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domingo, 11 de outubro de 2009

Saúde



Análise Coin Valores
Em nosso stock guide classificamos todas as empresas que possuam estreita correlação entre suas atividades operacionais e este imenso setor que responde sozinho por algo próximo a 5% do PIB nacional. Existe pouquíssima relação entre as empresas que nós acompanhamos nesse setor de saúde. Desta forma, vamos colocar uma visão mais genérica do mesmo. É notório que o setor de saúde privada atravessa a maior expansão da sua história com diversas aquisições de hospitais, farmácias e laboratórios. Vale comentar que desde 2000, 14 milhões de brasileiros adquiriram algum tipo de plano de saúde privado, aumento de quase 50%. A impressionante expansão da classe C traz consigo 100 milhões de consumidores para as prestadoras de serviços de saúde. Nosso mercado de medicamentos é segundo que mais cresce no mundo, atrás apenas da China, incentivando diversos grupos europeus, americanos e japoneses a iniciar suas operações próprias no Brasil. Segundo pesquisas recentes, o país saltará da nona para a sétima posição entre os maiores mercados de medicamentos do mundo
até 2013. Vale apena abordar também neste pequeno tópico setorial, algo que nos anima em relação aos segmentos ligados á área de saúde: o amadurecimento em massa da população brasileira. Compartilhamos da idéia de que a mudança no perfil da população é e será determinante para o aumento dos gastos com saúde. A redução do índice de natalidade acentuou a mudança da pirâmide etária brasileira nos últimos anos. A base de pessoas com até 14 anos vem se estreitando. Paralelamente, a faixa produtiva, dos 15 aos 64 anos, ganha corpo. Segundo especialistas, essa mudança favorecerá o Brasil por mais 24 anos (fase essa conhecida como bônus demográfico). Obviamente que, para o Brasil, o desafio será após essa fase do bônus demográfico, todavia, em nosso radar vislumbramos várias oportunidades para todas as companhias de capital aberto que acompanhamos em nosso stock guide. Observando o gráfico abaixo, podemos concluir que vários setores despontam com possibilidades de crescimento acentuado, dada à nova composição demográfica que está sendo projetada. Os segmentos ligados aos setores de saúde projetam crescimento anual muito expressivo. Para se ter uma idéia, produtos farmacêuticos devem saltar de um faturamento consolidado de R$ 80,0 bilhões em 2010 para algo próximo a R$ 200,0 bilhões em 2020, com crescimento anual médio de 9,5%. Essa taxa de crescimento médio anual deverá se repetir também no que tange ao segmento de serviços hospitalares que deve saltar de uma faturamento consolidado de R$ 76,0 bilhões em 2010 para aproximadamente R$ 184,0 bilhões em 2020.

33683 - danielbehar - 26/Abr/2010 09:59
CURTAS - INVESTSHOP:
» Dasa e Drogasil são ações preferidas no setor de saúde
As perspectivas para o setor de saúde são positivas, na opinião da analista Juliana Rozenbaum, considerando que as mudanças macroeconômicas e demográficas devem continuar determinando atraentes índices de crescimento nos próximos anos. Ao mesmo tempo, o setor oferece oportunidades de fusões e aquisições e consolidação. As preferências no setor são as ações de Drogasil (DROG3) e Dasa (DASA3), ambas com recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado). A visão positiva para Drogasil se baseia no crescimento forte e de baixo risco da empresa; já a Dasa ainda não precifica a lucratividade e as oportunidades de consolidação que podem surgir. Odontoprev (ODPV3) teve sua recomendação rebaixada para market perform (desempenho em linha com a média do mercado) por conta, apenas, do limitado potencial de valorização de 11%. Os fundamentos, no entanto, permanecem sólidos, com forte crescimento, espaço para recuperação de margens e dividend yield de cerca de 4% de 2011 em diante. As recomendações para Amil (AMIL3) e Cremer (CREM3) continuam sendo de market perform e Profarma (PRFM3) permanece como underperform (desempenho abaixo da média do mercado).

16848 - Gersonlp - 09/Out/2009 11:47
Bom para PNVL e outras.
Broadcast- Venda do varejo farmacêutico cresce 25,25% no 1ºsem09, para R$ 6,14 bi
São Paulo, 06 - O varejo farmacêutico nacional encerrou o primeiro semestre de 2009 com vendas totais de R$ 6,14 bilhões, uma expansão de 25,25% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma). O resultado foi impulsionado principalmente pelo segmento de não medicamentos, como cosméticos e itens de perfumaria, que cresceu 28,33% em igual período, para R$ 1,649 bilhão. A venda de medicamentos se expandiu 24,16% e somou R$ 4,492 bilhões.
De acordo com o levantamento da Fundação Instituto de Administração/USP, feito a pedido da Abrafarma, as vendas de genéricos cresceram 22,37% no semestre e somaram R$ 636,7 milhões. As vendas totais das associadas da entidade somaram 584,6 milhões de unidades, expansão de 13,91% em igual comparação.
A receita de vendas do programa "Aqui tem Farmácia Popular" apresentou crescimento semestral de 7,41% e atingiu R$ 82,5 milhões. O volume distribuído no programa teve alta de 6,23% e totalizou 7,8 milhões de unidades.
O levantamento da Abrafarma considera o resultado de mais de 20 empresas que respondem por aproximadamente 40% do mercado nacional. A lista inclui as líderes do setor como Pague Menos, Drogasil, Drogaria São Paulo, Droga Raia e Drogarias Pacheco, entre outras.
(André Magnabosco) 

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