de 2010.
Já no 3T11 a receita líquida de mineração atingiu R$1,6 bilhão, 4% superior à
registrada no 2T11 e também recorde;
- Nos 9M11, o EBITDA de mineração de R$2,9 bilhões é
recorde da Companhia, sendo 74% acima do registrado nos 9M10. No 3T11 o EBITDA
de R$1,0 bilhão do segmento de mineração já corresponde a 59% do EBITDA total;
- No 3T11 o volume consolidado de produtos siderúrgicos
comercializado pela CSN no mercado interno, onde historicamente as margens são
mais elevadas, representou 86% das vendas totais;
- A CSN é uma empresa altamente líquida, com R$ 15,6
bilhões em caixa.
- A recente desvalorização do real frente ao dólar tem
efeito favorável sobre as exportações. A previsão do mercado para a taxa de
câmbio ao final de 2011 é de R$1,75.
- Dívida Líquida/EBITDA ajustado 1,87 3T11 e 1,72
2T10 1,51 3T10 ( só não entendo porque ela mantém mantém um
nível de caixa tão elevado, se sua divida cresce )
- No 3T11, a receita líquida consolidada de R$4.241 milhões
apresentou ligeira redução de 2% se comparada à receita líquida de R$4.323
milhões do 2T11 em função das menores vendas de produtos siderúrgicos,
parcialmente compensada pelos maiores volumes de minério de ferro vendidos no
3T11.
- No 3T11, o resultado financeiro líquido consolidado foi
negativo em R$340 milhões, basicamente devido aos encargos de empréstimos e
financiamentos, no total de R$635 milhões juntamente com outras despesas
financeiras de R$54 milhões, parcialmente compensados pelos seguintes efeitos
positivos:
- Rendimentos de R$146 milhões sobre as aplicações
financeiras;
- Variações monetárias e cambiais de R$203 milhões,
incluindo o resultado das operações com derivativos.
( parece que eu estava adivinhando... a divida bruta
é 27,7B que custaram 635M de juros. O caixa foi de 15,6B que renderam 146M:
paga mais de 2,2% e recebe menos de 1%... ??? e o pior é que usa isso como
"vantagem" quando fala que é "altamente liquida" )
-No 3T11, o lucro líquido de R$1.097 milhões foi 4%
inferior ao registrado no 2T11, basicamente em função do menor lucro
operacional no 3T11, parcialmente compensado pelo melhor resultado financeiro
no trimestre terminado em setembro.
- O capital de giro aplicado no negócio totalizava R$3.378
milhões no final de setembro de 2011, um crescimento de R$184 milhões em
relação ao saldo final de junho de 2011. A variação decorre principalmente do
aumento das contas a receber e dos estoques, em função da rotatividade destes
últimos frente ao volume de vendas do 3T11, parcialmente compensada pelo
aumento na conta de fornecedores, refletindo a melhor gestão de seu pagamento.
Ao final de setembro de 2011 o prazo médio de pagamento a fornecedores aumentou
em 10 dias, enquanto o prazo médio de giro de estoques cresceu 27 dias. Já o prazo
médio de recebimento de clientes aumentou em 1 dia. ( Não é só o dinheiro
parado em caixa, também um maior nível de estoques gera custos ).
- No 3T11, as vendas no mercado interno totalizaram 1,0
milhão de toneladas, representando uma redução de 10% em relação ao 2T11,
justificada pelo ciclo de ajuste no volume de estoques, principalmente nos
distribuidores de aço.
- No 3T11, o volume comercializado no mercado externo foi de
168 mil toneladas, uma redução de 7% em relação ao volume vendido no 2T11, em
linha com os planos da Companhia e em função do excesso de oferta nos mercados
internacionais.
- No 3T11, o EBITDA ajustado do segmento de siderurgia
atingiu R$596 milhões, 19% inferior em relação aos R$733 milhões registrados no
2T11, basicamente em função do menor volume de vendas e de aumento relativo do
CPV no 3T11.
- A margem EBITDA ajustada do segmento de siderurgia no
3T11 atingiu 26%, uma redução de 3 p.p. em relação aos 29% registrados no 2T11.
( isso é bem comum, vale notar: quando citam apenas o acumulado nos 9
meses, como lá em cima, pode olhar que no trimestre foi mal, restando apenas
"o histórico" para salvar o relatório ).
- Vejo a empresa num dilema: se ficar o bicho pega e se
correr o bicho come ... um caixa tão elevado assim com endividamento crescente
só se justificaria no caso de uma aquisição em vista, mas olhando o histórico
vemos que não é de hoje que vem essa relação. Pensando em garantir liquidez, 2
x o capital de giro já traria segurança suficiente e o restante seria melhor
utilizado na redução da dívida. Por outro lado pode-se pensar que ela saberia
utilizar melhor o capital emprestado no seu próprio negócio, mas a relação
crescente Div/Ebita mostra justamente o contrário.
