Pão de Açúcar
(PCAR)
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Redução da expectativa de crescimento da receita líquida
para 7,4% em 2009 (de
17,1%), 9,1% em 2010 (de 11,6%) e 12,2% em 2011 (de 11,8%),
e manutenção de
margem lajida em função da manutenção na composição da
receita por bandeira e
estabilização na redução de despesas.
· O cenário de desaceleração econômica determinou redução
na necessidade de
investimento (CAPEX) em nossas projeções, de R$590 milhões
para R$410 milhões em
2009, e reduziu a projeção de expansão de área de vendas.
Projetamos área média de
vendas de 1.368,7 mil m² em 2009.
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6922 de 694108/Jun/2009 09:47 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] octacmComentários: 42 - Desde: Mai 2008
citação: floripasempreRecentemente o Pdrao pediu opinião
sobre Ponto Frio (glob3). O grupo Pão de Açucar acabou de adquirir 70,24% do
capital da mesma, pagando a importância de R$ 824,5 milhões. Desta forma, 100%
da base seria equivalente a R$ 1.173 milhões. Na cotação da ação por R$ 9,35 o
valor de mercado da empresa seria de R$ 1.162 milhões (fundamentus). Ou seja, o
mercado já tinha precificado a venda.
O que temos que ver tambem é quanto o Pao de
Açucar vai gerar de sinergia com a nova aquisição, com certeza o Pao de açucar
conseguirá melhorar a eficiencia logistica que é considerado um custos
significativos na cadeia de varejo, sem falar na barganha com os fornecedores
que aumentará...
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18977 de 1905929/Out/2009 20:44 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] victorfleiteComentários: 93 - Desde: Mar 2008
Pão de Açúcar assume rede de postos...
Por Marcelo Onaga | 29/10/2009 - 05:26
O Pão de Açúcar, líder do setor varejista brasileiro, vai
anunciar no dia 1 de novembro que assume a gestão da Rede Duque de postos de
combustível. O grupo comandado por Abílio Diniz já opera alguns postos e
decidiu investir pesado no setor. O acordo com a Rede Duque prevê a injeção de
capital e direito de compra do controle da operação. Os executivos do Pão de
Açúcar devem passar pelo menos um mês à frente da operação para analisar
resultados, desempenho e rentabilidade da Duque. Depois disso o grupo varejista
deve ficar sozinho na operação.
A Rede Duque tem cerca de 40 postos em
São Paulo, todos em regiões nobres, onde o combustível chega a
custar 40% a mais do que em bairros mais afastados. Para fechar o negócio, que
não teve valores revelados, o Pão de Açúcar precisou superar a proposta do
banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, que também queria comprar a Rede Duque.
Essa é a segunda vez que Esteves leva a pior
na disputa por um negócio no setor de combustíveis. O banqueiro, que já
adquiriu a rede Aster, também tentou comprar a área de distribuição da Esso no
país, mas foi superado pela Cosan. O Pão de Açúcar continua de olho em outras redes
de distribuição de combustíveis.
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Pão de Açúcar e Casas Bahia selam novo acordo para fusão
Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
SÃO PAULO - As Casas Bahia e o
Pão de Açúcar anunciaram nesta sexta-feira terem chegado a um novo acordo para
a concretização da fusão entre as empresas, anunciada há meses mas interrompida
por conta de discordâncias entre as partes em relação à avaliação dos ativos da
Casas Bahia.
Segundo o novo contrato, os acionistas de
Globex votarão proposta de aumento de seu capital social no montante de pelo
menos R$689 milhões, pelo preço de emissão de R$ 16,00 por ação.
O Pão de Açúcar subscreverá ações a serem emitidas
pela Globex em troca de todos os ativos e passivos relacionados aos negócios
das lojas Extra-Eletro, os quais serão avaliados por seu valor contábil, que
deverá corresponder a, pelo menos, R$ 89,8 milhões. Além disto, o Pão de Acúcar
concederá R$ 600 milhões por meio de instrumentos de crédito.
