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terça-feira, 21 de maio de 2019

JBS (JBSS)



Recomendações
Compra: SmallCaps (jan/09)
Venda: herdsman (out/16) - ispholambra (jun/16)
Carteiras
BAC 1000 (mai/16jun/16dez/16) - FRBRAVIM (nov/16set/17) - Gersonlp (fev/19) - rafamcl (abr/16,, mai/16jun/16jul/16, ago/16 out/16nov/16mar/17ago/17dez/17) - Roger Agneli (mai/16)
Balanços
1T2019 -
paulo_prof   -
Resultado relativamente Fraco. Uma boa evolução da Receita e do Resuoltado Bruto em termos reais foi impactada por um pior resultado financeiro, resultando numa queda do Resultado Antes dos Impostos. A última linha evoluiu bem em termos reais devido ao diferimento de tributos. Boa evolução do Ebitda em termos reais.
Na minha opinão, o mercado exagerou na valorização recente do ativo. Acho que dificilmente a situação conjuntural na China produzirá a demanda necessária para que a empresa consiga postar os Resultados compatíveis com os novos preços.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Se correr, o bicho pega! Se parar, o bicho come!
Em trimestres de desvalorização do real, a Receita Líquida e a margem bruta aumentam. Mas o Resultado Finacneiro Negatgivo explode e a última linha invariavelmente é negativa. Quando o real valoriza, a receita líquida e margem bruta diminuem, mas o resultado financeiro é favorável e empresa é capaz de postar lucro.
O problema é o tamanho do lucro que é gerado nos trimestres favoráveis: Para o preço atual, um lucro líquido trimestral na faixa dos R$ 500-600 milhões é insuficiente. Como invariavelmente há trimestres em que o real desvaloriza, dificilmente o lucro postado em 12 meses acaba sendo compatível com o preço.
No caso específico, o lucro líquido do 4T18 anualizado fornece P/L = 19,15 que, mantido constante em termos reais, seria compatível com o preço de R$ 10,37!!!
Moral da História: o ativo está caro prá caramba. Como os resultados são super voláteis devido ao alto endividamento em dólares e contabilidade realizada em reais, vez ou outra a empresa apresentará resultados aparentemente compatíveis com o preço ... mas na média, fica sempre devendo.

2T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO = No 2T18, a JBS registrou uma despesa financeira líquida de R$4.718,1 milhões. O resultado das variações cambiais ativas e passivas correspondeu a uma despesa de R$3.909,3 milhões, enquanto que o ajuste a valor justo de derivativos foi positivo em R$151,0 milhões. Os juros passivos foram de R$1.003,8 milhões e os juros ativos foram de R$64,3 milhões. Impostos, contribuições, tarifas e outros resultaram em uma despesa de R$20,3 milhões.; EBITDA Ajustado = No 2T18, o EBITDA consolidado, ajustado pelo impacto de R$112,9 milhões na Seara, decorrente da greve dos caminhoneiros no Brasil, foi de R$4.237,6 milhões, o que representa um aumento de 12,8% em relação ao 2T17. Destaque para as unidades JBS USA Carne Bovina e JBS Brasil, que registraram crescimento no EBITDA do períodode 75,8% e 37,4%, respectivamente. A margem EBITDA aumentou de 9,0% para 9,4%.

A2017/4T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita Líquida = Em 2017, a receita líquida da Companhia foi de R$163.170,0 milhões, uma redução de 4,2% comparado a 2016, devido ao impacto da variação cambial e da venda dos ativos no âmbito no plano de desinvestimentos. No 4T17, a JBS registrou uma receita líquida consolidada de R$42.734,5 milhões, o que representa um aumento de 2,7% frente ao 4T16. No trimestre, aproximadamente 73% das vendas globais da JBS foram realizadas nos mercados domésticos em que a Companhia atua e 27% por meio de exportações.; EBITDA = Em 2017, o EBITDA foi de R$13.415,9 milhões, umaumento de 18,9% em relação ao ano anterior. A margem aumentou de 6,6% em 2016 para 8,2% em 2017. O EBITDA da JBS no 4T17 foi de R$3.198,3 milhões, um aumento de 2,7% em relação ao 4T16. A margem EBITDA se manteve estável em 7,5% no 4T16 e no 4T17.

3T2016 -
marcosvinicius2  -
Receita Líquida: A receita líquida consolidada da JBS no 3T16 totalizou R$41.166,2 milhões, redução de 4,3% em relação ao 3T15. No 3T16, aproximadamente 74% das vendas globais da JBS foram realizadas nos mercados domésticos em que a Companhia atua e 26% por meio de exportações. 
EBITDA O: EBITDA da JBS no 3T16 foi de R$3.144,5 milhões, uma redução 18,0% em relação ao 3T15, impactado pela redução no EBITDA da Seara e JBS Mercosul. A margem EBITDA foi de 7,6%.
Resultado Financeiro Líquido: A JBS registrou no 3T16 uma despesa financeira líquida de R$1.378,7 milhões. O resultado de variações cambiais ativas e passivas foi de R$434,9 milhões negativo, impactado pela variação do real de 1,1%, enquanto que o ajuste a valor justo de derivativos foi de R$18,4 milhões. Os juros passivos foram de R$1.002,6 milhões, enquanto que os juros ativos foram de R$91,4 milhões. Impostos, contribuições, tarifas e outros resultaram em uma despesa de R$14,2 milhões. 
Imposto de Renda e Contribuição Social: O imposto de renda e contribuição social (IR/CS) do período foi de R$232,8 milhões positivo, sendo R$132,7 milhões referentes ao IR/CS corrente e um saldo positivo de R$365,5 milhões referentes ao IR/CS diferido.
Lucro Líquido: A JBS registrou um lucro líquido de R$887,1 milhões no trimestre e que representa um lucro por ação (EPS) de R$0,32. 
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: No 3T16, o valor total das atividades de investimentos da JBS foi de R$1.050,1 milhões, sendo que R$1.000,6 milhões referem-se a adição de ativo imobilizado (CAPEX), dos quais aproximadamente 60% referem-se à reforma e 40% a modernização e ampliação. 
Fluxo de Caixa Operacional e Livre: No 3T16, a Companhia registrou um fluxo de caixa operacional de R$1.832,2 milhões e um fluxo de caixa livre de R$782,1 milhões.

3T2012 -
Armageddon_BR -
gostou

A2009/4T2009 -
pauloprof -
não gostou
Características

Links

361414  - paulo_prof   -  21 Mai 2019, 22:17
Resultado relativamente Fraco. Uma boa evolução da Receita e do Resuoltado Bruto em termos reais foi impactada por um pior resultado financeiro, resultando numa queda do Resultado Antes dos Impostos. A última linha evoluiu bem em termos reais devido ao diferimento de tributos. Boa evolução do Ebitda em termos reais.

Na minha opinão, o mercado exagerou na valorização recente do ativo. Acho que dificilmente a situação conjuntural na China produzirá a demanda necessária para que a empresa consiga postar os Resultados compatíveis com os novos preços.

JBSS3

PREÇO: R$ 22,42

PAYOUT (2018): 23,75%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 97,72

P/VPA 2,33

PSR 0,32

DY 0,24%

EV/EBITDA 35,58

MARGEM BRUTA 14,5%

MARGEM OPERACIONAL -0,6%

MARGEM LÍQUIDA 0,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,229

MARGEM EBITDA 1,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 239,1%

ROE 2,38%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,65



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,66%

RESULTADO BRUTO +10,29%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +35,09%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO -1,13%

EBITDA -77,31



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,53%

RESULTADO BRUTO +13.28%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +19,72%

RESULTADO OPERACIONAL -17,85%

RESULTADO LÍQUIDO +115,74%

EBITDA +14,46%



c) lucro (taxa média anual)

UA -1,13%

U2A -57,84%

U3A 9,70%



d) patrimônio líquido médio

UA 5,39%

U2A 5,22%

U3A -1,11%



e) ebitda (taxa média anual)

UA -77,31%

U2A -46,83%

U3A -36,86%

U4A -28,33%

U5A -14,54%

U6A -5,36%

U7A 0,13%

U8A -1,96%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 2,86

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +57,0%

360090 - paulo_prof -  03 Abr 2019, 02:21
Se correr, o bicho pega! Se parar, o bicho come!

