Helbor (HBOR)
Compõe a carteira do Small Caps
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73942 de 74005Modificado em 16/Mai/2011 19:55 [Citar este
comentário] 1
3 danieljoseaaComentários: 0 - Desde: Jul 2008
41,4 MI lucro da HBOR3, contra 33,1 MI em 2010.
Não excelente, porém bom.......acho que isso já era
esperado, após os dados da prévia operacional.
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73943 de 7400516/Mai/2011 19:57 [Citar este
comentário] 8
4 small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
O segundo trimestre vai bombar em lançamentos que deveriam
ter sido realizados no primeiro trimestre, não fossem os atrasos nas liberações
nas prefeituras...
O balanço foi bom quando se considera que foi conquistado
praticamente apenas com os projetos adrede lançados.
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73962 de 74005Modificado em 16/Mai/2011 20:47 [Citar este
comentário] 3
5 paulo_profComentários: 0 - Desde: Jul 2009
Mesmo sem lançamentos a HBOR consegue ser muito boa, rsrs.
Não li o relatório ainda. Nos números, entretanto, parece
haver núvens não tão brancas no horizonte.
A margem bruta média do exercício de 2010 foi 31,7%. No
4T10 já foi 30%. No 1T11 caiu ainda mais, para 28,9%. A perda em relação à
média de 2010 foi de quase 3 pontos percentuais. É muita coisa, quase 9%.
Ao final do 4T10 a dívida líquida era negativa (-R$ 37
milhões). Cresceu continuamente durante 8 trimestres quando, no final do 4T09
chegou a R$ 264 milhões. Feita a capitalização no 1o. semestre de 2010, a
dívida líquida caiu para R$ 167 milhões ao final do 2T10. Desde então vem
crescendo aprox. 25% a cada trimestre. Ao final do 1T11 emplacou R$ 329
milhões.
Note que, embora os dividendos mínimos de R$ 43 milhões
estivessem provisionados em 31MAR2010, o desembolso efetivo de R$ 53 milhões só
foi realizado no dia 29ABR. Esta despesa, pressionando o caixa, certamente vai
acelerar o crescimento da dívida líquida. Na minha estimativa, no 2T10 deverá
ultrapassar os R$ 420 milhões, aprox. 1,8 vezes o Ebitda anual.
A empresa conta com recebíveis de aprox. R$ 1,08 bilhões,
um valor mais de 3 vezes superior ao dívida líquida ao final 1T11. Estes
recebíveis rendem IGPM + 8% e os seus rendimentos são maiores do que os custos
do endividamento (o resultado financeiro foi positivo em R$ 8 milhões). Ocorre
que a taxa de crescimento dos recebíveis é menor do que a taxa de crescimento
da dívida líquida.
Os múltiplos dos últimos 12 meses são:
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 81,4%
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77942 de 77962Modificado em 27/Jun/2011 09:40 [Citar este
comentário] 2
3 uqazComentários: 0 - Desde: Out 2009
Ao comparar Helbor e Ez Tec vale destacar mais um dado:
Resultado a apropriar: Ez Tec - 494,231M
Resultado a apropriar: Helbor - 566,301M
A Helbor mesmo com um valor de mercado 44% inferior tem um
resultado a apropriar 14,60% superior. Com isso a empresa tende a reconhecer
maiores receitas do que a Ez Tec no médio prazo. Tal fato é oriundo do VGV
lançado nos últimos trimestres superior a EZTC3. Esse ano o objetivo da empresa
é lançar 1,5 Bi em VGV próprio e creio que no máximo em 2013 já atingirá seu
VGV de regime permanente de 2 Bi. No longo prazo, o potencial de crescimento do
VGV da Ez Tec é superior, mas considerando os atuais níveis de precificação,
política de dividendos e agressividade da administração (mas vale ressaltar que
caso o cenário macroeconômico torne-se desfavorável para o setor a empresa apanharia
MUITO MAIS que a Ez Tec) prefiro Helbor. Em uma carteira mais diversificada
cabe tranquilamente os dois ativos como posição no setor.
É aquela nossa mesma discussão de sempre:
Alavancar ou não alavancar, eis a questão?
Temos 2 anos para 2013. A Helbor irá passar de um VGV de
1,5 bi para 2 bi. Ou seja, vai melhorar seus resultados, mantidas as margens -
às quais o prof lembra estarem querendo nos ferrar - em 25% ou 11,8%a.a.
Da EZTC, extrapolo o seguinte. Lembro q o topo do VGV do
ano passado foi 900 mi. Este ano é de 1,2bi. Mantendo esta velocidade, ocorre
um crescimento de 30% a.a. nos lucros. Pra chegar aos R$ 2,5 bi de VGV, temos 3
anos.
Concordo que esses 30%a.a. podem ser exagerados...mas tenho
quase certeza que serão maiores q o da Helbor
Nesses próximos 2-3 anos, qual é a melhor empresa para se
estar comprado, então?
Rs, as duas. Uma para o curto prazo (helbor) e outra para
um horizonte maior (Eztec).
Mas vamos ver o q acontece ateh lá...
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78630 de 78672Modificado em 02/Jul/2011 02:13 [Citar este
comentário] 1
2 Coutinho_FundamentalistaComentários: 0 - Desde: Abr 2009
Alguns cálculos com a Helbor!
Lançamentos no 2T11 - VGV - Helbor - Vendido
Helbor Paesaggio Jardins das Colinas - 189,5 - 100% - 50%
(até maio)
Rio Business Center - 41,2 - 100% - 80%
Coletânea Vale do Canela - 102,3 - 50% - 65%
Helbor Offices Barao de
Teffe - 39,6 - 54% - 95%
Helbor Cosmopolitan Home
Stay & Offices - ? - ? - ?
Helbor Ecoville Offices
- ? - ? - 100%
Helbor Varandas Ipoema -
? - ? - ?
Os últimos 3 empreendimentos eu não achei o VGV nem o
percentual Helbor. Só sei que O Ecoville está 100% vendido.
Fiz umas prévias (chutando uma média de VGV de 40M para os
desconhecidos) e cheguei a um VGV próprio de lançamento de 430M (mais de 4x
maior que o do 2T10), vendas dos lançamentos próximo a 280M e estimando uma
venda de 80M do estoque, chegaríamos a uma venda própria próxima a 360M no
trimestre (uns 20% maior que o 2T10). A Helbor anunciou a entrega de 2
empreendimentos com VGV iniciais de 200M, isso indica entrada forte de caixa e
reconhecimentos.
Estou prevendo lucros no trimestre acima de 65M (recorde
trimestral), sendo mais de 50% maior que o 2T10. Acredito que teremos um ótimo
trimestre para as cotações da empresa. O P/L dela ficará abaixo de 7 e o ROE
próximo a 30% (disparado o melhor entre todas as construtoras).
Ela está meio patinando a algum tempo, apesar de estar
subindo enquanto o Ibovespa despenca! Depois das prévias (espero que saia até
15 de julho), deve dar uma esticada boa! O que acham?
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80529 de 80533Modificado em 19/Jul/2011 01:49 [Citar este
comentário] 2
4 DanielRodriguesComentários: 0 - Desde: Jul 2009
Boa noite a todos. Por meio da prévia operacional anunciada
estou tentando estimar o resultado do 2T11 da Helbor. Para variar ficou longo
de mais o post, mas quis detalhar os calculos, pois quero debater com alguém
sobre a situação da empresa, para os preguiçosos basta ir para o final que está
a estimativa do lucro líquido rsrsrs. Confesso que o volume de vendas me
decepcionou, fato que deve impactar negativamente o resultado. Os dados que
temos disponíveis são os seguintes:
Venda dos Empreendimentos Lançados: 272,277M
Infelizmente, nessa prévia operacional, a Helbor não
informou a porcentagem vendida de cada um dos empreendimentos lançados no
trimestre. Mas, com os dados fornecidos na prévia operacional e levando em
conta as unidades em estoque podemos estimar esses valores.
Os empreendimentos lançados concentram-se em 5 cidades
diferentes: São José dos Campos, Rio de Janeiro, Salvador, Jundiaí e Mogi das
Cruzes. Na prévia operacional é informado o volume de vendas de cada uma das
cidades em que a empresa atua. Já no resultado do 1T11 podemos verificar as
unidades em estoque da Helbor em cada uma dessas cidades.
No Rio de Janeiro o estoque Helbor, no 1T11, totalizava 238
mil reais (praticamente inexistente), portanto podemos considerar as vendas na
cidade totalmente oriundas do lançamento do empreendimento Rio Business Center.
