OHL
Brasil (OHLB)
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Recomendação: de compra pelo Small Caps em FEV/2012
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5397 de 580211/Mai/2009 00:15 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] paulorizzi Usuário PremiumComentários: 775 -
Desde: Dez 2007
O que mais atrai na empresa é o seu crescimento nos últimos
5 anos (25% anuais na Receita Líquida e 28% anuais no Patrimônio Líquido), mas
... o ROE e a margem líquida são fracos e já foram melhores no passado. A
liquidez corrente é somente 0,43, ou seja, o diretor financeiro deve ter uma
baita úlcera tendo que administrar a situação continuamente. A dívida é
bastante alta (127% do PatLiq). Há dezenas de ativos com P/L (10,5), P/VPA
(1,36) e PSR (1,52) melhores.
Mas vai entender o mercado ... no passado, numa situação
somente um pouco melhor (dívida bruta menor), o ativo chegou a ser negociado
por P/L e P/VPA duas vezes os atuais.
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5746 de 580215/Mai/2009 23:02 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] danielbeharComentários: 1247 - Desde: Jul 2007
Permitam-me a intromissão.
Faz algum tempo que namoro essas concessionárias de
rodovias. O problema é que os preços nunca foram muito atraentes. No auge da
crise, CCRO3 chegou a um preço razoável, mas haviam outras oportunidades mais
tentadoras.
A OHLB entrou agressiva nos últimos leilões. Não sei - é
algo que a gente vai ter que analisar a MP/LP - a viabilidade econômica de
algumas tacadas da empresa.
De qualquer forma, lançando os olhos "en passant"
sobre os dados fundamentalistas colhidos no FUNDAMENTUS, não me parece que OHLB
seja muito gentil em termos de dividendos. CCRO3, com um PL 60% maior, paga
quase três vezes mais dividendos que OHLB. Uma empresa com essa geração de
caixa poderia, a exemplo de outras concessionárias de serviço público (gás,
energia elétrica, saneamento) pagar dividendos mais substanciais.
Esses dividendos parcimoniosos talvez - ou quase certeza -
sejam reflexo da política agressiva que citei a pouco.
Por fim, em relação a TPIS3, sinceramente, não sei como uma
empresa desse ramo pode dar prejuízos (isso numa época em que as outras
empresas não estavam tão agressivas nos leilões). Talvez eu perca uma grande
oportunidade, mas não arrisco investimento nessa empresa nem como turnaround.
Enfim, não sou nenhum expert no assunto. Só quis deixar
essas singelas colocações para que possamos refeletir.
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49515 de 49523Modificado em 11/Out/2010 17:25 [Citar este
comentário] 0
1 rodrigosetComentários: 113 - Desde: Jan 2008
OHLB3 promete vir com bons resultados:
Motivo 1 - aumento no valor dos pedágios: em 1º de julho de
2010 as tarifas de
pedágio das concessionárias estaduais foram reajustadas em
4,18% de acordo
com a variação acumulada do IGP-M entre junho/2009 e
maio/2010.
Motivo 2 - aumento no tráfego de veículos:
Em relação ao mesmo período de 2009, o índice de fluxo
total de veículos apresentou expansão de 9,5%. O fluxo de veículos pesados cresceu
13,4% e o de leves apresentou alta de 8,2%.
Nos últimos doze meses (acumulado de outubro de 2009 a
setembro de 2010 sobre o acumulado de outubro de 2008 a setembro de 2009), o
fluxo total teve expansão de 7,3%. Considerando essa mesma base de comparação,
o fluxo de leves cresceu 6,6% e o de pesados avançou 9,3%.
Quadro: Taxas de crescimento do fluxo pedagiado
Setembro/10 sobre Setembro/09 - aumento de 9.5%
Últimos doze meses - aumento de 7.3%
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OHL Brasil S.A. é uma das maiores companhias do setor de
concessões de rodovias do Brasil em quilômetros administrados, com 3.226
Km em operação. Através de suas nove concessionárias, a OHL Brasil S.A.
administra rodovias localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de
Janeiro, Santa Catarina e Paraná. Atualmente, detém 100% do capital das
seguintes concessões estaduais: Autovias, Centrovias, Intervias e Vianorte; e
das concessões federais: Autopista Fernão Dias, Autopista Regis Bittencourt,
Autopista Litoral Sul, Autopista Planalto Sul e Autopista Fluminense. A
Companhia é uma empresa brasileira com 60% do seu controle detido pela OHL
Concesiones, sociedade espanhola que desenvolve suas atividades na área de
promoção de infra-estrutura, incluindo a seleção de projetos, participação em
licitações, financiamento, construção e operação dos mesmos. Atualmente, a OHL
Concesiones, além de ser acionista majoritária da OHL Brasil, administra
diversas sociedades concessionárias de rodovias na Espanha, Chile, Peru, México
e Argentina. A OHL Concesiones é subsidiária integral da OHL S.A. empresa
espanhola do setor de construção e concessão e uma das líderes desses setores.