Em trimestres de desvalorização do real, a Receita Líquida e a margem bruta aumentam. Mas o Resultado Finacneiro Negatgivo explode e a última linha invariavelmente é negativa. Quando o real valoriza, a receita líquida e margem bruta diminuem, mas o resultado financeiro é favorável e empresa é capaz de postar lucro.

O problema é o tamanho do lucro que é gerado nos trimestres favoráveis: Para o preço atual, um lucro líquido trimestral na faixa dos R$ 500-600 milhões é insuficiente. Como invariavelmente há trimestres em que o real desvaloriza, dificilmente o lucro postado em 12 meses acaba sendo compatível com o preço.

No caso específico, o lucro líquido do 4T18 anualizado fornece P/L = 19,15 que, mantido constante em termos reais, seria compatível com o preço de R$ 10,37!!!

Moral da História: o ativo está caro prá caramba. Como os resultados são super voláteis devido ao alto endividamento em dólares e contabilidade realizada em reais, vez ou outra a empresa apresentará resultados aparentemente compatíveis com o preço ... mas na média, fica sempre devendo.

JBSS3

PREÇO: R$ 15,90

PAYOUT (2018): 23,75%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 1.711,93

P/VPA 1,68

PSR 0,24

DY 0,01%

EV/EBITDA 6,15

MARGEM BRUTA 14,5%

MARGEM OPERACIONAL -0,6%

MARGEM LÍQUIDA 0,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,009

MARGEM EBITDA 8,2%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 223,1%

ROE 0,10%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,71



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,34%

RESULTADO BRUTO +10,90%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +48,02%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO -95,28%

EBITDA 10,69%



b) 4T18 vs 4T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,73%

RESULTADO BRUTO +3.68%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -72,79%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +6,05%



c) lucro (taxa média anual)

UA -95,28%

U2A -67,15%

U3A -82,42%



d) patrimônio líquido médio

UA 4,14%

U2A 4,63%

U3A -2,59%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 10,69%

U2A 14,70%

U3A 3,74%

U4A 7,57%

U5A 19,36%

U6A 22,43%

U7A 24,79%

U8A 18,71%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,11

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +184,0%

353584 - marcosvinicius2 -  10 Set 2018, 22:44
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO = No 2T18, a JBS registrou uma despesa financeira líquida de R$4.718,1 milhões. O resultado das variações cambiais ativas e passivas correspondeu a uma despesa de R$3.909,3 milhões, enquanto que o ajuste a valor justo de derivativos foi positivo em R$151,0 milhões. Os juros passivos foram de R$1.003,8 milhões e os juros ativos foram de R$64,3 milhões. Impostos, contribuições, tarifas e outros resultaram em uma despesa de R$20,3 milhões.; EBITDA Ajustado = No 2T18, o EBITDA consolidado, ajustado pelo impacto de R$112,9 milhões na Seara, decorrente da greve dos caminhoneiros no Brasil, foi de R$4.237,6 milhões, o que representa um aumento de 12,8% em relação ao 2T17. Destaque para as unidades JBS USA Carne Bovina e JBS Brasil, que registraram crescimento no EBITDA do períodode 75,8% e 37,4%, respectivamente. A margem EBITDA aumentou de 9,0% para 9,4%.:

JBSS3
PREÇO: R$ 9,26
PAYOUT (2017): 14,91%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -47,39
P/VPA 0,97
PSR 0,15
DY -0,31%
EV/EBITDA 6,62
MARGEM BRUTA 15,00%
MARGEM OPERACIONAL -0,73%
MARGEM LÍQUIDA -0,32%
LUCRO POR AÇÃO R$ -0,195
MARGEM EBITDA 7,20%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 261,42%
ROE -2,04%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,92

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 4,16%
RESULTADO BRUTO 15,88%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 78,14%
RESULTADO OPERACIONAL -143,68%
RESULTADO LÍQUIDO -123,05%
EBITDA 0,05%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 8,40%
RESULTADO BRUTO 13,45%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 113,41%
RESULTADO OPERACIONAL -525,66%
RESULTADO LÍQUIDO -394,04%
EBITDA 9,15%

c) lucro (taxa média anual)
UA -123,05%
U2A ND
U3A -155,11%

d) patrimônio líquido médio
UA 3,98%
U2A -3,03%
U3A -0,27%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

348991   - marcosvinicius2 -  17 Abr 2018, 11:35
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita Líquida = Em 2017, a receita líquida da Companhia foi de R$163.170,0 milhões, uma redução de 4,2% comparado a 2016, devido ao impacto da variação cambial e da venda dos ativos no âmbito no plano de desinvestimentos. No 4T17, a JBS registrou uma receita líquida consolidada de R$42.734,5 milhões, o que representa um aumento de 2,7% frente ao 4T16. No trimestre, aproximadamente 73% das vendas globais da JBS foram realizadas nos mercados domésticos em que a Companhia atua e 27% por meio de exportações.; EBITDA = Em 2017, o EBITDA foi de R$13.415,9 milhões, umaumento de 18,9% em relação ao ano anterior. A margem aumentou de 6,6% em 2016 para 8,2% em 2017. O EBITDA da JBS no 4T17 foi de R$3.198,3 milhões, um aumento de 2,7% em relação ao 4T16. A margem EBITDA se manteve estável em 7,5% no 4T16 e no 4T17.:

JBSS3
PREÇO: 9,12
PAYOUT (2017): 14,91%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 41,24
P/VPA 1,02
PSR 0,15
DY 0,36%
EV/EBITDA 6,64
MARGEM BRUTA 14,57%
MARGEM OPERACIONAL 0,73%
MARGEM LÍQUIDA 0,37%
LUCRO POR AÇÃO 0,221
MARGEM EBITDA 6,90%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 253,43%
ROE 2,48%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,24

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,23%
RESULTADO BRUTO 11,53%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -11,34%
RESULTADO OPERACIONAL 171,85%
RESULTADO LÍQUIDO 60,50%
EBITDA 0,04%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,23%
RESULTADO BRUTO 11,53%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -11,34%
RESULTADO OPERACIONAL 171,85%
RESULTADO LÍQUIDO 60,50%
EBITDA 0,04%

c) lucro (taxa média anual)
UA 60,50%
U2A -63,94%
U3A -33,33%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,18%
U2A -7,33%
U3A 1,74%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 2,76
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +30,5% !!!!
[...]

347849  - paulo_prof  -  06 Mar 2018, 22:31
Na analise de FCD, para chegar ao valor justo de mercado de R$ 22 bilhões, o Tiago Reis faz as seguintes hipóteses:

Taxa de Crescimento na Perpetuidade: 3%

Margem EBIT = 8% o que dá EBIT = R$ 2,68 bilhões no início da perpetuidade

Capex = R$ 1,39 bilhões

Taxa de Desconto = 10%

Usando os meus parâmetros usuais (perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%) o valor justo de mercado cairia R$ 5,4 bilhões, para aprox. R$ 16,6 bilhões.

Discutível, também, a margem EBIT de 8% que ele usou ... de acordo com os dados de minha planolha, a margem EBIT média desde 2007 é 6,56% !!!

Se eu usar uma margem EBIT de 6,5%, o valor de mercado justo cairia para aprpx. R$ 10,3 bilhões.

Moral da História: o valor que se obtém é altamente dependente das premissas utilizadas.

347841  - NumBroker  -  06 Mar 2018, 17:33
Sim, prof! Ponto bem importante é que JBS tava com seu negócio rodando bem quando veio a bomba, no caso da BRF o negócio tá com margens bem ruins.

Quando digo que terá oportunidade seria no overshooting mesmo, todo mundo precificando as margens atuais nas suas projeções, jogando o preço na lona. Aí que tá. Será que, com ou sem PF, numa nova administração não dá pra desfazer as cagadas do período Tarpon/Abílio, recuperando margem histórica? Com Previ e Petros encabeçando, hehehehe?

Confesso que quando pensei abaixo dos 20 lembrei desse artigo abaixo da Suno estimando valor da empresa num cenário hipotético de recuperação de margens. Tenho a sensação que um dia vai acontecer, só que deve demorar bem mesmo... talvez a régua tenha que abaixar lá pros 15 mesmo. Os problemas de gestão do negócio são mais graves que os da PF.
https://www.sunoresearch.com.br/artigos/brfs3-valuation

347829 - paulo_prof  -  06 Mar 2018, 14:21
Na minha opinião, os "cases" da JBSS e BRFS são bastante distintos.

