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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Tecnologia da Informação






345054  - FoxHoundBR -  08 Dez 2017, 22:52
Temer assina MP que altera Lei de Informática

O presidente Michel Temer assinou nesta sexta-feira a Medida Provisória (MP) que altera a Lei de Informática, estendendo de três para 48 meses o prazo para as empresas que tiveram isenções ou reduções de  impostos sobre bens de informática e automação possam realocar os recursos devidos. O documento foi assinado durante o almoço anual da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), na capital paulista.

A Lei da Informática permite a isenção ou redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para bens de informática e automação, desde que as empresas investissem, no mínimo, 5% de seu faturamento bruto no mercado interno em atividades de pesquisa e desenvolvimento. A União, no entanto, não fiscalizou a contrapartida  dos benefícios nos últimos 12 anos. Quando finalmente o fez, neste ano,  rejeitou 75,5% dos valores investidos na Zona Franca de Manaus e 60% no restante do País.

Além do alongamento do prazo para que os recursos devidos sejam investidos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), a MP também permite que as empresas contratem auditorias independentes para analisar suas contas. Antes, a análise cabia ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Segundo as contas do próprio governo, 600 empresas se beneficiam da Lei de Informática atualmente, o que se traduz em um benefício de R$ 5 bilhões anualmente. Desses, são reinvestidos cerca de R$ 1,5 bilhão por ano em pesquisa.

De acordo com a consultoria F. Iniciativas, a glosa dos investimentos gerou uma dívida de R$ 5 bilhões para as empresas. Os valores incluem multa e correção. Entre as empresas nessa situação estão algumas das principais players do setor, como LG, Samsung e Positivo.
Fonte: https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2017/12...

6445 - small caps - 01/Jun/2009 22:40
Valeu Capa!
O setor de tecnologia é uma eterna promessa na bolsa brasileira. Mas nunca tivemos aquela empresa ao mesmo tempo barata e de histórico de "responsa".
A única do segmento que tenho na minha carteira é BEMA3. Mais por estar com múltiplos bem atraentes e boa grana em caixa. Mas os resultados do primeiro trimestre deixaram a desejar e até o próximo balanço não acredito em pressão de compra.
Tinha UOLL4, mas depois que mais uma vez liberaram "aquela fortuna" de dividendos, vendi, pois tem companhias que tratam seus acionistas de forma bem mais interessante.
E a TOTVS parece bem administrada só que não é nada barata.

Análise Coin Valores
De acordo com dados da ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), o setor de informática cresceu 13% em 2010. Tal desempenho foi decorrente do ambiente favorável ao consumo, como a perspectiva de crescimento econômico no longo prazo e, consequentemente, do emprego e da renda do consumidor, além da oferta de crédito. Para 2011, espera-se a continuidade do crescimento amparado pelo bom desempenho da venda de PCs, que deverá atingir 14 milhões de unidades. Com o aumento na venda de PCs e dos acessos a internet por meio da banda larga, a expansão dos meios digitais promoverá o crescimento acelerado da publicidade online, webhosting, e-commerce e software. Como citado, outro fator que colabora com a expansão do setor tecnológico é a penetração da internet nas famílias de baixa renda. Ao contrário da telefonia móvel, que já esta bem difundida em todas as classes de renda, a internet ainda possui baixa penetração nas classes C, D e E, mas a perspectiva é de que aumente nos próximos anos. O Plano Nacional da Banda Larga, programa do governo federal, tem o objetivo de levar banda larga para esse público. O programa prevê a cobertura de mais de mil cidades em 2011 e todo o território nacional até 2014, com preços entre R$ 15 e R$ 35, e velocidade mínima de 512 kbps. O mercado de acesso à internet banda larga (fixa e móvel) deverá fechar 2010 com 28% de expansão, já para 2011, as perspectivas de aumento são de 30% nas conexões, o crescimento será impulsionado pelo
aumento na concorrência e expansão da cobertura. Com expansão dos meios digitais os seguimentos de e-commerce e publicidade digital ganharão mais força. De acordo com o e-bit, o comércio eletrônico deverá faturar R$ 14,3 bilhões em 2010, alta de 35% na comparação anual. No Brasil, a publicidade online ainda tem muito espaço para crescer e espera-se crescimento de 20% já para 2011. Para se ter uma idéia, do total mercado de publicidade, a online representava apenas 4,3%, em ago/10. Para os provedores de internet, a publicidade online e serviços de webhosting representam potenciais catalisadores de crescimento e podem compensar a queda das receitas com assinaturas nos próximos anos. Com as condições favoráveis para o consumo mantidas e aumento da renda per capita, as perspectivas de crescimento em 2011 permanecem favoráveis em software, além de internet e mídia. As empresas de tecnologia estão expandindo seus negócios em Cloud Computing (computação em nuvem) e Business Analiytics. Com a Cloud Computing, muitos aplicativos, assim como arquivos e outros dados relacionados, não precisam mais estar instalados ou armazenados no computador do usuário ou em um servidor próximo. Esse conteúdo passa a ficar disponível nas "nuvens", isto é, na internet.

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