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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Pet Manguinhos (RPMG)


Pet Manguinhos (RPMG)


Links:
- Análise de Balanços doPalpitesAções
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24633 de 2464906/Jan/2010 22:20 [Citar este comentário] 0
4 paulo_profComentários: 1201 - Desde: Jul 2009
citação: rhbbatistaAlguem poderia, por favor, comentar a RPMG3?


Prejuízo de R$ 23 milhões em 2006. Prejuízo de R$ 27 milhões em 2007. Prejuízo de R$ 385 milhões em 2008. Já chega? Ainda não? Prejuízo de R$ 34 milhões no 1T09. Prejuízo de R$ 32 milhões no 2T09. E no 3T09? O pessoal deve ter cansado ... se recusando a apresentar o balanço do 3T09. Prejuízos acumulados de R$ 471 milhões. Patrimônio líquido negativo de R$ 417 milhões.

Vai saber por que os ativos que custam centavos têm aquele poder de atração sobre uns e outros 
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25499 de 2551415/Jan/2010 18:05 [Citar este comentário] 0

2 Capa_PretaComentários: 2014 - Desde: Dez 2009

A fonte é um lixo mas faz sentido... O roto comprando o esfarrapado...

Refinaria Manguinhos (RPMG3/4)

http://bolsafeliz.blogspot.com/2010/01/refinaria-de-manguinhos.html

Empresa com números horrorosos.

Patrimônio líquido negativo em mais de 400 milhões de reais.

Prejuízo de R$3,48 por ação no 1S09.

Mas volume de negócios crescendo e OBV apontando pra cima.

Postaram a seguinte notícia num post antigo do nosso blog:

"A OGX Brasil, empresa do grupo EBX voltada para o setor de estaleiros e plataformas petrolíferas, informou que encomendou estudos para uma possível parceria junto com a Refinaria de Petróleos de Manguinhos S.A. A Grandiflorum Participações S.A, controlador da refinaria é uma empresa que tem como controladora a AMPAR Fomento Mercantil, braço financeiro do Grupo Andrade & Magro, foi constituída com o intuito de atuar no mercado através de aquisições, incorporações e participações em empresas com foco, essencialmente, na área de petróleo e gás, estuda a parceria. O presidente da OGX, Rodolpho Landim, garantiu que a empresa tem recursos suficientes em caixa para tocar os investimentos. Em função disso e do atual momento de queda dos custos na indústria de petróleo e gás, Landim, em tom de brincadeira, disse que a empresa é "abençoada".

"Fomos ao mercado em um momento bom, estamos gastando em um momento bom, e vamos produzir num momento bom", afirmou Landim, em entrevista coletiva na qual detalhou os planos da empresa para os próximos anos.

Para a empresa, o foco seria o aproveitamento da posição estratégica da refinaria para processar o óleo dos blocos adquiridos. A OGX tem um portfólio de 22 blocos --Campos (7), Santos (5), Espírito Santo (5) e Pará-Maranhão (5). Estimativas preliminares apontaram que esses blocos teriam um total de 5,8 bilhões de barris de petróleo e gás. Esse volume não é, necessariamente, recuperável. O diretor de Operações e de Exploração e Produção, Paulo Mendonça, disse, no entanto, que as últimas pesquisas sísmicas apontaram indícios de que esses volumes podem ultrapassar a estimativa inicial. "Estamos focando nas pesquisas no pós-sal, que já é uma área conhecida. O pré-sal não é prioridade", observou Mendonça, que assim como Landim, trabalhou na Petrobras a maior parte da carreira.

Segundo Landim, a empresa pretende agregar o valor dos produtos refinados, podendo assim fazer parte de toda a cadeia produtiva, desde a extração, até o refino e distribuição, visto que o Grupo EBX, pode anunciar nos próximos dias a compra de ativos da Companhia Energética do Ceará (Coelce). A diretoria da distribuidora nega, mas lembra, através de sua assessoria de imprensa, que a Coelce já faz negócios com a MPX e, no fim de 2008, fechou contratos de compra de energia. “Não existe relação direta ou qualquer movimento fora disto”, informa.

Ao mesmo tempo em que admitiu buscar novas aquisições, dependendo da oportunidade, Landim não descartou a possibilidade de a companhia vender alguns ativos, caso seja vantajoso.