Levando em consideração o último Patrimônio Líquido publicado, aos preços atuais, a JBSS3 está sendo negociada a P/VPA = 1. Já a BRFS3, com toda a derrocada, ainda está sendo negociada a P/VPA = 1,75. Nos R$ 20,00, numbroker, a relação ainda é substancialmente maior do que 1 (P/VPA = 1,45).

BRFS3 era uma "queridinha do mercado", sendo negociada sistematicamente muito acima de seus fundamentos. Quem garante que com as suas mazelas expostas, o ativo não perderá a sua "aura" anterior (em setembro de 2015 negociava a incríveis P/VPA = 3,80). Acho que a aposta mais razoável é que vai se tornar uma JBSS (ou seja, negociando a P/VPA em torno de 1).

3 plantas importantes para a exportação foram fechadas por agentes internos. Restam poucas dúvidas que muitas outras plantas sofrerão restrições por parte de clientes externos, sem mencionar aqueles clientes que simplesmente suspenderão a importação por um ano ou mais. O que a empresa vai fazer com toda a produção que será afetada? Não sou do ramo, nem sei como é dividida, nas plantas, a produção para os mercados interno e externo. Suspeito que não haja flexibilidade para que plantas "condenadas" pelos clientes externos possam ser substituídas por plantas que produzem essencialmente para consumo interno. A consequência será, mais uma vez, altos estoques sem destinação. A produção terá que ser interrompida, ou seja., provavelmente milhões de ovos terão que ser inutilizados. E a reputação? Acho que não será recuperada sem antes mijar, pelo menos durante uns 2 anos, no pinico.

O turn around da BRFS ainda está longe de se efetivar ... e eu acho que o preço atinge R$ 15,00 antes de voltar aos R$ 30,00.

347817  - Tnl  - 06 Mar 2018, 00:16
A gente já viu esse filme da BRF na jbs , vão falar q a carne não presta, contaminadas etc... vai sofrer embargos em alguns países, os papéis vão cair mais e mais, até fazerem um fundo. O pessoal começa a esquecer, falarão q houve mudanças, demitirão um monte de gente e falarão que está melhor após até recuperar tdo com promessas q vai fazer um controle mais rígido e etc, o q pode levar 1 ano pra voltar pora 30 reais.. Agora se outra companhia aproveitar desse momento e comprar brf aí papel sobe rápido ( q eu acho bem provável). Só compro qdo estabilizar a queda, tentar pegar faca caindo e acertar cu de mosca já desisti!!

338413  - pinheiro87  - 22 Mai 2017, 20:25
Esqueletos da JBS podem quebrar império dos Batista
Geraldo Samor

A continuidade das investigações sobre a JBS — agora no foco do terremoto político que ameaça o Governo Temer — vai revelar esqueletos e passivos que ameaçam a continuidade da empresa, dizem fontes que conhecem de perto a contabilidade dos Batista.

As fontes afirmam que a JBS tem passivos escondidos maiores que seu valor de mercado e maiores do que a multa de R$ 11 bilhões que o Ministério Público Federal está cobrando para celebrar o acordo de leniência.

Ao puxar o fio da meada, as autoridades vão trazer a público três tipos de problemas na JBS.

O primeiro é de natureza fiscal. A empresa é alvo de uma investigação do TCU, que questionou prejuízos causados pela empresa ao BNDES, dono de 21,3% da JBS e credor da companhia.

Além dos irmãos Batista, a JBS sempre teve um acionista misterioso: a Blessed Holding, uma sociedade incorporada no Estado de Delaware, nos EUA, onde as regras para abertura de empresas são menos rígidas.

Até meados de 2014, a Blessed era dona de 13% da JBS — até que o jornal O Estado de São Paulo começou a fazer perguntas à CVM.

Na ocasião, a JBS alterou seu formulário de referência (um documento que as empresas têm que arquivar com a CVM), reduzindo a participação da Blessed na companhia para 6,6%. Na época, os irmãos Batista diziam não saber quem estava por trás da Blessed.

Por sua vez, a Blessed tem como acionistas duas seguradoras sediadas em paraísos fiscais diferentes, mas com telefones e emails para contato iguais. Seus nomes: US Commonwealth Life (com sede em Puerto Rico) e Lighthouse Capital Insurance (sediada em Cayman).

Até hoje, as pessoas físicas por trás dessas seguradoras nunca foram identificadas, mas sabe-se que a Blessed nasceu logo após a fusão da JBS com outro frigorífico, o Bertin — uma operação patrocinada pelo BNDES.

Em 2009, com o Bertin vergando sob uma dívida de R$ 6 bilhões, o BNDES decidiu que fazia sentido enterrar a dívida da Bertin na JBS, que ia bem. Formava-se assim um 'campeão nacional' cada vez mais 'too big to fail’, e de quebra se escondia que o banco havia errado ao financiar o Bertin.

Logo depois da fusão, a Blessed apareceu no formulário de referência da JBS como parte da cadeia societária que controla a empresa dos Batista. E, em meados de 2013, a Blessed virou pivô de uma briga entre os Bertin e os Batista, com os primeiros acusando os últimos de falsificar assinaturas e roubar-lhes R$ 1 bilhão. No ano seguinte, as famílias chegaram a um acordo pelo qual os Bertin saíram da sociedade, mas a Blessed até hoje continua sendo um ponto de interrogação.

E é justamente a compra da Bertin que é o problema para os Batista.

A JBS deu à familia Bertin 28% de seu capital na fusão, mas logo em seguida a Blessed comprou de volta dois terços das ações do Bertin por R$ 17 milhões. Documentos do processo entre Bertin e JBS sugerem que a Blessed pertence na verdade aos Batista, e que o contrato original de fusão continha um adendo de gaveta detalhando esta recompra a desconto. Isso significa que a JBS de fato nunca avaliou a Bertin por R$ 12 bilhões, conforme noticiado, mas sim por R$ 1,5 bilhão. Esta fraude diluiu os acionistas minoritários da JBS, incluindo o BNDES. Ao mesmo tempo, na opinião de fontes que conhecem as filigranas da transação, a sobreavaliação da Bertin criou outra fraude: um ágio indevido de R$ 9 bilhões.

Se as autoridades concluírem que houve fraude no ágio, isso significará que os balanços da JBS desde 2009 (ano da fusão) estão todos errados, e terão que ser refeitos. Como toda a dívida bancária da JBS foi dada sob a premissa de que seus balanços eram reais, isso pode levar os credores a acelerar a dívida da empresa, que hoje chega a R$ 56 bilhões (dívida bruta no final de 2016).

A investigação fatalmente terá que chegar ao auditor da empresa naqueles anos. Entre 2008 e 2010, o auditor da JBS era a BDO Trevisan, seguida pela KPMG entre 2010 e 2013. Em 2011, a KPMG comprou a BDO e a renomeou BDO RCS Auditores Independentes.

Por fim, a JBS tem um passivo que diz menos respeito às autoridades e mais aos investidores, que sempre deram à empresa o benefício da dúvida. Trata-se dos créditos fiscais gerados pela Lei Kandir, que, em dezembro de 2016, chegavam a R$ 2,5 bilhões.

Quando o crédito fiscal aparece como ativo no balanço, isso significa que a empresa reconheceu esse "a receber" do governo como parte do seu lucro no passado. Esse recebível depende de premissas sobre viabilidade e prazo de recolhimento. Se a JBS corrompeu governadores para receber mais beneficios, o saldo no ativo do balanço está exagerado e precisa ser reavaliado. Lucros de periodos passados foram exagerados. A rentabilidade futura também será afetada já que a operação nao contará mais com essa molezinha.

A delação dos Batista indica que haverá desdobramentos em Estados como Ceará e Mato Grosso do Sul, em que o tema ICMS/corrupção vai muito além da Lei Kandir.

Há dúvida também sobre o crescimento do ativo biológico da empresa. O ativo biológico é a linha no balanço onde a companhia lança o valor investido na engorda de animais: vacas, porcos e aves. A lógica é que o custo da compra do bezerro e de ração de engorda pode ser capitalizado até o dia do abate.

No abate, se reconhece a receita da venda da arroba e o custo capitalizado, dando baixa no estoque formado pelo ativo biológico. Em uma operação estável, o ativo biológico não deveria crescer. Para cada vaca engordada há uma outra sendo abatida, e esta linha no balanço deveria ficar estavel. No caso da JBS, essa linha não para de crescer. Aliás, ela cresce mais rápido que as toneladas produzidas. Isso tudo faz parte de uma outra caixa de Pandora da contabilidade da empresa.