O ano de 2010 começou com a atividade econômica brasileira
aquecida. O tráfego pedagiado nos nove primeiros meses do ano das
concessionárias da OHL Brasil apresentou um crescimento de 39,9%, motivado pela
evolução positiva do PIB e da produção industrial no período, bem como pela
abertura das últimas praças de pedágio nas concessionárias federais. A última
praça de pedágio entrou em operação em setembro e está localizada no município
de Mairiporã, na concessionária Fernão Dias. Através das concessionárias
estaduais foi realizada a primeira emissão de debêntures no mercado brasileiro,
no valor de R$ 1,4 bilhão, sendo os recursos destinados ao refinanciamento de
dívidas de curto prazo e à realização de investimentos. Em outubro foi aprovado
pelo BNDES o empréstimo de longo prazo (15 anos) no valor de R$ 1,0 bilhão na
concessionária Régis Bittencourt, com o objetivo de financiar a execução de
melhoramentos e novas infraestruturas na rodovia. Nos nove primeiros meses do
ano a Receita Líquida da OHL Brasil apresentou um aumento de 29,6%, o EBITDA
cresceu 48,6% e o lucro líquido atingiu R$ 205 milhões, com um crescimento de
94,3% sobre o mesmo período do ano anterior.
Em 2011 as expectativas do mercado indicam que o PIB deverá
crescer próximo a 4,5% e a produção industrial poderá avançar 4,7%. Espera-se
também um aumento na taxa de juros básico da economia motivado pela pressão
inflacionária, provocada pelo crescimento do consumo.
A OHL Brasil S.A. acredita ainda que, com o advento da Copa
do Mundo em 2014 e das Olimpíadas em 2016, deverá haver uma aceleração dos
processos de licitação no país e, consequentemente, um grande número de
oportunidades de projetos de infraestrutura deve
acontecer no nosso setor. Por último, esses acontecimentos
devem contribuir para estimular novamente as taxas de crescimento nos próximos
anos.
r quanto os
caras queriam mesmo fechar o capital? Eu, hein?
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116573 de 11663722/Fev/2012 22:51 3
small
capsComentários: 5816 - Desde: Fev 2007
citação: uqaz
citação: paulo_prof
citação: Midas RJ
citação: tota57
citação: small caps
Ilustres, só uma passada rápida para, AVISAR o
que segue:
A posição em CARD3 foi diluída e ganhou duas
novas posições.
Cada qual perfaz 1% da carteira de ações,
então...
Depois comento o racional, pois são empresas que
pelos múltiplos (ATUAIS) não estariam no nosso radar:
OHLB3
BRIN3
Mais da metade do trabalho de coleta de novos
ativos para carteira do ano está concluído...
Abraços,
Small caps.
A BRIN3 é adminstrada pelo GULF, mesmo fundo que
administra a BBRK3. A primeira pretende ser a maior no segmento de corretoras
de seguros, enquanto a segunda no de imobiliárias.
O modelo é semelhante, o de crescimento através
de aquisições de empresas existentes no mercado.
Boa sorte Small. Eu estou a 2 anos acreditanto na
BBRK, mas ainda não consegui fazer a colheita...rsrs
Sobre BRIN, acho -certeza nenhuma; apenas ouvi
falar- que tem a mania feia de diluir acionistas, emitindo ações a cada nova
aquisição. De qq forma naum me interessa, por isso naum tenho dinheiro lah.
Sobre OHBL>>> realmente fica difícil
entender o que leva alguém a pensar em investir nisso. Olha soh os múltiplos a
seguir:
pl 13,6; pvpa> 3,6; dívida/pl 2,12. Se isso eh
bom, naum sei o que eh ruim!!!
Somente se justifia se houver alguma informação
dos bastidores.
Abs
Midas
No que tange o endividamento, acho que é o
líquido que realmente interessa (principalmente se vc for amigo do rei,
recebendo grana subsidiada do BNDES e aplicando a taxas de mercado). Por outro
lado, acho que commparar o endividamento com o Patrimônio Líquido não fornece
informação relevante ... melhor comparar com a geração de caixa (ebitda).
