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quarta-feira, 27 de março de 2019

Time Four Fun (SHOW)

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CompraAG08 (2013) - conservador22 (2013)  - ikkii (2016) - paulo_prof (2013)
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Carteiras
Fallas (dez/12) - ikkii (nov/15jan/16fev/16, mar/16abr/16, mai/16jun/16jul/16, ago/16set/16, out/16, nov/16dez/16macmax (set/12) - marquinhosrj (set/12) -  paulo_prof (jan/13) - polycrav (set/12 e out/12) - renatosp (out/12uqaz (set/12)
Balanços
A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Os Resultados horríveis do 4T18 impactaram fortemente os resultados de 2018, e o valuation do ativo. Embora a Receita Líquida do 4T18 tenha sido superior, em termos nominais (+6%), aquela do 4T17, os custos foram muito maiores (+17%), derrubando a margem. Um Resultado Financeiro desfavável fez o resto do serviço, com o lucro e ebitda despencando. A empresa explica que o ano foi desfavorável, devido a greve dos caminhoneiros, copa e eleições. Só resta esperar para ver o que o 1T19 nos trará.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Resultado Regular. Sensivelmente mais forte do que o 2T18, mas mais fraco do que o 3T17. O lucro só superou aquele do 3T17 pela menor despesa de IR/CS
Como a grande queda no preço não pode ser justificada nos fundamentos, creio ser interessante ler o relatório para verificar se há não recorrentes. Se estiver tudo "normal" pode ser uma oportunidade de entrada no ativo. Evidentemenet, vai depender a performance no 4T18.

marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida do 3T18 totalizou R$108,6 milhões, 18% inferior ao 3T17. Importante ressaltar que,a partir deste trimestre, a consolidação da Argentina reflete os efeitos de uma economia com hiperinflacão, ou seja, passamos a utilizar a taxa de câmbio final, e não mais a taxa média, na conversão das demonstrações financeiras, o que resultou em uma redução neste trimestre de R$8,8 milhões na receita líquida total, sendo que os maiores impactos ocorreram nos segmentos de operação de bilheteria e patrocínios, devido à baixa atividade na promoção de eventos na Argentina nos 9M18. A receita líquida na promoção de eventos diminuiu 8% em relação ao 3T17, totalizando R$71,0 milhões.; LUCRO BRUTO = O lucro bruto foi de R$32,1 milhões no 3T18 versus R$34,6 milhões no 3T17, principalmente pelo menor resultado no segmento de operação de bilheteria, cujas vendas de ingressos, tanto no trimestre, mas principalmente para shows futuros, ficaram abaixo das nossas expectativas.; RESULTADO FINANCEIRO = No 3T18, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$0,6 milhão, versus R$1,9 milhão positivo no 3T17. O resultado de uma receita financeira superior em R$1,1 milhão às despesas financeiras (devido ao baixo endividamento), foi corroído pela variação cambial negativa de R$1,6 milhão nas operações de hedge do Brasil e Argentina.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Resultados pífios. A culpa teria sido da copa. É provável que o 3T18 também não seja lá estas maravilhas ... De qualquer forma, ao preço atual, o ativo ainda tem muita gordura a queimar.

marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida do 2T18 totalizou R$71,7 milhões, 58% inferior ao 2T17.; LUCRO BRUTO = O lucro bruto foi de R$11,1 milhões no 2T18 versus R$35,0 milhões no 2T17, refletindo a queda de atividade neste trimestre na promotora e na ticketeira, sendo parcialmente compensado pela manutenção de patrocínios em linha ano contra ano.; DESPESAS OPERACIONAIS = As despesas com vendas, gerais e administrativas e a remuneração dos administradores reduziram 14% em relação ao 2T17, e as despesas totais reduziram 39%, devido à reversão de provisões para contingências,não recorrentes.; RESULTADO FINANCEIRO = No 2T18, o resultado financeiro líquido foi positivo emR$6,6 milhões, versus R$1,9 milhão negativo no 2T17, resultado de uma receita financeira superior em R$1,1 milhão às despesas financeiras(devido ao baixo endividamento), somada a uma variação cambial positiva de R$5,5 milhões nas operações de hedge do Brasil e Argentina.

1T2018 -
Paulo Prof - 
Achei os Resultados bons, excetuando a última linha, que foi fortemente impactada por uma despesa não usual de IR/CS. O operacional indica (taxa de crescimento do ebitda) que o ativo está barato ... mas há que se monitorar os próximos trimestres.

3T2017 -
paulo_prof  -
Excepcional o resultado do 3T17, especialmente no que concerne a '[ultima linha da DRE. Desde o 4T11 a empresa nao emplaca um resultado tão bom. Não li o relatório para verificar se há não recorrências ou excepcionalidades. Na comparação trimestral, todos os resultados evoluíram sensivelmente. Em especial, a evolução do lucro líquido foi suficiente para que a empresa também registrasse evolução positiva na base anual. Há indicações de que o ativo esteja barato, merecendo um monitoramento mais de perto. Recomendo, entretanto, parcimônia e cuidado.
O Resultado do 4T16 foi bom, um pouco abaixo somente da média trimestral dos últimos 12 meses. Em consequência, servirá como teste. Se o lucro líquido do 4T17 vier acima do lucro líquido do 4T16 de forma recorrente, a indicação de compra ficará reforçada.

2T2017 -
paulo_prof   -
Embora na, base trimestral, a Receita Líquida tenha involuido 24%, a sensível melhora na margem bruta, no resultado financeiro e nas despesas operacionais resultaram em expressivos ganhos na última linha e ebitda.
Na base anual, entretanto, a empresa ainda está correndo atrás, e um relativo bom trimestre não garante que resultados semelhantes serão conseguidos no curto prazo.
Apesar da sensível melhora dos múltiplos (ocasionada também pela correção do preço do ativo), ainda acho que o ativo pode estar caro. Eu esperaria mais um trimestre para colocar algumas fichas.

1T2017 -
paulo_prof   -
Ou o Resultado do 1T16 foi muito bom, ou o resultado do 1T17 foi ruim!
Há que se ler o relatório para entender se a empresa tem efetivas chances de produzir os resultados que são necessários para justificar os preços atuais.
Suspeito que o ativo esteja caro considerado o momento da empresa.

1T2016 -
ikkii   -
muito bons resultados. Segue o jogo.
Características
é a empresa líder no mercado de entretenimento ao vivo na América Latina e a quarta maior do mundo, em faturamento em 2011, conforme pesquisa da Billboard. A Companhia promove produções de espetáculos ao vivo de ícones da música nacional e internacional, artes performáticas e de entretenimento familiar, peças teatrais, exposições culturais e eventos esportivos, atuando com um modelo de negócios verticalizado e integrado. A Companhia também opera cinco das mais importantes casas de espetáculos na América do Sul, sendo quatro no Brasil e uma na Argentina.
Links
359010 - paulo_prof  -  03 Mar 2019, 20:58
Os Resultados horríveis do 4T18 impactaram fortemente os resultados de 2018, e o valuation do ativo. Embora a Receita Líquida do 4T18 tenha sido superior, em termos nominais (+6%), aquela do 4T17, os custos foram muito maiores (+17%), derrubando a margem. Um Resultado Financeiro desfavável fez o resto do serviço, com o lucro e ebitda despencando. A empresa explica que o ano foi desfavorável, devido a greve dos caminhoneiros, copa e eleições. Só resta esperar para ver o que o 1T19 nos trará.

SHOW3

PREÇO: R$ 7,30

PAYOUT (2018) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 58,59

P/VPA 1,50

PSR 0,82

DY 0,41%

EV/EBITDA 8,21

MARGEM BRUTA 16,2%

MARGEM OPERACIONAL 4,6%

MARGEM LÍQUIDA 1,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,125

MARGEM EBITDA 6,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 38,4%

ROE 2,55%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,23



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,35%

RESULTADO BRUTO -28,05%

RESULTADO FINANCEIRO passou de psitivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -60,18%

RESULTADO LÍQUIDO -81,10%

EBITDA -50,13%



b) 4T18 sobre 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,92%

RESULTADO BRUTO -49,77%

RESULTADO FINANCEIRO passou de psitivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL passou de psitivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de psitivo para negativo

EBITDA -95,15%



c) lucro líquido, nominal

UA -81,10%

U2A -43,85%

U3A -26,30%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 5,97%

U2A 7,39%

U3A 8,28%



e) ebitda, nominal

UA -50,13%

U2A -23,91%

U3A -3,56%

U4A passou de negativo para positivo

U5A 36,48%

U6A 39,13%

U7A -14,03%

U8A -11,01%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 1,52

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +40,5% !!!!

356813 - marcosvinicius2 - 13 Dez 2018, 19:15
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida do 3T18 totalizou R$108,6 milhões, 18% inferior ao 3T17. Importante ressaltar que,a partir deste trimestre, a consolidação da Argentina reflete os efeitos de uma economia com hiperinflacão, ou seja, passamos a utilizar a taxa de câmbio final, e não mais a taxa média, na conversão das demonstrações financeiras, o que resultou em uma redução neste trimestre de R$8,8 milhões na receita líquida total, sendo que os maiores impactos ocorreram nos segmentos de operação de bilheteria e patrocínios, devido à baixa atividade na promoção de eventos na Argentina nos 9M18. A receita líquida na promoção de eventos diminuiu 8% em relação ao 3T17, totalizando R$71,0 milhões.; LUCRO BRUTO = O lucro bruto foi de R$32,1 milhões no 3T18 versus R$34,6 milhões no 3T17, principalmente pelo menor resultado no segmento de operação de bilheteria, cujas vendas de ingressos, tanto no trimestre, mas principalmente para shows futuros, ficaram abaixo das nossas expectativas.; RESULTADO FINANCEIRO = No 3T18, o resultado financeiro líquido foi negativo em R$0,6 milhão, versus R$1,9 milhão positivo no 3T17. O resultado de uma receita financeira superior em R$1,1 milhão às despesas financeiras (devido ao baixo endividamento), foi corroído pela variação cambial negativa de R$1,6 milhão nas operações de hedge do Brasil e Argentina.:

SHOW3
PREÇO: R$ 7,00
PAYOUT (2017): 14,24%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,31
P/VPA 1,41
PSR 0,81
DY 1,16%
EV/EBITDA 9,10
MARGEM BRUTA 19,58%
MARGEM OPERACIONAL 9,95%
MARGEM LÍQUIDA 6,55%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,568
MARGEM EBITDA 10,09%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 54,11%
ROE 11,47%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,52

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,69%
RESULTADO BRUTO -10,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 123,98%
RESULTADO OPERACIONAL -0,54%
RESULTADO LÍQUIDO 11,35%
EBITDA -7,77%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -18,49%
RESULTADO BRUTO -7,03%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -132,91%
RESULTADO OPERACIONAL -24,82%
RESULTADO LÍQUIDO 2,20%
EBITDA -10,21%

c) lucro (taxa média anual)
UA 11,35%
U2A 12,40%
U3A -204,51%

d) patrimônio líquido médio
UA 8,95%
U2A 7,96%
U3A 8,87%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,10
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -0,3% !!!!
[...]

