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terça-feira, 7 de abril de 2020

Cesp (CESP)

Subsetor
Segmento

Recomendações
 

Códigos de Negociação
Tipo
CESP3; CESP5; CESP6
 Nível 1

Balanços
A2019/4T2019 - DFP de 31/12/19

1T2018 - 
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO = As receitas operacionais no 1º trimestre de 2018 alcançaram R$ 461,4 milhões, com aumento de 7,5% em relação ao mesmo período de 2017, motivado, basicamente, pelo incremento na venda de energia de curto prazo na CCEE. As deduções à receita operacional totalizaram R$ 67,2 milhões, aumento de 0,5% em relação ao primeiro trimestre de2017. A Receita Operacional Líquida totalizou R$ 394,2 milhões. O Custo do Serviço de Energia Elétrica totalizou R$ 124 milhões, redução de 9,4%, segmentado nos itens Custo com Energia Elétrica e Custo com Operação. O Custo com Energia Elétrica registrou R$ 33 milhões, redução 26,3%, decorrente, principalmente, da despesa com rubrica Energia comprada para revenda, realizada no primeiro trimestre de 2017, o que não ocorreu em 2018. O Custo com Operação permaneceu em linha com o mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 91 milhões. Em decorrência, a Companhia registrou um Lucro Bruto de R$ 270,2milhões, 19,8% superior ao lucro obtido no 1º trimestre de 2017. As Despesas Gerais e Administrativas diminuíram 31,75%, com destaque para redução nas despesas com Pessoal e Serviços de Terceiros. As Outras Despesas Operacionais totalizaram R$ 182,8 milhões, reflexo, principalmente, do registro de provisão para riscos legais de natureza cível e ambiental, que se constituíram na despesa mais significativa do período. As Outras Despesas e Receitas Líquidas totalizaram R$ 17,2 milhões negativos em contraposição ao saldo de R$ 7,6 milhões positivos registrados no primeiro trimestre do ano anterior. O EBITDA Ajustado pelas provisões para riscos legais totalizou R$ 310,8milhões, aumento de 28,7% conforme adiante demonstrado.

A2017/4T2017 - 

2T2017 - 

Características
Geração e Comercialização de Energia Elétrica

Classificação das Agências de Risco
S&P Global


Balanços (Calendário)
17/02/2020
 DFP 2019

 ITR 1T 2020

 ITR 2T 2020

 ITR 3T 2020

Proventos (Calendário)
Data PG
Descrição
Valor
Data COM
R$196.504.808,80
(R$0,600014 por ação, para as três classes de ações)




18/02/2020 - Dados Financeiros - Press-release
351604 - BAC 1000   -  29 Jun 2018, 01:19
 EDIÇÃO Nº2531 22/06Ver edições anteriores ECONOMIA Governo de SP já tem autorização para privatização da Cesp Estadão Conteúdo 28/06/18 - 16h26 A Companhia Energética de São Paulo (Cesp) informa que o Estado de São Paulo já dispõe de autorização da Assembleia Legislativa para privatização da Companhia, nos termos do artigo 2º inciso II da Lei Estadual nº 9.361, de 5 de julho de 1996. PUBLICIDADE inRead invented by Teads O esclarecimento, enviado em comunicado ao mercado, deve-se à decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) determinando que a privatização de estatais só pode ser feita com autorização legislativa. O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF) deferiu liminar nesta quarta-feira, 27, para determinar que a venda de ações de empresas públicas, sociedades de economia mista ou de suas subsidiárias ou controladas exige prévia autorização legislativa, sempre que se cuide de alienar o controle acionário.

351118 - marcosvinicius2 -  12 Jun 2018, 17:52
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). DESEMPENHO ECONÔMICO FINANCEIRO = As receitas operacionais no 1º trimestre de 2018 alcançaram R$ 461,4 milhões, com aumento de 7,5% em relação ao mesmo período de 2017, motivado, basicamente, pelo incremento na venda de energia de curto prazo na CCEE. As deduções à receita operacional totalizaram R$ 67,2 milhões, aumento de 0,5% em relação ao primeiro trimestre de2017. A Receita Operacional Líquida totalizou R$ 394,2 milhões. O Custo do Serviço de Energia Elétrica totalizou R$ 124 milhões, redução de 9,4%, segmentado nos itens Custo com Energia Elétrica e Custo com Operação. O Custo com Energia Elétrica registrou R$ 33 milhões, redução 26,3%, decorrente, principalmente, da despesa com rubrica Energia comprada para revenda, realizada no primeiro trimestre de 2017, o que não ocorreu em 2018. O Custo com Operação permaneceu em linha com o mesmo período do ano anterior, totalizando R$ 91 milhões. Em decorrência, a Companhia registrou um Lucro Bruto de R$ 270,2milhões, 19,8% superior ao lucro obtido no 1º trimestre de 2017. As Despesas Gerais e Administrativas diminuíram 31,75%, com destaque para redução nas despesas com Pessoal e Serviços de Terceiros. As Outras Despesas Operacionais totalizaram R$ 182,8 milhões, reflexo, principalmente, do registro de provisão para riscos legais de natureza cível e ambiental, que se constituíram na despesa mais significativa do período. As Outras Despesas e Receitas Líquidas totalizaram R$ 17,2 milhões negativos em contraposição ao saldo de R$ 7,6 milhões positivos registrados no primeiro trimestre do ano anterior. O EBITDA Ajustado pelas provisões para riscos legais totalizou R$ 310,8milhões, aumento de 28,7% conforme adiante demonstrado.:

CESP3
PREÇO: 13,06
PAYOUT (2017): -94,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -18,21
P/VPA 0,60
PSR 2,84
DY 5,16%
EV/EBITDA 54,61
MARGEM BRUTA 22,22%
MARGEM OPERACIONAL -8,96%
MARGEM LÍQUIDA -15,57%
LUCRO POR AÇÃO -0,717
MARGEM EBITDA 9,37%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 54,40%
ROE -3,30%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,40