A dívida líquida da OHBL no final do 3T11 era de
1,79 vezes o ebitda gerado nos 12 meses anteriores. Se o ebitda
"ajustado" (antes do IFRS) fosse utilizado no lugar do ebitda
tradicional, esta relação cairia para aprox. 1,6.
Um endividamento da ordem de 1,7 do ebitda anual
é considerado relativamente "saudável". Certamente não é considerado
alto!
No que tange outros indicadores fundamentalistas,
não faz muito sentido disassociar o P/L da taxa média de crescimento anual do
lucro líquido. Quero crer que o P/L seja alto porque a taxa de crescimento do
lucro é altíssima. Pela minha avaliação, esta taxa gira em torno de no mínimo
35% a 40% nominais se um horizonte de até 4 anos é tomado como base e de mais
de 70% se somente o último ano for tomado como base (nesta avaliação, estimei
um lucro bruto tremendamente conservador, de R$ 50 milhões, no 4T11).
Supondo que o lucro líquido do 4T11 tenha sido de
R$ 50 milhões, que a taxa anual média real de crescimento do lucro líquido nos
próximos 3 anos seja de 35%, supondo uma perpetuidade real nula e uma taxa de
desconto real de 10% a.a., a fórmula do FCD produz um preço justo de R$ 107,61.
Em conseqüência, não dá para aformar com certeza
que o ativo está caro !!! Vai que, nos próximos 3 anos, a empresa consiga
aumentar o lucro líquido a uma taxa de 35% reais ao ano?!!!!
Prof, poderíamaos dizer que esse seria um caso
parecido com HGTX?
Meu software operacional está sempre em
desenvolvimento.
Há não muito, vendi HGTX3 com 500% de ganho e
LLIS3 com apenas 300%. Elas ultrapassaram os 1.000%. Fui atrás para ver onde
errei e descobri parte.
Meu radar passou a captar novos ativos neste
momento em razão disto.
Muita atenção a isto:
ASSET LIGHT! Num mercado que permite um excelente
crescimento. Fluxo de caixa porreta e margens brutas gigantescas... com Ebitdas
de deixar qualquer um maluco.
BRIN3 tem apenas 1% do mercado e suas margens são
ilariantes. Acredito que com a consolidação de novas aquisições, cada vez mais
vai ampliar seu poder de barganhar melhores taxas de corretagem na venda de
seguros.
Tem ativos em que o crescimento possível é
gigante. Este no meu juízo é um deles. Já separaram R$ 200 milhões para
aquisições este ano e o fluxo de caixa do negócio é violento. Payback de cada
investimento muito forte.
Já OHLB3 muita gente esquece de considerar que
várias praças de pedágios passaram a operar recentemente e o reajuste
inflacionária está a todo vapor nas suas máquininhas de fazer dinheiro...
aquelas casinhas que vc vem nas rodovias Estaduais e Federais melhores
conservadas.
Aliás, o EBITDA dela está próximo de R$ 300
milhões por trimestre e o lucro líquido parece se encaminhar para os R$ 500
milhões anuais... quando as despesas financeiras forem diminuindo, cada vez
mais vai aparecer o lucro líquido e sobrar caixa para o acionista... Aliás,
P/EBITDA por volta de 4 ou 5 e P/L por volta de 10 num ativo de forte
crescimento por qual razão estaria cara? Só porque já subiu demais?
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116795 de 11681723/Fev/2012 23:56 2
small
capsComentários: 5832 - Desde: Fev 2007
citação: rolat
citação: small caps
OHLB3, maquinas de fazer dinheiro:
(23/02) - OHL BRASIL (OHLB - NM) - Comunicado
DRI: Alessandro Scotoni Levy
Enviou o seguinte comunicado:
A OBRASCON HUARTE LAIN BRASIL S.A. (OHL Brasil)
comunica aos seus acionistas e
ao mercado em geral que a Agencia Nacional de
Transportes Terrestres (ANTT)
autorizou o reajuste da tarifa de pedagio da
concessionaria controlada Autopista
Litoral Sul S.A.
A nova tarifa entrou em vigor a partir da zero
hora do dia 22 de fevereiro de
2012, conforme quadro abaixo:
Rodovia Concessionaria Tarifa basica Tarifa
basica
anterior ao c/ reajuste (R$)
reajuste (R$)
BR-116/PR, 376/PR, 101/SC Autopista Litoral
Sul 1,40 1,50
Sao Paulo, 23 de fevereiro de 2012.
