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terça-feira, 5 de maio de 2020

Klabin (KLBN)


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Códigos de Negociação
Tipo
CVM
KLBN11 - KLBN3 - KLBN4 
 Nível 2
 12653

Razão Social
CNPJ
KLABIN S/A
 89.637.490/0001-45

Balanços
1T2020 ➤ ITR ➤ Press-release ➤ Apresentação

A2019/4T2019 ➤ DPF ➤ Apresentacao ➤ Press-release

paulo_prof  -
Consideradas as circunstâncias (baixo preço da celulose), os resultados do 4T19 podem ser considerados bons, pois o operacioinal, relativamente fraco (R$ 358 milhões), foi muito auxiliado por um Resultado Financeiro positivo (+R$ 375 milhões).
Na minha opinião, considerando que no curto prazo o preço da celulose não deverá reagir, considerando que o EV/EBITDA atual, de 8.74, não deverá melhorar, acho que o ativo está relativamente bem precificado.

2T2019 -
paulo_prof   -
Considerando as circunstâncias (preços deprimidos da celulose), acho que os resultados podem ser condiderados bastante razoáveis. Com a valorização do real, mesmo considerando que foi bastante leve, o impacto do resultado financeiro negativo foi pequeno (na realidade, tendo iniciado o trimestre com um endividamento líquido de R$ 13 bilhões, ter postado um resultado financeiro negativo em somente R$ 340 milhões (-2,62% ou -10,9% a.a.), foi um alívio, para "variar". A taxa de crescimento do Ebitda teve uma queda importante, mas ainda está em terreno negativo. Não fosse o recrudescimento da guerra comercial/cambial USA/China, diria que o ativo está barato.

1T2019 -
paulo_prof   -
Resultados fracos, mas dentro do esperado. Em relação ao 4T18 todos os resultados involuíram. Em relação ao 1T18, as melhores Receita Líquida e Resultado Bruto foram impactados pelo sensivelmente pior resultado financeiro. O pequeno Resultado Antes dos Impostos gerou um prejuízo líquido devido à despesa com impostos diferidos.
O Ebitda evoluiu bem em relação ao 1T18, mas não foi 100% suficiente para financiar o resultado financeiro negativo, despesas com impostos e investimentos. Faltaram algo como R$ 30 milhões.
De qualquer forma, com EV/EBITDA = 7,17 não dá para afirmar que o ativo está caro.

A2018/4T2018 -

3T2018 -

2T2018 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita Líquida = A receita líquida no 2T18, mesmo com a perda de volumes decorrente dos fatores citados acima, foi de R$ 2.235 milhões, aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento é reflexo do bom momento de preços nos mercados de papéis e celulose, além da desvalorização do real frente ao dólar no período, fatores estes que são potencializados pela flexibilidade da Klabin em ajustar suas vendas para mercados de maior rentabilidade. Na comparação com o 2T17, vale destacar neste trimestre os aumentos de 33% e 29% respectivamente nos mercados de kraftliner e celulose, que além da melhora nos preços, são mercados diretamente beneficiados pela desvalorização do real. Neste contexto, as receitas de exportação cresceram 25% versus o 2T17, passando a ter participação de 43% na receita total.; Resultado Financeiro = As despesas financeiras foram de R$ 326 milhões no trimestre, redução de R$ 19 milhões em relação ao 1T18. As receitas financeiras atingiram R$ 157 milhões no trimestre, aumento de R$ 22 milhões na mesma comparação. Desta forma, o resultado financeiro no período, excluídas as variações cambiais, foi negativo em R$ 169 milhões. A taxa de câmbio encerrou o trimestre a R$ 3,86/US$, aumento de 16% em relação à taxa observada ao final do 1T18, o que explica as variações cambiais líquidas negativas de R$ 1.843 milhões no 2T18. É valido ressaltar que o efeito da variação cambial no balanço patrimonial da Companhia é contábil, sem efeito caixa significativo no curto prazo.

1T2018 -
Para o meu gosto, o qtivo etsá caro.

A2017/4T2017 -
paulo_prof -
Excelente o resultado da Fibria no 4T17, quando medido pelo ebitda. Não fosse pelo resultado financeiro exageradamente negativo devido a desvalorização cambial no trimestre (dolar passou de R$ 3,168 para R$ 3,308), a última linha também iria bombar.
No 1T18 o impacto da valorização do real (o dólar já está em R$ 3,1655) sobre a receita deverá ser pequeno mas sobre o resultado financeiro deverá ser enorme, pois de negativo deverá passar a ser positivo. O lucro líquido do 1T18 poderá chegar próximo do bilhão!
Excetuando no que se refere ao possível bilhão no 1T18 (no caso da KLBN seria acima dos R$ 500 milhões), o que escrevi acima para a Fíbria aplica-se integralmente à KLBN. A relação entre o endividamento líquido e o ebitda anual continua decrescendo e em mais um ou dois trimestres, a relação estará abaixo de 3. A Receita Líquida, Resultado Bruto e Ebitda estão crescendo a taxas substanciais.
Recentemente a base de ações foi aumentada em 583 milhões e ações (aprox 12,5%), a R$ 2,50, devido à conversão de debêntures. Nesta operação, o patrimônio líquido aumentou e o endividamento líquido diminiu aprox . R$ 1,46 bilhões. De uma lado, a conversão de debêntures aumentará os resultados por via da redução das despesas financeiras. De outro, entretanto, diluiu a base de ações existente, a um preço sensivelmente menor do que o de mercado. Não cheguei a tentar analisar os impactos e assim, ter uma posição firme em relação ao preço atual. De qualquer forma, a ação não me parece exageradamente barata ou cara.

3T2017 -
paulo_prof -
Valem os mesmos comentários feitos em relação à FIBR3. embora aqui, os múltiplos pareçam mais razoáveis. A taxa anual de crescimento nominal do ebitda, por exemplo, é da ordem de grandeza da taxa de crescimento do lucro que é demandada para justificar o preço atual. Embora eu não acredite que o ebitda poderá continuar crescendo nesta taxa por muito tempo, a taxa necessária de crescimento do lucro parece perfeitamente factivel.

marcosvinicius2  -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 10 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (21,7391%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 390.620 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = -377.583 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 31.445. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MENOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 566.907 X 3T17 = 717.201. VALOR DE MERCADO (MIL) = 16.234.811; VALOR MAXIMO (MIL) = 20.104.749 NO 3T15; VE PSBE (MIL) = 17.953.042.

Jorge Tomaz
acabei de ler os releases das papeleiras. Achei a KLNB a mais fraca, o financeiro foi muito grande em relação ao lucro. Na FIBR3 foi uma parcela bem significativa, mas entre as papeleiras ela teve o maior aumento de EBITDA e disparado também de lucro. A SUZB foi a mais equilibrada realmente, mas gostei da FIBR3.

1T2017 -
paulo_prof  -
Pode-se considerar os resultados da KLBN no 1T17 dentro do esperado. Não há como competir com o Resultado Financeiro do 1T16, que turbinou o Resultado Operacional (antes dos Impostos) e Resultado Líquido. De qualquer forma, devido à valorização do real no 1T17, os resultados operacional e líquido foram impactados positivamente. Num cenário de estabilidade cambial, acho que o lucro líquido trimestral ficaria no entorno dos R$ 200-250 milhões.

A2016/4T2016 -
paulo_prof   -
O 4T16 da Klabin foi sensivelmente melhor do que aquele da Fibria. Houve uma evolução da margem bruta (de 28,9% no 3T16 para 30,1%) e, em consequência, um Resultado Bruto 4,4% maior (a Receita Líquida foi a mesma do 3T16), suficiente para produzir um valor positivo na última linha.
Na minha opinião, entretanto, ao contrário da Fíbria, considero que a geração de caixa medida pelo Ebitda deixa muito a desejar, mostrando uma alavancagem bem maior do que seria desejável. A relação do endividamento líquido com o ebitda gerado nos últimos 12 meses é 5,4. Nada que preocupe, porque o ebitda gerado é suficiente para pagar o serviço da dívida e remunerar o investidor, já que as necessidades de investimento, após a entrada em operação do projeto Puma, são modestas.
A menos que haja uma desvalorização forte do real, o endividamento líquido deverá ser reduzido paulatinamente, sendo acelerado por ocasião do término do acordo com a Fibria (hoje, um quinhão do ebitda gerado pelo projeto Puma vai engordar o caixa da Fibria).
O enorme lucro gerado no exercício (o maior da história da empresa) é na sua maior parte devido ao resultado financeiro altamente favorável, gerado com a valorização do real. Pelas minhas contas, para um resultado financeiro "normal" (negativo em aprox. R$ 1 bilhão por ano), o lucro líquido seria apenas aprox. R$ 300 milhões.

2T2016 -
paulo_prof   -
Achei muito bom o resultado da KLBN.
Devido ao enorme endividamento bruto denominado em moeda estrangeira (R$ 12 bilhões), qualquer variação importante do câmbio no trimestre gera uma enorme variação do resultado financeiro. Com a desvalorização do dólar no 2T16, o resultado financeiro emplacou R$ 1,3 bilhões positivos ... que evidentemente engordaram violentamente o lucro!!!
O Lucro Líquido, portanto, não é um bom indicador para medir a performance de uma empresa com dívida importante em dólar. Melhor é tomar a geração de caixa medida pelo Ebitda como referência.
O Ebitda Ajustado do 2T16 somou R$ 538 milhões, 38% superior ao Ebitda do 2T15, positivamente impactado devido ao início de operações do Projeto Puma. Nos últimos 12 meses, o Ebitda Ajustado somou R$ 2,173 bilhões, com uma taxa de crescimento nominal positiva de aprox. 13,9% a.a., ou seja, o Ebitda anual deverá continuar a evoluir por mais alguns trimestres.
A alavancagem da empresa ainda é grande (o endividamento líquido de R$ 11,8 bilhões é igual a 5,4 vezes o Ebitda anual corrente, mas vem diminuindo desde que atingiu o máximo de 6,3 no final de 2015.

1T2016 -
paulo_prof  -
"tá" aí um ativo cujo estudo considero bastante difícil ...
A Klabin é uma empresa que, a grosso modo, é capaz de gerar um resultado antes do financeiro e dos impostos de aprox. R$ 1,5 bilhões por ano. As estes, pode-se somar aproximadamente R$ 300 milhões relativos a despesas de depreciação e amortização.
Somando estas duas parcelas, têm-se uma estimativa aproximada da geração de caixa anual, de R$ 1,8 bilhões.
O endividamento líquido da empresa é de R$ 10,5 bilhões. Aí é que está o problema !!! 
Como praticamente todo o endividamento líquido está denominado em moeda estrangeira, o custo quando considerado um curto prazo é tremendamente volátil. Quando o dólar valoriza, o custo contábil do endividamento explode ... quando o dólar desvaloriza, ocorre o contrário. 
Considerado um prazo mais longo, alguém se habilita para estimar qual o custo deste endividamento? Boa parte do endividamento em moeda nacional é subsidiado pelo BNDES, com base na TJLP. Como os Equivalentes de Caixa em moeda nacional são maiores do que o endividamento bruto, é certo que no que se refere a moeda nacional, a empresa têm lucro com o endividamento. Mas, e quanto ao endividamento líquido em moeda estrangeira? Qual seria uma estimativa razoável?
Numa conta de padeiro, chutei o custo médio em USD + 3,9%. Supondo uma inflação média de médio prazo de 7,5%, o custo total daria na faixa dos 11,4%, ou R$ 1,2 bilhões anuais.
Neste caso, o lucro anual seria da ordem de R$ 300 milhões ... super pífio se considerado o valor de mercado da empresa, de R$ 14 bilhões.
Ocorre que a empresa está fazendo um investimento pesado no projeto Puma (aprox. R$ 8,5 bilhões). Tudo dependerá, portanto, da rentabilidade que este projeto poderá apresentar.

3T2014 -
paulo_prof  -
Excetuando a última linha (o lucro líquido foi fortemente impactado pela variação cambial líquida negativa em R$ 421 milhões, resultado de uma desvalorização do real de 11,4% no trimestre) achei bom o resultado da Klabin ... O 3T14 comparado ao 3T13, apresentou uma receita líquida crescendo em linha com a inflação. Nos últimos 12 meses a receita líquida cresceu a uma taxa acima da inflação. O resultado bruto apresentou expressivas taxas de crescimento tanto na base trimestral quanto anual. Nos últimos 12 meses, o resultado financeiro negativo ainda é favorável, tendo diminuído em relação aos 12 meses anteriores. Os resultados operacional e líquido apresentaram sensível melhora na comparação dos últimos 12 meses, principalmente por causa dos resultados negativos no 2T13. O Ebitda mostrou evolução tanto na base anual quanto trimestral.
No 4T14 os resultados deverão continuar consistentes, apesar do mercado devagar quase parando ... o lucro líquido dependerá fortemente da taxa de câmbio no apagar das luzes em dezembro. Na minha expectativa, a desvalorização cambial no 4T14 deverá ser menos da metade daquela observada no 3T14, de modo que a última linha deverá ser positivo em aprox. R$ 170 milhões.

2T2014 -
paulo_prof  -
Apesar da involução em relação ao 1T14, o resultado Klabin foi muito bom ... o ativo pode estar barato !!!

Sobre
A Klabin S.A. (“Companhia”) e suas controladas atuam em segmentos da indústria de papel e celulose para atendimento aos mercados interno e externo: fornecimento de madeira, celulose, papéis para embalagem, sacos de papel e caixas de papelão ondulado. Suas atividades são integradas desde o reflorestamento até a fabricação dos produtos finais. 
A Klabin é uma sociedade anônima de capital aberto com ações e certificados de depósitos de ações (“Units”) negociados na B3 - Bolsa de Valores de São Paulo pelo código KLBN11. 
A Companhia está domiciliada no Brasil e sua sede está localizada em São Paulo. A Companhia controladora (“Klabin S.A.”) também possui investimentos em Sociedades em Conta de Participação (“SCPs”), com o propósito específico de captar recursos financeiros de terceiros para projetos de reflorestamento. A Companhia, na qualidade de sócia ostensiva, tem contribuído com ativos florestais e os demais sócios investidores contribuído em espécie para as referidas SCPs. Essas SCPs asseguram à Klabin S.A. o direito de preferência para aquisição de produtos florestais a preços e condições de mercado. A Companhia também tem participação em outras sociedades (notas explicativas 3 e 11), cujas atividades operacionais estão relacionadas aos seus próprios objetivos de negócio. 