Considerando que as vendas foram de 27,813M e o VGV Helbor do empreendimento
era de 41,268M, concluimos que a porcentagem vendida no trimestre foi de
67,40%. Esse valor parece um tanto controverso considerando o comunicado ao
mercado do dia 15 de junho, destaco o seguinte trecho:
No dia 1º de junho, começaram as vendas do empreendimento
comercial Rio Business Center, localizado na região da Barra da Tijuca (Mancha
Olímpica), na cidade do Rio de Janeiro, com um VGV de R$ 41,2 milhões, sendo
100% parte Helbor. Nestes primeiros 15 dias foram vendidos 80% de suas 178
unidades.
A única explicação lógica que encontrei para esse fato é
que essas unidades restantes (20%) possuem um valor maior que as unidades já
comercializadas (questionarei o RI sobre o motivo dessa discrepância, obtendo
uma resposta posto aqui).
O mesmo ocorre em Jundiai. Inexistindo estoque nessa cidade
as vendas de 14,529M são provenientes do empreendimento Helbor Offices Barão de
Teffé. O VGV Helbor lançado foi de 17,029M, portanto a porcentagem vendida foi
de 85,30%.
Já em São José dos Campos o estoque também era bem pequeno
no 1T11, 1,711M. Entretanto é um pouco mais complexo determinar a porcentagem
vendida, pois foram lançados dois empreendimentos na cidade, Helbor Paesaggio
Jardim das Colinas e Terraços Jardim das Colinas. O VGV Helbor dos
empreendimentos é, respectivamente, 189,465M e 91,728M (total de 281,193M,
portanto irei desprezar as vendas de unidades em estoque na cidade, pois o
valor é desprezivel perto dos lançamentos). Segundo a prévia operacional as
vendas em São José dos Campos foram de 150,160M. Entretanto é muito dificil
determinar a participação de cada empreendimento em relação a esse volume de
vendas. Destaco o seguinte trecho do release do 1T11:
O Helbor Jardim das Colinas, empreendimento no segmento de
alto padrão, foi lançado em 1º de abril de 2011 na cidade de São José dos
Campos, totalizando um VGV de R$ 189,5 milhões, sendo 100% a parte Helbor. Até
maio, este empreendimento está 50% vendido e está dentro dos nossos parâmetros
com relação à velocidade de vendas.
Considerando que em maio esse empreendimento já estava 50%
vendido, vou considerar nos meus cálculos que no final de junho a porcentagem
vendida já era de 65% (189,465M * 65% = 123,152M). Com isso o volume de vendas
do Terraço Jardim das Colinas seria de 27,008M (150,160M - 123,152M). Portanto,
apesar do empreendimento ter sido lançado no dia 30 de junho já teria alcançado
uma porcentagem vendida de 29,45%.
Para fazer a mesma estimativa para a cidade de Salvador o
cálculo é ainda mais chato, pois foram lançados 3 empreendimentos e a venda das
unidades em estoque não é desprezível. Começando pelo estoque esse totalizava
5,920M no 1T11, irei considerar nos meus cálculos um volume de vendas do
estoque igual ao 1T11, 2M. Considerando que as vendas Helbor na cidade foram de
39,879M, concluimos que os empreendimentos lançados contribuiram com 37,879M.
Destaco o seguinte trecho do comunicado ao mercado:
O Coletânea Vale do Canela tem um VGV de R$ 102,3 milhões,
sendo 50% parte Helbor, e está localizado em um dos bairros mais tradicionais e
charmosos da cidade. Na primeira semana da abertura de vendas, já foram
vendidos 65% de suas 160 unidades.
Vou considerar nos meus cálculos que esse empreendimento
foi 65% vendido, portanto as vendas foram de 32,755M (102,3M * 50% * 65%). Com
isso, para os dois empreendimentos restantes Helbor Cosmopolitan Home Stay
& Offices (comercial e residencial) restaria um volume de vendas de
5,124M (37,879M - 32,755M). Considerando que a soma do VGV Helbor dos dois
totaliza 45,510M, concluímos que esses empreendimentos foram, em média, 11,25%
vendidos. Vale ressaltar que o baixo volume de vendas decorre da data de
lançamento desses empreendimentos (30 de junho).
Em Mogi das Cruzes foi lançado um único empreendimento,
Helbor Varandas Ipoema com VGV Helbor de 84,627M. Considerando que a venda dos
outros empreendimentos lançados totalizou 230,382M e a venda total dos
empreendimentos lançados foi de 272,277M, concluímos que o Varandas Ipoema teve
um volume de vendas de 41,895M (272,277M - 230,282M). Com isso o percentual
vendido seria de 49,50%. Considerando que as vendas na cidade totalizaram
52,771M e o estoque era de 22,027M o valor encontrado me parece bem condizente
com a realidade da empresa.
Tive todo esse trabalho de estimar a porcentagem vendida de
cada empreendimento, pois esses valores são essencias para aplicarmos o método
POC e determinarmos as receitas e o lucro bruto gerado por cada empreendimento.
Para demonstrar o porque da minha preocupação com relação ao baixo volume de
lançamentos, aplicarei o método POC no empreendimento Helbor Cosmopolitan Home
Stay & Offices (residencial):
Dados: VGV 26,594M, % vendido: 11,25%, Custo do
Terreno/custo total 28,57% e custo do terreno/VGV de 16% (segundo o RI da
empresa quando o terreno é adquirido em dinheiro o custo do terreno gira em
torno de 15 a 18% do VGV).
Custo Terreno: R$4.255.000 Custo de Obra: R$10.638.000
Custo Total: R$14.893.000
Custo Incorrido: R$4.255.000 (apenas terreno)
PoC = Custo Incorrido / Custo Total = R$4.255.000 /
R$14.893.000 = 28,57%
Receita Acumulada = Venda Contratada x PoC = 26,594M * 11,25%
* 28,57% = R$855.000
Lucro Bruto Lançamentos = R$855.0000 - R$4.255.000 = -
R$3.400.000
Como podem notar apenas esse empreendimento impactaria
negativamente o lucro bruto em 3,4M.
Para não deixar esse post ainda mais longo resumirei alguns
cálculos feitos.
Aplicando o método POC em todos os empreendimentos lançados
e somando as receitas e lucro bruto obtidos, temos:
Receita Bruta dos empreendimentos Lançados: 76,387M
Lucro Bruto dos empreendimentos Lançados: -4,275M
Quanto aos lucros gerados pela evolução das obras e venda
das unidades em estoque, destaco os seguintes números referentes aos dois
últimos trimestres:
Venda das Unidades em estoque: 93,9M
Receita Bruta a apropriar: 1,526 Bi
Resultado a apropriar: 545,4M
Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 189,498M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 59,569M
Venda das Unidades em estoque: 109,175M
Receita Bruta a apropriar: 1,630 Bi
Resultado a apropriar: 587,9M
Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 217,194M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 61,975M
Venda das Unidades em estoque: 114,346M
Receita Bruta a apropriar: 1,556 Bi
Resultado a apropriar: 566,301M
Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 232,907M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 62,098M
Considerando esse histórico, que a venda das unidades em
estoque totalizaram 85,511M no 2T11 e que tivemos o início das obras de alguns
empreendimentos com maiores margens (como o Casa das Caldeiras, fato que gera
maior reconhecimento de receitas), estou fazendo a seguinte estimativa:
Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 210M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de
unidades em estoque: 60M
Com isso teremos uma receita bruta total de 286,387M e
lucro bruto de 55,725M.
Utilizando como base os últimos resultados divulgados pela
empresa estimei o lucro líquido do 2T11:
Receita Bruta: 286.387.000 (275M - 305M)
Receita Líquida: 266.060.587 (255M - 283M)
Lucro Bruto: 55.725.000 (50M - 62M)
Lucro Antes do IR: 36.973.715 (35M - 42M)
Lucro Líquido: 31.427.658 (29M - 36M)
Não tenho nem que dizer que espero ter errado muito feio
nos meus cálculos! Confesso que em alguns momentos pensei em alterar diversas
premissas mesmo considerando o cenário que tracei o mais plausível, pois não
conseguia acreditar que o resultado poderia ser tão ruim. Mas não faria sentido
nenhum eu ter todo esse trabalho para chegar no final e alterar tudo o que
penso só porque cheguei em um resultado que considero ruim para a empresa.
