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domingo, 11 de outubro de 2009

Alimentos Processados





Excelsior (BAUH)



Análise Coin Valores
2010 pode ser considerado um ano de recuperação, depois dos obstáculos que as empresas (que compõem o setor) encontraram em 2009. E para 2011, após a recuperação, aguardamos melhoras mais consistentes.
Do lado das commodities agrícolas, tivemos quebra de safra de importantes regiões produtoras de grãos ao redor do mundo e as condições climáticas adversas na produção brasileira os preços apresentaram forte alta no ano de 2010. Levantamentos da Conab mostram variação nos preços das commodities agrícolas entre -1,6% e +0,6% frente à safra anterior. No entanto, a Conab acredita que os problemas enfrentados em 2010 (evolução dos preços) possam estimular a produção no próximo ano (2011) melhorando assim a questão dos fortes aumentos de preços.
Outro ponto que nos chamou a atenção foram os dados da SECEX (Secretaria de Comércio Exterior) que divulgou relatório sobre exportações de carnes em nov/10, mostrando queda no volume, dado os altos preços, principalmente a carne bovina. O volume de carne bovina veio 27,7% menor se comparado ao mês de outubro de 2010 e os volumes de carne suína também apresentaram queda, ficando 14,7% menor no mesmo comparativo. Já as exportações de carne de frango recuaram 2,6% no mês de novembro de 2010, ante o mês anterior. Como comentado anteriormente, os preços elevados foram o principal motivo que afetou os volumes comercializados. No mês de novembro de 2010, os preços da carne de frango, bovina e suína reportaram elevação de 8,5%, 7,8% e 7,9%, respectivamente.
Para 2011, aguardamos melhoras mais consistentes, refletindo as boas perspectivas para cenário macroeconômico, em especial no mercado interno. Os principais pontos que estão impulsionando a nossa expectativa são: o crescimento do mercado de trabalho; a elevada elasticidade-renda com o setor e; o incremento da massa de renda. Sem contar os possíveis ganhos de sinergias, dada as inúmeras aquisições e fusões que ocorreram no setor.
Destacamos também que os elevados gastos com alimentação no mercado interno vem impulsionando o setor de alimentos. Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE, a perspectiva para os gastos das famílias é crescente, tanto que a projeção para o ano de 2010 é de crescimento de 6,6% na produção industrial de alimentos e para o ano de 2011 a estimativa é de incremento adicional de 3,3%.

17255 - floripasempre - 15/Out/2009 10:57
Gestão no Campo | 15 de Outubro
Agronegócio exporta 15,6% menos em setembro
O volume das exportações do agronegócio brasileiro em setembro apresentou queda de 15,6% em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo dados divulgados pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento (MAPA), os embarques alcançaram US$ 5,745 bilhões no mês passado, enquanto as importações recuaram 16%, para US$ 876,5 milhões. Apesar de manter superávit comercial de US$ 4,868 bilhões, o desempenho ficou 15,6% aquém dos números alcançados pelo País em setembro de 2008. Entre os principais produtos agropecuários da pauta brasileira de exportação, o "complexo carne" foi o que mais contribuiu para a queda no volume de vendas, com 31,4% menos embarques. Produtos florestais (-18,4%), complexo soja (-16,5%) e café (-19,6%) também tiveram desempenho fraco em setembro.
Os setores de produção que apresentaram taxas positivas de crescimento foram: complexo sucroalcooleiro (28,6%), chá, mate e especiarias (11%), produtos apícolas (4,3%), cereais, farinhas e preparações (4%) e fumo e seus produtos (2%). No caso do açúcar e do álcool, os embarques aumentaram de US$ 816 milhões para US$ 1,05 bilhão. Esse incremento foi puxado pelas exportações de açúcar, que subiram 69,9% em setembro, em comparação com o mesmo período de 2008, atingindo a cifra de US$ 900 milhões. Tanto preço quanto quantidade cresceram 24,5% e 36,5%, respectivamente. Já as vendas externas de álcool tiveram redução, em dólares, de 47,5%, totalizando US$ 151 milhões. Essa queda se deve à diminuição da quantidade exportada (-37%) e do preço praticado (-16,6%).
Os países da Ásia e do Oriente Médio vêm ocupando posições de destaque no ranking de vendas do agronegócio brasileiro neste ano. Em setembro, o crescimento das exportações para essas regiões foi de 13,4% e 8,9%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2008. As vendas para os asiáticos, líderes das exportações brasileiras, totalizaram US$ 1,78 bilhão e, para o Oriente Médio, US$ 633,4 milhões. Os países que tiveram destaque nos destinos das exportações brasileiras foram Índia (354%), Emirados Árabes Unidos (131,5%), Indonésia (121,6%), Coreia do Sul (17,7%) e Hong Kong (12,1%).
Nos últimos 12 meses, as exportações brasileiras do agronegócio totalizaram US$ 65,89 bilhões, nos últimos doze meses, correspondentes ao período de outubro de 2008 a setembro de 2009, ou 7,1% abaixo do valor exportado nos mesmos meses dos anos de 2007 e 2008. As importações foram 13,5% inferiores aos doze meses anteriores com aquisições de US$ 9,87 bilhões. Como resultado, o superávit comercial acumulado nos últimos 12 meses atingiu US$ 56,01 bilhões.