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -2,69%
RESULTADO BRUTO -65,97%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -54,44%
RESULTADO OPERACIONAL -139,70%
RESULTADO LÍQUIDO -187,05%
EBITDA -74,74%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 8,79%
RESULTADO BRUTO 19,16%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -46,38%
RESULTADO OPERACIONAL -60,38%
RESULTADO LÍQUIDO -105,96%
EBITDA -33,37%

c) lucro (taxa média anual)
UA -187,05%
U2A 86,38%
U3A 9,16%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,07%
U2A -2,72%
U3A -9,00%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

348765 - marcosvinicius2 -  08 Abr 2018, 14:07
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). O EBITDA Ajustado pelas provisões para riscos legais e pela reversão de impairment totalizou R$ 388,8 milhões, representando redução de 57%, quando comparado ao exercício anterior.; A Companhia registrou Prejuízo antes dos Impostos de R$ 67 milhões. Após a apropriação do Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro fiscal tributável e os impostos diferidos, a Companhia apurou um Prejuízo de R$ 168,5 milhões.:

CESP3
PREÇO: 12,80
PAYOUT (2017): -94,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -24,87
P/VPA 0,59
PSR 2,84
DY 3,78%
EV/EBITDA 39,64
MARGEM BRUTA 19,75%
MARGEM OPERACIONAL -4,54%
MARGEM LÍQUIDA -11,41%
LUCRO POR AÇÃO -0,515
MARGEM EBITDA 13,36%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 55,36%
ROE -2,37%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,91

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -11,51%
RESULTADO BRUTO -66,99%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -62,40%
RESULTADO OPERACIONAL -116,05%
RESULTADO LÍQUIDO -155,24%
EBITDA -66,32%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -11,51%
RESULTADO BRUTO -66,99%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -62,40%
RESULTADO OPERACIONAL -116,05%
RESULTADO LÍQUIDO -155,24%
EBITDA -66,32%

c) lucro (taxa média anual)
UA -155,24%
U2A 65,73%
U3A -167,01%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,20%
U2A -4,71%
U3A -10,01%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

341854  - marcosvinicius2  -  06 Set 2017, 14:21
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 12 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (26,6667%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 56.298; (U24M) = -752; (U36M) = -34.250; (U48M) = 7.785; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (-293,90%) E RESULTADO LIQUIDO (-197,40%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (-126,54%) E RESULTADO OPERACIONAL (-62,01%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 4.093.788; VALOR MAXIMO (MIL) = 11.488.794 NO 4T07; VE PSBE (MIL) = 9.825.887:

CESP3
PREÇO: 12,50
PAYOUT (2016): 278,38%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 18,18
P/VPA 0,56
PSR 2,84
DY 14,65%
EV/EBITDA 13,44
MARGEM BRUTA 71,39%
MARGEM OPERACIONAL 16,54%
MARGEM LÍQUIDA 15,64%
LUCRO POR AÇÃO 0,688
MARGEM EBITDA 38,60%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 53,48%
ROE 3,10%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,29

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -39,30%
RESULTADO BRUTO 1,50%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -90,45%
RESULTADO OPERACIONAL -293,90%
RESULTADO LÍQUIDO -197,40%
EBITDA 141,59%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -23,60%
RESULTADO BRUTO 41,57%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -126,54%
RESULTADO OPERACIONAL -62,01%
RESULTADO LÍQUIDO -43,96%
EBITDA -2,47%

c) lucro (taxa média anual)
UA -197,40%
U2A ND
U3A -25,08%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,39%
U2A -9,56%
U3A -10,22%

As receitas operacionais no 2º trimestre de 2017 alcançaram R$ 422,7 milhões, com redução de 28% em relação ao mesmo período de 2016, resultado principalmente do término, no segundo semestre de 2016, do período de “operação assistida” das usinas Ilha Solteira e Jupiá, no regime de cotas.

As deduções à receita operacional totalizaram R$ 65,2 milhões, redução de 45,3% em relação ao mesmo período de 2016, resultando na Receita Operacional Líquida de R$ 357,5 milhões, com decréscimo de 23,6% sobre o 2º trimestre de 2016.

O EBITDA Ajustado pelas provisões para riscos legais totalizou R$ 181,6 milhões, representando redução de 28,8% quando comparado ao 2º trimestre de 2016.

O Resultado Financeiro alcançou R$ 19,7 milhões negativos. As Receitas Financeiras, de R$ 18,1 milhões, decorrem, principalmente, dos rendimentos de aplicações financeiras. Os Encargos de Dívidas e Outras Despesas Financeiras registraram uma redução de 4,7% e totalizaram R$ 16,6 milhões, reflexo da redução do endividamento da Companhia.

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

299964  - dusteffen  -  26 Jun 2015, 10:48
26/06/2015 às 05h00
Cesp se prepara para ficar mais enxuta

Por Natalia Viri | De São Paulo
DivulgaçãoEstado vê 'novo protagonismo', ao viabilizar novos negócios e atrair investimento privado, afirma o secretário de energia de São Paulo, João Carlos Meirelles

Sétima maior geradora de energia do país, a Cesp não tem planos muito ambiciosos para depois do próximo dia 7, quando vencem as concessões de suas duas principais hidrelétricas, as quais respondem por 75% de sua capacidade instalada de geração.

Em entrevista exclusiva ao Valor, o secretário de energia de São Paulo, João Carlos Meirelles, afirmou que a estatal deve participar de novos projetos apenas na condição de minoritária - e preferencialmente com a entrada em consórcios mediante a integralização de recursos dos quais já dispõe, como terrenos e redes, e não aportes de capital.

"Temos muita clareza de que o Estado é o indutor de um novo protagonismo, que é o de viabilizar novos negócios e de atrair investimento privado", ressaltou o secretário. A postura contrasta com o forte interesse dos vizinhos Minas Gerais e Paraná em novos projetos, especialmente em geração, por meio de suas estatais Cemig e Copel.

