"(1057) webloo, a BRKM5 tem sofrido bastante em razão do tamanho da dívida nada recomendável num cenário de retração da demanda e de aumento do custo de financiamento e do dolar. Tem uma parcela considerável da dívida atrelada ao câmbio e isto deve trazer prejuízos financeiros de elevada monta no quarto trimestre. É por isso mesmo que sofre tanto. Hoje a situação da empresa recomenda uma pequena posição e boa diversificação para que possa estar em carteira."
citação: luiz36prof. paulo poderia analisar brkm5 no cp dezembro2009 o sr ve melhora nos preços de seus produtos pois a alta de brkm5 ajuda a valorizar as pnor5 em caso de resposta obrigado
Acho que a Braskem não terpa muitas dificuldades em produzir um lucro líquido de R$ 800 milhões no 2o. semestre, de modo a encerrar o ano tendo zerado todos os prejuízos acumulados. No fim do ano, o patrimônio líquido deverá ser de aprox. R$ 5,8 bilhões. A receita líquida total deverá ficar por volta dos R$ 14,8 bilhões.
Aos preços de hoje, um lucro anual recorrente de R$ 1,6 bilhões para um patrimônio líquido de R$ 5,8 bilhões e demais resultados corresponderia a P/L = 3,30; P/VPA = 0,91; ROE = 27,6%; PSR = 0,36
Em resumo, o ativo estaria barato.
Há, entretanto, riscos que não podem ser desprezados:
a) uma desvalorização cambial (por eventual recrudescimento da crise) de apenas uns 10% seria capaz de "queimar" todos os R$ 800 milhões de lucro líquido projetados até o final do ano; e
b) no curto/médio prazo, uma eventual aquisição da Quattor impactará negativamente.
16503 de 1650506/Out/2009 09:50 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] NotwenCardozo Usuário PremiumComentários: 713 - Desde: Set 2008
Braskem se valorizando, consequentemente Pnor5 (Pronor) também irá!!!!!!!
Braskem firma acordo com a J&J para embalagens
05 de Outubro de 2009 | 13:32
São Paulo - A Braskem anunciou hoje um acordo com a Johnson & Johnson (J&J) para a venda do polietileno verde que será produzido pela petroquímica a partir do final de 2010. O produto desenvolvido com cana de açúcar será utilizado pela marca de protetores solares Sundown. A Johnson & Johnson, segundo a Braskem, "terá exclusividade no mercado de proteção solar no Brasil e segue avaliando o uso do polietileno verde em outras linhas de produto e em outras regiões do mundo", destacou a petroquímica em nota. Os valores do acordo não foram divulgados.
A J&J se tornará a primeira marca de cosméticos do Brasil a iniciar o desenvolvimento de embalagens com polietileno verde. A Braskem. também já firmou acordo para a venda do insumo com a japonesa Shiseido, também do ramo de cosméticos, mas que não opera no mercado doméstico. Além das duas empresas, a Braskem oficializou negociações para vender o material ao grupo gaúcho Acinplas, controlador das empresas Suzuki, Koba, Plasa, Voti e Tashiro&Takata, à fabricante de brinquedos Estrela e à Toyota Tsusho, uma trading da companhia Toyota.
A previsão da Braskem e da Sundown é de que as primeiras embalagens desenvolvidas com o novo material sejam utilizadas na linha regular de protetores e bloqueadores e na linha de bronzeadores Sundown Gold no verão 2011/2012. "No que diz respeito a embalagens, possuímos diversos projetos de utilização de material reciclado pré e pós-consumo, mas realmente a utilização da resina verde é uma ação inédita da companhia em todo o mundo", afirmou em comunicado o gerente de grupo de Suncare da Johnson & Johnson, Marcelo Scatolini.
O polietileno verde será produzido pela Braskem no Rio Grande do Sul. A fábrica, cujos investimentos devem somar R$ 500 milhões, terá capacidade anual de 200 mil toneladas de eteno, que serão transformados em volume equivalente de polietilenos. O lançamento da pedra fundamental da unidade ocorreu em abril.
citação: Marloscm2Paulo_prof concordo plenamente com sua colocação, só acredito que o lucro do 3Trim/2009 será na casa dos 20 milhões, e não 13,5 milhões. Principalmente pela forte valorização das ações da braskem, empresa que a Pronor (Pnor5) possui 4.366.552 de ações.