356006  - paulo_prof -  18 Nov 2018, 19:37
Resultado Regular. Sensivelmente mais forte do que o 2T18, mas mais fraco do que o 3T17. O lucro só superou aquele do 3T17 pela menor despesa de IR/CS

Como a grande queda no preço não pode ser justificada nos fundamentos, creio ser interessante ler o relatório para verificar se há não recorrentes. Se estiver tudo "normal" pode ser uma oportunidade de entrada no ativo. Evidentemenet, vai depender a performance no 4T18.

guuOfhLHy8hY=

SHOW3

PREÇO: R$ 6,75

PAYOUT (2017) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,84

P/VPA 1,36

PSR 0,78

DY 2,01%

EV/EBITDA 5,97

MARGEM BRUTA 19,6%

MARGEM OPERACIONAL 9,9%

MARGEM LÍQUIDA 6,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,570

MARGEM EBITDA 10,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 4,1%

ROE 11,47%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,52



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +1,69%

RESULTADO BRUTO -10,95%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +123,98%

RESULTADO OPERACIONAL -0,54%

RESULTADO LÍQUIDO +11,35%

EBITDA -8,10%



b) 3T18 sobre3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -18,49%

RESULTADO BRUTO -7,03%

RESULTADO FINANCEIRO passou de psitivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -24,82%

RESULTADO LÍQUIDO +2,20

EBITDA -10,38%



c) lucro líquido, nominal

UA 11,35%

U2A 12,40%

U3A passou de positivo para negativo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 18,95%

U2A 7,96%

U3A 8,87%



e) ebitda, nominal

UA -8,10%

U2A -7,60%

U3A 55,08%

U4A passou de negativo para positivo

U5A passou de negativo para positivo

U6A -9,41%

U7A -7,40%

U8A 1,83%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,12

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0% !!!!

353505 - marcosvinicius2 -  08 Set 2018, 15:04
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida do 2T18 totalizou R$71,7 milhões, 58% inferior ao 2T17.; LUCRO BRUTO = O lucro bruto foi de R$11,1 milhões no 2T18 versus R$35,0 milhões no 2T17, refletindo a queda de atividade neste trimestre na promotora e na ticketeira, sendo parcialmente compensado pela manutenção de patrocínios em linha ano contra ano.; DESPESAS OPERACIONAIS = As despesas com vendas, gerais e administrativas e a remuneração dos administradores reduziram 14% em relação ao 2T17, e as despesas totais reduziram 39%, devido à reversão de provisões para contingências,não recorrentes.; RESULTADO FINANCEIRO = No 2T18, o resultado financeiro líquido foi positivo emR$6,6 milhões, versus R$1,9 milhão negativo no 2T17, resultado de uma receita financeira superior em R$1,1 milhão às despesas financeiras(devido ao baixo endividamento), somada a uma variação cambial positiva de R$5,5 milhões nas operações de hedge do Brasil e Argentina.:

SHOW3
PREÇO: R$ 7,32
PAYOUT (2017): 14,24%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,97
P/VPA 1,54
PSR 0,81
DY 1,10%
EV/EBITDA 7,83
MARGEM BRUTA 19,19%
MARGEM OPERACIONAL 10,47%
MARGEM LÍQUIDA 6,24%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,564
MARGEM EBITDA 10,04%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 49,61%
ROE 11,84%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,62

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 12,36%
RESULTADO BRUTO -1,26%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 974,86%
RESULTADO OPERACIONAL 43,31%
RESULTADO LÍQUIDO 45,12%
EBITDA 13,29%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -58,05%
RESULTADO BRUTO -68,30%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -456,00%
RESULTADO OPERACIONAL -55,63%
RESULTADO LÍQUIDO -54,57%
EBITDA -93,51%

c) lucro (taxa média anual)
UA 45,12%
U2A 5,61%
U3A -193,49%

d) patrimônio líquido médio
UA 9,71%
U2A 8,37%
U3A 7,10%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,05
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,00% !!!!
[...]

352662 - paulo_prof  -  09 Ago 2018, 13:50
Resultados pífios. A culpa teria sido da copa. É provável que o 3T18 também não seja lá estas maravilhas ... De qualquer forma, ao preço atual, o ativo ainda tem muita gordura a queimar.


SHOW3

PREÇO: R$ 9,84

PAYOUT (2017) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 14,80

P/VPA 1,75

PSR 0,92

DY 1,61%

EV/EBITDA 5,23

MARGEM BRUTA 19,2%

MARGEM OPERACIONAL 10,5%

MARGEM LÍQUIDA 6,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,564

MARGEM EBITDA 12,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 7,0%

ROE 11,84%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,62



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,36%

RESULTADO BRUTO -1,26%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +974,86%

RESULTADO OPERACIONAL +43,41%

RESULTADO LÍQUIDO +45,12%

EBITDA +45,57%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -58,05%

RESULTADO BRUTO -68,30%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -55,63%

RESULTADO LÍQUIDO -54,57

EBITDA -93,65%



c) lucro líquido, nominal

UA 45,12%

U2A 5,61%

U3A passou de positivo para negativo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,71%

U2A 8,37%

U3A 7,10%



e) ebitda, nominal

UA 12,92%

U2A -5,83%

U3A 87,56%

U4A passou de negativo para positivo

U5A passou de negativo para positivo

U6A -8,63%

U7A -4,07%

U8A 2,79%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,05

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +3,5% !!!!

349835 - paulo_prof  -  10 Mai 2018, 20:12
Achei os Resultados bons, excetuando a última linha, que foi fortemente impactada por uma despesa não usual de IR/CS. O operacional indica (taxa de crescimento do ebitda) que o ativo está barato ... mas há que se monitorar os próximos trimestres.

SHOW3

PREÇO: R$ 9,84

PAYOUT (2017) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,65

P/VPA 2,10

PSR 0,94

DY 1,52%

EV/EBITDA 5,59

MARGEM BRUTA 19,9%

MARGEM OPERACIONAL 10,2%

MARGEM LÍQUIDA 6,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,629

MARGEM EBITDA 11,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 7,0%

ROE 13,41%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,39



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,08%

RESULTADO BRUTO+18,10%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -72,34%

RESULTADO OPERACIONAL +94,54%

RESULTADO LÍQUIDO +94,37%

EBITDA +52,02%



b) 1T18 sobre 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +41,33%

RESULTADO BRUTO +21,93%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL +21,01%

RESULTADO LÍQUIDO -32,43

EBITDA +31,97%



c) lucro líquido, nominal

UA 94,37%

U2A 12,89%

U3A passou de positivo para negativo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,93%

U2A 8,96%

U3A 5,00%



e) ebitda, nominal

UA 52,02%

U2A 10,85%

U3A 260,29%

U4A passou de positivo para negativo

U5A passou de positivo para negativo

U6A -5,26%

U7A 0,90%

U8A 13,94%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,86

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,5% !!!!

344288  - paulo_prof  -  23 Nov 2017, 22:57
Excepcional o resultado do 3T17, especialmente no que concerne a '[ultima linha da DRE. Desde o 4T11 a empresa nao emplaca um resultado tão bom. Não li o relatório para verificar se há não recorrências ou excepcionalidades. Na comparação trimestral, todos os resultados evoluíram sensivelmente. Em especial, a evolução do lucro líquido foi suficiente para que a empresa também registrasse evolução positiva na base anual. Há indicações de que o ativo esteja barato, merecendo um monitoramento mais de perto. Recomendo, entretanto, parcimônia e cuidado.

O Resultado do 4T16 foi bom, um pouco abaixo somente da média trimestral dos últimos 12 meses. Em consequência, servirá como teste. Se o lucro líquido do 4T17 vier acima do lucro líquido do 4T16 de forma recorrente, a indicação de compra ficará reforçada.

SHOW3

PREÇO: R$ 8,07

PAYOUT (2016) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 15,81

P/VPA 1,74

PSR 0,95

DY 1,50%

EV/EBITDA 5,49

MARGEM BRUTA 22,4%

MARGEM OPERACIONAL 10,2%

MARGEM LÍQUIDA 6,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,511

MARGEM EBITDA 11,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 9,9%

ROE 11,02%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,38



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -35,08%

RESULTADO BRUTO -7,21%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +19,70%

RESULTADO LÍQUIDO +13,46%

EBITDA -7,10%



b) 3T17 sobre 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +32,62%

RESULTADO BRUTO +41,79%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +459,58%

RESULTADO OPERACIONAL +158,12%

RESULTADO LÍQUIDO +180,39

EBITDA +89,29%



c) lucro líquido, nominal

UA +13,46%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 6,98%

U2A 8,83%

U3A -0,49%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,55

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,5% !!!!

341469  - paulo_prof   -  26 Ago 2017, 03:31
Embora na, base trimestral, a Receita Líquida tenha involuido 24%, a sensível melhora na margem bruta, no resultado financeiro e nas despesas operacionais resultaram em expressivos ganhos na última linha e ebitda.

Na base anual, entretanto, a empresa ainda está correndo atrás, e um relativo bom trimestre não garante que resultados semelhantes serão conseguidos no curto prazo.

Apesar da sensível melhora dos múltiplos (ocasionada também pela correção do preço do ativo), ainda acho que o ativo pode estar caro. Eu esperaria mais um trimestre para colocar algumas fichas.


SHOW3

PREÇO: R$ 6,44

PAYOUT (2016) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,56

P/VPA 1,45

PSR 0,80

DY 1,43%

EV/EBITDA 5,46

MARGEM BRUTA 21,8%

MARGEM OPERACIONAL 8,2%

MARGEM LÍQUIDA 4,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,389

MARGEM EBITDA 10,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 13,5%

ROE 8,73%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,35



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -37,76%

RESULTADO BRUTO -17,47%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -16,41%

RESULTADO LÍQUIDO -23,1%

EBITDA -21,46%



b) 2T17 sobre 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -23,54%

RESULTADO BRUTO -2,17%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -70,28%

RESULTADO OPERACIONAL +103,84%

RESULTADO LÍQUIDO +125,28

EBITDA +13,86%



c) lucro líquido, nominal

UA -23,14%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 7,04%

U2A 5,82%

U3A -2,47%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,99

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +7,0% !!!!

337762  - paulo_prof   -  11 Mai 2017, 03:25
Ou o Resultado do 1T16 foi muito bom, ou o resultado do 1T17 foi ruim!

Há que se ler o relatório para entender se a empresa tem efetivas chances de produzir os resultados que são necessários para justificar os preços atuais.

Suspeito que o ativo esteja caro considerado o momento da empresa.

SHOW3

PREÇO: R$ 7,60

PAYOUT (2016) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 23,50

P/VPA 1,76

PSR 0,86

DY 1,01%

EV/EBITDA 8,14

MARGEM BRUTA 20,0%

MARGEM OPERACIONAL 6,2%

MARGEM LÍQUIDA 3,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,323

MARGEM EBITDA 8,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 13,7%

ROE 7,50%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,38



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -20,86%

RESULTADO BRUTO -11,66%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +3984%

RESULTADO OPERACIONAL -34,44%

RESULTADO LÍQUIDO +26,9%

EBITDA -19,17%



b) 1T17 sobre 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -58,83%

RESULTADO BRUTO -33,81%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -43,03%

RESULTADO LÍQUIDO -44,51

EBITDA -51,00%



c) lucro líquido, nominal

UA -34,44%

U2Apassou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 8,00%

U2A 2,62%

U3A -4,16%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,14

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +16,0% !!!!

335566  - Gusmaran   -  16 Mar 2017, 15:17
Eu tomaria cuidado em analisar essa empresa pelo EV/Ebitda. O caixa dela é de aproximadamente R$ 90 M e ela reporta despesas financeiras como se tivesse endividamento líquido. Isso porque, tem gastos com hedge pra pagar cachês. Não deixa de ser um bom case, que teve bom resultado, mas não é tudo isso.

Qual a sua opinião sobre POSI3?

335539  - Peter Lynch do Agreste  -  16 Mar 2017, 12:22
A terceira empresa que vou comentar a respeito é a Time for Fun (SHOW3).

