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domingo, 5 de abril de 2020

Carnes e Derivados











360248 - keep_calm  - 09 Abr 2019, 19:28
As exportações brasileiras de carne de frango, entre in natura e processados, alcançaram 340,5 mil toneladas em março, queda de 9,5% na comparação anual, conforme dados divulgados nesta segunda-feira (8) pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).Em receita, as vendas em março de carne de frango totalizaram US$ 564,8 milhões, 4,1% abaixo de igual mês de 2018.Líder entre os importadores de carne de frango do Brasil, a China incrementou suas compras em março, chegando a 41,7 mil toneladas (+2%), enquanto os Emirados Árabes Unidos também aumentaram as importações, para 36,3 mil toneladas (+23%),fonte:Reuters.

354914 - vidadetrader -  23 Out 2018, 03:16
ECONOMIA

Irã aprova compra de gado vivo do Brasil, que pode chegar a 100 mil ao ano

Tailândia e Indonésia podem ser os próximos países a comprar bovinos do Brasil

Por José Roberto Gomes, da Reuters

access_time22 out 2018, 16h54

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Irã irá importar gado vivo do Brasil após uma série de negociações

Gado vivo: entre 2010 e 2017, exportações de animais geraram US$ 3,7 bilhões em divisas para o Brasil (Leonardo Colosso/Divulgação)

Reuters – O Irã aprovou a importação de gado vivo do Brasil, informou nesta segunda-feira, 22, o Ministério da Agricultura, que recebeu o sinal positivo da organização veterinária da república islâmica.

Países muçulmanos, em geral, compram gado vivo para realizar o abate halal, que obedece a preceitos de suas tradições religiosas. No entanto, o Irã também é importante importador da carne bovina brasileira, ocupando o terceiro lugar entre os maiores compradores em 2017, com aquisições avaliadas em 560 milhões de dólares.

A estimativa do setor, segundo o ministério, é de que o mercado iraniano tem potencial para adquirir anualmente 100 mil cabeças de bovinos do Brasil, com perspectiva de expansão conforme se intensificarem as relações comerciais.

“Foram decisivos para a abertura deste mercado sucessivos reconhecimentos sanitários obtidos nos últimos anos junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como o reconhecimento do Brasil como livre de febre aftosa com vacinação e de pleuropneumonia contagiosa e de risco insignificante para encefalopatia espongiforme bovina (EEB, o Mal da Vaca Louca)”, disse o diretor do Departamento de Saúde Animal (DSA), Guilherme Marques, em nota.

Ele lembrou que o Estado de Santa Catarina é livre de febre aftosa sem vacinação e destacou que as tratativas entre o DSA e os iranianos vinham ocorrendo desde final de 2014, dada a sua complexidade. “Os constantes acessos a novos mercados à exportação de gado brasileiro impulsionaram esta negociação. Os próximos países que poderão comprar bovinos do Brasil são a Tailândia e a Indonésia. A diversificação dos mercados é favorável aos produtores e pode propiciar a negociação de outras commodities”, afirmou Marques.

Conforme o Ministério da Agricultura, a exportação de gado vivo é uma atividade praticada apenas por países que possuem rígido controle sanitário dos seus rebanhos e representa canal de escoamento da produção para o produtor rural.

Entre 2010 e 2017, a atividade gerou 3,7 bilhões de dólares em divisas para o Brasil, segundo a pasta. No ano passado, a exportação de bovinos vivos respondeu por faturamento de mais de 276 milhões de dólares, e, no acumulado de 2018 até julho, por 301 milhões de dólares.

Os embarques de gado vivo vêm ocorrendo apesar de protestos de organizações protetoras dos animais, que argumentam que os bovinos sofrem durante o transporte até os países de destino.

Uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), de fevereiro, autorizou transporte internacional de animais vivos a partir de qualquer terminal do país, na sequência do caso em Santos, envolvendo 25 mil cabeças.

Na época, a desembargadora federal Cecília Marcondes disse que o transporte internacional de animais vivos é realizado de acordo com as normas editadas pelo Poder Executivo que versam sobre controle de qualidade, da segurança e do bem-estar.

340485  - paulo_prof  -  29 Jul 2017, 23:42
Citação: rodrigoset - Post #340472 - 29/Jul/2017 01:02
Citação: rodrigoset - Post #340342 - 25/Jul/2017 02:24
Citação: rodrigoset - Post #329541 - 06/Nov/2016 18:57
Exportadoras/processadoras de carne/frango aprwsentando resultados péssimos
de mal a pior

empresas de celulose gerando grandes prejuízos!!
ESTOU FORA
Para um preço fixo em dólar, sempre que o real desvaloriza, melhora o operacional mas piora o financeiro. Com a desvalorização de 4% do real, as despesas não caixa de variação cambial emplacaram R$ 495 milhões. Soma-se a esta despesa aquela do hedge, de R$ 180 milhões negativos e vc terá R$ 675 milhões de resultado negativo sómente devido à variação cambial. Isto é maior do que o resultado antes dos impostos, negativos em R$ 503 milhões.

Nos últimos 12 meses, o EV/EBITDA emplacou 9,56 o que certamente não deve ser considerado tão trágico assim!

Em resumo, o EBITDA gerado no trimestre, de R$ 1,071 bilhões foi suficiente para cobrir todas as necessidades de caixa da empresa.

168957 - Trifloripasempre -  25 Fev 2013, 12:26
Frigoríficos serão habilitados a exportar para a China

A China comunicou ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) a decisão de habilitar seis frigoríficos brasileiros a exportarem carne suína e de aves para o país. Em visita ao Brasil 
no ano passado, uma missão chinesa visitou 20 frigoríficos e, desses, optou por habilitar um de carne 
suína e cinco de carnes de aves. 

O início do comércio com os estabelecimentos depende do envio de documentos solicitados pelas autoridades chinesas. De acordo com o Mapa, as visitas para habilitar frigoríficos são um procedimento corriqueiro de outros países. Antes da visita do ano passado, eram autorizados a exportar para a China 24 estabelecimentos de carne de aves, oito de bovinos e cinco de suínos. 

O país oriental, no entanto, mantém atualmente embargo à compra de carne bovina brasileira em função da suspeita de um caso da doença da vaca louca no Paraná. Para que o processo de exportação das seis empresas habilitadas tenha início, a China pediu para que o Brasil envie, nos próximos dias, a lista dos nomes dos veterinários encarregados de assinar o certificado sanitário emitido pelo estabelecimento exportador. (Brasil Econômico) 


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