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terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Enauta Part (ENAT)


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Códigos de Negociação
Tipo
ENAT3
 Novo Mercado
Balanços
3T2019
paulo_prof  - 
Como antecipado/previsto, no que se refere a última linha, devido às depesas de depreciação e amortização acelerada, o Campo de Atlanta puxou o Resultado da empresa para baixo. Para uma Receita Líquida de R$ 207,5 milhões, a Depesa total contabilizada foi de R$ 227,3 milhões, sendo R$ 118,3 milhões em depreciação/amortização. Em contrapartida, o Ebitdax gerado por Atlanta bombou.
Por outro lado, a empresa teve que efetuar uma provisão não recorrente. A partir de ofício recebido pela ANP em 24/10/2019, as companhias consorciadas no Bloco exploratório BM-CAL-5 tomaram conhecimento de multa no valor de R$158,8 milhões a título de penalização por não cumprimento dos valores acordados em Contrato de Concessão referente a Conteúdo Local. O Operador do Consórcio do Bloco BM-CAL-5 apresentará Defesa Administrativa junto à ANP no devido prazo legal. Tal defesa contemplará, dentre outros pontos, a suspensão desse processo, diante da possibilidade de realização de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), conforme possibilidade ainda em discussão, nos termos da Tomada Pública de Contribuições Nº 1/2019 da ANP, publicada no DOU em 03/05/2019.
Com as informações acima, a Enauta está provisionando a sua participação nessa multa (22,46%), no valor atualizado de R$27,0 milhões, aguardando a finalização do Processo Administrativo. O Bloco BM-CAL-5 foi devolvido à ANP em 2015.
Nos cálculos abaixo, esta provisão não recorrente foi expurgada.
O "lucro ajustado do acionistao", no 3T19, somou R$ 60 milhões do lucro líquido ajustado + R$ 128 milhões de depreciação e amortização, totalizando R$ 188 milhões. Como o CAPEX no trimestre totalizou USD 13 milhões, ou aprox. R$ 58 milhões, teriam "sobrado" aprox. R$ 130 milhões, ou R$ 0,50 para o acionista. Se este resultado fosse anualizado e mantido em termos reais para todo o sempre, o valor intrínseco da ação atingiria R$ 25,00.
Moral da história ... acho que o ativo continua barato prá caramba, mas se o mercado não enxergar a enorme geração de caixa da empresa e olhar somente para a última linha, o preço tenderá a continuar defasado.

2T2019 -
paulo_prof   -
Os resultados vieram dentro do esperado. Devido à hidrologia favorável, houve pouca demanda pelo gás de Manati. A prodição de gás ficou, inclusive, abaixo do volume mínimo contratado no esquema take or pay. A produção de Atlanta foi marginalmente superior aquela postada no 1T19. O 3o. poço só começou a produzir em fins de junho, pouco contribuindo para a proddução do trimestre. Terminada a perfuração do 3o. poço, iniciou-se a intervenção num dos poços com problemas na bomba principal.No final do 3T19, os 3 poços deverão estar produzindo.
Como o campo de Manati está quase amortizado, o impacto de uma menor produção sobre o lucro líquido é muito maior do que evengtual queda de produção de Atlanta. No campo de Atlanta, parte substancial da receita líquida é consumido com a depreciação/amortização acelerada. Este efeito foi aumentado com a adoção da norma IFRS 16 (menor ganho financeiro, maior depreciação/amortização, menor lucro).
O Capex dispendido no semestre foi de USD 43,4 milhões. O "lucro do acionista" (lucro líquido + depreciação/amortização), somou aprox. R$ 233,5 milhões, substancialmente maior. No 2o. semestre deverão ser dispendidos aprox. USD 20 milhões, mas o "lucro do acionista" deverá ser substancialmente maior.
Como a maior parte do capex é destinada ao aumento da produção, gerando fluxo de caixa futuro, a maior parte do "lucro do acionista" deve ser considerado no "valuation".Em consequência, tudo indica que o atgivo está barato mesmo se considerando que o projeto do sistema definitivo de produção será descartado.

1T2019 -
aeronave -
Excelente ebtidax recorrente de 128M
Mas depreciação/amortização de 78 M consumiu boa parte do lucro.
Considerando que as receitas aumentarão bastante a partir do terceiro trimestre é ação para comprar sem dó.

aeronave -
Considerando o cenário atual, achei os resultados bons. Já é sabido que os dois primeiros trimestres seriam de baixa produção e consequentemente baixo lucro, mas isso é passageiro e o potencial da empresa para o futuro é alto!
Mesmo diante deste cenário atual, se analisarmos que a depreciação (provavelmente o gasto com a troca das bombas/perfuração) consumiu nada mais nada menos que 71 milhões!!! Sem estes custos o lucro seria de 120 milhões! nada mal para época de baixa produção.
Imagina quando tivermos os três poços a pleno vapor e a depreciação não interferir tanto no lucro!!!!!! Isto fora os outros campos que ainda não agregam no preço da ação (campo de SEAL, farm-out, $ a receber de carcará.....)
ou seja, é ativo para encarteirar e ter paciência (de 1 a 2 anos).

paulo_prof   -
Resultados "meia boca", como esperados. Queda na receita de Manati (R$ 88,5 milhões devido a menor demanda por gás e paradas para manutenção), compensada pelo aumento da receita de Atlanta (R$ 119 milhões). O CPV do gás de Manati diminuiu em relação ao 1T18 (R$ 35 milhões) e o CPV do óleo de Atlanta foi fortemente impactado pela depreciação (R$ 71 milhões, no custo total de R$ 112 milhões). Ou seja, o Resultado Bruto de Atlanta foi muito pequeno (R$ 7 milhões).
No 2T18 deveremos ver mais do mesmo ... Só a partir do 3T18 (se não houver imprevistos) os resultados deverão atingir outro patamar.
Em consequência, acho que o ativo está barato.

3T2018 -

PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida foi de R$221,4 milhões, 63,3% superior ao 3T17. Do total, R$137,6 milhões foram atribuídas ao Campo de Manati, valor 1,5% superior ao 3T17. A receita incluiu a contribuição de um trimestre completo de produção do Campo de Atlanta, que representou 38% da receita total. A Companhia também se beneficiou do aumento na cotação do Brent, bem como da desvalorização do Real; CUSTOS OPERACIONAIS = Os custos operacionais totais somaram R$146,4 milhões no trimestre, mais do que o dobro dos níveis registrados no 3T17, essencialmente atribuídos ao início da produção do Campo de Atlanta; EBITDAX = O EBITDAX do período foi de R$118,0 milhões, aumento de 55,6% quando comparado ao 3T17, refletindo principalmente o aumento do resultado operacional. RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro líquido foi de R$29,6 milhões, mais do que o dobro dos R$13,8 milhões registrados no 3T17, devido, principalmente, ao aumento de posição de caixa da companhia. LUCRO LIQUIDO = O lucro líquido foi de R$55,6 milhões, queda de 8,0% em relação aos R$60,5 milhões no 3T17, dado que HOUVERAM maiores custos de amortização sem efeito caixa e gastos exploratórios não recorrentes.

2T2018 -

1T2018 -

A2017/4T2017 -
PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro líquido do ano foi de R$92,3 milhões, comparado a R$46,5 milhões no ano anterior, em função de maiores receitas derivadas de instrumentos de renda fixa, aliadas a um maior rendimento do fundo cambial no período. Seguindo a Política de Gestão de Riscos de Mercado, a Companhia identificou que para os próximos 24 meses os valores a receber em dólares superaram suas obrigações, não sendo necessária a manutenção de recursos aplicados no Fundo Cambial, que foi liquidado em setembro de 2017. A QGEP possui hedge natural, já que os recebíveis provenientes da recente transação com a Statoil são denominados em dólar, bem como a receita de venda do óleo de Atlanta. Este balanço entre ativos e passivos em dólares é baseado em projeções internas e monitorado mensalmente.; EBITDA E EBITDAX = O EBITDAX foi de R$407,9 milhões, comparado a R$188,3 milhões em 2016, aumento de 118,4%, em razão, principalmente, do ganho com a venda do Bloco BM-S-8. O EBITDA em 2017 foi de R$407,9 milhões, comparado aos R$188,5 milhões registrados em 2016, valor semelhante ao EBITDAX, já que nestes períodos não houve devolução ou baixa de ativos exploratórios.

acarlos321 - 
ótimo balanço
Enorme caixa
Alto dividendo
Diretoria competente
Futuro promissor

paulo_prof   -
No que se refere exclusivamente os numeros, os resultados foram excelentes. Houve evolução em receita, EBITDAX e lucro líquido, mantendo a tendência já verificada no trimestre anterior. A julgar pela decisão da Dieretoria de distribuir R$ 400 milhões em dividendos, não se espera dificuldades em cumprir com os compromissos futuros.
No 4T17, devido à crise hídrica no Nordeste, houve aumento da produção de Manati. Os planos para o desenvolvimento do campo de Atlanta não sofreram alterações.
A decisão de distribuir proventos de R$ 1,54 por ação e as perspectivas de crescimento futuro tornam o ativo barato prá caramba. Vou ficar muito surpreso se o pregão de hoje não se mostrar interessante.

3T2017 -
paulo_prof  -
Os resultados foram dentro do esperado: evolução no operacional (Receita e Resultado Bruto, inclusive com aumento substancial da margem) e involução importante do resultado financeiro. Em consequência, a empresa registrou leve involução no lucro líquido mas substancial evolução no ebitda.
Pos não ser do ramo, acho muito difícil avaliar empresas de prospecção de petróleo. No que se refere os número somente, a empresa parece muito bem das pernas. Nos últimos 9 meses, o lucro evoluiu 61% sobre o lucro dos mesmos 9 meses do ano passado. A evolução do Ebitda nestes 9 meses foi de aprox. 11%. Considerando a performance nos últimos 9 meses, acredito que a empresa não enfrentaria maiores dificuldades para justificar o preço atual. Tem inclusive uma gordura que poderá "queimar" nos próximos 5 anos, de uma queda real anual de até 5%.
A empresa afirma que distribuirá dividendos, pois o caixa de aprox. R$ 1,15 bilhões no final do 3T17 deverá ser engordado em USD 180 milhões até o final do ano, mas não fornece uma ideia de quanto.
No que concerne Manati, a receita dno 4T17 deverá ser semelhante aquela do 3T17. Como as despesas de Atlanta devem iniciar em dezembro, acredito que os resultados do 4T17 serão impactados. Por outro lado, entretanto, o evento não recorrente do farm-out do Bloco BM-S-8 deverá muito mais do que compensar. O primeiro óleo de Atlanta é esperado no 1T18. Não tenho ideia do resultado líquido que o campo de Atlanta poderá gerar por dia, mas o certo é que contribuirá para o resultado da empresa, se não já no 1T18, certamente do 2T18 em diante. A distribuição de dividendos, a contabilização do lucro do farm-out do Bloco BM-S-8 e as perspectivas de lucro a partir da produção de Atlanta podem servir como grande margem de segurança.
Em consequência, considero que os riscos de um investimento nos preços atuais é pequeno e as perspectivas do retorno ponderado pelo risco, bastante boas.

2T2017 -
paulo_prof   -
No que concerne Manati, a produção foi aprox. 10% menor do que no 2T16, mas foi aprox. 7% maior do que no 1T17. Em relação ao 1T17, o aumento da produção deu-se em função do aumento de despacho das termelétricas.
O Ebtidax foi sensivelmente maior do que no 2T16 devido principalmente a menores agstos exploratórios no período.
O CAPEX projetado para 2017 foio reduzido para USD 48 milhões, dos quais pouco menos de um terço foi investido no 1S17.
No que concerne os indicadores, acredito que há mais probabilidades do ativo valorizar no médio prazo, do que desvalorizar, ou seja, o risco de um investimento no ativo não parece ser expressivo.

1T2017 -
paulo_prof  -
No que concerne Manati, a produção foi reduzida em relação ao 1T16, pela menor demanda por gás no país. A menor receita, associada a uma margem bruta sensivelmente menor no 1T17 foram compensados em parte por despesas um pouco menores e principalmente por um resultado financeiro muito melhor (R$ 12,6 milhões negativos no 1T16 e R$ 19,7 milhões positivos no 1T17).
O Ebitda caiu bastante na comparação trimestral devido à menor produção de Manati e ao aumento nas despesas. Dos USD 70 milhões que a empresa pretende investir durante 2017, pouco mais de 10% foram investidos no 1T17. Os investimentos realizados foram integralmente financiados pelo Ebitda gerado e a posição de caixa aumentou marginalmente em relação à posição em 30DEZ2016.

A2016/4T2016 -
paulo_prof   -
Acho que os números da QGEP dizem pouco ... De um lado vc tem a produção de gás do Campo de Manati e, de outro, vc tem os investimentos exploratórios, eventual aquisição de ativos, e o posicionamento para facilitar atividades de farm out no futuro.
No que concerne Manati, a produção foi reduzida em relação a 2015, pela menor demanda por gás no mercado nordestino. Em parte, a menor receita e resultado bruto foram compensados por despesas menores. Em 2017 espera-se despesas ainda menores.
No que concerne as atividades de exploratórias, os investimentos programados foram realizados, totalmente financiados pela geração de caixa da exploração de gás. Esta fornece um Resultado bruto de aprox. R$ 240 milhões. Deduzindo as despesas operacionais de aprox. R$ 50 milhões, "sobram" aprox. R$ 190 milhões para proventos e investimentos. Supondo proventos de aprox. R$ 40 milhões, sobram aprox. R$ 150 milhões para investimentos, sem considerar o resultado financeiro que é sempre positivo. Enquanto a empresa não tiver que dar baixa (impairment) em poços (secos), o esquema é auto sustentável.
Em 2016 os investimentos foram muito modestos, de maneira que o caixa líquido terminou aumentando durante o ano.

1T2016 -
pobre   -
Resultado de qgep3 como esperado. ..ótimo lucro bruto porém resultado financeiro impactou lucro líquido. O resultado financeiro foi negativo devido a desvalorização do real. O dinheiro em caixa equiva legal a incríveis 4,86 reais por ação.

A2015/4T2015 -
herdsman  -
QGEP3 resultado normal. Vai demorar para 'jorrar' o ouro preto. Abaixo de 4 aumento a aposta. 

A2012/4T2012 -

Características
Participação em sociedades que se dediquem à exploração. produção e comercialização de petróleo, gás natural e seus derivados, seja como sócio ou acionista ou outras formas de associações. 
Empresas de controle privado do setor de exploração e produção no Brasil. Com investimento em tecnologia, compromisso com a segurança e responsabilidade com o meio ambiente, nosso time de experts trabalha focado para prover a energia que impulsiona a sociedade. Com equilibrada atuação ao longo da costa do país, possui dois ativos produtores: o Campo de Manati, um dos principais fornecedores de gás da região Nordeste, no qual detém 45% de participação, e o Campo de Atlanta, localizado nas águas profundas da Bacia de Santos, no qual detém a operação com 50% de participação. Listada no Novo
Mercado da B3 desde 2011, por meio do ticker ENAT3, a Enauta é comprometida com os conceitos de sustentabilidade dos negócios,tendo investido de maneira sólida no aprimoramento das boas práticas de governança e compliance. 
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Balanços (Calendário)
11/03/2020
 DFP 2019

 ITR 1T 2020

 ITR 2T 2020

 ITR 3T 2020



Enauta Divulga Produção do 4º Trimestre de 2019
A produção total da Companhia no 4º trimestre de 2019 foi de 2.508 mil barris de óleo equivalente (boe),ou produção média diária de 27,3 mil boe.

365217  - keep_calm  -  13 Nov 2019, 17:22
Enauta (ENAT3): A Enauta apresentou lucro líquido de R$ 41,9 milhões no terceiro trimestre, cifra 25% inferior à registrada no mesmo período do ano passado.O Ebitdax (Lucro antes do IR, contribuição social, resultado financeiro e despesas de amortização, mais despesas de exploração com poços secos ou sub-comerciais) somou R$ 188,3 milhões, alta de 60%, com margem de 59,6% (+6,3p.p.).A receita líquida atingiu R$ 316,2 milhões, aumento de 43%. A produção total avançou 3%, com alta de 69% em óleo e queda de 27% em gás

365205 - paulo_prof  -  13 Nov 2019, 15:18
Como antecipado/previsto, no que se refere a última linha, devido às depesas de depreciação e amortização acelerada, o Campo de Atlanta puxou o Resultado da empresa para baixo. Para uma Receita Líquida de R$ 207,5 milhões, a Depesa total contabilizada foi de R$ 227,3 milhões, sendo R$ 118,3 milhões em depreciação/amortização. Em contrapartida, o Ebitdax gerado por Atlanta bombou.

Por outro lado, a empresa teve que efetuar uma provisão não recorrente. A partir de ofício recebido pela ANP em 24/10/2019, as companhias consorciadas no Bloco exploratório BM-CAL-5 tomaram conhecimento de multa no valor de R$158,8 milhões a título de penalização por não cumprimento dos valores acordados em Contrato de Concessão referente a Conteúdo Local. O Operador do Consórcio do Bloco BM-CAL-5 apresentará Defesa Administrativa junto à ANP no devido prazo legal. Tal defesa contemplará, dentre outros pontos, a suspensão desse processo, diante da possibilidade de realização de Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), conforme possibilidade ainda em discussão, nos termos da Tomada Pública de Contribuições Nº 1/2019 da ANP, publicada no DOU em 03/05/2019.

Com as informações acima, a Enauta está provisionando a sua participação nessa multa (22,46%), no valor atualizado de R$27,0 milhões, aguardando a finalização do Processo Administrativo. O Bloco BM-CAL-5 foi devolvido à ANP em 2015.

Nos cálculos abaixo, esta provisão não recorrente foi expurgada.

O "lucro ajustado do acionistao", no 3T19, somou R$ 60 milhões do lucro líquido ajustado + R$ 128 milhões de depreciação e amortização, totalizando R$ 188 milhões. Como o CAPEX no trimestre totalizou USD 13 milhões, ou aprox. R$ 58 milhões, teriam "sobrado" aprox. R$ 130 milhões, ou R$ 0,50 para o acionista. Se este resultado fosse anualizado e mantido em termos reais para todo o sempre, o valor intrínseco da ação atingiria R$ 25,00.

Moral da história ... acho que o ativo continua barato prá caramba, mas se o mercado não enxergar a enorme geração de caixa da empresa e olhar somente para a última linha, o preço tenderá a continuar defasado.
gBZ5U47DE=


No que segue, simplesmente eliminei as Outras Receitas Operacionais contabilizadas nas DREs de 2017 e 1T18, e os seus efeitos no lucro líquido. Subtraí os valores diretamente dos Resultados Antes dos Impostos e Ebitdax e subtraí o IR/CS mantendo a aliquota usada nas DREs.

Deve ser observado, também, que os resultados do 1T19, 2T19 e 3T19 são apresentados na vigência da norma IFRS 16. Os resultados do 2T18, 3T18 e 2018 não foram re-apresentados de acordo com a mesma norma que, à época, ainda não vigorava. Como já observado alhures, o efeito da adpção da norma IFRS 16 é de reduzir o resultado financeiro e lucro, com aumento do ebitda. Em consequência, comparações devem ser feitas com cuidado.

No 3T19 a empresa provisionou R$ 27 milhões relativo a penalidades que seriam devidas relativas ao bloco devolcido BM-CAL-5. Aqui, esta depesa e seu impacto de 66% sobre o lucro líquido foram expurgados.



ENAT3

PREÇO: R$ 13,24

PAYOUT (2018) 111,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 17.35

P/VPA 1.04

PSR 3.12

DY 6.78%

EV/EBITDAX 2.96

MARGEM BRUTA 25.2%

MARGEM OPERACIONAL 21.7%

MARGEM LÍQUIDA 18.0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0.637

MARGEM EBITDA 61.0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 36.3%

ROE 5.97%

LIQUIDEZ CORRENTE 3.87



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +44,23%

RESULTADO BRUTO -25,03%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -51,23%

RESULTADO OPERACIONAL -40,74%

RESULTADO LÍQUIDO -44,23%

EBITDA +47,91%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +42,80%

RESULTADO BRUTO +2,36%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -71,54%

RESULTADO OPERACIONAL +5,47%

RESULTADO LÍQUIDO +7,38%

EBITDAX +59,58%



c) lucro líquido, nominal

UA -44,33%

U2A -11,98%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -3,83%

U2A % 2,67%

U3A 3,48%



e) ebitdax, nominal

UA 47,91%

U2A 65,96%

U3A passou de negativo, para positivo

U4A 24,63%

U5A 22,87%

U6A 13,56%

U7A 31,79%

U8A 23,32%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,96

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,5% !!!!