Assembleias
AGO - 30/04/2020 14:30 - Assunto(s):  Tomada de Contas-Votação do Relatório da Administração e das Demonstrações Financeiras; Eleição de Membros dos Conselhos de Administração e Fiscal; Remuneração dos Administradores e Conselheiros; Destinação dos Resultados

Controladas
Sapopema Reflorestadora S.A.(SPE)
08/04/2020 - celebrou os acordos necessários para o aumento de capital. A Transação reflete  o  sucesso  da  parceria  entre  a  Klabin  e uma Timber  Investment Management Organization(“TIMO”) na condução da SPE, que até a presente data, tem efetuado  compra  de  áreas para  a  expansão  florestal  no  Estado  do  Paraná em  prazo menor do que o cronograma original. Para a consecução do aumento de capital da SPE, a Klabin realizará aporte adicional de 3 mil hectares de florestas plantadas, equivalentes a R$ 81 milhões. A TIMO, por sua vez, contribuirá com o montante de R$ 245 milhões em caixa. Os recursos adicionais aportados pela TIMO financiarão a aquisição de aproximadamente 6 mil hectares úteis, bem como os investimentos necessários na formação de florestas e capital de giro.

Classificação das Agências de Risco

Fitch Ratings 
05/05/2020 - reafirmou o rating daCompanhia de “BB+” na escala global e de “AAA (bra) ”na escala nacional, assim como manteve a perspectiva estável.


Proventos (Calendário)
DIV (2019) - R$ 23.000.000,00 ( R$ 0,00436417970/ação e R$ 0,02182089850/Unit.) - Data Pag: 20/02/2020 - Data Ex: 11/02/2020

Volume Total de Vendas

Receita Líquida
1T2020

Despesas com Vendas
1T2020

Despesas Gerais e Administrativas
1T2020

EBITDA
1T2020

Endividamento
1T2020

Despesas e Receitas Financeiras
1T2020

Investimentos
1T2020




29/03/2020 - Aquisição IP Embalagens



366980  - paulo_prof  -  06 Fev 2020, 13:43
Consideradas as circunstâncias (baixo preço da celulose), os resultados do 4T19 podem ser considerados bons, pois o operacioinal, relativamente fraco (R$ 358 milhões), foi muito auxiliado por um Resultado Financeiro positivo (+R$ 375 milhões).

Na minha opinião, considerando que no curto prazo o preço da celulose não deverá reagir, considerando que o EV/EBITDA atual, de 8.74, não deverá melhorar, acho que o ativo está relativamente bem precificado.
p.php?pid=chartscreenshot&u=4hPIzE4LRWbK

KLBN11

PREÇO: R$ 21,32

PAYOUT (2019):134,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 33,94

P/VPA 3,79

PSR 2,23

DY 3,95%

EV/EBITDA 8,74

MARGEM BRUTA 33,3%

MARGEM OPERACIONAL 8,4%

MARGEM LÍQUIDA 6,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,641

MARGEM EBITDA 42,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 406,5%

ROE 11,18%

LIQUIDEZ CORRENTE 4,40



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,55%

RESULTADO BRUTO -20,49%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -45,55%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO +391,67%

EBITDA +7,41%



b) 4T19 vs 4T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -15,58%

RESULTADO BRUTO -42,32%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO passou de negativo para positiv

RESULTADO OPERACIONAL -31,71%

RESULTADO LÍQUIDO -31,54%

EBITDA -14,84%



c) lucro (taxa média anual)

UA 391,67%

U2A 12,69%

U3A -35,18%



d) patrimônio líquido médio

UA -5,08%

U2A -9,30%

U3A -4,76%



e) ebitda

UA 7,41%

U2A 25,64%

U3A 23,63%

U4A 21,63%

U5A 20,26%

U6A 18,49%

U7A 18,06%

U8A 18,97%

U9A 18,17%

U10A 19,19%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 8,01

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +24,5%





364852  - keep_calm  -  29 Out 2019, 17:21
Klabin (KLBN11), produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, divulgou resultados financeiros referentes ao terceiro trimestre de 2019.

O lucro líquido [prejuízo] ficou em R$207 milhões, acima dos R$72 milhões do segundo trimestre e também acima do registrado em igual período do ano passado em R$104 milhões.

A receita líquida no trimestre foi diretamente impactada pelo menor volume de vendas assim como pela queda de preços nos mercados de celulose e kraftliner. Todavia, o bom posicionamento da Companhia nos diferentes mercados de papéis e embalagens e sua flexibilidade operacional atenuaram a redução de receita. Desta forma a receita líquida no 3T19 foi de R$ 2,478 bilhões, queda de 12% na comparação anual.

Nos primeiros nove meses do ano a Klabin apresentou 5% de crescimento de faturamento líquido, totalizando R$ 7,568 bilhões. Apesar da queda de preços nos mercados de celulose e kraftliner, o aumento pode ser explicado pela desvalorização cambial no período que beneficia as exportações, melhores volumes de papéis e celulose, além da recomposição de preços nos negócios de embalagens

O Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) no terceiro trimestre de 2019 subiu 12%, em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo R$ 1,396 bilhão.

O volume total de vendas da Klabin no 3T19, sem incluir madeira, foi de 799 mil toneladas, o que representa uma retração de 6% em relação ao mesmo período do ano passado. A queda, explicada pela redução no volume de vendas de celulose decorrente da parada de manutenção da Unidade Puma foi, em parte, compensada pelo crescimento nos volumes expedidos nas unidades de papéis.

Destaque para as vendas de papelcartão, que registraram aumento de 25% no 3T19 se comparado ao 3T18, consequência do bom posicionamento comercial e desenvolvimento tecnológico da Klabin nesse mercado. O volume total de vendas da companhia, considerando os nove primeiros meses deste ano, apresentou crescimento de 3% em relação ao mesmo período de 2018, totalizando 2,4 milhões de toneladas, com destaque para os mercados de papelcartão e celulose.

O bom posicionamento da empresa nos diferentes mercados de papéis e embalagens e sua flexibilidade operacional garantiram o crescimento no segmento de embalagens (papelão ondulado e sacos industriais) que, mesmo diante do tímido desempenho da economia brasileira, apresentou aumento de 6% na receita no terceiro trimestre deste ano em comparação ao terceiro trimestre de 2018. Nos primeiros nove meses do ano a Klabin apresentou 5% de crescimento de faturamento líquido, totalizando R$ 7,568 bilhões. Apesar da queda de preços nos mercados de celulose e kraftliner, o aumento pode ser explicado pela desvalorização cambial do período, melhores volumes de papéis e celulose, além da recomposição de preços nos negócios de embalagens.
Investimentos

Durante o terceiro trimestre de 2019, a Klabin investiu R$ 845 milhões, dos quais R$ 79 milhões tiveram como destino as operações florestais, R$ 215 milhões foram aplicados na continuidade operacional e manutenção das fábricas e R$ 121 milhões foram aportados em projetos especiais e expansões.

363220  - paulo_prof   -  06 Ago 2019, 02:40
Considerando as circunstâncias (preços deprimidos da celulose), acho que os resultados podem ser condiderados bastante razoáveis. Com a valorização do real, mesmo considerando que foi bastante leve, o impacto do resultado financeiro negativo foi pequeno (na realidade, tendo iniciado o trimestre com um endividamento líquido de R$ 13 bilhões, ter postado um resultado financeiro negativo em somente R$ 340 milhões (-2,62% ou -10,9% a.a.), foi um alívio, para "variar". A taxa de crescimento do Ebitda teve uma queda importante, mas ainda está em terreno negativo. Não fosse o recrudescimento da guerra comercial/cambial USA/China, diria que o ativo está barato.
0=



KLBN11

PREÇO: R$ 15,43

PAYOUT (2018): 668,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 19,44

P/VPA 2,73

PSR 1,52

DY 34,40%

EV/EBITDA 6,77

MARGEM BRUTA 40,2%

MARGEM OPERACIONAL 13,1%

MARGEM LÍQUIDA 7,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,794

MARGEM EBITDA 40,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 413,1%

ROE 14,05%

LIQUIDEZ CORRENTE 4,84



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,63%

RESULTADO BRUTO +35,91%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -40,51%

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +33,68%



b) 2T19 vs 2T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,26%

RESULTADO BRUTO -12,00%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -83,10

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA +8,26



c) lucro (taxa média anual)

UA passou de negativo para positivo

U2A 51,47%

U3A -18,07%



d) patrimônio líquido médio

UA -13,09%

U2A -8,73%

U3A 0,43%



e) ebitda

UA 33,68%

U2A 35,33%

U3A 25,95%

U4A 24,42%

U5A 21,69%

U6A 20,02%

U7A 19,75%

U8A 21,35%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 9,92

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +11,0%

360927  - paulo_prof   -  03 Mai 2019, 02:59
Resultados fracos, mas dentro do esperado. Em relação ao 4T18 todos os resultados involuíram. Em relação ao 1T18, as melhores Receita Líquida e Resultado Bruto foram impactados pelo sensivelmente pior resultado financeiro. O pequeno Resultado Antes dos Impostos gerou um prejuízo líquido devido à despesa com impostos diferidos.

O Ebitda evoluiu bem em relação ao 1T18, mas não foi 100% suficiente para financiar o resultado financeiro negativo, despesas com impostos e investimentos. Faltaram algo como R$ 30 milhões.

De qualquer forma, com EV/EBITDA = 7,17 não dá para afirmar que o ativo está caro.


KLBN11

PREÇO: R$ 16,68

PAYOUT (2018): 668,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -93,52
P/VPA 2,89
PSR 1,70
DY -7,15%
EV/EBITDA 7,17
MARGEM BRUTA 42,7%
MARGEM OPERACIONAL -1,6%
MARGEM LÍQUIDA -1,8%
LUCRO POR AÇÃO -R$ 0,178
MARGEM EBITDA 41,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 336,1%
ROE -3,09%
LIQUIDEZ CORRENTE
4,30
Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,65%

RESULTADO BRUTO +65,52%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +150,41%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +44,27%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,74%

RESULTADO BRUTO +14,28%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +71,70

RESULTADO OPERACIONAL -53,05%

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +32,24



c) lucro (taxa média anual)

UA passou de positivo para negativo

U2A passou de positivo para negativo

U3A passou de positivo para negativo



d) patrimônio líquido médio

UA -15,72%

U2A -8,93%

U3A 1,92%



e) ebitda

UA 44,27%
U2A 35,83%
U3A 28,20%
U4A 24,89%
U5A 21,65%
U6A 20,07%
U7A 20,77%
U8A 20,36%

360495  - paulo_prof   -  18 Abr 2019, 01:47
Se vc tem a KLBN4, até que os proventos são razoáveis. A empresa prometeu distribuir 20% da getração de caixa medida pelo ebitda (no exercício de 2018, na realidade, distribuiu bruto 22,84% do Ebitda Ajustado de R$ 4,024 bilhões).

Se a variação do valor justo dos ativos biológicos não for muito desfavorável (nos últimos 2 exercícios representou uma despa acima dos $ 600 milhões), pode-se esperar um ebitda de R$ 4,8 bilhões. A distribuição de proventos totalizando 20% do Ebitda, em termos da KLBN4, hoje representaria um DY de 6,10%!

Não é taõ mal assim!

360477  - paulo_prof  -  17 Abr 2019, 13:50
A Klabin decidiu ir em frente com o Projeto PUMA 2. De acordo com as previsões, nso 2 primeiros anos a empresa deverá dispender aprox. R$ 6 bilhões, ou R$ 3 bilhões por ano.

Nos próximos 2 anos, o Ebitda da Klabin deverá emplacar R$ 4,8 bilhões por ano. Os proventos anuais deverão ficar na casa de R$ 1 bilhão por ano. Desconsiderando a variação cambial, o Resultado Financeiro Anual deverá ser negativo em aprox. R$ 1,1 bilhões. Finalmente, o dispêndio anual com IR/CS deverá ficar na casa dos R$ 200 milhões. Consequentemente, o operacional da empresa deverá gerar aprox. R$ 2,5 bilhões livres para investimento. Os R$ 500 milhões adicionais necessários deverão vir do caixa atual da empresa, com o aumento do endividamento líquido. Mas esta situação é temporária, pois já no 3o. ano de implantação do projeto, o endividamento líquido deverá diminuir. A alternagtiva seria diminuir o payout atual (20% do ebitda anual).

Maiores detalhes do projeto podem ser conhecidos em

http://www2.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=679973&funcao=visualizar&site=B

Citação: FR da Klabin
A KLABIN S.A. (“Klabin” ou “Companhia”), em atendimento ao disposto no artigo 157, parágrafo 4º da Lei nº 6.404/76, conforme alterada, e na Instrução CVM nº 358/02, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que após detalhada revisão dos estudos mercadológicos, de engenharia e de viabilidade econômica, o Conselho de
Administração da Companhia aprovou, na data de hoje, em reunião extraordinária, o projeto de expansão de capacidade no segmento de papéis para embalagem, denominado Projeto Puma II (“Puma II” ou “Projeto”).

O Projeto Puma II abrange a construção de duas máquinas de papel, com produção de celulose integrada, localizadas na unidade industrial da Klabin no município de Ortigueira/PR (“Unidade Puma”). A capacidade total das máquinas será de 920 mil toneladas anuais de papéis Kraftliner. Na Unidade Puma, a Klabin já opera a produção
de celulose branqueada (fibra curta, fibra longa e fluff), que continuará abastecendo os mercados interno e externo com capacidade anual de 1,6 milhão de toneladas.

A instalação do Projeto Puma II será dividida em duas etapas.

1. A Primeira Etapa consiste na construção de uma linha de fibras principal para a produção de celulose não branqueada integrada a uma máquina de papel Kraftliner e Kraftliner Branco, que serão comercializados sob a marca Eukaliner, com capacidade de 450 mil toneladas anuais. Em complemento, essa etapa também inclui instalações de apoio às novas linhas e plantas das áreas de recuperação e utilidades.

