Rossi Resid
(RSID)
Compõe a carteira do Paulo Prof
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Recomendação: de compra em SET2008 pelo SmallCaps.
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33 de 5068 18/Set/2008 23:26 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev
2007
"rafael234, "RSID3 está relativamente atrativa. O
problema é a necessidade de caixa para conseguir impulsionar todos os seus
projetos. Em situação de boa liquidez para captações, seria uma oportunidade
excepcional. O ideal é escolher um pool de empresas do setor, especialmente
aquelas com boa solvência, como a EZTC3..."
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1496 de 5068 07/Fev/2009 12:23 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez
2007
"citação: ALTOBELLI9SMALL,"
"Qual a sua análise do momento por que passa RSID3.
Será que não seria uma boa hora para entrar nela uma vez que a maioria a
""está desprezando"" no momento?"
"Não li os relatórios. A julgar pelas
planilhas Fundamentus e GuiaInvest, não há realmente nenhum multiplicador
fundamentalista especialmente atrativo. Os melhores deles, na minha opinião,
são o P/VPA = 0,62 e o PSR=0,69. Mas relativamente, por exemplo, a BISA3, CCIM3,
EZTC3 e HBOR3, o preço (P/L; P/EBIT) está caro."
"Por outro lado, entretanto, como vc
afirma, há que se levar também em consideração, o efeito
""griffe"" (ou efeito ""manada"", cujo
melhor representante talvez seja LAME4). Neste sentido, o papel talvez devesse
ser avaliado em confronto com os seus reais
""competidores"", CYRE3, GFSA3 e PDGR3."
"P 10,40 13,01 12,86 3,79"
"P/L 10,03 8,60
9,13 5,28"
"P/VPA 1,58 1,02
1,23 0,62"
"P/EBIT 6,79 6,66
6,30 5,61"
"PSR 1,43 1,16 1,78
0,69"
"EV/EBIT 8,68 8,92
7,64 10,29"
"LPA 1,04 1,51 1,41
0,72"
"ROE 15,7% 11,9% 13,5% 11,7%"
"DIV/PAT 0,75 0,82 0,49 0,66"
"Como pode ser observado nesta tabela,
relativo às figurinhas carimbadas do setor, RSID3 está, de fato, barata,
explicando a sua impressão de que ""a maioria estaria desprezando o
papel no momento""."
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1672 de 5068 15/Fev/2009 21:46 0
paulorizzi Usuário Premium Comentários: 702 - Desde: Dez
2007
"Eu tenho ETER3, BISA3, CCIM3, EZTC3 e HBOR3 em
carteira. Entre RSID3 e KSSA3, apesar de um pouco mais
cara, eu daria preferência a RSID3. A dívida é relativamente menor, o ROE é
maior, e o papel tem ""grife"". Na minha opinião, em
igualdade de condições, um papel mais líquido e que sempre está na tela do
radar responde muito mais rápido. Recentemente, o mercado se decepcionou com os
números divulgados pela Rossi e o papel despencou (ficando mais atraente).
Qualquer fato positivo, entretanto, certamente impulsionará o papel rapidamente
para cima."
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5936 de 626719/Mai/2009 09:23 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] jgerardo Usuário PremiumComentários: 1248 -
Desde: Jun 2008
Rossi: lucro sobe 80% no 1º trimestre
Publicado por Gandalf às 5/17/2009 02:03:00 PM
A Rossi (RSID3) encerrou o primeiro trimestre
de 2009 com lucro líquido R$ 28,5 milhões, valor 80,2% superior ao registrado
no mesmo período do ano passado. As receitas cresceram 36,6%, beirando R$ 296
milhões.
De acordo com os números divulgados nesta sexta-feira (15),
a construtora manteve boa participação no segmento econômico, destinando 68% do
Valor Geral de Vendas lançado a esse nicho de mercado.
A companhia encerrou o trimestre com recorde
de vendas de estoques, totalizando R$ 265 milhões. "Estamos muito bem
posicionados para atender a atual demanda estimulada pelo Pacote
Habitacional", disse a Rossi.
(em R$ milhões) 1T09 1T08 Variação
Receita Líquida 296,4 217,0 +36,6%
Lucro líquido 28,5 15,8 +80,2%
As vendas contratadas atingiram R$ 342 milhões
no trimestre, sendo R$ 283 milhões por parte da Rossi. "Nós notamos uma
recuperação nos meses de março e abril, caracterizando uma tendência positiva
para o ano".
Os administradores ressaltaram ainda que as
vendas no segmento econômico cresceram 392% frente aos três primeiros meses de
2008, indo de R$ 31 milhões para R$ 152 milhões. Cerca de 42% do landbank é destinado
a esse mercado.
