JBS (JBSS)
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Recomendação: recomendada
pelo SmallCaps em JAN/2009
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4T2009 - pauloprof não gostou
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1235 de 5068 27/Jan/2009 11:50 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"(1234) clayton lacerda, a JBS está interessante
também, mas os preços da BEEF3 são, sob o critério PSR, 70% menores. Tenho uma
pequena posição em JBS também. Quando a economia reagir, se estas empresas
passarem ilesas pela crise, o upside vai ser fantástico."
Fazer um mix entre BEEF3 e JBS pode ser interessante para
diversificar com o risco do fator câmbio na dívida.
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2305 de 5068 10/Mar/2009 19:52 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez
2007
citação: WK2007citação: Zeba1949Gostaria de entender : Por
que a JBSS3 está subindo mais de 10% só hoje e a BEEF3 despenca sem parar ?
"A Marfrig também subiu
forte hoje (8,87%). Como eu postei acima, o setor de frigoríficos (carnes bovinas,
em particular) enfrenta uma situação dificílima. Nesse contexto, será que
alguém tem informações privilegiadas acerca da situação (eventualmente
precária) do Minerva?"
a) JBSS e Marfrig já apresentaram os balanços
2008; a Minerva ainda não! Acha pouco?
"b) JBSS e Marfrig apresentaram resultados pífios, é
verdade, mas ainda positivos. O da Minerva já é negativo (e não pouco) sem
contar o grande prejuízo que vem ainda no 4T08. Quer mais?"
"c) A dívida bruta da minerva é 2,2 vezes o patrimônio
líquido (a dívida líquida é 6% maior do que o patrimônio líquido); os números
da JBSS (82% e 43%) e Marfrig (148% e 96%) são bem mais palatáveis,
especialmente considerando que, quase certamente, os números do 4T08 da Minerva
virão muito piores."
"Nada indica que a situação de JBSS e
Marfrig seja crítica. Por outro lado ... pode ser uma loteria! Se o
investimento em BEEF3 não virar pó, certamente vai dar muitas alegrias!"
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6296 de 632929/Mai/2009 14:16 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] ch3481Comentários: 627 - Desde: Nov 2008
Small / Paulo / Capa / demais que saibam...
Isto é bom ou ruim?? Ou pelo contrário, não
faz diferença?
SÃO PAULO - Em nota divulgada nesta
sexta-feira (29), a JBS Friboi (JBSS3) afirmou que tomou uma decisão
estratégica com a J&F Oklahoma, ao decidir pela divisão no negócio JBS
Five Rivers, adquirido junto com o Grupo Smithfield.
Conforme o comunicado, a J&F Oklahoma
ficará com a posse de gado e pagará a JBS Five Rivers, subsidiária da unidade
da brasileira nos EUA, uma taxa diária baseada no mercado para cuidar e
engordar seus animais.
Além disso, a companhia norte-americana obteve
linha de crédito de US$ 600 milhões, a fim de pagar pelas 800 mil cabeças de
gado em
confinamento. De acordo
com a nota, o gato confinado serve como garantia ao empréstimo.
"De acordo com este contrato, J&F Oklahoma
concorda em vender para JBS USA ao menos 500 mil cabeças de gado por ano, a
partir de 2009 e até 2011", informa a companhia, acerca dos meandros do
processo.
Por último, cabe ressaltar os benefícios
auferidos com o processo, segundo a JBS:
Manutenção pela JBS USA de um modelo de negócios como puro
processador de carne bovina ou operador de margens, evitando o risco de possuir
o gado.
Aproveitamento pela JBS Five
Rivers com um fornecedor de gado que é capaz de prover a maioria dos animais
para seus confinamentos, minimizando a complexidade de localizar diversos
pequenos fornecedores de gado.
Mitigação de possíveis problemas
pela legislação norte-americana, dadas as restrições no tocante à posse de gado
anterior ao abate por frigoríficos.
Inexistência de tomada de linhas
de capital de giro significativas para adquirir o gado a ser confinado
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24554 de 2459105/Jan/2010 21:05 [Citar este comentário] 0
2 grazibbComentários: 731 - Desde: Mai 2009
JBS-Friboi acerta compra da Parmalat
por Marcelo Onaga 11 Comentários O Grupo JBS-Friboi, maior
empresa na área de alimentos do país, deve anunciar em breve a aquisição da
Parmalat. O negócio foi fechado depois de meses de conversa entre os irmãos
Batista, controladores do JBS, e o investidor Marcus Elias, principal acionista
da Parmalat.
A Parmalat confirma que negocia a venda de
alguns ativos com diversas empresas, mas nega que o negócio esteja fechado. O
JBS-Friboi não comentou o assunto.
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29653 de 2966407/Mar/2010 21:04 [Citar este comentário] 4
3 paulo_profComentários: 1661 - Desde: Jul 2009
Quem apresentou os resultados no apagar das luzes de 61.
feira foi a JBS (JBSS3).