T4F é a empresa líder no mercado de entretenimento ao vivo na América do Sul e uma das maiores do mundo em receita com bilheteria. Ela possui operações no Brasil, Argentina e Chile. Suas receitas são obtidas através da promoção de eventos (música ao vivo, espetáculos indoor e esportes), comercialização de produtos, por bilheterias e por patrocínios.

Para entender melhor a empresa e porque hoje na minha visão ela é uma oportunidade, temos que entender o que aconteceu com ela nos últimos anos. Para se ter uma ideia a T4F realizou o IPO em 2011, sendo avaliada a 1,1BI (atualmente o Market cap é de 451MI). Naquela época o Brasil estava num momento pujante, com a economia crescendo de forma relevante. Esse “boom” fez com que outros players entrassem no mercado de entretenimento, ocasionando diluição de patrocínios (que é o segmento de melhor margem), inflação no cachê dos artistas e aumento na oferta de conteúdos, resultando em baixas taxas de ocupação.

Os 4 players que competiram com T4F nessa época foram: IMX que é do Eike, Planmusic, Geo Eventos que pertencia a Globo e XYZ que era do grupo ABC. Praticamente todas essas empresas deixaram de existir em 2015, deixando a T4F reinar praticamente absoluta no Brasil.

Quando observamos os resultados passados (ver abaixo), podemos verificar que os anos de 2013, 2014 e 2015 foram muito ruins. O principal motivo que drenou o resultado da empresa foi a contratação do espetáculo Cirque du Soleil, pois o deal foi fechado na época do boom das empresas de entretenimento e os termos não foram bons para a T4F. Para se ter uma ideia, esse espetáculo deve ter dado uns R$30MI de prejuízo anual entre os anos de 2013, 2014. O contrato foi encerrado em 2015, diminuindo então a receita da T4F, mas aumentando muito a sua rentabilidade.
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Por conta do seu modelo de negócios, a T4F trabalha com capital de giro negativo, ou seja, os clientes que financiam as suas atividades. Quando compramos um ingresso para um show, compramos com bastante antecedência e a T4F paga grande parte do cachê dos artistas somente no momento do show. Outro detalhe importante é que a companhia se enquadra no modelo “asset light”, ou seja, são necessários baixos investimentos para ela continuar funcionando. O capex de manutenção gira em torno de 10 a 15mi/ano, logo grande parte do EBITDA gerado vira efetivamente caixa.

Desde o IPO, a empresa nunca teve dívida líquida e atualmente o caixa líquido encontra-se em saudáveis 94mi.
ScreenHunter_36Mar.1607.2258ca82cd6acd7.
Para 2017 é esperado um crescimento tanto de receita quanto de ebitda, dado a pipeline de eventos. Considero ser plausível um crescimento de 10% da receita e 15% do ebitda (à medida que os patrocínios comecem a ganhar força, as margens tendem a aumentar). Sendo assim, a empresa chegaria a um EBITDA de 74MI e vou considerar que desses 74mi, 50mi virariam efetivamente caixa. Logo a empresa estaria negociando ao final desse ano a um múltiplo EV/Ebitda de 4,15 (307/74).

Vale destacar que os players internacionais negociam a um múltiplo superior a 10. Um desses players é a Live Nation, maior empresa de entretenimento do mundo. T4F e Live Nation possuem uma relação estreita e alinhada há muitos anos, inclusive em 2008 elas firmaram um acordo, onde a T4F teria exclusividade dos artistas da Live Nation para shows em toda a América do Sul. Outro detalhe importante, a Live Nation tem crescido basicamente por aquisições nos últimos anos. Recentemente, a Live Nation tentou comprar a CIE (maior empresa de entretenimento do México), mas o CADE mexicano barrou a operação. Vale destacar que a CIE possui 5,7% do capital da T4F.

Mas o mais interessante de tudo é que a Live Nation tentou comprar a T4F recentemente. Aí vcs me perguntam: como o Peter Lynch do Agreste sabe disso?

Bom, é só vcs lerem a apresentação abaixo:

https://pt.slideshare.net/JonasOliveira22/live-nation-presentation-final-47057194

Observação: eu não faço a mínima ideia de quem é Jonas Oliveira e eu também não sou o Gusmaran!!!

Voltando ao que realmente importa, o slide 9 mostra que a Live Nation ofereceu US190mi pela T4F e o limite para essa operação seria de U$280MI. Pelo que parece isso foi em 2014, ano do pior resultado da história da T4F, logo é provável que hoje a T4F seja mais bem avaliada.

Partindo do pior cenário, ou seja, proposta de US190mi e colocando ao câmbio de hoje (3,10) podemos chegar ao valor de R$589mi. Hoje, o EV da T4F está em R$358mi. Para chegarmos a um EV de 589mi o valor de mercado da empresa teria que chegar a 683mi (considerando o mesmo caixa líquido de hoje), ou seja, aumentar em 51%.

Enfim, esse é o meu racional de Time for Fun. Qualquer dúvida estou a disposição.

335292  - paulo_prof   -  10 Mar 2017, 03:45
O que vc acha que é mais representativo em relação aos resultados futuros da empresa no curto prazo (próximos 4 trimestres)? A comparação anual ou trimestral?

SHOW3

PREÇO: R$ 6,77

PAYOUT (2016) 23,7%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17,18

P/VPA 1,60

PSR 0,58

DY 1,38%

EV/EBITDA 22,93

MARGEM BRUTA 16,9%

MARGEM OPERACIONAL 5,9%

MARGEM LÍQUIDA 3,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,394

MARGEM EBITDA 1,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 15,2%

ROE 9,32%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,46



Taxas de Crescimento



a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +43,83%

RESULTADO BRUTO +23,04%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -42,02%

RESULTADO OPERACIONAL +83,11%

RESULTADO LÍQUIDO +26,9%

EBITDA +54,92%



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -41,40%

RESULTADO BRUTO -13,46%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL -19,69%

RESULTADO LÍQUIDO -32,62

EBITDA -27,47%



c) lucro líquido, nominal

UA 26,95% 10,08%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 10,08%

U2A -0,14%

U3A -5,22%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,93

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +7,5% !!!!

321587  - ikkii   -  13 Mai 2016, 00:40
FRAS3, CARD3, BRSR6, SHOW3... muito bons resultados. Segue o jogo.

257167 - israel007  -  09 Mai 2014, 04:34
SHOW3

Ação da empresa T4F Entretenimento S.A.
Atua no setor consumo c?clico

Resultado do 1º Trimestre de 2014

A companhia anunciou prejuízo líquido de R$ 22,5 M no 1T14, contra perdas de R$ -3,5 M apurados no 4T13. No mesmo período do ano anterior, o resultado havia sido negativo em R$ 15,7 M. A receita líquida somou R$ 68,3 M no primeiro trimestre de 2014, uma variação de -51,9% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e aumento de 79,4% em relação ao 1T13.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 513,5 M, redução de 2,5% em relação ao saldo no primeiro trimestre de 2013. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 297,0 M no primeiro trimestre de 2014, valor -9,2% menor ao saldo no mesmo período do ano anterior.

168407 - danieljoseaa -  22 Fev 2013, 01:48
Acabou o SHOW ??
 Bilheteria fraca de shows leva T4F ao prejuízo
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Por Gustavo Brigatto | Valor
SÃO PAULO - A T4F, empresa brasileira de entretenimento, teve prejuízo de R$ 31,2 milhões no 4º trimestre de 2012. No mesmo período do ano anterior, a empresa havia registrado lucro de R$ 33,7 milhões. De acordo com a companhia, o resultado de 2012 foi impactado pela bilheteria fraca de grandes shows ao vivo (notadamente Madonna e Lady Gaga), custos mais altos e resultado financeiro negativo — causado pela variação cambial e pelas taxas de juros mais baixas no Brasil.

O fraco desempenho já era esperado pela companhia. Em 10 de dezembro ela divulgou um comunicado informando que os fatores citados acima teriam efeito negativo em seu resultado. No 4º trimestre, a T4F apresentou um incremento de 12% na receita, para R$ 259,5 milhões. O crescimento mais expressivo aconteceu no segmento de Eventos Esportivos, que subiu 112%, influenciado principalmente pela “Corrida do Milhão”, evento automotivo que aconteceu em dezembro.

No ano fiscal 2012, a companhia teve receita de R$ 694,2 milhões (alta de 14%) e prejuízo de R$ 4 milhões (contra lucro de R$ 61,1 milhões em 2011. O resultado negativo também havia sido antecipado pela companhia na ata da assembleia enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na terça-feira.

Sem grandes shows

Para 2013, a T4F informou não ter nenhum grande show ao vivo em estádio confirmado. A companhia disse que tem alguns nomes em avaliação e que os contratos serão fechados considerando as condições de mercado. Para shows em casas fechadas, a companhia já tem confirmados nomes como Jonas Brothers, Regina Spektor, Alejandro Sanz, entre outros.

Em outras áreas, a companhia aposta em produções como o “O Rei Leão” — cujas vendas antecipadas, iniciadas em dezembro, caminham para um recorde, segundo a T4F — e a Copa Stock Car. “Continuamos confiantes nos fundamentos da indústria a médio e longo prazos, e daremos continuidade ao nosso plano de garantir o melhor conteúdo nacional e internacional, expansão geográfica baseada na nossa plataforma de conteúdos e rede de venues próprias. Entendemos que nosso conhecimento e experiência no negócio, aliados a uma forte posição patrimonial, nos mantêm com condições vantajosas num potencial processo de consolidação do setor”, escreveu a companhia no balanço enviado à CVM.

(Gustavo Brigatto | Valor)

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/3017354/bilheteria-fraca-de-shows-leva-t4f-ao-prejuizo#ixzz2LaXoDlo0

161980 - marcelio2 -  31 Dez 2012, 20:56
T4F: após queda de 60% em dois meses, chegou a hora do show recomeçar?

Conjunto de notícias negativas constrói panorama cauteloso para a companhia no curto prazo

Por Tatiana Fernandes Gurjão |18h22 | 10-12-2012 A A A

SÃO PAULO - A Time For Fun (SHOW3) continua em seu inferno astral. De setembro pra cá, a empresa de entretenimento, que está na bolsa desde abril do ano passado, vem sofrendo com o aumento da concorrência, com a expansão da IMX, de Eike Batista e os planos da WTorre, junto com a americana AEG, para realizar eventos. Aliado a isso, os grandes shows internacionais não deram o retorno esperado, trazendo um cenário mais nebuloso para o que pode vir nos eventos futuros da empresa.

O impacto disso vem sendo refletido nos papéis listados na Bovespa: nesses pouco mais de dois meses desde que a IMX fechou acordo com o Cirque du Soleil, as ações SHOW3 passaram da faixa de R$ 17,50 para os atuais R$ 7,10 - uma queda de 59,43%. Só na primeira semana de dezembro, os papéis da companhia despencaram 31,03%, batendo seu menor patamar histórico (R$ 6,71).

Em uma tentativa de concluir a enxurrada de más notícias, a produtora de eventos resolveu se pronunciar nesta segunda-feira (10), emitindo relatório, onde antecipa os resultados fracos que serão reportados neste trimestre, e explica suas causas.

Apesar do excesso de sinceridade da T4F, há quem ainda vê oportunidade na empresa. Logo após a empresa divulgar o comunicado, o Credit Suisse avaliou, por meio de relatório, que a empresa ainda possui uma forte posição de caixa, e, além disso, projeções de resultados mais favoráveis no próximo ano já podem servir de catalisador para as ações SHOW3.

A postura franca da empresa e a visão mais otimista do Credit parecem ter jogando luz nos papéis. As ações da produtora de eventos se valorizaram 1,43% no pregão, mas chegaram a saltar 7,14%, no intraday, a R$ 7,50.