363351  - paulo_prof   -  08 Ago 2019, 05:08
Os resultados vieram dentro do esperado. Devido à hidrologia favorável, houve pouca demanda pelo gás de Manati. A prodição de gás ficou, inclusive, abaixo do volume mínimo contratado no esquema take or pay. A produção de Atlanta foi marginalmente superior aquela postada no 1T19. O 3o. poço só começou a produzir em fins de junho, pouco contribuindo para a proddução do trimestre. Terminada a perfuração do 3o. poço, iniciou-se a intervenção num dos poços com problemas na bomba principal.No final do 3T19, os 3 poços deverão estar produzindo.

Como o campo de Manati está quase amortizado, o impacto de uma menor produção sobre o lucro líquido é muito maior do que evengtual queda de produção de Atlanta. No campo de Atlanta, parte substancial da receita líquida é consumido com a depreciação/amortização acelerada. Este efeito foi aumentado com a adoção da norma IFRS 16 (menor ganho financeiro, maior depreciação/amortização, menor lucro).

O Capex dispendido no semestre foi de USD 43,4 milhões. O "lucro do acionista" (lucro líquido + depreciação/amortização), somou aprox. R$ 233,5 milhões, substancialmente maior. No 2o. semestre deverão ser dispendidos aprox. USD 20 milhões, mas o "lucro do acionista" deverá ser substancialmente maior.

Como a maior parte do capex é destinada ao aumento da produção, gerando fluxo de caixa futuro, a maior parte do "lucro do acionista" deve ser considerado no "valuation".Em consequência, tudo indica que o atgivo está barato mesmo se considerando que o projeto do sistema definitivo de produção será descartado.
Gc%20%20eZ6wKNczSfSg=


No que segue, simplesmente eliminei as Outras Receitas Operacionais contabilizadas nas DREs de 2017 e 1T18, e os seus efeitos no lucro líquido. Subtraí os valores diretamente dos Resultados Antes dos Impostos e Ebitdax e subtraí o IR/CS mantendo a aliquota usada nas DREs.



Deve ser observado, também, que os resultados do 1T19 e 2T19 são apresentados na vigência da norma IFRS 16. Os resultados do 2T18 e 2018 não foram re-apresentados de acordo com a mesma norma que, à época, ainda não vigorava. Como já observado alhures, o efeito da adpção da norma IFRS 16 é de reduzir o resultado financeiro e lucro, com aumento do ebitda. Em consequência, comparações devem ser feitas com cuidado.



ENAT3

PREÇO: R$ 12,48

PAYOUT (2018) 111,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 20,05

P/VPA 1,19

PSR 3,92

DY 7,54%

EV/EBITDAX 5,25

MARGEM BRUTA 27,8%

MARGEM OPERACIONAL 23,8%

MARGEM LÍQUIDA 19,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,623

MARGEM EBITDA 46,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 9,9%

ROE 5,93%

LIQUIDEZ CORRENTE 4,79



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +49,43%

RESULTADO BRUTO -25,90%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -20,85%

RESULTADO OPERACIONAL -43,19%

RESULTADO LÍQUIDO -46,56%

EBITDA +14,66%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,14%

RESULTADO BRUTO -46,65%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -86,55%

RESULTADO OPERACIONAL -80,50%

RESULTADO LÍQUIDO -76,04%

EBITDAX -0,79%



c) lucro líquido, nominal

UA -46,56%

U2A -13,56%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -0,38%

U2A 4,64%

U3A 3,85%



e) ebitda, nominal

UA 14,66%

U2A 49,08%

U3A passou de negativo, para positivo

U4A 13,31%

U5A 11,78%

U6A 7,24%

U7A 44,92%

U8A 12,64%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,79

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +11,5% !!!!

Prof Paulo, o que achou do fato relevante em enat3 produzindo 15k no terceiro poço? Poderemos ver uma esticada maior nesta ação? Qual o target do senhor nela?
362633  - paulo_prof   - 10 Jul 2019, 19:25
O preço da ENAT é muitio dependente do preço do petróleo e taxa de câmbio. No 2T19, houve uma redução na produção de gás (-13%) e um aumento de produção de petróleo (+5,5%). Como, no 2T19, o preço de petróleo aumentou e o real desvalorizou, a minha previsão é que a Receita Líquida tenha aumentado em aprox. R$ 20 milhões relativamente ao 1T19. Por outro lado, entretanto, maiores despesas operacionais deverão produzir resultados apenas marginalmente superiores aqueles do 1T19.

Quando o 3o. poço estabilizar, deverá estar porduzindo algo menos do que os 15k divulgados. por outro lado, como durante o 3T19 haverá intervenção nos 2 primeiros poços, chuto que em média Atlanta deverá produzir uma média de 20k barris. 56% mais do que no 2T19.

No 3T19, devido ao maior acionamento das térmicas de modo geral, a produção de Manati deverá se recuperar em relação ao 2T19. Se os preços da commodity e taxa de câmbio permanecerem aprox. constantes, creio que não será difícil a empresa postar uma Receita Líquida na casa dos R$ 300 milhões. O problema, aqui, é que mantida a depreciação acelerada, o custo do produto também aumentará sensivelmente. Em consequência, o impacto da maior produção sobre o lucro deverá ser relativamente modesto. Mas a geração de caixa operacional deverá bombar.

Só no 4T19 é que a produção média de Atlanta deverá chegar nos aprox. 26k barris.

No que se refere um target para a ação, se o Brent se mantiver na faixa acima dos USD 65 e o dólar acima dos R$ 3,80, acho que a ENAT3 poderá emplacar R$ 20,00 em FEV2020.

362634  - acarlos321 - 10 Jul 2019, 19:33
Aí sim Prof Paulo!!!!!!!

também trabalho com target de 20 no curto prazo. Aí vai depender de notícias do Sistema de Produção Definitiva em Atlanta e SEAL. Com boas notícias destes, o upside pode surpreender! 
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Aeronave,

Acredito que teremos uma visao clara sobre a produtividade de Atlanta somente no fechamento desse terceiro trimestre ou muito proximo a ele, quando ambos os poços antigos ja tiverem passado pela intervencao nas bombas e tiverem a sua producao retomada...dai sim teremos os numeros definitivos sobre a producao total no sistema de producao antecipada, o qual podera, a criterio da Enauta ser ampliado tornando-se o sistema de producao definitivo...
Mas independemente disso... ENAUTA e de longe a protroleira mais barata da bolsa...
Vamos comparar alguns numeros:

Se compararmos pelo P/L (Preco/Lucro)...

ENAT3 - 10,98
PRIO3 - 15,50
PETR3 - 17,14

Se formos comparar DY (dividend Yeld) entao ganha de goleada...

ENAT3 - 14,5%
PRIO3 - 0,0%
PETR3 - 1,00

Divida Liquida...

ENAT3 - - 1,20 bi
PRIO3 - + 1,01 bi
PETR3 - + 327,23 bi

Preco/Valor Patrimonial

ENAT3 - 1,27
PRIO3 - 2,23
PETR3 - 1,39

Nessas comparacoes eu expurguei 500 milhoes dos numeros da ENAUTA que foram pagos em dividendos, mas que ainda nao foram atualizados pelo Fundamentus...
Mas acima de tudo o que importa mesmo nem sao esses numeros, pois eles se referem a eventos passados... mas sim o futuro da empresa...
Futuro esse que somente lendo os releases de resultados dos ultimos trimestres podemos fazer ideia por causa da evolucao magnifica que a empresa vem tendo...
Tenho uma pequena posicao em ENAT3, havendo caixa e o ativo nao disparando, futuramente pretendo aumentar...

Obs: nao é indicacao de compra, somente uma exposicao... nao tenho formacao para indicar compra ou venda de ativos...
Sobre ENAT3:
vou fazer uma conta de padeiro simples que valerá para o terceiro trimestre de 2019:
Receita de atlanta no primeiro trimestre que foi de 119M será duplicada para 238M  mais receita de manati 88M (será incrementada mas vou manter 88M) = 326M Quando não houver custos de amortização relevantes em razão da troca das  bombas e levando em consideração que o alto caixa gera cerca de 30M trimestrais, vejo plausível esta receita gerar um lucro na casa de 150M, isto gera um P/L na casa de apenas 5.

O EV/EBITDAx que está na casa de 4 cairá para EV/EBITDAX=2 (APENAS 2!!!!!!!!!!!)

Se colocarmos que o preço justo da ação em 20 reais, este cenário precificaria a ação em P/L=8 !!!

Isto sem contar com notícias relevantes que potencialmente elevariam o preço da ação. Estou falando do sistema definitivo em Atlanta, do campo de SEAL, farm-out...etc
Acho que esta sua conta de padeiro é mais apropriada para o 4T19, não?

A intervenção no 1o. dos poços com problemas na bomba principal iniciou no final de junho. Se os 45 dias previstos para a intervenção forem intergralmente consumidos, este poço começará a produzir petróleo numa escala majorada somente a partir de meados do 3T. A intervenção no 2o. poço só deverá ser concluída em fins de setembro.

Moral da história: não há como Atlanta duplicar a produção do 1T19, no 3T19. 

Correto professor Paulo.

Não sabemos o motivo mas os trabalhos no terceiro poço atrasaram cerca de um mês.

Porém o potencial não muda nada né, só há um atraso a ser considerado.

Ah professor Paulo

Além disso tem outro erro... não considerei o valor de 500 milhões a menos no caixa pagos de dividendos.

Com isso o novo EV/Ebitdax seria de 2,50 !!!!! Not to bad..... não é????
                                                                                           ▲                                                                      ▲

mercado começando a enxergar ENAT3

Uma ação muito promissora: ENAT3

- Caixa líquido de 1,5 bilhão de reais;

_Operacional

em Manati e começando em Atlanta; Em aproximadamente dois meses

duplicará extração em Atlanta no sistema antecipado de produção. Já no

sistema Definitivo poderá triplicar este valor (já duplicado!);

-Possui sociedade com EXXONMOBIL em Sergipe (onde a petrobras já sinalizou ser a principal descoberta recente do présal!);

-Possui outros campos exploratórios onde está negociando venda e;

-Possui crédito de 189 milhoes de dolares referentes a venda do campo CArcará para STATOIL.

Quanto valerá esta ação daqui 3 anos??????? 3x???4x????5x???????

362092  - acarlos321   - 18 Jun 2019, 17:50
Uma ação muito promissora: ENAT3

- Caixa líquido de 1,5 bilhão de reais;

_Operacional em Manati e começando em Atlanta; Em aproximadamente dois meses duplicará extração em Atlanta no sistema antecipado de produção. Já no sistema Definitivo poderá triplicar este valor (já duplicado!);

-Possui sociedade com EXXONMOBIL em Sergipe (onde a petrobras já sinalizou ser a principal descoberta recente do présal!);

-Possui outros campos exploratórios onde está negociando venda e;

-Possui crédito de 189 milhoes de dolares referentes a venda do campo CArcará para STATOIL.

Quanto valerá esta ação daqui 3 anos??????? 3x???4x????5x???????
ENAT3 amanheceu bem animada hj
Acabei comprando mais um cadin
ação para longo prazo = oportunidade aos pacientes!

Empresa já divulgou Fato relevante dando pistas que a perfuração do terceiro poço foi concluída com sucesso. Receita vai dobrar a partir do terceiro trimestre. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Citação: 10invest - Post #361260 - 15/Mai/2019 17:35
Professor Paulo, seria momento de comprar ENAT3 visto que a cotação caiu bastante e estão próximos de completar furação do terceiro poço em Atlanta?
Ao que tudo indica, a perfuração do 3o. poço foi concluída no final de abril. Em tese, portanto, agora deve estar sendo recuperado o bombeamento em um dois outros 3 poços. Para tanto, a produção neste poço provavelmente teve que ser interrompida. O início da produção do 3o. poço está previsto para junho. Ainda não há qualquer indicação relativa à produção que efetivamente será conseguida. Em tese, portanto, a produção de Atlanta no 2T19 pode até ser menor do que aquela conseguida no 1T19. Por outro lado, há a questão da volatilidade do preço do petróleo. Finalmente, há a incerteza em relação ao payout que a empresa praticará no futuro (próximos 2 anos). Não há uma política específica sobre a matéria.

No 1T19, a empresa gerou um Ebitda de aprox. R$ 129 milhões, Resultado Financeiro de R$ 22 milhões e despesa de IR/CS de R$ 21 milhões. Ou seja, foram aprox. R$ 130 milhões de caixa. No 2T19, deverá ser aprox. o mesmo. No 2o. semestre, espera-se uma geração de caixa maior. Digamos que seja algo na faixa dos R$ 300 milhões. Teríamos, então, no exercício, um caixa de aprox. R$ 560 milhões, para investimentos da ordem de R$ 260 milhões (USD 65 milhões de acordo com o plano de investimentos da empresa). "Sobrariam" aprox. R$ 300 milhões (R$ 1,15 por ação) para serem distribuídos aos acionistas.

Ou seja, no meu entender, o ativo está barato ... mas não aposto que não ficará ainda mais barato!

361079  - aeronave -  09 Mai 2019, 14:36
sobre enat3
vou fazer uma conta de padeiro simples que valerá para o quarto trimestre de 2019:

Receita
de atlanta neste trimestre que foi de 119M será duplicada para 238M
mais receita de manati 88M (será incrementada mas vou manter 88M) = 326M

Quando
não houver custos de amortização relevantes em razão da troca das
bombas e levando em consideração que o alto caixa gera cerca de 30M
trimestrais, vejo plausível esta receita gerar um lucro na casa de 150M,
isto gera um P/L na casa de apenas 5.

Se colocarmos que o preço justo da ação em 20 reais, este cenário precificaria a ação em P/L=8 !!!

Isto
sem contar com notícias relevantes que potencialmente elevariam o preço

da ação. Estou falando do sistema definitivo em Atlanta, do campo de

SEAL, farm-out...etc...

361075  - aeronave -  09 Mai 2019, 12:06
Sobre ENAT3
Considerando o cenário atual, achei os resultados bons. Já é sabido que os dois primeiros trimestres seriam de baixa produção e consequentemente baixo lucro, mas isso é passageiro e o potencial da empresa para o futuro é alto!

Mesmo diante deste cenário atual, se analisarmos que a depreciação (provavelmente o gasto com a troca das bombas/perfuração) consumiu nada mais nada menos que 71 milhões!!! Sem estes custos o lucro seria de 120 milhões! nada mal para época de baixa produção.

Imagina quando tivermos os três poços a pleno vapor e a depreciação não interferir tanto no lucro!!!!!! Isto fora os outros campos que ainda não agregam no preço da ação (campo de SEAL, farm-out, $ a receber de carcará.....)

ou seja, é ativo para encarteirar e ter paciência (de 1 a 2 anos).

361074  - paulo_prof   -  09 Mai 2019, 03:49
Resultados "meia boca", como esperados. Queda na receita de Manati (R$ 88,5 milhões devido a menor demanda por gás e paradas para manutenção), compensada pelo aumento da receita de Atlanta (R$ 119 milhões). O CPV do gás de Manati diminuiu em relação ao 1T18 (R$ 35 milhões) e o CPV do óleo de Atlanta foi fortemente impactado pela depreciação (R$ 71 milhões, no custo total de R$ 112 milhões). Ou seja, o Resultado Bruto de Atlanta foi muito pequeno (R$ 7 milhões).

No 2T18 deveremos ver mais do mesmo ... Só a partir do 3T18 (se não houver imprevistos) os resultados deverão atingir outro patamar.

Em consequência, acho que o ativo está barato.

No que segue, simplesmente eliminei as Outras Receitas Operacionais contabilizadas nas DREs de 2017 e 1T18, e os seus efeitos no lucro líquido. Subtraí os valores diretamente dos Resultados Antes dos Impostos e Ebitdax e subtraí o IR/CS mantendo a aliquota usada nas DREs.



ENAT3

PREÇO: R$ 12,56

PAYOUT (2018) 111,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 14,44
P/VPA 1,02
PSR 4,07
DY 10,48%
EV/EBITDAX 4,04
MARGEM BRUTA 33,0%
MARGEM OPERACIONAL 34,7%
MARGEM LÍQUIDA 28,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,870
MARGEM EBITDA 48,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 8,7%
ROE 7,06%
LIQUIDEZ CORRENTE 4,48


Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +57,14%

RESULTADO BRUTO -9,72%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +1,02%

RESULTADO OPERACIONAL -12,98%

RESULTADO LÍQUIDO -18,89%

EBITDA +36,91%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +74,53%

RESULTADO BRUTO -17,28%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -31,51%

RESULTADO OPERACIONAL -19,79%

RESULTADO LÍQUIDO -20,87%

EBITDAX +73,12%



c) lucro líquido, nominal

UA -18,89%
U2A 23,51%
U3A 71,78%


d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 2,80%

U2A 6,58%

U3A 4,44%



e) ebitda, nominal

UA 36,91%
U2A 61,88%
U3A passou de negativo, para positivo

U4A 13,39%
U5A 14,70%
U6A 18,97%
U7A 15,97%
U8A 16,04%


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,87

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +3,5% !!!!

361068  - ispholambra -  09 Mai 2019, 02:24
Nesse trimestre já era esperado um.testsdo.fraco...
Menor demanda de gás...aliada a 20dias de parada pra manutenção de Manati...
Realmente e um ativopara o longo prazo ..

361066  - aeronave -  09 Mai 2019, 01:59
Enat3
Excelente ebtidax recorrente de 128M
Mas depreciação/amortização de 78 M consumiu boa parte do lucro.
Considerando que as receitas aumentarão bastante a partir do terceiro trimestre é ação para comprar sem dó.

360809  - paulo_prof  -  30 Abr 2019, 16:16
Citação: danieljusti - Post #360802 - 30/Abr/2019 13:32
Prof o q está achando dessa queda da enat3? Dentro do esperado ou tem acelerado muito?
O preço da ENAT3 é volátil mesmo ... ou seja, uma queda do preço do petróleo lá fora é sempre amplificada aqui. Desde o dia 24, o preço do Brent caiu 4%. A ENAT3 cair na faixa dos 10% não deveria ser surpresa.

Há uma outra questão ... pelo menos em princípio, a Enat deveria anunciar os resultados da perfuração do 3o. poço em Atlanta até meados de maio. Sempre há uma expectativa de que o processo possa ser acelerado. O completo silêncio da empresa a respeito, também não ajuda. Estando no Brasil, onde insiders atuam praticamente sem restrições, parte do mercado pode estar apostando que a queda das cotações pode estar associada a informações privilegiadas negativas em relação à produção do 3o. poço e, assim, contribuindo para ampliar esta queda.

QGEP Part (QGEP)


360541  - aeronave - 22 Abr 2019, 17:38
Alguém que acompanha QGEP3 saberia dizer como é a política de preços de venda de petróleo do campo de Atlanta para a Shell? Parece que uma vez li em algum lugar que há um travamento no valor de 70 dólares. Se isto for verdade, esta alta do petróleo acima deste valor não seria útil à empresa. Correto?

360509  - pedrosousa -  18 Abr 2019, 19:31
18/04/2019 11:59 QGEP PART (QGEP-NM) - Aviso aos Acionistas - 18/04/19

QGEP PART (QGEP-NM) - Aviso aos Acionistas - 18/04/19
Enauta Participações S.A. | CNPJ/MF nº 11.669.021/0001-10 | Companhia Aberta Telefone: 55 21 3509-5959 | E-mail: ri@enauta.com.br | www.enauta.com.br/ri
AVISO AOS ACIONISTAS
Enauta anuncia aprovação da nova denominação social, pagamento de dividendos, alteração do nome
de pregão e do ticker de negociação
Rio de Janeiro, 18 de abril de 2019
A Enauta Participações S.A. (“Companhia”, B3:QGEP3), nova denominação social da QGEP Participações S.A., informa a seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data, a Assembleia Geral Extraordinária da Companhia aprovou a alteração da denominação social da Companhia. A Companhia adotará todas as formalidades necessárias ao registro da referida modificação perante os órgãos competentes. Adicionalmente, a Companhia informa que, conforme deliberação da Assembleia Geral Ordinária também realizada nesta data, serão distribuídos dividendos relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, no valor total de R$500.000.000,00, equivalente ao montante de R$1,90792978777 por ação. O valor do dividendo por ação pode ser alterado em função da quantidade de ações em tesouraria no fechamento de hoje.
Os dividendos serão pagos tendo como base a posição acionária de 18 de abril de 2019 e, a partir de 22 de abril de 2019, inclusive, todas as ações serão negociadas ex dividendos. O pagamento será efetuado no dia 7 de maio de 2019.
A Companhia também informa que, a partir de 24 de abril de 2019, seu nome de pregão na B3 passará a ser ENAUTA PART, em substituição a QGEP PART, e que as ações de emissão da Companhia passarão a ser negociadas na B3 sob o novo código (“ticker”) ENAT3, em substituição a QGEP3.
Para maiores informações, entre em contato com nossa área de Relações com Investidores.