"O nosso controlador [Eike Batista] já disse que não morre de amores por nenhum ativo. Mas que não vende nada barato. Se um dia chegar uma oferta, ele vai avaliar. Mas isso é com ele, o que temos que fazer é implementar o plano de desenvolvimento das reservas", afirmou.

(Fonte: Exame/Carlos Henrique Coelho)

Matéria a ser publicada, falta revisão

Editor: César Gasparetto

Janeiro / 2010"
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Um retoque na imagem 
Sob nova direção, a maior refinaria privada do país quer esquecer o passado de prejuízos e escândalos e voltar a crescer.

Nos últimos anos, a refinaria de Manguinhos, no Rio de Janeiro, tornou-se presença constante nas páginas dos jornais de todo o país. Quando não eram os percalços financeiros, que a levaram à recuperação extrajudicial, no final de 2008, as manchetes destacavam acusações de sonegação fiscal e outras maracutaias. Na foto que ilustra esta página, esse período corresponde à metade esquerda da imagem, a que está cheia de nuvens e em preto-e-branco. Há dez meses, um grupo de executivos assumiu a companhia com um desafio: limpar o passado de problemas e transformar Manguinhos, a maior refinaria privada do Brasil, numa fonte de boas notícias. Em um esforço para levar avante seu projeto, esses executivos têm percorrido os gabinetes do governo do Rio de Janeiro, das distribuidoras de combustível e das entidades setoriais com um plano ambicioso. Eles pretendem iniciar a produção de biodiesel, instalar um terminal de importação e exportação de etanol e retornar à produção de gasolina, suspensa há três anos. No discurso, o cenário traçado pela nova gestão corresponde à metade direita da foto ao lado, com céu azul. Até aqui, toda a peregrinação dos novos controladores de Manguinhos tem gerado mais desconfiança do que apoio. E a razão é prosaica. Assim como a própria refinaria, o grupo que assumiu a empresa foi protagonista de escândalos rumorosos e provoca muxoxos de ceticismo por onde passa. "É como se os piores alunos da escola de repente fossem à diretoria dizer que, daqui para a frente, vão se comportar", diz Régis Fichtner, secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro.

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Os "maus" alunos em questão são o advogado Ricardo Magro, sócio do grupo que comprou a refinaria da multinacional espanhola Repsol, e o ex-secretário de Fazenda do Rio de Janeiro Marcelo Sereno, atual presidente da holding Manguinhos. Magro é um dos integrantes do grupo Andrade Magro, com décadas de atuação no mercado de combustíveis e um histórico de ligações com distribuidoras acusadas de sonegação, muitas delas clientes cativas de Manguinhos. O caso mais polêmico do grupo é o da distribuidora Inca, representada pelo próprio Ricardo Magro. Depois de ter o registro cassado em São Paulo, a Inca foi apontada por uma CPI da Assembleia Legislativa do Rio como a principal beneficiada por um esquema de sonegação que se sustentava em brechas legais criadas pela ex-governadora Benedita da Silva. Marcelo Sereno tem um currículo ainda mais vistoso que o de Magro. O atual presidente da holding de Manguinhos, ex-assessor de José Dirceu no Ministério da Casa Civil, tornou-se conhecido nacionalmente por seu envolvimento no escândalo do mensalão e pelo protagonismo na CPI dos Bingos. "Você acha que dá para acreditar que eles querem ser sérios agora?", disse a EXAME um dos empresários que receberam recentemente uma visita da dupla.

A fama atrapalha, mas o maior empecilho aos planos de Magro e Sereno é a oposição cerrada que o governo do estado do Rio de Janeiro, hoje nas mãos do peemedebista Sérgio Cabral, tem feito ao projeto. Pelos cálculos do secretário da Casa Civil, Manguinhos deixou de pagar 600 milhões de reais em ICMS por causa do regime especial criado por Benedita e renovado por sua sucessora, a ex-governadora Rosinha Matheus (PMDB). Nos sete anos em que o benefício fiscal esteve ativo, a refinaria perdeu grandes clientes, como Shell, Esso e Ipiranga, que preferiram comprar gasolina da Petrobras e evitar problemas na Justiça. Sem as grandes, Manguinhos passou a vender gasolina apenas para distribuidoras menores, que fornecem aos chamados postos de bandeira branca. Essas redes não estão ligadas a nenhuma grande marca, oferecem preços abaixo da concorrência e estão sempre no foco da fiscalização. A Inca, por exemplo, foi a maior e, por alguns meses, a única cliente de Manguinhos até deixar de funcionar, em 2007. Na tentativa de limpar sua imagem, os sócios de Manguinhos dizem que vão parar de vender para essas redes. "Vamos abandonar esse mercado mais agressivo e nos concentrar nas grandes distribuidoras", diz Ricardo Magro. Para atraí-las de volta, a refinaria passou a oferecer um desconto de 2% por litro de gasolina, abatimento considerável para um mercado em que as margens de lucro na venda ao consumidor final variam de 1% a 2%. Até agora, mesmo com o generoso desconto, as grandes ainda não compraram uma gota de combustível de Manguinhos.

