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terça-feira, 16 de julho de 2019

Helbor (HBOR)


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Balanços
1T2019 -
paulo_prof  - 
Não gostei dos resultados e, pelo andar da carruagem, vai demorar ainda para que a empresa consiga completar o turn around.
No 1T19, a empresa contabilizou uma receita de R$ 23 milhões referente à valorização de seus imóveis ainda não comercializados. Se, de um lado, teve uma Receita Líquida de R$ 232 milhões, teve também distratos brutos de R$ 106 milhões. Devido a adoção das novas normas contábeis (CPC 47 / IFRS 15 e 48 / IFRS 9) no 4T18, que resultaram no aumento da provisão para risco de crédito e rescisões de contatos de clientes, os distratos líquidos contabilizados no 1T19 somaram R$ 26,5 milhões.
O fato é que a velocidade de vendas das unidades prontas está muito baixa. Estou acompanhando a situação aqui em São José dos Campos. Para um estoque de aprox. R$ 110 milhões no final do ano, as vendas somaram apenas R$ 8 milhões no 1T19. Enquanto o estoque não é vendido, gera custos de condomínio e iptu. Por outro lado, para conseguir vender, a empresa é obrigada a dar descontos e pagar comissões generosas, reduzindo a margem.
De positivo, depois de anos (10 trimestres consecutivos), a empresa foi finalmente capaz de gerar um ebitda positivo ...

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Acho que ainda está relativamente longe do turn around. A velocidade de vendas é pequena e os distratos ainda estão altos. No 4T18, para vendas de R$ 237,3 milhões sobre uma oferta de R$ 2,28 bilhões, os distratos somaram R$ 173,7 milhões.
Só para ter uma idéia de como as coisas andam devagar, vejam o exemplo de São José dos Campos. Ao final do 4T17, o estpque Helbor era de R$ 122,426 milhões. Ao final do 4T18, este estoque era de R$ 121,805 milhões!! Ou seja, dependendo da região no país, não está vendendo.
De qualquer forma, o 4T18 mostrou um avanço considerável. No ano, foi o primeiro trimestre no qual o Resultado Bruto foi positivo. O Ebitda Trimestral, também, foi o melhor do ano, mas ainda é negativo (-R$ 10,5 milhões). Dos R$ 341 milhões de prejuízo contablizados no ano, o prejuízo do 4T18 representa "apenas" 13,4%.
Os resultados parecem promissores, mas ainda tem chão! Se no 3T19 a última linha vier no azul, já dá para os comprados comemorarem.

3T2018 -
Paulo Prof - 
Muito ruim ... o único aspecto positivo que vi foi a redução do endividamento líquido. A empresa faz um baita esforço de vendas de estoque para os distratos "comerem" praticamente tudo. No 3T18 foram R$ 140 milhões em distratos. Nos 9M18 foram R$ 370 milhões. Ou seja, em vez dos distratos diminuirem estão aumentando. Não há como saber até onde vai esta ladainha. Só uma coisa parece certa: os distratos não vão parar de uma hora para outra como se fosse um passo de mágica. Espera-se que os distratos diminuam, numa curva descendente, para eventualmente estabilizarem em nível histórico.
Por outro lado, há outro detalhe que incomoda ... nos exercícios de 2015, 2016 e 2017 a empresa dispendeu, em média, R$ 55 milhões trimestrais em despesas de pessoal, gerais e administrativas. No 3T18 dispendeu R$ 56 milhões. Ou seja, não houve redução nominal das depesas operacionais apesar da enrome queda da Receita. Há algo de esquisito na empresa.
Não li o relatório!

1T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A receita operacional líquida da Helbor totalizou R$98,0 milhões no 2T18, aumento de 21,8% em relação ao 1T18. O prejuízo bruto apresentou variação negativa de 241,5%, passando de R$ 12,8 milhões no 1T18, para R$ 44,0 milhões no 2T18, e a margem bruta atingiu -44,9%, diminuição de 2.890 pontos base em relação à margem do 1T18. No 1S18 a receita operacional líquida totalizou R$ 178,6 milhões. O prejuízo bruto somou R$ 56,9 milhões no 1S18, e a margem bruta atingiu -31,9% no semestre, apresentando um aumento de 249,8% em relação ao resultado do 1S17. O prejuízo líquido totalizou R$ 98,2 milhões no 2T18, uma variação negativa de 44,8% em relação ao 1T18. A margem líquida alcançou -100,2% e a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio acumulado em 12 meses(ROE) atingiu o valor negativo 28,1%.

A2017/4T2017 -
MuadibGV  - 
Na parte cheia, de novo houve geração de caixa. Segundo a cia. , como as entregas mais volumosas se esgotaram em 2017 a geração de caixa vai acelerar agora.
Tb houve uma aceleração nos lançamentos e nas vendas (diminuição dos distratos aumentaria as vendas líquidas), e com isso a receita a apropriar até subiu um pouco , salvo engano.
Na parte vazia houve nova redução no valor dos estoques ("impairment") e o ritmo atual de faturamento ainda é muito insuficiente para sequer deixar o EBITDA zerado.
A gordura representada pelo P/VPA abaixo de 1 vai sendo queimada trimestre a trimestre. A questão é saber quando (e se) a cia. atingirá um ritmo de faturamento que lhe permita rodar com ebitda positivo.

3T2017 -
marcosvinicius2 -
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). RESULTADO LIQUIDO DO 3T17 MELHOROU EM RELAÇÃO AO 2T17 E PIOROU NA COMPARAÇÃO COM O 3T16. DOS ULTIMOS 40 TRIMESTRES, 06 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (15,0000%). O PREJUÍZO LÍQUIDO TOTALIZOU R$ 74,7 MILHÕES NO 3T17, UMA VARIAÇÃO DE -5,8% EM RELAÇÃO AO 2T17. A MARGEM LÍQUIDA ALCANÇOU -84,3% E A RENTABILIDADE SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÉDIO ACUMULADO EM 12 MESES(ROE) ATINGIU O VALOR NEGATIVO 22,3%. NO 9M17, POR SUA VEZ, O PREJUÍZO LÍQUIDO TOTALIZOU R$ 202,8 MILHÕES, COM MARGEM LÍQUIDA NEGATIVA DE 51,0%.

MuadibGV  -
O resultado da Helbor foi mais ou menos o esperado, conforme a prévia que já havia soltado.
Um prejuízo líquido devido ao nível baixo de receitas.
Da mesma forma que a Eztec, os canteiros de obras estão diminuindo e consequentemente a receita tb, e ai os custos fixos e financeiros não tem suporte , e viram prejuízo.
Por outro lado, pela primeira vez em muitos trimestres houve geração de caixa e leve diminuição da dívida líquida.
Houve um pequeno ajuste para menos nos valores do estoque.
E a cia. trocou dívida de produção por dívida bancária (isso acredito que seja por causa das entregas).
O próximo trimestre deve ser mais ou menos igual , com muitos entregas ainda (previram meio bilhão no 4T). E depois, à medida que as entregas forem diminuindo por causa da falta de lançamentos, a cia. deve começar a gerar caixa mesmo apresentando prejuízos por causa do baixo nível de receitas.
Eu vou subscrever ou comprar a mercado para aumentar minha posição, apesar da inflexão em vendas e distratos não estar configurada ainda no caso da Helbor.
Creio que é uma boa empresa e o desconto sobre o VPA justifica a compra , porque dá para esperar o mercado imobiliário reverter.
Helbor é um exemplo, tipo Eneva, de empresa que precisa olhar a geração de caixa ao invés de ver o lucro apenas.

A2016/4T2016 -
ikkii   -
Resultado da Helbor foi um filme de terror. O prof. avisou que era pra pular do barco acima dos 3,5x.... Não pulei, agora vamos descer a montanha russa carregado.

3T2016 -
marcosvinicius2  -
A receita operacional líquida da Helbor totalizou R$ 143,1 milhões no 3T16, redução de 59,2% em relação ao 3T15. O lucro bruto apresentou redução de 81,0%, passando de R$ 95,1 milhões no 3T15, para R$ 18,0 milhões no 3T16, e a margem bruta atingiu 12,6%, redução de 1.450 pontos base em relação à margem do 3T15 e de 970 pontos base maior do apresentado no 2T16. 
No 9M16 a receita operacional líquida totalizou R$ 702,9 milhões, redução de 27,8% em relação ao 9M15. O lucro bruto teve uma redução de 50,1%, somando R$ 122,3 milhões no 9M16, e a margem bruta atingiu 17,4% no 9M16, apresentando uma redução de 780 pontos base em relação ao 9M15.
O prejuízo líquido totalizou R$ 29,5 milhões no 3T16 (resultado básico por ação de - R$ 0,1173). A margem líquida alcançou - 20,7% e a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio acumulado em 12 meses (ROE) atingiu -0,6%. No 9M16, por sua vez, o prejuízo líquido totalizou R$ 20,2 milhões, com margem líquida de -2,9%.
Em 30 de setembro de 2016, o endividamento da Helbor totalizou R$ 2.262,1 milhões, um aumento de 4,8% em relação a 30 de junho de 2016. Esse crescimento é basicamente em função do aumento do saldo de financiamentos de obras, refletindo o crescimento do número de empreendimentos lançados nos últimos anos.
A dívida líquida da Helbor representava 107,2% do patrimônio líquido de 30 de setembro de 2016 (6,2% excluindo-se o SFH, que está diretamente vinculado à carteira de recebíveis).
O total de recebíveis, líquidos de AVP, atingiu R$ 1.959,314 milhões em 30 de setembro de 2016, sendo R$ 998,8 milhões, líquido de AVP, referentes às unidades em construção e R$ 960,5 milhões de unidades concluídas. A evolução dos recebíveis de unidades concluídas está compatível com os empreendimentos entregues no período, sendo que a Helbor vai continuar a sua política de repasse e securitização de recebíveis, preservando assim a liquidez de seu balanço.

1T2016 -
MuadibGV   -
Apesar do resultado horroroso, com geração negativa de caixa, continuo achando que nesse preço não tem erro.

Características
Incorporação de imoveis
Links
361505  - MuadibGV  - 25 Mai 2019, 20:18
A helbor jura que os distratos estão caindo, mas o problema é que desde o final de 2017 estavam falando que a partir de 2018 cairiam.

A fase crítica talvez tenha passado porque estão gerando caixa e os valores de receita a apropriar ao menos estão subindo , mas esses trimestres seguidos de ebitda negativo comeram toda a margem de segurança que eu acreditava haver na empresa.

Melhor investir em Eztec ou Direcional, por exemplo.

Tenho uma posição ainda amargando um prejuízo considerável.

361469  - paulo_prof  -  24 Mai 2019, 00:47
Não gostei dos resultados e, pelo andar da carruagem, vai demorar ainda para que a empresa consiga completar o turn around.

No 1T19, a empresa contabilizou uma receita de R$ 23 milhões referente à valorização de seus imóveis ainda não comercializados. Se, de um lado, teve uma Receita Líquida de R$ 232 milhões, teve também distratos brutos de R$ 106 milhões. Devido a adoção das novas normas contábeis (CPC 47 / IFRS 15 e 48 / IFRS 9) no 4T18, que resultaram no aumento da provisão para risco de crédito e rescisões de contatos de clientes, os distratos líquidos contabilizados no 1T19 somaram R$ 26,5 milhões.

O fato é que a velocidade de vendas das unidades prontas está muito baixa. Estou acompanhando a situação aqui em São José dos Campos. Para um estoque de aprox. R$ 110 milhões no final do ano, as vendas somaram apenas R$ 8 milhões no 1T19. Enquanto o estoque não é vendido, gera custos de condomínio e iptu. Por outro lado, para conseguir vender, a empresa é obrigada a dar descontos e pagar comissões generosas, reduzindo a margem.

De positivo, depois de anos (10 trimestres consecutivos), a empresa foi finalmente capaz de gerar um ebitda positivo ...

360046 - paulo_prof  -  02 Abr 2019, 01:02
Acho que ainda está relativamente longe do turn around. A velocidade de vendas é pequena e os distratos ainda estão altos. No 4T18, para vendas de R$ 237,3 milhões sobre uma oferta de R$ 2,28 bilhões, os distratos somaram R$ 173,7 milhões.

Só para ter uma idéia de como as coisas andam devagar, vejam o exemplo de São José dos Campos. Ao final do 4T17, o estpque Helbor era de R$ 122,426 milhões. Ao final do 4T18, este estoque era de R$ 121,805 milhões!! Ou seja, dependendo da região no país, não está vendendo.

De qualquer forma, o 4T18 mostrou um avanço considerável. No ano, foi o primeiro trimestre no qual o Resultado Bruto foi positivo. O Ebitda Trimestral, também, foi o melhor do ano, mas ainda é negativo (-R$ 10,5 milhões). Dos R$ 341 milhões de prejuízo contablizados no ano, o prejuízo do 4T18 representa "apenas" 13,4%.

Os resultados parecem promissores, mas ainda tem chão! Se no 3T19 a última linha vier no azul, já dá para os comprados comemorarem.

357893  - paulo_prof  -  23 Jan 2019, 15:57
Poderia caso possível comentar a prévia operacional (4T18) da construtora Helbor (HBOR3) e sua opinião sobre o futuro do case?
Achei ruim ... As vendas contratadas no 4T18 vieram em linha com aquelas contratadas no triemestre anterior, R$ 236 milhões. Mas os distratos no 4T28 foram R$ 33 milhões maiores do que no 3T18. Note que, mais uma vez, o valor das vendas distratadas foi maior do que o VGV lançado!

Uma conta de padeiro para São José dos Campos mostra que ao final do 3T18 o estoque era de R$ 105 milhões, em 4 projetos prontos (3 dos quais, com 98% do VGV, comerciais). No 4T18, as vendas contratadas somaram menos de R$ 8 milhões! Ou seja, se não houve distratos a empresa conseguiu vender menos de 8% de seu estoque na cidade.

O turn around da empresa parece ainda estar longe.

356095 - christianklug -  21 Nov 2018, 14:09
Algumas páginas atras alguém questionou sobre o resultado das construtoras HBOR3 e TCSA3.

Obviamente foram péssimos, mas há alguns poréns:

- As empresas trabalham em imóveis para a alta renda, onde a crise ainda é grande. O novo teto do FGTS deve favorecer bastante (https://exame.abril.com.br/economia/governo-anteci...)

- Os distratos ainda estão sufocando, a regulamentação do governo será muito positiva para ambas as empresas (https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/noticia/2...)

- As empresas tem a estratégia de fazer poucos lançamentos (0 no caso da técnica). Ambas devem começar a lançar mais fortemente em 2019, principalmente com as 2 noticias acima, que entrariam nessas regras.

- Reduziram bastante seus custos (enxugamento de pessoal, mudanças de sede).

- Diminuíram suas dívidas

- Tornaram os processo mais eficientes.

- Os lançamentos serão concentrados em SP onde o risco é menor.



Enfim, em 2019 ambas devem evoluir bastante e apresentar lucros e são ótimas apostas com um risco moderado.

Outra na área de construção que deve se beneficiar bastante é a MILS3 (deve haver um número grande de lançamentos para o próximo ano).



Com as reformas, essas 3 empresas tem possibilidade de triplicar as cotações já no próximo ano.

356049 - paulo_prof -  19 Nov 2018, 20:38
Muito ruim ... o único aspecto positivo que vi foi a redução do endividamento líquido. A empresa faz um baita esforço de vendas de estoque para os distratos "comerem" praticamente tudo. No 3T18 foram R$ 140 milhões em distratos. Nos 9M18 foram R$ 370 milhões. Ou seja, em vez dos distratos diminuirem estão aumentando. Não há como saber até onde vai esta ladainha. Só uma coisa parece certa: os distratos não vão parar de uma hora para outra como se fosse um passo de mágica. Espera-se que os distratos diminuam, numa curva descendente, para eventualmente estabilizarem em nível histórico.

Por outro lado, há outro detalhe que incomoda ... nos exercícios de 2015, 2016 e 2017 a empresa dispendeu, em média, R$ 55 milhões trimestrais em despesas de pessoal, gerais e administrativas. No 3T18 dispendeu R$ 56 milhões. Ou seja, não houve redução nominal das depesas operacionais apesar da enrome queda da Receita. Há algo de esquisito na empresa.

Não li o relatório!

353544 - marcosvinicius2 -  10 Set 2018, 15:53
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). A receita operacional líquida da Helbor totalizou R$98,0 milhões no 2T18, aumento de 21,8% em relação ao 1T18. O prejuízo bruto apresentou variação negativa de 241,5%, passando de R$ 12,8 milhões no 1T18, para R$ 44,0 milhões no 2T18, e a margem bruta atingiu -44,9%, diminuição de 2.890 pontos base em relação à margem do 1T18. No 1S18 a receita operacional líquida totalizou R$ 178,6 milhões. O prejuízo bruto somou R$ 56,9 milhões no 1S18, e a margem bruta atingiu -31,9% no semestre, apresentando um aumento de 249,8% em relação ao resultado do 1S17. O prejuízo líquido totalizou R$ 98,2 milhões no 2T18, uma variação negativa de 44,8% em relação ao 1T18. A margem líquida alcançou -100,2% e a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio acumulado em 12 meses(ROE) atingiu o valor negativo 28,1%.:

HBOR3
PREÇO: R$ 0,98
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -1,29
P/VPA 0,37
PSR 1,16
DY 0,00%
EV/EBITDA -10,40
MARGEM BRUTA -18,37%
MARGEM OPERACIONAL -103,89%
MARGEM LÍQUIDA -89,55%
LUCRO POR AÇÃO R$ -0,758
MARGEM EBITDA -78,42%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 249,04%
ROE -28,94%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,12

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -40,46%
RESULTADO BRUTO 197,05%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 13,75%
RESULTADO OPERACIONAL 44,76%
RESULTADO LÍQUIDO 44,27%
EBITDA 58,33%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -18,18%
RESULTADO BRUTO 230,90%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -42,12%
RESULTADO OPERACIONAL 26,80%
RESULTADO LÍQUIDO 23,83%
EBITDA 80,63%

c) lucro (taxa média anual)
UA 44,27%
U2A ND
U3A -233,81%

d) patrimônio líquido médio
UA -6,00%
U2A -4,53%
U3A -2,01%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

353117  - paulo_prof -  27 Ago 2018, 00:21
Não concordo que a HBOR3 esteja numa situação semelhante aquela da DIRR3. Acho que está muito mais "atrasada" no que concerne a "virada". Dificilmente esta virá este ano.

Em consequência, qual seria o objetivo para mante-la em carteira? Acho melhor realizar o prejuízo e usar os recursos em apostas mais produtivas. Quando/se o turn around realmente ficar caracterizado e as condições da economia permitirem, sempre haverá tempo para voltar ao ativo.

353115  - grazziperez -  26 Ago 2018, 23:28
Prof. Paulo, qual a tua avaliação de HBOR3? Ela parece não estar numa curva de inflexão como DIRR3, RDNI3, e mesmo TCSA3. Qual seria a explicação para isso, má administração? Se o sr tivesse preço medio bem acima da cotação atual, realizaria o prejuizo ou esperaria uma virada da empresa? Já faz um bom tempo que espero melhora nos resultados, que não sei mais se virão ou não...