Mea culpa

De acordo com a empresa, a baixa venda de ingressos, o aumento de gastos e a variação cambial são os principais fatores que poderão pressionar as margens da companhia. Entre os gastos, foi relatado aumento de despesas com mídia, produção e logística.

"Entendemos que o baixo desempenho dos conteúdos de música ao vivo outdoor, notadamente em relação ao público pagante, que foge totalmente da nossa experiência histórica neste tipo de evento, não pode ser associado a um único fator determinante, mas a uma conjuntura de fatores", justificou a empresa.
Novos concorrentes

Para piorar o cenário da empresa, na semana passada, foi reportado que o empresário Walter Torre, da imobiliária WTorre, deverá criar uma empresa de entretenimento, junto com sua sócia americana AEG, para promover eventos na nova arena do Palmeiras. A expectativa é que o local receba cerca de 50 mil pessoas em cada show, e seja inaugurada em outubro de 2013.

Em setembro, as ações da produtora de entretenimento começaram a passar por forte queda, após a companhia perder os direitos sobre o Cirque du Soleil para a IMX. Na época, o BTG Pactual cortou o preço-alvo dos papéis, projetando perda de receita da empresa, e ressaltou que a perda sobre os direitos do CDS abre uma sinalização de que há poucas barreiras para entrar no setor de entretenimento e que relações de longo prazo podem acabar de forma abrupta. No dia do anúncio da operação, as ações da companhia caíram 17%.

Resultados e mudança de investidores

No resultado do trimestre passado, a companhia reportou retrocesso de 29% no lucro líquido, para R$ R$ 12,54 milhões. O número total de eventos promovidos pela empresa caiu 14% na comparação anual, para 304. Já o número de ingressos vendidos encolheu 5%, para 500 mil.

Para piorar o cenário, duas das principais apostas da empresa para este ano, Madonna e Lady Gaga, tiveram demanda por ingressos bastante abaixo do esperado.
Logo após a divulgação do balanço, o fundo GIF II Fundo de Investimento em Participações - administrado pela Gávea Investimentos - anunciou ter vendido sua fatia de participação na companhia, que era de 6,27% do capital da empresa ou 4.373.627 ações. No mesmo mês, contudo, o fundo Fundamental Investimentos, do grupo Rio Bravo, anunciou a compra de 1 milhão de ações da companhia.

Apesar do panorama ruim, a empresa recebeu, na semana passada, o Prêmio Caboré - o maior na área de publicidade - na categoria Serviço Especializado. A companhia ganhou outros dois prêmios neste ano: o Top Independent Promoter no Billboard Touring Awards e de Melhor Casa de Shows e Melhor Teatro, com o Credicard Hall e o Teatro Renault, nesta ordem, pela categoria O Melhor de São Paulo, promovido pela revista Época.

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Time for Fun: o show terminou?

A Time for Fun (SHOW3) é outra companhia que vê forte queda de suas ações no Ibovespa. No acumulado do ano, a baixa é de 32,47%, mas a queda observada de setembro até o último mês do ano evidenciam um cenário ainda mais negativo para os papéis. A companhia, que estreou na bolsa em abril de 2011, sofre com a maior concorrência, com a expansão da IMX, empresa de eventos originada da associação entre o megaempresário Eike Batista, além dos planos da WTorre, junto com a americana AEG, para realizar eventos. Aliado a isso, os grandes shows internacionais não deram o retorno esperado, trazendo um cenário mais nebuloso para o que pode vir nos eventos futuros da empresa.

Desde setembro, a companhia vem sofrendo com esses eventos indesejados vê, desde que a IMX fechou acordo com o Cirque du Soleil, uma queda de 57% em suas ações, passando de R$ 17,50 para R$ 7,50. Para conter este movimento, em uma tentativa de concluir a enxurrada de más notícias, a produtora de eventos emitiu relatório, onde antecipa os resultados fracos que serão reportados neste trimestre, e explica suas causas.

Logo após a empresa divulgar o comunicado, o Credit Suisse avaliou, por meio de relatório, que a empresa ainda possui uma forte posição de caixa, e, além disso, projeções de resultados mais favoráveis no próximo ano já podem servir de catalisador para as ações SHOW3. Entretanto, os analistas do banco reduziram o preço-alvo dos papéis. Este movimento foi acompanhado pelo BTG Pactual e pela Ágora Corretora, mas a recomendação para os papéis seguiu de compra.

SHOW3 em 2012: -32,47%

161962 - paulo_prof - 31 Dez 2012, 16:50
 Citação: forayer
Agora olhando rapidamente o fundamentus, tanto a BEMA3 quanto a SHOW3 estão com o P/L relativamente elevados, é esperado um crescimento delas? O crescimento recorrente da Bematech está em 0,8% nos últimos 5 anos. Ainda não me aprofundei nos balançoes e dre
No que concerne a BEMA3, a expectativa é que retorne à lucratividade e preços de 2010, quando postou um lucro anual de R$ 34 milhões, com a cotação variando na faixa entre R$ 8,50 e R$ 10,20.

Já a SHOW3, no que concerne P/L, antes de melhorar vai piorar, porque no 4T12 deverá postar um prejuízo. A expectativa, entretanto é que, já em 2013 seja capaz de postar um lucro na faixa dos R$ 50 milhões, com uma boa taxa de crescimento. Eu acho que o prejuízo do 4T12 já está precificado. Quando este prejuízo for finalmente divulgado, sou capaz de apostar que a cotação será razoavelmente maior do que a atual. Só se o prejuízo vier muito grande é que haverá uma nova boa oportunidade de entrada.

161716 - marcelio2 -  28 Dez 2012, 14:39
Muito bom dia a todos.

Último pregão do ano hoje. Ótima oportunidade de repensar os erros e corrigir o rumo em 2013.

A matéria abaixo é um ótimo meio de visualizar que, talvez, algumas dessas listadas abaixo podem fazer um caminho diferente no ano que vem e se os preços atuais, se mostrarem uma grande "oportunidade" de investimento.

Lembrando que devemos comprar empresas boas e grandes em momentos difíceis e com bom desconto na cotação. Depois é ter tranquilidade e surfar na onda da alta quando os ventos virarem a seu favor.

O timing da "entrada" é o que faz a diferença de um bom investimento ou prejuízo certo. Cabe a todos estudar um pouco e garimpar as oportunidades que as crises oferecem. Boa sorte a todos nas suas decisões.

De falências até blue chips, veja os maiores micos da bolsa em 2012

Empresas como Mundial, Pet Manguinhos, OGX, HRT e Eletrobras apareceram como más apostas para os investidores; Facebook foi o destaque negativo internacional

Por Lara Rizério |9h42 | 28-12-2012 A A A

SÃO PAULO - O ano de 2012 foi bastante movimentado para aqueles que detinham ações de algumas empresas que acabaram se tornando "micos". Dentre elas, estiveram papéis de empresas que decretaram falência ou foram liquidadas até grandes companhias que sofreram com alto endividamento ou com uma produção bem abaixo da esperado pelo mercado.

Veja abaixo as ações que mais se destacaram - mesmo que negativamente - e que viraram notícia no ano que está acabando:
[...]
4. Time for Fun: o show terminou?

A Time for Fun (SHOW3) é outra companhia que vê forte queda de suas ações no Ibovespa. No acumulado do ano, a baixa é de 32,47%, mas a queda observada de setembro até o último mês do ano evidenciam um cenário ainda mais negativo para os papéis. A companhia, que estreou na bolsa em abril de 2011, sofre com a maior concorrência, com a expansão da IMX, empresa de eventos originada da associação entre o megaempresário Eike Batista, além dos planos da WTorre, junto com a americana AEG, para realizar eventos. Aliado a isso, os grandes shows internacionais não deram o retorno esperado, trazendo um cenário mais nebuloso para o que pode vir nos eventos futuros da empresa.

Desde setembro, a companhia vem sofrendo com esses eventos indesejados vê, desde que a IMX fechou acordo com o Cirque du Soleil, uma queda de 57% em suas ações, passando de R$ 17,50 para R$ 7,50. Para conter este movimento, em uma tentativa de concluir a enxurrada de más notícias, a produtora de eventos emitiu relatório, onde antecipa os resultados fracos que serão reportados neste trimestre, e explica suas causas.

Logo após a empresa divulgar o comunicado, o Credit Suisse avaliou, por meio de relatório, que a empresa ainda possui uma forte posição de caixa, e, além disso, projeções de resultados mais favoráveis no próximo ano já podem servir de catalisador para as ações SHOW3. Entretanto, os analistas do banco reduziram o preço-alvo dos papéis. Este movimento foi acompanhado pelo BTG Pactual e pela Ágora Corretora, mas a recomendação para os papéis seguiu de compra.

SHOW3 em 2012: -32,47%
[...]

161067 - qui_mico -  19 Dez 2012, 16:35
Ação da T4F está com preço atrativo, diz gestora
Últimos acontecimentos afetaram desempenho dos papéis da companhia
Por Gabriella D'Andréa
|15h51 | 14-12-2012
a a a

SÃO PAULO – A gestora de recursos PrismaInvest decidiu manter posição de seu fundo Prisma FIA na Time for Fun (SHOW3). As cotações da empresa caíram nos últimos dois meses, mas, segundo a gestora, a forte queda pode ser explicada por questões conjunturais, como as performances fracas de dois grandes shows recentes (Madonna e Lady Gaga).

"O fato é que as ações da T4F - já contemplando as mudanças da empresa e no setor - passaram a ser negociadas em um patamar de preços ainda mais atrativo, o que deverá trazer ganhos ao nosso portfólio no médio e longo prazo", diz a carta da gestora.
T4F foi responsável pela organização do show da cantora Madonna (Divulgação)

Setor bancário
A PrismaInvest também anunciou que reduziu a exposição ao setor bancário para este mês, passando de 35% para 30%. Das ações do Banco do Brasil (BBAS3) presentes no portfólio, 5% foram vendidas.

Já o Bradesco (BBDC3) viu suas ações ordinárias serem reduzidas de 30% para 25%, após apresentarem forte alta no ano de 2012. A partir de agora, os papéis terão participação de 5% no fundo, ante 10% anteriormente.

Desempenho do fundo
No mês de dezembro, o fundo Prisma FIA teve valorização de 3,96% ante 0,71% do Ibovespa. No acumulado do ano, esse número é de 21,03% contra 1,27% do índice.

http://www.infomoney.com.br/onde-investir/fundos-de-investimento/noticia/2636534/acao-t4f-esta-com-preco-atrativo-diz-gestora

161041 - small caps -  19 Dez 2012, 15:34
Pelo tom pessimista do comunicado ao mercado (bem mais pessimista do que o mais pessimista imaginava), não descarto a possibilidade de apresentar prejuízo...

