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sexta-feira, 27 de março de 2020

Profarma (PFRM)


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Compra: conservador22 (2013) - frenzal (2013) - Gersonlp (out/16) - RRunner (2013) - Windows XP (2013)

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Códigos de Negociação
Tipo
PFRM3
 Novo Mercado

Balanços
A2019/4T2019 - DFP 31/12/2019
paulo_prof  -
No que se refere os números, os resultados do 4T19 e 2019 foram ruins. O lucro obtido no trimestre e exercício foi obtido graças a uma receita não recorrente. O release menciona esta receita não recorrente quando comenta o resultado financeiro, mas faz questão de "esquecer" o seu impacto sobre o lucro líquido. Pessoalmente, acho estes "esquecimentos", por serem propositais, o fim da picada ...
De positivo, o crescimento consistente da Receita Líquida e Resultado Bruto. Algum dia o Resultado Financeiro e as Despesas vão se ajustar, e então a empresa conseguirá ter lucro. Por enquanto, continuo achando o ativo caro.

3T2019 -
paulo_prof  -
Os resultados vieram abaixo do que era esperado. A boa evolução da receita líquida (15% em relação ao 3T18 e 11% em relação ao 2T19) foi "desperdiçada" pela redução da margem bruta (passou de 15,5% no 3T18 e 16,8% no 2T19, para 14,8%). A Receita Líquida do segmento varejo, inclusive, foi menor do que aquela do 3T18.
Em relação aos resultados do 3T18 houve evolução, mas em relação aos resultados do 2T19 houve uma piora dos Resultados Operacionais e Líquido.
O Ebitda (se calculado nas mesmas bases) continua evoluindo bem. A empresa gerou caixa operacional positivo nos dois últimos trimestres e no exercício.
Pelo andar da carruagem, entretanto, não acredito que a empresa tenha condições de completar o turn around ainda este ano. As expectativas ficarão para 2020.

2T2019 -
paulo_prof  -
Os resultados do 2T19 mostram evolução, mas esta evolução é bastante lenta. Usando uma taxa de desconto real de 7%, o preço atual seria compatível com um lucro líquido anual constante em termos reais, na faixa dos R$ 40 milhões. Ou seja ... ainda há muito chão para se completar o turn around.
Embora a receita líquida tenha evoluído em relação ao 2T18, permaneceu relativamente estagnada em relação ao 4T18 e 1T19. O que melhorou bastante foi a margem bruta, que passou de 14,9% no 4T18 e 1T19, para 16,8% no 2T19.
Mal a empresa melhora um pouco, a Diretoria se auto-premia com bônus polpudos: no 2T19, foram R$ 3,8 milhões, para um lucro líquido de R$ 2,3 milhões. Ou seja, os executivos garfaram mais do que os sócios da empresa. Hilário é o relatório mencionar que o Ebitda, margens, etc. teriam sido substancialmente melhores caso o bônus não tivesse sido concedido.
Sou da opinião de que há opções de investimento melhores no mercado. No 4T18 a empresa gerou um pequeno lucro (R$ 2,2 milhões). Mas no 1T19, mais uma vez, a empresa gerou prejuízo (R$ 8,5 milhões). Não ficarei surpreso se no 3T19, mais uma vez, a última linha vier no vermelho. Como a Receita Líquida cresce muito lentamente e as despesas operacionais e financeiras parecem ser inelásticas (na casa dos R$ 180/190 milhões) tudo dependerá da margem bruta que puder ser gerada. Se o Resultado Bruto vier abaixo dos R$ 185 milhões, a empresa provavelmente postará prejuízo.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Os resultados da PFRM continuam pífios ... há uma evolução, mas é muito lenta. O Resultado Bruto está andando para trás em ambas as bases. Se não aumentar a receita, são poucas as alternativas de solução.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Depois de 7 trimestres no vermelho, finalmente a Profarma conseguiu postar um resultado líquido positivo. Embora este valor positivo tenha sido conseguido via uma Receita de IR/CS diferido, o resultado antes dos impostos veio quase no zero-a-zro. De acordo com as estimativas da empresa informadas no relatório, conclui-se que o resultado teria sido positivo não fossem a greve dos caminhoneiros e copa.

3T2016 -
BAC 1000  -
Parece que Pfrm3 veio MB. 

A2013/4T2013 -
danieljoseaa  -
Vixe, deu ruim na PFRM3......
Resultado do 4º Trimestre de 2013
A empresa divulgou prejuízo líquido de R$ 4,6 M neste trimestre, contra um lucro líquido de R$ 5,4 M no terceiro trimestre de 2013 e de R$ 7,8 M no 4° trimestre de 2012

A2010 -
PauloProf achou pífio

3T2010 -
alesgood - achou sofrível

1T2010 -
pauloprof - não gostou.
octacm não gostou.

3T2009 -
ZOTTI gostou. Pauloprof Achei bom o resultado da Profarma. Nada de excepcional

Características
Distribuição de produtos farmacêuticos. Higiene Pessoal e Cosméticos nos mais populosos estados brasileiros.

Classificação das Agências de Risco


Assembleias
AGO - 22/04/2020 11:00 - Assunto(s):  Tomada de Contas-Votação do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras; Eleição de Membros dos Conselhos de Administração e Fiscal; Remuneração dos Administradores e Conselheiros; Destinação dos Resultados

Balanços (Calendário)

Dividend Yield
2020
2019






1,10%





Payout
2020
2019






23,8%









367863  - paulo_prof  -  11 Mar 2020, 09:24
No que se refere os números, os resultados do 4T19 e 2019 foram ruins. O lucro obtido no trimestre e exercício foi obtido graças a uma receita não recorrente. O release menciona esta receita não recorrente quando comenta o resultado financeiro, mas faz questão de "esquecer" o seu impacto sobre o lucro líquido. Pessoalmente, acho estes "esquecimentos", por serem propositais, o fim da picada ...

De positivo, o crescimento consistente da Receita Líquida e Resultado Bruto. Algum dia o Resultado Financeiro e as Despesas vão se ajustar, e então a empresa conseguirá ter lucro. Por enquanto, continuo achando o ativo caro.
TGtLWg51BQ6qzp5JDzH4=

No 4T19 e 2019 houve uma não recorrente de R$ 64 milhões referentes à reversão do provisionamento do valor a ser pago pela aquisição da Drogaria Rosário. No que segue, este valor foi expurgado do Resultado Financeiro e Resultado Operacional, bem como o seu efeito (suposto 66%) sobre o lucro líquido



Os resultados de 2019 foram contabilizados de acordo com o IFRS 16; os de 2018, de acordo com o IFRS17. O impacto do IFRS 16 nos resultados é uma piora do Resultado Financeiro e Lucro, e um aumento no ebitda.



PFRM3

PREÇO: R$ 5,32

PAYOUT (mínimo legal) 23,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -21,55

P/VPA 0,65

PSR 0,14

DY -1,10%

EV/EBITDA 7,06

MARGEM BRUTA 15,4%

MARGEM OPERACIONAL -0,9%

MARGEM LÍQUIDA -0,6%

LUCRO POR AÇÃO -R$ 0,247

MARGEM EBITDA 4,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 91,3%

ROE -3,01%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,33



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,41%

RESULTADO BRUTO +8,36%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +21,57%

RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO 40,86%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO +210,89%

EBITDA +100,32% (2019 sob IFRS 16; 2018 sob IFRS 17 - não são comparáveis)



b) 4T19 sobre 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,55%

RESULTADO BRUTO +11,38%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +50,78%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +67,06% (4T19 sob IFRS 16; 4T18 sob IFRS 17 - não são comparáveis)



c) lucro líquido NEGATIVO nominal

UA -89,19%

U2A -82,08%

U3A -38,76%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 3,99%

U2A 11,98%

U3A 10,04%



e) ebitda, nominal

UA 114,16%

U2A 52,58%

U3A 5,33%

U4A 18,55%

U5A 17,69%

U6A 7,01%

U7A 6,29%

U8A 10,49%

365361  - paulo_prof  -  19 Nov 2019, 02:37
Os resultados vieram abaixo do que era esperado. A boa evolução da receita líquida (15% em relação ao 3T18 e 11% em relação ao 2T19) foi "desperdiçada" pela redução da margem bruta (passou de 15,5% no 3T18 e 16,8% no 2T19, para 14,8%). A Receita Líquida do segmento varejo, inclusive, foi menor do que aquela do 3T18.

Em relação aos resultados do 3T18 houve evolução, mas em relação aos resultados do 2T19 houve uma piora dos Resultados Operacionais e Líquido.

O Ebitda (se calculado nas mesmas bases) continua evoluindo bem. A empresa gerou caixa operacional positivo nos dois últimos trimestres e no exercício.

Pelo andar da carruagem, entretanto, não acredito que a empresa tenha condições de completar o turn around ainda este ano. As expectativas ficarão para 2020.
fFN5ZlKIqB7DNBwPnGn7sBQ8vBTeOpWaE=


PFRM3

PREÇO: R$ 4,05

PAYOUT (mínimo legal) 23,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -122.79

P/VPA 0.50

PSR 0.11

DY -0.19%

EV/EBITDA 8.02

MARGEM BRUTA 15.3%

MARGEM OPERACIONAL -0.2%

MARGEM LÍQUIDA -0.1%

LUCRO POR AÇÃO -$ 0.033

MARGEM EBITDA 3.2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 96.4%

ROE -0.41%

LIQUIDEZ CORRENTE 1.29



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,02%

RESULTADO BRUTO +7,22%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,54%

RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO -84,74%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO -89,19%

EBITDA +114,16% (1T19, 2T19 e 3T19 sob IFRS 16; demais trimestres sob IFRS 17 - não são comparáveis)



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,98%

RESULTADO BRUTO +9,89%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +10,29%

RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO -95,19%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO -99,51%

EBITDA +117,45% (3T19 sob IFRS 16; 3T18 sob IFRS 17 - não são comparáveis)



c) lucro líquido NEGATIVO nominal

UA -89,19%

U2A -82,08%

U3A -38,76%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 3,99%

U2A 11,98%

U3A 10,04%



e) ebitda, nominal

UA 114,16%

U2A 52,58%

U3A 5,33%

U4A 18,55%

U5A 17,69%

U6A 7,01%

U7A 6,29%

U8A 10,49%

362937  - paulo_prof   -  23 Jul 2019, 20:32
Evalaretto, o que eu entendi da informação do Urussanga é que o custo dos produtos vendidos no 2T19 foi menor que o "normal" devido a estratégia de compra (aumentar o estoque a preço descontado).

Isto explicaria o aumento da margem bruta no 2T19. A Profarma ainda é, essencialmente, uma empresa de distribuição de medicamentos (aprox. 80% da Receita Liquida total). Confesso que me surpreendi com a evolução da margem bruta no 2T19: quase 2 pontos percentuais (aumento de 14,9% para 16,8%). Um aumento sustentável de aprox.13% na margem bruta dificilmente ocorre num negócio de distribuição. Veremos por ocasião dos resultados do 3T19. Em princípio, se estivesse interessado na PFRM, esperaria uma redução importante da margem bruta no 3T19 e, em consequência, um resultado líquido pífio (não acredito que a empresa consiga um aumento apreciável da Receita Líquida em relação aquela do 2T19.

362927  - urussanga  -  23 Jul 2019, 11:27
prof. paulo a empresa ainda divulgou que comprou muitos medicamentos antes da alta de março...........foi um dos motivos do pequeno lucro...............agora no proximo tri nao havera essa vantagem.....................

362926  - paulo_prof  -  23 Jul 2019, 10:23
Os resultados do 2T19 mostram evolução, mas esta evolução é bastante lenta. Usando uma taxa de desconto real de 7%, o preço atual seria compatível com um lucro líquido anual constante em termos reais, na faixa dos R$ 40 milhões. Ou seja ... ainda há muito chão para se completar o turn around.

Embora a receita líquida tenha evoluído em relação ao 2T18, permaneceu relativamente estagnada em relação ao 4T18 e 1T19. O que melhorou bastante foi a margem bruta, que passou de 14,9% no 4T18 e 1T19, para 16,8% no 2T19.

Mal a empresa melhora um pouco, a Diretoria se auto-premia com bônus polpudos: no 2T19, foram R$ 3,8 milhões, para um lucro líquido de R$ 2,3 milhões. Ou seja, os executivos garfaram mais do que os sócios da empresa. Hilário é o relatório mencionar que o Ebitda, margens, etc. teriam sido substancialmente melhores caso o bônus não tivesse sido concedido.

