Recomendação: recomendada pelo Smallcaps em OUT/2008
122 de 5068 09/Out/2008 23:19 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev 2007
"piubella, os preços da LLXL3, confirmando-se um caixa líquido superior a cotação atual ilustra muito bem o momento de insanidade do mercado. Que maravilha que é formar uma carteira neste período..."
164 de 5068 16/Out/2008 17:17 0
rafael234 Comentários: 1924 - Desde: Jul 2007
"small, algum amigo desse forum falou a respeito de LLXL3 empresa do grupo EBX do eike batista, ele argumento que a mesma encontrava-se depreciada. Todavia, gostaria de saber como se faz a avaliação de uma empresa como essa que na verdade ainda não possui receita, tendo em vista que os projetos só ficarão prontos em 2010 e 2011, ou seja, ainda é uma promessa, como fazemos para analisar se está caro ou barato o ativo? "
183 de 5068 23/Out/2008 23:33 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev 2007
"rafael234 e piubella, LLXL3 no atual momento que são apenas projetos, pode-se considerar a relação da cotação com o valor patrimonial e o caixa. É interessante que pelo site do fundamentus o seu valor de mercado é inferior ao seu caixa líquido. Pague R$ 100,00 e leve R$ 200,00 de troco... Serve como diversificação. O ideal é comprar empresas que estão com bom DY recorrente. Estou fazendo diversas escolhas neste sentido atualmente."
13398 de 1345602/Set/2009 23:24 0 small caps Comentários: 3015 - Desde: Fev 2007
citação: brunoisOlá small
Parabéns pelo trabalho!
Estou acompanhando a algum tempo a LLXL3, empresa de infra estrutura e logística do Eike Batista. Ela esta fazendo um mega porto e por enquanto esta tudo dando certo. Esse ano já teve uma alta surpreendente e ainda vejo bastante espaço para valorização, pois o porto sudeste esta apenas no inicio e a empresa vem ganhando volume de negócios a cada dia. Você conhece a ação? O que acha?
brunois, grato.
LLXL3 foi um exemplo clássico de ativo que, durante a crise, foi negociado muito abaixo do ativo circulante líquido. O valor que tinha em caixa subtraído de todas as obrigações era superior ao seu valor de mercado. Rolaram diversas empresas com estas características por aqui, como POSI3, EZTC3, etc...
São as compras mais "garantidas" para se fazer na crise...
Mas agora, depois de multiplicar diversas vezes (diversas vezes mesmo, não é apenas retórica) de valor, a LLXL3 já começa a projetar em seus preços os resultados futuros, ampliando sobremaneira o risco. Assim, é preferível aguardar a capacidade que a administração terá de fazer do lucro uma realidade presente.
24005 de 2403218/Dez/2009 15:51 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] WK2007Comentários: 477 - Desde: Out 2007
LLX Logística, que ainda não saiu do papel, já vale 40%
mais do que suas três concorrentes juntas. Qual é a lógica?
Lucro pré-operacional
Por Francisco Góes, do Rio
A LLX Logística, empresa que reúne os projetos portuários do grupo EBX, de Eike Batista, passou nesta semana da marca de R$ 6 bilhões de valor de mercado. É um número impressionante para uma empresa não operacional, cujos dois portos só devem começar a exportar minério de ferro no fim de 2011 e em meados de 2012. O número também surpreende por ficar cerca de 40% acima dos US$ 4,4 bilhões do valor de mercado somado de outras três empresas portuárias com ações na bolsa: Santos Brasil, Log-In e Wilson, Sons.
Do início de janeiro até ontem, a ação da LLX subiu 481,4%, muito além da valorização dos concorrentes e do Índice Bovespa, que avançou 82,75%. No acumulado do ano, o preço da ação da Santos Brasil, que controla o principal terminal de contêineres do país, no porto de Santos, aumentou 164%; o da Log-In, 73,4%; o da Wilson, Sons, 103,3%. São todas empresas operacionais, que atuam em infraestrutura - um dos focos de atenção dos investidores - e com forte geração de caixa. Mas um problema dessas empresas é o baixo volume de negócios das ações.
Já a LLX é a empresa de maior liquidez do setor portuário, segundo a própria empresa indicou no resultado do terceiro trimestre. Em 30 de setembro, o valor de mercado da LLX era de R$ 4,5 bilhões. Um ano antes, em setembro de 2008, era de R$ 645 milhões. A ação pulou de R$ 1,50 em 2 de janeiro deste ano para R$ 8,78 ontem. No mercado há quem se surpreenda com esse desempenho, considerando que a única receita operacional da LLX é a venda de brita e pedras da Pedreira Sepetiba, uma subsidiária da LLX Sudeste, responsável pela construção de um porto para exportação de minério em Itaguaí, na Grande Rio.
"Os projetos da LLX são bons, mas a empresa não tem receita [da atividade principal], só sonhos e memorandos de entendimento", diz um executivo do setor. De janeiro a setembro, a LLX registrou receita operacional bruta de R$ 29,4 milhões, dos quais só R$ 14,1 milhões corresponderam de fato à receita da pedreira. O restante foi resultado financeiro. A Santos Brasil registrou no período receita bruta de R$ 543,7 milhões.
