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sábado, 1 de junho de 2013

Mont Aranha (MOAR)



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Carteiras

Balanços
3T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LÍQUIDO = Resultado Líquido de R$ 27,502 milhões no 3T18 x R$ 58,685 milhões no 3T17; RESULTADO OPERACIONAL = R$ 41,627 milhões no 3T18 x 60,696 milhões no 3T17; RESULTADO FINANCEIRO = R$ 30,122 milhões no 3T18 x -12,479 milhões no 3T17; EBITDA = R$ 11,619 milhões no 3T18 x 73,401 milhões no 3T17; A Companhia apresentou, no terceiro trimestre de 2018, lucro consolidado no montante de R$ 28.099 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 30.986 mil em relação ao lucro líquido de R$ 59.085 mil registrado no mesmo período de 2017. A equivalência patrimonial neste trimestre somou um resultado positivo de R$ 19.191 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 33.787 em relação ao resultado positivo registrado no terceiro trimestre de 2017 no montante de R$ 52.978 mil. Durante o terceiro trimestre de 2018, a Companhia apurou receita financeira líquida no montante de R$ 30.122 mil (2017–despesa financeira líquida de R$ 12.479 mil).

1T2018 -
marcosvinicius2  -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A Companhia apresentou, no primeiro trimestre de 2018, prejuízo consolidado no montante de R$ 9.132 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 68.140 mil em relação ao lucro líquido de R$ 59.008 mil registrado no mesmo período de 2017. A equivalência patrimonial neste trimestre somou um resultado positivo de R$ 8.438 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 50.247 em relação ao resultado positivo registrado no primeiro trimestre de 2017 no montante de R$ 58.685 mil. Durante o primeiro trimestre de 2018, a Companhia apurou despesa financeira líquida no montante de R$ 8.930 mil (2017–receita financeira líquida de R$ 5.964 mil).
356414 - marcosvinicius2 -  01 Dez 2018, 10:34
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LÍQUIDO = Resultado Líquido de R$ 27,502 milhões no 3T18 x R$ 58,685 milhões no 3T17; RESULTADO OPERACIONAL = R$ 41,627 milhões no 3T18 x 60,696 milhões no 3T17; RESULTADO FINANCEIRO = R$ 30,122 milhões no 3T18 x -12,479 milhões no 3T17; EBITDA = R$ 11,619 milhões no 3T18 x 73,401 milhões no 3T17; A Companhia apresentou, no terceiro trimestre de 2018, lucro consolidado no montante de R$ 28.099 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 30.986 mil em relação ao lucro líquido de R$ 59.085 mil registrado no mesmo período de 2017. A equivalência patrimonial neste trimestre somou um resultado positivo de R$ 19.191 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 33.787 em relação ao resultado positivo registrado no terceiro trimestre de 2017 no montante de R$ 52.978 mil. Durante o terceiro trimestre de 2018, a Companhia apurou receita financeira líquida no montante de R$ 30.122 mil (2017–despesa financeira líquida de R$ 12.479 mil).

MOAR3
PREÇO: R$ 160,00
PAYOUT (2017): 95,62%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 141,15
P/VPA 1,74
PSR 1.682,54
DY 0,68%
EV/EBITDA -21,97
MARGEM BRUTA 48,07%
MARGEM OPERACIONAL 3638,37%
MARGEM LÍQUIDA 1192,02%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,134
MARGEM EBITDA -6674,59%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 16,01%
ROE 1,24%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,95

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -75,19%
RESULTADO BRUTO -86,35%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 527,25%
RESULTADO OPERACIONAL -80,70%
RESULTADO LÍQUIDO -93,27%
EBITDA -138,64%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -62,14%
RESULTADO BRUTO -60,23%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -341,38%
RESULTADO OPERACIONAL -31,42%
RESULTADO LÍQUIDO -53,14%
EBITDA -84,17%

c) lucro (taxa média anual)
UA -93,27%
U2A -75,10%
U3A -22,62%

d) patrimônio líquido médio
UA -8,64%
U2A -0,70%
U3A -0,63%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 14,18
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +69% !!!!
[...]