2. A Segunda Etapa contempla a construção de uma linha de fibras complementar integrada a uma máquina de papel Kraftliner com capacidade de 470 mil toneladas anuais e expansão de algumas estruturas de apoio.

O cronograma prevê que as obras de cada etapa durem 24 meses, sendo que o início da construção da segunda etapa será logo após o término da primeira. Desta forma, o startup da primeira máquina está programado para o segundo trimestre de 2021, e o da segunda máquina previsto para o segundo trimestre de 2023.

O investimento bruto orçado para a construção do Projeto Puma II é de R$ 9,1 bilhões, sujeito a flutuações cambiais e reajustes decorrentes de inflação, a ser desembolsado entre os anos de 2019 e 2023. Desse total, cerca de R$ 0,9 bilhão refere-se a impostos recuperáveis. Tendo em vista que a maior parte dos equipamentos serão instalados na Primeira Etapa do Projeto, aproximadamente dois terços dos desembolsos ocorrerão entre os anos de 2019 e 2021. O Projeto será financiado pela posição de caixa da Companhia e a geração de caixa proveniente dos negócios correntes, podendo ser complementado com financiamentos, desde que as condições sejam atrativas em termos de custo e prazo.

O mercado mundial de embalagens apresentou crescimento expressivo nas últimas décadas, principalmente em países emergentes, impactando a demanda por papéis que atendam essa indústria. O consumo global de papel para embalagens, que era de aproximadamente 60 milhões de toneladas em 1990, hoje é da ordem de 170 milhões de toneladas, conforme apuração da consultoria Pöyry. A mesma consultoria estima crescimento global no mercado de papéis para embalagens até 2025 de 2,4% ao ano, com boas perspectivas para o mercado de papéis de fibra virgem.

As duas novas máquinas de papel refletirão a competitividade tecnológica e de custos da Klabin, utilizando base florestal referência em produtividade e proximidade com os ativos industriais. Adicionalmente, a sinergia com as operações industriais e florestais da Klabin existentes na região e o posicionamento comercial da Companhia no mercado global de papéis para embalagens favorecem a implementação do Puma II.

O investimento no Projeto Puma II beneficiará os municípios da região, com a criação de até 9 mil postos de trabalho no período de obras e 1,5 mil, entre diretos e indiretos, após o início de produção. Além disso, haverá impacto positivo em função da geração de impostos e negócios, benfeitorias socioambientais e desenvolvimento da
infraestrutura local.

A Klabin, no ano em que sua fundadora e controladora, Klabin Irmãos e Companhia comemora 120 anos, reforça seu compromisso com a geração de valor compartilhado e a perenidade de seus negócios, com o objetivo de construir um futuro melhor para todos. A empresa segue transformando as suas florestas plantadas em produtos de
usos múltiplos, renováveis, recicláveis e biodegradáveis e construindo relações com respeito e ética.

360408  - paulo_prof   -  15 Abr 2019, 19:43
Citação: marquinhosrj - Post #360397 - 15/Abr/2019 17:28
Prof.
Qual sua opinião sobre essa queda de KLBN11?
O sr. possuiu o ativo?
Sim, tenho uma posição (pequena) no ativo.

Acho que, pelo menos em parte, representa uma reação do mercado ao 171 que a diretoria e controladores tentaram aplicar na empresa, relativo aos royalties pelo uso da marca Klabin.

Os caras queriam vender a marca para a empresa, recebendo em troca ações nominais. Além de aumentarem espúriamente o controle que têm sobre a empresa e assim garantirem um extra no recebimento dos proventos, o valor do negócio foi baseado no fluxo de caixa descontado que a família receberia se os royalties fossem pagos até o final dos séculos.

Como, cara pálida? Qual é o real valor da marca? Alguém avaliou? Quanto a empresa perderia de receita, se os papéis, cartões e papelões fossem comercializados sob outra (nova) marca?

Enquanto estas perguntas não forem respondidas, não faz sentido oferecer um preço para a compra da marca.

Mais dia, menos dia, a família não conseguirá mais a grana de royalties na moleza atual ...

359099  - paulo_prof  -  07 Mar 2019, 15:56
Eu suspeitava que teria sido o BNDESpar ... mas quando vc se referiu ao Barsi, embarquei na sua sem pestanejar! rsssss

O fato e que temos o BNDESpar, o Barsi e o ISS desfavoráveis ao negócio, pelo menos na forma em que foi colocado, sem maiores informações. Resta ver se o BNDEs vai manter o seu pedido de convocação de AGE e qual, em caso positivo, será a pauta.

De uma forma geral, acho que uma discussão da eventual rescisão dos contratos de royalties positiva, mesmo porque será necessária. Não faz o menor sentido eventuais projetos futuros de expansão continuarem a usar as marcas que custam o olho da cara para a empresa. A produção decorrente de expansões na capacidade de produção terá que ser comercializada sob marcas distintas, de total propriedade da empresa.

359085 - espectador  -  07 Mar 2019, 12:20
Professor considero sua avaliação muito adequada. A Skol e a Corona revezam o posto de marca mais valiosa da América Latina, sendo avaliadas em aproximadamente US$8,3bi, segundo pesquisa superficial no Google. Assim, não é possível cogitar que a marca Klabin valeria aproximadamente 500milhões, mesmo que de reais. Até entrar no mercado financeiro eu sequer sabia da existência da Klabin e suponho que 99% da população da América Latina também desconheçam. É lógico que a mudança de marca acarretaria uma despesa adicional e também a uma certa perda da identidade. Portanto, considero que a manutenção da marca com a aquisição dos direitos a preços módicos seria o ideal. Mas convenhamos quem deveria estar mais preocupado com a perda da identidade é justamente da família Klabin que segue cobrando uma fábula para utilizar o nome. Ademais, não me parece que uma nova marca sairia a um décimo desse custo. Portanto, a aquisição da marca nesse preço pegou a todos de inopino, sem qualquer base para avaliar as supostas vantagens do negócio. De fato, até que sobrevenha um estudo sobre os impactos da descontinuidade da marca, sou contra a proposta de comprar a marca Klabin.

359081 - paulo_prof  -  07 Mar 2019, 11:30
Também tenho ações da KLBN e li o FR ontem. Antes do Barsi arrumar o presente "angu" (solicitar uma AGE para deliberar sobre eventual rescisão do contrato de royalties com a Sogemar) eu iria votar contra a proposta (de "comprar" a marca Klabin em troca de mais de 100 milhões de ações ordinárias da empresa.

A questão fundamental é: quanto, de fato, vale a marca Klabin no contexto em que é utilizada? A avaliação efetuada pela Delloite leva em consideração exculsivamente os contratos atuais entre a Klabin e a Sogemar, para chegar ao valor da Sogemar, supondo que estes contratos deverão vigorar até o final dos séculos. O que acontece, com o valor da Sogemar se, por exemplo (como fez a Latam e Gol) houver uma decisão para a rescisão dos contratos numa data futura específica?

Também acho super discutível "pagar" em ações e, em o fazendo, em ações ordinárias sem nenhuma consideração pelo valor adicional de controle.

Por outro lado, entretanto, acho que seria uma irresponsabilidade rescindir o contrato intempestivamente, sem ter o mínimo estudo sobre as consequências.

Eu sou favorável à contratação, pela empresa, de uma consultoria para determinar os prós e contras de eventual rescisão dos contratos de royalties e de estabelecimento de uma plano de desengajamento se for o caso.

Em consequência, espero que o Barsi proponha não uma rescisão imediata dos contratos (tipo tudo ou nada) mas a preparação da empresa para uma rescisão futura.

359078 - espectador  -  07 Mar 2019, 02:46
Pessoal, nao sei se vcs têm acompanhado o embate entre os controladores da Klabin e o Barsi sobre o contrato de exclusividade de uso da marca Klabin. A Cia sugeriu a compra dos direitos de uso da marca por 343milhões [fato aclamado por supostos analistas]. O pagamento seria mediante a emissão de aproximadamente 100,8 milhões de ações ordinárias ao suposto preço de r$3,41 cada uma. Entretanto, o Barsi tem defendido [matéria saiu no valor] que nao passa de uma manobra do controlador para aumentar a participação na empresa em detrimento dos minoritários. Não é por nada não, mas tô com o Barsi mais uma vez. O golpe pra mim é claro a despeito dos elogios dos "analistas do mercado". Razao n.1: a acao on é cotada acima de r$6,00. Nao faz sentido emiti-la a 3,41 para os bambambans. Se querem preço de unit, devem levar units [joio e trigo] e nao só o trigo [ons], engolindo goela abaixo as 4 pns que cada uma tb contém. Razão n2: quem disse q as marcas valem mais de 500milhoes? Laudo da Deloitte? Isso só se for mesmo com base nos royalties q a Klabin paga anualmente a Sogemar [aparentemente mais de 30milhoes]. Pq pra mim nao valem um décimo disso. O setor é altamente commoditizado. Ninguém quer saber se o papelão é da Klabin ou da esquina. O q manda é preço, logicamente dentro da especificação técnica estabelecida. Portanto, se não querem doar o uso das marcas ou mesmo vende-las por um preço camarada, considerando q só tem valor mesmo pra Klabin, a ideia do Barsi de rescisão do contrato de uso das marcas é a q me parece mais acertada. A Klabin acabou de soltar um fato relevante demonizando o Barsi [ao qual denominou de unico acionista com essa ideia estapafúrdia], o q desvela a parcialidade dos administradores a favor dos controladores. Mas vejam q a Aracruz fundiu com a Votorantim celulose e formou a Fibria [marca nova], sendo q até pouco dominava o mercado sem maiores problemas. Portanto, para mim o q falta realmente são estudos, mas nao das despesas q a troca de marcas acarretará, mas sim dos ganhos q a cia terá ao desembolsar mais de 100milhoes de ons cotadas a mais de 600milhoes, que pagam dividendos anuais de 18milhoes e ainda estao sujeitas a valorização de outro tanto para utilização da marca Klabin. Assim, embora minha participação seja absolutamente irrelevante [possuo apenas 6k de pn], farei questão de votar com o Barsi contra a aquisição das marcas e a favor da rescisão do contrato de uso. Vale grifar q os preferencialistas tb poderão votar. Conclamo os que tiverem embarcados a refletir.

356974 - paulo_prof  -  19 Dez 2018, 15:28
Citação: eduardojose - Post #356939 - 18/Dez/2018 18:43
Professor, estou com R$ para praticamente dobrar minha carteira.
Poderia citar alguns ativos que na sua visão, ainda estão interessantes para comprar?
Na minha opinião, FESA4 e UNIP6 não estão caras.

Na construção civil, acho que ainda dá para comprar TRIS3, TEND3, MRVE3 e DIRR3.

Uma outra que acho ter ainda chão para andar é a JSLG3.

Apesar dos preços correntes deprimidos, acredito no setro de papel e celulose. Acho que um mix de SUZB3 e KLBN11 para o longo prazo não tem erro.

Finalmente, há os bancos médios. Não vejo porque a ABCB4 não possa estar sendo negociada acima dos R$ 20,00 num prazo de 12 meses.

356883 - fvolpato -  17 Dez 2018, 17:39
Klabin (KLBN11): Parceria em ativo de florestamento anunciada

A Klabin anunciou que estabeleceu uma nova parceria chamada Guaricana Reflorestadora com a Timber Investment Management Organization (TIMO), com o objetivo de explorar atividade de florestamento no estado de Santa Catarina.

A Klabin passará a ter participação de 69,48% no novo capital votante da companhia, enquanto a TIMO terá os 30,52% restantes. A TIMO contribuiu com um caixa de R$ 191,6 milhões, enquanto a Klabin participou com cerca de 4,5 mil hectares de florestas de pinheiros plantadas (excluindo terreno). A nova companhia assinou os termos de aquisição de aproximadamente 11,5 mil hectares de terra em Santa Catarina, com cerca de 7,6 mil hectares de área para plantação, dos quais 7,1 mil já estão com plantações. Segundo o acordo, a Klabin terá o direito de primeiro refuto para obter a

produção florestal da nova companhia.

Nossa visão: A aquisição está alinhada com o objetivo da Klabin de expandir a sua área florestal sem perdas significativas de caixa ou sem comprometer muito a alavancagem. A localização das áreas em Santa Catarina nos faz acreditar que essa nova base florestal será principalmente usada para o fornecimento de madeira para as atuais operações no estado (unidades de Otacílio Costa e Correia Pinto), potencialmente levando a uma redução na média de distância de moinhos de floresta e custos de madeira. É válido mencionar que a Klabin já possui cerca de 60 mil hectares de plantações no estado de Santa Catarina.

A participação que a companhia terá na Guaricana será de cerca de 70%, mas quando consideramos que a Klabin está efetivamente contribuindo com uma área de 4,5 mil hectares para acessar uma área total de plantação de 11,6 hectares, calculamos que ela terá cerca de 39% do valor econômica da nova companhia. A TIMO está realizando uma aquisição de participação por R$ 191,6 milhões, e Guaricana vale R$ 313 milhões, que se divididos pela área de 11,6 mil hectares, resulta em um valuation de cerca de R$ 26,8 mil por hectare, o que vemos como justo.

Em adição para otimizar a atual necessidade de madeira da Klabin, acreditamos que o negócio também dá a Klabin a expertise e traz um precedente para futuros negócios de mesma natureza, os quais serão importantes para que a companhia tenha a uma oferta necessária de madeira para o seu plano de crescimento orgânico futuro. Com o design final da nova fase de expansão ainda não decidido, acreditamos que o esquema básico e linha de tempo serão: uma nova máquina para ter início em 2021, seguida por outra máquina para 2023, ambas localizadas na planta de Puma, no estado do Paraná.

Continuamos com uma recomendação de Compra para a Klabin (R$ 26,00/KBLN11), quando consideramos:

i) a nossa visão construtiva no ciclo de celulose;

ii) tendências sólidas nos mercados de papel/embalagens no Brasil; e

iii) novos projetos de crescimento para serem aprovados pelo Conselho no curto-prazo, trazendo um potencial de valorização sólido das ações para o médio e longo prazo (podem ser adicionados cerca de R$ 4-6 para o nosso preço-alvo).