360282  - fvolpato  -  10 Abr 2019, 22:41
ENAUTA BUSCA PARTICIPAR DA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E AMPLIAR PRESENÇA NO PRÉ-SAL

10. ABR, 2019 0 COMENTÁRIOS

Por Davi de Souza (davi@petronoticias.com.br) –

Lincoln Guardado

Um novo capítulo começou a ser escrito pela Enauta no ano de 2019. A mudança de nome da empresa, qua antes se chamava Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP), marca o início de um planejamento estratégico, conforme afirma o presidente da companhia, Lincoln Guardado. “Entendemos também que o futuro do setor é indissociável de novas matrizes energéticas – tendência que nos influenciou a adotar o novo nome”, explicou. Neste sentido, a aposta da empresa é no gás natural como combustível de transição para um horizonte onde as fontes de energia limpa terão maior destaque. “Queremos ter um papel nessa mudança e reforçamos que temos a convicção de que crescimento econômico e preservação do meio ambiente podem andar juntos”, acrescentou Guardado. A Enauta também buscará a expansão de seu portfólio de ativos no pré-sal, participando da 6ª Rodada de Partilha, prevista para este ano. Em outras frentes, a companhia planeja, em 2019, investir US$ 43 milhões no campo de Atlanta (um dos seus principais ativos); avançar no licenciamento do bloco FZA-M-90, na Bacia da Foz do Amazonas; e prevê concluir a venda de dois ativos na Bacia do Pará-Maranhão.

Qual a estratégia da empresa ao reformular sua marca e trocar seu nome para Enauta? O que motivou essa decisão?

Primeiro, explicando o novo nome: Enauta significa aquele que navega e explora os caminhos da energia. A decisão para a mudança de marca partiu do pressuposto de que atuamos no setor energético, explorando e produzindo petróleo e gás, que são hoje as matrizes energéticas mais utilizadas do mundo. Por meio desse reposicionamento, reforçamos que vamos buscar as melhores formas de aplicar nossa expertise no que temos feito nos últimos 20 anos com óleo e gás: encontrar a energia que o mundo precisa de forma eficiente e segura. Essa mudança reitera também que a Enauta é uma companhia que anda junto com o setor, sempre atenta às tendências e movimentos de negócio na indústria energética.

O novo nome tem como objetivo, também, reforçar as características que sempre marcaram a história da Enauta: pioneirismo, coragem e tomada de novos desafios. Isso vem desde o início da nossa empresa. Começamos operando no mar, algo que companhias do porte que tínhamos não faziam, já que todas começavam em terra, focando em atividades menos complexas. Acreditamos no gás e junto com nossos parceiros em Manati, construímos toda a infraestrutura para viabilizar sua produção para prover gás no Nordeste. Como consequência da ousadia de nossas decisões, ampliamos nossos horizontes no mar: expandimos para outras áreas de operação, fizemos nosso IPO em 2011 e fomos a primeira companhia brasileira a operar em águas profundas (onde nos concentramos hoje).

Nossa marca simboliza os quatro elementos da natureza geradores de energia (a terra, o fogo, a água e o ar), reunidos no triângulo que nos identifica. Que pode ainda ser remetido a uma bandeira náutica, ou ponteiro de bússola. Enauta sintetiza o nosso espírito desbravador e o compromisso com entregas consistentes e a transparência em todo o processo.

Para nós, realizar significa cuidar das pessoas, do meio ambiente e dos negócios. Segurança é inegociável em tudo o que fazemos. Nossa atuação gera impactos positivos em todo o ecossistema de energia e potencializa as parcerias com ganhos para todos os envolvidos.

Sabemos a direção a seguir, porque conhecemos o Brasil e as oportunidades e riscos do mercado em que estamos presentes. A inovação e a experiência nos direcionam para encontrar a rota certa e alcançar os melhores resultados.

É com responsabilidade e coragem que trabalhamos para encontrar a energia que o mundo precisa.

O senhor já declarou que a empresa pretende participar dos próximos leilões do pré-sal. Ao que se deve a estratégia?

A entrada no pré-sal é um movimento que consideramos ser importante para os negócios da Companhia e para a diversificação do nosso portfólio. É uma estratégia que também conversa com o DNA pioneiro da empresa que, cabe lembrar, foi a primeira operadora independente brasileira a entrar em uma área nobre do pré-sal, no Campo de Atlanta. O ativo, no qual operamos no pós-sal, nos apresentou características únicas e desafiadoras, a partir das quais empregamos esforços para inovar, gerar expertise e, consequentemente, nos qualificar para novos desafios na geração de energia no Brasil.

Quais serão os principais investimentos da companhia para este ano de 2019?

Neste ano, a maior parte de nossos investimentos deverá se concentrar em Atlanta. O Campo receberá US$ 43 milhões, dentro do total de US$ 65 milhões que serão investidos em 2019 pela Enauta.

A empresa teve um bom resultado financeiro anual em 2018. Como vocês vão atuar para repetir o feito em 2019?

Projetamos que Atlanta deve, em 2019, repetir seu feito do ano passado, quando começamos a operar no campo – a receita líquida de 2018 foi impulsionada pelo início das atividades na Bacia de Santos. Para este ano, esperamos um movimento semelhante, em função do aumento das operações no campo. Em fevereiro, foi iniciada a perfuração do terceiro poço produtor e, em seguida, teremos a intervenção nos dois poços produtores já existentes para a troca das bombas. Com isso, a produção média do Campo de Atlanta deve atingir entre 25 mil e 27 mil barris de óleo por dia no final do terceiro trimestre de 2019. Outro movimento importante na gestão de nosso portfólio, relevante para os resultados de 2019, é o processo de farmout dos blocos que detemos na Bacia de Pará Maranhão que está em andamento.

Quais são as perspectivas com o mercado de óleo e gás para o ano de 2019?

A indústria de petróleo e gás brasileira está passando por um período de mudanças políticas que não é visto desde o final dos anos 90, quando houve a abertura no setor. Com as mudanças no ambiente regulatório e a retomada dos leilões da ANP, muitos investimentos foram destravados. Estamos otimistas com os caminhos que o setor vem delineando. Além dos recursos que beneficiarão o país neste momento importante de retomada, foi criado um ambiente mais propício para concorrência e parceria entre grandes players de todo o mundo.

Entendemos também que o futuro do setor é indissociável de novas matrizes energéticas – tendência que nos influenciou a adotar o novo nome. O petróleo e o gás natural seguirão essenciais para o crescimento contínuo e continuarão a desempenhar um papel importante nas próximas décadas. Paralelamente, o desenvolvimento e barateamento de tecnologia deve fazer com que a participação de energias renováveis cresça ao longo dos anos, com diferentes matrizes coexistindo. Nesse sentido, acreditamos que o gás, por se tratar de uma fonte de energia mais limpa, desempenhará um papel-chave nas próximas décadas de transição. A exemplo de nossa atuação no Campo de Manati, já mostramos nossa expertise na produção desta matriz, abrindo caminho para a produção de mais de 20% do gás que hoje abastece a Região Nordeste.

Mais do que nunca, nos identificando como Enauta, como especialistas em energia e experts em Brasil, reforçamos que é importante que as companhias que sempre foram especializadas em petróleo e gás devem também fazer parte dessa transição. Queremos ter um papel nessa mudança e reforçamos que temos a convicção de que crescimento econômico e preservação do meio ambiente podem andar juntos – visão corroborada pelos programas de pesquisa e desenvolvimento com foco na geração de conhecimento sobre o ambiente marinho e costeiro, principalmente os manguezais, além de proporcionarem dados inéditos, disponibilizados a todos os públicos, também fortalecem nossa capacidade de resposta e segurança das atividades.

Há uma estimativa para receber as licenças na Foz do Amazonas? Quais são os planos da empresa para os blocos dessa área?

Estamos trabalhando para dimensionar o tempo necessário para obtermos a licença ambiental, um importante elemento a ser considerado na Margem Equatorial.

Nessa região, a Enauta possui 100% de participação no Bloco FZA-M-90 na Bacia da Foz do Amazonas e nos blocos PAMA-M-265 e PAMA-M-337 na Bacia do Pará-Maranhão. O sistema petrolífero interpretado para as regiões de águas ultraprofundas dessas bacias é semelhante ao testado com sucesso em Sergipe-Alagoas, Guiana e Margem Oeste africana, com reservatórios e seções geradoras contemporâneas.

As últimas atualizações nesta região são referentes à aquisição e o processamento dos dados sísmicos 3D, concluídos para os três blocos. A companhia finalizou sua avaliação dessas áreas em 2018. A primeira fase do processo de farm-out dos blocos da Bacia do Pará-Maranhão foi concluída, e atraiu interesse de possíveis parceiros. A Enauta espera que o processo de farm-out seja concluído ainda em 2019.

No médio e longo prazos, quais são os planos de expansão do portfólio de ativos?

Estamos interessados no 6º Leilão do Pré-Sal e na 16ª Rodada de Concessões da ANP, seguindo nossa estratégia de diversificação de portfólio e entrada no pré-sal.

https://petronoticias.com.br/archives/127551

360140  - fvolpato -  04 Abr 2019, 18:28
Citação: fvolpato - Post #360054 - 02/Abr/2019 12:21
Texto da Elite Investimentos
Queiróz Galvão Participações (QGEP3): A Queiróz Galvão foi a primeira empresa independente brasileira a qualificar-se como operadora tipo A pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), estando autorizada a operar em águas profundas e ultraprofundas. Com um portfólio diversificado, os ativos se espalham pelas oito principais bacias sedimentares da costa do Brasil.
Única empresa do grupo listada na Bolsa, a QGEP concentra todas as atividades de exploração e produção deóleo e gás, separando as atividades de prestação de serviço após a reestruturação da QGOG (Queiroz Galvão Óleo e Gás S.A) em 2010. Outra reformulação será proposta na AGO de 17 de abril, agora apenas para mudança de sua denominação social para Enauta. Talvez para dar a sensação de uma empresa renovada, focada em novos projetos, principalmente no potencial do gás natural.
ENAUTA - QGEP3 está na carteira dividendos da Elite
de outro usuário no forum da QGEP3

Alguns catalizadores da empresa:

- a partir do 3º trimestre deve mais que dobrar a produção de petróleo em Atlanta, passando dos atuais 12 mil para 25/27 mil barris por dia;

- em 2020 deve iniciar a perfuração do sistema definitivo de Atlanta, e ao final de 2021 pode estar produzindo até 70 mil barris por dia;

- possível farm-out de parte das concessões das bacias do Amazonas e Pará-Maranhão (a empresa detém 100% dos blocos);

- a Bacia de Sergipe-Alagoas tem perspectivas excelentes para a empresa e o 1° poço deve ser furado no 1º semestre de 2020;

- a empresa ainda vai receber a 3ª parcela da fam-out da BM-S-8 que, se não estou enganado, será de 144,5 milhões de dólares.

360105 - acarlos321  -  03 Abr 2019, 17:58
Professor Paulo agradeço sua contribuição analisando QGEP3.

O mercado é extremamente imediatista em relação à este ativo e não precifica nada seu grande potencial futuro, este é o fato.

A empresa trata o ativo Sergipe-Alagoas (parceria com a gigante EXXON) como "uma jóia a ser lapidada" e até agora não vi nenhuma análise que precifica este promissor campo. As análises tem se baseado apenas em Atlanta e Manati. Em 2020 este poderá ser um drive que alavancará a cotação do ativo.

Em relação ao farm-out, discordo que seja mal negócio. A direção tem executado ótimo trabalho frente a mitigação de riscos e a geração de valor para os acionistas.

Na minha opinião, quem não se importa muito com as oscilações natural do mercado presente e tem visão do futuro (paciência) este ativo não pode faltar na carteira.

360102  - paulo_prof   -  03 Abr 2019, 16:53
Citação: acarlos321 - Post #360096 - 03/Abr/2019 12:26
Professor Paulo, bom dia.
O case Enauta (ex qgep3) seria mesmo muito promissor para longo prazo 3 a 4 anos? O senhor endossa? tem comprado?
Podemos
estimar um crescimento acima de 100 ou até 200% para o ativo se tudo o 
que está sendo planejado for cumprido, especialmente em relação aos 
campos de Atlanta e Sergipe-Alagoas?
retirado do forum específico:
"Alguns catalizadores da empresa:
- a partir do 3º trimestre 
deve mais que dobrar a produção de petróleo em Atlanta, passando dos 
atuais 12 mil para 25/27 mil barris por dia;
- em 2020 deve 
iniciar a perfuração do sistema definitivo de Atlanta, e ao final de 
2021 pode estar produzindo até 70 mil barris por dia;
- possível farm-out de parte das concessões das bacias do Amazonas e Pará-Maranhão (a empresa detém 100% dos blocos);
- a Bacia de Sergipe-Alagoas tem perspectivas excelentes para a empresa e o 1° poço deve ser furado no 1º semestre de 2020;
- a empresa ainda vai receber a 3ª parcela da fam-out da BM-S-8 que, se não estou enganado, será de 144,5 milhões de dólares.
Tem
tudo pra voar. Acredito que se o petróleo mantiver os preços atuais .. 
ou subir, a ação deve estar acima de R$30,00 no fim 2019."
No curtíssimo prazo, terão um papel relevante a perfuração do 3o. poço e a "recauchutagem" dos dois primeiros poços.



Premissas

No início do ano, a situação era a seguinte:

poço A (a numeração é minha): produzindo aprox. 7,5 mil barris/dia

poço B: produzindo aprox. 4,5 mil barris/dia



Expectativas:

poço C: perfuração em 45 dias a partir de meados de FEV - meta de produção: 10 mil barris/dia

poço A: serviço de 45 dias para recuperação das bombas - meta de produção: 9 mil barris/dia

poço B: serviço de 90 dias para recuperação das bombas - meta de produção: 8 mil barris/dia



As voluimes indicados acima representam as expectativas mais otimistas. Não será surpresa se ao final dos aprox. 135 dias, a produção média acabar estacionando por volta dos 25 mil barris/dia.



Se tudo der certo, em meados do 1T19, o 3o. poço de Atlanta deverá estar produzindo. Até lá, Atlanta produzirá aprox. o mesmo que produziu no 4T. Por outro lado, entretanto, a produção de Manati deverá ser menor do que no 4T18. A produção média de Manati em janeiro de 2019 foi 47% menor do que a produção média do 3T18. Mesmo tendo havido uma recuperação em fevereiro e março, o volume final do trimestre seguramente será sensivelmente menor do que aquele do 4T18. Há que se levar em conta, também, que no 1T19 não mais serão contabilizados os "atrasados" dos 20% que foram contabilizados no 4T18, totalizando uma receita líquida de despesas e custos de aprox. R$ 19 milhões.



Eu ficarei muito satisfeito se a empresa conseguir postar um lucro acima dos R$ 30 milhões no 1T19 e não ficarei surpreso se vier abaixo de R$ 20 milhões.



Se as minhas previsões se confirmarem, não pode ser descartada uma reação negativa do mercado. Não acho impossível/improvável o preço cair abaixo dos R$ 12,00 em maio. Em consequência, se após a distribuição dos proventos o preço der um refresco, penso em vender boa parte da posição para recomprar mais tarde.



Em meados do 2T19 o poço C deverá produzir e o poço B parar para a troca das bombas. A expectativa de produção, portanto, passa dos 12 mil barris/dia, para 10/2+7,5+4,5/2 = aprox. 14,5 mil barris/dia. No inicio do 3T18 deverá parar o poço A, voltando a produzir em meados do trimestre. A expectativa de produção, portanto, passa dos aprox. 14,5 mil barris/dia, para 10+8+9/2 = aprox. 22,5 mil barris/dia. Finalmente, no 4T18 a produção esperada seria de 28 mil barris/dia.



Se, de um lado, um farm out reduz os riscos (o investimento necessário é financiado por recursos de terceiros), também reduz substancialmente os lucros. Pessoalmente, não desejaria que o BM-S-8 se tornasse norma. Afinal, o DNA da empresa é produzir petróleo, e não acabar sendo uma espécie de corretor de campos de petróleo.



O sistema definitivo em Atlanta também está (quase) na minha próxima re-encarnação ... pessoalmente, não acredito que Atlanta estará apta a produzir 70 mil barris/dia no final de 2021. A ver!



De qualquer forma, há a questão do preço do petróleo. Tentar fazer projeções para de aqui há 3 anos, pode não fazer sentido. Se (e isto é um grande se) os preços mativerem os níveis atuais nos próximos 3 anos, acho que a probabilidade do preço da QGEP3 chegar aos R$ 30,00 é bastante razoável.

360054  - fvolpato -  02 Abr 2019, 13:21
Texto da Elite Investimentos
Queiróz Galvão Participações (QGEP3): A Queiróz Galvão foi a primeira empresa independente brasileira a qualificar-se como operadora tipo A pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), estando autorizada a operar em águas profundas e ultraprofundas. Com um portfólio diversificado, os ativos se espalham pelas oito principais bacias sedimentares da costa do Brasil.

Única empresa do grupo listada na Bolsa, a QGEP concentra todas as atividades de exploração e produção deóleo e gás, separando as atividades de prestação de serviço após a reestruturação da QGOG (Queiroz Galvão Óleo e Gás S.A) em 2010. Outra reformulação será proposta na AGO de 17 de abril, agora apenas para mudança de sua denominação social para Enauta. Talvez para dar a sensação de uma empresa renovada, focada em novos projetos, principalmente no potencial do gás natural.

ENAUTA - QGEP3 está na carteira dividendos da Elite

 [...]
A menor produção de Manati e Atlanta foi amplamente compensada pelo aumento de participação em Atlanta (de 30% para 50%, ou +38,5%. Até o final do ano, a produção de Manati deverá cair mas, mais uma vez, deverá ser amplamente compensada pela maior produção de Atlanta, que deverá mais do que dobrar. No longo prazo, com a implantação do sistema definitivo de produção, o preço atual vai parecer ridículo.
O impacto na receita referente aos 20% adicionais de participação no Campo de Atlanta foi de R$115,1 milhões, sendo (i) R$21,9 milhões do 2T18; (ii) R$55,9 milhões do 3T18 e (iii) R$37,9 milhões do 4T18. No curtíssimo prazo (próximos 2 ou 3 trimestres), portanto, os resultados serão pressionados pela redução da Receita Líquida, mas para quem estiver no ativo para o longo prazo, está muito barato.
[...]

Dividendos de R$ 1,91 estarão sendo propostos à AGO.

348205  - pobre   -  18 Mar 2018, 18:32
Grandee seleto.... nunca te vi aqui.... rsrsrsrs...

Como acreditar num fake que tem 22 posts em 11 anos de cadastro.......

Mas vamos lá.

Isso que vc postou já foi publicado pela qgep3 em 8/03 e não se preocupe pois a empresa monitora esses dados freqüentemente e quando for o momento ela irá perfurar o campo camarão norte que é vizinho de manati que também faz parte do consórcio liderado pela qgep3.

Pela sua"preocupação" ou vc já possui qgep3 ou está querendo comprar né...

348204  - seleto  -  18 Mar 2018, 17:54
QGEP3, O CAMPO DE Manati vai acabando lentamente

A Gaffney, Cline & Associates (“GCA”) realizou uma auditoria independente referente a 31 de dezembro de 2017 sobre os volumes de hidrocarbonetos líquidos e de gás natural que se espera produzir no Campo de Manati com base nas informações disponibilizadas pela Companhia. A tabela abaixo indica a capacidade de produção por ano certificada pela GCA para 100% do Campo de Manati. Conforme a certificação, as reservas 2P são de 7,6 bilhões de m³ de gás natural e 0,8 milhões de barris de condensado, o que corresponde a cerca de 48,4 milhões de barris de óleo equivalente.
Curva Certificada 2P de Capacidade de Produção de Gás A curva de capacidade de produção projetada pela GCA pode, no entanto, não refletir a produção anual, que depende de diversos fatores que não estão sob controle do consórcio, tais como: manutenções não programadas, variações na demanda da indústria e fatores climáticos, uma vez que a ausência de chuvas na região altera diretamente a demanda por gás natural pelas termoelétricas, entre outros.

