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segunda-feira, 26 de novembro de 2018

BR Insurance (BRIN)


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Recomendações
Compra: fridao (2013) - GEORGE CAVALCANTI (2016) - ikkii (2016) - LEIVINHA  (dez/12)

Carteiras
Edmundo Ortiz (ago/15) - fridao (out/12) - ikkii (out/15nov/15jan/16)
   
Balanços
3T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). EBITDA e EBITDA Ajustado = Neste trimestre,como resultado do crescimento da Receita Líquida e do controle das Despesas Operacionais derivado do contínuo processo de redução de gastos, a Companhia alcançou EBITDA de R$ 0,4 milhão, com Margem de 1,9%.No mesmo período do ano passado, o EBITDA foi negativo em R$ 3,3 milhões. Quando desconsiderados os eventos não recorrentes de despesas com reestruturação, efeitos de revisões das contingências judiciais e gastos com arbitragem incorridos neste trimestre, o EBITDA do 3T18 teria sido de R$ 2,1 milhões, com margem de 9,4%, o que representa um crescimento de 25,3 pontos percentuais diante do mesmo período do ano passado; Lucro/Prejuízo Líquido= Após a contabilização de Depreciação e Amortização, Resultados Não Recorrentes, Resultado Financeiro e IR & CSLL, a Companhia encerrou o 3T18 com prejuízo líquido de R$ 0,9 milhão, contra prejuízo de R$ 22,5milhões no mesmo trimestre do ano passado, que foi fortemente impactado pela contabilização de Impairment de algumas unidades geradoras de caixa em montante superior a R$ 16,2 milhões

A2014/4T2014 -
WK2007  -
Resultado lixo de Brasil Insurance, prejuízo de 7 milhões.

2T2013 -
CAP7  -
Belo resultado!
Nesta estou firme e forte...
Parece que irão pagar DY trimestrais....mélzinho na chupeta!

3T2012:
harisonoliveira - achei também bom, não foi excelente

2T2012 -
small caps - voltou aos trilhos

1T2012 -
harisonoliveirao e SmallCaps acharam bom

Sobre
Participação em sociedades corretoras de seguros e corretora de seguros
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). EBITDA e EBITDA Ajustado = Neste trimestre,como resultado do crescimento da Receita Líquida e do controle das Despesas Operacionais derivado do contínuo processo de redução de gastos, a Companhia alcançou EBITDA de R$ 0,4 milhão, com Margem de 1,9%.No mesmo período do ano passado, o EBITDA foi negativo em R$ 3,3 milhões. Quando desconsiderados os eventos não recorrentes de despesas com reestruturação, efeitos de revisões das contingências judiciais e gastos com arbitragem incorridos neste trimestre, o EBITDA do 3T18 teria sido de R$ 2,1 milhões, com margem de 9,4%, o que representa um crescimento de 25,3 pontos percentuais diante do mesmo período do ano passado; Lucro/Prejuízo Líquido= Após a contabilização de Depreciação e Amortização, Resultados Não Recorrentes, Resultado Financeiro e IR & CSLL, a Companhia encerrou o 3T18 com prejuízo líquido de R$ 0,9 milhão, contra prejuízo de R$ 22,5milhões no mesmo trimestre do ano passado, que foi fortemente impactado pela contabilização de Impairment de algumas unidades geradoras de caixa em montante superior a R$ 16,2 milhões:

BRIN3
PREÇO: R$ 14,83
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -1,60
P/VPA 0,49
PSR 1,27
DY 0,00%
EV/EBITDA -1,29
MARGEM BRUTA 100,00%
MARGEM OPERACIONAL -74,13%
MARGEM LÍQUIDA -79,21%
LUCRO POR AÇÃO R$ -9,246
MARGEM EBITDA -65,25%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1,16%
ROE -30,30%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,80

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,81%
RESULTADO BRUTO -8,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -89,08%
RESULTADO OPERACIONAL -19,12%
RESULTADO LÍQUIDO -17,45%
EBITDA -26,59%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 10,54%
RESULTADO BRUTO 10,54%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 734,92%
RESULTADO OPERACIONAL -95,05%
RESULTADO LÍQUIDO -96,10%
EBITDA -102,30%

c) lucro (taxa média anual)
UA -17,45%
U2A -22,31%
U3A 3,92%

d) patrimônio líquido médio
UA -25,39%
U2A -22,89%
U3A -19,01%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