FATO RELEVANTE
Comentários sobre Eventos Recentes
São Paulo, 10 de dezembro de 2012 – A T4F Entretenimento S.A. ("T4F" ou “Time For Fun” ou “Companhia”) (BM&FBOVESPA: SHOW3), vem a público apresentar comentários sobre desenvolvimentos recentes dos seus negócios e sobre o seu momento atual, considerando inclusive a repercussão na mídia sobre o desempenho de alguns de seus conteúdos. Identificamos os seguintes fatores que poderão afetar os nossos negócios e impactar de modo negativo os nossos resultados no quarto trimestre de 2012 (4T12):
 Desempenho de alguns conteúdos, especificamente em música ao vivo outdoor, que apresentaram resultados muito aquém do esperado e, em determinados casos, perda. O desempenho negativo destes conteúdos está associado a (i) baixa venda de ingressos; (ii) incremento nos respectivos custos de produção, logística e variação cambial; e (iii) incremento nos gastos de mídia para promoção destes eventos;
 Postergação de alguns conteúdos de música ao vivo que deixaram de contribuir com receita de bilheteria, serviços associados e patrocínio de pré-venda no 4T12;
 Menor apropriação de patrocínio de conteúdos família para a temporada 2012/2013, principalmente em relação a redução de valores de pré-venda, comprometendo dessa forma as receitas do 4T12;
 Desvalorização cambial superior a 20%, impactando nossos custos de contratação de artistas internacionais e demais custos de produção atrelados ao dólar, resultando em redução nas margens esperadas.
Entendemos que o baixo desempenho dos conteúdos de música ao vivo outdoor, notadamente em relação ao público pagante, que foge totalmente da nossa experiência histórica neste tipo de evento, não pode ser associado a um único fator determinante, mas a uma conjuntura de fatores, a saber:
 Aumento da concorrência em música ao vivo outdoor, que tem causado inflação no valor dos cachês, repetição de artistas e maior número de apresentações, resultando em excessiva oferta de shows e diluição de potencial de patrocínio em um maior número de eventos;
 Variações no cenário econômico, com desaquecimento da economia brasileira no segundo semestre de 2012, que deverá resultar em crescimento de apenas 1% no ano, e aspectos econômicos da Argentina, onde temos operações relevantes, além deconcentração de apresentações no 4T12.
Em razão dos fatores acima descritos, nossos resultados poderão sofrer impacto negativo substancial no exercício de 2012, podendo inclusive o resultado do 4T12 afetar negativamente o EBITDA acumulado nos primeiros nove meses de 2012 (9M12). As informações sobre os nossos resultados efetivos para este exercício serão divulgadas a todo o mercado assim que estiverem disponíveis.

160030 - 17andre -  11 Dez 2012, 17:58
Quando as coisas começam a dar errado...

SHOW3

O Procon de Porto Alegre enviou uma notificação para a produtora Time For Fun pedindo explicações pelo atraso no início do show de Madonna na noite de domingo. O documento foi enviado pelo correio e deve ser recebido, no máximo, na quarta-feira segundo o órgão. A produtora afirma que não comentará o caso até que a notificação seja recebida. A empresa terá até cinco dias para explicar por que a apresentação da cantora, marcada para às 19h30min, começou por volta das 23h15min.

– Foi um desrespeito com o consumidor. As pessoas não podem ser tratadas como bichos, trancafiadas dentro de um estádio e sendo obrigadas a consumir. No ingresso, dizia que o show começava às 19h30min, se este era o horário das bandas de abertura isso deveria estar explícito. O consumidor tem direito à informações corretas para se programar e evitar situações como a de domingo - afirma Omar Ferri Junior, responsável pela Smic (Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio).

Sobre as reclamações de "preços abusivos" praticados no estádio Olímpico, Ferri acrescenta que não se pode regular o preço praticado nos eventos e, por isso, é indispesável informar corretamente o horário do início das atrações para que os frequentadores não sejam obrigados a comer e beber no local. Caso o Procon considere as justificativas da Time For Fun como insuficientes, um processo administrativo será aberto e uma multa será aplicada na empresa. Isso pode gerar problemas pelo fato da produtora ser reincidente:

– No show do Guns 'n' Roses, em 2010, estipulamos multa. E ela não foi paga. A dívida foi encaminhada para a Secrataria da Fazenda. Com este procedimento, fica registrada a inadimplência e há precedente para negar alvarás para eventos futuros – explica.

Ferri ainda complementa que, além de todo o transtorno para os fãs, os atrasos geram problemas para a estrutura que a cidade se programa para oferecer no pós show.

– Muitas vezes se muda a grade de transporte para que as pessoas possam voltar usando o transporte público. Se o previsto era terminar às 22h, mas o evento atrasa tanto que só acaba à 1h e as pessoas acabam tendo de voltar para casa a pé.

http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/cultura-e-lazer/segundo-caderno/noticia/2012/12/as-pessoas-nao-podem-ser-tratadas-como-bichos-diz-procon-sobre-atraso-no-show-de-madonna-3978919.html

159911 marcelio2 -  10 Dez 2012, 20:59
SHOW3

T4F: após queda de 60% em dois meses, chegou a hora do show recomeçar?
Conjunto de notícias negativas constrói panorama cauteloso para a companhia no curto prazo

Por Tatiana Fernandes Gurjão |18h22 | 10-12-2012 A A A

SÃO PAULO - A Time For Fun (SHOW3) continua em seu inferno astral. De setembro pra cá, a empresa de entretenimento, que está na bolsa desde abril do ano passado, vem sofrendo com o aumento da concorrência, com a expansão da IMX, de Eike Batista e os planos da WTorre, junto com a americana AEG, para realizar eventos. Aliado a isso, os grandes shows internacionais não deram o retorno esperado, trazendo um cenário mais nebuloso para o que pode vir nos eventos futuros da empresa.
O impacto disso vem sendo refletido nos papéis listados na Bovespa: nesses pouco mais de dois meses desde que a IMX fechou acordo com o Cirque du Soleil, as ações SHOW3 passaram da faixa de R$ 17,50 para os atuais R$ 7,10 - uma queda de 59,43%. Só na primeira semana de dezembro, os papéis da companhia despencaram 31,03%, batendo seu menor patamar histórico (R$ 6,71).

Quadro ruim para a SHOW3 começou com a perda dos direitos do Cirque du Soleil para a IMX, de Eike Batista (Wikimedia)
Em uma tentativa de concluir a enxurrada de más notícias, a produtora de eventos resolveu se pronunciar nesta segunda-feira (10), emitindo relatório, onde antecipa os resultados fracos que serão reportados neste trimestre, e explica suas causas.

Apesar do excesso de sinceridade da T4F, há quem ainda vê oportunidade na empresa. Logo após a empresa divulgar o comunicado, o Credit Suisse avaliou, por meio de relatório, que a empresa ainda possui uma forte posição de caixa, e, além disso, projeções de resultados mais favoráveis no próximo ano já podem servir de catalisador para as ações SHOW3.
A postura franca da empresa e a visão mais otimista do Credit parecem ter jogando luz nos papéis. As ações da produtora de eventos se valorizaram 1,43% no pregão, mas chegaram a saltar 7,14%, no intraday, a R$ 7,50.
Mea culpa
De acordo com a empresa, a baixa venda de ingressos, o aumento de gastos e a variação cambial são os principais fatores que poderão pressionar as margens da companhia. Entre os gastos, foi relatado aumento de despesas com mídia, produção e logística.
"Entendemos que o baixo desempenho dos conteúdos de música ao vivo outdoor, notadamente em relação ao público pagante, que foge totalmente da nossa experiência histórica neste tipo de evento, não pode ser associado a um único fator determinante, mas a uma conjuntura de fatores", justificou a empresa.

Novos concorrentes

Para piorar o cenário da empresa, na semana passada, foi reportado que o empresário Walter Torre, da imobiliária WTorre, deverá criar uma empresa de entretenimento, junto com sua sócia americana AEG, para promover eventos na nova arena do Palmeiras. A expectativa é que o local receba cerca de 50 mil pessoas em cada show, e seja inaugurada em outubro de 2013.
Em setembro, as ações da produtora de entretenimento começaram a passar por forte queda, após a companhia perder os direitos sobre o Cirque du Soleil para a IMX. Na época, o BTG Pactual cortou o preço-alvo dos papéis, projetando perda de receita da empresa, e ressaltou que a perda sobre os direitos do CDS abre uma sinalização de que há poucas barreiras para entrar no setor de entretenimento e que relações de longo prazo podem acabar de forma abrupta. No dia do anúncio da operação, as ações da companhia caíram 17%.

Resultados e mudança de investidores

No resultado do trimestre passado, a companhia reportou retrocesso de 29% no lucro líquido, para R$ R$ 12,54 milhões. O número total de eventos promovidos pela empresa caiu 14% na comparação anual, para 304. Já o número de ingressos vendidos encolheu 5%, para 500 mil.

Para piorar o cenário, duas das principais apostas da empresa para este ano, Madonna e Lady Gaga, tiveram demanda por ingressos bastante abaixo do esperado.
Logo após a divulgação do balanço, o fundo GIF II Fundo de Investimento em Participações - administrado pela Gávea Investimentos - anunciou ter vendido sua fatia de participação na companhia, que era de 6,27% do capital da empresa ou 4.373.627 ações. No mesmo mês, contudo, o fundo Fundamental Investimentos, do grupo Rio Bravo, anunciou a compra de 1 milhão de ações da companhia.

Apesar do panorama ruim, a empresa recebeu, na semana passada, o Prêmio Caboré - o maior na área de publicidade - na categoria Serviço Especializado. A companhia ganhou outros dois prêmios neste ano: o Top Independent Promoter no Billboard Touring Awards e de Melhor Casa de Shows e Melhor Teatro, com o Credicard Hall e o Teatro Renault, nesta ordem, pela categoria O Melhor de São Paulo, promovido pela revista Época.

159838 - pppadv -  10 Dez 2012, 13:31
Fato Relevante
Comentários sobre Eventos Recentes

São Paulo, 10 de dezembro de 2012 - A T4F Entretenimento S.A. ("T4F" ou "Time For Fun" ou "Companhia") (BM&FBOVESPA: SHOW3), vem a público apresentar comentários sobre desenvolvimentos recentes dos seus negócios e sobre o seu momento atual, considerando inclusive a repercussão na mídia sobre o desempenho de alguns de seus conteúdos.

Identificamos os seguintes fatores que poderão afetar os nossos negócios e impactar de modo negativo os nossos resultados no quarto trimestre de 2012 (4T12):

Desempenho de alguns conteúdos, especificamente em música ao vivo outdoor, que apresentaram resultados muito aquém do esperado e, em determinados casos, perda. O desempenho negativo destes conteúdos está associado a (i) baixa venda de ingressos; (ii) incremento nos respectivos custos de produção, logística e variação cambial; e (iii) incremento nos gastos de mídia para promoção destes eventos;
Postergação de alguns conteúdos de música ao vivo que deixaram de contribuir com receita de bilheteria, serviços associados e patrocínio de pré-venda no 4T12;
Menor apropriação de patrocínio de conteúdos família para a temporada 2012/2013, principalmente em relação a redução de valores de pré-venda, comprometendo dessa forma as receitas do 4T12;
Desvalorização cambial superior a 20%, impactando nossos custos de contratação de artistas internacionais e demais custos de produção atrelados ao dólar, resultando em redução nas margens esperadas.

Entendemos que o baixo desempenho dos conteúdos de música ao vivo outdoor, notadamente em relação ao público pagante, que foge totalmente da nossa experiência histórica neste tipo de evento, não pode ser associado a um único fator determinante, mas a uma conjuntura de fatores, a saber:

Aumento da concorrência em música ao vivo outdoor, que tem causado inflação no valor dos cachês, repetição de artistas e maior número de apresentações, resultando em excessiva oferta de shows e diluição de potencial de patrocínio em um maior número de eventos;
Variações no cenário econômico, com desaquecimento da economia brasileira no segundo semestre de 2012, que deverá resultar em crescimento de apenas 1% no ano, e aspectos econômicos da Argentina, onde temos operações relevantes, além de concentração de apresentações no 4T12.

Em razão dos fatores acima descritos, nossos resultados poderão sofrer impacto negativo substancial no exercício de 2012, podendo inclusive o resultado do 4T12 afetar negativamente o EBITDA acumulado nos nove meses de 2012 (9M12). As informações sobre os nossos resultados efetivos para este exercício serão divulgadas a todo o mercado assim que estiverem disponíveis.