352077 - 17andre  -  19 Jul 2018, 15:54
HBOR3

As vendas contratadas totais atingiram R$ 345,4 milhões no 2T18, um aumento de 3,9% em relação ao 2T17. A parte Helbor correspondeu a R$ 256,8 milhões, volume 19,2% maior quando comparado ao 2T17. Comparativamente ao 1T18, as vendas contratadas aumentaram respectivamente 29,6% e 48,3%.
Nos seis primeiros meses de 2018, as vendas contratadas totalizaram R$ 611,9 milhões em VGV total, um aumento de 2,9% sobre 1S17, e em VGV parte Helbor totalizou R$ 429,9, um crescimento de 2,6%, em relação ao 1S17.
Os distratos no 2T18 representaram R$ 183,3 milhões, sendo a parte Helbor R$ 133,6 milhões.
A velocidade de vendas medida pelo indicador VSO Parte Helbor atingiu 11,7% no segundo trimestre e 18,4% no acumulado dos seis primeiros meses de 2018. O VSO acumulado dos últimos 12 meses chegou a 31,5%.

349170  - MuadibGV  -  21 Abr 2018, 11:40
Tb achei ruim as vendas , embora os meses iniciais do ano sejam ruins para vendas mesmo.

Lado bom é que os distratos de fato caíram , como tinham previsto.

E devem cair mais (porque segundo vi numa tele da Eztec) o período crítica para distratos é entre a entrega e seis meses depois.

A situação é ruim ainda, porque no nível atual de receitas a Helbor está consumindo seus recebíveis /estoques pra pagar despesas correntes.

Não sei até que ponto a queda de distratos vai resolver isso.

349152  - Tnl  -  20 Abr 2018, 20:12
Tá confiante ein. Viu a prévia de HBOR3!? O q achou? Achei ruim. Mercado par de q gostou!

348578 - jhcecato  -  30 Mar 2018, 14:23
Sigo pela mesma linha por aqui, mantendo a posição que já tinha, mas confesso que não sei se teria coragem de abrir posição hoje na empresa dados os números.

Um certo alento é que os controladores subscreveram uma quantidade relevante de ações nessa última subscrição, algo como 80 milhões se não me engano. Aparentemente eles acreditam que a empresa vai conseguir sair do outro lado sem se desmontar pelo caminho.

PS: Uma eventual legislação sobre distratos que parece já estar tramitando na câmara poderia ser um bom driver de curto prazo pra quem quer reduzir ou encerrar posição.

348572  - MuadibGV -  30 Mar 2018, 11:02
Citação: tnl - Post #348482 - 29/Mar/2018 13:33
Viu o balanço de HBOR e TCSA? O q achou?
Helbor é aquela história do copo meio cheio , meio vazio.

Na parte cheia, de novo houve geração de caixa. Segundo a cia. , como as entregas mais volumosas se esgotaram em 2017 a geração de caixa vai acelerar agora.

Tb houve uma aceleração nos lançamentos e nas vendas (diminuição dos distratos aumentaria as vendas líquidas), e com isso a receita a apropriar até subiu um pouco , salvo engano.

Na parte vazia houve nova redução no valor dos estoques ("impairment") e o ritmo atual de faturamento ainda é muito insuficiente para sequer deixar o EBITDA zerado.

A gordura representada pelo P/VPA abaixo de 1 vai sendo queimada trimestre a trimestre. A questão é saber quando (e se) a cia. atingirá um ritmo de faturamento que lhe permita rodar com ebitda positivo.

Eu continuo comprado com uma posição relativamente alta na carteira, uns 3%.

347722  - MuadibGV   -  02 Mar 2018, 16:12
Prof,

Tb tentei entender melhor essa conta , olhando junto o fluxo de caixa do release, mas não é fácil...

Uma parte está indo para imóveis em construção, e talvez os distratos sejam parte disso tb.

E os estoques tiveram algumas reavaliações pra baixo ao longo de 2017.

De qq forma, vi que o patrimônio líquido está caindo mais ou menos no mesmo ritmo do prejuízo (o que seria esperado mesmo, né?) mas tb não consegui identificar para onde está indo essa queda dos recebíveis no que excede o prejuízo.

Talvez comparando os itens do balanço patrimonial.

Vou dar uma olhada e depois posto aqui...

347713  - paulo_prof  -  02 Mar 2018, 13:23
Muadibgv

Tudo o que tenho aqui são números ... e estou estranhando estes números. ..

No 1T17, os recebíveis baixaram R$ 85,855 milhões, As despesas operacionais (Resultado Bruto + Resultado Financeiro - Resultado Antes dos Impostos) somaram R$ 40,471 milhões.

No 2T17, a queima de recebíveis somou R$ 170,934 milhões, para despesas operacionais de R$ 39,564 milhões.

No 3T17, a queima de recebíveis somou R$ 188,618 milhões, para despesas operacionais de R$ 43,306 milhões.

Para as contas "fecharem", necessariamente algum ítem (ou vários ítens) do passivo devem estar diminuindo sensivelmente a cada trimestre. Possivelmente, se deduzirmos passivos como Adiantamento de Clientes e Credores por Imóveis Compromissados, das Contas a Receber, teríamos uma medida dos Recebíveis "Líquidos", métrica talvez mais adequada para se ter uma melhor ideia do que de fato está ocorrendo. Ainda não tive tempo de procurar uma explicação para onde está indo a maior parte da "queima" de recebíveis. .

347706 - MuadibGV  -  01 Mar 2018, 23:16
Prof,
São os recebíveis sendo convertidos em grana que estão sustentando as despesas fixas da Helbor.

É justamente essa gordura do P/VPA que está sendo queimada que permitiu a empresa postar um prejuízo no último trimestre sem aumentar sua dívida líquida.

Claro que se continuar assim por mais alguns trimestres essa gordura queima e a empresa vai pro saco!

O nível de lançamentos não está tão ruim assim, se anualizar o último trimestre não fica tão longe dos anos áureos, o que está matando a cia. são os distratos.

Mas esses estão marcados para diminuir drasticamente a partir do 1T2018, por causa da diminuição de entregas.

Nos últimos trimestres a Helbor está distratando uns 100 milhões por trimestre, sinal de que embora o estoque esteja estável em valor , os imóveis velhos estão sendo vendidos, ou seja, o estoque está sendo renovado.

Nunca gostei muito da analogia de bicicleta que o pessoal usa pras construtoras, porque ignora a questão do VPA (estoques e recebíveis)!

347666  - paulo_prof - 01 Mar 2018, 11:21
E a variação nos recebíveis?

No último trimestre foi contabilizada uma "queima" de R$ 257 milhões em recebíveis. Os estoques permaneceram inalterados (aumento de R$ 3 milhões).

347665  - MuadibGV  - 01 Mar 2018, 09:49
Acho que EBITDA e LL não são as melhores formas de olhar uma empresa na situação da HBOR.

Se olhar a dívida é quase toda associada à produção (construção de imóveis).

Então é importante olhar o que está acontecendo com o estoque, e se a carteira de recebíveis está virando grana.

No último trimestre, por exemplo, houve geração de 5 milhões de caixa, apesar do prejuízo monstro.

Claro que o prejuízo é ruim, porque diminui o VPA , mas agora o P/VPA está por volta de 1/3 !

347660 - paulo_prof   -  01 Mar 2018, 01:36
A Helbor dá a impressão de ainda estar longe de um turn around ... Na minha opinião, se o turn around vier, comprar a R$ 1,60 ou R$ 2,00 fará pouca diferença, pois não há porque duvidar que o preço vá recuperar patamares acima dos R$ 4,00. O turn around, entretanto, pode demorar. E demorando, não é líquido e certo de que a empresa conseguirá sobreviver. Se continuar postanto R$ 70 milhões de prejuízo todos os trimestres, a coisa pode ficar difícil. Por outro lado, há o custo de oportunidade ...

347582  - damonpena   -  28 Fev 2018, 18:41
Prof Paulo , HBOR3 no preços atuais é pechincha ou ainda tá caro ?

347659  - paulo_prof   -  01 Mar 2018, 01:25
1,5%, se considerar ambas as carteiras, de minha esposa e minha.

347563  - acf3025   -  28 Fev 2018, 15:43
Muito difícil chutar ...

Do anos passado (4T16) para cá, não mudou muita coisa ...

Vendas Contratadas - Distratos: passou de R$ 132,5 milhões para R$ 111 milhões

Entregas: igual em R$ 277,9 milhões

Estoque no final do ano: passou de R$ 2,26 bilhões para R$ 1,95 bilhões

Endividamento Líquido no início do 4T: passou de R$ 1,99 bilhões para R$ 1,97 bilhões

Acho que, com um estoque menor, as despesas de manutenção dos imóveis prontos (IPTU, condomínio, etc) são menores. Por outro lado, com o número de lançamentos maior (passou de R$ 204,4 milhões nos 12 meses terminados em dezembro de 2016, para R$ 425 milhões), aumentam as despesas operacionais. O meu chute é um prejuízo na faixa dos R$ 45 milhões.


Bom dia professor. O senhor mantem posição no ativo? Quanto representa na carteira?

347556  - FatorHumano  -  28 Fev 2018, 14:42
#HBOR3 Segue resposta do RI da HELBOR

Em observância ao seu questionamento, a companhia não está com nenhuma proposta de aumento de capital via subscrição pública ou privada, tampouco existem fatores operacionais que justifiquem o comportamento das ações nos últimos pregões.
.
O que tem sido observado é uma forte pressão vendedora por parte de um acionista relevante e seu efeito sistêmico.
.
Caso necessite de alguma outra informação, não hesite em nos contatar.

347553 - paulo_prof  -  28 Fev 2018, 14:22
Muito difícil chutar ...

Do anos passado (4T16) para cá, não mudou muita coisa ...

Vendas Contratadas - Distratos: passou de R$ 132,5 milhões para R$ 111 milhões

Entregas: igual em R$ 277,9 milhões

Estoque no final do ano: passou de R$ 2,26 bilhões para R$ 1,95 bilhões

Endividamento Líquido no início do 4T: passou de R$ 1,99 bilhões para R$ 1,97 bilhões

Acho que, com um estoque menor, as despesas de manutenção dos imóveis prontos (IPTU, condomínio, etc) são menores. Por outro lado, com o número de lançamentos maior (passou de R$ 204,4 milhões nos 12 meses terminados em dezembro de 2016, para R$ 425 milhões), aumentam as despesas operacionais. O meu chute é um prejuízo na faixa dos R$ 45 milhões.

347549  - FoxHoundBR  -  28 Fev 2018, 13:21
A queda é mais do que normal. A Helbor é focada em imóveis de média e média-alta renda, que são os segmentos de mercado que mais apanharam nessa crise. Quando o setor de construção reagir de verdade, as primeiras empresas que mostrarão melhoras em seus números serão as que atuam no segmento econômico (pois os seus imóveis de baixo preço serão os primeiros a serem vendidos - aliás, isso já está acontecendo), enquanto que boa parte das empresas que atuam nos segmentos de média renda e acima e estão abarrotadas de estoques de imóveis caros encalhados, como a Helbor, estarão láaaaaaaaa no "fim da fila" para sair do buraco, quando conseguirem desencalhar os mesmos aos poucos.

E isso só acontecerá se a Helbor sobreviver à crise durante esse ano, pois essa dívida de R$ 2 bilhões contribuiu para derreter boa parte do seu caixa nos últimos anos (ela ainda possui cerca de R$ 256 milhões em caixa) e se a administração dela não fizer algo a respeito nos próximos trimestres a empresa correrá sério risco de pedir uma recuperação judicial.

347538  - Tnl   -  28 Fev 2018, 02:58
Professor Paulo ou quem mais puder, por favor ajuda a gnt com helbor, pela prévia operacional não dá pra prever como essa dívida vai evoluir? To pensando em dobrar a posição chuta o q vira no balanço?
http://ri.helbor.com.br/default_download.asp?NArquivo=PreviaOperacional_4T17_port_v3.pdf&arquivo=8A441CFB-6FBF-46F9-B280-79211CEA18C4

Citação: m boi mirim - Post #347541 - 28/Fev/2018 10:05
Tnl nao entendi mto pq o mercado bateu tanto na helbor esses dias. Será q é essa vso meia boca? A empresa está lançando e fazendo o dever de casa..
Dívida líquida de quase 2 bilhões ao fim do terceiro trimestre... Não há empresa que aguente carregar uma dívida monstruosa dessas... Quanto os encargos dessa dívida consomem do faturamento? E dívida de curto/médio prazos ou e de longo prazo? A receita líquida anual e de apenas pouco mais de 25% da dívida líquida!!!

Enquanto não diminuírem essa dívida...dificilmente vem um turnaround...

E só uma.opiniao...

347542 - Tnl  -  28 Fev 2018, 10:42
Nem eu. Ou tem algo q esta por vir: envolvimento com corrupção, algum fator não recorrente, ou tão exagerando!! Se considerarmos só a parte helbor teve aumento de 29% do VSO, 58% de aumento do VGV se comparado ao último tri. Lançaram coisa demais 107% a mais q o mesmo período de 2016 e venderam todas as unidades de um dos lançamentos: WIDE SÃO PAULO cuja a part da helbor eh de 70%. A dívida/PL vinha aumentando cerca de 7%, o q eu não entendo se juros e inflação estão caindo ao que está atrelado essa dívida q tanto aumenta?? Outra coisa foi essa subscrição q deve ter servido pra abater algo?!

Enfim, era pra estar começando o turn around, mas o ativo cai 26% num mês? Pode isso Arnaldo? Alguém da uma força aí? Levanta o SMALL do túmulo aí, sacode o Prof!! Chama tdo mundo, borá fazer um estudo dessa empresa. Imoveis de bom nível e em sp!! Tem alguma coisa q não to vendo? os distratos aumentaram cerca de 10 milhões, se comparar o ultimo tri, so a parte helbor, mas também lançaram muito mais. O lucro líquido e o ebtida estão caindo demais, o que não consigo entender!! Mas sera que ela não aguenta esperar essa melhora de 3% que estão projetando na economia?

347541  - M Boi Mirim   -  28 Fev 2018, 10:05
Tnl nao entendi mto pq o mercado bateu tanto na helbor esses dias. Será q é essa vso meia boca? A empresa está lançando e fazendo o dever de casa..

344003  - MuadibGV  -  15 Nov 2017, 23:51
O resultado da Helbor foi mais ou menos o esperado, conforme a prévia que já havia soltado.

Um prejuízo líquido devido ao nível baixo de receitas.

Da mesma forma que a Eztec, os canteiros de obras estão diminuindo e consequentemente a receita tb, e ai os custos fixos e financeiros não tem suporte , e viram prejuízo.

Por outro lado, pela primeira vez em muitos trimestres houve geração de caixa e leve diminuição da dívida líquida.

Houve um pequeno ajuste para menos nos valores do estoque.

E a cia. trocou dívida de produção por dívida bancária (isso acredito que seja por causa das entregas).

O próximo trimestre deve ser mais ou menos igual , com muitos entregas ainda (previram meio bilhão no 4T). E depois, à medida que as entregas forem diminuindo por causa da falta de lançamentos, a cia. deve começar a gerar caixa mesmo apresentando prejuízos por causa do baixo nível de receitas.

Eu vou subscrever ou comprar a mercado para aumentar minha posição, apesar da inflexão em vendas e distratos não estar configurada ainda no caso da Helbor.

Creio que é uma boa empresa e o desconto sobre o VPA justifica a compra , porque dá para esperar o mercado imobiliário reverter.

Helbor é um exemplo, tipo Eneva, de empresa que precisa olhar a geração de caixa ao invés de ver o lucro apenas.

343487  - MuadibGV   -  02 Nov 2017, 07:15
AVISA C HBOR1

HBOR1 dá direito a subscrever HBOR3 por 2 reais no começo deste mês.

Passará a ser uma das posições maiores.

Compra meio especulativa, já que a Helbor, ao contrário de Direcional, Eztec e MRV, ainda não mostrou inflexão nos resultados ruins recentes.

Empresa segue queimando caixa, com distratos quase empatando com vendas.

O racional é o seguinte:

-controlador subscreveu tudo a que tinha direito no último aumento de capital e vai fazer o mesmo agora. Está claro que não vai deixar a cia. ficar muito endividada;

-P / VPA atual por volta de 0,37, mas a tendência de reajustes pra baixo nos estoques (que compõem o VPA basicamente) terminou , segundo a tele-conferência 2T17. Tendência agora é de remarcação pra cima;

-pela prévia do 3T17 a cia. entregou meio bilhão em imóveis neste trimestre. Para o 4T17 a previsão é entregar mais meio bilhão em imóveis. Depois disso as entregas diminuem bastante , e com isso tb os distratos diminuem já que estes acompanham a entrega, principalmente. Ou seja, final de ano ainda deve ser ruim, mas depois acredito que a cia. passa a gerar caixa já que vai basicamente vender estoque pronto ou quase pronto.

335986  - MuadibGV -  24 Mar 2017, 14:53
Vou dar um alento pros comprados em Helbor (como eu).

Vendas trimestrais parte Helbor atingiram 200 milhões no trimestre, boa recuperação. O que está pegando são os distratos, mas esses parece que já chegaram na inflexão , tal como na Eztec. Mais da metade das vendas no ano foi de estoque pronto, que não tem distrato (s.m.j.) Então o que está acontecendo é uma depuração de vendas anteriores, e não destas últimas recentes. Conclusão: cedo ou tarde esses distratos irão ceder.

Também teve neste trimestre um custo de uns 30 milhões em uma obra no Rio que estão apontando como "não-recorrente".

Não ficou claro pra mim se o ajuste pra baixo que fizeram nos estoques transitou pelo resultado.

E a empresa gerou caixa no trimestre, com diminuição da dívida líquida

EDIT: esqueçam essa última parte da geração de caixa, porque nessa conta estão contando o aumento de capital tb! Na verdade queimaram uns 30 milhões no trimestre.

334421  - marcosvinicius2  -  20 Fev 2017, 18:36
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 4T09 X 1T10, 1T12 X 2T12 E 1T13 X 2T13 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
HÁ UMA DISCREPANCIA ENTRE O NUMERO DE AÇOES INDICADOS NA BOVESPA E NO FUNDAMENTUS
A receita operacional líquida da Helbor totalizou R$ 143,1 milhões no 3T16, redução de 59,2% em relação ao 3T15. O lucro bruto apresentou redução de 81,0%, passando de R$ 95,1 milhões no 3T15, para R$ 18,0 milhões no 3T16, e a margem bruta atingiu 12,6%, redução de 1.450 pontos base em relação à margem do 3T15 e de 970 pontos base maior do apresentado no 2T16.
No 9M16 a receita operacional líquida totalizou R$ 702,9 milhões, redução de 27,8% em relação ao 9M15. O lucro bruto teve uma redução de 50,1%, somando R$ 122,3 milhões no 9M16, e a margem bruta atingiu 17,4% no 9M16, apresentando uma redução de 780 pontos base em relação ao 9M15.