O ponto mais polêmico, contudo, ficará com a
reavaliação dos ativos das Casas Bahia, que serão alocados em uma nova
sociedade, denominada "Nova Casas Bahia", a ser incorporada pela
Globex.
Casas Bahia reforça participação
Segundo a nota, após a incorporação das ações, "os
sócios de Casa Bahia passarão a ser titulares de ações de emissão de Globex
representativas de 47% do capital social total de Globex e CBD [Pão de Açúcar]
passará a ser titular de ações representativas de pelo menos 52% do capital
social total de Globex".
Ademais, enquanto os sócios das Casas Bahia
forem detentores de, ao menos, 29% do capital social da Globex, Michael Klein
será indicado como presidente do Conselho de Administração da empresa.
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Fundado em 1948, o Grupo Pão de Açúcar é atualmente o maior
varejista e principal empregador privado do Brasil. São quase 2 mil pontos de
vendas, distribuídas em 18 estados e no Distrito Federal, totalizando quase 3
milhões de m² em área de vendas.
Para garantir a atuação no mercado, atendendo clientes de
todas as classes socioeconômicas
em seus diversos momentos de compra, o Grupo oferece uma
estrutura multi-formato com os
seguintes modelos: lojas de conveniência (Extra Fácil),
supermercados (Pão de Açúcar, Extra,
CompreBem e Sendas), hipermercados (Extra), lojas
especializadas em eletroeletrônicos (Ponto Frio e Casas Bahia), drogarias,
postos de combustíveis, “atacarejo” (Assaí atacadista) e comércio eletrônico
(extra.com, pontofrio.com e casasbahia.com).
O controle da Companhia é compartilhado entre seus sócios
brasileiros e o Grupo francês Casino, segundo maior varejista da França. Suas
ações estão listadas desde 1995 na Bovespa e
desde 1997 na NYSE (ADR Nível III).
O apoio a políticas públicas de cunho social, o incentivo
às práticas esportiva e cultural, o estímulo ao comércio ético e solidário e ao
consumo consciente são iniciativas sempre presentes no DNA do Grupo.
Os principais objetivos da Companhia para o ano de 2010
foram: expansão, especialmente por
meio das novas lojas do Assaí (atacarejo) e da readequação
do modelo de supermercado para
as classes mais baixas (de CompreBem e Sendas para Extra
Supermercado); crescimento de vendas mesmas lojas acima da inflação; manutenção
do programa já implementado de controle de despesas; maiores ganhos de
eficiência; melhoria do retorno sobre capital investido; e consolidação
da cultura corporativa meritocrática. Este ano ficou marcado pela associação
com a Casas Bahia, grande líder do segmento varejista de não-alimentos
brasileiro, no Grupo. A partir de Agosto, a gestão das lojas de
eletroeletrônicos passou a ser feita em conjunto. O faturamento anualizado do
Grupo em 2010 foi superior a R$ 40 bilhões de reais.
2011 deve ser um ano de consolidação para o Grupo Pão de
Açúcar. As operações de varejo de
alimentos estão bastante maduras, e devem mostrar
continuidade em seu processo de desenvolvimento, especialmente no que diz
respeito a rentabilidade. Também nas operações de varejo de não-alimentos, o
grande desafio será a integração do Ponto Frio com a Casas Bahia.
Cada modelo irá assumir um posicionamento mais específico e
ambos devem se beneficiar
dessa união, assim como o próprio Grupo, que pretende
otimizar seus recursos por meio desta
união O comércio eletrônico da Companhia deverá continuar
apresentando alto crescimento de vendas, cerca de 50% acima do crescimento
médio desse mercado. A área de real estate (GPA Malls & Properties)
continua a demonstrar sua capacidade de geração de resultados para a Companhia.
E a FIC (Financeira Itaú CBD), financeira gerenciada em
parceria com o Itaú, deverá mostrar
resultados ainda melhores em 2011, graças ao aumento do
nível do consumo e da utilização de crédito entre a população brasileira.
