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domingo, 5 de abril de 2020

Viagem e Lazer

Ta aí

18/03/2013 - 03h00
Turismo internacional no Brasil cresce 5% em 2012

O turismo no Brasil bateu recorde no ano passado com aproximadamente 5,7 milhões de visitantes estrangeiros, segundo dados preliminares da Embratur -os números consolidados serão divulgados em abril.

A expectativa para este ano é que a marca seja superada e o país receba seis milhões de pessoas. Em 2012, o turismo em geral cresceu 5%, e o segmento de eventos, entre 15% e 20%.

"Ser realizador de grandes feiras e competições é fundamental para o crescimento do setor, pois evita a sazonalidade do turismo de lazer", afirma o presidente da Embratur, Flávio Dino.

Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Foz do Iguaçu e Salvador foram, nessa ordem, as cidades que mais receberam eventos internacionais.

Dino diz também que, com o país em evidência por causa da Copa e da Olimpíada, é preciso cautela das empresas em relação às margens excessivas de lucro.

"Não é porque a demanda está aquecida que você [hotelaria, companhias aéreas, restaurantes] pode praticar qualquer valor. O preço caro cobrado hoje é um preço caro que se paga amanhã", diz.

"Por isso, estamos conversando com o setor para que as consequências não sejam negativas. É melhor ganhar pouco por muito tempo do que muito por pouco tempo"

A Embratur e o Ministério do Turismo não irão tabelar preços, garante. Para Dino, o bom senso deve prevalecer.

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Copa e Olimpíada elevam demanda em escritórios de direito do Rio

Os escritórios de direito no Rio de Janeiro registraram aumento de consultas sobre as leis brasileiras de propriedade intelectual -que protegem patentes e marcas- por causa da proximidade da Copa do Mundo e da Olimpíada.

No Demarest e Almeida Advogados, o número de clientes internacionais com questões sobre o assunto cresceu 20% no ano passado, na comparação com 2011.

O processo de remissão de royalties ao exterior e os modelos de contratos que podem ser fechados no Brasil para licenciamento dos direitos de propriedade intelectual são as principais demandas.

Empresas dos setores bancário, esportivo e automobilístico concentram as consultas, diz Tatiana Campello Lopes, sócia do escritório.

No Machado Meyer, houve a contratação de um funcionário no início deste ano para atuar no Rio e tratar apenas desse tema.

"A demanda aumentou há um ano e meio. As empresas querem participar dos eventos como patrocinadoras ou fornecendo serviços. Há companhias se constituindo só para atender aos eventos", afirma Elton Minassi, sócio da banca.

O escritório está trabalhando nas negociações de contratos de patrocínio relacionados aos estádios, com fornecedoras oficiais de materiais esportivos para os eventos e com uma empresa que fará as imagens dos jogos e as distribuirá para os canais de televisão.

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Combinado com os russos

A Bematech, empresa de tecnologia para o varejo e o setor hoteleiro, fechou contratos na Rússia.

Há um ano, a companhia fez uma parceria com uma empresa russa, a Scancity, e já tem cerca de 50 clientes.

Um dos acordos de automação no varejo foi com a rede de fast food russa Little-Potato, que conta com mais de 300 pontos de venda no país.

O principal contrato internacional de hardware no quarto trimestre de 2012 contribuiu para o crescimento de 14% na área, ante o mesmo período de 2011.

A empresa também tem contratos com hotéis na Europa, além de atender o varejo em outros países lati­nos. No Brasil, a expansão no ano passado foi de 11% e do Ebitda, de 87%.

Bom termômetro da atividade, a empresa está ainda mais otimista neste ano.

"O varejo continua crescendo. Estamos na boca do caixa", diz Cleber Morais, presidente da companhia. "Farmácias e material de construção vão muito bem".

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Protesto... O número de títulos protestados na cidade de São Paulo diminuiu 16% em fevereiro, na comparação com o mês anterior, de acordo com pesquisa realizada pelo Instituto de Estudos de Protesto de Títulos em dez tabeliães da cidade. Ao todo, foram 64.221 títulos.

...em baixa Do total dos protestos, aproximadamente 72% foram de duplicatas (46,2 mil) e 7,5% foram de cheques (4.856). As promissórias representaram 5,4%. Apenas os novos títulos, como cédulas de crédito bancário e contratos de câmbio, registraram alta no mês -de 10,7%.

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