Veja os melhores Comentários do Forum do Small Caps
Escolha abaixo as ações que deseja consultar

domingo, 11 de outubro de 2009

Pão de Açúcar (PCAR)





Recomendações
Compra: joaoricci (2017)
Carteiras
BR_AI_M (jul/18) - NumBroker (abr/16) - PANICO2011 (mar/13) - pinheiro87 (jan/16mai/17fev/18)
Balanços
3T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LÍQUIDO = Resultado Líquido de R$ 150 milhões no 3T18 x R$ 31 milhões no 3T17; RESULTADO OPERACIONAL = R$ 257 milhões no 3T18 x 49 milhões no 3T17; RESULTADO FINANCEIRO = R$ -135 milhões no 3T18 x -154 milhões no 3T17; EBITDA = R$ 610 milhões no 3T18 x 411 milhões no 3T17; Multivarejo = Receita bruta de R$ 6,9 bilhões, com evolução ‘mesmas lojas’ ex calendário de 6,1%, confirmando a retomada de crescimento desde o início do ano. Os ganhos de market share continuam a ocorrer em todas as bandeiras, com destaque para o Extra Hiper e Proximidade. O lucro bruto atingiu R$ 1.783 milhões, com margem de 27,9%,estável em relação ao 3T17, refletindo o adequado nível de competitividade em cada bandeira. As iniciativas comerciais têm trazido efeitos positivos na evolução de volumes, ticket e participação de mercado.; O EBITDA ajustado totalizou R$ 362 milhões, crescimento de 4,8%, superior ao crescimento da receita. Amargem cresceu 0,2 p.p. em relação ao 3T17 e alcançou 5,7%, acima do guidance anunciado para o ano e refletindo a consistência do resultado nos últimos 3 trimestres.

2T2018 -
Ricardo Borges  -  
Mais uma ação que se compararmos o preço da ação com o retorno que a empresa tem oferecido aos sócios, P/L de 22,99 (Fonte: Fundamentus), NÃO vale a pena recomendar. O P/VPA de 2,05 também mostra uma ação um pouco cara. Para igualar a rentabilidade que os títulos do tesouro estão oferecendo, o lucro do Pão de Açúcar deveria ser de R$ 2 bilhões em 12 meses, valor nunca atingido na história da empresa.

3T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 06 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (13,0435%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 31.000 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 165.000 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = -120.000. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MAIOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 3.788.000 X 3T17 = 2.872.000. VALOR DE MERCADO (MIL) = 19.634.848; VALOR MAXIMO (MIL) = 28.338.650 NO 3T14; VE PSBE (MIL) = 13.842.727.
Características
Comércio varejista
Links
356528 - marcosvinicius2 -  05 Dez 2018, 11:18
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LÍQUIDO = Resultado Líquido de R$ 150 milhões no 3T18 x R$ 31 milhões no 3T17; RESULTADO OPERACIONAL = R$ 257 milhões no 3T18 x 49 milhões no 3T17; RESULTADO FINANCEIRO = R$ -135 milhões no 3T18 x -154 milhões no 3T17; EBITDA = R$ 610 milhões no 3T18 x 411 milhões no 3T17; Multivarejo = Receita bruta de R$ 6,9 bilhões, com evolução ‘mesmas lojas’ ex calendário de 6,1%, confirmando a retomada de crescimento desde o início do ano. Os ganhos de market share continuam a ocorrer em todas as bandeiras, com destaque para o Extra Hiper e Proximidade. O lucro bruto atingiu R$ 1.783 milhões, com margem de 27,9%,estável em relação ao 3T17, refletindo o adequado nível de competitividade em cada bandeira. As iniciativas comerciais têm trazido efeitos positivos na evolução de volumes, ticket e participação de mercado.; O EBITDA ajustado totalizou R$ 362 milhões, crescimento de 4,8%, superior ao crescimento da receita. Amargem cresceu 0,2 p.p. em relação ao 3T17 e alcançou 5,7%, acima do guidance anunciado para o ano e refletindo a consistência do resultado nos últimos 3 trimestres.:

PCAR4
PREÇO: R$ 83,15
PAYOUT (2017): 13,11%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 20,62
P/VPA 2,06
PSR 0,46
DY 0,64%
EV/EBITDA 9,74
MARGEM BRUTA 23,94%
MARGEM OPERACIONAL 2,80%
MARGEM LÍQUIDA 2,25%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,033
MARGEM EBITDA 5,93%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 75,38%
ROE 9,98%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,20