350684  - marcosvinicius2  -  03 Jun 2018, 22:27
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A Companhia apresentou, no primeiro trimestre de 2018, prejuízo consolidado no montante de R$ 9.132 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 68.140 mil em relação ao lucro líquido de R$ 59.008 mil registrado no mesmo período de 2017. A equivalência patrimonial neste trimestre somou um resultado positivo de R$ 8.438 mil, apresentando uma variação negativa de R$ 50.247 em relação ao resultado positivo registrado no primeiro trimestre de 2017 no montante de R$ 58.685 mil. Durante o primeiro trimestre de 2018, a Companhia apurou despesa financeira líquida no montante de R$ 8.930 mil (2017–receita financeira líquida de R$ 5.964 mil).:

MOAR3
PREÇO: 160,00
PAYOUT (2017): 95,62%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 26,87
P/VPA 1,56
PSR 925,04
DY 3,56%
EV/EBITDA 38,04
MARGEM BRUTA 53,09%
MARGEM OPERACIONAL 3625,25%
MARGEM LÍQUIDA 3443,27%
LUCRO POR AÇÃO 5,956
MARGEM EBITDA 2116,66%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 17,14%
ROE 5,81%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,89

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -44,70%
RESULTADO BRUTO -70,64%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -190,47%
RESULTADO OPERACIONAL -67,73%
RESULTADO LÍQUIDO -69,27%
EBITDA -83,70%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -53,56%
RESULTADO BRUTO -70,49%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -249,73%
RESULTADO OPERACIONAL -113,18%
RESULTADO LÍQUIDO -116,47%
EBITDA -98,29%

c) lucro (taxa média anual)
UA -69,27%
U2A -21,05%
U3A -1,98%

d) patrimônio líquido médio
UA 1,61%
U2A 4,59%
U3A 1,05%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 74,45
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +18,82% !!!!
[...]

339376  - edbmsev   -  16 Jun 2017, 17:22
Faz muito tempo q não acesso as demonstrações contábeis da MOAR3.

Mas, olhando rapidamente, ela detém atualmente 6,9% da Klabin e 4,47% da Ultrapar. Uns 370 milhões de reais em ativo circulante investidos em TVM. Teria q dar uma olhada ainda nestes investimentos que possui no setor imobiliário.

A participação na Klabin daria uns 1,1 bilhão de reais, a da Ultrapar uns 1,9 bilhão de reais.

Por 140 reais, o valor de mercado daria uns 1,7-1,8 bilhão de reais. Teria q fazer a conta melhor ... antigamente valia a pena o deságio, embora a liquidez do ativo seja péssima, praticamente inexistente.

Quem estiver acompanhando o ativo a mais tempo, veja se as contas estão corretas.

188258 - edbmsev - 01/06/2013 21:11
 MOAR3:
Ano/Proventos e R$/DY$%(preço atual)

2008    4,82363           3,48%
2009    4,29742           3,10%
2010    3,17624           2,29%
2011    5,86564           4,24%
2012    7,29072           5,26%
2013    19,4720           14,06%

2013 é um ponto fora da curva. Assim, bem de chute mesm, dá pra pensar num DY de uns R$ 10/MOAR3. Na cotação atual, temos 7,2%.

Vou estudar o histórico dessa danada, mas parece que vc fatura bem tbm com a valorização do papel. O small diria que a empresa cria valor para o acionista rs.

Em 2013, o dividend yield foi elevado mas inventaram um aumento de capital de mesmo valor que poderia ser integralizado com o valor dos proventos. Enfim, a intenção era o dinheiro não sair da empresa. Para não ser diluído, o acionista teria que manter os proventos na Monteiro Aranha.