Marloscm
Eu certamente gostaria muito que o LL do 3T09 chegasse a 20 milhões. Mas creio que só por milagre :-)
A valorização das BRKM5 não pode ser contabilizada integralmente. Há que se descontar os 34% de imposto (originalmente foi feita uma provisão para cobrir o prejuízo e desta provisão foram descontados 34% relativos ao imposto). A "contribuição" das ações BRKM5 será, então, de exatamente R$ 11,787 milhões.
Excluído o resultado financeiro, não creio que a Engepack consiga ter um lucro operacional maior do que R$ 6,5 milhões.
Finalmente, não creio ser possível um resultado financeiro (excluído a BRKM5) maior do que R$ 2,5 milhões (haverá um ganho devido à valorização do real, despesas com juros e uma perda com derivativos).
Somando tudo chega-se a R$ 20,8 milhões.
Disto deve-se descontar aprox. 34% de imposto/contribuição social + uma parcela referente a participações/contribuições estatutárias.
Para mim, qualquer coisa que venha acima de R$ 13,5 milhões será ou por uma jogada de diferimento de impostos, ou diferimento de participações, ou uma surpresa operacional, tipo ter vendido mais garrafas PET do que o usual durante o inverno.
Paulo Prof, vc pode me esclarecer como conseguiu o valor de R$ 11,787 milhões de lucro para PNOR5 com a valorização da braskem. Pois pelas minhas contas o lucro bruto será de 17.815.532,16 => (11,26 - 7,18)x 4.366.552, ou seja, a cotação do dia 30/09/2009 subtraída da cotação do dia 30/06/2009, vezes o número de ações da braskem q a pronor possuí.
Hoje a Braskem já está cotada a 12,50. A Pronor já está tendo lucro financeiro com ela no 4 trimestre => (12,50 - 11,26)x 4.366.552 = 5.414524,48
Vc esqueceu de considerar o imposto de renda. Quando a Pronor fez a provisão, ela só provisionou 66% da diferença entre o preço que pagou pelas ações, e pelo que as ações valiam em 31DEZ2008.
Pense da seguinte forma. Vamos supor que a Braskem vire pó. O prejuízo da Pronor não é 100% do valor que ela pagou. Como, para fins de imposto e contribuições, ela pode abater este prejuízo, e como o imposto + contribuições soma 34% do lucro operacional, 34% do prejuízo é recuperável.
Como ela preovisionou somente 66% da diferença, à medida que BRKM5 valoriza, só pode contabilizar também 66% da valorização.
Por outro lado, note que esta diminuição na provisão entra diretamente na conta do lucro operacional. Este depois sofre a redução de 34% de imposto mais contribuições (a menos que haja base para diferir uma parte) e mais uma redução referente às participações.
Possivelmente, a Pronor vai diferir o imposto + contribuições sobre os R$ 11,787 milhões da BRKM5, mas não dá para ter certeza (não sei se ou quanto deixou de pagar de IR quando constituiu a reserva para a perda com a BRKM5, em 30DEZ2008).
19357 de 1943003/Nov/2009 15:53 0
paulo_profComentários: 765 - Desde: Jul 2009
Na minha estimativa, desconsiderando o impacto cambial, o resultado financeiro recorrente da Braskem é uma despesa de aprox. R$ 350 milhões. O resultado operacional do 3T09 sem condirar os efeitos financeiros foi de R$ 625 milhões.
Na hipótese de câmbio estável, portanto, o resultado operacional recorrente parece estar na casa dos R$ 275 milhões trimestrais, ou R$ 1,1 bilhão anual. Descontando o IR e contribuição social, chega-se a um lucro líquido anual de aprox. R$ 730 milhões.
Na cotação de R$ 11,88, ter-se-ia, então, os seguintes múltiplos:
P/L = 8,45; DY = 5% (supondo o mesmo payout de 2007)
Estimo que o efeito cambial no lucro líquido seja de aprox. R$ 45 milhões por ponto percentual (aumento/diminuição para valorização/desvalorização do real).
Finalmente, se não houver um "run for safety" até o final do ano, acredito que o Lucro Líquido do 4T09 será de aprox. R$ 365 milhões, de modo a elevar o Lucro Líquido do Exercício para R$ 2,175 bilhões !!!.
Na cotação de R$ 11,88, os proventos mínimos de lei por ação corresponderiam a um DY de 8,4%. Para um payout igual ao último praticado (de 41,9% em 2007), o DY aumentaria para incríveis 14,8%.