HBOR3
PREÇO: 3,51
PAYOUT (2015): 148,25%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -114,71
P/VPA 0,66
PSR 0,87
DY -1,29%
EV/EBITDA 228,39
MARGEM BRUTA 17,05%
MARGEM OPERACIONAL 3,49%
MARGEM LÍQUIDA -0,76%
LUCRO POR AÇÃO -0,031
MARGEM EBITDA 1,70%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 249,12%
ROE -0,58%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,57

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -30,92%
RESULTADO BRUTO -52,19%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -29,03%
RESULTADO OPERACIONAL -83,53%
RESULTADO LÍQUIDO -106,93%
EBITDA -91,54%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -59,19%
RESULTADO BRUTO -81,01%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 277,96%
RESULTADO OPERACIONAL -156,09%
RESULTADO LÍQUIDO -240,71%
EBITDA -146,85%

c) lucro (taxa média anual)
UA -106,93%
U2A ND
U3A -130,43%

d) patrimônio líquido médio
UA 2,35%
U2A 3,71%
U3A 6,46%

O prejuízo líquido totalizou R$ 29,5 milhões no 3T16 (resultado básico por ação de - R$ 0,1173). A margem líquida alcançou - 20,7% e a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio acumulado em 12 meses (ROE) atingiu -0,6%. No 9M16, por sua vez, o prejuízo líquido totalizou R$ 20,2 milhões, com margem líquida de -2,9%.

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Em 30 de setembro de 2016, o endividamento da Helbor totalizou R$ 2.262,1 milhões, um aumento de 4,8% em relação a 30 de junho de 2016. Esse crescimento é basicamente em função do aumento do saldo de financiamentos de obras, refletindo o crescimento do número de empreendimentos lançados nos últimos anos.

A dívida líquida da Helbor representava 107,2% do patrimônio líquido de 30 de setembro de 2016 (6,2% excluindo-se o SFH, que está diretamente vinculado à carteira de recebíveis).

O total de recebíveis, líquidos de AVP, atingiu R$ 1.959,314 milhões em 30 de setembro de 2016, sendo R$ 998,8 milhões, líquido de AVP, referentes às unidades em construção e R$ 960,5 milhões de unidades concluídas. A evolução dos recebíveis de unidades concluídas está compatível com os empreendimentos entregues no período, sendo que a Helbor vai continuar a sua política de repasse e securitização de recebíveis, preservando assim a liquidez de seu balanço.

174357 - renato1631 -  21 Mar 2013, 00:25
Tamujunto Small.

Helbor prevê alta de 20% de seus lançamentos em 2013
Lucas Bombana (lbombana@brasileconomico.com.br)
20/03/13


No ano passado, o "novo cenário do mercado imobiliário" provado pela companhia levou a uma queda de 10% no VGV Helbor referente aos lançamentos.

Em 2012 a Helbor verificou o início de uma mudança no cenário do mercado imobiliário do país.

De acordo com Henry Borenstein, diretor vice-presidente executivo da empresa, a grande oferta de empreendimentos imobiliários, somada ao maior acesso do crédito da população, tem tornado os clientes mais seletivos, o que tem retardado sua decisão de compra.

Além disso, o executivo apontou também prazos cada vez mais longos para que os projetos obtenham aprovação dos órgãos reguladores competentes.

"Estamos trabalhando para minimizar essa demora, principalmente na região metropolitana de São Paulo, com um maior número de projetos para obtenção de aprovação, para termos mais produtos na prateleira, prontos para lançamento quando considerarmos o melhor momento do mercado", disse Borenstein, durante teleconferência realizada nesta quarta-feira (20/3).

Para reduzir o impacto negativo da morosidade na aprovação de projetos, uma das estratégias da Helbor é a atuação geograficamente diversificada - no ano precedente, foram 18 empreendimentos lançados, em 11 cidades de cinco estados.

Outro reflexo atestado pelo diretor no mercado imobiliário brasileiro em 2012 foi uma valorização em ritmo mais moderado do metro quadrado dos imóveis. Segundo Borenstein, esse processo decorreu da alta nos preços dos imóveis nos últimos anos, em patamar superior ao crescimento na renda dos consumidores.

"Temos observado menor velocidade de venda, porque o consumidor, em vista da valorização mais lenta, fica mais confortável para tomar sua decisão", fala o executivo.

Ainda assim, esse cenário pouco animador traçado deve ser revertido pela Helbor em 2013, já que Roberval Toffoli, diretor financeiro e de RI da companhia, espera por um incremento da ordem de 20% no volume de lançamentos neste ano.

Em 2012, o VGV Helbor de lançamentos caiu 9,9%.

"Tem a variável mercado, que vai nos direcionar para quanto vamos lançar", pondera Toffoli.

346418  - christianklug   -  23 Jan 2018, 01:39
http://www2.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/frmNBC.asp?protocolo=594267&flnk

No 3T foram 212m em vendas e distratos na ordem de 150m um saldo de 62 m

No 4T foram 338m em vendas e distratos na ordem de 156m um saldo de 182 m.

Ou seja, embora os distratos continuem alto temos um saldo de venda 2 vezes maior.

Vamos ter um resultado bem melhor no 4T. Temos ainda o aumento de capital para reforçar o caixa da empresa.

O ideal era a MP dos distratos, porém acho difícil aprovar, então neste cenário temos a queda natural de distratos pela melhora na economia, queda nos estoques (em SP baixou de 28k para 18k) e fim dos descontos!

Para 2018 projeto um aumento de 20% em vendas com relação ao 4T, e uma redução em 30% nos distratos, então temos

vendas na casa de 400m e distratos na casa de 100m, um saldo de venda aproximado de 1,2bi, ante a um saldo de 500m em 2017.

Em resumo a empresa poderá pagar suas dividas e gerar muito caixa já em 2018, além de distribuir dividendos já em 2018.

Meu preço alvo para o papel é 4.30 para o fim de 2018, se a MP vingar o preço vai para 5.10.

344361  - marcosvinicius2 -  25 Nov 2017, 12:25
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). RESULTADO LIQUIDO DO 3T17 MELHOROU EM RELAÇÃO AO 2T17 E PIOROU NA COMPARAÇÃO COM O 3T16. DOS ULTIMOS 40 TRIMESTRES, 06 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (15,0000%). O PREJUÍZO LÍQUIDO TOTALIZOU R$ 74,7 MILHÕES NO 3T17, UMA VARIAÇÃO DE -5,8% EM RELAÇÃO AO 2T17. A MARGEM LÍQUIDA ALCANÇOU -84,3% E A RENTABILIDADE SOBRE O PATRIMÔNIO LÍQUIDO MÉDIO ACUMULADO EM 12 MESES(ROE) ATINGIU O VALOR NEGATIVO 22,3%. NO 9M17, POR SUA VEZ, O PREJUÍZO LÍQUIDO TOTALIZOU R$ 202,8 MILHÕES, COM MARGEM LÍQUIDA NEGATIVA DE 51,0%.:

HBOR3
PREÇO: 2,09
PAYOUT (2016): -16,21%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -2,38
P/VPA 0,57
PSR 1,14
DY 6,80%
EV/EBITDA -16,21
MARGEM BRUTA -8,88%
MARGEM OPERACIONAL -57,18%
MARGEM LÍQUIDA -47,90%
LUCRO POR AÇÃO -0,877
MARGEM EBITDA -37,70%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 169,07%
ROE -23,87%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,09

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -42,45%
RESULTADO BRUTO -129,98%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -699,63%
RESULTADO OPERACIONAL -1043,90%
RESULTADO LÍQUIDO 3524,79%
EBITDA -1375,68%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -38,06%
RESULTADO BRUTO -160,77%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 440,15%
RESULTADO OPERACIONAL 236,12%
RESULTADO LÍQUIDO 152,82%
EBITDA 162,08%

c) lucro (taxa média anual)
UA 3524,79%
U2A ND
U3A -205,13%

d) patrimônio líquido médio
UA -5,63%
U2A -1,72%
U3A 0,50%

Em 30 de setembro de 2017, o endividamento da Helbor totalizou R$ 2.225,8 milhões, uma redução de 0,1% em relação a 30 de junhode 2017. A pequena variação apresentada na comparação trimestral deve-se à amortização do saldo devedor dos financiamentos de obra e dívida corporativa e em contrapartida o aumento do saldo de financiamentos não atrelados à produção e debentures.

No 9M17 a receita operacional líquida totalizou R$ 397,6 milhões. O prejuízo bruto somou R$ 27,2 milhões no 9M17, e a margem bruta atingiu -6,8% no 9M17, apresentando uma reversão do lucro bruto de R$122,3 milhões no 9M16.

HBOR3_lucro_tri_bar.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

344067  - menghele  -  17 Nov 2017, 03:14
Concordo com suas avaliações: excelente picking de "turnaround". Talvez junto a Tecnisa, Hbor seja uma das melhores escolhas SE e QUANDO melhorar a renda agregada das famílias. Operam nas regiões que em meu ver serão as mais beneficiadas quando houver a recuperação, junto com centro-oeste e o Nordeste. A de ser considerado que o próximo ano será eleitoral, assim talvez o BC "banque" os juros da SELIC (7%/6,75%) mesmo com algum repique inflacionário, assim estimulando investidores que hoje ainda tem recursos retidos em RF, em resgatá-los e direcioná-los a compra de imóveis.

Eu não deveria comprar o ativo, pois participo diretamente em incorporações, porém, dentro da adrenalina, nos níveis atuais acho uma aposta interessante.

Mais uma vez, use sua capacidade em estudar ativos mais líquidos...já lhe falei esqueça essas RBBV,e AÇÕES iliquidas que não quero citar pois não é o caso ...NÃO ESTÁ HA HORA. EM outra fase chegará a hora.

335954  - ikkii   -  23 Mar 2017, 23:14
Resultado da Helbor foi um filme de terror. O prof. avisou que era pra pular do barco acima dos 3,5x.... Não pulei, agora vamos descer a montanha russa carregado.

prof, o senhor chegou a passar os olhos no balanço da Helbor?
Alguém pode dizer se está muito crítica a situação dessa empresa (Helbor)?

Em 2009, quando se recuperava da crise, a ação subiu mais de 2.000% sem parar.

Que crise? Crise foi lá fora.. por estas bandas houve um boom imobiliário em 2009 e nos anos seguintes.. produção animalesca de unidades. Atualmente há dificuldades até pra realizar lançamentos... daí a diferença de retorno.

ikkii, obviamente eu estava me referindo à COISA QUALQUER (crise na bolsa ou o nome que tenha) que à época derrubou a cotação do ativo a míseros R$ 0,38 (TRINTA E OITO CENTAVOS). 

Seja lá como for, o ponto chave da minha despretensiosa assertiva era relembrar a ocorrência de RECUPERAÇÃO DE 2 MIL POR CENTO (não visava debater o conceito de crise e nem em SONHO me referi a um determinado setor da economia real do Brasil) - o que, queiram ou não os senhores, é PASSÍVEL de gerar efeitos psicológicos no mercado (efeitos gráficos).

Na verdade pedi alguma dica sobre o balanço de HBOR3 porque tenho posição do ativo. Busquei prestar uma informação para não ficar apenas chupinzando. Se aquilo que derrubou a bolsa do mundo todo em 2008/09 não era crise então OK, mas realmente tanto faz pois não era esse o ponto. 
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321705  - MuadibGV   -  13 Mai 2016, 22:31
Pessoal,
Outro dia estava falando sobre Helbor e a importância que o estoque de imóveis tem na valoração dessa empresa, bem mais q nas outras construtoras. Pois bem, parece que no release divulgado hoje tem um "ajuste" no valor desse estoque que o reduziu em 400 milhões!!!
Quem mais viu isso ai?
Obs: Apesar do resultado horroroso, com geração negativa de caixa, continuo achando que nesse preço não tem erro. 
320994 - damonpena - 02/Mai/2016 17:43
HBOR3 com cenário de quedas dos juros a frente .. não seria uma boa nos atuais preços ?
320999 - paulo_prof - 02/Mai/2016 18:07
Ao preço corrente, o valor de mercado considerando a base acionária de 31DEZ15 é de R$ 384 milhões, pouco acima das disponibilidades de caixa (R$ 335 milhões).

Em 31DEZ2015, a empresa tinha recebíveis totalizando R$ 2,16 bilhões e estoques totalizando R$ 2,48 bilhões. O endividamento líquido (empréstimos bancários, financiamentos e debêntures) era de R$ 1,63 bilhões.

Embora, na situação econômica atual, é mais provável que a empresa poste prejuízo do que lucro, acredito que o risco de um investimento é pequeno. Considerando os fundamentos acima, a empresa está muito descontada. Acho que muita coisa tem que dar errado durante muito tempo para que o valor de mercado atual se justifique ... mas como nunca se sabe ... a minha aposta é compatível com a expectativa de "turn around" (1,5% da carteira).

O setor está muito prejudicado pela crise. Mas também fiz uma aposta. Afinal, é uma das melhores do setor, lucrando mesmo nesses tempos.

321043  - Jeferson Arruda  -  02 Mai 2016, 23:32
Dizem que é na hora da crise que surgem as oportunidades, e parece que existem varias delas disponiveis. Também achei que valia uma fézinha em HBOR3 e comrepi algumas para compor 3% da minha carteira. 
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Apartamento em frente ao Shopping Colinas, no Esplanada, com uma bela área de lazer. A Helbor estava vendendo a 4k o m2 e é novo, sem depreciação.
O Terraços não tem mais encalhes da Helbor, ela já conseguiu vender tudo. Então já deve estar mais que isso. Mas ele fica ao lado do Espanada Resort, que é da Costa Norte (construtora local), e nem se compara o padrão de construção. Daqui a 5 anos o Terraços estará igual ao Esplanada Life Clube (tb da Helbor), caindo aos pedaços (é só ver as inúmeras rachaduras que a Helbor ainda está cobrindo, pois está na garantia).

Se for assim, a Helbor me ofereceu o Paesaggio, 245m2 de PÉSSIMA distribuição (4 quartos que tem 2 quartos de 3,3 x 2,8 m2, vc imagina o tamanho que ficou a varanda!), 15º andar, uma vista ESPETACULAR, por 890mil em dez/2015 (3,63mil/m2). Esse mesmo apartamento estavam vendendo na planta, em 2011, por 1,2milhão.

Veja a evolução do estoque Helbor para o Paesaggio:
3T14 (antes da entrega das chaves): 59 unidades
4T14: 55 unidades
1T15: 39 unidades
2T15: 44 unidades (dá-lhe distratos!!!)
3T15: 38 unidades
4T15: a prévia fala em 80 unidades vendidas em São José, mas o estoque Helbor na cidade é de cerca de 240, desses quantos serão Paesaggio???

Ou seja, quando a construtora precisa desencalhar o estoque, o preço vai lá embaixo mesmo. Mas isso não é parâmetro, a não ser que vc aceite morar exatamente neste imóvel, nesta planta e neste lugar. 

Tenho amigos que sao corretores e donos de imobiliária. Realmente a Costa Norte é diferenciada, mas acho difícil o preço citado. Alguns apartamentos perto da praça do Aquarius realmente tem uma valorização maior. Mas, são exceções. Paesagio há seis meses vendeu 6 unidades para um investidor por 600 mil cada apartamento, segundo um corretor conhecido.
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315797  - sergio74   -  20 Jan 2016, 22:49
HBOR3

Prévia dos Resultados Operacionais do 4T15 e 2015

Mogi das Cruzes, 20 de janeiro de 2015 - A Helbor Empreendimentos S.A. (BM&FBOVESPA: HBOR3), incorporadora residencial e comercial com presença em 10 estados e no Distrito Federal, abrangendo 27 cidades brasileiras, anuncia hoje os resultados operacionais preliminares e não auditados referentes ao quarto trimestre e o acumulado do ano de 2015 (4T15 e 2015).

As Vendas Contratadas Totais do 4T15 somaram R$ 268,0 milhões, sendo a parte Helbor R$ 205,5milhões, aumento de, respectivamente, 18,5% e 23,7% quando comparado ao 3T15. Em relação ao 4T14, as vendas contratadas e as vendas parte Helbor apresentaram queda de 26,4% e 25,0% Em 2015, as vendas atingiram R$ 963,5 milhões, 31,1% inferior ao atingido no ano de 2014.

As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiu 8,1% no trimestre, aumento de 170 bps em relação ao 3T15. Em 2015 o VSO, considerando a parte Helbor, atingiu 23,5%, aumento de 580 bps em relação ao VSO LTM de 9M15 .

Os Lançamentos no 4T15 atingiram R$ 69,6 milhões em VGV total, 38,7% inferior ao lançado no 3T15 e 78,2% menor quando comparado ao 4T14. O VGV parte Helbor totalizou R$ 48,8 milhões. No acumulado do ano de 2015, os lançamentos atingiram R$ 348,4 milhões em VGV total e R$ 233,1 milhões em parte Helbor, diminuição de, respectivamente, 72,4% e 75,3% em relação ao ano de 2014.

As Entregas no 4T15 totalizaram R$ 431,8 milhões em VGV Total ou R$ 361,8 milhões em VGV Parte Helbor, na época do lançamento, correspondendo a 945 unidades entregues no período.

http://ri.helbor.com.br/

174354 - small caps -  21 Mar 2013, 00:22
Citação: small caps
Momento de degustar a teleconferência da Helbor:
http://webcast.mzvaluemonitor.com/Spectator.aspx?PlatformId=844&SpectatorId=46237
Destaques:

a) R$ 25 milhões de economia com a nova tributação... (pode impactar positivamente este trimestre... ou o próximo...

b) tem um bom pipeline para o ano que será lançado conforme o mercado... a perspectiva é crescer 20% em relação a este ano (bombástico);

c) tem 25 entregas previstas para este ano, gerando um "importante caixa";

Concluindo: é pra casar! :)

174070 - dusteffen -  20 Mar 2013, 10:16
 Lucro líquido da Helbor sobe 21% no 4º tri de 2012
.
Por De São Paulo

A Helbor registrou melhora do lucro líquido e da maior parte das margens no quarto trimestre de 2012, em relação ao mesmo período de 2011. O lucro líquido subiu 20,8%, para R$ 67,94 milhões. A expansão ocorreu em proporção acima do crescimento de 7% da receita líquida, para R$ 366,6 milhões. A margem líquida aumentou de 16,4% para 18,5%.

O lucro bruto teve incremento de 17,9%, para R$ 116,554 milhões. A margem bruta cresceu de 28,8% no quarto trimestre de 2011, para 31,8% no último trimestre do ano passado. A geração de caixa medida pelo Ebitda teve alta de 7,5%, para R$ 84,73 milhões. A margem Ebitda passou de 22,9% para 23,1%.

No quarto trimestre, a Helbor lançou R$ 711,37 milhões, valor 6,9% menor que o do mesmo período de 2011. Segundo a Helbor, sua estrutura com baixos custos fixos possibilita que, mesmo que seja necessário reduzir lançamentos, as despesas sejam diluídas sem comprometer a rentabilidade.

As vendas contratadas tiveram queda de 29,7% no trimestre, para R$ 395,01 milhões.

A margem dos resultados a apropriar caiu de 38,9% no quarto trimestre de 2011, para 36,9% nos três últimos meses de 2012.

A Helbor gerou caixa de R$ 20,6 milhões no quarto trimestre de 2012. Para essa geração, contribuíram as entregas de R$ 280 milhões em setembro e outubro. No acumulado do ano, porém, houve consumo de caixa de R$ 32,753 milhões, excluindo os dividendos que foram pagos no segundo trimestre.

O grande volume de entregas previsto para os próximos trimestres contribuirá para a geração de caixa, de acordo com a companhia.

No quarto trimestre, a dívida líquida da Helbor cresceu 19,2%, ante o mesmo período do ano passado, para R$ 643,35 milhões. Esse valor inclui os financiamentos realizados nos moldes do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). A relação entre dívida líquida e patrimônio líquido caiu de 63,8% no último trimestre de 2011, para 62%.