Sou da opinião de que há opções de investimento melhores no mercado. No 4T18 a empresa gerou um pequeno lucro (R$ 2,2 milhões). Mas no 1T19, mais uma vez, a empresa gerou prejuízo (R$ 8,5 milhões). Não ficarei surpreso se no 3T19, mais uma vez, a última linha vier no vermelho. Como a Receita Líquida cresce muito lentamente e as despesas operacionais e financeiras parecem ser inelásticas (na casa dos R$ 180/190 milhões) tudo dependerá da margem bruta que puder ser gerada. Se o Resultado Bruto vier abaixo dos R$ 185 milhões, a empresa provavelmente postará prejuízo.
p.php?pid=chartscreenshot&u=NbXNbVH%20oA

PFRM3

PREÇO: R$ 4,73

PAYOUT (mínimo legal) 23,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -50,19

P/VPA 0,59

PSR 0,13

DY -0,47%

EV/EBITDA 8,71

MARGEM BRUTA 15,5%

MARGEM OPERACIONAL -0,6%

MARGEM LÍQUIDA -0,3%

LUCRO POR AÇÃO -R$ 0,094

MARGEM EBITDA 2,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 71,8%

ROE -1,17%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,27



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,56%

RESULTADO BRUTO +4,27%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -11,08%

RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO -73,03%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO -82,26%

EBITDA +95,50%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,41%

RESULTADO BRUTO +8,97%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -5,94%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO +52,62%

EBITDA +10,80%



c) lucro líquido NEGATIVO nominal

UA -82,26%

U2A -66,03%

U3A -7,20%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 12,17%

U2A 12,00%

U3A 11,92%



e) ebitda, nominal

UA 95,50%

U2A 20,39%

U3A 2,26%

U4A 13,22%

U5A 9,80%

U6A 4,63%

U7A 3,76%

U8A 7,03%

358547 - FoxHoundBR -  17 Fev 2019, 17:38
O problema da Profarma é que mesmo tendo EBITDA e receitas elevadas as despesas operacionais e financeiras são muito elevadas e acabam corroendo todos esses ganhos. Daí a empresa acaba fechando os balanços no prejuízo (há 5 anos a empresa não entrega um resultado positivo) e, vez ou outra, os controladores fazem aumentos de capital para cobrir esses rombos (de 2014 para cá foram 3 capitalizações).

É o tipo de papel que continuará empacado enquanto a sua gestão não der sinais de que focará mais na redução de custos.

358544 - jparthur  -  17 Fev 2019, 15:31
a Profarma é muito complicado .... o dono nao é muito confiavel...... faz prejuizos sobre prejuizos e faz subscrições sem parar ..... o dono adora gastar e pareca nao estar muito preocupado em ter lucro ....

espero que finalmente ela consegue lucrar.....

o ramo das farmacias é bom mas eu acho que esta havendo de mais ..... a RADL que subiu muito agora esta baixando e esta dificil subir .... sobe um pouco e depois caia..... quanto a BPHA3 ela nunca consegui decolar....

358541  - effexop  -  17 Fev 2019, 14:32
Citação: marcelohars - Post #358538 - 17/Fev/2019 02:05
Alguém tem alguma opinião sobre Profarma ?
Tenho pequena posição esperando um turnaround. Parece que devagarzinho estão reduzindo as despesas e espero que ele vire para lucro anual esse ano. Considerando a tendência de envelhecimento da população e recuperação econômica, estou confiante no setor. Se for buscar os múltiplos das demais do setor tem alto potencial de valorizar.

356547 - marcosvinicius2 -  05 Dez 2018, 13:33
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). EBITDA = O EBITDA, no 3T18, alcançou R$ 23,5 milhões (margem 2,1%), o que representa incremento de R$ 7,7 milhões (48,8%) em relação ao 3T17, quando atingiu R$ 15,8 milhões (margem 1,5%). Esta evolução é explicada essencialmente pelo avanço de R$ 4,6 milhões no Ebitda da divisão Distribuição Farma. Na comparação com o trimestre anterior, o Ebitda foi 18,2% menor, principalmente, em função da redução do Ebitda da divisão Distribuição Farma, já esperado para este trimestre, em razão do impacto positivo ocorrido no 2T18, referente ao aumento de preços anual ocorrido no setor.; RESULTADO FINANCEIRO = As despesas financeiras líquidas totalizaram R$ 25,2 milhões no 3T18, 22,1% (R$ 7,2 milhões) menor quando comparado ao 3T17. Esta redução esteve relacionada, principalmente,ao menor endividamento médio em R$ 149,9 milhões, assim como na diminuição das taxas de juros em 29,8%no período. Já na comparação com o trimestre anterior, observa-se aumento de R$ 3,2 milhões, em grande parte, relacionado ao incremento de R$ 2,0 milhões em Ajuste de Valor a Mercado (AVM) no período, sem efeito caixa.; LUCRO LÍQUIDO = A partir de 2018, tendo em vista a apresentação consolidada das plataformas da divisão Varejo (incluindo Rosário, já no segundo ano de operações), a análise de lucro líquido ajustado levará em consideração despesas não recorrentes nos períodos comparados.:

PFRM3
PREÇO: R$ 4,13
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -13,67
P/VPA 0,50
PSR 0,13
DY 0,00%
EV/EBITDA 15,92
MARGEM BRUTA 16,47%
MARGEM OPERACIONAL -1,68%
MARGEM LÍQUIDA -0,92%
LUCRO POR AÇÃO R$ -0,302
MARGEM EBITDA 1,52%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 65,86%
ROE -3,67%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,58

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,70%
RESULTADO BRUTO -3,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -36,55%
RESULTADO OPERACIONAL -58,67%
RESULTADO LÍQUIDO -70,29%
EBITDA 642,68%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,49%
RESULTADO BRUTO -1,59%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -22,08%
RESULTADO OPERACIONAL -63,80%
RESULTADO LÍQUIDO -78,61%
EBITDA -334,18%

c) lucro (taxa média anual)
UA -70,29%
U2A 45,76%
U3A 3,19%

d) patrimônio líquido médio
UA 20,57%
U2A 13,20%
U3A 11,90%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

355923  - paulo_prof  -  14 Nov 2018, 21:15
Os resultados da PFRM continuam pífios ... há uma evolução, mas é muito lenta. O Resultado Bruto está andando para trás em ambas as bases. Se não aumentar a receita, são poucas as alternativas de solução.

PFRM3

PREÇO: R$ 4,50

PAYOUT (mínimo legal) 23,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -14,75

P/VPA 0,54

PSR 0,14

DY -1,50%

EV/EBITDA 14,58

MARGEM BRUTA 16,5%

MARGEM OPERACIONAL -1,7%

MARGEM LÍQUIDA -0,9%

LUCRO POR AÇÃO -R$ 0,305

MARGEM EBITDA 1,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 65,3%

ROE -3,67%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,58



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,70%

RESULTADO BRUTO -3,95%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -36,55%

RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO -58,67%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO -70,29%

EBITDA +8,71%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,49%

RESULTADO BRUTO -1,59%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -22,08%

RESULTADO OPERACIONAL NEGATIVO -63,80%

RESULTADO LÍQUIDO NEGATIVO -78,61%

EBITDA +48,73%



c) lucro líquido NEGATIVO, nominal

UA -70,29%

U2A 45,76%

U3A 3,19%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 20,57%

U2A 13,20%

U3A 11,90%



e) ebitda, nominal

UA 8,71%

U2A -26,13%

U3A -2,66%

U4A 1,33%

U5A -6,86%

U6A -5,43%

U7A 0,52%

U8A -3,02%

355067  - paulo_prof   -  25 Out 2018, 20:48
Citação: urussanga - Post #355040 - 25/Out/2018 14:15
prof. paulo.............o senho tem analise do turnaround de pfrm3.............estava vendo que estao finalizando o turnaround da empresa.............apos varios trimestres no prejuizo no 2 tri veio o primeiro lucro com crescimento de ebtida e com a greve .....que prejudicou a distribuiçao...............vi que as outra empresas do setor estao valendo entre 3x a 7x o vpa...............interessante o sr nao acha.................se nesse tri reverterem o prejuixo que tiveram no 3 tri de 35 milhoes..........
Sim ... mas ainda falta algo para realmente completar o turn around. Reduzir despesas operacionais é bom, mas não acho que seja suficiente. A empresa tem uma enorme dificuldade para gerar uma Receita Líquida crescente. Este já é o 3o. ano que a Receita Líquida trimestral teima em não sair do entorno de R$ 1 bilhão. A margem bruta flutua muito (nos últimos 5 trimestres, variou entre 16,2% e 17,8%). Qual será a margem bruta do 3T18? Se for 16,2%, duvido que a empresa seja capaz de postar um resultado liquido positivo. No 2T18 a empresa postou lucro, mas o resultado antes do IR/CS ainda foi negativo. Se a Receita foi prejudicada pela greve, a margem bruta certamente não o foi.

Digamos, então, que o ativo parece bastante promissor, mas talvez ainda não seja o momento de mergulhar de cabeça. Se a Receita Líquida vier abaixo dos R$ 1,1 bilhões no 3T18, vou continuar passando.

352489 - paulo_prof   -  02 Ago 2018, 23:04
Depois de 7 trimestres no vermelho, finalmente a Profarma conseguiu postar um resultado líquido positivo. Embora este valor positivo tenha sido conseguido via uma Receita de IR/CS diferido, o resultado antes dos impostos veio quase no zero-a-zro. De acordo com as estimativas da empresa informadas no relatório, conclui-se que o resultado teria sido positivo não fossem a greve dos caminhoneiros e copa.

348993  - marcosvinicius2 -  17 Abr 2018, 11:36
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita Operacional Bruta = No ano de 2017, a receita bruta consolidada alcançou R$ 4,8 bilhões, evolução de 1,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento está relacionado, principalmente, à Divisão Varejo com evolução de 47,5%, reflexo da rede Rosário, cujas vendas passaram a ser consolidadas a partir de dez/16.; Despesas Não Recorrentes (Operacionais) = As despesas não recorrentes atingiram R$ 39,0 milhões no ano de 2017, R$ 10,8 milhões maior quando comparadas ao ano anterior. Esta variação foi devida, essencialmente, ao incremento de R$ 3,3 milhões na Divisão Distribuição Farma e de R$ 7,2 milhões na holding de Varejo (referente ao resultado contábil positivo em 2016 da compra de 50% da Tamoio).; EBITDA = O Ebitda, em 2017, alcançou R$ 59,2 milhões (margem 1,4%), o que representa recuo de R$ 64,7 milhões (52,2%) em relação ao ano anterior, quando atingiu R$ 123,9 milhões (margem 3,0%). Esta redução foi devida, principalmente, ao recuo do Ebitda da Divisão Distribuição Farma em R$ 48,8milhões.:

PFRM3
PREÇO: 5,51
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -3,73
P/VPA 0,56
PSR 0,10
DY 0,00%
EV/EBITDA 53,84
MARGEM BRUTA 17,09%
MARGEM OPERACIONAL -3,75%
MARGEM LÍQUIDA -2,75%
LUCRO POR AÇÃO -1,477
MARGEM EBITDA 0,49%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 115,37%
ROE -15,11%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,04

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 0,39%
RESULTADO BRUTO 12,11%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 10,71%
RESULTADO OPERACIONAL 193,06%
RESULTADO LÍQUIDO 130,21%
EBITDA -78,88%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 0,39%
RESULTADO BRUTO 12,11%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 10,71%
RESULTADO OPERACIONAL 193,06%
RESULTADO LÍQUIDO 130,21%
EBITDA -78,88%

c) lucro (taxa média anual)
UA 130,21%
U2A 130,68%
U3A 29,32%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,71%
U2A 7,99%
U3A 5,73%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND% !!!!
[...]

329648 - BAC 1000  -  09 Nov 2016, 00:16
Parece que Pfrm3 veio MB. Confere Prof?

329654  - ispholambra  -  09 Nov 2016, 01:34
Resultado Profarma...

Resultado do 3º Trimestre de 2016

A empresa registrou prejuízo líquido de R$ 9,5M no terceiro trimestre de 2016, contra um lucro líquido de R$ 8,5M no 2° trimestre de 2016 e um prejuízo de R$ -6,4M no 3° trimestre de 2015. A receita líquida totalizou R$ 1,0B no 3T16, crescimento de 1,3% em relação ao 2T16 e aumento de 8,4% em relação ao 3T15.

A margem bruta atingiu 15,2% neste trimestre contra 17,8% no 2T16 e 11,6% no mesmo período do ano passado.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 2,3B, aumento de 13,4% em relação ao saldo no terceiro trimestre de 2015. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 797,6M neste trimestre, valor 18,1% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.

Nestes três meses, a ação oscilou 6,2% contra 13,3% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado alcançou R$ 628,7M contra R$ 427,3M no 3° trimestre de 2015.

E Foi Ruim? Foi otimo...kkkk
https://www.youtube.com/watch?v=VKKas8s16TA

326712  - Jorge Tomaz   -  02 Set 2016, 02:33
PFRM3

Prezados,
andei gastando um tempo para entender a PRFM3. Segue o resultado.

A Profarma é uma distribuidora de produtos farmacêuticos e higiene pessoal e cosméticos, atua também no mercado Hospitalar e de Especialidades e no varejo farmacêutico por meio das redes Drogasmil/Farmalife e Tamoio.