Ano Produção de Gás
(milhões de m3/dia)

2018 4,8

2019 3,9

2020 3,1

2021 2,5

2022 2,0

2023 1,6

2024 1,2

2025 1,0

2026 0,8 

Mas enquanto o fator de recuperação for tão baixo e o custo de extração tão alto, não adianta o USGS se dedicar tanto na velha mania deles de super-estimarem as reservas. Ainda mais com o custo de capital subindo a cada dia e a capacidade de escoamento em declínio.

Fica parecendo que o Trump ligou lá e deu essa ordem numa tentativa de pressionar os preços, algo que ele não conseguiu nem brigando com a Arábia Saudita.

Um grande problema da análise de QGEP é dar muita importância ao 'prejuízo contábil' de Atlanta.

O que ocorre é que, resumindo, a empresa investiu +-516mi nos 30% que detém/detinha do campo. O campo está em sua fase inicial que deve durar 3,5 anos (14 trimestres), e se o reservatório continuar apresentando o comportamento dentro do esperado, devem perfurar novos poços, usar uma plataforma maior e implantar o projeto definitivo, com vida útil de mais uns 13 anos (52 tri).

Pois bem, como há uma chance mínima (tipo 1%) de não implantar o sistema definitivo, a empresa está depreciando estes 516mi em 14 trimestres, embora tenha 99% de chance de durarem 4 vezes mais (52 tri).

Dessa forma, com o exemplo do 3t18, onde tivemos faturamento de 83,8mi e custos de 50,4mi, usando a depreciação 'pessimista' de 36,9mi chegamos a um 'prejuízo' de 3,5mi. Porém, como há 99% de chance de implantar o sistema definitivo e usar os ativos por 52 e não por apenas 14 trimestres, o investidor realista/otimista deveria usar a depreciação de apenas 9,2mi, o que levaria a um lucro de 24,2mi.

E à partir do 4t18, a empresa já deve contabilizar como sendo dona de 50% de Atlanta, pois considera que já 'ganhou' 20% da inadimplente e expulsa Dommo.

Daí que estes 20% terão um custo amortizável proporcionalmente bem menor do que o que investiu nos 30% detidos inicialmente.

Sem contar que no 3t19 a produção vai mais que dobrar, com pouco investimento e quase nenhum aumento nos custos de produção, já que a maior despesa é o valor fixo de afretamento da plataforma.

Assim, mesmo com a enorme queda na cotação do petróleo, o campo vai, na verdade, se tornar ainda mais lucrativo, embora a estratégia de amortização por enquanto mostre o contrário. 

COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA LIQUIDA = A receita líquida foi de R$221,4 milhões, 63,3% superior ao 3T17. Do total, R$137,6 milhões foram atribuídas ao Campo de Manati, valor 1,5% superior ao 3T17. A receita incluiu a contribuição de um trimestre completo de produção do Campo de Atlanta, que representou 38% da receita total. A Companhia também se beneficiou do aumento na cotação do Brent, bem como da desvalorização do Real; CUSTOS OPERACIONAIS = Os custos operacionais totais somaram R$146,4 milhões no trimestre, mais do que o dobro dos níveis registrados no 3T17, essencialmente atribuídos ao início da produção do Campo de Atlanta; EBITDAX = O EBITDAX do período foi de R$118,0 milhões, aumento de 55,6% quando comparado ao 3T17, refletindo principalmente o aumento do resultado operacional. RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro líquido foi de R$29,6 milhões, mais do que o dobro dos R$13,8 milhões registrados no 3T17, devido, principalmente, ao aumento de posição de caixa da companhia. LUCRO LIQUIDO = O lucro líquido foi de R$55,6 milhões, queda de 8,0% em relação aos R$60,5 milhões no 3T17, dado que HOUVERAM maiores custos de amortização sem efeito caixa e gastos exploratórios não recorrentes.:

QGEP3  
PREÇO: R$ 10,62
PAYOUT (2017): 11,16%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses  

P/L 5,73
P/VPA 0,92
PSR 4,39 
DY 1,95%
EV/EBITDA 2,25
MARGEM BRUTA 48,44%
MARGEM OPERACIONAL 96,70%
MARGEM LÍQUIDA 76,59%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,855
MARGEM EBITDA 100,72%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 14,25%
ROE 16,09%
LIQUIDEZ CORRENTE 5,85

Taxas de Crescimento Nominal  

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 39,77%
RESULTADO BRUTO 33,92%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -2,45%
RESULTADO OPERACIONAL 142,22%
RESULTADO LÍQUIDO 128,75%
EBITDA 215,22%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal  
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 63,31%
RESULTADO BRUTO -1,65%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 114,13%
RESULTADO OPERACIONAL -11,81%
RESULTADO LÍQUIDO -8,01%
EBITDA 33,33%

c) lucro (taxa média anual)  
UA 128,75%
U2A ND
U3A 18,28%

d) patrimônio líquido médio  
UA 9,61%
U2A 7,33%
U3A 4,94%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!

rl_tri_bar.png

De acordo com o(s) BALANÇO(S) do 4T17 e 1T18 houveram dois RESULTADOS NÃO RECORRENTES desta forma utilizaremos o resultado dos U6M ANUALIZADOS (indicado abaixo) para retratar melhor a condição da empresa:

QGEP3  
PREÇO: R$ 10,62
PAYOUT (2017): 16,99%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses  

P/L 10,02
P/VPA 0,92
PSR 3,72 
DY 1,69%
EV/EBITDA 4,31
MARGEM BRUTA 39,43%
MARGEM OPERACIONAL 43,79%
MARGEM LÍQUIDA 37,08%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,059
MARGEM EBITDA 44,50%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 14,25%
ROE 9,19%
LIQUIDEZ CORRENTE 5,85

Taxas de Crescimento Nominal  

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 64,92%
RESULTADO BRUTO 28,61%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 15,68%
RESULTADO OPERACIONAL 29,43%
RESULTADO LÍQUIDO 30,68%
EBITDA 64,34%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal  
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 63,31%
RESULTADO BRUTO -1,65%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 114,13%
RESULTADO OPERACIONAL -11,81%
RESULTADO LÍQUIDO -8,01%
EBITDA 33,33%

c) lucro (taxa média anual)  
UA 30,68%
U2A ND
U3A -1,86%

d) patrimônio líquido médio  
UA 9,61%
U2A 7,33%
U3A 4,94%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,24
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5% !!!!
[...]

355848 - paulo_prof -  13 Nov 2018, 17:40
Não gostei dos resultados, mas por outro lado nada entendo de exploração de petróleo. O meu negócio são números.

O que realmente não goste foi da performance de Atlanta. De acordo com o Relatório, a Receita Líquida com Atlanta teria sido R$ 83,8 milhões. Já os custos, teriam somado R$ 87,3 milhões. Ou seja, o Campo de Atlanta teria gerado uma margem bruta negativa.

Nesta despesa de R$ 87,3 milhões estão contabilizados, além de royalties e manutenção, R$ 43,2 milhões de custos de produção e R$ 36,9 milhões.em depreciação e amortização. Uma conta de padeiro mostra, então, que o campo de Atlanta produziu R$ 33,4 milhões para o caixa da empresa mas, em termos contábeis, produziu prejuízo. Não sei se no setor do petróleo as coisas funcionam assim mesmo, e se os custos de produção diminuem com o tempo. Como a legislação brasileira manda distribuir 25% do lucro, ter grana no caixa mais não ter lucro pode prejudicar o minoritário se o controlador resolver praticar o menor payout possível.

No mais, os resultados vieram com algumas pequenas surpresas. A empresa havia informado sobre a baixa contábil dos custos de prospecção de Camarão Norte, de R$ 13,4 milhões. Mas eu, pelo menos, não tinha conhecimento de uma baixa, também, dos blocos da bacia de Pernambuco-Paraíba, no valor de quase R$ 10 milhões.

No 4T18 deverá vigorar um menor preço do petróleo e um real valorizado. A receita líquida deverá ser menor do que aquela do 3T18. Por outro lado, pelo menos em princípio não haverá despesas com poços secos. Talvez os efeitos se anulem.


No que segue, simplesmente eliminei as Outras Receitas Operacionais contabilizadas nas DREs de 2017 e 1T18, e os seus efeitos no lucro líquido. Subtraí os valores diretamente dos Resultados Antes dos Impostos e Ebitdax e subtraí o IR/CS mantendo a aliquota usada nas DREs.



QGEP3

PREÇO: R$ 11,38

PAYOUT (2017) 111,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,82

P/VPA 0,97

PSR 4,62

DY 10,30%

EV/EBITDAX 3,49

MARGEM BRUTA 48,4%

MARGEM OPERACIONAL 52,8%

MARGEM LÍQUIDA 42,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,052

MARGEM EBITDA 59,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 9,7%

ROE 8,97%

LIQUIDEZ CORRENTE 5,85



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +39,77%

RESULTADO BRUTO +33,92%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -2,45%

RESULTADO OPERACIONAL +32,33%

RESULTADO LÍQUIDO +27,61%

EBITDAX +86,22%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +63,31%

RESULTADO BRUTO -1,65%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +114,13%

RESULTADO OPERACIONAL -11,81%

RESULTADO LÍQUIDO -8,01%

EBITDAX +55,47%



c) lucro líquido, nominal

UA 27,61%

U2A passou de negativo para positivo

U3A -4,85%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,61%

U2A 7,33%

U3A 4,74%



e) ebitdax, nominal

UA 86,22%

U2A passou de negativo, para positivo

U3A 17,72%

U4A 17,30%

U5A 7,71%

U6A 29,28%

U7A 20,15%

U8A 23,55%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,15

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -3,0% !!!!

354471 - paulo_prof  -  04 Out 2018, 03:55
Moderador
Citação: faghe2 - Post #354444 - 03/Out/2018 12:07
Caro prof. Paulo se for possível um comentário sobre riscos da qgep3 em relação as negociações da controladora com os bancos.
Acho que para qualquer empresa, ter um controlador quebrado nunca é positivo. Não sei dos detalhes da situação da Queiroz Galvão, portanto não sei ao certo se a QGEP necessariamente terá que fazer parte da negociação para evitar a RJ.

Supondo que não haverá como a Queiroz Galvão fechar acordo com os bancos sem envolver a sua participação na QGEP, quero crer que o leque de possibilidade seja:

a) venda de participação na QGEP

b) oferecer as ações da QGEP como garantia

c) comprometer o Fluxo de Caixa Livre para o pagamento de juros e amortização do endividamento

d) um cocktail das opções anteriores

Creio que a) e/ou b) n'ao gerariam impactos.

Por outro lado, dependendo de como seja negpciado, c) poderia vir a ser negativo, porque o interesse do controlador se sobreporia sobre o interesse da empresa. Por exemplo, praticar um payout maior do que aquele mais indicado.

354434 - rogeriortms -  03 Out 2018, 02:52
Citação: rogeriortms - Post #354431 - 03/Out/2018 01:38
Alguém sabe alguma novidade que tenha derrubado QGEP3 hoje?
Já encontrei

Queiroz Galvão faz nova tentativa de renegociar dívida

Os bancos aumentaram a pressão sobre o grupo Queiroz Galvão numa renegociação de R$ 10 bilhões em dívidas que já se arrasta há um ano e meio. Enquanto isso, a controlada Queiroz Galvão Oléo e Gás Constellation mantém conversas com detentores de bônus e tenta adiar obrigações de curto prazo.

353727 - herdsman  -  14 Set 2018, 16:49
Pensamento aleatório: Qgep na apresentação disse que vai buscar o mercado de capitais para custear o sistema definitiva para campo de atlanta.

Humm , mas não tem uma caixa de 1,5 bilhão e mais os 600 milhão do statoil para entrar?

Então se os donos perceberam que vão perder 15% com o novo imposto sobre dividendos (ano que vem ?) não vão ser tentado limpar o baú?

Quero o parte que me cabe.

353611 - paulo_prof -  11 Set 2018, 16:15
Ao que parece, a empresa é super conservadora com a grana que tem em caixa. Em consequência, só distribuirá mais de 25% se realmente achar que a grana não vai fazer falta para as incertezas dos investimentos. Ao preço atual, o meu chute é de 2,8% no mínimo.

353588  - ispholambra -  11 Set 2018, 03:54
QGEP3

Como tambem muito bem comentado pelo Prof. Paulo, esse e outro caise interessantissimo de investimento... pelo potencial a empresa esta barata...
Nessa eu ja reiniciei posicao nos 12,40... e nao pretendo mais tradear com ela...
Atlanta tem petroleo... a questao nesse inicio de extracao foi que as bombas de succao instaladas no interior dos pocos perfurados nao funcionaram e e por esse motivo foram instaladas bombas de leito marinho, que ficam fora dos poços e que tem uma eficienca bem menor...por esse motivo a producao inicialmente pretendida de 10 mil boe por poco/dia nao foi atingida... devendo se estabilizar proximo aos 15 mil boe/dia...
E qual vai ser a atitude da empresa em relacao a isso? A empresa vai perfurar mais um poço e interliga-lo ao FPSO para aumentar a producao... em tudo correndo bem, e pra boma de sucçao interna funcionar nesse caso e a producao superar os 20 mil boe/dia.
Concomitantemente a isso a producao de gas de Manati esta a pleno vapor... maior que a do ano anterior e isso deve melhorar bastante o faturamento da empresa... e consequentemente o lucro...
Existe a questao do espurgo da Dommo do Consorcio de Atlanta, que esta sob judice... caso ocorra, a QGEP3 e a Barra Energia ficam com 50% cada uma em Atlanta... quando e se isso ocorrer a cotacao deve dar up bem grande...
Temos ainda o recebimento de cerca de 30% do valor da venda da participacao de 10% da QGEP3 no bloco BM-S-8 para a norueguesa Statoil...e a QGEP3 tem varias outras areas em prospecção...
Prospecao e producao de petroleo e gas sao atividades de alto risco... portando de uma hora para outra tudo pode dar muito errado... por esse motivo e bem prudente que se monte uma posicao moderada no ativo...
E exatamente isso que eu estou fazendo...

353585  - paulo_prof -  10 Set 2018, 23:17
A expectativa era Atlanta produzir aprox. 17kbpd. Se der tudo certo, vai produzir 13kbpd. Desta forma, em 92 dias o consórcio deverá produzir aprox. 368kb a menos do que o esperado. Como a QGEP tem 30% do consórcio, a quebra seria de 110kp, ou aprox. 30% dos 350kp que devera produzir. Ocorre que no 2T18, a QGEP só produziu aprox. 180kp. Agora irá produzir quase o dobro. Como o dolar valorizou, é bastante provável que a Receita Líquida com o óleo de Atlanta aumente dos R$ 32 milhões do 2T18, para mais de R$ 65 milhões.

No 2T18, o Campo de Manati produziu 4,9 milhões de m3 por dia. No 2o. semestre, a produção diária deverá ser de aprox. 5,45 milhões de m3 por dia, um aumento de aprox.11% em relação à produção do 2T18, ou um aumento de aprox. R$ 14 milhões no trimestre, se o preço do gás permanecer o mesmo.

Ou seja, no meu chute, a Receita Líquida do 3T18 e 4T18 deverá ser de aprox. 47 milhões maior do que aquela do 2T18. A "quebra" dos 110kp de Atlanta no trimestre corresponde a aprox. R$ 20 milhões, menos da metade do salto que a receita líquida deverá dar.

353574  - paulo_prof -  10 Set 2018, 21:51
Baseado nos fundamentos, eu acho que está barato. Agora, as expectativas da empresa em relação a Atlanta foram frustradas. A produção, pelo menos no momento, é sensivelmente menor do que aquela antecipada. Para mim, isto não deve ser encarado como um diabo de sete cabeças. Para produzir como anteriormente antecipado a empresa vai ter que dispender tempo e alguma grana. Se depois conseguir produzir o que deve, qual é o problema? Deixar de faturar durante 9 meses, talvez 1 ano?

Se a produção de Atlanta estivesse normal, o preço do ativo estaria muitooooo acima do atual. Por outro, Manati vai surpreender positivamente no 3T18 e 4T18. A produção certamente será maior do que no 2T18. Finalmente há o preço no qual iniciei a recompor a carteira da esposa (havia vendido a $16,70). Se paguei o primeiro lote da recompra a $12,65, seria muito cínico de achasse os atuais $ 12,24 caro. O meu preço médio está só um pouco abaixo disto.

353436 - paulo_prof - 06 Set 2018, 01:03
Está fora de meu patuá ...

Por outro lado, não parece ser uma empresa que vc possa analisar somente a partir dos números ... Há que se entender o momento atual da empresa e suas perspectivas de curto e médio prazos.

Em termos de números, os da QGEP são todos melhores: maior caixa líquido por valor de mercado, maior patrimônio líquido por valor de mercado, maior lucro por valor de mercado, maior regularidade operacional, etc.

352943 - Jonas_Schwingel -  20 Ago 2018, 17:15
Citação: tnl - Post #352940 - 20/Ago/2018 12:56
Tá com 40% em unip, 20% em qgep e 5% em Bitcoin. Vendeu fii e Rf. Gosta de risco. Não fica preocupado com o cenário atual?
Mas é justamente o contrário. Penso que a queda nos preços de UNIP e QGEP após excelentes resultados diminui o risco, daí a concentração nestes papéis. Se o preço subir, e consequentemente o risco aumentar, devo reduzir posição neles e recompor RF.

Sobre BTC, vendi metade da posição no 2º semestre do ano passado devido às altas excessivas na cotação. Agora estou recomprando homeopaticamente pela metade do preço de venda pois não vejo piora nos fundamentos nem nas perspectivas de longo prazo do ativo. Meu alvo é de 10%. Ainda cabem muitas compras caso o bearmarket perdure.

Sobre 'cenário atual', sei que isto pode derrubar os preços no curto prazo, mas caso isto ocorra, devo aproveitar a ocasião para aumentar posição nos ativos que acho baratos. Todavia, minha opinião sobre o futuro do Brasil é positiva.

352816 - paulo_prof  -  14 Ago 2018, 18:40
Na realidade, foi atípico/extraordinário, mas no setor do petróleo não é propriamente incomum. Adquirida a concessão, a empresa investe na prospecção. Se encontrar petróleo que possa ser declarado comercial, a empresa tem a opção de investir no campo e explorá-lo comercialmente; vender parte de sua participação, para investir e explorar em sociedade, ou vender a sua participação.

Quando recebe uma bolada resultado da decisão de vender a sua participação em campo declarado comercial, deve decidir o que faz com a grana. Isto é função do plano de investimentos futuros, do caixa e previsão de fluxo de caixa futuro. Se há grana "sobrando" e não há projetos para usá-la, não há porque a empresa sentar em cima!

Hoje, a QGEP tem participação nos campos de Manati e Atlanta, que estão em produção; tem, também, participação nos campos de Camarão Norte (gás) e Oliva (petróleo). O campo de Camarão Norte é como se fosse uma extensão de Manati ... será desenvolvido para exploração comercial somente quando Manati estiver "abrindo o bico" ... e o primeiro óleo do Campo de Oliva, adjacente a Atalnta, está previsto para 2021.

Ou seja, de fato não há nada no portfolio que possa valer a pena vender, a não ser uma participação nas concessões da Foz do Amazonas e Pará-Maranhão que são 100% da QGEP, com o objetivo de reduzir as despesas de prospecção e, em consequência, os riscos. Se o campo ainda está sendo prospectado, entretanto, a grana do farm out é relativamente pequena;

352814 - SuporteTrader -  14 Ago 2018, 16:57
Professor, o alto dividendo pago em 2018 (R$ 1,54) foi um evento atípico ou a tendência é que para os próximos anos os dividendos sejam em torno disto? Pergunto isso porque nos anos anteriores os dividendos pagos eram na casa de R$ 0,15. Agradeço desde já a ajuda.

352813 - paulo_prof -  14 Ago 2018, 16:41
QGEP3 foi o ativo escolhido na carteira da mulher para realizar a venda mensal dentro dos 20k. Recompus a posição nos R$ 13 no tombo de 5a. feira, e aumentei na 6a. e ontem. Sou também da opinião de que a R$ 12,60 (preço médio das compras), o ativo ficou barato.