Não li o relatório, mas deu para observar o
seguinte:
a) as receitas bruta/líquida do 4T09
apresentaram involução de 11,5% em relação aquelas do 3T09;
b) o resultado bruto aumentou 12,7% em relação ao 3T09;
isto foi conseguido via um "violento" aumento da margem bruta (passou
de 8,9% para 11,3%);
c) o resultado financeiro foi negativo em R$ 129 milhões
(quando, fortemente influenciado pela valorização do real, havia sido R$ 8
milhões positivo no 3T09);
d) a dívida líquida, de quase R$ 13 bilhões, é somente um
pouco maior do que o patrimônio líquido (107%) mas é excessiva em relação à
geração de caixa anual (10 vezes)
e) o lucro líquido do 4T09, de R$ 128 milhões, apresentou
involução de 15,6% em relação ao 3T09; a grande melhora na margem bruta não foi
suficiente para balancear o resultado financeiro negativo.
Supondo estabilidade do câmbio e juros médios
de 4% ao ano, o resultado financeiro trimestral seria de aprox. R$ 130 milhões
negativos. Considerando que as demais despesas operacionais permaneçam em torno
de R$ 550 milhões, as despesas operacionais somariam aprox. R$ 680 milhões por
trimestre, ou R$ 2,72 bilhões no ano.
Considerando uma margem bruta média de 10% e
uma receita anual líquida de R$ 38 bilhões, o resultado operacional seria de R$
1,08 bilhões. Isto geraria um lucro líquido de aprox. R$ 713 milhões.
Ao preço atual, isto corresponderia a um P/L =
31,51!!! mostrando que o ativo pode ser "esquecido".
Os múltiplos que serão mostrados pelos sites
especializados, baseados nos últimos 12 meses deverão ser os seguintes:
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 107,0%
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Nós somos a maior processadora global de alimentos de
origem animal com uma base de produção diversificada internacionalmente,
balanceada entre proteínas e líder nos mercados em que atuamos. O amplo mix de
produtos processados e centros de distribuição, além dos escritórios de vendas,
permitem atender a todos os mercados consumidores ao redor do mundo. Vendemos
para redes multinacionais de Fast Food e varejo, além de atuar no mercado
local, com vendas segmentadas por área: atacado e vendas institucionais. Entre
os diversos segmentos em que estamos presente, somos (i) líder em produção e
exportação de carne bovina do mundo; (ii) o segundo maior produtor de carne de
frango do mundo; (iii) o terceiro maior produtor de carne suína dos EUA; (iv)
um dos líderes na produção e exportação de carne ovina do mundo, e; (v) líder
mundial no processamento de couros/ peles. Em 2009, obtivemos R$ 55,2 bilhões
de receita líquida consolidada pro forma e contamos com mais de 120 mil
colaboradores.
No 1º sem/10 focamos nossos esforços em integrar as
empresas que adquirimos no final do ano passado. Concluímos duas transações
transformacionais em dezembro e, conforme nossa tradição, movemos rapidamente
para implementar a integração necessária e capturar as sinergias para melhorar
nossa rentabilidade. A fusão com a Bertin e a aquisição do controle da
Pilgrim’s Pride nos EUA foram desafios para os quais nos sentimos preparados,
tendo em vista nossa história, que envolveu inúmeras aquisições e processos de
integração. Temos satisfação em anunciar que estamos progredindo em capturar as
sinergias, hoje acima das nossas expectativas e, estamos confiantes que nossos
resultados nos próximos trimestres demonstrarão isso. Diversas mudanças
ocorreram no mercado no segundo semestre e algumas dessas mudanças
influenciaram diretamente nossos negócios: aumento no preço da matéria prima
(principalmente gado e grãos) e apreciação do câmbio (Real e Dólar
Australiano). É importante ressaltar que os preços de venda acompanharam a
evolução das matérias primas, refletindo a forte demanda. O aumento da renda
per capita nas classes menos privilegiadas resulta na melhora nos hábitos de
consumo (inclusive alimentares), onde a proteína animal se destaca. Vimos essa
tendência ocorrer especialmente nas economias emergentes, destacando o Brasil,
mesmo com a crise econômica mundial. Expandimos rapidamente nossa distribuição
direta aqui no Brasil, o que servirá de modelo para fortalecer a
distribuição direta global.