Após o vencimento das concessões de Jupiá e Ilha Solteira, que somam 4,5 mil megawatts (MW) de potência, a Cesp ficará apenas com a usina de Porto Primavera, com 1,5 mil MW de capacidade e cuja licença vence em 2028, além de duas hidrelétricas de menor porte, que somam 114 MW.

A venda da fatia do Estado está descartada, pelo menos por ora, afirma Meirelles. "No quadro atual da energia no país, essas coisas não são viabilizáveis no curto prazo", disse o secretário. O principal problema, segundo ele, diz respeito às despesas milionárias incorridas pelas hidrelétricas com o déficit de geração hídrica. "Quem vai querer comprar uma usina para ser todo mês penalizado?", questiona.

A orientação de não entrar em novos projetos é mesmo uma decisão de Estado. A decisão de não aderir à renovação das concessões a preços muito menores, conforme proposto pelo governo federal, liberou uma grande quantidade de energia não contratada para venda no mercado de curto prazo e engordou as receitas. Só em 2014, rendeu R$ 1,7 bilhão à companhia, cerca de um terço de seu faturamento total.

Nesse cenário, a opção foi pela distribuição de dividendos gordos - desde 2013, mais de R$ 2,5 bilhões foram retornados aos acionistas, mediante, inclusive, a utilização de reserva de capital.

Agora, apesar da proximidade do vencimento das concessões, ainda não há um plano estratégico mais delineado para a companhia. "Vamos divulgar isso quando tivermos certeza da nova vocação da Cesp", disse Meirelles.

As definições esbarram na burocracia que envolve a estatal. Apenas na semana passada, a Cesp conseguiu aprovação da assembleia legislativa para investir por meio de Sociedades de Propósito Específico (SPE).

A contratação de uma consultoria independente para avaliar as alternativas no cenário de ativos muito mais enxutos, anunciada no fim do ano passado, por sua vez, está emperrada. Até agora, a empresa não conseguiu sequer concluir o processo - a licitação foi feita, mas concorrentes contestaram o resultado.

Em meio às incertezas, a estatal já se prepara para ser uma empresa muito mais enxuta. O quadro de empregados já passou de 1,5 mil funcionários em 2012 para apenas 900 no fim de março deste ano. E a empresa planeja lançar um novo plano de demissão voluntária para dispensar outros 400 funcionários e o foco total é na redução de custos.

O marasmo que envolve a companhia contrasta com a urgência do mercado. A maioria dos analistas que acompanham a companhia recomendam a venda das ações. A percepção é que não há mais espaço para crescimento ou distribuição de dividendos. "Acreditamos que a Cesp está em seus últimos bons momentos", afirmou a equipe do BTG Pactual em relatório.

O foco dos investidores está agora nas indenizações a serem recebidas pelas usinas que serão devolvidas. Para Três Irmãos, que foi relicitada em 2013, a União já concordou em pagar R$ 1,7 bilhão pelos investimentos não amortizados no projeto.

O pagamento deve ocorrer em parcelas mensais ao longo de sete e renderá R$ 300 milhões anuais à companhia, ajudando a impulsionar o faturamento mais magro apenas com a usina de Porto Primavera. A primeira parcela, prevista para março, no entanto, ainda não foi paga.

Além disso, a estatal contesta na Justiça o valor oferecido pelo governo e pede R$ 6,7 bilhões. Entre analistas, no entanto, a possibilidade de recebimento deste valor é considerada muito baixa. Para Jupiá e Ilha Solteira, especialistas não esperam indenizações.

297814 - dusteffen -  22 Mai 2015, 10:57
O Steinbruch só desiste quando ganha...

22/05/2015
CSN pede à CVM revisão do caso Ternium-Usiminas



Por Renato Rostás | De São Paulo
Silvia Costanti/ValorSteinbruch, dono da CSN: entrada da Ternium configurou mudança de controle

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) não desistiu de provar à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e à Justiça comum que a entrada do grupo italiano Ternium - Techint no capital da Usiminas resultou em mudança de controle. A estratégia da empresa comandada por Benjamin Steinbruch permanece sendo a de convencer as partes que a concorrente mineira tem como controlador efetivo apenas a Ternium.

A companhia vai utilizar dados de sua mais recente derrota, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), para reforçar a argumentação nos próximos passos da disputa. O órgão antitruste admitiu que não levou em conta a questão societária no ato de concentração e a CSN alega que o voto de alguns conselheiros comprovariam que sua tese faz sentido.

Ernesto Tzirulnik, advogado que cuida do processo para a CSN, disse em entrevista ao Valor que o julgamento cujo primeiro episódio na 3ª Vara Cível de São Caetano do Sul (SP) terminou em derrota para a siderúrgica, pode ter o recurso requisitado pela empresa levado ao tribunal novamente a qualquer momento. Ele também já fez o pedido à CVM para reabertura do processo em um esforço para tentar convencer o colegiado da autarquia que a chegada da Ternium daria, sim, direito ao chamado "tag along" - outro capítulo perdido no passado.

Na petição entregue à CVM, o escritório reforça a ideia de que o grupo italiano sonegou informações quando informou a entrada na Usiminas. A estratégia foi falha no episódio com o Cade, que negou haver "enganosidade" por parte da Ternium. Entretanto, na decisão do conselho, o relator Gilvandro Vasconcelos de Araújo lembrou que a própria CSN já admitiu ao Cade que o controle da Usiminas era compartilhado com a Nippon Steel e com a Caixa dos Empregados. A conselheira Ana Frazão declarou ainda que, para todos os efeitos, os poderes de Ternium e Nippon Steel eram iguais.

Procurado pelo Valor para comentar a estratégia jurídica da CSN, o escritório de advocacia Mattos Filho, que representa a Ternium, preferiu não se pronunciar sobre o assunto. A própria CSN também disse que não daria declarações adicionais.