353300  - marcosvinicius2 -  02 Set 2018, 15:54
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). EBITDA = EBITDA alcançado no 2T18 foi negativo em R$ 12,2milhões. Contudo, quando desconsideradas as despesas da revisão das contingências judiciais, o EBITDA deste trimestre corrente seria de R$ 0,8 milhão, com margem de 3,8%. Colocando os outros trimestres em bases comparáveis, o EBITDA do 1T18 e do 2T17 teriam sido negativos em R$ 2,5 milhões e R$ 3,9 milhões, respectivamente. Logo, já é possível verificar tangível melhora operacional na Companhia, resultado direto da nova estratégia comercial associada ao contínuo processo de redução de gastos e geração de eficiência conduzido pela administração da BR Insurance.; PREJUÍZO/LUCROLÍQUIDO = Dessa forma, a Companhia apresenta prejuízo líquido de R$17,6 milhões neste 2T18. Quando excluímos o impacto do pacote de Institucionais e Legais, mencionados no cálculo do EBITDA, o 2T18 teria encerrado com prejuízo de R$ 4,7 milhões, contra prejuízos de R$ 3,4 milhões e R$ 1,4 milhão no 1T18 e 2T17, respectivamente.:

BRIN3
PREÇO: R$ 13,90
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -1,15
P/VPA 0,45
PSR 1,22
DY 0,00%
EV/EBITDA -0,90
MARGEM BRUTA 100,00%
MARGEM OPERACIONAL -99,84%
MARGEM LÍQUIDA -105,81%
LUCRO POR AÇÃO R$ -12,055
MARGEM EBITDA -89,68%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 1,45%
ROE -39,36%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,80

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -17,79%
RESULTADO BRUTO -17,79%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -97,26%
RESULTADO OPERACIONAL -13,39%
RESULTADO LÍQUIDO -12,91%
EBITDA -24,36%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -12,73%
RESULTADO BRUTO -12,73%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -63,72%
RESULTADO OPERACIONAL 208,83%
RESULTADO LÍQUIDO 173,70%
EBITDA 182,15%

c) lucro (taxa média anual)
UA -12,91%
U2A 7,67%
U3A 26,28%

d) patrimônio líquido médio
UA -24,73%
U2A -21,58%
U3A -17,67%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

Alguém aí entende de BRIN3?

Nunca li um release, mas não é todo dia que a gente vê uma empresa com 50 milhões em caixa, valendo 150 milhões.

Tem salvação ou vai quebrar?

Se alguém conhecer a empresa e puder dar um pitaco seria interessante.
335602  - tatobarreto -  17 Mar 2017, 01:06
Pinheiro, Não sei hoje, mas a pouco tempo essa empresa já esteve em briga acionária e foi acusada pela CVM de fraude.Não sei, mas acho que essa empresa não inspira confiança

335684 - pinheiro87  -  17 Mar 2017, 22:41
Pois é, a empresa é complicada, é a soma de várias corretoras e ao longo do tempo mostrou que nunca houve um alinhamento de interesses entre os sócios.

Mas fiquei com a pulga atrás da orelha pelo baixo valor de mercado + valor em caixa. Será que se venderem todas as corretoras que possuem não se pagam? Nunca vão melhorar operacionalmente? O negócio em si não parece tão complicado, não deve ter um capex elevado, pelo contrário...

Foi só uma curiosidade, talvez final de semana eu dê uma olhada.
                                                         ▲                                               ▲
304118  - Edmundo Ortiz  -  14 Ago 2015, 15:50
Pobre, investimento arriscado sem dúvida mas a empresa nessa faixa é pó. Mercado não atribue nenhum valor a empresa.

A BRIN3 tem uma carteira respeitável a grande dúvida é a fidelização dos corretoras que foram comprados. A receita vs o 1TR15 se recuperou até ligeiramente, o que é um sinal muito positivo. O novo plano de compensação baseado em indices de renovações de seguros me parece sólido e com certeza mais positivo que o modelo anterior que a BRIN tinha que instigava o Corretor após o lock-up arranjar uma forma de pegar de volta sua carteira e sair da operação.