Cotação (01SET16): R$ 10,16
2016: +109,92%
12 meses: +43,71%

FATOS RELEVANTES

17-01-2013 – Aquisição Drogasmil – Farmalife-Entrada no varejo
Adquiriu as marcas Drogasmil e Farmalife, do Rio de Janeiro, com aproximadamente 85 lojas. Faturamento de R$ 332,8 milhões em 2011. A aquisição foi fechada por R$ 87 milhões.

27-09-2013 – Aquisição ações Profdiet
A Profarma fez a aquisição imediata de 40% do capital da Prodiet Farmacêutica por meio de R$ 12,2 milhões em quatro parcelas. Tal operação tem como objetivo consolidar posição no segmento Hospitalar & Especialidades, em conjunto com a Arpmed, adquirida em 2012 e voltada para distribuição de medicamentos de alto valor agregado, e com a divisão Hospitalar Profarma.

24-03-2014
A AmerisourceBergen Corporation adquiriu 19,9% do Capital Social da Profarma a partir da subscrição de novas ações em decorrência de aumento de capital. O aporte foi de R$ 248,0 milhões.
Adicionalmente a Profarma e AmerisourceBergen formaram a Profarma Specialty, Joint Venture com 50% de participação de cada empresa, objetivando a atuação no mercado de especialidades farmacêuticas.

20-04-2014
A Profarma fez a aquisição dos 20% remanescentes do capital da Arp Med S.A. pelo valor total de R$ 3,5 milhões.

30-12-2015
Concluiu no dia 23 de dezembro de 2015, a aquisição da parcela remanescente de 50% do capital social da Drogarias Tamoio.

16-03-2016 – Aquisição participação HSBC
O HSBC Global Asset Management (UK) Limited comunicou que o somatório da participação das carteiras por ele administradas, corresponde a 7,52% das ações representativas da companhia.

22-06-2016 - Aquisição participação VINCI EQUITIES
A VINCI EQUITIES atingiu, com a homologação do aumento de capital da companhia 5,34% do total de ações ordinárias de emissão da Companhia.


Olhei os releases de 2T14 a 2T16. Alguns fatos retirados deles:

2T14
- processo de aumento de capital e a associação estratégica com a AmerisourceBergen (passou a ter 19,9% do Capital Social), com ingresso de R$ 248,0 milhões na Companhia.
- relação dívida líquida / Ebitda de 2,2x.

3T14
- resultado líquido impactado por eventos não recorrentes de R$ 18,4 milhões, dos quais R$ 11,8 milhões relacionados à conclusão de operação com a AmerisourceBergen.

4T14
- divisão Varejo apresentou variação positiva de 13,7% na receita bruta, com destaque para a rede Drogasmil / Farmalife com crescimento de 15,6% no ano.
- abertura de 15 novas lojas no ano de 2014.

1T15
- todas as divisões apresentaram crescimento e evolução em seus respectivos resultados operacionais.

2T15
- por mais um trimestre, evolução em todas as divisões.
- provável maturação da divisão Varejo.

3T15
Pelo terceiro trimestre consecutivo, todas as três divisões da Companhia – Distribuição Farma, Especialidades e Varejo – apresentaram crescimentos expressivos em suas vendas.

4T15
- aquisição dos 50% remanescentes do capital social da Drogarias Tamoio, a empresa tinha a outra metade desde 2013, ano em que ingressaram no segmento.

1T16
- aumento de capital privado, cujo montante máximo é de R$ 140 milhões com previsão de aporte até o final de abril.

2T16
- aumento de capital homologado ao final de junho totalizou R$ 140,0 milhões.
- Ebitda, da divisão distribuição, alcançou R$ 45,1 milhões (margem 5,3%), o que indica crescimento de 59,0% (1.7 p.p.) e 152,2% (3.3 p.p.), em relação ao mesmo período do ano anterior e trimestre anterior, respectivamente. Explicado, principalmente, pelo aumento de preços ocorrido em 31/03/2016. A margem Ebitda de 5,3% registrada no 2T16 é a maior já registrada nos últimos 7 anos.
- Ebitda, da divisão varejo, atingiu R$ 9,8 milhões (margem de 4,8%), evolução de 50,1% (1.3 p.p.) e 180,4% (3.0 p.p.), quando comparado ao mesmo período do ano e trimestre anterior, respectivamente.
- Ebitda de R$ 9,8 milhões, assim como a margem de 4,8%, foram os maiores registrados desde a entrada da Cia no Setor.

Alguns números das divisões da empresa no período em análise (2T14/2T16):

DISTRIBUIÇÃO
RL: +20,40%
LB: +41,80%
EBITDA: +120%
M EBITDA: de 2,9% para 5,3%.

ESPECIALIDADES
RL: +66,56%
LB: +75%
EBITDA: +264,30%
M EBITDA: de 1,1% para 2,3%.

VAREJO
LB: +26,54%
EBITDA: +326,10%
M EBITDA: de 1,4% para 4,8%
LL: +53,10%.
Lojas: de 120 para 129.

CONSOLIDADO (últimos 12 meses)

PSR: 2T14=0,25 2T16=0,16. Menor valor no 1T15=0,07.
PREÇO/EBITDA: 2T14=0,31 2T16=0,09. Menor valor no 4T15=0,07.
EBITDA: 2T14=68,40 2T16=109.76, +60,46%.
DivLiq/EBITDA : 2T14=2,51 para 2T16=3,63.
Desp Financeira : 2T14=-87,97 para 2T16=-126,13, +43,38%.
Patr. Líquido: 2T14=729,13 para 2T16=807,13, 10,69%.
Lucro Líquido: 2T14=-11,24 para 2T16=-14,46.
Importante notar que o LL no 4T14 era de -52,39 milhões. O que nos dá uma variação de +72,39% nos últimos seis TRI. Ademais, no período analisado somente os 2T15 e 2T16 tiveram LL>0, 0,13 e 8,46, respectivamente. Nos últimos 12 meses, como vimos, o LL ainda é negativo.

No período ainda podemos observar um aumento da M Bruta, RL e “LL” e uma retomada da liquidez corrente.

RL, LB, EBTIDA e margens aumentando. Por que o LL ainda é negativo?
O setor de distribuição tem margens apertadas. No Fundamentus temos as seguntes Margens Líquidas:
PFRM3= -0,38%
BPHA3= -23,47%
PNVL4= 2,40%
RADL3= 4,05% (com P/L=48,45 e P/VPA=7,19).

Na PFRM3 os “Custos Mercadorias Vendidas e Serviços Prestados” variaram entre 82% e 88% da “Receita Operacional Líquida”, no período estudado. No 2T16 as “Despesas Operacionais” “comeram” 72,69% do Lucro Bruto e o Resultado financeiro comeu 59,9% do Resultado Operacional antes do Financeiro. Pelo que os números mostram me parece que o aumento das margens alinhado com o EBITDA estão mudando a situação da empresa.
A PFRM3 aumentou a sua dívida líquida consideravelmente duas vezes no período considerado para fazer estoques antes/após o aumento dos medicamentos. Em 2T16 aumentou a dívida em R$ 140,7 milhões e no 2T15 em R$ 126,9 milhões, pelo mesmo motivo.
Nos releases não constam a composição da dívida (curto e longo prazo). No site da empresa não consegui abrir o relatório anual de 2015. O de 2014 consta: Curto prazo=168.064 e Longo Prazo= 225.337, sendo então a de CP=76,66% da dívida líquida, em 31DEZ14 (disponibilidades=174.097). Não vi nenhuma referencia a dívida em moeda estrangeira.

CONCLUSÃO
Me parece que a situação está mudando graças a empresa estar fazendo o dever de casa. Não vi nenhum daqueles motivos que tiram as empresas do buraco virando uma turnaround, como reestruturação, refinanciamento de dívida ou investidores ativistas. A despeito da entrada do HSBC e VINCI EQUITIES. A compra do varejo já foi liquidada, assim como as participações por meio daquelas aquisições de ações. Vou me posicionar no papel e acompanhar o próximo relatório para ver se aumentarei posição.

Optei por não colocar as tabelas que usei para fazer a análise para o post não ficar muito grande.

Como sempre falo, críticas são sempre bem vindas.

325375  - LURICKM -  04 Ago 2016, 02:47
Varejo farmaceutico brasileiro ainda é muito fragmentado. As grandes redes estão localizadas principalmente na região sudeste. PROFARMA precisa ganhar musculatura no VAREJO para recuperar margens e diluir custos. A empresa está trabalhando para que o varejo e especialidades representem 50% da receita. Uma coisa puxa outra, varejo puxa a distribuição, uma engrenagem empurrando a outra. Precisamos dobrar esse varejo para 250 lojas. Temos um socio americano com grande expertise no negocio. É um negocio de margens reduzidas na distribuição e margens melhores no varejo. Acho que muita coisa pode melhorar e trazer valor para o papel.

Prof. Paulo, obrigado pela avaliação.

325374  - paulo_prof   -  04 Ago 2016, 01:21
Quando atuava exclusivamente em distribuição, a Profarma tinha uma margem líquida média na faixa dos 1,3%.

A Receita Líquida Trimestral dos segmentos de distribuição (100% da Distribuição Farmacêutica + 50% do Atacado Especialidades) é de aprox. R$ 960 milhões. Em média, portanto, só considerando as atividades de atacado, a Profarma deveria ter um lucro trimestral médio na faixa dos R$ 12-13 milhões.

Como faz séculos que não é capaz de apresentar um resultado minimamente parecido com este, é evidente que o negócio de varejo é que continua puxando a empresa para trás.

Há que se acompanhar a evolução do negócio varejo, para verificar se o mesmo vai emplacar de vez. Há indicações de evolução no segmento varejo, mas esta evolução está sendo muito mais lenta do que seria desejável/esperado.

325373  - grizzo   -  04 Ago 2016, 01:14
PFRM3(copiado de outro fórum)

. Crescimento de 15,2% na receita bruta;

. Aumento de 59,8% do Ebitda, que atingiu R$ 60,2 milhões e margem Ebitda de 5,1%;

. Redução nas despesas operacionais de 1.0 p.p., saindo de 12,8% para 11,8%;

. Homologação do aumento de capital ao final de junho, totalizando R$ 140,0 milhões.

DISTRIBUIÇÃO FARMA

. Crescimento de 11,4% nas vendas;

. Aumento de 59,0% no Ebitda, que alcançou R$ 45,1 milhões e margem Ebitda de 5,3%, melhor resultado dos últimos 7 anos;

. Redução nas despesas operacionais de 0.8 p.p., saindo de 8,5% para 7,7%;

. Crescimento de 19,5% nas vendas da categoria de higiene pessoal e cosméticos.

ESPECIALIDADES

. Crescimento de 41,9% nas vendas;

. Aumento de 80,0% no Ebitda, que alcançou R$ 5,1 milhões e margem Ebitda de 2,3%;

. Redução nas despesas operacionais de 1.5 p.p., que saiu de 10,5% para 9,0%;

. Setor privado apresentou evolução de 54,2% nas vendas.

VAREJO

. Crescimento de 10,5% nas vendas

. Aumento de 50,1% no Ebitda, que alcançou R$ 9,8 milhões e margem Ebitda de 4,8%, maior marca registrada no Varejo desde 2013;

. Redução nas despesas operacionais de 0.5 p.p., saindo de 26,5% para 26,0%;

. Aumento da venda média loja/mês (em loja madura) de 8,5%.

322528  - pobre   -  02 Jun 2016, 17:46
Ilustres deste conceituado fórum.

Alguem tem alguma análise sobre Profarma?

Empresa no prejuízo devido ao resultado financeiro e com a capitalização recente esse problema deve ser solucionado, passando a empresa a reportar pequeno lucro.
Não seria um bom investimento visto que o mercado tende a supervalorizar ações de farmacêuticas? (vide Panvel e raiadrogasil). Até mesmo uma fusão poderia ser considerada...
O que acham????

317123  - ruymg   - 11 Fev 2016, 02:09
Me permitam uma sugestao de small Cap.

Panvel/Dimed e DROGARAIA foram excelentes investimentos.
Ganhou muito quem investiu e se manteve acionista dessas empresas.

Por isso quero chamar atenção pra um case parecido que pode dar o mesmo retorno.

Vamos la, Estou falando de PROFARMA PFRM3.

Vamos la...

RAIADROGASIL RADL3 . De uma olhada no grafico dela.

Exatamente ha 7 anos atras, 10 de Fevereiro de 2009 RADL3 estava em R$ 2,73.
Hoje, 10/02/2016 RADL3 esta cotada a R$ 43,90.

Se voce tivesse investido R$ 15.000,00 em 2009 em RADL3, teria hoje R$ 241.208,80 !!!!

Mas se voce tivesse um pouco mais de capital disponivel, digamos R$ 100.000,00 e se voce tivesse investido em 2009 em RADL3, teria hoje R$ 1.608.058,00 !!!!