Estimamos que essas alterações nas condições mercadológicas, especificamente em música ao vivo outdoor, e que consideramos temporárias, poderão impactar negativamente nossos resultados também em 2013. Essas alterações, inclusive no cenário competitivo, comportamento do consumidor e custos de cachê e produção, deverão resultar em novo patamar de margem (EBITDA) a ser observada no curto prazo. Entretanto, embora seja ainda difícil avaliar todos os impactos, a expectativa da Companhia em relação ao resultado de 2013, em termos de EBITDA, é de recuperação de margem e resultado.

Pretendemos fortalecer nossas competências e continuamos otimistas em relação ao desempenho e oportunidades nas demais linhas de negócio em que atuamos como (i) promoção de música ao vivo indoor; (ii) espetáculos familiares e teatro; e (iii) eventos esportivos. Em relação à música ao vivo outdoor, pretendemos adotar uma posição mais conservadora e seletiva de curto prazo, frente a um cenário possivelmente adverso no ambiente competitivo.

Continuamos confiantes nos fundamentos da indústria a médio e longo prazos, e daremos continuidade ao nosso plano de garantir o melhor conteúdo nacional e internacional, expansão geográfica baseada na nossa plataforma de conteúdos e rede de venues próprias. Entendemos que nosso conhecimento e experiência no negócio, aliados a uma forte posição patrimonial, nos mantêm com condições vantajosas no processo de consolidação do setor, que deverá ocorrer no médio prazo.

O Departamento de Relações com Investidores está à disposição para eventuais esclarecimentos através dos contatos abaixo.

159823 - qui_mico -  09 Dez 2012, 20:44
ISTO É DINHEIRO Nº edição: 792 | Negócios | 07.DEZ.12 - 21:00 | Atualizado em 09.12 - 17:15
O tombo da Time For Fun
O que acontece com a maior empresa de entretenimento do Brasil, cujas ações caíram quase 50% em três meses.

Por Luciele VELLUTO

Não há dúvida de que o Brasil entrou no radar das grandes turnês dos popstars da música internacional. Nos últimos anos, muitos deles desembarcaram no País e fizeram shows para estádios lotados por plateias animadas de fãs histéricos, felizes por vê-los de tão perto. Por aqui, passaram desde a banda irlandesa U2, os Rolling Stones, o eterno beatle Paul McCartney à cantora pop Madonna. Esta última, por exemplo, se apresentou pela terceira vez no Brasil na semana passada. Tamanha efervescência refletiu-se na receita do setor de entretimento brasileiro, que movimenta US$ 34 bilhões ao ano, segundo dados da consultoria britânica Euromonitor.

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Cara de tacho: Lady Gaga, em sua primeira visita ao Brasil, nem promoção
compre um e leve dois ingressos fez os estádios encherem

Mas a fórmula de trazer estrelas de renome global para se apresentar em palcos nacionais parece que está se esgotando. E quem está sentindo os efeitos dessa desaceleração é a Time for Fun (T4F), única empresa da área com capital aberto na bolsa de valores. Neste ano, suas ações desvalorizaram-se 16,9%. No mesmo período, o Ibovespa, que mede o desempenho das ações negociadas na bolsa, subiu 1,2%. Pior: nos últimos três, a queda dos papéis da T4F chegam a quase 50%. Tal desempenho reflete a colheita de uma série de más notícias. A primeira delas foi a perda da exclusividade do espetáculo do Cirque du Soleil, para a IMX, parceria entre o grupo EBX, do empresário Eike Batista, com a IMG Worldwide.

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Novo palco: a empresa perdeu o Cirque du Soleil para a IMX, de Eike Batista

Em setembro, quando foi anunciado o fim do contrato com o grupo canadense, suas ações caíram 24,9% em um único dia. Para complicar, os shows da cantora americana Lady Gaga, que se apresentava pela primeira vez no Brasil, também não lotaram. Isso a despeito do apoio da Lojas Riachuelo, que fez uma promoção de compre um e leve dois ingressos para colocar 50 mil pessoas no estádio do Morumbi, na capital paulista – único número divulgado sobre o público presente na turnê de Gaga no País. Madonna repetiu o roteiro de Lady Gaga. Seus shows não empolgaram o público brasileiro e os estádios onde a diva do pop se apresentou não estiveram abarrotados de fãs.

35.jpg
Rainha pop: nem promoções de ingressos fizeram lotar shows de Madonna no Brasil

No Rio de Janeiro, por exemplo, o Parque dos Atletas, cuja capacidade era de 90 mil pessoas, recebeu 67 mil. Em São Paulo, o estádio do Morumbi estava cheio, mas não lotado com 57 mil fãs da cantora. Procurada, a T4F não quis conceder entrevista para esta reportagem. Para os analistas do setor de entretenimento, duas razões explicam esse resultado: valor dos ingressos acima do esperado pelo público e proximidade das datas das apresentações entre as duas divas do pop. Na apresentação dos resultados do terceiro trimestre deste ano, o presidente da T4F, Fernando Luiz Alterio, afirmou que as duas artistas não estão apresentando bons resultados em todo o mundo, não sendo um caso específico no Brasil.

No balanço do terceiro trimestre, o lucro líquido da T4F recuou 29% na comparação com o mesmo período de 2011, para R$ 12,5 milhões. A receita gerada por shows ao vivo caiu 18%. A venda de ingressos, 12%. Outro fator que pesou nos resultados foi o dólar, que encareceu custos e cachês. No entanto, a receita líquida aumentou 23%, para R$ 138 milhões, puxada pelo setor de entretenimento familiar, como as apresentações do Cirque du Soleil, cujo contrato dura até janeiro de 2014, e musicais. Esses segmentos passaram a ser tão importantes para a empresa quanto o de grandes shows. Tanto que uma das apostas para 2013 é o musical Rei Leão, a maior bilheteria da história da Broadway, com mais de US$ 850 milhões arrecadados, que deverá estrear no primeiro trimestre.

159770 - paulo_prof -  08 Dez 2012, 01:18
Utilizando a fórmula do FCD e supondo uma taxa de desconto anual real de 8%, o preço de R$ 7,00/SHOW3 é compatível com um corte real (descontada a inflação) do lucro líquido dos ultimos 12 meses de -34% e um lucro líquido estável, em termos reais, daí em diante.

Se vc acha que o impacto no lucro líquido da SHOW, da entrada dos 2 novos players no mercado, será menor do que os 34% reais indicados, ou se vc acha que após o impacto de curto prazo, mesmo eventualmente maior, a empresa conseguirá retomar uma trajetória de crescimento real do lucro líquido, então a queda do preço do ativo pode ter sido exagerada.

No fundo, a questão é: teriam aos dirigentes da SHOW competência para reagir adequadamente aos condicionantes adversos que a empresa está enfrentando? Se vc acredita na administração da empresa, talvez esta seja efetivamente uma oportunidade de compra. Se vc não acredita, nem deixa de acreditar, o mais prudente é esperar para ver como será esta reação. Afinal, até há pouco a SHOW reinava absoluta no mercado ... era mais do que evidente que este céu de brigadeiro cedo ou tarde seria perturbado.

Como não gosto do setor, devido a sua pouca previsibilidade e alta volatilidade, estou observando de fora ...

159720 - ghfranco -  07 Dez 2012, 16:32
Não ouvi, mas estou bem pessimista/receoso...
Ainda acredito que a receita irá mais ou menos se manter, mas creio que mudou o paradigma do entretenimento. Por algum motivo, as pessoas estão querendo menos ir aos grandes espetáculos internacionais, já não estão tão dispostas a pagar tanto... talvez seja a sobreoferta de eventos.

Vai ter que ter reformulação, foco...

Em qualquer setor, os melhores sobrevivem, isso só o tempo diz. Ainda mantenho as minhas, 1% da carteira. O 4t é sempre o mais forte e vai ser mais um termômetro, lembrando que a administração já fez revisão para baixo das metas (não crescerá sobre 2011).

Concordo com o Barbado, quando o mercado bate tanto, não é sem razão, mas estou preferindo esperar, sem aumentar posição nem vender. Provavelmente o desempenho em carteira sofrerá bastante por conta do preço de aquisição e tempo necessário para novos patamares de preço, mas ainda não desacreditei no potencial da empresa (sempre com restrições). Evidentemente, a queda no preço pode ser também uma oportunidade, mas isso não ficou muito claro até agora.

O LL do 3t12 "apresentou queda de 29% devido principalmente ao resultado financeiro líquido, que foi impactado por menor volume de receitas financeiras e também variação cambial sobre saldos de empréstimos com subsidiárias." "Eliminando-se o efeito contábil da variação cambial sobre empréstimos com subsidiárias o lucro líquido seria de R$30,2 milhões, o que representaria um crescimento de 10%."

"No período de 9M12 o EBITDA atingiu R$55,9 milhões, 2% inferior ao período de 9M11 em que tivemos reversões de provisões que somaram R$4,6 milhões. Desconsiderando-se o efeito dessas reversões de provisões para contingências, o EBITDA do período de 9M12 apresenta crescimento de 10%, com leve redução de 0,5 p.p. na margem EBITDA para 13,3% (17,4% no 3T11)."

O Patrimônio Líquido continuou crescendo bem este ano:
Total do patrimônio líquido consolidado 387,7 milhões no 3t12 ante 338,0 4t11.

Confesso que não entendo muito de fluxo de caixa, mas fazendo um esforço (se alguém quiser comentar, agradeço muito):

No Caixa líquido gerado (aplicado) em atividades operacionais, comparativo 9m12 a 9m11, está -11,2 milhões ante 54,1 milhões principalmente devido a:
aumento em contas a receber de clientes: -66M
aumento em despesas antecipadas: -86M

isso que consome caixa agora vira ativo, a ser recebido (vira caixa) depois, não é? Pelo que pude verificar no balanço, ouve mesmo aumento nos respectivos ativos (lembrando que sou leigo e estou me esforçando, confiram por vocês)

por outro lado, houve aumento de caixa e de passivo em virtude de adiantamento de clientes +90M, isso sairá do caixa futuramente.

Resumindo, eu não entraria no ativo agora, esperaria uma indicação de estabilização no preço. E mantendo uma posição bem pequena em carteira. Para quem comprou como investimento, penso que o melhor seja manter este o foco e não fazer com que vire especulação.

Fonte das citações é o release do 3t12.

159686 - jbegood -  07 Dez 2012, 13:54
Se tens o papel vai pensando em vender, toda vez que há uma queda nesta magnitude é porque a coisa está pra lá de feia. Vide Elpl4, Elet3, Suzb5, Csna3 só para ficar nos casos mais recentes.....

Eurico, na época das primeiras noticias ruins, fiz umas contas e com a perda do Cirque um preço justo razoável seria de uns 9 reais por ação, tendo em vista todo o resto constante, ou seja, os mesmos resultados que ela tem entregue sendo repetidos nos próximos anos. Porém depois disso tivemos mais noticias, como a entrada de novos players no setor, shows da Lady Gaga e Madonna aquém do esperado... O fato da Gávea (gestora do armínio fraga) ter pulado fora do barco também foi um péssimo sinal, deixa-se de ter um importante parceiro e acionista, que poderia contribuir com a gestão e relacionamentos... Hoje não vejo em que o valor da empresa poderia se segurar... talvez nos numeros dos espetaculos da broadway e os contratos que tem com a stock car se nao me engano... enfim, é um setor muito volatil e de dificil previsibilidade... sei que agora parece facil falar, mas me parece que era mais seguro estar vendido nos R$20,00 que comprado agora nos R$7,00....