Se vc é daqueles que aposta que não há possibilidades do dolar disparar como no ano passado (repique da crise), a compra de BRKM5 talvez seja recomendada.
24609 de 2462306/Jan/2010 15:40 [Citar este comentário] 0
[Nível 0] gustgefComentários: 335 - Desde: Mai 2008
citação: paulo_prof
citação: gustgefBom dia a todos!
Faz muito tempo que não posto, mas como gosto de compartilhar opiniões fundamentalistas pela ajuda que vocês já deram aí vai.
A BRKM5 (braskem) vai comprar a QUATTOR e, por conta disso, a UNIPAR vai receber algo em torno de R$850 milhões de reais. Para uma empresa que possui apenas metade do lucro advindo da QUATTOR e um valor de mercado de 1 bilhão, é como se vocÊs estivessem comprando METADE da UNIP6 por R$150 milhões!
Se isso não é pechincha, nesses tempos de vacas gordas, eu, sinceramente, não sei mais o que é!
Abraços!
Gustgef
Estou tendo dificuldades em encontrar os números corretos para fazer as contas. Pelo que me foi dado a entender:
dívida líquida da Unipar: R$ 7,4 bilhões
Qual a dívida da Quattor? R$ 6,6 bilhões? dívida líquida? bruta?
dívida líquida da Unipar após a venda: R$ 0,8 bilhões ?
Patrimônio líquido da Quattor no balanço da Unipar: 60% * R$ 1,5 bilhões = R$ 900 milhões
Patrimônio líquido da Unipar após venda: R$ 200 milhões + premio de R$ 400 milhões?
A unipar vai receber 900 milhoes pela QUATTOR a braskem assumindo todas as dívidas da empresa.
A relação P/VP QUATTOR UNIPAR eu não sei, o relatório só fornece os lucros de cada uma e nesse sentido as outras 3 unidades da unipar lucram metade do que a quattor lucra, embora seja claro que a receita líquida da quattor corresponda a 75% do total.
De uma forma ou de outra... a empresa está recebendo 900 milhões e vale 1 bilhão... você está pagando 100 milhoes pelas outras empresas que são lucrativas e possuem pouca divida ao contrário da quattor que possui uma dívida de mais de R$6bilhões eu acredito que o patrimonio líquido da unipar passe a ser de R$400 milhões, pela soma dos imobilizado + ativo circulante - passivo total, que sao as informações contidas no final do relatório dela.
Seria um patrimônio de R$400mi + R$900 mi que daria 1 bi e 300 para um preço de mercado de R$1bi, fora isso, esses R$900 milhões devem ser usados na criação de novos negócios que devem alavancar ainda mais as receitas da empresa no longo prazo.
Não chega a saltar os olhos, mas olhando presse mercado louco onde P/L 15 ta começando a parecer barato, um negocio desses parece agradar...
25043 de 2504811/Jan/2010 22:57 [Citar este comentário] 2
3 small capsComentários: 3327 - Desde: Fev 2007
citação: fazambujSmall,
BRKM5 na tua carterira? Poderias me explicar as razões?
fazambuj,
do lado dos indicadores: PSR e P/EBITDA muito favoráveis. P/VPA razoável.
Do lado da macroeconomia: leve queda cambial, contribuindo com a dívida e menor preço da matéria prima, contribuindo para as margens operacionais.
Grande risco do investimento: Alta alavancagem financeira...
Abraços,
Small caps.
26576 de 2658424/Jan/2010 23:06 [Citar este comentário] 0
4 paulo_profComentários: 1397 - Desde: Jul 2009
Iorremar
De acordo com o Fato Relevante publicado pela Braskem ( http://www.braskem-ri.com.br/braskem/web/arquivos/Braskem_FR_20100122_port.pdf ) uma das etapas do processo refere-se a incorporação das ações da Quattor Participações detidas pela Petrobrás. Em troca dos 40% que a Petrobrás tem na Quattor, a Braskem dará ações de sua emissão.
Para fins de estabelecer a relação de troca, a Braskem e a Quattor foram avaliadas pelo Bradesco e pelo Pactual. Nesta avaliação, o valor econômico da Quattor foi fixado em R$ 1,362 bilhões, não muito distinto do seu patrimônio líquido em 30SET2009, de R$ 1,634 bilhões (Notas Explicativas do ITR).
A parte da Unipar, 60% do valor econômico informado acima, corresponderia a R$ 817,2 milhões.