356774 - paulo_prof  -  12 Dez 2018, 17:02
Citação: m boi mirim - Post #356769 - 12/Dez/2018 14:44
Pessoal entre Suzb3 e KLBN11 qual vcs preferem?
Nao entendo qual o motivo de Klabin negociar a P/VP de 2,8 com um ROIC de 11%.. mesmo apos a queda parece cara
Ainda mais sendo capital intensiva e toda vez para aumentar as receitas precisa se endividar mais e mais
Aos preços atuais e pelas projeções que fiz em relação à incorporação da Fíbria pela SUZB, mesmo sem levar em consideração as sinergias que certamente ocorrerão, a nova SUZB está mais barata do que a KLBN.

Por outro lado, entretanto, não se pode esquecer que são empresas bastante distintas. Com a incorporação da Fibria, o segmento celulose da Suzano será quase 75% do total. Na Klabin, o segmento celulose é somente aprox. 40% do total.

A Klabin é uma empresa muito mais "equilibrada". Produz celulose de fibras longas e curtas, bem como papéis e produtos acabados (embalagens). Em consequência, está muito menos sujeita à volatilidade dos preços da celulose no mercado internacionai. Por outro lado, a margem ebitda da celulose é hoje substancialmente maior (em comparação com as margens ebitda de embalagens e outros produtos acabados. Em consequência, se os preços da commodity mantiverem os níveis atuais, a rentabilidade da Suzano/Fibria será maior.

A Klabin deverá decidir, neste 4T, se vai investir mais USD 2 bilhões num novo projeto integrado de celulose-papel. Caso afirmativo, no curto prazo os proventos deverão ser reduzidos e os resultados dependerão ainda mais da taxa de câmbio (a maior parte do endividamento é sempre denominado em moeda estrangeira).

Por via das dúvidas, tenho ambas em carteira.

356522 - paulo_prof -  05 Dez 2018, 01:09
São empresas bastante distintas. Com a incorporação da Fibria, o segmento celulose da Suzano será quase 75% do total. Na Klabin, o segmento celulose e somente aprox. 40% do total.

A Klabin é uma empresa muito mais "equilibrada". Produz celulose de fibras longas e curtas, bem como papéis e produtos acabados (embalagens). Em consequência, está muito menos sujeita à volatilidade dos preços da celulose. Por outro lado, a margem ebitda da celulose é hoje substancialmente maior. Em consequência, se os preços da commodity mantiverem os níveis atuais, a rentabilidade da Suzano/Fibria é maior.

A Klabin deverá decidir, neste 4T, se investe mais USD 2 bilhões num novo projeto integrado de celulose-papel. Caso afirmativo, no curto prazo os proventos deverão ser reduzidos e os resultados dependerão ainda mais da taxa de câmbio (a maior parte do endividamento é sempre denominado em moeda estrangeira).

356493 - paulo_prof -  12 Dez 2018, 16:38
 Avisa - iniciei posição em KLBN11 a R$ 16,50

Depois do comentário do herdsman fui dar uma olhada na apresentação institucional 3T18. Gostei do que li e cheguei à conclusão que, de fato, o mercado pode estar exagerando na derrubada do preço do ativo.

Com a valorização do real no curto prazo, a Receita Líquida e margem bruta deverão cair, mas a queda no ebit deverá ser mais do que compensada com um resultado financeiro positivo.

Se a taxa de câmbio for mantida no nível atual até o final do ano, as minhas projeções para o 4T18 são:

EBIT = R$ 680 milhões

Resultado Financeiro = (R$ 300 milhões)

Variação Cambial = R$ 500 milhões

Resultado Financeiro Líquido = R$ 200 milhões

Resultados Antes dos Impostos = R$ 880 milhões

IR/CS = (R$ 300 milhões)

Lucro Líquido = R$ 580 milhões

Depreciação/Amortização = R$ 420 milhões

EBITDA = R$ 1.100 milhões

CAPEX = R$ 220 milhões

Proventos = R$ 340 milhões

O endividamento líquido deverá ser reduzido em mais de R$ 500 milhões. Finalmente, considerando que a necessidade de capex é de somente aprox. R$ 200-240 milhões trimestrais, enquanto o ebitda puder ser mantido acima dos R$ 1 bilhão, a pratica de distribuição de proventos trimestrais deverá ser mantida.

Nos últimos 12 meses, a empresa distribuiu proventos brutos de R$ 840 milhões, o que ao preço de R$ 16,46 corresponde a um yield de 4,9%.

355203  - paulo_prof -  29 Out 2018, 19:23
Citação: rogeriortms - Post #355197 - 29/Out/2018 15:43
Professor o senhor colocou que KLBN4 teve o resultado impactado negativamente pela variação cambial. Desculpe-me a ignorância, porque a desvalorização cambial impacta negativamente as papeleiras?
A desvalorização impacta positivamente a Receita Líquida. Como os custos são em reais, o Resultado Bruto e Ebitda aumentam. Por outro lado, entretanto, a desvalorização cambial impacta negativamente o endividamento em moeda estrangeira. Num determinado trimestre com desvalorização, como o endividamento em moeda estrangeira (na faixa dos R$ 19,5 bilhões) é muito maior do que a receita trimestral (na faixa dos R$ 2,8 bilhões), o impacto sobre o endividamento é muito maior.

355195 - paulo_prof  -  29 Out 2018, 19:00
Como nas demais papeleiras, resultado operacional e ebitda recorde, impactado negativamente pela desvalorização cambial.

Com a valorização do real no 4T18 os Resultados Operacionais e ebitda deverão ser reduzidos, mas amplamente compensados pelo resultado financeiro que deverá inclusive vir positivo.

Embora a valorização do real deverá reduzir o ebitda do 4T18, acredito que virá sensivelmente acima daquele do 4T17, na faixa do R$ 1 bilhão. Para um ebitda anual de aprox. R$ 4 bilhões, EV/Ebitda = 7,41, indicando que o ativo possa estar relativamente barato.


KLBN4

PREÇO: R$ 3,13

PAYOUT (2016): 25,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -20,36

P/VPA 2,74

PSR 1,73

DY -4,60%

EV/EBITDA 7,91

MARGEM BRUTA 38,9%

MARGEM OPERACIONAL -13,7%

MARGEM LÍQUIDA -8,5%

LUCRO POR AÇÃO -R$ 0,154

MARGEM EBITDA 39,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 340,4%

ROE -13,44%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,94



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,53%

RESULTADO BRUTO +49,60%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1.353,24%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +47,71%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,17%

RESULTADO BRUTO +75,14%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -80,79%

RESULTADO LÍQUIDO -73,42%

EBITDA +66,40



c) lucro (taxa média anual)

UA passou de positivo para negativo

U2A passou de positivo para negativo

U3A -24,78%



d) patrimônio líquido médio

UA -9,73%

U2A 0,31%

U3A 2,30%



e) ebitda

UA 47,71%

U2A 29,38%

U3A 25,81%

U4A 22,72%

U5A 20,02%

U6A 18,88%

U7A 21,67%

U8A 18,73%

353634 - marcosvinicius2  -  11 Set 2018, 21:26
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). Receita Líquida = A receita líquida no 2T18, mesmo com a perda de volumes decorrente dos fatores citados acima, foi de R$ 2.235 milhões, aumento de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. Este crescimento é reflexo do bom momento de preços nos mercados de papéis e celulose, além da desvalorização do real frente ao dólar no período, fatores estes que são potencializados pela flexibilidade da Klabin em ajustar suas vendas para mercados de maior rentabilidade. Na comparação com o 2T17, vale destacar neste trimestre os aumentos de 33% e 29% respectivamente nos mercados de kraftliner e celulose, que além da melhora nos preços, são mercados diretamente beneficiados pela desvalorização do real. Neste contexto, as receitas de exportação cresceram 25% versus o 2T17, passando a ter participação de 43% na receita total.; Resultado Financeiro = As despesas financeiras foram de R$ 326 milhões no trimestre, redução de R$ 19 milhões em relação ao 1T18. As receitas financeiras atingiram R$ 157 milhões no trimestre, aumento de R$ 22 milhões na mesma comparação. Desta forma, o resultado financeiro no período, excluídas as variações cambiais, foi negativo em R$ 169 milhões. A taxa de câmbio encerrou o trimestre a R$ 3,86/US$, aumento de 16% em relação à taxa observada ao final do 1T18, o que explica as variações cambiais líquidas negativas de R$ 1.843 milhões no 2T18. É valido ressaltar que o efeito da variação cambial no balanço patrimonial da Companhia é contábil, sem efeito caixa significativo no curto prazo.:

KLBN4
PREÇO: R$ 3,31
PAYOUT (2017): 630,70%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -34,29
P/VPA 2,94
PSR 2,00
DY -18,39%
EV/EBITDA 10,72
MARGEM BRUTA 35,42%
MARGEM OPERACIONAL -7,88%
MARGEM LÍQUIDA -5,84%
LUCRO POR AÇÃO R$ -0,097
MARGEM EBITDA 32,94%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 337,93%
ROE -8,57%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,90

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 15,00%
RESULTADO BRUTO 36,11%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 212,78%
RESULTADO OPERACIONAL -300,64%
RESULTADO LÍQUIDO -243,18%
EBITDA 34,46%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 12,65%
RESULTADO BRUTO 145,23%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 200,61%
RESULTADO OPERACIONAL 143,63%
RESULTADO LÍQUIDO 152,83%
EBITDA 155,53%

c) lucro (taxa média anual)
UA -243,18%
U2A ND
U3A -1,91%

d) patrimônio líquido médio
UA -4,16%
U2A 7,96%
U3A 1,13%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!

352311 - Rocha Preta inc -  30 Jul 2018, 14:10
A Klabin (KLBN11) apresentou um prejuízo líquido de R$ 884 milhões no segundo trimestre de 2018, enquanto o resultado do ano anterior tinha apresentado um número negativo de R$ 378 milhões, mostra um documento enviado ao mercado nesta segunda-feira (30).

O Ebitda ajustado apresentou um crescimento de 49% no segundo trimestre em relação ao mesmo período de 2017, para R$ 884 milhões. A margem Ebitda foi de 40%, 10 pontos percentuais acima do verificado no mesmo período do ano anterior.

Segundo a empresa, mesmo em condições de grande instabilidade causadas pela greve dos caminhoneiros, a utilização de uma estratégia de melhoria do mix de vendas alavancou o crescimento de 13% na receita líquida, a R$ 2,235 bilhões.

Na comparação com o ano anterior, A Klabin destaca neste trimestre os aumentos de 33% e 29% respectivamente nos mercados de kraftliner e celulose, que além da melhora nos preços, são mercados diretamente beneficiados pela desvalorização do real.

349405 - paulo_prof  -  28 Abr 2018, 23:20
Esta é outra empresa que cujo resultado líquido é fortemente impactado pela variação cambial.

Não gostei do resultado ... Houve uma parada de rotina para a manutenção dos equipamentos do projeto Puma. Esta parada também foi realizada no 1T17. No 1T18, entretanto, houve um problema e a planta ficou parada muito mais tempo. Apesar de ter obtido uma Receita Líquida 17,3% maior do que no ano anterior, o Resultado Bruto ficou 8,7% menor. O resultado bruto do 2T18, em consequência, também será impactado.

Além disto, acho que a alavancagem da empresa é excessiva. Quando o real desvaloriza, o impacto costuma ser maior do que aquele sentido pela SUZB e FIBR.

Para o meu gosto, o qtivo etsá caro.


KLBN4

PREÇO: R$ 3,37

PAYOUT (2017): 93,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 323,68

P/VPA 2,46

PSR 2,04

DY 0,29%

EV/EBITDA 9,87

MARGEM BRUTA 30,6%

MARGEM OPERACIONAL 1,8%

MARGEM LÍQUIDA 0,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,010

MARGEM EBITDA 34,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 250,9%

ROE 0,76%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,42



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +16,04%

RESULTADO BRUTO -1,04%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -94,29%

RESULTADO LÍQUIDO -97,27%

EBITDA +27,87%



b) 1T18 vs 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,27%

RESULTADO BRUTO -8,70%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -79,34%

RESULTADO LÍQUIDO -79,29%

EBITDA +41,00%



c) lucro (taxa média anual)

UA -97,27%

U2A -68,40%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio

UA -1,60%

U2A 12,08%

U3A 1,23%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 27,87%

U2A 20,85%

U3A 19,02%

U4A 16,57%

U5A 15,74%

U6A 17,25%

U7A 17,29%

U8A 17,59%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 1,25

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +25,0%

346786 - paulo_prof -  03 Fev 2018, 12:16
Excelente o resultado da Fibria no 4T17, quando medido pelo ebitda. Não fosse pelo resultado financeiro exageradamente negativo devido a desvalorização cambial no trimestre (dolar passou de R$ 3,168 para R$ 3,308), a última linha também iria bombar.

No 1T18 o impacto da valorização do real (o dólar já está em R$ 3,1655) sobre a receita deverá ser pequeno mas sobre o resultado financeiro deverá ser enorme, pois de negativo deverá passar a ser positivo. O lucro líquido do 1T18 poderá chegar próximo do bilhão!

Excetuando no que se refere ao possível bilhão no 1T18 (no caso da KLBN seria acima dos R$ 500 milhões), o que escrevi acima para a Fíbria aplica-se integralmente à KLBN. A relação entre o endividamento líquido e o ebitda anual continua decrescendo e em mais um ou dois trimestres, a relação estará abaixo de 3. A Receita Líquida, Resultado Bruto e Ebitda estão crescendo a taxas substanciais.

Recentemente a base de ações foi aumentada em 583 milhões e ações (aprox 12,5%), a R$ 2,50, devido à conversão de debêntures. Nesta operação, o patrimônio líquido aumentou e o endividamento líquido diminiu aprox . R$ 1,46 bilhões. De uma lado, a conversão de debêntures aumentará os resultados por via da redução das despesas financeiras. De outro, entretanto, diluiu a base de ações existente, a um preço sensivelmente menor do que o de mercado. Não cheguei a tentar analisar os impactos e assim, ter uma posição firme em relação ao preço atual. De qualquer forma, a ação não me parece exageradamente barata ou cara.

