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domingo, 5 de abril de 2020

Brinquedos e Jogos








171516 - prsantos - 08 Mar 2013, 19:49
Importação de brinquedos diminui em 2012

A indústria nacional de brinquedos está recuperando o espaço ocupado pelos importados nos últimos anos.

Em 2012, a entrada dos produtos vindos do exterior teve queda de 3,9% em valores e de 3,2% em volume, segundo dados levantados pela Abrinq (associação nacional dos fabricantes) com a Secretaria de Comércio Exterior.

Maior controle de aduanas, perda de competitividade dos brinquedos chineses e medidas adotadas pelo governo brasileiro ajudaram o setor.

"A fiscalização nos portos foi um dos fatores principais. O preço médio do quilo importado cresceu 12,16% em janeiro, o que indica queda de subfaturamento", diz o presidente da entidade, Synésio Batista da Costa.

Para ele, o aumento do salário mínimo na China não afeta muito o mercado brasileiro: "A alta de 19,2% em fevereiro corresponde à uma elevação de 4,9% no preço do brinquedo. Isso não é nada".

Aires Leal Fernandes, diretor da Estrela, discorda.

"Sem dúvida os salários chineses afetaram nosso mix de produtos", diz.

A empresa, que é fabricante e importadora, deve ter 70% de seu faturamento de 2012 ligado à produção nacional.

"Houve anos em que a empresa importava metade", afirma Fernandes.

A desoneração da folha de pagamentos do setor e o câmbios também favoreceram o produto nacional, segundo Fernandes, que acredita que o movimento deve se repetir em 2013. "Neste ano, teremos também energia mais barata."
http://portosenavios.com.br/site/noticias-do-dia/portos-e-logistica/20947-importacao-de-brinquedos-diminui-em-2012

171515 - prsantos -  08 Mar 2013, 19:46
Mercado de brinquedos no Brasil cresce 15,6% e vai na contramão da Europa

O mercado brasileiro de brinquedos cresce na contramão dos principais países da Europa, segundo dados da consultoria GFK divulgados nesta quinta-feira (7). Em 2012, o setor registrou aumento de 15,6% no faturamento em relação a 2011, enquanto países como França, Inglaterra e, nos casos mais graves Portugal e Espanha, tiveram retração. O resultado foi puxado principalmente pela maior participação de brinquedos licenciados (super-heróis, personagens de filmes, desenhos ou jogos).

Cada vez mais, artigos licenciados de personagens famosos no universo infantil ganham espaço. “São bonecos de ação, eletrônicos e pelúcia, como essa galinha azul, que tem um poder de hipnotizar as crianças”, diz Oliver Römerscheidt, gerente de negócios da GFK. Para a consultoria o efeito da TV e das novas tecnologias é decisivo no consumo de brinquedos. “As crianças estão “antenadas”. Elas assistema canais de TV a cabo, têm acesso à internet, sabem usar tablets e pedem esses personagens. O ano de 2012 foi de “Batman”, “Homem-Aranha” e “Os Vingadores”, que ganham importância no mundo infantil”, explica o executivo.

A GfK destaca que mercado brasileiro é ajudado pelo tamanho da população infantil, que soma 46 milhões de indivíduos entre 0 e 14 anos. Como base de comparação, o número do último Censo é maior que a soma das crianças de França, Alemanha e Inglaterra.

Apesar disso, os gastos por criança ainda são modestos quando comparados com países europeus. Enquanto nas maiores economias da zona do euro o gasto fica na casa de R$ 600, o Brasil gasta cerca de um sexto disso. “A gente tem uma discrepância regional muito grande, porque metade da população infantil vive no Norte ou no Nordeste, mas as regiões somam apenas 23,3% do faturamento”, explica Oliver Römerscheidt, gerente de negócios da GFK. “A Grande Rio e a Grande São Paulo têm 12% da população, mas são donas de mais de um terço do faturamento nacional”, acrescenta.

Dentre os tipos de brinquedo, as bonecas lideram com 21,7%. Em segundo lugar, com 15,4%, estão artigos de esporte e de lazer, como piscinas, bolas, triciclos e quadriciclos. Na terceira posição, estão itens infantis e da fase da pré-escola, responsáveis por 14,2%. Carrinhos aparecem somente na quarta posição, com 13,2%. Em 2012, a GfK coloca jogos de cartas, brinquedos construção e bonecos de ação como os que mais cresceram.
http://economia.ig.com.br/empresas/industria/2013-03-07/mercado-de-brinquedos-no-brasil-cresce-156-e-vai-na-contramao-da-europa.html

168650 - prsantos -  22 Fev 2013, 19:11
Importação de brinquedos diminui em 2012

A indústria nacional de brinquedos está recuperando o espaço ocupado pelos importados nos últimos anos.

Em 2012, a entrada dos produtos vindos do exterior teve queda de 3,9% em valores e de 3,2% em volume, segundo dados levantados pela Abrinq (associação nacional dos fabricantes) com a Secretaria de Comércio Exterior.

Maior controle de aduanas, perda de competitividade dos brinquedos chineses e medidas adotadas pelo governo brasileiro ajudaram o setor.

"A fiscalização nos portos foi um dos fatores principais. O preço médio do quilo importado cresceu 12,16% em janeiro, o que indica queda de subfaturamento", diz o presidente da entidade, Synésio Batista da Costa.

Para ele, o aumento do salário mínimo na China não afeta muito o mercado brasileiro: "A alta de 19,2% em fevereiro corresponde à uma elevação de 4,9% no preço do brinquedo. Isso não é nada".

Aires Leal Fernandes, diretor da Estrela, discorda.

"Sem dúvida os salários chineses afetaram nosso mix de produtos", diz.

A empresa, que é fabricante e importadora, deve ter 70% de seu faturamento de 2012 ligado à produção nacional.

"Houve anos em que a empresa importava metade", afirma Fernandes.

A desoneração da folha de pagamentos do setor e o câmbios também favoreceram o produto nacional, segundo Fernandes, que acredita que o movimento deve se repetir em 2013. "Neste ano, teremos também energia mais barata."

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