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sábado, 28 de março de 2020

Usiminas (USIM)



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Códigos de Negociação
Tipo
USIM3; USIM5; USIM6
 Nível 1

Balanços
A2019/4T2019 - DFP de 31/12/19
paulo_prof  -
Resultado super meia boca, auxiliado por um Resultado Financeiro positivo devido a valorização cambial (deverá devolver tudo e mais um pouco no 1T29). Uma maior receita líquida em relação aquela do 1T18 levou a um Resultado Bruto sensivelmente menor, devido à perda importanto na margem (a margem brita passou de 11% no 4T18, para 7,7% no 4T19). O Resultado Fuiinanceiro, apesar de favorável, foi muito menor do que aquele do 4T18. Em consequência,houve queda sensível nos Resultados Antes dos Impostos e Líquido. O Ebitda cresceu.
Na comparação anual, excetuando a Rdeceita Líquida, todos os Resultados foram desfavoráveis (margem bruta desspencou de 16,1% para 12,5% e o resultado financeiro, que foi R$ 93 milhões positivo em 2018, caiu para R$ 510 milhões negativos em 2019. Como consequência, as quedas do Resultado Antes dos Impostos e Lucro Líquido foram consideráveis. O Ebitda caiu aprox. 10%.
Na minha avaliação, um investimento no ativo nos preços atuais é arriscado.

2T2019 -
paulo_prof   -
Como os resultados são muito voláteis (dependem fortemente da taxa de câmbio, devido ao endividamento em moeda estrangeira), procuro focar no ebitda e sua taxa de crescimento. Como EV/EBITDA na faixa dos 7 e a taxa de crescimento real do EBITDA em aprox. 4% e com tendência ao crescimento, acho que o ativo está relativamente bem precificado.

1T2019 -
paulo_prof  -
No 1T19, a margem bruta aumentou de 11% no 4T18, para 14%. Embora tenha ocorrido uma melhora, o CPV, continuna alto relativamente ao 1S18 (no 1T18, a margem bruta havia sido de 18,9%). Por outro lado, com o Resultado Financeiro voltando à quase "normalidade" (a despesa financeira representou aprox. 14,5% a.a. sobre o endividamento líquido médio no trimestre - num cenário de estabilidade cambial teria sido menor), o Resultado Líquido foi "derrubado" em relação aquele do 1T18 e 4T18.
Continuo achando difícil fazer projeções. De qualquer forma, não acho que o ativo esteja super mal precificado. Ou seja, não acho que esteja visivelmente caro ou barato.

A2018 -
Paulo Prof - 
No 4T18, o Resultado Financeiro foi fortemente impactado (R$ 490 milhões) por uma receita de juros sobre créditos com a Petrobrás. Em consequência, o lucro líquido do 4T18 e 2018 foram fortemente impactados.
O endividamento liquido médio no exercício foi de R$ 4,3 bilhões. Numa conta de padeiro, admitindo um resultado financeiro anual negativo em R$ 400 milhões e alíquota padrão de IR/CS, o lucro lquido seria reduzido dos R$ 727 milhões postados, para R$ 612 milhões.
Nestas condições, a taxa de crescimento real do lucro necessária em 5 anos para justificar o preço atual seria de aprox. 10%.
Devido à forte volatilidade na contabilização das Outras Despesas Líquidas e o fato dos valores desta rubrica serem consideráveis, frente aqueles referentes às depesas com vendas, gerais e administrativas, é muito difícil fazer projeções.
A margem bruta no 1o. semestre foi de aprox. 18,5%. No 3T18 havia caído para 16,7% e no 4T18, para 11%; O que usar em projeções?
Não arrisco palpitar se o ativo está barato ou caro. Depende fortemente das premissas utilizadas.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Anualizando o lucro do 3T18, e congelando-o para todo o sempre, obter-se-ia um valor intrínseco de R$ 10,74. Se não houve não recorrentes importantes no 3T18, portanto, o preço atual não deveria ser considerado exagerado. Recomendo ler o relatório para verificar se houve mnão recorrentes e, se possível, aguardar os resultados do 4T18 para uma melhor visão das tendências.

3T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 17 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (36,9565%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 76.959 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 117.073 E MAIOR (TAMBEM) DO QUE O APRESENTADO NO 3T16 = -114.141. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MENOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 265.797 X 3T17 = 357.667. VALOR DE MERCADO (MIL) = 13.909.178; VALOR MAXIMO (MIL) = 31.599.716 NO 1T10; VE PSBE (MIL) = 18.952.238.

1T2017 -
paulo_prof   -
Depois de 10 trimestres no vermelho, a Usiminas volta ao lucro ...

2T2016 -
paulo_prof   -
esquece!

4T2009 -
pauloprof -
considerou muito bom.

3T2009 –
pauloprof -
considerou ruim.

Características
Venda de produtos siderúrgicos como chapas grossas, laminados a quente, a frio. Placas. galvanizados entre outros.

Assembleias
AGO/E - 28/04/2020 13:00 - Assunto(s):  Tomada de Contas-Votação do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras; Eleição de Membros dos Conselhos de Administração e Fiscal; Remuneração dos Administradores e Conselheiros; Destinação dos Resultados; Reforma Estatutária; Distribuição de Dividendos/Juros sobre Capital Próprio; Consolidar o Estatuto Social da Companhia com as alterações aprovadas

Apresentações
14/02/2020 - Dados Financeiros - Press-release - 31/12/19

Guindance
14/02/2020 - projeções acerca dos investimentos e das despesas financeiras líquidas para o ano de 2020.

Balanços (Calendário)
14/02/2020
 DFP 2019

 ITR 1T 2020

 ITR 2T 2020

 ITR 3T 2020




367166  - paulo_prof  -  16 Fev 2020, 22:35
Resultado super meia boca, auxiliado por um Resultado Financeiro positivo devido a valorização cambial (deverá devolver tudo e mais um pouco no 1T29). Uma maior receita líquida em relação aquela do 1T18 levou a um Resultado Bruto sensivelmente menor, devido à perda importanto na margem (a margem brita passou de 11% no 4T18, para 7,7% no 4T19). O Resultado Fuiinanceiro, apesar de favorável, foi muito menor do que aquele do 4T18. Em consequência,houve queda sensível nos Resultados Antes dos Impostos e Líquido. O Ebitda cresceu.

Na comparação anual, excetuando a Rdeceita Líquida, todos os Resultados foram desfavoráveis (margem bruta desspencou de 16,1% para 12,5% e o resultado financeiro, que foi R$ 93 milhões positivo em 2018, caiu para R$ 510 milhões negativos em 2019. Como consequência, as quedas do Resultado Antes dos Impostos e Lucro Líquido foram consideráveis. O Ebitda caiu aprox. 10%.

Na minha avaliação, um investimento no ativo nos preços atuais é arriscado.
p.php?pid=chartscreenshot&u=KGT6Hr3vbWjH



USIM5

PREÇO: R$ 9,90

PAYOUT (2019) 25,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 57.08

P/VPA 0.87

PSR 0.81

DY 0.44%

EV/EBITDA 7.95

MARGEM BRUTA 12.5%

MARGEM OPERACIONAL 3.0%

MARGEM LÍQUIDA 1.4%

LUCRO POR AÇÃO $ 0.173

MARGEM EBITDA 13.0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 37.2%

ROE 1.52%

LIQUIDEZ CORRENTE 3.07



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,82%

RESULTADO BRUTO -15,37%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -64,17%

RESULTADO LÍQUIDO -70,65%

EBITDA -10,48%



b) 4T19 sobre 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,01%

RESULTADO BRUTO -21,17%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -75,79%

RESULTADO OPERACIONAL -53,72%

RESULTADO LÍQUIDO -38,26

EBITDA +21,70%



c) lucro líquido, nominal

UA -70,65%

U2A -4,33%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -70,65% 1,52%

U2A -4,33% 1,58%

U3A -168,28% 1,90%



e) ebitda, nominal

UA -10,48%

U2A -2,75%

U3A 25,02%

U4A passou de negativo para positivo

U5A 1,32%

U6A 1,55%

U7A 16,75%

U8A 5,53%

U9A -3,38%

U10A 2,73%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 2,16

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +40,0%

14/02/2020 - Dados Financeiros - Press-release - 31/12/19

14/02/2020 - projeções acerca dos investimentos e das despesas financeiras líquidas para o ano de 2020.


Prof .

Durante sua análise de USIM , em virtude dos resultados voláteis menciona : "procuro focar no ebitda e sua taxa de crescimento. Como EV/EBITDA na faixa dos 7 e a taxa de crescimento real do EBITDA em aprox. 4% e com tendência ao crescimento, acho que o ativo está relativamente bem precificado ".

Pode esclarecer melhor ?

Outro ponto : poderíamos então usar-la sempre?
O indicador EV;EBITDA é uma alternativa para o indicador P/L. Assim como P/L sozinho faz pouco sentido (há que se considerar também a taxa de crescimento real do lucro), no caso do EV/EBITDA o valuation é impactado pela taxa de crescimento real do ebitda (se o Ebitda está crescendo, para o preço corrente, a tendência do EV/EBITDA é diminuir.

Em termos de EV/EBITDA, o que é caro para uns, é barato para outros. Depende, também, do setor. Para mim, no setor de siderurgia, um EV/EBITDA abaixo dos 6 com o Ebitda constante em termos reais, indica um ativo relativamente barato. Um EV;EBITDA acima dos 8, para Ebitda constante em termos reais, é uma indicação de que o ativo pode estar caro.

Só para prover um termo de comparação, considere a FESA4 ao preço corrente:

EV/EBITDA = 4,84

taxa de crescimento anual nominal do Ebitda:

UA 26,22%

U2A 88,78%

U3A 18,49%

U4A 30,39%

U5A 24,52%

U6A 22,25%

U7A 24,77%

U8A 10,94%



Acho que está na cara que FESA4 está barata (ou pelo menos bem mais barata do que a USIM5).





                                                                                           ▲                                                                      ▲



362975  - paulo_prof   -  26 Jul 2019, 13:37
Todos os Resultados evoluiram, seja em relação ao 2T18, seja em relação ao 1T19.