Lembrando denovo que no final a BRIN é uma empresa em stress grande e com grande risco. Parcela de capital pequena alocada, mas acho que pode gerar muito valor para um potencial de queda a partir destes níveis pequeno. Relação risco X retorno legal.

293440 - WK2007  -  30 Mar 2015, 15:57
Resultado lixo de Brasil Insurance, prejuízo de 7 milhões.

286901  - gustgef  -  22 Dez 2014, 23:10
Boa noite a todos,

Vi alguns questionamentos sobre Brasil Insurance e resolvi ajudar uma vez que sempre acompanhei tanto ela como a Brasil brokers bem de perto.

Numa corretora de seguros, o fluxo de caixa positivo é mais importante que qualquer coisa. O valor patrimonial é pouco importante. Em geral elas são precificadas pelos prêmios recorrentes. Isso porque o patrimônio é irrelevante para a prática do negócio e em geral intangível (marcas, aquisições, contratos, etc..).

O grande problema da Brasil Insurance não são cadáveres no balanço, isso porque ela comprou muitas corretoras com claúsulas de proteção muito bem colocadas, sendo em alguns casos apenas 20% da corretora pago a vista e o resto sendo pago com o cumprimento de metas. Eis a razão do grande resultado financeiro. De fato, os papocos foram bem colocados no balanço, e devem continuar aparecendo, mas devidamente descontados dos passivos a pagar aos ex-donos das corretoras adiquiridas.


O que tivemos na Brasil Insurance, foi uma óbvia debandada de seus melhores corretores para a formação de corretoras próprias, daí a razão da queda da receita tão forte. Esse é o principal risco de um ramo onde o único fator de produção é a mão-de-obra.

O que a Brasil Insurance está tentando fazer agora é se reestruturar, para ter mais eficiência e transparência em seus processos internos. Basicamente ela vai virar uma corretora de baixo custo, com vários corretores novatos e sem experiencia tentando ganhar o cliente por um preço mais baixo devido a sua alta capacidade de negociação com as seguradoras.

Temos 3 cenários:

1 - Ela é bem sucedida na reestruturação - Nesse caso ela deve voltar a crescer a bases sólidas de 10 a 15% ao ano, com custos controlados, nesse caso o preço justo dela sobe pra incríveis 10 reais. Isso por 100% do lucro dela é dividendo, então basta 6% de dividendos pra que um crescimento na faixa de 15% seja muito forte.

2 - Ela fracassa na reestruturação, diminui de tamanho e passa a operar menor por um tempo - Nesse caso o preço dela seria na casa de uns 4 reais e basicamente esse é o cenário cotado.

3 - Ela fracassa na reestruturação e implode sobre sua estrutura grande demais - Seu patrimônio real vale muito pouco e ficaria uns 100 milhões que ia sobrar do pagamento de todos os passivos que não são dívidas com ex-donos de controladas, nesse caso a ação valeria 1 real.

Considerando um cenário de 33% de chance para cada cenário temos um preço esperando da BRIN3 de 5 reais, ou seja, o mercado está subprecificando as potencialidades da empresa. Logo temos um grande potencial de lucro no investimento nessa empresa.

Todos os meus colegas corretores de seguros falam que é uma empresa de grande futuro e que os donos são muito competentes.

Entretanto, cada um sabe dispor os percentuais para cada cenário da maneira que achar melhor. Até R$3,50 sou comprador, entretanto, essa posição deve possuir NO MÁXIMO 1% da sua carteira, devido o altíssimo risco que ela possui.

Espero ter ajudado algum indeciso!

286616  - paulorizzi  -  18 Dez 2014, 03:17
A BRIN tem um histórico reduzido, de pouco mais de 3 anos.

Considerando os 12 meses terminados nos 3Ts, até 30SET2013, as taxas anuais médias nominais de crescimento eram as seguintes:

Receita Líquida e Resultado Bruto: +52% (excelente)
Resultado Financeiro: +23% (bom)
Despesas Operacionais: +64% (ruim)
Lucro Líquido: +16% (razoável)

A característica interessante era que distribuia praticamente todo o lucro.

