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terça-feira, 16 de julho de 2019

Metal Leve (LEVE)


Recomendações
Compra CAP7 (mai/19) - DRMIRANDA (dez/12) - LEIVINHA  (dez/12)
Carteiras
Gersonlp (out/17) - herdsman (dez/16abr/17ago/17fev/18), paulo_prof (mai/19jun/19jul/19)
Balanços
1T2019 -
paulo_prof  -
Resultados Medianos. Receita Líquida em linha com aquela do 1T18 em termos nominais. Maior CPV, pior Resultado Financeiro e maior IR/CS relativo impactaram o lucro líquido. Ebitda mantido em termos nominais. Empresa sentiu a situação econômica na Argentina.
O ativo parece bem precificado. Acho que o risco é muito baixo e o DY compensa.

2T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LÍQUIDA POR SEGMENTO = No 2T18, o segmento de componentes de motores apresentou crescimento nas vendas de 12,9%, enquanto que o segmento de filtros apresentou uma redução de 15,0%, quando comparados com o mesmo período de 2017. Para o 1S18 e 1S17, o segmento de componentes de motores apresentou crescimento nas vendas de 17,4%, enquanto que o segmento de filtros uma redução de 5,0%; Resultado Operacional medido pelo EBITDA = No 2T18, o EBITDA foi de R$ 112,9 milhões (R$ 107,7 milhões no 2T17), registrando uma margem EBITDA de 18,0% (18,7% no 2T17). No 1S18, o EBITDA foi de R$ 231,7 milhões (R$ 186,5 milhões no 1S17), registrando uma margem EBITDA de 18,6% (17,1% no 1S17).; Resultado financeiro líquido = No 2T18 foi registrada uma despesa financeira líquida de R$5,2 milhões, enquanto que no 2T17, foi apurada uma despesa de R$7,6 milhões, apresentando uma variação positiva de R$2,4 milhões entre os períodos. Já no 1S18 foi registrada uma despesa financeira líquida de R$7,0 milhões, enquanto que no mesmo período de 2017, foi apurada uma despesa de R$16,9 milhões, apresentando uma variação positiva de R$9,9 milhões entre os períodos.

3T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LIQUIDO DO 3T17 MELHOROU EM RELAÇÃO AO 2T17 E MELHOROU (TAMBEM) NA COMPARAÇÃO COM O 3T16. DOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 03 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (6,6667%). RESULTADO OPERACIONAL MEDIDO PELO EBITDA = NO 3T17, O EBITDA FOI DE R$ 132,6 MILHÕES (R$ 84,5 MILHÕES NO 3T16), REGISTRANDO MARGEM EBITDA DE 22,2% (15,9% NO 3T16). JÁ NO 9M17, O EBITDA FOI DE R$ 319,1 MILHÕES (R$ 284,6 MILHÕES NO 9M16), REGISTRANDO MARGEM EBITDA DE 18,9% (17,4% NO 9M16).

BAC 1000 -
Leve3 também arrebentou... 
Características
Industria e comércio de peças e componentes para motores a combustão
Links
361395  - paulo_prof  -  21 Mai 2019, 15:37
Citação: m0rfeu - Post #361392 - 21/Mai/2019 14:12
Professor, estou entre 2 empresas da sua planilha, leve3 e shul4. Sobre a leve3, acha que eles irão manter esses dividendos de quase 10%?
O DY da Leve depende de seu lucro ... nos últimos 9 exercícios, a LEVE tem praticado um payout acima dos 95%. Como o seu endividamento líquido é negativo e não consta que planeja fazer investir em novas fábricas no curto prazo, não há razões para mudar. Há que notar, entretanto, que a LEVE depende muito dos mercados brasileiro e argentino, que estão relativamente fracos. Não sei se será capaz de compensar a perda de receita nestes mercados, com as exportações. Embora o real tenha se desvalorizado, os volumes exportados diminuiram no 1T19. Vamos aguardar os números do 2T19 para verificar se a tendência do 1T19 se confirma.

361308  - paulo_prof  - 16 Mai 2019, 21:55
Resultados Medianos. Receita Líquida em linha com aquela do 1T18 em termos nominais. Maior CPV, pior Resultado Financeiro e maior IR/CS relativo impactaram o lucro líquido. Ebitda mantido em termos nominais. Empresa sentiu a situação econômica na Argentina.

O ativo parece bem precificado. Acho que o risco é muito baixo e o DY compensa.