A diferença entre o valor econômico e o valor a ser pago é de R$ 169,9 milhões, ou seja, mais uma vez parece ser o "rolo" com o BNDESPar.
Confesso, agora, não entender o que o texto abaixo realmente signifca:
acrescido da assunção proporcional da obrigação da UNIPAR frente ao BNDES Participações S.A. – BNDESPAR, decorrente da opção de venda das ações da Rio Polímeros, outorgada na forma do contrato de compra e venda de ações e outra avenças celebrado em 15/01/2008 (“Aquisição das Ações de Quattor”).
Procurei na web se encontrava o documento original que pudesse esclarecer. O que encontrei traz alguma luz sobre o tema, mas não esclarece.
Antes da criação da Quattor, a participação na Rio Pol era a seguinte:
A Unipar de fato acabou entrando com os seus 33,3% mais a grana (R$ 380 milhões) para comprar 32,7% (16% da Suzano + 16,7% da Petroquisa), completando os 66% da RioPol. Na mesma ocasião, o BNDESPar também comprou (da Suzano) mais 8,3% para completar os seus 25%. Os 9% restantes são da Quattor Petroquímica (a sobra das ações originais detidas pela Suzano).
O que, nestas operações, gerou a obrigação da UNIPAR não está claro. Será que o BNDES entrou com parte dos R$ 380 milhões e a Unipar deu ações da Quattor em garantia? Será que os 8,3% comprados pelo BNDESPar na ocasião, de fato deveriam ter sido fornecidos pela Unipar para a constituição da Sociedade e, em conseqüência, a Unipar se comprometeu a comprar, no futuro, esta participação por preço determinado?
Em 31MAR2008 (antes das operações) o endividamento da Unipar era constituído de: circulante (empréstimos/financiamentos R$ 43 milhões; debêntures R$ 180 milhões); exigível a longo prazo (empréstimos/financiamentos R$ 886 milhões); TOTAL = R$ 1,109 bilhões.
Em 30JUN2008 o endividamento era de: circulante (empréstimos/financiamentos R$ 40 milhões); exigível a longo prazo (empréstimos/financiamentos R$ 886 milhões); TOTAL = R$ 926 milhões
Ou seja, após a operação, o endividamento ficou R$ 176 milhões menor. Para mim, isto quase certamente significa que a obrigação da Unipar com o BNDESPar não estava/está provisionada e, em conseqüência, um investimento recente em UNIP6 não deve ter sido um bom negócio.
29338 de 29362Modificado em 04/Mar/2010 16:12 [Citar este comentário] 1
2 paulo_profComentários: 1639 - Desde: Jul 2009
Esta subscrição da Braskem está cheirando sacanagem ...
A subscrição será feita a R$ 14,40, quando o preço atual é R$ 12,94!!! Nestas condições, os controladores poderão aumentar (em muito) a participação.
Embora a fixação do preço de subscrição tenha seguido a sistemática usual (cotação média nos últimos 15 pregões anteriores à data da divulgação, ao mercado, do Aumento de Capital), é facultado fixar valor menor, mais compatível com a cotação corrente de mercado. Ao "forçar a barra" está claro que o bloco de controle deseja aumentar a participação.
O bloco de controle se propõe a subscrever até R$ 3,5 bilhões (do total de R$ 4,5 bilhões). Na eventualidade de não haver subscrição de minoritários a preço acima de mercado, R$ 1 bilhão deixarão de ser subscritos, e a participação do bloco de controle, que hoje é de 34,2%, aumentaria para 57,3%. Se o bloco de controle subscrever também este R$ 1 bilhão adicional, a sua participação aumentaria para 58,9%.
Qual seria a sua decisão se vc fosse da diretoria da Pronor? Sinuca de bico!
29345 de 2936204/Mar/2010 17:26 [Citar este comentário] 1
2 paulo_profComentários: 1639 - Desde: Jul 2009
citação: luiz36prof paulo quando ao acionista de braskem e bom ou mal essa subscriçao poderia opinar a respeito grato
Na minha opinião, há duas questões:
a) aos preços atuais, seria um investimento em BRKM5 ou BRKM3 recomendável?
b) caso a resposta de a) seja sim, subscreve ou compra a mercado?
A resposta de b) é clara. Se vc já é acionista da Braskem, vc vai receber os direitos de subscrição. Para manter a sua participação é muito mais vantajoso comprar a mercado do que subscrever.
