Oi (OIBR)
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25551 de 25566Modificado em16/Jan/2010 01:20 [Citar este
comentário] 0
4 paulo_profComentários:
1311 - Desde: Jul 2009
citação: fazambujHoje foi o dia de relembrar os comentários sobre
a telegang...
Dá para acreditar que os caras dão as cartas
controlando somente 7,65% das ações da TMAR que, no fundo, é a OI?
No esquema abaixo, os percentuais são relativos ao
número total de ações (ON + PN).
Por outro lado, como a TMAR tem menos de 50% da BRTO,
será feito o diabo para minimizar a fatia da TMAR que os minoritários terão
após a incorporação. Para mim, esta jogada de hoje, que diminuirá o número de
ações da TMAR que deverá ser emitido em razão da incorporação da BRTO não é
surpresa. O coitado do investidor em BRTO4 está sendo massacrado. Acostumado a
proventos polpudos no passado, desde dezembro de 2008 não viu mais a cor da
grana. Agora, vai ser espoliado das ações da TMAR.
Paulo, ainda vou estudar um
pouco para decidir, mas olhe a opinião abaixo a respeito dessa depreciação. Se
possível gostaria da sua opinião.
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Flash
Note - Compra forte de BRTO4
Buy, buy and buy BRTO4. Não podíamos esperar pela
segunda-feira para dar este call. A reação do mercado ao temor de abertura da
relação de troca com as ações da Telemar gerou uma oportunidade de trade
formidável, obrigando-nos a sanar a dúvida e dar a recomendação ainda antes do
almoço.
Não há o menor sentido na magnitude desta queda e sugerimos a
todos que entrem pesado na compra de BRTO4, pois a ação deve voltar rapidamente.
A quem não acompanhou os recentes desdobramentos do caso: a Oi
publicou Fato
Relevante dando conta do início do processo de revisão de
conciliação de práticas e estimativas contábeis sobre Brasil Telecom e Telemar.
Ajustando as premissas para a incorporação da quantidade de ações judiciais
referentes a direitos de titulares de Planos de Expansão no Rio Grande do Sul,
houve um aumento de provisão no valor bruto de R$ 1,3 bilhão, em suposto
prejuízo da Brasil Telecom. Primeiro, as ações da Brasil Telecom caíram de R$
16,70 para R$ 15,00 em reação à notícia. Isso já cobre o R$ 1,3 bilhão e abre
uma oportunidade fantástica de trade. Depois, a relação de troca foi
estabelecida segundo preços de mercado. E de nada adianta valores absolutos
quando estamos falando de uma relação de troca. Se eu tenho uma Ferrari de R$ 1
milhão, você tem uma Lamborghini de R$ 1,5 milhão e acordamos trocar por 1,5x,
a mesma relação valeria se estivéssemos falando de R$ 1 mil e R$ 1,5 mil. O que
interessa é a relação de troca e não o absoluto de cada um.
Em adição, Fato Relevante de abril de 2008 é muitíssimo claro ao
dizer que a relação de troca só pode ser alterada por questões de ordem
societária. Aspectos de qualquer outra natureza não têm capacidade de mudá-la.
Logo, a queda das ações de BrT não tem fundamento.
Para reforçar o argumento, lembramos que, quando do
estabelecimento da relação de troca, para Brasil Telecom abrir mão de ações
judiciais contra a Telemar, esta última pôs R$ 400 milhões no caixa da Brasil
Telecom. A relação de troca manteve-se inalterada após esta movimentação. Se,
quando tivemos um imbalance desfavorável à Telemar, a relação permaneceu
intacta, não faz o menor sentido imaginarmos resultado diferente quando se
trata de um imbalance para Brasil Telecom. Compre antes de ir almoçar!
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O Fato Relevante de 25ABR2008 diz que:
a) 1 BRTO3 = 0,4137146 TMAR3 e 1 BRTO4 = 0,2530852
ação preferencial da TMAR (depois instituíram a TMAR7); e
b) A relação de substituição das ações acima indicada
contempla a estrutura acionária e de capital atual das companhias envolvidas e
poderá sofrer ajustes caso haja modificação na estrutura acionária ou de
capital em qualquer destas sociedades.
Em tese, a opinião acima interpreta corretamente o
que está no Fato Relevante. Inclusive, o valor da distribuição extraordinária
de dividendos ao acionista da Telemar em compensação pela futuro aumento da
base acionária foi calculado em cima dos valores informados acima.
Por outro lado, entretanto, não está claro o quanto
este Fato Relevante é de fato determinante, "binding". Seria o
conteúdo do Fato Relevante baseado num contrato a ser cumprido pelas partes? Há
quem assine pelos minoritários?