Link: Lucro da Rossi sobe 80% e empresa
destaca atuação no segmento econômico
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13050 de 1316029/Ago/2009 14:03 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] sussucaComentários: 343 - Desde: Mar 2009
A empresa registra crescimento de 79% do lucro líquido e
aumento de 48% nas vendas contratadas em relação ao primeiro trimestre de 2009
A Rossi, uma das principais incorporadoras e
construtoras do Brasil, anuncia os resultados do segundo trimestre de 2009.
A empresa
registrou R$ 51,2 milhões de lucro líquido, o que representa um crescimento de
79%, se comparado aos R$ 28,6 milhões do primeiro trimestre deste ano.
Já as vendas contratadas somaram R$ 506
milhões, com crescimento de 48% em comparação aos três primeiros meses de 2009.
“A Rossi retomou o crescimento e apresentou maior lucratividade”, afirma o
diretor superintendente da Rossi, Heitor Cantergiani.
Segundo o CFO e diretor de RI da empresa,
Cássio Audi, os lançamentos somaram, em VGV (Valor Geral de Vendas), R$ 454
milhões, registrando crescimento de 183%, se comparado com o primeiro trimestre
deste ano. O montante representa um total de 2.147 unidades lançadas, neste
período.
De janeiro a julho, a Rossi lançou 5.012
unidades no segmento econômico e em linha com o programa “Minha Casa, Minha
Vida”. Somente no mês de julho, foram lançadas 2.595 unidades.
Segundo Audi, a Rossi está bem posicionada
para atender a atual demanda no segmento econômico. “Estamos bastante
confiantes com a melhoria do cenário macro econômico e com o andamento do
programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”. Como planejado, aumentamos a
exposição ao segmento econômico para 52% do total de lançamentos, no acumulado
em 2009, e estamos confortáveis para atingir a meta de 13
a 15 mil
unidades lançadas até dezembro de 2009”,
ressalta o executivo.
“O programa “Minha Casa, Minha Vida” gerou uma
demanda muito importante, fazendo com que as vendas da Rossi no segmento
econômico, em unidades, aumentassem 143% em relação ao primeiro semestre do ano
passado”, destaca Cantergiani.
A empresa detém 143 terrenos em carteira para
futuros empreendimentos, distribuídos em 61 cidades brasileiras. Esse estoque
de terrenos equivale a um VGV potencial de R$ 20,9 bilhões, sendo que R$ 9,9
bilhões são voltados para projetos com unidades de até R$ 160 mil. Destaca-se
que 75% dos terrenos foram adquiridos por meio de permutas.
A Rossi Vendas, braço imobiliário da Rossi,
registrou vendas de R$ 156 milhões no segundo trimestre de 2009, o que
representa 31% das vendas contratadas. Desse total vendido, 37% foram estoque e
63%, lançamentos. Atualmente, essa extensão da empresa está presente em
São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Campinas, e com
projeções para expansão de suas atividades para as cidades de Fortaleza e
Curitiba.
Em junho de 2009,
a empresa
somava 111 canteiros de obras, o que representa 147 empreendimentos e 26.138
unidades em fase de construção. Desde 1992,
a Rossi
lançou 57.915 imóveis, em um total de 5.781.221
metros quadrados de
área construída, dos quais 30.501 unidades já foram entregues.
No segundo trimestre de 2009, as margens
apresentaram aumento. A margem bruta - excluindo os efeitos de ordem financeira
- ficou em 34,7%, 5,7 pontos percentuais acima do registrado no segundo
trimestre de 2008. Já a margem líquida foi de 13,9%.
Para tornar os números comparáveis com
empresas do setor, a Rossi adotou uma nova metodologia de cálculo do EBITDA.
Sendo assim, no segundo trimestre de 2009, o EBTIDA registrou R$ 90 milhões e a
margem ficou em 24,4%, 5,4 pontos percentuais acima do registrado no mesmo
período do ano passado.
Neste trimestre, as despesas administrativas e
comerciais totalizaram R$ 48 milhões, registrando uma redução de 22% em relação
ao mesmo período de 2008. Vale ressaltar que, na medida em que os lançamentos
do segmento econômico representam uma fatia maior dos lançamentos totais da
empresa, as despesas comerciais, que são padronizadas nesse segmento, serão reduzidas
naturalmente.
A Rossi preza pela estratégia de
diversificação geográfica e de produtos por segmento de renda da população. Por
isso, além do bom desempenho no segmento econômico, a empresa obteve
crescimento de 65% nas vendas para os demais nichos do mercado imobiliário em
relação ao primeiro trimestre do ano.
