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segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Petróleo. Gás e Biocombustíveis









360588  - keep_calm - 23 Abr 2019, 18:40
A produção de etanol do Brasil na safra 2018/19, encerrada em março, totalizou um recorde de 33,58 bilhões de litros, expressiva alta de 23,3 por cento ante o ciclo anterior, informou nesta terça-feira a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).Em seu último levantamento sobre a temporada, a Conab disse ainda que a fabricação de açúcar no país, o maior exportador global do adoçante, recuou 17,2 por cento, a 31,35 milhões de toneladas.fonte:Reuters...

IPC-S sobe 0,69% na 3ª quadrissemana de abril ante 0,79% na anterior, diz FGV,fonte:DCI..

360111 - keep_calm  -  03 Abr 2019, 19:21
A produção do pré-sal alcançou 1,826 milhão de barris de óleo equivalente por dia em fevereiro deste ano, expansão de 3,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já em comparação a janeiro, houve redução de 0,6%. Foram produzidos 1,450 milhão de barris de petróleo por dia e 59,8 milhões de metros cúbicos diários de gás natural por meio de 88 poços. Os dados foram divulgados dia 02 pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O maior produtor de petróleo e gás natural em fevereiro foi o Campo de Lula, na Bacia de Santos, com média produzida de 885 mil barris de petróleo por dia e 37,5 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. Os campos marítimos produziram 95,7% do petróleo e 82% do gás natural, em 7.250 poços, dos quais 695 são marítimos e 6.555, terrestres. Os campos operados pela Petrobras produziram 94% do petróleo e gás natural. Se considerados os campos terrestres, o de Estreito, situado na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores: 1.125. fonte:Agência Brasil

342795  - toneguti  - 06 Out 2017, 22:26
BNDES deve investir R$ 285 bi no setor de petróleo e gás até 2020

Segundo a diretora da Área de Indústria e Serviços e Indústria de Base o banco tem recursos para garantir o desenvolvimento da indústria
Por Estadão Conteúdo
Barris de petróleo
Barris de petróleo: cerca de 112 plataformas foram esvaziadas no golfo até agora (Edgar Su/File Photo/Reuters)
Rio – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) prevê que o setor de petróleo e gás natural no Brasil receberá investimentos da ordem de R$ 285 bilhões entre 2017 e 2020, informou a diretora da Área de Indústria e Serviços e Indústria de Base, Claudia Prates.
https://exame.abril.com.br/economia/bndes-deve-inv...

160975 - Matiasco -  19 Dez 2012, 00:05
Interferência política, gestão questionável, uso da empresa pelo governo para controlar a inflação, tudo é pertinente a PETROBAS, mas há quem diga que a explração de petróleo no Brasil ainda vai avançar muito.

Vejam o link: http://www.guiainvest.com.br/inicio/default.aspx?feed_fise=comu

BBC Brasil - Notícias - Brasil só ficará atrás de Iraque em aumento de produção de petróleo, diz relatório

O Brasil deve se tornar o país que terá o mais rápido crescimento na produção de petróleo fora do Oriente Médio nas próximas duas décadas, afirma um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), com sede em Paris.

De acordo com a agência, a produção diária de petróleo no Brasil vai crescer 3,5 milhões de barris até 2035, a segunda melhor performance mundial, atrás apenas do Iraque, cujo volume deve aumentar em 5,6 milhões de barris por dia no período, atingindo 8,3 milhões de barris diários.

