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domingo, 11 de outubro de 2009

Material Rodoviário


Acho que as informações abaixo não são lá muito auspiciosas, especialmemte para MYPK3 e SGAS4, e parcialmente para outras no setor (RAPT4, FRAS4, PLAS3, etc).
Fonte: site da Fenabrave http://www.tela.com.br/dados_mercado/emplacamentos/index.asp?coditem=1
emplacamentos em maio
automóveis: 195.720 (2,2% mais que em 2008)
comerciais leves: 41.668 (8,2% mais que em 2008)
caminhões: 7.642 (22,9 menos que em 2008)
ônibus: 1.951 (10,4% menos do que 2008)
outros: 6.782 (21,0% menos do que 2008)
caminhões Scania: 414 (42,4% menos do que em 2008)
ônibus Scania: 50 (47,4% menos do que em 2008)
Se o resultado de maio for repetido em junho, os resultados aproximados do 2T09 seriam:
automóveis: 575.500 (4% menos que em 2008)
comerciais leves: 123.500 (1% mais que em 2008)
caminhões: 23.500 (25 menos que em 2008)
ônibus: 5.500 (18% menos do que 2008)
outros: 21.500 (20% menos do que 2008)
caminhões Scania: 1.500 (27% menos que em 2008)
ônibus Scania: 150 (34% menos que em 2008)
A menos que esteja enganado, o relativamente bom resultado relativo a automóveis impacta positivamente TGMA3.
O fraco resultado em caminhões e outros (reboques, etc) impacta negativamente MYPK3. O fraco resultado em veículos Scania impacta negativamenete SGAS4.
RAPT recentemente divulgou uma queda de 23,2% na receita líquida de abril. FRAS divulgou um aumento na receita liquida de 2,7%. A minha expectativa é que estes resultados serão levemente melhores em maio.
Análise Coin Valores
A palavra “turbinado” sintetiza como foi o ano de 2010 para o setor automotivo. Na esteira do bom momento da economia interna, a indústria automobilística engrenou uma recuperação, que encontrou respaldo nos estímulos governamentais e condicionantes de demanda para registrar bom desempenho em 2010. Apesar do fim da redução do IPI, o setor continuou impulsionado, principalmente pelo aumento da massa salarial, expansão do crédito disponível, redução das taxas de juros e aumento nos prazos de pagamentos. Segundo dados da ANFAVEA, de janeiro a novembro de 2010 houve crescimento de 14,6% na produção total de autoveículos em relação ao mesmo período de 2009. A projeção da entidade é de que o mercado interno de veículos deve encerrar 2010 com 3,45 milhões de unidades, (crescimento de 9,8% sobre os 3,14 milhões de veículos comercializados em 2009), tornando-se o quarto maior mercado mundial. Todavia, entendemos que a análise do comportamento do setor em 2011 dependerá, dentre outros fatores, da saúde econômica dos EUA. Caso a lentidão econômica nos EUA permaneça por um longo período, é factível que o real continue o movimento de valorização, (apesar das possíveis medidas que o governo possa adotar) e a conseqüência deste cenário de câmbio valorizado, é a expansão das importações. Os efeitos desse movimento já apareceram e começam a preocupar. A ANFAVEA enfatiza a preocupação com as importações, que chegaram à média de 18,4% até novembro de 2010. A previsão é que as importações de veículos atinjam a casa de 21%, podendo chegar a 22% em 2011. Só para se
ter uma idéia da grandeza desses números, em 2005 os importados correspondiam a apenas
5% do total de vendas. Mesmo com essa expectativa de aumento do volume de importados, os emergentes representados fortemente pelos países que integram o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) vão concentrar a maior parte da produção e superar os países desenvolvidos, tanto em
consumo quanto em produção. A China deve continuar na liderança da produção, expandindo seu domínio na indústria com marcas próprias, tanto no mercado interno como no externo, em virtude das parcerias com marcas globais que conferiram expertise para o gigante asiático. O Brasil ainda enfrenta diversos problemas, como a alta carga de impostos, deficiência na infraestrutura, baixa escala de produção, dentre outros fatores que prejudicam a indústria nacional diante de outros países. Contudo, levamos vantagem sobre os outros integrantes do “BRIC”, graças à melhor tradição em engenharia, laboratórios mais sofisticados, além do acúmulo de conhecimento em muitos anos de indústria instalada no país.