A Rossi é hoje uma das principais incorporadoras e
construtoras do Brasil. Presente em mais de 60 cidades, atua em diversos
segmentos do mercado imobiliário e tem no seu portfólio inúmeros sucessos de
vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos mais variados perfis de renda.
Com base em valores como inovação, valorização
das pessoas e sustentabilidade, a empresa acredita na construção de
relacionamentos de longo prazo com colaboradores, clientes, fornecedores,
parceiros e acionistas. A Rossi acredita que seu trabalho vai além da
construção de residências e locais de trabalho. Seu compromisso é com projetos
de vida.
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32538 de 3257908/Abr/2010 21:47 [Citar este comentário] 0
3 small capsComentários: 3583 - Desde: Fev 2007
citação: FOCKINKsmall..você se arriscaria em Micos que
começaram a pagar dividendios, quase turnaround, que estão sendo desovados por
um Fundo ??
vamos a prática: RSIP3/4 sendo desovados pela Geração
Futuro a 0,38; 0,40 ??? sei que a empresa sempre foi meia boca...mas:: vão
pagar din din em dividendos...
FOCKINK, lucro
líquido no quarto trimestre superior ao EBITDA indica grande possibilidade de
lucro não recorrente... Não tem preço de mico falido...
Atualmente, novas posições só estou fazendo
com troca de ações e ainda assim em defensivas, como a recente CSMG3... Não é o
momento para ingresso de capital novo, muito menos para ganho de capital...
O momento já passou... Aliás, ficou ARREGAÇADO
por um bom tempo...
Assim, tem melhores: FRAS4, BGIP4, PRBC4,
PINE4, EZTC3, HBOR3, CTAX4, etc...
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A Rossi completou 30 anos em 2010, e tem presença em 81
cidades do País sendo uma das principais incorporadoras e construtoras do
Brasil. Atua em diversos segmentos do mercado imobiliário e tem no seu
portfólio inúmeros sucessos de vendas de imóveis residenciais e comerciais, nos
mais variados perfis de renda. A gestão é totalmente integrada por meio de um
sistema SAP, que permite administrar e controlar todas as etapas da
incorporação, e com isso reduzir o custo de construção, aumentar as margens e
rentabilidade. Nossa administração possui mais de 25 anos de experiência no
setor imobiliário. Em 2007, foi estruturada a equipe própria de vendas com o
objetivo de garantir um serviço de qualidade e com alto grau de
comprometimento, já que os corretores são constantemente treinados e estão
alinhados aos valores da Rossi. A Rossi integra o Novo Mercado da Bovespa e é
negociada com o código RSID3 e ADRs nível 1 na Bolsa de Nova Iorque, sob o
código SRZY, no mercado OTC.
A Companhia registrou recorde histórico de lançamentos e
vendas contratadas em 2010, que
acompanhou o crescimento vigoroso da economia brasileira,
com destaque para o setor de construção civil. Continuamos com sua estratégia
de diversificação geográfica e possui presença em mais de 80 cidades no Brasil
e opera em todos os segmentos de renda, inclusive o programa Minha Casa Minha
Vida. A maior disponibilidade de crédito, tanto para o consumidor quanto aos
incorporadores, a melhora da confiança do consumidor, elevada demanda por
imóveis e o aumento do rendimento dos trabalhadores foram pilares essenciais
para o desenvolvimento do setor, tendência que deve continuar nos próximos
anos. O ano também foi marcado pelo reconhecimento da marca Rossi como uma das
principais empresas do setor, tanto em inovação quanto geração de valor, por
meio de diversos prêmios. No lançamento do empreendimento Fibrasa Connection,
em Vitória-ES, investimos em realidade aumentada gigante, que culminou como o
maior marcador de realidade aumentada do mundo no Guinness World Records™, o
livro dos recordes. Além disso, a Rossi venceu o prêmio ABRASCA de Criação de
Valor, na categoria Destaque Setorial em Construção Civil & Mercado
Imobiliário, que é concedido às empresas que, tiveram o melhor modelo de
criação de valor no período de 2007 a 2009, apresentaram sustentabilidade nos
resultados e excelência em controle de riscos, transparência e atuação
socioambiental.
A Rossi continua otimista com o desempenho da economia brasileira
e o setor de construção civil. Apesar do forte crescimento nos últimos 5 anos,
o financiamento imobiliário ainda representa apenas 3% do PIB, ou seja, existe
espaço para expansão do crédito sem riscos. A Companhia continuará focada na
estratégia de diversificação regional por meio de parcerias e
aproveitará as oportunidades provenientes para o segmento
econômico e o programa Minha
Casa Minha Vida. O déficit habitacional continua
significativo, combinado com o crescimento populacional, mudanças em termos de
idade e capacidade de pagamento, além da expansão da classe média, garantem
excelentes perspectiva de crescimento.