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 99,30%
RESULTADO BRUTO 121,45%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 1341,86%
RESULTADO OPERACIONAL -1,03%
RESULTADO LÍQUIDO 277,54%
EBITDA 24,92%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 12,36%
RESULTADO BRUTO 14,66%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -12,34%
RESULTADO OPERACIONAL 424,49%
RESULTADO LÍQUIDO 383,87%
EBITDA 48,42%

c) lucro (taxa média anual)
UA 277,54%
U2A ND
U3A 13,62%

d) patrimônio líquido médio
UA 4,93%
U2A 1,69%
U3A -0,09%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 50,41
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +12% !!!!
[...]

352339 - Ricardo Borges  -  31 Jul 2018, 14:27
Comentários sobre resultados (WEGE3, TIMP3, VVAR11, PCAR4, ROMI3) e outras notícias

http://www.ricardoborges.com/noticias.htm

PÃO DE AÇÚCAR (PCAR4) - Mais uma ação que se compararmos o preço da ação com o retorno que a empresa tem oferecido aos sócios, P/L de 22,99 (Fonte: Fundamentus), NÃO vale a pena recomendar. O P/VPA de 2,05 também mostra uma ação um pouco cara. Para igualar a rentabilidade que os títulos do tesouro estão oferecendo, o lucro do Pão de Açúcar deveria ser de R$ 2 bilhões em 12 meses, valor nunca atingido na história da empresa.

Ativo_670_LucroLiquido_12M_180731061630_

Fonte: guiainvest.com.br

"O Grupo Pão de Açúcar (GPA) teve lucro líquido consolidado de R$ 526 milhões no segundo trimestre deste ano, valor 356% acima do resultado do mesmo período de 2017.

A empresa ainda apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de 972 milhões de reais entre abril e junho, alta de 50,7 por cento ano a ano.

De acordo com o balanço, o desempenho do segundo trimestre permite ao GPA confirmar as expectativas de crescimento para 2018, incluindo uma margem Ebitda ajustada de 5,5% a 5,6% no multivarejo e de 5,8 a 5,9% na bandeira de atacarejo Assaí.

O lucro da empresa antes de juros, impostos, depreciação e amortização foi de R$ 972 milhões, entre abril e junho, alta de 50,7%." " (Fonte: Folha)

Link para a matéria completa do jornal para ser lida:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/07/grupo-pao-de-acucar-tem-lucro-liquido-de-r-526-milhoes-5-vezes-maior-que-2017.shtml

Para quem desejar acompanhar as notícias econômicas e financeiras dos principais jornais nacionais:

http://www.ricardoborges.com/manchetes.htm

352266 - TraderCenter -  27 Jul 2018, 18:30
Salve Galera ADVFN.. Segue um resumo dos primeiros resultados referentes ao 2ºTri2018 que já foram divulgados.

https://lupamercantil.blogspot.com/
[...]
Grupo Pão de Açúcar registra lucro líquido de R$ 526 milhões

A empresa ainda apurou lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização de 972 milhões de reais entre abril e junho, alta de 50,7 por cento ano a ano.“Esse resultado nos leva a reafirmar uma nova tendência de receita para os negócios. Assaí continua a entregar um consistente crescimento de vendas, com evolução de market share, aliado a um sólido resultado”, disse o diretor-presidente do GPA no documento.
[...]

343795  - marcosvinicius2 -  10 Nov 2017, 19:09
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 06 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (13,0435%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 31.000 FOI MENOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 165.000 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = -120.000. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MAIOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 3.788.000 X 3T17 = 2.872.000. VALOR DE MERCADO (MIL) = 19.634.848; VALOR MAXIMO (MIL) = 28.338.650 NO 3T14; VE PSBE (MIL) = 13.842.727:

PCAR4
PREÇO: 73,69
PAYOUT (2016): -0,80%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 68,89
P/VPA 1,93
PSR 0,82
DY -0,01%
EV/EBITDA 10,75
MARGEM BRUTA 21,54%
MARGEM OPERACIONAL 5,64%
MARGEM LÍQUIDA 1,19%
LUCRO POR AÇÃO 1,070
MARGEM EBITDA 9,47%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 59,64%
ROE 2,79%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,19