O ROE (retorno sobre patrimônio) dos últimos 12 meses aumentou de 27,6%, no quarto trimestre de 2011, para 28,9%. Já o ROE anualizado passou de 26,4% para 26%, na mesma base de comparação.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/3052072/lucro-liquido-da-helbor-sobe-21-no-4

173987 - paulo_prof -  20 Mar 2013, 00:52
HBOR3
PREÇO R$ 12,10
PAYOUT (2012) 38,0%

P/L 8,68
P/VPA 2,28
PSR 1,65
DY 4,38%
EV/EBITDA 9,07
MARGEM BRUTA 32,9%
MARGEM OPERACIONAL 24,5%
MARGEM LÍQUIDA 19,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,393
MARGEM EBITDA 23,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 98,3%
ROE 26,22%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,29

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 21,53%
RESULTADO BRUTO 31,94%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -10,87%
RESULTADO OPERACIONAL 28,13%
RESULTADO LÍQUIDO 27,55%
EBITDA 29,26%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,97%
RESULTADO BRUTO 17,93%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -21,18%
RESULTADO OPERACIONAL 21,75%
RESULTADO LÍQUIDO 20,76%
EBITDA 7,53%

c) lucro (taxa média anual)
UA 27,55%
U2A 22,26%
U3A 51,06%

d) patrimônio líquido médio
UA 21,75%
U2A 23,71%
U3A 35,26%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 17,41

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -8.0%

173966  - small caps -  20 Mar 2013, 00:25
Citação: danieljoseaa
HBOR3
68 milhões no 4° tri contra 56,2 milhões no 4° tri de 2011 ( + 20,8%)
272 milhões em 2012 contra 213 milhões em 2011 ( + 27,5%)
hihihihi !!!

CARAJO :)

E deve vir aquele dividendozinho crescente...

173960 - DANIELBOSSAN -  20 Mar 2013, 00:17
A HELBOR na área...

Resultado do 4º Trimestre de 2012

A companhia anunciou lucro líquido de R$ 67,9 M no 4° trimestre de 2012, decréscimo de 16,8% em relação ao 3° trimestre de 2012 e crescimento de 20,8% em relação ao 4T11. A receita líquida atingiu R$ 1,2 M neste trimestre, uma variação de -26,6% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e crescimento de 1.700,0% em relação ao 4° trimestre de 2011.

O resultado corresponde a uma margem bruta de 93,6% contra 7,5% no 3T12. Já a margem líquida ficou em 5.806,8% no quarto trimestre de 2012 contra 5.117,9% no 3T12.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 1,5 B, acréscimo de 28,5% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido atingiu a soma de R$ 1,0 B neste trimestre, o que representou uma variação de 22,7% em relação ao saldo no 4T11.

Ao longo do trimestre, a ação oscilou 15,7% contra 3,0% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado atingiu R$ 2,5 B contra R$ 1,3 B no quarto trimestre de 2011.

173771 - small caps -  19 Mar 2013, 14:07
Fevereiro de 2009, mês em que HBOR3 atingiu a cotação mínima de sua história (R$ 0,80 ex-desdobramento de ações - 3x) e antes dos dividendos:

http://smallcaps.blogs.advfn.com/2009/02/01/carteira-small-caps-para-fevereiro-valorizacao-de-809-em-janeiro-liderada-pelos-bancos-medios/

"HBOR3: Construtora de menor porte na Bolsa (quando comparada às gigantes do setor), que negocia com P/L 4,24, P/VPA 0,32, PSR 0,40. Tem valor de mercado de R$ 126 milhões e só o lucro acumulado até o terceiro trimestre atinge R$ 43 milhões. Este lucro já garantiria um dividendo mínimo (conforme legislação, 25% do lucro líquido subtraído da reserva legal de 5%) de 8% sobre a cotação atual, a ser anunciado até a assembléia que deliberar o destino do resultado do exercício. Além disso, a quantia de “lucros a realizar” decorrente de unidades vendidas e ainda a construir, é superior ao seu valor de mercado atual."

165328 - rosvd -  01 Fev 2013, 14:39
Fortaleza recebe hoje (31) o Helbor Trend Santos Dumont

Residencial traz um conceito diferenciado para a cidade, focado na localização, na elegância da arquitetura, na flexibilidade do espaço interno e no lazer bem planejado

A Helbor Empreendimentos S.A. e a Caltech Engenharia trazem para Fortaleza (CE) o Helbor Trend Santos Dumont, um residencial totalmente inovador e que, além de proporcionar qualidade de vida aos seus moradores, irá valorizar ainda mais as belezas da capital cearense. A entrega do residencial aos seus proprietários será realizada hoje, dia 31 de janeiro, com um animado coquetel.

Localizado na Rua Monsenhor Bruno, 1.210, esquina com a Avenida Santos Dumont, o empreendimento fica a poucas quadras do mar e ao lado de uma das mais belas praças da cidade, a Luíza Távora. Também está próximo de shoppings, supermercados, restaurantes, bancos e farmácias.

O residencial conta com fachada contemporânea e apartamentos de 3 quartos, com 2 suítes e 2 opções de plantas: de 68 m² privativos ou 73 m² privativos, incluindo sacada. Nas áreas comuns haverá vários itens de lazer, como piscinas, fitness, quadra recreativa, playground, salão de jogos, brinquedoteca, salão de festas, churrasqueira e redário. Todas as áreas comuns serão entregues mobiliadas e decoradas conforme memorial descritivo.

Os projetos de arquitetura e decoração são de Márcia Cavalcante Arquitetos Associados e de paisagismo, de Benedito Abbud Arquitetura Paisagística. A construção foi realizada pela Caltech e a comercialização, por Luciano Cavalcante Imóveis.

O Helbor Trend Santos Dumont, entregue aos seus proprietários dentro do prazo contratual, marca o início da atuação da Helbor em Fortaleza, sendo o primeiro residencial concluído na cidade. Em 2010, foram lançados os residenciais Helbor Condomínio Parque Clube Fortaleza I e II, no Papicu, registrando sucesso total de vendas, com todas as unidades vendidas ainda no pré-lançamento. Todos os empreendimentos desenvolvidos pela Helbor na cidade contam com a parceria da Caltech.
http://www.maxpressnet.com.br/Conteudo/1,561167,Fortaleza_recebe_hoje_31_o_Helbor_Trend_Santos_Dumont,561167,5.htm

164042 - paulo_prof -  19 Jan 2013, 21:11
HBOR3

Para justificar o preço atual de R$ 12,00, supondo um lucro líquido real constante por toda a eternidade e uma taxa de desconto real de 8%, o lucro líquido anual por ação em reais de hoje teria que ser maior do que R$ 0,96. Isto corresponde a um lucro líquido anual de R$ 187,5 milhões.

O lucro líquido postado nos últimos 12 meses foi de R$ 260,5 milhões.

As taxas anuais médias de crescimento nominal do lucro líquido nos últimos anos foram:

U1A    26,96%
U2A    26,76%
U3A    67,15%

U4A    138,18%

163965 - paulo_prof -  18 Jan 2013, 23:06
As prévias operacionais prestam informações sobre lançamentos, vendas e unidades entregues. Não há informação relativa ao ritmo das obras.

A prévia operacional do 4T12 vai impactar os resultados do futuro. De qualquer forma, no que tange lançamentos e vendas, o 4T12 foi mais fraco do que o 4T11, mas melhor do que o 3T12.

Eu aproveitei a liquidação para aumentar a posição ...

163956 - renato1631 -  18 Jan 2013, 21:41
Ações da Helbor despencam após queda na prévia operacional
Vendas contratadas da empresa recuaram 8,3% no ano e velocidade de vendas sobre a oferta caiu para 51,5%
http://www.infomoney.com.br/helbor/noticia/2661736/acoes-helbor-despencam-apos-queda-previa-operacional

163911 - ManoScience -  18 Jan 2013, 16:31
Sobre a prévia da helbor, minha opinião:

Já estudei várias veses sobre isso na eztec, e a participação dos lançamentos no resultado do próprio trimestre é pequena, já que a receita é reconhecida de acordo com o avanço da obra.

O resultado do 4tri12 poderia ser melhor se as vendas fossem melhores? Poderia. Mas ele não vai ser tão impactado por causa disso.

É só tomar o exemplo do último resultado 3tri12:

##Essa foi a prévia do 3tri2012:

O VGV Total Lançado no 3T12 atingiu R$ 276,3 milhões, uma diminuição de 6,5% em relação ao 3T11. O VGV Parte
Helbor totalizou R$ 214,5 milhões, decréscimo de 3,5% em relação ao 3T11. No acumulado do ano, o VGV Total Lançado
atingiu R$ 897,7 milhões e a parte Helbor R$ 683,2 milhões, diminuição de 9,4% e 12,8%, respectivamente, em relação
ao 9M11.

As Vendas Contratadas Totais do 3T12 somaram R$ 319,7 milhões, uma alta de 1,3% em relação ao 3T11. A parte Helbor alcançou R$ 236,9 milhões, volume 8,3% menor em relação ao 3T11. No 9M12, as Vendas Contratadas Totais atingiram R$ 1.003,1 milhões e a parte Helbor R$ 768,7 milhões, respectivamente 6,0% e 0,1% maior em relação que o
apresentado no 9M11.
As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiram 21,5% no trimestre e 49,9% nos primeiros
nove meses do ano.


Ou seja, tb foi uma prévia regular. Na prévia do 4tri12, comparando com a prévia do 3tri12, o VGV total de 2012 deu uma melhorada, Vendas deu uma piorada, e a VSO melhorou.

##E mesmo assim, o resultado do 3tri12 veio o seguinte:

.Receita Líquida +33% no trimestre, e +27% nos 9meses2012
.Ebtida +91% no trimestre, e 39% nos 9meses2012
.Lucro Líquido +69,9% no trimestre, e +30% 9meses2012

Então...
Para esse resultado do 4tri12 e para os subsequentes, não vejo tanto problema. Devem vir melhores do que o ano anterior. Mas é de se esperar uma recuperanção do VGV e vendas em 2013 para que, lá para 2015, 2016, os resultados não possam ser impactados por esse 2012 não tão bom.

163819 - pppadv -  17 Jan 2013, 22:53
muito mais detalhes em:
http://ri.helbor.com.br/helbor/web/download_arquivos.asp?id_arquivo=D035F153-D5EB-4059-96C1-218F038FAA24

163809 - ManoScience -  17 Jan 2013, 20:54
HELBOR
Resultados Operacionais Preliminares do 4T12 e 2012

Mogi das Cruzes, 17 de janeiro de 2013 - A Helbor Empreendimentos S.A. (BM&F BOVESPA: HBOR3), incorporadora residencial e comercial com presença em 10 estados e no Distrito Federal, abrangendo 31 cidades brasileiras, anuncia hoje os resultados operacionais preliminares e não auditados para o quarto trimestre de 2012 (4T12) e ano de 2012.

O VGV Total Lançado no 4T12 atingiu R$ 937,2 milhões, uma queda de 4,1% em relação ao 4T11. O VGV Parte Helbor totalizou R$ 711,4 milhões, diminuição de 6,9% em relação ao 4T11. No acumulado do ano, o VGV Total Lançado atingiu R$ 1.834,9 milhões e a parte Helbor R$ 1.394,6 milhões, diminuição de 6,8% e 9,9%, respectivamente, em relação ao ano de 2011.
As Vendas Contratadas Totais do 4T12 somaram R$ 523,9 milhões, queda de 27,0% em relação ao 4T11. A parte Helbor alcançou R$ 398,5 milhões, volume 30,7% menor em relação ao 4T11. No ano, as Vendas Contratadas Totais atingiram R$ 1.526,7 milhões e a parte Helbor R$ 1.157,7 milhões, queda de 8,3% e 12,9%, respectivamente, em relação ao apresentado no ano de 2011.
As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiram 23,2% no trimestre e 51,5% no ano.

162945 - renato1631 -  10 Jan 2013, 01:03
Helbor aumenta capital em R$ 15,4 milhões
Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
09/01/13 19:30

Elevação decorre da subscrição privada de 2,94 milhões de ações, no âmbito do programa de compra.

A Helbor Empreendimentos, em reunião do conselho de administração realizada nesta quarta-feira (9/1), aprovou o aumento de capital da companhia, dentro do limite autorizado, no valor de R$ 15.435.000,00, mediante a subscrição de privada de 2,94 milhões de ações ordinárias, escriturais, sem valor nominal, ao preço unitário de emissão de R$ 5,25.

A operação é resultado do exercício de opções de compra de ações, aprovada em 7 de julho de 2011.

Com isso, o capital da Helbor passará de $ 490.941.305,00 para R$ 506.376.305,00, divido em 198.230.721 ações ordinárias.

161389 - Guinsanity -  21 Dez 2012, 21:43
Helbor Anuncia a Captação de R$ 150 milhões em Debêntures
Mogi das Cruzes, 21 de dezembro de 2012 - A Helbor Empreendimentos S.A. (BM&F BOVESPA: HBOR3), incorporadora residencial e comercial com presença em 10 estados e no Distrito Federal, abrangendo 31 cidades brasileiras, anuncia a captação de R$ 150 milhões em Debêntures simples, da forma nominativa e escritural, não conversíveis em ações, aprovada em reunião do Conselho de Administração realizada em 12 de novembro de 2012.

Os recursos desta captação serão destinados à recomposição de caixa, investimentos em capital de giro e financiamento à produção.

Para acessar o comunicado completo, incluindo mais detalhes sobre a operação, clique aqui.

156879 - small caps - 14 Nov 2012, 01:57 
É... e segundo entrevista que postei aqui que saiu no Valor, eles tem R$ 1 bi em lançamentos programados para este trimestre... se fizer só 50% já estará de bom tamanho...

156875 leeuwen -  14 Nov 2012, 01:54
E s lançamentos continuam atrasando por conta da "burocracia" ...

"
No 3T12, a Helbor lançou 3 empreendimentos, perfazendo R$ 276,3 milhões, sendo R$ 214,5 milhões a parte Helbor.
Todos os empreendimentos lançados foram comerciais e no estado de São Paulo: um na cidade de São Paulo, um em São
Vicente e outro em Mogi das Cruzes. Mais uma vez as dificuldades de aprovações dos empreendimentos dificultaram os
lançamentos do trimestre, e alguns que estavam programados para o terceiro trimestre deste ano tiveram que ser
postergados. "

156873 - paulo_prof -  14 Nov 2012, 01:48
HBOR3
PREÇO: R$ 12,05
PAYOUT (2011): 48,3%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses:
P/L 9,04
P/VPA 2,23
PSR 1,67
DY 3,68%
EV/EBITDA 9,27
MARGEM BRUTA 32,2%
MARGEM OPERACIONAL 23,8%
MARGEM LÍQUIDA 18,5%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,334
MARGEM EBITDA 23,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 83,2%
ROE 24,67%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,85

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 9M12 em relação aos Resultados dos 9M11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,7%
RESULTADO BRUTO +37,3%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -7,3%
RESULTADO OPERACIONAL 30,5%
RESULTADO LÍQUIDO +30,0%
EBITDA +38,9%

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 3T12 em relação aos Resultados dos 3T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +33,5%
RESULTADO BRUTO +53,4%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -4,9%
RESULTADO OPERACIONAL +63,7%
RESULTADO LÍQUIDO +69,3%
EBITDA +91,6%

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido:
UA 26,96%
U2A 26,65%
U3A 67,15%


b) do patrimônio líquido médio
UA 21,26%
U2A 27,79%
U3A 34,64%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: -11,0%

156872 - small caps -  14 Nov 2012, 01:46
HBOR3:

Aqui um dos diferenciais competitivos em relação a concorrência que costumeiramente estoura orçamento:

"Todos os empreendimentos acima foram concluídos dentro do prazo contratual e com as obras plenamente dentro do orçamento contratado, o que reforça o rígido controle na execução das obras junto aos parceiros construtores. Além disso, do total de unidades entregues no trimestre, 98% já estavam vendidas, reforçando a estratégia de minimizar os estoques de unidades prontas. Estas duas estratégias são importantes para reforçar o fluxo de caixa da companhia e garantir a rentabilidade dos projetos."

156870 - small caps -  14 Nov 2012, 01:43
Destaques
O VGV Total Lançado no 3T12 atingiu R$ 276,3 milhões, com a parte Helbor representando R$ 214,5 milhões. Este valor representa uma redução de 3,5% sobre o 3T11. No 9M12, o VGV lançado parte Helbor somou R$ 683,2 milhões, 12,8% menor que o 9M11.
As Vendas Contratadas Totais do 3T12 somaram R$ 321,7 milhões e a parte Helbor alcançou R$ 238,5 milhões, valor este que corresponde a uma queda de 7,7% em relação ao 3T11. No 9M12, as vendas totais somaram R$ 1.005,0 milhões e a parte Helbor alcançou R$ 770,3 milhões, crescimento de 0,3% em relação ao 9M11. As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiram 21,7% no trimestre e 50,0% nos nove primeiros meses do ano.
O Banco de Terrenos somou R$ 7,2 bilhões (R$ 8,9 bilhões considerando a Alden) em 30 de setembro de 2012, um aumento de 1,0% em comparação a 30 de junho de 2012. A parte Helbor totalizou R$ 5,6 bilhões (R$ 6,4 bilhões considerando a Alden) ao final do trimestre.
A Receita Operacional Líquida apresentou um crescimento de 33,5% no trimestre, partindo de R$ 293,3 milhões no 3T11 e evoluindo para R$ 391,7 milhões no 3T12. No ano a Receita Líquida cresceu 27,7%, somando R$ 1.065,7 milhões no 9M12.
O Lucro Bruto totalizou R$ 136,2 milhões no 3T12, apresentando um crescimento de 53,4% em comparação com o mesmo período do ano anterior, com Margem Bruta de 34,8% (Margem Bruta Ajustada de 37,8%). No 9M12, o lucro bruto atingiu R$ 354,5 milhões (37,3% maior que o 9M11), com Margem Bruta de 33,3%, 240 pontos base maior que o 9M11.
O EBITDA somou R$ 99,6 milhões no 3T12, substancial crescimento de 91,6% em relação ao 3T11 e 21,1% superior ao 2T12, com Margem EBITDA de 25,4% (Margem EBITDA Ajustada de 28,1%). No acumulado do ano, o EBITDA cresceu 38,9%, atingindo R$ 246,8 milhões e a Margem EBITDA correspondeu a 23,2% (Margem EBITDA Ajustada de 27,8%).
O Lucro Líquido totalizou R$ 81,7 milhões (lucro por ação de R$ 0,4180) no 3T12, um crescimento de 69,6% em relação ao 3T11, com Margem Líquida de 20,8%. No 9M12, o lucro líquido somou R$ 204,2 milhões, com crescimento de 30,0% em relação ao 9M11 e Margem Líquida de 19,2%.
O ROE dos últimos 12 meses atingiu 27,6%, um crescimento de 220 pontos base em relação ao trimestre anterior. O ROE trimestral anualizado, por sua vez, foi de 32,2%. A companhia, assim, manteve-se como referência no setor em termos de rentabilidade.

156862 - danieljoseaa -  14 Nov 2012, 01:30
Sensacional HBOR3.....caracoles.............ainda bem que recomprei um pouco, amanhã tento papar mais algumas.

Maior resultado trimestral de sua história.

PTBL, HBOR e outras em menor intensidade, amanhã promete..........