No centro das disputas com o governo fluminense está o controverso mecanismo de pagamento de imposto adotado pela refinaria. Desde que os benefícios fiscais foram suspensos pelo governador Sérgio Cabral, em 2007, a empresa paga o ICMS pela venda do combustível usando títulos de confissão de dívida do próprio governo do estado (precatórios comprados no mercado com desconto de pelo menos 40%). O governo não aceita esses papéis como moeda de troca por impostos, mas a empresa insiste que o mecanismo é legítimo e alega que já existem decisões de tribunais superiores que apoiam essa prática. Confusão formada, o governo já cobra na Justiça 50 milhões de reais de pagamentos em atraso e, segundo a Casa Civil, outros 120 milhões de reais devem ser encaminhados para cobrança em breve. "Queremos ser tratados como qualquer outro contribuinte, sem preconceito. Há muitas empresas que pagam seus impostos com precatórios", afirma Magro. O secretário Fichtner, da Casa Civil, nega que outras empresas paguem seus impostos com precatórios.

Localizada na avenida Brasil, via de ligação da cidade do Rio de Janeiro com São Paulo e com a região serrana fluminense, Manguinhos é hoje uma das poucas refinarias privadas que restaram no país (as outras são a paulista Univen e a antiga refinaria Ipiranga, na qual a Petrobras, tem 33% de participação). A sobrevivência dessas empresas ficou especialmente difícil a partir de 2002, quando, apesar da alta na cotação do petróleo, o preço da gasolina para o consumidor final foi congelado pela Petrobras. Em 2005, Manguinhos parou de produzir gasolina com óleo importado e passou a comprar o combustível de uma central petroquímica da Braskem, no sul do Brasil, e a revendê-lo no mercado com uma mistura de nafta e solventes. "Como é que a empresa pode comprar essa gasolina pelo mesmo valor que a concorrência, pagar o frete e ainda oferecê-la no mercado com desconto? A conta só fecha se a empresa usar os tais precatórios comprados bem baratinho para pagar o ICMS", diz um dono de distribuidora. No Rio de Janeiro, o ICMS não é um detalhe. O imposto equivale a mais de um terço do preço final da gasolina. Sem os precatórios, portanto, Manguinhos se torna inviável da noite para o dia. E, como o governo do estado permanece irredutível em relação ao heterodoxo modo de pagamento, os grandes clientes devem continuar onde estão: bem longe de Manguinhos. Para desfazer esse impasse, os novos controladores da refinaria vão precisar bem mais do que belos discursos e retoques na imagem.


histórico financeiro: http://mm.portalexame.abril.com.br/empresas/maiores/1/2008/endividamento-geral/-/-/-/- 
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26497 de 2655623/Jan/2010 18:37 [Citar este comentário] 0

2 djas1001Comentários: 267 - Desde: Jan 2010

Na mira de Eike

A Refinar ia de Manguinhos, um antigo mico da Bovespa, subiu 131% em três pregões. Por trás dessa dispara da pode estar o interesse do homem ma is rico do País

Um foguete passou pela bolsa na semana passada. A ação PN da refinaria Manguinhos saltou de R$ 0,45 para R$ 1,04, impressionante valorização de 131% em quatro dias, encerrados na quinta- feira 21. Nesse mesmo período, o Ibovespa recuou 3,9%. A empresa, que está em recuperação judicial, foi beneficiada pelo novo programa de refinanciamento das dívidas com o Estado do Rio de Janeiro. Na terça- feira 19, foi aprovada a lei do Refis que autoriza o pagamento de débitos com precatórios. Esta, porém, é apenas uma parcela da explicação sobre o fenômeno Manguinhos.