Uma das novidades do caso é um artigo presente tanto no antigo como no novo acordo de acionistas, que caracterizava como "mudança de controle" a transferência de 50% ou mais do poder de voto de um controlador a outro investidor - exatamente o que ocorreu com a Ternium.

A CSN tenta convencer a regulação e a Justiça de que a Ternium se tornou a única controladora de fato. Em 2011, a italiana aceitou pagar R$ 36 por ação ordinária em posse da Votorantim e da Camargo Corrêa, terminou o processo com 43,3% do bloco de controle e minou as chances de a companhia de Steinbruch seguir a escalada na conquista por maior direito de voto. Anteriormente, a CSN havia adquirido 14% dos papéis ON da Usiminas, mas desde então teve seu poder político anulado pelo Cade.

O conselho do Cade decidiu ainda que a CSN teria de suas ações na concorrente mineira dentro de um prazo, mantido em segredo. A CSN alega que tem direito de retirada do investimento por conta da entrada da Ternium, recebendo 80% do valor pago pela fatia de Votorantim e Camargo no negócio.

297812  - dusteffen  -  22 Mai 2015, 10:51
22/05/2015

Prestes a devolver concessões, futuro da Cesp é incógnita


Por Natalia Viri | De São Paulo


Daniel Wainstein/ValorHá estudos e conversas, mas até agora nenhum plano de investimento foi definido, afirma o presidente Mauro Arce

Às vésperas de devolver à União suas duas principais usinas, o futuro da Cesp ainda é uma incógnita. Em contraste com o apetite de outras estatais estaduais, como Copel e Cemig, por novos projetos, a empresa paulista ainda não tem um plano estratégico para definir seus passos após 7 de julho, quando vencem as concessões de Jupiá e Ilha Solteira. Os ativos respondem por 75% de sua capacidade de produção total de 6,5 gigawatts (GW).

"Não temos nenhuma novidade em relação ao plano de investimento. Temos estudos e conversas, mas até agora nada foi definido", disse o presidente da companhia, Mauro Arce, em teleconferência com analistas.

A indefinição esbarra na burocracia que envolve a gestão estatal. No fim do ano passado, a Cesp anunciou que contrataria uma consultoria independente para avaliar as alternativas no cenário de ativos muito mais enxutos. Até agora, no entanto, não conseguiu nem sequer concluir a contratação. A licitação foi feita, mas concorrentes contestaram o resultado, atrasando o processo.

Dentro da companhia, a percepção é que não há espaço para a venda do controle num primeiro momento. O diretor financeiro, Almir Martins, já mencionou que, com o novo tamanho da empresa, o valor do negócio não seria atrativo para o Estado. A saída, então, seria a realização de novos investimentos, de forma a criar valor para uma futura privatização, mas apenas na condição de minoritária. A secretaria de energia mencionou que pode utilizar a companhia para incentivar projetos em energia renovável no Estado, como pequenas centrais hidrelétricas, eólicas e solar.

Para isso, no entanto, a estatal precisa passar pela assembleia legislativa uma mudança que a autoriza a investir em sociedades de propósito específico, já que, pela constituição estadual só pode atuar na condição de investidora única. O projeto de lei já foi encaminhado pelo governo, mas não tem previsão para votação.

"Os recursos para investir são pequenos", ressaltou Arce, justificando a necessidade de parceiros para eventuais novos projetos. A decisão de não entrar como principal investidora, no entanto, parece mais uma indicação do Estado, pois, desde 2013, a estatal anunciou distribuição de mais de R$ 2,5 bilhões em dividendos, com a utilização, inclusive, de reservas de lucros para remunerar os acionistas.

Diante do marasmo, a Cesp enfrenta o ceticismo do mercado - a maioria dos analistas que acompanham o papel recomendam sua venda. "Sentimos que a companhia está em seus últimos bons momentos", disse Antonio Junqueira, do BTG Pactual, em relatório enviado a clientes.

A companhia começará o segundo semestre com apenas a concessão da hidrelétrica de Porto Primavera, com capacidade de 1,54 GW e cuja concessão vence em 2028, além de duas usinas de menor porte, com potência somada de apenas 114 megawatts (MW). E a expectativa de resultados muito mais enxutos.

A venda do excedente de energia no mercado de curto prazo e a preços elevados das duas usinas que serão devolvidas foi o principal impulso para os bons resultados e dividendos gordos nos últimos trimestres. Só em 2014, rendeu R$ 1,7 bilhão, ou quase um terço do faturamento total.

A perda da receita com esses projetos vem num momento bastante complicado, com os gastos milionários incorridos com a compra de energia no mercado de curto prazo para fazer frente ao déficit hídrico. "Permanecemos vendedores [das ações da Cesp]. Embora ainda tenha algum volume não contratado para 2015, uma vez expirada a principal de suas concessões, a Cesp deve se tornar ainda mais exposta ao déficit hidrológico", ressaltou o Citi em relatório

224393 - renato1631 -  15 Nov 2013, 00:37
Fim de festa dos resultados foi muito bom!

Lucro da Cesp sobe 28% no 3º trimestre, para R$ 191,9 milhões

A Cesp registrou lucro líquido de R$ 191,9 milhões no terceiro trimestre, 28,3% maior que o obtido em igual trimestre de 2012. A receita líquida da companhia aumentou 4,4%, para R$ 867,4 milhões. A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 499,9 milhões, 8% menor.

Nos nove primeiros meses do ano, a geradora estatal paulista acumula um resultado de R$ 795,2 milhões na última linha do balanço, 78,9% maior que o registrado em igual período do ano passado.

A Cesp não aceitou renovar as concessões das usinas de Três Irmãos (já expirada), Jupiá e Ilha Solteira (que terminam em 2015). Desta forma, a empresa aumentou as vendas de energia para clientes no mercado livre, que são os grandes consumidores de energia (indústrias e comércio) e no mercado de curto-prazo.