KLBN4

PREÇO: R$ 3,16

PAYOUT (2017): 93,6%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 31,21

P/VPA 2,30

PSR 1,98

DY 3,00%

EV/EBITDA 10,32

MARGEM BRUTA 32,7%

MARGEM OPERACIONAL 10,0%

MARGEM LÍQUIDA 6,4%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,101

MARGEM EBITDA 32,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 275,5%

ROE 7,36%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,15



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +18,09%

RESULTADO BRUTO +14,14%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -73,91%

RESULTADO LÍQUIDO -78,56%

EBITDA +19,72%



b) 4T17 vs 4T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,01%

RESULTADO BRUTO +43,41%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +194,15%

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +30,98%



c) lucro (taxa média anual)

UA -78,56%

U2A passou de negativo para positivo

U3A -10,01%



d) patrimônio líquido médio

UA 5,01%

U2A 13,12%

U3A 0,68%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 19,72%

U2A 17,74%

U3A 16,81%

U4A 15,06%

U5A 15,16%

U6A 16,83%

U7A 16,12%

U8A 17,63%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 1,26

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +23,0%

343827  - paulo_prof -  11 Nov 2017, 13:44
Valem os mesmos comentários feitos em relação à FIBR3. embora aqui, os múltiplos pareçam mais razoáveis. A taxa anual de crescimento nominal do ebitda, por exemplo, é da ordem de grandeza da taxa de crescimento do lucro que é demandada para justificar o preço atual. Embora eu não acredite que o ebitda poderá continuar crescendo nesta taxa por muito tempo, a taxa necessária de crescimento do lucro parece perfeitamente factivel.

KLBN4

PREÇO: R$ 3,30

PAYOUT (2016): 25,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 20,88

P/VPA 2,02

PSR 1,88

DY 1,21%

EV/EBITDA 10,51

MARGEM BRUTA 30,8%

MARGEM OPERACIONAL 13,4%

MARGEM LÍQUIDA 9,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,158

MARGEM EBITDA 31,5%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 256,5%

ROE 9,66%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,23



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,59%

RESULTADO BRUTO -3,31%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -72,56%

RESULTADO LÍQUIDO -74,98%

EBITDA +13,32%



b) 3T17 vs 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,22%

RESULTADO BRUTO +26,51%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +4317,80%

RESULTADO LÍQUIDO +1142,23%

EBITDA +28,21%



c) lucro (taxa média anual)

UA -74,98%

U2A passou de negativo para positivo

U3A -6,27%



d) patrimônio líquido médio

UA 11,46%

U2A 8,91%

U3A 2,53%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$2,03

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,0%

343762  - marcosvinicius2  - 10 Nov 2017, 12:26
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 10 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (21,7391%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 390.620 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = -377.583 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = 31.445. RESULTADO BRUTO TAMBEM FOI MENOR NA COMPARAÇÃO ENTRE 3T16 = 566.907 X 3T17 = 717.201. VALOR DE MERCADO (MIL) = 16.234.811; VALOR MAXIMO (MIL) = 20.104.749 NO 3T15; VE PSBE (MIL) = 17.953.042:

KLBN4
PREÇO: 3,43
PAYOUT (2016): 18,64%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 22,43
P/VPA 2,17
PSR 2,02
DY 0,83%
EV/EBITDA 12,30
MARGEM BRUTA 30,83%
MARGEM OPERACIONAL 13,39%
MARGEM LÍQUIDA 9,00%
LUCRO POR AÇÃO 0,153
MARGEM EBITDA 28,80%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 166,05%
ROE 9,66%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,23

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 19,59%
RESULTADO BRUTO -3,31%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -111,21%
RESULTADO OPERACIONAL -72,56%
RESULTADO LÍQUIDO -74,98%
EBITDA 3,70%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 13,22%
RESULTADO BRUTO 26,51%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -228,65%
RESULTADO OPERACIONAL 4317,80%
RESULTADO LÍQUIDO 1142,23%
EBITDA 22,94%

c) lucro (taxa média anual)
UA -74,98%
U2A ND
U3A -6,27%

d) patrimônio líquido médio
UA 11,46%
U2A 8,91%
U3A 2,53%

Receita Líquida = O crescimento dos volumes vendidos em todas as linhas de produtos impulsionou o aumento da receita de vendas da Klabin na comparação com o mesmo período de 2016. A receita total de vendas no 3T17, incluindo madeira, foi de R$ 2.225 milhões, 13% acima do mesmo trimestre do ano passado. Com o maior volume vendido de celulose no trimestre, a receita de vendas de fibras curta, longa e fluff totalizou R$ 656 milhões de reais, 34% acima do 3T16 e 13% acima do 2T17. A receita das vendas de papéis, embalagens e madeira também foi influenciada pelo maior volume no trimestre e atingiu R$ 1.569 milhões, 6% superior ao verificado no 3T16, mesmo com a taxa de câmbio menos favorável no período.

DESPESAS GERAIS E ADMINISTRATIVAS = As despesas gerais e administrativas apresentaram estabilidade na comparação com o 3T16 e totalizaram R$ 125 milhões no 3T17. Destacam-se no trimestre o resultado dos esforços da Companhia após as adequações das estruturas para fazer frente às novas operações de celulose, que compensaram impactos de inflação e dissídios durante o período. Na comparação com o 2T17, as despesas gerais e administrativas apresentaram queda de 8%, devido à menor influência de fatores não recorrentes no período.


( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

343285  - Jorge Tomaz   -  28 Out 2017, 23:10
acabei de ler os releases das papeleiras. Achei a KLNB a mais fraca, o financeiro foi muito grande em relação ao lucro. Na FIBR3 foi uma parcela bem significativa, mas entre as papeleiras ela teve o maior aumento de EBITDA e disparado também de lucro. A SUZB foi a mais equilibrada realmente, mas gostei da FIBR3.

337174  - TraderCenter -  27 Abr 2017, 21:59
[...]
A produtora de papel e celulose Klabin informou nesta quinta-feira que teve lucro líquido de 602 milhões de reais, queda de 44 por cento contra mesma etapa de 2016.

Maior fabricante brasileira de papéis para embalagens e de caixas de papelão ondulado, a Klabin teve lucro líquido de R$ 602 milhões no primeiro trimestre, com queda de 43,9% na comparação anual. O resultado inferior é explicado principalmente pelo menor resultado financeiro líquido.

De janeiro a março, a linha financeira da companhia ficou positiva em R$ 318,4 milhões, frente a quase R$ 1 bilhão no mesmo período do ano passado, quando o impacto da variação cambial sobre a parcela da dívida expressa em dólar foi mais elevado.

A venda de produtos convertidos no 1T17 foi de 186 mil toneladas, destacando a capacidade da Klabin de se adaptar a diversas condições de mercado e a estratégia de crescimento no segmento de conversão.

O volume de vendas da Klabin, excluindo madeira, foi de 759 mil toneladas no trimestre, alta de 66,8 por cento em um ano.

Mas a receita líquida subiu menos, 28 por cento, para 1,87 bilhão de reais, refletindo em parte o efeito da queda do dólar contra o real nas exportações.
[...]

337155  - paulo_prof  - 27 Abr 2017, 15:54
Pode-se considerar os resultados da KLBN no 1T17 dentro do esperado. Não há como competir com o Resultado Financeiro do 1T16, que turbinou o Resultado Operacional (antes dos Impostos) e Resultado Líquido. De qualquer forma, devido à valorização do real no 1T17, os resultados operacional e líquido foram impactados positivamente. Num cenário de estabilidade cambial, acho que o lucro líquido trimestral ficaria no entorno dos R$ 200-250 milhões.

KLBN4

PREÇO: R$ 2,83

PAYOUT (2016): 25,3%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 6,45

P/VPA 1,69

PSR 1,73

DY 3,92%

EV/EBITDA 10,69

MARGEM BRUTA 36,0%

MARGEM OPERACIONAL 36,6%

MARGEM LÍQUIDA 26,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,439

MARGEM EBITDA 30,9%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 247,8%

ROE 26,17%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,74



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +28,26%

RESULTADO BRUTO +15,66%

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL +445,3%

RESULTADO LÍQUIDO +266,3%

EBITDA +14,22%



b) 1T17 vs 1T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,55%

RESULTADO BRUTO +57,27%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -68,56%

RESULTADO OPERACIONAL -35,47%

RESULTADO LÍQUIDO -43,92%

EBITDA +5,27%



c) lucro (taxa média anual)

UA 286,3%

U2A passou de negativo para positivo

U3A 42,44%



d) patrimônio líquido médio

UA 27,65%

U2A 2,67%

U3A 8,01%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 5,63



Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):-17,0%

335849  - paulo_prof   -  21 Mar 2017, 23:32
Aos preços de fechamento de hoje, alguns parâmetros para a análise são:

FIBR3: Preço: R$ 28,59; Dívida Líquida / Ebitda Anual = 3,06; EV/EBITDA = 7,28

KLBN4: Preço: R$ 2,57; Dívida Líquida / Ebitda Anual = 5,43; EV/EBITDA = 10,57

SUZB5: Preço: R$ 13,43; Dívida Líquida / Ebitda Anual = 3,80; EV/EBITDA = 9,18


A KLBN é a que tem maior diversidade de produtos; a FIBR, a menor. As alavancagens da KLBN e SUZB5 tendem a diminuir; a alavancagem da FIBR ainda deverá aumentar

335844  - pinheiro87   -  21 Mar 2017, 21:25
[...]
Sobre KLBN4, dei uma olhada porque quero aumentar percentual de dólar na carteira, mas a dívida assustou um pouco. A dívida líquida tá em 5x o ebitda, já não era pro PUMA estar cuspindo caixa e diminuindo essa alavancagem? Vi que os volumes vendidos aumentaram bastante, receita aumentou, ebitda aumentou mas a dívida se manteve (na verdade aumentou um pouco). O que deu errado? E por que a 4 e não a KLBN11?

335792  - herdsman   -  21 Mar 2017, 10:43
[...]
Mas resolvi de comprar então KLBN4 ontem. Difícil achar defeito no papelão.

333536  - paulo_prof   -  02 Fev 2017, 13:32
O 4T16 da Klabin foi sensivelmente melhor do que aquele da Fibria. Houve uma evolução da margem bruta (de 28,9% no 3T16 para 30,1%) e, em consequência, um Resultado Bruto 4,4% maior (a Receita Líquida foi a mesma do 3T16), suficiente para produzir um valor positivo na última linha.

Na minha opinião, entretanto, ao contrário da Fíbria, considero que a geração de caixa medida pelo Ebitda deixa muito a desejar, mostrando uma alavancagem bem maior do que seria desejável. A relação do endividamento líquido com o ebitda gerado nos últimos 12 meses é 5,4. Nada que preocupe, porque o ebitda gerado é suficiente para pagar o serviço da dívida e remunerar o investidor, já que as necessidades de investimento, após a entrada em operação do projeto Puma, são modestas.

A menos que haja uma desvalorização forte do real, o endividamento líquido deverá ser reduzido paulatinamente, sendo acelerado por ocasião do término do acordo com a Fibria (hoje, um quinhão do ebitda gerado pelo projeto Puma vai engordar o caixa da Fibria).

O enorme lucro gerado no exercício (o maior da história da empresa) é na sua maior parte devido ao resultado financeiro altamente favorável, gerado com a valorização do real. Pelas minhas contas, para um resultado financeiro "normal" (negativo em aprox. R$ 1 bilhão por ano), o lucro líquido seria apenas aprox. R$ 300 milhões.

KLBN4

PREÇO: R$ 2,774,4% maior

PAYOUT (estimado): 25%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 5,10

P/VPA 1,78

PSR 1,79

DY 4,90%

EV/EBITDA 10,97

MARGEM BRUTA 33,8%

MARGEM OPERACIONAL 45,3%

MARGEM LÍQUIDA 35,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,543

MARGEM EBITDA 32,3%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 265,8%

ROE 34,96%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,40



Taxas de Crescimento Nominal



a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +32,56%

RESULTADO BRUTO +30,20%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo

RESULTADO LÍQUIDO passou de positivo para negativo

EBITDA +21,58%



b) 4T16 vs 4T15

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +23,09%

RESULTADO BRUTO -22,00%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL -90,41%

RESULTADO LÍQUIDO -79,09%

EBITDA +8,13%



c) lucro (taxa média anual)

UA passou de negativo para positivo

U2A 84,35%

U3A 104,53%



d) patrimônio líquido médio

UA +21,85%

U2A -1,42%

U3A +8,73%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,79

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):-19,5%
Pq sera q klabin nao subiu quase nada comparada a Fibr e SUZ?
A empiricus considera KLBN a melhor escolha e vc professor?
Vai saber porque a Empiricus considera a KLBN a melhor???

Mais do que uma produtora de celulose, a KLBN produz papel e papelão. Através do projeto Puma é que está diversificando. Por outro lado, além do eucalipto também lida com pinus. Talvez a Empiricus esteja sobrevalorizando esta situação. A FIBR é produtora pura de celulose de eucalito. A SUZB pode ser considerada entre as duas.

Ocorre que a KLBN é (de longe) a mais endividada relativamente a geração de caixa medida pelo Ebitda. Para uma dívida líquida de R$ 11,9 bi está gerando somente aprox. R$ 2,2 bilhões anuais de Ebitda. É muito pouco. Pelo menos a metade do Ebitda gerado é necessário para cobrir o serviço da dívida.

As situações da FIBR (endividamento de R$ 9,8 bi para Ebitda de R$ 4 bi, por baixo) e SUZB (endividamento de R$ 10 bi para um ebitda de R$ 3 bilhões) são sensivelmente melhores. 

Por outro lado, entretanto, na eventualidade dos preços da celulose não terem ainda achado o seu piso e o real continuar a valorizar, quase não há como a FIBR se proteger ... teria que ser via derivativos ... mas suspeito que a empresa deva estar um tanto quanto traumatizada com a prática. 
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328870  - NumBroker  -  26 Out 2016, 01:01
Klabin compra Embalplan e Hevi Embalagens por R$ 187 milhões
Por Stella Fontes | Valor
Divulgação | Klabin
SÃO PAULO - A Klabin, maior fabricante de papéis para embalagens do país, anunciou nesta terça-feira que firmou contrato para compra da Embalplan Embalagens, do Paraná, e que comprou as instalações de produção de papelão ondulado da Hevi Embalagens, do Amazonas, por um valor total de R$ 187 milhões.