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111315 de 11132920/Jan/2012 22:39 9
paulo_profComentários: 5588 - Desde: Jul 2009
citação: acarlos321
Ok Prof, somente coloco mais dois aspectos:
Primeiro o Senhor deixou bem claro que HOJE a
usiminas está cara, porém mais que ninguém o Senhor também sabe que bolsa olha
mais o futuro da empresa do que o presente e,
Segundo, se a empresa está realmente cara a 11
reais, qual o motivo que levou a CSN a oferecer quase 40 reais para comprá-la e
qual o motivo do grupo ítalo-argentino entrar na sociedade pagando nada menos
do que 36 reais? Ou eles acreditam no potencial da empresa que voltará a lucrar
como antes, ou eles sabem de algo que não sabemos ou eles são idiotas e gostam
de queimar dinheiro.
Hoje as ações reagiram muito bem!
agradeço a paciência com um simples mortal!!!
rsrsrsr
Bom ... tanto a CSN quanto a Techint atuam no
mesmo segmento da Usiminas ... em conseqüência, o que poderia ser de grande
interesse para estas empresas na condição de controlador, não necessariamente
será do interesse do minoritário, não? Há um risco aí, não?
O maior acionista da USIM hoje é a CSN, não?
Frustrada a tentativa de participar do grupo de controle, qual será a decisão
relativa às ações? Vender ou segurar? Se resolver vender, USIM3 e USIM5 deverão
permanecer travadas por um bom período de tempo, ou não? Há outro risco aí,
correto?
Em
resumo, por essas e outras não me parece muito provável que a cotação de USIM5
possa ultrapassar a faixa dos R$ 12,50 nos próximos 6 meses. Se a meta do
investidor é ver a USIM5 emplacar uma cotação acima dos R$ 25,00 no prazo de
15-18 meses, acho que não faz muita diferença comprar hoje na faixa dos R$
11,50, ou a R$ 12,50 daqui há 6 meses. Ou seja, há um possível risco de custo
de oportunidade. No último mês, a USIM5 valorizou bem: 17,4% ... mas a CSNA3
valorizou 30,6% ... e acho que a porbabilidade maior é este gap aumentar nos
próximos meses.
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122571 de 12257526/Mar/2012 23:50 2
paulo_profComentários: 6099 - Desde: Jul 2009
CSNA3
PREÇO: R$ 18,34
PAYOUT (2011): 32,4%
Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 7,22
P/VPA 3,35
PSR 1,62
DY 4,49%
EV/EBITDA 6,06
MARGEM BRUTA 40,7%
MARGEM OPERACIONAL 22,7%
MARGEM LÍQUIDA 22,4%
LUCRO POR AÇÃO R$
2,542
MARGEM EBITDA 39,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 349,2%
ROE 46,41%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,38
Taxas anuais média nominais de crescimento
a) do lucro líquido
UA 47,28%
U2A 19,42%
U3A -13,74%
b) do patrimônio líquido médio
UA 12,86%
U2A 10,92%
U3A -1,58%
Para um preço justo igual ao preço atual com
margem de 50% (R$ 27,51), calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real
nula e taxa de desconto anual real de 10%, a taxa de crescimento real do lucro
líquido nos próximos 3 anos teria que ser maior do que 3%
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129812 de 12984807/Mai/2012 07:50 [Citar este
comentário] 0
5 paulo_profComentários: 6356 - Desde: Jul 2009
citação: Rafiusk_roCaros,
Alguém tem alguma opinião sobre CSNA3?
O papel vem caindo de preço nas últimas semanas e
to em dúvida se faço preço mérdio ou espero o balanço.
Essas quedas tem alguma explicação lógica ou é
apenas um movimento normal de mercado? O câmbio favorável não deve melhorar o
desempenho da empresa?
Abraços,
Rafiusk
A CSN, basicamente, desenvolve 2 negócios:
extração de minério e produção de aço. Ultimamente, tem sido da mineração que a
empresa tem produzido a maior parte de seu lucro.
Em princípio, o câmbio favorável melhora o
negócio da siderurgia. Ocorre que com a recessão européia e a desaceleração
chinesa, a demanda pelo minério tem diminuído, e os preços em abril
retrocederam aprox. 25% relativamente ao ano passado.
O
mercado está apostando que o impacto negativo da desaceleração no negócio
mineração será maior do que aquele positivo no negócio siderurgia.
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