Os Batista também devem enfrentar problemas nos EUA pela violação do Foreign Corrupt Practices Act (FCPA), a duríssima lei americana que se aplica a qualquer empresa que tenha negócios nos EUA e cometa crimes de corrupção em qualquer parte do mundo.

Apesar de relatos de que os Batista estariam em negociações com o Departamento de Justiça (DOJ) americano, advogados que trabalham em Washington defendendo clientes em casos de FCPA dizem que é altamente improvável que o DOJ entre num acordo imediatamente. O mais provável em casos assim é que o DOJ intime documentos e investigue o caso a fundo, o que pode durar dois anos.

Os advogados apontam para o caso da empresa de telecom sueca Telia Sonera. “Em tese, a Telia não tinha nada a ver com os EUA, mas ela se meteu em mercados emergentes e pagou propina a polítcos para obter licenças,” diz um advogado. “Agora, o DOJ e os holandeses estão cobrando US$1,4 bilhão em multa, e olha que o que fizeram foi uma fração dos crimes confessados pela JBS.” Outro empresário brasileiro, J. Hawilla, foi pego nos EUA ‘apenas’ por usar contas em dólar para pagar propina, sem nunca ter tido negócios lá, ao contrário dos Batista.

Resumindo, o valor da JBS como um 'going concern' pode ser igual a zero pelos seguintes motivos:

1. O BNDESPar e TCU devem buscar ressarcimento da JBS por conta da diluição artificial causada por fraude no preço de compra da Bertin, via Blessed.

2. A Receita Federal deverá cobrar ressarcimento, multa e mora por conta da sonegação fiscal gerada pelo falso ágio amortizado na compra da Bertin.

3. Os estados irão investigar e cobrar ressarcimento, multa, e mora por sonegação de ICMS, conforme documentado na delação.

4. O auditor independente deverá abrir uma investigação sobre a veracidade das contas da empresa. Se der baixa no ágio e nos créditos tributários, vai comprometer o patrimônio líquido da empresa. Além disso, é possível que a JBS descumpra alguns compromissos assumidos junto a seus credores, como um teto na relação entre dívida líquida e geração de caixa, ou mesmo a manutenção de livros auditados.

5. O Governo americano iniciará uma investigação por violação do FCPA. O valor da multa pode correr na casa dos bilhões de dólares, já que costuma ser função da quantidade de propinas pagas.

Na tarde de hoje, na Bolsa de São Paulo, a ação da JBS cai 20%. De acordo com a Bloomberg, das 14 corretoras que cobrem o papel, sete ainda têm recomendação de COMPRA.

338002  - TraderCenter  -  16 Mai 2017, 21:07
Análise Fundamentalista - Lupa Mercantil
Salve Galera!! mais uns resultados positivos para comemorar!!!

A gigante de alimentos JBS teve lucro líquido consolidado de 486,2 milhões de reais no primeiro trimestre, após prejuízo de 2,64 bilhões reais um ano antes, apesar da queda da receita no período.

O lucro atribuído à controladora foi de 422,3 milhões de reais de janeiro a março, também uma reversão ante o prejuízo de 2,74 bilhões de reais um ano antes. No primeiro trimestre de 2016, a empresa amargou fortes perdas com proteção cambial.

O presidente da JBS, Wesley Batista, afirmou nesta terça-feira, 16, que a empresa ainda analisa o despacho judicial de sexta-feira, 12, e que “no nosso entendimento não cria problema para seguirmos adiante” com a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) da JBS Foods International na Bolsa de Nova York (Nyse), nos Estados Unidos. “Se tiver algum entendimento contrário, será resolvido”, afirmou, em teleconferência com analistas e investidores.
[...]

334622  - marcosvinicius2  -  23 Fev 2017, 22:52
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 2T07 X 3T07, 3T09 X 4T09 E 2T11 X 3T11 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
Receita Líquida: A receita líquida consolidada da JBS no 3T16 totalizou R$41.166,2 milhões, redução de 4,3% em relação ao 3T15. No 3T16, aproximadamente 74% das vendas globais da JBS foram realizadas nos mercados domésticos em que a Companhia atua e 26% por meio de exportações.
EBITDA O: EBITDA da JBS no 3T16 foi de R$3.144,5 milhões, uma redução 18,0% em relação ao 3T15, impactado pela redução no EBITDA da Seara e JBS Mercosul. A margem EBITDA foi de 7,6%.

JBSS3
PREÇO: 11,80
PAYOUT (2015): 10,62%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -56,85
P/VPA 1,40
PSR 0,19
DY -0,19%
EV/EBITDA 7,85
MARGEM BRUTA 11,98%
MARGEM OPERACIONAL -0,42%
MARGEM LÍQUIDA -0,34%
LUCRO POR AÇÃO -0,208
MARGEM EBITDA 6,17%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 243,89%
ROE -2,46%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,07

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 17,23%
RESULTADO BRUTO -5,64%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 2572,42%
RESULTADO OPERACIONAL -107,75%
RESULTADO LÍQUIDO -110,72%
EBITDA -16,41%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,33%
RESULTADO BRUTO -14,43%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -151,97%
RESULTADO OPERACIONAL -86,96%
RESULTADO LÍQUIDO -74,22%
EBITDA -17,68%

c) lucro (taxa média anual)
UA -110,72%
U2A ND
U3A -188,60%

d) patrimônio líquido médio
UA -8,98%
U2A 5,03%
U3A 5,05%

Resultado Financeiro Líquido: A JBS registrou no 3T16 uma despesa financeira líquida de R$1.378,7 milhões. O resultado de variações cambiais ativas e passivas foi de R$434,9 milhões negativo, impactado pela variação do real de 1,1%, enquanto que o ajuste a valor justo de derivativos foi de R$18,4 milhões. Os juros passivos foram de R$1.002,6 milhões, enquanto que os juros ativos foram de R$91,4 milhões. Impostos, contribuições, tarifas e outros resultaram em uma despesa de R$14,2 milhões.

Imposto de Renda e Contribuição Social: O imposto de renda e contribuição social (IR/CS) do período foi de R$232,8 milhões positivo, sendo R$132,7 milhões referentes ao IR/CS corrente e um saldo positivo de R$365,5 milhões referentes ao IR/CS diferido.

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Lucro Líquido: A JBS registrou um lucro líquido de R$887,1 milhões no trimestre e que representa um lucro por ação (EPS) de R$0,32.
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimentos: No 3T16, o valor total das atividades de investimentos da JBS foi de R$1.050,1 milhões, sendo que R$1.000,6 milhões referem-se a adição de ativo imobilizado (CAPEX), dos quais aproximadamente 60% referem-se à reforma e 40% a modernização e ampliação.
Fluxo de Caixa Operacional e Livre: No 3T16, a Companhia registrou um fluxo de caixa operacional de R$1.832,2 milhões e um fluxo de caixa livre de R$782,1 milhões.

328933  - rafamcl   - 26 Out 2016, 17:23
Compra JBSS3, aumento de posição.

Essa tem um pouco mais de risco, mas quando iniciei posição no ativo ainda não havia o FR da reorganização que foi cancelada. Essa bela pancada de hoje de -17% fez a ação chegar por perto do meu PM. Acho que o impacto do FR não é pra tanto, e valia a pena fisgar mais algumas, foi no olho do furacão, vamos ver se vai dar certo ou se deveria ter aguardado um pouco mais para essas compras...

FATO RELEVANTE

A JBS S.A. ("JBS" ou "Companhia" - BM&FBOVESPA: JBSS3, OTCQX: JBSAY), em atendimento às disposições da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários nº 358, de 3 de janeiro de 2002, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que a acionista BNDES Participações S.A. - BNDESPAR manifestou-se contrariamente à proposta de reorganização societária divulgada ao mercado por meio do fato relevante de 11 de maio de 2016 ("Reorganização"), exercendo o seu direito de veto previsto na Cláusula 4.2 do acordo de acionistas da JBS. Em vista disso, a Companhia está cancelando os trabalhos de implementação da Reorganização.

A JBS, por meio da sua diversificação geográfica, seu portfólio de produtos de valor agregado e conveniência com marcas fortes e reconhecidas, continuará investindo no fortalecimento da sua posição como líder global no setor de alimentos em um momento de recuperação gradual da economia mundial e dos fundamentos do setor de alimentos, buscando e propondo alternativas que visem maximizar valor aos seus acionistas e demais stakeholders.