11896 - herdsman - 16/Ago/2009 21:55
citação: floripasempreFabio
A lógica natural aponta para esse caminho. Entretanto, há que se fazer algumas perguntas adicionais, tipo:
- se houver um fechamento dos mercados internacionais (por qualquer motivo, como já vimos várias vezes), será que o mercado interno absorve, e se sim, a que preço?
- nessa situação, quanto tempo suporta o pagto dos encargos externos?
Queria acrescentar algo inutil a essa discussão sobre beef:
1) Lá fora é fato consumado que so o Brasil tem area para fornecer carne bovina para o mercado mundial. 2) Na Europa carne bovina é altamente subsidiada coisa que vai acabar somente em 2013, então vão querer dificultar a entrada.
3) Outro produtor, o EUA termina muito do seu gado em confinamentos o que traz custos maiores quando milho sobe(que segue petroleo). Ficaram bem descapitalizados lá. 4) Quase certo que carne bovina vai vir principalmente daqui. Mas quem vai ficar com o lucro? O produtor hoje está bastante livre de entregar ou segurar seus bois, mas anda levando muito calote por parte dos pequenos frigorificos.
Certamente no futuro próximo os grandes frigorificos vão levar vantagem, e trabalharão de uma forma mais integrado com os pecuaristas. Vão implantar um sistema de rastreabilidade que contenta os compradores. Acho que se questões sanitarios não atrapalharem (podia se fechar fronteira com paraguay para começar) carne bovina para exportação tem mais futuro do que carne suina.

Fator 02-JUN
Exportações de Maio de 2009: de acordo com os dados da Balança Comercial de Mai/09, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), o valor em R$ das exportações de carne de (1) frango “in natura” recuou 10,2% M/M e 34,6% A/A, (2) suíno “in natura” recuou 1,2% M/M e 40,6% A/A e (3) bovino “in natura” recuou 5,4% M/M e 37,6% A/A.
Frango: As exportações de frango recuaram 10,2% M/M devido à queda de volume (-14,0% M/M) e continuidade de leve recuperação dos preços no período (+4,4% M/M). Na comparação A/A, as exportações recuaram 34,6%, conseqüência da queda de volumes exportados (-19,1% A/A) e queda no preço médio de venda (-19,2% A/A).
A nova queda de volumes em abril (265,2 mil t exportadas) confirma que o mercado de exportação de carne de frango ainda demonstra sinais de instabilidade, após o setor ter registrado retomada de volumes em mar/09 e abr/09.
O preço médio de exportação (1.437,0 US$/t) ainda encontra-se em patamares baixos, porém já indica uma recuperação com o terceiro mês seguido de alta. Os principais mercados de destino da carne de frango em Mai/09 foram: Japão, Arábia Saudita e Hong Kong. A carne de frango apresentou um fraco desempenho no mês em função da queda nos volumes exportados, porém acreditamos que a exportação de frango ainda oferece grande potencial de crescimento que deve ser impulsionado pela abertura do mercado Chinês para as aves brasileiras. O anuncio formal da abertura do mercado chinês para as exportações brasileiras de frango ocorreu em dez/08 mas nenhuma transação foi efetivada até o momento.
Suíno: As exportações de suíno recuaram apenas 1,2% M/M devido à redução de volume (-3,5% M/M) e elevação de preços no período (+2,5% M/M). Na comparação A/A, as exportações recuaram 40,6%, conseqüência da queda no preço médio de venda (-30,2% A/A) e redução dos volumes exportados (-15,0% A/A). O mercado de carne suína sofreu forte queda nos preços de exportação a partir do 4T08, fator que se agravou com a crescente preocupação em torno da gripe suína (AH1N1). Em maio, o segmento apresentou leve retração de volumes (46,4 mil t exportadas), porém o preço médio de exportação (2.030,2 US$/t) encontra-se em patamares baixos e ainda não demonstrou sinais de recuperação consistente. Os principais mercados de destino da carne suína em Mai/09 foram: Rússia, Hong Kong e Ucrânia. O mercado de suínos deve levar mais tempo para se recuperar em função da forte dependência da Rússia, como importador, pois o país é um dos que mais sofre com a restrição de crédito e desaceleração econômica.
Bovino: As exportações de bovino recuaram 5,4% M/M devido à combinação de retração de volume (-11,8% M/M) e continuidade da retomada de preços no período (+7,2% M/M). Na comparação A/A, as exportações recuaram 37,6%, conseqüência da retração no volume exportado (-23,2% A/A) e queda no preço médio de venda (-18,7% A/A). Assim como o mercado de frango, a carne bovina apresentou recuperação de preços pelo terceiro mês consecutivo, porém os volumes exportados ainda seguem pressionados. Em maio, o segmento apresentou queda de volumes (75,1 mil t exportadas), porém o preço médio de exportação (3.121,2 US$/t) demonstra sinais de recuperação. Os principais mercados de destino da carne bovina em Mai/09 foram: Rússia, Egito e Hong Kong. As exportações de bovinos devem se recuperar com maior intensidade (elevação de preços e volumes) quando a economia dos paises da União Européia começar a demonstrar sinais de melhora, pois são grandes compradores da carne brasileira.
Perdigão & Sadia: Acreditamos que a nova queda nas exportações de carne de frango é prejudicial tanto para Perdigão quanto para a Sadia, que tem maior exposição a esse tipo de proteína. Contudo, a recuperação consistente nos preços de exportação de todas as proteínas (frango, suíno e bovino) indica que as companhias nacionais já adequaram seus estoques à nova realidade e devem iniciar um processo de recuperação das exportações.
A retração da demanda no mercado internacional combinada a oferta elevada dos produtores brasileiros no 1T09 proporcionou maior poder de barganha ao comprador durante a crise, que explica a forte queda de preços registrada, processo este que já vem se alterando a medida que a liquidez nos países se normaliza.
Alteramos nossa recomendação para COMPRA (de Atraente), para as ações de Perdigão, e para MANTER (de Não Atraente), para as ações de Sadia.