Como os resultados são muito voláteis (dependem fortemente da taxa de câmbio, devido ao endividamento em moeda estrangeira), procuro focar no ebitda e sua taxa de crescimento. Como EV/EBITDA na faixa dos 7 e a taxa de crescimento real do EBITDA em aprox. 4% e com tendência ao crescimento, acho que o ativo está relativamente bem precificado.
9pnYxsSyO0F6tukSZCOjYrjHOjh0iv9EIkDafZ5b
USIM5

PREÇO: R$ 8,70

PAYOUT (2018) 25,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17,14

P/VPA 0,73

PSR 0,72

DY 1,46%

EV/EBITDA 7,01

MARGEM BRUTA 14,6%

MARGEM OPERACIONAL 9,5%

MARGEM LÍQUIDA 4,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,507

MARGEM EBITDA 14,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 37,9%

ROE 4,25%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,73



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,37%

RESULTADO BRUTO +7,91%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +481,25%

RESULTADO LÍQUIDO +353,41%

EBITDA +8,35%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,29%

RESULTADO BRUTO +4,26%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -69,72%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +14,76%



c) lucro líquido, nominal

UA 353,41%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 2,94%

U2A 1,80%

U3A 1,56%



e) ebitda, nominal

UA 8,35%

U2A -0,61%

U3A passou de negativo para positivo

U4A 73,01%

U5A -1,26%

U6A 13,59%

U7A 11,70%

U8A 2,14%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,34

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +8,0%

360523  - paulo_prof  -  19 Abr 2019, 22:33
No 1T19, a margem bruta aumentou de 11% no 4T18, para 14%. Embora tenha ocorrido uma melhora, o CPV, continuna alto relativamente ao 1S18 (no 1T18, a margem bruta havia sido de 18,9%). Por outro lado, com o Resultado Financeiro voltando à quase "normalidade" (a despesa financeira representou aprox. 14,5% a.a. sobre o endividamento líquido médio no trimestre - num cenário de estabilidade cambial teria sido menor), o Resultado Líquido foi "derrubado" em relação aquele do 1T18 e 4T18.

Continuo achando difícil fazer projeções. De qualquer forma, não acho que o ativo esteja super mal precificado. Ou seja, não acho que esteja visivelmente caro ou barato.

USIM5

PREÇO: R$ 9,04

PAYOUT (2018) 25,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 18,16

P/VPA 0,78

PSR 0,79

DY 1,38%

EV/EBITDA 7,33

MARGEM BRUTA 15,0%

MARGEM OPERACIONAL 7,9%

MARGEM LÍQUIDA 4,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,498

MARGEM EBITDA 14,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 38,4%

ROE 4,28%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,64



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,62%

RESULTADO BRUTO +18,82%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +127,24%

RESULTADO LÍQUIDO +115,32%

EBITDA -5,84%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,87%

RESULTADO BRUTO -18,97%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1,50%

RESULTADO OPERACIONAL -57,91%

RESULTADO LÍQUIDO -66,56%

EBITDA -23,77%



c) lucro líquido, nominal

UA 115,32%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 1,99%

U2A 1,97%

U3A -0,38%



e) ebitda, nominal

UA -5,84%

U2A 17,21%

U3A passou de negativo para positivo

U4A 7,29%

U5A -0,97%

U6A 17,64%

U7A 8,87%

U8A -1,46%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,22

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +9,0%

358525 - paulo_prof  -  16 Fev 2019, 10:04
No 4T18, o Resultado Financeiro foi fortemente impactado (R$ 490 milhões) por uma receita de juros sobre créditos com a Petrobrás. Em consequência, o lucro líquido do 4T18 e 2018 foram fortemente impactados.

O endividamento liquido médio no exercício foi de R$ 4,3 bilhões. Numa conta de padeiro, admitindo um resultado financeiro anual negativo em R$ 400 milhões e alíquota padrão de IR/CS, o lucro lquido seria reduzido dos R$ 727 milhões postados, para R$ 612 milhões.

Nestas condições, a taxa de crescimento real do lucro necessária em 5 anos para justificar o preço atual seria de aprox. 10%.

Devido à forte volatilidade na contabilização das Outras Despesas Líquidas e o fato dos valores desta rubrica serem consideráveis, frente aqueles referentes às depesas com vendas, gerais e administrativas, é muito difícil fazer projeções.

A margem bruta no 1o. semestre foi de aprox. 18,5%. No 3T18 havia caído para 16,7% e no 4T18, para 11%; O que usar em projeções?

Não arrisco palpitar se o ativo está barato ou caro. Depende fortemente das premissas utilizadas.

USIM5

PREÇO: R$ 9,40

PAYOUT (2018) 25,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,90

P/VPA 0,81

PSR 0,84

DY 1,58%

EV/EBITDA 7,23

MARGEM BRUTA 16,1%

MARGEM OPERACIONAL 9,0%

MARGEM LÍQUIDA 5,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,591

MARGEM EBITDA 15,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 41,0%

ROE 5,09%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,50



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,97%

RESULTADO BRUTO +35,47%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +193,46%

RESULTADO LÍQUIDO +211,85%

EBITDA 5,65%



b) 4T18 sobre 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,38%

RESULTADO BRUTO -9,31%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA -1,44%



c) lucro líquido, nominal

UA 211,85%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 1,64%

U2A 2,09%

U3A -2,41%



e) ebitda, nominal

UA 5,65%

U2A 47,75%

U3A passou de negativo para positivo

U4A 4,50%

U5A 4,14%

U6A 22,04%

U7A 8,04%

U8A -2,46%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,39

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,0%

356989  - marcosvinicius2  -  20 Dez 2018, 00:53
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA LÍQUIDA = A receita líquida do 3T18 foi de R$3,9 bilhões, contra R$3,2 bilhões no 2T18, uma elevação de 20,5%, destacando-se os maiores preços e volumes de aço no mercado doméstico e maiores preços na exportação, bem como maiores volumes de minério de ferro no período.; DESPESAS E RECEITAS OPERACIONAIS = As despesas com vendas do 3T18 totalizaram R$74,3 milhões, estáveis em comparação ao 2T18, que foram de R$73,7 milhões. No 3T18 as despesas gerais e administrativas foram de R$101,0 milhões, uma redução de 10,5% em relação ao 2T18, que foram de R$112,9 milhões, principalmente em função de menores despesas com serviços de terceiros e com pessoal. Outras despesas e receitas operacionais foram negativas em R$115,6 milhões no 3T18, contra R$187,2 milhões negativas no 2T18, uma redução de 38,2%.; EBITDA = OEBITDA Ajustado foi de R$702,8 milhões no 3T18, contra R$518,8 milhões no 2T18, uma elevação de R$183,9 milhões, principalmente devido aos maiores preços e volumes de aço no mercado doméstico e maiores preços na exportação, bem como maiores volumes de minério de ferro no período, além dos efeitos não recorrentes da provisão pelas autuações do Governo do Rio Grande do Sul, que impactou negativamente o EBITDA do 2T18 em R$62,4 milhões.; RESULTADO FINANCEIRO = No 3T18, o resultado financeiro foi de R$134,4 milhões negativo, contra R$276,6 milhões negativo no 2T18, uma redução de 51%, devido, principalmente, à menor desvalorização do Real frente ao Dólar no 3T18, que foi de 3,8%, contra desvalorização de 16% no 2T18. A variação cambial gerou perdas de R$19,1 milhões no 3T18, contra perdas de R$149,8 milhões no 2T18.:

USIM3
PREÇO: R$ 12,04
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 46,86
P/VPA 1,07
PSR 1,13
DY 0,00%
EV/EBITDA 9,23
MARGEM BRUTA 16,84%
MARGEM OPERACIONAL 3,28%
MARGEM LÍQUIDA 2,40%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,257
MARGEM EBITDA 16,26%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 47,50%
ROE 2,28%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,01

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 36,91%
RESULTADO BRUTO 52,27%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 89,69%
RESULTADO OPERACIONAL -36,72%
RESULTADO LÍQUIDO 3352,83%
EBITDA -3,95%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 41,08%
RESULTADO BRUTO 80,15%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 106,88%
RESULTADO OPERACIONAL 217,14%
RESULTADO LÍQUIDO 242,94%
EBITDA 54,37%

c) lucro (taxa média anual)
UA 3352,83%
U2A ND
U3A -154,19%

d) patrimônio líquido médio
UA 1,19%
U2A 1,76%
U3A -4,41%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,21
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +34% !!!!
[...]

355205 - paulo_prof  -  29 Out 2018, 20:18
Anualizando o lucro do 3T18, e congelando-o para todo o sempre, obter-se-ia um valor intrínseco de R$ 10,74. Se não houve não recorrentes importantes no 3T18, portanto, o preço atual não deveria ser considerado exagerado. Recomendo ler o relatório para verificar se houve mnão recorrentes e, se possível, aguardar os resultados do 4T18 para uma melhor visão das tendências.

USIM5

PREÇO: R$ 9,97

PAYOUT (2017) 40,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 38,07

P/VPA 0,87

PSR 0,92

DY 0,96%

EV/EBITDA 7,56

MARGEM BRUTA 16,8%

MARGEM OPERACIONAL 3,3%

MARGEM LÍQUIDA 2,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,262

MARGEM EBITDA 16,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 41,8%

ROE 2,28%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,01



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +36,91%

RESULTADO BRUTO +52,27%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -89,69%

RESULTADO OPERACIONAL -36,72%

RESULTADO LÍQUIDO +3.352,82%

EBITDA -3,95%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +41,08%

RESULTADO BRUTO +80,15%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +106,88%

RESULTADO OPERACIONAL +217,14%

RESULTADO LÍQUIDO +242,941%

EBITDA +54,37%



c) lucro líquido, nominal

UA 3352,82%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 1,19%

U2A 1,76%

U3A -4,41%



e) ebitda, nominal

UA -3,95%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo

U4A 1,58%

U5A 9,58%

U6A 19,27%

U7A 6,75%

U8A -3,85%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,27

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +28,5% !!!!

352259  - Rocha Preta inc -  27 Jul 2018, 12:17
USIM5

A Usiminas (USIM5) registrou prejuízo líquido de R$19,1 milhões, ante lucro líquido de R$157,2 milhões no primeiro trimestre de 2018 e de R$ 176 milhões um ano antes, principalmente devido à variação cambial no período, informou a empresa por meio de um comunicado enviado ao mercado nesta sexta-feira (27).

A receita líquida foi de R$3,2 bilhões, estável em relação ao trimestre imediatamente anterior, mas alta de 24,5% na comparação com um ano antes. A empresa destaca os maiores preços de aço no mercado doméstico e na exportação, compensados por menores volumes de venda de aço e de minério de ferro no período. O mercado aposta em R$ 3,42 bilhões.

As despesas com vendas foram de R$73,7 milhões, contra R$76,1 milhões no primeiro trimestre, uma redução de 3,2%, principalmente devido a menores volumes de exportação de minério de ferro, consequentemente, menores despesas com carregamento nos terminais e serviços portuários.

Ebitda

O Ebitda ajustado foi de R$ 518,8 milhões, contra R$641,2 milhões no primeiro trimestre e R$ 750 milhões um ano antes (-19%). A queda entre os dois primeiros trimestres, de R$122,4 milhões, é atribuída ao impacto da provisão pela autuação do Governo do Rio Grande do Sul, que impactou em R$62,4 milhões e ao resultado negativo da Unidade de Bens de Capital que apresentou Ebitda negativo em R$19,9 milhões contra Ebida positivo de R$32,7 três meses antes.