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Números operacionais
abaixo de nossa previsão, mas próximos do consenso do mercado. Esperamos
impacto neutro nas ações da empresa.
A Rossi anunciou os
resultados do 3T11 ontem, após o fechamento do mercado. A empresa divulgou
números operacionais abaixo de nossa previsão, devido a custos de construção e
despesas com vendas, gerais e administrativas mais elevados. Todavia, os
resultados ficaram próximos do consenso do mercado, portanto, esperamos que os
resultados do 3T11 tenham um impacto neutro nas ações da Rossi.
O lucro bruto foi de R$
225,6 milhões (projeção de R$ 233,3 milhões) e a margem bruta foi de 30,1% (3
pontos percentuais abaixo de nossa projeção). Excluindo os juros capitalizados
no COGS, a margem bruta foi de 37,0%, menor do que nossa estimativa (38,9%),
mas em linha com o 2T11 (37,2%). Por outro lado, a margem de resultados a
reconhecer encontra-se em 26,8%, mais alta do que 26,7% no trimestre anterior.
O EBITDA foi de R$ 139
milhões (R$ 163,7 milhões projetado) e a margem EBITDA foi de 18,6% (2,8 pontos
percentuais abaixo de nossa estimativa). O EBITDA foi afetado por despesas de marketing não recorrentes
relacionadas à campanha de comemoração do 30o aniversário da Rossi, totalizando
R$ 10 milhões. O EBITDA ajustado, excluindo este evento, foi de R$ 149 milhões,
e a margem EBITDA ajustada foi de 19,9%, também abaixo de nossa estimativa,
sobretudo devido a custos de construção mais elevados. A Rossi apresentou um
plano para reduzir as despesas administrativas, esperando manter estáveis as
despesas com vendas, gerais e administrativas em 2012 ante 2011 (em termos
nominais).
A notícia positiva vem
do cash burn operacional de R$ 103 milhões, banco de terrenos de R$ 22,1
bilhões e entrega de 4.149 unidades. Se excluirmos as despesas não recorrentes
relacionadas ao aniversário da Rossi, o cash burn operacional teria sido R$ 93
milhões e R$ 385 milhões nos 9 meses de 2011, 34% abaixo do mesmo período de
2010. Vale mencionar que a maior parte do aumento do banco de terrenos vem da
consolidação da Norcon Rossi JV. Além disso, a empresa entregou 4.149 unidades
(ante 2.535 no 1º semestre de 2011), com VGV de R$ 899 milhões.
No geral, acreditamos que os resultados do 3T11 da Rossi
foram ligeiramente negativos, com números operacionais mais baixos e algumas
indicações positivas. Em nossa opinião, a empresa deve divulgar melhores
resultados nos próximos trimestres. Portanto, mantemos nossa recomendação de
COMPRA, com preço-alvo de R$ 20,00 para dezembro de 2012.
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Por Tetzner
· PERFIL
DA EMPRESA:
-
A Rossi faz parte do Grupo Rossi, fundado em 1913, hoje, na 4ª geração da
família Rossi, um dos principais grupos de engenharia, construção e
incorporação do Brasil. Ao longo de sua história colaborou com o
desenvolvimento do País não só por meio das soluções de engenharia e habitação,
mas também em outras áreas de atuação.
Desde sua fundação, o Grupo Rossi se caracteriza pelo desenvolvimento de
métodos administrativos e operacionais modernos, pela utilização de tecnologias
construtivas eficientes e pela experiência cada vez maior em todos os tipos de
construção.
Nesses 30 anos de atuação na área de construção e engenharia, sua qualidade
tecnológica e empresarial foi atestada em algumas das mais importantes obras do
país, tanto no desenvolvimento de projetos quanto no gerenciamento e execução
das obras, como por exemplo: o Elevado Arthur da Costa e Silva (“Minhocão”) e a
Praça Roosevelt, em São Paulo; o Elevado do Joá, no Rio de Janeiro; o projeto
de Itaipu; a Estrada de Ferro Carajás; o projeto e gerenciamento técnico das
hidrelétricas de Tucuruí, no rio Tocantins, PA, e de Palmar, no Uruguai; o
primeiro trecho de metrô no Brasil, entre as estações Santa Cruz e da Praça da
Árvore em SP, entre muitas outras.