156857 - small caps -  14 Nov 2012, 01:23
1.500% de alta... e nada de ficar cara...

P/L 0,5 para quem comprou em fevereiro de 2009... o que dará em breve, um DY de 100%... animal mesmo...

156854 - leeuwen -  14 Nov 2012, 01:21
Helbor 3T2012:

LL de 81 631 milhões
Margem líquida: 20,8%

Margem Bruta: 34,76 %
LL 3T2012: aumento de 69,62% QoQ
LL 9M2012: aumento de 30% 9Mo9M

Tou loucom pra ler o release !

156848 - leeuwen -  14 Nov 2012, 01:15
HELBORRR:

81.631 MILHÕES NO 3T2012 !!!

CARAJO !!!!

156277 - small caps -  11 Nov 2012, 03:41
Caríssimos, bela companhia esta HBOR3!

Acha pouco, quer mais? Aqui vai destacado:

"Até o fim desta semana, a companhia terá lançado cerca de R$ 1 bilhão, incluindo os dois projetos apresentados ao mercado neste mês. A expectativa é que mais 13 projetos sejam lançados até dezembro, dobrando o VGV registrado durante todo o ano."

Empresão!

Segue na íntegra:

"29/10/2012 às 00h00
Henry Borenstein assumirá Helbor
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Por Chiara Quintão | De São Paulo
Henrique Borenstein (direita), fundador da incorporadora, já passou o bastão da Helbor para o filho Henry, de 39 anos
Henry Borenstein, vice-presidente executivo da Helbor, vai assumir a presidência da companhia em abril de 2013. Em cumprimento às regras do Novo Mercado, o pai de Henry, Henrique Borenstein, deixará o posto, mas continuará na presidência do conselho de administração. Ele acumula as duas presidências. À primeira vista, o processo de sucessão de uma companhia sugere mudanças decorrentes da troca de comando, mas, na prática, os negócios continuarão conduzidos da mesma forma, e a Helbor seguirá como empresa de dono listada em bolsa. A companhia comemora hoje cinco anos de sua abertura de capital.

"A palavra final é do doutor Henrique, mas, no dia a dia, não preciso ter o aval dele, que já aprovou o terreno e o orçamento [para cada projeto]", diz Henry, referindo-se ao pai, com quem trabalha desde que tinha 13 anos e aprendeu a forma de olhar para os negócios. Henrique, um simpático senhor de 78 anos, diz que já passou o bastão para o filho de 39 anos. "Em qualquer lugar, sou o pai do Boy (como Henry é chamado por Henrique). Antes, ele era o filho do Henrique. O Boy sabe mais que eu, mas ainda não mexe muito no dinheiro", conta.

As conversas entre os dois principais executivos da Helbor sobre a empresa permeiam não só o ambiente de trabalho, como também almoços e jantares de família, quando eles aproveitam para visitar terrenos, estandes de vendas e obras. Henrique mora em Mogi das Cruzes (SP) e vem a São Paulo sempre que necessário. Já Henry mora em São Paulo e vai para Mogi às segundas e sextas-feiras. Outros membros da família engrossam o time, como Roberval Lanera Toffoli, diretor financeiro e de relações com investidores, genro de Henrique e cunhado de Henry.

Na avaliação de Henrique, "acordar às cinco da manhã e trabalhar até às dez da noite, tomando conta de tudo" é o que explica que a Helbor seja uma das incorporadoras mais rentáveis entre as listadas. A companhia tem o maior retorno sobre patrimônio (ROE, na sigla em inglês) entre as incorporadoras abertas e uma das maiores margens brutas. O ROE elevado resulta da compra de terrenos, preferencialmente, por meio de permuta, da velocidade de vendas "boa" e do menor desembolso durante a obra, conforme Henry.

Os indicadores de rentabilidade continuarão elevados em 2012, em linha com os registrados no ano passado. A margem bruta deve ficar entre 31% e 33%, a margem bruta ajustada, entre 36% e 38%, enquanto a margem líquida esperada é de 18 %.

A Helbor foi a última incorporadora a abrir capital na onda de lançamentos iniciais de ações (IPOs), em 2006 e 2007. Ao contrário da maior parte das concorrentes, optou por taxas de crescimento mais modestas, porém contínuas. Em 2012, quando quase todo o setor está reduzindo lançamentos, a Helbor projeta crescer de 10% a 15%, chegando ao Valor Geral de Vendas (VGV) próprio de R$ 2,1 bilhões a R$ 2,2 bilhões. Desde o IPO, a preocupação foi a "lançar para vender e não para cumprir guidances", segundo Henri.

De acordo com o vice-presidente, as vendas prosseguem em ritmo que torna viáveis os empreendimentos e permite que a conta feche, mas não se espera mais a euforia de 2010, o que faz com que a empresa fique mais cautelosa na definição dos projetos e do momento de apresentá-los. Ainda assim, a Helbor esperava lançar 20% a mais que no ano passado, não fossem os atrasos na liberação de licenças na cidade de São Paulo.

Até o fim desta semana, a companhia terá lançado cerca de R$ 1 bilhão, incluindo os dois projetos apresentados ao mercado neste mês. A expectativa é que mais 13 projetos sejam lançados até dezembro, dobrando o VGV registrado durante todo o ano.

Na contramão da maioria do setor, que está elevando a parcela de construção própria para controlar melhor custos e evitar novos estouros de orçamento, a Helbor pretende continuar sem construtora. "A empresa conseguiu implementar modelo de negócios muito mais próximo ao de incorporadora pura, focando em desenvolvimento de projeto e controle da operação, mas sem ser verticalizada", diz o analista de construção do Credit Suisse, Guilherme Rocha.

O modelo de terceirização, que para a Helbor funciona, foi questionado pelo mercado após a onda de estouros de custos do setor, principalmente fora das tradicionais praças de atuação. A Helbor adotou formato de parceria em que construtoras são sócias na incorporação, o que contribui para que se comprometam mais. Como não optou por crescimento acelerado, a Helbor não exigiu que os parceiros assumissem mais obras do que tinham capacidade.

Na avaliação de Rocha, o modelo adotado pela Helbor, ao mesmo tempo em que é o que traz mais benefícios à incorporadora, implica no maior risco, à medida que a empresa está sujeita ao desempenho dos prestadores de serviços.

O analista de construção da Bradesco Corretora, Luiz Maurício Garcia, destaca que a Helbor tem um dos menores patamares de despesas gerais e administrativas do setor, sendo "muito eficiente em seus custos operacionais". Garcia ressalta ainda que a empresa tem forte presença fora das regiões mais disputadas por outras incorporadoras de capital aberto. A Helbor é uma das "top picks" do setor para a corretora.

A Helbor pretende permanecer também sem equipe própria de vendas. "Nossa origem é de banco. Fazemos aqui o que pensamos que sabemos fazer: mexer com dinheiro e papel. O resto nós contratamos", diz Henrique. Henrique tinha 15% do BCN até o banco ser vendido para o Bradesco e, após o negócio, passou a ter participação no Bradesco. Na avaliação do presidente da Helbor, a passagem pelo mercado financeiro também contribui para a obtenção de crédito pela incorporadora.

A Helbor distribuirá 40% do lucro de 2012 em dividendos no início de 2013. A cada ano, a parcela aumenta cinco pontos porcentuais até chegar a 50%.

Com a combinação de entrega de resultados pela Helbor e problemas na maioria das incorporadoras grandes, o mercado passou a prestar mais atenção na empresa, e a liquidez dos papéis aumentou. Suas ações ordinárias tiveram valorização de 265,22% desde o IPO, ante a queda do Ibovespa de 10,89%. Desde janeiro de 2008, quando o Índice Imobiliário (Imob) começou, as ações da Helbor tiveram alta de 252,41%, enquanto o indicador setorial caiu 9,47%. Não é de se estranhar que, pelo menos, por enquanto, os executivos não tenham a intenção de alterar os rumos da companhia. "Mas, se precisar, a gente muda."
Leia mais em:
http://www.valor.com.br/empresas/2883492/henry-borenstein-assumira-helbor#ixzz2BsjqnjNu "

152874 - ch3481 -  19 Out 2012, 23:40
Falando nela....

Deu uma diminuída na pressão do turbo......

Vendas Contratadas somam R$ 1 bilhão no ano
e atingem R$ 320 milhões no 3T12
Mogi das Cruzes, 19 de outubro de 2012 - A Helbor Empreendimentos S.A. (BM&F BOVESPA: HBOR3), incorporadora residencial e comercial com presença em 10 estados e no Distrito Federal, abrangendo 31 cidades brasileiras, anuncia hoje os resultados operacionais preliminares e não auditados para o terceiro trimestre de 2012 (3T12) e primeiros nove meses de 2012 (9M12).

O VGV Total Lançado no 3T12 atingiu R$ 276,3 milhões, uma diminuição de 6,5% em relação ao 3T11. O VGV Parte Helbor totalizou R$ 214,5 milhões, decréscimo de 3,5% em relação ao 3T11. No acumulado do ano, o VGV Total Lançado atingiu R$ 897,7 milhões e a parte Helbor R$ 683,2 milhões, diminuição de 9,4% e 12,8%, respectivamente, em relação ao 9M11.
As Vendas Contratadas Totais do 3T12 somaram R$ 319,7 milhões, uma alta de 1,3% em relação ao 3T11. A parte Helbor alcançou R$ 236,9 milhões, volume 8,3% menor em relação ao 3T11. No 9M12, as Vendas Contratadas Totais atingiram R$ 1.003,1 milhões e a parte Helbor R$ 768,7 milhões, respectivamente 6,0% e 0,1% maior em relação que o apresentado no 9M11.
As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiram 21,5% no trimestre e 49,9% nos primeiros nove meses do ano.

144574 - ZOTTI - 14 Ago 2012, 23:28
Helbor matou a pau!!!!!!
Vendo o percentual de crescimento do LL em relação ao 2T11 nem parece, mas temos que lembrar que nos 2T11 foi lançado o Casa das Caldeiras, maior empreendimento da construtora.
Na melhor das hipóteses eu esperava um LL de 55 mi máx. 60mi. Veio 70 milhones!!!! O maio lucro da história da empresa.

E neste tri a empresa não queimou caixa.

CARAJO!!!!! CARAJO!!!!!!! Mais que merecido para Helbor e Valid

144552 - small caps -  14 Ago 2012, 23:03
C A R A J O

Que coisa absurda o desempenho da HBOR3...

Bela teenbaggers anunciada por aqui e no blog...

Já está próxima de 1.200% de alta desde o primeiro AVISA...

E a cada balanço ela nos mostra que a alta, inclusive dos 50% deste ano em que o IMOB afunda, é mais do que justificada...

Mais uma das empresas alienígenas do mercado...

ATENÇÃO: Quando se acerta um ativo como este, vc não fica tão puto se perde dinheiro em CARD ou MGEL... a diversificação soluciona TODOS os seus problemas... e deixa um saldo SUPIMPA...

144550 - NotwenCardozo -  14 Ago 2012, 23:03
Ainda Bem que aumentei posição nela uns tempos atrás quando caiu!

HBOR3 Resultados GuiaInvest
Empresa: HELBOR EMPREENDIMENTOS S.A. Ação: HELBOR ON
Setor: Construção e Transporte Subsetor: Construção e Engenharia
-0,40% - R$ 9,94 - 14/08/12
Resultado do 2º Trimestre de 2012

A empresa registrou lucro líquido de R$ 70,7 M neste trimestre, uma variação de 36,3% em relação ao 1T12 e acréscimo de 4,7% em relação ao 2° trimestre de 2011. A receita líquida atingiu R$ 2,7 M neste trimestre, uma variação de 65,3% em relação ao trimestre ligeiramente anterior e redução de 20,4% em relação ao segundo trimestre de 2011.

A margem bruta atingiu 76,6% neste trimestre contra 56,5% no trimestre anterior e 69,5% no segundo trimestre de 2011. Já a margem líquida ficou em 2.629,5% no 2° trimestre de 2012 contra 3.189,7% no 1T12.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 1,3 B, acréscimo de 20,3% em relação ao saldo no mesmo trimestre do ano anterior. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 974,1 M neste trimestre, valor 20,2% superior ao saldo no mesmo período do ano anterior.


137199 -  higorq - 17/Jun/2012 10:40
A filinha de lançamentos da Helbor só faz crescer. Já são mais TRINTA empreendimentos programados e o que mais espanta é a qualidade dos executivos, que analisam com prudência o mercado antes de sair lançando para não ficarem com estoques crescentes na mão. E o melhor é que, ao contrário de seus pares, a Helbor recuperou 4,4 pontos percentuais da margem bruta no 1º tri alcançando 33,3%, indicando que não sofre dos estouros de orçamento vistos no setor. Além disso, mantém seu ROE na casa dos 26%.


Frases como essa mostram como é bom confiar nos passos dados pela empresa, que olha com lupa onde, quando e para quem lançar.

"Para a Helbor, o primeiro trimestre sinalizou muito bem como será ano de 2012, em que se destacarão produtos bem localizados, com projetos especialmente voltados a públicos bem definidos e em cidades com elevado potencial econômico", disse o vice-presidente Executivo da Helbor, Henry Borenstein. Segundo ele, a Helbor continuará sustentando a prática de analisar o mercado com cautela para se manter entre as companhias com as melhores margens e velocidade de vendas do setor."


132071 - paulo_prof - 16/Mai/2012 12:04
PREÇO: R$ 8,58

PAYOUT: 33,3%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 7,49
P/VPA 1,86
PSR 1,32
DY 4,44%
EV/EBITDA 7,94
MARGEM BRUTA 31,3%
MARGEM OPERACIONAL 22,9%
MARGEM LÍQUIDA 17,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,146
MARGEM EBITDA 22,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 84,9%
ROE 24,88%

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA 17,56%
U2A 48,75%
U3A 61,77%

b) patrimônio líquido médio
UA 22,15%
U2A 39,06%
U3A 31,81%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): -8,5%

Taxas nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +38,35%
RESULTADO BRUTO +59,41%
RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -39,25%
RESULTADO OPERACIONAL +30,12%
RESULTADO LÍQUIDO +25,21%
EBITDA +47,65%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +21,11%
ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO +61,25%


131939 - small caps - 15/Mai/2012 22:24
Mais uma informação muito importante da HBOR3:


"(-) Cancelamentos e descontos concedidos (8.048)" (R$ 8 milhões).

Portanto, os cancelamentos e descontos são mínimos em relação às vendas totais e ao reconhecimento de receita...

Mais um fator que tem assustado muita empresa por aí...

Não há dúvida de que muitos cancelamentos são solicitados quando se descobre que a empresa que está construindo o imóvel "não é mais virgem"...

120778 - small caps - 14/Mar/2012 22:51
Helbor veio com bom balanço.

Reconheceu bem menos receita do que vendeu... Continuam voando também e tudo indica que para 2012 podemos bater uns R$ 250 milhões de lucro líquido, com dividendos crescendo de forma brutal.

Se os lançamentos novamente superarem os R$ 1,5 bi, o lucro líquido pode ir um pouco mais acima, beirando os R$ 300 milhões...

Para os miqueiros, muita atenção a isto:

"Adicionalmente, os Conselheiros aprovaram, na íntegra, as propostas a serem submetidas à Assembleia Geral de Acionistas de (i) desdobramento das ações de emissão da Companhia, à razão de uma ação atualmente existente em 3 (três) ações de mesma classe e espécie, sem qualquer alteração do montante financeiro de seu capital social, e (ii) alteração do estatuto social da Companhia para adequação ao Novo Regulamento do Novo Mercado e refletir, se aprovado, o desdobramento de que trata o item (i), conforme redação constante do quadro comparativo anexo a esta Ata."

Já EZTC3, deve se aproximar dos R$ 400 milhões de lucro líquido em 2012, uma vez que haverá forte aceleração de receitas neste ano, conforme consta na própria teleconferência...



Se e quando lançar o EzTec Tower... bom, aí o lucro é mais acima.


120758 - paulo_prof - 14/Mar/2012 22:07
PREÇO: R$ 28,60

PAYOUT (2011): 33,2%

Relativo aos últimos 12 meses:

P/L      8,73
P/VPA            2,20
PSR     1,58
DY      3,81%
EV/EBITDA  9,36
MARGEM BRUTA  30,3%
MARGEM OPERACIONAL          23,3%
MARGEM LÍQUIDA          18,1%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 3,277
MARGEM EBITDA 21,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       88,7%
ROE    25,21%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,17

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido:
UA      17,19%          
U2A    64,39%          
U3A    63,98%          

b) do patrimônio líquido médio
UA      25,71%
U2A    42,57%
U3A    30,45%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido, durante 3 anos, necessária para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD com taxa de desconto real de 10% e perpetuidade real nula seja 150% o preço atual (1,5*R$28,60=R$42,90): 10,5%


120778 - small caps - 14/Mar/2012 22:51
Helbor veio com bom balanço.

Reconheceu bem menos receita do que vendeu... Continuam voando também e tudo indica que para 2012 podemos bater uns R$ 250 milhões de lucro líquido, com dividendos crescendo de forma brutal.

Se os lançamentos novamente superarem os R$ 1,5 bi, o lucro líquido pode ir um pouco mais acima, beirando os R$ 300 milhões...

Para os miqueiros, muita atenção a isto:

"Adicionalmente, os Conselheiros aprovaram, na íntegra, as propostas a serem submetidas à Assembleia Geral de Acionistas de (i) desdobramento das ações de emissão da Companhia, à razão de uma ação atualmente existente em 3 (três) ações de mesma classe e espécie, sem qualquer alteração do montante financeiro de seu capital social, e (ii) alteração do estatuto social da Companhia para adequação ao Novo Regulamento do Novo Mercado e refletir, se aprovado, o desdobramento de que trata o item (i), conforme redação constante do quadro comparativo anexo a esta Ata."

Já EZTC3, deve se aproximar dos R$ 400 milhões de lucro líquido em 2012, uma vez que haverá forte aceleração de receitas neste ano, conforme consta na própria teleconferência...

Se e quando lançar o EzTec Tower... bom, aí o lucro é mais acima.

120758 - paulo_prof - 14/Mar/2012 22:07
PREÇO: R$ 28,60

PAYOUT (2011): 33,2%

Relativo aos últimos 12 meses:

P/L      8,73
P/VPA            2,20
PSR     1,58
DY      3,81%
EV/EBITDA  9,36
MARGEM BRUTA  30,3%
MARGEM OPERACIONAL          23,3%
MARGEM LÍQUIDA          18,1%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 3,277
MARGEM EBITDA 21,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       88,7%
ROE    25,21%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,17

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido:
UA      17,19%          
U2A    64,39%          
U3A    63,98%          

b) do patrimônio líquido médio
UA      25,71%
U2A    42,57%
U3A    30,45%

Taxa anual média real de crescimento do lucro líquido, durante 3 anos, necessária para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD com taxa de desconto real de 10% e perpetuidade real nula seja 150% o preço atual (1,5*R$28,60=R$42,90): 10,5%

120409 - small caps - 13/Mar/2012 20:19
hehehhehe, hermanos... vem desdobramento para nossa querida

HBOR3!!!!!!!