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -65,36%
RESULTADO BRUTO -68,58%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -97,84%
RESULTADO OPERACIONAL -223,86%
RESULTADO LÍQUIDO -166,43%
EBITDA 13,18%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -27,72%
RESULTADO BRUTO -37,51%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -67,71%
RESULTADO OPERACIONAL -121,97%
RESULTADO LÍQUIDO -125,83%
EBITDA -21,26%

c) lucro (taxa média anual)
UA -166,43%
U2A -37,67%
U3A -39,33%

d) patrimônio líquido médio
UA -1,44%
U2A -2,51%
U3A 0,63%

Resultado financeiro = O resultado financeiro atingiu R$ 154 milhões, redução de 35,0% em relação ao ano anterior. Como percentual da receita líquida totalizou 1,4%, melhoria de 0,9 p.p.. A melhoria é explicada (i) pelo menor patamar de dívida bruta de R$ 767 milhões, (ii) pelo menor nível de juros no período (14,1% no 3T16 vs 9,2% no 3T17) e (iii) pela redução no custo de antecipação de recebíveis de 0,2 p.p. como percentual da receita líquida.;

Lucro líquido = O lucro líquido dos acionistas controladores, considerando as operações em continuidade e as descontinuadas, totalizou R$ 32 milhões, com margem de 0,3%, uma evolução de cerca de R$ 150 milhões em relação ao 3T16. No segmento Alimentar, o lucro líquido dos acionistas controladores das operações em continuidade, ajustado pelas outras despesas e receitas operacionais, totalizou R$ 137 milhões, montante quatro vezes superior se comparado ao 3T16, com maior contribuição proveniente do Assaí.;


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

175851 - renato1631 -  26 Mar 2013, 22:42
Crescimento forte. Fala CH

“Se a gente não se une, a coisa não anda”
Pedro Venceslau (pvenceslau@brasileconomico.com.br)
26/03/13 16:09

Segundo Eneas Pestana, CEO do Grupo Pão de Açúcar, a empresa pretende inaugurar até 2015 nada menos que 500 lojas.

Depois de assumir o comando do Grupo Pão de Açúcar no meio da guerra entre Abilio Diniz e Jean-Charles Naouri, o empresário Eneas Pestana, CEO da empresa, assumiu também a linha de frente do movimento que está unificando o discurso do setor varejista brasileiro.

"O varejo nunca foi unido e, devido a essa desunião histórica, o setor nunca se fez representar de maneira estrutural e séria. Iniciativas como a criação do IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) e o 1° Fórum Nacional do Varejo (evento do Lide - Grupo de Líderes Empresariais - que aconteceu no último fim de semana em São Paulo) são sinais de grandes mudanças. Se a gente não se une, a coisa não anda. Fica no estigma do varejista chorão", disse o executivo à coluna.

Ele contou, ainda, que o grupo pretende inaugurar até 2015 nada menos que 500 lojas, sendo boa parte delas de pequeno porte. "No ano passado, investimos R$ 1,5 bilhão. Esperamos superar esse número nos próximos três anos."

CEO defende criação da pasta da Micro Empresa

O CEO do Grupo Pão de Açúcar se disse favorável à criação do Ministério da Micro e Pequena Empresa, que será a 39a pasta do governo Dilma Rousseff. “A proposta é válida e faz sentido. A informalidade no país é um negócio muito sério", pontua Eneas Pestana.

172722 - PANICO2011 -  14 Mar 2013, 01:24
Mas ainda existe coisa boa na bovewspa (andei comprando PCAR4), PARECE QUE OS FRANCESES IRÃO ADMINISTRAR BEM A VAREJISTA.... A VER....

Ação do Pão de Açúcar renova máxima histórica com foco em corte de custos
Demissões de 18 executivos reforça foco em criar organização mais enxuta e eficiente; analista vê momento para comprar ações da companhia
Por Paula Barra |20h25 | 13-03-2013 a a a SÃO PAULO - O Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) anunciou ontem uma nova estrutura de cargos - do total de desligamentos, 13 ocorreram na holding e na área de varejo de alimentos, 5 na Via Varejo (VVAR3), que concentra as redes Ponto Frio e Casas Bahia. O movimento, embora não seja exatamente novidade, foi bem recebido pelo mercado.

