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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

JHSF Part (JHSF)


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Códigos de Negociação
Tipo
JHSF3
 Novo Mercado
Balanços
A2019/4T2019 -
paulo_prof  -
Os resultados contábeis do 4T19 e 2019, quando comparados com aqueles do 4T18 e 2018, parecem maravilhosos (exceto o Ebitda trimestral). Taxas de crescimento estratosféricas do lucro.
Ocorre que estes resultados foram, na maior parte, obtidos via a Receita referente ao Valor Justo das Propriedades mantidas para o segmento que a empresa denomina de Renda Recorrente (basicamente locação).
Para que se tenha uma idéia, considere que o Resultado Antes dos Impostos no exercício foi de R$ 473 milhões. A Receita correspondente ao aumento do valor justo das propriedades no exercício somou R$ 437,3 milhões. Ou seja, se o efeito não caixa da valorização das propriedades for expurgado, sobrariam apenas R$ 36 milhões, sobre os quais ainda incidiriam o IR/CS.
Ou seja, o lucro da empresa e quase todo "virtual". Como o lucro é fumaça, a regra do jogo permite que a empresa não precise distribuir proventos mínimos de 25%.
Acho que já deixei claro que, pessoalmente, não gosto de ativos que necessitam da receita de valorização de propriedades para ficar bem na fita!

3T2019 -
paulo_prof  -
Já me manifestei várias vezes sobre a dificuldade de analisar a empresa. Embora todas as suas atividades se desenvolvem em torno de propriedades imobiliárias, os segmentos de negócio têm natureza bastante distinta:
a) "Renda Recorrente" engloba: (i) a unidade de negócios Shoppings: que consolida as operações de shopping centers2, serviços para shoppings (administração, estacionamentos e fornecimento de energia e telecomunicações); (ii) Cidade Jardim Fashion (e-commerce); e (iii) o Varejo: operação de marcas internacionais de alto luxo.
b) "Hotéis e Restaurantes" são 7 hotéis em operação (São Paulo, Rio de Janeiro, Fazenda Boa Vista, Punta del Este, Angra dos Reis, Belo Horizonte e Salvador), além de 27 restaurantes e bares em 7 cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Angra dos Reis, Punta del Este, Belo Horizonte e Salvador). O potencial de crescimento dessa divisão, no curto prazo, deverá vir de 3 novos hotéis no Brasil (Trancoso e São Paulo, Itaim e Cidade Jardim), onde também serão desemvolvidas atividades de novos restaurantes. No médio e longo prazo, há a intenção de crescer as operações nos Estados Unidos e na Europa.
c) Incorporação Civil premium na cidade de São Paulo e com planos de expandir para Nova York
d) "Aeroporto Excecutivo"
Na minha opinião, a DRE da empresa é totalmente distorcida quando, no que tange o sub-segmento de negócios "Shoppings", a Receita fictícia correspondente ao "Valor Justo de Propriedades para Investimento" é contabilizada. A melhor métrica para avaliar empresas de locação imobiliária é o FFO. Contabilizar uma suposta valorização imobiliária (sem ao menos informar os critérios utilizados) me cheira necessidade de esconder a realidade. O que determina o valor de um shopping é o FFO que gera e a taxa de crescimento deste FFO. Informe qual é este FFO e o interessado poderá efetuar o "valuation".
Só para registrar o absurdo da situação, considere os seguintes números. Nos últimos 12 meses, o Resultado Antes do IR/CS da empresa (incluindo a Receita de Valor Justo de Propriedades") foi de R$ 358,215 milhões. Vcs têm uma idéia de quanro somou a Receita de Valor Justo de Propriedades no mesmo período? Pasmem! R$ 357,873 milhões.
Moral da Históra: nos últimos 12 meses a empresa remou, remou, remou e produziu um Resultado Antes dos Impostos efetivo pouco maior do que R$ 300 mil!
Considerando esta distorção extrema e o fato da empresa divulgar um ebitda ajustado com o expurgo desta receita espúria, realimentei a minha planilha com os dados do Ebitda Ajustado (antes usava o Ebitda IFRS). A consequência da deterioração pode ser vista claramente no múltiplo EV/EBITDA que passou dos 6,97 no 2T19 (veja acima, com EBITDA IFRS), para 18,10 no 3T19 (EBITDA AJUSTADO).
Para o meu gosto ... o ativo e super caro ... mas devo reconhecer que é "charmoso".

2T2019 -
paulo_prof  -
A empresa continua gerando lucro a partir de "vento" ... no trimestre, o lucro foi de R$ 17,6 milhões; o Resultado Antes dos Impostos, R$ 32,7 mihões; a Receita de Valor Justo de Propriedades, R$ 61,8 milhões!!!!
A conclusão, mais uma vez, deixo para o leitor.

1T2019 -
paulo_prof  -
Sim, todas as propriedades próprias que a empresa mantém para as suas operações (shoppings, hotéis, restaurantes, landbank, aeroporto, etc) tem o seu valor justo avaliado a cada trimestre e a diferença em relação ao trimestre anterior é contabilizada como Receita PPI. Nunca vi esta ser contabilizada uma despesa nesta rubrica ... ou seja, as propriedades da JHSF valorizam sempre, independentemente do estado da economia.
O interessante é que a empresa abre as Receitas Bruta e Líquida Operacionais nos segmentos que atua, e no que concerne a "Receita" com a valorização, só menciona um valor, ou seja, não dá ao acionista leitor nenhuma possibilidade de critica. O Resultado Bruto da empresa em 2018 foi R$ 244 milhões; a receita de valorização das PPI emplacou R$ 206 milhões. Por que dispensar uma baita atenção para o primeiro e sair de fininho depois de jogar um número do segundo que ninguém pode verificar?
Concordo que a análise fica difícil, porque a empresa não fornece os subsídios corretos. A análise de cada segmento deveria ser subsidiada por DREs próprias e eventuais eliminações entre setores. Se no segmento de shoppings mais interessa o FFO, por que não informar?
Na falta de informações, quem está analisando terá que se virar ... No que concerne 2018, a distribuição do lucro bruto foi a seguinte: incorporação (26%), shoppings e aluguel (60%), hotéis e restaurantes (14%). Na falta de dados, provavelmente o melhor é olhar para o Ebitda Ajustado (expurgando não recorrentes e receitas de valorização de PPI), e verificar se é suficiente para cobrir o Resultado Financeiro Negativo, os Impostos Líquidos Pagos e o Capex necessário para a manutenção dos negócios.
Mais uma vez, um Resultado com componente importante "fictícia". No trimestre, a Receita Líquida foi composta de venda de imóveis (33,4%), shoppings e locações comerciais (32,0%) e hotéis e restaurantes (34,6%). O Resultado Bruto emplacou R$ 54 milhões, aumento de 39% em relação ao 1T18.
O Resultado Financeiro foi negativo em pouco menos de R$ 35 milhões. Para conseguir um Resultado Antes dos Impostos de quase R$ 35 milhões, a empresa contabilizou uma Receita de Valor Justo de Propriedades para Investimento de R$ 51 milhões, ou seja, não fosse esta receita não caixa de valorização das propriedades, a empresa teria postado prejuízo.
Nos últimos 12 meses, o Resultado Antes dos Impostos contabilizou R$ 249 milhões. A Receita de de Valor Justo de Propriedades, R$ 260 milhões!!!!
A conclusão deixo para o leitor.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Já deu para perceber que não gosto daquelas empresas detentoras de propriedades para investimento que contabilizam a variação do valor justo destas propriedades na DRE. Reconheço que o valor justo das propriedades deve ser refletida nos Resultados, mas não considero adequado isto transitar pela DRE. Deveria ser reportado diretamente na variação do Patrimônio Líquido.
A Receita de Variação do Valor Justo das Propriedades é "fictícia", não tem efeito caixa. Em consequência, o IR/CS correspondente também é fictício (naõ há dispêndio de caixa). Em suma, distorce a visão de conjunto. Numa primeira olhada, o investidor pode achar que a JHSF teve resultados excelentes, quando, de fato, não poderiam ser mais pífios. A cada valorização de propriedades, a empresa passa mais vexame, porque não é capaz de fazer com que estas proriedades valorizadas produzam receitas operacionais correspondentes.
Em 2018, para um Resultado Antes dos Tributos de R$ 211 milhões, a parcela correspondente à valorização das propriedadesfoi contabilizada em R$ 206 milhões. Ou seja, o Lucro antes dos Impostos teria sido algo na faixa dos R$ 5 milhões. Deduz o IR/CS padrão e o Lucro Contábil de R$ 182 milhões cai para pouco mais de R$ 3 milhões. Ridículo!
Deduzindo a valorização das propriedades do Ebitda, conclui-se que Endividamento Líquido e excessivo, por ter uma alavancagem em relação ao Ebitda de quase 10 vezes.
Preço do Ativo incompatível com a geração de caixa efetiva da empresa.

3T2018 -
Paulo Prof - 
A JHSF é uma empresa que atua na área de shoppings, hotel e incorporação imobiliária. Não é raro vender participação em propriedades que desenvolveu como greenfield (shoppings) após um período de maturação. Em consequência, não há como classificar como não recorrente eventual venda de propriedade ou participação.
Uma dificuldade para se analisar a JHSF é exatamente a natureza distinta das atividades. No caso de shoppings, o indicador mais importante seria o FFO, enquanto no que tange o hotel e incorporação imobiliária, os indicadores mais adequados seriam o ebitda e o lucro. Finalmente, é praticamente praxe no mercado contabilizar uma receita fictícia no que concerne as propriedades que são mantidas para investimento: a tal da variação justa do valor das propriedades. Ocorre que isto realmente fica à vontade do freguês ... pode ser qualquer coisa (como nunca vi este valor ser reduzido, mesmo na crise mais aguda, está claro que é para ingçês ver!).
Mas no 3T18, de acordo com o Relatório da Empresa, os não recorrentes somaram somente R$ 9 milhões negativos. Por outro lado, a valorização das propriedades somou R$ 16 milhões. Mas o que impactou principalmente o lucro, foram os R$ 90,3 milhões de receita de IR/CS. No relatório, a empresa simplesmente menciona: "o imposto de renda diferido gerou um crédito no Resultado devido a reversão de provisão de impostos diferidos sobre o valor justo das propriedades para Investimentos.
Não fosse o imposto diferido e supondo uma alíquota usual de 34%, o resultado líquido teria sido de aprox. R$ 18,5 milhões. Se vc expurgar a receita referente à valorização das propriedades e somar os não recorrentes (redução total de R$ 7 milhões no Resultado Antes dos Impostos), o lucro líquido teria seido aprox. 14 milhões, bem distante dos R$ 119 milhões reportados.
Não me pergunte se o ativo está barato ou caro!

2T2018 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO BRUTO = Em decorrênciada dinâmica de Receitas e Custos, o Resultado Bruto consolidado apresentou variação positiva com aumento de margem devido, principalmente a: Na Renda Recorrente, resultado Bruto teve redução de 4,6% impactado pelo aumento do CPSV. Em Hotéis e Restaurantes o foco no controle de custos impactou positivamente na Margem Bruta, bem como o desempenho operacional dos Hotéis, contudo, ainda tem desempenho afetado pelas operações no Rio de Janeiro.Na Incorporação, a melhora de resultado foi decorrente da maior venda na Fazenda Boa Vista.; RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO = O Resultado Financeiro Consolidado da Companhia apresentou melhora quando comparado ao 2T17, refletindo o processo de desalavancagem, além da repactuação de cerca de 75% do endividamento, concluída em dezembro de 2017, a qual incluiu redução de custo financeiro e alongamento do prazo. Adicionalmente, a queda da taxa básica de juros impactou positivamente na redução da despesa financeira já que 83% do endividamento da Companhia é pós fixado e atrelado ao CDI. A Receita Financeira Consolidada é composta essencialmente pela receita com aplicações financeiras. Os principais itens registrados como Despesa Financeira Consolidada do 2T18 foram juros sobre empréstimos e financiamentos (R$28,9 milhões) e amortização de custos (fees) de empréstimos.

3T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO (*). RESULTADO LIQUIDO DO 3T17 PIOROU EM RELAÇÃO AO 2T17 E MELHOROU (TAMBEM) NA COMPARAÇÃO COM O 3T16. DOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 07 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (15,5555%). NO 3T16, ARECEITA BRUTA CONSOLIDADA E DO NEGÓCIO DE RENDA RECORRENTE AINDA CONTEMPLAVA O SMT(100% ALIENADO EM 21/12/2016) E A TOTALIDADE DO SCJ(33% FOI ALIENADO EM 29/12/2016). EXCLUÍDO ESSE EFEITO, RECEITA BRUTA CONSOLIDADA APRESENTA CRESCIMENTODE 3% NA COMPARAÇÃO COM 3T16.

2T2017 -
paulo_prof   -
No 2T17, temos o seguinte:
Resultado Bruto: R$ 50,7 milhões
Despesas com Vendas: (R$ 3,2 milhões)
Despesas Gerais e Administrativas: (R$ 24,8 milhões)
Outras Despesas Operacionais (R$ 5,9 milhões)
EBIT: aprox. R$ 16,8 milhões
Resultado Financeiro (R$ 44,4 milhões)
Resultado após o Operacional e Financeiro: (R$ 28,4 milhões)
Depreciação/Amortização: R$ 3,9 milhões
EBITDA (ajustado): aprox. R$ 20, 7 milhões
Onde é que está a mágica? Na suposta valorização das propriedades da JHSF ... como o papel aceita tudo, no 2T17 esta valorização emplacou R$ 54,4 milhões. Somando estes R$ 54,4 milhões ao EBITDA (ajustado) e ao Resultado após o Operacional e Financeiro a pílula fica bem mais bonita! ... e o que era para ser mais um prejuízo vira lucro!
No meu mode de entender, a empresa não gera o caixa necessário para o seu custeio ... acho que inexoravelmente terá que vender patrimônio.

3T2016 -
INCORPORAÇÃO: No 3T16, as vendas contratadas foram impactadas negativamente por distratos na Fazenda Boa Vista (conforme divulgado no 2T16), no Bosque Cidade Jardim (segue embargado) e no Horto Bela Vista, empreendimento em que as unidades foram revendidas por valor superior ao valor das unidades distratadas.

1T2015 -
Controlador aportou mais de 150 milhões via aumento de capital. Vamos torcer para que ele saiba o que está fazendo. É o tipo de situação em que o minoritário não tem visibilidade.

A2014/4T2014 -

3T2012 -
Small Caps - 
achou um espetáculo.

alisonvm -
achou muito bom

2T2012 -
renato1631 -
Não parece sensacional!
alisonvm -
decepção
Características
A JHSF é uma das empresas líderes no setor imobiliário no Brasil, com expressiva atuação nos mercados de incorporações imobiliárias residenciais e comerciais de uso misto e de larga escala, no desenvolvimento e na administração de shoppings centers e hotéis de alto padrão. A empresa é reconhecida por seu pioneirismo, padrão de qualidade e pela capacidade de identificar novas oportunidades de negócios que geram impacto altamente positivo nas regiões onde são implantados.
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367141  - paulo_prof  -  14 Fev 2020, 03:35
Os resultados contábeis do 4T19 e 2019, quando comparados com aqueles do 4T18 e 2018, parecem maravilhosos (exceto o Ebitda trimestral). Taxas de crescimento estratosféricas do lucro.

Ocorre que estes resultados foram, na maior parte, obtidos via a Receita referente ao Valor Justo das Propriedades mantidas para o segmento que a empresa denomina de Renda Recorrente (basicamente locação).

Para que se tenha uma idéia, considere que o Resultado Antes dos Impostos no exercício foi de R$ 473 milhões. A Receita correspondente ao aumento do valor justo das propriedades no exercício somou R$ 437,3 milhões. Ou seja, se o efeito não caixa da valorização das propriedades for expurgado, sobrariam apenas R$ 36 milhões, sobre os quais ainda incidiriam o IR/CS.

Ou seja, o lucro da empresa e quase todo "virtual". Como o lucro é fumaça, a regra do jogo permite que a empresa não precise distribuir proventos mínimos de 25%.

Acho que já deixei claro que, pessoalmente, não gosto de ativos que necessitam da receita de valorização de propriedades para ficar bem na fita!

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JHSF3

PREÇO: R$ 7,87

PAYOUT 2019: 16,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (como contabilizados na DRE)

P/L 15,37

P/VPA 1,67

PSR 7,89

DY 1,06%

EV/EBITDA AJUSTADO 25,05

MARGEM BRUTA 48,7%

MARGEM OPERACIONAL 74,2%

MARGEM LÍQUIDA 51,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,512

MARGEM EBITDA AJUSTADO 35,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 40,0%

ROE 10,84%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,16



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +31,11%

RESULTADO BRUTO +27,34%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +17,80%

RESULTADO OPERACIONAL +123,87%

RESULTADO LÍQUIDO +79,17%

EBITDA AJUSTADO +22,78%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +36,36%

RESULTADO BRUTO +39,89%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -38,75%

RESULTADO OPERACIONAL +67,19%

RESULTADO LÍQUIDO +210,43%

EBITDA AJUSTADO -8,04%



c) lucro líquido, nominal

UA 79,17%

U2A passou de negativo para positivo

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 13,15%

U2A 6,50%

U3A -0,13%



e) ebitda ajustado, nominal

UA 22,78%

U2A 77,28%

U3A 46,01%

U4A -15,61%

U5A -2,65%

U6A -13,88%

U7A -8,16%

U8A -3,44%

U9A -2,07%

U10A -1,35%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 6,40

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +5,0%

14/02/2020 - Dados Financeiros - Press-release 


14/02/2020 - Demonstracoes Financeiras - DFP de 31/12/19

365513  - paulo_prof  -  26 Nov 2019, 14:07
Já me manifestei várias vezes sobre a dificuldade de analisar a empresa. Embora todas as suas atividades se desenvolvem em torno de propriedades imobiliárias, os segmentos de negócio têm natureza bastante distinta:

a) "Renda Recorrente" engloba: (i) a unidade de negócios Shoppings: que consolida as operações de shopping centers2, serviços para shoppings (administração, estacionamentos e fornecimento de energia e telecomunicações); (ii) Cidade Jardim Fashion (e-commerce); e (iii) o Varejo: operação de marcas internacionais de alto luxo.

b) "Hotéis e Restaurantes" são 7 hotéis em operação (São Paulo, Rio de Janeiro, Fazenda Boa Vista, Punta del Este, Angra dos Reis, Belo Horizonte e Salvador), além de 27 restaurantes e bares em 7 cidades (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Angra dos Reis, Punta del Este, Belo Horizonte e Salvador). O potencial de crescimento dessa divisão, no curto prazo, deverá vir de 3 novos hotéis no Brasil (Trancoso e São Paulo, Itaim e Cidade Jardim), onde também serão desemvolvidas atividades de novos restaurantes. No médio e longo prazo, há a intenção de crescer as operações nos Estados Unidos e na Europa.

c) Incorporação Civil premium na cidade de São Paulo e com planos de expandir para Nova York

d) "Aeroporto Excecutivo"

Na minha opinião, a DRE da empresa é totalmente distorcida quando, no que tange o sub-segmento de negócios "Shoppings", a Receita fictícia correspondente ao "Valor Justo de Propriedades para Investimento" é contabilizada. A melhor métrica para avaliar empresas de locação imobiliária é o FFO. Contabilizar uma suposta valorização imobiliária (sem ao menos informar os critérios utilizados) me cheira necessidade de esconder a realidade. O que determina o valor de um shopping é o FFO que gera e a taxa de crescimento deste FFO. Informe qual é este FFO e o interessado poderá efetuar o "valuation".

Só para registrar o absurdo da situação, considere os seguintes números. Nos últimos 12 meses, o Resultado Antes do IR/CS da empresa (incluindo a Receita de Valor Justo de Propriedades") foi de R$ 358,215 milhões. Vcs têm uma idéia de quanro somou a Receita de Valor Justo de Propriedades no mesmo período? Pasmem! R$ 357,873 milhões.

Moral da Históra: nos últimos 12 meses a empresa remou, remou, remou e produziu um Resultado Antes dos Impostos efetivo pouco maior do que R$ 300 mil!

Considerando esta distorção extrema e o fato da empresa divulgar um ebitda ajustado com o expurgo desta receita espúria, realimentei a minha planilha com os dados do Ebitda Ajustado (antes usava o Ebitda IFRS). A consequência da deterioração pode ser vista claramente no múltiplo EV/EBITDA que passou dos 6,97 no 2T19 (veja acima, com EBITDA IFRS), para 18,10 no 3T19 (EBITDA AJUSTADO).

Para o meu gosto ... o ativo e super caro ... mas devo reconhecer que é "charmoso".

JB1jgFhv7G7RumL9ZlvlsaquMUJmNc=

JHSF3

PREÇO: R$ 5,65

PAYOUT 2018: 30,9%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (como contabilizados na DRE)

P/L 16.21

P/VPA 1.29

PSR 5.10

DY 1.90%

EV/EBITDA AJUSTADO 18.10

MARGEM BRUTA 48.1%

MARGEM OPERACIONAL 61.0%

MARGEM LÍQUIDA 31.5%

LUCRO POR AÇÃO $ 0.348

MARGEM EBITDA AJUSTADO 38.4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 49.9%

ROE 7.98%

LIQUIDEZ CORRENTE 1.03



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +35,63%

RESULTADO BRUTO +38,67%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +34,52%

RESULTADO OPERACIONAL +344,26%

RESULTADO LÍQUIDO +34,72%

EBITDA AJUSTADO +97,46%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +35,53%

RESULTADO BRUTO +20,79%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -13,86%

RESULTADO OPERACIONAL +344,20%

RESULTADO LÍQUIDO -20,63%

EBITDA AJUSTADO +57,71%



c) lucro líquido, nominal

UA 34,72%

U2A passou de negativo para positivo

U3A 57,18%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 5,37%

U2A 2,00%

U3A -4,46%



e) ebitda ajustado, nominal

UA 97,46%

U2A 77,47%

U3A -8,14%

U4A -7,18%

U5A -13,70%

U6A -11,12%

U7A -3,43%

U8A -7,27%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,35

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,5%

363343  - paulo_prof  -  08 Ago 2019, 02:29
A empresa continua gerando lucro a partir de "vento" ... no trimestre, o lucro foi de R$ 17,6 milhões; o Resultado Antes dos Impostos, R$ 32,7 mihões; a Receita de Valor Justo de Propriedades, R$ 61,8 milhões!!!!