É a oportunidade de comprar mais barato hehehehhee

SUMÁRIO DAS DELIBERAÇÕES DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO
A Helbor Empreendimentos S.A. (“Companhia”) informa que, em reunião realizada em 13 de março de 2012, o Conselho de Administração da Companhia, por unanimidade dos presentes e sem quaisquer ressalvas, discutiu e aprovou:
(i) as Demonstrações Financeiras da Companhia, o Relatório da Administração e as contas da Diretoria,
(ii) as propostas de Orçamento de Capital, de destinação dos resultados da Companhia e de remuneração da Administração para o exercício corrente, e
(iii) o Código de Conduta e a Política de Negociação da Companhia.
Deliberou e aprovou ainda encaminhar para aprovação dos acionistas em Assembleia Geral:
(i) proposta de desdobramento de ações da Companhia, e
(ii) proposta de alteração do estatuto social da Companhia para adequação ao novo Regulamento do Novo Mercado.
Roberval Lanera Toffoli
Diretor de Relações com Investidores



113974 - small caps - 07/Fev/2012 10:18
citação: NotwenCardozo

citação: small capsAo acionista da Helbor:

Temos a satisfação de poder se "deliciar" e folhear seus
lançamentos, seu crescimento, sua transparência e a enorme
quantidade de prédios que entregou no final de 2011 e que
programa entregar no início deste ano.

Tradução disto: fluxo de caixa "porreta" para quem está com medo da dívida de financiamento a produção... a acompanhar...

Segue o link:http://www.helbor.com.br/news/45/HN85_baixa.pdf


113962 - small caps - 07/Fev/2012 09:49
Ao acionista da Helbor:


Temos a satisfação de poder se "deliciar" e folhear seus lançamentos, seu crescimento, sua transparência e a enorme quantidade de prédios que entregou no final de 2011 e que ++programa entregar no início deste ano.


Tradução disto: fluxo de caixa "porreta" para quem está com medo da dívida de financiamento a produção... a acompanhar...

Segue o link:
http://www.helbor.com.br/news/45/HN85_baixa.pdf


107906 - DanielRodrigues - 22/Dez/2011 15:43
Boa tarde a todos. Primeiramente, gostaria de agradecer ao higorq pelas informações a respeito da reunião pública da Helbor. Além do VGV lançado ter superado minhas expectativas, a velocidade de vendas manteve-se em um patamar excelente. Para o primeiro semestre de 2012 HBOR3 é minha aposta de ativo que deve apresentar uma excelente performace. Apesar de ainda não termos acesso a prévia operacional com o volume de vendas exato, por meio dos dados fornecidos na reunião pública é possível estimar o resultado do 4T11:


Utilizando o método PoC é possível calcular as receitas e lucro bruto gerados por esses empreendimentos, somando ao resultado oriundo da evolução das obras e venda das unidades em estoque obtemos uma estimativa do desempenho da empresa (confesso que tive dúvidas de como lidar com a permuta financeira de 40% do empreendimento link office, nesse caso considerei que apenas 60% das receitas e dos custos seriam da Helbor):

Receita Bruta: 383,063M
Receita Líquida: 350,930M
Lucro Bruto: 120,506M
Lucro antes do IR: 91,522M
Lucro Líquido: 72,115M

Desempenho fantástico e bem acima do 4T10 (lucro líquido 50% superior). Em função do número elevado de lançamentos as receitas a apropriar e o estoque aumentarão significativamente, assegurando uma performace futura ainda mais expressiva. Além disso com o estoque atingindo um patamar recorde as vendas no 1T12 tendem a ser elevadas (mesmo que o VGV lançado não seja tão expressivo), tal fato deve garantir um bom desempenho por mais um trimestre. Vale ressaltar que a base de comparação também é muito fraca (lucro líquido de 41,5M no 1T11), com isso após os resultados os indicadores fundamentalista devem atingir um patamar ainda mais interessante. Para ilustrar o que estou falando segue uma comparação dos indicadores atuais com minha estimativa dos mesmos após o resultado do 1T12:

Ultimos 12 meses:

Lucro Líquido: 205.138.000
Patrimônio Líquido: 859.562.000
Pay Out: 30%

Indicadores Fundamentalistas (considerando preço de 20,81):

P/L: 6,60
P/VPA: 1,58
PSR: 1,24
ROE: 23,87%
Div. Yield: 4,54%
Margem Liquida: 18,83%
Margem Bruta: 30,70%

Após o resultado do 1T12:

Lucro Líquido: 250M
Patrimônio Líquido: 930M (estou considerando que serão pagos 1 real por ação em abril, levando a uma redução de 65M do patrimonio líquido, não sei se esse pagamento já é provisionado no passivo durante o ano, de qualquer forma haverá um incremento no patrimonio líquido)
Pay Out: 30%

Indicadores Fundamentalistas (considerando preço de 20,81):

P/L: 5,42
P/VPA: 1,46
PSR: 1,07
ROE: 26,88%
Div. Yield: 5,54%
Margem Liquida: 19,69%
Margem Bruta: 32,70%

Como podem perceber a melhora será expressiva, creio que caso esse resultado se concretize uma valorização de 10% do ativo passando a ser negociado por um P/L próximo de 6 é bem plausível. Somando aos dividendos em meados de abril que devem ser de no mínimo 1 real por ação (o estatuto da empresa afirma que o pay out deveria ser de 35% esse ano, mas o higor afirmou que pode ser reduzido em função da compra de um terreno) , temos um desempenho de 15% em apenas 6 meses. Na atual conjuntura, um investimento em Helbor apresenta um risco extremamente baixo. Além disso as pespectivas de crescimento da empresa continuam excelentes, só uma piora relevante do cenário externo para mudar esse cenário. O que acham?


107854 -  small caps - 22/Dez/2011 09:37
OLha, passados, 3 anos do ápice da crise e de que HBOR e EZTC eram os ativos MAIS BARATOS do setor, justamente por não estarem se expandindo a qualquer custo e indo para o minha casa minha DIVIDA... estavam com os preços das ações ainda mais penalizados...


O tempo passa, e muitos estão refazendo o trajeto de retorno para focar em projetos rentáveis, o que HBOR e EZTC nunca sacrificaram em nome do crescimento desenfreado.

Este ano prova mais uma vez o acerto da estratégia de ambas e enquanto muitos estão internamente analisando o porque de tantas "cagadas" e diminuindo lançamentos, HBOR3 e EZTC3 mais uma vez bate recorde de lançamentos e certamente estão aproveitando a maré baixa da concorrência para fazer novos projetos, mantendo o patamar atual de atividade...

O cenário é bastante desafiador, mas o passado já nos mostra pelo menos por ora quem sabe conviver e MUITO BEM com isto...

No momento, HBOR3 vai se aproximando dos 1000% de retorno desde a entrada na carteira small caps.... tem ativos que são buy and hold por um bom tempo...


Por Tetzner
·  PERFIL DA EMPRESA:
-  A Helbor é uma das principais incorporadoras imobiliárias do Brasil, com presença em 29 cidades localizadas em 10 estados (além do Distrito Federal), que foram responsáveis por 78% do PIB brasileiro de 2008. Estas cidades estão localizadas nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste. Ao longo de mais de 30 anos de história, a Helbor atuou em diversas cidades brasileiras e desenvolveu experiência significativa na incorporação de empreendimentos residenciais destinados às diversas classes sociais. Em linha com a sua estratégia de crescimento e, no intuito de aproveitar oportunidades atraentes de negócios, também atua na incorporação de empreendimentos do segmento comercial e de loteamentos com completo desenvolvimento urbano.
O negócio da empresa está focado exclusivamente nas atividades de incorporação de empreendimentos imobiliários. A Helbor não é construtora. Assim é possível administrar melhor os custos de cada atividade relacionada aos empreendimentos, além de conferir um maior dinamismo e flexibilidade para atuarem em diversos segmentos do mercado e regiões brasileiras, de forma a melhor aproveitar as oportunidades que se mostrem estrategicamente atraentes. A Helbor atua por meio de parcerias com construtores e incorporadores que demonstrem expertise no segmento ou na região alvo. A comercialização do seus empreendimentos é feita, na maior parte, por empresas especializadas, entre elas as mais representativas do mercado de corretagem imobiliária.     
      

Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )


PAINEL DE INDICADORES
22/11/11





SELIC
11,50%
Ativo
R$
PL
VP
GR
DY
LA
Dv
Ml
EB
MS
HBOR3
  20,25
6,4
1,53
9,8
3,9%
15,6%
0,8
18%
15,6%
59,1%

·  PONTOS POSITIVOS:
- O Banco de Terrenos somou R$ 7,1 bilhões (R$ 8,5 bilhões considerando a Alden) em 30 de setembro de 2011, um crescimento de 77,8% em relação a 30 de setembro de 2011 e 9,5% em relação em comparação a 30 de junho de 2011. A parte Helbor totalizou R$ 5,7 bilhões (R$ 6,4 bilhões considerando a Alden). 
    
·  PONTOS NEGATIVOS
- O VGV Total Lançado no 3T11 atingiu R$ 295,5 milhões ( 643M  -54% 3Tx2T11 ), uma queda de 60,8% em relação ao 3T10. A parte Helbor alcançou R$ 222,4 milhões  ( 520M  -57% 3Tx2T11 ), 48,0% menor em relação ao 3T10. No 9M11, o VGV total lançado somou R$ 990,8 milhões, 25,6% menor em relação ao 9M10. A parte Helbor alcançou R$ 783,6 milhões, uma diminuição de 8,3% em relação ao 9M10.
- As Vendas Contratadas Totais do 3T11 somaram R$ 315,6 milhões  (447 -41%  3Tx2T11), uma diminuição de 58,1% em relação ao 3T10. A parte Helbor alcançou R$ 258,5 milhões (358 -28% 3Tx2T11), volume 42,1% menor em relação ao 3T10. Nos nove meses, as vendas totais somaram R$ 946,6 milhões, redução de 40,0% em relação ao 9M10. A parte Helbor alcançou R$ 767,7 milhões, redução de 29,7% em relação ao 9M10.
- As Vendas sobre Oferta (VSO), considerando-se a parte Helbor, atingiram 33,9% ( -9 p.p. 3Tx2T11 ) no trimestre e 66,1% nos primeiros nove meses, patamares acima da média do setor.
- A Receita Operacional Líquida apresentou um crescimento de 9,3% no trimestre e 14,0% nos nove meses, passando de R$ 268,3 milhões no 3T10 para R$ 293,3 milhões no 3T11 ( 316M no 2T11 -6,7% ) e R$ 732,4 milhões no 9M10 para R$ 834,8 milhões no 9M11.
- Lucro Bruto totalizou R$ 88,8 milhões no 3T11 ( 104M no 2T11 -15% ), apresentando uma queda de 3,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A Margem Bruta foi de 30,3% (Margem Bruta Ajustada de 37,5%). No 9M11, o Lucro Bruto atingiu R$ 258,2 milhões, um crescimento de 9,1% em relação ao mesmo período de 2010.
-O EBITDA somou R$ 53,1 milhões no trimestre ( 83M no 2T11 -35% ), com redução de 25,5% em relação ao 3T10, com Margem EBITDA de 18,1% ( -8 p.p. x 2T11  )  (Margem Ajustada de 25,3%   -7p.p.x 2T11 ). No 9M11, o EBITDA atingiu R$ 181,0 milhões, uma alta de 3,6% em relação ao 9M10. A Margem EBITDA no 9M11, por sua vez, correspondeu a 21,7% (Margem Ajustada de 28,4%).
- O Lucro Líquido totalizou R$ 48,1 milhões( 67M no 2T11 -28%)  (lucro básico por ação de R$ 0,7393) no 3T11, um decréscimo de 16,7% em relação ao 3T10, com Margem Líquida de 16,4% -5 p.p. x 2T11(Margem Líquida Ajustada de 16,6%). No ano, o lucro líquido atingiu R$ 157,1 milhões, um crescimento de 17,2% em relação ao 9M10, com Margem Líquida de 18,8%. O ROAE acumulado em 12 meses atingiu 26,4%.
- Lucro por ação (R$)  0,7393    -28,7%
- Dív. Líq / Patrim. Líq. (%)  58%  +6,6 p.p.
- Dívida Líquida com SFH (R$ mil)  505.394   +19,6%
- 
VISÃO ESTRATÉGICA
-   
·  CURIOSIDADES
-  O baixo volume de lançamentos no trimestre pode ser atribuído à morosidade nas aprovações legais de alguns projetos. De qualquer forma, ressaltamos que a demanda pelos empreendimentos da Helbor continuou aquecida durante todo o ano, o que pode ser observado na forte velocidade de vendas que a companhia tem apresentado.
Temos hoje 11 empreendimentos em fase de pré-lançamento, sendo 3 na cidade de São Paulo, 2 na Grande São Paulo, 2 em Santos, 1 em Curitiba, 1 no Rio de Janeiro, 1 em Salvador e 1 em Cuiabá, cuja comercialização teve de ser postergada para o 4T11, tendo em vista que a maioria das aprovações legais foi efetivada somente no final de setembro de 2011.   
         

·  OPINIÃO DO ANALISTA
- O trimestre foi fraco para a companhia mesmo considerando sazonalidades e olhando o ano anterior, ainda sim o balanço veio bem ruim. Não foi a toa que o mercado reagiu mal e puniu a empresa com mais de 10% de queda enquanto as concorrentes estão no azul. Ponto de atenção para o acionista que vê seu precioso capital investido sendo menosprezado e momento de avaliação. Outro trimestre assim e deixo de ser acionista da empresa, aliando-me à concorrência!


De fato, a margem bruta foi impactada pelas despesas de financiamento das obras, conforme página 13:

http://www.bmfbovespa.com.br/cias-Listadas/Empresas-Listadas/ConsultaArquivo.as px?codigoCvm=20877&protocolo=311203&motivo=&idioma=pt-BR

A parte financeira seria um problema se não fosse isto:

"O total de receitas financeiras somou R$ 39,5 milhões no 9M11, um aumento de 42,5% em comparação com o 9M10. O crescimento das receitas financeiras pode ser atribuído, principalmente, aos seguintes fatores: i) aumento das receitas de aplicações financeiras, explicado, basicamente, pelo aumento do saldo médio em caixa; ii) aumento do saldo médio de unidades entregues, o que eleva o resultado dos juros prefixados da tabela price aplicado sobre a carteira de recebíveis performados.
No 9M11, o total de despesas financeiras atingiu R$ 11,7 milhões, um aumento de 50,7% em relação ao 9M10, evolução esta relacionada, principalmente, ao aumento dos descontos concedidos e despesas com IOF."

Não há que se preocupar, portanto...

Por fim, o crescimento das VGV foi significativo e de fato a empresa tem se preparado bastante para crescer... no curto prazo, antes de novas receitas, isto significa mais custos...

É claro que isto não vai durar para sempre (mais despesas sem mais receitas proporcionalmente) e é provável que no quarto trimestre não haja mais justificativa para isto, pois o volume de lançamentos será bastante apreciável...


Esclarecendo melhor:
"Para o próximo trimestre, já temos 11 empreendimentos em fase de pré-lançamento, sendo 3 na cidade de São Paulo, 2 na Grande São Paulo, 2 em Santos, 1 em Curitiba, 1 no Rio de Janeiro, 1 em Salvador e 1 em Cuiabá, cuja comercialização teve de ser postergada para o 4T11, tendo em vista que a maioria das aprovações legais foi efetivada somente no final de setembro de 2011. VENDAS CONTRATADAS"

Isto pode dar uns R$ 500 milhões ou mais em lançamentos...

Lendo o release...

O relatório não explica porque a margem bruta teve esta queda (talvez seja decorrente do financiamento à construção)... mas é interessante ver que a margem bruta "a apropriar" subiu forte... boa questão a ser dirimida na teleconferência.


102401 - small caps - 14/Nov/2011 19:55
citação: small caps
citação: small caps
citação: small caps
citação: renato1631
Olha ai Small

citação: jaumsp
Helbor

3.11 Lucro/Prejuízo Consolidado do Período 48.125

DESEMPENHO FINANCEIRO
A receita operacional líquida da Helbor totalizou R$ 293,3 milhões no 3T11, crescimento de 9,3% em relação ao 3T10. O lucro bruto reduziu 3,8%, passando de R$ 92,3 milhões no 3T10, para R$ 88,8 milhões no 3T11, e a margem bruta atingiu 30,3%. No 9M11, a receita operacional líquida totalizou R$ 834,8 milhões, um crescimento de 14,0% em relação ao 9M10. O EBITDA (“resultado antes de juros, impostos, depreciação e amortização”) reduziu-se em R$ 18,1 milhões, ou 25,5%, passando de R$ 71,2 milhões no 3T10 para R$ 53,1 milhões no 3T11, e a margem EBITDA atingiu 18,1%. Nos primeiros nove meses do ano, o EBITDA atingiu R$ 181,0 milhões, um crescimento de 3,6% em relação ao 9M10.
O lucro líquido atingiu R$ 48,1 milhões no 3T11 (resultado básico por ação de R$ 0,7393), uma queda de 16,7% em relação ao 3T10. A margem líquida alcançou 16,4% e a rentabilidade sobre o patrimônio líquido médio acumulado em 12 meses (ROAE) atingiu 26,4%. A tabela a seguir apresenta os principais indicadores financeiros da Helbor no trimestre e no acumulado do ano, assim como suas respectivas comparações:


Os lançamentos que ficaram para o quarto trimestre fizeram um pouco de falta... Muita obra tem sido entregue por agora...



Ficamos mal acostumados... mas com um P/L anualizado 7 dá para esperar por balanços mais "bombantes"... o que deve ocorrer quando a fila de lançamentos andar...


99482 - small caps - 27/Out/2011 00:23 2
Sim, meus caros, este mesmo gestor que vendeu as ações da HBOR e da CGAS, dizia o seguinte, no relatório de JUNHO DESTE ANO:

http://www.orbeinvestimentos.com.br/images/biblioteca/356.pdf

A Helbor segue crescendo, segue entregando resultados, e segue mantendo firme seu foco em rentabilidade e gestão de risco. E por tudo isso, apesar de ser um dos nossos investimentos que observou maior apreciação no período pós-crise, segue com valor de mercado consideravelmente inferior ao que seria justo para a companhia.

Um assunto interessante para comentar aqui é a briga que acontece atualmente nos Estados Unidos com dois grupos lutando para adquirir o controle das Southern Union Company, uma empresa de gás natural, negócio com grandes similaridades, de tamanho idêntico e rentabilidade parecida com a Comgás. Após algumas ofertas dos dois potenciais compradores, o último valor oferecido pela Energy Transfer Equity, de USD 5,1 bilhão, significa um valuation pouco acima de 22 vezes o lucro anual da Southern. A Comgás, no Brasil, com suas perspectivas de crescimento, negocia na Bovespa a um ridículo valor de mercado de pouco abaixo de 9X seu lucro de 2010.

A pergunta que fica:

Disseram isto enquanto vendiam as ações?
Você ainda acredita no que dirão no futuro?

Agora falando bem sério mesmo: Você acredita nas análises que vem de graça para você?

E mais sério ainda: e no papai noel, vc segue acreditando?


98965 - DanielRodrigues - 24/Out/2011 20:35 
citação: ZOTTI
citação: eliseumanicajre o lucro de Helbor, alguém tem alguma previsão, a partir da prévia operacional?

Obrigado,

Eliseu

Neste trimestre a Helbor lançou só 4 empreendimentos, todos no último mês do tri e 2 no último dia do tri o q prejudicou as vendas contratadas.
Não sou a melhor pessoa para fazer previsões, o small e o danirodrigues são experts no assunto mas eu acho que o Lucro Líquido vem maior que 50 milhões.
No último balanço tínhamos 1,2 bilhões em recebíveis e a grande maioria de obras em construção. Estes serão os maiores responsáveis pelo resultado.
É bom lembrar que o 04T deve vir muito forte pois teremos 11 lançamentos.