A outra metade atende pelo nome de Eike Batista. Especulava-se que o novo rei do petróleo nacional, que vem anunciando seguidamente descobertas de óleo negro nas reservas da OGX, teria iniciado conversas com Ricardo Andrade Magro, controlador da Refinaria de Manguinhos. Batista teria levado à mesa uma proposta para adquirir a refinaria, que, no passado, pertenceu à Repsol e à família Peixoto de Castro.

Ela foi comprada por Andrade Magro há pouco mais de um ano, na bacia das almas. Tendo sido boato ou não, esse suposto movimento de Eike provocou a valorização da ação. "O ciclo de produção leva dez anos, depois da confirmação das reservas, que a OGX deve fazer ao longo de 2010. A refinaria é um projeto de longo prazo", diz Flávio Conde, da Gradual Investimentos. Localizada em uma área de 500 mil metros quadrados em plena avenida Brasil, no Rio de Janeiro, Manguinhos anteciparia algumas etapas nesse processo de produção e refino da OGX

A refinaria parecia ser um caso perdido até recentemente. Na bolsa, era um grande mico. Acumulou perdas de 19,7% em 2007, apesar da alta de 43,6% do Ibovespa, e ganhos de 30% no ano passado, enquanto o principal índice da BM&FBovespa subiu 82,6%. Em 2008, as perdas foram de 41,8%, como a média da bolsa. Para virar esse jogo, Ricardo Andrade Magro, que vem do setor de distribuição de combustíveis, tinha planos ambiciosos.

Contratou o executivo Paulo Henrique Menezes, ex- Garantia, para a presidência com a missão de aproveitar suas boas instalações e transformar a empresa em uma produtora de combustíveis de alta qualidade. "Vamos nos focar em produtos premium, como os lubrificantes", disse Menezes à DINHEIRO há duas semanas, antes do início da onda de especulação. Ele falava até numa butique de combustíveis. Mas pode ser que Eike Batista tenha outros planos para Manguinhos.

http://www.terra.com.br/istoedinheiro/edicoes/642/artigo160725-1.htm

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26498 de 2655623/Jan/2010 18:37 [Citar este comentário] 0

2 djas1001Comentários: 267 - Desde: Jan 2010

A Refinaria de Manguinhos vai promover o desmembramento de suas unidades afim de diversificar suas atividades, atrair novos investidores para se capitalizar e sair do vermelho, disse o presidente da companhia Carlos Filippe Rizzo, em entrevista. "Até o final do ano já estaremos operando com saldo positivo", disse o executivo que assumiu em dezembro o comando da principal acionista da refinaria, que responde por 70% das ações da empresa. Ele substituiu o ex-secretário de Comunicação do PT, Marcelo Sereno.

Os 30% restantes já sentiram na Bovespa o impacto dos ajustes que a refinaria está promovendo e os executivos chegaram a ser indagados sobre a movimentação pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Desde o início de janeiro, as ações da companhia listadas em Bolsa valorizaram 100%, dobrando seu valor unitários dos R$ 0,40 para R$ 0,80. Parte dessa valorização pode ser atribuída aos rumores de que uma das empresas do grupo Eike Batista (EBX) poderia adquirir a refinaria.

"Isso começou porque diretores da empresa citaram o nome de Manguinhos para possíveis parcerias estratégicas devido à sua excelente localização. Não há qualquer negociação neste sentido e o que estamos fazendo para desmembrar as unidades são atos que já estavam previstos no plano de negócios da empresa lançado no início do ano passado, quando assumimos a direção da companhia", disse Rizzo, que antes de Sereno deixar o cargo, era presidente do Conselho de Administração da Refinaria.

O desmembramento prevê a criação de pelo menos outras quatro unidades, sendo uma delas uma trading para importação de combustíveis (óleo e nafta) a serem processados na refinaria. "Minimizamos o risco e atraímos parceiros dessa maneira", disse. A segunda unidade a ser desmembrada, e em processo mais avançado, será a companhia de biocombustível, primeira planta de processamento de biodiesel do Estado do Rio, que terá capacidade para abastecer toda a região metropolitano. Parcerias para o desenvolvimento da área já estão em andamento, bem como o processo para licenciamento ambiental.