A conclusão, mais uma vez, deixo para o leitor.
4Pzld52qHNVnRzbMyvymGJFIBsLI=

JHSF3

PREÇO: R$ 4,00

PAYOUT 2018: 30,9%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (como contabilizados na DRE)

P/L 10,08

P/VPA 0,94

PSR 3,92

DY 3,06%

EV/EBITDA 6,97

MARGEM BRUTA 49,5%

MARGEM OPERACIONAL 48,6%

MARGEM LÍQUIDA 38,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,397

MARGEM EBITDA 81,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 48,1%

ROE 9,33%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,90



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +43,17%

RESULTADO BRUTO +67,59%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +29,46%

RESULTADO OPERACIONAL +756,15%

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA IFRS +161,74%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,57%

RESULTADO BRUTO +19,98%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +95,22%

RESULTADO OPERACIONAL +64,44%

RESULTADO LÍQUIDO +143,70%

EBITDA IFRS +83,33%



c) lucro líquido, nominal

UA passou de negativo para positivo

U2A passou de negativo para positivo

U3A 27,38%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 5,18%

U2A -0,87%

U3A -4,79%



e) ebitda IFRS, nominal

UA 161,74%

U2A passou de negativo para positivo

U3A -1,71%

U4A 10,21%

U5A -0,95%

U6A -1,27%

U7A 5,42%

U8A 2,60%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,96

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -4,5%

361048  - paulo_prof  -  08 Mai 2019, 18:34
Sim, todas as propriedades próprias que a empresa mantém para as suas operações (shoppings, hotéis, restaurantes, landbank, aeroporto, etc) tem o seu valor justo avaliado a cada trimestre e a diferença em relação ao trimestre anterior é contabilizada como Receita PPI. Nunca vi esta ser contabilizada uma despesa nesta rubrica ... ou seja, as propriedades da JHSF valorizam sempre, independentemente do estado da economia.

O interessante é que a empresa abre as Receitas Bruta e Líquida Operacionais nos segmentos que atua, e no que concerne a "Receita" com a valorização, só menciona um valor, ou seja, não dá ao acionista leitor nenhuma possibilidade de critica. O Resultado Bruto da empresa em 2018 foi R$ 244 milhões; a receita de valorização das PPI emplacou R$ 206 milhões. Por que dispensar uma baita atenção para o primeiro e sair de fininho depois de jogar um número do segundo que ninguém pode verificar?

Concordo que a análise fica difícil, porque a empresa não fornece os subsídios corretos. A análise de cada segmento deveria ser subsidiada por DREs próprias e eventuais eliminações entre setores. Se no segmento de shoppings mais interessa o FFO, por que não informar?

Na falta de informações, quem está analisando terá que se virar ... No que concerne 2018, a distribuição do lucro bruto foi a seguinte: incorporação (26%), shoppings e aluguel (60%), hotéis e restaurantes (14%). Na falta de dados, provavelmente o melhor é olhar para o Ebitda Ajustado (expurgando não recorrentes e receitas de valorização de PPI), e verificar se é suficiente para cobrir o Resultado Financeiro Negativo, os Impostos Líquidos Pagos e o Capex necessário para a manutenção dos negócios.


Mais uma vez, um Resultado com componente importante "fictícia". No trimestre, a Receita Líquida foi composta de venda de imóveis (33,4%), shoppings e locações comerciais (32,0%) e hotéis e restaurantes (34,6%). O Resultado Bruto emplacou R$ 54 milhões, aumento de 39% em relação ao 1T18.

O Resultado Financeiro foi negativo em pouco menos de R$ 35 milhões. Para conseguir um Resultado Antes dos Impostos de quase R$ 35 milhões, a empresa contabilizou uma Receita de Valor Justo de Propriedades para Investimento de R$ 51 milhões, ou seja, não fosse esta receita não caixa de valorização das propriedades, a empresa teria postado prejuízo.

Nos últimos 12 meses, o Resultado Antes dos Impostos contabilizou R$ 249 milhões. A Receita de de Valor Justo de Propriedades, R$ 260 milhões!!!!

A conclusão deixo para o leitor.

JHSF3

PREÇO: R$ 2,47

PAYOUT 2018: 30,9%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (como contabilizados na DRE)

P/L 6,55
P/VPA 0,58
PSR 2,50
DY 4,71%
EV/EBITDA 5,68
MARGEM BRUTA 49,1%
MARGEM OPERACIONAL 47,8%
MARGEM LÍQUIDA 38,2%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,377
MARGEM EBITDA 75,6%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 46,1%
ROE 8,89%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,55


Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,71

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -14,0%

358672 - paulo_prof  -  22 Fev 2019, 21:51
Já deu para perceber que não gosto daquelas empresas detentoras de propriedades para investimento que contabilizam a variação do valor justo destas propriedades na DRE. Reconheço que o valor justo das propriedades deve ser refletida nos Resultados, mas não considero adequado isto transitar pela DRE. Deveria ser reportado diretamente na variação do Patrimônio Líquido.

A Receita de Variação do Valor Justo das Propriedades é "fictícia", não tem efeito caixa. Em consequência, o IR/CS correspondente também é fictício (naõ há dispêndio de caixa). Em suma, distorce a visão de conjunto. Numa primeira olhada, o investidor pode achar que a JHSF teve resultados excelentes, quando, de fato, não poderiam ser mais pífios. A cada valorização de propriedades, a empresa passa mais vexame, porque não é capaz de fazer com que estas proriedades valorizadas produzam receitas operacionais correspondentes.

Em 2018, para um Resultado Antes dos Tributos de R$ 211 milhões, a parcela correspondente à valorização das propriedadesfoi contabilizada em R$ 206 milhões. Ou seja, o Lucro antes dos Impostos teria sido algo na faixa dos R$ 5 milhões. Deduz o IR/CS padrão e o Lucro Contábil de R$ 182 milhões cai para pouco mais de R$ 3 milhões. Ridículo!

Deduzindo a valorização das propriedades do Ebitda, conclui-se que Endividamento Líquido e excessivo, por ter uma alavancagem em relação ao Ebitda de quase 10 vezes.

Preço do Ativo incompatível com a geração de caixa efetiva da empresa.

p.php?pid=chartscreenshot&u=J%20IGheNEan



JHSF3

PREÇO: R$ 2,26

PAYOUT 2018: 33,7% (isto de a AGO aprovar o pagamento dos dividendos ... duvido!



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (como contabilizados na DRE)

P/L 6,52

P/VPA 0,53

PSR 2,45

DY 5,16%

EV/EBITDA 6,16

MARGEM BRUTA 50,2%

MARGEM OPERACIONAL 43,5%

MARGEM LÍQUIDA 37,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,346

MARGEM EBITDA 71,8%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 53,5%

ROE 8,18%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,97



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 4,32

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -14,0%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (Valor Justo de Propriedades para Investimento expurgado)

P/L 357,38

P/VPA 0,53

PSR 2,45

DY 0,09%

EV/EBITDA 15,05

MARGEM BRUTA 50,2%

MARGEM OPERACIONAL 1,1%

MARGEM LÍQUIDA 0,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,006

MARGEM EBITDA 29,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 53,5%

ROE 0,15%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,97



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,08

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +105,0%

355938 - paulo_prof  -  15 Nov 2018, 14:02
A JHSF é uma empresa que atua na área de shoppings, hotel e incorporação imobiliária. Não é raro vender participação em propriedades que desenvolveu como greenfield (shoppings) após um período de maturação. Em consequência, não há como classificar como não recorrente eventual venda de propriedade ou participação.

Uma dificuldade para se analisar a JHSF é exatamente a natureza distinta das atividades. No caso de shoppings, o indicador mais importante seria o FFO, enquanto no que tange o hotel e incorporação imobiliária, os indicadores mais adequados seriam o ebitda e o lucro. Finalmente, é praticamente praxe no mercado contabilizar uma receita fictícia no que concerne as propriedades que são mantidas para investimento: a tal da variação justa do valor das propriedades. Ocorre que isto realmente fica à vontade do freguês ... pode ser qualquer coisa (como nunca vi este valor ser reduzido, mesmo na crise mais aguda, está claro que é para ingçês ver!).

Mas no 3T18, de acordo com o Relatório da Empresa, os não recorrentes somaram somente R$ 9 milhões negativos. Por outro lado, a valorização das propriedades somou R$ 16 milhões. Mas o que impactou principalmente o lucro, foram os R$ 90,3 milhões de receita de IR/CS. No relatório, a empresa simplesmente menciona: "o imposto de renda diferido gerou um crédito no Resultado devido a reversão de provisão de impostos diferidos sobre o valor justo
das propriedades para Investimentos.

Não fosse o imposto diferido e supondo uma alíquota usual de 34%, o resultado líquido teria sido de aprox. R$ 18,5 milhões. Se vc expurgar a receita referente à valorização das propriedades e somar os não recorrentes (redução total de R$ 7 milhões no Resultado Antes dos Impostos), o lucro líquido teria seido aprox. 14 milhões, bem distante dos R$ 119 milhões reportados.

Não me pergunte se o ativo está barato ou caro!

JHSF3

PREÇO: R$ 1,68

PAYOUT 2017: 72,9%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (Não recorrentes e receita de IR/CS diferidos mantidos)

P/L 6,45

P/VPA 0,40

PSR 2,04

DY 1,40%

EV/EBITDA 10,76

MARGEM BRUTA 47,1%

MARGEM OPERACIONAL 18,6%

MARGEM LÍQUIDA 31,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,261

MARGEM EBITDA 49,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 64,5%

ROE 6,17%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,76



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 3,26

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -14,5%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (Não recorrentes e receita de IR/CS diferidos expurgados)

P/L 27,25

P/VPA 0,40

PSR 2,04

DY 0,33%

EV/EBITDA 10,76

MARGEM BRUTA 47,1%

MARGEM OPERACIONAL 17,0%

MARGEM LÍQUIDA 7,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,062

MARGEM EBITDA 49,1%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 64,5%

ROE 1,46%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,76



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,77

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +19,0%

COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO BRUTO = Em decorrênciada dinâmica de Receitas e Custos, o Resultado Bruto consolidado apresentou variação positiva com aumento de margem devido, principalmente a: Na Renda Recorrente, resultado Bruto teve redução de 4,6% impactado pelo aumento do CPSV. Em Hotéis e Restaurantes o foco no controle de custos impactou positivamente na Margem Bruta, bem como o desempenho operacional dos Hotéis, contudo, ainda tem desempenho afetado pelas operações no Rio de Janeiro.Na Incorporação, a melhora de resultado foi decorrente da maior venda na Fazenda Boa Vista.; RESULTADO FINANCEIRO LÍQUIDO = O Resultado Financeiro Consolidado da Companhia apresentou melhora quando comparado ao 2T17, refletindo o processo de desalavancagem, além da repactuação de cerca de 75% do endividamento, concluída em dezembro de 2017, a qual incluiu redução de custo financeiro e alongamento do prazo. Adicionalmente, a queda da taxa básica de juros impactou positivamente na redução da despesa financeira já que 83% do endividamento da Companhia é pós fixado e atrelado ao CDI. A Receita Financeira Consolidada é composta essencialmente pela receita com aplicações financeiras. Os principais itens registrados como Despesa Financeira Consolidada do 2T18 foram juros sobre empréstimos e financiamentos (R$28,9 milhões) e amortização de custos (fees) de empréstimos.: 

JHSF3  
PREÇO: R$ 1,13
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses  

P/L -58,34
P/VPA 0,28
PSR 1,58 
DY 0,00%
EV/EBITDA 14,10
MARGEM BRUTA 42,32%
MARGEM OPERACIONAL 8,12%
MARGEM LÍQUIDA -2,71%
LUCRO POR AÇÃO R$ -0,019
MARGEM EBITDA 43,26%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 82,35%
ROE -0,48%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,87

Taxas de Crescimento Nominal  

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 2,79%
RESULTADO BRUTO -5,97%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -52,70%
RESULTADO OPERACIONAL -107,00%
RESULTADO LÍQUIDO -96,36%
EBITDA -194,11%

b) 2T18 sobre 2T17, nominal  
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 17,55%
RESULTADO BRUTO 12,03%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -30,16%
RESULTADO OPERACIONAL -25,57%
RESULTADO LÍQUIDO 373,59%
EBITDA -29,01%

c) lucro (taxa média anual)  
UA -96,36%
U2A ND
U3A -167,66%

d) patrimônio líquido médio  
UA -6,13%
U2A -9,42%
U3A -3,23%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

344395  - marcosvinicius2 -  27 Nov 2017, 11:39
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO (*). RESULTADO LIQUIDO DO 3T17 PIOROU EM RELAÇÃO AO 2T17 E MELHOROU (TAMBEM) NA COMPARAÇÃO COM O 3T16. DOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 07 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (15,5555%). NO 3T16, ARECEITA BRUTA CONSOLIDADA E DO NEGÓCIO DE RENDA RECORRENTE AINDA CONTEMPLAVA O SMT(100% ALIENADO EM 21/12/2016) E A TOTALIDADE DO SCJ(33% FOI ALIENADO EM 29/12/2016). EXCLUÍDO ESSE EFEITO, RECEITA BRUTA CONSOLIDADA APRESENTA CRESCIMENTODE 3% NA COMPARAÇÃO COM 3T16:

JHSF3
PREÇO: 1,90
PAYOUT (2016): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -3,97
P/VPA 0,46
PSR 2,84
DY 0,00%
EV/EBITDA -15,53
MARGEM BRUTA 44,06%
MARGEM OPERACIONAL -107,98%
MARGEM LÍQUIDA -71,56%
LUCRO POR AÇÃO -0,478
MARGEM EBITDA -47,33%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 75,89%
ROE -11,70%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,04

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -20,44%
RESULTADO BRUTO -5,83%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -24,70%
RESULTADO OPERACIONAL -378,24%
RESULTADO LÍQUIDO -708,91%
EBITDA -139,71%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -15,53%
RESULTADO BRUTO -33,14%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -59,13%
RESULTADO OPERACIONAL -72,22%
RESULTADO LÍQUIDO -49,78%
EBITDA 56,05%

c) lucro (taxa média anual)
UA -708,91%
U2A ND
U3A -193,08%

d) patrimônio líquido médio
UA -14,76%
U2A -5,06%
U3A -0,60%

No negócio de Renda Recorrente, excluído o efeito acima mencionado, a Receita Bruta cai 7% vs. 3T16, decorrente de: (i) Receita Bruta estável na subdivisão de ‘Shoppings’(+1%);(ii)queda de Receita Bruta na subdivisão ‘Outros Serviços’, como reflexo dos menores spreads obtidos na venda de energia nos submercados; e (iii) no Varejo, redução de 50%,consequência da alienação de atividades (marcas internacionais).

A partir do 1T17, a Companhia passou a alocar gastos anteriormente contabilizados no Centro de Serviços Compartilhados da Holding diretamente nas unidades de negócios de Renda Recorrente e Incorporação, com consequente aumento das Despesas Administrativas desses negócios e redução nas Despesas Administrativas da Holding. No negócio de Hotéis e Restaurantes, a Companhia opera com estrutura administrativa apartada e alocada diretamente nessa operação.

A Despesa Financeira Consolidada do 3T17 foi composta essencialmente por: (i) juros sobre empréstimos e financiamentos, de R$30,7 milhões; (ii) atualização monetária, de R$ 2,0milhões; (iii) remuneração ao fundo imobiliário JHSF Rio Bravo Fazenda Boa Vista FII, de R$0,9 milhão; e (iv) outras despesas de R$ 1,0 milhão.

JHSF3_rl_lucro.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

343156  - MuadibGV -  24 Out 2017, 23:57
Vou bancar o advogado do diabo... Esclareço que eu perdi uma boa grana nessa bagaça (JHSF3):

Como a análise pode ser boa se ela recomenda comprar pra longo prazo, e quem comprou no longo prazo sifu?

Desde 2010 a empresa teve altos e baixos, mas atualmente está cotada a menos de 2,5 (e o preço da análise era 3,12) tendo pagado dividendos pífios e vendido parte da jóia da coroa (shopping Cidade Jardim) pra abater a dívida?

Me parece que a análise esqueceu de ver a qualidade da gestão , que é uma porcaria (eu tb cometi esse erro). A JHSF se envolveu em corrupção e foi pega num baita contrapé quando resolveu se endividar pra fazer o aeroporto.

341164  - MuadibGV  -  17 Ago 2017, 00:00
JHSF:
Acho que eu fui um dos últimos aqui do fórum a desistir dessa empresa, a conta que fiz para sair de vez foi verificar que mesmo sem as despesas financeiras o retorno por ação (FFO/ação) não era nenhuma maravilha, ou seja, se a dívida líquida sumisse por encanto a empresa ainda assim não estaria tão barata.

Desde então passei acompanhar apenas a solvência da JHSF, já que invisto no RBBV.

Na situação atual me parece que a empresa tem uma oportunidade de se desalavancar sem mais vendas de patrimônio nessa pernada de baixa da Selic, se não fizer nenhuma lambança muito grande. No último trimestre o resultado financeiro foi negativo em 44 milhões para um EBITDA de 28 milhões, mas me parece que esse resultado foi meio atípico já que a dívida líquida declarada é de um pouco menos de 900 milhões.

Outra coisa interessante,quanto à solvência, é que 33% do shopping cidade jardim foi vendido por 410 milhões no final do ano passado.

O aeroporto é uma história mal contada , até agora . Falaram que falta um CAPEX estimado de 35 milhões, mas está claro que o problema é outro, porque 35 numa dívida de 900 milhões é fichinha. Talvez estejam sem licença ou , mais provável, as mudanças que diminuíram o projeto aliadas à crise devem tê-lo tornado inviável, pelo menos no formato e situações atuais. Esse aeroporto foi o maior tiro no pé que eu já vi!

341126  - Nugg1001  -  16 Ago 2017, 00:57
Boa prof. verifiquei novamente o balanço com as informações que você passou, e está da seguinte forma:


No ITR (sem auditoria - trocaram da kpmg para EY), está da seguinte forma:
Reserva de lucros: 1,267 bi
Reservas de lucros a realizar: 701 mi
Reserva retenção de lucros: 566 mi

Agora veja só: Somando os valores que você colocou: 124+314+36+89= 563 mi

Todavia, o nome indica que o virtual é o 701 mi...

Qual das duas seria o lucro virtual?

As últimas vendas de patrimônio que a empresa fez não foram boas (precisavam desesperadamente de $$ e venderam no meio da recessão, mas pelo menos melhorou a condição financeira da empresa, reduzindo significativamente a alavancagem).

Sobre minha questão ao RI, fui respondido que o aeroporto está previsto para chegar a Fase Zero (pista, hangares e pátio) no 2S18, e que as obras estão em ritmo reduzido desde 2S16. O que é bem depois do que cogitaram no começo.

Valeu pela luz, boa noite!

341105  - Nugg1001  -  15 Ago 2017, 18:30
Vou fazer um a parte. Jhsf soltou um balanço não auditado, não vejo problema nisso, pois costumam ser razoáveis, no entanto, foge do padrão! Outra coisa, o aeroporto está atrasado, e quase não falaram dele no balanço, apenas q tem capex de 35M. Eu acho q é uma grande aposta, mas essas interrogações precisam de resposta. Talvez a teleconferência as 14 e 30 auxilie e de fôlego no cp. Mp e lp deve ser tranquilo. Muita reserva de lucros e vp está bom! Let's see!

341113  - paulo_prof  -  15 Ago 2017, 21:18
Suspeito que a Reserva de Lucros seja virtual ...

Periodicamente, a empresa contabiliza o valor justo de propriedades para investimento. Em 2014 foram R$ 124 milhões, em 2015, R$ 314 milhões e em 2016, R$ 36 milhões. Só no 1S17, foram R$ 89 milhões. Esta Receita Virtual é taxada virtualmente (o IR/CS é diferido) e gera um lucro virtual. Como não há hard cash para pagar os proventos correspondentes, estes valores líquidos virtuais abastecem a Reserva de Retenção de Lucros. Esta Reserva, portanto, também é virtual. Quando a empresa vende uma propriedade, o virtual transforma-se em real. Se, lá atrás, o "valor justo" da propriedade vendida foi sobre-estimado (o que não raras vezes ocorre), a empresa terá que contabilizar o prejuízo correspondente à diferença.

341111  - paulo_prof   -  15 Ago 2017, 21:00
No 2T17, temos o seguinte:

Resultado Bruto: R$ 50,7 milhões
Despesas com Vendas: (R$ 3,2 milhões)
Despesas Gerais e Administrativas: (R$ 24,8 milhões)
Outras Despesas Operacionais (R$ 5,9 milhões)

EBIT: aprox. R$ 16,8 milhões

Resultado Financeiro (R$ 44,4 milhões)

Resultado após o Operacional e Financeiro: (R$ 28,4 milhões)

Depreciação/Amortização: R$ 3,9 milhões

EBITDA (ajustado): aprox. R$ 20, 7 milhões

Onde é que está a mágica? Na suposta valorização das propriedades da JHSF ... como o papel aceita tudo, no 2T17 esta valorização emplacou R$ 54,4 milhões. Somando estes R$ 54,4 milhões ao EBITDA (ajustado) e ao Resultado após o Operacional e Financeiro a pílula fica bem mais bonita! ... e o que era para ser mais um prejuízo vira lucro!

No meu mode de entender, a empresa não gera o caixa necessário para o seu custeio ... acho que inexoravelmente terá que vender patrimônio.