160262 - Jorge Tomaz -  13 Dez 2012, 00:52
De bancos ao setor de energia: veja as medidas tomadas pelo governo em 2012

Ano que está acabando foi bastante movimentado para diversos setores da economia, em meio a medidas de estímulo e redução do chamado custo-Brasil

Por Lara Rizério
|10h33 | 11-12-2012

SÃO PAULO - O ano de 2012 foi bastante movimentado para os mercados brasileiros. Além de questões internacionais afetando os investidores, como a crise na zona do euro e a questão do abismo fiscal nos Estados Unidos, o governo brasileiro também teve uma grande influência na movimentação dos mercados, sejam eles de renda fixa ou variável.
No ano corrente, vimos diversas atuações do governo em muitos setores da economia, em meio ao fraco desempenho econômico que também predomina o cenário nacional. Medidas de estímulo à indústria, discussões sobre reajuste na gasolina, redução de spread bancário e as mudanças de regulação no setor elétrico, afetaram as decisões de investimento durante todo o período. No mercado acionário, o viés de suas políticas foi tanto altista quanto baixista para alguns setores, assim como para o mercado de câmbio. Veja abaixo os principais "alvos" do governo durante este ano:
[...]
6. Ajuste da gasolina e redução da taxa de juros: este foi um embate não-declarado, mas não menos importante. Durante todo o ano de 2012, o debate envolvendo a Petrobras (PETR3;PETR4) teve como base o possível uso político da companhia pelo governo. Ao não promover o ajuste de preços da gasolina, a petrolífera tem dificuldades em manter o seu plano de investimentos e apresenta piora nas suas operações, uma vez que os valores do combustível estão bem mais defasados do que no mercado internacional. Por outro lado, o País não enfrentaria uma alta na inflação.
No começo do ano, a presidente Dilma afirmou que a companhia está assumindo o papel de indutora do desenvolvimento de todos os setores da indústria, mas sem tocar no assunto do reajuste de preços. Já no meio de 2012, as informações eram de que a gasolina seria reajustada em cerca de 10% na refinaria, sendo que, mais tarde, foi confirmado um aumento de apenas 7,83%, sendo que nada foi repassado ao consumidor, uma vez que o governo decidiu reduzir a zero as alíquotas da CIDE (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e PIS/Cofins e também o tributo estadual ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Esta atuação do governo, de acordo com muitos analistas, mostrou que o governo estaria mais preocupado em controlar a inflação do que com a rentabilidade da empresa, o que fez as ações registrarem forte queda.
No começo de agosto, novas discussões acerca de um reajuste de combustível se acenderam, depois do prejuízo de R$ 1,3 bilhão no balanço do segundo trimestre da petrolífera. Os rumores aumentaram com as declarações do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmando que existia a possibilidade de alteração dos valores ainda em 2012, mas que não havia decisão nenhuma já tomada. Entretanto, a presidente da Petrobras, Graça Foster de que não havia uma negociação com o governo para um novo reajuste dos preços dos combustíveis colocou por terra essa possibilidade. Já em outubro, começaram as notícias de que os valores dos combustíveis seriam reajustados após a eleição.
Mais recentemente, no final de novembro, as pressões da petrolífera por reajustes aumentaram, ainda mais em meio à desvalorização do real frente ao dólar, tornando a importação de combustíveis, petróleo e equipamentos mais caras e elevando a dívida da companhia. Na última semana, entretanto, o ministro da fazenda, que também é presidente do conselho de administração da companhia, negou que haveria um ajuste dos preços.
As medidas para contenção da inflação fazem parte da estratégia do governo para a redução da taxa básica de juros da economia, a Selic. Em junho de 2011, o patamar da Selic estava em 12,25% ao ano, e desde então teve sucessivas quedas até atingir 7,25% ao ano na penúltima reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) e ser mantida no encontro de 28 de novembro.
Neste sentido, esteve a alteração nas regras de remuneração da carteira de poupança no começo de maio, que passou a remunerar seus aplicadores com 70% da taxa Selic mais TR (Taxa Referencial) sempre que a Selic cair para 8,5% ao ano ou menos, o que ocorreu na reunião de 30 de maio deste ano. Estas medidas buscam fazer com que o investidor, que vê as suas aplicações diminuírem em fundos de renda fixa com a redução da taxa de juros, passem a aplicar na poupança, que agora mostrar rendimentos compensadores por ser isenta de tributações.
[...]
http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2631770/bancos-setor-energia-veja-medidas-tomadas-pelo-governo-2012