159552 - pppadv -  06 Dez 2012, 15:57
TIME FOR FUN conquista Prêmio Caboré
5 de dezembro de 2012
http://www.inteligemcia.com.br/98927/2012/12/05/time-for-fun-conquista-premio-cabore/

Produtora ganha o mais importante prêmio do mercado publicitário na categoria Serviço Especializado

No ano em que completa 30 anos de atuação, a TIME FOR FUN conquista mais um reconhecimento por seu pioneirismo no mercado de entretenimento ao vivo no Brasil. A maior empresa do setor na América do Sul, conquistou seu primeiro Prêmio Caboré, mais importante premiação do mercado publicitário brasileiro e concedido pelo jornal Meio&Mensagem, na categoria “Serviço Especializado”.

A entrega dos prêmios foi realizada ontem em São Paulo, no Credicard Hall, e contou com a participação dos principais nomes do setor. “É com imensa satisfação que recebemos o Caboré. O prêmio coroa nossa trajetória ao longo dessas três décadas e enche de orgulho nossa equipe, que ajudou a profissionalizar o setor em nosso país”, diz Fernando Alterio, presidente da T4F.

Em novembro, a T4F conquistou o prêmio Top Independent Promoter no Billboard Touring Awards 2012. Concedido pela revista norte-americana, o título é considerado um dos principais da indústria mundial de entretenimento ao vivo. A companhia concorreu ao lado de empresas internacionais e ganhou o título pela terceira vez. Antes já havia levado a premiação em 2009 e 2010. Além disso, também pela terceira vez, a T4F foi nomeada uma das maiores produtoras de todo mundo (Top Promoter), ao lado das norte-americanas Live Nation e AEG Live.

Ainda em 2012, a T4F foi vitoriosa em duas categorias da premiação O Melhor de SP, promovida pela revista Época. Com a eleição feita por júri popular, a promotora ganhou como Melhor Casa de Shows, com o Credicard Hall, e o Teatro Renault, conhecido por ser o espaço para musicais originais da Broadway no Brasil, levou o prêmio de Melhor Teatro.

Sobre a TIME FOR FUN

Maior empresa de entretenimento ao vivo da América do Sul, com atuação no Brasil, Argentina, Chile e Peru, a TIME FOR FUN é uma empresa de capital aberto, proprietária das principais casas de espetáculos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Buenos Aires. A T4F é a responsável pelas turnês brasileiras de U2, Madonna, Roger Waters, Pearl Jam, Ozzy Osbourne, Bon Jovi e dos espetáculos Cirque du Soleil, Blue Man Group, Disney on Ice e Circo da China. A empresa é controladora da Vicar e promotora da Copa Caixa de Stock Car, Copa Petrobras de Marcas, Copa Chevrolet Montana e Mini Challenge, realizou as temporadas dos principais musicais produzidos no Brasil e as mostras “Corpos Pintados”, “Corpo Humano: Real e Fascinante”, “Leonardo da Vinci: A Exibição de um Gênio” e “Titanic – Objetos Reais, Histórias Reais” e “Esplendores do Vaticano”.

159131 - pppadv -  03 Dez 2012, 23:09
Time For Fun cai após concorrente ser criada
http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/2627015/cesp-imobiliarias-sobem-forte-marfrig-cteep-caem-veja-destaques

As ações da Time For Fun (SHOW3) recuaram 3,84%, terminando aos R$ 9,76. A revista Istoé Dinheiro noticiou que o empresário Walter Torre deverá criar uma nova empresa de entretenimento para competir com a T4F, junto com a AEG, sócia norte-americana.

A intenção do empresário é realizar um show por semana na nova arena do Palmeiras, com capacidade para 50 mil pessoas por evento. A perspectiva trouxe pressão às ações da empresa listada na BM&FBovespa, que em sua mínima intradiária, chegou a cair 5,22% - aos R$ 9,62. O volume da companhia impressionou: R$ 16,82 milhões, contra uma média de R$ 8,62 milhões nos últimos 21 pregões.

157013 - alisonvm -  14 Nov 2012, 16:23
Fundo da Gávea Investimentos vende participação na Time 4 Fun

O GIF II Fundo de Investimento em Participações, gerido pela Gávea Investimentos, vendeu em bolsa todas as ações que tinha da Time 4 Fun (T4F). A informação foi divulgada pela companhia em comunicado à CVM. A participação do fundo na empresa era de 6,27% de seu capital total, ou mais de 4,73 milhões de ações.

Segundo comunicado da T4F, a operação não tem relação com o desempenho de seus negócios e a recente variação de suas ações. "Essa transação já era esperada pela companhia visto que o horizonte de investimento do fundo em questão se aproximava do fim", informou a T4F.

Desde que perdeu o contrato do canadense Cirque du Soleil para a IMX - joint venture de esportes e entretenimento do grupo EBX com a IMG Worldwide -, a T4F vem enfrentando momentos difíceis no mercado. A avaliação é que o negócio da companhia sofre mais risco do que se avaliava antes. Na semana passada, com a divulgação do balanço do terceiro trimestre, o mercado puniu ainda mais a companhia. Em um dia as ações chegaram a cair quase 10%. O resultado dessas movimentações é que os papéis, que eram cotadas em um patamar de R$ 14 no fim de setembro, caíram para a faixa dos R$ 10.

Às 13h30 as ações da companhia operavam em alta de 3,7%, cotados a R$ 9,59.

156335 - pppadv -   12 Nov 2012, 11:08
Resultado da T4F não atinge estimativas e ações têm forte queda
Lucro líquido de R$ 12,5 milhões vem abaixo dos R$ 15,6 milhões projetados pelo Bradesco; BTG corta preço-alvo e projeções
Por Fernando Ladeira
|15h54 | 09-11-2012
http://www.infomoney.com.br/t4fentretenimento/noticia/2608036/Resultado-T4F-nao-atinge-estimativas-acoes-tem-forte-queda

*Atualizado às 15h54 (horário de Brasília)

SÃO PAULO - Depois das principais linhas do resultado trimestral da Time For Fun (SHOW3) frustrarem as projeções, as ações da companhia sofrem forte recuo de 9,42% no pregão desta sexta-feira (9), segundo cotação das 15h41 (horário de Brasília). No mesmo horário, o Ibovespa, principal índice acionário da bolsa, mostra alta de 0,94%.

Ações da T4F despencam após divulgação de resultados

Em relatório, a equipe do Bradesco projetava um lucro líquido de R$ 15,6 milhões para a empresa no período de julho a setembro. No entanto, a T4F anunciou ganhos de R$ 12,5 milhões, que, além de ser abaixo da estimativa, é 29% inferior ao reportado no mesmo trimestre de 2011.

Já a equipe de análise do BTG Pactual vai além e os fracos números os levaram a reduzir o preço-alvo dos papéis, para R$ 17,00, o que significa um potencial teórico de valorização de 52,4% sobre o último fechamento.

As projeções para lucro líquido e Ebitda (geração operacional de caixa) também foram severamente afetadas. Para a primeira, o corte foi de 32% neste ano, para R$ 62 milhões, e 24% para o próximo, aos R$ 93 milhões. Já para a segunda, a revisão foi de 15% neste ano, para R$ 110 milhões, e de 18% para o próximo, para R$ 130 milhões.

"Resultados mais fracos no terceiro trimestre e evidências que as vendas de ingressos para os shows de Lady Gaga e Madonna estão relativamente fracas nos levam a acreditar que os resultados na segunda parte do ano será menos forte do que o originalmente esperado", escrevem Carlos Sequeira, Bernardo Miranda, Fabio Levy e Bruno Andreazza.

Lucro, receita e Ebitda abaixo do esperado
O comunicado de divulgação dos números defende que essa queda no lucro foi causada por conta do resultado financeiro líquido e pela variação cambial sobre saldos de empréstimos com subsidiárias.

As receitas financeiras caíram à mais da metade no período analisado, para R$ 3,5 milhões, ao passo que as variações cambiais, que no ano passado representavam ganhos de R$ 2,4 milhões, agora mostram perdas de R$ 2,2 milhões.

Apesar disso, as demais linhas do balanço também não alcançaram as projeções do Bradesco. Os analistas esperavam um faturamento de R$ 140,9 milhões e um Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) de R$ 23,5 milhões, enquanto a empresa revelou uma receita de R$ 137,7 milhões e um Ebitda de R$ 22,6 milhões.

Ebitda do ano menor que em 2011
Também vale notar que a própria T4F alertou que o Ebitda desse ano deverá ser inferior ao do ano passado. "Apesar das nossas expectativas de finalizar o ano com importante crescimento de receita líquida, o baixo desempenho de vendas dos shows outdoor (15 apresentações) a se realizarem nos meses de novembro e dezembro, os quais trazem um importante volume de custos de cachê e produção, nos levam a esperar um EBITDA para 2012 não superior ao realizado no ano de 2011", mostra o comunicado.

Mesmo assim, a empresa se diz confiante no potencial de crescimento nos mercados em que opera, tal como mostra otimismo com o modelo de negócios, baseado em plataformas diversificadas, aumento da cobertura geográfica e busca pela verticalização das atividades.

150725 - pppadv -  02 Out 2012, 19:55
T4F firma novo contrato de naming rights

Renault será o novo nome do teatro da T4F em São Paulo, o maior palco dos grandes musicais originais da Broadway na América do Sul.
Primeira grande estreia será "O Rei Leão", em 2013

São Paulo, 1º de outubro de 2012 - A T4F Entretenimento S.A. (BM&F Bovespa: SHOW3) - TIME FOR FUN, maior empresa latino-americana no ramo de entretenimento ao vivo, assinou um novo contrato de naming rights do seu teatro em São Paulo com a fabricante de automóveis multinacional RENAULT. Com isso, o Teatro Abril passará a se chamar Teatro Renault, a partir de 1º de novembro de 2012.

O contrato prevê o naming rights (direito de nome) do principal palco na América do Sul destinado às grandes montagens da Broadway por um prazo de cinco anos, ou seja, até o ano de 2017, renováveis por mais cinco anos. A primeira grande estréia do Teatro Renault será em 2013, com o aclamado "O Rei Leão", a maior bilheteria da Broadway de todos os tempos e já visto por mais de 65 milhões de pessoas em todo o mundo.

"É com grande satisfação que recebemos a Renault como parceira da TIME FOR FUN. Tenho certeza de que essa nova etapa repetirá o êxito que tivemos anteriormente. Ao longo de 11 anos consolidamos a casa como um dos símbolos do entretenimento ao vivo no Brasil", diz Fernando Alterio, presidente da T4F.

"A intenção da Renault é estar cada vez mais presente no dia a dia dos brasileiros. E essa presença não se resume à simples produção e comercialização de automóveis. Para a Renault, ter seu nome associado a uma das casas de espetáculos mais tradicionais do país, que é referência nacional em termos de cultura, é uma das formas de estarmos cada vez mais integrados à sociedade brasileira", avalia Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.

Instalado em um edifício de 5.532 m2, o Teatro Renault tem capacidade para 1.552 espectadores e já foi palco para diversos espetáculos da Broadway como, por exemplo, "O Fantasma da Ópera", "Les Miserábles", "A Bela e a Fera", "Cats" e "A Família Addams", atualmente em cartaz com imenso sucesso.

Para acessar o Comunicado ao Mercado, clique aqui.
http://www.mzweb.com.br/timeforfun/web/arquivos/Teatro%20Renault.pdf

150079 - pppadv - 26 Set 2012, 16:49
BTG reduz preço-alvo da T4F com perda do Cirque Du Soleil
http://www.valor.com.br/empresas/2844878/btg-reduz-preco-alvo-da-t4f-com-perda-do-cirque-du-soleil

Por Natalia Viri | Valor

SÃO PAULO - O banco BTG Pactual reduziu o preço-alvo projetado para os próximos 12 meses para as ações da Time for Fun (T4F) de R$ 23 para R$ 20, após a perda do contrato para promover a turnê do Cirque Du Soleil na América do Sul para a IMX Arts, joint venture entre a EBX, de Eike Batista, e a IMG Worldwide.