A terceira unidade prevê o repasse de parte da capacidade de armazenamento da refinaria, que possui um total de 200 milhões de litros, para outras companhias distribuidoras, de modo a criar no local um terminal privado de granéis líquidos. Já a quarta unidade seria destinada à fabricação e engarrafamento de GLP. A ideia, disse Rizzo, é juntar-se a uma companhia distribuidora de GLP já existente para operar em conjunto no mercado. (Kelly Lima - AE)


http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=17&id=258958 
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26551 de 2655624/Jan/2010 17:22 [Citar este comentário] 0

4 siriacoComentários: 521 - Desde: Jan 2009

Olhem a matéria publicada na Isto é Dinheiro desta semana:

Na mira de Eike

A Refinar ia de Manguinhos, um antigo mico da Bovespa, subiu 131% em três pregões. Por trás dessa dispara da pode estar o interesse do homem ma is rico do País

Márcio KROEHN

"Focaremos em produtos premium", disse paulo menezes, presidente da manguinhos, à dinheiro

Um foguete passou pela bolsa na semana passada. A ação PN da refinaria Manguinhos saltou de R$ 0,45 para R$ 1,04, impressionante valorização de 131% em quatro dias, encerrados na quinta- feira 21. Nesse mesmo período, o Ibovespa recuou 3,9%. A empresa, que está em recuperação judicial, foi beneficiada pelo novo programa de refinanciamento das dívidas com o Estado do Rio de Janeiro. Na terça- feira 19, foi aprovada a lei do Refis que autoriza o pagamento de débitos com precatórios. Esta, porém, é apenas uma parcela da explicação sobre o fenômeno Manguinhos.

A outra metade atende pelo nome de Eike Batista. Especulava-se que o novo rei do petróleo nacional, que vem anunciando seguidamente descobertas de óleo negro nas reservas da OGX, teria iniciado conversas com Ricardo Andrade Magro, controlador da Refinaria de Manguinhos. Batista teria levado à mesa uma proposta para adquirir a refinaria, que, no passado, pertenceu à Repsol e à família Peixoto de Castro.

Ela foi comprada por Andrade Magro há pouco mais de um ano, na bacia das almas. Tendo sido boato ou não, esse suposto movimento de Eike provocou a valorização da ação. "O ciclo de produção leva dez anos, depois da confirmação das reservas, que a OGX deve fazer ao longo de 2010. A refinaria é um projeto de longo prazo", diz Flávio Conde, da Gradual Investimentos. Localizada em uma área de 500 mil metros quadrados em plena avenida Brasil, no Rio de Janeiro, Manguinhos anteciparia algumas etapas nesse processo de produção e refino da OGX

A refinaria parecia ser um caso perdido até recentemente. Na bolsa, era um grande mico. Acumulou perdas de 19,7% em 2007, apesar da alta de 43,6% do Ibovespa, e ganhos de 30% no ano passado, enquanto o principal índice da BM&FBovespa subiu 82,6%. Em 2008, as perdas foram de 41,8%, como a média da bolsa. Para virar esse jogo, Ricardo Andrade Magro, que vem do setor de distribuição de combustíveis, tinha planos ambiciosos.

Contratou o executivo Paulo Henrique Menezes, ex- Garantia, para a presidência com a missão de aproveitar suas boas instalações e transformar a empresa em uma produtora de combustíveis de alta qualidade. "Vamos nos focar em produtos premium, como os lubrificantes", disse Menezes à DINHEIRO há duas semanas, antes do início da onda de especulação. Ele falava até numa butique de combustíveis. Mas pode ser que Eike Batista tenha outros planos para Manguinhos. 
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26884 de 2690528/Jan/2010 21:37 [Citar este comentário] 0

5 Bald2 Usuário PremiumComentários: 7945 - Desde: Mai 2007

NOTICA BOMBA DO FORNO 28/01/2010--

MANGUINHOS DÁ INICIO NA CONTRATAÇÃO DE TÉCNICOS PARA PLANTA DE BIODIESEL

Manguinhos contratando Técnicos Quimicos e Ambientais....