Observamos um aumento expressivo da demanda por nossos
produtos, especialmente nos mercados emergentes e em países ricos em petróleo,
regiões onde há dificuldade para aumentar a produção de proteína. Dessa forma,
o comércio internacional está tomando novas dimensões e os preços de venda
devem se manter em patamares elevados. Quase um terço de nossa receita vem de
exportações e enxergarmos isso como uma tendência consistente. Ao aumentar
nossa presença nesses mercados, ganhamos mais musculatura para avançar com
nosso projeto de distribuição direta. Nossa base de clientes em regiões como o
Oriente Médio está crescendo e, assim, esperamos ver nossa margem aumentando
nesses mercados ao longo dos próximos trimestres. Enquanto isso, observamos
certa estagnação nos mercados maduros. Como exemplo, nos EUA foram tomadas
medidas para a criação de novos postos de trabalho (o que tende a elevar a
demanda local por proteína). A depreciação contínua do Dólar americano
consolida os EUA como plataforma de produção de onde podemos exportar uma maior
variedade de produtos. Observamos sazonalmente um gradual aumento em nossas
exportações dos EUA e, na nossa visão, essa é uma tendência que deve continuar
a trazer impactos positivos para o nosso negócio. Em suma, na medida em que avançamos
na distribuição direta e aumentamos nossa variedade de produtos processados/
industrializados, somados aos benefícios advindos do crescimento de nossas
exportações, estamos confortáveis em dizer que estamos no caminho certo e
esperamos continuar expandindo, gradualmente, nossas margens.
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-
A JBS é a maior empresa em processamento de proteína animal do mundo, atuando
nas áreas de alimentos, couro, produtos para animais domésticos, biodiesel,
colágeno, latas e produtos de limpeza. A companhia está presente em todos os
continentes, com plataformas de produção e escritórios no Brasil, Argentina,
Itália, Austrália, EUA, Uruguai, Paraguai, México, China, Rússia, entre outros
países.
Com acesso a 100% dos mercados consumidores, a JBS possui 140 unidades de
produção no mundo e mais de 120 mil colaboradores focados no sucesso da
companhia, sustentado pelo espírito empreendedor e pelo pioneirismo.
Período
Analisado: 3T11 - 3o
Trimestre de 2.011 ( Julho/Agosto/Setembro )
PAINEL
DE INDICADORES
|
17/11/11
|
|
|
|
|
|
SELIC
|
11,50%
|
Ativo
|
R$
|
PL
|
VP
|
GR
|
DY
|
LA
|
Dv
|
Ml
|
EB
|
MS
|
JBSS3
|
5,75
|
-27,5
|
0,84
|
-23,1
|
0,0%
|
-3,6%
|
0,9
|
-1%
|
-3,6%
|
-137,2%
|
-
A margem bruta consolidada foi de 10,9%, 1,2p.p. superior ao trimestre
anterior.
- No consolidado o EBITDA foi de R$786,8 milhões no trimestre com uma margem
EBITDA de 5,1%, 1,1p.p. maior em relação ao 2T11.
- Houve geração de caixa líquido proveniente das atividades operacionais de
R$897,0 milhões no trimestre, antes dos investimentos.
- A geração de caixa pós-capex foi de R$507,7 milhões no trimestre e a variação
líquida de caixa foi de R$620,8 milhões positiva.
- A Companhia encerrou o trimestre com R$5,6 bilhões em caixa, um aumento de
12,5% em relação ao 2T11 e superior em 100% a dívida de curto prazo.
- Excluindo o efeito da variação cambial da dívida líquida denominada em dólar,
a Companhia reduziu a sua dívida em R$530 milhões, aproximadamente.
- A eficaz política de Hedge da Companhia possibilitou minimizar os efeitos das
variações cambiais no resultado.
- Receita líquida 15.567M +6,5% 3Tx2T11
- Lucro bruto 1.694,21M+19,4%
- O
prejuízo de R$67,5 milhões foi impactado por aproximadamente R$439 milhões,
advindo dos resultados da Pilgrims e da variação cambial que é um efeito não
caixa. Excluindo-se estes efeitos, o lucro líquido seria de aproximadamente de
R$372 milhões.
- Custo dos produtos vendidos (13.873,6M) +5,1% 3Tx2T11
- Lucro líquido/prejuízo (67,5) era de -180M no 2T11, apesar
da melhora continua negativo
-
O prejuízo no período foi de R$67,5 milhões, equivalente a R$ -0,02 por ação,
decorrente do prejuízo da Unidade de Frango de US$162,5 milhões no trimestre e
R$170,6 milhões de variação cambial líquida no resultado, que é um efeito não
caixa. Eliminando esses efeitos, o lucro da JBS seria de R$372,1 milhões.
-
A empresa apresentou uma melhora muito expressiva, motivo que elevou as
cotações em 40% nos últimos 30 dias, mas fico com a impressão de que apesar de
ter obtido uma vitória não convenceu; incrível uma empresa que consegue faturar
tanto e ter um lucro tão baixo, esse é o efeito das margens, pior ainda ficar
mascarando resultado e citando que se não fosse o prejuízo da unidade de frango
o lucro teria sido maior, se não fosse o dólar o lucro teria sido maior.... em
qualquer empresa, se não fossem os erros e a falta de controle, seus resultados
teriam sido maiores. Parabéns pelo Trimestre e melhor sorte da próxima vez.
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