A questão, então, é se aos preços de hoje é recomendável investir na Braskem. Confesso que não tenho a resposta.
Os resultados do 4T09, com um prejuízo de R$ 893 milhões (o resultado financeiro negativo em R$ 655 milhões foi integralmente devido aos juros e multas s/ passivos tributários, que somaram R$ 758 milhões) foram sofríveis. Pelo lado positivo, a empresa se "livrou" de multas e juros de aprox. R$ 1,5 bilhões.
Por outro lado, adquiriu a Quattor, a Unipar Comercial, a Polibutenos e a Sunoco, dispendendo aprox. R$ 1,3 bilhões.
Qual o lucro anual potencial das empresas adquiridas? Eu não sei (nem me preocupei em estimar). Qual o patrimônio líquido após a consolidação das aquisições e do processo de subscrição? Também não sei. Qual o nível de endividamento que permanecerá após a subscrição?
Análise Coin Valores
A Braskem é líder no mercado de resinas termoplásticas das Américas, com foco na produção de polietileno, polipropileno e PVC. Ocupa posição destacada entre as grandes petroquímicas globais e atua com a perspectiva de tornar-se a líder mundial em química sustentável. Criada em 2002 e controlada pelo Grupo Odebrecht, a Braskem é hoje uma das principais empresas exportadoras brasileiras, com presença em cerca de 60 países e em todos os continentes. Com 7 mil integrantes e capacidade produtiva de mais de 15 milhões de toneladas anuais de resinas termoplásticas, petroquímicos e químicos intermediários, a Companhia possui 28 unidades industriais no Brasil, localizadas em Alagoas, Bahia, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, além de 3 unidades industrias nos Estados Unidos. A Braskem tem como bases de sua estratégia a promoção da competitividade da cadeia petroquímica brasileira e a autonomia tecnológica, alinhadas com o compromisso de promover o desenvolvimento sustentável. Com ações listadas na BM&FBovespa (BRKM5, BRKM6, BRKM3), Nova York (NYSE:BAK) e Madri (Latibex: XBRK), a Braskem está listada no Nível 1 de Governança Corporativa da BM&FBovespa e garante 100% de tag along a todas as suas ações.
RETROSPECTIVA 2010
Em 2010, a Braskem deu dois grandes passos em sua estratégia de crescimento e internacionalização com a aquisição da Quattor no Brasil e dos ativos de Polipropileno da Sunoco Chemicals nos Estados Unidos. Essas operações expandiram a capacidade produtiva da
Companhia em 80%, e ampliaram seu Ebitda consolidado dos últimos 9 meses em 50%, sem
prejuízo de sua estrutura de capital. Em bases reais, a Braskem registrou faturamento de R$ 243 bilhões nos 9M10, com lucro liquido de R$ 476 milhões e Ebitda de R$ 2,8 bilhões. Avançando em sua estratégia de tornar-se líder mundial em química sustentável, a Braskem inaugurou em setembro de 2010 sua planta de 200 kt/ano de Eteno Verde, produto feito a partir do etanol, matéria prima 100% renovável, além de anunciar o projeto de produção de 30 kt/ano Polipropileno Verde a partir de 2013.
PERSPECTIVA 2011
A Braskem permanecerá focada na integração dos ativos adquiridos, e na captura de sinergias
provenientes da aquisição de Quattor, estimadas em R$ 400 milhões em Ebitda anual e recorrente a partir de 2012. Dentro do seu plano de crescimento de médio e longo prazo, a Companhia continuará com seus investimentos nos projetos prioritários de expansão de PVC em Alagoas com capacidade de 200 kt/ano e entrada em operação em 2012, e de acesso a matéria-prima competitiva no projeto integrado base gás no México com capacidade de 1 Mt/ano de eteno e 1Mt/ano de PE, com início de operação previsto para 2015. Em relação ao cenário petroquímico, a expectativa é de melhora do ciclo a partir da 2ª metade de 2011, como reflexo do melhor balanço entre a oferta e demanda mundial. Por outro lado, o bom desempenho do mercado brasileiro e a favorável perspectiva de crescimento, deverão continuar a favorecer a Companhia. A Braskem e seus administradores seguem com seu compromisso de crescimento e desenvolvimento sustentável, e continuarão a agir proativamente em busca de oportunidades de expansão de seus negócios, sempre com o objetivo de criar valor para os acionistas da Companhia, sem perder o foco em sua disciplina financeira.
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