LEVE3

PREÇO: R$ 21,80

PAYOUT (2018) 95,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,84
P/VPA 1,99
PSR 1,08
DY 9,65%
EV/EBITDA 5,56
MARGEM BRUTA 26,4%
MARGEM OPERACIONAL 13,5%
MARGEM LÍQUIDA 10,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,215
MARGEM EBITDA 18,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 25,9%
ROE 20,18%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,11


Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,82%

RESULTADO BRUTO +2,96%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +66,61%

RESULTADO OPERACIONAL +5,54%

RESULTADO LÍQUIDO +5,15%

EBITDA +6,48%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +0,73%

RESULTADO BRUTO -2,685%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +389,15%

RESULTADO OPERACIONAL -5,91%

RESULTADO LÍQUIDO -10,43%

EBITDA +1,26%



c) lucro (taxa média anual)

UA 5,15%
U2A passou de negativo para positivo
U3A 7,73%


d) patrimônio líquido médio

UA -0,96%

U2A 1,49%

U3A -0,18%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 6,48%
U2A 127,63%
U3A 7,29%
U4A 4,36%
U5A 1,97%
U6A 2,86%
U7A 3,69%
U8A 5,63%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 27,69

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,0% !!!

354024 - marcosvinicius2 -  23 Set 2018, 13:39
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LÍQUIDA POR SEGMENTO = No 2T18, o segmento de componentes de motores apresentou crescimento nas vendas de 12,9%, enquanto que o segmento de filtros apresentou uma redução de 15,0%, quando comparados com o mesmo período de 2017. Para o 1S18 e 1S17, o segmento de componentes de motores apresentou crescimento nas vendas de 17,4%, enquanto que o segmento de filtros uma redução de 5,0%; Resultado Operacional medido pelo EBITDA = No 2T18, o EBITDA foi de R$ 112,9 milhões (R$ 107,7 milhões no 2T17), registrando uma margem EBITDA de 18,0% (18,7% no 2T17). No 1S18, o EBITDA foi de R$ 231,7 milhões (R$ 186,5 milhões no 1S17), registrando uma margem EBITDA de 18,6% (17,1% no 1S17).; Resultado financeiro líquido = No 2T18 foi registrada uma despesa financeira líquida de R$5,2 milhões, enquanto que no 2T17, foi apurada uma despesa de R$7,6 milhões, apresentando uma variação positiva de R$2,4 milhões entre os períodos. Já no 1S18 foi registrada uma despesa financeira líquida de R$7,0 milhões, enquanto que no mesmo período de 2017, foi apurada uma despesa de R$16,9 milhões, apresentando uma variação positiva de R$9,9 milhões entre os períodos.:

LEVE3
PREÇO: R$ 24,05
PAYOUT (2017): 37,07%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,28
P/VPA 2,41
PSR 1,29
DY 3,28%
EV/EBITDA 7,36
MARGEM BRUTA 28,75%
MARGEM OPERACIONAL 14,17%
MARGEM LÍQUIDA 11,42%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,131
MARGEM EBITDA 18,65%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 28,98%
ROE 21,38%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,92

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 9,11%
RESULTADO BRUTO 23,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -62,77%
RESULTADO OPERACIONAL -1162,02%
RESULTADO LÍQUIDO 8358,58%
EBITDA 306,40%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 9,00%
RESULTADO BRUTO 14,57%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -31,71%
RESULTADO OPERACIONAL 10,30%
RESULTADO LÍQUIDO 5,54%
EBITDA 2,72%

c) lucro (taxa média anual)
UA 8358,58%
U2A 11,06%
U3A 9,61%

d) patrimônio líquido médio
UA 3,95%
U2A -0,14%
U3A -0,37%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 26,64
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -2,40% !!!!
[...]

351129  - Ricardo Borges  12 Jun 2018, 18:26
http://www.ricardoborges.com/noticias.htm

Comentários sobre resultados (LEVE3, SEDU3, BRML3, MRFG3, JHSF3) e outras notícias

METAL LEVE (LEVE3) - Considerando que os títulos do tesouro estão oferecendo uma rentabilidade com um P/L de 10,83 e quanto menor é esse valor, melhor é o investimento, além de aplicações nesses títulos de renda fixa serem bem mais seguro do que comprar ações, os papeis da Metal Leve estão com um P/L de 12,80 (Fonte: Fundamentus), ou seja, mais arriscados e menos rentáveis, além disso o papel também está caro se observarmos o P/VPA de 2,44. NÃO recomendo.