Portanto resolvi analisar com calma o resultado encontrado:
Primeiramente é preciso entender qual é o motivo para o
resultado ter sido tão ruim. Sem dúvida o lucro líquido infimo é oriundo do
lucro bruto muito abaixo dos últimos trimestres. O lucro bruto tem origem em
dois fatores: 1-) a venda dos empreendimentos lançados e 2-) venda das unidades
em estoque e evolução das obras.
1-) O resultado negativo foi o principal fator que impactou
esse resultado. Como disse, pelo método POC, o custo do terreno é integralmente
reconhecido no momento do lançamento e as receitas são reconhecidas conforme os
empreendimentos são vendidos. Se o volume de vendas for pequeno com relação ao
VGV lançado as receitas tornam-se inferiores aos custos, impactando
negativamente o lucro bruto.
Fiz diversas estimativas alterando a % vendida de cada
empreendimento, entretanto essas mudanças não levaram a grandes alterações no
resultado final. O único valor que caso seja alterado muda significativamente o
resultado é a relação Custo do Terreno/VGV. Entretanto, nos meus cálculos
utilizei os dados fornecidos pelo RI, portanto não devem estar errados.
2-) Quanto ao lucro bruto gerado pela evolução das obras e
vendas das unidades em estoque me parece bem razoável estimar 60M. Considerando
que nos outros trimestres as vendas do estoque foram bem superiores e o lucro
bruto gerado foi levemente acima dos 60M.
Portanto não tenho muita ideia em que aspectos essa
estimativa está tão furada. Sem dúvida posso ter errado em diversos aspectos
dessa minha análise, entretanto mesmo traçando um cenário que considero
otimista não consigo enxergar o lucro líquido ultrapassando 40M. Sinceramente
gostaria de debater com mais alguém sobre o ativo, pois estou pensando
seriamente em vender minha posição e recomprar após o resultado. O que acham?
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80530 de 8053319/Jul/2011 01:55 [Citar este
comentário] 0
4 small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Daniel, vamos azeitar a análise :)
O custo do terreno não entra como despesa imediatamente. Se
o terreno foi comprado e o imóvel não foi vendido, ele vai para o estoque no
balanço, não tramitando ainda na DRE.
Este custo do terreno só vai ser considerado no momento da
venda da unidade. Assim, se o imóvel tem projeção de custar R$ 100 milhões no
total e o terreno custou R$ 10 milhões, quer dizer que 10% do custo total da
obra já foi arcado. Este valor vai para o estoque e não para prejuízo, afetando
apenas negativamente. Se nada é vendido, tudo fica no estoque. Se o VGV é de R$
200 milhões (margem bruta de 50%) e 50% do imóvel é vendido, significa dizer
que será reconhecida imediatamente uma receita de R$ 10 milhões, com lucro
bruto de R$ 5 milhões. Outros R$ 5 milhões vão para o estoque e só vão virar
receita e transitar no DRE quando forem vendidas parcelas dos outros R$ 100
milhões do imóvel ainda não transacionado.
Logo, "a não venda" adia a receita e o resultado,
não interferindo no resultado imediatamente.
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80532 de 8053319/Jul/2011 02:19 [Citar este
comentário] 0
4 DanielRodriguesComentários: 0 - Desde: Jul 2009
Putz small, você não podia ter falado isso há umas duas
horas atrás? rsrsrs
Estava considerando que o custo do terreno já era
integralmente reconhecido no resultado, portanto qualquer empreendimento, mesmo
que não tenha sido vendido, já impactaria o resultado. Vamos ver se compreendi.
No caso do Helbor Cosmopolitan Home Stay & Offices (residencial) a
receita reconhecida seria de fato 855 mil, entretanto o custo do terreno
reconhecido é proporcional a receita (11,25%). Portanto o lucro bruto gerado
pelo empreendimento seria 855 mil - 478,687 mil (4,255M * 11,25%) = 376,312 mil.
O restante iria para o estoque e seria reconhecido conforme o empreendimento
for vendido. É isso mesmo?
Com isso o resultado, sem dúvida será bem melhor do que
estimei. Tem mais alguma nuance do método POC que eu preciso saber antes de
brigar com os numeros de novo? Se é para estimar novamente quero refazer os
cálculos com as premissas mais próximas do cenário que considero provável. O
que acha das outras estimativas?
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39845 de 4023426/Jul/2010 22:06 [Citar este comentário] 0
3 polycrav Usuário PremiumComentários: 656 - Desde: Out 2007
Entre janeiro e junho, houve avanço de 30,9% para R$ 577,21
milhões. A fatia da companhia ficou em 426,97 milhões, acréscimo de 11,4%.
26 de julho de 2010 - A Helbor Empreendimentos terminou o
segundo trimestre com um volume total de lançamentos de R$ 125,42 milhões recuo
de 61,3% frente aos R$ 323,85 milhões de igual intervalo de 2009. A parte da
Helbor alcançou R$ 93,2 milhões, queda de 68,5% na mesma base comparativa.
Entre janeiro e junho, houve avanço de 30,9% para R$ 577,21
milhões. A fatia da companhia ficou em 426,97 milhões, acréscimo de 11,4%.
As vendas contratadas totais somaram R$ 387,8 milhões, com
crescimento de 41,8%. A parte da empresa ficou em R$ 288,5 milhões, com
expansão de 17,8%.
No semestre, as vendas totalizaram R$ 825,50 milhões, 92%
maior ao apurado na primeira parte de 2009. A participação da empresa
contabilizou R$ 646.14 milhões, com aumento de 76,6%.
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97763 de 9776815/Out/2011 00:30 1
small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Encontro em Fortaleza fez bem para nossa querida Helbor:
"Papicu ganha investimento
A Helbor traz Cláudia Leite para marcar o investimento no
empreendimento localizado no Papicu
[13/10/2011] Esquecido do poder público e do mercado imobiliário
nos últimos dez anos, o bairro do Papicu - situado entre as dunas da Praia do
Futuro e a Aldeota - volta a atrair a atenção de empreendedores da construção
civil do País. Com o anúncio da edificação de um grande shopping center na
área, o bairro ganha força comercial, sem perder a tradição residencial.
Diante desse novo cenário, a paulista Helbor
Empreendimentos e a cearense Caltech Engenharia lançam hoje, no Papicu, a
segunda fase do Helbor Condomínio Parque Clube Fortaleza. Projetado em área de
oito mil metros quadrados, o empreendimento contará com 588 apartamentos,
distribuídos em três torres residenciais e áreas privativas de 58 m² e 69m².
"Vendemos 100% dos 294 apartamentos da primeira fase
(lançada em agosto) e 80% da segunda fase, ainda no pré-lançamento",
destaca o diretor de Vendas da Helbor, Marcelo Bonanata. "A área (Papicu)
é hoje um vetor de crescimento completo, está próximo do Parque do Cocó e vai
ganhar um grande shopping center em breve", justificou.
Segundo ele, os imóveis serão de dois e três quartos, com
uma suíte e preços entre R$ 260 mil e R$ 280 mil, o que corresponde a cerca de
R$ 4,5 mil, por metro quadrado construído. Conforme antecipou, o empreendimento
prezará pelo conceito de parque clube, com área de lazer completa, incluindo
quadras esportivas, piscinas e playground, duas ou três vagas de garagem e
projeto paisagístico, com muito verde.
A perspectiva dele é de que o empreendimento gere um VGV
(valor geral de vendas) da ordem de R$ 80 milhões, em cada uma das fases, ou R$
160 milhões, no total. De acordo com ele, as obras serão iniciadas nos próximos
seis ou oito meses e as chaves (dos apartamentos) entregues em até 40 meses, em
fins de 2015. De acordo ainda com Bonanata, os imóveis poderão ser financiados
pelo Bradesco ou diretamente com a Helbor, com prazos de pagamento de até de
150 meses.
fonte: Diário do Nordeste "
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97764 de 9776815/Out/2011 00:32 1
small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Cacilda, o texto é gigante...
Mas como é da querida HBOR3 :), lá vai... muito bom... :)
:) :)
Helbor lança prédios no shopping
5 de Outubro de 2011 - Projeto apresentado na noite de
ontem contempla a edificação de duas torres comerciais e uma residencial
Com um exclusivíssimo show da cantora Maria Rita, a Helbor
Empreendimentos Imobiliários apresentou ontem o primeiro complexo multiuso a
ser construído no Alto Tietê. Denominado Helbor Concept, o projeto contempla a
edificação de duas torres comerciais e uma residencial junto ao Mogi Shopping,
de frente para a Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, as quais deverão
gerar um movimento de 85 mil a 90 mil pessoas/mês, entre público fixo e
flutuante.