Com as aquisições, a companhia eleva em 10%, ou em 70 mil toneladas anuais, a capacidade de produção de caixas de papelão ondulado. Além disso, a Klabin inicia a atividade de conversão de caixas nos Estados do Paraná e do Amazonas.

Em comunicado ao mercado, a Klabin informou que a compra dos ativos da Hevi Embalagens já foi concluída, enquanto a aquisição da Embalplan está sujeita à manifestação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Klabin é líder isolada na expedição de caixas, acessórios e chapas de papelão ondulado, com 552,2 mil toneladas no ano passado, segundo dados da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO). 
Pois é ... no que se refere a Klabin, ainda estou no escuro em relação ao Ebitda que será capaz de gerar com o Projeto Puma rodando a pleno! Para mim, o Ebitda gerado no 2T (R$ 538 milhões) foi decepcionante. Se admitirmos que, numa situação média normal, o endividamento líquido custe algo no entorno dos 15% a.a., as despesas financeiras líquidas anuais somariam R$ 1,77 bilhões, ou quase R$ 450 milhões ao trimestre. Considerando que também há IR/CS e proventos a pagar, a conta não fecha ... é necessário que a empresa seja capaz de gerar um ebitda sensivelmente maior do que aquele gerado no 2T16.

Resumo da ópera: embora em termos da gama de produtos oferecidos e respectivos mercados a Klabin parece melhor posicionada na situação de mercado hoje, os riscos poderão ser maiores devido à sua precificação e estrutura de capital.

Considerando todos os fatores, parece que a melhor escolha seria SUZB5.
Por mais que me esforce também não entendo bem Klbn e este negócio com a Fibria da celulose oriunda do Proj Puma. Algumas conjecturas: a) Fibria abrindo desde agora mercado/clientela para a sua ampliação no Proj Horizonte II b) há muito papo de "consolidação" do setor.
Voltando às dúvidas: tenho FIBR3 (falta coragem para ampliar posição) só o faço quando os preços me propiciarem diluição de custos.
Para a carteira da minha filha estou fazendo pequenas compras de SUZB5 - um pé lá fora e outro no mercado doméstico, diversificação de prdts e, para mim o mais importante, começou a produzir "fluff"(mercado promissor, produto importado até o momento.
Agora, se o nosso país voltar a crescer rápido e célere (linda frase)KLBN produtora maior de papelão voa. (Dúvidas grandes) Ia me esquecendo; SUZB pode distribuir algum dividendo relativo a este exercício, creio FIBR também, com relação a KLBN faltam informações.

Qual a vantagem de " Fluff" Karisei?

A celulose Fluff é a matéria prima para a industrialização de produtos absorventes de higiene pessoal, como fraldas descartáveis infantis e de adultos, bem como absorventes femininos. Aprox. 90% da produção global de celulose Fluff é originada da celulose branqueada de fibra longa (normalmente de pinus). Esta forma de celulose de fibra longa é hoje produzida pela Klabin, sob a marca PineFluff, em suas instalações em Ortigueira.

A Suzano, por sua vez, desde o final do ano passado, conseguiu produzir uma celulose fluff a partir da celulose de fibra curta proveniente do eucalipto, comercializando-a sob a marca Eucafluff. É a única celulose fluff de fibra curta produzida no planeta. A celulose de fibra curta (fibras entre 0,5 a 1 mm de comprimento) é menos resistente, mas mais macia do que aquela de fibra longa (fibras entre 2 e 5 mm). 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
326142  - Anfibio   - 18 Ago 2016, 14:15
http://br.advfn.com/forum/klbn11/16801910/3
Me decidi a investir na KLABIN depois de conhecer Telêmaco Borba/PR. Vi a imensidão do projeto PUMA com meus próprios olhos e as sinergias de logística que ele trouxe (rodovia, ferrovia, hidrelétrica, redução do raio médio de transporte de madeira, ect). Tb assuntei na região sobre a conduta e capacidade da família controladora.
Para mim, papel para comprar de 14 a 19,00 e vender a 30,00.

324757  - paulo_prof   -  26 Jul 2016, 18:00
Achei muito bom o resultado da KLBN.

Devido ao enorme endividamento bruto denominado em moeda estrangeira (R$ 12 bilhões), qualquer variação importante do câmbio no trimestre gera uma enorme variação do resultado financeiro. Com a desvalorização do dólar no 2T16, o resultado financeiro emplacou R$ 1,3 bilhões positivos ... que evidentemente engordaram violentamente o lucro!!!

O Lucro Líquido, portanto, não é um bom indicador para medir a performance de uma empresa com dívida importante em dólar. Melhor é tomar a geração de caixa medida pelo Ebitda como referência.

O Ebitda Ajustado do 2T16 somou R$ 538 milhões, 38% superior ao Ebitda do 2T15, positivamente impactado devido ao início de operações do Projeto Puma. Nos últimos 12 meses, o Ebitda Ajustado somou R$ 2,173 bilhões, com uma taxa de crescimento nominal positiva de aprox. 13,9% a.a., ou seja, o Ebitda anual deverá continuar a evoluir por mais alguns trimestres.

A alavancagem da empresa ainda é grande (o endividamento líquido de R$ 11,8 bilhões é igual a 5,4 vezes o Ebitda anual corrente, mas vem diminuindo desde que atingiu o máximo de 6,3 no final de 2015.

KLBN4
PREÇO: R$ 2,70
PAYOUT MÍNIMO: 25% (assumido devido à alavancagem atual)

P/L 8,13
P/VPA 1,67
PSR 1,99
DY 3,08%
EV/EBITDA 11,12
MARGEM BRUTA 42,1%
MARGEM OPERACIONAL 29,8%
MARGEM LÍQUIDA 24,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,332
MARGEM EBITDA 35,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 237,3%
ROE 20,50%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,53

Admitindo que 100% da celulose do Projeto Puma no trimestre foi vendido à Fíbria, conclui-se que esta pagou R$ 1.580,00/tonelada. Por outro lado, do relatório 2T da Fíbria extrai-se que o preço líquido médio de venda no 2T16 foi de R$ 1.780,00/tonelada, ou seja, que a Fíbria estaria lucrando aprox. R$ 200,00 por tonelada vendida da celulose da Klabin.

Outra curiosidade é que ao contrário da Fíbria, que experimentou uma Despesa Líquida com os seus Ativos Biológicos, a Klabin teve uma Receita Líquida de R$ 146 milhões no trimestre.

320692  - TraderCenter  -  28 Abr 2016, 20:51
A Klabin (KLBN11), maior produtora brasileira de papéis para embalagens, registrou lucro líquido de R$ 1,07 bilhão no primeiro trimestre, resultado que se compara à perda de R$ 729 milhões apurada um ano antes.

A empresa foi favorecida por impacto de 1,08 bilhão de reais proveniente das variações cambiais na dívida moeda estrangeira.

A companhia, que iniciou a fabricação de celulose em março, teve lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de 512 milhões de reais, alta de 11% ante os primeiros três meses de 2015.

O volume de vendas ficou em 455 mil toneladas, aumento de 4% ano a ano, por conta dos aumentos de capacidade de produção de papéis ao longo de 2015. Sobre o trimestre imediatamente anterior houve baixa de 9%.
http://lupamercantil.blogspot.com/

320687  - paulo_prof  - 28 Abr 2016, 17:54
"tá" aí um ativo cujo estudo considero bastante difícil ...

A Klabin é uma empresa que, a grosso modo, é capaz de gerar um resultado antes do financeiro e dos impostos de aprox. R$ 1,5 bilhões por ano. As estes, pode-se somar aproximadamente R$ 300 milhões relativos a despesas de depreciação e amortização.

Somando estas duas parcelas, têm-se uma estimativa aproximada da geração de caixa anual, de R$ 1,8 bilhões.

O endividamento líquido da empresa é de R$ 10,5 bilhões. Aí é que está o problema !!!

Como praticamente todo o endividamento líquido está denominado em moeda estrangeira, o custo quando considerado um curto prazo é tremendamente volátil. Quando o dólar valoriza, o custo contábil do endividamento explode ... quando o dólar desvaloriza, ocorre o contrário.

Considerado um prazo mais longo, alguém se habilita para estimar qual o custo deste endividamento? Boa parte do endividamento em moeda nacional é subsidiado pelo BNDES, com base na TJLP. Como os Equivalentes de Caixa em moeda nacional são maiores do que o endividamento bruto, é certo que no que se refere a moeda nacional, a empresa têm lucro com o endividamento. Mas, e quanto ao endividamento líquido em moeda estrangeira? Qual seria uma estimativa razoável?

Numa conta de padeiro, chutei o custo médio em USD + 3,9%. Supondo uma inflação média de médio prazo de 7,5%, o custo total daria na faixa dos 11,4%, ou R$ 1,2 bilhões anuais.

Neste caso, o lucro anual seria da ordem de R$ 300 milhões ... super pífio se considerado o valor de mercado da empresa, de R$ 14 bilhões.

Ocorre que a empresa está fazendo um investimento pesado no projeto Puma (aprox. R$ 8,5 bilhões). Tudo dependerá, portanto, da rentabilidade que este projeto poderá apresentar.

316832  - TraderCenter  -  03 Fev 2016, 16:27
A Klabin, maior fabricante brasileira de papéis para embalagens, registrou lucro líquido de R$ 520,6 milhões no quarto trimestre de 2015, revertendo o prejuízo de R$ 127 milhões apurado um ano antes, beneficiada principalmente pelo maior volume de vendas ao mercado externo e pela expansão das vendas domésticas na comparação anual.


O Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 603 milhões, o que representou uma expansão de 19% na comparação com o quarto trimestre de 2014. A margem Ebitda no trimestre recuou 3 pontos porcentuais contra o ano anterior, de 40% para 37%. No total do ano de 2015, o Ebitda ajustado atingiu R$ 1,975 bilhão, um avanço de 15% contra 2014. A margem Ebitda passou de 35% para 34%.

A receita líquida de outubro a dezembro de 2015 avançou 27% contra o mesmo período do ano anterior, para R$ 1,596 bilhão. No ano, a receita evoluiu 16%, para R$ 5,688 bilhões. No total da receita líquida no quarto trimestre, a participação do mercado externo subiu de 25% para 38%, enquanto o interno recuou de 75% para 62%.

O resultado financeiro no quarto trimestre de 2015 ficou positivo em R$ 74 milhões, contra um resultado negativo de R$ 93 milhões apurado no mesmo intervalo de 2014.


A alavancagem em reais da Klabin, medida pela relação dívida líquida e Ebitda, atingiu 6,3 vezes ao final do quarto trimestre do ano passado, contra 6,2 vezes no trimestre exatamente anterior e 3,1 vezes no quarto trimestre de 2014.

Ao final de 2015, a dívida líquida da empresa somou R$ 12,411 bilhões, um avanço de 137% contra o ano anterior e de 7% na comparação contra o terceiro trimestre de 2015.

O aumento do endividamento da Klabin é explicado pelo crescimento dos investimentos no período, que somaram R$ 1,364 bilhão, um avanço de 23% ante o trimestre exatamente anterior e de 49% contra 2014. A geração de caixa, no entanto, segundo o release de resultados da Klabin, e a menor taxa de câmbio registrada exatamente no final de dezembro, foram os motivos apontados para que a alavancagem ficasse praticamente estável, em 6,3 vezes.

No acumulado de 2015, a Klabin pondera que a forte desvalorização do real afetou o índice em 1,6 vez.


O prazo médio dos financiamentos foi mantido em 50 meses em dezembro do ano passado, sendo 42 meses em moeda local e 54 meses em estrangeira. A dívida de curto prazo corresponde a 11% do total.

Ao fim de dezembro, a dívida líquida da Klabin estava em R$ 12,41 bilhões, 7% acima do valor registrado em setembro. A alavancagem financeira, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, alcançou 6,3 vezes em reais e 5,4 vezes em dólar no encerramento de 2015, ante 6,2 vezes em reais e 4,6 vezes em dólar no fim do terceiro trimestre.

A elevada alavancagem financeira resulta sobretudo dos pesados desembolsos executados pela Klabin para construir uma nova fábrica de celulose, em Ortigueira (PR). Somente no quarto trimestre, os investimentos somaram R$ 1,364 bilhão, com alta de 49% na comparação anual.

Vendas

A despeito da forte crise econômica enfrentada pelo país, a Klabin registrou alta de 13% nas vendas em volume, sem incluir madeira, no quarto trimestre do ano passado, para 499 mil toneladas. Esse desempenho foi puxado pela melhora de 52% nos volumes exportados pela companhia, que chegaram a representar 38% do total vendido. Um ano antes, essa participação havia sido de 28%.


“A desvalorização do real ao longo do ano e o desaquecimento da economia brasileira criaram um cenário favorável às exportações. Nesse contexto, a Klabin ampliou as vendas de papéis e cartões para o mercado externo mais do que compensando os impactos do desaquecimento do consumo na economia nacional e nos mercados de embalagens convertidas”, informa a companhia, em relatório que acompanha o balanço.
No mercado interno, em que é elevada a participação de produtos convertidos (caixas de papelão), houve queda de 3% nas vendas em volume. A expansão nas vendas totais também se deve aos aumentos de capacidade produtiva executados pela Klabin na área de papéis nos últimos trimestres.


Apesar da crise, ressalta a companhia, a receita no mercado interno cresceu 5% no último trimestre de 2015, na esteira de aumentos de preço. Conforme a empresa, esse desempenho “ressalta mais uma vez a solidez da base de clientes da Klabin diante do enfraquecimento econômico e mais especificamente dos mercados de papéis para embalagens no Brasil”.

O lucro líquido de R$ 521 milhões da Klabin referente ao quarto trimestre de 2015 veio 154% acima do esperado por analistas de mercado. A média das projeções de casas consultadas pelo Broadcast (serviço de notícias em tempo real da Agência Estado) - BTG Pactual, Itaú BBA, Bradesco e Santander - apontava para um resultado positivo em R$ 205 milhões.

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado, de R$ 603 milhões ficou em linha com as estimativas, de aproximadamente R$ 584 milhões.