Quer outra inspiração?

DIMED/PANVEL PNVL3 que é um case mais parecido com PROFARMA.

Exatamente ha 7 anos atras, 10 de Fevereiro de 2009 PNVL3 estava em R$ 34,01. Isso que ja vinha de altas enormes dos anos anteriores.
Hoje, 10/02/2016 PNVL3 esta cotada a R$ 290,00.

Se voce tivesse investido R$ 15.000,00 em 2009 em PNVL3, teria hoje R$ 127.903,00 !!!!

Mas se voce tivesse um pouco mais de capital disponivel, digamos R$ 100.000,00 e se voce tivesse investido em 2009 em PNVL3, teria hoje R$ 852.690,00.
Esses mesmos R$ 100.000,00, em PNVL3, se tivesse sido investido em 2001 quando a ação estava R$ 7,00, hoje voce teria R$ R$ 4.142.000,00.

Ha setor melhor, mais seguro ou resiliente? Há melhor ação pra longo prazo?

Pense, considere todos acontecimentos de PROFARMA nos ultimos 2 anos. Entrada da ABC em 20% do seu capital pelo valor de R$ 22,50 por ação. Compra de 3 redes de farmacias. Entrada no setor de Especialidades e o incrivel, cotada ao preço de 25% do seu Patrimonio Liquido. O valor de mercado hoje da PROFARMA hoje é inferior a sua ultima aquisição, que foi a Rede Tamoios de farmacias.
Esperar cotação de R$ 40,00...R$ 50,00..R$ 60,00... para um universo de 10 anos é totalmente possivel.

Isso quer dizer que pode ser sua grande aposta pra sua aposentadoria, mesmo que voce invista apenas R$ 15.000,00.

Quer saber mais sobre PROFARMA? Leia nosso forum aqui no advfn...





Remédio é mais necessário que comida, pense nisso.

PROFARMA PFRM3 é a melhor aposta pra médio e longo prazo, e pra seu futuro.

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259901  - PANICO2011  -  22 Mai 2014, 21:19
FARMAMICOS:

PFRM3: Resultado do 1º Trimestre de 2014

A companhia anunciou prejuízo líquido de R$ 13,5 M no primeiro trimestre de 2014, ante um lucro líquido de R$ 6,9 M no 1T13. No trimestre ligeiramente anterior, o resultado havia sido negativo em R$ 4,6 M. A receita líquida atingiu R$ 735,5 M no primeiro trimestre de 2014, 2,1% menor que o 4° trimestre de 2013, que foi de R$ 750,9 M. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 771,9 M.

A margem bruta atingiu 10,1% neste trimestre contra 7,6% no trimestre anterior e 6,0% no 1T13.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 1,4 B, redução de 8,1% em relação ao saldo no primeiro trimestre de 2013. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 542,9 M no 1T14, valor -4,5% menor ao saldo no mesmo período do ano anterior.

249316 - danieljoseaa  -  28 Mar 2014, 03:10
Vixe, deu ruim na PFRM3......


Resultado do 4º Trimestre de 2013

A empresa divulgou prejuízo líquido de R$ 4,6 M neste trimestre, contra um lucro líquido de R$ 5,4 M no terceiro trimestre de 2013 e de R$ 7,8 M no 4° trimestre de 2012

203545  - paulo_prof  -  15 Ago 2013, 02:28
PFRM3
PREÇO: R$ 20,60
PAYOUT (2012): 16,4%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 17,54
P/VPA 1,16
PSR 0,20
DY 0,93%
EV/EBITDA 11,90
MARGEM BRUTA 7,3%
MARGEM OPERACIONAL 1,3%
MARGEM LÍQUIDA 1,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,174
MARGEM EBITDA 2,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 88,9%
ROE 6,61%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,07

Taxas de Crescimento:

a) 1S13, nominal spbre 1S12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,22%
RESULTADO BRUTO +44,14%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +26,86%
RESULTADO OPERACIONAL -36,70%
RESULTADO LÍQUIDO -10,87%
EBITDA +0,97%

b) 2T13 sobre 2T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,78%
RESULTADO BRUTO +56,06%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +9,69%
RESULTADO OPERACIONAL -29,96%
RESULTADO LÍQUIDO +1,70%
EBITDA +6,90%

c) lucro líquido, nominal
UA -2,52%
U2A 19,21%
U3A -7,11%


d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 3,67%
U2A 4,61%
U3A 5,06%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 14,68

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +8,5%

176266 - edbmsev -  28 Mar 2013, 00:17

Citação: uqaz
Citação: DANIELBOSSAN
UGAZ,
Os números não mentem e acho que os FII's vieram para ficar.
Preciso ampliar a minha diversificação, bem como em ações do Banco do Brasil para que passe a ser minha 2a maior posição da carteira de ações.
Só não compreendi a questão das aquisições em PFRM lhe trazer receios. Pensei exatamente o contrário. Desculpe minha ignorância,Rs. Refere isto devido a Dívida Bruta / Pat Líq % vir crescendo acima da média do setor?
Obrigado pela análise.
Não Daniel, vejo com bons olhos as aquisições. Só não acho que o Mercado teria paciência de esperar até agosto (2T13) deste ano pra ver os resultados. E aí, qq anúncio de outra aquisição faria o papel bomar ateh os 25,00/PFRM3.
Isso daria um P/L = 20 pruma empresa em que não se sabe o futuro. Ou o msm pode se dar daq a anos... Pra mim já taria ótimo!
Esses anúncios de aquisições me lembraram da época em que a petrobras sempre anunciava ter descoberto novo poço de petróleo lá pra 2007. Pessoal ficava animado igual com profarma rs.
Profarma vinha apresentado forte alta nos últimos pregões, destoando do comportamento da Bovespa. As aquisições recentes representam uma mudança relevante no modelo de negócios da empresa, com seu ingresso no varejo, e seria prematuro esperarmos resultados positivos já no 4T12 ou mesmo no exercício de 2013. Entendo que seja um processo de transformação do negócio que leva uns 2-3 anos, no mínimo, mesmo porque as lojas compradas dos mexicanos não vinham apresentando margens atrativas de rentabilidade (o que demanda otimização do negócio) e as aquisições terão que ser financiadas por capital de terceiros.
Não seria surpresa se a Profarma fizesse uma oferta subsequente de ações, embora as aquisições recentes não impliquem apenas em aumento da dívida mas também em maior ebitda.

Enfim, parece uma empresa para quem pensa no longo prazo. Tem que acompanhando os resultados trimestrais a fim de verificar se o ingresso no varejo gerará a melhora de rentabilidade esperada para a empresa. A administração me passou uma boa impressão na conference call. Aguardemos.

No momento, apesar dos múltiplos mais salgados, ainda prefiro Panvel, que continua entregando bons resultados em um setor de múltiplos elevados.

175906 - paulo_prof -  27 Mar 2013, 03:07
 PFRM3
PREÇO R$ 23,60
PAYOUT (2012) 16,4%

P/L 18,91
P/VPA 1,37
PSR 0,24
DY 0,87%
EV/EBITDA 10,86
MARGEM BRUTA 6,3%
MARGEM OPERACIONAL 1,7%
MARGEM LÍQUIDA 1,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,248
MARGEM EBITDA 2,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 50,4%
ROE 7,23%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,21

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 15,06%
RESULTADO BRUTO 25,08%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -8,26%
RESULTADO OPERACIONAL 58,95%
RESULTADO LÍQUIDO 40,51%
EBITDA 26,30%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,64%
RESULTADO BRUTO 31,49%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -25,57%
RESULTADO OPERACIONAL -9,45%
RESULTADO LÍQUIDO -10,68%
EBITDA -22,73%

c) lucro (taxa média anual)
UA 40,51%
U2A 8,65%
U3A -8,60%

d) patrimônio líquido médio
UA 5,20%
U2A 5,18%
U3A 5,39%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 15,60

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +10,0%

175904 - danieljoseaa -  27 Mar 2013, 03:05
PFRM3:

Resultado do 4º Trimestre de 2012

A empresa anunciou lucro líquido de R$ 7,8 M no 4T12, uma variação de -28,0% em relação ao 3° trimestre de 2012 e decréscimo de 10,7% em relação ao 4T11. A receita líquida atingiu R$ 1,3 B no quarto trimestre de 2012, 75,9% superior que o terceiro trimestre de 2012, que foi de R$ 738,4 M. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 1,2 B.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 3,4% contra 6,1% no 3° trimestre de 2012 e 2,3% no mesmo período do ano passado. Já a margem líquida ficou em 0,6% no 4T12 contra 1,5% no trimestre ligeiramente anterior.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 1,3 B, crescimento de 12,6% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 561,1 M no 4T12, o que representou uma variação de 3,0% em relação ao saldo no 4T11.

168475 - DANIELBOSSAN -  22 Fev 2013, 12:02
PROFARMA, vamos que vamos e ai UGAZ, Vai ou fica?

PROFARMA (PFRM- NM) - FATO RELEVANTE
(22/02) PROFARMA (PFRM- NM) - Fato Relevante
DRI: Maximiliano Guimaraes Fischer
Envio o seguinte Fato Relevante:
Criacao da Supernova
A Profarma Distribuidora de Produtos Farmaceuticos S.A. - BM&FBOVESPA: PFRM3 - ("Companhia" ou "Profarma") informa ao mercado e ao publico em geral ter celebrado uma Joint Venture com a FF Group Participacoes S.A. ("Nutrilatina") para a criacao da Supernova Comercio Atacadista S.A. ("Supernova"), com Capital Social inicial de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais).
A Supernova sera uma plataforma de distribuicao dos produtos da Nutrilatina, utilizando toda a expertise da Profarma no segmento. Com esta operacao, a Profarma passa a comercializar com exclusividade os produtos Nutrilatina para o varejo farmaceutico e marca sua entrada, tambem com distribuicao exclusiva, em um novo canal que conta com cerca de 1.500 body shops - lojas de suplementos alimentares e esportivos.
Esta operacao viabiliza a introducao da Cia no segmento de produtos voltados ao bem-estar, gerenciamento de peso, suplementacao esportiva e estetica, que apresenta margens superiores as praticadas em produtos farmaceuticos. Adicionalmente, a Nutrilatina, por meio da logistica Profarma, aumenta a distribuicao e a eficiencia na entrega em todo o Brasil, melhorando a capilaridade de seus produtos.
A Joint Venture sera composta por 35% de participacao da Profarma, 35% da Nutrilatina e mais 30% do Sr. Leonardo Chiacchio. A Profarma tera a opcao de compra dos 30% pertencentes a Leonardo Chiacchio apos quatro anos, condicionado a renovacao do contrato de distribuicao dos produtos Nutrilatina por mais cinco anos.
Com a criacao da Supernova, a Profarma, mais uma vez, avanca na sua estrategia de consolidar sua posicao de destaque no mercado brasileiro de distribuicao e de criar valor para seus acionistas por meio de solucoes que agreguem maior margem aos negocios.
Sobre a Profarma Distribuidora de Produtos Farmaceuticos S.A: atua ha 51 anos na distribuicao de produtos farmaceuticos, higiene pessoal e cosmeticos, nos mais populosos estados brasileiros. Com 12 centros de distribuicao, a Profarma comercializa aproximadamente 18 milhoes de unidades por mes e atende a cerca de 31 mil pontos de venda, consolidando-se entre as empresas lideres deste setor no Brasil. Cobrindo uma area geografica que representou 93,5% do mercado consumidor de produtos farmaceuticos do Brasil no ano de 2011, a Profarma, com sua equipe especializada e comprometida, busca tornar-se o maior e mais rentavel distribuidor atacadista de produtos farmaceuticos no Brasil por meio de resultados consistentes e sustentaveis, mantendo baixos custos operacionais, fortalecendo suas vantagens competitivas e maximizando valor para os acionistas.
Sobre a Nutrilatina: Com uma area de 40.000 m e mais de 200 funcionarios, a Nutrilatina compete com os maiores players do mercado internacional. Sao produtos voltados a saude, gerenciamento de peso, suplementacao esportiva e beleza. A Empresa conta um centro de pesquisas que e considerado de excelencia.
A Nutrilatina olha para o futuro sempre, e investe constantemente em equipamentos, novas tecnologias e pesquisas cientificas: a lideranca depende diretamente do seu sucesso. Os profissionais possuem solida experiencia nas areas de saude, nutricao e beleza e, juntos, trabalham para trazer para perto dos consumidores produtos de qualidade e eficacia reconhecidas mundialmente.

165293 - uqaz -  01 Fev 2013, 10:08
Essa história de pegar a valorização inteira é uma falácia. Vamos aos fatos:

- Como falei acima, a quantidade de lojas que a Profarma adquiriu é metade das da Panvel. O problema são os pesos de lojas x distribuição, os quais ainda não tive oportunidade de pesquisar. O que quero dizer é que sei que o varejo é parte relvante da receita da Panvel. Do DFP de 2011:

"O segmento de perfumaria merece destaque, apresentando um crescimento de venda
ordem de 20%, passando a representar 28% do total da Receita Líquida da Dimed."