A expectativa é de que o lançamento comercial do Helbor
Concept aconteça entre o final deste mês e o começo de novembro. Até lá, os
valores de investimento e de venda das unidades continuam em suspense. As obras
estão previstas para começar entre maio e julho de 2012, com entrega num prazo
de 40 meses a partir do início da construção.
Projetado em parceria com a MPD Engenharia, o Helbor
Concept terá 472 unidades, 699 vagas de garagem e mais de 52 mil metros
quadrados de área construída.
"O conceito que trazemos para Mogi é inédito no Alto
Tietê e coloca nossa Cidade na vanguarda do que existe de mais moderno no setor
imobiliário, unindo edifícios comerciais e residenciais a um centro de
compras", afirma o presidente da Helbor, Henrique Borenstein. No seu
discurso, ele comentou que o público que vê o produto pronto e acabado não
imagina todas as etapas que precisam ser cumpridas antes de um lançamento
imobiliário.
"Os desafios são enormes, as dificuldades são
inúmeras, mas a nossa disposição para superá-los também é muito grande. Nos
inúmeros projetos que já desenvolvemos em Mogi, sempre foi meu desejo dar à
nossa Cidade o que de melhor a Helbor pudesse oferecer. Neste caso, em
especial, me envolvi desde o início num projeto inovador, que é uma tendência
mundial", frisa.
Deste sábado até o próximo dia 25, a população de Mogi das
Cruzes e Região poderá conhecer muito de perto o que o seleto público de 500
convidados conferiu ontem na "avant-première" do lançamento do Helbor
Concept, no Clube de Campo. Durante esse período, não só a maquete do novo
empreendimento estará exposta na Praça de Eventos do Mogi Shopping, como as
pessoas poderão entender melhor o conceito inovador que a Helbor
Empreendimentos Imobiliários está trazendo para Mogi e que hoje já é uma
tendência no mundo inteiro, com exemplares bem próximos da Região, como os complexos
que funcionam nos shoppings Eldorado, Cidade Jardim e Villa Lobos.
"A tendência é misturar trabalho, moradia e
diversão", destaca Fabiana Lex, diretora de Marketing da Helbor.
"Vamos trazer a Cidade para dentro do shopping", acrescenta Marcelo
Bonanata, diretor comercial da empresa mogiana. "Ao mesmo tempo, estaremos
levando um público diferenciado para o centro de compras, transformando o uso
do Mogi Shopping".
Embora já tenha empreendimentos que mesclam o uso comercial
com o residencial, o Helbor Concept é o primeiro complexo multiuso a ser
construído pela Helbor dentro de um shopping. O mais próximo que a empresa
conseguiu disso, até então, foi construir um projeto semelhante em frente a um
centro de compras de Salvador, na Bahia. "É um conceito inovador e que
será um marco no desenvolvimento de Mogi e Região", ressalta Bonanata.
Projetado em parceria com a MPD Engenharia, o Helbor
Concept terá 472 unidades, 699 vagas de garagem e mais de 52 mil metros
quadrados de área construída. "Ele vai garantir mais público e maior
movimento para o shopping, além de contribuir para o crescimento e valorização
da Cidade".
Centro de Compras fará mudanças
Apesar de independente, a implantação das três novas torres
projetadas pela Helbor irá exigir alterações no estacionamento e no acesso do
Mogi Shopping, cuja administradora Brookfield também anunciou, na semana
passada, o aporte de R$ 30 milhões na ampliação do centro de compras.
Para dar lugar às edificações, parte das vagas destinadas aos
veículos na frente do empreendimento (na Avenida Narciso Yague Guimarães) será
suprimida. Os clientes, no entanto, não deverão ser prejudicados, já que o
projeto da Helbor prevê quatro pisos somente para estacionamento e a
expectativa é de que as atendam a demanda a ser gerada pelos prédios
comerciais, assim como os consumidores do Mogi Shopping.
No caso da entrada, a portaria existente na Avenida Narciso
Yague deixará de servir ao shopping e vai compor o novo projeto imobiliário.
O anúncio do empreendimento da Helbor acontece quase que
simultaneamente ao projeto apresentado pelo Grupo Brookfield para alavancar um
crescimento da ordem de 40% no Mogi Shopping, o primeiro centro de compras do
Alto Tietê, inaugurado em 1991. Prevista para ser entregue em setembro de 2012,
a ampliação vai demandar investimentos da ordem de R$ 30 milhões - só para fins
de comparação, a construção do Mogi Shopping custou, há 20 anos, 20 milhões de
dólares, hoje equivalente a R$ 37 milhões.
Com faturamento anual de R$ de 240 milhões, o Mogi Shopping
espera alcançar a cifra de R$ 300 milhões a partir da ampliação da estrutura -
10 vezes o valor do investimento que a Brookfield irá aplicar. Para isso, o
projeto prevê o acréscimo de mais cinco mil metros quadrados, com a
possibilidade de abrigar 30 lojas satélites e uma âncora, além de reforma nos
cinemas.
Complexo contará com 472 unidades
Resultado de estudos realizados durante três anos, o Helbor
Concept vai contar com 472 unidades, entre salas comerciais e residenciais, a
serem construídos num terreno adquirido pela Helbor Empreendimentos
Imobiliários, na parte frontal do Mogi Shopping. As torres irão ocupar espaço
que compreende a antiga área do lava - rápido (colado ao condomínio Flamboyant(
até a portaria principal do centro de compras.
Segundo detalhes divulgados ontem pela Helbor, os três
edifícios terão acessos individuais na parte externa, pela Avenida Narciso
Yague Guimarães, e também uma ligação com o Mogi Shopping. As Vendas estão previstas
para começar entre o final desde mês e o início de novembro e ficarão a cargo
da Eduardo Imóveis e Lopes Consultoria.
A torre residencial, denominada Helbor Life, é a primeira
do complexo multiuso, para quem vem no sentido Bairro/Centro. São 156 apartamentos
de 46 a 72m², num conceito bem compacto. A compensação fica por conta da
completa área de lazer idealizada para o empreendimento, com salão de jogos,
salão de festa, piscinas, churrasqueira, spa e quadra, entre outros atrativos.
Vizinho aos apartamentos, mas com total independência, será
construído o Helbor Office, com salas a partir de 37 m², além de quatro salas
de reunião, copa e lobby nas áreas comuns. Essa torre foi concebida para
atender, principalmente, profissionais liberais, e conta com 252 salas
comerciais.
A terceira e última torres é a do Helbor Corporate, que
oferecerá conjuntos comerciais a partir de 145 m² para atender grandes
escritórios e que terá, entre outros atrativos, um heliponto e área vip de
espera além de infraestrutura para piso elevado, ar-condicionado, auditório e
lobby.
As duas torres comerciais serão interligadas por um
boulevard, com elevador e acesso preferencial ao Mogi Shopping. O projeto do
Helbor Concept foi concebido pela Königsberger Vannuchi Arquitetos Associados.
Novos empreendimentos são preparados
Com quase duas mil unidades residenciais e comerciais
entregues só Mogi das Cruzes, onde surgiu em 1977, a Helbor Empreendimentos
Imobiliários é a protagonista, também, de um dos maiores negócios realizados no
mercado imobiliário mogiano nos últimos anos. No primeiro trimestre de 2011, a
empresa tipicamente familiar comprou a maior parte do Centro Esportivo da
Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), no bairro do Mogilar, onde planeja
investir em projetos voltados para as classe A e B.
A expectativa é de que o primeiro lançamento na área de 100
mil metros quadrados, numa das região mais tradicionais de Mogi, aconteça em
2012. Os projetos deverão contemplar empreendimentos residenciais e também
instalações comerciais.
A Helbor também está por trás de outros dois grandes
projetos imobiliários de mOgi, que beneficiarão as regiões do Rodeio e de César
de Souza. Neste último, a proposta da empresa prevê a criação de um novo bairro
dentro de César, mais precisamente na área que anos atrás abrigou a Howa, umas das
maiores plantas industriais que a Cidade chegou a ter. Ali, os investimentos
estão voltados para residências, com opções de casas e apartamentos.
Já no Rodeio, a Helbor é parceira da NemoNorte, empresa do
grupo Suzano, que responde pelo Bella Città, um mega empreendimento que ocupará
a área da antiga Fazenda Rodeio, voltada ao cultivo de eucalipto para produção
de celulose.