A ação da companhia vem quebrando, pregão após pregão, suas máximas históricas; e o fôlego dos papéis parece não acabar tão cedo. Os ativos da empresa registraram ganhos de 2,86%, a R$ 106,82.

Segundo Richard Cathcart, analista do Banco Espírito Santo, o momento é para comprar Pão de Açúcar, estimando um potencial de alta de 11,59% até o final do ano, o que significa que o papel pode chegar a R$ 119,20.


BES ainda estima alta de mais 10% para as ações (Divulgação )
A reestruturação reforça o foco da empresa em tentar criar uma organização mais enxuta e eficiente, por meio de corte de custos, o que contribui como um catalisador de médio prazo para os papéis, disse Eduardo Machado, analista da Amaril Franklin.

Em comunicado, a empresa disse que o objetivo é simplificar as estruturas e tornar a empresa mais leve, ágil e ainda mais orientada para satisfação dos clientes e dos colaboradores. Assim, a companhia consegue crescer mais e gastar menos. A redução de gastos, portanto, será consequência da reorganização, mas a ideia central é tornar mais rápida e certeira a tomada de decisões dentro da empresa.

Principais mudanças
Entre as principais mudanças anunciadas (a serem deliberadas em reunião do conselho de administração), está a indicação de Daniela Sabbag para a diretoria de relações com investidores no lugar de Vitor Fagá, atual diretor de RI e diretor executivo de relações corporativas. Fagá foi indicado para a diretoria executiva financeira e de relações com investidores da Via Varejo, em substituição a Claudia Elisa Soares, que deixou a empresa.

Além disso, o executivo Ney Santos (atual diretor executivo de TI) foi promovido para a vice presidência de tecnologia da informação e logística da Via Varejo.

Cathcart vê a nomeação de dois nomes Pão de Açúcar - Fagá e Santos - para cargos de gerência na Via Varejo como um sinal importante de que o grupo está começando a exercer maior controle sobre a subsidiária.

Primeira etapa concluída com sucesso
As alterações no comando da Via Varejo completam a substituição feita no final do ano passado, quando Raphael Klein, neto do fundador das Casas Bahia, deixou a presidência da empresa de eletrônicos e foi substituído por Ramatis Rodrigues - representando um elemento importante da integração de funções que se sobrepõem entre as empresas do grupo.

Os primeiros sinais de sucesso vieram nos resultados do quarto trimestre, com queda da relação entre despesas operacionais e vendas líquidas no grupo. "Essa conquista coincidiu com Ramatis assumir o dia-a-dia da Via Varejo. Se a gestão é capaz de entregar outra melhoria dos custos no primeiro trimestre, nós pensamos que a confiança dos investidores no futuro da empresa vai crescer", disse o analista do BES.

O banco ainda reforça que quando o Grupo Pão de Açúcar se fundiu com Casas Bahia e Ponto Frio para criar a Via Varejo em 2010, a gestão havia delineado uma meta de Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 7,5% a ser alcançada em 2012, mas o último recentado mostrou margem de 6%. Contudo, Cathcart acredita que uma margem Ebitda de 7,5% é possível, e ainda não reflete o preço atual da ação.

168861 - ch3481 -  24 Fev 2013, 14:53
http://www.investsite.com.br/principais_indicadores.php?cod_negociacao=PCAR4

GH

Pcar4

Pelo que peguei do link acima (soh vi numeros, nao li nada) observei

Margem liquida de 2,27....eh baixa...ok que seja ateh caracteristica do setor....para contrapor temos o giro de ativo de 1,47......

Mas eh uma margem baixa...nao que seja impeditivo para se investir nela....tenho pnvl3 que tb tem margem baixa....rs

Dy de 0,77%.....putzzzzz esse eh baixo mesmo hein...rs.rs. Esse meu caso jah uma restricao maior.....mesmo que vc diga que faz contraponto no crescimento.

Lucro liquido 2010- 585.930
Lucro liquido em 2011 - 719.156
Lucro liquida 2012 - 1.156.436

Tah muito bom hein...crescendo jah tres anos

Mas putzzzzz...receita de 50mi pra soh isso de lucro????!?!

Div/LL - 2,95...tah ok

Caixa gerado nas operacoes tb crescendo bem...
http://www.investsite.com.br/fluxo_caixa.php?cod_negociacao=PCAR4

Enfim pelo que peguei assim, vendo soh numeros...