Se houver um contrato a ser cumprido pelas partes,
caberia a opinião de nossos colegas advogados. Como leigo, eu não acho que a
necessidade de um aumento da provisão pode ser considerada motivo para ajustar
a relação de substituição, uma vez que esta relação foi determinada pelas
cotações dos ativos na época, e não pelos patrimônios líquidos, dívidas,
disponibilidades, etc.
Para a Telegangue que controla a Telemar (e para os
minoritários da TMAR), o interesse é, tanto quanto possível, minimizar o número
de ações a serem entregues aos minoritários da BRTO. Quanto menor a fatia dos
minoritários da BRTO na TMAR, maior a fatia de quem já possui TMAR.
Tenho a certeza de que esta questão acabará sendo
decidida na justiça. Enquanto a justiça não decidir (e nós sabemos quanto isto
poderá demorar), a incorporação não vai prosperar. Não prosperando a
incorporação, o acionista da BRTO não vai ver cor dos dividendos nem neste ano
(certamente) nem no próximo (possivelmente). Quando finalmente a justiça
decidir e a incorporação se materializar, o acionista da BRTO vai requerer os
dividendos da TMAR que deixou de receber durante todos estes anos. Uma confusão
dos diabos ...
Além da Telegangue no
comando, a governança corporativa da Oi é uma lástima. Só para dar uma idéia, o
Fato Relevante de abril de 2008 estimava em 120 dias a conclusão da
reestruturação societária ... só rindo, mesmo!
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25552
de 2556616/Jan/2010 02:54 [Citar este comentário] 0
2 buricComentários: 577 - Desde: Mai 2007
Concordo 100% com você. Nesta sua citação está o core do problema
"Se houver um contrato a ser cumprido pelas partes, caberia a opinião de
nossos colegas advogados. Como leigo, eu não acho que a necessidade de um
aumento da provisão pode ser considerada motivo para ajustar a relação de
substituição, uma vez que esta relação foi determinada pelas cotações dos
ativos na época, e não pelos patrimônios líquidos, dívidas, disponibilidades,
etc." Teoricamente o valor de mercado precifica o valor da empresa,
contemplando todos esses fatores + expectativa. Ou seja, o fator de conversão
estaria dado e ponto.
Tentei encontrar algo que comprovasse esse ponto, que
justificaria a compra: "Em adição, Fato Relevante de abril de 2008 é
muitíssimo claro ao dizer que a relação de troca só pode ser alterada por
questões de ordem societária. Aspectos de qualquer outra natureza não têm
capacidade de mudá-la. Logo, a queda das ações de BrT não tem fundamento."
Porém, vi o contrário no fato relevante: "A
relação de substituição das ações acima indicada contempla a estrutura
acionária e de capital atual das companhias
envolvidas e poderá sofrer ajustes caso haja modificação na
estrutura acionária ou de capital em qualquer destas sociedades."
Acho melhor deixar pra
lá...
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31337
de 3140926/Mar/2010 14:36 [Citar este comentário] 0
1 WK2007Comentários: 564 - Desde: Out 2007
A novela Oi/BrT tem um novo capítulo
Valor Econômico - 26/03/2010
A novela sobre a incorporação da Brasil Telecom (BrT)
pela Oi (ex-Telemar) promete novos capítulos emocionantes, com a participação
especial dos acionistas minoritários. No capítulo de ontem, a Oi anunciou uma
nova relação de troca das ações da Brasil Telecom pelos papéis da Oi, assumindo
uma provisão adicional de R$ 1,9 bilhão na Brasil Telecom por conta de disputas
judiciais dos antigos planos de expansão, no Rio Grande do Sul. Na nova
relação, os donos de ações preferenciais (PN, sem direito a voto) da Brasil
Telecom Operadora (BRTO) receberão para cada uma ação 0,2191 ação preferencial
classe C da Telemar. A relação de troca anterior era bem melhor aos
preferencialistas da Brasil Telecom - 0,2685. O mesmo ocorre com as ordinárias
(ON, com direito a voto). Na nova relação de troca, os donos de ON da Brasil
Telecom receberão para cada uma ação 0,3955 ON da Telemar, sendo que na relação
anterior esse número era de 0,4305.
Os
papéis da Brasil Telecom sentiram na pele a piora. As PN fecharam em queda de
5,45%, a maior desvalorização dentro do Índice Bovespa. Já as ON caíram 17,62%.
Em relatório, a analista da Ativa Corretora Luciana Leocadio afirma que,
considerando apenas o efeito dessas novas provisões, a relação de troca das PN
da Brasil Telecom pelas da Oi sofreu uma redução de 18,4%. Já avaliando o
impacto para as ações do grupo, com base nos preços de fechamento de
quarta-feira, as PN da Brasil Telecom deveriam ter uma queda relativa de cerca
de 10,4% em relação às PN da Telemar Norte Leste (TMAR).