Até 20214, a Helbor projeta entrega de mais duas mil
unidades residenciais e comerciais em Mogi, totalizando quase 1 milhão de
metros quadrados construídos em 27 empreendimentos. São mais de 4,5 mil
apartamentos, lotes e salas comerciais entregues somente no Município, onde a
empresa entregou seu primeiro prédio em 1985, que é o Helbor Teotônia, na Vila
Oliveira, com 32 unidades. Já o último empreendimento lançado na Cidade é
justamente o Helbor Jardins Ipoema, em César de Souza.
Mas a atuação da Helbor vai muito além do territorio
mogiano. No País, a empresa já entregou 10 mil unidades residenciais e
comerciais, Nos próximos três anos terá entregue outras 10 il, somando mais de
150 empreendimentos. A incorporadora atua em 30 cidades de 10 estados
brasileiros, além do Distrito Federal.
Ações têm crescimento de 60,5%
Com origem e sede em Mogi, a Helbor Empreendimentos
Imobiliários encerrou 2010 como a empresa mais valorizada do setor imobiliário
brasileiro - incorporação, construção e vendas -, segundo a Bolsa de
Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa). O valor das ações da companhia
cresceu 60,5%, o que representa mais de 10 vezes o Índice Imobiliário (Imob),
que alcançou 5,6%.
O nome Helbor é resultado da fusão das iniciais de Hélio
Borenstein, imigrante nascido na Ucrânia, mas que veio para o Brasil em 1917. A
presidência da empresa está a cargo de Henrique Borenstein, filho do empresário
russo que já nasceu em Mogi e escolheu a Cidade para montar a incorporadora, em
1977.
Henrique Borenstein cuida dos negócios com a ajuda do filho
Henry Borenstein, do neto Arnon Henrique Borenstein Ariza e de 250
colaboradores. A Helbor recebeu seis prêmios Top Imobiliário )Jornal O Estado
de S. Paul0/Embraesp) e quatro prêmios Master Imobiliário (Secovi-SP e
Fiabci/Brasil).
fonte: Mara Flôres, O Diário
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98965 de 99077Modificado em 24/Out/2011 20:35 [Citar este
comentário] 6
2 DanielRodriguesComentários: 0 - Desde: Jul 2008
citação: eliseumanicajre o lucro de Helbor, alguém tem
alguma previsão, a partir da prévia operacional?
Neste trimestre a Helbor lançou só 4 empreendimentos, todos
no último mês do tri e 2 no último dia do tri o q prejudicou as vendas
contratadas.
Não sou a melhor pessoa para fazer previsões, o small e o
danirodrigues são experts no assunto mas eu acho que o Lucro Líquido vem maior
que 50 milhões.
No último balanço tínhamos 1,2 bilhões em recebíveis e a
grande maioria de obras em construção. Estes serão os maiores responsáveis pelo
resultado.
É bom lembrar que o 04T deve vir muito forte pois teremos
11 lançamentos.
Boa noite a todos. Sabado e domingo encarei o primeiro
vestibular desse ano, prova bem simples do Enem se comparada aos demais. Grande
problema é a extensão e o tempo disponível, se perder o controle do tempo não
dá para terminar a prova. Infelizmente, estou um pouco afastado do fórum em
função dos estudos, mas sigo acompanhando o mercado.
Zotti obrigado pelo elogio, porém deixo o título de expert
para o small e o Paulo. Quanto a prévia operacional da Helbor confesso que
fiquei um pouco desapontado. Assim como no 1T11 a empresa teve dificuldades
para aprovar projetos nas prefeituras e, consequentemente, o volume de
lançamentos foi abaixo do esperado. Além disso a base de comparação (3T10) é
forte, fator que sugere ainda mais cautela com o resultado.
A quem possa interessar segue minha estimativa para o
resultado do 03T11:
Venda dos Empreendimentos Lançados: 134,561M
Infelizmente, nessa prévia operacional, a Helbor não
informou a porcentagem vendida de cada um dos empreendimentos lançados no
trimestre. Mas, com os dados fornecidos na prévia operacional e levando em
conta as unidades em estoque podemos estimar esses valores.
Considerando que, durante o 2T11, o estoque em Fortaleza era
praticamente inexistente concluimos que as vendas na cidade foram oriundas dos
2 empreendimentos lançados (Helbor Condomínio Parque Clube Fortaleza I e II).
Portanto, esses lançamentos geraram vendas de 110,867M (79% do VGV).
Já em Brasília as vendas foram desprezíveis (logo o Perfect
Lifestyle - Noroeste não chegou a ser vendido), então o restante dos
lançamentos vendidos vieram do empreendimento Helbor Offices Washington Luís -
vendas de 23,694M (51% do VGV).
Por meio das porcentagens de venda e do histórico de
lançamentos é possível utilizar o método PoC e estimar as receitas e o lucro
bruto que serão reconhecidos com esses empreendimentos. Para não deixar esse
comentário demasiadamente longo, segue o resultado:
Receita Bruta gerada pelos empreendimentos lançados: 32,038M
Lucro Bruto gerado pelos empreendimentos lançados: 11,854M
Um pouco mais complexo é estimar a receita obtida pela
evolução das obras e venda das unidades em estoque. No balanço do 2T11, notamos
um maior consumo de caixa da Helbor devido ao início da construção de grandes
empreendimentos (como o casa das caldeiras) e maior evolução das principais
obras. Com isso o reconhecimento de receitas intensificou-se e,
consequentemente, a Receita Bruta expandiu-se. Em contrapartida a divida
líquida também aumentou. Nos meus cálculos estou considerando que o
reconhecimento de receita deve continuar forte, em um nível próximo do 2T11
(sobretudo em função do patamar elevado das receitas a apropriar).
Receita bruta gerada pelas Obras + Vendas estoque: 270M
Lucro Bruto gerado pelas Obras + Vendas estoque: 70M
Portanto a Receita Bruta e o Lucro Bruto totalizariam
302,038M e 81,854M, respectivamente.
O resultado estimado seria o seguinte:
Receita Bruta: 302,038M (285M - 317M)
Receita Líquida: 278,916M (263M - 293M)
Lucro Bruto: 81,854M (75M - 91M)
Lucro Antes do IR: 62,848M (57M - 71M)
Lucro Líquido: 49,771M (45M - 58M)
Resultado razoável considerando o fraco volume de
lançamentos e vendas - fato que deverá ser revertido no 4T11 com um número
expressivo de empreendimentos a serem lançados. Entretanto, o lucro líquido
apresentaria queda de 14% em relação ao ano anterior (vale ressaltar a
influência do empreendimento casa das caldeiras o qual possuí margens mais
elevadas que foi a principal razão do forte resultado do 3T10). Com isso
ocorreria uma pequena piora dos indicadores fundamentalistas, P/L atual de 6,23
passaria a 6,48. Mudança pouco expressiva, portanto o resultado não deve ser um
driver tão negativo para a ação, mas dificilmente contribuirá para um bom
desempenho no curto prazo. O que acham?
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99482 de 9950227/Out/2011 00:23 2
small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Sim, meus caros, este mesmo gestor que vendeu as ações da
HBOR e da CGAS, dizia o seguinte, no relatório de JUNHO DESTE ANO:
http://www.orbeinvestimentos.com.br/images/biblioteca/356.pdf
A Helbor segue crescendo, segue entregando resultados, e
segue mantendo firme seu foco em rentabilidade e gestão de risco. E por tudo
isso, apesar de ser um dos nossos investimentos que observou maior apreciação
no período pós-crise, segue com valor de mercado consideravelmente inferior ao
que seria justo para a companhia.
Um assunto interessante para comentar aqui é a briga que
acontece atualmente nos Estados Unidos com dois grupos lutando para adquirir o
controle das Southern Union Company, uma empresa de gás natural, negócio com
grandes similaridades, de tamanho idêntico e rentabilidade parecida com a
Comgás. Após algumas ofertas dos dois potenciais compradores, o último valor
oferecido pela Energy Transfer Equity, de USD 5,1 bilhão, significa um
valuation pouco acima de 22 vezes o lucro anual da Southern. A Comgás, no
Brasil, com suas perspectivas de crescimento, negocia na Bovespa a um ridículo
valor de mercado de pouco abaixo de 9X seu lucro de 2010.
Disseram isto enquanto vendiam as ações?
Você ainda acredita no que dirão no futuro?
Agora falando bem sério mesmo: Você acredita nas análises
que vem de graça para você?
E mais sério ainda: e no papai noel, vc segue acreditando?