Mas realmente nao entraria no ativo. Pn's sem TA
Este motivo por si soh jah me afasta. Eh criterio. Soh invisto com TA e tb esta quantdd de receita pra pouco lucro nao me deixa muito satisfeito nao...rs

Eh isso, mas repito nao li nada

Vvar3 bem mais punck hein!!!!hehehe....pro pessoal de emocoes mais fortes

168782 - ghfranco -  23 Fev 2013, 07:31
boa tarde....rapaiiizzz nunca li nada a respeito de nenhuma das duas...
totalmente fora de meu campo visual...rs

Já tô com leitura atrasada de POMO, BBAS, HGTX (só ateh metade...senão ainda dava uma "sapeada")....preguiiiiiça baiana....hehe

Por que não gastas uns três minutos?
1. POMO está patinando, e dá para esperar mais um trimestre tranquilo;
2. BBAS dá para comprar ou manter sem ler o relatório;
3. HGTX... bem acho que possa valer até R$50,00, inclusive neste trimestre, mas realmente não sei projetar o crescimento desta empresa daqui para frente. Para mim, está patinando.

PCAR (grupo pão de açúcar):

composto por supermercados (Pão de Açúcar, Extra Supermercado e PA Delivery), hipermercados (Extra Hiper), lojas de proximidade (Minimercado Extra), atacado de autosserviço (Assaí), GPA Malls & Properties, postos de combustíveis e drogarias; e VIAVAREJO - VVAR, que é composta por:
lojas físicas Casas Bahia e Ponto Frio e comércio eletrônico da Nova Pontocom: Extra.com.br, PontoFrio.com.br,Casasbahia.com.br, Barateiro.com.br e Partiu Viagens

Ou seja: consumo, serviços, bem diversificada no ramo de negócios e com boa expansão geográfica. A VVAR, particularmente, atua em loja física e venda online, o que equilibra bem.

o EBITDA da PCAR aumentou 30% em 2012.

"Importante frisar que o aumento do investimento
apresentado em 2012 sinaliza o início de um consistente e constante ciclo de investimentos do GPA em novas lojas nos próximos anos.
Estamos muito otimistas e vamos continuar investindo no crescimento do Grupo Pão de Açúcar. Mesmo com os altos investimentos e uma taxa de crescimento mais acelerada que nos últimos anos, a companhia reduziu seu endividamento em R$ 1,7 bilhão, para R$ 3,4 bilhões, e tinha, no fim de 2012, uma sólida estrutura de capital." do Release de PCAR, 4t12

Olhando os múltiplos, VVAR parece ainda melhor, seu crescimento de EBITDA foi de 40% em 2012. Inclusive corrigindo meu post anterior, o fundamentus apresenta ROIC de 26% para VVAR. Só que aí vai ter uma questão de liquidez.

"Em 2012, criamos novas unidades de negócios, Barateiro.com, PartiuViagens, soluções B2B e o Marketplace, que propiciarão aumento de receita e rentabilidade nos próximos anos. O Barateiro.com oferece itens com pequenas avarias, mas com garantia de fábrica e descontos que chegam a até 60%. A PartiuViagens, criada em parceria com a CVC, é a primeira agência on‐line do país com foco na venda de pacotes turísticos, não se restringindo apenas à venda de passagens e/ou estadias. Já o e‐Hub, site nos moldes de Marketplace, reúne produtos de diversos segmentos ofertados por lojas parceiras. Inédita no Brasil, essa iniciativa visa criar diferencial em sortimento e aumento de rentabilidade, permitindo que nossos consumidores consolidem as compras de diferentes lojas em um único pagamento. Além disso, estruturamos a unidade de negócios B2B que apresentou crescimento significativo em 2012.
Em 2012 também investimos fortemente em áreas estratégicas, como supply chain e marketing analytics, que refletirão positivamente nos resultados dos próximos anos, e lançamos produtos como o social login e a lista de casamento, além do nosso trabalho diferenciado em mídia social." do release 4t12 de VVAR

Ambos releases acessíveis em:
http://rigpa.grupopaodeacucar.com.br/grupopaodeacucar/web/mobile/conteudo_mobile.asp?tipo=30410&id=168667&idioma=0&conta=0