334623  - marcosvinicius2  -  23 Fev 2017, 23:05
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 1T07 X 2T07, 3T11 X 4T11 E 1T15 X 2T15 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
DESTAQUES DO 3T16: Renda Recorrente: Vendas +3,3%, SSR +11,4%, SAR +11,0%, SSS -0,1% e SAS -0,7%;• Hotéis: RevPAR +48,9% e Diária Média +55,4% / Restaurantes: Couvert Médio +6,7% e número de couverts vendidos estável;• Conclusão do processo de alongamento do endividamento da Companhia, com renegociação de 80% das dívidas;• Shopping Metrô Tucuruvi: Assinatura de Contrato de Compra e Venda relativo à venda de 100% do shopping, em Set/2016;• Shopping Cidade Jardim: Celebração de instrumentos definitivos para a venda de 33% do shopping;•

JHSF3
PREÇO: 2,76
PAYOUT (2015): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 35,09
P/VPA 0,59
PSR 3,28
DY 0,00%
EV/EBITDA 7,95
MARGEM BRUTA 37,22%
MARGEM OPERACIONAL 30,87%
MARGEM LÍQUIDA 9,35%
LUCRO POR AÇÃO 0,079
MARGEM EBITDA 94,82%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 79,80%
ROE 1,68%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,76

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -31,66%
RESULTADO BRUTO -44,75%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 26,61%
RESULTADO OPERACIONAL 65,93%
RESULTADO LÍQUIDO 92,91%
EBITDA 37,85%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -40,06%
RESULTADO BRUTO -38,73%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 38,67%
RESULTADO OPERACIONAL -1338,03%
RESULTADO LÍQUIDO -2197,32%
EBITDA -83,72%

c) lucro (taxa média anual)
UA 92,91%
U2A -63,61%
U3A -24,08%

d) patrimônio líquido médio
UA 5,75%
U2A 7,33%
U3A 25,16%

Resultado Financeiro Líquido: O Resultado Financeiro Líquido está afetado por R$23,7 milhões de despesas não recorrentes, derivadas de estorno de juros sobre carteiras imobiliárias distratadas, antecipação de despesas com contratação de linhas de financiamentos que foram objeto de alongamento dos prazos de vencimento, IOF e variação cambial. Adicionalmente, houve incremento de spreads nas linhas de financiamento contratadas pela Companhia.

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INCORPORAÇÃO: No 3T16, as vendas contratadas foram impactadas negativamente por distratos na Fazenda Boa Vista (conforme divulgado no 2T16), no Bosque Cidade Jardim (segue embargado) e no Horto Bela Vista, empreendimento em que as unidades foram revendidas por valor superior ao valor das unidades distratadas.

329811  - jmfiora   -  11 Nov 2016, 00:58
FATO RELEVANTE

VENDA DE 33% DO SHOPPING CIDADE JARDIM

São Paulo, 10 de novembro de 2016 - A JHSF Participações S.A. ("JHSF"), informa que celebrou na presente data instrumentos definitivos para a venda de 33% do empreendimento "Shopping Cidade Jardim" para a Gazit Brasil, controlada por Gazit-Globe ("Gazit") pelo valor de R$410.000.000,00 (a "Transação").
O Shopping Cidade Jardim, referência para o varejo e consumo de luxo no Brasil é um dos principais empreendimentos do setor de shopping centers no país e, após o fechamento da Transação, continuará controlado e gerido pela JHSF.
Como resultado da Transação, a parceria da JHSF com a Gazit, um dos principais operadores globais de shopping centers, abre novos horizontes para o desenvolvimento de produtos únicos no mercado, que se beneficiarão da reconhecida capacidade de desenvolvimento da JHSF e da expertise e plataforma global de investimentos da Gazit, incluindo, ainda, no contexto da Transação, a possibilidade das duas companhias participarem mutuamente em novos projetos.
A Transação é mais uma iniciativa do programa da JHSF para redução de alavancagem e melhoria de sua estrutura de capital e o seu fechamento está sujeito ao cumprimento de certas condições previstas no Contrato, usuais para operações deste tipo.
A JHSF manterá seus acionistas e o mercado devidamente informados sobre quaisquer desdobramentos da Transação.
A JHSF contou com assessoria financeira exclusiva do Bradesco BBI e assessoria jurídica do Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados.

http://ri.jhsf.com.br/download_arquivos.asp?id_arquivo=378945A3-2096-4AEC-9340-858B605CEE8E

FATO RELEVANTE

ALIENAÇÃO DE 100% DO SHOPPING METRÔ TUCURUVI

A JHSF Participações S.A. ("JHSF3") informa que celebrou, na presente data, carta-proposta apresentada por sociedade controlada por Hemisfério Sul Investimentos S.A. ("HSI"), relativa à venda de 100% da Companhia Metro Norte, concessionária do "Shopping Metro Tucuruvi" ("Proposta" e "Potencial Transação", respectivamente). O preço estabelecido para a Potencial Transação é de R$ 440.000.000,00 (quatrocentos e quarenta milhões de Reais) ("Preço"), o qual está sujeito a eventuais ajustes usuais em operações dessa natureza. 

Está previsto na Proposta período de exclusividade para a HSI pelo prazo de negociação dos contratos definitivos (previsto para os próximos 15 dias). A HSI se comprometeu a pagar o montante de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de Reais) a título de sinal pela Potencial Transação, sendo R$ 5.000.000,00 (cinco milhões) nesta data. O saldo do sinal deverá ser pago quando da assinatura dos contratos definitivos. 

O Conselho de Administração reuniu-se extraordinariamente nesta data para autorizar a Diretoria a tomar as providências necessárias para implementar a Potencial Transação. 

A JHSF3 manterá o mercado e seus acionistas informados sobre as evoluções relacionadas ao presente assunto.
Qual o retorno do investimebto pra JHSF? Pq à grosso modo(veja bem, a grosso modo) se ela pagou 441 milhões já perdeu dinheiro, não?

Em dezembro de 2015, o Patrimônio Líquido da Metro Norte era de R$ 359 milhões 
(https://www.google.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=2&ved=0ahUKEwi6kJbe0IzPAhVIEpAKHQQhBcwQFgghMAE&url=http%3A%2F%2Fwww.valor.com.br%2Fsites%2Fdefault%2Ffiles%2Fupload_element%2F01-04_jhsf_metro_norte_ap_0040-16_balanco_6x47_p_asura.pdf&usg=AFQjCNGaGPKxJXfoeizOUWPIoUU_3ZTxGQ&sig2=xyqkkaxIIS220My3FWm54A&bvm=bv.132479545,d.Y2I&cad=rja)

Mas o Patrimônio Líquido da empresa já foi maior, de R$ 433 milhões. Em 2015 houve uma perda patrimonial devido a uma Variação Bruta do Valor Justo da Propriedade, de R$ 70 milhões negativos. Em 2013, entretanto, a Variação do Valor Justo havia sido positiva em R$ 178 milhões. 

Parece que o preço da venda simplesmente está repondo o valor do Patrimônio Líquido em fins de 2014.

Examinando, entretanto, a DRE da Metro Norte verifica-se (exercício de 2015)

Resultado Bruto: R$ 34.352 mil
Despesas Operacionais: (R$ 2.643 mil)
Resultado Financeiro: (R$ 32.747 mil) 

Moral da História: O Resultado Bruto Anual não estava cobrindo os custos! A alienação, portanto, neste momento é positiva para a empresa.

Prof,
Nesses custos vc está incluindo o resultado financeiro que deve ser dívida para a construção do shopping. Essa dívida deve estar incluída no 1,3 de dívida líquida que a JHSF divulga. Pelos números parece que o EBITDA está mais ou menos empatando com o serviço da dívida. Ou seja, embora a dívida líquida consolidada da JHSF vá diminuir bastante a sua capacidade de "manter o nariz fora dágua" (pagar o serviço da dívida com o EBITDA) não vai melhorar muito não. 

De qualquer forma é positivo porque mostra que os ativos da empresa tem liquidez e valor.

Em dezembro de 2015, o endividamento líquido da Metro Norte era de R$ 213 milhões. Quero crer que a JHSF tenha vendido a empresa Metro Norte com os seus ativos e passivos. Em consequência, o endividamento líquido consolidado da JHSF deve ser reduzido deste valor, mais uma parcela dos R$ 440 milhões em grana que vai receber. Potencialmente, o endividamento líquido da JHSF poderá ser reduzido em algo non entorno dos R$ 600 milhões. 

Só não sei de onde vc tirou os 1,3 bi de dívida líquida da JHSF ... a minha planilha está mostrando R$ 1,67 bi ao final do 2T16.

O fundo de investimento norte-americano Blackstone iniciou conversas com JHSF para compra de uma fatia de 50% do portfólio de shopping centers da companhia.

Segundo uma reportagem do Estado de São Paulo, entre os empreendimento negociados estão Cidade Jardim, e Catarina Outlet Fashion, em São Paulo; Ponta Negra, em Manaus; e Bela Vista, em Salvador.
Lembrando, que empreendimento Tucuruvi foi vendido hoje por 450 milhões.

O portfólio é avaliado em mais de R$ 2 bilhões, Procurados, Blackstone e JHSF não comentaram.
15/09/2016.
www.relatorioreservado.com.br

Prof Paulo

No ITR do 2o. tri, a empresa reconhece uma dívida liquida de 1,3 bi pois lança como:
crédito:CONTAS A RECEBER "ON BALANCE" a quantia de R$ 489,8 milhões e  débito: dívida de 128,4 milhoes da JHSF NYll Inc.
A diferença entre os valores da sua planilha contra 1,3 bi está aí! 
                                                                                           ▲                                                                      ▲

Prof Paulo O senhor acompanha jhsf ?
Tirando o problema com a polícia federal (Gerdau também tem esse problema e está deslanchando ) e se vender algum shopping para diminuir a dívida, ela não ficaria bem na fita? 
Lembrando que ela já foi queridinha do fórum há tempos atrás. 
Parece sub avaliada pelo mercado. 
Se puder comentar agradeço mais uma vez 
A menos que esteja enganado, nas atuais condições, a JHSF não parece ser capaz de gerar lucro.

No 1S16, o Resultado antes do Financeiro e dos Tributos somou R$ 143 milhões. Ocorre que deste, R$ 112 milhões foi a contribuição dada pela alienação das propriedades no exterior. 

No duro, no duro, portanto, a JHSF gerou somente aprox. R$ 30 milhões de Resultado Antes do Financeiro durante o 1o semestre de 2016.

O endividamento líquido ao final do 2T16 era de aprox. R$ 1,6 bilhões. Está mais do que na cara que este endividamento custa no mínimo uns R$ 50 milhões, em média, por trimestre. Como é que a empresa vai produzir lucro?

A esperança é a venda do estoque da incorporadora e a venda de algum shopping (já existe proposta de interessados ) ou parceiros para a finalização do aeroporto com o objetivo de diminuição da dívida. Uma pequena parte da carteira ficará como objetivo em turn around... 

desculpe a intromissão, mas o problema com a polícia federal que você está falando é a propina da lava jato? A JHSF pagou R$ 5 milhões em propina. Vale a pena botar dinheiro numa empresa dessa? Quem vai saber quantos esqueletos tem escondidos neste armário? Alias, a propina foi para poder operar o aeroporto.
Só uma opinião.


                                                                                           ▲                                                                      ▲
324347  - salvador60  - 19 Jul 2016, 01:15
Outra que deve estourar no segundo semestre deste ano é JHSF3. Está ajustando o endividamento e terminando um aeroporto de luxo no interior de São Paulo, além de operar diversos shoppings com bom desempenho. A minha primeira compra foi a R$ 8,21 em fevereiro de 2013. É mole????

323180  - paulo_prof  -  21 Jun 2016, 03:37
Se o controlador da empresa aproveita a má situação financeira da mesma para adquirir ativos a preços vantajosos, há que se ficar com um pé atrás.

Se entendi bem a operação, o efeito líquido aproximado da venda seria a redução do endividamento líquido em aprox. R$ 580 milhões, ou seja, se o endividamento líquido ao final do 1T16 era de R$ 1,77 bilhões, com a venda deve passar a ser de aprox. R$ 1,2 bilhões (uma redução de 1/3).

Não tenho condições de avaliar o estágio de desenvolvimento das empresas vendidas, ou seja, não faço ideia de qual teria que ser o capex até que os investimentos maturassem. Se efetivamente a empresa não tinha as mínimas condições para realizar os aportes ainda necessários, não se pode afirmar que tenha sido um mau negócio. Por outro lado, entretanto, é quase certo que a venda reduzido o potencial de produção futura de lucro da empresa. Quem deverá lucrar será o controlador.

Ao que parece (não sei ao certo porque não tenho a paciência para estudar os detalhes), em termos contábeis estes empreendimentos estavam produzindo prejuízos no atual estágio de desenvolvimento. Em consequência, no que concerne a última linha, os resultados deverão melhorar ...

Mas não deverá ser nenhuma Brastemp !!! Acho que a melhora será marginal. A ver o que vai acontecer do 3T16 em diante, após a contabilização dos efeitos não recorrentes resultantes da venda no 2T16 (... seja lucro ou prejuízo, não me surpreenderei).

322543  - 17andre   -  02 Jun 2016, 23:03
JHSF3,

A empresa já é ruim, agora...

A JHSF afirmou que recebeu “com surpresa a notícia de que foi mencionada em delação premiada” de Bené. A empresa afirma que “não cometeu qualquer ilícito, tendo feito apenas contribuições na forma da lei”.
http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/06/delator-revela-desvio-de-dinheiro-em-contrato-da-presidencia-para-pagar-divida-da-campanha-de-dilma.html 
Alguem ainda acompanha JHSF3 ? 
Tenho uma posicao pequena, logicamente com prejuizo consideravel.
Cogitando comprar mais nestes preços, apesar de nao confiar na idoneidade do controlador.
Mantenho as minhas ainda e aumentei posição nos R$1,12.

Alguns ativos da companhia foram negociados com o controlador, diminuindo dívidas e aumentando o caixa.

Isso só deve se refletir no balanço do 1°T/16.

O problema é que a empresa continua se endividando, principalmente com o aeroporto.

Dá pra escrever um livro sobre JHSF.
A empresa pisou na bola, se endividou para entregar alguns shoppings e para construir o tal aeroporto. 
Os shoppings já estão dando retorno, mas o aeroporto só Deus sabe quando e se dará.
Ficaram trimestre após trimestre investindo 50, 40 milhões nesse aeroporto e depois anunciaram que iriam diminuir o ritmo porque a situação estava feia.
O resultado é que o EBITDA que a empresa gera atualmente é pra pagar juros aos credores. 
O acionista controlador emitiu um monte de novas ações e subscreveu, a preço vil frente à cotação anterior.
Tb se comprometeu a comprar as propriedades da cia. no exterior. Se não fosse isso a situação da empresa ficaria ainda pior. (aliás não sei se o negócio já foi concretizado).
Então, ou o controlador fez uma lambança danada e pode ser chamado de incompetente, ou fez por má-fé.
Não acho que a cia. vá quebrar nem nada, até porque poderia vender alguma participação nos shoppings que têm, mas pra ficar barata precisa ver em que pé ficará o aeroporto (quanto vai precisar de grana pra finalizar, se terá sócio capitalista e qual EBITDA vai gerar pra empresa). 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
297100  - MuadibGV  -  13 Mai 2015, 00:37
Confere... Resultado meio assustador... Faltaram uns 8 milhões pro EBITDA conseguir pagar as despesas financeiras, ou seja, a cia. está abaixo da linha d'água. E mesmo assim a empresa investiu 60 milhões no trimestre.
Controlador aportou mais de 150 milhões via aumento de capital. Vamos torcer para que ele saiba o que está fazendo. É o tipo de situação em que o minoritário não tem visibilidade.

296987 - slf17  -  12 Mai 2015, 02:43
JHSF3
A informação importante do resultado do 1TRI/15 :

O EBITDA avançou 78,1 % entre o trimestre passado de R$ 43,9 milhões no 1TRI/14 para R$ 78,2 milhões no 1TRI/15

291849  - MuadibGV -  13 Mar 2015, 22:29
Resultado horroroso de JHSF3, sem a valorização puramente contábil das propriedades que colocaram como lucro, faltaram 45 milhões para que o EBITDA cobrisse o serviço da dívida.
Se a divisão de incorporação voltar ao zero e as despesas que apontaram como não recorrentes realmente não recorrerem, o EBITDA futuro mal e mal vai cobrir o serviço da dívida.
Meu preço médio nessa beleza é 5,07. Não vou vender e nem subscrever.
Como o Prof. falou , deviam vender alguma participação ou shopping inteiro.

291772  - paulo_prof  -  13 Mar 2015, 11:38
Dívida claramente incompatível com a geração de caixa atual ... vai ter que vender patrimônio rapidinho !!!!

JHSF3
PREÇO: R$ 2,05
PAYOUT (2014): 9,0%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 21,20
P/VPA 0,39
PSR 1,47
DY 0,43%
EV/EBITDA 12,14
MARGEM BRUTA 47,5%
MARGEM OPERACIONAL 16,9%
MARGEM LÍQUIDA 6,9%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,097
MARGEM EBITDA 40,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 108,7%
ROE 1,84%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,77

Taxas de Crescimento:

a) últimos 12 meses sobre 12 meses terminados no 4T13, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -10,17%
RESULTADO BRUTO -8,70%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +105,09%
RESULTADO OPERACIONAL -78,76%
RESULTADO LÍQUIDO -73,34%
EBITDA -55,83%

b) 4T13 sobre 4T12, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,95%
RESULTADO BRUTO +24,37%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +173,01%
RESULTADO OPERACIONAL -88,38%
RESULTADO LÍQUIDO -90,89%
EBITDA -71,02%

c) lucro líquido, nominal
UA -73,34%
U2A -61,43%
U3A -42,43%

d) patrimônio líquido médio, nominal
UA 45,56%
U2A 26,46%
U3A 25,88%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,97

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +19,0%

272165  - MuadibGV  -  14 Ago 2014, 21:34
Bom resultado de JHSF. incorporação ruim e despesas financeiras matando, mas o ffo de renda recorrente está subindo.

Se já não tivesse uma boa posição compraria mais. Parece mais barata que a sonae.

257726  - israel007  -  13 Mai 2014, 04:01
JHSF3

Ação da empresa Jhsf Participacoes S.A.
Atua no setor construção e transporte

Resultado do 1º Trimestre de 2014

A empresa anunciou lucro líquido de R$ 12,1 M no 1T14, redução de 95,5% em relação ao 4° trimestre de 2013 e redução de 47,0% em relação ao 1T13.

Os ativos totais registraram o saldo de R$ 3,0 B, crescimento de 24,0% em relação ao saldo no primeiro trimestre de 2013. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 2,2 B no 1° trimestre de 2014, o que representou uma variação de 67,6% em relação ao saldo no 1T13.

171629 - small caps -  09 Mar 2013, 03:30
Citação: Ray Invest
Small
Continuas em JHSF3?
Tem projetos bons em andamento... consome caixa, mas em geral eles acertam nesses investimentos, mesmo que demore a aparecer.
O que vc acha?
Sim, continuo.

A empresa é muito competente nos seus projetos imobiliários. Os negócios de renda recorrente costumam ter vacância baixa e preços bem interessantes de locação. Os shopping também são lançados com baixa vacância.

Está consumindo muito caixa em razão de desenvolver vários greenfields ao mesmo tempo. Mas que logo, logo, devem passar a gerar receita.

A queda certamente se deu em razão do arrefecimento do aumento dos aluguéis nas principais cidades do país. E do aumento da oferta, o que deve aumentar o número de imóveis vagos e pressionar os valores de locação...

Mas o negócio que mais me preocupa é o investimento no aeroporto privado. O investimento é alto (uns R$ 700 milhões) e tenho dificuldade de visualizar qual é o retorno potencial. Não há pares comparáveis. No momento, acredito que eles saibam o que estão fazendo... O passado, até então, comprova que são audaciosos e acertam mais do que erram. A Fazenda Boa Vista parece uma boa prova disto.

Este trimestre não deve vir bombástico... não teve efeitos não recorrentes conhecidos... talvez o próximo a ter será com o eventual sucesso do lançamento do FII da Fazenda Boa Vista com previsão de chegar a R$ 400 milhões em vendas...

Citação: Tnl
Alguem arrisca um chute para jhsf?
No 4/tr/11 deu 50 milhões, neste na melhor das hipóteses deverá ser de 40 milhões, mas não se assustem se vier uns 35 milhões.

A dívida líquida em 31/12/11 era de 418 milhões, deve ultrapassar 1 bilhão em 31/12/13, logo o serviço dessa dívida começa a pesar.

O adiamento da abertura do Shopping Tucuruvi poderá afetar também os resultados.

A empresa era incorporadora, esta fazendo uma transição "chutando" pra todo lado:

i-) construção e gestão de shoppings;
ii-) propriedades comerciais;
iii-) hotéis;
iv-) aeroporto privado (plano, sonho!!!).

Fazem 2 anos que os lucros não crescem, a justificativa é que há vários projetos em maturação (e há mesmo) só que o tempo consome muita grana quando se tem dívida líquida alta.

1/tr/11 = 47.408;
2/tr/11 = 52.003;
3/tr/11 = 71.201;
4/tr/11 = 50.157;
1/tr/12 = 50.074;
2/tr/12 = 42.547;
3/tr/12 = 44.851.

Acho que o mercado está precificando tudo isso.

Para entrar eu aguardaria o balanço (e as explicações).....

JHSF anuncia a construção de aeroporto internacional às margens da Castelo Branco em São Roque (SP)

Obras tem previsão de término para antes da Copa do Mundo de 2014

Por Tony Fernandes
http://enfoqueitu.blogspot.com.br/2013/02/jhsf-anuncia-construcao-de-aeroporto.html

A construtora paulistana JHSF, veio a público no início dessa semana, informar que irá construir um grande empreendimento, às margens da Rodovia Castelo Branco, sentido capital, no município de São Roque (SP). Esse empreendimento que tem o nome de Catarina, será composto por um aeroporto internacional, um aeroporto executivo, condomínio fechado de alto padrão, campo de golfe, hípica, shopping center (Catarina Fashion Outlet Shopping), hotel, centro de convenções, spa, complexo de escritórios e centro empresarial integrado.

De acordo com o projeto apresentado, o aeroporto internacional terá uma pista de 2.470 metros de extensão, suficiente para operação de jatos comerciais de grande porte, e custará R$ 700 milhões, valor a ser bancado pela própria JHSF. Esse aeroporto poderá ser uma excelente alternativa para desafogar o sobrecarregado tráfego aéreo da cidade de São Paulo. Já o aeroporto executivo será privado.