Nos últimos 12 meses, sobre os 12 meses anteriores, nominal:

Receita Líquida e Resultado Bruto: -11%
Resultado Financeiro: +29%
Despesas Operacionais: +55%
Lucro Líquido: -58%

E aí? Qual vc chuta que será o quadro nos próximos 12 meses, relativo aos últimos 12 meses? As Receitas vão inverter a tendência e aumentar, para variar? E as despesas, cuja taxa de crescimento é explosiva?

Nos 12 meses terminados em SET2011, as despesas operacionais eram 39% das receitas; Nos 12 meses seguintes, passaram a 49%; nos 12 meses terminados em 2013, caíram um pouco, para 46%, mas nos últimos 12 meses cresceram para 79%.

O crescimento do Resultado Financeiro está se mostrando claramente insuficiente para compensar a queda no resultado operacional antes do financeiro.

Mas, o que realmente interessa é: qual é a tendência para os próximos 12 meses? Muito provavelmente, em abril de 2015, a AGO aprovará dividendos que ao preço corrente proporcionarão um DY acima dos 15%. Mas ... e depois? Se a receita continuar a cair e a despesa continuar a aumentar ???

203444  - CAP7  -  15 Ago 2013, 00:05
Belo resultado!

Nesta estou firme e forte...

Parece que irão pagar DY trimestrais....mélzinho na chupeta!

Prof. Paulo

Poderia planilhá-la?

WK2007
Paulo, a BRIN está no seu radar? Qual sua avaliação da companhia?
Não acompanho regularmente ... 

Olhando os números por cima tive a impressão de que embora a evolução da Receita Líquida pareça interessante, a combinação do aumento de despesas com a diminuição do Resultado Financeiro gerou uma diminuição sensível na margem líquida. 

Como o preço só se justifica com taxas muito fortes do aumento da lucratividade, não tive "estímulo" para ler os Relatórios. 

Assim, "por cima", olhando somente os números do setor, a PSSA3 me parece o ativo mais interessante.

A BRIN tem, além do crescimento orgânico, uma proposta de crescimento via aquisições. Pretende ser uma consolidadora em um setor bastante pulverizado.
Com as aquisições de outras corretoras, surgem despesas decorrentes de demissões, por exemplo. De certa forma, algo não recorrente.
Por outro lado, além da queda da selic, o desembolso para pagar as compras, reduzindo o caixa, também prejudicou o resultado financeiro.
Apesar de estarem em um mesmo setor, acho o modelo de negócios de uma seguradora bem distinto do de uma corretora de seguros. Aquela é bem mais arriscada.
Acho que essa merece sua atenção Paulo: forte crescimento, pouco capex, elevado payout, bons dividendos ...


Rafiusk_ro, ainda não li o release, mas o resultado final mostra que a empresa voltou ao rumo planejado. Boa geradora de caixa.

Pena os múltiplos... mas hoje há muito pouca coisa que gera caixa com múltiplos baixos.

157132 - harisonoliveira -  15 Nov 2012, 00:57
Olá... acabei de ler o relatório do 3tri...

achei também bom, não foi excelente, a dívida aumentou, mas uma empresa que está em franco crescimento tem que gerar dívida, para poder gerar aquisições...

um dado importante ainda possui 3,7 milhões de ações em tesouraria = + 65 milhoes podendo essas ações serem moeda de troca em futuras aquisições....

Minha opinião : vou manter as ações que tenho.


157130 - Rafiusk_ro -  15 Nov 2012, 00:31
Lembrei de um detalhe do ITR....

"O volume médio diário de negociação no 3T12 ficou estável com relação ao do ano anterior, em R$ 4,4 milhões. Nossa base total de acionistas, no entanto, expandiu-se de 370 no 3T11 para 770 no 3T12. Nossa base de acionistas pessoas físicas também aumentou para 340 indivíduos, frente a menos de 50 no 3T11."

Quantos desses 340 frequentam esse fórum? rs

157129 - Rafiusk_ro -  15 Nov 2012, 00:29
Acabei de analisar o resultado de BRIN3.

Achei razoável.

A receita cresceu bastante, até em função das aquisições que vem sendo feitas.

Apesar disso, houve redução no lucro, quando comparado ao 3T11. Isso pq havia impostos diferidos no ano passado e pq o resultado financeiro piorou (queda da selic).