Ativo_243_LucroLiquido_12M_180612084056_

Fonte: guiainvest.com.br

"A fabricante de autopeças Mahle Metal Leve registrou um lucro líquido de R$ 71,3 milhões no primeiro trimestre de 2018, o que representa um aumento de 86% em relação ao período de janeiro a março do ano passado. Na mesma base de comparação, a receita cresceu 14,5%, passando de R$ 540,5 milhões para R$ 618,7 milhões.

O forte desempenho da companhia no trimestre é reflexo tanto de uma melhora no resultado operacional, que cresceu 74,7% para R$ 96,1 milhões, quanto na linha financeira, que reduziu o prejuízo em 86%, para R$ 1,8 milhão.

O crescimento na receita de vendas deveu-se, dentre outros fatores, ao impacto positivo da variação cambial, mas principalmente, ao aumento da relação volume e preço em 10,7%, com destaque para o mercado doméstico, que apresentou alta de 18%." (Fonte: Valor Econômico)

Link para a matéria completa do jornal para ser lida:

http://www.valor.com.br/empresas/5524035/lucro-da-...

Para quem desejar acompanhar as notícias econômicas e financeiras dos principais jornais nacionais:

http://www.ricardoborges.com/manchetes.htm

349934  - herdsman  -  14 Mai 2018, 21:29
Metal Leve
Lucro bem decente de 71 milhoes.
http://www2.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/frmNBC.asp?protocolo=623331

346765 - herdsman -  02 Fev 2018, 13:43
http://anoticia.clicrbs.com.br/sc/economia/noticia/2017/12/tupy-vai-investir-r-150-milhoes-em-2018-10096527.html
[...]
Estou também com posição razoável em Leve3, acho que o grupo Mahle produz mais barato aqui com Euro a 3,90 R$.
[...]

344400  - marcosvinicius2 - 27 Nov 2017, 13:14
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LIQUIDO DO 3T17 MELHOROU EM RELAÇÃO AO 2T17 E MELHOROU (TAMBEM) NA COMPARAÇÃO COM O 3T16. DOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 03 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (6,6667%). RESULTADO OPERACIONAL MEDIDO PELO EBITDA = NO 3T17, O EBITDA FOI DE R$ 132,6 MILHÕES (R$ 84,5 MILHÕES NO 3T16), REGISTRANDO MARGEM EBITDA DE 22,2% (15,9% NO 3T16). JÁ NO 9M17, O EBITDA FOI DE R$ 319,1 MILHÕES (R$ 284,6 MILHÕES NO 9M16), REGISTRANDO MARGEM EBITDA DE 18,9% (17,4% NO 9M16).:

LEVE3
PREÇO: 23,19
PAYOUT (2016): 324,96%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 58,22
P/VPA 2,19
PSR 1,33
DY 5,58%
EV/EBITDA 19,48
MARGEM BRUTA 26,52%
MARGEM OPERACIONAL 0,94%
MARGEM LÍQUIDA 2,29%
LUCRO POR AÇÃO 0,398
MARGEM EBITDA 7,03%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 35,02%
ROE 3,76%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,39

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,45%
RESULTADO BRUTO -5,16%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -24,57%
RESULTADO OPERACIONAL -88,61%
RESULTADO LÍQUIDO -74,58%
EBITDA -52,87%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,69%
RESULTADO BRUTO 24,16%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -34,84%
RESULTADO OPERACIONAL 107,37%
RESULTADO LÍQUIDO 94,98%
EBITDA 54,84%

c) lucro (taxa média anual)
UA -74,58%
U2A -51,70%
U3A -35,17%

d) patrimônio líquido médio
UA -3,88%
U2A -2,66%
U3A -2,37%

Resultado financeiro líquido = No 3T17 foi registrada uma despesa financeira líquida de R$ 7,1 milhões, enquanto que no 3T16, foi de R$ 7,7 milhões, apresentando uma variação positiva de R$ 0,6 milhão entre os períodos. Já no 9M17 foi registrada uma despesa financeira líquida de R$ 24,0 milhões, enquanto que no mesmo período de 2016, foi apurada uma despesa de R$ 40,1 milhões, apresentando uma variação positiva de R$ 16,1 milhões entre os períodos;