25/01/2013 20h01 - Atualizado em 25/01/2013 20h07
Obra do Shopping Ponta Negra é embargada pelo Implurb, em Manaus
Construção está com a licença vencida há um ano, segundo Instituto.
Construtora tem 72 horas para se regularizar e ter a obra desembargada.
Do G1 AM
http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2013/01/obra-do-shopping-da-ponta-negra-e-embargada-pelo-implurb-em-manaus.html

O Instituto de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb) embargou, nesta sexta-feira (25), a obra do Shopping Ponta Negra, localizada na Avenida Coronel Teixeira, Zona Oeste de Manaus. A empresa JHSF Empreendimentos, responsável pela construção, também foi autuada.

De acordo com o Implurb, o empreendimento havia recebido, na segunda-feira (22), notificação para apresentar documentações referentes a obra, além de estar com a licença vencida há um ano.
Segundo o Implurb, em setembro de 2012 foi feita uma análise das pendências de documentação do shopping. Entre a documentação exigida e que falta no projeto estão o Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), licença ambiental expedida pela Secretaria de Meio Ambiente (Semmas), renovação de alvará de construção, projeto aprovado junto ao Corpo de Bombeiros, e projeto de drenagem de águas aprovado pela Secretaria de Infraestrutura (Seminf). Conforme o Instituto, nenhum dos documentos foram apresentados.
O Implurb informou ainda que um engenheiro residente recebeu o embargo e o auto de infração, e se comprometeu a enviar uma carta defesa na mesma hora, mas até o momento a empresa não atendeu a nenhuma solicitação do Poder Público. Segundo o órgão, a JHSF recebeu prazo de 72 horas para se regularizar e ter a obra desembargada, estando ainda passível de sofrer multas.
Em nota enviada ao G1, a administração do Shopping Ponta Negra informou que está tomando todas as medidas cabíveis em relação ao ocorrido.
Obra
A previsão de conclusão da obra é para o primeiro semestre deste ano. O investimento, segundo a superintendência do shopping, é de R$ 197.600.000,00. A construção tem 31 mil metros quadrados.

FATO RELEVANTE
JHSF PARTICIPAÇÕES S.A.
CNPJ 08.294.224/0001-65 / NIRE 35.300.333.578
Companhia Aberta

A JHSF Participações S.A. ("JHSF" ou "Companhia"), em atendimento ao disposto no artigo 157 da Lei no. 6.404 de 15 de dezembro de 1976 ("Lei 6.404/76") e na Instrução CVM no. 358, de 03 de janeiro de 2002 ("Instrução CVM no. 358/02") comunica que foi protocolado em 16 de janeiro de 2013 na Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), o pedido registro de oferta pública e constituição do JHSF Rio Bravo Fazenda Boa Vista Capital Protegido Fundo de Investimento Imobiliário - FII ("Fundo"), cujo objetivo é investir nos empreendimentos imobiliários residenciais (villas, lotes e estâncias) da Fazenda Boa Vista, empreendimento de propriedade de empresas controladas pela JHSF.

A oferta totaliza R$ 400.000.000,00 (quatrocentos milhões de reais) podendo ser ampliada com a colocação de lote adicional e lote suplementar, nos termos da Instrução CVM no. 400 de 29 de dezembro de 2003. A JHSF, diretamente ou através de suas empresas controladas, garantirá rentabilidade mínima à sociedade de propósito específico controlada pelo Fundo, conforme especificado no prospecto da oferta.

A efetiva conclusão da transação está sujeita à avaliação de certas condições negociais, bem como análise, registro e funcionamento do Fundo, nos termos do regulamento e de outros documentos apresentados à CVM em 16 de janeiro de 2013.

Para maiores informações sobre o Fundo, bem como sobre as demais características da oferta, favor consultar o prospecto, bem como demais documentos da oferta que estarão disponíveis no website da CVM.

uqaz, ótima discussão.

Começamos assim:

Observe o balanço do último trimestre anualizado:

Ponto para STBP11 e TAEE11... claro, há uma boa dose de sazonalidade. O negócio futuro delas, de TPIS3 e de JHSF3 já está "contratado". Eles simplesmente não precisam inventar nada de novo... Basta executar o que já está planejado...e se beneficiam fortemente da queda dos juros da econômia...

O momento delas é propício... STBP11 com o porto de Imbituba... que ainda não atingiu o ponto de equilíbrio, mas avança... JHSF3 avança na renda recorrente com vigor... muitos negócios na área que ja geram despesas e pressionam a dívida... a desavalancagem será rápida depois que a receita estiver andando nos imóveis para a renda recorrente...

OIBR4, se tirar a amortização de ágio, negocia com P/L abaixo de 10, considerando o último balanço. Está ganhando mercado, finalmente, inclusive em televisão... Em pós-pago em celular também, que é o mais rentável...

já prossigo...

JHSF3, nada como ser os pioneiros.... um verdadeiro visionário, sempre na vanguarda dos seu negocios.

09/12/2012 - 03h00

Castello Branco ganhará dois outlets a menos de 15 km de distância um do outro

A disputa dos outlets pelo consumidor brasileiro vai ganhar um novo endereço. E não se trata de nenhuma rodovia na Flórida, destino preferido dos turistas que viajam aos Estados Unidos e por lá desembolsam cerca de US$ 6 bilhões por ano.

A briga agora é a menos de 100 km de São Paulo: na rodovia Castello Branco, que liga a capital à região oeste do Estado. Duas grandes incorporadoras de shoppings --a JHSF e a BRMalls-- estão apostando suas fichas na estrada por onde circulam diariamente cerca de 40 mil veículos.

O primeiro a abrir deve ser o Catarina Fashion Outlet, da JHSF, a mesma do shopping Cidade Jardim. Localizado no km 60, deve ser inaugurado no primeiro semestre de 2013 com 120 lojas. "Será integrado a um dos maiores empreendimentos imobiliários do país, o Catarina, composto por módulos que reunirão áreas residenciais, um complexo de escritórios, hotel, centro de convenções e um aeroporto privado", diz Robert Harley, diretor de shoppings da empresa.

Divulgação

Projeto do Catarina Fashion Outlet, prometido para 2013
As oito fases do projeto devem consumir R$ 1,6 bilhão --R$ 80 milhões só para o outlet-- e levar de 10 a 12 anos para serem concluídas. Segundo Harley, o terreno --uma área de 7 milhões de metros quadrados em São Roque (SP)-- foi comprado há seis anos, e a escolha da Castello está ligada ao fato de a rodovia ter alto fluxo de veículos.

Para ele, existe hoje uma grande demanda por esse tipo de negócio no Brasil e um interesse dos lojistas em ampliar os pontos de oferta de seus produtos, com a vantagem adicional de poderem escoar o estoque remanescente de coleções anteriores.

A empresa não divulga qual percentual mínimo de desconto será praticado no Catarina, mas a sãopaulo apurou que, nesse tipo de empreendimento, o abatimento mínimo estipulado em contrato é de 30%. "Existe a premissa dos descontos pelos lojistas, que têm uma grade de índices variável. Além disso, em alguns casos há itens de fabricação específica para outlets", limita-se a dizer Harley.

Enquanto a JHSF corre para abrir seu empreendimento, a BRMalls guarda a sete chaves os detalhes de seu Castelo Premium Outlets, que ficará no km 46 da rodovia. Para tirar o projeto do papel, a brasileira se juntou neste ano à gigante americana Simon Property Group, que tem participação em mais de 70 outlets nos EUA.

Entre os endereços norte-americanos, estão queridinhos dos brasileiros, como Sawgrass Mills, na Flórida, e Woodbury Common, em Nova Jersey.

É essa parceria que pode dar um diferencial ao empreendimento e justificar a presença de dois centros de compras tão próximos um do outro. Ao menos é o que defende André Costa, diretor de locação da consultoria imobiliária Jones Lang LaSalle.

"A maior dificuldade não é ter consumidor, mas mercadoria para dois outlets tão próximos um do outro", diz Costa. "Vai ocorrer uma sobreposição. Mas, com a Simon, eles podem trazer marcas de fora para ter diferencial."

Divulgação

Woodbury Common, outlet nos EUA do grupo Simon, que é parceiro do Castelo Premium Outlets
De acordo com o diretor da Jones Lang LaSalle, a ideia do Premium Outlets é anterior ao do Catarina, mas acabou sendo adiada porque, com a entrada da Simon no negócio, esta pediu alterações no projeto. Costa afirma que a Jones Lang participou do planejamento e da comercialização das lojas antes da compra pela BRMalls e que no início deste ano 75% dos espaços já estavam vendidos.

Alexandre Dias, diretor de marketing e varejo da General Shopping, dona do Outlet Premium São Paulo, aberto em 2009 na rodovia dos Bandeirantes, vê com ressalvas os dois outlets. "É preciso saber se os lojistas vão ter mercadoria para a demanda."

De qualquer forma, a empresa não espera sentada pela concorrência que virá: já tem projeto para dobrar a capacidade do estacionamento, passando das atuais 1.200 vagas para 2.500, e pretende expandir o número de lojas em 30% --hoje são cem, com uma fila de espera de 20 marcas.

MERCADO AQUECIDO

Três anos após a inauguração do Outlet Premium São Paulo, na rodovia dos Bandeirantes, o primeiro do gênero no país após tentativas malsucedidas nos anos 1990, o mercado de outlets está movimentando o mercado imobiliário. O Premium Outlets São Paulo, por exemplo, deve ser apenas o primeiro de uma série que a BRMalls e a Simon farão em conjunto.

Apesar do otimismo, André Costa, diretor de locação da Jones Lang LaSalle, afirma que, enquanto por aqui os lojistas ainda trabalham apenas com as sobras das coleções passadas, nos Estados Unidos há uma produção específica para atender aos outlets.

JHSF3
PREÇO: R$ 8,48
PAYOUT (2011): 36,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses:
P/L 19,66
P/VPA 2,85
PSR 3,96
DY 1,86%
EV/EBITDA 14,84
MARGEM BRUTA 46,4%
MARGEM OPERACIONAL 23,7%
MARGEM LÍQUIDA 20,1%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,431
MARGEM EBITDA 33,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 119,9%
ROE 14,51%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,94

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 9M12 em relação aos Resultados dos 9M11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +1,8%
RESULTADO BRUTO +12,7%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +169,9%
RESULTADO OPERACIONAL -15,1%
RESULTADO LÍQUIDO -19,7%
EBITDA -0,4%

Taxas de Crescimento dos Resultados dos 3T12 em relação aos Resultados dos 3T11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,09%
RESULTADO BRUTO +24,9%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +150,3%
RESULTADO OPERACIONAL -30,6%
RESULTADO LÍQUIDO -37,3%
EBITDA -15,6%

Taxas Anuais Médias de Crescimento Nominal
a) do lucro líquido:
UA -43,63%
U2A 0,76%
U3A 264,93%


b) do patrimônio líquido médio
UA 10,10%
U2A 12,65%
U3A 11,39%

Taxa anual média REAL de crescimento do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária durante os próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e desconto anual real de 8% seja IGUAL ao preço atual: +17,5%

Houve queima de caixa importante: aprox. R$ 170 milhões ...

13/11/2012 09:36 JHSF PART (JHSF-NM) - FATO RELEVANTE

Renda Recorrente (Shoppings e Propriedades)

Em vista do incremento que obtivemos nos projetos da divisao de renda
recorrente, a expectativa de receitas da divisao foi aumentada de R$200 milhoes para R$230 milhoes para 2013 e de R$400 milhoes para R$430 milhoes para 2015, reforcando nossa expectativa de que esta sera a maior divisao da Companhia em termos de geracao de caixa e resultados em 2015.

http://www.bmfbovespa.com.br/Agencia-Noticias/ListarNoticias.aspx?idioma=pt-br&idNoticia=18201211131577&header=201211130936JHSF+PART+(JHSF-NM)+-+FATO+RELEVANTE18201211131577&tk=e80b9286c80e6836f3093f6245366903

JHSF3 e um dos ativos que ainda não gera receita:

"http://www.amazonasnoticias.com.br/oportunidade/3-manaus/24289-lojistas-do-shopping-ponta-negra-recebem-as-chaves-neste-sabado-10.html

Lojistas do Shopping Ponta Negra recebem as chaves neste sábado (10)
08 Novembro 2012
Posted in Manaus

A JHSF e a FPAR, responsáveis pelo Shopping Ponta Negra, em Manaus, farão a entrega das chaves para os lojistas neste sábado (dia 10.11), com tour guiado. O empreendimento na capital amazonense está com as obras aceleradas e tem previsão de inauguração no primeiro semestre de 2013.
O Shopping Ponta Negra, localizado no bairro Ponta Negra, introduzirá no mercado de Manaus um conceito inovador de centro de compras, inspirado nos empreendimentos mais modernos e bem-sucedidos do Brasil.

Parte de um complexo de uso misto, o empreendimento inclui, ainda, sete torres residenciais e um hotel. Até o momento, mais de 70% das obras do shopping já estão concluídas e mais de 90% das lojas estão comercializadas. Após a inauguração, a estimativa é de que sejam gerados 2,5 mil empregos, entre diretos e indiretos.

O Shopping Ponta Negra contará, em sua primeira fase, com 200 lojas, distribuídas em três pisos e com uma área bruta locável (ABL) de cerca de 37.000 m², que será ampliada posteriormente, para aproximadamente 47.000 m². Devido ao sucesso da comercialização, o shopping será inaugurado com sua primeira expansão.

Seu mix de lojas contempla moda, lazer, entretenimento, gastronomia e serviços que atenderão às necessidades do dia a dia do cliente. O empreendimento reunirá cinemas de última geração, inéditos na região – serão 10 salas de cinema, sendo uma 3D e outras três vips – e restaurantes em um ambiente charmoso e agradável.

O escritório André Sá e Francisco Mota Arquitetos, um dos mais experientes em shopping centers no Brasil, responde pelo projeto arquitetônico do mais novo centro de compras da capital amazonense.

Sobre a JHSF
Em Manaus, JHSF é responsável pelo planejamento e desenvolvimento do Shopping Ponta Negra, em que é sócia da incorporadora FPAR, dona de um dos melhores land bank (estoque de terreno) em áreas nobres na capital amazonense. Atualmente, a JHSF administra o Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, o Shopping Bela Vista, em Salvador, e, em breve, o Shopping Metro Tucuruvi.

A JHSF é uma das empresas líderes no setor imobiliário no Brasil, com expressiva atuação nos mercados de incorporações imobiliárias residenciais e comerciais de uso misto e de larga escala, no desenvolvimento e na administração de shoppings centers e hotéis de alto padrão. A empresa é reconhecida por seu pioneirismo, padrão de qualidade e pela capacidade de identificar novas oportunidades de negócios que geram impacto altamente positivo nas regiões onde são implantados.

Outro diferencial da JHSF é a qualidade de seus produtos e serviços, baseada na aplicação de pesquisa e tecnologia, que presta atenção a todos os detalhes do projeto e atende ao cliente de forma diferenciada.

Ficha Técnica

· 70% das obras estão concluídas

· + de 90% dos espaços estão comercializados

· 37 mil m² de Área Bruta Locável tem o Shopping Ponta Negra (1ª fase)

· Mix Completo com mais de 200 lojas (1ª fase)

· 3 pavimentos de lojas

· 3 pisos de estacionamento – mais de 1700 vagas

· Maiores âncoras do país

· Marcas inéditas na cidade

· 10 salas de cinema, sendo uma 3D e três Vips da Rede Cinépolis

· Praça de alimentação completa

· Restaurantes

· Concierge e serviços exclusivos

· Totalmente integrado a torre residenciais e flat

· 2.000 empregos (diretos e indiretos) serão gerados durante a construção

· 2.500 empregos (diretos e indiretos) serão gerados após a inauguração"

Principalmente no financeiro para fazer frente as obras vultuosas de ativos de renda recorrentes (shoppings centers em especial) e no custo do gerenciamento disto tudo...

Bom, o principal que todos devem saber é diferenciar o balanço por setor... vamos lá:

Uma indústria tem uma máquina que depois de 20 anos não vale mais nada. Do balanço, é subtraído a amortização e o lucro... com toda razão, certo?

No balanço da JHSF3 os ativos de renda também são depreciados... e depois de 20 anos, não vão valer nada? Pelo contrário, é muito provável que tenham que ser reavaliados e estarem valendo muito mais do que o custo da obra... muito mais mesmo...

Assim, um P/L de 20 ou até 30 (quando um gigantesco plano de investimento em novos ativos está sendo executado) numa JHSF3 em determinados momentos, pode ser mais interessante que um P/L 10 numa indústria...

Só para abrir os horizontes...

Pena que ela já subiu mais de 100% só nos últimos 12 meses...

Vendo pelo outro lado, mesmo com a alta de 70% no lucro de receita recorrente, a empresa conseguiu " apenas" 45 milhões de lucro ante 49 no 3T11.
A empresa deve estar perdendo em incorporações ou no resultado financeiro. correto????
Mas ainda sim realmente foi muito bom mesmo.

Gostei muito do resultado. Apesar do recuo de 37% do lucro líquido, e da quedas fortes das margens ebitda e líquida, o lucro bruto cresceu 25% e a margem bruta avançou 9 p.p.. O problema foram as despesas operacionais (Despesas contratuais de garantias de aluguel do Cidade Jardim Corporate Center e "outros"), além de um resultado não recorrente da venda de Manaus no ano passado. Pena que os múltiplos já estejam meio inchados, mas no ano que vem ela deve mostrar resultados bem mais fortes. Empresa competente...

Muito bom...

Desta vez a própria empresa se encarregou de comentar aqui o que eu disse após o balanço do segundo trimestre, quando para alguns parecia um balanço fraco...

O que vale mais na empresa é quanto será o valor de mercado destes empreendimentos que estão sendo construídos para renda recorrente... e eles tem obtido um sucesso interessante na locação, tanto em velocidade, como em valor...

OBS: estes ativos vão valer no mínimo 10 vezes a receita anual...

JHSF3

Vem desde 2010, substituindo lucro oriundo de vendas de participação em imóveis,

por lucro recorrente de locações, só nos 9 primeiros meses de 2012 o lucro a
partir dessa receita subiu 70%.

Portanto vem cumprindo o prometido.

Lucro da JHSF recua 37% no terceiro trimestre, para R$ 44,6 milhões

Por Chiara Quintão e Natalia Viri | Valor

SÃO PAULO - Entre julho e setembro, a JHSF registrou lucro líquido de R$ 44,6 milhões, queda de 44,6% em relação ao mesmo período de 2011. O recuou foi puxado principalmente pelo avanço das despesas operacionais, que saltaram de R$ 12,8 milhões para R$ 51,5 milhões. A receita líquida somou R$ 231,2 milhões, alta de 3%.

A margem bruta de incorporação subiu de 43,6% para 51,4%.

A geração de caixa medida pelo Ebitda caiu 15,6%, para R$ 15,6 milhões.

A companhia elevou sua previsão para as receitas do segmento de shoppings e propriedades de R$ 200 milhões para R$ 230 milhões em 2013. Para 2015, a meta passou de R$ 400 milhões para R$ 430 milhões. Segundo fato relevante divulgado há pouco, a nova projeção reforça a expectativa da diretoria de que esta será a maior divisão da companhia em termos de geração de caixa e resultados em 2015.

“No processo de crescimento desta divisão estamos realizando um forte programa de investimento em ativos e incorrendo em despesas administrativas e comerciais para gerenciar adequadamente estes projetos. Na medida que os projetos inaugurem estas despesas administrativas e comerciais serão diluídas sobre uma base maior de receitas e resultados”, informou a JSHF no relatório que acompanha o balanço do terceiro trimestre.

Para o segmento de incorporação imobiliária, a JHSF manteve a previsão de lançamentos de R$ 1 bilhão ao ano.

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JHSF3

Muiiiito bom!!!!!

44,6 milhões de lucro liquido ante 46,9 milhões no 3T11(desconsiderado a venda de manaus para a DIRECIONAL), equivalente a lucro de 24 milhões na venda.

Divida aumente sensivelmente, mas nada preocupante.

Achei muito bom.

Saiu JHSF3

45 MILHÕES NO 3T12 queda de 37%

DESTAQUES

No segmento de shoppings, apresentamos um crescimento das vendas reportadas pelos lojistas no Shopping Cidade Jardim de 13,7% nos 9M12 x 9M11. No mesmo período, as vendas pelo critério vendas por metro quadro apresentaram um crescimento de 10,0%. O lease spread das renovações no período atingiu 28,1%. A receita bruta ajustada1 do segmento de renda (shoppings + locações comerciais) cresceu 44,4% nos 9M12 x 9M11 (53,0% 3T12 x 3T11), demonstrando o excelente desempenho do segmento no período e o resultado do plano de expansão da atividade de renda recorrente (vide “Pipeline de renda recorrente” nas páginas seguintes).

No segmento de incorporações, os lançamentos chegaram a R$500,6 milhões e nossas vendas contratadas atingiram R$470,8 milhões nos 9M12 (R$177,7 milhões no 3T12 x R$338,9 milhões no 3T11), levando nossos projetos lançados a atingirem a marca de 84% vendidos, evidência do sucesso de desempenho destes empreendimentos.

O fluxo de caixa operacional líquido a realizar dos projetos lançados é de R$2,0 bilhões, com contas a receber de imóveis de R$1,1 bilhão, estoque a valor de mercado de R$761,7 milhões e estoque a valor de mercado de áreas da Fazenda Boa Vista com infraestrutura pronta de R$742 milhões.

No trimestre realizamos o lançamento dos terrenos das oito torres comerciais do empreendimento Catarina totalizando um VGV de R$190,0 milhões. O terreno das duas primeiras torres foi vendido para o Fundo de Investimento Imobiliário JHSF Catarina Corporate Center. Em cerca de 1 mês, o fundo captou 76,0% do valor total da emissão.

A receita bruta ajustada1 de R$725,3, milhões nos 9M12 representa um crescimento de 3,1% sobre os 9M11 (R$245,6 milhões no 3T12 contra R$239,6 milhões de 3T11).

O resultado dos 9M12 foi afetado por despesas não recorrentes totalizando um valor de R$15,9 milhões, ao mesmo tempo que nos 9M11 tivemos um resultado positivo de R$24,3 milhões da venda do empreendimento de Manaus, assim o efeito líquido destas fatores é de R$40,2 milhões na comparação dos 9M12 x 9M11.