A receita como um todo crescera 13%, "apenas". O resto é de medicamentos - que puxam a margem pra baixo.

Em 2011 foram 284 lojas...foram inauguradas 16 novas lojas e "A Receita Líquida de Vendas das lojas inauguradas em 2011 representou 1% da venda total da Panvel."

Sou do Rio, e as farmácias adquiridas - tirando essa tamoio que não conheço - tem esse perfil de cosmético/perfumaria.

- O PSR da panvel é de 0,87. O PSR da profarma é de 0,15 e vai cair com a entrada das novas lojas. Digamos que chegue a 0,5 em uns 3 anos. O preço tem uma potencial de multiplicar por 5.

Não há motivo pra pressa - os gringos estão fugindo e isso é bom pra quem quer comprar nos próximos meses. Estou curioso pra ver a bombada na receita líquida da empresa.

165082 - danielsants -  31 Jan 2013, 00:58
Rio de Janeiro, 30 de janeiro de 2013 - A Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. (BM&FBOVESPA: PFRM3), vem, por meio desta, informar aos seus acionistas e ao mercado em geral que celebrou em 30 de janeiro de 2013, a aquisição da Rede de Drogarias Tamoio.

164455 - pobre -  24 Jan 2013, 12:53
O ingresso da Profarma - distribuidora de medicamentos e itens de higiene pessoal - no varejo farmacêutico por meio da aquisição das redes Drogasmil e Farmalife, que pertenciam anteriormente ao grupo mexicano Casa Saba, reúne todos os elementos da estratégia de crescimento de longo prazo da companhia.

Além de buscar a expansão regional, considerando que as adquiridas têm forte atuação no Grande Rio, a companhia se inseriu em novos segmentos ao realizar aquisições selecionadas.

Para diversificar os negócios de distribuição de produtos farmacêuticos, a Profarma já fornecia produtos do segmento hospitalar e especialidades, como vacinas, produtos de maior valor agregado e dermatológicos.

A aquisição das redes de farmácia, por sua vez, visa fortalecer o posicionamento na indústria, além de projetar mais sinergias logísticas, de armazenagem e de compras.

"Encontramos e verificamos no varejo uma reserva de valor elevada, bastante fragmentada e com projeções de ganhos satisfatórios", explica Max Fischer, diretor financeiro e de relações com investidores da Profarma.

O executivo reforçou o bom desempenho da empresa ao entrar em novos segmentos e regiões. Fischer apontou que, entre 1996 e 2001, foi desenvolvido o primeiro projeto de expansão geográfica, com novas atuações em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná, o que refletiu em um crescimento orgânico de 25% entre 1997 e 2000.

"Com o ingresso no segmento hospitalar em São Paulo e no Rio de Janeiro entre 2003 e 2004, e no ramo de vacinas em 2005, o avanço orgânico foi de 14%", avalia Fischer, emendando que a aquisição da Prodiet há dois anos determinou o crescimento orgânico em 19% entre janeiro e setembro de 2012.

Vale lembrar que nas aquisições de redes da Arpmed e da Casa Saba colaborarão com os incrementos de 2013. Além da continuidade da evolução da receita bruta, a empresa pretende voltar aos dois dígitos de participação de mercado.

"Mesmo enfrentando a crise econômica, é um mercado que vem crescendo expressivamente, com alguns parâmetros sustentando a expansão. Alguns desses pontos são o aumento da renda, o crescimento de genéricos e o envelhecimento da população", analisa o diretor financeiro da Profarma, salientando que entre 1996 e 2011 o crescimento orgânico foi de 12,6%, chegando a R$ 41,8 bilhões.

Fischer explica que as novas operações da companhia refletem a fragmentação e elevada competição do setor de distribuição farmacêutica no Brasil. As três maiores empresas do setor correspondem a apenas 42% do movimentado no mercado doméstico.

"Os principais distribuidores ainda não tiveram necessidade de mudar para o padrão misto, típico no mercado europeu. A capacidade de expansão é grande dado o estado fragmentado do setor. Em função da escala, da plataforma operacional eficiente e da capacidade de execução, acreditamos que a Profarma conseguirá ser um modelo de distribuição mista de sucesso nos próximos anos", indica Fischer.

Com o papel importante das lojas independentes, que representam mais de 48% do mercado, possíveis sinergias podem impulsionar os resultados da Profarma.

O ingresso no mercado misto foi determinado em função da possibilidade de maior criação de valor. "O incremento de operações de varejo pode atribuir à Profarma uma possibilidade de crescimento no mercado fragmentado, a complementaridade de novos negócios, os ganhos de eficiência e o aumento de margem bruta", aponta Fischer.

Entre os destaques da companhia adquirida, Fischer destacou o fato de Drogasmil e Farmalife terem posicionamento complementar, e possuir plataforma de 85 lojas. "É a maior rede no Rio de Janeiro, que é o segundo principal mercado no país e tem uma participação relevante em higiene e beleza e dermocosméticos. Além disso, tem uma forte presença nos shoppings centers, que é um ambiente menos competitivo, e somou uma receita de R$ 332,8 milhões em 2011".

Após a aprovação do Cade, a Profarma desembolsará R$ 87 milhões, isentos dos saldos de dívidas e caixa.

Com a transação, a companhia entra no setor varejista e estabelece uma das maiores plataformas de distribuição e varejo farmacêutico da América Latina e a maior do país, se tornando importante para a consolidação do setor e agregando maior flexibilidade e capilaridade para a entrada em novos mercados

163931 - paulo_prof -  18 Jan 2013, 18:01
Acho que não dá para estimar nada !!!!

O único dado efetivo que foi fornecido é que no exercício de 2011 a Receita Líquida da rede de farmácias que foi adquirida foi de R$ 333 milhões.

E daí? A Receita está crescendo ou encolhendo? Qual é a estrutura de capital? Quais são as margens?

A margem líquida da PNVL nos 9M12 foi de 3,2%; a da RADL foi 2,6%; a da BPHA foi de 0,8%.

O crescimento da receita líquida dos 9M12 sobre os 9M11, da PNVL, foi de 13,6%; o da RADL foi 19,7%; o da BPHA foi de 271%

Suponha que a Receita Líquida da Rede adquirida tenha crescido 15% e suponha uma margem líquida de 2%. Nestes termos, o lucro anual da empresa adquirida seria de aprox. R$ 7,5 milhões, da ordem de 1/6 do que a Profarma lucra hoje.

Na minha opinião, o que geral valor na Profarma não é o adicional de lucro. Sou capaz de apostar que daqui há 10 anos, o negócio varejo da Profarma será muito maior (em termos de lucro) do que o negócio distribuição.

Vc que é acionista da PNVL deveria saber qual é a proporção entre os números do varejo e distribuição da empresa? Lembre que a PNVL iniciou como uma distribuidora de medicamentos!

163846 - paulo_prof -  18 Jan 2013, 09:10
Abaixo informa-se que os recursos para a aquisição sairiam do caixa da Profarma ... ocorre que pela minha planilha, o caixa da Profarma não passa de R$ 23 milhões.

Hoje, o endividamento líquido da Profarma é de saudáveis 2,5 vezes o Ebitda dos últimos 12 meses. Não parece que esta relação será muito alterada com as dívidas da Drogasmil e Farmalife que a Profarma está assumindo.

Em suma ... esta aquisição me parece positiva. Vem em linha com o que eu argumentei recentemente. No segmento de varejo de medicamentos há um movimento de consolidação que não é favorável à Profarma porque os negócios de distribuição da empresa são concentrados em clientes avulsos (as redes médias e grandes têm seu próprio sistema de distribuição).

Ao que tudo indica a Profarma seguirá os mesmos passos da Dimed, que também nasceu como uma distribuidora de medicamentos para depois se firmar no varejo.

Citação: Valor de hoje
Profarma compra Drogasmil e Farmalife
Por Ana Paula Ragazzi | Do Rio
A distribuidora de medicamentos e itens de higiene pessoal Profarma fechou a compra das redes de farmácias Drogasmil e Farmalife e, com essa iniciativa, ingressa no varejo. A aquisição foi fechada por R$ 87 milhões.

Os recursos sairão do caixa da Profarma após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovar a operação. Segundo o diretor financeiro e de relações com Investidores da Profarma, Max Fischer, o valor final a ser pago descontará as dívidas existentes nas redes.

"Fechamos essa aquisição pela metade dos múltiplos atribuídos para empresas de farmácia negociadas hoje na bolsa", afirmou Fischer. De que forma ele conseguiu negociar um preço tão atrativo em um setor que vive um momento de consolidação e chama a atenção até de empresas internacionais ele não revela. "É segredo", brincou Fischer.

A Profarma está adquirindo 85 lojas que faturaram ano passado R$ 332,8 milhões e são concentradas no Rio de Janeiro.

"A maioria está em shoppings, o que lhes confere margens melhores, uma vez que eles não vivem a mesma situação das farmácias de rua que, no Rio, muitas vezes estão uma praticamente ao lado da outra", disse.

As marcas Drogasmil e Farmalife pertenciam à Casa Saba Brasil, que surgiu com essas duas aquisições em 2010. O grupo mexicano Casa Saba é líder no segmento de distribuição de produtos farmacêuticos em seu país e, recentemente, fez uma grande aquisição no Chile. Segundo Fischer, o grupo deseja concentrar seus negócios nesses dois países.

Fischer conta que o ingresso no segmento de varejo é uma terceira etapa de sua estratégia de crescimento, que já passou pela expansão geográfica e pela diversificação de produtos, inclusive de maior valor agregado.

"Não temos a pretensão de ser a maior no setor de farmácias, mas queremos ter uma plataforma relevante no mercado brasileiro", disse Fischer. Ele também informa que a Profarma continuará avaliando outras oportunidades de compra no setor.

"Nosso compromisso sempre foi manter nossa história de crescimento. Essa oportunidade agora está no setor de varejo, muito fragmentado no Brasil", disse.

A Profarma surgiu no Rio de Janeiro, há 51 anos. Fischer conta que entre os anos de 1996 e 2008 a empresa as etapas estratégicas importantes. Primeiro expandiu-se geograficamente e também através de aquisições hoje conta com 15 centros de distribuição espalhados por todo o país. Uma segunda etapa foi a diversificação dos negócios. A Profarma dedicava-se à venda apenas de medicamentos e expandiu sua atuação para itens de higiene e beleza. Também deixou de atender apenas hospitais privados ao adquirir uma empresa que prestava serviços para os públicos. E, com a compra da Arpmed, ano passado, passou a vender produtos de maior valor agregado, como medicamentos para o tratamento de câncer e dermatológicos.

No meio desse caminho iniciado em 1997, a Profarma ainda abriu o capital, em 2006, e convive com as cobranças do mercado para manter-se como uma empresa com história de crescimento.

"No nosso segmento, varejo e indústria têm as melhores margens. Agora deveremos aumentar as sinergias com os fornecedores, uma vez que nos transformamos em um parceiro que também tem o veículos farmácias", afirma Fischer. Há outras companhias no Brasil que têm atividades de distribuição e varejo, como a Dimed, no Sul.

A Profarma também deverá trazer para seus quadros um executivo com experiência no setor para tocar seu novo negócio.

162548 - paulo_prof -  06 Jan 2013, 22:15
Citação: jlc007
Prof.Paulo,
PRMF já esteve sob seu radar não esteve?
Acredito no setor : população idosa , médicos com formação medíocre....
No setor seria a opção mais barata. O que acha?
Se não estiver no seu radar , sem querer abusar , gostaria de saber quais os pontos chaves que utiliza na avaliação .
Acho que todos que acompanham o fórum poderiam aproveitar a oportunidade para aprender a pescar o peixe , rsrs.
Antes de mais nada, devo confessar que não sei como funciona o setor de distribuição de medicamentos no Brasil.

Suspeito (posso estar redondamente enganado) que as redes de farmácias adquirem grande parte ou mesmo a totalidade dos produtos que comercializam diretamente dos fornecedores. Em conseqüência, o "mercado" da Profarma seria composto pelas farmácias independentes ou redes pequenas, de característica local.

Se a minha suspeita estiver correta, o "futuro" de uma Profarma, pelo menos no seu desenho atual, não me parece muito brilhante. A tendência do setor de comercialização de medicamentos é de consolidação e crescente competição. Se alguém tem uma Raia, uma Drogaria São Paulo, uma Panvel, um Drogão, etc., perto de casa, só irá à farmácia da esquina se ela for de manipulação ...