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102401 de 10240114/Nov/2011 19:55 1
small
capsComentários: 5441 - Desde: Fev 2007
citação: small caps
citação: small caps
citação: small caps
citação: renato1631
Olha ai Small
citação: jaumsp
Helbor
3.11 Lucro/Prejuízo Consolidado do Período 48.125
DESEMPENHO FINANCEIRO
A receita operacional líquida da Helbor totalizou
R$ 293,3 milhões no 3T11, crescimento de 9,3% em relação ao 3T10. O lucro bruto
reduziu 3,8%, passando de R$ 92,3 milhões no 3T10, para R$ 88,8 milhões no
3T11, e a margem bruta atingiu 30,3%. No 9M11, a receita operacional líquida
totalizou R$ 834,8 milhões, um crescimento de 14,0% em relação ao 9M10. O
EBITDA (“resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização”)
reduziu-se em R$ 18,1 milhões, ou 25,5%, passando de R$ 71,2 milhões no 3T10
para R$ 53,1 milhões no 3T11, e a margem EBITDA atingiu 18,1%. Nos primeiros
nove meses do ano, o EBITDA atingiu R$ 181,0 milhões, um crescimento de 3,6% em
relação ao 9M10.
O lucro líquido atingiu R$ 48,1 milhões no 3T11
(resultado básico por ação de R$ 0,7393), uma queda de 16,7% em relação ao
3T10. A margem líquida alcançou 16,4% e a rentabilidade sobre o patrimônio
líquido médio acumulado em 12 meses (ROAE) atingiu 26,4%. A tabela a seguir
apresenta os principais indicadores financeiros da Helbor no trimestre e no
acumulado do ano, assim como suas respectivas comparações:
Os lançamentos que ficaram para o quarto
trimestre fizeram um pouco de falta... Muita obra tem sido entregue por
agora...
Ficamos mal acostumados... mas com um P/L
anualizado 7 dá para esperar por balanços mais "bombantes"... o que
deve ocorrer quando a fila de lançamentos andar...
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O relatório não explica porque a margem bruta
teve esta queda (talvez seja decorrente do financiamento à construção)... mas é
interessante ver que a margem bruta "a apropriar" subiu forte... boa
questão a ser dirimida na teleconferência.
Abraços,
Small caps.
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Esclarecendo melhor:
"Para o próximo trimestre, já temos 11 empreendimentos
em fase de pré-lançamento, sendo 3 na cidade de São Paulo, 2 na Grande São
Paulo, 2 em Santos, 1 em Curitiba, 1 no Rio de Janeiro, 1 em Salvador e 1 em
Cuiabá, cuja comercialização teve de ser postergada para o 4T11, tendo em vista
que a maioria das aprovações legais foi efetivada somente no final de setembro
de 2011. VENDAS CONTRATADAS"
Isto pode dar uns R$ 500 milhões ou mais em
lançamentos...
Lendo o release...
Abraços,
Small caps.
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De fato, a margem bruta foi impactada pelas
despesas de financiamento das obras, conforme página 13:
http://www.bmfbovespa.com.br/cias-Listadas/Empresas-Listadas/ConsultaArquivo.as
px?codigoCvm=20877&protocolo=311203&motivo=&idioma=pt-BR
A parte financeira seria um problema se não fosse
isto:
"O total de receitas financeiras somou R$
39,5 milhões no 9M11, um aumento de 42,5% em comparação com o 9M10. O
crescimento das receitas financeiras pode ser atribuído, principalmente, aos
seguintes fatores: i) aumento das receitas de aplicações financeiras,
explicado, basicamente, pelo aumento do saldo médio em caixa; ii) aumento do
saldo médio de unidades entregues, o que eleva o resultado dos juros prefixados
da tabela price aplicado sobre a carteira de recebíveis performados.
No 9M11, o total de despesas financeiras atingiu
R$ 11,7 milhões, um aumento de 50,7% em relação ao 9M10, evolução esta
relacionada, principalmente, ao aumento dos descontos concedidos e despesas com
IOF."
Não há que se preocupar, portanto...
Por fim, o crescimento das VGV foi significativo
e de fato a empresa tem se preparado bastante para crescer... no curto prazo,
antes de novas receitas, isto significa mais custos...
É claro que isto não vai durar para sempre (mais
despesas sem mais receitas proporcionalmente) e é provável que no quarto
trimestre não haja mais justificativa para isto, pois o volume de lançamentos
será bastante apreciável...
Abraços,
Small
caps.
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Por
Tetzner
· PERFIL
DA EMPRESA:
-
A Helbor é uma das principais incorporadoras imobiliárias do Brasil, com
presença em 29 cidades localizadas em 10 estados (além do Distrito Federal),
que foram responsáveis por 78% do PIB brasileiro de 2008. Estas cidades estão
localizadas nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste. Ao longo de mais
de 30 anos de história, a Helbor atuou em diversas cidades brasileiras e
desenvolveu experiência significativa na incorporação de empreendimentos
residenciais destinados às diversas classes sociais. Em linha com a sua
estratégia de crescimento e, no intuito de aproveitar oportunidades atraentes
de negócios, também atua na incorporação de empreendimentos do segmento
comercial e de loteamentos com completo desenvolvimento urbano.
O negócio da empresa está focado exclusivamente nas atividades de incorporação
de empreendimentos imobiliários. A Helbor não é construtora. Assim é possível
administrar melhor os custos de cada atividade relacionada aos empreendimentos,
além de conferir um maior dinamismo e flexibilidade para atuarem em diversos segmentos
do mercado e regiões brasileiras, de forma a melhor aproveitar as oportunidades
que se mostrem estrategicamente atraentes. A Helbor atua por meio de parcerias
com construtores e incorporadores que demonstrem expertise no segmento ou na
região alvo. A comercialização do seus empreendimentos é feita, na maior parte,
por empresas especializadas, entre elas as mais representativas do mercado de
corretagem imobiliária.
Período
Analisado: 3T11 - 3o
Trimestre de 2.011 ( Julho/Agosto/Setembro )
PAINEL
DE INDICADORES
|
22/11/11
|
|
|
|
|
|
SELIC
|
11,50%
|
Ativo
|
R$
|
PL
|
VP
|
GR
|
DY
|
LA
|
Dv
|
Ml
|
EB
|
MS
|
HBOR3
|
20,25
|
6,4
|
1,53
|
9,8
|
3,9%
|
15,6%
|
0,8
|
18%
|
15,6%
|
59,1%
|
· PONTOS
POSITIVOS:
-
O Banco de Terrenos somou R$ 7,1 bilhões (R$ 8,5 bilhões considerando a Alden)
em 30 de setembro de 2011, um crescimento de 77,8% em relação a 30 de setembro
de 2011 e 9,5% em relação em comparação a 30 de junho de 2011. A parte Helbor
totalizou R$ 5,7 bilhões (R$ 6,4 bilhões considerando a Alden).
· PONTOS
NEGATIVOS
- O
VGV Total Lançado no 3T11 atingiu R$ 295,5 milhões ( 643M -54% 3Tx2T11 ),
uma queda de 60,8% em relação ao 3T10. A parte Helbor alcançou R$ 222,4
milhões ( 520M -57% 3Tx2T11 ), 48,0% menor em relação ao 3T10. No
9M11, o VGV total lançado somou R$ 990,8 milhões, 25,6% menor em relação ao
9M10. A parte Helbor alcançou R$ 783,6 milhões, uma diminuição de 8,3% em
relação ao 9M10.
- As Vendas Contratadas Totais do 3T11 somaram R$ 315,6 milhões (447
-41% 3Tx2T11), uma diminuição de 58,1% em relação ao 3T10. A parte Helbor
alcançou R$ 258,5 milhões (358 -28% 3Tx2T11),
volume 42,1% menor em relação ao 3T10. Nos nove meses, as vendas totais somaram
R$ 946,6 milhões, redução de 40,0% em relação ao 9M10. A parte Helbor alcançou
R$ 767,7 milhões, redução de 29,7% em relação ao 9M10.
- As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiram 33,9%
( -9 p.p. 3Tx2T11 ) no trimestre e 66,1% nos primeiros nove meses, patamares
acima da média do setor.
- A Receita Operacional Líquida apresentou um crescimento de 9,3% no trimestre
e 14,0% nos nove meses, passando de R$ 268,3 milhões no 3T10 para R$ 293,3
milhões no 3T11 ( 316M no 2T11 -6,7% ) e R$ 732,4 milhões no 9M10 para R$ 834,8
milhões no 9M11.
- Lucro Bruto totalizou R$ 88,8 milhões no 3T11 ( 104M no 2T11 -15% ),
apresentando uma queda de 3,8% em comparação com o mesmo período do ano
anterior. A Margem Bruta foi de 30,3% (Margem Bruta Ajustada de 37,5%). No
9M11, o Lucro Bruto atingiu R$ 258,2 milhões, um crescimento de 9,1% em relação
ao mesmo período de 2010.