Lucro líquido = No 3T17 atingiu R$ 98,4 milhões (R$ 50,5 milhões no 3T16), o que representa um crescimento de 94,9% entre os períodos apurados, enquanto que a margem líquida no 3T17 foi de 16,5% e 9,5% no 3T16. Já no 9M17, o Lucro Líquido foi de R$ 193,8 milhões (R$ 167,3 milhões no 9M16), o que representa um crescimento de 15,8% entre os períodos apurados, enquanto que a margem líquida no 9M17 foi de 11,5% e 10,2% no 9M16.;

LEVE3_rl_lucro.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

343993 - BAC 1000 -  15 Nov 2017, 00:51
Lucro líquido da Mahle Metal Leve aumenta 94,9% no 3º trimestre Por Victor Aguiar | Valor SÃO PAULO  -  A Mahle Metal Leve fechou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido atribuído aos controladores de R$ 98,4 milhões, alta de 94,9% ante o ganho de R$ 50,5 milhões registrado entre julho e setembro de 2016. A margem líquida aumentou de 9,5% para 16,5%. A receita líquida de vendas aumentou 12,5% na mesma base de comparação, chegando a R$ 596,5 milhões. O resultado operacional melhorou 79,4% em um ano, totalizando R$ 109,1 milhões — a margem operacional avançou de 11,5% para 18,3%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 132,6 milhões no trimestre, alta de 56,9% na mesma base de comparação. A margem Ebitda melhorou 6,3 pontos percentuais, para 22,2%.

343987  - BAC 1000 -  14 Nov 2017, 22:43
Leve3 também arrebentou... Dá lhe Unip e leve...

343984  - herdsman   -  14 Nov 2017, 21:22
Metal leve lucro quase dobrou no trimestre tanto em comparação com 2T2017 e 3T2016.
Vendas puxadas pelas exportações.
Se continuar neste ritmo vai ter um DY% de mais de 10 !

340936  - herdsman  -  11 Ago 2017, 00:14
Premium
Metal- Leve retomou crescimento de produção e vendas. Lucro no trimestre 57 milhões.
Mantendo margens e divida quase zerada.
Pode pagar 8-9 % de dividendos .
Estou no prejuízo na leve3, mas agora penso em fazer preço mérdio.
http://ri.mahle.com.br/pt/documentos/1055-MAHLE-Re...

328002 - NumBroker  -  06 Out 2016, 14:55
Mahle Metal Leve – Oportunidade de Investimento

05.10 - 16:25 - Tiago Binsfeld
No dia 12 de setembro nossos analistas do time de estratégia recomendaram a compra das ações LEVE3 levando em conta i) bons fundamentos; ii) quedas recentes; e iii) a posição técnica favorável. Continuamos gostando da tese de investimentos da companhia e uma recente revisão de nossos analistas do setor de bens capital reforça essa visão positiva. Além disso, nossos analistas acreditam que uma potencial recuperação do cenário macroeconômico brasileiro impacta positivamente nas margens e receitas da companhia, e esperam melhores resultados operacionais em 2017. Mesmo com as altas recentes do Ibovespa nessa semana, acreditamos que os papéis possam ter ficado para trás e estamos reforçando a oportunidade de compra das ações LEVE3. Recomendamos a compra dos papéis até os R$ 23,30.
Fonte: Itaú

172174 - renato1631 -  12 Mar 2013, 00:43
Mahle Metal Leve triplica lucro no 4º trimestre
A fabricante de autopeças Mahle Metal Leve informou hoje que teve lucro de R$ 51,8 milhões no quarto trimestre de 2012, quase três vezes acima - ou 193% maior - do ganho apurado um ano antes (R$ 17,7 milhões). O resultado positivo, contudo, não evitou a queda de 5% do lucro da empresa no acumulado do ano, que somou R$ 179,2 milhões.

Nos três últimos meses do ano passado, a receita líquida da companhia evoluiu 3%, comparativamente ao mesmo trimestre de 2011, chegando a R$ 543 milhões. Na mesma base de comparação, houve um aumento de 125,1% no resultado operacional medido pelo Ebitda, que ficou em R$ 100 milhões nos três últimos meses do ano.

O resultado operacional foi beneficiado pela desoneração da folha de pagamento - concedida pelo governo aos fabricantes de autopeças -, o menor impacto do custo dos produtos vendidos e o efeito cambial, que melhorou o resultado em reais das exportações.