O único porém do ativo é que, com um P/L alto, espera-se um crescimento mais acelerado dos lucros. Assim não sei como o mercado irá reagir.

O Small sempre recomenda aguardar o balanço para tomar a decisão. Aguardei, mas agora acho que vou esperar tb a avaliação dele para me decidir. heheeh

157098 - uqaz -  14 Nov 2012, 22:11
Saiu BRIN3:
BR Insurance tem lucro líquido de R$ 33,09 milhões no terceiro trimestre
Valor é 23% maior que o registrado no 2º trimestre de 2012; receita líquida da companhia sobe 13% e registra R$ 61,91 milhões.

No ITR está 31,5mi...

http://www.rad.cvm.gov.br/ENETCONSULTA/frmGerenciaPaginaFRE.aspx?NumeroSequencialDocumento=22709&CodigoTipoInstituicao=2

Nos 9T12 pagou o dobro de IR do que no 9T11...apesar de manter o lucro.

= Sexta-feira desaba hahahaha

BRIN voltou aos trilhos depois de 2 trimestres mais fracos...

144266 - 14 Ago 2012, 01:18
Resultado do 2º Trimestre de 2012
A companhia anunciou lucro líquido de R$ 26,3 M no 2° trimestre de 2012, uma variação de 21,4% em relação ao primeiro trimestre de 2012 e crescimento de 5,7% em relação ao segundo trimestre de 2011.

132027 - small caps - 16/Mai/2012 10:38
Também achei, em linha com as expectativas...
Mais um que apresentou resultado melhor do que o ano passado :)


123446 - small caps - 30/Mar/2012 13:55
citação: herdsman
Sinceramente não entendo toda comoção sobre BRIN. E se BRIN for fogo de palha? Tipo o Hypermarcas de seguros? Comprar corretoras com carteiras é fácil, administrar o trem é outro quinhentos.
(Mas também não façam como eu que vou para a dayCOVA com meus banquinhos)

herds, impossível comparar.

HYPE3 se expandiu a base de um endividamento absurdo, que só fazia subir o lucro EBITDA e não lucro líquido.

BRIN3 tem uma fluxo de caixa e geração de caixa operacional animalesco e cada negócio que faz de aquisição tem um pay back muito rápido. Observe que praticamente não houve consumo de caixa, mesmo com as aquisições efetuadas. O lucro por ação também subiu...

DAYC4, no exemplo, tem uma conjuntura econômica pela frente mais complexa do que o negócio de BRIN3, embora minha partipação em DAYC4 ainda seja o dobro de BRIN3.


116579 - small caps - 22/Fev/2012 23:11
O que gosto de BRIN3, além do que comentei há pouco, é que a receita dela é um pouco mais "recorrente" que a de corretagem de imóveis. Seguro se renova todo ano... E as margens são mais relevantes...

O principal risco, claro, é o pequeno histórico ainda, e em razão disto, a posição deve considerar este fator. Até então, os trimestre vem melhorando e o 4o. trimestre costuma ser o mais forte, conforme constou na última teleconferência.

Por fim, os maiores acionistas dela ainda são os institucionais... pouquíssimas pessoas físicas com suas ações. Se não me engano eram umas 30 no encerramento do terceiro trimestre.

116573 - small caps - 22/Fev/2012 22:51
citação: uqaz

citação: paulo_prof
citação: Midas RJ
citação: tota57
citação: small caps
Ilustres, só uma passada rápida para, AVISAR o que segue:

A posição em CARD3 foi diluída e ganhou duas novas posições.
Cada qual perfaz 1% da carteira de ações, então...

Depois comento o racional, pois são empresas que pelos múltiplos (ATUAIS) não estariam no nosso radar:

OHLB3
BRIN3

Mais da metade do trabalho de coleta de novos ativos para carteira do ano está concluído...

A BRIN3 é adminstrada pelo GULF, mesmo fundo que administra a BBRK3. A primeira pretende ser a maior no segmento de corretoras de seguros, enquanto a segunda no de imobiliárias.
O modelo é semelhante, o de crescimento através de aquisições de empresas existentes no mercado.