LINK:http://emprego.catho.com.br/vagas/quimica-engenharia-quimica/rio-de-janeiro/rio -de-janeiro/nivel/tecnico-quimico/4997013/ 
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30477 de 3057517/Mar/2010 20:47 [Citar este comentário] 0

2 SPARTACUS TRADERComentários: 757 - Desde: Mai 2009

Manguinhos retomando os negócios

17 de Março de 2010 – 19:50


A Refinaria de Petróleo Manguinhos, a única do país sob controle privado, ensaia passos para sair da recuperação extrajudicial. A empresa, do grupo paulista Andrade Magro tem vários planos para retomar seus negócios. Além da diversificação de atividades, ela pretende investir R$ 100 milhões em 2010. Em Abril começa a operar a planta de biodiesel já instalada na área da empresa, com capacidade inicial para 60 mil toneladas,além de que a empresa está prestes a fechar uma parceria com um grupo de investidores estrangeiros na área de refino de petróleo.(Marcelo Souza – Jornal Cruzeiro do Sul) 

Proposta de aumento do capital social

A RCA de 08/06/2010 aprovou a proposta de aumento do capital social, a ser submetida à Assembléia Geral, nas seguintes condições:

“Aumento do capital social mediante a capitalização de crédito de titularidade da acionista Manguinhos Participações S.A., adquirido, por cessão, da Fera Lubrificantes Ltda., detido contra a própria Companhia, no valor de R$ 20.000.000,00, referente a parte dos créditos decorrentes de adiantamento para venda futura de derivados de petróleo
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Petroquímica Manguinhos anuncia subscrição de ações ordinárias e preferenciais

Recomendar!

Por: BovespaIM

01/07/10 - 18h29

Bovespa

SÃO PAULO - A empresa enviou o seguinte Aviso aos Acionistas:

"Comunicamos aos acionistas da Companhia que na Assembleia Geral Extraordinaria

da Companhia, realizada no dia 30 de junho de 2010, foi aprovado, por

unanimidade, o aumento do capital social da Companhia no valor de

R$ 20.000.000,00 (vinte milhoes de reais), passando o mesmo de R$ 37.887.303,73

(trinta e sete milhoes, oitocentos e oitenta e sete mil, trezentos e tres reais

e setenta e tres centavos) para R$ 57.887.303,73 (cinquenta e sete milhoes,

oitocentos e oitenta e sete mil, trezentos e tres reais e setenta e tres

centavos), mediante a capitalizacao de credito que a acionista Manguinhos

Participacoes S.A. detinha contra a Companhia, resultando na emissao de

512.532.781 acoes ordinarias e 97.334.878 acoes preferenciais, todas nominativas

e sem valor nominal, ao preco de emissao de R$ 0,032794 por acao. Sendo assim,

os acionistas que desejarem exercer seu direito de preferencia a subscricao das

novas acoes deverao faze-lo no periodo de 30 dias, compreendido entre os dias

02/07/2010 (dia seguinte a divulgacao deste aviso ao mercado - CVM e

BM&FBovespa) e 31/07/2010, comparecendo a uma agencia especializada do Banco

Itau S.A (Instituicao Depositaria das Acoes da Companhia), o qual providenciara

a emissao de respectivo boletim de subscricao e instruira o pagamento a ser

realizado a acionista Manguinhos Participacoes S.A., nos termos do artigo 171,

2 da Lei 6.404/76, o qual devera ser a vista e em moeda corrente nacional, com

base no preco de emissao por acao objeto do direito de preferencia. Para

acionistas cujas acoes estejam depositadas em custodia da BM&FBOVESPA, a

subscricao podera ser realizada junto a seus agentes de custodia, dentro do

prazo referido acima. Terao direito a subscrever o aumento de capital os

acionistas titulares de acoes da Companhia em 1o de julho de 2010 (dia da

divulgacao deste aviso ao mercado - CVM e BM&FBovespa), na proporcao de suas

respectivas participacoes no capital social em tal data, passando as acoes da

Companhia, a partir de 2 de julho de 2010 (inclusive), a serem negociadas

ex-subscricao. Cada uma acao ordinaria dara a seu titular o direito de

subscrever 2,23186253028 acoes ordinarias e 0,000606284 acao preferencial; e

cada uma acao preferencial dara a seu titular o direito a subscrever

2,23246881400 acoes preferenciais.

As acoes a serem emitidas em funcao do aumento de capital farao jus aos mesmos

direitos das acoes ja existentes, da mesma especie, inclusive recebimento

integral de eventuais dividendos e/ou juros sobre o capital proprio, se houver,

que vierem a ser declarados, independentemente do exercicio a que se refiram.