352810 - Jonas_Schwingel -  14 Ago 2018, 12:46
Gosto do ativo. Vejo nuvens negras saindo de cima da empresa enquanto há um ambiente bastante favorável para os negócios da cia. A concentração da carteira no papel é devido à intensidade da queda dos últimos dias, a qual creio ser um equívoco por parte do mercado, talvez apenas um efeito manada irracional, stops, etc. Houve sim uma quebra de expectativas, mas vejo copo meio cheio, pois apesar da revisão pra baixo, o agregado continua em tendência de alta e com boa probabilidade de seguir aumentando. A reação do mercado não foi nem de copo meio vazio, mas de copo quebrado. Pretendo desconcentrar e repor a RF caso as cotações voltem no curto prazo. Por enquanto só estou tentando me aproveitar do pânico. Se o preço não voltar no curto prazo, não tem problema. Sinto-me confortável com a relação preço/valor do ativo.

352654 - paulo_prof  -  09 Ago 2018, 04:31
Devido ao não funcionamento das bombas instaladas dentro dos poços de Atlanta, a produção inicialmente estimada teve que ser revisada. Até que o terceiro poço entre em operação no 2T19, a produção diária deverá ser limitada em 13 mil barris.

De qualquer forma, salve este imprevisto, parece que tudo mais está correndo conforme o previsto. Manati teve uma produção maior devido ao maior despacho das termelétricas. No 3T18 e 4T18 o despacho das usinas deve ser maior, e Manati deverá estar produzindo próximo de sua capacidade máxima. Com uma maior produção, também, de Atlanta, se a média dos preços de petróleo e gás do 2T for mantida, o meu chute é que o ebitdax e o lucro poderão ser aumentados de 15% a 20%.

Em consequência, sou da opinião de que o ativo ainda está barato.

No que segue, simplesmente eliminei as Outras Receitas Operacionais contabilizadas nas DREs de 2017 e 1T18, e os seus efeitos no lucro líquido. Subtraí os valores diretamente dos Resultados Antes dos Impostos e Ebitdax e subtraí o IR/CS mantendo a aliquota usada nas DREs.



QGEP3

PREÇO: R$ 15,40

PAYOUT (2017) 111,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 14,29

P/VPA 1,34

PSR 7,17

DY 7,80%

EV/EBITDAX 7,23

MARGEM BRUTA 56,1%

MARGEM OPERACIONAL 62,5%

MARGEM LÍQUIDA 50,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,078

MARGEM EBITDA 61,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 10,3%

ROE 9,36%

LIQUIDEZ CORRENTE 5,27



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +28,73%

RESULTADO BRUTO +50,87%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -30,76%

RESULTADO OPERACIONAL +37,45%

RESULTADO LÍQUIDO +28,399%

EBITDAX +93,830%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +38,06%

RESULTADO BRUTO +30,61%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -22,15%

RESULTADO OPERACIONAL +34,11%

RESULTADO LÍQUIDO +39,54%

EBITDAX +119,39%



c) lucro líquido, nominal

UA 28,39%

U2A passou de negativo para positivo

U3A 1,57%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,91%

U2A 6,03%

U3A 5,50%



e) ebitdax, nominal

UA 93,83%

U2A passou de negativo, para positivo

U3A 12,87%

U4A 11,07%

U5A 5,82%

U6A 50,69%

U7A 12,35%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 13,47

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +3,5% !!!

351749  - marcio felipe -  04 Jul 2018, 00:35
 Boa noite,

Vêr o porquê da disparada da QGEP3 :

Vêr a reportagem do JORNAL VALÔR ECONÔMICO co de 09/05/2018

Queiroz Galvão Exploração e Produção tem alta de 271% no lucro E EBIT 49,88 %

https://www.valor.com.br/empresas/5514935/queiroz-...

Por André

Ramalho | Valor

RIO - A Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) registrou um lucro líquido de R$ 159,1 milhões no primeiro trimestre, o que representa uma alta de 271,8% ante igual período do ano passado.

A empresa atribui o crescimento ao aumento do lucro operacional e ao pagamento da segunda parcela da venda do bloco BM-S-8 (Carcará),para a Statoil, no valor de US$ 45 milhões. A maior receita financeira também favoreceu.

A receita líquida da companhia subiu 11,7%, para R$ 118,8 milhões, enquanto o Ebitdax, sigla para Lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização (mais despesas de exploração com poços secos ou sub-comerciais), subiu 345,8%, para R$ 206 MILHÕES, refletindo o lucro na venda do Bloco BM-S-8.

O saldo de caixa da QGEP ao fim do primeiro trimestre totalizou R$ 2,2 bilhões. A posição de caixa líquido era de R$ 1,9 bilhão.

https://www.valor.com.br/empresas/5514935/queiroz-...

349905  - paulo_prof   -  12 Mai 2018, 22:41
Uma coisa é comentar os números da QGEP ... outra é comentar as operações por trás destes números ... Não tenho dificuldade com os números, mas no que concerne as operações de uma petrolífera ... sou um completo nó cego!

Os números com o expurgo aproximado do resultado da venda do Bloco BM-S-8 para a Statoil mostram que o preço corrente do ativo é aprox. o valor justo se o lucro líquido "ajustado" dos últimos 12 meses puder ser mantido, em termos reais, para todo o sempre.

Uma série de questões, então, poderiam ser formuladas:

a) será que a vocação da QGEP, de fato, é ser uma produtora de petróleo e gás, ou a empresa está mais para adquirir licenças, investir no desenvolvimento, para depois passar os campos "maduros" adiante? Não seriam Manati e Atlanta exceções, com o objetivo de garantir o fluxo de caixa necessário para os investimentos?

b) o que será de Manati? Pela curva certificada de produção, a cada ano produzirá menos (em 4 anos estará produzindo a metade do que produz hoje, e em 8 anos praticamente a produção deverá ser suspensa); será possível "esticar" a vida do campo?

c) qual será a rentabilidade média do campo de Atlanta? só nos próximos trimestres se terá uma idéia mais clara. Hoje sabe-se quanto custa a sonda, sabe-se que o petróleo será vendido para a Shell, sabe-se que o óleo é pesado, mas não se sabe qual será o lucro da operação; hoje não se sabe nem mesmo qual será o volume da produção e se a empresa vai, ou não, perfurar um 3o. poço, já que os 20 mil barris diários de produção antecipada não vão se confirmar, com quebra provável de uns 10% na produção.

No meu modo de ver as coisas, se Atlanta conseguir garantir o fluxo de caixa necessário para que a empresa possa continuar a "brincar" de descobrir petróleo, tudo bem! Ou seja, se continuar com uma geração de caixa medida pelo Ebitdax de aprox. R$ 280-300 milhões e lucro líquido de uns R$ 240-260 milhões por ano, tudo bem!

No que segue, simplesmente eliminei as Outras Receitas Operacionais contabilizadas nas DREs de 2017 e 1T18, e os seus efeitos no lucro líquido. Subtraí os valores diretamente dos Resultados Antes dos Impostos e Ebitdax e subtraí o IR/CS mantendo a aliquota usada nas DREs.



QGEP3

PREÇO: R$ 11,68

PAYOUT (2017) 111,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,86

P/VPA 0,93

PSR 5,90

DY 9,40%

EV/EBITDAX 3,79

MARGEM BRUTA 57,5%

MARGEM OPERACIONAL 62,7%

MARGEM LÍQUIDA 49,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,985

MARGEM EBITDA 55,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 8,1%

ROE 7,80%

LIQUIDEZ CORRENTE 7,62



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,10%

RESULTADO BRUTO +45,54%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +32,35%

RESULTADO OPERACIONAL +91,29%

RESULTADO LÍQUIDO +71,39%

EBITDAX +91,40%



b) 1T18 sobre 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,66%

RESULTADO BRUTO +42,47%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +61,48%

RESULTADO OPERACIONAL +72,16%

RESULTADO LÍQUIDO +50,56%

EBITDAX +60,35%



c) lucro líquido, nominal

UA 71,39%

U2A 138,64%

U3A -2,32%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 10,49%

U2A 5,26%

U3A 5,99%



e) ebitda, nominal

UA 91,40%

U2A passou de negativo, para positivo

U3A 6,49%

U4A 9,74%

U5A 15,67%

U6A 12,80%

U7A 13,33%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,31

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -1,0% !!!!

347992  - acarlos321 - 12 Mar 2018, 00:30
Qgep3 ótimo balanço
Enorme caixa
Alto dividendo
Diretoria competente
Futuro promissor

349808  - pobre  -  10 Mai 2018, 12:02
Ivan...tá sonhando alto com qgep3 hein...500%???

Alguns pontos me fizeram desfazer de grande parte do grande lote que fui adquirindo desde os 5 reais...(ótimoooo lucro tive!)

- esse não é o preço verdadeiro do petróleo (está sendo inflado artificialmente para IPO na Arábia, depois vai voltar rapidamente para patamares mais baixos..)

- Com petróleo abaixo de 56 dolares, Atlanta dá prejuízo, pois o custo do barril declarado pela empresa hj gira em torno de 38 dolares e shell paga 18 dolares a menos ( 5 de desconto e 13 por ser petroleo pesado).

- Manati sendo consumido rapidamente...

- Grupo Queiroz Galvão perto de Recuperação Judicial. E se entrar em recuperação Judicial?? Como fica QGEP3?? entra na relação de bens para pagamento dos credores??? ninguem nos foruns até hj respondeu com exatidão...

- RI incompetente, nem responde os emails quanto mais querer exigir algo a mais (Cansei de recomendar recompra de ações quando a ação estava a 5 reais e o caixa perto de 1bilhão!!!!!)

349805 - ispholambra  -  10 Mai 2018, 02:56
Sao otimas as suas colocações... e servem de alerta... pois nem tudo é festa....

Ja vimos o estrago que a queda do preço do petroleo fez nas cotacoes da propria QGEP3 num passado nao muito remoto...

Eu nao gostei da frustracao de ate 20% na expectativa de producao dos dois primeiros poços... me pareceu um problema com bomba de sucção... mas enfim nao vai produzir o esperado...certamente vao abrir um terceiro poço... pois precisam produzir mais para diluir os custos de afretamento da FPSO, porem se o petroleo cair muito e a producao for pequena, Atlanta de fato pode gerar prejuizo ao inves de lucro...

Tambem e fato que como bem mencionou o pobre, a Arabia quer fazer o IPO da Aramco...e porque querem fazer justo agora? a empresa tem decadas de existencia e eles nunca quiseram dividir o bolo... querem fazer o IPO pra dividir o peso da queda de preços com os potenciais investidores... alem do que poderemos alem do preço cair, ter uma queda gradual da demanda... pois querendo ou nao os veiculos sao o que mais usam os derivados do petroleo... e eles estao ficando cada vez mais economicos, hibridos, eletricos e em que pese o uso dos derivados para toda uma cadeia da industria quimica... o principal uso do petroleo sempre sera o combustivel...

Mas dai vem uma outra questao importante a favor da QGEP3... que e a excelente administracao... pois mesmo sem produzir uma gota de oleo eles deram um show de gestao e geraram lucro, distribuindo inclusive dividendos polpudos...ressalto que todas as demais petroleiras nacionais, todas sem excessao, ja postaram prejuizos recorrentes por muitos trimestres... Com a QGEP desde o IPO eu nao me lembro de ter visto um trimestre de prejuizo sequer... e ao inves de queimarem todo o caixa como fez a OGX e a HRT e quase falirem... eles aumentaram o caixa a ponto de ser excessivo e o distribuirem...

Temos a producao de Shale oil nos E.U.A e esse e um problema serio para as demais empresas do globo... pois os custos de extração tem diminuido constantemente por la... e dependendo do quanto ainda caiam e de quanto a producao ainda aumente... petroleiras pequenas como a QGEP podem ser inviabilizadas... perigos no ramos de exploracao de petroleo existem para todos os lados e todos os gostos...

Mas dai vem outra questao interessante... essa de curto prazo... que pode ser boa para os minoritarios... o grupo controlador da QGEP3 esta tendo serios problemas financeiros...e certamente vao optar por distribuirem mais caixa da QGEP num futuro proximo... ou seja... acredito que quando acabarem de receber pelo campo de petroleo vendido ou ate mesmo antes, teremos mais uns dividendos otimos...

Eu nao sei quase nada sobre a atividade de exploracao de petroleo... tudo o que escrevi sao suposicoes... que podem nem estar corretas...

Mas Considero que QGEP3 possa vir a ser um bom ativo para de carregar para o longo prazo... minha posicao no ativo e bem pequena... tenho cerca de 3,5% do capital aplicado nela... adorei os dividendos... gostei dos numeros atuais... mas entendo que e sim um ativo de alto risco... por isso a aposta e pequena...

Teria sido otimo ter entrado quando a acao valia 5,00, pois a margem de seguranca seria tremenda... mas entrei nos 10,00 antes dos dividendos... estou num lucrinho bom ja... mas vou carregar o ativo mais um pouco pra ver o que acontece... posso tanto comprar mais um pouco quanto fazer como voce e vender metade da posicao e comprar ativos menos arriscados...

Mas admito que fazia tempo que eu nao via num ativo a possibilidade de valorizar 500% no medio prazo como a QGEP3...

Meu texto ficou grande e paro por aqui...agradeço o alerta de voces... e sempre que puderem comentar o ativo por favor o façam... podem inclusive mandar como mensagem privada!!!

349800  - herdsman  -  10 Mai 2018, 00:10
Ivan somos sócios no Qgep.
O fórum do qgep só tem torcedor. Por isso vou te colocar umas coisas aqui.
Faz anos que acompanho qgep. Os donos não se importam nada com os acionistas. Não informam, não te respondem satisfatoriamente pelo ri. Não mostram interesse em dividir a caixa com os demais.
Temos o dinheiro da venda para Statoil, mas o campo se foi.
Manati é uma casca vazia, mais dois anos e ta chupada.
Se atlanta realmente só produzir 16000 bbl/dia lembra que o custo do FPSO é fixo 410000 $/ dia.
Se o petróleo voltar para 65 e com os descontos por ser pesada etc. O lucro do atlanta vai ser pouca coisa.
Claro, se petróleo subir tudo sobe. Eis a razão de ter segurado metade da posição.
Positivo é a parceria com Exxon.
Exxon teve muita sorte com os campos da guyana e tem expertise.
O mercado nunca só sobe. Mais uns dias vão por enfase na atividade frenética do shale.
Que os chineses não vão boicotar Iran, que tem mais petróleo que pensaram etc.etc.

349799  - Rocha Preta -  10 Mai 2018, 00:07
[...]
QGEP3

A QGEP Participações S.A. (B3: QGEP3) divulgou hoje seus resultados do primeiro trimestre de 2018.
Destaques:Campo de Manati: a produção média diária de gás totalizou 4,6MMm³ no 1T18, comparada a 5,6MMm³ no 4T17 e 4,2MMm³ no 1T17. A redução da demanda de gás é resultado do menor despacho das termoelétricas;Campo de Atlanta: o primeiro óleo do Campo de Atlanta ocorreu em 02 de maio. A produção de óleo deverá se estabilizar entre 10% e 20% inferior à nossa expectativa de 20.000 barris de óleo de óleo por dia até o final do 2º trimestre de 2018;Blocos da 15ª Rodada de Licitações: a QGEP adquiriu 30% de participação em dois blocos na 15ª Rodada de Licitações da ANP, adjacentes aos demais blocos já detidos na Bacia de Sergipe-Alagoas;Alocação de Capital: como evento subsequente ao final do trimestre, a QGEP declarou e pagou dividendo especial de R$400 milhões ou R$1,5363/ação no início de abril. O potencial pagamento de um segundo dividendo especial está sendo avaliado;Receita líquida de R$118,8 milhões no 1T18, crescimento de 11,7% comparado a ao 1T17, refletindo a maior produção;EBITDAX de R$206,8 milhões no 1T18, comparado a R$46,4 milhões no 1T17, refletindo o lucro na venda do Bloco BM-S-8;Lucro Líquido R$159,1 milhões no 1T18, comparado a R$42,8 milhões no 1T17, resultado do aumento do lucro operacional, pagamento da 2ª parcela da venda do Bloco BM-S-8 e maior receita financeira eSaldo de caixa de R$2,2 bilhões ao final do trimestre refletindo a entrada de recursos com a venda do BM-S-8 e os pagamentos relativos aos acordos de farm-out.
[...]

349546  - pedrosousa  -  03 Mai 2018, 16:30
QGEP anuncia Primeiro Óleo do Campo de Atlanta na Bacia de Santos
Rio de Janeiro, 03 de maio de 2018 – A QGEP Participações S.A. (“QGEP”, “Companhia”, B3:QGEP3) anuncia ao mercado que iniciou a produção no Campo de Atlanta em 02 de maio de 2018.
Como operadora do Bloco BS-4, com 30% de participação, a QGEP confirma a produção inicial através de um dos poços do Campo de Atlanta. O poço 7-ATL-2HP-RJS ainda está em fase de estabilização e o Campo deverá atingir uma produção diária de 20.000 barris de óleo até o final do segundo trimestre através de dois poços. O óleo está sendo produzido para o FPSO Petrojarl I, e será vendido para a Shell, que contratou a compra de todo o óleo do Sistema de Produção Antecipada (SPA) do Campo.
Comentando a respeito da produção do Campo de Atlanta, Lincoln R. Guardado, CEO da QGEP,afirmou: “É com grande prazer que anunciamos o início da produção em Atlanta, um Campoem que temos superado desafios técnicos de forma bem-sucedida. Esse é o segundo ativo em produção da QGEP e contribuirá para o nosso fluxo de caixa operacional daqui para frente.
Este projeto tem um significado muito especial para todos nós, somos a primeira empresa brasileira independente operando em águas ultraprofundas, comprovando assim a nossa capacitação técnica e operacional”.
Danilo Oliveira, Diretor de Produção da QGEP, também comentou: “Ainda neste ano, o consórcio decidirá sobre a perfuração de um terceiro poço como parte do SPA, o que poderá acrescentar 10.000 barris por dia (kbpd) à produção. Esta etapa nos fornecerá elementos importantes para o Sistema de Produção Definitivo em Atlanta, onde esperamos uma produção máxima de cerca de 75 kbpd até 2021”.
Localizado no Bloco BS-4, na Bacia de Santos, Atlanta é um campo de óleo do pós-sal situado a 185 quilômetros da cidade do Rio de Janeiro, em lâmina d'água de aproximadamente 1.500 metros.
Para maiores informações, entre em contato com nossa área de Relações com Investidores:
Telefone: 55 21 3509-5959
E-mail: ri@qgep.com.br
www.qgep.com.br/ri

348998  - marcosvinicius2  -  17 Abr 2018, 11:41
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro líquido do ano foi de R$92,3 milhões, comparado a R$46,5 milhões no ano anterior, em função de maiores receitas derivadas de instrumentos de renda fixa, aliadas a um maior rendimento do fundo cambial no período. Seguindo a Política de Gestão de Riscos de Mercado, a Companhia identificou que para os próximos 24 meses os valores a receber em dólares superaram suas obrigações, não sendo necessária a manutenção de recursos aplicados no Fundo Cambial, que foi liquidado em setembro de 2017. A QGEP possui hedge natural, já que os recebíveis provenientes da recente transação com a Statoil são denominados em dólar, bem como a receita de venda do óleo de Atlanta. Este balanço entre ativos e passivos em dólares é baseado em projeções internas e monitorado mensalmente.; EBITDA E EBITDAX = O EBITDAX foi de R$407,9 milhões, comparado a R$188,3 milhões em 2016, aumento de 118,4%, em razão, principalmente, do ganho com a venda do Bloco BM-S-8. O EBITDA em 2017 foi de R$407,9 milhões, comparado aos R$188,5 milhões registrados em 2016, valor semelhante ao EBITDAX, já que nestes períodos não houve devolução ou baixa de ativos exploratórios.:

QGEP3
PREÇO: 10,90
PAYOUT (2017): 11,16%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,11
P/VPA 0,93
PSR 5,77
DY 1,38%
EV/EBITDA 3,46
MARGEM BRUTA 54,61%
MARGEM OPERACIONAL 86,62%
MARGEM LÍQUIDA 71,23%
LUCRO POR AÇÃO 1,344
MARGEM EBITDA 81,30%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 13,07%
ROE 11,49%
LIQUIDEZ CORRENTE 7,37

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,30%
RESULTADO BRUTO 16,24%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 98,23%
RESULTADO OPERACIONAL 158,93%
RESULTADO LÍQUIDO 133,73%
EBITDA 116,46%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 5,30%
RESULTADO BRUTO 16,24%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 98,23%
RESULTADO OPERACIONAL 158,93%
RESULTADO LÍQUIDO 133,73%
EBITDA 116,46%

c) lucro (taxa média anual)
UA 133,73%
U2A 95,39%
U3A 29,11%

d) patrimônio líquido médio
UA 7,26%
U2A 3,39%
U3A 5,82%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 16,80
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -9,70% !!!!
[...]