A margem Ebitda - que mede a relação desse indicador com a receita líquida - ficou em 18,4% no quarto trimestre, com um aumento de dez pontos percentuais em um ano.

164486 - marcelio2 -  24 Jan 2013, 17:13
Metal Leve: small cap de boa qualidade e com alto retorno em dividendos

Com perspectivas de um 2013 promissor, Deutsche Bank eleva recomendação para as ações da companhia de neutra para compra, além de aumentar o preço-alvo em 41%

Por Lara Rizério |14h59 | 24-01-2013 A A A
SÃO PAULO - Com perspectivas de um 2013 promissor, o Deutsche Bank elevou a recomendação para as ações da Mahle Metal Leve (LEVE3) de neutra para compra, além de aumentar o preço-alvo para os ativos em 41%. Deste modo, o target passou de R$ 25,40 para R$ 30,00 - o que configura um potencial de valorização de 18,11% em relação à cotação de fechamento de quarta-feira (24).

Em relatório, os analistas Leandro Cappa e Rodrigo Barros afirmam que a empresa é um nome de qualidade no setor de autopeças, sendo guiada por drivers positivos como os programas de incentivos do governo, aumento da produtividade e recuperação do mercado de caminhões. Além disso, o bom nível de pagamento de dividendos da empresa reforça a tese de investimentos para a ação - o Deutsche Bank trabalha com um dividend yield (dividendo pago por ação/cotação da ação) projetado para 2013 em torno de 6,5%.

A expectativa é de expansão das margens em 2013, em meio aos ganhos de produtividade e escala. Com isso, os analistas esperam que a margem Ebitda (Ebitda/Receita líquida) será de 19% no longo prazo, antes expectativa anteriores de 18%. Enquanto isso, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) deve ter uma alta de 18% neste ano na comparação com 2012, atingindo os R$ 463 milhões.

Aumento de produtividade e oportunidade de crescer

Para os analistas, a Mahle Metal Leve apresenta boas oportunidades de crescimento ao focar na diversificação dos seus produtos e adicionar valor agregado aos existentes. Já a redução do pessoal da companhia, de 11.229 empregados para 10.449, como resultado de um programa implementado no primeiro semestre e da opção por não substituir eventuais desligamentos, irão ajudar a aumentar a produtividade.

A Mahle Metal Leve se beneficia ainda de uma maior competitividade, devido à desvalorização recente do real frente ao dólar. O foco nos mercados crescentes da Índia e China é bastante positivo, avaliam os analistas, ressaltando que qualidade, tecnologia continuam sendo diferenciais da Mahle.

Cenário positivo, mas volátil no segundo semestre

O cenário positivo da empresa se mistura com as boas perspectivas para o setor. Cappa e Barros esperam uma alta de 2,4% nas vendas de veículos leves e comerciais, assim como um aumento de 5,3% na produção. Esta alta se deve aos aumentos das taxas de importação, o que deve aumentar a demanda por produtos nacionais, avaliam.

Além dos analistas, as companhias e as associações estão otimistas sobre o mercado de caminhões, após uma queda de 35% na produção e de 20% nas vendas. De acordo com a companhia, a recuperação no mercado de caminhões deve acontecer na segunda metade do ano; já para o primeiro trimestre de 2013, ainda não há sinais de aquecimento na produção.

Contudo, com o fim da redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que deverá ocorrer gradualmente até junho, o setor deve sofrer com a maior volatilidade, principalmente no mercado de veículos leves.

155609 - israel007 -  08 Nov 2012, 02:03
LEVE3

Empresa: MAHLE-METAL LEVE S.A. Ação: METAL LEVE ON Setor: Bens Industriais Subsetor: Material de Transporte
Resultado do 3º Trimestre de 2012

A companhia registrou lucro líquido de R$ 55,0 M neste trimestre, uma variação de 49,4% em relação ao 2° trimestre de 2012 e redução de 40,2% em relação ao 3° trimestre de 2011. A receita líquida totalizou R$ 476,1 M no terceiro trimestre de 2012, acréscimo de 2,2% em relação ao segundo trimestre de 2012 e redução de 7,2% em relação ao 3° trimestre de 2011.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 29,8% contra 25,2% no trimestre anterior e 28,3% no terceiro trimestre de 2011. Já a margem líquida ficou em 11,6% no 3T12 contra 7,9% no segundo trimestre de 2012.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 2,3 B, decréscimo de 16,3% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 1,4 B no terceiro trimestre de 2012, valor -3,7% menor ao saldo no mesmo período do ano anterior.