Boa noite a todos. Sabado e domingo encarei o primeiro vestibular desse ano, prova bem simples do Enem se comparada aos demais. Grande problema é a extensão e o tempo disponível, se perder o controle do tempo não dá para terminar a prova. Infelizmente, estou um pouco afastado do fórum em função dos estudos, mas sigo acompanhando o mercado.

Zotti obrigado pelo elogio, porém deixo o título de expert para o small e o Paulo. Quanto a prévia operacional da Helbor confesso que fiquei um pouco desapontado. Assim como no 1T11 a empresa teve dificuldades para aprovar projetos nas prefeituras e, consequentemente, o volume de lançamentos foi abaixo do esperado. Além disso a base de comparação (3T10) é forte, fator que sugere ainda mais cautela com o resultado.

A quem possa interessar segue minha estimativa para o resultado do 03T11:

VGV Helbor: 220,881M
Vendas Helbor: 245,078M
Venda dos Empreendimentos Lançados: 134,561M
Vendas Estoque: 110,517M

Infelizmente, nessa prévia operacional, a Helbor não informou a porcentagem vendida de cada um dos empreendimentos lançados no trimestre. Mas, com os dados fornecidos na prévia operacional e levando em conta as unidades em estoque podemos estimar esses valores.

Considerando que, durante o 2T11, o estoque em Fortaleza era praticamente inexistente concluimos que as vendas na cidade foram oriundas dos 2 empreendimentos lançados (Helbor Condomínio Parque Clube Fortaleza I e II). Portanto, esses lançamentos geraram vendas de 110,867M (79% do VGV).

Já em Brasília as vendas foram desprezíveis (logo o Perfect Lifestyle - Noroeste não chegou a ser vendido), então o restante dos lançamentos vendidos vieram do empreendimento Helbor Offices Washington Luís - vendas de 23,694M (51% do VGV).

Por meio das porcentagens de venda e do histórico de lançamentos é possível utilizar o método PoC e estimar as receitas e o lucro bruto que serão reconhecidos com esses empreendimentos. Para não deixar esse comentário demasiadamente longo, segue o resultado:

Receita Bruta gerada pelos empreendimentos lançados: 32,038M
Lucro Bruto gerado pelos empreendimentos lançados: 11,854M

Um pouco mais complexo é estimar a receita obtida pela evolução das obras e venda das unidades em estoque. No balanço do 2T11, notamos um maior consumo de caixa da Helbor devido ao início da construção de grandes empreendimentos (como o casa das caldeiras) e maior evolução das principais obras. Com isso o reconhecimento de receitas intensificou-se e, consequentemente, a Receita Bruta expandiu-se. Em contrapartida a divida líquida também aumentou. Nos meus cálculos estou considerando que o reconhecimento de receita deve continuar forte, em um nível próximo do 2T11 (sobretudo em função do patamar elevado das receitas a apropriar).

Receita bruta gerada pelas Obras + Vendas estoque: 270M
Lucro Bruto gerado pelas Obras + Vendas estoque: 70M

Portanto a Receita Bruta e o Lucro Bruto totalizariam 302,038M e 81,854M, respectivamente.

O resultado estimado seria o seguinte:

Receita Bruta: 302,038M (285M - 317M)
Receita Líquida: 278,916M (263M - 293M)
Lucro Bruto: 81,854M (75M - 91M)
Lucro Antes do IR: 62,848M (57M - 71M)
Lucro Líquido: 49,771M (45M - 58M)

Margem Bruta: 29,35%
Margem Líquida: 17,85%

Resultado razoável considerando o fraco volume de lançamentos e vendas - fato que deverá ser revertido no 4T11 com um número expressivo de empreendimentos a serem lançados. Entretanto, o lucro líquido apresentaria queda de 14% em relação ao ano anterior (vale ressaltar a influência do empreendimento casa das caldeiras o qual possuí margens mais elevadas que foi a principal razão do forte resultado do 3T10). Com isso ocorreria uma pequena piora dos indicadores fundamentalistas, P/L atual de 6,23 passaria a 6,48. Mudança pouco expressiva, portanto o resultado não deve ser um driver tão negativo para a ação, mas dificilmente contribuirá para um bom desempenho no curto prazo. O que acham?


97764 - small caps - 15/Out/2011 00:32
Cacilda, o texto é gigante...

Mas como é da querida HBOR3 :), lá vai... muito bom... :) :) :)

Helbor lança prédios no shopping
5 de Outubro de 2011 - Projeto apresentado na noite de ontem contempla a edificação de duas torres comerciais e uma residencial

Com um exclusivíssimo show da cantora Maria Rita, a Helbor Empreendimentos Imobiliários apresentou ontem o primeiro complexo multiuso a ser construído no Alto Tietê. Denominado Helbor Concept, o projeto contempla a edificação de duas torres comerciais e uma residencial junto ao Mogi Shopping, de frente para a Avenida Vereador Narciso Yague Guimarães, as quais deverão gerar um movimento de 85 mil a 90 mil pessoas/mês, entre público fixo e flutuante.

A expectativa é de que o lançamento comercial do Helbor Concept aconteça entre o final deste mês e o começo de novembro. Até lá, os valores de investimento e de venda das unidades continuam em suspense. As obras estão previstas para começar entre maio e julho de 2012, com entrega num prazo de 40 meses a partir do início da construção.

Projetado em parceria com a MPD Engenharia, o Helbor Concept terá 472 unidades, 699 vagas de garagem e mais de 52 mil metros quadrados de área construída.

"O conceito que trazemos para Mogi é inédito no Alto Tietê e coloca nossa Cidade na vanguarda do que existe de mais moderno no setor imobiliário, unindo edifícios comerciais e residenciais a um centro de compras", afirma o presidente da Helbor, Henrique Borenstein. No seu discurso, ele comentou que o público que vê o produto pronto e acabado não imagina todas as etapas que precisam ser cumpridas antes de um lançamento imobiliário.

"Os desafios são enormes, as dificuldades são inúmeras, mas a nossa disposição para superá-los também é muito grande. Nos inúmeros projetos que já desenvolvemos em Mogi, sempre foi meu desejo dar à nossa Cidade o que de melhor a Helbor pudesse oferecer. Neste caso, em especial, me envolvi desde o início num projeto inovador, que é uma tendência mundial", frisa.

Deste sábado até o próximo dia 25, a população de Mogi das Cruzes e Região poderá conhecer muito de perto o que o seleto público de 500 convidados conferiu ontem na "avant-première" do lançamento do Helbor Concept, no Clube de Campo. Durante esse período, não só a maquete do novo empreendimento estará exposta na Praça de Eventos do Mogi Shopping, como as pessoas poderão entender melhor o conceito inovador que a Helbor Empreendimentos Imobiliários está trazendo para Mogi e que hoje já é uma tendência no mundo inteiro, com exemplares bem próximos da Região, como os complexos que funcionam nos shoppings Eldorado, Cidade Jardim e Villa Lobos.

"A tendência é misturar trabalho, moradia e diversão", destaca Fabiana Lex, diretora de Marketing da Helbor. "Vamos trazer a Cidade para dentro do shopping", acrescenta Marcelo Bonanata, diretor comercial da empresa mogiana. "Ao mesmo tempo, estaremos levando um público diferenciado para o centro de compras, transformando o uso do Mogi Shopping".

Embora já tenha empreendimentos que mesclam o uso comercial com o residencial, o Helbor Concept é o primeiro complexo multiuso a ser construído pela Helbor dentro de um shopping. O mais próximo que a empresa conseguiu disso, até então, foi construir um projeto semelhante em frente a um centro de compras de Salvador, na Bahia. "É um conceito inovador e que será um marco no desenvolvimento de Mogi e Região", ressalta Bonanata.

Projetado em parceria com a MPD Engenharia, o Helbor Concept terá 472 unidades, 699 vagas de garagem e mais de 52 mil metros quadrados de área construída. "Ele vai garantir mais público e maior movimento para o shopping, além de contribuir para o crescimento e valorização da Cidade".

Centro de Compras fará mudanças

Apesar de independente, a implantação das três novas torres projetadas pela Helbor irá exigir alterações no estacionamento e no acesso do Mogi Shopping, cuja administradora Brookfield também anunciou, na semana passada, o aporte de R$ 30 milhões na ampliação do centro de compras.

Para dar lugar às edificações, parte das vagas destinadas aos veículos na frente do empreendimento (na Avenida Narciso Yague Guimarães) será suprimida. Os clientes, no entanto, não deverão ser prejudicados, já que o projeto da Helbor prevê quatro pisos somente para estacionamento e a expectativa é de que as atendam a demanda a ser gerada pelos prédios comerciais, assim como os consumidores do Mogi Shopping.

No caso da entrada, a portaria existente na Avenida Narciso Yague deixará de servir ao shopping e vai compor o novo projeto imobiliário.

O anúncio do empreendimento da Helbor acontece quase que simultaneamente ao projeto apresentado pelo Grupo Brookfield para alavancar um crescimento da ordem de 40% no Mogi Shopping, o primeiro centro de compras do Alto Tietê, inaugurado em 1991. Prevista para ser entregue em setembro de 2012, a ampliação vai demandar investimentos da ordem de R$ 30 milhões - só para fins de comparação, a construção do Mogi Shopping custou, há 20 anos, 20 milhões de dólares, hoje equivalente a R$ 37 milhões.

Com faturamento anual de R$ de 240 milhões, o Mogi Shopping espera alcançar a cifra de R$ 300 milhões a partir da ampliação da estrutura - 10 vezes o valor do investimento que a Brookfield irá aplicar. Para isso, o projeto prevê o acréscimo de mais cinco mil metros quadrados, com a possibilidade de abrigar 30 lojas satélites e uma âncora, além de reforma nos cinemas.

Complexo contará com 472 unidades

Resultado de estudos realizados durante três anos, o Helbor Concept vai contar com 472 unidades, entre salas comerciais e residenciais, a serem construídos num terreno adquirido pela Helbor Empreendimentos Imobiliários, na parte frontal do Mogi Shopping. As torres irão ocupar espaço que compreende a antiga área do lava - rápido (colado ao condomínio Flamboyant( até a portaria principal do centro de compras.

Segundo detalhes divulgados ontem pela Helbor, os três edifícios terão acessos individuais na parte externa, pela Avenida Narciso Yague Guimarães, e também uma ligação com o Mogi Shopping. As Vendas estão previstas para começar entre o final desde mês e o início de novembro e ficarão a cargo da Eduardo Imóveis e Lopes Consultoria.

A torre residencial, denominada Helbor Life, é a primeira do complexo multiuso, para quem vem no sentido Bairro/Centro. São 156 apartamentos de 46 a 72m², num conceito bem compacto. A compensação fica por conta da completa área de lazer idealizada para o empreendimento, com salão de jogos, salão de festa, piscinas, churrasqueira, spa e quadra, entre outros atrativos.

Vizinho aos apartamentos, mas com total independência, será construído o Helbor Office, com salas a partir de 37 m², além de quatro salas de reunião, copa e lobby nas áreas comuns. Essa torre foi concebida para atender, principalmente, profissionais liberais, e conta com 252 salas comerciais.

A terceira e última torres é a do Helbor Corporate, que oferecerá conjuntos comerciais a partir de 145 m² para atender grandes escritórios e que terá, entre outros atrativos, um heliponto e área vip de espera além de infraestrutura para piso elevado, ar-condicionado, auditório e lobby.

As duas torres comerciais serão interligadas por um boulevard, com elevador e acesso preferencial ao Mogi Shopping. O projeto do Helbor Concept foi concebido pela Königsberger Vannuchi Arquitetos Associados.

Novos empreendimentos são preparados

Com quase duas mil unidades residenciais e comerciais entregues só Mogi das Cruzes, onde surgiu em 1977, a Helbor Empreendimentos Imobiliários é a protagonista, também, de um dos maiores negócios realizados no mercado imobiliário mogiano nos últimos anos. No primeiro trimestre de 2011, a empresa tipicamente familiar comprou a maior parte do Centro Esportivo da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), no bairro do Mogilar, onde planeja investir em projetos voltados para as classe A e B.

A expectativa é de que o primeiro lançamento na área de 100 mil metros quadrados, numa das região mais tradicionais de Mogi, aconteça em 2012. Os projetos deverão contemplar empreendimentos residenciais e também instalações comerciais.

A Helbor também está por trás de outros dois grandes projetos imobiliários de mOgi, que beneficiarão as regiões do Rodeio e de César de Souza. Neste último, a proposta da empresa prevê a criação de um novo bairro dentro de César, mais precisamente na área que anos atrás abrigou a Howa, umas das maiores plantas industriais que a Cidade chegou a ter. Ali, os investimentos estão voltados para residências, com opções de casas e apartamentos.

Já no Rodeio, a Helbor é parceira da NemoNorte, empresa do grupo Suzano, que responde pelo Bella Città, um mega empreendimento que ocupará a área da antiga Fazenda Rodeio, voltada ao cultivo de eucalipto para produção de celulose.

Até 20214, a Helbor projeta entrega de mais duas mil unidades residenciais e comerciais em Mogi, totalizando quase 1 milhão de metros quadrados construídos em 27 empreendimentos. São mais de 4,5 mil apartamentos, lotes e salas comerciais entregues somente no Município, onde a empresa entregou seu primeiro prédio em 1985, que é o Helbor Teotônia, na Vila Oliveira, com 32 unidades. Já o último empreendimento lançado na Cidade é justamente o Helbor Jardins Ipoema, em César de Souza.

Mas a atuação da Helbor vai muito além do territorio mogiano. No País, a empresa já entregou 10 mil unidades residenciais e comerciais, Nos próximos três anos terá entregue outras 10 il, somando mais de 150 empreendimentos. A incorporadora atua em 30 cidades de 10 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

Ações têm crescimento de 60,5%

Com origem e sede em Mogi, a Helbor Empreendimentos Imobiliários encerrou 2010 como a empresa mais valorizada do setor imobiliário brasileiro - incorporação, construção e vendas -, segundo a Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F Bovespa). O valor das ações da companhia cresceu 60,5%, o que representa mais de 10 vezes o Índice Imobiliário (Imob), que alcançou 5,6%.

O nome Helbor é resultado da fusão das iniciais de Hélio Borenstein, imigrante nascido na Ucrânia, mas que veio para o Brasil em 1917. A presidência da empresa está a cargo de Henrique Borenstein, filho do empresário russo que já nasceu em Mogi e escolheu a Cidade para montar a incorporadora, em 1977.

Henrique Borenstein cuida dos negócios com a ajuda do filho Henry Borenstein, do neto Arnon Henrique Borenstein Ariza e de 250 colaboradores. A Helbor recebeu seis prêmios Top Imobiliário )Jornal O Estado de S. Paul0/Embraesp) e quatro prêmios Master Imobiliário (Secovi-SP e Fiabci/Brasil).
fonte: Mara Flôres, O Diário


97763 -  small caps - 15/Out/2011 00:30
Encontro em Fortaleza fez bem para nossa querida Helbor:

"Papicu ganha investimento
13 de Outubro de 2011 -

A Helbor traz Cláudia Leite para marcar o investimento no empreendimento localizado no Papicu

[13/10/2011] Esquecido do poder público e do mercado imobiliário nos últimos dez anos, o bairro do Papicu - situado entre as dunas da Praia do Futuro e a Aldeota - volta a atrair a atenção de empreendedores da construção civil do País. Com o anúncio da edificação de um grande shopping center na área, o bairro ganha força comercial, sem perder a tradição residencial.

Diante desse novo cenário, a paulista Helbor Empreendimentos e a cearense Caltech Engenharia lançam hoje, no Papicu, a segunda fase do Helbor Condomínio Parque Clube Fortaleza. Projetado em área de oito mil metros quadrados, o empreendimento contará com 588 apartamentos, distribuídos em três torres residenciais e áreas privativas de 58 m² e 69m².

Vetor de crescimento

"Vendemos 100% dos 294 apartamentos da primeira fase (lançada em agosto) e 80% da segunda fase, ainda no pré-lançamento", destaca o diretor de Vendas da Helbor, Marcelo Bonanata. "A área (Papicu) é hoje um vetor de crescimento completo, está próximo do Parque do Cocó e vai ganhar um grande shopping center em breve", justificou.

Segundo ele, os imóveis serão de dois e três quartos, com uma suíte e preços entre R$ 260 mil e R$ 280 mil, o que corresponde a cerca de R$ 4,5 mil, por metro quadrado construído. Conforme antecipou, o empreendimento prezará pelo conceito de parque clube, com área de lazer completa, incluindo quadras esportivas, piscinas e playground, duas ou três vagas de garagem e projeto paisagístico, com muito verde.

A perspectiva dele é de que o empreendimento gere um VGV (valor geral de vendas) da ordem de R$ 80 milhões, em cada uma das fases, ou R$ 160 milhões, no total. De acordo com ele, as obras serão iniciadas nos próximos seis ou oito meses e as chaves (dos apartamentos) entregues em até 40 meses, em fins de 2015. De acordo ainda com Bonanata, os imóveis poderão ser financiados pelo Bradesco ou diretamente com a Helbor, com prazos de pagamento de até de 150 meses.



fonte: Diário do Nordeste "


80532 - DanielRodrigues - 19/Jul/2011 02:19
Putz small, você não podia ter falado isso há umas duas horas atrás? rsrsrs

Estava considerando que o custo do terreno já era integralmente reconhecido no resultado, portanto qualquer empreendimento, mesmo que não tenha sido vendido, já impactaria o resultado. Vamos ver se compreendi. No caso do Helbor Cosmopolitan Home Stay & Offices (residencial) a receita reconhecida seria de fato 855 mil, entretanto o custo do terreno reconhecido é proporcional a receita (11,25%). Portanto o lucro bruto gerado pelo empreendimento seria 855 mil - 478,687 mil (4,255M * 11,25%) = 376,312 mil. O restante iria para o estoque e seria reconhecido conforme o empreendimento for vendido. É isso mesmo?



Com isso o resultado, sem dúvida será bem melhor do que estimei. Tem mais alguma nuance do método POC que eu preciso saber antes de brigar com os numeros de novo? Se é para estimar novamente quero refazer os cálculos com as premissas mais próximas do cenário que considero provável. O que acha das outras estimativas?


80530 - small caps - 19/Jul/2011 01:55
Daniel, vamos azeitar a análise :)

O custo do terreno não entra como despesa imediatamente. Se o terreno foi comprado e o imóvel não foi vendido, ele vai para o estoque no balanço, não tramitando ainda na DRE.
Este custo do terreno só vai ser considerado no momento da venda da unidade. Assim, se o imóvel tem projeção de custar R$ 100 milhões no total e o terreno custou R$ 10 milhões, quer dizer que 10% do custo total da obra já foi arcado. Este valor vai para o estoque e não para prejuízo, afetando apenas negativamente. Se nada é vendido, tudo fica no estoque. Se o VGV é de R$ 200 milhões (margem bruta de 50%) e 50% do imóvel é vendido, significa dizer que será reconhecida imediatamente uma receita de R$ 10 milhões, com lucro bruto de R$ 5 milhões. Outros R$ 5 milhões vão para o estoque e só vão virar receita e transitar no DRE quando forem vendidas parcelas dos outros R$ 100 milhões do imóvel ainda não transacionado.