A JBS realizará teleconferência com o mercado a respeito deste fato relevante ao meio dia em português e às 13:00h em inglês (horário de Brasília). As informações sobre a teleconferência serão disponibilizadas em breve no site www.jbs.com.br/ri.

321549  - rafamcl   -  12 Mai 2016, 17:24
JBSS:

Excelente notícia!!


Fato Relevante

JBS S.A. anuncia intenção de realizar Reorganização Societária para fortalecer sua posição como Companhia Brasileira Líder na Indústria Global de Alimentos



A JBS S.A. ("JBS S.A." ou "Companhia" - BM&FBOVESPA: JBSS3, OTCQX: JBSAY) comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que pretende realizar uma reorganização societária ("Reorganização") para fortalecer sua posição de líder na indústria global de alimentos e aumentar a competitividade da Companhia, gerando valor para os seus acionistas.

Em linhas gerais, espera-se que a Reorganização proposta seja implementada da seguinte forma:

1) Criação da JBS Foods International, a ser listada na bolsa de valores de Nova Iorque ("NYSE") e na BM&FBovespa por meio de um programa de Brazilian Depositary Receipts ("BDR").

2) A JBS S.A. pretende transferir seus negócios fora do Brasil e os negócios da Seara Alimentos Ltda. ("Seara") para a JBS Foods International. Após a conclusão da implementação da Reorganização, a JBS S.A. terá seu nome alterado para JBS Brasil e permanecerá como companhia de capital aberto, listada na BM&FBovespa. A JBS Brasil continuará detentora dos negócios de carne bovina no Brasil, de biodiesel, de colágeno e a transportadora, bem como outros negócios, além da divisão global de couros. As operações da Seara e da JBS Brasil, com seus 125.000 colaboradores baseados no Brasil, permanecerão sob a liderança da atual administração e continuarão com suas estratégias de crescimento no mercado brasileiro.

3) Sujeita a aprovação dos acionistas em assembleia geral, a JBS S.A. implementará uma redução de capital, por meio da qual entregará a todos os seus acionistas, em base pro-rata, a totalidade das ações da JBS Foods International que recebeu em contrapartida da transferência dos ativos descrita no item 2.

4) A Companhia pretende registrar a JBS Foods International para negociação na NYSE acompanhada de um programa de BDR Patrocinado Nível II, por meio do qual os acionistas da JBS Foods International terão a opção de trocar as suas ações da JBS Foods International por BDRs negociados na BM&FBovespa.

5) Após a redução de capital, os acionistas controladores da Companhia poderão contribuir a seu critério, no todo ou em parte, as ações por eles detidas na JBS S.A., recebendo em contrapartida novas ações emitidas pela JBS Foods International. Caso os acionistas controladores da Companhia tenham contribuído suas ações em montante equivalente a pelo menos 50% das ações em circulação da Companhia, JBS S.A. se tornará uma subsidiária não integral da JBS Foods International.

Adicionalmente, sujeito às considerações previstas abaixo, poderá ser oferecida aos acionistas não controladores da JBS S.A. uma oportunidade de contribuir suas ações da JBS S.A. recebendo em contrapartida novas ações emitidas pela JBS Foods International, em base pro-rata, limitada a um montante fixo de ações que permita que a JBS S.A. mantenha o percentual mínimo de 25% de ações em circulação, conforme exigido pelo regulamento de listagem do Novo Mercado.

321360  - rafamcl   -  09 Mai 2016, 22:20
Tenho JBSS em carteira, a única coisa que me deixa com um pé atrás com relação a ela é o envolvimento com o PT e algum possível envolvimento em caixa 2 de campanha ou algo do tipo... Esse fim de semana vi na Band News que ela doou R$ 380 milhoes para a campanha da Dilma em 2014 legalmente, declarados, mas haviam suspeitas de que mandaram um por fora também pois vazou denúncia disso.

Apesar desses poréns comprei JBSS pois ela é uma empresa que sempre foi avaliada a indicadores AF de empresas de crescimento, PL, P/VP esticados, hoje negocia com indicadores muito mais modestos que para mim não refletem a avaliação que o mercado tem dela em "tempos normais".

320218  - The Land   -  14 Abr 2016, 23:16
O problema que vejo na JBS é que ela estava hedgeada contra o real, se a valorização do real sobre o dólar for duradoura a empresa reportará alguns prejuízos.

Outro ponto negativo é o envolvimento da empresa com operações suspeitas do BNDES. Pessoalmente, eu acredito que as operações de empréstimo foram imorais, mas não foram ilegais.

Tirando isso é uma empresa que consegue margens muito melhores que a concorrência e ocupa uma posição estratégia no mercado global.

319154  - TraderCenter   -  17 Mar 2016, 17:30
A JBS (JBSS3) registrou no ano passado um lucro líquido de R$ 4,6 bilhões. O valor é mais que o dobro do registrado em 2014, quando o resultado foi de R$ 2 bilhões.

A indústria brasileira de carnes JBS ampliou suas vendas ao Oriente Médio e África em 2015. De acordo com balanço divulgado pela empresa nesta quinta-feira (17), a participação dos países do Oriente Médio e africanos no total das exportações também cresceu, apesar de uma queda do faturamento com os embarques no período. Em nota, o CEO da companhia, Wesley Batista, afirmou que as vendas para as duas regiões e para a Ásia foram destaque das exportações no ano passado.

Segundo o balanço da JBS, no ano passado o faturamento com os embarques foi de US$ 15,433 bilhões, o equivalente a 30% das vendas globais da companhia. As vendas para o Oriente Médio e África corresponderam a 14,3% do total, ou US$ 2,2 bilhões nos cálculos realizados pela ANBA. Em 2014, a receita obtida com as exportações somou US$ 16,233 bilhões. Desse total, 12,3%, ou US$ 1,99 bilhão foi enviado ao Oriente Médio e África.

No resultado geral, a JBS obteve uma receita de R$ 162,915 bilhões em 2015, com aumento de 35,2% sobre o desempenho de 2014. O lucro líquido foi de R$ 4,6 bilhões, com aumento de 127,9% sobre o de 2014. A dívida líquida também cresceu: de US$ 9,4 bilhões em 2014 para US$ 12 bilhões no ano passado.

No quarto trimestre de 2015, porém, a JBS obteve prejuízo de R$ 275,1 milhões. No mesmo período de 2014, havia obtido lucro de R$ 618,8 milhões. A receita entre outubro e dezembro cresceu 37,5%, para R$ 47,1 bilhões.

Às 13h26, as ações ordinárias da empresa, com direito a voto, eram negociadas a R$ 12,29 na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), em alta de 8,47%.

A informação está no balanço da companhia, divulgado nesta quarta-feira (16/2). A receita líquida da multinacional de proteína animal cresceu 35,2% de um ano para outro, passando de R$ 120,5 bilhões para R$ 162,9 bilhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) passou de R$ 11,1 bilhões para R$ 13,3 bilhões, um crescimento de 19,9%.

“Fortalecemos nossas operações em importantes regiões produtoras de alimentos no mundo e diversificamos nosso portfólio, agregando cada vez mais valor aos nossos produtos, com marcas fortes e reconhecidas pelo mercado”, avaliou o presidente global da companhia, Wesley Batista, no relatório.

Os resultados foram obtidos em um ano de diversas aquisições por parte da multinacional de matriz brasileira. Na Europa, a companhia concluiu a aquisição da Moy Park. A operação, administrada pela subsidiária norte-americana, foram agregados ativos da Tyson Foods no México, além da Cargill Pork, divisão de carne suína da Cargill. Ainda em 2015, a JBS concluiu a compra da Primo, na Austrália, e da Scott Technologies, empresa da Nova Zelândia que executa projetos de automação industrial.

Considerando o desempenho por região no ano passado, cujos resultados foram divulgados prioritariamente em moedas locais, a receita líquida da JBS Foods, que comanda a operação brasileira nos segmentos de aves e suínos, passou de R$ 12,89 bilhões para R$ 18,75 bilhões (+45,2%).

“O principal crescimento no ano foi advindo das vendas de aves in natura, que aumentaram 89,6% em volume no mercado doméstico e 29,8% no mercado internacional. A categoria de processados também apresentou crescimento expressivo, com aumento de volume e preços no mercado interno de 12,9% e 8,4%, respectivamente, combinado a um incremento de preços de 38,8% nas exportações, parcialmente compensado pela queda de 17,0% em volume”, informa o relatório.