Segundo um analista que prefere não se identificar,
depois do anúncio de que haveria uma nova relação de troca, profissionais de
mercado e investidores fizeram as contas e imaginavam uma relação de troca das
preferenciais entre 0,22 e 0,23 e não o 0,21 que foi definido. Apesar dos
números ruins, o pior dessa história é o fato de a Oi ter resolvido olhar os
números da Brasil Telecom de lupa só depois de comprá-la e de já ter definido o
preço. "Não faz sentido comprar um ativo no regime 'porteira fechada' e
depois do negócio fechado resolver que fará uma 'due diligence' rigorosa",
diz o analista. Ele lembra que o laudo da nova relação de troca não deixa claro
que, em decorrência da provisão, isso seria necessário.
Para
Luciana, da Ativa Corretora, o pior reflexo será para as preferenciais da
Brasil Telecom. Ela acredita que existem grandes chances de os minoritários
rejeitarem a nova proposta, já que ela se baseia numa avaliação da Oi de
provisões em processos judiciais ainda não concluídos e que não necessariamente
resultarão em perdas para a companhia. No caso da troca ser rejeitada, segundo
Luciana, o mais provável é que a Oi cancele a operação, deixando as ações da
Brasil Telecom no mercado com baixa liquidez, o que deve provocar uma nova onda
de quedas dos papéis.
Nesse cenário de, se correr o bicho pega e se ficar o
bicho come, o que fazer então? Os analistas acreditam que o melhor é ficar
longe das ações tanto de Brasil Telecom quanto de Oi. O risco em
Brasil Telecom é
ter de aceitar uma relação de troca ruim ou ficar com um papel com liquidez
cada vez menor. Já em Oi o grande temor continua sendo uma governança
corporativa bastante duvidosa.
Cena externa ajuda, mas Petrobras não
Ontem o cenário externo ajudou o mercado, mas a
Petrobras foi a vilã da bolsa. O Ibovespa fechou em baixa de 0,68%, aos 68.441
pontos, puxado para baixo pelas ações preferenciais da Petrobras, que caíram
2,46%, e pelas ordinárias, 2,10%. Na quarta-feira, os papéis da estatal subiram
com a sinalização da companhia de que haverá uma capitalização com ou sem a
cessão onerosa dos 5 bilhões de barris. Já ontem, os investidores começaram a
pensar o quanto uma operação gigantesca da Petrobras poderá inundar o mercado.
Daniele Camba é repórter de Investimentos
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123314 de 12332930/Mar/2012 00:40 1
paulo_profComentários: 6138 - Desde: Jul 2009
PREÇO: R$ 12,69 - 2,54 (cala boca) =
10,15
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 80,8%
Taxas anuais médias nominais de
crescmento
b) do patrimônio líquido médio
Para um preço justo 50% maior do que a
cotação atual (descontada a bonificação) calculado pela fórmula do FCD com uma
perpetuidade real nula e uma taxa de desconto anual real de 10%, a taxa de
crescimento anual real do lucro líquido nos próximos 3 anos teria que ser maior
do que -4%.
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131749
de 13247615/Mai/2012 16:25 [Citar este comentário] 1
5
paulo_profComentários: 6448 - Desde: Jul 2009
Não
gostei dos resultados da Oi. O lucro teria que ter vindo acima dos R$ 500
milhões, para que a meta de distribuição de R$ 2 bilhões em proventos ao ano,
nos próximos, seja factível. De qualquer forma, para quem acredita que a
diretoria vai cumprir a promessa (de distribuir os R$ 2 bilhões), ao preço
atual o DY é de interessantíssimos 13,9%.
OIBR4
PREÇO:
R$ 8,82
PAYOUT
(2011): R$ 1,222/ação
P/L
11,48
P/VPA
0,59
PSR
1,35
DY
13,85%
EV/EBITDA
10,69
MARGEM
BRUTA 49,1%
MARGEM
OPERACIONAL 15,9%
MARGEM
LÍQUIDA 11,7%
LUCRO
POR AÇÃO R$ 0,769
MARGEM
EBITDA 28,9%
DÍVIDA
BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 139,0%
ROE
5,14%
LIQUIDEZ
CORRENTE 1,74
Taxas
anuais médias nominais de crescimento
a)
lucro líquido
UA
-25,27%
U3A
25,98%
b)
patrimônio líquido médio
UA
20,59%
U2A
18,90%
U3A
31,57%
Taxa
anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos
para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação
atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): +7%
Taxas
nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA
OPERACIONAL LÍQUIDA +61,59%
RESULTADO
BRUTO +48,78%
RESULTADO
FINANCEIRO NEGATIVO -15,66%
RESULTADO
OPERACIONAL +163,28%
RESULTADO
LÍQUIDO +269,63%
EBITDA
+73,17%
PATRIMÔNIO
LÍQUIDO +113,86%
ENDIVIDAMENTO
LÍQUIDO +1580%
Note
que no 1T11 a Oi ainda não estava consolidada. Portanto, não há realmente termo
de comparação.
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