Na visão de um analista de investimento, o potencial de crescimento da LLX, apoiado em projetos de exportação de minério de ferro, com grandes margens de lucro, é bem maior do que o de terminais de contêineres. Isso explicaria a supervalorização da empresa de Eike Batista, embora ainda não carregue um grão de minério de ferro, enquanto a Santos Brasil movimentou 517,6 mil contêineres de janeiro a setembro. Juntas, Santos Brasil, Log-In e Wilson, Sons captaram cerca de R$ 2,5 bilhões em oferta de ações na bolsa.
Otávio Lazcano, presidente da LLX, vai na mesma linha: "Existe um potencial enorme de valorização. O valor de mercado da empresa é muito pequeno perto do que pretendemos entregar aos acionistas nos próximos anos". A LLX trabalha com um cenário em que os seus dois grandes projetos - o porto do Sudeste e o Super Porto do Açu,
Lazcano diz que o Porto do Sudeste tem potencial para faturar US$ 1 bilhão por ano, com margens de 90%, quando a segunda fase do projeto estiver implementada. A expectativa é que a LLX Sudeste gere entre US$ 800 milhões e US$ 900 milhões de lajida por ano em uma segunda etapa do projeto, que ainda não tem os investimentos definidos. Na primeira etapa, o investimento no Porto do Sudeste é de US$ 750 milhões para exportar 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano a partir do segundo semestre de 2011.
No Super Porto do Açu, estudo feito em 2008 por consultoria contratada indica que o projeto poderia gerar US$ 1 bilhão anual de lajida. O Açu começa a exportar minério de ferro da Anglo American a partir de meados de 2012. Também há projetos industriais, como uma siderúrgica e cimenteiras, previstos para a retroárea do porto. "Temos mais de 70 memorandos de entendimento assinados", diz Lazcano. "Em função dos projetos [nos dois portos] fica claro porque a LLX tem valor de mercado maior que as demais empresas."
Executivos que conhecem o setor portuário e a atividade de mineração consideram, porém, que a valorização da LLX também pode embutir a expectativa de um acordo de venda do controle da empresa . Outra fonte comparou o modelo de negócio de Batista a um "private equity" no qual ele desenvolve o projeto até um determinado momento e depois o passa adiante. "Não é um modelo operacional."
Lazcano discorda: "O acionista da LLX acredita na capacidade da administração de executar os projetos e na proposta de criação de valor". Ele também negou que o perfil do investidor da LLX seja diferente daquele que compra ações das demais empresas de logística portuária. O que diferencia a LLX é o foco no minério de ferro. Log-In, Santos Brasil e Wilson, Sons atuam na logística no segmento de contêineres e em outras atividades.
Eike Batista e Centennial, veículo de participação acionária do empresário, têm 54% da LLX. Os 46% restantes estão em mãos de minoritários, incluindo o fundo de pensão dos professores de Ontário, no Canadá, com 18%. A BNDESPar, braço de participações do BNDES, chegou a ter 12% em uma operação de aumento de capital feita em 2008, mas hoje está com 3%. Eduardo Couto, da Goldman Sachs, afirmou em recente relatório que o controle da LLX por Batista dentro do grupo EBX representa potenciais parcerias e sinergias para a empresa, o que é positivo. "Mas também traz riscos", escreveu.
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Dinâmica de negócios do setor é diferente, diz Wilson, Sons
Do Rio
O papel da Wilson, Sons, empresa de logística com forte atuação em terminais de contêineres e atividades ligadas à indústria de óleo e gás no Brasil, fechou ontem cotado a R$ 21,45, com alta de 1,65% sobre a véspera. No ano, a valorização é de 103%, acima dos 82,75% do Ibovespa. Porém, a ação ainda está cerca de 10% abaixo do valor de abril de 2007 (R$ 23,77), quando a empresa abriu o capital.
"Mesmo com a crise, entregamos resultados melhores do que no ano passado", diz Felipe Guterres, diretor financeiro da empresa.
Guterres diz que a indústria de infraestrutura precisou explicar a dinâmica de negócios no Brasil para investidores e analistas, uma vez que o mercado brasileiro tem características próprias. Um dos desafios foi como criar liquidez para a ação sabendo que os investidores têm compromisso de longo prazo e pretendem ficar por um período maior na companhia. Outro problema surgiu com a crise de crédito de 2008, quando muitos investidores precisaram fazer caixa nos países de origem.
Os cinco principais investidores minoritários da Wilson, Sons aumentaram suas posições no capital da empresa. "Entre os 20 maiores [minoritários], alguns trocaram de posição." Entre os minoritários, o principal acionista é o Capital Group, que participa da empresa via fundos de investimento. A Wilson, Sons tem cerca de 42% do capital em mãos de minoritários, enquanto 58% estão em poder da Ocean Wilsons Holdings.
Na crise, a ação sofreu com as oscilações de mercado, assim como as demais companhias da área de logística. O papel da Wilson, Sons chegou a cair para R$ 9,55 em 30 de outubro do ano passado para depois se recuperar e atingir, em 22 de setembro, o preço mais alto, de R$ 25,30. A empresa opera dois terminais de contêineres, tem estaleiro e atividades de apoio portuário e offshore para a indústria de petróleo e gás, além de serviços de logística para a indústria. (FG)




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