Análise Coin Valores
Os preços do petróleo apresentaram expressiva valorização ao longo de 2010. Contudo, para nós brasileiros (e mais especificamente, analistas do mercado de capitais), o grande evento do ano foi a megacapitalização da gigante estatal Petrobras. Tal notícia foi assunto no mundo todo, já que somou mais de R$ 120 bilhões. Como já falamos em outros relatórios, o evento trouxe um novo marco na história do mercado de capitais, contudo, deixou também algumas marcas, sobretudo aos investidores minoritários. Focando na análise setorial, o quadro para o mercado de petróleo ainda mostra um balanço de oferta e demanda pouco pressionado, apesar das recentes revisões por parte das principais instituições internacionais, que passaram a apontar para um aumento de demanda maior do que o anteriormente previsto. A Internacional Energy Agency (IEA) e a Opep elevaram em 200 mil barris suas projeções para a
ampliação do consumo diário global de petróleo em 2010, enquanto a Energy Information Administration (EIA) elevou suas estimativas em 300 mil barris/dia. Para 2011, a IEA e a Opep
aumentaram suas projeções em 100 mil barris diários. Segundo a AIE, esses cálculos são baseados na estimativa do FMI de crescimento global de 4,7% no ano de 2010 é de 4,2% em
2011. Caso o crescimento global seja de cerca de 3%, a demanda por petróleo cairá para 87,1
milhões de barris diários. Para 2011, as estimativas da IEA indicam que o mercado se tornará
menos dependente da Opep e de estoques em 300 mil barris/dia. Contudo, independentemente da estimativa de ampliação da dependência em relação à oferta da Opep, a capacidade ociosa dos países membros do cartel (em especial a da Arábia Saudita) é relativamente elevada – próxima dos 6 milhões de barris/dia – e atende com folga às necessidades globais. A agência não concorda com expectativas de preços próximos a US$ 100 por barril em 2011, contudo, a tendência deverá ser de alta, com possibilidade de haver redução da oferta e aceleração nos preços. Trabalhamos com elevação de aproximadamente 3% no preço do barril de petróleo em nosso cenário base. Lembramos também que parte da tendência altista em nossas expectativas está contemplando a perspectiva de um dólar desvalorizado em relação as outras moedas por um período mais longo que o anteriormente considerado. Para o longo prazo, a agência prevê que a demanda de petróleo aumentará 18% entre 2009 e 2035, em grande parte graças ao consumo da China, e o barril deve alcançar o preço de 113 dólares, mas as cotações devem sofrer uma volatilidade no curto prazo, segundo um relatório da Agência Internacional de Energia (AIE). A AIE calcula que a demanda mundial de petróleo chegará a 99 milhões de barris diários (mbd) em 2035, uma alta de 15 milhões na comparação com 2009. O aumento será resultado exclusivamente da demanda de países que não integram a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE). De fato, metade deste aumento virá da China, em conseqüência da necessidade de combustíveis do gigante asiático para seu sistema de transportes. Entre os países da OCDE a demanda cairá 6% no mesmo período de referência, de acordo com o relatório sobre as perspectivas energéticas mundiais da AIE. Ou seja, para os mais céticos, o petróleo não deverá deixar de ser uma importante fonte de energia pelos próximos 20 anos. Em 2011, assim como em toda a década que se inicia, os países emergentes deverão ser os principais responsáveis pela expansão da demanda mundial por petróleo e, conseqüentemente, os investimentos e as receitas do setor. Uma coisa é certa também: mesmo que não tenhamos acompanhado uma vigorosa recuperação econômica mundial, o preço internacional do barril de petróleo retomou a trajetória de alta, e buscou o patamar de US$ 90/barril, superando as projeções mais otimistas. Trabalhamos com valores próximos a US$ 90/ barril em 2011, beneficiado por restrições no lado da oferta, favorecido por questões de moedas.

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