O destaque positivo foi o resultado da Unidade de Transformação do Aço, que apresentou Ebitda de R$37,3 milhões, contra R$28,5 milhões até março. A média das estimativas apontava para um Ebitda de R$ 595 milhões

A empresa destaca que os primeiros quatro meses de 2018 mostraram recuperação consistente da economia brasileira, com as projeções para os principais indicadores econômicos constantemente revisadas de forma a refletir as perspectivas positivas. “No entanto, em maio, a percepção da população e dos agentes econômicos foi duramente abalada pela paralisação dos caminhoneiros, que coincidiu com o momento de forte elevação do câmbio”, ressalta.
https://moneytimes.com.br/usiminas-tem-prejuizo-de...

348567  - paulo_prof  - 30 Mar 2018, 01:38
Citação: uqaz - Post #348565 - 29/Mar/2018 23:45
[...]
Só que fiquei pensando... existe uma siderúrgica mais voltada para o mercado interno, que seja mais afetada por ele como essas aí?
Acho que a seria a Usiminas, mas a fabricação de bens de capital é pequena. No que se refere o foco, o mercado externo representa menos de 15%. No último relatório informam que em 2017, a Receita Líquida foi composta por

a) mineração: interno = R$ 344 milhões e externo = R$ 180 milhões

b) siderurgia: interno = R$ 8.635 milhões e externo = R$ 1.346 milhões

c) transformação do aço: interno = R$ 2.496 milhões e externo = R$ 1 milhões

d) Bens de Capital: interno = R$ 287 milhões e externo = R$ 1 milhões

e) Ajustes: interno = - R$ 2.556 milhões e externo = 0

Há a tal da Panatlântica ... não sei que apito toca ... mas a liquidez é dose!

348525  - paulo_prof   -  29 Mar 2018, 21:27
Citação: celso araujo - Post #348452 - 28/Mar/2018 02:13
PAULO PROF
Na atual conjuntura economica, poderia citar empresas que ainda considere baratas nos atuais preços? Gostaria de estudar algumas indicações mais a fundo.
A atual conjuntura econômica é de incerteza ... eu acho que a probabilidade de elegermos um governo irresponsável é pequena, mas ... e vc?

A esquerda, bem como a extrema-direita de Bolsonaro, atrapalharam a proposta de reforma da previdência no que foi possível. Se houver um 2o. turno entre a esquerda e a extrema-direita, quais são as perspectivas de se reformar a previdência. Qual será a credibilidade do eleito para liderá-la. Quando o outro quer fazer sou contra e faço questão de atrapalhar ... quando eu vou fazer, quero que todos me ajudem?

Sem uma reforma da previdência suficientemente abrangente, não vejo como o governo equilibrar as contas. Quando não se consegue equilibrar as contas, as situações do Brasil no final do governo Diulma, do Rio, Minas e Rio Grande do Sul estão aí para ilustrarem as consequências.

Eu acho/espero/rezo para que não tenhamos que escolher entre populismos de esquerda e de direita. E se o centro (qualquer que seja) levar, acho que o ciclo (crescimento, inflação, etc) será virtuoso.
[...]

346987  - dnainvest   -  09 Fev 2018, 11:30
LUCRO LÍQUIDO 2017 ==> 315 Milhões

USIMINAS REDUZ PREJUÍZO EM 76% NO 4TRI17 PARA R$ 45 MILHÕES
São Paulo, 09/02/2018 - A Usiminas reportou no quarto trimestre do ano passado um prejuízo líquido de R$ 45 milhões, 76% menor do que no mesmo período de 2016. No entanto, se comparado ao terceiro trimestre, a Usiminas saiu de lucro de R$ 76 milhões e voltou para o vermelho. No ano, a siderúrgica mineira reverteu prejuízo de R$ 577 milhões em 2016 para um lucro líquido de R$ 315 milhões em 2017.

O prejuízo atribuído aos acionistas da companhia, que é aquele que é utilizado para o cálculo para a distribuição de dividendos, foi de R$ 49,9 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado chegou a R$ 450 milhões entre os meses de outubro a dezembro do ano passado, aumento de 93% em relação ao observado no mesmo período do ano anterior. Em relação ao terceiro trimestre o Ebitda caiu 1%. No ano a geração de caixa pelo mesmo critério somou R$ 2,186 bilhões, aumento de 231%.

A margem Ebitda ajustado foi a 15% no quatro trimestre, ante 11% no quarto trimestre de 2016 e de 17% no terceiro trimestre. No ano a margem ficou em 20%, contra 8% anotado em 2016.

A receita líquida, por sua vez, ficou em R$ 3,077 bilhões no quarto trimestre de 2017, aumento de 65% na relação anual e crescimento de 12% na trimestral. No acumulado do ano as receitas subiram 27% para R$ 10,734 bilhões. (Fernanda Guimarães - fernanda.guimaraes@estadao.com)

343832  - marcosvinicius2  -  11 Nov 2017, 14:31
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 17 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (36,9565%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 76.959 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 117.073 E MAIOR (TAMBEM) DO QUE O APRESENTADO NO 3T16 = -114.141. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MENOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 265.797 X 3T17 = 357.667. VALOR DE MERCADO (MIL) = 13.909.178; VALOR MAXIMO (MIL) = 31.599.716 NO 1T10; VE PSBE (MIL) = 18.952.238:

USIM3
PREÇO: 11,10
PAYOUT (2016): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 1491,76
P/VPA 1,00
PSR 1,42
DY 0,00%
EV/EBITDA 8,46
MARGEM BRUTA 15,14%
MARGEM OPERACIONAL 7,10%
MARGEM LÍQUIDA 0,10%
LUCRO POR AÇÃO 0,007
MARGEM EBITDA 23,18%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 53,19%
ROE 0,07%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,85

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 11,89%
RESULTADO BRUTO 818,35%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1251,82%
RESULTADO OPERACIONAL -125,97%
RESULTADO LÍQUIDO -100,53%
EBITDA -260,92%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 20,83%
RESULTADO BRUTO 34,56%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -59,22%
RESULTADO OPERACIONAL -155,68%
RESULTADO LÍQUIDO -167,42%
EBITDA 47,77%

c) lucro (taxa média anual)
UA -100,53%
U2A ND
U3A -67,59%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,35%
U2A -7,09%
U3A -6,59%

Receita Líquida = A receita líquida do 3T17 foi de R$ 2,7 bilhões, contra R$ 2,6 bilhões, um aumento de 6,5% em relação à do 2T17. As Unidades de Mineração, com a retomada da exportação de minério de ferro, Siderurgia e Transformação do Aço foram as que contribuíram para este aumento, impulsionadas pelo aumento de volume de vendas;

EBITDA AJUSTADO = O EBITDA Ajustado totalizou R$ 452,8 milhões no 3T17, contra R$ 749,9 milhões no 2T17, uma redução de R$297,1 milhões, principalmente devido aos efeitos não recorrentes do reconhecimento de R$ 201,1 milhões referente ao acordo com a Porto Sudeste, líquido de despesas, no 2T17 e da adesão da Companhia ao Programa Regularize no 3T17 no valor de R$39,7 milhões;

Resultado Financeiro = O resultado financeiro foi negativo em R$ 65,0 milhões no 3T17, contra R$ 171,3 milhões negativo no 2T17, uma diferença de R$106,3 milhões, principalmente em função de ganhos cambiais registrados no 3T17 de R$ 56,0 milhões, decorrente da valorização do Real de 4,2% no 3T17, contra perdas cambiais de R$ 77,2 milhões no 2T17, em função da desvalorização do Real em 4,4% naquele período;


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

342180  - paulo_prof   -  19 Set 2017, 04:55
Citação: bandaseven - Post #342164 - 18/Set/2017 22:28
Prof Paulo Você não acham que USIM3 teria que estar num patamar mais alto comparado ao valor de usim5 hoje?
Por que? Só porque, no passado, o premio pago pela USIM3 já foi muito maior do que o de hoje (aprox. 23%)?

Na minha opinião, tanto quanto errou feio em 2011 supervalorizando as USIM3 achando que elas dariam direito de tag along por ocasião da compra da participação da Ternium, o mercado continua errando, pois:

a) os proventos da USIM3 são 10% menores

b) a liquidez da USIM3 é pífia; e

c) a probabilidade de mudança no controle é pequena

Hoje, o controle é compartilhado pela Nippon (32,3%) e pela Ternium (39,57%). Para que haja mudança no controle, seria necessário que uma das duas consiga dar um tombo na outra e que este tombo seja avalizado pela justiça. Em princípio, a CSN poderia vender as suas ações (14,9%) para a Ternium e esta controlar mais do que 50% das ordinárias. Ocorre que existe um acordo de acionistas e num primeiro momento a Nippon questionaria a "jogada" na justiça. Se a justiça desse razão à Ternium, ela provavelmente teria que comprar todas as ações da Nippon e a brincadeira poderia sair muito cara, porque a CSN não venderia barato.

337123  - TraderCenter  -  26 Abr 2017, 22:35
[...]
A Usiminas reverteu uma sequência de dez prejuízos trimestrais e anotou no intervalo de janeiro a março deste ano um lucro líquido de R$ 108 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado nos primeiros três meses do ano chegou a R$ 533 milhões, mais de 10 vezes superior ao mesmo intervalo de 2016, que foi de R$ 52 milhões. Ante o último trimestre de 2016 o aumento foi de 128%.

“O balanço favorável do primeiro trimestre é fruto de um trabalho de equipe intenso focado na revitalização da companhia, que incluiu a reestruturação da sua configuração industrial e da sua capacidade produtiva, a redução de custos e o aumento do volume de vendas e preço”, destaca o presidente da companhia, Sergio Leite, em nota enviada à imprensa.


Nos três primeiros meses de 2016, a empresa havia tido um resultado líquido negativo de 151 milhões de reais. Na véspera, a Usiminas já tinha divulgado que o lucro de janeiro a março deste ano havia sido de 108 milhões de reais, após vazamento dos números à imprensa.

336988  - paulo_prof   -  21 Abr 2017, 16:24
Depois de 10 trimestres no vermelho, a Usiminas volta ao lucro ...

USIM5

PREÇO: R$ 4,04

PAYOUT (2016): 0%



Múltiplos baseados nos últimos 3 meses anualizados

P/L 13,94

P/VPA 0,36

PSR 0,53

DY 2,63%

EV/EBITDA 4,46

MARGEM BRUTA 20,4%

MARGEM OPERACIONAL 7,1%

MARGEM LÍQUIDA 3,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,290

MARGEM EBITDA 22,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 50,6%

ROE 2,59%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,80



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 3 meses anualizados durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,72


Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 3 meses anualizado necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +2,50% !!!!

325460  - otaviosilva1  -  05 Ago 2016, 00:49
Usiminas estuda renegociação da dívida em dólar, dizem fontes

Bloomberg Paula Sambo e R.T. Watson
03/08/201615h21

(Bloomberg) -- A Usiminas avalia postergar a data de vencimento de seus títulos em dólares como parte do plano de reestruturação de dívidas da siderúrgica brasileira após quedas do preço e da demanda, disseram pessoas próximas à negociação.

