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sábado, 4 de abril de 2020

Automóveis e Motocicletas












Produção de veículos cresceu medíocres 0,4%em março

A produção total de veículos, excluindo máquinas agrícolas, somou 267,5 mil unidades em março, segundo dados divulgados ontem pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). O resultado equivale a um ligeiro crescimento de 0,4% na margem, descontados os efeitos sazonais.

Esse resultado devolveu parte da queda de 4,3% observada em fevereiro e refletiu as variações positivas das categorias de comerciais leves, ônibus e caminhões, com altas de 20,8%, 14,2% e 11,0%, nessa ordem. Nesses dois últimos casos, as variações sugerem bom desempenho dos investimentos no final do trimestre. Em sentido contrário, a produção de automóveis teve queda de 3,3%. Em relação à demanda, as vendas ao mercado interno apresentaram expansão de 3,7% na margem, com destaque para a variação positiva de automóveis. Por outro lado, as exportações caíram 2,6% em relação ao mês anterior, também excluídos os efeitos sazonais. Assim, os estoques apresentaram queda de 7,8% na margem, mantendo-se em um patamar confortável.

Com esses dados e outros poucos indicadores coincidentes já reportados, espera-se uma alta de 1,0% da atividade industrial na passagem de fevereiro para março, segundo apuração na Pesquisa Industrial Mensal (PIM/IBGE).

166439 - bravodelta -  07 Fev 2013, 15:16
Produção de carros é recorde em janeiro, mas faltam peças nas fábricas (Estadão, CAPA E B1)
As montadoras registraram em janeiro recorde de produção, com 279,3 mil unidades - alta de 7,7% em relação a dezembro e 32% em comparação com janeiro do ano passado, informa o Estadão. Mas o crescimento poderia ter sido ainda maior. Algumas montadoras estão com problemas de abastecimento de peças. Só a Fiat tem 3 mil carros incompletos no pátio da fábrica de Betim (MG), à espera de itens como rodas de liga leve e componentes plásticos. Segundo Cledorvino Belini, presidente da Anfavea e da Fiat, o resultado de janeiro poderia ter sido 5% maior, caso houvesse disponibilidade de peças. ´Alguns segmentos do setor de autopeças não estão investindo na mesma proporção (que as montadoras)`, disse Belini. Se o problema persistir, ´teremos de importar o que está faltando`. Outra razão para a falta de peças, segundo Bellini, é que a Fiat não deu férias coletivas no fim do ano, enquanto os fornecedores pararam suas linhas. Segundo o executivo, parte do problema deve ser resolvida com a parada de 10 dias iniciada segunda-feira na fábrica de Betim. Na Volkswagen, segundo a comissão de fábrica, foram observados problemas pontuais de abastecimento, mas ligados a um aumento não programado na produção. A montadora não comentou o assunto, assim como a General Motors e a Ford. O conselheiro do Sindipeças, Elias Mufarej, afirmou que o setor trabalha com ociosidade média de 25% e atendeu, sem problemas, o aumento da demanda das montadoras no fim de 2012. Apesar do problema de abastecimento, Belini comemorou o bom início de ano. ´Nunca se produziu tanto veículo num mês de janeiro na história desse País.` A Anfavea espera crescimento de 4,5% na produção neste ano, para 3,49 milhões de veículos. As vendas também foram recordes para janeiro, com 311,4 mil unidades.

149786 - Ray Invest - 23 Set 2012, 23:34
He,he, bom para as concessionárias.

Mas o Brasil tem um número pequeno de automóveis per capita (249 carros por mil habitantes em 2011), comparado aos EUA (808 aut. por mil hab., ainda em 2009).
Os europeus tinham ainda em 2007 e 2008 de 500 à 700 carros (que tal considerar 600 na média) por mil pessoas.

Lembrando ainda que esses países tem muito mais carros que o Brasil, mesmo tendo trens de alta velocidade, metrôs, trens de carga, etc em muito maior número que nós.

O que nos faltam são ruas e rodovias!