A receita líquida, de R$ 1,596 bilhão, também veio de acordo com o esperado pelo mercado, cuja média apontava para R$ 1,541 bilhão.

Durante o ano, a Klabin ampliou as vendas para o mercado externo e somou, em 2015, 627 mil toneladas em exportação, aumento de 15% em relação a 2014. No quarto trimestre, os volumes exportados totalizaram 190 mil toneladas, sendo 52% superior ao mesmo período do ano anterior.

O incremento nas exportações, somado aos recentes aumentos de capacidade de produção da Klabin em suas unidades de papéis, permitiu que, em 2015, o volume total de vendas excluindo madeira fosse de 1,8 milhão de toneladas, aumento de 3% sobre o volume verificado em 2014.

Em 2015, a Klabin investiu R$ 4.627 milhões, sendo R$ 4.053 milhões destinados ao Projeto Puma, nova fábrica de celulose em construção em Ortigueira (PR). Em dezembro, o Projeto Puma contava com 95% das obras concluídas e 77% dos desembolsos financeiros realizados. A nova Unidade, que entrará em operação em março de 2016, terá capacidade de produção de 1,5 milhão de toneladas de celulose de fibra curta, celulose de fibra longa e celulose fluff.

Do total de R$ 1.364 milhões investidos no quarto trimestre de 2015, R$ 1.195 milhões foram direcionados à nova planta de celulose, R$ 114 milhões à continuidade operacional das fábricas, R$ 27 milhões foram aportados nas operações florestais e R$ 28 milhões foram aplicados em projetos especiais e expansões da capacidade.

http://lupamercantil.blogspot.com

309842  - paulo_prof  -  26 Out 2015, 17:15
Confesso estar tendo dificuldades para entender o mercado ...

Em termos operacionais, não acredito que a KLBN possa ter uma resultado trimestral melhor. Fluxo de caixa medido pelo Ebitda recorde, aos R$ 520 milhões e, não fosse a desvalorização cambial, um lucro líquido de R$ 270 milhões (R$ 1,08 bilhões anualizado).

Suponha, para fins de análise, que daqui em diante o câmbio fique estável, e que a empresa consiga ter um desempenho operacional semelhante ao do 3T15.

Para o preço atual, R$ 4,25 e um payout como aquele de 2014 (47,1%), os múltiplos seriam os seguintes:

P/L = 18,02
P/VPA = 3,90
DY = 2,61%
Endividamento Líquido / Ebitda de 12 meses = 5,79

Se o payout for aplicado sobre o lucro líquido, obtém-se R$ 510 milhões e se este montante for deduzido do lucro líquido anual, sobrariam aprox. R$ 570 milhões.

Estimo que, no mínimo, R$ 200 milhões sejam necessários para o serviço do endividamento líquido. Em consequência, sobrariam somente aprox. R$ 370 milhões para investimentos e amortização do endividamento.

Sem considerar a alavancagem indecente (quase 6 vezes a geração de caixa) para justificar o preço atual ter-se-ia que acreditar que o resultado operacional do 3T15 anualizado possa crescer a uma taxa anual real de no mínimo uns 15% !!! Sabe quando?

Eu, hein ..... ????

301947 - paulo_prof  -  25 Jul 2015, 13:24
A Klabin é uma empresa com apenas da ordem de 30% do faturamento (pouco mais, pouco menos, dependendo da cotação média do dolar) no mercado externo. Nas condições atuais, produz um resultado antes do financeiro e impostos da ordem de R$ 250 milhões trimestrais.

Embora a exposição líquida à moedas estrangeiras seja razoável (R$ 6,75 bi), a empresa não contrata operações de hedge através de derivativos. O argumento é que o fluxo de amortizações do endividamento líquido em moeda estrangeira é naturalmente coberto com receitas em moeda estrangeira.

A não contratação de derivativos, entretanto, produz uma volatilidade enorme nos resultados. Quando o dolar valoriza, o endividamento líquido aumenta, e o resultado financeiro pode ser altamente negativo; quando o dolar desvaloriza, ocorre o contrário.

Para se ter uma ideia, no 1T15 o resultado financeiro foi negativo em R$ 1,38 bilhões e no 2T15, foi positivo em R$ 202 milhões.

Para ter pelo menos uma ideia do quadro, monitoro o Resultado antes do financeiro e dos impostos, o Resultado Financeiro antes da variação cambial e deduzo os 34% usuais de IR/CS.

Os números trimestrais aproximados são:

Resultado Antes do Financeiro e Impostos: R$ 250 milhões
Resultado Financeiro Antes da Variação Cambial: R$ 60 milhões
Resultado Antes dos Impostos e da Variação Cambial: R$ 190 milhões
IR/CS "padrão": R$ 65 milhões
Resultado Líquido Trimestral: R$ 125 milhões
Resultado Líquido Anual em ambiente de estabilidade cambial: aprox. R$ 500 milhões

Nestas condições, para o preço de R$ 4,11: P/L = 37,64; P/VPA = 2,89; PSR = 3,77

Esquece !!!

O resultado líquido efetivo do trimestre foi de R$ 296 milhões (R$ 244 milhões em 2014) e o ebitda gerado no trimestre foi de R$ 391 milhões (R$ 334 milhões no 2T14).

281005  - paulo_prof  -  28 Out 2014, 18:00
Excetuando a última linha (o lucro líquido foi fortemente impactado pela variação cambial líquida negativa em R$ 421 milhões, resultado de uma desvalorização do real de 11,4% no trimestre) achei bom o resultado da Klabin ... O 3T14 comparado ao 3T13, apresentou uma receita líquida crescendo em linha com a inflação. Nos últimos 12 meses a receita líquida cresceu a uma taxa acima da inflação. O resultado bruto apresentou expressivas taxas de crescimento tanto na base trimestral quanto anual. Nos últimos 12 meses, o resultado financeiro negativo ainda é favorável, tendo diminuído em relação aos 12 meses anteriores. Os resultados operacional e líquido apresentaram sensível melhora na comparação dos últimos 12 meses, principalmente por causa dos resultados negativos no 2T13. O Ebitda mostrou evolução tanto na base anual quanto trimestral.

No 4T14 os resultados deverão continuar consistentes, apesar do mercado devagar quase parando ... o lucro líquido dependerá fortemente da taxa de câmbio no apagar das luzes em dezembro. Na minha expectativa, a desvalorização cambial no 4T14 deverá ser menos da metade daquela observada no 3T14, de modo que a última linha deverá ser positivo em aprox. R$ 170 milhões.

KLBN4
PREÇO: R$ 2,28
PAYOUT (2013): 108,6%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 11,88
P/VPA 1,43
PSR 2,14
DY 9,14%
EV/EBITDA 9,02
MARGEM BRUTA 47,9%
MARGEM OPERACIONAL 26,6%
MARGEM LÍQUIDA 18,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,192
MARGEM EBITDA 33,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 147,6%
ROE 12,06%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,77

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,72%
RESULTADO BRUTO +33,58%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -22,00%
RESULTADO OPERACIONAL +118,22
RESULTADO LÍQUIDO +111,81%
EBITDA +9,83%

b) 3T14 sobre 3T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,59%
RESULTADO BRUTO +21,26%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +458,41%
RESULTADO OPERACIONAL passou de positivo para negativo
RESULTADO LÍQUIDO -96,44%
EBITDA +5,80%

c) lucro líquido, nominal
UA 111,81%
U2A 9,91%
U3A 46,86%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 24,49%
U2A 14,67%
U3A 10,71%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 1,92

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +4,5%

271356  - paulo_prof  -  10 Ago 2014, 21:32
Apesar da involução em relação ao 1T14, o resultado Klabin foi muito bom ... o ativo pode estar barato !!!

KLBN4
PREÇO: R$ 2,19
PAYOUT (2013): 108,6%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 9,38
P/VPA 1,35
PSR 2,09
DY 11,57%
EV/EBITDA 8,17
MARGEM BRUTA 46,4%
MARGEM OPERACIONAL 32,9%
MARGEM LÍQUIDA 22,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,233
MARGEM EBITDA 33,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 118,2%
ROE 14,38%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,67

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,85%
RESULTADO BRUTO +14,94%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -93,54%
RESULTADO OPERACIONAL +93,94%
RESULTADO LÍQUIDO +94,70%
EBITDA +12,03%

b) 2T14 sobre 2T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,24%
RESULTADO BRUTO -5,00%
RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA +8,02%

c) lucro líquido, nominal
UA 94,70%
U2A 163,49%
U3A 12,73%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 16,73%
U2A 12,19%
U3A 8,22%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 2,33

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): -1,5%

254131  - paulo_prof  - 25 Abr 2014, 02:15
KLBN4
PREÇO: R$ 2,27
PAYOUT (2013): 108,6%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 14,95
P/VPA 1,45
PSR 2,20
DY 7,26%
EV/EBITDA 8,46
MARGEM BRUTA 47,4%
MARGEM OPERACIONAL 21,7%
MARGEM LÍQUIDA 14,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,152
MARGEM EBITDA 33,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 112,0%
ROE 9,71%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,68

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,16%
RESULTADO BRUTO +20,66%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +0,90%
RESULTADO OPERACIONAL +49,22%
RESULTADO LÍQUIDO +40,55%
EBITDA +12,48%

b) 1T14 sobre 1T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,85%
RESULTADO BRUTO +125,98%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +877,75%
RESULTADO OPERACIONAL +229,23%
RESULTADO LÍQUIDO +201,25%
EBITDA +10,50%

c) lucro líquido, nominal
UA 40,55%
U2A 17,84%
U3A 3,22%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 9,39%
U2A 7,33%
U3A 6,03%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 1,52

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +10,0%

239935  - paulo_prof  -  12 Fev 2014, 12:49
KLBN4
PREÇO: R$ 11,94
PAYOUT (2013): 108,6%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 36,51
P/VPA 1,96
PSR 2,30
DY 2,97%
EV/EBITDA 9,62
MARGEM BRUTA 37,6%
MARGEM OPERACIONAL 8,3%
MARGEM LÍQUIDA 6,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,327
MARGEM EBITDA 34,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 137,4%
ROE 5,38%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,71

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,46%
RESULTADO BRUTO -22,36%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +34,92%
RESULTADO OPERACIONAL -65,32%
RESULTADO LÍQUIDO -61,42%
EBITDA +15,52%

b) 4T13 sobre 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,64%
RESULTADO BRUTO -4,13%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +217,12%
RESULTADO OPERACIONAL -88,07%
RESULTADO LÍQUIDO -85,31%
EBITDA +15,10%

c) lucro líquido, nominal
UA -61,42%
U2A 26,00%
U3A -19,68%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 3,18%
U2A 4,43%
U3A 4,41%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10%: R$ 3,27

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%): +34,5%

Acho que uma conclusão minha pode ser dispensada, não?

218610  - paulo_prof  -  29 Out 2013, 13:52
KLBN4
PREÇO: R$ 11,60
PAYOUT (2012): 36,0%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 24,80
P/VPA 1,88
PSR 2,32
DY 1,50%
EV/EBITDA 9,51
MARGEM BRUTA 39,4%
MARGEM OPERACIONAL 13,4%
MARGEM LÍQUIDA 9,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,468
MARGEM EBITDA 33,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 117,7%
ROE 7,59%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,23

Taxas de Crescimento:

a) últimos 9 meses sobre 9 meses terminados no 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,00%
RESULTADO BRUTO -27,90%%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +4,50%
RESULTADO OPERACIONAL -58,82%
RESULTADO LÍQUIDO -55,64%
EBITDA +15,69%

b) 3T13 sobre 3T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,79%
RESULTADO BRUTO -26,71%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +62,73%
RESULTADO OPERACIONAL -44,06%
RESULTADO LÍQUIDO -40,50%
EBITDA +13,75%

c) lucro líquido, nominal
UA -42,97%
U2A 22,29%
U3A 38,18%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 5,62%
U2A 4,41%
U3A 5,06%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 5,85

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +17,0%

182104  - paulo_prof  -  25 Abr 2013, 15:15
KLBN4
PREÇO: R$ 13,65
PAYOUT (2012): 36,0%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 24,48
P/VPA 2,16
PSR 2,84
DY 1,47%
EV/EBITDA 10,98
MARGEM BRUTA 43,6%
MARGEM OPERACIONAL 16,2%
MARGEM LÍQUIDA 11,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,558
MARGEM EBITDA 33,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 111,7%
ROE 8,81%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,69

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses anteriores, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +9,21%
RESULTADO BRUTO +5,95%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +24,13%
RESULTADO OPERACIONAL -8,95%
RESULTADO LÍQUIDO -1,20%
EBITDA +25,10%

b) 1T13 sobre 1T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,02%
RESULTADO BRUTO -47,37%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO - 68,68%
RESULTADO OPERACIONAL -58,99%
RESULTADO LÍQUIDO -56,04%
EBITDA +23,37%

c) lucro líquido, nominal
UA -1,20%
U2A -11,54%
U3A 10,06%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 5,31%
U2A 4,39%
U3A 13,69%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,98

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +16,5%

Citação: suzisinha
Professor Paulo,
KLBN estaria na sua mira? Valeria a pena acompanhar?
Me pareceu atraente. Tem outra melhor no setor?

A empresa é relativamente pouco exposta ao mercado externo (menos de 25% da Receita Líquida) e o endividamento líquido em moeda estrangeira é mantido aprox. igual à Receita Líquida gerada no mercado externo. Desta forma, a empresa faz um hedge natural para os riscos de câmbio. Com a tendência de valorização moderada do real em 2013, a menor receita externa deverá ser compensada pelos ganhos no Resultado Financeiro.

Em princípio, acho que no curto prazo a empresa deverá apresentar bons resultados. Não se pode dizer, entretanto, que o seu preço esteja descontado. Acho que o preço atual está perto do justo e, em conseqüência, o upside em princípio é baixo.