No terceiro trimestre, a receita decorrente das vendas de energia elétrica para o mercado regulado representou 42,9%, após atingir 58,1% em igual período do ano passado. Em contrapartida, a participação do mercado livre aumentou de 36% para 49,4%, enquanto a participação do volume liquidado na CCEE cresceu de 5,9% para 7,7%.

As despesas operacionais caíram 3,9%, totalizando R$ 442,5 milhões no terceiro trimestre. No entanto, as despesas com pessoal aumentaram 8,2% devido ao reajuste salarial de 7,74% e a implementação do programa de aposentadoria.

Com a saída de Três Irmãos do portfólio, a Cesp reduziu suas despesas contábeis com depreciação em 17,6%, para R$ 159,897 milhões, no terceiro trimestre.

Recompra de bônus

A Cesp também informou hoje que recomprou R$ 227,3 milhões em bônus com vencimento em 15 de janeiro de 2015. O valor representa 29% do saldo devedor total da emissão, que tem cupom de 9,75% ao ano e é denominada em reais.

"As notas permanecerão em carteira até o efetivo cancelamento junto ao custodiante global, demais agentes do exterior e Bacen, quando será conhecido o montante efetivo da baixa", disse a companhia em comunicado.

175041 - israel007 -  23 Mar 2013, 00:22
CESP6 (CESP PNB)

Ação da empresa Cesp - Cia Energetica de Sao Paulo
Setor utilidade pública

Resultado do 4º Trimestre de 2012

A empresa anunciou prejuízo líquido de R$ 296,6 M no 4° trimestre de 2012, contra um lucro líquido de R$ 149,6 M no terceiro trimestre de 2012 e de R$ 73,6 M no quarto trimestre de 2011. A receita líquida somou R$ 805,2 M no 4T12, 3,1% menor que o 3T12, que foi de R$ 831,0 M. No mesmo período do ano anterior, a receita líquida havia atingido o valor de R$ 795,7 M.

A margem bruta atingiu 27,7% neste trimestre contra 44,6% no trimestre anterior e 80,9% no quarto trimestre de 2011.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 16,9 B, decréscimo de 7,4% em relação ao saldo no 4T11. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 9,9 B no quarto trimestre de 2012, o que representou uma variação de -2,4% em relação ao saldo no quarto trimestre de 2011.

159493 - polycrav -  06 Dez 2012, 12:15
O "efeito Dilma" nas elétricas...

1. Cesp

Perda com indenizações
R$ 5,373 bilhões (diferença entre a indenização calculada pela empresa -R$ 7,132 bi- e a oferecida pelo governo -R$ 1,759 bi)
Perda com tarifas
R$ 2,316 bilhões (receita atual -R$ 2,5 bi- menos a obtida com a tarifa exigida pelo governo -R$ 184 mi)
Perda com ações
Queda de 39% entre o anúncio do plano e a recusa na adesão

2. Cemig

Perda com indenizações
A empresa não divulga. O mercado estima que poderiam chegar a R$ 6,8 bi
Perda com tarifas
A empresa não divulga
Perda com ações
Queda de 19% entre o anúncio do plano e a recusa na adesão

3. Copel

Perda com indenizações
R$ 80 milhões (governo ofereceu zero)
Perda com tarifas
- geração: R$ 72 milhões
(R$ 96 mi faturados atualmente menos receita com tarifas exigidas no plano -R$ 24 mi)
- transmissão: R$ 178 mi
(R$ 305 mi de receita atual menos R$ 127 mi se aderisse ao plano)

156303 - paulo_prof -  11 Nov 2012, 19:59
Sim. Do complexo Ilha Solteira/Três Irmãos, não incluí a Três Irmãos porque a concessão já expirou. Em conseqüência, ou a justiça obriga a ANEEL a praticar a isonomia em relação às 1as. renovações anteriores, ou a CESP decide efetuar a renovação, recebendo aprox. R$ 1 bilhão de idenização e esta tarifa super porca. Ou ainda, fica brigando na justiça e, enquanto isto, fica faturando os aprox. R$ 78,11 que está faturando hoje (com a concessão já vencida - há tempos, a CESP solicitou a renovação nos termos privilegiados).

Mas no que tange a usina de Ilha Solteira, especificamente, a coisa tod não faz o mínimo sentido.

Se a CESP continuar operando a usina até julho de 2015, acredito que terá uma Receita Líquida de no mínimo R$ 3,5 bilhões.

Os caras da ANEEL só podem ter bebido para oferecerem uma renovação antecipada em que a Receita Líquida a ser obtida durante os 30 anos da nova concessão é menor do que a Receita que pode ser obtida nos 2,5 anos que faltam para o fim da concessão vigente.

Estou sentindo um cheiro de sujeira no ar ... muitas coincidências esquisitas ...

a) os termos para a renovação antecipada das concessões não foi aprovado pelo conselhos de diretores da Aneel - Por que? divergências internas?

b) o diretor financeiro da CESP se demitiu ... Por que? será que o governador decidiu abrir as pernas para o Dilmão?

156303 - paulo_prof - 11/Nov/2012 17:59
citação: tota57
Boa tarde Prof,


Se dá para complicar porque simplificar? Ao invés de estabelecer a nova tarifa em R$/MWh, como é tradicional, a Portaria do Governo traz a tarifa em R$/Kw.ano. Acho que foi só para confundir a grande maioria.

Nas minhas contas teremos:

- Capacidade Instalada do Complexo Ilha Solteira/Três Irmãos - 4.251,5 MW
- *Energia Assegurada do Complexo Ilha Solteira/Três Irmãos - 1.949 MW Médio
* Essa é a "energia firme" que foi projetada e que tem a tarifa regulada. Os excedentes de produção são vendidos no MRE - Mecanismo de Realocação de Energia e Mercado Spot. Se produzir menos a Cesp tem que buscar o deficit no mercado.
- Produção real do Complexo em 2011 -21.039.557 MWh

A Tarifa:

-Receita Bruta = 4.251.500 KW x R$28,62 = R$ 121.677.930,00
-Tarifa (R$/MWh)= R$121.677.930,00/21.039.557 MWh (2011) = R$5,78/MWh

Se o preço médio praticado é R$78/MWh o estrago é enorme.