347988  - lessafarm  -  11 Mar 2018, 21:14
Fiquem ligados com QGEP3. Precificação, pelo mercado, desta empresa, de acordo com sua última apresentação de resultados, está fora da realidade dos números. Somente os 2 bilhões em caixa da empresa correspondem ao valor próximo de 9 reais.

Este papel já deveria estar precificado ao meu ver em pelo menos 15 reais.

Só doido vende no preço atual ou deixar de comprar.

OLHO NELA, vejo potencial de boa lata no curto prazo.

347917 - pobre-  08 Mar 2018, 10:59
Sobre qgep3

Cálculo do prof Paulo:

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 17,26

Se Atlanta der certo, vishi..... podemos ter o cálculo mostrando valores acima de 20......!!!!!

O pobre vai a loucura!!!!!!!!!!!

347916  - herdsman  -  08 Mar 2018, 10:49
Achei muito bom a decisão de QGEP de distribuir somente parte do lucro. 1,54 R$ por ação.

Digo isto porque assim não preciso ficar matutando sobre vender no dia com, no dia ex e assim por diante. Agora é só deixar rolar.

Tenho participação grande e antiga no QGEP. Hoje tbm tenho participação grande em Metal-leve e Tupy.

Acredito que vão pagar bons dividendos e podem manter sua fatia de mercado sem grandes esforços.

Pagadores de dividendos como Cielo, Card, Sula, BBSE, Wizs, SMLS e Mupl sempre precisam 'gastar' para não perder 'marketshare'. E quando vem uma nova 'tecnica disruptiva' estes aí

podem até ter um valor residual de zero.

347915  - paulo_prof   -  08 Mar 2018, 10:35
No que se refere exclusivamente os numeros, os resultados foram excelentes. Houve evolução em receita, EBITDAX e lucro líquido, mantendo a tendência já verificada no trimestre anterior. A julgar pela decisão da Dieretoria de distribuir R$ 400 milhões em dividendos, não se espera dificuldades em cumprir com os compromissos futuros.

No 4T17, devido à crise hídrica no Nordeste, houve aumento da produção de Manati. Os planos para o desenvolvimento do campo de Atlanta não sofreram alterações.

A decisão de distribuir proventos de R$ 1,54 por ação e as perspectivas de crescimento futuro tornam o ativo barato prá caramba. Vou ficar muito surpreso se o pregão de hoje não se mostrar interessante.

QGEP3

PREÇO: R$ 9,75

PAYOUT (2017) 111,5%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,06

P/VPA 0,81

PSR 5,03

DY 15,79%

EV/EBITDAX 1,96

MARGEM BRUTA 54,6%

MARGEM OPERACIONAL 86,6%

MARGEM LÍQUIDA 71,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,381

MARGEM EBITDA 81,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 10,5%

ROE 11,49%

LIQUIDEZ CORRENTE 7,37



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,30%

RESULTADO BRUTO +16,24%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +98,23%

RESULTADO OPERACIONAL +158,93

RESULTADO LÍQUIDO +133,73%

EBITDAX +116,39%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +39,71%

RESULTADO BRUTO +84,63%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -61,23%

RESULTADO OPERACIONAL +327,92%

RESULTADO LÍQUIDO +277,14%

EBITDAX +540,91%



UA passou de negativo para positivo

UA 133,73%

U2A 95,39%

U3A 22,41%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 7,26%

U2A 3,39%

U3A 5,60%



e) ebitda, nominal

UA 116,39%

U2A passou de negativo, para positivo

U3A 23,85%

U4A 16,31%

U5A 27,12%

U6A 28,52%

U7A 21,21%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 17,26

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -12,5% !!!!

347040 - pobre  -  11 Fev 2018, 18:59
Obrigado pela atenção professor Paulo!

Digamos então que o preço justo de qgep3 seja 10,10. (Creio que nesse preço estaríamos desprezando um potencial sucesso no campo de Atlanta,mas vamos lá..)

Se somarmos o caixa atual mais o que a empresa ainda tem a receber de carcará temos o valor de mais de 2,5 bi de reais (10 reais por ação somente em caixa!!!) e se a empresa decidir restituir apenas 500 milhões deste montante, teríamos 2 reais de dividendos. O valor da cotação voltaria para a casa dos 7 reais. De 7 a 10 reais teríamos uma margem de segurança em torno de 40% ...!!!! Se restituir 3 reais a margem de segurança passa de 50%!!!

E outra...o ativo está retrocedendo devido a saída do fundo bancado pelo Nelson Tanure. Ele deve estar precisando de $$$... A janela de oportunidade reabriu devido a saída prematura de um grande acionista.

347039  - paulo_prof   -  11 Fev 2018, 18:32
Em 13 de novembro, postei o comentário que reproduzo abaixo.

De lá para cá, a menos que esteja enganado, as seguintes ocorrèncias puderam ser observadas:

a) o preço, então, de R$ 8,24, fechou em R$ 11,63 em 02JAN, entrando depois numa tendência de baixa, perdendo 21% de seu valor, para fechar em R$ 9,19, na ultima 6a. feira;

b) no mesmo período, o preço do Brent variou de USD 63,20, para um pico de USD 70,70 em 24JAN, caindo 11% para fechar em USD 62,86 na 6a. feira.

c) já o dolar saiu de R$ 3,30 em 13NOV, para R$ 3,14 em 26JAN, voltando para R$ 3,30 na 6a. feira.

Moral da história: não creio que haja elementos novos para modificar uma vírgula de meu comentário .. excetuando, talvez, que a leve valorização do ativo da lá para cá diminui um pouco a margem de segurança.

QGEP3 subiu 106,73% em 2017 não foi por acaso.

Houve pressão compradora de NELSON TANURE por meio do FUNDO DE INVESTIMENTO DE ACOES STRATOSPHERE, no decorrer de todo ano, praticamente.

A posição deste fundo em dez/2016 era de 317.100 ações.

Em nov/2017 era de 7.807.600 ações (incluindo 2.379.900 ações compradas a Termo).

Portanto, a pressão compradora neste período foi de 7.490.500 ações.

Em dez/2017 houve pequenas vendas (112,7 k de ações).

Contudo, em janeiro/2018, a mão de NELSON TANURE pesou, foram vendidas 1.539.000 ações.

Daí a queda acentuada das cotações do papel.

http://cvmweb.cvm.gov.br/SWB/defaultCPublica.asp

346347  - pobre   -  19 Jan 2018, 13:55
Grande de Herdsman....
Admiro vc de longa data...
Com qgep3 há de se ter paciência..
Os dividendos extraordinários só devem vir na próxima AGE
Atlanta só deve performar bem no final do ano com perfuracão do terceiro poço,
se tudo der certo, a previsão de 40% de alta para a acao é factível...
Com selic a 6%,. Qgep3 deveria estar presente na carteira de todos fundamentalistas..

346339  - herdsman  -  19 Jan 2018, 11:56
estou comprado em qgep desde sempre. Mas como vendi por ex. FESA por 20 R$ e UNIP por 15 R$ para comprar mais QGEP
nao posso dizer que foi acertado.

Devia ter vendido por 11.50 e estar recomprando hoje. Mas nao fiz.

Esta dificil de prever tbm o preço do petroleo heim. Estou apostando que os saudis mantem o preço alto até a venda da

ARAMCO.

virei torcedor da qgep.

346329  - RRunner   -  19 Jan 2018, 00:18
é isso ai .. .administração superior .. .como diria o mestre W.Buffet.

sigo tranquilo no ativo ... quem sabe uma grande petroleira não compre QGEP no futuro ... podemos embolsar um prêmio extra!

346303  - pobre   -  18 Jan 2018, 18:09
Muito se fala do caixa de QGEP, que é insuficiente, que o capex é alto, bla bla blá...Invisto em qgep3 há tres anos e o caixa dela só engorda!!!!

e quanto aos riscos, a diretoria vem dando show de administração, mitigando os riscos se associando com quem tem knowhow (vide parceria com exxon).

346301 - kknove  -  18 Jan 2018, 18:02
Não sei nada sobre o case. Por isso não entenda como uma crítica. Só estou alimentando o debate para conhecer um pouco melhor o case. Pelo q sei do setor, o risco q as vezes derruba petroleiras júnior está mais ligado à necessidade brutal de capital e a natureza quase lotérica da atividade de exploração. O custo de perfuração, etc nem sempre será compensado pelo resultado final. Então, as vezes a posição de caixa é muito confortável, mas os ativos de exploração (direitos de perfuração) são ruins e queimam o caixa da companhia de forma irrecuperável, até q se chegue a esta conclusão. OGX tinha muito caixa no início, mas quebrou queimando caixa em campos quase secos pq o controlador era incrivelmente irracional... Como vc avaliaria o risco de QGEP nesse aspecto (riscos de exploração)?

346295  - pobre   -  18 Jan 2018, 17:41
Sobre o case Qgep3...

Hj a valor presente (cálculo do prof Paulo ela vale cerca de 10 reais) com o caixa de 1,5 bi de reais.
Acontece que com a venda de um campo para a Statoil, a mesma tem a receber cerca de 1,1bi de reais. Já recebeu metade e a outra metade vem ainda esse ano, totalizando um caixa de mais de 2,5 bi de reais.
Outro fato relevante é a entrada em produção do campo de Atlanta que está acontecendo no atual momento.
Outros campos estão em desenvolvimento com boas parcerias (ex: Campo de Sergipe/Alagoas em parceria com a Exxon)
Pra mim ela vale entre 11,20 e 12,00.
Cotada a 10, deve pagar de excesso de caixa (via dividendos) entre 1 a 4 reais.
Se calcularmos que pagará 2 reais de dividendos (utilizando apenas 500 milhões do caixa), a ação voltaria a custar 8 reais.
De 8 reais a 11,20 = 40% de valorização
De 8 reais a 12,00 = 50% de valorização....
Se a administração for generosa e pagar 4 reais de dividendos (cerca de 1bi que receberÁ da Statoil), a ação voltaria a custar 6 reais.
De 6 reais a 12,00 = 100% de valorização....
LEVANDO TAMBÉM EM CONSIDERAÇÃO QUE O PETRÓLEO SUBIU DE 54 PARA 69 DÓLARES NAS ÚLTIMAS SEMANAS!!
Ótimo upside
Pq só eu vejo ótimo futuro para QGEP3 neste fórum??? opniões???

345755  - pobre  -  04 Jan 2018, 01:33
Dificuldades iniciais de extração, até ajustes da plataforma nova, O preço do petróleo extraído extraído no campo de Atlanta é 14 dólares mais baixo do que o negociado no mercado devido ao fato de ser petróleo mais pesado. A Shell pagará de 5 a 10 dólares a menos, o que dificultará ainda mais a lucratividade de Atlanta. No final do ano as coisas ficarão melhores com a perfuração do terceiro poço. Até lá não acredito em boa lucratividade. Pode até vir prejuízo no início.

Além disso há a questão judicial da dommo que está inadimplente.

Pessoalmente, não consideraria como "alternativos" a QGEP3 e a UNIP6. Acho que o risco de um investimento nestes ativos nos preços atuais não é relevante. Ambos apresentam uma estrutura de capital muito boa para enfrentarem eventuais contingências.
[...]

344722  - pobre  -  01 Dez 2017, 13:53
análise by prof Paulo:

Preço
justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%:
R$ 10,10

Ou,
taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma
perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,0%
!!!!

Além desta análise de preço justo levando em conta somente Manati, temos outros drives de curto/médio prazo que elevam em muito o preço justo da ação que são eles:
- US 380 milhões de dólares a receber da STATOIL referentes à venda de Carcará, sendo que serão recebidos duas parcelas líquidas de 507 milhões de reais. A primeira parcela é esperada daqui a 10 dias e a segunda no primeiro semestre de 2018. Um bilhão de reais serão adicionados no caixa da empresa, totalizando 2,5 bi de reais em caixa. Só o caixa bruto da empresa corresponderá a 10 reais por ação!!!!
A empresa já sinalizou que parte deste caixa será distribuído aos acionistas via dividendos!!!!

- No primeiro trimestre de 2018 entrará em operação o campo de Atlanta com perspectiva de 20k barris de petróleo/dia.

- Feito acordo de venda/ farm out com uma das maiores exploradoras de petróleo do mundo ExxonMobil para os campos Alagoas/Sergipe o que diminuirá os riscos e o capex dos campos.

- A empresa já sinalizou que procura sócios para farm out em outros campos em que a qgep é operadora exclusiva, cito Amazonas/Pará.

Lembrando que o preço do petróleo tem aos poucos se recuperado de valor nos últimos meses.

344429  - pobre   -  27 Nov 2017, 21:08
Comprei mais qgep3 hj
Que venham os dividendos!!!
Que se inicie a extração de Atlanta!!!
Só manati vale 10 reais (vide cálculo fcd professor Paulo)
Tem 1bi líquido a receber da statoil (equivalente a 4 reais por ação)
Só aí já são 14 reais que a ação deveria estar valendo.
Sem contar inicio do óleo de Atlanta está pertinho...e os outros campos...vishi
Ação está de graça.... parece até propaganda de Black Friday...kkkkk

343916  - pobre   -  13 Nov 2017, 18:21
Considerando também que preço justo de 10,10 dada para qgep3 contempla somente manati!!! O futuro da empresa a começar pelo 1trim18 contemplará Atlanta e posteriormente teremos óleo do campo Sergipe/Alagoas com sociedade com Exxon!!!

E a direção já falou que procura sócios tambem para farm0out dos campos de Pará e Amazonas...Tem potencial a empresa???

343912  - paulo_prof  -  13 Nov 2017, 18:06
Os resultados foram dentro do esperado: evolução no operacional (Receita e Resultado Bruto, inclusive com aumento substancial da margem) e involução importante do resultado financeiro. Em consequência, a empresa registrou leve involução no lucro líquido mas substancial evolução no ebitda.

Pos não ser do ramo, acho muito difícil avaliar empresas de prospecção de petróleo. No que se refere os número somente, a empresa parece muito bem das pernas. Nos últimos 9 meses, o lucro evoluiu 61% sobre o lucro dos mesmos 9 meses do ano passado. A evolução do Ebitda nestes 9 meses foi de aprox. 11%. Considerando a performance nos últimos 9 meses, acredito que a empresa não enfrentaria maiores dificuldades para justificar o preço atual. Tem inclusive uma gordura que poderá "queimar" nos próximos 5 anos, de uma queda real anual de até 5%.

A empresa afirma que distribuirá dividendos, pois o caixa de aprox. R$ 1,15 bilhões no final do 3T17 deverá ser engordado em USD 180 milhões até o final do ano, mas não fornece uma ideia de quanto.

No que concerne Manati, a receita dno 4T17 deverá ser semelhante aquela do 3T17. Como as despesas de Atlanta devem iniciar em dezembro, acredito que os resultados do 4T17 serão impactados. Por outro lado, entretanto, o evento não recorrente do farm-out do Bloco BM-S-8 deverá muito mais do que compensar. O primeiro óleo de Atlanta é esperado no 1T18. Não tenho ideia do resultado líquido que o campo de Atlanta poderá gerar por dia, mas o certo é que contribuirá para o resultado da empresa, se não já no 1T18, certamente do 2T18 em diante. A distribuição de dividendos, a contabilização do lucro do farm-out do Bloco BM-S-8 e as perspectivas de lucro a partir da produção de Atlanta podem servir como grande margem de segurança.

Em consequência, considero que os riscos de um investimento nos preços atuais é pequeno e as perspectivas do retorno ponderado pelo risco, bastante boas.

QGEP3

PREÇO: R$ 8,24

PAYOUT (2016) 25,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,86

P/VPA 0,73

PSR 4,61

DY 2,57%

EV/EBITDA 4,86

MARGEM BRUTA 50,6%

MARGEM OPERACIONAL 55,8%

MARGEM LÍQUIDA 46,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,836

MARGEM EBITDA 44,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 11,5%

ROE 7,42%

LIQUIDEZ CORRENTE 7,63



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -7,04%

RESULTADO BRUTO -18,41%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +163,86

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA passou de negativo para positivo



b) 3T17 sobre 3T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +25,07%

RESULTADO BRUTO +49,69%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -62,80%

RESULTADO OPERACIONAL +4,88%

RESULTADO LÍQUIDO -3,91%

EBITDA +64,64%



c) lucro líquido, nominal

UA passou de negativo para positivo

U2A -17,84%

U3A 5,75%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 5,10%

U2A 2,38%

U3A 5,24%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,10

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -5,0% !!!!

341302  - pobre   -  21 Ago 2017, 14:33
Sobre QGEP3

Fazendo uma conta simples:

Qgep tem caixa bruto de 1,4 bi

vendeu participação no bolco exploratório por 379 milhoes de dolares = 379 x 3,16 = 1,2 bi

total de caixa 2,6 bi

266 milhoes de ações menos 8 milhoes em tesouraria = 258 milhoes de ações

2,6 bi dividido por 258 milhoes de ações = 10 reais por ação

E o mercado pagando 7,7 reais por ação!!!!

VALE 10 REAIS SÓ O CAIXA BRUTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

e o petroleo subindo!

341231  - pobre   -  18 Ago 2017, 17:32
Prefiro qgep3
É insano o caixa de qgep3...
E a cada trimestre ele aumenta mais, mesmo executando todos investimentos previstos...
Podem com esse imenso caixa, adquirir campos já produtivos e a administração está mostrando que é seria!
A meu ver tem imenso potencial, basta um pouco mais de marketing... quem sabe a empiricus não descobre o case????

341007  - paulo_prof   -  13 Ago 2017, 04:06
No que concerne Manati, a produção foi aprox. 10% menor do que no 2T16, mas foi aprox. 7% maior do que no 1T17. Em relação ao 1T17, o aumento da produção deu-se em função do aumento de despacho das termelétricas.

O Ebtidax foi sensivelmente maior do que no 2T16 devido principalmente a menores agstos exploratórios no período.

O CAPEX projetado para 2017 foio reduzido para USD 48 milhões, dos quais pouco menos de um terço foi investido no 1S17.

No que concerne os indicadores, acredito que há mais probabilidades do ativo valorizar no médio prazo, do que desvalorizar, ou seja, o risco de um investimento no ativo não parece ser expressivo.


QGEP3

PREÇO: R$ 7,33

PAYOUT (2016) 25,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,67

P/VPA 0,66

PSR 4,36

DY 2,92%

EV/EBITDAX 4,68

MARGEM BRUTA 47,9%

MARGEM OPERACIONAL 58,5%

MARGEM LÍQUIDA 50,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,845

MARGEM EBITDA 40,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 12,0%

ROE 7,65%

LIQUIDEZ CORRENTE 6,54



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -15,01%

RESULTADO BRUTO -18,41%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -2,10

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA passou de negativo para positivo



b) 2T17 sobre 2T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -4,79%

RESULTADO BRUTO +8,38%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +135,38%



c) lucro líquido, nominal

UA passou de negativo para positivo

U2A -9,67%

U3A 4,57%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 2,30%

U2A 3,37%

U3A 5,03%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,83

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -9,5% !!!!

340029  - pobre  -  12 Jul 2017, 12:44
Boa não, é OTIMA notícia...

Este ativo sempre foi sub-avaliado pelo mercado e seu gordo caixa nunca foi gasto. Os investimentos realizados eram todos executados via fluxo de caixa e a esperança da venda de seus blocos exploratórios cresciam. Sempre achei que os chineses iriam vir babando pra cima de qgep em busca de parcerias, por isso mantive meu investimento nesta ação.

Agora seu caixa de mais de um bi vai duplicar! e a gestão continua com os pés no chão fazendo um feijão com arroz que o mercado prefere ignorar e achar que a endividada petrobras é melhor investimento..kkkkk. Ainda temos outros blocos exploratórios para ser desenvolvidos e com a venda massante da petrobras, porque não arrematar algo de exploração de gás a preços ínfimos???

Vamos ver como o mercado vai avaliar esse case hj. Pra mim vale o dobro!

337761  - paulo_prof  -  11 Mai 2017, 02:49
No que concerne Manati, a produção foi reduzida em relação ao 1T16, pela menor demanda por gás no país. A menor receita, associada a uma margem bruta sensivelmente menor no 1T17 foram compensados em parte por despesas um pouco menores e principalmente por um resultado financeiro muito melhor (R$ 12,6 milhões negativos no 1T16 e R$ 19,7 milhões positivos no 1T17).