155577 - paulo_prof -  08 Nov 2012, 00:02
PFRM3
PREÇO: R$ 15,54
PAYOUT (2011): 16,4%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses:
P/L 12,17
P/VPA 0,89
PSR 0,16
DY 1,32%
EV/EBITDA 7,22
MARGEM BRUTA 6,1%
MARGEM OPERACIONAL 1,8%
MARGEM LÍQUIDA 1,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,277
MARGEM EBITDA 3,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 38,7%
ROE 7,29%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,33

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 9M12 em relação aos Resultados dos 9M11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,4%
RESULTADO BRUTO +23,1%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -1,9%
RESULTADO OPERACIONAL +93,1%
RESULTADO LÍQUIDO +62,7%
EBITDA +44,7%

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 3T12 em relação aos Resultados dos 3T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +15,6%
RESULTADO BRUTO +30,4%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -30,6%
RESULTADO OPERACIONAL +41,3%
RESULTADO LÍQUIDO +27,5%
EBITDA +15,1%

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal:
a) do lucro líquido:
UA 35,40%
U2A 2,84%
U3A -9,88%

b) do patrimônio líquido médio
UA 5,74%
U2A 5,68%
U3A 5,47%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: - 0,5%

155565 - renato1631 -  07 Nov 2012, 23:21
Lucro da Profarma avança 27,4% no 3º trimestre, para R$ 10,8 milhões

A Profarma, distribuidora de medicamentos e cosméticos, registrou no terceiro trimestre lucro líquido atribuído aos acionistas de R$ 10,8 milhões, o que representa um avanço de 27,4% em relação a um ano antes.

A receita bruta da empresa avançou 15,3% para R$ 957,7 milhões no período de julho a setembro. Desconsiderando a aquisição da Prodiet, efetuada em outubro, o crescimento foi de 5,4%.

Entre os itens comercializados, os genéricos foram os que apresentaram o melhor desempenho, com alta de 54,7%. Já os medicamentos de marca, que representam a maior fatia da receita, tiveram redução de 0,3%.

"O foco da companhia permanece voltado para o incremento da sua participação nas categorias de higiene pessoal e cosméticos, e genéricos, assim como no aumento da participação de clientes médios no mix de vendas da Profarma", informou a empresa em relatório que acompanha o balanço.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no terceiro trimestre foi de R$ 22,1 milhões, crescimento de 14,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. A margem Ebitda não sofreu alteração, ficando em 2,7% no último trimestre.
(Beth Koike | Valor)

145608 - paulo_prof -  21 Ago 2012, 23:43
Um parâmetro que normalmente retrata melhor a situação da dívida de uma empresa é o Endividamento Líquido dividido pelo Ebitda anual, ou seja, a relação entre o que realmente é dívida e a capacidade de gerar caixa para fazer frente a este endividamento.

Diz-se que uma relação abaixo de 2,5 não somente traduz uma tranqüilidade em relação ao endividamento de uma empresa, mas é inclusive recomendado (um empresa com endividamento líquido negativo normalmente tem uma estrutura de capital menos eficiente.

No caso da PFRM, o endividamento líquido ao final do 2T12 era de aprox. R$ 204 milhões. Por outro lado, o Ebitda dos últimos 4 trimestres somou aprox. R$ 96 milhões. O Ebitda do 2T12 anualizado é aprox. R$ 125 milhões.

A razão endividamento líquido / ebitda anual, portanto, está entre 1,63 e 2,13, dependendo do critério utilizado para a estimativa do ebitda anual.

Ao preço atual, R$ 12,35, anualizando os resultados do 1S12, obtém-se

PAYOUT (2011) 16,1%
P/L 9,33
P/VPA 0,73
PSR 0,13
DY 1,72%
EV/EBITDA 5,97
MARGEM BRUTA 6,2%
MARGEM OPERACIONAL 1,9%
MARGEM LÍQUIDA 1,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,323
MARGEM EBITDA 3,3%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 40,4%
ROE 7,87%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,28

Para um preço justo 30% maior do que a cotação atual, perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8% (3,923%/semestre), o lucro líquido do último semestre, nos próximos 6 semestres, teria que apresentar uma taxa de crescimento semestral real de -0,9%

Só para constar, o lucro líquido do último semestre foi 88,3% maior do que aquele do 1S12 e 27,6% maior do que aquele do 2S11, ambos em valores nominais.

Uma característica muito interessante da PFRM3 é o seu super baixo PSR = 0,13.

A conseqüência de um PSR muito baixo é que um pequeno aumento nas margens, produz um grande efeito no resultado. Evidentemente, uma diminuição nas margens também gerará uma diminuição importante nos resultados.


129401 - paulo_prof - 04/Mai/2012 00:32
PREÇO: R$ 9,30

PAYOUT: (2011): 16,1%

múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L      8,52
P/VPA            0,56
PSR     0,10
DY      1,89%
EV/EBITDA  6,49
MARGEM BRUTA  5,7%
MARGEM OPERACIONAL          1,5%
MARGEM LÍQUIDA          1,2%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 1,091
MARGEM EBITDA 2,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       45,9%
ROE    6,53%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,13

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      25,78%
U2A    -18,21%
U3A    2,78%

b) do patrimonio líquido médio
UA      5,36%
U2A    5,74%
U3A    5,36%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido necessária, nos próximos 3 anos, para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%): -4%

Taxas nominais de crescimento em relação ao 1T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,86%
RESULTADO BRUTO +14,97%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -0,68%
RESULTADO OPERACIONAL +406,57%
RESULTADO LÍQUIDO +336,31%
EBITDA +85,32%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +6,45%

... devagar com andor ... pelas características da empresa, assim como postou um bom resultado no 1T12, pode postar um resultado pífio no 2T12. Com uma margem líquida tão baixa, qualquer espirro produz estragos ...


120681 - paulo_prof - 14/Mar/2012 16:51
PREÇO: R$11,50
PAYOUT (2011): 16,1%

Relativo aos últimos 12 meses:

P/L      13,22
P/VPA            0,70
PSR     0,14
DY      1,22%
EV/EBITDA  6,59
MARGEM BRUTA  5,8%
MARGEM OPERACIONAL          1,2%
MARGEM LÍQUIDA          1,0%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,870
MARGEM EBITDA 2,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       25,9%
ROE    5,30%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,24

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido:
UA      -15,99%         
U2A    -26,28%         
U3A    -2,99%           

b) do patrimônio líquido médio
UA      5,16%
U2A    5,48%
U3A    5,15%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido, durante 3 anos, necessária para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD com taxa de desconto real de 10% e perpetuidade real nula seja 150% o preço atual (1,5*R$11,50=R$17,25): 28%



99072 - NotwenCardozo - 25/Out/2011 10:52
É Paulo, já tive esta empresa no passado pq o mercado farmaceutico cresce 20% ao ano mas a empresa tem resultados muito distantes do crescimento orgânico do setor. Margem apertada e custos aumentam muito mais do que o lucro. Sem comtar que ano passado a empresa perdeu market share para as concorrentes. Como os lucros involuiram ano passado, a base de comparação ficou fraca e daí se tem a impressão de que a empresa melhorou muito. O presidente não dá nenhuma explicação que justifique o péssimo desempenho. Ainda tem que melhorar muito para valer a pena.


99064 - paulo_prof - 25/Out/2011 09:58
O Relatório dos caras provavelmente diz que o lucro do 3T11 foi quase 2 vezes maior do que o do 3T10. E daí?

O lucro dos 9M11 foi 16% menor do que aquele dos 9M10 e o Ebitda dos 9M11 foi 17% menor do que aquele dos 9M10. Nos últimos 12 meses, idem: lucro e ebitda 22% menores.

Ao preço de R$ 10,30, os novos indicadores são (baseados nos últimos 6 meses, porque baseados nos últimos 12 meses vcs poderão ver nos sites especializados)

PAYOUT (2010) 12,7%
P/L 9,50
P/VPA 0,64
PSR 0,13
DY 1,34%
EV/EBITDA 5,76
MARGEM BRUTA 6,3%
MARGEM OPERACIONAL 1,6%
MARGEM LÍQUIDA 1,3%
LUCRO POR AÇÃO (ANUALIZADO) R$ 1,084
MARGEM EBITDA 2,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 25,8%
ROE 6,69%

Taxas de Crescimento do Lucro Líquido (nominal)
UA -21,89%
U2A -26,48%
U3A 6,56%

Taxas Médias de Crescimento do Patrimônio Líquido Médio (nominal)
UA 5,62%
U2A 5,33%
U3A 5,14%

Observações:
As taxas de crescimento são nominais, ou seja, não foi descontada a inflação;
UA, U2A e U3A significam, o resultado dos últimos 12 meses sobre os resultados dos 12 meses, respectivamente, 12, 24 e 36 meses anteriores.



Conclusão: a empresa continua andando para trás, se bem que com menor intensidade.


98957 - NotwenCardozo - 24/Out/2011 20:08
PROFARMA ANUNCIA SEUS RESULTADOS DO 3T11

Rio de Janeiro, 24 de outubro de 2011 - A Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A. (BM&FBovespa: PFRM3), uma das maiores distribuidoras atacadistas de produtos farmacêuticos, higiene pessoal e cosméticos do país, anuncia hoje seus resultados do 3T11.

Para acessar o Earnings Release em PDF, clique aqui.

DESTAQUES DO PERÍODO

• No cinquentenário da Profarma, comemora-se também cinco anos de abertura de seu capital. Alicerçada em sua cultura voltada para resultados e ações práticas concebidas no dia a dia, a Companhia pretende continuar a consolidar sua posição de destaque no setor de distribuição no País;
• A Profarma realizou a aquisição imediata de 60% do capital total da Prodiet Farmacêutica por meio de aporte primário de R$ 8,0 milhões e aporte secundário de R$ 18,0 milhões, totalizando R$ 26,0 milhões. Os 40% restantes serão adquiridos futuramente;

• Lucro líquido cresce 80,3% em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 8,5 milhões, o que representa margem líquida de 1,2%;

• Crescimento de 6,5% da receita bruta consolidada quando comparada ao 2T11, atingindo R$ 830,3 milhões;

• Destaque para a categoria de perfumaria, que apresentou aumento nas vendas pelo sétimo trimestre consecutivo. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior verifica-se o expressivo crescimento de 63,1%;

• Redução do ciclo de caixa em 4,1 dias, proporcionando redução de capital de giro da ordem de R$ 52,5 milhões;

• Geração de caixa operacional positiva, atingindo R$ 45,0 milhões no trimestre, 6,4% da receita operacional líquida;

• Redução de 0.6 ponto percentual nas despesas operacionais em comparação ao 2T11, atingindo 6,9% da receita operacional líquida, a menor registrada nos últimos dois anos;

• O volume de vendas por meio de pedido eletrônico bateu recorde e alcançou 72,0% do total das vendas no trimestre.



65020 -  paulo_prof - 02/Mar/2011 22:00
Para quem se interessa pela Profarma ... Resultado pífio ...

Lucro Líquido de 2010 foi 35,3% menor do que o de 2009. Lucro líquido do 4T10 foi 31,7% menor do que o lucro líquido postado no 4T09. Nem me dei o trabalho de dar uma olhada no relatório.

Os novos múltiplos baseados nos resultados do exercício de 2010 são:

P/L 14,47
P/VPA 0,96
PSR 0,19
DY 1,12%
EV/EBITDA 7,60
MARGEM BRUTA 6,9%
MARGEM OPERACIONAL 1,5%
MARGEM LÍQUIDA 1,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,037
MARGEM EBITDA 3,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 23,2%
ROE 6,63%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,32

Empresa caranguejo ... Lucro encolhendo ... Preço justo certamente menor do que o preço de mercado ... to fora!


Análise Coin Valores
A Profarma Distribuidora de Produtos Farmacêuticos S.A atua há 49 anos na distribuição de produtos farmacêuticos, higiene pessoal e cosméticos, nos mais populosos estados brasileiros. Com 12 centros de distribuição a Profarma comercializa aproximadamente 18,0 milhões de unidades por mês e atende a aproximadamente 31 mil pontos de venda, consolidando-se entre as empresas líderes deste setor no Brasil. Cobrindo uma área geográfica que representou 94,0% do mercado consumidor de produtos farmacêuticos do Brasil em 2010, a Profarma, com sua equipe especializada e comprometida, busca tornar-se o maior e mais rentável distribuidor atacadista de produtos farmacêuticos no Brasil por meio de resultados consistentes e sustentáveis, mantendo baixos custos operacionais, fortalecendo suas vantagens competitivas e maximizando valor para os acionistas.

RETROSPECTIVA 2010
A Profarma consolidou seus resultados positivos alcançados ao longo do ano, fortalecendo ainda mais sua solidez financeira e seu posicionamento no setor de distribuição.
Os resultados apresentados ao longo do ano de 2010, refletem o foco da Companhia em ações no sentido de manter o equilíbrio entre crescimento, margem operacional e ciclo de caixa de forma a preservar sua rentabilidade, em um mercado que em 2010 se mostrou menos conservador do que no ano de 2009.