No link abaixo tem uma matéria que menciona o cálculo da CESP, deu uma pequena diferença em relação ao meu numero, creio que usou outro valor de energia produzida no ano.
http://www.ecofinancas.com/noticias/novas-tarifas-energia-indicam-perda-70-receitas-empresas

Por outro lado haverá uma "bela indenização", equivalente a R$ 1,0 Bilhão pelo complexo, a maior parte pela Usina de Três Irmãos, que entrou em operação em 1983. A usina da Ilha entrou em operação em 1973.

Duvido que o governo de SP vá renovar, acho que vaí pro páu.


Sim. Do complexo Ilha Solteira/Três Irmãos, não incluí a Três Irmãos porque a concessão já expirou. Em conseqüência, ou a justiça obriga a ANEEL a praticar a isonomia em relação às 1as. renovações anteriores, ou a CESP decide efetuar a renovação, recebendo aprox. R$ 1 bilhão de idenização e esta tarifa super porca. Ou ainda, fica brigando na justiça e, enquanto isto, fica faturando os aprox. R$ 78,11 que está faturando hoje (com a concessão já vencida - há tempos, a CESP solicitou a renovação nos termos privilegiados).

Mas no que tange a usina de Ilha Solteira, especificamente, a coisa tod não faz o mínimo sentido.

Se a CESP continuar operando a usina até julho de 2015, acredito que terá uma Receita Líquida de no mínimo R$ 3,5 bilhões.

Os caras da ANEEL só podem ter bebido para oferecerem uma renovação antecipada em que a Receita Líquida a ser obtida durante os 30 anos da nova concessão é menor do que a Receita que pode ser obtida nos 2,5 anos que faltam para o fim da concessão vigente.


Estou sentindo um cheiro de sujeira no ar ... muitas coincidências esquisitas ...

a) os termos para a renovação antecipada das concessões não foi aprovado pelo conselhos de diretores da Aneel - Por que? divergências internas?

b) o diretor financeiro da CESP se demitiu ... Por que? será que o governador decidiu abrir as pernas para o Dilmão?

156253 - paulo_prof - 10/Nov/2012 21:20
De acordo com o que tem sido informado na imprensa, se a CESP renovar a concessão da usina de Ilha Solteira, receberá:

R$ 22 milhões de indenização por ativo não totalmente depreciado; e

R$ 28,60 / Kw.ano de capacidade instalada

Como a capacidade nominal da usina de Ilha Solteira é de 3.444 Mw, a Receita Anual que pode ser gerada seria de

3.444.000 Kw * R$ 28,60 = aprox. R$ 98,5 milhões (supondo que os R$ 28,60 são líquidos de impostos e taxas ...)

é isto?

Fazendo uma conta de padeiro, tem-se:

Produtividade média de Ilha Solteira = 0,59
Produção Anual = 3.444 x 0,59 x 24 x 365 = 17,8 milhões de MWh
Preço médio líquido praticado = R$ 78,11
Receita Líquida Anual = 78,11 x 17,8 milhões = R$ 1,39 bilhões
vencimento da concessão: 07JUL2015

ou seja, a partir de 01JAN2013, a CESP teria 2,5 anos para vencimento da concessão de Ilha Solteira, de modo que teria uma receita líquida aproximada de 1,39 bilhões x 2,5 = R$ 3,475 bilhões

Continuando com as contas de padeiro, para gerar uma mesma Receita aceitando renovar a concessão, necessitaria de

(3.475 milhões - 22 milhões) / 98,5 milhões = 35 anos ... ridículo !!!

Por que diabos a CESP iria querer renovar?

Vc consegue enxergar onde eu errei?

CESP6

Empresa: CESP - CIA ENERGETICA DE SAO PAULO Ação: CESP PNB Setor: Utilidade Pública Subsetor: Energia Elétrica
Resultado do 3º Trimestre de 2012

A companhia divulgou lucro líquido de R$ 149,6 M no terceiro trimestre de 2012, uma variação de 84,8% em relação ao 2T12, revertendo o prejuízo de R$ 98,6 M anunciados no 3T11. A receita líquida atingiu R$ 831,0 M no terceiro trimestre de 2012, uma variação de -5,1% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e aumento de 13,0% em relação ao 3T11.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 44,6% contra 49,1% no trimestre anterior e 39,7% no 3° trimestre de 2011. Já a margem líquida ficou em 18,0% no 3° trimestre de 2012 contra 9,2% no 2° trimestre de 2012.

Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:

- A CESP – Companhia Energética de São Paulo (“CESP” ou “Companhia”) é a maior companhia de geração de energia do Estado de São Paulo, a quarta maior companhia de geração de energia do Brasil, em potência instalada, e a terceira maior, com base em energia efetivamente produzida, de acordo com dados publicados pela ANEEL. A Companhia possui seis usinas de geração hidrelétrica com um total de 57 unidades geradoras, que possuem uma capacidade instalada de 7.456 MW e de garantia física de energia de 3.916 MW médios, representando 7% e 8%, respectivamente, da capacidade instalada e energia de garantia física do Brasil.

As usinas hidrelétricas da CESP estão distribuídas em duas bacias hidrográficas, a bacia do Rio Paraná, no oeste do Estado de São Paulo, e a bacia do Rio Paraíba do Sul, no leste do Estado de São Paulo.       

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

PAINEL DE INDICADORES
16/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
CESP3
  25,87
-95,9
0,81
-77,7
3,0%
-1,0%
0,3
-3%
-1,0%
-110,7%

·  PONTOS POSITIVOS:

- A Receita Operacional Líquida no 3T11 totalizou R$735,3 milhões, abaixo do mesmo período de 2010 e 5,0% acima do

2T11.   