A empresa com sede em Belo Horizonte deverá oferecer aos credores algumas opções de reestruturação de US$ 180 milhões em notas com vencimento em 2018, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque a negociação é privada. O mais provável é que a empresa estenda os vencimentos das notas sem um haircut explícito, disseram as pessoas.

A recompra das notas não é uma opção neste momento, segundo elas.

A proposta para os títulos em dólares surge após o fechamento de um acordo com os credores locais, em junho -- entre eles o Itaú Unibanco, o Banco Bradesco, o Banco do Brasil e o BNDES --, que deu à Usiminas 10 anos para quitar dívidas correspondentes a 75% do total que está renegociando.


O BNDES confirmou a extensão da suspensão temporária do pagamento (standstill) de 120 dias após a conclusão de uma ampliação de capital de R$ 1 bilhão da siderúrgica.

A assessoria de imprensa da Usiminas não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários realizados por email e telefone sobre as negociações da dívida em dólares.

As notas para 2018 caíram para apenas US$ 0,275 em fevereiro, quando a recessão no Brasil sufocou a demanda pelo aço, frustrando o esforço da Usiminas de redução da alavancagem. Os títulos se recuperaram desde então e estão em US$ 0,86 centavos.

A Nippon Steel & Sumitomo Metal e a Techint Group, que controlam a Usiminas por meio de um pacto de acionistas, travam uma longa batalha relacionada à forma de administrar a empresa, formalmente conhecida como Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais SA.

Fonte:
http://economia.uol.com.br/noticias/bloomberg/2016/08/03/usiminas-estuda-renegociacao-da-divida-em-dolar-fontes.htm

325093  - paulo_prof   -  30 Jul 2016, 04:03
Resultados da BRFS, USIM, EMBR e NATU ... esquece!

219151 - paulo_prof -  30 Out 2013, 19:48
Trimestre sobre trimestre, a Receita Líquida da USIM foi 5,66% menor. O Resultado Bruto, entretanto, foi 402% maior. Um tremendo ganho na margem bruta conseguido na base de aumento de preço.

Quero crer que a CSN também postará aumentos importantes na margem bruta. Espero, entretanto, que o aumento da margem bruta venha acompanhado, também, de um aumento importante na Receita Líquida.

169296 - 17andre -  26 Fev 2013, 14:35
Alison, Vellinho, Poly,

Reajuste do aço pode elevar em 180% Ebitda da Usiminas; siderúrgicas sobem

De acordo com a Planner, impacto positivo pode chegar até R$ 680 milhões; contudo, avalia BES, Usiminas pode dar novos descontos; ações da companhia registraram forte alta no último pregão

Por Lara Rizério
|11h31 | 26-02-2013

SÃO PAULO - Na sessão da última segunda-feira (26), as ações da Usiminas (USIM3,USIM5) registraram forte alta, com ganhos de 6,26%, a R$ 10,52 para os papeís ordinários e de 6,82%, a R$ 9,87 para os preferenciais, em meio às notícias de reajuste de preços do aço. Estes ganhos se estendem no pregão desta data, com os papéis próximos das maiores altas do índice.

Às 11h06 (horário de Brasília), os ativos USIM3 registravam alta de 1,90% (R$ 10,72), enquanto os USIM5 tinham ganhos de 1,82% (R$ 10,05). Outra siderúrgica, a CSN (CSNA3), também sobe forte, com ganhos de 2,45%, cotados a R$ 10,03. A Gerdau (GGBR4) avança 0,98%, aos R$ 16,42.

A Usiminas enviou comunicado aos seus distribuidores elevando os preços das bobinas a quente em 7,95%, os laminados a frio em 6,1% e 12,7% para os galvanizados, com o aumento de preço sendo válido a partir de 1 de março, segundo noticiado pelo Valor Econômico.
Apesar de aumento ser baixo, qualquer elevação de preço exerce uma importância crucial no resultado, aponta Planner (Reuters)
A equipe de análise da Planner Corretora ressalta que os distribuidores representam cerca de 40% do volume vendido da empresa e, normalmente, qualquer movimento dos preços começa por este canal de vendas.

Ao considerar os volumes vendidos em 2012, o impacto do aumento será positivo em R$ 270 milhões em termos anuais no lucro antes de impostos, isso se a Usiminas efetivar o aumento apenas para os distribuidores. Se o aumento de preços for repassado em igual percentual para todos os clientes, como as montadoras, o impacto será de R$ 680 milhões, o que equivale a 180% do Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciações e amortizações) da área de siderurgia da Usiminas em 2012.

Apesar do aumento não ser muito grande, equivalendo a 5% da receita da companhia, a Planner destaca que a margem da Usiminas está tão baixa que qualquer elevação de preço exerce uma importância crucial no resultado. A margem Ebitda (Ebitda/receita líquida) do segmento de siderurgia da companhia foi de apenas 3,3%.

Apesar da alta, possíveis novos descontos
Já segundo os analistas do BES, Catarina Pedrosa, Felipe Machado e Gabriel Laera, apesar da alta nas ações por conta do aumento de preços, é importante notar, contudo, que o aumento ocorre na esteira dos descontos concedidos em janeiro. Com isso, há uma grande possibilidade de que haja novos descontos frente ao aumento de preços.

Por outro lado, apontam os analistas do BES, há espaço para aumento de preços neste ano, com o fim da 'guerra dos portos'' e o imposto mais alto sobre os produtos importados, supondo uma alta de 2% já no primeiro trimestre deste ano.

Recomendações
Ao levar em conta no modelo o aumento de preços aos distribuidores, o preço justo do BES seria elevado em 7,3%, em linha com a alta dos ativos USIM5 na sessão passada. Além disso, apontam Catarina, Machado e Laera, os concorrentes também podem aumentar seus preços.

Atualmente, os analistas do BES possuem recomendação neutra para os ativos USIM5, com preço-justo de R$ 13,50, o que configura um potencial de valorização de 36,78% frente à sessão da última segunda-feira. Já a Planner segue com recomendação de venda para os mesmos ativos, com target de R$ 10,00 e um potencial teórico de valorização de apenas 1,32%. Entretanto, a corretora afirmou que irá fazer uma revisão do preço dos ativos.

Levando em consideração um aumento semelhante de preços pela CSN, o BES ajustaria em 3% o preço justo para os ativos, que atualmente está em R$ 16,00. Este valor configura um potencial de valorização de 63,43% em relação ao último fechamento.

Do mesmo modo, a equipe do Itaú BBA acredita que esse tom mais otimista deve oferecer um alívio de curto prazo tanto para a Usiminas quanto para a CSN. Apesar disso, eles também se mostram cautelosos com o setor, em parte por conta de uma visão negativa sobre os preços do aço, dado o excesso de oferta no mercado.

168470 - PANICO2011  - 22 Fev 2013, 11:16
Siderurgicas agora vão quebrar de vez:

USIMINAS
4ª maior mineradora de ferro do Brasil

A Mineração Usiminas aparece como a 4ª maior mineradora de ferro do Brasil - e a 7ª no ranking geral, num universo de 100 empresas avaliadas pela revista Brasil Mineral. A pesquisa foi divulgada em edição especial da revista, veiculada no mês agosto de 2011.

A colocação já é resultado dos recentes investimentos realizados pela Mineração Usiminas, uma empresa que está sempre atenta à dinâmica do mercado e à melhoria da qualidade de vida dos colaboradores e da comunidade.
[,,,]

168422 - small caps -  22 Fev 2013, 02:11
Para quem tem medo da dívida da OI, e investe na Usiminas, um aviso das organizações Tabajara:

"O endividamento ainda preocupa – O índice de dívida líquida/ EBITDA da empresa de 4,7x ficou abaixo dos 5,2x registrados no trimestre anterior e da nossa expectativa de 5,0x, devido principalmente à divulgação do capital de giro de R$0,7 bilhão, acima da projeção de R$0,2 bilhão.
No entanto, o capital de giro, provavelmente, atingiu um nível sustentável e as operações básicas ainda precisam mostrar um aumento sustentável na lucratividade; portanto, a nosso ver, a Usiminas precisará negociar suas cláusulas da dívida, devido ao fato de serem medidas no final do 2T13."
https://www.hsbcinvestimentos.com.br/research/3133829576696930639.PDF

167764 - israel007 -  19 Fev 2013, 18:44
Usiminas pode vender Automotiva no 1º semestre

Empresa quer reduzir o endividamento e se concentrar em operações centrais para produção de aço

São Paulo - A Usiminas pode vender sua divisão de produção de cabines de caminhões, Automotiva, no primeiro semestre deste ano, em meio à meta da companhia de reduzir o endividamento e se concentrar em operações centrais para produção de aço.

A companhia encerrou 2012 com prejuízo anual de 531 milhões de reais, o primeiro em mais de uma década , e espera reduzir o nível de endividamento de 4,7 vezes sua geração de caixa para nível abaixo de 3 vezes ao final de 2013.

Para isso, entre medidas de redução de custo, a companhia quer acelerar a venda de ativos não essenciais para a produção de aço, incluindo imóveis e também a Automotiva Usiminas.

"A Usiminas espera concretizar durante o primeiro semestre de 2013 algumas vendas de ativos não essenciais e não operacionais, como também operacionais, como é o caso da Automotiva Usiminas", afirmou o presidente da maior produtora de aços planos do país, Julián Eguren.

Segundo o vice-presidente financeiro da empresa, Ronald Seckelmann, a Usiminas mantém algumas negociações em andamento sobre venda de ativos, mas evitou citar valores. O diretor vice-presidente de subsidiárias, Paolo Felice Basseti, acrescentou: "A Automotiva é um cliente da Usiminas e está pronta e posicionada para subir a outro patamar e para fazer isso necessita naturalmente de uma companhia que possa ajudá-la a se desenvolver e considera a Automotiva como parte do núcleo de seus negócios." Segundo Basseti, a Automotiva, que foi reestruturada em 2012 em meio a um tombo de 20 por cento nas vendas de caminhões, teve margem de lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) entre 13 e 14 por cento nos últimos seis meses. "Achamos que para o setor em que a Usiminas está atuando é razoável", disse Basseti.

Em dezembro, Eguren já havia comentado que a Usiminas estava aberta a joint-ventures ou venda da unidades e citou ainda a Usiminas Mecânica, que atua em segmentos como estruturas metálicas e produção de vagões ferroviários .

As ações da Usiminas, que chegaram a operar em baixa após a divulgação dos resultados, exibiam alta de 0,8 por cento às 12h59, enquanto o Ibovespa mostrava ganho de 0,4 por cento.

Projeções

Eguren afirmou que após o prejuízo de 2012 a Usiminas continua focada em contenção de custos em meio à crise no mercado siderúrgico mundial e que está estudando eventual desativação de mais uma linha de lingotamento contínuo de sua usina em Cubatão (SP).

A usina tem quatro linhas de lingotamento contínuo, que produz produtos semiacabados como blocos e placas, e já tinha desativado uma delas, afirmou Eguren.