O Ebitda caiu bastante na comparação trimestral devido à menor produção de Manati e ao aumento nas despesas. Dos USD 70 milhões que a empresa pretende investir durante 2017, pouco mais de 10% foram investidos no 1T17. Os investimentos realizados foram integralmente financiados pelo Ebitda gerado e a posição de caixa aumentou marginalmente em relação à posição em 30DEZ2016.

QGEP3

PREÇO: R$ 6,20

PAYOUT (2016) 25,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,71

P/VPA 0,57

PSR 3,64

DY 2,36%

EV/EBITDAX 3,67

MARGEM BRUTA 46,2%

MARGEM OPERACIONAL 38,4%

MARGEM LÍQUIDA 34,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,579

MARGEM EBITDA 34,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 12,5%

ROE 5,29%

LIQUIDEZ CORRENTE 6,46



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -14,57%

RESULTADO BRUTO -22,71%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -52,76%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO +232,28%

EBITDA passou de negativo para positivo



b) 1T17 sobre 1T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -26,01%

RESULTADO BRUTO -39,22%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +1,37%

RESULTADO LÍQUIDO -7,95%

EBITDA -45,76%



c) lucro líquido, nominal

UA 232,28%

U2A -26,25%

U3A -5,10%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 0,29%

U2A 3,80%

U3A 4,89%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,42

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,5% !!!!

336419  - pobre -  04 Abr 2017, 14:23
e QGEP3 quietinha vai subindo bem...
3 possíveis drivers para ação no medio prazo

- petroleo recuperando preço (já tem previsao de barril a 60 ou até 70 dolares)
- oleo de atlanta no inicio de 2018
- possíveis sócios (ou venda de exploração) a caminho

o Itau deu call de venda pra ação e está encarteirando bastante. rsrsrs

335571  - NumBroker  -  16 Mar 2017, 16:07
QGEP3: Resultados Fracos no 4T16
16.03 - 11:49 - Tiago Binsfeld
Os resultados do 4T16 da QGEP vieram mais fracos que nossas estimativas. A exploração do campo de Atlanta foi atrasada mais uma vez, postergado do 4T17 para o início de 2018.
- As receitas ficaram abaixo de nossas estimativas devido à produção mais baixa, levando o EBITDA a BRL 38 milhões (vs nossa projeção de BRL 48 milhões). O lucro líquido ficou acima de nossas expectativas devido a maiores ganhos financeiros.

Implicações para o Investimento: Nossos analistas mantêm o rating market perform com valor justo de BRL 7,9/QGEP3. A perspectiva é que as ações fiquem estáveis em 2017 devido à falta de catalisadores de curto prazo, considerando: i) Manati, único ativo produtivo da empresa, continua a ser impactado pela fraca demanda por gás; ii) Atlanta, projeto a ser inaugurado, sofreu diversos atrasos relacionados a parceiros e equipamentos (espera-se que fique produtivo no 1S18); iii) o mercado dificilmente irá precificar Carcará, considerando que sua exploração deve iniciar apenas em 2023.
Fonte: Itaú

Prof Paulo, mais uma vez agradeço sua dedicação para com os membros do forum nos brindando com seu show de conhecimentos.

Sobre qgep3 gostei do balanço e sobretudo da mensagem da administração:

O cálculo de valor da ação que o Sr postou mensura o presente da empresa, porém sem contar com o potencial que ainda não gera lucro (caso de Atlanta e Carcará) e de outros direitos exploratótios que possivelmente serão vendidos. A empresa está otimista em relação à venda dos direitos exploratórios de alguns campos:

"É importante ressaltar aqui que, com esses ativos e os blocos de alto potencial que adquirimos na 13ª Rodada de Licitações da ANP, a QGEP detém agora um portfólio substancial para operações de farm-out. Atualmente, estamos avaliando o otencial interesse da indústria com relação ao nosso desinvestimento, e podemos afirmar que a participação de empresas do setor neste processo nos deixa animados com as perspectivas para esses blocos. Reduzir a participação nestes ativos específicos faz parte do reenquadramento do nosso portfólio na estratégia da Companhia de diversificar nossa presença especialmente em ativos na fase exploratória. Desta forma objetivamos sempre participar de um número maior de ativos, com exposição reduzida em cada um deles."

Além disso eles são "pés no chão" em relação ao caixa (gastam pouco sempre) e mudaram um pouco o tipo de investimento (reduziram valor investido no dolar) o que ajudou aumentar os rendimentos financeiros.

Mantenho minha posição no papel, sem pressa poderemos ter boas noticias dos gringos (especialmente os chineses) entrando como sócios ou como possíveis adquirentes dos direitos exploratórios.
É por isto que avisei que os números da QGEP3 representam pouco ... e me isentei de opinar se acho o ativo barato ou caro ... Os números, praticamente, dizem respeito somente a Manati. No que concerne as atividades exploratórias, a palavra de ordem é risco na veia ... e para fazer uma avaliação do risco, é necessário estar muito por dentro e entender do negócio. Não é o meu caso .... 
                                                         ▲                                               ▲
Acho que os números da QGEP dizem pouco ... De um lado vc tem a produção de gás do Campo de Manati e, de outro, vc tem os investimentos exploratórios, eventual aquisição de ativos, e o posicionamento para facilitar atividades de farm out no futuro.

No que concerne Manati, a produção foi reduzida em relação a 2015, pela menor demanda por gás no mercado nordestino. Em parte, a menor receita e resultado bruto foram compensados por despesas menores. Em 2017 espera-se despesas ainda menores.

No que concerne as atividades de exploratórias, os investimentos programados foram realizados, totalmente financiados pela geração de caixa da exploração de gás. Esta fornece um Resultado bruto de aprox. R$ 240 milhões. Deduzindo as despesas operacionais de aprox. R$ 50 milhões, "sobram" aprox. R$ 190 milhões para proventos e investimentos. Supondo proventos de aprox. R$ 40 milhões, sobram aprox. R$ 150 milhões para investimentos, sem considerar o resultado financeiro que é sempre positivo. Enquanto a empresa não tiver que dar baixa (impairment) em poços (secos), o esquema é auto sustentável.

Em 2016 os investimentos foram muito modestos, de maneira que o caixa líquido terminou aumentando durante o ano.

QGEP3

PREÇO: R$ 5,80

PAYOUT (2016) 25,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,78

P/VPA 0,54

PSR 3,14

DY 2,59%

EV/EBITDAX 2,57

MARGEM BRUTA 49,5%

MARGEM OPERACIONAL 35,2%

MARGEM LÍQUIDA 32,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,593

MARGEM EBITDA 39,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 12,9%

ROE 5,50%

LIQUIDEZ CORRENTE 5,63



Taxas de Crescimento



a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,98%

RESULTADO BRUTO -3,13%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -82,90%

RESULTADO OPERACIONAL +121,71%

RESULTADO LÍQUIDO +63,73%

EBITDA passou de negativo para positivo



b) 4T16 sobre 4T15, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -22,20%

RESULTADO BRUTO -23,18%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO+12,83%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA passou de negativo para positivo



c) lucro líquido, nominal

UA 63,33%

U2A -11,41%

U3A -12,04%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA -0,34%

U2A 4,78%

U3A 5,03%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 7,60

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,5% !!!!

Obrigado Jonas e Gusmaran.

Realmente avaliar uma empresa é complicado!!!

O método mais conhecido é fazer uma avaliação por fluxo de caixa descontado, mas fazer projeções futuras dos resultados de uma empresa é muito difícil. Diria ser impossível, logo aqueles números que o sell side colocam para mim tem pouca importância.

Como o Gusmaran comentou, comprar uma empresa barata não é o suficiente. Se aliarmos esse fator com uma perspectiva de melhora operacional futura aí sim temos uma boa oportunidade.

Avaliar a “soma das partes” é somente mais uma forma de estimar quanto um ativo vale. É claro que somente isso não é o suficiente, mas acredito que um estudo desse tipo pode lhe dar mais convicção para ser sócio de uma determinada empresa.

Das empresas que vc comentou, acredito que a maioria das pessoas não tem um entendimento correto de QGEP. A empresa aos preços atuais parece muito barata, mas dependendo do preço do petróleo no futuro ela pode estar cara. Com exceção de Manati, que gera um fluxo de caixa bastante previsível, os demais ativos quando começarem a ser explorados terão seu resultado operacional impactados pelo preço do petróleo.

O primeiro ativo a entrar em operação, Atlanta, deve ter um OPEX de aproximadamente US50/barril. Então, se o ativo começasse a ser operado hoje ele iria drenar o resultado da QGEP, pois hoje o petróleo está US47,5/barril. Fora isso, tem as despesas administrativas da empresa, que na verdade acabam aumentando o “break even” do poço.

Quando observamos o caixa líquido da empresa (nas minhas contas atualmente é de R$797mi), podemos ter a sensação que a empresa poderia agüentar muito prejuízo por conta do preço do petróleo, caso o mesmo esteja abaixo do preço do break even dos poços. Mas devemos lembrar que a QGEP terá que investir um capex exorbitante nos próximos anos para fazer frente aos seus compromissos atuais.

A empresa possui aproximadamente US200MI em compromissos exploratórios, os quais ela é obrigada a investir. Caso contrário a ANP aplica uma multa para a empresa. O que a QGEP pode fazer para não arcar com investimentos muito grandes é fazer um “farm out” dos poços, dividindo a obrigação de exploração com outros players. A maioria desses poços que serão explorados não possui um estudo definitivo de viabilidade do mesmo, logo é possível que a QGEP invista em projetos e posteriormente descubra que eles são inviáveis.

Enfim, QGEP é um case complexo que depende de variáveis que não podemos estimar. É claro que se o preço do petróleo voltar para US100/barril a empresa valerá muito mais e tudo que eu coloquei acima não terá valor. Mas acho válido alertar dos riscos que a empresa possui, pois é muito fácil falar que QGEP está barata, pois 51% do valor de mercado é representado pelo caixa líquido da empresa. Conforme comentei, esse caixa terá que ser utilizado para investimentos futuros e todos eles terão sua rentabilidade atrelada ao preço do petróleo.
E ainda manja de petróleo! Que bom que apareceu no ADVFN!

Na real o lifting cost de Atlanta é de USD 45 por bbl quando os dois primeiros poços estiverem funcionando, cada um produzindo 10K bbl por dia. Quando interligarem o terceiro - a cia apenas pretende fazer isso quando o preço do Brent estiver atrativo, que produzirá 10k adicionais, o lifting cost vem a USD 30 por barril. Você citou que o petróleo está em USD 47, mas esse é o WTI (petróleo negociado nos EUA). O brent, que é o óleo negociado pelo Brasil, Europa e Oriente médio está em USD 50. O mesmo campo de Atlanta, segundo os testes de produção, deve produzir 80 k bbl/dia, o que deve gerar um belo caixa à QGEP (produção liquida de 24k bbl/dia). Como você bem explanou, esse case tem muitos riscos, sendo o principal, em minha visão, acontecer o mesmo que aconteceu com os Tubarões da OGX. Acho bem pouco provável que isso ocorra, mas é possível. O capex é um desafio, mas Manati, em sua plena produção gera R$ 360 M de Ebitdax (Ebitda ajustado desconsiderando impairments de baixa de poços secos) por ano, o que é algo realmente fantástico pela sua previsibilidade e margem bruta acima de qualquer métrica no setor.

Carcará então nem se fala. Está entre os três melhores poços de petróleo do Brasil, com 450 m de coluna de óleo (9 piscinas olímpicas de profundidade) com porosidade excelente, vazão e óleo de 33 API (levíssimo). E ainda não acharam o contato com água, algo que pode estender a descoberta. É o melhor ativo da QGEP, na minha visão.

Porém, o que eu quis dizer com somas das partes é que o sell side tem analises de Ev/USD por bbl 2P (recuperável) que apontam um valor 3 ou 4 vezes maior que o valor de mercado da QGEP. A minha intenção quando comentei o seu post, era dizer que eu não me atrevo mais a analisar a empresa dessa forma. Já fiz isso e a casa caiu. Mas se tudo der certo e, Atlanta e Carcará produzirem o que se prevê (80 a 100k bbl/dia liquidos somados para QGEP) então temos uma produtora de petróleo média que pode valer algumas dezenas de bilhões na bolsa. Certamente é um case para 5 ou 7 anos.

Quanto ao caixa líquido, é isso que você disse, mas a empresa tem R$ 1,3 BI em caixa, sendo que a diferença entre caixa liquido e o caixa, é uma divida com uma autarquia de fomento do nordeste que cobra juros de 4% ao ano. Então, é o tipo de divida que gera valor à empresa, o que é uma raridade.

Peter lynch,
Três poços já estão instalados. Basta chegar a FPSO Atlanta e interligar. A razão de o lifting cost baixar de USD 45 para USD 30 é a escala. Com dois poços vocês extrai 20 mil barris e com 3, 30 mil. Como dizem por ai, vou fazer uma "fezinha" da QGEP, mas na hora certa. Já atrasaram duas vezes a vinda da FPSO, o óleo de Atlanta é pesado e não vai ser fácil. Em 2023 a Statoil informou que deve dar inicio a produção de carcará que tem alguns riscos regulatórios. Haverá uma nova rodada que pode atingir o poço, pois até o momento, ninguém sabe o tamanho do gigante. Ele pode invadir outros blocos que ainda não foram a leilão. A informação de quanto custa cada poço de produção em Atlanta eu não tenho de cabeça, mas nesse setor tudo é na base de dezena de milhão de dolar. Provavelmente o capex virá da própria geração de caixa de Atlanta. Lembre-se de que a QGEP tem apenas 30% do ativo, mas é operadora. Outro risco: a OGpar (ex-OGX) tem 40% e já atrasou alguns cashcalls. No momento está tudo quitado, mas vai saber...

Gusmaran e Peter seriam a mesma pessoa, ou premeditadamente amigos que se passam por desconhecidos que se aproximam por reconhecerem mutuamente suas qualidades de analistas de plantão? Um cruza e o outro cabeceia. E o tema não poderia ser diferente do que petróleo. Agora apenas a promoção deixou de ser sobre HRT e passou a ser QGEP. To de olho  
                                                         ▲                                               ▲
331536  - Gersonlp  -  22 Dez 2016, 18:55
QGEP
Os chineses avançam sobre o petróleo brasileiro. Sinopec e Sinochem estaria em conversações para a compra de parte das ações da Queiroz Galvão Exploração e Produção (QGEP) em dois blocos na Bacia Sergipe-Alagoas e outros dois na Bacia Pará-Maranhão. A QGEP tem 100% das quatro áreas. Quer ficar, no máximo, com 30%.
http://relatorioreservado.com.br/o-petroleo-e-dele...

329716  - msaravan  -  09 Nov 2016, 20:54
FATO RELEVANTE

QGEP divulga estimativa de produção para 2017 do Campo de Manati

Rio de Janeiro, 09 de novembro de 2016 – A QGEP Participações S.A.
(BMF&Bovespa: QGEP3, “Companhia”, “QGEP”) de acordo com o disposto no artigo 157, §4º, da Lei nº 6.404/76 e na Instrução da Comissão de Valores Mobiliários (“CVM”) nº 358/02 e alterações posteriores, vem pelo presente ato divulgar aos seus acionistas e aomercado em geral a estimativa de produção do Campo de Manati, conforme a seguir destacado.
A Companhia projeta uma produção no Campo de Manati de aproximadamente 4,9 milhões de m3 por dia em 2017, sendo 2,2 milhões de m3 por dia líquidos para a QGEP,com uma margem de variação de 5% (cinco por cento) negativa ou positiva em relação a este número.
A curva de produção estimada para o Campo de Manati está baseada nas análises técnicas da equipe de desenvolvimento e na produção projetada da Companhia que levam em consideração o reservatório do campo, campos análogos, tecnologias disponíveis, cronograma operacional do bloco, entre outras, bem como uma estimativa de demanda por gás natural. A extração de gás natural pode apresentar variações não controladas pela Companhia podendo ser afetada por manutenções não programadas e
fatores climáticos, uma vez que a ausência de chuvas na região altera diretamente a
demanda por gás natural.
A projeção divulgada, cuja validade será por um período de 1 (um) ano, estará refletida
no item 11 do Formulário de Referência da Companhia, disponível no site da CVM (http://www.cvm.gov.br) e no site de Relações com Investidores da Companhia
(http://www.qgep.com.br/ri).
A projeção acima representa uma estimativa baseada em crenças e premissas da administração e sujeita a diversos riscos e incertezas que podem não estar sob controle da administração. Em virtude desses riscos e incertezas, o investidor não deve tomar nenhuma decisão de investimento apenas com base nessa estimativa, devendo adicionalmente buscar informações sobre o setor de petróleo e gás, dos riscos de mercado e dos riscos envolvidos em investimentos em mercados de capitais.

Para mais informações, entre em contato com a Área de Relações com Investidores da QGEP:
Telefone: 55 21 3509-5959
E-mail: ri@qgep.com.br
www.qgep.com.br/ri 
Além de posi3 outra ação que promete um bom up é qgep3.Ano que vem inicia-se retirada de petróleo do poço de Atlanta e com essa subida do preço desta comoditie, qgep tem potencial para dobrar de valor.
328792  - herdsman   -  24 Out 2016, 19:09
Fazendo as contas com o barril a 52$ o QGEP não ganha nada com este poço.
É pura euforia que as coisas estão subindo.
É oleo díficil de processar então fizeram contrato com Shell por 10$ abaixo do brent.
O custo com o FSPO é 25$ por barril. Já baixou para 17$ por barril.
Precisa pagar royalties, overhead do proprio QGEP. Vai sobrar o que?
Mas pode subir para 6R$ porque não.  

328793  - pobre   -  24 Out 2016, 19:22
Se furarem o terceiro poço, cai ainda mais o custo, e espera-se o barril a 60 dólares no inicio do ano que vem. Entre abaixo de 15 e 60 não se ganha nada??????

328797  - pobre   - 24 Out 2016, 20:15
Até onde sei, especula-se que o preço de custo do barril com dois poços furados gira em torno de 15 dolares o barril. Para baratear este custo estão planejando furar um terceiro poço. Se assim o fizerem, o custo do barril será abaixo de 15 dólares. Pode ser 10? nao se sabe...por isso chamei o custo de abaixo de 15...rsrsrs.
Se for 10 reais o custo e vender a 60, ótimo.
Pra mim, a ação tem campo para subir bastante, basta o petróleo colaborar e subir.
                                                                                           ▲                                                                      ▲
323791  - NumBroker   -  04 Jul 2016, 18:45
QGEP – Revisando o guidance

04.07 - 14:25 - Pedro Araujo
A QGEP anunciou um corte no seu guidance de produção no campo de Manati, devido a uma redução na demanda por gás. Nos últimos 12 meses o consumo brasileiro de gás se reduziu em aproximadamente 25%, o que levou a um excesso de oferta, fazendo com que a QGEP reduzisse suas estimativas de produção para o ano de 2016.

Segundo nossos analistas, a revisão do guidance da QGEP tem impacto limitado no valuation da companhia, visto o volume não produzido agora provavelmente será entregue futuramente, havendo apenas um atraso da produção ao longo do tempo. Nossos analistas mantêm a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) para a QGEP, com preço justo de R$ 7,3 por ação, para o final de 2016.
fonte: Itaú

323787  - disc126   -  04 Jul 2016, 15:11
QGEP: produção no campo de Manati atinge média diária de 5 milhões/m³

A QGEP Participações produziu uma média de 5 milhões de metros cúbicos (m³) de gás por dia no Campo de Manati no segundo trimestre de 2016, informou a empresa em fato relevante enviado há pouco à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Dado o resultado e o cenário de baixa demanda esperado para os próximos seis meses, a QGEP revisou sua estimativa para produção média anual de 5,7 milhões de m³/dia para 5,1 milhões de m³/dia, conforme o documento. "A produção de gás da QGEP em 2016 deve diminuir em torno de 10%, no entanto essas operações no Campo de Manati são eficientes e rentáveis e acreditamos que este fenômeno é conjuntural e brevemente teremos a retomada do consumo", destacou a empresa. Considerando uma capacidade de produção de 6 milhões de m³/dia, a companhia prevê que a margem Ebitda do Campo Manati se mantenha entre 60% e 65%, o que deve ser "mais que suficiente para sustentar as operações atuais", segundo o fato relevante.

322952  - NumBroker   -  14 Jun 2016, 19:39
Pro povo que aprecia...