Os múltiplos parecem caros? Sim.
Mas observe
isto:http://www.fundamentus.com.br/graficos.php?papel=OHLB3&tipo=2
Cuidado com o trimestre do ajuste do balanço para
o IFRS... parece prejuízo, mas não é...
Detalhe, receita X 7 em cinco anos...
Abraços,
Small caps.
OHLB3??? Acho que com uma diversificação em
excesso pode começar a deixar de investir em empresas e encontrar problemas.
Mas o papel está em tendência de alta forte,
nessas "pirâmides" até RPMG3 dá um caldo do cacete, só não entraria
nesse troço sem stop.. trade a riba, quando a escada terminar, desce de
elevador, mas é só curtir com muita prudência, principalmente, os novatos que
já devem estar acostumado com o AVISA para só depois vender ou as vezes esquece
que para colocar nesses troços menos de 3% do capital. Stop!!! Avisando...
Small, o gráfico da receita e tão bonito e
crescente, como o gráfico das dívidas.
Empresa que cresce Receita com as Dívidas
acompanhando na mesma potência o lucro tem que vir na marra, senão tem ladrão
na parada, o ruim é quando o lucro nem acompanha tanto para aborver tanto
endividamento, má administração o mercado não perdoa. Se conseguirem
administrar bem essa dívida, continuar crescendo sem a ajuda do "Gerente
do Banco" e os investimentos derem resultados, talvez daqui a uns anos
OHLB3 terá meu dinheiro, hoje não.
Se é pra diversificar com ativo caro que fica
mais caro, prefiro : AMBV3, NATU3 e LLIS3.
Só uma opinião... Boa noite!!
pelo visto, este foi o ativo menos
"entendido" da campanha avisa.
A dívida líquida/EBTIDA está em queda e este é o
indicador que importa numa empresa de concessão. O fluxo de caixa dos próximos
anos comporta com facilidade os investimentos necessários nas licitações que
arrematou.
Ela teve um crescimento explosivo em razão das
concessões federais que passou a fazer parte do seu balanço. Todas muito
recentes.
Vamos fazer o seguinte: Conversamos após o
balanço do quarto trimestre quando aquele efeito da nova contabilidade no
quarto trimestre do ano passado estará superado nos múltiplos.
Por fim, existem dívida e dívidas. Já percebeu
que no último trimestre o resultado financeiro já passou a pesar menos no
balanço?
Você vai descobrir o que é ser amigo do Rei.
De inspiração, olha a trajetória de longo prazo
da ELPL4, depois de superada a fase de pesados investimentos iniciais e olha
que foi um violento fluxo de caixa para o acionista no último ano:
http://www.fundamentus.com.br/graficos.php?papel=ELPL4&tipo=1
Em tempo: se vc não se sente confortável com uma
abordagem de investimento, não deve mesmo investir. Vc deve dominar o que faz a
exaustão para se sentir seguro no que está fazendo. Acompanho empresas assim há
mais de 12 anos e conheço o fluxo de caixa delas...
Abraços,
Small caps.
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116796 de 11681724/Fev/2012 00:02 1
small
capsComentários: 5832 - Desde: Fev 2007
Entendendo melhor o fluxo de caixa de uma
concessão de 30 (TRINTA) anos:
"Com plano de financiamento completo, OHL
Brasil já investiu R$ 2,4 bilhões nas rodovias federais que administra
Nos primeiros anos da concessão, os investimentos
são garantidos por financiamentos do BNDES de longo prazo, já inteiramente
aprovados.
As rodovias federais sob gestão das
concessionárias do Grupo OHL Brasil já receberam R$ 2,4 bilhões de
investimento, desde a assinatura dos Contratos de Concessão, em fevereiro de
2008. De 2012 a 2015, a previsão é investir mais R$ 2,7 bilhões. Estes recursos
são garantidos, especialmente nos primeiros anos da concessão, por
financiamentos de longo prazo do BNDES.
“Recebemos há alguns dias a última aprovação de
empréstimo de longo prazo do BNDES, para a Autopista Fluminense, o que completa
nosso plano de financiamento de longo prazo para as cinco concessionárias
federais. A OHL Brasil solicitou financiamento ao BNDES de 70% do valor a ser
investido nos primeiros anos da concessão, com um valor total de financiamento
de R$ 3,2 bilhões”, explica José Carlos Ferreira de Oliveira Filho, presidente
da OHL Brasil.