150157 - paulo_prof -  27 Set 2012, 12:22
Citação: CAP7
Professor Paulo
Mesmo sabendo que o setor industrial é amigo do Rei e que 2013 o PIB poderá ser maior, o senhor não pretende mudar de idéia ?

CAP
O problema é que o Rei de fato não tem uma política ... é tudo improvisação. Tudo o que o investidor pode esperar é que, no curto prazo, o setor industrial estará melhor das pernas com a intervenção do governo do que estaria se não houvesse intervenção alguma. Manter o doente à base de morfina não vai curá-lo. No dia em não for mais possível administrar a morfina, o doente morre. No caso do setor industrial brasileiro: quem é que garante que os estímulos do governo terão vida longa, digamos, de pelo menos uns 3 anos?

Considere o caso específico da LEVE3.

O valor presente (deflacionado pelo IPCA) do LPA referente ao lucro do 1o. semestre é de aprox. R$ 0,5555

Supondo uma taxa de desconto semestral real de 4% (corresponde a 8,16% a.a.), e uma perpetuidade real nula, para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja igual à cotação atual com uma margem de 30%, o lucro líquido real do último semestre teria que crescer, durante 6 semestres, a uma taxa semestral real de 16,60%.

Pode até ser que com medidas pontuais do governo, a empresa consiga apresentar a necessária taxa de crescimento do lucro durante 1 ou 2 semestres. Mas no exemplo acima são necessários 3 anos. Quem é que garante? O risco de não acontecer é muito grande.

Em conseqüência, prefiro ficar fora!

150144 - paulo_prof - 27 Set 2012, 00:19
Citação: CAP7
Professor Paulo
vejo o senhor comprando GRND3, porém não vejo o senhor comprando VLID3 e LEVE3.
Por que ?

Como desisti do setor industrial já há algum tempo ... LEVE3 (e FRAS4, POMO4, etc.) são cartas fora do baralho ...
[...] 

26150 0 paulo_prof - 20/Jan/2010 22:51
Eu acho que, no curto prazo, não consegue lucro trimestral recorrente de R$ 20 milhões.
De uma forma simplificada, fazendo a conta de trás para frente, para conseguir um lucro líquido trimestral de R$ 20 milhões seria necessário:
lucro líquido ......................................... 20.000
acionistas não controladores ................... 1.000
imposto e contribuições ........................ 10.000
outras receitas/despesas operacionais ... 15.000
resultado financeiro negativo .................. 18.000
despesas com vendas .......................... 24.000
despesas administrativas ...................... 15.000
soma = resultado bruto .................... 103.000
Aparentemente, este resultado bruto não seria problema, pois no 3T09 somou R$ 113 milhões.
Ocorre que o release do 3T09 diz:
citação: release do 3T09 da Mahle
Perspectivas da Companhia
A Administração da Companhia estima suprir a demanda de seus clientes, e acompanhar a evolução de crescimento nos mercados em que atua. Se por um lado há aquecimento de vendas de veículos leves no mercado interno e vendas no mercado de peças para reposição, por outro lado o baixo nível de vendas ao mercado externo e a lenta recuperação no segmento de veículos pesados limitam perspectivas mais otimistas. O resultado anual de 2009 irá sofrer pressões de custos, seja dos novos aumentos nos preços das commodities metálicas, ou em virtude do impacto da atualização nos salários dos colaboradores com aumentos reais significativos, em virtude da data-base da categoria ser no mês de novembro. É esperada uma queda nas vendas de final de ano, conseqüentemente reduzindo o desempenho do quarto trimestre em relação ao terceiro, devendo fechar o ano com resultado líquido levemente positivo.
No 3T09, a margem bruta foi de 26,5% (no 2T09 foi de 20,44%). Se estimarmos que os aumentos de custo (do alumínio, principalmente, e de pessoal) vão baixar a margem para algo em torno de 22%, a Receita Líquida necessária seria de R$ 468 milhões, que corresponde a uma receita bruta de 608 milhões. Como no mercado interno a receita não deverá aumentar, isto será possível somente quando/se o mercado externo melhorar sensivelmente (aumento de aprox 35%).