QGEP – Almoço com CEO e CFO

14.06 - 15:30 - Pedro Araujo

Nossos analistas participaram ontem de um almoço com o CEO e a CFO da QGEP, Lincoln Guardado e Paula Costa, respectivamente. Segundo eles, os destaques do encontro foram: (i) o provável início da produção e dos testes de longo prazo do campo de Atlanta no fim do ano; (ii) o ponto de equilíbrio financeiro para o petróleo Brent produzido em Atlanta é de US$ 45/barril (considerando dois poços em operação) e de US$ 35/barril (considerando três poços); (iii) os riscos de execução do campo de Atlanta parecem estar sob controle e a decisão de perfurar um terceiro poço pode ser tomada apenas seis meses após a primeira extração de petróleo; (iv) a OGX está adimplente com suas obrigações em Atlanta; (v) uma mudança na regulamentação do pré-sal poderia facilitar um possível leilão da área de Carcará e um potencial desinvestimento da Petrobras; (vi) a QGEP está avaliando a possibilidade da venda de participação em blocos de petróleo adquiridos nas 11ª e 13ª rodadas de leilões, mas ainda é cedo para tomar decisões; e (vii) a QGEP não tem interesse em ativos onshore. Nossos analistas mantêm a recomendação de outperform para QGEP, com preço justo de R$ 7,3 para 2016.
fonte: Itaú

322356  - Marasmo   -  31 Mai 2016, 18:19
Tava querendo comprar um pouco de QGEP3 mas vi esta notícia e fiquei preocupado com o setor...

Alguém opina?

Consumo de gás natural tem queda

Publicação: 27/05/2016 03:00
O consumo de gás natural no país totalizou 57,16 milhões de metros cúbicos diários em março. Queda de 30,3% em relação a igual mês do ano passado. Na comparação com fevereiro, o recuo foi de 14,8%. Os dados são de Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). A baixa é resultado da desaceleração da atividade econômica, que se reflete no menor consumo das indústrias, e do desligamento das térmicas a gás.

322298  - NumBroker   -  30 Mai 2016, 20:08
Pra quem gosta de QGEP3, por enquanto eu passo.

QGEP – 1T16 Ligeiramente Mais Fraco – Reservas de Manati Caem Mais do Que a Produção

Recomendação Outperform
Último Preço BRL 3,9
Preço Alvo BRL 7,3
Vol. Negoc. Diário m BRL 3,9
Pot. de Valorização (%) 86,7
P/L 2016 5,9
EV/EBITDA 1,6

Brasil – Publicado em 12 de Maio de 2016
Diego Mendes, CNPI
Nossa opinião. Os resultados da QGEP vieram ligeiramente abaixo nas nossas estimativas, devido a um
faturamento menor. O EBITDAX chegou a R$ 85,1 milhões, divergindo da nossa projeção de R$ 87,9 milhões em apenas 3% e aumentando 16% em termos anuais, sustentado pela elevação de 10,5% nos preços do gás em
BRL – após o ajuste contratual – e por uma produção mais forte, que foi afetada pela depleção natural do campo no ano passado, uma vez que a planta de compressão de gás não estava operacional. Apesar da produção saudável, a QGEP manteve o seu guidance da produção de 5,7 m m 3/d devido a potenciais impactos da fraca atividade econômica. O resultado final totalizou R$ 46,5 milhões, ultrapassando a nossa projeção de R$ 26 milhões em virtude de melhores resultados financeiros.

O declínio das reservas de Manati ultrapassou o da produção. A QGEP publicou um relatório atualizado das reservas do campo de Manati no final de 2015, realizado pela Gaffney, Cline e Associados. As reservas 1P de gás de Manati, líquidas para a QGEP, chegaram a 4,36 bm3 (em relação aos 5,46 bm3 do final de 2014), enquanto a produção de 2015 alcançou 0,92 bm3. A redução de 0,18 bm3 (4% das reservas ao final de 2015) se baseou na revisão do modelo de comportamento da pressão no reservatório de Manati. Temos a expectativa de uma reação neutra no mercado aos resultados, em virtude da ausência de surpresas e ao fato de que o declínio nas reservas não apresenta um impacto substancial sobre a nossa estimativa para o valor líquido presente (NPV).

Os resultados

A receita líquida totalizou R$ 143,8 milhões (14% em termos anuais; 8% em termos trimestrais), divergindo da nossa estimativa em apenas 1%. O faturamento forte foi sustentado por um aumento de 10,5%
(IGP-M) nos preços do gás no trimestre – após os ajustes contratuais – e pelo crescimento de 5% em termos anuais nos volumes de vendas. Conforme esperado, a produção de gás no campo de Manati totalizou 6m m 3/d, puxada pela demanda saudável e sustentada pela planta de compressão de gás. Apesar da produção saudável, a QGEP manteve o seu guidance de 5,7 m m 3/d, em vista do fraco momentum econômico. Todavia, acreditamos que pode haver uma valorização em relação a esta estimativa, dependendo da evolução da situação política no país. Os custos vieram em linha com as nossas projeções, totalizando R$ 60,5 milhões, refletindo a operação da planta de compressão de gás ao longo de todo o trimestre. Os custos provavelmente devem aumentar no 2T16, devido à pintura da plataforma, que está orçada em US$ 13 milhões líquidos para a QGEP. As despesas SG&A vieram em linha com a nossa estimativa, caindo dos R$ 14,7 milhões do 1T15 para 10,6 milhões no 1T16, em consequência de maiores despesas sendo atribuídas a parceiras nos blocos operados pela QGEP. O EBITDAX totalizou R$ 85,1 milhões no período, em relação à nossa estimativa de R$ 87,5 milhões. A QGEP registrou um lucro líquido de R$ 46,5 milhões, em relação à nossa projeção de R$ 26,0 milhões, devido a maiores resultados financeiros. Vale observar que, na situação do 1T16, a QGEP gastou R$ 47 milhões em despesas de E&P cobradas ou a cobrar de parceiras não operadoras ou a serem alocadas às parceiras operadoras nos blocos não operados pela QGEP. Deste valor, R$ 25 milhões se referem à OGX. Embora não exista uma dívida em aberto, a OGX se encontra atualmente em recuperação judicial, o que apresenta o risco de que a companhia possa não cumprir com as suas obrigações de caixa. Não houve alteração na estimativa para o capex, no montante de US$ 82 milhões em 2016 e de US$ 80 milhões em 2017.

Implicações para o investimento. Mantemos a nossa recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado) e o valor justo para o final de 2016 de R$ 7,30 / QGEP3. Em nossa opinião, o desempenho da ação será determinado pelo início da produção em Atlanta (previsto para o in 4T16), o que irá reduzir o risco atribuído pelo mercado ao ativo, assumindo que não ocorram problemas operacionais. O recente aumento nos preços do petróleo pode levar o mercado a atribuir um valor adicional ao campo de Atlanta e aos blocos adquiridos na 11ª e na 13ª rodadas de leilões, aumentando ao mesmo tempo a probabilidade de uma potencial iniciativa de M&A no campo de Atlanta ou no de Carcará. Vale observar que a venda potencial de Carcará pela Petrobras também pode ser ajudada por uma mudança na lei do pré-sal do governo. Temos a expectativa de que as negociações da ação permaneçam de lado antes da entrada em operação do campo de Atlanta e antes que a nova regulamentação para o pré-sal seja aprovada, assumindo que os preços do petróleo permaneçam estáveis. Um preço maior para o petróleo pode ajudar no desempenho de curto prazo da ação.
fonte: Itaú

322120  - BAC 1000   -  24 Mai 2016, 20:52
OLHA A QGEP AÍ....OLHA O POTENCIAL DA MENINA...

Plataforma Cidade de Saquarema inicia operação em Lula em julho, diz Petrobras
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Reuters Marta Nogueira
23/05/201617h52
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RIO DE JANEIRO (Reuters) - A plataforma Cidade de Saquarema, afretada pela Petrobras com a companhia holandesa SBM Offshore, vai entrar em operação em julho no campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos, informou a petroleira nesta segunda-feira.

Com 150 mil barris de petróleo por dia de capacidade, a plataforma, do tipo FPSO, será ancorada na área de Lula Central.

A unidade de produção já deixou o cais do estaleiro Brasa, em Niterói, e ficará por alguns dias na chamada área de fundeio da Baía de Guanabara, realizando inspeções e testes finais para, então, receber autorização e seguir para o campo de Lula.

Maior campo produtor de petróleo do país, Lula extrai atualmente mais de 420 mil barris por dia.

Lula é operado pela Petrobras, com 65 por cento de participação, em parceria com a BG, petroleira britânica comprada pela Shell, com 25 por cento, e Petrogal (joint venture formada pela Galp Energia e pela Sinopec), com 10 por cento.

A Petrobras tinha expectativa de começar a operação da Cidade Saquarema no terceiro trimestre deste ano, mas não havia a definição exata do período. A capacidade de produção da plataforma representa cerca de 7 por cento da extração atual de petróleo do Brasil.

Em março, Lula foi responsável por quase 19 por cento da produção de petróleo do país.

A plataforma Cidade de Saquarema pertence e será operada por uma joint venture formada por SBM, com 56 por cento, Mitsubishi Corporation, com 20 por cento, Nippon Yusen Kabushiki Kaisha, com 19 por cento, e Queiroz Galvão Óleo e Gás, com os demais 5 por cento. O contrato de concessão e operação é de 20 anos.

Com a Cidade de Saquarema, a frota brasileira operada pela SBM chegará a sete unidades do tipo FPSO, com uma capacidade total de 870 mil barris de petróleo por dia.

O contrato da plataforma Cidade de Saquarema foi firmado antes de uma série de denúncias de corrupção relacionadas à Petrobras virem à tona.

A SBM, que busca um acordo de leniência com autoridades, é uma das companhias que teriam feito pagamentos a funcionários da estatal para obter contratos, tendo ficado impedida de realizar novas negociações por um período.

321777  - pobre   -  16 Mai 2016, 13:41
expectativa é que o campo de atlanta se torne operacional no final de 2016!
Empresa sendo negociada a P/L anualizado=5 e P/Vp=0,38
Esse P/L de 5 ainda deve diminuir pois o financeiro da empresa foi negativo devido à queda do dolar frente ao Real. Impressionante que mesmo tendo mais de R$1Bi em caixa o resultado financeiro foi negativo. 40% do caixa está investido em dolar (burrice da empresa)!
Se o dolar nao cair muito, o lucro da empresa pode aumentar em cerca de 20 milhoes de reais por trimestre, o que daria P/L em torno de 4!!! Se o lucro dobrar com a chegada do campo de atlanta, chegaríamos a P/L de 2!!! e se o barril de petróleo subir???? melhor ainda!!!
são varios "se" mas creio que a chance de um investimento em QGEP3 dar errado é baixa pela segurança dos "numeros" atuais.

321520  - BAC 1000  -  12 Mai 2016, 02:44
QGEP3 SIGO NO ATIVO E VOU AUMENTAR PARTICIPAÇÃO

Destaques:
•A produção média diária de gás do Campo de Manati foi de 6,0 milhões de m³ no primeiro trimestre, a maior desde o 1T14;
•O relatório de certificação de reservas de Manati apresenta reservas 2P de 11,0 bilhões de m³ de gás natural em 31 de dezembro de 2015, sendo 4,9 bilhões de m³ líquidos para a QGEP;
•Devido aos excelentes resultados e relevantes informações obtidas nos testes efetuados no poço Carcará Norte, o Consórcio decidiu não realizar o Teste de Longa Duração em Carcará no âmbito do Plano de Avaliação de Descoberta;
•Receita de R$143,8 millhões no 1T16, aumento de 14,1% em relação ao 1T15, em função do crescimento da produção em Manati e dos reajustes contratuais da tarifa;
•EBITDAX de R$85,1 milhões, aumento de 17,0% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior;
•Lucro líquido de R$46,5 milhões no 1T16, comparado a R$95,2 milhões no 1T15, refletindo principalmente o impacto da variação cambial;
•Saldo de caixa de R$1,3 bilhão ao final do trimestre; equivalente a R$4,86 por ação;
•Pagamento de dividendos de R$0,15/ação realizado em 28 de abril de 2016.

321518  - pobre   -  12 Mai 2016, 01:48
Resultado de qgep3 como esperado. ..ótimo lucro bruto porém resultado financeiro impactou lucro líquido. O resultado financeiro foi negativo devido a desvalorização do real. O dinheiro em caixa equiva legal a incríveis 4,86 reais por ação. 
321111 - bac 1000 - 03/Mai/2016 20:14
Corre o risco do campo estar seco igual a OGXP3 ou não?
Mas qual campo? Qgep3 tem participação em vários, alguns como atlanta e carcará com reservas já provadas. O problema hoje é o preço. Não se ganha dinheiro com petróleo a 40-45 $/barril.
Porém, se Qgep3 desistir de investir em petróleo ela ainda poderia ter um P/L de 5 com exploração de gás e juros das aplicações financeiras. 
Podem acontecer varias coisas. 1) Fechar capital 2) Melhora o preço do petróleo 3) mudança de regras. Encaro todos como positivo. Se qgep cair , compro mais. 
Se petróleo não voltar a ter preço , o mundo vai ser outro e também não adianta vc ter BRFS para vender frango para os árabes. Observe o humor dos mercados financeiros, alta de petróleo = alta dos mercados. Porque assim o mundo evita a quebradeira, volta um pouco de inflação, teremos juros nominalmente positivos e por aí as coisas voltam à normalidade.  

Se não estou enganado Petrobras e barra energia.
Na atlanta tem que fazer mais um poço para fazer render o FPSO mas o 'operador' Petrobras esta procrastinando tudo. E acho que o conjunto de 'Small Caps' não vai estragar o book pra vc.
Alias: Qgep é um small caps no meio dos tubarões. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
321118  - pobre   -  03 Mai 2016, 22:31
Qgep3 é uma companhia de exploração de petróleo, porém só ainda na teoria. Na prática o único campo já explorado comercialmente é o de manati na Bahia que prospecta gás e fornece para Petrobras a preço fixo. Por isso o seu lucro independe do preço do barril de petróleo. Seu segundo campo de exploração comercial será o de Atlanta na região de Santos planejado para o final deste ano. Ela tem 30por cento de participação neste campo e venderá o óleo para a shell. Outros vários campos adquiridos via leilão da ANP ainda estão na fase de estudos geológicos.

321005  - pobre   -  02 Mai 2016, 19:32
Prof Paulo.
E QGEP3???

Tem mais de 1 bi de Reai$ em caixa, o que compraria todas as suas ações...
Campo de Manati com gás até 2027, com gás a preço tabelado, rendendo bom caixa à empresa.
Ao lado do campo de manati tem outra reserva a ser explorada no futuro.
Final do ano entra em operação campo de atlanta com óleo em santos e totalmente vendido a shell.
Vários outros campos adquiridos em leilão na ANP em processo de pesquisa de prospecção.
Empresa parece ter os pés no chão em relação à gastos.
Futuro parece promissor, não acha???

320968  - NumBroker   -  02 Mai 2016, 15:18
Herdsman que tava de olho...

QGEP – Revisão das nossas estimativas

02.05 - 08:56 - Pedro Araujo
Na opinião dos nossos analistas do setor de Petróleo e Gás, a alta no preço do petróleo melhora as perspectivas para a QGEP, mas ainda é cedo para medir o impacto sobre a companhia no curto prazo.
Após um fraco início em 2016, com os preços do barril de petróleo atingindo US$ 27, o cenário melhorou com a queda acima do esperado na produção norte-americana, além da depreciação do dólar em relação a outras moedas. Apesar de acreditarem que, em algum ponto deste ano, a relação oferta/demanda deva se ajustar, os analistas revisaram suas estimativas para o preço do petróleo, agora em US$ 46/barril em 2016, US$ 55/barril em 2017 e US$ 60/barril em 2018.

Para a QGEP3, o risco é o preço do petróleo permanecer entre US$ 45 e US$ 50/barril por um longo período. Apesar da geração de caixa do campo de Manati não ser afetada pela queda no preço do petróleo, o campo de Atlanta, que deve começar a produzir ao final deste ano, provavelmente não deve gerar caixa. Com isso, o mercado atribuiria menos valor ao campo, limitando o potencial de valorização.
Considerando uma menor projeção de preços de longo prazo do petróleo, os analistas mantiveram a recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado), mas reduziram o preço justo para as ações QGEP3 de R$ 8,9 para R$ 7,3.
Fonte: Itaú

318816  - herdsman  -  10 Mar 2016, 18:25
Venda BRSR6. Até que enfim é meu pra vender.
Compra SLED4, SHUL4 , SAAG11.
Numa altura destes SAAG11 é 20% da carteira.
Já que é tarde pegar juros préfixados vamos de FII.

Resultados que me interessavam:

TAEE11 resultado bom. Previsível, pagando bons dividendos, mas serah que em 10 anos os ativos valem o mesmo tanto?
FESA4 decepcionou. Baianada com hedge, adiantaram 70 milhões pra CHESF a troco de que?
De jeito que o dólar esta 'louco' podem fácilmente meter os pés pelas mãos. Não vou aumentar posição.
QGEP3 resultado normal. Vai demorar para 'jorrar' o ouro preto. Abaixo de 4 aumento a aposta.

Li o balanço da QGEP3, que o herdsman alertou ainda hoje e gostei.
- Reduçao da divida - Quitou dividas que contraiu para exploração do campo de MAnati.
- Aumento da receita
- Estabilidade de custos operacionais.

Seria um bom investimento futuro, já que seus pares PETR$ e OGXXX estÃo mal das pernas?
Agradeço se alguem quiser colaborar.

Gostei do resultado do QGEP3.
Desenvolvendo seus campos (isto é lento, leva anos) sem queimar caixa.
Sem estresse portanto. Não fica se vangloriando . Quieto na moita. Papando mais concessões.

Em novembro de 2012, a QGEP celebrou um acordo com a Petrobras para a transferência de 30% dos direitos de exploração e produção na Área do Plano de Avaliação do Prospecto Guanabara. Esta transação está sujeita à aprovação da ANP. A concessão BM-C-27 possui um prospecto identificado no pré-sal,
Guanabara Profundo, e engloba os Blocos C-M-122, C-M-145 e C-M-146, todos localizados offshore da Bacia de Campos.O prospecto Guanabara Profundo, que apresenta alta probabilidade de ocorrência de gás úmido, está programado para ser perfurado em 2014, assim que os equipamentos adequados tenham sido obtidos.
Conforme mencionado anteriormente, o acordo estabelecido com a Petrobras não requer que a QGEP efetue nenhum pagamento antecipado pela participação no bloco. Em vez disso, a Companhia assumirá uma parte dos custos de perfuração no prospecto Guanabara Profundo. Os investimentos exploratórios, incluindo a parte da Companhia nos custos de perfuração, estão atualmente estimados em US$55 milhões em 2014, líquidos para a QGEP.

QGEP3

Empresa: QGEP PARTICIPAÇÕES S.A. Ação: QGEP PART ON Setor: Petróleo. Gás e Biocombustíveis Subsetor: Petróleo. Gás e Biocombustíveis
Resultado do 3º Trimestre de 2012

A empresa registrou lucro líquido de R$ 61,9 M neste trimestre, revertendo os prejuízos de R$ 96,1 M anunciados no segundo trimestre de 2012 e de R$ 3,5 M no 3T11.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 2,2 B, crescimento de 1,8% em relação ao saldo no terceiro trimestre de 2011. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 2,2 B no terceiro trimestre de 2012, valor 1,8% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.

Parabéns a todos que compraram Geti nos 17,xx. Que não foi eu, como sempre.
E se tivesse comprado já tava vendendo.
É duro ser 'realmente' fundamentalista heim. 
Agora descobri que QGEP3 (tenho um pouco) tem no estatuto a obrigação de distribuir 0,001% do lucro. Questionei isto no RI e recebi a seguinte resposta:

§ 2o Quando o estatuto for omisso e a assembléia-geral deliberar alterá-lo para introduzir norma sobre a matéria, o dividendo obrigatório não poderá ser inferior a 25% (vinte e cinco por cento) do lucro líquido ajustado nos termos do inciso I deste artigo. (Redação dada pela Lei nº 10.303, de 2001) ..."

O estatuto social da QGEP Participações S.A. não é omisso, enquadrando-se no parágrafo 1º da lei supracitada e determina o seguinte:

"Aos acionistas é assegurado dividendo mínimo de 0,001% do lucro líquido ajustado, calculado de acordo com o disposto na Lei das Sociedades por Ações, após a constituição da reserva legal de 5% do lucro líquido do exercício, até que essa reserva atinja 20% do capital social. O eventual saldo remanescente de lucro líquido do exercício societário será destinado de acordo com a deliberação da Assembleia Geral Ordinária da Companhia."

Estamos à disposição para outros esclarecimentos.

Me senti um palhaço de ser sócio de QGEP3.
O que eles pensam?

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