168496 - paulo_prof -  22 Fev 2013, 13:57
KLBN4
PREÇO: R$ 12,95
PAYOUT 2012: 36,0%

P/L 15,27
P/VPA 2,12
PSR 2,76
DY 2,36%
EV/EBITDA 11,24
MARGEM BRUTA 53,5%
MARGEM OPERACIONAL 26,3%
MARGEM LÍQUIDA 18,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,848
MARGEM EBITDA 32,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 119,2%
ROE 13,87%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,51

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 7,06%
RESULTADO BRUTO 67,12%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 9,43%
RESULTADO OPERACIONAL 270,25%
RESULTADO LÍQUIDO 311,54%
EBITDA 25,53%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 8,48%
RESULTADO BRUTO 23,31%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 22,07%
RESULTADO OPERACIONAL 18,67%
RESULTADO LÍQUIDO 19,67%
EBITDA 6,91%

c) lucro (taxa média anual)
UA 311,54%
U2A 15,90%
U3A 31,21%

d) patrimônio líquido médio
UA 5,70%
U2A 5,03%
U3A 20,42%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 10,60

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): 5,0%

168472 - israel007 -  22 Fev 2013, 11:28
KLBN4

Empresa: KLABIN S.A. Ação: KLABIN S/A PN Setor: Materiais Básicos Subsetor: Madeira e Papel
Resultado do 4º Trimestre de 2012

A companhia divulgou lucro líquido de R$ 146,5 M neste trimestre, redução de 55,7% em relação ao terceiro trimestre de 2012 e acréscimo de 19,7% em relação ao 4° trimestre de 2011. A receita líquida somou R$ 1,0 B no 4T12, uma variação de -1,3% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e crescimento de 8,1% em relação ao quarto trimestre de 2011.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 36,3% contra 47,0% no 3T12 e 32,2% no mesmo período do ano passado. Já a margem líquida ficou em 14,0% no 4° trimestre de 2012 contra 31,2% no 3° trimestre de 2012.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 13,8 B, aumento de 15,1% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 5,4 B no quarto trimestre de 2012, valor 9,3% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.

Neste período, a ação oscilou 21,6% contra 3,0% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado atingiu R$ 11,3 B contra R$ 6,9 B no 4T11.

153741 - paulo_prof -  25 Out 2012, 17:47
PREÇO: R$ 11,42
PAYOUT (2010): 29,1% 

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L 13,91 
P/VPA 1,89 
PSR 2,48 
DY 2,09%
EV/EBITDA 10,25 
MARGEM BRUTA 52,4%
MARGEM OPERACIONAL 25,6%
MARGEM LÍQUIDA 17,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,821
MARGEM EBITDA 32,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 123,7%
ROE 13,58%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,54

Taxas de crescimento dos 9M12 em relação aos 9M11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +6,57%
RESULTADO BRUTO +84,51%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +7,57%
RESULTADO OPERACIONAL +841%
RESULTADO LÍQUIDO +904%
EBITDA +34,88%

Crescimento da dívida líquida ao final do 3T12 em relação ao 3T11: +26,72%

Taxas anuais médias de crescimento nominal:
a) do lucro líquido
UA 162,23%
U2A 115,08%
U3A 62,25%

b) do patrimônio Líquido médio
UA 3,31%
U2A 11,29%
U3A 28,93%


118273 - paulo_prof - 02/Mar/2012 01:10
PREÇO: R$ 8,59
PAYOUT (2010): 29,1%
P/L      41,73
P/VPA            1,54
PSR     1,96
DY      0,70%
EV/EBITDA  10,02
MARGEM BRUTA  34,3%
MARGEM OPERACIONAL          7,6%
MARGEM LÍQUIDA          4,7%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,206
MARGEM EBITDA 27,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       115,5%
ROE    3,69%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,11

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      -67,36%         
U2A    -25,91%         
U3A    -180,62%       

b) do patrimônio líquido médio
UA      36,56%
U2A    42,57%
U3A    23,40%

Por Cristian Tetzner
PERFIL DA EMPRESA:
-  A Klabin é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil. Líder nos mercados de papéis e cartões para embalagens, embalagens de papelão ondulado e sacos industriais, também produz e comercializa madeira em toras.  Fundada em 1899, possui atualmente 17 unidades industriais no Brasil - distribuídas por oito estados - e uma na Argentina.
Organizada em quatro unidades de negócios – Florestal, Papéis, Papelcartão, Kraftliner, Embalagens de Papelão Ondulado e Sacos Industriais –, encerrou o ano de 2010 com lucro líquido de R$ 560 milhões.
Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )
Link do Balanço:  http://ri.klabin.com.br/ptb/s-6-ptb.html

Espelho Fundamentus:  http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=KLBN4&x=36&y=12

Site do RI:  http://ri.klabin.com.br

PAINEL DE INDICADORES        31/10/11                                                                     SELIC            11,50%
Ativo   R$       PL       VP       GR      DY      LA      Dv       Ml       EB       MS
KLBN4              6,32 7,4       1,13     8,4       3,8%    13,5%  0,9       21%     13,5%  38,1%

PONTOS POSITIVOS:
- Participação do volume de vendas no mercado interno, que foi de 66% no 2T11, aumentou para 71% ( ganhou share da Suzano? )
- Receita líquida: R$ 991 milhões, 5% maior que o 2T11
- O mercado interno representou 81% da receita total;
-  EBITDA: R$ 277 milhões, crescimento 46% em relação ao 2T11 e 10% em relação ao 3T10; melhor resultado desde o 3T04, quando o câmbio era de R$ 2,98 / US$.
- A margem EBITDA aumentou em 8 pontos percentuais em relação ao 2T11, atingindo 28%
- Receita líquida: R$ 2,9 bilhões, 6% maior que os 9M10
-
PONTOS NEGATIVOS
- Efeito negativo de R$ 501 milhões de variação cambial líquida no resultado financeiro devido ao aumento de 19% na taxa de câmbio, porém sem impacto no caixa. ( empresas e seus derivativos ... )
- Prejuízo no Trimestre de -243M, impactando o Lucro líquido no Ano: R$ 60 milhões, impactado pela variação cambial de setembro ( -243M no 3T11 )
- Relação Dívida líquida / EBITDA que era de 2,2x em dezembro/10, passou para 2,4x em setembro/11, influenciada pela variação cambial.
VISÃO ESTRATÉGICA
-  A exposição cambial da Klabin é basicamente de pré-pagamento de exportações de longo prazo e a receita do mercado externo mais do que compensa as amortizações da dívida a vencer.
OPINIÃO DO ANALISTA

- Um pouco melhor que Suzano por exemplo, mas cometendo o mesmo erro de brincar de Banco de Investimento.   

82131 - paulo_prof - 01/Ago/2011 16:10
Para o que possa servir, os novos múltiplos da KLBN4

PREÇO: R$ 5,17
PAYOUT: 29,1% (2010)

Em relação aos últimos 12 meses
P/L 6,17
P/VPA 0,90
PSR 1,21
DY 4,72%
EV/EBITDA 7,50
MARGEM BRUTA 39,3%
MARGEM OPERACIONAL 30,9%
MARGEM LÍQUIDA 19,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,838
MARGEM EBITDA 24,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 97,6%
ROE 14,51%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,20

Em relação aos últimos 6 meses (anaulizado)
P/L 7,59
P/VPA 0,90
PSR 1,21
DY 3,84%
EV/EBITDA 7,88
MARGEM BRUTA 35,4%
MARGEM OPERACIONAL 25,4%
MARGEM LÍQUIDA 15,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,681
MARGEM EBITDA 23,1%


ROE 11,80%

Análise Coin Valores
Fundada em 1899, a Klabin é a maior produtora, exportadora e recicladora de papéis do Brasil. Líder nos segmentos de papéis e cartões para embalagens (única produtora na America Latina de cartões para embalagens de líquidos), embalagens de papelão ondulado e sacos industriais. Comercializa madeiras em toras para serrarias e laminadoras, para uso na construção civil e na indústria moveleira. A companhia é referência mundial no desenvolvimento sustentável, posiciona-se como uma das seis maiores fabricantes globais de cartões de fibras virgens, sendo que sua unidade no Estado do Paraná é uma das dez maiores fábricas integradas de celulose e papel do mundo.

RETROSPECTIVA 2010
A Klabin encerra o ano de 2010 com recorde no volume de vendas e de receita líquida. Com a
forte recuperação da demanda no mercado doméstico, a Companhia pode direcionar 68% do
volume e 79% da receita líquida para o mercado interno, onde obtém preços melhores e custos de logística menores. Os investimentos realizados em 2010 e os previstos para 2011 nas fábricas de papel são direcionados para a redução de custos e aumento da produtividade. Na Unidade Florestal foi disponibilizada mais áreas para a reforma florestal, e no período 2009 e 2011, as florestas da Klabin passarão de uma produtividade de 11 para 14 toneladas de celulose por hectare/ano de eucalipto. Na fábrica de Monte Alegre (PR) a nova linha de transmissão de energia propiciará menor consumo. Em Otacílio Costa (SC) deverá entrar em operação uma nova caldeira de biomassa que substituirá a caldeira de óleo combustível, além da reforma da linha de evaporação que proporcionará redução de custo por conta do menor consumo de vapor, possibilitando aumento de produção entre 15.000 e 20.000 t/ano. Para a fábrica de Correia Pinto (SC) foi adquirida uma nova caldeira de biomassa, que permitirá substituir uma caldeira a óleo combustível com menor custo de produção de vapor. Na Unidade de sacos industriais em Lages (SC) foi instalada uma nova linha de sacos multifolhados. Em fábricas de conversão de papelão ondulado foram adquiridas quatro novas impressoras, e está em andamento a reforma das onduladeiras, após as reformas e com as novas impressoras a capacidade de conversão de caixas de papelão ondulado deverá crescer em 10%.

PERSPECTIVA 2011
O contínuo crescimento do mercado doméstico de bens de consumo não duráveis continuará
impulsionando as vendas dos produtos de Klabin, cuja demanda esta fortemente correlacionada com o consumo destes bens. A companhia continuará trabalhando no aprimoramento de sua matriz energética com utilização intensiva de fontes de energia renovável. A Klabin continua priorizando o aumento da geração operacional de caixa, redução do endividamento e desalavancagem financeira, em 2010 Standard & Poor´s elevou o rating da
Companhia em escala global de BB para BB+. Em 2011, área plantada em Monte Alegre (PR) continuara sendo expandida, preparando a Companhia para a implantação de uma fábrica de

celulose fibra curta com capacidade anual de 1,5 milhão de toneladas/ano. Em 2 de fevereiro a Klabin substituirá o atual CEO Reinoldo Poernbacher que está se aposentando, pelo Sr. Fabio Schvartsman.

55914 - herdsman - 16/Nov/2010 11:31 
Small Caps vc realmente deve analisar a situação do Klabin, klbn4.
Não é da sua area, mas vc vai se encantar com sua release de 3T2010.
Margens já estão no précrise.
Estão mudando do mercado Europeu para Asia.
O forte deles é papel para embalagens.
Não tem crise.
Para cada ação de 4.70 ela tem 3 R$ em disponibilades.
Estão com 25 milhões de açãos na tesouraria e vão recomprar mais 30 milhões.
Assim no em circulação ficará em 860 milhões.
Digamos que lucra 200 por trimestre. Vc chega perto de um P/L de 5 !!!
Crescimento, e ela é dono do mercado interno com fibras longas.
Recentemente reavalio seu patrimonio para padrões internacionais. E acho que colocou um preço baixo nas suas terras.
Depois da recompra vai ter VPA de 5.60 R$


Divida liquida caindo fortemente.

55085 - paulo_prof - 11/Nov/2010 17:17
Múltiplos da SUZB5 e KLBN4 baseados nos últimos 6 meses:

SUZB5
Preço: R$ 15,83
Payout: 27,1%
P/L 7,42
P/VPA 0,73
PSR 1,29
DY 3,65%
EV/EBTIDA 6,03
MARGEM BRUTA 33,4%
MARGEM OPERACIONAL 18,2%
MARGEM LÍQUIDA 17,4%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,133
MARGEM EBITDA 35,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 90,1%
ROE 9,83%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,94

KLBN4
Preço: R$ 4,75
Payout: 54,6%
P/L 7,78
P/VPA 0,89
PSR 1,13
DY 7,03%
EV/EBTIDA 6,89
MARGEM BRUTA 31,3%
MARGEM OPERACIONAL 22,7%
MARGEM LÍQUIDA 14,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,611
MARGEM EBITDA 25,9%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 107,6%
ROE 11,42%


LIQUIDEZ CORRENTE 2,52

20371 - paulo_prof - 11/Nov/2009 12:01
Numa situação de estabilidade cambial, estimo que o resultado financeiro trimestral da KLBN seja negativo em R$ 60 milhões e o da SUZB seja negativo em R$ 90 milhões.
Se admitirmos que as receitas e despesas do 3T09, excetuando as financeiras, serão repetidas, a simulação para o resultado operacional de ambas as empresas seria o seguinte:
KLBN = R$ 27 milhões; SUZB = 6 milhões
Ou seja, para este nível de resultado operacional os preços atuais já estariam salgados, embora os P/VPAs ainda estejam razoáveis: KLBN4: 1,57; SUZB5: 1,13
Para apostar nestes ativos acho que é necessário:
a) esperar que haja pelo menos um leve crescimento da receita líquida no 4T09, acompanhado de uma valorização cambial modesta (para pelo menos zerar o resultado financeiro); e
b) que a receita líquida seja crescente num ambiente de estabilidade cambial esperado do 1T10 em diante.

Como não sei qual das duas empresas conseguirá melhores resultados, estou com um pé nas duas.


18542 - agssilva  - 27/Out/2009 12:21 0

O que acham? Meio fraco ?
(27/10) KLABIN S.A. 30/09/2009 LS
Resumo dos Dados Consolidados Recebidos
R$ Mil Legislacao Societaria
Descricao
Nome de Pregao KLABIN S/A
Periodo 9M
Data Encerramento 30/09/2009
Patrimonio Liquido 2.673.061
Receita Liquida 2.154.841
Resultado Bruto 575.404
Receita (Despesa) Financeira Liquida 519.511
Resultado da Equivalencia Patrimonial
Resultado Operacional 719.239
Lucro (Prejuizo) Liquido 518.056
Numero de Acoes, Ex-Tesouraria ( Mil ) 900.775
Lucro (Prejuizo) por Acao - LPA 0,57512
Valor Patrimonial da Acao - VPA 2,96751

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