26124 - DanielRodrigues - 20/Jan/2010 19:34
Alguém ai pode comentar LEVE4? Olhando o histórico de resultados da empresa percebi que teve muitas dificuldades durante a crise.No 3T09 conseguiu reverter esses resultados e apresentou um belo lucro de 32M.Para a empresa ficar com um P/L interessante (abaixo de 10) teria que lucrar 80M anuais.Olhando o histórico de resultados da empresa acredito que ela seja capaz de atingir esse resultado.O que acham?

19277 - paulo_prof - 02/Nov/2009 14:25
citação: uqazQual seria o preço ou P/VPA da LEVE4 que atenderia suas expectativas?
citação: paulo_profcitação: uqazAnalisei a LEVE4 e cheguei à conclusão de que pode ser uma boa ação para turn-around. O que acham?
O ativo está negociando a 30% acima do VPA. Se considerarmos o melhor lucro líquido que a empresa teve em sua história (2007), chegamos a um P/L = 6,15.
Quanto tempo levará a empresa para voltar a lucrar no mesmo ritmo de 2007? 9 meses? Salvo algum evento o extraordinário, quanto pode valorizar o ativo nos próximos 12 meses? Na minha opinião, 50% no máximo (para um lucro líquido de R$ 100 milhões, isto dará um P/L acima de 9 e um P/VPA acima de 1,6). No meu dicionário, 50% não está no nível de turn around!
No segmento de material rodoviário, com P/VPA > 1,6 só há RAPT4 (2,6), MYPK3 (2,4) e POMO4 (1,9). Não acredito que LEVE4 consiga chegar acima de 1,6 no médio prazo. Se eu pegar o PatLiq do 2T09, somar R$ 100 milhões do lucro esperado quando/se a Metal Leve atingir o ritmo de 2007, multiplicar por 1,6 e dividir pelo no. de ações, chego a R$ 31,69. Se admito um P/L de 10, para um lucro líquido de R$ 100 milhões, chego a R$ 32,84. Sou capaz de apostar que nos próximos 365 dias LEVE4 não atinge R$ 32,00, ou seja, não valoriza 50% relativamente ao preço atual.

19271 - paulo_prof - 02/Nov/2009 13:27
citação: uqazAnalisei a LEVE4 e cheguei à conclusão de que pode ser uma boa ação para turn-around. O que acham?
O ativo está negociando a 30% acima do VPA. Se considerarmos o melhor lucro líquido que a empresa teve em sua história (2007), chegamos a um P/L = 6,15.
Quanto tempo levará a empresa para voltar a lucrar no mesmo ritmo de 2007? 9 meses? Salvo algum evento o extraordinário, quanto pode valorizar o ativo nos próximos 12 meses? Na minha opinião, 50% no máximo (para um lucro líquido de R$ 100 milhões, isto dará um P/L acima de 9 e um P/VPA acima de 1,6). No meu dicionário, 50% não está no nível de turn around!

3100 - small caps - 27/Mar/2009 15:52
"danieljoseaa, Mercado antecipou em larga escala estes balanços. Todos estes ativos caíram mais de 50% desde a disparada do dólar. Esperava também um prejuízo maior. Negocia abaixo de P/EBITDA 2 e PSR de mico."
"São turnarounds. Ou seja, posições podem ser feitas, mas com menor capital destinado... Continua na minha coleção de empresas nesta situação, juntamente agora com GSHP3, INEP4 (mais recentes) e mais algumas outras, inclusive as que estão na carteira small caps."
Não tenho medo de empresas que geram lucros operacionais e que possuem dívidas pagáveis. Mas ajo com cautela.

3097 - danieljoseaa - 27/Mar/2009 15:48
Metal leve com prejuízo no 4° tri de pouco menos de 10 milhões de reais.
"O small já alertava para isso, esperavas até um prejuízo maior não small?"
O que achou e o que espera do 1°tri de 2009 para ela e para Mangels novo prejuízo ou já podemos vislumbrar um retorno ao campo positivo?