O preço de subscrição foi na faixa de 122 reais e cerca de 50% do valor previsto não foi subscrito. Assim, o capital efetivamente integralizado ficou na faixa de 100 milhões de reais e valor similar saiu do caixa da empresa para pagamento dos acionistas que não fizeram a subscrição dos papéis.

No meu caso, aproveitei para comprar o direito de subscrição e exercê-lo. O preço de aquisição dos direitos foi bem baixo, acho que estava na faixa de um real. Daí, o preço de aquisição das ações foi bom.

Quanto à liquidez, não existe. Não teria comprado se não pretendesse manter o papel em carteira por mais do que cinco anos. Por mais atrativo que seja o deságio e a qualidade dos ativos, é loucura comprar se quiser vender antes do que um ano, pois pode ter uma experiência desagradável com a falta de liquidez. O gap nas ordens de compra e venda é gigante. Liquidez parecida com os papéis da Petropar (que agora tem o nome chique de Évora - até fizeram um site bonito para celebrar a mudança de denominação social).

A Bahema tem uma mente sábia por trás do negócio, que é o Guilherme Affonso Ferreira, um dos maiores investidores pessoa física do Brasil. Acho que o papel perdeu grande parte da atratividade após a compra do Unibanco pelo Itaú e a distribuição de tais papéis aos seus sócios. A Orbe também tinha posição em Bahema. Não compraria exclusivamente pela participação em ativos do exterior.


Ter posição em Monteiro Aranha é comprar Klabin e Ultrapar, levando de lambuja uma carteira de 300 milhões de reais em ações e mais uns 100 milhões em outros ativos do circulante, assumindo o risco de liquidez. Também leva alguns projetos do setor imobiliário, ainda pouco relevantes para o porte da holding. Em contrapartida, abre mão da liquidez e corre o risco da holding comprar ou vender ativos que não lhe agradem. Não há almoço grátis.

169216 - rafnob -  26 Fev 2013, 02:06
[...]
O grande problema da MOAR3 é a liquidez mórbida. Se pra entrar já é difícil imagina pra sair! Monitorei ela hoje e não tem como trabalhar com ela. Enquanto o gráfico não reverte compra pra GPIV, vou estudar a MLFT. O problema dela é a OI, péssima empresa para LP, meu objetivo ao achar uma holding. Estou dando um tiro curto com a OI4 pra vender no dia com e só, nunca mais.

168852 - edbmsev -  24 Fev 2013, 11:08
A distribuição de dividendos de Monteiro Aranha foi uma operação interessante, pois a empresa buscou manter seu nível de caixa. Embora tenha anunciado a distribuição de 220 MM em dividendos (este o valor se não me engano), publicou concomitantemente que estaria sendo feita subscrição privada de mesmo valor. Para quem desejasse, o valor dos dividendos seria convertido em ações no âmbito da referida subscrição. Para quem não quisesse subscrever, haveria diluição de sua participação na empresa.

Deve ter algum motivo tributário para fazerem isto, pois, a princípio, poderiam ter simplesmente feito um aumento de capital por incorporação de reserva de lucros.

Talvez o tenham feito para possibilitar que os interessados em embolsar os recursos pudessem fazê-lo, pois a liquidez é pífia e seria difícil vender os papéis no mercado.

Não sei. Agradeço a quem puder explicar melhor a operação.

168851 - edbmsev  -  24 Fev 2013, 10:59
A Monteiro Aranha divulga os valores contábeis e de mercado de seus investimentos detalhadamente em notas explicativas (no ITR do 3T12, link abaixo, vejam as notas explicativas 12 e 20.1). Lembrando que os valores da nota explicativa 20.1 devem ser atualizados conforme as cotações atuais das ações (pode-se aguardar o ITR do 4T12).

http://www.b2i.cc/Document/2008/141213.pdf

Quanto ao valor líquido dos ativos, havia entendio pelo ITR que o valor seria de cerca de 400 MM. Ver as notas explicativas 4 e 5 que, contém, inclusive, detalhamento da carteira de ações de 270 MM (diversificada entre várias empresas de boa qualidade).