Não tenho medo de P/L em 20, tenho medo é de empresa que não cresce, heheh

167887 - israel007 -    20 Fev 2013, 04:01
Empresa: CIA BRASILEIRA DE DISTRIBUICAO Ação: P.ACUCAR-CBD PN Setor: Consumo não Cíclico Subsetor: Comércio e Distribuição
Resultado do 4º Trimestre de 2012

A companhia anunciou lucro líquido de R$ 441,3 M neste trimestre, aumento de 134,0% em relação ao 3T12 e crescimento de 22,1% em relação ao 4T11. A receita líquida totalizou R$ 5,3 B neste trimestre, crescimento de 15,4% em relação ao terceiro trimestre de 2012 e redução de 11,7% em relação ao quarto trimestre de 2011.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 26,7% contra 26,1% no trimestre anterior e 21,3% no 4T11. Já a margem líquida ficou em 8,3% no 4° trimestre de 2012 contra 4,1% no terceiro trimestre de 2012.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 22,4 B, crescimento de 26,4% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 8,5 B no quarto trimestre de 2012, o que representou uma variação de 11,4% em relação ao saldo no 4° trimestre de 2011.

Neste período, a ação oscilou 0,1% contra 3,0% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado alcançou R$ 23,8 B contra R$ 17,5 B no 4T11.


Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:

- Com market share de 17,9% e vendas totais de R$ 36,1 bilhões em 2010, o Grupo Pão de Açúcar é o líder no segmento varejista do Brasil. A rede fechou o ano de 2010 presente em 19 estados e no Distrito Federal, com 1.647 lojas, mais de 2,8 milhões de metros quadrados de área de vendas, cerca de 145 mil colaboradores e 50 centrais de distribuição. Sua atuação é sustentada por uma estrutura multiformato, que permite atender às necessidades de consumidores de diferentes regiões e classes socioeconômicas com um equilíbrio entre supermercados (Pão de Açúcar, Extra Supermercado, CompreBem e Sendas), hipermercados (Extra Hipermercado), lojas de produtos eletrônicos/eletrodomésticos (Ponto Frio e Casas Bahia), lojas de conveniência (Extra Fácil), "atacarejo" (Assaí), postos de combustíveis, drogarias e operações de comércio eletrônico (Extra.com.br, PontoFrio.com.br, CasasBahia.com.br).

Fundada em 1948, a Companhia tem, desde 1995, as suas ações listadas na Bolsa de Valores de São Paulo (PCAR4) e desde 1997 ADR’s na New York Stock Exchange (CBD).      

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

PAINEL DE INDICADORES
05/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
PCAR4
  65,33
23,8
2,32
55,1
0,3%
4,2%
1,4
2%
4,2%
-56,9%

·  PONTOS POSITIVOS:
-    
·  PONTOS NEGATIVOS

- Alimentar: No 3T11, o resultado financeiro totalizou despesa líquida de R$ 167,2 milhões, que representou 2,7% das vendas líquidas, estável em relação ao trimestre anterior. 

- Consolidado: No 3T11, o resultado financeiro foi uma despesa líquida de R$ 327,9 milhões, equivalente a 3,0% das vendas líquidas, no mesmo patamar do trimestre anterior.todas as comparações tiveram impacto da consolidação de Casas Bahia no 3T11 e 9M11, que não estava incluída nos mesmos períodos do ano anterior.

-A dívida líquida do GPA Alimentar totalizava R$ 2,275 bilhões em 30/09/11, um aumento de 3,9% em relação à posição de 30/06/11

-A dívida líquida do GPA Consolidado totalizava R$ 2.283 bilhões em 30/09/11, um aumento de 14,8% em relação a 30/06/11. A relação dívida líquida/EBITDA no 3T11 foi de 0,84x, um aumento em relação a 30/06/11 (0,81x).

- GPA ALIMENTAR: No 3T11, o lucro líquido totalizou R$ 129,0 milhões, uma redução de 15,6% no trimestre. Esta redução ocorreu em função do aumento da despesa financeira líquida.