Período
Analisado: 3T11 - 3o
Trimestre de 2.011 ( Julho/Agosto/Setembro )
PAINEL
DE INDICADORES
|
16/11/11
|
|
|
|
|
|
SELIC
|
11,50%
|
Ativo
|
R$
|
PL
|
VP
|
GR
|
DY
|
LA
|
Dv
|
Ml
|
EB
|
MS
|
RSID3
|
10,15
|
8,0
|
0,98
|
7,9
|
3,1%
|
12,4%
|
1,2
|
12%
|
12,4%
|
27,2%
|
· PONTOS
POSITIVOS:
-
Consumo de Caixa cai para R$ 93 milhões -53% no trimestre. Sólida posição em
caixa de R$1,4 bilhão;
- Vendas contratadas Totais ¹ de R$ 1,2 bilhão +9% 3Tx2T11 (R$ 917
milhões parte Rossi, 14% acima do 3T10);
- Lucro líquido atinge R$ 96 milhões +1% 3Tx2T11;
- Em 22 de agosto, a Rossi anunciou um programa de recompra de ações com o
objetivo de maximizar a geração de valor aos acionistas. A duração será de 365
dias, sendo que serão adquiridas até 7.904.851 ações ordinárias. Até o final de
outubro já foi realizado 17% do programa, que representa 1.315.200 ações.
· PONTOS
NEGATIVOS
-
Receita Líquida atinge R$ 749 milhões -0,5% 3Tx2T11, crescimento de 16% em
relação ao 3T10;
- Lucro bruto totaliza R$ 226 milhões -2,6% 3Tx2T11, crescimento de 18% em
relação ao 3T10 com
- Margem Bruta de 30% -1p.p 3Tx2T11;
- Custo dos Imóveis e Serviços Vendidos 524M +0,5%
- Total do Endividamento 3,24B +7% 3Tx2T11 ( sendo que 68% são de longo
prazo).
- Endividamento Líquido 1,83B +6% 3Tx2T11
· VISÃO
ESTRATÉGICA
-
Plano de Redução das Despesas Administrativas
A Rossi iniciou um plano para reduzir as despesas administrativas, de forma a
melhorar sua eficiência operacional e rentabilidade. A meta será reduzir
despesas administrativas em aproximadamente 10% (valor nominal), ou seja, o
valor absoluto de 2012 deverá ser igual ao valor das despesas reportado no
final de 2011. Com isso, será possível acelerar a diluição destas despesas em
2012, conforme exemplo teórico abaixo.
· CURIOSIDADES
-
Ações em Tesouraria
# de Ações Ações em Tesouraria
(jun/2011) 486.539
(+) Programa de Recompra até
out/2011 1.315.200
(=) Ações em Tesouraria atual 1.801.739
- No Segmento Econômico foram lançados 15 empreendimentos no trimestre, com um
VGV total de R$ 667 milhões (R$ 582 milhões parte Rossi) com 3.585 unidades,
que representou 73% do total das unidades lançadas. No ano, o segmento
econômico totalizou VGV de R$ 1,5 bilhão (R$ 1,2 bilhão parte Rossi).
· OPINIÃO
DO ANALISTA
-
Vejo construtoras com margens estreitas e aumento de endividamento e começo a
ter urticária aqui. A empresa está inserida no nicho mais econômico, com a
maioria das aquisições provenientes de clientes que financiaram a compra,
imagino o que vai acontecer se passarmos por uma piora no cenário econômico,
restrição de crédito e aumento de inadimplênci; suas vendas vão cair
vertiginosamente. Quanto tempo ela resiste ao consumo de caixa? Essa atitude da
companhia de reduzir o consumo de caixa já mostra que a preocupação não é só
minha...
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122795 de
12287027/Mar/2012 23:37 3
paulo_profComentários: 6112 - Desde: Jul 2009
RSID3
PREÇO: R$ 10,20
PAYOUT (2011): 23,75%
multiplos baseados nos
últimos 12 meses:
P/L 8,00
P/VPA 0,98
PSR 0,88
DY 2,97%
EV/EBITDA 8,43
MARGEM BRUTA 30,0%
MARGEM OPERACIONAL 13,9%
MARGEM LÍQUIDA 11,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,275
MARGEM EBITDA 18,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO
LÍQUIDO 116,5%
ROE 12,20%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,65
Taxas anuais médias de
crescimento nominal:
a) do lucro líquido
UA -2,87%
U2A 24,81%
U3A 42,00%
b) do patrimônio
líquido médio
UA 9,97%
U2A 31,83%
U3A 32,82%
Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido
necessária para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade
real nula e taxa de desconto anual real de 10% seja 50% superior ao preço
atual: +7,0%
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