Apesar do corte no preço, o BTG recomenda a compra das ações, especialmente após a queda de 17% dos papéis da empresa no pregão de ontem — a maior baixa do Ibovespa. As ações estão cotadas a R$ 13,98, o que oferece um potencial de retorno de 44%, na visão do banco.

Em relatório divulgado aos clientes, o BTG explica que a participação do Cirque Du Soleil nos resultados da T4F é relevante. Pelas contas do analista Carlos Sequeira, o espetáculo — considerando receitas com venda de ingressos, alimentos e bebidas e merchandising — deve responder por cerca de 16% do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da empresa em 2012.

Por contrato, a T4F ainda vai liderar a turnê do circo canadense no Brasil em 2013. A exclusividade da IMX começa apenas em 2014. Para refletir essa nova realidade, o BTG cortou as estimativas para o Ebitda a partir de 2015 em 16%. “Neste momento, ainda não consideramos que a T4F possa compensar a perda do Cirque Du Soleil com novos conteúdos, o que é bastante razoável de se supor”, ressalva o analista.
Além da perda de uma fonte importante de receitas, Sequeira alerta que a movimentação da IMX mostra que as barreiras de entrada no setor de promoção de espetáculos são bastante baixas, o que é um risco para a T4F. “O movimento da IMX em direção ao Cirque Du Soleil mostra seu desejo de apostar alto para se tornar um grande ‘player’ no negócio”, afirma.

No começo do ano, a IMX comprou 50% do Rock in Rio, rivalizando com a T4F no segmento de eventos de música ao vivo, que atualmente responde por cerca de 43% das receitas da companhia.

150033 - TUBINHA - 26 Set 2012, 00:01
Citação: WK2007
A meu ver a queda da T4F não se justifica apenas pela perda do Cirque du Soleil, mas sobretudo pelo acirramento da concorrência em seu mercado de atuação.
O mercado procura ver mais adiante. Exagerou? não sei.

A TIME FOR FUN é a maior empresa de entretenimento ao vivo da América do Sul e a 4ª maior do mundo com 30 anos de experiência no ramo. E os investidores saem da ação com medo de um aventureiro com Eike? rsrsrs Criando mais uma máquina de prejuízo..

Eike sabe muito bem de aparecer e chamar atenção nos Shows, agora criar espetáculos, sei não.. Mais um mico, sendo que agora começou pelo lugar certo, no Circo!!!

Apesar da queda sem volume de hoje, acho que no curto prazo o mercado pode judiar do papel e mais queda em Show3, se não segurar os 13,50; Rumo aos 11,00!

Nada de repique antes de fechar minha posição..

156252 - ghfranco - 10/Nov/2012 19:59
citação: paulo_prof

citação: ghfranco
Não lembro de ter visto alguém comentar SHOW

Resultado saiu ontem, não foi muito animador mesmo, o que prometia crescimento este ano soou como estagnação. E agora, o modelo é viável ou não é?

Daqui a pouco vai bater -50% o valor de mercado.

Se vc adotar uma taxa anual de desconto (generosa), de 8%+IPCA, o valor atual da SHOW3 é compatível com o lucro líquido dos últimos 12 meses sendo mantido, corrigido pelo IPCA, até o final dos séculos, ou seja, o lucro líquido corrigido pela inflação não necessita aumentar durante os próximos 10-15 anos, mas também não poderia diminuir.

Se vc acreditar, que mesmo com a concorrência da empresa do Eike há espaço para a SHOW3 crescer e o risco de vc estar errado é pequeno, então vc pode arriscar alguns cobres na dita cuja ...

Valeu Prof, isso, creio que o mercado precificou a mudança de paradigma (digo, antes era de crescimento, agora não é mais)... Estou mantendo as minhas, os outros professores me aconselharam que paciência rende mais que impaciência. Só que mercado é assim, quem me garante que não vai cair mais?


18822 - Super Pinheiro - 18/Fev/2012 18:08
Prosseguindo os estudos em T4F.
Prós: Expansão do PIB e dos gastos com entretenimento
Contras: Desaceleração econômica
  
Apesar de ter subido bem nos últimos 2 meses, ainda está abaixo do preço do IPO que ocorreu em abril/2011 (R$16). Captou 503 milhões (188 milhões como oferta primária). Áreas de atuação: Promoção de eventos, Operação de casas de espetáculo, Operações de bilheteria e Operação de alimentos, bebidas e merchandising. Presença: Brasil, Argentina e Chile. A Companhia administra quatro casas de espetáculos no Brasil: Credicard Hall, Citibank Hall e Teatro Abril, em São Paulo, e Citibank Hall, no Rio de Janeiro, e uma casa de espetáculos na Argentina: o Teatro Opera Citi.

Receita Líquida (07 - 10): CAGR 12%
Ebitda (07 - 10): CAGR 22%

Baixo capex e capital de giro negativo devido aos patrocínios adiantados. 99% do ebitda foi convertido em caixa entre 2005/2010.

Plano de expansão: Construção de casas de espetáculos, aquisição de companias (consolidadora da indústria de entretenimento) e expansão para outras cidades

Demais informações no link que o Jpma postou (apresentação institucional). Em 2009 a empresa foi bastante afetada pelos impactos da crise global e pelo surto de gripe H1N1 então alguns indicadores (ROE, ROIC, margens) ficaram BEM deteriorados, mas em 2010 a empresa mostrou recuperação.

Resultados 2011 x comparação com 2010 - o 4T é sempre o mais forte
Receita líquida: 610 milhões (+7%)
LL: 61 milhões (+52%)
Ebitda: 110 milhões (+16%)
Todas as margens melhoraram frente a 2010.
Receita líquida de patrocínios 139milhões, alta de 12% frente a 2010.

Receita por segmento
Música ao vivo: 43%
Operação de bilheteria, alimentos e bebidas e operação das casas de espetáculo: 18%
Eventos esportivos, família e teatro: 16%
Patrocíno: 23%

Receita por país:
76% Brasil
16% Argentina
8% Chile

Caixa líquido de 128 milhões.
Se alguém souber onde vejo nas demonstrações financeiras o $$$ alocado para pagamento de dividendos seria legal, queria estimar o payout que a empresa irá adotar, visto que não precisa muito de caixa (salvo em caso de aquisições). Se for onde eu tô pensando "dividedos" - "reservas de lucro" tem 41milhões provisionados, ou seja, aprox 65% de payout.

Considero uma boa exposição ao setor de consumo, provavelmente entrarei no papel.

115821 -  small caps - 16/Fev/2012
citação: small caps

citação: gustgef
citação: small caps
Ilustres,

Primeiramente quero deixar claro que não se trata de uma nova EZTEC.

De qualquer sorte, é interessante escutar uma teleconferência de uma empresa sem QUALQUER ANALISTA interessado. NENHUMA pergunta!http://webcast.mz-ir.com/publico.aspx?codplataforma=3437

Era assim quando alguns ativos custavam uma fração do preço atual...

Hoje tem até fila de perguntas...

Este ano vai ser de plantação... de pesquisa... de prospecção de novos negócios... vamos preparar a aposentadoria!!!! :)

Grande Small, quanto tempo! Vai ter mesmo aquela reunião aqui em Fortaleza? Já teve? Ando mais sumido que nota de 1 real!

Ia comentar sobre SHOW3 em alguns lugares, mas não pensei em comentar por aqui por conta do alto P/L. Ps: vivo falando de multiplus e o pessoal não dá bola!

Dá pra chutar um lucro de uns 75M em 2012 (uns 25% de crescimento), mas mandei um e-mail pro RI da empresa logo após a divulgação do resulado e não tive resposta sobre a política de PAYOUT da empresa. Imagino que se ela tiver um payout superior a 50% comece a ser uma empresa bastante interessante.

Estimativas
SHOW3
Lucro Prox 12 meses - 75m
P/L Prox 12 meses - 12,6
Dividendos (com payout de 50%) - 4%

Mas não me empolga uma perspectiva de longuíssimo prazo, posso estar redondamente enganado, mas acho que num prazo de 5 a 10 anos, pode começar a entrar uma concorrencia mais forte (não se registra grandes empresas de eventos em bolsa nos EUA).

Mas acho que num prazo de 5 anos vai haver uma recuperação de demanda dormente nesse setor, que, na minha humilde opinião, ainda está muito defasado em relação a seu potencial. Com uma boa geração de caixa (palavras suas), crescimento de 20% nos próximos 5 anos e um payout elevado, podemos ter boas surpresas dessa empresa.

Eu compro fácil se o RI responder que é o payout é 90%. Mas 40/50, fico na duvida. 25% tou fora!

Danieljoseaa,

Ignora a galera que tá resmungando. Bolsa é bolsa, ninguém tem bola de cristal pra advinhar o futuro. Minha mãe tem 300 bnbr4, perdeu 3 pila hoje, mas tem 2000 pomo3 e 2000 eztc3, que juntas deram 6 mil esse mês. Bolsa é assim, se perde numas e se ganha noutras!

Quem tá reclamando é porque não sabe o que tá fazendo!

Abraço a todos,

gustgef, apareça mais vezes :)

Só não comprei Multiplus pois não deu tempo... agora perdi o bonde...

Sobre SHOW3, o nome já diz tudo :) Na realidade, no balanço estava provisionado o dividendo mínimo. E como disse, na teleconferência não tinha ninguém lá para indagar a respeito.

No entanto, a sinalização mais relevante para futuros dividendos melhores é o forte fluxo de caixa... GRND3 e VLID3 são dois exemplos recentes de que chega uma hora que o fluxo é tão grande que são obrigados a distribuir ao acionista...

Vc deve ter visto, voltei a comprar o bilhete da TPIS3... cabotagem em fase inicial dando fortes prejuízos atrapalha o consolidado... acredito que mais uns 2/3 anos até melhorar isto... Mas é aquele negócio, se a nova elétrica der certo, o novo porto, a empresa de cabotagem e o aeroporto... sai de baixo... o risco é dos mais elevados... coisa de a milésima potência... mas resolvi colocar uma pimenta na carteira...

ghfranco, positivado :)

Complementando sobre o pay-out... isto pode justificar segurar o caixa, conforme previ no IPO:

"Expandir o Segmento de Operação de Bilheterias e Outras Receitas Auxiliares.
... Além disso, para atingirmos nossas metas de crescimento para as atividades de comunicação, pretendemos expandir nossas atividades e realizar aquisições de empresas que atuem no Brasil e na América do Sul com foco neste segmento, de forma a capitalizar nosso pioneirismo no desenvolvimento de plataformas de branded entertainment. Esses processos de aquisições levarão em consideração o potencial de sinergia das empresas alvo e o seu nível de retorno.

Consolidar nossa liderança no setor através de aquisições seletivas.
Pretendemos expandir o conteúdo de nossos espetáculos artísticos, culturais e esportivos por meio de aquisições de empresas atuantes no setor que possuam especialização em conteúdos específicos, apresentem sinergias com nossas atividades e alto potencial de crescimento. Pretendemos utilizar uma parcela relevante dos recursos líquidos da oferta primária em aquisições, de forma que o sucesso dessas aquisições terá um efeito significativo em nosso desempenho futuro."

Informação relevante: O melhor resultado dela costuma ser no último trimestre do ano... Logo, não se deve multiplicar por 4 o último balanço para chegar ao P/L corrente... Trata-se de uma aposta de CRESCIMENTO, mais ARRISCADA que a maioria dos ativos para posições maiores que discutimos por aqui e que compoem a parcela mais relevante da minha carteira de ativos...

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