Por fim, cumpre esclarecer que nao havera outra assembleia para homologacao do

aumento do capital social, uma vez que todas as acoes a serem emitidas serao

subscritas, tendo em vista que o aumento de capital decorreu de capitalizacao de

credito que a acionista controladora Manguinhos Participacoes S.A. detinha

contra a Companhia, com base no artigo 171, paragrafo 2o da Lei n 6.404/76."

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120461 de 12049413/Mar/2012 23:15 6
 small capsComentários: 5958 - Desde: Fev 2007
Sobre RPMG, publicado da Revista ADVFN do mês atual:

REFINARIA DE PETRÓLEOS MANGUINHOS S.A. – comentários de Anderson Lueders.

A empresa Refinaria de Petróleos Manguinhos S.A. conquistou forte aumento de 58,8% da receita bruta nos primeiros 9 meses de 2011 em comparação ao mesmo período de 2010. No entanto, mesmo com um bom lucro líquido no último trimestre com balanço divulgado (3º Trimestre de 2011) a companhia apresenta um pequeno prejuízo no acumulado do ano. Esse lucro decorreu de uma renegociação de dívidas em que credores aceitaram uma redução de 65% e 70% sobre um montante de R$ 93,8 milhões, cujo pagamento se deu com a emissão de ações ao preço de R$ 0,88 para as ações ordinárias e R$ 0,58 para as ações preferenciais. Este negócio gerou um lucro não recorrente de R$ 69 milhões, que integrou o balanço do terceiro trimestre.

A empresa apresenta resultados negativos sistemáticos nos últimos anos, culminando num elevado passivo a descoberto e prejuízos acumulados em balanço de R$ 432,3 milhões. A posição de caixa é diminuta comparada aos passivos a serem quitados, inclusive tributários.

Com a cotação das ações ordinárias a R$ 1,21, conforme último negócio realizado no pregão de 17 de fevereiro de 2012, o valor de mercado da empresa equivale a R$ 1,1 bilhão. Seu Preço/Lucro (nos últimos 12 meses) é -19,16 (prejuízo acumulado) e o Preço/Valor Patrimonial da ação é -6,13 (passivo a descoberto). A Refinaria Manguinhos custa o equivalente a 0,45 vezes o faturamento líquido de um ano.

A companhia está tentando realizar o seu turnaround. Para sair da situação em que se encontra, tem sido feito alguns movimentos: a) a citada renegociação de dívida, com abatimento significativo e entrega de ações como pagamento; b) aumento da receita bruta; c) modificou a gestão a partir de dezembro de 2008, assumindo o grupo Andrade Magno; d) busca de alternativas para otimizar o seu parque fabril, inclusive pela sua localização estratégica; e) estudo de novos negócios, até mesmo com a realização de memorando de entendimento com a empresa Genesis 2000 Exploração e Produção de Hidrocarbonetos para avaliar a possibilidade de adquirir direitos de exploração de petróleo na cidade de Urupema/RN.

No entanto, todas estas medidas ainda são bastante incipientes e não resultaram em aumentos consistentes de margens, para que ao menos seja atingido o fluxo de caixa necessário para saldar as dívidas acumuladas em balanço. Portanto, o investidor deve considerar que ainda é bastante significativo o risco advindo de sua situação patrimonial. O êxito na reestruturação financeira e da realização de negócios com melhores margens operacionais é fundamental para que a companhia possa apresentar resultados consistentes e transmitir melhor confiança para o investidor.

A cotação das ações de RPMG3 no final do ano de 2001 girava em torno de R$ 1,40. Passados 10 anos, permanece abaixo deste patamar, refletindo a seqüência de resultados financeiros nada animadores apresentados e que culminaram em passivo a descoberto. No mesmo período, empresas saudáveis, com boas margens financeiras, bem administradas e em setores da economia com melhores condições de lucratividade chegaram a acumular altas acima de 4 dígitos.

Trata-se, portanto, de uma opção de investimento para quem gosta de pesquisar empresas que buscam realizar um turnaround. O momento mais adequado para se posicionar neste tipo de ativo é quando há indícios de que os passivos foram renegociados e que os resultados operacionais e fluxo de caixa são suficientes para quitação da dívida de tempos pretéritos. Estes indícios ainda não ocorrem claramente.




1 comentários:

Anônimo disse...

Neste exato momento, 02 de Julho de 2011, a Refinaria de Petróleo Manguinhos encontra-se no seu grande divisor de águas.