O EBITDA chegou a R$225,5 milhões nos 9M12, crescimento de 8,7% na comparação 9M12 x 9M11 ajustados para a venda de Manaus (R$78,3 milhões no 3T12 contra R$68,4 milhões do 3T11 ajustado). O lucro líquido atingiu R$137,5 milhões nos 9M12 contra R$146,3 milhões nos 9M11 sem efeito da venda de Manaus (R$44,8 milhões no 3T12 contra R$46,9 milhões no 3T11 sem efeito da venda de Manaus).

Suponha que a JHSF vá crescer durante mais 3 anos e depois estacione, mantendo o lucro em termos reais. Suponha, ainda, uma taxa de desconto real (descontada a inflação) de 8%.

Para que o preço atual (R$ 8,80) seja IGUAL ao "preço justo" fornecido pela fórmula do FCD, durantes estes 3 anos, o lucro da empresa terá que crescer, em termos reais, mais do que 12% por ano, ou aprox. 2,87 por trimestre.

O valor presente do lucro líquido dos últimos 12 meses é R$ 230 milhões, ou aprox. R$ 57,5 milhões. Como o lucro trimestral deverá ser 12% maior, para ser compatível, o lucro líquido do 3T12 deverá ser igual ou superior a aprox. R$ 64 milhões.

Não seria melhor esperar o resultado para sentir onde vc está pisando?

Prezados,
JHSF é mais do que conhecida de todos por aqui. Já tem gente comemorando os 100%. Como tinha EZTC3 e HBOR3 não entrei no papel. Dei uma olhada e iniciei uma "bem modesta" compra na semana passada, devo ir aumentando a posição aos poucos.
Segue alguns devaneios/pontos/números que andei estudando.

JHSF

NEGÓCIO
Principais Fontes de Receitas
(i) venda de imóveis;
(ii) receitas com shopping center, que englobam receitas de locação de lojas e espaços (incluindo estacionamentos), cessão de direitos, além de serviços de administração de shopping center;
(iii) receitas de locações comerciais, associadas à locação de espaços em edifícios comerciais, e
(iv) exploração do segmento de hotéis.

INCORPORAÇÕES IMOBILIÁRIAS
Foco no mercado de alto padrão, os fatores "nível de emprego" e "disponibilidade de crédito imobiliário" tem uma relevância menor.
Existem incertezas econômicas e políticas consideráveis que podem vir a influenciar o comportamento de compra dos clientes, os custos de construção, a disponibilidade de mão-de-obra e matéria-prima e demais fatores que afetam o setor imobiliário de modo geral.

SHOPPING CENTER
Direcionado ao segmento de alto padrão, classes média e média-alta.
Influenciadas por:
(i) nível de emprego e renda do consumidor;
(ii) crescimento do varejo no Brasil;
(iii) crescimento do percentual das vendas do varejo alocado aos shopping centers no Brasil;
(iv) profissionalização dos varejistas e formação de cadeias nacionais;
(v) concorrência e necessidade de acordos comerciais com grandes lojistas;
(vi) taxa de juros, que afeta o valor das propriedades, e a disponibilidade de crédito ao consumidor;
(vii) custo e disponibilidade de terrenos; e (viii) restrições na legislação de zoneamento para desenvolvimento de novos produtos.

HOTÉIS
Hotéis que focam em nichos específicas, como o Hotel Fasano, que tem como público alvo executivos de multinacionais e pessoas físicas de alto poder aquisitivo, apresentaram diárias médias e taxas de ocupação acima da média da indústria de hotéis de alto padrão

LEITURA DE BALANÇOS

a) Leitura do relatório 2T12

DESTAQUES
SHOPPINGS: crescimento das vendas de 17,2% no 1S12 x 1S11 (15,6% na comparação 2T12 x 2T11). Venda por m2 apresentou um crescimento de 15,5% (12,6% no 2T12 x 2T11).

INCORPORAÇÕES: crescimento de 11,4% sobre o 1S11 (R$91,2 milhões no 2T12 x R$132,8 milhões no 2T11), levando nossos projetos lançados a atingirem a marca de 84% vendidos.

RENDA RECORRENTE
Inauguração do Shopping Bela Vista (Jul12) NOI próprio estabilizado cresceu de R$32,3 milhões para R$37,7 milhões.
Aquisição em Nova Iorque de propriedade na Quinta Avenida, em frente ao Central Park, para a realização projeto de renda recorrente naquela cidade*. (*) O projeto poderá ser vendido parcialmente, reduzindo a renda recorrente gerada.

DÍVIDA LÍQUIDA ajustada: atingiu R$565,0 milhões. Endividamento de LP com 91,3% da dívida com vencimento maior que um ano.

CATARINA. O projeto prevê reunir shopping center, residências de alto padrão, centro empresarial de última geração, distritos para desenvolvimento de hotel, centro de convenções, campus universitário, centro médico-hospitalar e a instalação do novo aeroporto executivo de São Paulo (NAESP) que traz valor relevante e sinergias para o próprio empreendimento, o potencial de geração de renda recorrente deste projeto ainda não está contemplado em nosso guidance.

PIPELINE RENDA RECORRENTE. A expectativa é receitas de R$200 milhões em 2013 e de R$400 milhões até 2015.

Banco de Terrenos: R$ 234 MM em aquisição para R$10,9 bilhões de VGV.

b) Evolução de alguns índices/números:

...............P/L.....P/VPA.....LC.....EBITDA...PSR....ML.......MB.........RL.........ROA.......ROE....DivLq/Ebitda...ICJ.......LL
2T12....16,57.....2,85........3,19....399,955.....3,87...23,39....44,10......914,56........7,09.....17,19........1,96.............3,36.....213,981
1T12....11,50.....2,16........3,12....350,038.....2,75...23,99....43,41......931,275......8,09.....18,81........1,61.............2,92.....223,435
4T11....10,64.....2,01........2,39....301,222.....2,58...24,27....43,07......909,436......8,67.....18,90........1,42.............2,43.....220,769
3T11......5,23.....1,48........2,76....383,125.....1,72...33,06....42,83.....1000,171...13,46.....28,43........1,16.............3,13.....330,673
2T11......7,10.....1,88........2,57....335,737.....2,13...30,05....41,60.......948,203...12,18.....26,48........1,07.............3,25.....285,023

- Despesas VGA => de acordo com o livro WB e a análise de balanços qualquer número
2T11.......3T11.......4T11........1T12........2T12
15,38%...13,17%...18,05%.....14,39%....13,09%

- Lucro líquido:
- Lucro líquido/receita total: também de acordo com o WB e a análise de balanços;
a) > 20% provavelmente tem vantagem competitiva;
b) c) 10% 2T11.......3T11.......4T11........1T12........2T12
20,40%...30,17%...19,34%.....21,86%....17,69%

- Percentual da Div CP/Div total
...2T11.......3T11.......4T11........1T12........2T12
20,13%...18,06%...19,47%.....12,20%.....8,73%
* Mais de 90% da dívida é de LP, excelente!

POR SEGMENTOS:

...................................INCORPORAÇÕES
........................RL.........MB............EBITDA........LL
2009...........394.725....30,0%.........50.784...........48.345
2010...........664.095....40,4%.......196.074.........178.858
2011...........799.659....44,1%.......292.623.........280.277
2012*.........756.308....43,8%.......282.096.........249.820
Tx crescimento...................................................72,88%
*anualizado do 1S12

..............SHOPPINGS E LOCAÇÕES COMERCIAIS
........................RL.........MB.......EBITDA........LL
2009...........72,535.....42,0%....47.647.........9.604
2010...........53.572....29,3%.....26.101.........(6.529)
2011...........51.069....37,3%.....15.447.........(4.894)
2012*.........57.560....56,2%.....37.998........14.882
Tx crescimento...........................................15,71%
*anualizado do 1S12

...................................HOTÉIS
........................RL.........MB.........EBITDA........LL
2009.............23.021....47,0%......4.911..............992
2010.............27.012....39,1%......6.279...........4.618
2011.............36.249....24,7%......5.065...........3.422
2012*...........41.560....28,4%......6.696...........5.262
Tx crescimento..............................................74,39%
*anualizado do 1S12


ÍNDICES (comparação -24OUT12)

..................IPL........P/VPA....PSR......MB........ML.......LC.........EV/Ebtda....ROE....ROA...DivLq/Ebtda
CYRE3....11,05......1,47......1,16......29,32.....10,68.....2,07..........8,76...........13,35......5,07......2,43
DIRR3.......8,99......1,40......1,48.....27,79......16,69....3,32..........8,16............15,61......7,79......1,09
EZTC3....12,04......2,52......5,20.....52,51......43,19.....4,34........11,28...........20,96....16,25.....(0,34)
EVEN3.....8,99.......1,15......0,94......27,05.....10,47.....3,27..........7,93...........12,77.......5,98......2,61
HBOR3....10,15.....2,22.....1,76......30,96.....17,31......2,31.........8,23............21,91......7,20.......1,70
JHSF3......16,58.....2,85.....3,88......44,10.....23,40......3,20........10,84...........17,19......7,10.......1,97
MILS3.....33,83.....5,09.....5,18......52,05.....15,32......1,00........14,65...........15,05......8,70.......1,32
MRVE3....8,27......1,55.....1,39......29,02.....17,01......2,28..........8,44……...18,77…..7,12……2,18
RSID3…...4,94….0,65….0,41…...28,79…..8,38…..2,45……..8,58………13,15….3,51……6,12


VALUATION

- Previsão de desempenho

1) Qual o guidance da empresa?
Divisão de renda recorrente (Receita bruta):
2013: 200 milhões e 2015: 400 milhões.
Hoje anualizado temos: 85.212, significa uma taxa de crescimento de 67,43% para chegar ao guindance de 2015 (2012=85.212; 2013=142.304; 2014=237.647 e 2015=396.871).

Incorporações imobiliárias:
- foco no segmento de alta renda, larga escala e uso misto. R$2 bilhões de VGV no biênio 2011-2012

2) Desenvolvimento de uma perspectiva estratégica
Tem vantagem competitiva?
De acordo com a própria empresa ela tem as seguintes vantagens competitivas:
Potencial de Crescimento. Acreditamos que os mercados em que atuamos têm grande potencial de crescimento. (???)
Modelo Integrado de Negócios. Mercados complementares que geram ganhos de sinergia e incremento de receitas. Modelo integrado de negócios. (Bom)
Antecipação de Tendências de Mercado e Inovação. Buscamos sempre o desenvolvimento de novos mercados e novas oportunidades de negócios, com a capacidade de antecipar e identificar o crescimento de áreas urbanas e pólos de desenvolvimento. (Bom)
Reconhecimento da Marca. Acreditamos que nossa marca seja um grande diferencial competitivo, em vista da nossa história de sucesso nos mercados em que atuamos, da alta qualidade de nossos produtos e das inovações que introduzimos nestes mercados.
Experiência Comprovada no Atendimento do Mercado de Alto Padrão.
Sólida Situação Financeira. Temos uma estrutura de capital sólida, com baixo endividamento e ativos com forte geração de caixa recorrente. (Muito bom)
Compromisso com Boas Práticas de Governança Corporativa e Administração Profissionalizada e Experiente. (???, mas é bom).

3) Sistema de negócios
Qual a estratégia da empresa?
De acordo com a própria empresa:
Estratégia
Ampliar a Atuação em Incorporação Imobiliária. Ampliar a atuação em incorporações imobiliárias, focando no mercado de alto padrão. Buscar novas oportunidades nesse mercado, sempre com a estratégia de inovação, diferenciação e alta qualidade dos produtos.
Expandir e Gerir Ativamente Nossa Carteira de Shopping Centers e Locações Comerciais. Pretendemos continuar a investir seletivamente em shopping centers e imóveis comerciais Classe A em regiões nobres. Como estratégia de médio/longo prazo, monitoramos constantemente o mercado imobiliário, as reduções nas taxas de juros e o crescimento da economia no Brasil, de modo a identificar a maturação dos imóveis da nossa carteira e aproveitar as oportunidades para eventualmente vendê-los e realizar os ganhos da valorização, com vistas à renovação de nossa carteira.
Ampliar Nossa Atuação em Administração Hoteleira sob a Marca Hotel Fasano. Pretendemos lançar hotéis e resorts sob a marca Hotel Fasano, em localizações premium, tanto no Brasil quanto internacionalmente, e dentro de empreendimentos exclusivos, em especial, nossos projetos de uso misto, como por exemplo, Fazenda Boa Vista e Punta Del Este.
Manter Otimização dos Ativos e Disciplina Financeira. Continuaremos a adotar procedimentos de gestão empresarial visando mitigar riscos, reduzir custos, maximizar negócios e oportunidades existentes, e otimizar a utilização de nossos ativos.

4) Preço justo
Pelo GuiaInvest temos:
LPA = 0,4259
Perpetuidade=3,0%
Tx crescimento LL= 113,90%
Taxa de desconto= 7,25%
Anos de crescimento= 5

Preço justo= R$ 351,89 (Cálculo baseado no preço de 8,75, dia 31/10/12)
Margem de Segurança= 4.154%

Deixando de lado a irreal taxa de 113,90%, temos:
LPA = 0,4259
Perpetuidade=3,0%
Tx crescimento LL= 20%
Taxa de desconto= 7,25%
Anos de crescimento= 5

Preço justo= R$ 21,12 (Cálculo baseado no preço de 8,75, dia 31/10/12)
Margem de Segurança= 141%

Fazendo uma projeção para 2015:
Incorporações
De 2009 até 2012 (anualizado) temos uma taxa de crescimento do LL de 72%. Se conseguir uma taxa de crescimento de 15% teremos em 2015 => LL=379.944.

Locações
De 2009 até 2012 (anualizado) temos uma taxa de crescimento do LL de 15,71%. Com o guindance de 400 mi de receita bruta em 2015, temos uma RL=352.640 (incidindo 11,84% de impostos, vide demonstrativos de trimestres anteriores). Se a empresa mantiver ML=30% (2T12=33,11% e 1T12=17,84%, as MULT3, IGTA3, ALSC3 e BRML3 tem ML superiores a 40%) teremos um LL=105.792.
O RI me informou que eles não tem guidance de LL ou EBITDA para esse negócio, mas projetam uma Margem EBITDA de cerca de 76%.

Hotéis
De 2009 até 2012 (anualizado) temos uma taxa de crescimento do LL de 74,39%. Se conseguir uma taxa de crescimento de 15% teremos em 2015 => 8.002.

Esses 3 negócios dariam a empresa um LL=493.738, ou seja, uma taxa de crescimento do LL de 22,07% no período de 2009 a 2015.

Com essa taxa temos (25OUT12):
LPA = 0,4259
Perpetuidade=3,0%
Tx crescimento LL= 22%
Taxa de desconto= 7,25%
Anos de crescimento= 5

Preço justo= R$ 22,85 e Margem de Segurança= 161%.

Acho que pelas taxas que coloquei esse resultado seria conservador, melhor assim. A Divisão de Locações seria responsável por cerca de 21,42% do LL da empresa.

CONCLUINDO
A empresa tem algumas características que a fazem bem interessante:
- Diversificação nas fontes de receita;
- Guindance para uma robusta renda recorrente;
- Ainda com desconto;
- Endividamento bem estruturado;
- Ainda com bons índices: MB e ML muito boa (mesmo com as despesas dos empreendimentos que tem foco na renda recorrente, como assinalado nos releases: “Na medida que os projetos inaugurem estas despesas administrativas e comerciais serão diluídas sobre uma base maior de receitas e resultados”).

Não tenho dúvida que estou atrasado, mas iniciei compras na semana passada e vou garantir um espaço. Pelo que vi me parece que ainda vale a pena.

Aquele bordão: Descubra antes do mercado....

´´ EXISTE MESMO!!!! Quase 200% desde o AVISA e segue:

SÃO PAULO - As ações da JHSF (JHSF3) - apesar de já acumularem expressivo retorno de 93,81% em um ano - se tornaram uma das ações preferidas pela Ágora Corretora no setor imobiliário, por conta do preço-atraente e também pelo aumento e diversificação de suas fontes de receita.
A corretora manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 10,70 para o final dde 2013, ante R$ 10,50 projetado para este ano. O novo preço sugere um potencial teórico de 29,69% de valorização. Segundo a instituição, os papéis da imobiliária são boas opções para investimento com foco no longo prazo.
O imbróglio do projeto Cidade Jardim Corporate tende ainda a afetar as margens da companhia no curto prazo, conforme visão da corretora, pois demandará grandes investimentos. Os gastos, no entanto, deverão ser eliminados até o fim do ano que vem.
Para o analista José Cataldo, os projetos de maturação mais longa - como os para 2014 e 2015 - serão os grandes propulsores para os ganhos da empresa no prazo maior.
Expansão e diversificação
A JHSF tem buscado diversificar a aumentar os modelos de negócios dela. A companha tem evoluído seu gerencimento de shopping center. Entre as receitas da empresa, as oriundas de empreendimentos comerciais e de construção civil representam a maior parcela. As atreladas à varejo e à hotelaria, porém, ainda continuam com pouca representação.

144702 de 335380 - small caps -  15 Ago 2012, 05:19.
Professor, a empresa explicou bem este tema:
"No 1S12 realizamos fortes investimentos em ativos de renda recorrente
(shoppings e escritórios para aluguel – vide pipeline de novos projetos a seguir), terrenos, cepac e
imobilizado no valor de R$259 milhões (R$186 milhões no 2T12)."

"A divisão de renda recorrente será em 2015 a maior divisão de negócios da JHSF em termos de geração de caixa e resultados. No processo de crescimento desta divisão estamos realizando um forte programa de investimento em ativos e incorrendo em despesas administrativas e comerciais para gerenciar adequadamente estes projetos. Na medida que os projetos inaugurem estas despesas administrativas e comerciais serão diluídas sobre uma base maior de receitas e resultados."

O release de resultados detalha os projetos em andamento e o retorno previsto... interessantes por sinal...

Se ela fizesse as avaliações destes imóveis que constrói a valor de mercado... o que parece caro ia ficar bem mais em conta...

144693 - paulo_prof -  15 Ago 2012, 03:47
PREÇO: R$ 7,50
PAYOUT (2011): 36,5%

Multiplicadores relativos aos últimos 12 meses
P/L 14,55
P/VPA 2,62
PSR 3,46
DY 2,51%
EV/EBITDA 12,38
MARGEM BRUTA 43,4%
MARGEM OPERACIONAL 26,9%
MARGEM LÍQUIDA 23,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,516
MARGEM EBITDA 34,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 116,5%
ROE 17,99%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,20

Taxas de crescimento do 1S12 em relação ao 1S11 e de 30JUN12 em relação a 30JUN11:
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +1,17%
RESULTADO BRUTO +6,37%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +187,31%
RESULTADO OPERACIONAL -4,37%
RESULTADO LÍQUIDO -7,03%
EBITDA +10,19%
ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO +198,8%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +15,69%

Taxas de crescimento do 2T12 em relação ao 2T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -6,87%
RESULTADO BRUTO -1,00%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +265,5%
RESULTADO OPERACIONAL -14,48%
RESULTADO LÍQUIDO -18,51%
EBITDA +1,12%

Taxas de crescimento anual médio nominal
a) do lucro líquido
UA -21,82%
U2A 13,77%
U3A 118,40%

b) do patrimônio líquido médio
UA 11,49%
U2A 12,58%
U3A 9,83%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido necessária, durante 3 anos, para que o "preço justo" fornecido pela fórmula da FCD seja 30% superior à cotação atual (perpetuidade real de 0%; taxa de desconto anual de 8%): +16,0%

Ativo com preços relativamente "esticados" ...
Desde o 4T11 a empresa "queimou" R$ 360 milhões de seu caixa, sendo que R$ 80 milhões foram em proventos. Se este ritmo não for quebrado ... sei não ...

144645 - small caps - 15 Ago 2012, 01:48
alisonvm, quem esperava mais do que isto, tem que estudar um pouco melhor o negócio da empresa, o que ela está fazendo e quanto os 3 shoppings que constrói GASTAM de CAPITAL antes de gerar RECEITA.

Sugiro também tentar ver quanto está valendo um shopping igualzinho aqueles que a JHSF3 faz depois de pronto... vai se assustar com o valor oculto no balanço...

Claro, muita gente vai dizer "nossa que balanço" como apresenta algumas empresas de shopping center quando for tarde para comprar...

OBS: bem recomendada desde os R$ 3,00. Mantenho as minhas, pelo visto até pelo menos 2015, quando a receita recorrente pode encostar nos R$ 500 milhões anuais...

144643 - uqaz -  15 Ago 2012, 01:44
Não gostei muito do resultado da JHSF não...

Mas, como um terrorista fundamentalista pretendo continuar nela até o 4T12 ou março de 2013.

Ocorre que:"Em incorporações imobiliárias, pretendemos continuar com nosso foco no segmento de alta renda, larga escala e uso misto, no qual mantemos posição de liderança, com extenso expertise e vantagens de rentabilidade e de fluxo de caixa. Nossa expectativa ainda é de realizar lançamentos 8 que totalizem R$2 bilhões de VGV no biênio 2011-2012. Estes lançamentos irão contribuir para reposição das receitas dos projetos que estão sendo entregues em 2012."

Em 2011 foram R$462,7mi. Agora em 1S12 foram R$ 310,6mi. Total então 773mi. Falta um VGV de R$ 1,23 bi.

Conta grosseira:
Com um VGV de 310,6mi do 1S12, o LL do 1S12 foi de R$124,9mi. "Margem VGV" de 35%.

Com um VGV de 462,7mi de 2011, o LL foi de 220,8mi. Uns 50% de "Margem VGV".

A empresas está perdendo qualidade. O resultado financeiro tbm deu uma contribuída.