Recentemente,divulgaram dividendo na faixa de 220 MM, valor idêntico ao da subscrição privada anunciada. Foi uma chance de comprar os papéis por 127 reais (preço de subscrição de 122 e negociação de direitos por 5 reais no último dia de negociação).

A liquidez do papel é pífia, porém os ativos são interessantes, com algum deságio.

Na análise de holdings, acho que também temos que pensar que a venda dos ativos implicaria, a princípio, em pagamento de IR sobre o ganho de capital pela empresa. Daí, o valor a ser considerado no preço de mercado não seria exatamente a multiplicação da participação detida pelo preço de mercado. Negociar um bloco grande de ações também poderia implicar em algum desconto sobre o preço de mercado para vendê-las. Se fizerem parte do grupo de controle, podem envolver prêmio, como observado no caso da negociação entre os controladores da ALL e Cosan.

Outra possibilidade é fazerem como a Bahema se quiserem sair de uma posição, entregando os papéis diretamente aos seus acionistas ao invés de vendê-los e serem tributados. A Bahema fez isto com Itaú Unibanco.

168822 - rafnob -  23 Fev 2013, 20:47
Estou tentando garimpar alguns papéis e me deparei com o Monteiro Aranha (MOAR3).

Fui tentar calcular o VPA mas senti enormes dificuldades para fazê-lo devido a quantidade de empresas que compõe a holding (algumas delas com o PL negativo). Então simplifiquei ao máximo considerando apenas as duas empresas em que a MOAR tem participação.


Então, fazendo um cálculo de farmácia (um pouco mais simples que o de padaria), cheguei aos seguintes valores:

dados:
- 20% das ONs da KLABIN (de acordo com o ri são aproximadamente 317 milhões de papéis)
- 10,54% do total da ULTRAPAR
- cotação hoje KLBN3 15,79
- cotação hoje UGPA3 52,68

Cálculos:

KLBN => 317000000 x 20% x 15,79 = 1.001.086.000
UGPA => 544384000(fonte fundamentus) x 10,54% x 52,68 = 3.022.676.917
Somando as duas participações, 4.023.762.917


Números MOAR:
11298000 (num. ações de acordo com fundamentus) x 149,00 = 1.683.402.000

Ou seja, a MOAR3 vale 41,84% da participação da Monteiro Aranha na Klabin e na Ultrapar? Essa conta não considera as várias outras empresas da holding, como ações de outras companhias e participação imobiliária.

Alguém poderia me auditar, por favor?

ALARME VERMELHO: LIQUIDEZ PÍFIA. Essa diferença de valores pode ser a precificação do mercado pela falta de liquidez?
Obrigado.

162009 - edbmsev - 01 Jan 2013, 14:45 
MOAR perde em liquidez para MLFT. É dificílimo comprar e vender o papel. Costuma ter leilão para isto, o que acaba justificando boa parte do deságio da holding em relação às suas coligadas.

162008 - edbmsev -  01 Jan 2013, 14:44
Para você que gosta de holdings com deságio, vale a pena dar uma olhada em MOAR3. O deságio não é tão grande quanto MLFT, but ...

Além de ter participação relevante no capital da Ultrapar e da Klabin, tem uma carteira relevante de ações de empresas com ótimos indicadores fundamentalistas. A Monteiro Aranha tem dívida líquida negativa e tem investido nos últimos anos em projetos no setor imobiliário, juntamente com outras empresas do setor, o que ainda gera resultados residuais para o grupo.

Mas além do deságio, tem que verificar também se as desp. administrativas não são muito elevadas, como bem observado pelo prof no caso da Jereissatti.

Achei interessante você acompanhar os movimentos de aquisição de ações da IGTA pela MLFT. É um bom indicador de quando o Iguatemi está caro ou atrativo.

Confesso que no setor de shoppings, prefiro os ativos e a gestão da Multiplan. Pena que o mercado também pense assim. 

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