- As Despesas Operacionais atingiram R$443,5 milhões, mesmo nível do 3T10 e do 2T11; ( Mesmo nível, com aumento de receita é positivo )

- O Lucro Operacional totalizou R$ 215,4 milhões, 11,2% acima do 3T10 e 5,4% acima do 2T11

- O EBITDA Ajustado ficou em R$501,2 milhões, 3,1% abaixo do verificado no mesmo trimestre de 2010 e 6,3% acima do 2T11;

- Ao final do 3T11 os reservatórios apresentavam nível de armazenamento confortável em todas as regiões do Brasil. No subsistema Sudeste/Centro Oeste, onde estão localizadas as usinas da CESP, os níveis chegaram ao final de setembro com volume de 63,3%, bem superior à Curva de Aversão ao Risco (CAR) de 21,0%, calculada pelo ONS, e com posição mais favorável do que o ano de 2010.

- Margem EBITDA Ajustado   68,2%  +1 p.p.  3Tx2T11

- Preço Médio Geral por MWh R$  96,43   +1,2% 3Tx2T11

- Margem Operacional  39,68%    +2,7 p.p.

- As Receitas Operacionais da Companhia no terceiro trimestre de 2011 atingiram R$ 840,5 milhões, com crescimento de 4,7% em relação ao 2T11.


·  PONTOS NEGATIVOS

- A Despesa de Variação Cambial atingiu R$216,9 no trimestre, em virtude da valorização do dólar americano em 18,8% no

período.

- A Companhia encerrou o trimestre com Prejuízo de R$98,6 milhões, impactado principalmente pela variação cambial

negativa.  ( Não Fosse o Dolar   118,3M Lucro   x  72,5M  no 2T11  )

- A produção de energia elétrica das usinas da CESP no terceiro trimestre de 2011 alcançou 10.069.165 MWh -2%

- A Dívida Financeira no terceiro trimestre de 2011 é de R$ 4.065,5 milhões, com elevação de 3,5% na comparação com o 2T11, devido ao aumento da dívida em moeda estrangeira, em virtude da alta de 18,8% do dólar americano nesse trimestre.



·  VISÃO ESTRATÉGICA

·  CURIOSIDADES

·  OPINIÃO DO ANALISTA
- Empresa no prejuízo eu fico de fora, prejuízo por causa de dólar então fico mais de fora ainda; bem como indicadores financeiros ruins, baixo dividendo, baixa liquidez corrente, dividas em elevação e baixo crescimento.  

39803 - paulo_prof - 25/Jul/2010 23:35
citação: tota57Lucro Liquido em 2009 - Lucro da GETI foi um pouco superior ao da CESP.

-GETI = R$ 780 milhões
-CESP = R$ 763 milhões

Lucro Liquido em 2009 por MWH Gerado - Lucro por MW Médio da GETI foi 279% superior ao da CESP

-GETI = R$ 469 / MW Médio Gerado
-CESP = R$ 168 / MW Médio Gerado


Em 2009, a CESP teve um tremendo ganho financeiro com a variação cambial líquida, de R$ 665 milhões. Não fosse este ganho, o lucro líquido não passaria de uns R$ 350 milhões. Na minha avaliação, num ambiente de estabilidade cambial, o lucro líquido anual da CESP

deverá ser de aprox. R$ 450 milhões. Para dar uma idéia, o LL do 1T10 foi de R$ 78 milhões, com um resultado de variação cambial líquida negativo de R$ 45 milhões. Não fosse a variação cambial negativa, o lucro líquido teria sido de aprox. R$ 108 milhões.



Um lucro líquido de R$ 450 milhões corresponde, ao preço de hoje (R$ 24,70), a um P/L de 18 ... to fora!

Análise Coin Valores
A CESP - Companhia Energética de São Paulo, sociedade de economia mista de capital aberto controlada pelo Governo do Estado de São Paulo, tem como atividade principal a geração de energia elétrica limpa e renovável através de um parque gerador 100% hidráulico. A Companhia é a maior geradora de energia elétrica do Estado de São Paulo, responsável por aproximadamente 57% da energia produzida no Estado, e a 4ª maior geradora do país, produzindo cerca de 9% de toda a energia elétrica gerada no Brasil. O parque gerador da CESP
é composto por seis usinas, com capacidade instalada total de 7.455,3 megawatts (MW), localizadas nas bacias dos rios Paraná, Tietê e Paraíba do Sul. As seis hidrelétricas estão estrategicamente localizadas no centro econômico e região mais populosa do Brasil e são de fundamental importância para a operação do Sistema Interligado Nacional (SIN).

RETROSPECTIVA 2010
A CESP é uma forte geradora de caixa e tem consistentemente utilizado esta característica para desalavancagem. Nos últimos 12 meses findos no 3º trimestre de 2010, a empresa obteve
Receita Líquida de R$ 2.821,8 milhões e EBITDA de R$ 1.940,5 milhões. Em 2010 a CESP teve sua classificação de risco significativamente melhorada, subindo de BBB- para A- na escala nacional da Standard&Poor´s e de B para BB- na escala global da mesma agência classificadora
de risco, além de ter o seu “rating” corporativo elevado pela agência Moody´s de Ba1 para Ba2 e seu perfil de risco individual de crédito elevado de Ba3 para Ba2. No aspecto operacional, em
2010 a CESP manteve seu alto nível de excelência operacional ao fechar outubro com o Índice
de Disponibilidade das suas Unidades Geradoras em 93,3%, bem acima do padrão ANEEL de 89,6%. Além de fazer parte dos principais índices da BM&FBovespa, em 2010 a CESP também
foi qualificada a compor a carteira do Índice Carbono Eficiente – ICO2, criado neste ano pela BM&FBovespa e pelo BNDES, e pela 5ª vez foi aprovada para fazer parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE da bolsa de São Paulo. Em 2010 a CESP conquistou os prêmios: (i) “Selo Paulista da Diversidade” (Categoria Pleno – com auditoria externa), outorgado pela Secretaria de Relações Institucionais do Governo do Estado de São Paulo, por suas políticas e práticas que visam promover a inclusão e a igualdade de oportunidades e de tratamento aos membros de grupos discriminados em função da cor, raça, etnia, origem, sexo,
deficiência, idade, credo religioso e orientação sexual; e (ii) “Selo Empresa Cidadã 2009/2010”,
outorgado pela Câmara Municipal de São Paulo pelas iniciativas da Companhia na área de responsabilidade social corporativa.