2458 - small caps - 14/Mar/2009 01:00
"""Alerto que o resultado das companhias Mangels, Heringer, Minerva e Metal Leve devem vir afetados negativamente por efeitos cambiais, podendo abrir boas oportunidades de compra com preços ainda mais depreciados. São ativos que devem ser avaliados conforme empresas em situação especial atualmente, e o posicionamento, dado os riscos envolvidos, deve ser em menor quantidade de capital. A relação entre o valor de mercados destas empresas e o faturamento líquido anual (PSR) é, na seqüência, 0,13, 0,06, 0,06 e 0,26. Ou seja, no máximo têm valor de mercado equivalente a um trimestre de faturamento. Estão no mesmo pacote que FTRX4, ESTR4 e WISA4, companhias que possuem patrimônio pesadamente negativo, muito diferente da situação daquelas, que, apesar do prejuízo cambial evidenciado até o terceiro trimestre, mantinham liquidez corrente superior a 1."""
http://smallcaps.blogs.advfn.com/2009/01/06/perspectivas-para-as-small-caps-em- 2009-newsletter-da-advfn/
"""Por fim, é interessante monitorar as empresas que tiveram pesados prejuízos contábeis no terceiro trimestre de 2008, o que certamente foi intensificado no último. Algumas destas companhias, apesar do impacto de curto prazo, poderão ser beneficiadas no médio e longo prazo, notadamente aquelas que exportam parte relevante da produção. Deve-se observar, quando ocorrer a estabilização do câmbio entre um trimestre e outro, como as margens se comportaram e como estariam os resultados expurgando os efeitos contábeis da dívida cambial em que não houve efetivo desembolso de caixa. Tais empresas representam maiores riscos e por isso o potencial de valorização em caso de êxito é bastante superior ao de companhias mais seguras, cujos preços caíram menos desde o início da crise. Há diversas empresas do setor de alimentos e de veículos nesta situação."""

620 - small caps - 13/Dez/2008 00:11
"(605)jose26, o mercado já vem ""batendo"" no papel da LEVE4 há um bom tempo. Esta informação era verificável no balanço do terceiro trimestre, em que ficou evidente pesado prejuízo financeiro, o maior da década. Este trimestre também deve impactar. No entanto, dois fatos altamente improváveis aconteceram de uma só vez. Aumento abrupto do dólar e a empresa, para proteger as receitas, estava vendida em dólar. Queda abrupta das commodities e a empresa para proteger os custos, estava ""comprada"" neste mercado. Bom, pelo menos pareceu que era uma atividade com fim não especulativo, feita de acordo com a real necessidade de uso de tais instrumentos, ao contrário do ocorrido com Sadia e Aracruz. Assim, no curto prazo a empresa perde razoavelmente. Mas não se pode esquecer que no passado utilizava-se do mesmo mecanismo e com isto protegeu parte de suas margens de lucro. Enfim, é possível que continue num processo de queda, que vem há tempo, mas já estamos falando de empresa com PSR 0,27, P/L 4,71 (que vai piorar por um tempo) e P/VPA 0,85, níveis historicamente baixos."
"Acontecimentos como o atual é que sinalizam bastante a importância de fazer uma diversificação eficiente, conforme coloco num dos tópicos do livro."

605 - jose26 - 12/Dez/2008 14:01
"Small, vc acha que este fato relevante impactará muito na cotação da LEVE4???11/12 - METAL LEVE (LEVE) - Fato Relevante"
"Em 30/09/2008 a Companhia e suas controladas contabilizaram na rubrica resultado financeiro liquido consolidado, o valor das operacoes de derivativos incluindo o efeito caixa dos valores liquidados entre janeiro a setembro de 2008 pelo metodo “accrual pro-rata-temporis” no valor total liquido de R$ 70,0 milhoes sendo: R$ 57,6 milhoes de operacoes de protecao contra oscilacoes das taxas de cambio, e, R$ 13,4 milhoes de protecao contra as oscilacoes de precos das commodities. Esses valores foram calculados a uma taxa de US$ 1,9143 e Euros 2,6931. Porem, em virtude da forte precificacao dessas moedas frente ao Real levara a Companhia a realizar ajustes significativos nessas rubricas, cujo efeito podera aumentar o impacto negativo no resultado desse exercicio. Essas operacoes sao parte integrante de cada negocio de exportacao da Companhia, bem como no de suas controladas e, o reconhecimento contabil desses ajustes negativos serao revertidos no momento da realizacao das operacoes o que, via de regra, devera gerar resultados positivos, incrementando a lucratividade no decorrer do proximo exercicio."

478 - small caps - 02/Dez/2008 20:28
"A LEVE4 de igual forma sofre no curto prazo em razão do câmbio. Além disso, a desaceleração da atividade de produção de veículos também deve pressionar seus resultados. Mas como já negocia com P/EBIT inferior a 2 e custa menos do que o faturamento do último trimestre, tais fatores estão bem descontados do preço.

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