Na JBS Mercosul, o crescimento foi de 9,3% (de R$ 26,19 bilhões para R$ 28,62 bilhões). O desempenho foi creditado aos preços melhores dos produtos vendidos, que compensaram a queda de quase 12% nos volumes.

Já na JBS USA, a receita líquida com a divisão de carne bovina – que inclui as operações na Austrália e no Canadá – foi exceção. Passou de US$ 21,62 bilhões para US$ 22,13 bilhões de um ano para outro (+2,4%). Na divisão de frango (Pilgrim`s Pride), houve queda de 4,7% na receita líquida, de US$ 8,58 bilhões para US$ 8,18 bilhões. Na carne suína, a JBS USA registrou redução de 10,4% no faturamento líquido, de US$ 3,82 para US$ 3,43.

Nos bovinos, a direção da empresa avalia que o efeito positivo da baixa oferta de gado e valorização do dólar. Já no caso dos suínos, a queda dos preços dos produtos levou a uma redução de receita. E o desempenho da Pilgrim`s Pride foi afetado pela redução de preços de cortes de frango e pelos menores volumes de exportação.

A companhia de alimentos JBS teve prejuízo líquido de 275,1 milhões de reais, ante lucro líquido de 618,8 milhões de reais um ano antes, em meio a um forte aumento das despesas financeiras, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira.

No ano, a companhia teve lucro líquido de 4,6 bilhões de reais, alta de 127,9 por cento sobre o resultado em 2014, quando foi 2,036 bilhões de reais.

As despesas financeiras líquidas totalizaram 1,737 bilhão de reais, incluindo despesas relacionas a proteção de variação de moedas, no total de 1,336 bilhão reais no trimestre.

A receita líquida no trimestre cresceu 37,5 por cento na comparação com 2014 e encerrou dezembro em 47,161 bilhões de reais. Na comparação com o terceiro trimestre, a receita cresceu 9,6 por cento.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização na sigla em inglês) ajustado entre outubro e dezembro foi de 3,131 bilhões de reais, queda anual de 4,8 por cento.

A média de estimativas de analistas obtidas pela Reuters apontava receita de 47,593 bilhões de reais e Ebitda de 3,349 bilhões.

Entre as prioridades da JBS em 2016 estão o crescimento orgânico e a "excelência operacional", que também citou a geração de caixa livre e redução da alavancagem.


Para este ano, a direção da empresa aponta como uma das prioridades o crescimento orgânico, sinalizando uma menor possibilidade de aquisições de empresas. Outra meta é ampliar a chegada direta ao consumidor, enfatizando as vendas de produtos preparados e com marcas.

Financeiramente, uma das prioridades é a diminuição do nível de endividamento. A JBS encerrou 2015 com uma dívida líquida (valor devido menos recursos em caixa) total de R$ 47,03 bilhões, o equivalente a 3,18 vezes o patrimônio líquido da companhia. No total, 68% são compromissos de longo prazo. Em dólar, a dívida é de US$ 12,04 bilhões.
http://lupamercantil.blogspot.com/

318136  - dusteffen  -  28 Fev 2016, 20:07
Quem será que é o sócio-oculto??

Revista VEJA - 2014

Friboi: O curioso caso do controlador fantasma

Por: Geraldo Samor 02/06/2014 às 17:09


Joesley Batista

Este é mais um caso de “não vi, não sei quem é, não sei de nada” — mais uma vez, de proporções épicas.

A JBS, uma das maiores empresas brasileiras em faturamento, dona da marca Friboi e responsável por aquisições bilionárias nos últimos anos, diz que não sabe quem é o detentor de 13% de seu capital.

A Blessed Holding, uma sociedade incorporada em Delaware, nos EUA, onde há menos exigências legais para a abertura de empresas, aparecia até semana passada como dona de 13% do capital da JBS… até que o jornal O Estado de São Paulo começou a fazer perguntas à CVM.

Na sexta-feira, a JBS alterou a participação da Blessed em seu capital em seu formulário de referência (um documento que as empresas têm que arquivar com a CVM), reduzindo sua participação na companhia para 6,6%, cujo valor de mercado é de cerca de 1,4 bilhão de reais.

Mas o mistério permanece. Quem está por trás da Blessed?

A empresa tem como acionistas duas seguradoras — a US Commonwealth Life e a Lighthouse Capital — sediadas em paraísos fiscais diferentes, mas com telefones e emails para contato iguais. Até agora, ninguém identificou as pessoas físicas por trás das seguradoras.

“Os donos da JBS costumam declarar que não sabem” quem é o dono da Blessed, escreveram no Estadão as repórteres Alexa Salomão e Josette Goulart.

Convém continuar perguntando. Uma empresa do tamanho da JBS não pode correr tamanho risco de imagem, ainda mais quando bilhões de reais do BNDES entraram na empresa nos últimos anos.

O BNDES já investiu mais de R$ 8 bilhões na JBS e hoje é dono de 25% da empresa. A Caixa é dona de outros 10%. Ou seja: dinheiro público é dono de mais de um terço da JBS.

Ao que tudo indica, a Blessed é a criança bastarda de um casamento forçado.

O BNDES foi o padrinho da união societária entre os Batista e os Bertin, famílias que não exatamente morriam de amores uma pela outra. O banco sempre foi credor e acionista tanto da JBS quanto de seu concorrente, o frigorífico Bertin.

Em 2009, com o Bertin vergando sob o peso de R$ 6 bilhões em dívidas, o BNDES decidiu que fazia sentido enterrar a dívida de uma empresa na outra, formando assim um ‘campeão nacional’ cada vez mais ‘too big to fail’.

Logo depois da fusão, a Blessed apareceu no formulário de referência da JBS como parte da cadeia societária que controla a empresa. E em meados do ano passado, virou pivô de uma briga feia entre as duas famílias, com os Bertin acusando os Batista de falsificar assinaturas e roubar-lhes 1 bilhão de reais. Há alguns meses, as famílias chegaram a um acordo pelo qual os Bertin sairão da sociedade, mas a Blessed continua sendo um ponto de interrogação.

Agora, a JBS se prepara para fazer o IPO de uma subsidiária, a JBS Foods. Nunca a necessidade de transparência foi tão grande.
http://veja.abril.com.br/blog/mercados/alimentos-e-bebidas/friboi-o-curioso-caso-do-controlador-fantasma/

173014 - paulo_prof -  14 Mar 2013, 21:21
JBSS3
PREÇO R$ 6,90
PAYOUT (2012) 23,7%

P/L 27,32
P/VPA 0,95
PSR 0,26
DY 0,87%
EV/EBITDA 8,00
MARGEM BRUTA 11,5%
MARGEM OPERACIONAL 1,8%
MARGEM LÍQUIDA 0,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,253
MARGEM EBITDA 5,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 102,0%
ROE 3,49%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,68

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 22,49%
RESULTADO BRUTO 29,77%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -33,44%
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA 39,97%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 29,03%
RESULTADO BRUTO 28,83%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,83
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA 40,57%

c) lucro (taxa média anual)
U3A 77,10%

d) patrimônio líquido médio
UA 3,26%
U2A 5,91%
U3A 36,10%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,16

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): 19,5%

172816 - vellinhotrt4 -  14 Mar 2013, 13:56
JBS: Lucro explode em mais de 1.000%
O lucro líquido do quarto trimestre de 2012 (4T12) explodiu para a JBS (JBSS3): a companhia registrou ganhos de R$ 310,4 milhões no período, um crescimento de impressionantes 1.112% na comparação anual. Em todo o ano de 2012 a JBS lucrou R$ 1,2 bilhão, revertendo os prejuízos de R$ 75,7 milhões do ano anterior. As receitas líquida anuais totalizaram 75,7 milhões, alta de 22,5% na comparação anual. Segundo a companhia, 2012 foi um ano de melhorias internas e consolidação das operações, melhorando margens e reduzindo o peso da dívida sobre a empresa.

167231 - Trifloripasempre -  15 Fev 2013, 13:36 
Expansão rápida do JBS em carne bovina será investigada pelo Cade

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) vai avaliar o crescimento, por meio de aquisições, do frigorífico JBS no Brasil e seus impactos nos preços pagos aos pecuaristas e cobrados dos consumidores pela carne bovina. Estimativas iniciais apontam que a empresa pode ter triplicado de tamanho nos últimos quatro anos, elevando sua participação na carne bovina vendida no País de 15% para 40%. Parte dessa expansão foi financiada pelo BNDES.