Além disso, também compõem os recursos para
investimentos nas rodovias federais o valor arrecadado nos pedágios e outros
mecanismos de empréstimos, como emissão de debêntures. “Em contratos de concessão
de rodovias, as obras mais pesadas são usualmente feitas nos primeiros anos e,
portanto, os recursos iniciais vem de mecanismos de empréstimos e não só do
valor do pedágio. É só ao longo do tempo que a arrecadação de pedágio passa a
ser a fonte única para os recursos de investimento. Por isso, os recursos do
BNDES são tão importantes neste caso. Os valores aprovados vão sendo liberados
conforme a realização das obras”, explica José Carlos.
Só nos primeiros nove meses de 2011, foram
investidos R$ 600 milhões nas rodovias administradas pela Autopistas Régis
Bittencourt, Fernão Dias, Fluminense, Planalto Sul e Litoral Sul. Atualmente,
as concessionárias federais da OHL Brasil possuem 323 frentes de obras, com
4.260 trabalhadores, entre engenheiros e operários. As principais obras em
andamento nas rodovias federais sob gestão das concessionárias da OHL Brasil
são:
•Duplicação de 11 quilômetros da Serra do
Cafezal, na Régis Bittencourt (BR-116).
•Duplicação de 60 quilômetros na BR-101/RJ, entre
as cidades de Macaé e Campos dos Goytacazes, iniciada no final de agosto de
2011.
•Contorno de Betim na Fernão Dias (BR-381), já
com a primeira etapa em conclusão e a segunda em execução.
•Duplicação de 25 quilômetros na BR-116/PR, entre
as cidades de Curitiba e Mandirituba, iniciada em outubro de 2011.
De fevereiro de 2008 até hoje, as concessionárias
de rodovias federais do Grupo já recuperaram 70% do pavimento das rodovias
federais que administram. A recuperação completa do pavimento deverá acontecer
até o 5º ano da concessão (2013), de acordo com o prazo contratual."
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121953 de 12200722/Mar/2012 18:09 1
small
capsComentários: 6015 - Desde: Fev 2007
Poly, sabias palavras :)
Atenção ao ativo sobrecomprado OHLB3... passo a
passo vai começar a surpreender muita gente:
Aprovar a proposta da Diretoria para a destinação
do lucro líquido referente ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de
2011, no valor de R$390.423.940,49 (trezentos e noventa milhões, quatrocentos e
vinte e três mil, novecentos e quarenta reais e quarenta e nove centavos),
sendo (i) R$19.521.197,03 (dezenove milhões, quinhentos e vinte e um mil, cento
e noventa e sete reais e três centavos) equivalente a 5% do lucro líquido do
exercício, destinado à reserva legal, nos termos da lei e do Estatuto Social da
Companhia;
Atenção que a queda da SELIC lhe é amplamente
benéfica em razão das dívidas...
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121956 de 12200722/Mar/2012 18:12 2
small
capsComentários: 6015 - Desde: Fev 2007
OHLB3:
Acho que o preço vai cair mesmo...
Mas por outro motivo
(vi) deliberar sobre o desdobramento da
totalidade de ações da Companhia, de modo que, caso aprovado, para cada ação
ordinária nominativa, escritural e sem valor nominal de emissão da Companhia
(“Ação Ordinária”) será criada e atribuída ao seu titular 4 (quatro) novas
Ações Ordinárias, com os mesmos direitos e vantagens integrais das ações
ordinárias pré-existentes, de forma que cada Ação Ordinária passará a ser
representada por 5 (cinco) Ações Ordinárias pós-desdobramento
aprendiz, sobre a venda de MGEL4, semana que vem
tem balanço...
ETER3 depende de diversos fatores... como
composição da carteira e risco...
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122005 de 12201322/Mar/2012 20:39 0
small
capsComentários: 6017 - Desde: Fev 2007
citação: lucassts
O que acharam do resultado da ohlb3? Melhora dos
dividendos porém com mudança no índice de reajuste dos pedágios. Manter,
aumentar ou diminuir posição? Pessoalmente esperava mais, e vcs?
Veio em linha com o que esperava.
O terceiro trimestre é mais forte.
No quarto, tem muito caminhão já descansando e
são eles que mais pagam pedágios.
Já fiz a posição que considerava interessante.
O fato de trocar o índice de correção (para IPCA?
- não li ainda o release) não assusta... o IGPM este ano provavelmente será
mais fraco que ele e enquanto tivermos a indústria nesta roubada, deve
permanecer assim.
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