"Estamos estudando o fechamento de uma nova linha de lingotamento para um futuro próximo (...) Temos oito máquinas no total (incluindo quatro equipamentos na usina mineira de Ipatinga) e estamos concentrando a produção nas máquinas com máximos índices de produtividade", afirmou o executivo.

Apesar de operar com menos máquinas, a produção da Usiminas em 2012 cresceu 7 por cento, para 7,16 milhões de toneladas.

A Usiminas estimou vendas de aço entre 6 milhões e 6,5 milhões de toneladas em 2013, queda ante o volume de 6,88 milhões de toneladas do ano passado. A estimativa para as vendas de minério de ferro este ano também é de entre 6 milhões e 6,5 milhões de toneladas, após 6,1 milhões em 2012.

Segundo o diretor comercial da Usiminas, Sergio Leite, a companhia está acompanhando os preços de aço nos mercados internacionais, "que apresentam viés de alta no primeiro trimestre".

Em janeiro a empresa reajustou em 5 por cento, em média, preços para o setor de distribuição e Leite comentou que a Usiminas deve concluir negociações com a indústria até abril. Contratos de longo prazo com montadoras de veículos foram acertados no ano passado, acrescentou.

Leite disse ainda que a Usiminas deve reduzir em cerca de 30 a 40 por cento a exportação de placas de aço neste ano, para aproveitar o produto semi-acabado em suas próprias laminadoras. A empresa exportou 700 mil toneladas de placas no ano passado.

A Usiminas estima investimento de 1,5 bilhão de reais em 2013, praticamente em linha com os 1,6 bilhão aplicados em 2012, em meio ao encerramento dos grandes aportes no segmento de siderurgia iniciados há alguns anos.

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/usiminas-pode-vender-automotiva-no-1o-semestre

167624 - israel007 -  19 Fev 2013, 01:36
USIM5
Empresa: USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS Ação: USIMINAS PNA Setor: Materiais Básicos Subsetor: Siderurgia e Metalurgia
Resultado do 4º Trimestre de 2012

A empresa anunciou prejuízo líquido de R$ 323,8 M neste trimestre, ante um lucro líquido de R$ 44,6 M no 4° trimestre de 2011. No trimestre ligeiramente anterior, o resultado havia sido negativo em R$ 143,3 M. A receita líquida atingiu R$ 2,9 B no 4T12, uma variação de -0,7% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e aumento de 17,2% em relação ao 4T11.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 29,7 B, redução de 1,9% em relação ao saldo no 4° trimestre de 2011. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 16,6 B no quarto trimestre de 2012, o que representou uma variação de -3,9% em relação ao saldo no quarto trimestre de 2011.

Neste período, a ação oscilou 26,5% contra 3,0% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado alcançou R$ 12,7 B contra R$ 10,0 B no 4T11.

167223  - bravodelta -  15 Fev 2013, 13:19
Fundo do poço? (Exame, 102) - 2ª edição
A Exame relata que os últimos três anos foram horríveis para a siderúrgica Usiminas. A geração de caixa caiu 75%, e o valor de mercado, 50%. Alguns investidores começam a achar que a empresa chegou ao fundo do poço - e voltaram a comprar. Para Frederico Sampaio, chefe de investimentos de renda variável da gestora Franklin Templeton, o lucro pode dobrar neste ano em razão do maior crescimento econômico, dos efeitos das medidas protecionistas adotadas em 2012 e da redução do custo das matérias-primas.

154646 - israel007 -  01 Nov 2012, 11:42
USIM5
Empresa: USINAS SID DE MINAS GERAIS S.A.-USIMINAS Ação: USIMINAS PNA Setor: Materiais Básicos Subsetor: Siderurgia e Metalurgia
Resultado do 3º Trimestre de 2012

A empresa divulgou prejuízo líquido de R$ 143,3 M no 3° trimestre de 2012, contra um lucro líquido de R$ 103,0 M no 3T11 e um prejuízo de R$ -101,7 M no segundo trimestre de 2012. A receita líquida atingiu R$ 2,9 B neste trimestre, redução de 4,0% em relação ao segundo trimestre de 2012 e aumento de 11,0% em relação ao 3T11.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 30,4 B, acréscimo de 0,6% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 16,8 B no 3T12, o que representou uma variação de -3,0% em relação ao saldo no terceiro trimestre de 2011.

Neste período, a ação oscilou 60,1% contra 8,9% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado atingiu R$ 10,0 B contra R$ 10,3 B no terceiro trimestre de 2011.

146193 - paulo_prof -  27 Ago 2012, 07:09
Se o 3T12 tivesse terminado na 6a. feira passada e na hipótese de não ter vendido nenhuma das ações que possuía da Usiminas em 29JUN, a CSN teria postado um lucro líquido de R$ 227 milhões no 3T12, só com o seu investimento nos papéis da Usiminas.

Pelas minhas contas, a CSN possuía 58,9 milhões USIM3 e 102,4 milhões USIM5. Em 29JUN2012 estas ações fecharam, respectivamente, em R$ 7,72 e R$ 6,32. Como estes são muito menores do que os preços médios de aquisição, a CSN postou aquele prejuízo enorme no 2T12.

Para obter o lucro líquido que a "carteira" da CSN no 3T12 deve-se considerar o preço no final do trimestre, calcular a valorização e descontar os 34% de IR/CS.

146160 - paulo_prof  -  26 Ago 2012, 22:35
Citação: 17andre
Citação: paulo_prof
Citação: 17andre
Prof,
Estou tentando fazer uma projeção dos resultados da Usiminas para o 3T/12:
2T/12 3T/12
Receita líquida 3225 3225
CPV (3067) (2760)
Resultado Bruto 158 465
Despesas Operac (145) (145)
Resultado Financ (255) (50)
Resultado antes Imp (242) 270

Receita líquida: considerei o aumento de 6% no preço para o mercado interno desde julho/12 na rede de distribuição (representa 30% do negócio siderurgia) e uma possível queda na demanda, deixando então a receita no mesmo valor.

CPV: coloquei queda de 10% por conta do menor preço do minério de ferro, embora eu não saiba exatamente quanto o minério representa no total dos custos. No mercado a queda é de aproximadamente 20%, e vai refletir também nos resultados da Usiminas mineração, que representa 5% do total das receitas da empresa. Então chutei esses 10%.

Despesas operacionais: coloquei o mesmo valor do trimestre anterior, pois a empresa está reduzindo despesas, mas provavelmente as despesas de pessoal aumentem na usina de Cubatão em função de acordo coletivo.

Resultado financeiro: considerei variação da taxa de câmbio 0%.

Isso daria um lucro de 270 milhões.

Agora a minha dúvida: como são calculados os impostos, visto que no 2/12 houve o acréscimo de 156, positivo, diminuindo o prejuízo da empresa. É isso Prof?

Como é que vc chegou a um resultado bruto de R$ 465 milhões?

O lucro bruto do negócio mineração foi de aprox. R$ 140 milhões tanto no 1T12 quanto no 2T12. A menos tenha havido um aumento extraordinário no volume vendido, o lucro bruto no 3T12 será menor. O meu chute é que o lucro bruto do negócio mineração caia para aprox. R$ 110 milhões.

No negócio siderurgia há que se considerar que, embora o custo médio do minério sofrerá uma redução importante do 2T12 para o 3T12, há enormes estoques de aço na China e oos preços que estão sendo praticados hoje são sensivelmente menores do que aqueles praticados no 2T12. Em conseqüência, a menos que o governo esteja taxando o aço chinês, a Usiminas provavelmente está tendo que ajustar o preço para baixo, ou seja, o ganho com o menor custo do minério, em vez de refletir nos resultados da Usiminas, está beneficiando o consumidor.

Na minha projeção, se o Resultado Bruto do negócio siderurgia chegar a R$ 100 milhões, há que se comemorar.

Se os demais negócios e eliminações puderem acrescentar R$ 40 milhões (o que seria muito bom), o lucro bruto consolidado chegaria a somente R$ 250 milhões, ou seja, mais de R$ 200 milhões menos do que vc projetou !!!

No que concerne IR/CS, a menos que esteja enganado, na média pe aprox. 34% do Resultado Antes dos Impostos.

É Prof, acho que as minhas estimativas estão muito otimistas e o lucro fique perto de 50 milhões.

O que eu não entendo é: quando a empresa apresenta prejuizo, ela lança um valor positivo no item impostos, o que seria esse benefício?

Comprei esses dias USIM3 a R$8,XX mas acho que vou me desfazer com um pequeno lucro.

Obrigado mais uma vez

André

De uma maneira geral, uma empresa paga aprox. 34% de IR/CS sobre o resultado operacional + resultado financeiro. Assim, quando o resultado antes dos tributos for R$ 100 milhões, normalmente a empresa deduz aprox. R$ 34 milhões de IR/CS. Se, no trimestre seguinte a empresa tem um prejuízo de R$ 100 milhões, o lucro nos 6 meses é nulo e, em conseqüência, a empresa não deveria pagar IR/CS, pois 34% de zero é zero ... Como já efetuou uma provisão de R$ 34 milhões no trimestre anterior, neste trimestre terá que efetuar uma provisão negativa dos R$ 34 milhões, ou seja, terá uma receita de impostos ...

Mas as coisas não são completamente lineares ... pois há tributos que podem ser pagos no futuro e, portanto, são diferidos (a conseqüência é uma receita no presente). Quando chega a hora de pagar estes tributos, o valor que foi diferido com valor positivo (receita) terá que ser compensado e aí entra como despesa).


119228 - paulo_prof  - 07/Mar/2012 12:33
USIM5
PREÇO: R$ 11,88
PAYOUT (2011): 36,7%

P/L 50,32
P/VPA 0,68
PSR 0,99
DY 0,73%
EV/EBITDA 12,19
MARGEM BRUTA 10,9%
MARGEM OPERACIONAL 5,4%
MARGEM LÍQUIDA 2,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,236
MARGEM EBITDA 10,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 51,3%
ROE 1,35%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,08

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA -85,17%
U2A -58,35%
U3A -58,34%

b) do patrimônio líquido médio

UA 4,38%
U2A 7,98%
U3A 7,46%


Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:
-  Usiminas conta com a uniÃo de dez empresas que, atuando de forma verticalizada, alcançam toda a cadeia do aço. O mesmo cuidado tem a Usiminas para garantir decisões seguras e sempre voltadas à geração de valor aos acionistas. Transparência nas informações prestadas ao mercado tem sido outro item cada vez mais incorporado à cultura da Usiminas.
O Sistema Usiminas é o maior produtor de aços planos da América Latina e um dos 20 maiores do mundo. Sempre dentro de seu foco - o aço - o Sistema Usiminas tem suas principais forças produtivas nas siderúrgicas Usiminas e Cosipa, mas mantém participação (tanto em empresas controladas como coligadas) em setores estratégicos: logística (Usifast, MRS Logística, Rios Unidos Transportes e os terminais portuários de Praia Mole-ES e Cubatão-SP), estamparia e bens de capital (Usiminas Mecânica e Usiparts) e distribuição e serviços (Fasal, Rio Negro, Dufer, Usial, Usiroll e Unigal).      