144633 - sobral30  -  15 Ago 2012, 01:12
DESTAQUES
A receita bruta ajustada1 de R$479,7 milhões no 1S12 representa um crescimento de 3,6% sobre o 1S11 (R$247,3 milhões no 2T12 contra R$256,4 milhões de 2T11). O EBITDA chegou a R$147,2 milhões no 1S12, um crescimento de 8,2% sobre o 1S11 (R$70,4 milhões no 2T12 contra R$69,6 milhões de 2T11). O lucro líquido atingiu R$92,6 milhões no 1S12 contra R$99,4 milhões apresentados no 1S11 (R$42,5 milhões no 2T12 contra R$52,0 milhões de 2T11).
No segmento de shoppings, apresentamos um crescimento das vendas reportadas pelos lojistas de 17,2% no 1S12 x 1S11 (15,6% na comparação 2T12 x 2T11). No mesmo período, a venda por m2 apresentou um crescimento de 15,5% (12,6% no 2T12 x 2T11). A receita bruta ajustada1 do segmento de renda (shoppings + locações comerciais) cresceu 29,5% no 1S12 x 1S11 (33,5% 2T12 x 2T11), demonstrando o excelente desempenho do segmento no período.
No segmento de incorporações, nossas vendas contratadas atingiram R$293,2 milhões no 1S12, com crescimento de 11,4% sobre o 1S11 (R$91,2 milhões no 2T12 x R$132,8 milhões no 2T11), levando nossos projetos lançados a atingirem a marca de 84% vendidos, evidência do sucesso de desempenho destes empreendimentos.
O fluxo de caixa operacional líquido a realizar dos projetos lançados é de R$1,9 bilhões, com contas a receber de imóveis de R$1,1 bilhão, estoque a valor de mercado de R$701,1 milhões e estoque a valor de mercado de áreas da Fazenda Boa Vista com infraestrutura pronta de R$740 milhões.
O Valor Geral de Vendas (VGV) lançado foi de R$310,6 milhões no 1S12 (R$101,5 milhões no 2T12), representado pelo lançamento do Residências Cidade Jardim e das Villas da Hípica e do Pólo 2 da Fazenda Boa Vista e do VGV adicional obtido no Cidade Jardim Corporate Center.
Concluímos mais uma importante etapa de nossa meta de crescimento da área de renda recorrente com a inauguração do Shopping Bela Vista em Julho de 2012. Localizado na confluência das principais avenidas da cidade de Salvador - Bahia (Av. Bonocô, Av. ACM e BR 324) e interligado à principal estação de metrô e terminal de ônibus de Salvador, uma área de influência com 2,3 milhões de pessoas, o empreendimento conta com 194 lojas distribuídas em quatro pisos. Este shopping teve seu resultado revisado e o NOI próprio estabilizado cresceu de R$32,3 milhões para R$37,7 milhões.
Aquisição Nova Iorque. Em continuidade às atividades internacionais com foco em projetos para alta renda, adquirimos propriedade em uma das melhores localizações em Nova Iorque, na Quinta Avenida, em frente ao Central Park, para a realização projeto de renda recorrente naquela cidade*

143969 de 335370
g trader
 11 Ago 2012, 19:38
Obs.: Podem ler na segunda feira, se preferirem, rsrsrs (Tá todo mundo atento a Londres, hehe).

Olha a JHSF aí gente!

11/08/2012 - 07h00
Estado de São Paulo deve ganhar dois aeroportos privados

MARIANA BARBOSA
DE SÃO PAULO
A região metropolitana de São Paulo deve ganhar pelo menos dois aeroportos dedicados à aviação executiva até a Copa de 2014.

Os investimentos devem ser acelerados a partir da assinatura, na próxima semana, de um decreto presidencial que vai regulamentar a exploração privada de aeroportos para uso exclusivo da chamada aviação geral.

O Brasil já possui a segunda maior frota de aeronaves particulares, atrás dos EUA. Nos últimos anos, porém, o aumento da frota, em especial de jatinhos, cujos preços variam de US$ 2 milhões a US$ 60 milhões, tem dado dor de cabeça aos proprietários: faltam hangares para estacionar e horário para pouso e decolagem nos aeroportos.

Para dar conta da demanda da aviação regular, a Infraero vem limitando o número de slots (espaço para pouso e decolagem) para a aviação executiva, principalmente em Congonhas. Com o Campo de Marte, na zona norte da capital, saturado, o crescimento tem se espalhado por Jundiaí e Sorocaba.

Há anos a iniciativa privada pressiona pela regulamentação da exploração comercial de aeroportos, sob o regime de autorização. As empresas já estavam tocando projetos.

Na próxima semana, a JHSF, construtora do shopping Cidade Jardim, apresenta na Labace, feira de aeronaves executivas que acontece em São Paulo, o projeto de seu aeroporto de luxo, cujo investimento é estimado em R$ 700 milhões.

Localizado em São Roque, a 62 km da capital, o aeroporto terá uma pista de 2.800 m, maior que a de Congonhas (1.940 m), e abrigará uma "universidade do ar".

"O projeto é para um aeroporto internacional e vamos inaugurar antes da Copa", diz o diretor de novos negócios da JHSF, Humberto Polatti.

Concorre com esse empreendimento um projeto dos empresários Fernando Botelho Filho e André Skaf, que planejam um aeródromo de menor porte em Embu-Guaçu, próximo ao rodoanel.

Outros aeroportos que servem à capital também estão recebendo investimentos. A Embraer investirá US$ 25 milhões em um centro de manutenção, sala VIP e aluguel de hangares em Sorocaba.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1135642-estado-de-sao-paulo-deve-ganhar-dois-aeroportos-privados.shtml

140395 de 335297
paulo_prof
 12790
 07/07/2009
A dívida líquida da JHSF no fechamento do 1T12 era de R$ 566 milhões. O Ebitda anualizado do 1T12 é de R$ 307 milhões. Em conseqüência, a razão Dívida Líquida / Ebitda é de aprox. 1,85, um índice considerado "saudável" pelo mercado.

Por outro lado, há que se definir o que é, de fato, o endividamento líquido de uma incorporadora. Seria simplesmente a diferença entre os empréstimos bancários + debêntures e o caixa/equivalentes de caixa? ou devem ser também considerados os recebíveis (contas a receber), já que estes podem ser negociados no mercado?

Ao final do 1T12, o total de recebíveis que a empresa tinha em seu ativo era de R$ 632 milhões, maior do que a dívida líquida.

Finalmente, não se deve esquecer que a JHSF é uma incorporadora sui generis, no sentido de que atua também na construção e operação de imóveis comerciais (torres de escritório, hotéis, shoppings, etc), para eventual alienação, como ocorreu com o Shopping Santa Cruz em 2009 e com as torres Metropolitam, Platinum e parte do Cidade Jd Corporate Center em 2010.

Estas vendas costumam gerar um grande fluxo de caixa operacional que diminui o endividamento líquido. Por exemplo, em 2009, o fluxo de caixa operacional gerou R$ 260 milhões, com as atividades de investimento necessitando somente R$ 48 milhões. Em 2010 o fluxo de caixa operacional gerou R$ 169 milhões, com as atividades de investimento necessitando de apenas R$ 25 milhões.

Já o exercício de 2011 caracterizou-se por fortes investimentos: R$ 284 milhões, para um fluxo de caixa operacional de R$ 82 milhões. O 1T12 também foi caracterizado por "queima" de caixa em investimentos: o investimento líquido foi de R$ 67 milhões, para um fluxo de caixa operacional de R$ 38 milhões. Comparado com o 1T11, entretanto, percebe-se que a queima de caixa está diminuindo: no 1T11, o fluxo de caixa operacional gerou R$ 13 milhões, enquanto que o de investimento necessitou de R$ 120 milhões.

2250 de 5068 09/Mar/2009 20:39 0

Kings of Leon Comentários: 43 - Desde: Ago 2007

"Conforme já divulgado aqui pelo Small caps vale a pena ficar atento aos resultados da JHSF3, que negocia com o múltiplos:"

"P/L: 3,65 P/VP 0,81; EV/EBTIDA 3,23 ; ROE 22%; liquidez corrente 3,27 e divida bruta/patrimônio 0,38"

"A empresa atua em outros negócios além da incorporação imobiliária, como participaçoes em shoppings e outros empreendimentos lucrativos( fazendas, hotéis em parceria com a marca Fasano."

Negocia com múltiplos mais altos que EZTC3 e BISA3 porém o negócio principal da empresa é diversificado e um pouco diferente destas outras empresas.

Os resultados saem dia 26/3.


2262 de 5068 10/Mar/2009 00:24 0

1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev 2007

"Kings of Leon, para todas as construtoras considero interessante aguardar o balanço. O que a CCIM3 trouxe ao mercado em termos de diferenças de resultados em razão da nova legislação não pode ser desprezado. Há que se aguardar para verificar quais mais companhias tinham os balanços inflados."


2418 de 5068 Modificado em 13/Mar/2009 00:44 0

hnds Usuário Premium Comentários: 144 - Desde: Dez 2008

"Boa Noite,"

"Tenho lido, periodicamente esta discussão e parabenizo a todos pelo grau de seriedade e dedicação."

"Indago se alguém já chegou a examinar a JHSF3? Empresa com baixissíma liquidez em suas ações, mas que é - ao que sei - uma grande construtora. Lançou ações (IPO) no ano passado à R$ 8,00 e até esta semana estava rondando a faixa de R$ 1,7-1,8. Mas, nos últimos dias, principalmente no leilão de fechamento, tem sofrido queda com aparência de forçação para derrubar o ativo."

"Até o 3T, a empresa possuia (Segundo dados da Exame (http://portalexame.abril.com.br/static/aberto/central/):"

Em milhares:

"PL 942.223, Ativo Total = 1.633.330. Passivo Circulante: 642.195. Exigível a longo prazo: 431.176. Receita Líquida 565.861. Custo Prods Vendidos: 270.161. Lucro Bruto: 295.700. Lucro operacional:192.099,00. Lucros líquido: 166.373."

Indicadores:

"Magem Bruta 52,26%, Margem Líquida: 29,40. Margem Operacional: 33,95%. Endividamento/Patrimônio: 37,53%. Lucro por ação R$, 0,39. Valor patrimonial da ação R$2,21."

"Esses dados foram calculados sobre o valor da ação de R$2,02."

"Hoje, fechou em R$ 1,60."

"O Lucro por ação, neste novo cenário, sem contabilizar o 4t, seria de quase 25%."

"A empresa, construtora, é dona do Shopping Cidade Jardim em São Paulo, que inaugurou este ano (passando, então a gerar receita recorrente). Além do shopping, os apartamentos ao redor (alto luxo) estão sendo construídos. É dona, também da rede Fasano de Hotéis. Em reportagens anteriores falava-se que a venda das unidades teria ultrapassado 80%. Também segundo reportagens, a empresa não teria usado o dinheiro captado na IPO, o que a manteria com um bom saldo de caixa."

"Enfim, sem muito conhecimento, imaginei que este quadro era bom e comprei algumas ações."

Fiz um mal negócio?


4101 de 5069 13/Abr/2009 21:05 0

nilsonncarlos Comentários: 106 - Desde: Mar 2007

(13/04) JHSF PART (JHSF - NM) - Esclarecimentos / Proposta de Distribuicao de

Dividendo

DRI: Eduardo Silveira Camara

Em atendimento a consulta formulada pela BM&FBOVESPA sobre a proposta de

"distribuicao de dividendo no montante de R$ 45.000.000,00, a ser apresentada a"

"AGO/E de 28/04/2009, a empresa prestou o seguinte esclarecimento:"

"“Em resposta ao referido oficio (GAE/CREM 666/09), informamos que a proposta da"

administracao de distribuicao de dividendos referentes ao exercicio social de

"2008 no montante de R$ 45.000.000,00 corresponde a um dividendo por acao de"

"R$ 0,10555468017.”"

"Norma: a partir de 29/04/2009, acoes escriturais ex-dividendo. "


4504 de 5069 23/Abr/2009 00:14 0

1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev 2007

"citação: opportunity2Alguém ainda acompanha mnpr3 realizou bem hoje, e não encontrei nenhum fato relevante."

O pacote do governo aparentemente não causou a euforia esperada nos investidores e especuladores.

"Tenho monitorado jhsf3, que está com uma boa margem de segurança, e irá pagar dividendos, não sei por que o site fundamentus não foi atualizado, e divulgará o próximo balanço em 15 maio que é aguardado com ansiedade."

É isso aí.

"opportunity2, os dividendos de JHSF3 é aquele de uns R$ 0,10, não? Isto é uma mirreca perto das empresas que pagam bons dividendos.


4848 de 5069 Modificado em 27/Abr/2009 20:09 0

NotwenCardozo Usuário Premium Comentários: 106 - Desde: Set 2008

"citação: c4m1loPessoal, qual o opiniao sobre JHSF3?"

"Embora o pessoal tivesse discutido aqui e preferido HBOR3 e EZTC3, eu hoje acabei comprando JHFS3 a 1,71. O papel chegou a 1,91 e diria que amanhã vai subir mais ainda (eu diria mais uns 10%). A empresa paga R$ 0,10555468017 em dividendos (cerca de 6,2% do preço de fechamento da última sexta-feira de 1,70)."

Várias construtoras ou do ramo imobiliário dispararam:

"ABYA3 - +27,4%"

"AGIN3 - +16,8%"

"BBRK3 - +18,2%"

"CCIM3 - + 6,3%"

"EVEN3 - +10,9%"

"EZTC3 - + 5,8%"

"JHSF3 - +10,6%"

"HBOR3 - + 3,4%"

"KSSA3 - +31,1%"

"PDGR3 - + 3,2%"

"Na minha análise, levo em consideração outros fatores nõa discutidos aqui, das discutidas, cheguei à conclusão que as mais vantajosas a serem compradas seriam JHSF3 seguidas de EZTC3, EVEN3, HBOR3 e KSSA3 nesta ordem."

"JHSF3 ainda não havia subido tanto percentualmente em relação ao seu mínimo e o seu máximo era bem maior percentualmente em relação ao seu valor corrente, também possui o melhor ROIC dentre todas empresas e o segundo melhor EV/EBIT. Além disso, paga dividendos para quem tiver seus papéis até amanhã e apresenta bom volume de negociação. Com certeza estes dados influenciaram na escolha do mercado."

"HBOR3 deve subir quando não tiver melhor opção dentre as construtoras mas acredito que não se valorize muito rápido quanto aos papéis mais populares. Infelizmente a empresa nao tem bons volumes ou desperta pouco interesse do mercado. Mesmo assim, comprei alguma coisa a 3,87 pensando mais no LP antes que o mercado subisse demais como um todo. Se subir devagarinho tá bom demais e às vezes chega mais longe porque tem menos movimentos de realização de lucro de uma tacada só."

"Pena que não escolhi KSSA3. Paulo, pena que vc largou KSSA3 antes do tempo. Este é o problema de às vezes vc ficar pulando de galho em galho."


5069 de 5069 03/Mai/2009 11:42 0

paulorizzi Usuário Premium Comentários: 703 - Desde: Dez 2007

"sflima,"

"Não li o release dos resultados do 4T08 e 2008. Em conseqüência, nada sei sobre as razões dos problemas enfrentados pela empresa a partir do 3T08."

"A empresa vinha muito bem até o final do 1S08, com Receita Líquida de R$ 395 milhões, EBITDA de R$ 173 milhões e lucro líquido de R$ 135 milhões."

"O 2o. semestre foi sofrível (Receita Líquida de 280 milhões; EBITDA de R$ 68 milhões e Lucro de apenas R$ 15 milhões). Mas o que derrubou o ativo foram os resultados do 4T08 (Receita Líquida de R$ 109 milhões, EBITDA de R$ 7 milhões e PREJUÍZO de R$ 16 milhões). Embora parte deste desempenho sofrível possa ser debitado às novas regras contábeis, o mercado não perdoou. Derrubou o preço do ativo para R$ 1,42, no início de abril. Desde então o ativo experimentou uma recuperação parcial (24%), na onda do Plano Habitacional e de expectativa de resultados melhores no 1T09."

"Se, como esperado, os resultados do 1T09 mostrarem recuperação, ainda assim os indicadores anuais mostrarão piora, pois difícilmente o resultado do 1T08 será repetido."

"Recomendo uma leitura atenta do relatório 2008 e aguardar o balanço do 1T09 para um envolvimento mais profundo. Acho que um posicionamento inicial no ativo é válido, mas nada que possa comprometer. A JHSF atua no mercado de alta classe e shopping centers e eu não faço muita idéia de como a crise atingiu este setor. "


5123 de 5802Modificado em 04/Mai/2009 09:53 [Citar este comentário] 0

[Nível 0] NotwenCardozo Usuário PremiumComentários: 147 - Desde: Set 2008

citação: paulorizzi

citação: sflimaPrezado Small,

Poderia analisar JHSF3?

Abracos

sflima,

Não li o release dos resultados do 4T08 e 2008. Em conseqüência, nada sei sobre as razões dos problemas enfrentados pela empresa a partir do 3T08.

A empresa vinha muito bem até o final do 1S08, com Receita Líquida de R$ 395 milhões, EBITDA de R$ 173 milhões e lucro líquido de R$ 135 milhões.

O 2o. semestre foi sofrível (Receita Líquida de 280 milhões; EBITDA de R$ 68 milhões e Lucro de apenas R$ 15 milhões). Mas o que derrubou o ativo foram os resultados do 4T08 (Receita Líquida de R$ 109 milhões, EBITDA de R$ 7 milhões e PREJUÍZO de R$ 16 milhões). Embora parte deste desempenho sofrível possa ser debitado às novas regras contábeis, o mercado não perdoou. Derrubou o preço do ativo para R$ 1,42, no início de abril. Desde então o ativo experimentou uma recuperação parcial (24%), na onda do Plano Habitacional e de expectativa de resultados melhores no 1T09.

Se, como esperado, os resultados do 1T09 mostrarem recuperação, ainda assim os indicadores anuais mostrarão piora, pois difícilmente o resultado do 1T08 será repetido.

Recomendo uma leitura atenta do relatório 2008 e aguardar o balanço do 1T09 para um envolvimento mais profundo. Acho que um posicionamento inicial no ativo é válido, mas nada que possa comprometer. A JHSF atua no mercado de alta classe e shopping centers e eu não faço muita idéia de como a crise atingiu este setor.


6937 de 694108/Jun/2009 15:25 [Citar este comentário] 0

[Nível 0] comcComentários: 874 - Desde: Fev 2009

quem tiver realizado e quiser conhecer um papel promissor no médio prazo:

discussoes no fórum: http://br.advfn.com/p.php?pid=fbb_thread&bb_id=11&id=3195847

INFORMAÇÕES

Informações rápidas: http://www.jhsf.com.br/ri/

http://www.mzweb.com.br/jhsfri/web/arquivos/JHSF_IAN%202008_090526.pdf

Relatório da administração e resultados do exercício de 2008:

http://www.mzweb.com.br/jhsfri/web/arquivos/JHSF%20-%20DFP%202008.pdf

POR QUE INVESTIR EM JHSF3 ????

*Free-float atual: 18,69% (79.699.827 ações);

*Em poder dos majoritários: 81,31% (346.730.498 ações);

*Total das ações: 426.430.325 (em 31/12/2008);

*Dividendos pagos últimos dois anos:

*2008 Dividendo ON 0,0351864264;

*2009 Dividendo ON 0,1055546800;

*Atual VPA: 2,04 (patrimônio líquido em 31/12/08: 869.889.000,00 / 426.430.325 ações = 2,04);

*LUCRO nos 3 últimos exercícios: 2006, 2007 e 2008;

*Aumento considerável das receitas no período demonstrando clara expansão dos negócios;

*Investimentos sólidos e com grande expectativa de retorno;

*Uma das ações mais defasadas do setor.

*A tendência é de resultados ainda melhores para o 2º trimestre:

"(...) A partir de março, contudo, o mercado mostrou uma reação.(...)"

se é "a partir", então temos q considerar abril e maio!

Destaques para esse ano:

1 - praticamente metade das torres do Parque Cidade Jardim ainda serão entregues (receitas altíssimas);

2 - Cidade Jardim Corporate Center bombando. As torres comerciais atingiram R$281,6 milhões em vendas contratadas acumuladas ao final de março de 2009;

3 - O VGV da Praça Vila Nova tm potencial estimado de R$234 milhões. Até o final do 1T09, as vendas contratadas acumuladas atingiram R$49,9 milhões. então faltam 200 milhões

4 - Horto Bela Vista. O VGV potencial estimado é de R$1,2 bilhão. A primeira fase do empreendimento, com VGV de R$262,0milhões, Até o final do 1T09, o empreendimento apresentava vendas contratadas acumuladas de R$151,00

AGENDA:

Resultado do 2 trimestre sai em agosto:

- ITR - 2008

EVENTO DATA

Envio à BOVESPA

Referentes ao 1º trimestre 15/05/2009

Referentes ao 2º trimestre 14/08/2009

Referentes ao 3º trimestre 13/11/2009


8869 de 888613/Jul/2009 18:23 [Citar este comentário] 0

[Nível 0] small capsComentários: 2911 - Desde: Fev 2007

Torremar, ficaria entre COCE5 e ENBR3, ou metade de cada. ENBR3 tem resultado não recorrente negativo no segundo trimestre do ano passado. Por isso parece ter P/L maior. E agora isto será mais do que compensado, inclusive com fator não recorrente positivo.

Acresça a isto o aumento de capacidade que vem investindo e um dos menores PSR do segmento. Se comparado às do segmento de geração então... Isto porque ela é 1/2 geradora já...

E COCE5 é minha maior posição em bolsa. FAz parte da minha "renda fixa" variável...

BAC 100, JHSF3 realmente tem múltiplos interessantes, tais quais EZTC3 e HBOR3. Só não tem a estabilidade no desempenho empresarial destas últimas.

20915 de 20988Modificado em 13/Nov/2009 22:20 [Citar este comentário] 1

3 small capsComentários: 3250 - Desde: Fev 2007

citação: fhalves2Small, teve tempo de ver o resultado sa JHSF?

Vi pelo alto e quando vi a superioridade absurda de HBOR e EZTC nos resultados e os pífios lucros da JHSF3 este ano, e a volatilidade de resultados mostruosa, desisti de ir a fundo.

Impressiona-me a falta de lucros consistentes em que pese as elevadas vendas que JHSF têm obtido.

Abraços,

Small caps. 

31314 de 3140926/Mar/2010 10:51 [Citar este comentário] 0

[Nível 0] adelpehaComentários: 79 - Desde: Dez 2008

JHSF reverte prejuízo e vê lucro líquido de R$ 129,3 milhões no último trimestre

Recomendar!Por: Valter Outeiro da Silveira

26/03/10 - 07h50

InfoMoney

SÃO PAULO – A JHSF (JHSF3) revelou seu resultado do último trimestre, apresentando lucro líquido de R$ 129,3 milhões, melhora frente às perdas de R$ 12,4 milhões vistas no mesmo período do ano de 2008.