Na próxima sessão do Cade, na quarta-feira que vem, os seis casos de aquisições do JBS em análise, incluindo a compra do frigorífico Bertin, serão reunidos em um só processo. Além disso, a superintendência geral do Cade identificou cerca de 70 operações de aquisições e arrendamentos de plantas frigoríficas no País e 20 no exterior que não foram notificadas.

O tribunal vai avaliar o que deveria ter sido informado e acrescentar ao processo. A empresa pode  er
multada por isso. De acordo com fontes próximas, o JBS entende que, por se tratar de arrendamento e não compra, não haveria necessidade de informar ao Cade. (Estadão)

156849 - Armageddon_BR -  14 Nov 2012, 01:15
Gostei do resultado da minha JBS, aposta de melhora de gestao e rentabilidade.

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JBS reverte prejuízo em lucro de R$ 495,4 milhões no terceiro trimestre
A JBS divulgou nesta terça-feira seu resultado referente ao terceiro trimestre. A empresa reverteu prejuízo em lucro líquido ajustado de R$ 495,4 milhões na comparação anual, contra perdas de R$ 67,5 milhões no mesmo período do ano passado. O lucro foi recorde no período e exclui efeito do imposto de renda e contribuição social diferidos da controladora.

A receita líquida, por sua vez, cresceu 24,4%, passando de R$ 15,56 bilhões para R$ 19,36 bilhões. Em comunicado, a empresa explica que o desempenho da receita deve-se a expansão do negócio de bovinos no Brasil, início da operação no segmento de aves no Brasil e a desvalorização do real em relação ao dólar norte-americano no período.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,37 bilhão, avanço de 75,2% no comparativo anual, enquanto a margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida) passou de 5,1% para 7,1%, alta de 2 pontos percentuais.

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O lucro liquido sem ser ajustado foi de 367mi contra -67mi do 3T11 e +169mi do 2T12.

144582 - aprendiz quebrado do professor  - 14 Ago 2012, 23:37
O pasto começa a dar bons lucros!

JBS reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 169,5 mi no 2º trimestre
Ebitda também teve forte alta de 72,3%, passando para R$ 1,01 bilhão, enquanto receita subiu 26,3%

Por Lara Rizério |20h34 | 14-08-2012]

http://www.infomoney.com.br/jbsfriboi/noticia/2527525/JBS-reverte-prejuizo-tem-lucro-liquido-169-trimestre


Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:

- A JBS é a maior empresa em processamento de proteína animal do mundo, atuando nas áreas de alimentos, couro, produtos para animais domésticos, biodiesel, colágeno, latas e produtos de limpeza. A companhia está presente em todos os continentes, com plataformas de produção e escritórios no Brasil, Argentina, Itália, Austrália, EUA, Uruguai, Paraguai, México, China, Rússia, entre outros países.

Com acesso a 100% dos mercados consumidores, a JBS possui 140 unidades de produção no mundo e mais de 120 mil colaboradores focados no sucesso da companhia, sustentado pelo espírito empreendedor e pelo pioneirismo.

      

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )


PAINEL DE INDICADORES
17/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
JBSS3
    5,75
-27,5
0,84
-23,1
0,0%
-3,6%
0,9
-1%
-3,6%
-137,2%

·  PONTOS POSITIVOS:

- A margem bruta consolidada foi de 10,9%, 1,2p.p. superior ao trimestre anterior.   

- No consolidado o EBITDA foi de R$786,8 milhões no trimestre com uma margem EBITDA de 5,1%, 1,1p.p. maior em relação ao 2T11.

- Houve geração de caixa líquido proveniente das atividades operacionais de R$897,0 milhões no trimestre, antes dos investimentos.

- A geração de caixa pós-capex foi de R$507,7 milhões no trimestre e a variação líquida de caixa foi de R$620,8 milhões positiva.

- A Companhia encerrou o trimestre com R$5,6 bilhões em caixa, um aumento de 12,5% em relação ao 2T11 e superior em 100% a dívida de curto prazo.

- Excluindo o efeito da variação cambial da dívida líquida denominada em dólar, a Companhia reduziu a sua dívida em R$530 milhões, aproximadamente.

- A eficaz política de Hedge da Companhia possibilitou minimizar os efeitos das variações cambiais no resultado.

- Receita líquida 15.567M +6,5% 3Tx2T11

- Lucro bruto 1.694,21M+19,4%
·  PONTOS NEGATIVOS

- O prejuízo de R$67,5 milhões foi impactado por aproximadamente R$439 milhões, advindo dos resultados da Pilgrims e da variação cambial que é um efeito não caixa. Excluindo-se estes efeitos, o lucro líquido seria de aproximadamente de R$372 milhões.

- Custo dos produtos vendidos (13.873,6M) +5,1% 3Tx2T11

- Lucro líquido/prejuízo  (67,5)   era de -180M no 2T11, apesar da melhora continua negativo

·  VISÃO ESTRATÉGICA
-     

·  CURIOSIDADES
- O prejuízo no período foi de R$67,5 milhões, equivalente a R$ -0,02 por ação, decorrente do prejuízo da Unidade de Frango de US$162,5 milhões no trimestre e R$170,6 milhões de variação cambial líquida no resultado, que é um efeito não caixa. Eliminando esses efeitos, o lucro da JBS seria de R$372,1 milhões.             

·  OPINIÃO DO ANALISTA
- A empresa apresentou uma melhora muito expressiva, motivo que elevou as cotações em 40% nos últimos 30 dias, mas fico com a impressão de que apesar de ter obtido uma vitória não convenceu; incrível uma empresa que consegue faturar tanto e ter um lucro tão baixo, esse é o efeito das margens, pior ainda ficar mascarando resultado e citando que se não fosse o prejuízo da unidade de frango o lucro teria sido maior, se não fosse o dólar o lucro teria sido maior.... em qualquer empresa, se não fossem os erros e a falta de controle, seus resultados teriam sido maiores. Parabéns pelo Trimestre e melhor sorte da próxima vez. 


Análise da Coin Valores
Nós somos a maior processadora global de alimentos de origem animal com uma base de produção diversificada internacionalmente, balanceada entre proteínas e líder nos mercados em que atuamos. O amplo mix de produtos processados e centros de distribuição, além dos escritórios de vendas, permitem atender a todos os mercados consumidores ao redor do mundo. Vendemos para redes multinacionais de Fast Food e varejo, além de atuar no mercado local, com vendas segmentadas por área: atacado e vendas institucionais. Entre os diversos segmentos em que estamos presente, somos (i) líder em produção e exportação de carne bovina do mundo; (ii) o segundo maior produtor de carne de frango do mundo; (iii) o terceiro maior produtor de carne suína dos EUA; (iv) um dos líderes na produção e exportação de carne ovina do mundo, e; (v) líder mundial no processamento de couros/ peles. Em 2009, obtivemos R$ 55,2 bilhões de receita líquida consolidada pro forma e contamos com mais de 120 mil colaboradores.

RETROSPECTIVA 2010
No 1º sem/10 focamos nossos esforços em integrar as empresas que adquirimos no final do ano passado. Concluímos duas transações transformacionais em dezembro e, conforme nossa tradição, movemos rapidamente para implementar a integração necessária e capturar as sinergias para melhorar nossa rentabilidade. A fusão com a Bertin e a aquisição do controle da Pilgrim’s Pride nos EUA foram desafios para os quais nos sentimos preparados, tendo em vista nossa história, que envolveu inúmeras aquisições e processos de integração. Temos satisfação em anunciar que estamos progredindo em capturar as sinergias, hoje acima das nossas expectativas e, estamos confiantes que nossos resultados nos próximos trimestres demonstrarão isso. Diversas mudanças ocorreram no mercado no segundo semestre e algumas dessas mudanças influenciaram diretamente nossos negócios: aumento no preço da matéria prima (principalmente gado e grãos) e apreciação do câmbio (Real e Dólar Australiano). É importante ressaltar que os preços de venda acompanharam a evolução das matérias primas, refletindo a forte demanda. O aumento da renda per capita nas classes menos privilegiadas resulta na melhora nos hábitos de consumo (inclusive alimentares), onde a proteína animal se destaca. Vimos essa tendência ocorrer especialmente nas economias emergentes, destacando o Brasil, mesmo com a crise econômica mundial. Expandimos rapidamente nossa distribuição direta aqui no Brasil, o que servirá de modelo para fortalecer a
distribuição direta global.