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-
Com market share de 17,9% e vendas totais de R$ 36,1 bilhões em 2010, o Grupo
Pão de Açúcar é o líder no segmento varejista do Brasil. A rede fechou o ano de
2010 presente em 19 estados e no Distrito Federal, com 1.647 lojas, mais de 2,8
milhões de metros quadrados de área de vendas, cerca de 145 mil colaboradores e
50 centrais de distribuição. Sua atuação é sustentada por uma estrutura
multiformato, que permite atender às necessidades de consumidores de diferentes
regiões e classes socioeconômicas com um equilíbrio entre supermercados (Pão de
Açúcar, Extra Supermercado, CompreBem e Sendas), hipermercados (Extra
Hipermercado), lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos (Ponto Frio e
Casas Bahia), lojas de conveniência (Extra Fácil), "atacarejo"
(Assaí), postos de combustíveis, drogarias e operações de comércio eletrônico (Extra.com.br, PontoFrio.com.br, CasasBahia.com.br).
Fundada em 1948, a Companhia tem, desde 1995, as suas ações listadas na Bolsa
de Valores de São Paulo (PCAR4) e desde 1997 ADR’s na New York Stock Exchange
(CBD).
Período
Analisado: 3T11 - 3o
Trimestre de 2.011 ( Julho/Agosto/Setembro )
PAINEL
DE INDICADORES
|
05/11/11
|
|
|
|
|
|
SELIC
|
11,50%
|
Ativo
|
R$
|
PL
|
VP
|
GR
|
DY
|
LA
|
Dv
|
Ml
|
EB
|
MS
|
PCAR4
|
65,33
|
23,8
|
2,32
|
55,1
|
0,3%
|
4,2%
|
1,4
|
2%
|
4,2%
|
-56,9%
|
-
Alimentar: No 3T11, o resultado financeiro totalizou despesa líquida de R$
167,2 milhões, que representou 2,7% das vendas líquidas, estável em relação ao
trimestre anterior.
- Consolidado: No 3T11, o resultado financeiro foi uma despesa líquida de R$ 327,9
milhões, equivalente a 3,0% das vendas líquidas, no mesmo patamar do trimestre
anterior.todas as comparações tiveram impacto da consolidação de Casas Bahia no
3T11 e 9M11, que não estava incluída nos mesmos períodos do ano anterior.
-A dívida líquida do GPA Alimentar totalizava R$ 2,275 bilhões em 30/09/11, um
aumento de 3,9% em relação à posição de 30/06/11
-A dívida líquida do GPA Consolidado totalizava R$ 2.283 bilhões em 30/09/11,
um aumento de 14,8% em relação a 30/06/11. A relação dívida líquida/EBITDA no
3T11 foi de 0,84x, um aumento em relação a 30/06/11 (0,81x).
- GPA ALIMENTAR: No 3T11, o lucro líquido totalizou R$ 129,0 milhões, uma
redução de 15,6% no trimestre. Esta redução ocorreu em função do aumento da
despesa financeira líquida.
- GPA CONSOLIDADE: No 3T11, o lucro líquido totalizou R$ 133,5 milhões, com
margem líquida de 1,2%, uma redução de 1,5%. O lucro
líquido no período foi impactado por R$ 62,1 milhões de gastos com integração
de Globex, sendo R$ 48,7 milhões referentes aos gastos com a troca de sistemas
de front-office (tombamento) e R$ 13,4 milhões com outras iniciativas
relacionadas ao processo de integração
-
-
Acho impressionante como podem faturar tanto e não conseguir fazer o lucro
crescer; preferem fazer aquisições e mais aquisições, abre loja, fecha loja,
muda faxada, troca de nome, despesas e mais despesas, com divida crescendo até
dizer chega. Quando anunciaram a aqusição das Casas Bahia e disseram que agora
aprenderam a ganhar dinheiro, cheguei a pensar que enfim havia chegado a hora
dela mostrar lucros consistentes com o faturamento, mas pelo visto foi só
impressão; tanto que a margem líquida continua pífia
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