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )


PAINEL DE INDICADORES
08/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
USIM5
  12,03
12,2
0,70
8,5
2,8%
8,2%
0,5
9%
8,2%
-16,1%

·  PONTOS POSITIVOS:
- A receita líquida total foi de R$ 3,0 bilhões, estável quando comparada à receita do 2T11; 
- Margem EBITDA  11,5%  estável
- Caixa 5.503 -2%  3Tx2T11  ( estou dando um crédito, pois pelo mercado estaria vindo muito pior )
- No 3T11, foi apurada despesa operacional de R$116,5 milhões contra com R$198,3 milhões registrada no 2T11. Esta performance decorre da redução das despesas com vendas, gerais e administrativas além da maior reversão de contingências judiciais.
·  PONTOS NEGATIVOS
- Vendas físicas de aço (mil t.) 1.406   -11% 3Tx2T11
- Produção aço bruto (mil t.)  1.549 -17%  3Tx2T11
- EBITDA (a)  343M   -6%  3Tx2T11
- O lucro líquido do 3T11 totalizou R$154,0 milhões, mantendo-se estável comparativamente ao registrado no 2T11.
- A dívida líquida ao fim do trimestre foi de R$3,4 bilhões, contra R$2,8 bilhões em 30/06/2011
- A receita líquida do segmento de Mineração no 3T11 foi de R$ 253 milhões, 4,9% inferior ao 2T11. O desempenho foi devido, principalmente, ao menor volume vendido.
 
·  VISÃO ESTRATÉGICA
-  A Usiminas manteve a sua estratégia de priorizar a eficiência e ampliar a sua competitividade, dentre elas, a redução da dependência de seus principais insumos e ampliação da oferta de produtos de maior valor agregado, ao longo de 2011. Foram verificadas oportunidades de redução de custos e ganhos de eficiência, além de ações não operacionais, que passaram a ser o foco da agenda de criação de valor da companhia. Através de uma reestruturação organizacional, a empresa reduziu seus níveis hierárquicos para quatro níveis de forma a tornar seus processos mais ágeis e desburocratizados. Adicionalmente, foi realizada uma criteriosa revisão de todos os seus contratos com terceiros. Estas ações contribuirão para uma redução das despesas gerais e administrativas no montante de aproximadamente R$100 milhões por ano a partir de 2012. A Administração entende a nova realidade enfrentada pela siderurgia e que os desafios são grandes, mas está confiante e concentrada em capturar o máximo de valor em sintonia com os movimentos e oportunidades do mercado.   
- Com o objetivo de reduzir a volatilidade do resultado da companhia decorrente da variação cambial, a Usiminas adotou o hedge accounting em 01/08/2011 referente a uma parte de sua dívida em moeda estrangeira. A empresa detém operações vinculadas às exportações (pré-pagamentos de exportação) como elemento elegível para hedge de dívidas de exportação, podendo qualificá-las como hedge accounting, passando assim a reconhecer a variação cambial dessas dívidas no resultado, somente quando da ocorrência desses fluxos (receitas de exportação). O valor total do hedge foi de US$738milhões e a taxa de câmbio de R$1,5563, referente ao dia 31/07/2011.
·  CURIOSIDADES
- O Governo Brasileiro anunciou o Plano Brasil Maior que contém diretrizes para a sua nova política industrial. O Plano traz, dentre outras, medidas de estímulo ao investimento, às exportações e dá especial ênfase às medidas de defesa da produção local. Apesar do setor siderúrgico não ter sido diretamente contemplado pelo Plano, a expectativa é que tenha como efeito um favorecimento da produção industrial doméstica com resultado positivo para a siderurgia. Adicionalmente, os investimentos em infra-estrutura decorrentes da Copa do Mundo e Olimpíadas e investimentos no Pré-sal devem se intensificar a partir de 2012, o que favorecerá o consumo de aço e consequentemente, a siderurgia brasileira como um todo.       
- Os investimentos no imobilizado somaram R$688 milhões no 3T11, superiores em 31,1% comparados ao 2T11. Os investimentos totalizaram R$1,8 bilhão nos 9M11, inferiores em 16,2% quando comparados aos 9M10. Do total dos investimentos em 2011, aproximadamente 83% foram aplicados na siderurgia, 11% na mineração, 3% transformação do aço e 3% em bens de capital.      

·  OPINIÃO DO ANALISTA
- Sempre gostei de Usiminas, tive um contato muito feliz com a companhia, mas em outros tempos. Retornei recentemente, e comecei aos pouco a recompor a posição em commodities. O mercado precificou um balanço muito pior e entendo que a companhia não só fez o deve casa como está aproveitando as "férias" que o setor tirou da economia mundial para por a casa em ordem. O pior pode ter passado, mas lembrem-se que o caminho é sinuoso e ainda teremos muitos solavancos a frente.    

101243 - paulo_prof - 08/Nov/2011 16:43
USIM5

Resultados dos 9M11 relativamente aos 9M10;

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -7,9%
RESULTADO BRUTO -54,2%
RESULTADO FINANCEIRO (NEGATIVO) +280%
RESULTADO OPERACIONAL -68,9%
RESULTADO LÍQUIDO -85,3%
EBITDA -54,9%

O PatLiq ao final do 3T11 cresceu 4,3% em relação aquele ao final do 3T10.

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses:
PREÇO: 9,12
PAYOUT: 78,9%

P/L      24,94
P/VPA            0,68
PSR     0,97
DY      1,44%
EV/EBITDA  10,82
MARGEM BRUTA  10,4%
MARGEM OPERACIONAL          7,6%
MARGEM LÍQUIDA          3,9%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,480
MARGEM EBITDA 11,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       49,5%
ROE    2,73%
LIQUIDEZ CORRENTE     3,17

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      -75,29%         
U2A    -44,64%         
U3A    -47,92%         

b) do patrimônio líquido médio
UA      8,20%
U2A    8,26%
U3A    9,22%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido nos próximos 3 anos para que o preço justo da USIM5 seja 50% maior do que o preço atual, supondo uma taxa anual real de desconto de 10% e uma perpetuidade real de 0%: +60,0%


64857 - paulo_prof - 01/Mar/2011 18:16
citação: renato1631Mestre Paulo

Usim5 derretendo! Será uma boa oportunidade?

Grande abç

A minha percepção (que evidentemente pode estar completamente furada) é que enquanto os gringos não voltarem a dar uma força, absolutamente nada vai acontecer!

VALE5 e BBAS3 tiveram resultados estupendos, as perspectivas para o futuro são promissoras ... e o que acontece? Estão sendo negociadas praticamente a preço vil. GRND3 não fica atrás. De longe o melhor resultado da história e tb está sendo negociada a um preço ainda bem distante do TH. SUZB5 postou um bom resultado. O mercado chegou a pagar 4% mais do que no fechamento de ontem, mas não será surpresa alguma se fechar no vermelho. No âmbito das construtoras, considerando o lucro líquido anualizado ods últimos 6 meses, há vários ativos sendo negociados com P/L na faixa entre 6 e 7 baixo. Etc, etc, etc ...

Ou seja, há muita coisa além de USIM5 que está descontada. O que seria mais barato? USIM5 a R$ 18,33 ou VALE5 a R$ 48,92?

As questões relevantes que se apresentam são:

a) quando é que os gringos deverão retornar?
b) no período de médio prazo subseqüente ao retorno dos gringos, quais os setores que deverão estar "bombando"?
c) quais são os setores com menor risco de sofrer uma crise nos próximos 3 anos?

Como não tenho respostas adequadas no momento, surgindo a oportunidade, estou é vendendo. Na ponta da compra, só mesmo FIIs, alguns trades para aproveitar "espasmos" do mercado e alguma troca de posições com visão do médio prazo.

Acho que sempre haverá tempo de pegar um "bonde" específico depois que os gringos retornarem. Está mais do que demonstrado que o mercado interno não tem músculos para promover a virada. É um processo meio de bola de neve. A saída dos gringos pressiona o mercado, os fundos postam resultados pífios, a pessoa física investidora em fundos de ações opta pela a renda fixa ... e a roda gira.
a perpetuidade real de 0%: +10,0%

Análise Coin Valores
A Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais S.A. – Usiminas é o maior e mais moderno complexo siderúrgico de aços planos da América. É formada por empresas que atuam em quatro Unidades de Negócios: Mineração e Logística; Siderurgia; Transformação do Aço e Bens de Capital. Em resumo, extrai o minério, transforma-o em aço da melhor qualidade, beneficia o produto de acordo com as especificações dos clientes, oferece transporte por via rodoviária, ferroviária ou marítima e entrega bens acabados, como equipamentos e estruturas metálicas de grande porte. Em 2009, conquistou a liderança nacional no segmento de distribuição de aço ao consolidar suas operações. Em 2010, seguindo a sua estratégia de verticalização do seu processo produtivo, agregação de valor aos seus produtos e expansão da sua presença no mercado nacional e internacional, criou a Mineração Usiminas, empresa de classe mundial no mercado de minério de ferro e também formou a Rede Usiminas – que une as suas próprias unidades de distribuição a outras dez empresas que aceitaram atuar em parceria com o Grupo Usiminas em 15 Estados brasileiros. O Grupo Usiminas emprega, aproximadamente, 30 mil funcionários e tem capacidade para produzir 9,5 milhões de toneladas de aço por ano em duas usinas – Ipatinga/MG e Cubatão/SP, o que representa aproximadamente 25% da produção brasileira. Orientada prioritariamente para o suprimento interno, detém aproximadamente 50% do mercado brasileiro de aços planos, com destaque para setores como o automobilístico, autopeças, construção naval, equipamentos agrícolas, industriais e eletrônicos. A Usiminas foi a primeira siderúrgica no Brasil a ser avaliada como grau de investimento em 2008, pelas três
principais agências de rating no mundo - Moody’s, Standard&Poor’s e Fitch. A Usiminas aprimora continuamente suas estruturas de governança, para garantir um processo decisório
seguro e sempre voltado para a geração de valor aos seus acionistas e demais públicos de relacionamento.