Em relação ao Ebitda (geração operacional de caixa) e à receita líquida, os desempenhos foram positivos. O primeiro montante somou R$ 192,0 milhões, crescimento de 3176,5% na base anual. Já a segunda cifra mostrou variação positiva de 20,5%, ao totalizar R$ 134,8 milhões.

Margens em foco

A margem líquida (lucro líquido sobre receita líquida) atingiu 95,9%, melhora frente os 11,1% negativos no mesmo período de 2008.

http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1813420&path=/i nvestimentos/ 

31575 de 3161028/Mar/2010 20:05 [Citar este comentário] 5

2 paulo_profComentários: 1779 - Desde: Jul 2009

citação: FOCKINK

citação: alexandroobolAlguém que já tenha analisado, poderia me ajudar com JHSF3. Confesso que li e reli a demonstração do resultado mas não consegui chegar a uma conclusão.

Obrigado.

um dos problemas de JHSF3 é que a empresa está no novo mercado e não está com o free float mínimo. Com isso, os controladores estão tendo que vender parte dos papiros:: e isto pode estar ocasionando uma queda....e neste setor eu ainda preferiria Eztec e Hbor,,,apesar de achar que pra quem já tem as duas: JHSF a este preço está começando a ficar interessante..Há de se ver que tiveram um lucro não recorrente neste 4T09 (reversão do juros sobre capital próprio::: alguém sabe o que é esta REverrsão do Juros sobre capital próprio??)

FOCK

De uma maneira geral, para um payout fixo, pagar JCP em vez de dividendos é vantagem, tanto para a empresa, quanto para o acionista. Quem se "ferra" é a Receita.

Uma empresa, entretanto, não pode sair pagando JCP adoidado ...

O máximo que a empresa pode dsitribuir na forma de JCP é

(JCP)max = TJLP * (Patrimônio Líquido no Ano Anterior - Reservas de Reavaliação)

Uma empresa pode pagar JCP até

a) 50% do Lucro Líquido do Período, ou

b) 50% dos Lucros Acumulados

o que for maior, desde que menor do que o valor (JCP)max calculado acima.

Estas, são as limitações. Vamos agora para a mecânica.

Os JCP, de fato, entram como despesa. Sendo despesa, os 34% do IR e Contribuição Social não incidem. Já os dividendos saem "limpinhos do lucro líquido", portanto, em princípio foram taxados à alíquota de 34%.

Vamos fazer um exemplo.

Vamos supor os seguintes parâmetros:

-a TJLP é de 8%

-o Patrimônio Líquido no final do ano anterior foi de R$ 3 bilhões

-as Reservas de Reavaliação somam R$ 500 milhões

-O Resultado Anual antes dos impostos e distribuições é de R$ 400 milhões

-Há lucros acumulados de 700 milhões

-A alíquota do IR e CS é de 34%

-O payout será de 30%

-a alíquota de IRPF sobre os JCP é de 15%

Caso A: Distribuição de Dividendos (em milhares de reais)

Lucro antes do IR+CS: 400.000

-(IR + CS): -0,34*400.000 = (136.000)

Lucro Líquido: 400.000 - 136.000 = 264.000

Dividendos: 0,30*264.000 = 79.200

Lucro Retido: 264.000 - 79.200 = 184.800

Resumo: A Receita recebe 136.000; o acionista recebe 79.200; o lucro líquido é de 264.000, dos quais 184.800 são retidos (somando-se às reservas)

Caso B: Distribuição de JCP (em milhares de reais)

(JCP)max = 8,0%*(3.000.000 - 500.000) = 200.000

JCP pode ser o maior entre 50,0%*400.000 = 200.000 e 50,0%*700.000 = 350.000

Como 350.000 é maior do que o (JCP)max = 200.000, os JCP não podem ultrapassar 200.000

Lucro antes do IR+CS: 400.000

- Juros sobre o Capital: (1-15%)*JCP = 30%*(400.000 - 0,34*(400.000 - JCP)) → JCP = (105.882)

- Base de Cálculo: 400.000 - 105.882 = 294.118

-(IR + CS): -0,34*294.118 = (100.000)

Reversão de JCP: 105.882

Lucro Líquido: 294.118 - 100.000 + 105.882 = 300.000

Lucro Retido: 300.000

Retenção de IRPF sobre o JCP = 15% * 105.882 = 15.882

JCP líquidos de IRPF = 105.882 - 15.882 = 90.000

Resumo: a Receita garfa um total de 115.882; o acionista recebe 90.000 líquidos, o Lucro Líquido é de 300.000, os quais são integralmente retidos (incorporados às reservas).

Mas ... por que em várias demonstrações de resultado não aparece a tal de reversão de JCP?

Aqui o Iorremar tem que ajudar. No meu modo de entender, os JCP só mudam a base para a taxação de IR/CS. Não necessitam figurar como despesa. Se, entretanto, o contador decidiu incluir os JCP como despesas, depois tem que compensar efetuando a reversão pois o lucro líquido não pode mudar pelo fato de terem sido pagos os JCP. Como a base para a taxação é menor, o IR+CS será menor, de modo que o lucro líquido terá que ser maior!

Ufa! Será que vc vai dormir mais traqüilo hoje? Diga que sim ... senão da próxima vez vou fazer de conta que não vi a mensagem!!

46080 de 4610515/Set/2010 23:49 [Citar este comentário]  1
5 small caps Usuário PremiumComentários: 3940 - Desde: Fev 2007
citação: danieljoseaaSmall meu amigo, o que lhe chamou a atenção em JHSF3???
Se tirarmos o resultado, se não me engano, não recorrente do 4° tri de 2009, ela fica com múltiplos nada atrativos.
Se considerarmos a repetição do lucro de 20 MI do 2° tri nos 2 próximos trimestres, ela fechará o ano com um P/L de 21.
Porém você é o cara e tenho certeza que não entrou nessa à toa, gostaria de saber o que foi, pelo jeito vc comentou aqui, mas não lembro de ter lido.

Abraços.

Daniel, rapidamente: valor de mercado dos terrenos que a empresa diz ter é superior ao valor de mercado da companhia, com destaque para um deles em São Paulo. Projetos no setor de shopping centers e na análise comparativa as demais empresas estão mais caras...
Voltou a lançar empreendimento também...
Fiz uma análise para a InvestMais. Depois de publicada, posto aqui.
Uma lida no último release explica melhor a questão dos terrenos e dos próximos lançamentos...

46716 de 4672219/Set/2010 14:15 [Citar este comentário]  2
3 DanielRodriguesComentários: 660 - Desde: Jul 2009
Boa tarde a todos. Comecei a dar uma analisada em JHSF3, mas ainda não terminei. A primeira impressão que tive: O segmento de locação de imóveis não é rentável! Posso estar errado, mas os fatores que me levaram a essa conclusão foram os seguintes (qualquer erro por favor me corrijam):

Durante os 9 primeiros meses de 2009 o segmento de locação garantiu uma receita líquida de 57,379M e um lucro líquido de 8.727.000 (margem líquida de 15,21%). A partir do 4T09 foi vendido o Shopping Metro Santa Cruz que reduzindo as dívidas representou um montante de 205,9M. Em função da venda desse imóvel as receitas provenientes de locações foram reduzidas. Comparando o 1S09 com o 1S10 tentei estimar quanto esse shopping rendia em locações para a empresa:

Receita Líquida (segmento de locações):
1S09: 38,066M; 01S10: 25,778M

Lucro Líquido:
1S09: 4,892M; 02S10: 0,858M

Considerei a diferença entre esses valores o rendimento do Shopping Metro Santa Cruz (claro que há diferenças entre esses anos, porém fiz essa conta apenas para ter uma noção do valor):

Receita Líquida (anualizado): 24,576M
Lucro Líquido (anualizado): 8,068M (margem líquida 32,85%)

A primeira vista esse resultado parece interessante, mas quando se leva em conta que um ativo de 205,9M está produzindo um lucro líquido de apenas 8,068M a situação não é das melhores (o P/L desse shopping seria de 25,5). Vale ressaltar que se esse valor tivesse sido aplicado em renda fixa com um retorno líquido de 8% ao ano o lucro produzido seria de 16,480M (104% mais que o lucro com locação).Em compensação a venda desse ativo gerou um lucro enorme para a empresa no 04T09.

Como sabem a JHSF está construindo mais 3 shoppings: Metrô Tucuruvi, Bela Vista e Ponta Negra. Seria importante descobrirmos qual o intuito da empresa para esses ativos, venda ou locação. Pelo o que entendi dos resultados trimestrais serão destinados para locação. Considero esse um fato negativo já que a venda desses ativos, aparentemente, é bem mais rentável. O que acham?

Quando terminar de analisar os outros segmentos da empresa posto uma análise mais detalhada.

48441 de 4848601/Out/2010 19:22 [Citar este comentário]  0
[Nível 0]  fyamamotoComentários: 45 - Desde: Jun 2007
citação: samudutra
citação: Dr Invest
citação: danieljoseaaSmall deve tá rindo à toa....e o Doc também:

(Sao Paulo, 01 de outubro de 2010

Grande Daniel....
Infelizmente , (ou felizamente) por principio NÃO tenho EUCA4, mas de outra forma estou me abarrotando de EVEN3 a qual hj inicio um novo patamar na casa dos 9 ....

Ahh... acabei de ler a reportagem da Investmais, sobre a JHSF3....
agora vamos ver se alguém ou fundo se anima c a empresa !!!

Loucura total !!
empresa vale em bolsa 1 bilhão e só de banco de terrenos 10 BILHÕES....!!!!!!

UM HORA nosso amigo mercado maniaco depressivo vai precificar esse potencial fantástico dela !!!

abç

Cara... num li relatorio nenhum de JHSF, mas este negocio de banco de terrenos de 10BI pra mim é o maior canto de sereia !!!
Quanto destes 10Bi é de Fazenda Boa Vista ???

abç



Esse foi o motivo que comprei a JHSF, pode levar um certo tempo para a empresa comecar a colher esses frutos ou o mercado perceber esses 10 Bilhoes.

Esses numeros gigantescos nao aparecem no balanco da empresa, pois creio que esse valor e o valor de mercado e nao valor contabil.

Veja dados extraidos do Release do Resultado do segundo trimestre de 2010:
"Fazenda Boa Vista. Em apenas 2 anos foram construídas e entregues 145 unidades imobiliárias,
20 km de redes de água, esgoto, fibras óticas, ruas asfaltadas e trilhas, campo de golfe de 18
buracos desenhado por Randall Thompson, centro equestre, quadras de tênis, poliesportivas e de
futebol society, centro de recreação infantil e fazendinha, restaurante, piscina e concierge do
Hotel Fasano. O projeto já na sua segunda fase dispõe de residências, Villas Fasano do Hotel,
Lago e Tênis que contam com serviços do hotel, lotes e Estâncias. Do total de 9,6 milhões de m2,
temos 6 milhões de m2 de terreno e aproximadamente 2,5 milhões de área líquida disponível para
venda, sendo que transações recentes indicam um valor de mais de R$700 por m2."

Considerando apenas a area disponivel para venda de 2,5 milhoes x R$ 700 = R$ 1,7 Bilhoes! Isso ja e mais que o valor de mercado da empresa (R$ 1,3 Bi).

Podemos ver que a empresa tem um ativo gigantesco, agora so resta saber quando esse ativo vai se transformar em receita.

48451 de 4848601/Out/2010 20:56 [Citar este comentário]  0
3 paulo_profComentários: 2628 - Desde: Jul 2009
De acordo com o que está informado no Release do 4T09, em 30DEZ2009 o andamento da obra estaria em 77,0% do total. Em 30JUN2010, o andamento da obra teria avançado 0,6%, para 77,6%. Ou há um erro nos releases ou a obra virtualmente "empacou". Estranho!

Sem querer fazer um paralelo (estou completamente por fora de ambos os projetos), lembro o caso da Costa do Sauipe. Projeto milionário, mirabolante, altíssimo nível ... que até o momento só gerou prejuízo ...

48472 de 4848702/Out/2010 10:50 [Citar este comentário]  2
4 tota57Comentários: 7423 - Desde: Abr 2007
Bom dia Pessoal,
Essa JHSF merece a atenção. A Faz Boa Vista tenta reproduzir o sucesso da Quinta da Baroneza, empreendimento com requinte para quem tem bala na agulha, e olha que nosso país vive um boom e estamos cheios de novos ricos.

Esse empreendimento esta a 20 km do trevo de Sorocaba, na Rod Castelo Branco, bem próximo do local aonde a Toyota esta construindo sua nova fabrica no Brasil, com investimentos de R$600 milhões.

48460 de 4848602/Out/2010 00:09 [Citar este comentário]  5
4 small caps Usuário PremiumComentários: 4017 - Desde: Fev 2007
Ilustres, seguem os comentários sobre a JHSF que fiz para a InvestMais, ressaltando que HBOR3 e EZTC3 como sabemos tem uma administração superior. Investimento válido como diversificação no setor, eis que seu posicionamento é diferente das demais. Detalhe é que o valor de mercado dos terrenos é uma cereja no bolo e não a principal causa da atratividade, a meu juízo, conforme abaixo:

JHSF – comentários de Anderson Lueders.

A empresa JHSF Participações S.A. apresentou no segundo trimestre de 2010 receita bruta de R$ 153,7 milhões, superando em 44% a receita bruta de R$ 106,5 milhões obtida em igual período de 2009. O ano de 2009 mostrou receitas em queda em relação a 2008, sinalizando o impacto que a crise econômica trouxe ao seu segmento de atuação. O lucro líquido atingiu R$ 19,5 milhões no segundo trimestre, mais de 3 vezes os R$ 5,5 milhões referente a um ano antes.

A companhia atua de forma peculiar em relação às demais construtoras listadas em bolsa, uma vez que seu foco é a construção de imóveis de alto padrão e shopping Centers, tendo ainda receitas advindas do setor hoteleiro e de edifícios comerciais por meio de aluguéis.

Com a cotação das ações ordinárias a R$ 2,80, conforme último negócio realizado no pregão de 26 de agosto de 2010, o valor de mercado da empresa equivale a R$ 1,2 bilhão. Seus indicadores fundamentalistas, conforme site do fundamentus, estão atrativos, com Preço/Lucro (nos últimos 12 meses) de 7 e Preço/Valor Patrimonial de 1,2. A JHSF custa o equivalente a 2,3 vezes o faturamento líquido de um ano. Anualizando o lucro líquido obtido no segundo trimestre, o P/L deixaria de estar tão atrativo, situando-se por volta de 15, uma vez que este indicador foi impactado positivamente com o lucro obtido no quarto trimestre de 2009, quando a venda de um shopping Center e um edifício trouxeram lucros relevantes.

A empresa tem como pontos positivos: a) excelente potencial de crescimento por meio do desenvolvimento dos projetos atuais e dos novos; b) ativo, especialmente terrenos, se valorizando; c) banco de terrenos superando R$ 10 bilhões; d) mercado imobiliário brasileiro aquecido, com taxas de juros historicamente baixos e com bastante espaço para avanço na relação crédito imobiliário x PIB; e) setor de shoppings centers surfando o crescimento do varejo no Brasil, impulsionado pelo aumento da renda e queda do desemprego; f) reconhecimento de receita no último trimestre inferior ao ritmo de vendas dos projetos imobiliários, abrindo espaço para o aumento futuro do faturamento e do lucro; g) situação de caixa tranqüila e baixo endividamento líquido.

Como principais pontos negativos podem ser destacados: a) alta volatilidade dos resultados empresariais, com forte influência do ambiente econômico; b) concentração em projetos de valor de venda muito elevados e numa mesma região, ampliando os riscos de mercado; c) diminuição abrupta dos lançamentos no ano de 2009 e queda das margens operacionais.

Antes da crise econômica que se abateu no mundo, suas ações chegaram a ser negociadas acima de R$ 10,00. Durante a crise, especialmente entre o terceiro trimestre de 2008 e o primeiro semestre de 2009, as ações foram negociadas até mesmo abaixo de impressionantes R$ 1,40, recuperando-se um pouco desde então.

A empresa tem indicadores fundamentalistas relativamente baratos, negocia abaixo do valor de liquidação quando se considera o valor atual dos terrenos que a companhia diz que recentes transações têm atingido e é uma aposta apropriada ao investidor que pretende se posicionar no segmento de alta renda e shopping centers, sem que se tenha que pagar preços exorbitantes/crescimento futuro para tanto.

Abraços,
Small caps.

56104 de 5647117/Nov/2010 00:20 [Citar este comentário]  1
5 small caps Usuário PremiumComentários: 4293 - Desde: Fev 2007
Algumas perguntas que faria na teleconferência estão abaixo respondidas.
Abraços,
Small caps.

16/11/2010

São Paulo - A JHSF encerrou o terceiro trimestre de 2010 com 30% do seu guidance para o ano concluído. A expectativa da empresa para 2010 é realizar lançamentos com valor geral de venda (VGV) potencial de um bilhão de reais.

O vice presidente e diretor de relações com investidores da JHSF, Eduardo Camara, está confiante que a empresa vai cumprir os 70% que faltam, com base nos lançamentos realizados desde o fim do terceiro trimestre e os programados para o final do ano.

A perspectiva de lançamentos de incorporações no quarto trimestre é de "forte crescimento", segundo o balanço da empresa. Os planos inluem o lançamento de uma nova fase da Fazenda Boa Vista (SP), o Parque Ponta Negra (AM), o Horto Bela Vista (BA) e o Vitra (SP).

Há três projetos de shoppings em desenvolvimento, o Shopping Metrô Tucuruvi, o Shopping Bela Vista e o Shopping Ponta Negra – que representam uma adição de 172 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL). Mais de 80% do ABL da primeira fase desses projetos estão com o aluguel negociado, segundo a empresa.

A JHSF possui caixa para investir nos novos empreendimentos. No terceiro trimestre a empresa obteve caixa líquido de 43,4 milhões de reais – o único caixa líquido positivo de 2010. No segundo trimestre de 2010 o caixa foi negativo em 75,8 milhões de reais. No primeiro trimestre a dívida líquida foi de 37,5 milhões de reais. No terceiro trimestre de 2009, a dívida líquida também foi de 75,8 milhões de reais.

A expectativa de Camara para esse ano é que o caixa líquido seja um pouco inferior aos 43,4 milhões de reais do terceiro trimestre. Em 2009 ele foi positivo em 11, 4 milhões de reais. Em 2008 o caixa total foi de 179,4 milhões de reais negativos.

O caixa do trimestre foi impactado positivamente pela vendas e recebimentos da empresa, segundo o vice-presidente. Na média, 83% dos empreendimentos lançados pela empresa já foram vendidos. No terceiro trimestre a dívida bancária e debêntures somavam 636,8 milhões de reais, sendo que o vencimento de 76% do total é a partir de 2012.

"A empresa tem perfil de geração de caixa muito favorável, o nosso cliente paga muito e rápido, dá entrada grande e, se não liquida à vista quando recebe a unidade, ele liquida num período curto", disse Camara. A geração de caixa foi de 91 milhões de reais nos nove primeiros meses de 2010 – no mesmo período de 2009 ela foi de 117 milhões de reais.

Um evento que impulsionou a geração de caixa do terceiro trimestre de 2010 foi a venda das torres Metropolitan e Platinum, pelo valor de 158,7 milhões de reais para o CSHG JHSF Prime Offices – Fundo de Investimento Imobiliário.

Resultados

O ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de 38,8 milhões de reais no terceiro trimestre e de 88,2 milhões de reais no acumulado do ano – crescimento de 70,6% e 56,4%, respectivamente, sobre o mesmo período de 2009.

http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/jhsf-tem-70-do-guidance-de -2010-para-concluir

56247 de 5663617/Nov/2010 17:27 [Citar este comentário]  3
4 paulo_profComentários: 3047 - Desde: Jul 2009
citação: samudutraAlguem me dá uma LUS :

O que acontece com JHSF3, que apesar dos belos multiplos, num sobe nem a porretada???


Samu

Os belos múltiplos são conseqüência de um lucro inflado de R$ 129 milhões no 4T09.

Se vc anualizar o 1S10 (bem melhor do que anualizar os 9M10), vc obterá:

Preço: R$ 3,05
Payout: 55,3%
P/L 14,74
P/VPA 1,32
PSR 2,06
DY 3,75%
EV/EBTIDA 10,96
MARGEM BRUTA 35,8%
MARGEM OPERACIONAL 16,3%
MARGEM LÍQUIDA 14,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,207
MARGEM EBITDA 20,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 64,8%
ROE 8,98%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,55

Como vc mesmo pode verificar ... nothing to brag about!

Eu encaro JHSF3 como um bilhete de loteria ... afinal, é apenas 0,51% da carteira! Vamos ver no que vai dar este processo de construir e vender para Fundos imobiliários, bem como o desenvolvimento da utopia Faz Boa Vista. 

74309 de 7438519/Mai/2011 12:05 [Citar este comentário]  5
4 small capsComentários: 0 - Desde: Fev 2007
Ilustres, da Empiricus. abaixo.
Não preciso dizer que concordo, não é :)
Abraços,
Small caps.

JHSF: na ponta do lápis, JHSF3 é um buy mais convicto após o guidance e o resultado de 1T11 Apesar da dinâmica de resultados trimestrais da JHSF não necessariamente representar um gatilho às ações, pelo modelo de ciclo longo condicionado ao lançamento de grandes projetos, não consideramos exagerada a alta de 8,8% nos últimos dois pregões. Além do valuation atrativo, tivemos surpresas agradáveis em praticamente todas as linhas do report de 1T11 e, de quebra, a apresentação de um guidance bastante robusto de lançamentos.
Grosso modo, tomamos os números como um belo reforço ao call, seja ele motivado
pelo yield de dividendos parrudo (dado o crescimento exponencial da última linha no primeiro trimestre, para R$ 47,1MM) ou pelo desconto dos papéis em relação ao NAV.
O guidance apresentado pela incorporadora projeta um ritmo mais consistente de lançamentos para o biênio 2011-2012, reservando R$ 2 bilhões de VGV para o intervalo - por si só, a divulgação já mitiga um fator de pressão relevante sobre os papéis, atrelado ao risco de incerteza do mercado quanto à frequência de lançamentos. Somando as partes, encontramos valor próximo de R$ 2,5 bi somente para o business de shoppings (NAV do Cidade Jardim + 3 greenfields) mais o fluxo de caixa líquido a receber dos projetos lançados, para um EV atual da ordem de R$ 1,9 bi, sem incluir (i) os hotéis Fasano e (ii) 13 torres do Horto Bela Vista de Salvador e (iii) o landbank dos loteamentos de larga escala.