Sobram fundamentos para que a empresa demonstre uma das maiores altas sustentáveis da história da Bovespa.

Hoje, indiscutivelmente, as ações RPMG3 (ON) e RPMG4 (PN) estão na situação de "preço inacreditável", para que investidores no médio e longo prazos tenham seus investimentos mais do que recompensados, R$0,59 e R$0,48 respectivamente.
Refinaria de Manguinhos está no setor Petróleo, Gás e Biocombustíveis, ENERGIA, cuja demanda é brutal e cresce à cada ano.

Estudos do potencial da Manguinhos estão em andamento com nada mais que Chevron, que dispensa palavras, empresa que sabe ganhar dinheiro e explorar as melhores oportunidades de negócios do planeja.

Estudo com Astra Oil, observando a produção de Biodiesel, que de acordo com a IEO (International Energy Outlook), vem do BRASIL os maiores e importante provedores neste seguimento. Idem, interesses na importação e exportação de Etanol.

A Refinaria de Petróleos de Manguinhos firmou, em conjunto com a Jetbio Tecnologia em Biocombustíveis, um memorando de entendimentos com a americana UOP, do grupo Honeywell.

Recentemente, a Refinaria de Manguinhos, visando as MELHORES OPORTUNIDADES e buscando aproveitar todo seu potencial, informou seu desinteresse na parceria com a Petrobrás, mas vez que não atenderia a estratégia Manguinhos de Crescimento.

Com uma NOVA gestão focada na essência do crescimento sustentável, seja bem vindo para fazer parte de história.

Fundamentos - TEMOS

Crescimento - Mostramos.

Dez minutos, ou o tempo que achar necessário, leia, estude essa empresa, e com paciência e foco teremos nosso retorno.

Criados, coletivamente por acionistas, em busca de informações transparentes (e seja bem vindo para ser um deles), leia os dois sites abaixo.

http://refinariamanguinhosblog.webnode.com.br/blog/ (criado por Maicgota - não há ligação com a direção da Refinaria). Novo

http://maicgota.no.comunidades.net/index.php (criado por Maicgota com cooperação dos acionistas - não há ligação com a direção da Refinaria).

http://www.manguinhosrefinaria.com.br/ (criado pela Manguinhos)

Nossa missão é transparência para o melhor investimento.

****
Abaixo, um de nossos acionistas e colegas, Sr. Nelson Karan, demostra a projeção de produção do 1Trimestre deste ano. Significa, possivelmente, mais uma quebra de recorde - como diz, enquanto dormimos ansiosos pelos retornos, a Refinaria NÃO PARA.

PROJEÇÃO - 1ºTRIMESTRE - 2011!!!!

Segue cálculos e taxas de crescimento da Refinaria e outros (Química + Distribuidora), seguindo números recorrentes de trimestres anteriores.


FATURAMENTO


REFINARIA

1º Trimestre 153.364
2º Trimestre 190.020 + 23,90% do anterior
3º Trimestre 248.365 + 30,70% do anterior
4º Trimestre 263.221 + 5,98% do anterior

1º trimestre 2011 = 278.962 + 5,98% do anterior...PROJEÇÃO


QUÍMICA + DISTRIBUIDORA .....ESTÁ "BOMBANDO"

1º Trimestre 64.565
2º Trimestre 87.035 + 34,80% do anterior
3º Trimestre 133.578 + 53,48% do anterior
4º Trimestre 193.088 + 44,55% do anterior
1º trimestre 2011 = 278.587 + 44,28% do anterior ...PROJEÇÃO


GRUPO (REFINARIA + QUÍMICA + DISTRIBUIDORA)

1º Trimestre 217.929
2º Trimestre 277.055 + 27,13% do anterior
3º Trimestre 381.943 + 37,86% do anterior
4º Trimestre 456.309 + 19,47% do anterior

1º trimestre 2011 = 557.549 + 22,19% do anterior... PROJEÇÃO

FATO CURIOSO : TENDÊNCIA DO FATURAMENTO DA DIVISÃO QUÍMICA + DISTRIBUIDORA...SE IGUALAR AO FATURAMENTO DA REFINARIA !!!!

NOTA : VALORES ACIMA EM MILHARES DE REAIS ( Créditos - Sr. Nelson Karan - forista ADVFN - Manguinhos)

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Ass. Douglearner (02/07/2011)
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