Boa sorte Small. Eu estou a 2 anos acreditanto na BBRK, mas ainda não consegui fazer a colheita...rsrs

Sobre BRIN, acho -certeza nenhuma; apenas ouvi falar- que tem a mania feia de diluir acionistas, emitindo ações a cada nova aquisição. De qq forma naum me interessa, por isso naum tenho dinheiro lah.

Sobre OHBL>>> realmente fica difícil entender o que leva alguém a pensar em investir nisso. Olha soh os múltiplos a seguir:
pl 13,6; pvpa> 3,6; dívida/pl 2,12. Se isso eh bom, naum sei o que eh ruim!!!
Somente se justifia se houver alguma informação dos bastidores.

Midas

No que tange o endividamento, acho que é o líquido que realmente interessa (principalmente se vc for amigo do rei, recebendo grana subsidiada do BNDES e aplicando a taxas de mercado). Por outro lado, acho que commparar o endividamento com o Patrimônio Líquido não fornece informação relevante ... melhor comparar com a geração de caixa (ebitda).

A dívida líquida da OHBL no final do 3T11 era de 1,79 vezes o ebitda gerado nos 12 meses anteriores. Se o ebitda "ajustado" (antes do IFRS) fosse utilizado no lugar do ebitda tradicional, esta relação cairia para aprox. 1,6.

Um endividamento da ordem de 1,7 do ebitda anual é considerado relativamente "saudável". Certamente não é considerado alto!

No que tange outros indicadores fundamentalistas, não faz muito sentido disassociar o P/L da taxa média de crescimento anual do lucro líquido. Quero crer que o P/L seja alto porque a taxa de crescimento do lucro é altíssima. Pela minha avaliação, esta taxa gira em torno de no mínimo 35% a 40% nominais se um horizonte de até 4 anos é tomado como base e de mais de 70% se somente o último ano for tomado como base (nesta avaliação, estimei um lucro bruto tremendamente conservador, de R$ 50 milhões, no 4T11).

Supondo que o lucro líquido do 4T11 tenha sido de R$ 50 milhões, que a taxa anual média real de crescimento do lucro líquido nos próximos 3 anos seja de 35%, supondo uma perpetuidade real nula e uma taxa de desconto real de 10% a.a., a fórmula do FCD produz um preço justo de R$ 107,61.

Em conseqüência, não dá para aformar com certeza que o ativo está caro !!! Vai que, nos próximos 3 anos, a empresa consiga aumentar o lucro líquido a uma taxa de 35% reais ao ano?!!!!

Prof, poderíamaos dizer que esse seria um caso parecido com HGTX?

Meu software operacional está sempre em desenvolvimento.

Há não muito, vendi HGTX3 com 500% de ganho e LLIS3 com apenas 300%. Elas ultrapassaram os 1.000%. Fui atrás para ver onde errei e descobri parte.

Meu radar passou a captar novos ativos neste momento em razão disto.

Muita atenção a isto:

ASSET LIGHT! Num mercado que permite um excelente crescimento. Fluxo de caixa porreta e margens brutas gigantescas... com Ebitdas de deixar qualquer um maluco.

BRIN3 tem apenas 1% do mercado e suas margens são ilariantes. Acredito que com a consolidação de novas aquisições, cada vez mais vai ampliar seu poder de barganhar melhores taxas de corretagem na venda de seguros.

Tem ativos em que o crescimento possível é gigante. Este no meu juízo é um deles. Já separaram R$ 200 milhões para aquisições este ano e o fluxo de caixa do negócio é violento. Payback de cada investimento muito forte.

Já OHLB3 muita gente esquece de considerar que várias praças de pedágios passaram a operar recentemente e o reajuste inflacionária está a todo vapor nas suas máquininhas de fazer dinheiro... aquelas casinhas que vc vem nas rodovias Estaduais e Federais melhores conservadas.

Aliás, o EBITDA dela está próximo de R$ 300 milhões por trimestre e o lucro líquido parece se encaminhar para os R$ 500 milhões anuais... quando as despesas financeiras forem diminuindo, cada vez mais vai aparecer o lucro líquido e sobrar caixa para o acionista... Aliás, P/EBITDA por volta de 4 ou 5 e P/L por volta de 10 num ativo de forte crescimento por qual razão estaria cara? Só porque já subiu demais?

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