- GPA CONSOLIDADE: No 3T11, o lucro líquido totalizou R$ 133,5 milhões, com margem líquida de 1,2%, uma redução de 1,5%. O lucro

líquido no período foi impactado por R$ 62,1 milhões de gastos com integração de Globex, sendo R$ 48,7 milhões referentes aos gastos com a troca de sistemas de front-office (tombamento) e R$ 13,4 milhões com outras iniciativas relacionadas ao processo de integração 

-
·  VISÃO ESTRATÉGICA
-     
·  OPINIÃO DO ANALISTA
-  Acho impressionante como podem faturar tanto e não conseguir fazer o lucro crescer; preferem fazer aquisições e mais aquisições, abre loja, fecha loja, muda faxada, troca de nome, despesas e mais despesas, com divida crescendo até dizer chega. Quando anunciaram a aqusição das Casas Bahia e disseram que agora aprenderam a ganhar dinheiro, cheguei a pensar que enfim havia chegado a hora dela mostrar lucros consistentes com o faturamento, mas pelo visto foi só impressão; tanto que a margem líquida continua pífia  


Análise Coin Valores
Fundado em 1948, o Grupo Pão de Açúcar é atualmente o maior varejista e principal empregador privado do Brasil. São quase 2 mil pontos de vendas, distribuídas em 18 estados e no Distrito Federal, totalizando quase 3 milhões de m² em área de vendas.
Para garantir a atuação no mercado, atendendo clientes de todas as classes socioeconômicas em seus diversos momentos de compra, o Grupo oferece uma estrutura multi-formato com os seguintes modelos: lojas de conveniência (Extra Fácil), supermercados (Pão de Açúcar, Extra, CompreBem e Sendas), hipermercados (Extra), lojas especializadas em eletroeletrônicos (Ponto Frio e Casas Bahia), drogarias, postos de combustíveis, “atacarejo” (Assaí atacadista) e comércio eletrônico (extra.com, pontofrio.com e casasbahia.com).
O controle da Companhia é compartilhado entre seus sócios brasileiros e o Grupo francês Casino, segundo maior varejista da França. Suas ações estão listadas desde 1995 na Bovespa e
desde 1997 na NYSE (ADR Nível III).
O apoio a políticas públicas de cunho social, o incentivo às práticas esportiva e cultural, o estímulo ao comércio ético e solidário e ao consumo consciente são iniciativas sempre presentes no DNA do Grupo.

RETROSPECTIVA 2010
Os principais objetivos da Companhia para o ano de 2010 foram: expansão, especialmente por meio das novas lojas do Assaí (atacarejo) e da readequação do modelo de supermercado para as classes mais baixas (de CompreBem e Sendas para Extra Supermercado); crescimento de vendas mesmas lojas acima da inflação; manutenção do programa já implementado de controle de despesas; maiores ganhos de eficiência; melhoria do retorno sobre capital investido; e  consolidação da cultura corporativa meritocrática. Este ano ficou marcado pela associação com a Casas Bahia, grande líder do segmento varejista de não-alimentos brasileiro, no Grupo. A partir de Agosto, a gestão das lojas de eletroeletrônicos passou a ser feita em conjunto. O faturamento anualizado do Grupo em 2010 foi superior a R$ 40 bilhões de reais.

PERSPECTIVA 2011
2011 deve ser um ano de consolidação para o Grupo Pão de Açúcar. As operações de varejo de alimentos estão bastante maduras, e devem mostrar continuidade em seu processo de desenvolvimento, especialmente no que diz respeito a rentabilidade. Também nas operações de varejo de não-alimentos, o grande desafio será a integração do Ponto Frio com a Casas Bahia.Cada modelo irá assumir um posicionamento mais específico e ambos devem se beneficiar dessa união, assim como o próprio Grupo, que pretende otimizar seus recursos por meio desta união O comércio eletrônico da Companhia deverá continuar apresentando alto crescimento de vendas, cerca de 50% acima do crescimento médio desse mercado. A área de real estate (GPA Malls & Properties) continua a demonstrar sua capacidade de geração de resultados para a Companhia.
E a FIC (Financeira Itaú CBD), financeira gerenciada em parceria com o Itaú, deverá mostrar resultados ainda melhores em 2011, graças ao aumento do nível do consumo e da utilização de crédito entre a população brasileira.