Logo, "a não venda" adia a receita e o resultado, não interferindo no resultado imediatamente.


80529 - DanielRodrigues - 19/Jul/2011 01:49
Boa noite a todos. Por meio da prévia operacional anunciada estou tentando estimar o resultado do 2T11 da Helbor. Para variar ficou longo de mais o post, mas quis detalhar os calculos, pois quero debater com alguém sobre a situação da empresa, para os preguiçosos basta ir para o final que está a estimativa do lucro líquido rsrsrs. Confesso que o volume de vendas me decepcionou, fato que deve impactar negativamente o resultado. Os dados que temos disponíveis são os seguintes:

VGV Helbor: 520,021M
Vendas Helbor: 357,788M
Venda dos Empreendimentos Lançados: 272,277M
Vendas Estoque:85,511M

Infelizmente, nessa prévia operacional, a Helbor não informou a porcentagem vendida de cada um dos empreendimentos lançados no trimestre. Mas, com os dados fornecidos na prévia operacional e levando em conta as unidades em estoque podemos estimar esses valores.

Os empreendimentos lançados concentram-se em 5 cidades diferentes: São José dos Campos, Rio de Janeiro, Salvador, Jundiaí e Mogi das Cruzes. Na prévia operacional é informado o volume de vendas de cada uma das cidades em que a empresa atua. Já no resultado do 1T11 podemos verificar as unidades em estoque da Helbor em cada uma dessas cidades.

No Rio de Janeiro o estoque Helbor, no 1T11, totalizava 238 mil reais (praticamente inexistente), portanto podemos considerar as vendas na cidade totalmente oriundas do lançamento do empreendimento Rio Business Center. Considerando que as vendas foram de 27,813M e o VGV Helbor do empreendimento era de 41,268M, concluimos que a porcentagem vendida no trimestre foi de 67,40%. Esse valor parece um tanto controverso considerando o comunicado ao mercado do dia 15 de junho, destaco o seguinte trecho:

No dia 1º de junho, começaram as vendas do empreendimento comercial Rio Business Center, localizado na região da Barra da Tijuca (Mancha Olímpica), na cidade do Rio de Janeiro, com um VGV de R$ 41,2 milhões, sendo 100% parte Helbor. Nestes primeiros 15 dias foram vendidos 80% de suas 178 unidades.

A única explicação lógica que encontrei para esse fato é que essas unidades restantes (20%) possuem um valor maior que as unidades já comercializadas (questionarei o RI sobre o motivo dessa discrepância, obtendo uma resposta posto aqui).

O mesmo ocorre em Jundiai. Inexistindo estoque nessa cidade as vendas de 14,529M são provenientes do empreendimento Helbor Offices Barão de Teffé. O VGV Helbor lançado foi de 17,029M, portanto a porcentagem vendida foi de 85,30%.

Já em São José dos Campos o estoque também era bem pequeno no 1T11, 1,711M. Entretanto é um pouco mais complexo determinar a porcentagem vendida, pois foram lançados dois empreendimentos na cidade, Helbor Paesaggio Jardim das Colinas e Terraços Jardim das Colinas. O VGV Helbor dos empreendimentos é, respectivamente, 189,465M e 91,728M (total de 281,193M, portanto irei desprezar as vendas de unidades em estoque na cidade, pois o valor é desprezivel perto dos lançamentos). Segundo a prévia operacional as vendas em São José dos Campos foram de 150,160M. Entretanto é muito dificil determinar a participação de cada empreendimento em relação a esse volume de vendas. Destaco o seguinte trecho do release do 1T11:

O Helbor Jardim das Colinas, empreendimento no segmento de alto padrão, foi lançado em 1º de abril de 2011 na cidade de São José dos Campos, totalizando um VGV de R$ 189,5 milhões, sendo 100% a parte Helbor. Até maio, este empreendimento está 50% vendido e está dentro dos nossos parâmetros com relação à velocidade de vendas.

Considerando que em maio esse empreendimento já estava 50% vendido, vou considerar nos meus cálculos que no final de junho a porcentagem vendida já era de 65% (189,465M * 65% = 123,152M). Com isso o volume de vendas do Terraço Jardim das Colinas seria de 27,008M (150,160M - 123,152M). Portanto, apesar do empreendimento ter sido lançado no dia 30 de junho já teria alcançado uma porcentagem vendida de 29,45%.

Para fazer a mesma estimativa para a cidade de Salvador o cálculo é ainda mais chato, pois foram lançados 3 empreendimentos e a venda das unidades em estoque não é desprezível. Começando pelo estoque esse totalizava 5,920M no 1T11, irei considerar nos meus cálculos um volume de vendas do estoque igual ao 1T11, 2M. Considerando que as vendas Helbor na cidade foram de 39,879M, concluimos que os empreendimentos lançados contribuiram com 37,879M. Destaco o seguinte trecho do comunicado ao mercado:

O Coletânea Vale do Canela tem um VGV de R$ 102,3 milhões, sendo 50% parte Helbor, e está localizado em um dos bairros mais tradicionais e charmosos da cidade. Na primeira semana da abertura de vendas, já foram vendidos 65% de suas 160 unidades.

Vou considerar nos meus cálculos que esse empreendimento foi 65% vendido, portanto as vendas foram de 32,755M (102,3M * 50% * 65%). Com isso, para os dois empreendimentos restantes Helbor Cosmopolitan Home Stay & Offices (comercial e residencial) restaria um volume de vendas de 5,124M (37,879M - 32,755M). Considerando que a soma do VGV Helbor dos dois totaliza 45,510M, concluímos que esses empreendimentos foram, em média, 11,25% vendidos. Vale ressaltar que o baixo volume de vendas decorre da data de lançamento desses empreendimentos (30 de junho).

Em Mogi das Cruzes foi lançado um único empreendimento, Helbor Varandas Ipoema com VGV Helbor de 84,627M. Considerando que a venda dos outros empreendimentos lançados totalizou 230,382M e a venda total dos empreendimentos lançados foi de 272,277M, concluímos que o Varandas Ipoema teve um volume de vendas de 41,895M (272,277M - 230,282M). Com isso o percentual vendido seria de 49,50%. Considerando que as vendas na cidade totalizaram 52,771M e o estoque era de 22,027M o valor encontrado me parece bem condizente com a realidade da empresa.

Tive todo esse trabalho de estimar a porcentagem vendida de cada empreendimento, pois esses valores são essencias para aplicarmos o método POC e determinarmos as receitas e o lucro bruto gerado por cada empreendimento. Para demonstrar o porque da minha preocupação com relação ao baixo volume de lançamentos, aplicarei o método POC no empreendimento Helbor Cosmopolitan Home Stay & Offices (residencial):

Dados: VGV 26,594M, % vendido: 11,25%, Custo do Terreno/custo total 28,57% e custo do terreno/VGV de 16% (segundo o RI da empresa quando o terreno é adquirido em dinheiro o custo do terreno gira em torno de 15 a 18% do VGV).

Custo Terreno: R$4.255.000 Custo de Obra: R$10.638.000 Custo Total: R$14.893.000
Custo Incorrido: R$4.255.000 (apenas terreno)
PoC = Custo Incorrido / Custo Total = R$4.255.000 / R$14.893.000 = 28,57%
Receita Acumulada = Venda Contratada x PoC = 26,594M * 11,25% * 28,57% = R$855.000
Lucro Bruto Lançamentos = R$855.0000 - R$4.255.000 = - R$3.400.000

Como podem notar apenas esse empreendimento impactaria negativamente o lucro bruto em 3,4M.

Para não deixar esse post ainda mais longo resumirei alguns cálculos feitos.

Aplicando o método POC em todos os empreendimentos lançados e somando as receitas e lucro bruto obtidos, temos:

Receita Bruta dos empreendimentos Lançados: 76,387M
Lucro Bruto dos empreendimentos Lançados: -4,275M

Quanto aos lucros gerados pela evolução das obras e venda das unidades em estoque, destaco os seguintes números referentes aos dois últimos trimestres:

3T10

Venda das Unidades em estoque: 93,9M
Receita Bruta a apropriar: 1,526 Bi
Resultado a apropriar: 545,4M
Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 189,498M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 59,569M

4T10

Venda das Unidades em estoque: 109,175M
Receita Bruta a apropriar: 1,630 Bi
Resultado a apropriar: 587,9M
Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 217,194M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 61,975M

1T11

Venda das Unidades em estoque: 114,346M
Receita Bruta a apropriar: 1,556 Bi
Resultado a apropriar: 566,301M
Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 232,907M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 62,098M

Considerando esse histórico, que a venda das unidades em estoque totalizaram 85,511M no 2T11 e que tivemos o início das obras de alguns empreendimentos com maiores margens (como o Casa das Caldeiras, fato que gera maior reconhecimento de receitas), estou fazendo a seguinte estimativa:

2T11

Receita Bruta gerada pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 210M
Lucro Bruto gerado pela evolução das obras e venda de unidades em estoque: 60M

Com isso teremos uma receita bruta total de 286,387M e lucro bruto de 55,725M.

Utilizando como base os últimos resultados divulgados pela empresa estimei o lucro líquido do 2T11:

Receita Bruta: 286.387.000 (275M - 305M)
Receita Líquida: 266.060.587 (255M - 283M)
Lucro Bruto: 55.725.000 (50M - 62M)
Lucro Antes do IR: 36.973.715 (35M - 42M)
Lucro Líquido: 31.427.658 (29M - 36M)

Margem Bruta: 20,95%
Margem Líquida: 11,80%

Não tenho nem que dizer que espero ter errado muito feio nos meus cálculos! Confesso que em alguns momentos pensei em alterar diversas premissas mesmo considerando o cenário que tracei o mais plausível, pois não conseguia acreditar que o resultado poderia ser tão ruim. Mas não faria sentido nenhum eu ter todo esse trabalho para chegar no final e alterar tudo o que penso só porque cheguei em um resultado que considero ruim para a empresa. Portanto resolvi analisar com calma o resultado encontrado:

Primeiramente é preciso entender qual é o motivo para o resultado ter sido tão ruim. Sem dúvida o lucro líquido infimo é oriundo do lucro bruto muito abaixo dos últimos trimestres. O lucro bruto tem origem em dois fatores: 1-) a venda dos empreendimentos lançados e 2-) venda das unidades em estoque e evolução das obras.

1-) O resultado negativo foi o principal fator que impactou esse resultado. Como disse, pelo método POC, o custo do terreno é integralmente reconhecido no momento do lançamento e as receitas são reconhecidas conforme os empreendimentos são vendidos. Se o volume de vendas for pequeno com relação ao VGV lançado as receitas tornam-se inferiores aos custos, impactando negativamente o lucro bruto.

Fiz diversas estimativas alterando a % vendida de cada empreendimento, entretanto essas mudanças não levaram a grandes alterações no resultado final. O único valor que caso seja alterado muda significativamente o resultado é a relação Custo do Terreno/VGV. Entretanto, nos meus cálculos utilizei os dados fornecidos pelo RI, portanto não devem estar errados.

2-) Quanto ao lucro bruto gerado pela evolução das obras e vendas das unidades em estoque me parece bem razoável estimar 60M. Considerando que nos outros trimestres as vendas do estoque foram bem superiores e o lucro bruto gerado foi levemente acima dos 60M.

Portanto não tenho muita ideia em que aspectos essa estimativa está tão furada. Sem dúvida posso ter errado em diversos aspectos dessa minha análise, entretanto mesmo traçando um cenário que considero otimista não consigo enxergar o lucro líquido ultrapassando 40M. Sinceramente gostaria de debater com mais alguém sobre o ativo, pois estou pensando seriamente em vender minha posição e recomprar após o resultado. O que acham?


78630 - Coutinho - 02/Jul/2011 02:13
Alguns cálculos com a Helbor!

Lançamentos no 2T11 - VGV - Helbor - Vendido

Helbor Paesaggio Jardins das Colinas - 189,5 - 100% - 50% (até maio)
Rio Business Center - 41,2 - 100% - 80%
Coletânea Vale do Canela - 102,3 - 50% - 65%
Helbor Offices Barao de Teffe - 39,6 - 54% - 95%
Helbor Cosmopolitan Home Stay & Offices - ? - ? - ?
Helbor Ecoville Offices - ? - ? - 100%
Helbor Varandas Ipoema - ? - ? - ?

Os últimos 3 empreendimentos eu não achei o VGV nem o percentual Helbor. Só sei que O Ecoville está 100% vendido.

Fiz umas prévias (chutando uma média de VGV de 40M para os desconhecidos) e cheguei a um VGV próprio de lançamento de 430M (mais de 4x maior que o do 2T10), vendas dos lançamentos próximo a 280M e estimando uma venda de 80M do estoque, chegaríamos a uma venda própria próxima a 360M no trimestre (uns 20% maior que o 2T10). A Helbor anunciou a entrega de 2 empreendimentos com VGV iniciais de 200M, isso indica entrada forte de caixa e reconhecimentos.

Estou prevendo lucros no trimestre acima de 65M (recorde trimestral), sendo mais de 50% maior que o 2T10. Acredito que teremos um ótimo trimestre para as cotações da empresa. O P/L dela ficará abaixo de 7 e o ROE próximo a 30% (disparado o melhor entre todas as construtoras).



Ela está meio patinando a algum tempo, apesar de estar subindo enquanto o Ibovespa despenca! Depois das prévias (espero que saia até 15 de julho), deve dar uma esticada boa! O que acham?


77942 - uqaz - 27/Jun/2011 09:40
Ao comparar Helbor e Ez Tec vale destacar mais um dado:

Resultado a apropriar: Ez Tec - 494,231M
Resultado a apropriar: Helbor - 566,301M

A Helbor mesmo com um valor de mercado 44% inferior tem um resultado a apropriar 14,60% superior. Com isso a empresa tende a reconhecer maiores receitas do que a Ez Tec no médio prazo. Tal fato é oriundo do VGV lançado nos últimos trimestres superior a EZTC3. Esse ano o objetivo da empresa é lançar 1,5 Bi em VGV próprio e creio que no máximo em 2013 já atingirá seu VGV de regime permanente de 2 Bi. No longo prazo, o potencial de crescimento do VGV da Ez Tec é superior, mas considerando os atuais níveis de precificação, política de dividendos e agressividade da administração (mas vale ressaltar que caso o cenário macroeconômico torne-se desfavorável para o setor a empresa apanharia MUITO MAIS que a Ez Tec) prefiro Helbor. Em uma carteira mais diversificada cabe tranquilamente os dois ativos como posição no setor.

É aquela nossa mesma discussão de sempre:

Alavancar ou não alavancar, eis a questão?

Temos 2 anos para 2013. A Helbor irá passar de um VGV de 1,5 bi para 2 bi. Ou seja, vai melhorar seus resultados, mantidas as margens - às quais o prof lembra estarem querendo nos ferrar - em 25% ou 11,8%a.a.

Da EZTC, extrapolo o seguinte. Lembro q o topo do VGV do ano passado foi 900 mi. Este ano é de 1,2bi. Mantendo esta velocidade, ocorre um crescimento de 30% a.a. nos lucros. Pra chegar aos R$ 2,5 bi de VGV, temos 3 anos.

Concordo que esses 30%a.a. podem ser exagerados...mas tenho quase certeza que serão maiores q o da Helbor

Nesses próximos 2-3 anos, qual é a melhor empresa para se estar comprado, então?

Rs, as duas. Uma para o curto prazo (helbor) e outra para um horizonte maior (Eztec).



Mas vamos ver o q acontece ateh lá...


73962 - paulo_prof - 16/Mai/2011 20:47
Mesmo sem lançamentos a HBOR consegue ser muito boa, rsrs.

Não li o relatório ainda. Nos números, entretanto, parece haver núvens não tão brancas no horizonte.

A margem bruta média do exercício de 2010 foi 31,7%. No 4T10 já foi 30%. No 1T11 caiu ainda mais, para 28,9%. A perda em relação à média de 2010 foi de quase 3 pontos percentuais. É muita coisa, quase 9%.

Ao final do 4T10 a dívida líquida era negativa (-R$ 37 milhões). Cresceu continuamente durante 8 trimestres quando, no final do 4T09 chegou a R$ 264 milhões. Feita a capitalização no 1o. semestre de 2010, a dívida líquida caiu para R$ 167 milhões ao final do 2T10. Desde então vem crescendo aprox. 25% a cada trimestre. Ao final do 1T11 emplacou R$ 329 milhões.

Note que, embora os dividendos mínimos de R$ 43 milhões estivessem provisionados em 31MAR2010, o desembolso efetivo de R$ 53 milhões só foi realizado no dia 29ABR. Esta despesa, pressionando o caixa, certamente vai acelerar o crescimento da dívida líquida. Na minha estimativa, no 2T10 deverá ultrapassar os R$ 420 milhões, aprox. 1,8 vezes o Ebitda anual.

A empresa conta com recebíveis de aprox. R$ 1,08 bilhões, um valor mais de 3 vezes superior ao dívida líquida ao final 1T11. Estes recebíveis rendem IGPM + 8% e os seus rendimentos são maiores do que os custos do endividamento (o resultado financeiro foi positivo em R$ 8 milhões). Ocorre que a taxa de crescimento dos recebíveis é menor do que a taxa de crescimento da dívida líquida.

Os múltiplos dos últimos 12 meses são:

P/L 7,50
P/VPA 1,92
PSR 1,44
DY 3,80%
EV/EBITDA 7,82
MARGEM BRUTA 31,2%
MARGEM OPERACIONAL 24,1%
MARGEM LÍQUIDA 19,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 2,924
MARGEM EBITDA 22,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 81,4%
ROE 25,63%


LIQUIDEZ CORRENTE 2,60


73943 - small caps- 16/Mai/2011 19:57
O segundo trimestre vai bombar em lançamentos que deveriam ter sido realizados no primeiro trimestre, não fossem os atrasos nas liberações nas prefeituras...



O balanço foi bom quando se considera que foi conquistado praticamente apenas com os projetos adrede lançados.

73942 - danieljoseaa - 16/Mai/2011 19:55
41,4 MI lucro da HBOR3, contra 33,1 MI em 2010.
Não excelente, porém bom.......acho que isso já era esperado, após os dados da prévia operacional.

39845 - polycrav - 26/Jul/2010 22:06
Entre janeiro e junho, houve avanço de 30,9% para R$ 577,21 milhões. A fatia da companhia ficou em 426,97 milhões, acréscimo de 11,4%.

26 de julho de 2010 - A Helbor Empreendimentos terminou o segundo trimestre com um volume total de lançamentos de R$ 125,42 milhões recuo de 61,3% frente aos R$ 323,85 milhões de igual intervalo de 2009. A parte da Helbor alcançou R$ 93,2 milhões, queda de 68,5% na mesma base comparativa.

Entre janeiro e junho, houve avanço de 30,9% para R$ 577,21 milhões. A fatia da companhia ficou em 426,97 milhões, acréscimo de 11,4%.

As vendas contratadas totais somaram R$ 387,8 milhões, com crescimento de 41,8%. A parte da empresa ficou em R$ 288,5 milhões, com expansão de 17,8%.

No semestre, as vendas totalizaram R$ 825,50 milhões, 92% maior ao apurado na primeira parte de 2009. A participação da empresa contabilizou R$ 646.14 milhões, com aumento de 76,6%.

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