-O EBITDA somou R$ 53,1 milhões no trimestre ( 83M no 2T11 -35% ), com redução
de 25,5% em relação ao 3T10, com Margem EBITDA de 18,1% ( -8 p.p. x 2T11 ) (Margem Ajustada de
25,3% -7p.p.x 2T11 ). No 9M11, o EBITDA atingiu R$ 181,0 milhões,
uma alta de 3,6% em relação ao 9M10. A Margem EBITDA no 9M11, por sua vez,
correspondeu a 21,7% (Margem Ajustada de 28,4%).
- O Lucro Líquido totalizou R$ 48,1 milhões( 67M no 2T11 -28%) (lucro
básico por ação de R$ 0,7393) no 3T11, um decréscimo de 16,7% em relação ao
3T10, com Margem Líquida de 16,4% -5 p.p. x 2T11(Margem Líquida Ajustada de
16,6%). No ano, o lucro líquido atingiu R$ 157,1 milhões, um crescimento de
17,2% em relação ao 9M10, com Margem Líquida de 18,8%. O ROAE acumulado em 12
meses atingiu 26,4%.
- Lucro por ação (R$) 0,7393 -28,7%
- Dív. Líq / Patrim. Líq. (%) 58% +6,6 p.p.
- Dívida Líquida com SFH (R$ mil) 505.394 +19,6%
-
VISÃO ESTRATÉGICA
-
· CURIOSIDADES
-
O baixo volume de lançamentos no trimestre pode ser atribuído à morosidade nas
aprovações legais de alguns projetos. De qualquer forma, ressaltamos que a
demanda pelos empreendimentos da Helbor continuou aquecida durante todo o ano,
o que pode ser observado na forte velocidade de vendas que a companhia tem
apresentado.
Temos hoje 11 empreendimentos em fase de pré-lançamento, sendo 3 na cidade de
São Paulo, 2 na Grande São Paulo, 2 em Santos, 1 em Curitiba, 1 no Rio de
Janeiro, 1 em Salvador e 1 em Cuiabá, cuja comercialização teve de ser
postergada para o 4T11, tendo em vista que a maioria das aprovações legais foi
efetivada somente no final de setembro de 2011.
· OPINIÃO
DO ANALISTA
-
O trimestre foi fraco para a companhia mesmo considerando sazonalidades e
olhando o ano anterior, ainda sim o balanço veio bem ruim. Não foi a toa que o
mercado reagiu mal e puniu a empresa com mais de 10% de queda enquanto as
concorrentes estão no azul. Ponto de atenção para o acionista que vê seu
precioso capital investido sendo menosprezado e momento de avaliação. Outro
trimestre assim e deixo de ser acionista da empresa, aliando-me à concorrência!
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107854 de 10786722/Dez/2011 09:37 3
small
capsComentários: 5589 - Desde: Fev 2007
OLha, passados, 3 anos do ápice da crise e de que
HBOR e EZTC eram os ativos MAIS BARATOS do setor, justamente por não estarem se
expandindo a qualquer custo e indo para o minha casa minha DIVIDA... estavam
com os preços das ações ainda mais penalizados...
O tempo passa, e muitos estão refazendo o trajeto
de retorno para focar em projetos rentáveis, o que HBOR e EZTC nunca
sacrificaram em nome do crescimento desenfreado.
Este ano prova mais uma vez o acerto da
estratégia de ambas e enquanto muitos estão internamente analisando o porque de
tantas "cagadas" e diminuindo lançamentos, HBOR3 e EZTC3 mais uma vez
bate recorde de lançamentos e certamente estão aproveitando a maré baixa da
concorrência para fazer novos projetos, mantendo o patamar atual de atividade...
O cenário é bastante desafiador, mas o passado já
nos mostra pelo menos por ora quem sabe conviver e MUITO BEM com isto...
No momento, HBOR3 vai se aproximando dos 1000% de
retorno desde a entrada na carteira small caps.... tem ativos que são buy and
hold por um bom tempo...
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107906 de 10792022/Dez/2011 15:43 2
DanielRodriguesComentários: 789 - Desde: Jul
2008
Boa tarde a todos. Primeiramente, gostaria de
agradecer ao higorq pelas informações a respeito da reunião pública da Helbor.
Além do VGV lançado ter superado minhas expectativas, a velocidade de vendas
manteve-se em um patamar excelente. Para o primeiro semestre de 2012 HBOR3 é
minha aposta de ativo que deve apresentar uma excelente performace. Apesar de
ainda não termos acesso a prévia operacional com o volume de vendas exato, por
meio dos dados fornecidos na reunião pública é possível estimar o resultado do
4T11:
Utilizando o método PoC é possível calcular as
receitas e lucro bruto gerados por esses empreendimentos, somando ao resultado
oriundo da evolução das obras e venda das unidades em estoque obtemos uma
estimativa do desempenho da empresa (confesso que tive dúvidas de como lidar
com a permuta financeira de 40% do empreendimento link office, nesse caso
considerei que apenas 60% das receitas e dos custos seriam da Helbor):
Receita Bruta: 383,063M
Receita Líquida: 350,930M
Lucro Bruto: 120,506M
Lucro antes do IR: 91,522M
Lucro Líquido: 72,115M
Desempenho fantástico e bem acima do 4T10 (lucro
líquido 50% superior). Em função do número elevado de lançamentos as receitas a
apropriar e o estoque aumentarão significativamente, assegurando uma performace
futura ainda mais expressiva. Além disso com o estoque atingindo um patamar
recorde as vendas no 1T12 tendem a ser elevadas (mesmo que o VGV lançado não
seja tão expressivo), tal fato deve garantir um bom desempenho por mais um
trimestre. Vale ressaltar que a base de comparação também é muito fraca (lucro
líquido de 41,5M no 1T11), com isso após os resultados os indicadores
fundamentalista devem atingir um patamar ainda mais interessante. Para ilustrar
o que estou falando segue uma comparação dos indicadores atuais com minha
estimativa dos mesmos após o resultado do 1T12:
Ultimos 12 meses:
Lucro Líquido: 205.138.000
Patrimônio Líquido: 859.562.000
Pay Out: 30%
Indicadores Fundamentalistas (considerando preço
de 20,81):
P/L: 6,60
P/VPA: 1,58
PSR: 1,24
ROE: 23,87%
Div. Yield: 4,54%
Margem Liquida: 18,83%
Margem Bruta: 30,70%
Após o resultado do 1T12:
Lucro Líquido: 250M
Patrimônio Líquido: 930M (estou considerando que
serão pagos 1 real por ação em abril, levando a uma redução de 65M do
patrimonio líquido, não sei se esse pagamento já é provisionado no passivo
durante o ano, de qualquer forma haverá um incremento no patrimonio líquido)
Pay Out: 30%
Indicadores Fundamentalistas (considerando preço
de 20,81):
P/L: 5,42
P/VPA:
1,46
PSR:
1,07
ROE:
26,88%
Div.
Yield: 5,54%
Margem Liquida: 19,69%
Margem Bruta: 32,70%
Como
podem perceber a melhora será expressiva, creio que caso esse resultado se
concretize uma valorização de 10% do ativo passando a ser negociado por um P/L
próximo de 6 é bem plausível. Somando aos dividendos em meados de abril que
devem ser de no mínimo 1 real por ação (o estatuto da empresa afirma que o pay out
deveria ser de 35% esse ano, mas o higor afirmou que pode ser reduzido em
função da compra de um terreno) , temos um desempenho de 15% em apenas 6 meses.
Na atual conjuntura, um investimento em Helbor apresenta um risco extremamente
baixo. Além disso as pespectivas de crescimento da empresa continuam
excelentes, só uma piora relevante do cenário externo para mudar esse cenário.
O que acham?
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113962 de 11403807/Fev/2012 09:49 [Citar este
comentário] 3
5 small capsComentários: 5686 - Desde: Fev 2007
Ao acionista da Helbor:
Temos a satisfação de poder se
"deliciar" e folhear seus
lançamentos, seu crescimento, sua transparência e
a enorme
quantidade de prédios que entregou no final de
2011 e que
programa entregar no início deste ano.
Tradução disto: fluxo de caixa
"porreta" para quem está com medo da dívida de financiamento a
produção... a acompanhar...