4632 - abrantes_RJ - 24/Abr/2009 09:55
"Valew Agressivo,..."
Este mes foi absurdamente bom pra mim espero que todos tenham ganho muiTA grana ai
"Bom,..agora informe safra De olho na carne,..ruim saber tss"
Carne suina: produtor russo é contra aumento de cota brasileira - faesc
24/04 - 09:29 - Agência Safras
Logo Agência Safra
"SAFRAS (24) - Em 2006 o Brasil exportou para a Rússia 400 mil toneladas de carne suína. Acordo entre os dois países previa que esse volume iria se repetir nos anos seguintes, mas não foi."
"Agora, a Rússia fixou uma cota anual de 175 mil toneladas para o Brasil em 2009."
"A indústria brasileira quer ampliar essa cota. No fim de 2008, os russos retiraram 100 mil toneladas da cota do Brasil e repassaram aos americanos, seu grande parceiro comercial. Essa pretensão esbarra em forte oposição da associação dos produtores russos de carne suína: o governo russo priorizou o aumento da produção interna. Além disso, qualquer aumento de cota terá sobretaxa de 95%, o que reduzirá a margem e a competitividade da carne brasileira."
"A oposição dos criadores russos é clara e está expressa no site da associação. O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), Enori Barbieri, está pessimista. ""Essa reivindicação não vai prosperar"", mostra, lembrando que há um forte desequilíbrio nas relações comerciais entre Brasil e Rússia. O Brasil exporta anualmente mais de 3 bilhões de dólares em mercadorias e produtos para a Rússia e importa apenas 600 milhões de dólares daquele país."
"A principal vítima das relações entre os dois países é Santa Catarina: embora sempre tivesse ostentado a melhor condição sanitária do Brasil, foi punida com embargo russo que perdurou por mais de dois anos. Esse embargo foi suspenso recentemente, mas, na prática, ainda não foram fechados negócios. Com informações da MB Comunicação

1991 - paulorizzi - 01/Mar/2009 12:44
"Escolher, neste setor, é quase uma loteria. Até o momento, só a JBSS apresentou o balanço 2008. No 1o. semestre, a Receita Operacional Bruta da JBSS foi de 63% no país e o resto no exterior. No fim do ano, a participação do mercado nacional havia aumentado para 68%. Mas a Receita Operacional Bruta aumentou 23% do 3T08 para o 4T08. Aumentos nas despesas, resultado financeiro negativo, etc., entretanto, geraram uma resultado líquido bastante negativo. Ambas, Sadia e Marfrig têm 53% de suas receitas no país. Ambas apresentaram resultados líquidos negativos no 3T08 (a Sadia com aquele rombo enorme devido aos derivativos). A minha aposta é que vem mais resultado negativo por aí. A Minerva tem somente 36% de sua receita no mercado nacional. Seu resultado líquido no 3T08 também foi negativo, o que deve ser repetido no 4T08."
"Eu acho que a cotação de todas deve cair mais. A ADR da Sadia, na 6a. feira, fechou a USD 3,42, o que corresponderia a R$ 2,70 pela SDIA4 (1 SDA = 3 SDIA4). Apesar do volume, na NYSE, ter sido aprox. a metade do volume por aqui, ao que tudo indica o papel deve abrir em baixa na 2a. feira. Para o longo prazo, acho SDIA4 a melhor aposta. A aposta para maior upside acho que seria em BEEF3."
"Eu vendi o pouco de BEEF3 que eu tinha. Vou esperar o balanço para decidir se recompro, se compro SDIA4 ou se esqueço ambas."

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