PERSPECTIVA 2011
A Profarma é listada no Novo Mercado da Bovespa, e está dentro dos padrões de governança corporativa exigidos com um alto nível de transparência, o que certamente dá segurança total ao investidor. A Companhia não tem política de divulgação de guidance, portanto não é abordado as perspectivas para 2011.


54129 - NotwenCardozo - 08/Nov/2010 21:55
Alesgood, dei uma olhada e o resultado foi impactado por um evento não recorrente. Do relatório da Profarma, alguns pontos importantes:

Lucro Líquido
No 3T10, o lucro líquido consolidado somou R$ 4,7 milhões ou 0,7% da receita líquida, 1.2 ponto percentual abaixo do mesmo período do ano anterior e do trimestre anterior. A redução é explicada pelo efeito líquido negativo resultante principalmente da liquidação de auto de infração relativo à
ICMS em Minas Gerais, no valor de R$ 11,9 milhões, com benefício de redução do montante total em 76,0%, evento este não recorrente.

Excluindo-se este efeito, o lucro líquido da Companhia totalizaria R$ 12,6 milhões, o que representa margem líquida de 1,8%, praticamente em linha com as margens líquidas dos trimestres anteriores.

Ebitda
No 3T10, o Ebitda foi de R$ 21,5 milhões, o que indica uma redução de 22,6% em comparação ao 3T09, quando somou R$ 27,7 milhões. A margem Ebitda atingiu 3,1%, 1.0 ponto percentual abaixo da margem realizada no mesmo período do ano anterior. O desempenho se deve, principalmente, à redução da margem bruta em 0.9 ponto percentual, refletindo, em grande parte, uma retomada gradual de vendas ao longo do trimestre em um ambiente competitivo menos conservador.

Na comparação do 3T10 com o trimestre anterior, houve redução de 0.5 ponto percentual na margem Ebitda. A variação foi provocada pela já esperada redução na margem operacional da Companhia, resultado do impacto positivo do aumento de preços de março de 2010, refletido no 2T10, de cerca de 1.5 ponto percentual.

Esta queda já esperada foi compensada tanto pela redução das despesas operacionais em 9,6% quanto pelo aumento nas vendas de 11,8% neste período.
Na composição do Ebitda do 3T10, foram considerados como não recorrentes, R$ 11,1 milhões resultantes principalmente do efeito líquido negativo da liquidação de auto de infração, relativo ao ICMS em Minas Gerais.

Endividamento
A posição da dívida líquida ao final do 3T10 alcançou R$ 75,1 milhões, com queda de R$ 57,4 milhões em relação à posição de 30 de junho de 2010, de R$ 132,5 milhões. A redução foi devida a geração de caixa positiva nas atividades operacionais de R$ 62,1 milhões ocorrida neste período. Desta forma, a relação dívida líquida / ebitda da Companhia saiu de 1.4x (30 de junho 2010) para 0.8x ao final do 3T10, representando uma expressiva redução de 42,9%.

COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE
No 3T10, a Companhia atingiu o seu menor ciclo de caixa, 48,8 dias, desde o terceiro trimestre de 2006. Esta expressiva queda de 17,4 dias significou redução de capital de giro de cerca de R$ 106,1 milhões. Contribuíram para o desempenho, o aumento no financiamento com fornecedores de 14,1 dias e também a redução de 4,4 dias no nível de estoques, que atingiu 40,6 dias ao final deste 3T10.

O aumento no financiamento com fornecedores está relacionado diretamente à normalização do nível de estoques no início do trimestre, de acordo com a expectativa da Companhia.

Os R$ 62,1 milhões obtidos nas atividades operacionais foram decorrentes principalmente da geração interna de caixa de R$ 10,8 milhões e da variação positiva nos ativos operacionais de R$ 51,3 milhões.

A geração interna de caixa no terceiro trimestre deste ano de R$ 10,8 milhões foi 39,5% menor quando comparada ao trimestre anterior, em grande parte, em conseqüência da redução do lucro líquido no período em R$ 6,7 milhões.

A variação positiva dos ativos operacionais de R$ 51,3 milhões é explicada pelo saldo de fornecedores maior em R$ 120,6 milhões, compensados pelo aumento no saldo de contas a receber de R$ 50,8 milhões e nos estoques de R$ 10,4 milhões.

No 3T10, os R$ 43,8 milhões utilizados nas atividades de financiamento foram direcionados principalmente para liquidação de empréstimos de curto prazo.



Os investimentos de R$ 1,5 milhão foram direcionados principalmente à tecnologia da informação, que absorveu montante de R$ 0,9 milhão no trimestre.



54114 - alesgood - 08/Nov/2010 21:05
Resultado sofrível da Profarma hoje.


35307 - octacm - 12/Mai/2010 23:18
Tambem não gostei do resultado, pifio...
A sorte. Mas como a empresa deu um lucro liquido maior que no mesmo periodo de 2009 e como sei que a empresa tem um excelente historico de lucros, acredito que valha a pena manter na carteira mesmo que com uma participação pequena.
Ainda bem que pulei fora do barco no 1 trim

35294 - paulo_prof- 12/Mai/2010 21:21
Não gostei do resultado da PFRM3. Há que se entender por que, a margem bruta, de uma média histórica acima de 9,5% caiu para 7,3%. Talvez o Relatório traga algum comentário a respeito. No 2T10 a margem deverá ser recomposta (pelo reajuste dos remédios), mas em princípio não haveria justificativas para uma queda neste nível. Se, no 2T10, a margem bruta não se recuperar para algo acima de 10%, no mínino, a empresa não terá qualquer atrativo para investimento.
Ao preço de hoje, R$ 15,70, os novos múltiplos na base dos pultimos 12 meses são:
RECEITA OPERACIONAL BRUTA 3.145.888
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2.654.878
RESULTADO BRUTO 252.256
RESULTADO FINANCEIRO -24.257
RESULTADO OPERACIONAL 75.249
RESULTADO LÍQUIDO 54.171
EBITDA 111.500
ATIVO TOTAL 997.549
ATIVO CIRCULANTE 948.581
DISPONIBILIDADES 43.663
PASSIVO CIRCULANTE 393.077
DÍVIDA BRUTA 211.007
DÍVIDA LÍQUIDA 167.344
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 493.436
P/L 9,57
P/VPA 1,05
PSR 0,20
DY 1,70%
EV/EBTIDA 6,15
MARGEM BRUTA 9,5%
MARGEM OPERACIONAL 2,8%
MARGEM LÍQUIDA 2,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,640
MARGEM EBITDA 4,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 42,8%
ROE 10,98%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,41
P/(CAP GIRO/AÇÃO) 0,93
GIRO ATIVOS 2,66
P/(ATIVO/AÇÃO) 0,52 



29874 - FOCKINK - 10/Mar/2010 22:08
PRa mim continua na mesma...P/L =11,5..metade da Drogasil...no entanto o crescimento da drogasil é muiiiitooo maior....mas: sou pobre e não compro nem PFrm3 nem Drog.. 


29872 - Mercc - 10/Mar/2010 21:56
Lucro líquido da Profarma mais que dobra no trimestre e chega a R$ 15,4 milhõe
Por: Equipe InfoMoney
10/03/10 - 20h52
InfoMoney
SÃO PAULO - A Profarma (PRMF3) divulgou seu resultado do quarto trimestre e do acumulado de 2009 nesta quarta-feira (10), reportando um lucro líquido de R$ 53,2 milhões ao longo do seu exercício, representando um avanço de 68% frente 2008. No trimestre, o lucro líquido ficou em R$ 15,4 milhões, um crescimento de 135,5% na comparação anual.
As receitas líquidas somaram R$ 685 milhões nos últimos três meses do ano, apontando um avanço de 11,9% na mesma base de comparação. Enquanto isso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) do período veio em R$ 28,0 milhões, um acréscimo de 30,6% frente aos R$ 21,5 milhões vistos em igual período de 2008.
Já a margem Ebitda (relação percentual entre a receita líquida e o Ebitda) subiu 0,6 ponto percentual para ficar em 4,1% no quarto trimestre.
Acumulado anual
Entre janeiro e dezembro, a Profarma registrou R$ 2,578 bilhões em receitas líquidas, número 1,7% maior do que aquele do exercício de 2008. Por sua vez, o Ebitda subiu 40,7% na passagem anual para terminar 2009 em R$ 110,7 milhões.


Por fim, a margem Ebitda terminou o ano passado em 4,3%, ou seja, 1,2 ponto percentual acima do patamar visto ao fim de 2008.


23045 - pobre - 04/Dez/2009 17:13
pessoal, segue para análise dos senhores 3 ações para médio prazo:
profarma (pfrm3), bons indicadores e com programa de recompra de suas ações. Poucas ações disponíveis no mercado. Só não voltou a patamares pré-crise devido ao baixo volume negociado, mas com o programa de recompra talvez o volume melhore.
fertilizantes heringuer (fher3)- o prof Paulo analisou bem esta empresa em uns destes posts atrás. P/L negativo que será transformado em um P/L ótimo, quando o lucro deste 4 trimestre substituir o horroroso prejuizo do 4trim de 2008. Empresa em franco crescimento de marker share.

SGPS3 - muito abaixo de seu p/vpa. 

20266 - NotwenCardozo - 10/Nov/2009 17:18
Pergunta feita por mim ao RI da Profarma:
Quanto à margem líquida, pq a mesma difere bastante entre os trimestres? Qual seria a estratégia de se manter a margem líquida acima de 2% (por exemplo). Noto que há uma sazonalidade que favorece o segundo e o quarto trimestre. Por que?
Resposta:
Boa tarde.
Meu nome é Beatriz e sou a coordenadora da área de Relações com Investidores, tentarei responder as suas dúvidas e me coloco à sua disposição caso precise de adicionais esclarecimentos.
A margem líquida só tem sensibilidade no segundo trimestre de cada ano, quando o aumento de preços acontece e as margens líquidas são maiores do que a média do ano. Fora isso, a variação da margem líquida acompanhará a margem ebitda associada as despesas financeiras.
Estou à disposição para quaisquer esclarecimentos que se façam necessários.

20222 - NotwenCardozo - 10/Nov/2009 09:33
Paulo, gostei do resultado mas se a margem líquida fosse um pouco mais alta seria melhor. Lendo o relatório, houve um gasto não recorrente de 3,3 milhões ref pagamento via bônus e a abertura do centro de distribuição em Goiania.
Noto que várias empresas conseguem melhorar os resultados em relação ao trimestre equivalente do ano passado (PFRM3, FRAS4, BAUH4 etc) mas poucas conseguem melhorar em relação ao trimestre imediatamente anterior como a EVEN3 conseguiu. Acho que quando a melhora é expressiva em relação trimestre anterior com alguma coisa recorrente, o papel surpreende e é normal que dispare. Algumas empresas por causa de uma sazonalidade do negócio e porque de um trimestre para o outro não é possível se fazer uma mudança substancial que gere um resultado muito diferente.
Se o lucro de PFRM3 fosse maior que 2T09, com certeza o papel iria disparar. O que me atrai no papel? Varias coisas: consistente aumento da receita líquida, receita bruta, margem do EBITDA e redução do endividamento. Seria ótimo se a empresa puder manter a margem líquida crescente.
Não vejo motivo para o papel subir tanto com este resultado mas o resultado anual vai melhorar de qualquer maneira.Continuo achando uma empresa boa para se ter na carteira pois o petencial de crescimento é enorme. Não sei se cairá abaixo de 16 novamente.
Paulo, de onde vc pega os valores para verificar o cresmento médio anual da receita líquida? Para este crescimento de 24,6% vc está colocando aqui, é referente aos últimos 12 meses? Crescimento bem alto este.


20190 - ZOTTI - 09/Nov/2009 21:17
Gostei do resultado da profarma
20192 de 20221Modificado em 09/Nov/2009 21:32 [Citar este comentário] 1
3 paulo_profComentários: 838 - Desde: Jul 2009
Achei bom o resultado da Profarma. Nada de excepcional, mas também nada aquém do esperado. Há que se considerar que, normalmente, os melhores trimestres são o 2o. e o 4o.
Anualizando os resultados com base nos últimos 6 meses, na cotação de R$ 17,79, obtém-se os seguintes indicadores:
P/L = 9,47; P/VPA = 1,23; PSR = 0,22; DY = 2,51% (supondo payout mínimo); EV/Ebitda = 5,21; margem bruta = 11,2%; margem operacional = 3,2%; margem ebitdda = 4,9%; margem líquida = 4,9%; ROE = 13%; crescimento anual médio da receita líquida = 24,6%
Talvez os aspectos mais interessantes da Profarma sejam o PSR e o crescimento anual da receita líquida. Não deixa de ser interessante, também, o fato da empresa ter múltiplos razoáveis com margens tão baixas. Qualquer aumento relativamente pequeno nas margens (por exemplo, 1%) refletirá fortemente no lucro.