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pa%C3%ADses_por_autom%C3%B3vel_per_capita

67462 - paulo_prof - 27/Mar/2011 14:48
citação: vitor_kalel2004e entre as de concessões de rodovias qual é a mais interessante para longo prazo, ecor3, tpis3, ohlb3 ou ccro3...aguardo

Embora o sub-setor de concessões de exploração de rodovias esteja fora de meu radar, sou da opinião de que no longo prazo, empresas cujo unico segmento de atuação seja o da exploração de rodovias, não têm perspectivas interessantes. Se o Brasil vai mesmo querer se inserir entre a classe de países desenvolvidos, terá que concentrar esforços para o desenvolvimento da multimodalidade de transportes e logística.

Posso estar enganado, mas entre as 4 empresas do setor, me parece que a TPIS e ECOR estão mais inclinadas à multimodalidade do que CCRO e OHLB.

Mais uma vez (nunca li um único relatório), se não estiver enganado, CCRO e OHLB parecem ser empresas "puras" de exploração de rodovias. Se eu fosse obrigado a escolher entre as duas, não sem antes reclamar muito por ter que efetuar uma opção indesejada, a escolha certamente cairia sobre a OHLB.

A CCRO há muito tempo vem apreentando um lucro líquido que cresce apenas nominalmente com a inflação. A menos que uma leitura atenta do relatório 2010 mostre algum curinga escondido na manga, é um ativo para se esquecer. O preço justo que estimei (crescimento do lucro real nulo, perpetuidade nula e taxa de desconto de 10% reais) é de R$ 15,22, muito abaixo do preço de mercado.

A OHLB vem apresentando uma taxa de crescimento nominal do lucro líquido entre 30% e 35% nos últimos 3 anos, e entre 16% e 18% se uma prazo maior for considerado (4/5 anos). Admitindo uma taxa anual média de crescimento do lucro líquido real de 25% (o que de forma alguma é garantido) o preço justo (mantendo fixos os demais parâmetros) seria de R$ 49,21, abaixo do preço de mercado, mas não tão exageradamente abaixo como o da CCRO3.

TPIS3 é o único ativo do setor que tenho em minha planilha, pois é um ativo canditdato a turnaround. Muitos aqui mantém posições (moderadas) no ativo. Eu desmontei a minha posição em dezembro, por acreditar ter melhores opções de investimento na ocasião. Lembrando que o papel aceita tudo, o preço justo para os parâmetros acima em minha planilha aparece como R$ 6,56, supondo que o lucro líquido dos últimos 12 meses, R$ 37 milhões, possa crescer 40% ao ano durante os próximos 3 anos. Com a entrada em operação do porto, vamos ver ...

Finalmente, a ECOR3. O crescimento anual médio histórico de seu lucro líquido está entre 27% (desde 2005) e 178% (último ano). Salvo indicação ao contrário que uma leitura do Relatório 2010 possa propiciar, admitir um hipótese de crescimento médio anual do lucro real de 25% nos próximos 3 anos, não parece um exagero. Nestas condições, o preço justo seria de R$ 17,49.


Em conseqüência, olhando exclusivamente para os resultados, dos 4 ativos o mais interessante parece (de longe) ECOR3. Evidentemente, caberia agora uma leitura detalhada dos relatórios dos últimos anos/trimestres, para conhecer a empresa em seus detalhes além dos números. Esta tarefa deixo a vc.

2610 - small caps - 19/Mar/2009 00:50 
"citação: eurico22Engraçado, exploração de rodovias parece ser um negócio tão rentável..."
Porque a triunfo só dá um prejuízo atrás do outro?
"eurico22, dívida muito alta. O segmento também pode dar prejuízo, caso não haja uma boa administração. Os investimentos iniciais costumam ser altos para as concessionárias do serviço e os últimos leilões do segmento não sairam com preços tão amigáveis para o prestador do serviço."
"Além disso, a Triunfo tem também um Porto em Navegantes e uma empresa que logo deve começar a gerar energia elétrica. Está na minha listas de empresas acompanhadas..."

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