Entre prós e contras, as perspectivas continuam otimistas para 2011, apontando novo recorde de vendas no mercado interno, que deverão alcançar 3,63 milhões de unidades, o que representa aumento de 5,2% na comparação com 2010, segundo a ANFAVEA. E o otimismo não acaba por aí: no médio prazo, as projeções apontam demanda de seis milhões de unidades em 2015, sustentada pelo aumento de renda e crédito, bem como pelas novas fábricas e ampliação das já existentes. Basta olhar para os números de investimentos, que só entre as quatro grandes montadoras supera R$ 20 bilhões entre planos em andamento e outros que vão até 2015. Outro fator que representa potencial de crescimento do mercado automotivo no Brasil é a relação de número de carros por habitante. Atualmente, números da ANFAVEA apontam uma relação de 6,9 habitantes por veículo no Brasil, enquanto países europeus e nos EUA tem médias próximas a dois habitantes por veiculo. Ainda temos muito espaço para crescer assim como ainda existe uma grande demanda reprimida no mercado automotivo nacional.

2409 - paulorizzi - 12/Mar/2009 22:36
"O setor industrial automotivo, para o consumo interno, recuperou-se bem. O que despencou e continua muito mal é o segmento da exportação. Não fosse a praticamente paralização das exportações, o setor industrial automotivo, comparativamente, seria um daqueles em melhores condições. Agora, o mercado tem respondido de forma muito estranha."
"No caso da FRAS4, até entendo. No meu modo de ver, apresentou resultados pífios (em termos de resultado líquido) em dois semestres seguidos. No 3T08 remou muito e morreu na praia (melhor trimestre em receita, para um lucro ridículo). No 4T08 a receita caiu sensivelmente (20%), e o resultado financeiro negativo comeu praticamente todo o lucro."
"Mas e a RAPT4? Este ano, o mercado derrubou o papel de R$ 6,88 para R$ 4,71 !!! Com base em exatamente nada! Apesar dos resultados financeiros altamente negativos no 2o. semestre, a performance geral da empresa foi excelente."
"E POMO4? O mercado conseguiu derrubar de R$ 3,44 para R$ 2,80 também baseado em nada! Mais uma vez, resultados financeiros negativos no 2o. semestre não foram suficientes para macular a performance. Em outros tempos, o resultado líquido do 4T08 iria fazer o papel, ""bombar"" como diz a turma do oba oba."
"Os únicos papéis que tiveram comportamentos, digamos, condizentes com a real situação, foram CNFB4 e TGMA3."
"Aos preços de hoje, eu não teria problemas em adquirir CNFB4, POMO4, RAPT4 e TGMA3. Acho que não faz muito sentido investir em FRAS4 (prefiro RAPT4) e concordo que a hora de MGEL4 ainda não chegou. Quem sabe, após o balanço?"

2377 - lycurgo - 12/Mar/2009 11:31
Vc não acha que o setor de automoveis demorara muito para recuperar-se da cise?
"A fras4 vem caindo e não vejo força para melhora. A mgel4 depois da recompra não sustentou o seu preço acima de R$ 5,00. O balanço da fras veio dentro do esperado e mesmo assim não houve reação. Sabemos que a redução dos impostos para o setor sera prorrogada."
Acredito que a MGEL4 ainda cai mais um pouco não sendo hora para posicionamento.
2381 de 5068 12/Mar/2009 13:55 0
Capa_Preta Comentários: 729 - Desde: Dez 2008
"Depende... estou longe de ser um especialista no assunto mas ao que me parece, se o governo mantiver os incentivos fiscais (como redução/isenção do IPI) e os juros seguirem em tendência de baixa (o que eu acho que deve acontecer) talvez não demore tanto."
"Fato. Pode demorar mas uma hora volta. O que eu nào quero é que caia muito e isso eu acho que não vai acontecer. Acho, claro."

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