20184 - opportunity- 09/Nov/2009 20:10
DESTAQUES DO PERÍODO
Lucro Líquido da Companhia cresce 164,2% em relação ao 3T08, atingindo R$ 13,1 milhões, representando uma Margem Líquida de 1,9%;
Crescimento de 79,3% no Ebitda quando comparado ao mesmo período do ano anterior, alcançando R$ 27,7 milhões, com Margem Ebitda de 4,1%;
Expressiva redução do Ciclo de Caixa da Companhia em 7,1 dias, atingindo 51,6 dias, o menor nível desde o ano de 2006. Esta queda representou uma redução de Capital de Giro da ordem de R$ 52,9 milhões;
Pelo quinto trimestre consecutivo a Geração de Caixa Operacional foi positiva, atingindo R$ 36,5 milhões neste trimestre, acumulando no ano de 2009 uma geração de recursos da ordem de R$ 99,4 milhões, 5,3% da Receita Operacional Líquida;
Redução das Despesas Operacionais (Administrativas, Comerciais e Logística) de 4,2% em comparação ao trimestre anterior, atingindo 6,9% da Receita Líquida, sendo esta a melhor marca da Companhia nos últimos dois anos;
Redução da Relação Dívida Líquida / Ebitda da Companhia pelo terceiro trimestre consecutivo, atingindo 0,9x, saindo de uma posição de 1,2x no 2T09, representando uma queda de 25,0% neste trimestre;


Profarma inaugura Centro de Distribuição em Goiás, segundo Centro de Distribuição instalado no Centro Oeste, consolidando presença da Companhia na região.


18525 - NotwenCardozo - 27/Out/2009 10:41
Ainda em relação à PFRM3 (Profarma) comentada antes por mim:
"Neste trimestre o lucro líquido da Profarma atingiu R$ 17,9 milhões, um resultado 66,2% maior que o do mesmo período do ano anterior, quando alcançamos R$ 10,8 milhões.
A margem líquida da Companhia atingiu 2,8% neste trimestre, tornando-se assim a melhor marca alcançada pela empresa em trimestres semelhantes desde o ano de 2006.
Da mesma forma, nossa margem ebitda alcançou 5,8% neste trimestre, 56,8% acima da margem ebitda entregue no mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 37,8 milhões. É importante ressaltar que na comparação com todos os mesmos trimestres de anos anteriores (2T06, 2T07, 2T08) desde 2006, nossa melhor margem ebitda havia sido de 4,0% no 2T06, mesmo com um aumento de preço semelhante ao de 2009, naquela época 5,5%.
Reafirmando e reforçando o objetivo da Profarma de fortalecer sua solidez financeira neste ambiente de crise, a empresa gerou pelo quarto trimestre consecutivo um fluxo de caixa operacional positivo de R$ 26,3 milhões, acumulando no primeiro semestre do ano uma geração de recursos na ordem de R$ 62,9 milhões. Este resultado esteve diretamente relacionado à redução do ciclo de caixa da Companhia neste trimestre em cerca de 9 dias, atingindo seu menor nível desde dezembro de 2006. Desta forma e pelo segundo trimestre consecutivo, a empresa reduziu sua relação dívida líquida / ebitda em 25,0%, atingindo 1,2x, tendo sido de 1,6x no 1T09 e 1,9x no 4T08.
Considerando-se o ambiente macroeconômico ainda instável, nossa receita operacional bruta neste 2T09 cresceu 15,5% em relação ao trimestre anterior e 3,1% em relação ao 2T08, atingindo R$ 764,3 milhões.
A Profarma anunciou ao mercado no dia 22 de maio de 2009, um novo Programa de Recompra de Ações da Companhia estipulando a quantidade máxima de ações a serem adquiridas de 1.570.000 ações ordinárias."
Em 1T08 a margem líquida era de 1,7% e a elevação para 2,8% provocou o aumento do lucro líquido em 66,2%. No 1T09 a margem líquida foi de 1,2% e o aumento do lucro líquido do 2T09 em relação ao 1T09 foi de 166%.
Receita Operacional Bruta:
No 2T09 a receita bruta da Profarma alcançou R$ 764,3 milhões, um incremento de 3,1% em relação ao mesmo período do ano anterior, e de 15,5% em relação ao 1T09. Vale destacar que este crescimento foi homogêneo em todo país, tendo sido decorrente principalmente do foco da Profarma dado aos clientes independentes no início do 4T08.
Na análise do 2T09 por região geográfica, a melhor performance foi a da região sudeste com crescimento de 8,2% comparação com o mesmo período do ano anterior.
Na análise por categoria, o destaque do 2T09 foi o segmento hospitalar + vacinas, com crescimento de 47,9% em relação ao mesmo período do ano anterior (a empresa está neste segmento há apenas 5 anos e mostra a capacidade da empresa demonstrar resultados perante à concorrência). Vale ressaltar ainda como destaque a performance da categoria genéricos que apresentou crescimento de 39,6% em relação ao trimestre anterior, desempenho superior ao crescimento de 18,0% do mercado nacional de genéricos no mesmo período.
A Profarma atua há 48 anos na distribuição de produtos farmacêuticos, higiene pessoal e cosméticos, nos mais populosos estados brasileiros. Com 12 centros de distribuição, sendo um deles exclusivo para os segmentos hospitalar e vacinas, a Profarma comercializa aproximadamente 18,0 milhões de unidades por mês e atende a 30.870 pontos de venda, consolidando-se entre as empresas líderes deste setor no Brasil. Cobrindo uma área geográfica que representou 91,0% do mercado consumidor de produtos farmacêuticos do Brasil em 2009.
A liquidez do papel não é tão ruim e a Profarma é a única empresa de capital aberto no setor, o que pode proporcionar a ela um poder maior de consolidação no mercado. O Crescimento Médio Anual da Receita Bruta foi de 20% (CAGR 2004-2008), enquanto o mercado apresentou neste mesmo período um CAGR de 12%. A Profarma é a distribuidora de produtos farmacêuticos, de higiene pessoal e cosméticos que mais cresce no Brasil. O Brasil deve passar do 10o maior para o 8o maior mercado na área de farmacêuticos. O mercado farmacêutico brasileiro aumentou 12,5% em 2008, totalizando R$ 26,1 bilhões, mantendo o forte crescimento dos anos anteriores, atingindo nos últimos quatro anos um CAGR de 12,6%.
Manutenção de crescimento dos Genéricos:
Crescimento de R$660 milhões em vendas até 2014 devido à perda de patentes;
Crescimento no consumo do medicamentos genéricos, devido a uma maior aceitação da classe médica, podendo levar a uma penetração de 19% em 2015;
Envelhecimento da população e impacto em doenças crônicas:
13,9 milhões de pessoas acima de 60 anos em 2000, comparado a expectativa de 28,3 milhões de pessoas em 2020.
Renda per Capita:
Somente 15% da população tem sido responsável por 50% do consumo de medicamentos. Com a melhor distribuição de renda a tendência é que este número aumente bastante.
Redução na informalidade devido às mudanças fiscais (Nota Fiscal Eletrônica):
Estima-se que aproximadamente 25% do mercado opera na informalidade


Montei uma posição na empresa e estarei observando o resultado do 3T09. A maioria dos idosos que conheço tomam uns 6 remédios por dia para controlar colesterol, pressão, glicose, afinar o sangue etc.


8593 - octacm - 10/Jul/2009 12:32
Acresceitaria a isto a PFRM3, a empresa está com preço bem baixo, o ultimo prejuizo da empresa foi em 2006, atravessou a crise sem grandes problemas, está com preço defasado em relação ao seu valor patrimonial p/vp 0,76 div/patr de 40%; Os contras é que a empresa pagou apenas 1% de DY nos ultimos periodos e tem um p/L 11,20.
A empresa apresenta um bom nivel de liquidez e tem boas perspectivas para o futuro, andei olhando algumas de suas noticias...


5842 - paulorizzi - 17/Mai/2009 23:16
[Nível 0] paulorizzi Usuário PremiumComentários: 810 - Desde: Dez 2007
Caros
Nos sites especializados, os indicadores fundamentalistas são via de regra aprsentados com base nos 12 meses passados. Em épocas de rápidas mudnaças, entretanto, é interessante ter-se a informação mais recente, baseada no trimestre passado.
Por exemplo, seja o ativo SLED3:
Como base nos últimos 12 meses:
P/L = 7,46; P/VPA = 1,41; PSR = 0,30; DY = 4,4%; margem bruta = 13,0%; margem operacional = 7,3%; margem ebitda = 13,0%; margem líquida = 6,1%; ROE = 18,97%
Com base nos últimos 3 meses (anulaizado):
P/L = 3,12; P/VPA = 1,41; PSR = 0,25; DY = 10,4%; margem bruta = 53,3%; margem operacional = 19,0%; margem ebitda = 21,0%; margem líquida = 12,0%; ROE = 45,38%


Os múltiplos, que são interessantes na base anual ficam quase irresistíveis na base trimestral.


5841 - paulorizzi - 17/Mai/2009 22:58
O P/L de PFRM4, em 7,25, é relativamente alto e o DY é bastante baixo (1,6%). O P/VPA (0,51) é interessante mas o que realmente salta os olhos é o PSR de 0,10.


O setor é altamente competitivo, de modo que as margens são extremamente baixas. Mas se a Profarma conseguisse aumentar um pouco que fosse a sua margem líquida, digamos, de 1%, o seu lucro líquido quase dobraria. Como aumentar a margem líquida de 1% não é trivial, o ativo não merece um investimento maior do que "simbólico".


5460 - jlc007 - 12/Mai/2009 00:17
vc mencionou um ativo PFRM3 ... Profarma ... quando te chamou a atenção e porque , visto que se trata de um ativo bastante esquecido , com desempenho muito inferior ao IBOV nos últimos meses e setor de margens bastante apertadas (1,3%) . Vi o último balanço trimestral que apesar de relativamente bom , até onde minhas limitações permitem enxergar , apresenta uma discreta redução do market share ( atuais 9% ) , o que não sinaliza num futuro próximo desempenho melhor , apesar de ser uma empresa interessante.





3741 - small caps - 07/Abr/2009 10:32
"PRFM3 tem um PSR minúsculo e com um ponto percentual a mais de margem líquida, o lucro dispararia. Não costuma ter margens muito boas, mas é aí que entra a possibilidade de uma pequena melhora. É por isso que o risco é válido, mas não para uma exposição alta."


2499 - paulorizzi - 14/Mar/2009 19:29
"Há um detalhe relativo a PFRM3. Praticamente metade do lucro líquido corresponde a subvenções governamentais que são subtraídas para efeito de cálculo dos dividendos mínimos obrigatórios. Relativo ao exercício de 2008, a Profarma vai pagar somente R$ 0,13/ação, um payout efetivo de menos de 13%. Acho que a empresa não pode ""distribuir"" subvenções mas pode distribuir até 100% do que sobra uma vez subtraída a reserva legal de 5% e as subvenções, que em 2008 totalizou R$ 16,2 milhões. A empresa resolver pagar exatamente 25% deste total. Por outro lado, vimos que CREM3 é muito mais ""generosa"", com payout de 89%."
"Os múltiplos atuais são: P/L = 4,98; P/VPA = 0,34; PSR = 0,06!; DY = 2,6%; EV/EBITDA = 3,90; DIV BRU/ PAT LIQ = 41,6%; Liquidez Corrente = 2,80; P/(CAP GIRO/Ação) = 0,28!!; ROE = 6,77%"


O capital de giro é mais de 3 vezes maior do que o valor de mercado da empresa!!!.

2358 - danieljoseaa - 11/Mar/2009 23:24
"Em relação a Profarma, acredito que esteja começando a chegar a preços razoáveis, após um bom 4°trimestre, apresenta alguns indicadores atraentes como:"

"P/VPA- 0,39"

"P/L- 5,73 (há várias melhores por aí, mas é um bom indicador)"

"Div/patr- 0,42"

"liq. corrente- 2,80"

"e também apresenta outros indicadores nem tão atraentes, como:"

"Roe- 6,8% (péssimo)"

"DY- pelo lucro por ação de 0,87, acontecendo a distribuição mínima de 23,5%, serão distribuídos por volta de 0,21 por ação, o que na atual cotação representaria um DY de aproximadamente 4,2%, nada muito atraente com tantas ações apresentando DY acima de 10%."

"Acredito que o principal ponto seja: será que conseguirá em 2009 pelo menos repetir este resultado do 4° tri, se conseguir será uma ação bastante atraente, produzindo um LPA maior, o que consequentemente acarretaria num DY maior, caso repita este mesmo lucro nos próximos 4 trimestres teríamos um LPA por volta de 2,00, o que daria na atual cotação um DY projetado de 10%, nada mal."

"Acredito também que para uma carteira diversificada seja um bom ativo, pois de sua área (saúde em geral), incluindo aí os planos(amil, medial, Odontoprev, tempo), drog3 e outros, se não estiver esquecendo de alguma, a Pfrm3 seja atualmente a mais atraente"

"Porém, seria legal ouvirmos a opinião do small para um maior esclarecimento."

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