Buy COCE5, faça chuva ou faça sol
A Coelce divulgou bons resultados referentes ao primeiro trimestre, em linha com as estimativas de consenso e com o cenário já antecipado pelo management de volumes pressionados pelo período de chuvas acima do normal no Ceará. Os deltas de comparação com o primeiro tri de 2010 foram impactados, mas não vimos corrosão significativa nas margens (-2 p.p.na margem Ebitda), com impacto reduzido da redução da receita líquida (-0,6%) pelo controle visto na linha de despesas (+3% despesas operacionais).
Há de se considerar, ainda, a forte base de comparação – 2010 é tratado como o
melhor ano da história da empresa, e sabe-se que será um desafio repeti-lo,
considerando o aperto na remuneração das distribuidoras no terceiro ciclo de revisão.
Mas o aperto vale para todas, e a disciplina de custos e investimentos credenciam Coelce no novo ambiente regulatório. Não à toa, vira e mexe se especula sobre o interesse da Cemig e de outros players em comprar a companhia, ao passo que a Endesa mantém a controlada ao alcance da mão – não há interesse nem da espanhola, nem da Ersa, italiana que controla a Endesa, em se desfazer do ativo. Pudera: ROE de 40%, negociando a 3,5x Ebitda, um dos melhores dividendos da bolsa e carregando um growth invejável. Vale a pena ter na carteira.

102127 de 10215612/Nov/2011 13:39 9
 paulo_profComentários: 5136 - Desde: Jul 2009
JHSF3

Resultados dos últimos 9 meses em relação a igual período de 2010:

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +55,7%
RESULTADO BRUTO +84,1%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +1285%
RESULTADO OPERACIONAL +203%
RESULTADO LÍQUIDO +218%
EBITDA +170%

Crescimento do Patrimônio Líquido em 12 meses: +17,2%

Multiplicadores relativos aos últimos 12 meses

PREÇO: R$ 4,12
PAYOUT: 69,6%
P/L         5,34
P/VPA  1,52
PSR        1,76
DY          13,05%
EV/EBITDA         5,25
MARGEM BRUTA            42,9%
MARGEM OPERACIONAL            30,7%
MARGEM LÍQUIDA         32,9%
LUCRO POR AÇÃO          R$ 0,772
MARGEM EBITDA           42,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO                85,3%
ROE       28,57%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,76

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
U1A       92,20%
U2A       293,32%              
U3A       19,21%

b) do patrimônio líquido médio
U1A       18,23%
U2A       11,17%
U3A       9,00%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido durante 3 anos necessária para um preço justo 50% maior do que a cotação anual (perpetuidade de 0% real; taxa de desconto anual real de 10%): -7,5%

18366 de 18387Modificado em 12/Nov/2011 00:29 2
 CAP7Comentários: 1060 - Desde: Jul 2007
Hoje aumentei posição em JHSF3.

Papel muito bom com excelentes resultados.

Pode dar um dy em torno de 10%.

Pretendo aumentar tb em ETER3 e BBAS3, diminuindo PDGR3 (após resultados).

Carteira atual:

BBAS3, CSNA3, ELPL4, ETER3, JHSF3, MYPK3, POMO4, RAPT4, PDGR3, VALE5.

Estarei vendendo, aos poucos: MYPK3, RAPT4, PDGR3 e VALE5.

Estou de olho: VIVT4 e EQTL3.

Creio em rally no fim do ano, esticando mais um pouco até Janeiro/12.

A partir de Janeiro/12 quero estar em 70% papéis dy acima de 10% e 30% em empresas de crescimento.

Alguns bons motivos macro:

Selic em queda
Inflação em alta
Dolar em queda (suporte 1,65)
Real em alta
Produção industrial em queda
Importação em alta
Exportação em queda
Salários em alta
PIB em queda
Dilma em alta

104099 de 104110Modificado em 25/Nov/2011 13:18 [Citar este comentário]  0

4 NotwenCardozo Usuário PremiumComentários: 3221 - Desde: Abr 2008
citação: paulo_prof
citação: lucasstsJHSF teve um lucro não recorrente no 04T 2010. Vcs não acham que sem esse lucro seus indicadores ficariam piores que os de outras construtoras?


Não sei se é correto classificar o lucro do 4T10 da JHSF como não recorrente ...

No 4T10, a JHSF lançou e vendeu 100% dos edifícios Metropolitan e Platinum e terminou de vender o Cidade Jardim Corporate Center. Se o fez para fundos imobiliários especialmente constituídos para tanto, ou se vendeu para o zé da esquina, não deveria ter a mínima importância. Nem mesmo a venda do Shopping Metrô Santa Cruz em dezembro de 2009 eu classificaria de não recorrente. Afinal, é o negócio da empresa: construir shoppings, eventualmente operá-los por algum tempo e depois passar adiante.


Pois é ... além dos gordos dividendos, JHSF3 tem uma enorme possibilidade de crescer (aumento de receita e lucros). Parece que o mercado começou a enxergar isso.
Hoje, volume monstro de 250 mil ações negociadas até o momento (13:10). Desde o resultado do 3T11 já estava bem evidente isso.
Algumas empresas no setor de construção realmente estão indo muito bem.

EZTC3 não tem dívidas (Div Bruta/Patrimonio Líq=0,04), um bom banco de terrenos e irá lançar o maior VGV da história do país. Ela é o benchmark do setor com uma margem bruta e líquida de absurdos 49% e 43% respectivamente. Empresa bem conservadora, focada no mercado de SP, sem alavancagem e com desempenho invejável. Ela faz tudo de cabo a rabo e por isso consegue esta margem: incorpora, constrói e vende. É Não há nada melhor no setor.

Além das construções, JHSF3 possui operações de shopping center aonde recebe aluguéis das lojas lastreados pelo IGPM e com participações nas vendas assim como um Fundo Imobiliário. Atua no segmento de alta renda e por isso tem também margens excepcionais (Margens Bruta e líquida de 43% e 33% respectivamente). O ROE da empresa é um dos maiores do setor. Empresa vale 1,86 Bi mas o valor contábil líquido dos ativos da companhia é de 5,7 Bi (com potencial de VGV bem maior). Ao valor de 4,36 que estava ontem durante o dia, estava com um DY acima de 12%. Duvido que o papel sofra muito neste cenário de crise pois os acionistas rentabilizarão seu dinheiro bem acima da inflação como se estivessem investindo numa elétrica.

HBOR3 possui a maior taxa de crescimento do LL. 3T11 não veio lá estas coisas mas deve lançar bastante no 4T11 (acho que pode surpreender).

EVEN3 nestes valores está tb barata.

107172 de 10717715/Dez/2011 10:13 0

 los_gomes Comentários: 390 - Desde: Out 2008
para quem acompanha JHSF3, resposta do RI sobre questionamento de distribuiçãp de div/jcp ainda no exercicio de 2011:

A política prescrita nos estatutos da JHSF é de pagar proventos de no mínimo 25% do resultado de cada exercício. No passado, na média dos últimos 4 pagamentos, chegamos à marca de 48% do resultado. Em relação ao resultado de 2011, ainda não foram deliberados proventos.

A decisão de dividendos é tomada pelo Conselho de Administração e aprovada posteriormente em asssembleia, assim não é possível antecipar qualquer decisão.

Quando há uma decisão neste sentido, sempre avisamos os acionistas através de email e através de publicação no jornal Valor Econômico.

Att.

JHSF
Relações com Investidores

122513 de 12251326/Mar/2012 21:04 0

 paulo_profComentários: 6097 - Desde: Jul 2009
JHSF3
PREÇO: R$ 6,04
PAYOUT (2011): 36,5%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L      11,76
P/VPA            2,23
PSR     2,83
DY      3,11%
EV/EBITDA  9,64
MARGEM BRUTA  43,1%
MARGEM OPERACIONAL          27,1%
MARGEM LÍQUIDA          24,1%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,514
MARGEM EBITDA 34,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       89,0%
ROE    18,94%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,40

Taxas anuais média nominais de crescimento
a) do lucro líquido
UA      3,03% 
U2A    21,16%          
U3A    13,36%          

b) do patrimônio líquido médio
UA      13,56%
U2A    12,17%
U3A    8,00%

Para um preço justo igual ao preço atual com margem de 50% (R$ 9,06), calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%, a taxa de crescimento real do lucro líquido nos próximos 3 anos teria que ser maior do que 23%

122513 de 12251326/Mar/2012 21:04 0

 paulo_profComentários: 6097 - Desde: Jul 2009
JHSF3
PREÇO: R$ 6,04
PAYOUT (2011): 36,5%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses
P/L      11,76
P/VPA            2,23
PSR     2,83
DY      3,11%
EV/EBITDA  9,64
MARGEM BRUTA  43,1%
MARGEM OPERACIONAL          27,1%
MARGEM LÍQUIDA          24,1%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,514
MARGEM EBITDA 34,2%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       89,0%
ROE    18,94%
LIQUIDEZ CORRENTE     2,40

Taxas anuais média nominais de crescimento
a) do lucro líquido
UA      3,03% 
U2A    21,16%          
U3A    13,36%          

b) do patrimônio líquido médio
UA      13,56%
U2A    12,17%
U3A    8,00%

Para um preço justo igual ao preço atual com margem de 50% (R$ 9,06), calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 10%, a taxa de crescimento real do lucro líquido nos próximos 3 anos teria que ser maior do que 23%

122610 de 122662Modificado em 27/Mar/2012 09:12 [Citar este comentário]  3
3 uqazComentários: 2807 - Desde: Out 2009
citação: erick_zardini
citação: PANICO2011PHODEU!!!

citação: danieljoseaaLucro anual de JHSF3:

215.1 milhões

Lucro do 4° tri:

48.1 Milhões.

EDITADO:

O correto é LL anual 220.8 milhões

LL 4° tri 50.1 milhões.

122899 de 12292328/Mar/2012 11:01 [Citar este comentário]  1
5 small capsComentários: 6101 - Desde: Fev 2007
Análise do BB Investimentos da JHSF3:

"Controle de custos favorece bom desempenho no ano
A JHSF encerrou 2011 com bons resultados, principalmente por conta da evolução
dos indicadores operacionais da divisão de incorporação imobiliária, responsável por
88% da receita líquida do período – dada a característica de seu modelo de
negócios, entendemos ser mais adequado o comparativo anual
Sem novos lançamentos no trimestre. A companhia optou por não lançar novos
empreendimentos no 4T11, dada a estratégia de comercialização das fases dos
projetos de larga escala já lançadas, o que implica
R$ 1,5 bilhão para o cumprimento do guidance. Não obstante, o reconhecimento de
receitas dos projetos em construção provocou um crescimento de 20% da receita
líquida de incorporação em 2011.
Aposta em projetos greenfield continua. A área bruta locável (ABL) do segmento
de renda recorrente – incluindo shoppings e locação comercial
2011 (37.748 m²). No mesmo período, a receita proveniente de aluguéis
acréscimo de 18,2%, chegando a R$ 51 milhões, com um NOI d
(+20,9 A/A). Esse desempenho é decorrente do crescimento de 20,0% das vendas
dos lojistas (+15,6% nas vendas por m²). Paralelamente, alguns dos projetos em
construção deverão ser inaugurados em 2012, como
ainda no primeiro semestre, e os Shoppings Metrô Tucuruvi (SP) e Ponta Negra
(AM), ambos no segundo semestre.
Custos sob controle. Os custos operacionais da companhia, no consolidado,
cresceram em ritmo menor que as receitas, o que contribuiu para o aumento de
3,5 p.p. na margem bruta (43,1%). Os resultados a apropriar
imobiliária embutem uma margem de 44,0%, o que reforça
relação à evolução das obras e o reconhecimento de receitas ao longo de 2012.
Ligeiro aumento no endividamento. A dívida bruta da empresa totalizou
R$ 1 bilhão, crescimento de 51,6% em relação a 2010, sendo 80,5% com
vencimento no longo prazo. Os níveis de alavancagem continuam abaixo dos
no mercado, mas acompanharemos sua evolução ao lon
[Detalhamento na próxima página]
Boas perspectivas. De forma geral, e também levando em consideração que o ano
de 2010 foi muito bom para a JHSF, consideramos o resultado do 4T11 / 2011
positivo. Em conference call, a administração da companhia reforçou a expectativa
de cumprimento do guidance neste ano, principalmente com novos lançamentos
residenciais, onde projetos stand alone em terrenos recém adquiridos na cidade de São Paulo serão bem representativos. Por outro lado, a
cotação dos papéis desde o resultado do 3T11
acumulam alta de 50,2% – nos motivou a atribuir, para o curto prazo, o
market perform para JHSF3."



Eu particularmente não entendi o porque do desespero das pessoas com relação ao balanço da JHSF, já que no resultado do ano passo teve a venda de uma torre e o resultado desse ano não, sem contar que durante o ano ela irá realizar varios lançamentos importantes como os shoppings Bela Vista em salvador, Metro Tucuruvi e Ponta Negra, acredito que está tudo como esperado

O resultado foi lindo. Em 2011 lançaram R$ 462mi em VGV e arrancaram (também de projetos anteriores) um lucro líquido parecido ao de 2010 qdo tiveram um VGV de R$ 1 bi.

Como o Barbado gosta de dizer, conta de padeiro:

Se em 2010 lançaram R$ 1 bi e obtiveram R$ 215mi de LL, qual seria o lucro de um VGV R$ 1,5bi? Chuto 50% maior rs. O "João", que só olha o P/L, não está nem aí pra metodologia PoC, e por isso fará a cotação da JHSF desabar hoje.

É claro que tudo pode dar errado, como diz o Barbado, esses caras podem não cumprir os R$ 1,5bi ("Reafirmamos nosso guidance de lançamentos em
incorporações para o biênio de 2011 – 2012 de R$2 bilhões"). Mas quero crer que eles cumprirão a Palavra.

Nota: "Reafirmamos nosso guidance de lançamentos para o biênio 2011 – 2013 de R$2 bilhões." Minha bola de cristal prevê um VGV de R$ 1bi em 2013...

R$ 1bi de VGV em 2013 teria o mesmo impacto que R$ 1bi de 2010?...eu acho que não.

122902 de 12292328/Mar/2012 11:07 [Citar este comentário]  0
5 small capsComentários: 6101 - Desde: Fev 2007
Fiquem atentos... pode gerar oportunidade:

Da Empiricus:

"Apesar de pressão pontual, evento de ontem endereça
aresta importante do case
JHSF confirmou o que rumores de mercado incitavam desde o final de semana
passada, da realização, nesta quarta-feira (entre 15h30 e 15h45), de leilão de ações
representativas a 6,12% do float a R$ 5,28/ação por parte de acionistas controladores.
Ainda que o evento tenha pressionado o papel nos últimos pregões, entendemos que a
posteriori representa uma injeção de liquidez necessária aos títulos e extrai uma aresta
importante do case, da adequação da empresa à restrição de free float mínimo de 25%
para o Novo Mercado, cujo deadline fora postergado por duas oportunidades. Na
essência, após a volatilidade pontual promovida pela oferta de grandes proporções, há
motivos de sobra para exposição a JHSF3, estes reiterados pelos eventos relacionados
à divulgação de resultados do 4T11. Muito embora a empresa tenha marcado para
baixo sua característica como dividend play (sinalizando que as distribuições relativas a
2011 devem ficar mesmo em 3,5% de yield, não mais do que isso, ante 9% de y),
entendemos que o dividendo "mínimo por estatuto" de 2011 é reflexo de um volume
de investimentos muito forte em 2012: há cerca de R$ 1,6 bi em lançamentos para esse
ano de forma a cumprir o guidance bienal - na incorporação, a empresa abriu 2012
com R$ 209 M de VGV lançado somente a partir do Residência Cidade Jardim.
No negócio de renda recorrente, somente os projetos em andamento somados ao
plano de investimentos para os terrenos recentemente adquiridos em SP permitem
que JHSF multiplique o saldo de faturamento do portfólio atual de R$ 64 M para R$
200 M em 2013 e atinja até R$ 400 M em 2013. Atualizando as contas para o cálculo
do valor do NAV de JHSF, temos que somente o saldo de contas a receber
dos projetos lançados da incorporação mais o estoque a valor de mercado dos
mesmos e o VPL das áreas com infraestrutura realizada até o final de 2011 equivalem
ao valor de mercado atual da empresa, o que negligencia por completo o valor atrelado
ao cumprimento do restante do guidance bienal para a incorporação e todo o negócio
de administração de shoppings centers, hotéis e locações comerciais."

131787 de 13247215/Mai/2012 17:30 [Citar este comentário]  3
5 small capsComentários: 6458 - Desde: Fev 2007
citação: rryannsBoas..

JHSF3 tem divulgação hoje, confere??

E outra...Small, Prof..e demais amigos..algum vislumbre do Balanço?? Alguma expectativa??



Balanço muito bom:

http://www.bmfbovespa.com.br/cias-Listadas/Empresas-Listadas/ConsultaArquivo.aspx?codigoCvm=20605&protocolo=337821&motivo=&idioma=pt-BR

Principalmente no atual cenário do segmento...

Futuramente o segmento de renda recorrente será o maior da companhia...

132344 de 13241017/Mai/2012 07:50 [Citar este comentário]  2
5 paulo_profComentários: 6448 - Desde: Jul 2009
JHSF3
PREÇO: R$ 5,95
PAYOUT: 36,5%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L 11,51
P/VPA 2,17
PSR 2,74
DY 3,17%
EV/EBITDA 9,62
MARGEM BRUTA 43,4%
MARGEM OPERACIONAL 26,9%
MARGEM LÍQUIDA 23,8%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,517
MARGEM EBITDA 34,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 108,1%
ROE 18,85%
LIQUIDEZ CORRENTE 3,13

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA -12,17%
U2A 19,09%
U3A 37,14%

b) patrimônio líquido médio
UA 10,27%
U2A 11,85%
U3A 8,22%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): +5,5%

Taxas nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,16%
RESULTADO BRUTO +14,97%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +140,95%
RESULTADO OPERACIONAL +6,82%
RESULTADO LÍQUIDO +5,55%
EBITDA +20,06%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO +5,54%
ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO +692,14%

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140395 de 14044816/Jul/2012 11:40 11
 paulo_profComentários: 6661 - Desde: Jul 2009
citação: danicoutinho
Bom dia a todos,
Estou começando a estucar AF, e gostaria de ler opiniões sobre a dívida da jshf,o tamanho da dívida é preocupante??
Abçs e obrigada


A dívida líquida da JHSF no fechamento do 1T12 era de R$ 566 milhões. O Ebitda anualizado do 1T12 é de R$ 307 milhões. Em conseqüência, a razão Dívida Líquida / Ebitda é de aprox. 1,85, um índice considerado "saudável" pelo mercado.

Por outro lado, há que se definir o que é, de fato, o endividamento líquido de uma incorporadora. Seria simplesmente a diferença entre os empréstimos bancários + debêntures e o caixa/equivalentes de caixa? ou devem ser também considerados os recebíveis (contas a receber), já que estes podem ser negociados no mercado?

Ao final do 1T12, o total de recebíveis que a empresa tinha em seu ativo era de R$ 632 milhões, maior do que a dívida líquida.

Finalmente, não se deve esquecer que a JHSF é uma incorporadora sui generis, no sentido de que atua também na construção e operação de imóveis comerciais (torres de escritório, hotéis, shoppings, etc), para eventual alienação, como ocorreu com o Shopping Santa Cruz em 2009 e com as torres Metropolitam, Platinum e parte do Cidade Jd Corporate Center em 2010.

Estas vendas costumam gerar um grande fluxo de caixa operacional que diminui o endividamento líquido. Por exemplo, em 2009, o fluxo de caixa operacional gerou R$ 260 milhões, com as atividades de investimento necessitando somente R$ 48 milhões. Em 2010 o fluxo de caixa operacional gerou R$ 169 milhões, com as atividades de investimento necessitando de apenas R$ 25 milhões.

Já o exercício de 2011 caracterizou-se por fortes investimentos: R$ 284 milhões, para um fluxo de caixa operacional de R$ 82 milhões. O 1T12 também foi caracterizado por "queima" de caixa em investimentos: o investimento líquido foi de R$ 67 milhões, para um fluxo de caixa operacional de R$ 38 milhões. Comparado com o 1T11, entretanto, percebe-se que a queima de caixa está diminuindo: no 1T11, o fluxo de caixa operacional gerou R$ 13 milhões, enquanto que o de investimento necessitou de R$ 120 milhões.

152786 de 152861Modificado em 19/Out/2012 11:01
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 0 3
 small capsComentários: 7062 - Desde: Fev 2007

Aquele bordão: Descubra antes do mercado....

´´ EXISTE MESMO!!!! Quase 200% desde o AVISA e segue:

SÃO PAULO - As ações da JHSF (JHSF3) - apesar de já acumularem expressivo retorno de 93,81% em um ano - se tornaram uma das ações preferidas pela Ágora Corretora no setor imobiliário, por conta do preço-atraente e também pelo aumento e diversificação de suas fontes de receita.
A corretora manteve recomendação de compra, com preço-alvo de R$ 10,70 para o final dde 2013, ante R$ 10,50 projetado para este ano. O novo preço sugere um potencial teórico de 29,69% de valorização. Segundo a instituição, os papéis da imobiliária são boas opções para investimento com foco no longo prazo.
O imbróglio do projeto Cidade Jardim Corporate tende ainda a afetar as margens da companhia no curto prazo, conforme visão da corretora, pois demandará grandes investimentos. Os gastos, no entanto, deverão ser eliminados até o fim do ano que vem.
Para o analista José Cataldo, os projetos de maturação mais longa - como os para 2014 e 2015 - serão os grandes propulsores para os ganhos da empresa no prazo maior.
Expansão e diversificação
A JHSF tem buscado diversificar a aumentar os modelos de negócios dela. A companha tem evoluído seu gerencimento de shopping center. Entre as receitas da empresa, as oriundas de empreendimentos comerciais e de construção civil representam a maior parcela. As atreladas à varejo e à hotelaria, porém, ainda continuam com pouca representação.

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