PERSPECTIVA 2011


Estando com a totalidade de sua energia assegurada comercializada em contratos, o que lhe garante receitas estáveis e previsíveis, em 2011 a Companhia continuará mantendo sua trajetória de redução de endividamento, com o objetivo de encerrar o ano com o índice de endividamento líquido / EBITDA em torno de 2,1x, bem como dará continuidade à implantação do processo de Gerenciamento de Riscos, juntamente com o desenvolvimento do Planejamento Empresarial com Sustentabilidade. No aspecto ambiental, a empresa manterá suas metas de redução da emissão de gases de efeito estufa, conforme adesão ao programa de mudanças climáticas e seqüestro de carbono, como signatária do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente – PNUMA.

11445 - Galon - 13/Ago/2009 00:01
TOTA57, O que achas deste resultado em relação ao preço atual da Cesp6 ??
Lucro líquido da Cesp avança mais de sete vezes e atinge R$ 714,4 milhões
Por: Equipe InfoMoney
12/08/09 - 19h05
InfoMoney
SÃO PAULO - A Cesp (CESP6), Companhia Energética de São Paulo, anunciou nesta quarta-feira (12) seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2009, reportando um avanço de 632% no lucro líquido, que atingiu R$ 714 milhões, frente aos R$ 97,6 milhões registrados no mesmo período do ano passado.
Segundo a empresa, o aumento impressionante dos lucros é "decorrente das operações, dos eventos [...] e após a apropriação de Imposto de Renda e Contribuição Social diferidos, da realização de impostos diferidos, devidos sobre o lucro fiscal tributável e pela reversão de juros sobre o capital próprio". O valor considera, além das variações cambiais do período, a reversão de provisão tributária (COFINS), não-recorrente.
A receita operacional líquida no trimestre também teve avanço, embora não tão expressivo, de 9,2%, somando R$ 657,7 milhões. O Ebitda (medida operacional de geração de caixa) também aumentou, em16,4%, atingindo R$ 448 milhões.
O resultado financeiro do segundo trimestre foi de R$ 273,6 milhões, decorrente especialmente da valorização do real frente ao dólar norte-americano.
Confira os números:
(em R$ milhões) 2T09 2T08 Variação
Receita Operacional Líquida 657,7 602,0 +9,2%
Ebitda* 448,0 384,7 +16,4%


Lucro Líquido 714,4 97,6 +631,7%

7545 - tota57 - 21/Jun/2009 19:21
Vou reproduzir alguns posts que coloquei no tópico das Ondas.
Desde sexta off line, final de semana corrido. Abaixo breve comentário sobre questões levantadas sobre elétricas desde sexta.
Elet3- Forte valorização na sexta, decorrente de nova especulação sobre o pagamento de dividendos atrasados das décadas de 70 e 80. O montante desses dividendos é de 10 bilhoes, sendo que 80% ficariam com o proprio governo, inclusive BNDES. As noticias são de que poderiam pagar ainda esse ano, metade em $$$ e metade em ações.A empresa tem 13 Bi em caixa e tem como honra esse compromisso, mas essa promessa vem se arrastando a tempo. Particularmente não tenho informação de nenhuma fonte de que o pagamento ocorrerá de fato. Eletrobrás tem 32% das usinas vencendo concessão em 2015, controla distribuidoras problematicas, vem participando de inumeros leilões em parceria com iniciativa privada, mas pode ser utilizada em projetos de baixo retorno, visando atender interesses politicos. Preço do ativo na sexta já esta bem proximo das maximas alcançadas nos ultimos 3 anos, mas a tem uma baixa relação P/VP. Pode ser uma baita oportunidade, mas eu não gosto da empresa devido a ingerencia do estado, mesmo tendo relação Preço Valor Patrimonial baixíssimo e possibilidade desse derrame de dividendos.
ELPL6- Forte valorização na semana passada. Coincidencia ou não surgem novas noticias de que o BNDES vendera a participação que tem na Brasiliana, que controla GETI e ELPL. Entre 2007 e 2008 a GETI andava a cada noticia de que o BNDES venderia suas ações. Lembrando que o Grupo AES tem prioridade na compra e já manisfestou de publico que exercerá esse direito. ELPL tem uma divida de R$ 1 BI em discussão com a Eletrobrás e dizem que ha chances reais de dançar. Esse passivo não esta contabilizado, mas a empresa gera caixa para pagar. Porem, convenhamos que 1 BI é um rombo e tanto.
Cesp6- Já chegou a valer R$50, mas tem 2/3 das concessões, Usinas de Jupiá e Ilha Solteira, vencendo em 2015. Creio que essas renovações de concessão vão acabar acontecendo, mas com onus, ou seja, o governo vai querer um contrapartida no preço da energia vendida pela empresa. Para voces terem uma ideia a GETI vende energia para a Eletropaulo a R$140 e Cesp nos ultimos anos vinha entregando energia na casa de R$85. Esses contratos estão vencendo e nos proximos anos talvez consiga preços mais interessantes, o problema é essa novela do vencimento da concessão.
Moçada...tanto Cesp como Elet são oportunidades de ganhos elevados, dependendo do desdobramento de todas essas pendengas. Eu estou fora e ficarei, ao menos que algum passarinho cante nos meus ouvidos...rsrssrrs

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