RETROSPECTIVA 2010
A Usiminas apurou até setembro/2010 uma receita líquida de R$ 9,9 bilhões, lucro líquido de R$ 1,2 bilhão e geração de caixa medida pelo EBITDA, de R$ 2,3 bilhões, respectivamente 24%, 91% e 160% superiores, quando comparados àqueles alcançados em igual período do exercício anterior. A Usiminas investiu até setembro cerca de R$ 2,2 bilhões, como parte integrante de um novo ciclo de investimentos iniciado em 2007, da ordem de R$ 14 bilhões, visando a agregação de valor e redução de custos. A entrada em operação da nova coqueria nem setembro/10 na usina de Ipatinga, se configurou como mais um passo rumo à autossuficiência em coque. A Companhia atuou também com vigor na disciplina dos investimentos, preservando seus mercados e a saúde financeira, mantendo um caixa consistente e um perfil
da dívida adequado. Além disso, outras ações foram colocadas em prática com o objetivo de adicionar valor à Companhia, através da consolidação e ampliação das unidades de negócios.
No ano de 2010 foi criada a Mineração Usiminas S.A. (MUSA) que contemplou a transferência de ativos de propriedade da Usiminas para a MUSA, compreendendo os ativos minerários na região da Serra Azul, a participação em terminais de embarque de minério na região da Serra Azul, 83,3% da participação do capital da MRS e o terreno localizado em Itaguaí, RJ (Porto).
A MUSA S.A nasceu, portanto, com grande potencial de crescimento na região da Serra Azul, dado seu porte, disponibilidade de capital e função logística integrada. Através da maior integração da atividade de mineração e logística, em conjunto com garantia de fornecimento de certa quantidade de minério à Usiminas, esse movimento é um passo importante na integração da siderurgia ao minério.

PERSPECTIVA 2011
A Usiminas continuará a investir na busca contínua por diferenciais competitivos, através do
desenvolvimento de novas tecnologias, visando a melhoria da qualidade dos produtos acabados e ampliação do portfólio de produtos com alto valor agregado. Com vistas a contribuir ainda mais para o resultado consolidado do Grupo, a unidade de mineração trabalhará em projetos de otimização das três plantas existentes e na construção de uma nova planta de beneficiamento de finos. Este investimento proporcionará um aumento gradativo da produção nos próximos anos, e em 2015 a Usiminas espera atingir a capacidade de produção anual de 29 milhões de toneladas. Os investimentos para o período entre 2010 e 2015 são estimados em R$ 4,1 bilhões. A Usiminas tem ainda no seu radar de atuação a exploração dos eixos de negócio “Transformação do Aço” e “Bens de Capital” com o objetivo de aumentar a penetração no mercado e fornecer soluções customizadas.

59806 - paulo_prof - 28/Dez/2010 21:07
citação: renato1631Boa noite,
Professor Paulo

O senhor acha que é hora de apostar em usiminas?

Grande abç

Acho que apostar na Usiminas hoje seria uma baita loteria. No meu modo de ver, a Usiminas só conseguirá sair do buraco se uma destas hipóteses se confirmar:

a) o real desvalorizar; e/ou
b) a demanda global pelo aço aumentar sensivelmente

Enquanto houver excedentes de aço que puderem ser despejados aqui, a Usiminas continuará penando com as margens e volume. Infelizmente (a menos que a Europa exploda) acho que o real continuará valorizado e a demanda global só deverá reagir no 2o. semestre de 2011.

35343 - danieljoseaa - 13/Mai/2010 11:07
Nome de Pregao USIMINAS
Periodo 3M
Data Encerramento 31/03/2010
Patrimonio Liquido 15.577.984
Receita Liquida 3.042.799
Resultado Bruto 684.127
Receita (Despesa) Financeira Liquida (125.262)
Resultado da Equivalencia Patrimonial 53.588
Resultado Operacional 423.949
Lucro (Prejuizo) Liquido 308.585
Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Unida 493.599.583
Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA 0,62517
Valor Patrimonial da Acao - VPA 31,55996


28878 - paulo_prof - 25/Fev/2010 10:21
Na base do 4T09 anualizado, os resultados da Usiminas podem ser considerados muito bons:


P/VPA = 1,54; P/L = 9,24; PSR = 1,96; DY = 4%; ROE = 16,6%; margem bruta = 22,3%; margem líquida = 21,2 


18248 - tota57 - 23/Out/2009 22:45
Siderurgia: Apesar de recuperação nas vendas, investimento em nova usina segue congelado até 2012.
Lucro recua 23% e Usiminas mantém cautela para 2010
Por Murillo Camarotto, de São Paulo
23/10/2009
Castello Branco: Levará um tempo para voltar aos volumes de 2008
Mesmo admitindo vislumbrar um movimento de recuperação gradativa da demanda por aço, refletido em suas vendas, o comando da Usiminas manteve o tom da cautela ao comentar os resultados da empresa referentes ao terceiro trimestre do ano. No período, a companhia registrou lucro líquido de R$ 454 milhões, uma queda de 23% em relação ao mesmo intervalo de 2008. O resultado ainda reflete a queda no consumo de aço resultante da crise internacional, que levou a siderúrgica a parar unidades e engavetar um investimento de US$ 5,7 bilhões para a construção de uma nova usina em Santana do Paraíso (MG).
Para buscar rentabilidade em tempos de volumes de venda menores que a média do pré-crise, a empresa está implementando um programa de redução de custos pelo qual já enxugou sua operação em R$ 443 milhões nos nove primeiros meses deste ano. Para o último trimestre, é esperada uma redução de mais R$ 68 milhões na atividade industrial.
Mesmo com os custos em queda, a Usiminas segue dependendo da parte financeira para se manter no azul. Do lucro líquido de R$ 711 milhões acumulado até setembro, nada menos que R$ 710 milhões vieram da linha financeira, especialmente do efeito do dólar desvalorizado sobre a dívida da companhia.
Em meio às dificuldades, as vendas da empresa começaram a se recuperar. Entre julho e setembro, a Usiminas vendeu 1,694 milhão de toneladas de aço, 11,5% menos do que no mesmo período de 2008, mas 42,7% a mais do que no segundo trimestre. "Tivemos tímidos sinais de recuperação no segundo trimestre e um pouco mais no terceiro, mas achamos que ainda levará um pouco de tempo para voltarmos aos volumes de 2008", disse o presidente da Usiminas, Marco Antonio Castello Branco.
Até setembro de 2008, antes, portanto, do estopim da crise, a Usiminas mantinha uma média de vendas próxima a 2 milhões de toneladas por trimestre, sendo cerca de 85% deste volume voltado ao mercado interno. Já no primeiro trimestre deste ano, por exemplo, as vendas caíram praticamente pela metade, para 1,04 milhão de toneladas. Para Castello Branco, a empresa teria que retomar os patamares do pré-crise para voltar a pensar em expansão de capacidade, especialmente no caso da usina de Santana do Paraíso, onde seriam produzidas 5 milhões de toneladas de aço bruto por ano. Na avaliação do executivo, no entanto, isso só deve ocorrer entre o final de 2011 e o começo de 2012.
Até lá, garantiu Castello Branco, a Usiminas seguirá focada apenas na agregação de valor aos seus produtos, via investimentos já anunciados nas plantas existentes. "Estamos priorizando a agregação de valor, em processar o aço, investir em novas aplicações para depois pensarmos em aumento de capacidade", disse o executivo, que também descartou a reativação do alto-forno 1, em Ipatinga, desligado desde dezembro do ano passado em razão da demanda reduzida.
"Se o mercado já sinaliza uma recuperação, a Usiminas ainda não detecta mostras de uma reação sustentada e mantém sua atenção com relação ao excesso de capacidade produtiva, tanto no Brasil quanto no mundo", diz relatório da empresa.
A receita líquida da companhia somou R$ 2,85 bilhões no terceiro trimestre, 36% menos do que no mesmo período de 2008. O custo dos produtos vendidos, por sua vez, caiu 7%, para R$ 2,44 bilhões. Já a geração de caixa medida pelo lajida (lucro antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) caiu 81%, para 373,9 milhões. 

18054 - paulo_prof - 22/Out/2009 16:27
citação: danielbeharPois é, tô ansioso pela temporada de resultados. A esperança é que as discussões se tornem mais profícuas.
Por enquanto, com raras exceções, só tenho visto gráficos, books, torcida e sandices, muita sandice mesmo.
Por essas e outras, fecho-me em copas. Deixo de postar e acompanharei em silêncio as discussões, com ajuda do CAPA FILTRO.
Devo confessar que achei o resultado da Usiminas muito ruim. Quem olha somente para o lucro líquido, comparado aos lucros do 3T08 e ao do 2T09.
O lucro líquido do 3T09 foi 48,5% menor ao do 3T08 e 23,1% maior do que o do 2T09. Ocorre que o resultado financeiro contgribuiu 37% para o lucro líquido do 3T09. Quando comparado ao 2T09, houve um avanço, pois no trimestre passado a contribuição do resultado financeiro para o lucro líquido fora impressionantes 58%.
De fato, o Ebitda em 2009 praticamente desapareceu. Nos 9M09, o Ebitda foi de R$ 823 milhões, quando nos 9M08 havia sido R$ 4,5 bilhões, uma redução de "apenas" 82%.
Na minha estimativa, para ter um resultado financeiro no zero-a-zero, a Usiminas necessita de uma valorização do real de aprox. 3%. Se a valorização for maior do que isto, há um ganho financeiro. Caso contrário, há uma perda. De qualquer forma, ainda na minhja estimativa, o resultado financeiro do 4T08 não deverá ser superior a aprox. R$ 140 milhões. Para repetir o lucro líquido do 3T09, então, a empresa terá que ter um resultado bruto de no mínimo R$ 550 milhões, ou seja, um aumento de pelo menos 15% na receita líquida do 3T09.
Acho que se conseguir, no 4T09, empatar com o 3T09 já será lucro.
Por estas e outras é que estou diminuindo a participação de USIM na carteira. Ontem liquidei as USIM3.
Abaixo, a análise da Infomoney pode servir de contraponto.
citação: InfomoneyUsiminas: analistas refletem desconfiança com resultado nas recomendações para ações
Por: Equipe InfoMoney
22/10/09 - 14h29
InfoMoney
SÃO PAULO - Após o anúncio de queda de 23% em seu lucro líquido (R$ 454 milhões) no terceiro trimestre em relação ao mesmo período de 2008, a Usiminas gera respaldo por parte dos analistas do mercado. A queda no preço do aço é o principal fato relacionado aos comentários.
Para a equipe de research da Link Investimentos, os números vieram um pouco piores que as expectativas. "Não vimos a recuperação das margens que esperávamos, mas nos surpreendemos com as vendas para o mercado externo, que continua forte".
Porém, os analistas da corretora veem que o mercado siderúrgico pode ser negativamente influenciado com a divulgação de resultados inferiores à expectativa. "Reforçamos assim nossa recomendação de ficar fora dos papéis de Usiminas", falam.
Influência dos preços
Entre os fatores que influenciaram os resultados da Usiminas está a queda no preço médio do aço. De acordo com a Itaú Corretora, a queda de 10% no preço do aço HRC (hot rolled coil) no mercado doméstico pode ser explicada pela piora das vendas e pelo acirramento da competição com o produto importado.
"Mesmo com recente o anúncio de aumento de 10% dos preços para o mercado doméstico, eles ainda vão continuar abaixo dos níveis de 2008", comentam.
Apesar de não apostarem que as ações terão desempenho acima do mercado, os analistas do banco esperam melhora para o cenário da Usiminas daqui pra frente devido a alta dos preços e o crescimento do volume de vendas internas.
Recomendações
Assim como o Itaú e a Link, o banco JP Morgan também coloca recomendação underweight (abaixo da média do mercado) para os papéis da Usiminas. "Estamos preocupados com a flutuação de preços do aço no Brasil devido à apreciação do real", falam os analistas da instituição.
Eles também comentam que o desinteresse nos papéis da Usiminas ocorre também num momento em que o mercado doméstico tem o mesmo prêmio do internacional. "Além disso, percebemos que as expectativas em torno da recuperação em 2010 estão muito otimistas, o que pode resultar em desapontamentos", dizem.