Segue o link:
http://www.helbor.com.br/news/45/HN85_baixa.pdf
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113974 de 11403807/Fev/2012 10:18 [Citar este
comentário] 3
5 small capsComentários: 5686 - Desde: Fev 2007
citação: NotwenCardozo
citação: small capsAo acionista da Helbor:
Temos a satisfação de poder se
"deliciar" e folhear seus
lançamentos, seu crescimento, sua transparência e
a enorme
quantidade de prédios que entregou no final de
2011 e que
programa entregar no início deste ano.
Tradução disto: fluxo de caixa
"porreta" para quem está com medo da dívida de financiamento a
produção... a acompanhar...
Segue o
link:http://www.helbor.com.br/news/45/HN85_baixa.pdf
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120409 de 12042213/Mar/2012 20:19 3
small
capsComentários: 5948 - Desde: Fev 2007
hehehhehe, hermanos... vem desdobramento para
nossa querida
HBOR3!!!!!!!
É a oportunidade de comprar mais barato
hehehehhee
SUMÁRIO DAS DELIBERAÇÕES DA REUNIÃO DO CONSELHO
DE ADMINISTRAÇÃO
A Helbor Empreendimentos S.A. (“Companhia”)
informa que, em reunião realizada em 13 de março de 2012, o Conselho de
Administração da Companhia, por unanimidade dos presentes e sem quaisquer ressalvas,
discutiu e aprovou:
(i) as Demonstrações Financeiras da Companhia, o
Relatório da Administração e as contas da Diretoria,
(ii) as propostas de Orçamento de Capital, de
destinação dos resultados da Companhia e de remuneração da Administração para o
exercício corrente, e
(iii) o Código de Conduta e a Política de
Negociação da Companhia.
Deliberou e aprovou ainda encaminhar para
aprovação dos acionistas em Assembleia Geral:
(i) proposta de desdobramento de ações da
Companhia, e
(ii) proposta de alteração do estatuto social da
Companhia para adequação ao novo Regulamento do Novo Mercado.
Roberval Lanera Toffoli
Diretor
de Relações com Investidores
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120758 de 12081214/Mar/2012 22:07 8
paulo_profComentários: 5987 - Desde: Jul 2009
HBOR3
PREÇO: R$ 28,60
PAYOUT (2011): 33,2%
Relativo aos últimos 12 meses:
P/L 8,73
P/VPA 2,20
PSR 1,58
DY 3,81%
EV/EBITDA 9,36
MARGEM BRUTA 30,3%
MARGEM OPERACIONAL 23,3%
MARGEM LÍQUIDA 18,1%
LUCRO POR AÇÃO R$
3,277
MARGEM EBITDA 21,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 88,7%
ROE 25,21%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,17
Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido:
UA 17,19%
U2A 64,39%
U3A 63,98%
b) do patrimônio líquido médio
UA 25,71%
U2A 42,57%
U3A 30,45%
Taxa
anual média real de crescimento do lucro líquido, durante 3 anos, necessária
para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD com taxa de desconto real
de 10% e perpetuidade real nula seja 150% o preço atual (1,5*R$28,60=R$42,90):
10,5%
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120778 de 12081214/Mar/2012 22:51 10
small
capsComentários: 5975 - Desde: Fev 2007
Caríssimos,
Helbor veio com bom balanço.
Reconheceu bem menos receita do que vendeu...
Continuam voando também e tudo indica que para 2012 podemos bater uns R$ 250
milhões de lucro líquido, com dividendos crescendo de forma brutal.
Se os lançamentos novamente superarem os R$ 1,5
bi, o lucro líquido pode ir um pouco mais acima, beirando os R$ 300 milhões...
Para os miqueiros, muita atenção a isto:
"Adicionalmente, os Conselheiros aprovaram,
na íntegra, as propostas a serem submetidas à Assembleia Geral de Acionistas de
(i) desdobramento das ações de emissão da Companhia, à razão de uma ação
atualmente existente em 3 (três) ações de mesma classe e espécie, sem qualquer
alteração do montante financeiro de seu capital social, e (ii) alteração do
estatuto social da Companhia para adequação ao Novo Regulamento do Novo Mercado
e refletir, se aprovado, o desdobramento de que trata o item (i), conforme
redação constante do quadro comparativo anexo a esta Ata."
Já EZTC3, deve se aproximar dos R$ 400 milhões de
lucro líquido em 2012, uma vez que haverá forte aceleração de receitas neste
ano, conforme consta na própria teleconferência...
Se
e quando lançar o EzTec Tower... bom, aí o lucro é mais acima.
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120758 de 12081214/Mar/2012 22:07 8
paulo_profComentários:
5987 - Desde: Jul 2009
HBOR3
PREÇO: R$ 28,60
PAYOUT (2011): 33,2%
Relativo aos últimos 12 meses:
P/L 8,73
P/VPA 2,20
PSR 1,58
DY 3,81%
EV/EBITDA 9,36
MARGEM BRUTA 30,3%
MARGEM OPERACIONAL 23,3%
MARGEM LÍQUIDA 18,1%
LUCRO POR AÇÃO R$
3,277
MARGEM EBITDA 21,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 88,7%
ROE 25,21%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,17
Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido:
UA 17,19%
U2A 64,39%
U3A 63,98%
b) do patrimônio líquido médio
UA 25,71%
U2A 42,57%
U3A 30,45%
Taxa
anual média real de crescimento do lucro líquido, durante 3 anos, necessária
para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD com taxa de desconto real
de 10% e perpetuidade real nula seja 150% o preço atual (1,5*R$28,60=R$42,90):
10,5%
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120778 de 12081214/Mar/2012 22:51 10
small
capsComentários: 5975 - Desde: Fev 2007
Caríssimos,
Helbor veio com bom balanço.
Reconheceu bem menos receita do que vendeu... Continuam
voando também e tudo indica que para 2012 podemos bater uns R$ 250 milhões de
lucro líquido, com dividendos crescendo de forma brutal.
Se os lançamentos novamente superarem os R$ 1,5
bi, o lucro líquido pode ir um pouco mais acima, beirando os R$ 300 milhões...
Para os miqueiros, muita atenção a isto:
"Adicionalmente, os Conselheiros aprovaram,
na íntegra, as propostas a serem submetidas à Assembleia Geral de Acionistas de
(i) desdobramento das ações de emissão da Companhia, à razão de uma ação
atualmente existente em 3 (três) ações de mesma classe e espécie, sem qualquer
alteração do montante financeiro de seu capital social, e (ii) alteração do
estatuto social da Companhia para adequação ao Novo Regulamento do Novo Mercado
e refletir, se aprovado, o desdobramento de que trata o item (i), conforme
redação constante do quadro comparativo anexo a esta Ata."
Já EZTC3, deve se aproximar dos R$ 400 milhões de
lucro líquido em 2012, uma vez que haverá forte aceleração de receitas neste
ano, conforme consta na própria teleconferência...
Se
e quando lançar o EzTec Tower... bom, aí o lucro é mais acima.
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131939 de 132468Modificado em 15/Mai/2012 22:24
[Citar este comentário] 1
5 small capsComentários: 6458 - Desde: Fev 2007
Mais uma informação muito importante da HBOR3:
"(-) Cancelamentos e descontos concedidos
(8.048)" (R$ 8 milhões).
Portanto, os cancelamentos e descontos são
mínimos em relação às vendas totais e ao reconhecimento de receita...
Mais um fator que tem assustado muita empresa por
aí...
Não há dúvida de que muitos cancelamentos são
solicitados quando se descobre que a empresa que está construindo o imóvel
"não é mais virgem"...
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132071 de 13241516/Mai/2012 12:04 [Citar este
comentário] 8
5 paulo_profComentários: 6448 - Desde: Jul 2009
HBOR3
PREÇO: R$ 8,58
PAYOUT: 33,3%
Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 7,49
P/VPA 1,86
PSR 1,32
DY 4,44%
EV/EBITDA 7,94
MARGEM BRUTA 31,3%
MARGEM OPERACIONAL 22,9%
MARGEM LÍQUIDA 17,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,146
MARGEM EBITDA 22,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 84,9%
ROE 24,88%
Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA 17,56%
U2A 48,75%
U3A 61,77%
b) patrimônio líquido médio
UA 22,15%
U2A 39,06%
U3A 31,81%
Taxa anual média de crescimento real do lucro
líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela
fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula; taxa de
desconto real de 8%): -8,5%
Taxas nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +38,35%
RESULTADO BRUTO +59,41%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -39,25%
RESULTADO OPERACIONAL +30,12%
RESULTADO LÍQUIDO +25,21%
EBITDA +47,65%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +21,11%
ENDIVIDAMENTO
LÍQUIDO +61,25%
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