PERSPECTIVA 2011


Observamos um aumento expressivo da demanda por nossos produtos, especialmente nos mercados emergentes e em países ricos em petróleo, regiões onde há dificuldade para aumentar a produção de proteína. Dessa forma, o comércio internacional está tomando novas dimensões e os preços de venda devem se manter em patamares elevados. Quase um terço de nossa receita vem de exportações e enxergarmos isso como uma tendência consistente. Ao aumentar nossa presença nesses mercados, ganhamos mais musculatura para avançar com nosso projeto de distribuição direta. Nossa base de clientes em regiões como o Oriente Médio está crescendo e, assim, esperamos ver nossa margem aumentando nesses mercados ao longo dos próximos trimestres. Enquanto isso, observamos certa estagnação nos mercados maduros. Como exemplo, nos EUA foram tomadas medidas para a criação de novos postos de trabalho (o que tende a elevar a demanda local por proteína). A depreciação contínua do Dólar americano consolida os EUA como plataforma de produção de onde podemos exportar uma maior variedade de produtos. Observamos sazonalmente um gradual aumento em nossas exportações dos EUA e, na nossa visão, essa é uma tendência que deve continuar a trazer impactos positivos para o nosso negócio. Em suma, na medida em que avançamos na distribuição direta e aumentamos nossa variedade de produtos processados/ industrializados, somados aos benefícios advindos do crescimento de nossas exportações, estamos confortáveis em dizer que estamos no caminho certo e esperamos continuar expandindo, gradualmente, nossas margens.


29653 - paulo_prof - 07/Mar/2010 21:04
Quem apresentou os resultados no apagar das luzes de 61. feira foi a JBS (JBSS3).
Não li o relatório, mas deu para observar o seguinte:
a) as receitas bruta/líquida do 4T09 apresentaram involução de 11,5% em relação aquelas do 3T09;
b) o resultado bruto aumentou 12,7% em relação ao 3T09; isto foi conseguido via um "violento" aumento da margem bruta (passou de 8,9% para 11,3%);
c) o resultado financeiro foi negativo em R$ 129 milhões (quando, fortemente influenciado pela valorização do real, havia sido R$ 8 milhões positivo no 3T09);
d) a dívida líquida, de quase R$ 13 bilhões, é somente um pouco maior do que o patrimônio líquido (107%) mas é excessiva em relação à geração de caixa anual (10 vezes)
e) o lucro líquido do 4T09, de R$ 128 milhões, apresentou involução de 15,6% em relação ao 3T09; a grande melhora na margem bruta não foi suficiente para balancear o resultado financeiro negativo.
Supondo estabilidade do câmbio e juros médios de 4% ao ano, o resultado financeiro trimestral seria de aprox. R$ 130 milhões negativos. Considerando que as demais despesas operacionais permaneçam em torno de R$ 550 milhões, as despesas operacionais somariam aprox. R$ 680 milhões por trimestre, ou R$ 2,72 bilhões no ano.
Considerando uma margem bruta média de 10% e uma receita anual líquida de R$ 38 bilhões, o resultado operacional seria de R$ 1,08 bilhões. Isto geraria um lucro líquido de aprox. R$ 713 milhões.
Ao preço atual, isto corresponderia a um P/L = 31,51!!! mostrando que o ativo pode ser "esquecido".
Os múltiplos que serão mostrados pelos sites especializados, baseados nos últimos 12 meses deverão ser os seguintes:
P/L 173,59
P/VPA 1,34
PSR 0,65
DY 0,55%
EV/EBTIDA 27,54
MARGEM BRUTA 9,3%
MARGEM OPERACIONAL 1,0%
MARGEM LÍQUIDA 0,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,055
MARGEM EBITDA 3,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 107,0%
ROE 0,77%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,48
P/(CAP GIRO/AÇÃO) 4,99
GIRO ATIVOS 0,81


P/(ATIVO/AÇÃO) 0,53


24554 - grazibb - 05/Jan/2010 21:05
JBS-Friboi acerta compra da Parmalat

por Marcelo Onaga 11 Comentários O Grupo JBS-Friboi, maior empresa na área de alimentos do país, deve anunciar em breve a aquisição da Parmalat. O negócio foi fechado depois de meses de conversa entre os irmãos Batista, controladores do JBS, e o investidor Marcus Elias, principal acionista da Parmalat.

A Parmalat confirma que negocia a venda de alguns ativos com diversas empresas, mas nega que o negócio esteja fechado. O JBS-Friboi não comentou o assunto. 


6296 - ch3481- 29/Mai/2009 14:16
Small / Paulo / Capa / demais que saibam...

Isto é bom ou ruim?? Ou pelo contrário, não faz diferença?

GRATO

SÃO PAULO - Em nota divulgada nesta sexta-feira (29), a JBS Friboi (JBSS3) afirmou que tomou uma decisão estratégica com a J&F Oklahoma, ao decidir pela divisão no negócio JBS Five Rivers, adquirido junto com o Grupo Smithfield.

Conforme o comunicado, a J&F Oklahoma ficará com a posse de gado e pagará a JBS Five Rivers, subsidiária da unidade da brasileira nos EUA, uma taxa diária baseada no mercado para cuidar e engordar seus animais.

Além disso, a companhia norte-americana obteve linha de crédito de US$ 600 milhões, a fim de pagar pelas 800 mil cabeças de gado em confinamento. De acordo com a nota, o gato confinado serve como garantia ao empréstimo.

Meandros

"De acordo com este contrato, J&F Oklahoma concorda em vender para JBS USA ao menos 500 mil cabeças de gado por ano, a partir de 2009 e até 2011", informa a companhia, acerca dos meandros do processo.

Por último, cabe ressaltar os benefícios auferidos com o processo, segundo a JBS:

Manutenção pela JBS USA de um modelo de negócios como puro processador de carne bovina ou operador de margens, evitando o risco de possuir o gado.

Aproveitamento pela JBS Five Rivers com um fornecedor de gado que é capaz de prover a maioria dos animais para seus confinamentos, minimizando a complexidade de localizar diversos pequenos fornecedores de gado.

Mitigação de possíveis problemas pela legislação norte-americana, dadas as restrições no tocante à posse de gado anterior ao abate por frigoríficos.

Inexistência de tomada de linhas de capital de giro significativas para adquirir o gado a ser confinado 


2305 - paulorizzi - 10/Mar/2009 19:52
citação: WK2007citação: Zeba1949Gostaria de entender : Por que a JBSS3 está subindo mais de 10% só hoje e a BEEF3 despenca sem parar ?
"A Marfrig também subiu forte hoje (8,87%). Como eu postei acima, o setor de frigoríficos (carnes bovinas, em particular) enfrenta uma situação dificílima. Nesse contexto, será que alguém tem informações privilegiadas acerca da situação (eventualmente precária) do Minerva?"
a) JBSS e Marfrig já apresentaram os balanços 2008; a Minerva ainda não! Acha pouco?
"b) JBSS e Marfrig apresentaram resultados pífios, é verdade, mas ainda positivos. O da Minerva já é negativo (e não pouco) sem contar o grande prejuízo que vem ainda no 4T08. Quer mais?"
"c) A dívida bruta da minerva é 2,2 vezes o patrimônio líquido (a dívida líquida é 6% maior do que o patrimônio líquido); os números da JBSS (82% e 43%) e Marfrig (148% e 96%) são bem mais palatáveis, especialmente considerando que, quase certamente, os números do 4T08 da Minerva virão muito piores."

"Nada indica que a situação de JBSS e Marfrig seja crítica. Por outro lado ... pode ser uma loteria! Se o investimento em BEEF3 não virar pó, certamente vai dar muitas alegrias!"

1235 - small caps - 27/Jan/2009 11:50
"(1234) clayton lacerda, a JBS está interessante também, mas os preços da BEEF3 são, sob o critério PSR, 70% menores. Tenho uma pequena posição em JBS também. Quando a economia reagir, se estas empresas passarem ilesas pela crise, o upside vai ser fantástico."

Fazer um mix entre BEEF3 e JBS pode ser interessante para diversificar com o risco do fator câmbio na dívida.

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