Em contraste, os analistas da Merrill Lynch mantiveram a recomendação em "neutra" para as ações da siderúrgica e até elevaram um pouco o preço-alvo de R$ 52,00 para R$ 55,00. "Usiminas continua sendo um dos principais players no setor de aço brasileiro e deveria se beneficiar da recuperação constante do crescimento da demanda", explicam.


14901 - paulo_prof - 18/Set/2009 21:52
Engraçado como são as coisas ...
Ao me envolver com os graficos do P/L "real", como alguns denominam o P/L baseado em dados históricos de longo prazo ajustados pela inflação, confesso que acabei me auto-convencendo de que USIM3 está barata.
Com um P/L "tradicional" por volta de 12, e P/VPA de 1,5, o ativo não estava no meu radar. Inclusive, há algumas semanas a carteira estava bastante exposta a USIM5 e achei por bem reduzir a posição. Quando o P/L de Shiller deu abaixo de 6,5 as antenas ligaram ... Dei uma verificada no P/VPA e como observei que só esteve abaixo de 1,5 no olho da crise, não tive dúvidas em iniciar uma posição em USIM3. Hoje, tanto USIM5 quanto USIM3 representam aprox 2,5% da carteira.


No domingo, se tiver tempo, pretendo calcular o P/L de Shiller para as figurinhas carimbadas do segmento de material rodiviário (FRAS4, MYPK3, PLAS3, POMO4 e RAPT4). Suspeito que poderemos ter surpresas.


5882 - octacm - 18/Mai/2009 13:00
Usiminas é um excelente ativo com certeza e a este preço está em uma posição bem favorável realmente. MAS eu tambem estou seguindo o "pitaco" do nosso colega ai... A FESA4 está um espetáculo financeiramente, ainda não li os fundamentos, mas há umas 3 semanas que ele é top na minha carteira... Outra muito boa em siderurgia é a CNFB4, mas galera ta dizendo que ela não está vendendo neste trimestre e o proximo resultado será muito ruim, mas é uma excelente aposta minha também...



5875 - floripasempre - 18/Mai/2009 11:15
Vou dar o meu "pitaco"....acho que não se pode negar o valor de Usiminas, como um importante player. Os últimos números do setor provocam muita desconfiança nos comprados, em virtude da magnitude dos mesmos. Quem está no setor tem que olhar para China, EUA e Japão. E aí vai depender do que vc acredita, com relação ao comportamento da crise. Se eu estivesse posicionado em siderurgia, eu olharia com carinho uma troca de posição para FESA4.


5467 - NotwenCardozo - 12/Mai/2009 00:53
A Usiminas deve apresentar queda de cerca de 40% no volume de vendas, "em função da redução no volume de compras do setor automobilístico, que deu preferência à redução de estoques durante o período", afirma a Fator Corretora em relatório, acrescentando expectativa de queda de preços tanto no Brasil quanto no exterior.
Ainda segundo a média de projeções, a geração de caixa da companhia medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) deve cair pela metade, passando de R$ 1,254 bilhão no primeiro trimestre do ano passado para R$ 610 milhões nos três meses encerrados em março. Já a expectativa para a margem é de recuo de 35,3% para 24,06%.
Para a Brascan Corretora, a operação da Usiminas deve sofrer ainda com a paralisação de três dos cinco alto fornos da empresa diante da falta de demanda.
"Estes continuam gerando custos para a empresa sem que haja uma contrapartida na receita", pondera a corretora em relatório.
"A compra de matérias-primas a preços anteriormente contratados, antes da queda generalizada das commodities a partir do final do ano passado, deve influenciar de forma negativa o resultado operacional da Usiminas", segundo a Brascan.
O presidente-executivo da companhia, Marco Antônio Castello Branco, afirmou em meados de março que espera uma recuperação na demanda por aço apenas a partir do último trimestre deste ano, ante uma expectativa anterior de uma retomada já neste segundo trimestre.
Com isso, a previsão para a produção no ano seria de queda de 12,5%, para 7 milhões de toneladas de aço bruto.
(Redação - Agência JB Online)


3034 - abrantes_RJ - 27/Mar/2009 09:06
Usiminas capta US$ 200 milhões na 1ª transação do BID no Japão

Plantão | Publicada em 27/03/2009 às 08h59m

Valor Online

"SÃO PAULO - A Usiminas acaba de captar US$ 200 milhões - 19,6 bilhões de ienes - na primeira transação com participação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) distribuída para investidores no Japão. O prazo de financiamento é de oito anos e o custo aproximado de Libor (taxa interbancária de Londres) em ienes mais 1,5% ao ano, informa a empresa, por meio da assessoria de imprensa."

"O financiamento é destinado à nova termelétrica a ser construída em Santana do Paraíso - MG, com capacidade de até 250 MW. Com a transação, a Usiminas conseguiu um aumento em sua base de investidores além de captar por longo prazo a um custo competitivo, ainda segundo a assessoria de imprensa da empresa. O vice-presidente de finanças da Usiminas, Paulo Penido, não pôde ser encontrado, pois estava em viagem para o Japão."

"Trata-se de um empréstimo A/B sob o guarda-chuva do BID, segundo explica Carlos Eduardo de Moraes Barros, o Cadu, responsável pela área de finanças estruturadas e corporativas do Banco Sumitomo Mitsui Brasileiro, que liderou a transação. O BID entrou com 2,1 bilhões de ienes (cerca de US$ 22 milhões) de crédito e três investidores institucionais mais o Sumitomo entraram com 17,5 bilhões de ienes (aproximadamente US$ 178 milhões), mas sob o guarda-chuva do BID, que aparece oficialmente como credor de toda a transação."

"Como o BID tem classificação de risco de crédito a mais alta possível e é credor preferencial, o primeiro a receber no caso de uma moratória, o seu guarda-chuva reduz o risco para os investidores participantes do empréstimo. Barros disse não ter autorização para revelar o nome dos investidores que participam da transação, mas destacou que hoje, no Japão, estão entre os mais atuantes os bancos, seguradoras e fundos."

"Segundo Barros, há um apetite por parte dos investidores japoneses pelo crédito de empresas brasileiras de primeira linha, como é o caso da Usiminas. "" Não podemos esquecer que o Brasil é bastante estratégico para o Japão, já que somos um grande fornecedor de recursos naturais para eles "" , diz o executivo."

"De acordo com Barros, a transação começou a ser montada ainda no primeiro semestre de 2008. "" Já naquele momento todo o mercado disse que nosso preço era muito baixo, fora de mercado e tinha dúvidas de que a operação iria se viabilizar "" , afirma ele. Desde então, a estratégia do banco já estava desenhada: buscar a sindicalização no Japão."


2668 - paulorizz - 20/Mar/2009 10:38
"Apesar de não ter tag along, o mercado não acredita que a Usiminas venha a ser negociada. Por outro lado, ao contrário das empresas de serviços públicos que em geral pagam ótimos proventos mas dificilmente apresentam valorização expressiva, a Usiminas temn grande potencial de valorização, mas também é considerada uma muito boa pagadora de proventos. Ocorre que USIM5 paga proventos 10% superiores aqueles pagos a USIM3 de forma que, na média, USIM5 tem estado cotada 10% acima de USIM3."

"Como a liquidez de USIM3 é muito boa e como seguro morreu de velho, entre USIM5 e USIM3 recomendo ficar com a última."



2450 - small caps - 14/Mar/2009 00:29
"USIM3 é minha maior posição em siderurgia atualmente. Paulo, no passado não dava bola se era ON ou PN, até que os últimos acontecimentos de incorporação / troca de controle me mostraram que em igualdade de condições é sempre preferível as ordinárias. Exemplos disso: Diferenças absurdas de preços em DPPI4 e DPPI3 quando da incorporação pela Grupo Ultrapar, se não me engano. O mesmo aconteceu recentemente com ARCZ6."


"As ON, por sua vez, sempre tem direito ao tag along. É mais difícil ser ""jogada para trás"" durante as trocas de controle, dado a garantia dos 80% do valor de venda do controle previsto em lei."



2427 - ceoo - 13/Mar/2009 11:51
"Tenho uma informação que a Arcelor Mital está querendo, ou precisando, se desfazer de suas operações no Brasil (Belgo mineira, por exemplo) e que a candidata mais interessada seria a Usiminas. Não sei como isso pode interferir em seu preço a médio prazo caso venha a se concretizar essa negociação. Eu recebi essa informação de um funcionário alto da Belgo mineira que inclusive está montando uma posição grande em Usim3, mas não tenho qualquer interesse em especulação"


1959 - paulorizzi - 27/Fev/2009 17:41
"citação: abrantes_RJpaulorizzi, small, capa, etc o que vcs dizem da Usiminas??"
"Sem dúvida, considerando a sua ""grife"", USIM5 está ficando interessante. Tendo ainda que verificar os meus múltiplos (parecem bons demais), vcs não acham que, para a cotação de 25,85:"


"P/L = 3,96; P/VPA = 0,85; PSR = 0,81; DY = 11,4% (para o payout do ano passado, de 45%; parece que este ano resolveram pagar menos, algo como DY=9,2%); EV/EBITDA = 2,68; ROE = 21,4%"


1946 - abrantes_RJ - 27/Fev/2009 10:18
Eu concordo com vc Eurico!!
Mas vamos aguardar a opinião dos outros colegai ai para estressar mais o assunto.
Hoje eu devo trocar a GETI por USIMINAS.



1944 - eurico22 - 27/Fev/2009 09:51
"Pra mim ela está muito barata. Talvez haja uma desaceleração razoável no primeiro trimestre, já que ela está atrelada ao setores automotivo e construção civil, mas de qq forma a ON já está com P/L menor do que 4."
"Tem a vantagem de ter menos dívidas que seus big pares, e depende muito menos do mercado externo."
"Teve um balanço bem simpático no quarto trimestre, em oposição a balanços bem ruins de Gerdau e Vale."


Hoje é a minha maior posição.

86 - small caps 28/Set/2008 20:31 1

1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev 2007

"USIM5, para quem não está posicionado em siderúrgicas, pode ser interessante iniciar compra no preço atual. Não obstante, tem que ficar muito atento aos preços do aço em razão de provável arrefecimento da demanda chinesa, reflexo da crise americana. Também tem múltiplos atraentes, embora historicamente os múltiplos das empresas em setores cíclicos costumam ser mais atraentes."

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