Pão de Açúcar e Casas Bahia selam novo acordo para fusão
Recomendar!
Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
02/07/10 - 06h56
InfoMoney
SÃO PAULO - As Casas Bahia e o Pão de Açúcar anunciaram nesta sexta-feira terem chegado a um novo acordo para a concretização da fusão entre as empresas, anunciada há meses mas interrompida por conta de discordâncias entre as partes em relação à avaliação dos ativos da Casas Bahia.
Segundo o novo contrato, os acionistas de Globex votarão proposta de aumento de seu capital social no montante de pelo menos R$689 milhões, pelo preço de emissão de R$ 16,00 por ação.
O Pão de Açúcar subscreverá ações a serem emitidas pela Globex em troca de todos os ativos e passivos relacionados aos negócios das lojas Extra-Eletro, os quais serão avaliados por seu valor contábil, que deverá corresponder a, pelo menos, R$ 89,8 milhões. Além disto, o Pão de Acúcar concederá R$ 600 milhões por meio de instrumentos de crédito.
O ponto mais polêmico, contudo, ficará com a reavaliação dos ativos das Casas Bahia, que serão alocados em uma nova sociedade, denominada "Nova Casas Bahia", a ser incorporada pela Globex.
Casas Bahia reforça participação
Segundo a nota, após a incorporação das ações, "os sócios de Casa Bahia passarão a ser titulares de ações de emissão de Globex representativas de 47% do capital social total de Globex e CBD [Pão de Açúcar] passará a ser titular de ações representativas de pelo menos 52% do capital social total de Globex".
Ademais, enquanto os sócios das Casas Bahia forem detentores de, ao menos, 29% do capital social da Globex, Michael Klein será indicado como presidente do Conselho de Administração da empresa.


18977 - victorfleite - 29/Out/2009 20:44
Da Exame
Pão de Açúcar assume rede de postos...
Por Marcelo Onaga | 29/10/2009 - 05:26
O Pão de Açúcar, líder do setor varejista brasileiro, vai anunciar no dia 1 de novembro que assume a gestão da Rede Duque de postos de combustível. O grupo comandado por Abílio Diniz já opera alguns postos e decidiu investir pesado no setor. O acordo com a Rede Duque prevê a injeção de capital e direito de compra do controle da operação. Os executivos do Pão de Açúcar devem passar pelo menos um mês à frente da operação para analisar resultados, desempenho e rentabilidade da Duque. Depois disso o grupo varejista deve ficar sozinho na operação.
A Rede Duque tem cerca de 40 postos em São Paulo, todos em regiões nobres, onde o combustível chega a custar 40% a mais do que em bairros mais afastados. Para fechar o negócio, que não teve valores revelados, o Pão de Açúcar precisou superar a proposta do banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, que também queria comprar a Rede Duque.
Essa é a segunda vez que Esteves leva a pior na disputa por um negócio no setor de combustíveis. O banqueiro, que já adquiriu a rede Aster, também tentou comprar a área de distribuição da Esso no país, mas foi superado pela Cosan. O Pão de Açúcar continua de olho em outras redes de distribuição de combustíveis. 


6922 - octacm - 08/Jun/2009 09:47
citação: floripasempreRecentemente o Pdrao pediu opinião sobre Ponto Frio (glob3). O grupo Pão de Açucar acabou de adquirir 70,24% do capital da mesma, pagando a importância de R$ 824,5 milhões. Desta forma, 100% da base seria equivalente a R$ 1.173 milhões. Na cotação da ação por R$ 9,35 o valor de mercado da empresa seria de R$ 1.162 milhões (fundamentus). Ou seja, o mercado já tinha precificado a venda.


O que temos que ver tambem é quanto o Pao de Açucar vai gerar de sinergia com a nova aquisição, com certeza o Pao de açucar conseguirá melhorar a eficiencia logistica que é considerado um custos significativos na cadeia de varejo, sem falar na barganha com os fornecedores que aumentará...

Fator 02-JUN

Redução da expectativa de crescimento da receita líquida para 7,4% em 2009 (de 17,1%), 9,1% em 2010 (de 11,6%) e 12,2% em 2011 (de 11,8%), e manutenção de margem lajida em função da manutenção na composição da receita por bandeira e estabilização na redução de despesas. · O cenário de desaceleração econômica determinou redução na necessidade de investimento (CAPEX) em nossas projeções, de R$590 milhões para R$410 milhões em 2009, e reduziu a projeção de expansão de área de vendas. Projetamos área média de vendas de 1.368,7 mil m² em 2009.

Nenhum comentário: