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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Embraer (EMBR)




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Balanços
3T2018 -
Paulo Prof - 
Resultados Excepcionais! H[a que se verificar se há não recorrentes. Em caso negativo, o ativo aparenta estar muito barato. No 3T17, a empresa só sentiu o reajuste de uma de suas distribuidoras e, mesmo assim, parcial. Os preços da outra distribuidora foram reajustados em outubro. Por outro lado, a julgar pelos baixos PLDs vigentes, o GSF do 4T18 deverá ser favorável. Em consequência, a empresa deverá postar bons resultados também no 4T18.
No que segue, uma receita de R$ 63,694 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celesc foi expurgado do Resultado Financeiro e Resultado Operacional (Antes dos Impostos) do 2T18, assim como o seu impacto estimado de R$ 39,418 milhões, do luccro líquido

3T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SUBVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 09 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (19,5652%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 351.048 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 192.672 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = -111.291. VALOR DE MERCADO (MIL) = 11.980.724; VALOR MAXIMO (MIL) = 22.354.638 NO 4T15; VE PSBE (MIL) = 36.263.346.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 9 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (20,00%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 216.145; (U24M) = 118.889; (U36M) = 114.344; (U48M) = 167.288; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (260,85%) E RESULTADO LÍQUIDO (899,13%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (-277,21%) E EBITDA (-652,34%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 13.839.291; VALOR MAXIMO (MIL) = 22.354.638 NO 4T15; VE PSBE (MIL) = 35.397.530.
RESULTADO LÍQUIDO = No 2T17, a Embraer apresentou Lucro líquido de R$ 192,7 milhões e Lucro por ação de R$ 0,2620. Isso se compara, no 2T16, com o Prejuízo líquido de R$ 337,3 milhões e com o Prejuízo por ação de R$ 0,4621. No 1S17, o Lucro líquido foi de R$ 327,6 milhões e Lucro por ação de R$ 0,4454, enquanto no 1S16 esses valores foram de R$ 48,5 milhões e R$ 0,0664, respectivamente.
O Lucro líquido ajustado, excluindo Imposto de renda e contribuição social diferidos e também o impacto líquido, após imposto dos itens não recorrentes descritos anteriormente, foi de R$ 398,0 milhões no 2T17, comparado ao Lucro líquido ajustado de R$ 155,6 milhões no 2T16. O Lucro por ação excluindo-se esses mesmos itens foi de R$ 0,5412 no 2T17, comparado ao Lucro por ação de R$ 0,2132 do 2T16. No 1S17, o Lucro líquido ajustado, foi de R$ 470,0 milhões, comparado ao Lucro líquido ajustado de R$ 150,0 milhões no 1S16. O Lucro por ação ajustado foi de R$ 0,6391 no 1S17, comparado ao Lucro por ação ajustado de R$ 0,2055 do 1S16.

paulo_prof  -
Os Resultados da Embraer foram bastante bons. Fosse exclusivamente pelos indicadores baseados nos resultados dos últimos trimestres, o ativo estaria barato. Ocorre que há uma grande incerteza no que concerne o market share americano no futuro próximo. Até o final do ano, a Jet Blue decidirá se continuará com o E190 ou se reformulará a sua frota escolhendo uma aeronave maior. Neste caso, "aposentaria" os E190 de sua frota. Por outro lado, se uma empresa decidiu não ter mais o E190 em sua frota, é evidente que também não será candidata a ter o 190-E2 (a Jet Blue tem hoje 60 aeronaves da Embraer ew tinha planos de acrescentar mais 40). A American e a Air Canada já se decidiram pela substituição de seus E170, devendo vender as suas 45 aeronaves no final de 2019.

3T2016 -
marcosvinicius2  -
DESTAQUES : • A Receita líquida atingiu R$ 4.913,4 milhões no 3T16, aumento de 7% em relação ao 3T15, principalmente devido ao crescimento de receitas dos segmentos de Aviação Comercial e de Defesa & Segurança; • A Margem bruta consolidada atingiu 18,8%, acima dos 17,6% registrados no 3T15; • O Prejuízo líquido atribuído aos acionistas da Embraer foi de R$ 111,4 milhões e o Prejuízo por ação foi de R$ 0,1526 no 3T16; • O Lucro líquido ajustado, excluídos o Imposto de renda e contribuição social diferidos relacionado ao impacto da variação cambial sobre os ativos não monetários e também as provisões mencionadas anteriormente, foi de R$ 255,9 milhões no 3T16. O Lucro por ação ajustado foi de R$ 0,3508 no 3T16.

2T2016 -
paulo_prof   -
esquece!
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Produção de Aerovanes
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361465  - keep_calm  -  23 Mai 2019, 22:54
Boeing Brasil-Commercial é o novo nome da Embraer na aviação comercial

Há dúvida entre executivos da nova empresa sobre o impacto da aquisição no mercado

Boeing Brasil-Commercial é o nome da nova empresa resultante da compra da divisão de aviação comercial da brasileira Embraer pela gigante aeroespacial norte-americana.

A escolha foi conservadora. Ainda há dúvida entre executivos da nova empresa sobre o impacto da aquisição no mercado e, especialmente, o temor de ferir sensibilidades políticas brasileiras. Daí o Brasil com "s", ainda que seguido pelo "comercial" em inglês.

A Embraer foi estatal de sua criação pelos militares, em 1969, até 1994, e é a maior exportadora nacional de produtos com alto valor agregado. É vista como a joia da coroa industrial em um país cuja balança comercial é ancorada em commodities.

Assim, a decisão de imagem mais importante ainda vai demorar alguns meses: o nome a ser adotado pela série E-Jets E2, a continuação da bem-sucedida família de jatos regionais da Embraer que atraiu a Boeing em primeiro lugar a buscar o negócio.

Como dizem executivos da empresa, aqui deverá haver surpresas. Por um lado, a E2 já tem reputação firmada no seu nicho, liderado nos últimos anos pela Embraer.

Por outro, a marca Boeing deverá ser evidenciada. Quando a americana comprou a rival McDonnell-Douglas em 1997, renomeou apenas um dos modelos, o MD-95 — que virou o Boeing-717, seu único jato regional, que teve curta carreira.

A Airbus, maior competidora da Boeing, rebatizou de A220 o avião da C-Series da canadense Bombardier, cuja linha comprou em 2017. Foi esse negócio, que trouxe para o portfólio de produtos dos europeus um jato regional pela primeira vez, que disparou a negociação entre os americanos e a Embraer, maior rival da empresa do Canadá.

Assim como a Airbus, a Boeing só trabalhava com jatos maiores — um conceito fluido, o avião regional usual embarca de 70 a 130 passageiros. Para a Embraer, o ganho de escala comercial que o produto rival ganhou no negócio com os europeus foi decisivo na decisão pela associação com os americanos.

Os americanos não poderão usar o nome Embraer, para não se confundir com a empresa brasileira remanescente do acordo, que cuidará de produtos de defesa e segurança, além da área de aviação executiva.

O processo de montagem da nova empresa, cuja formação foi aprovada após o governo brasileiro exercer a opinião que tinha direito devido às regras da privatização da ex-estatal Embraer em janeiro, está acelerado. Cerca de cem pessoas trabalham no Brasil e nos EUA no chamado "carve-out", ou destrinchar da aviação civil do corpo da atual Embraer. Elas são capitaneadas desde o dia 22 de abril pelo ex-presidente da Boeing Internacional, Marc Allen, que passa parte do mês em São José dos Campos, onde a Embraer tem sua matriz e os futuros espaços compartilhados com a Boeing Brasil - Commercial.

São necessárias aprovações de órgãos regulatórios em nove países para a empresa deslanchar. Três já o fizeram, Quênia, África do Sul e Colômbia. Brasil está encaminhado, e EUA devem dar o OK em agosto. Por fim, faltará a China, provavelmente no fim do ano.

Enquanto isso, a separação da área de aviação civil segue, não sem percalços. Segundo pessoas envolvidas nele, o maior desafio até aqui está na área de tecnologia da informação, que era altamente integrada na Embraer — e que garantiu boa parte de sua fama de empresa ágil em processos.

Na área de engenharia, o desafio maior é a realidade segundo a qual tanto Boeing quanto a velha Embraer serão subcontratadas uma da outra. Isso nunca aconteceu para as duas empresas, e o time que trabalha na desintegração das empresas prevê um catálogo de até 19 mil itens que uma fornecerá à outra.

A nova empresa deverá empregar cerca de 10 mil dos 18,5 mil funcionários atuais da Embraer (16,5 mil deles no Brasil). A previsão anterior era de 9 mil empregos, que batia com a estimativa do sindicato dos trabalhadores locais sobre a mão de obra da área de aviação civil.

A compra foi o maior negócio aeronáutico da história brasileira e se arrastou por mais de um ano de negociações entre empresas e o governo, que possuía poder de veto sobre acertos da Embraer. A empresa em si, ainda que tivesse controle brasileiro, tinha seu controle diluído e mais de 80% estava na mão de fundos estrangeiros.

A Boeing Brasil-Commercial terá 80% de controle americano e 20%, da velha Embraer. A compra da linha civil custou US$ 4,2 bilhões (cerca de R$ 16,8 bilhões no câmbio de hoje) à gigante dos EUA. Os americanos também terão 49% de uma joint-venture dedicada à venda de um produto militar, o avião de transporte KC-390, que também está em fase de elaboração e que terá Allen como representante americano em seu conselho controlado pela Embraer brasileira.

Se tudo andar como esperam os envolvidos, o processo de formação das novas empresas deverá estar finalizado no começo de 2020. As turbulências políticas e econômicas do governo Jair Bolsonaro assustam os americanos, segundo a reportagem ouviu de pessoas próximas das discussões sobre a nova empresa. Não do ponto de vista regulatório, dado que o governo aprovou o negócio, mas pelo ambiente geral de negócios do país.

Por outro lado, ressaltam, o mercado aeroespacial é peculiar, e regido por tendências internacionais. A ideia da Boeing é fazer do Brasil um modelo para parcerias semelhantes a serem montadas, talvez em dois ou três outros pontos do mundo, nos próximos 20 a 30 anos.

É consenso entre analistas do mercado de aviação o estreitamento das cadeias globais de produção. Uma liderada pela Airbus, outra pela Boeing, e com espaços menores sendo disputados por chineses, russos, indianos e japoneses. Com o acirramento da guerra comercial entre EUA e China, uma rede de fornecedores baseada no Brasil poderia teoricamente ser favorecida.

Inicialmente, a ideia da Boeing é apostar na construção de mercados regionais potenciais. O Sudeste Asiático, a Índia e a África figuram no topo da lista. Segundo determinação da matriz americana, de resto ciosa do clima de caça às bruxas do governo Bolsonaro sobre o tema, novos investimentos produtivos não deverão buscar apoio no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Isso não inclui, contudo, o financiamento de contratos de exportação, como ocorre com o Eximbank americano. De 2004 a 2018, a Embraer foi o segundo maior receptáculo de financiamento do BNDES, atrás da Petrobras. Foram R$ 49 bilhões para a empresa.

Desse valor, mais de 80% foi utilizado como crédito para exportações, algo que depende da vontade do comprador, que escolhe o mecanismo de financiamento — a empresa afirma que 30% de seus aviões vendidos para o exterior no período usaram linhas do BNDES.

Já o restante foi usado para o desenvolvimento de tecnologias — o E2 recebeu, por exemplo, US$ 1,2 bilhão (hoje R$ 4,8 bilhões). É essa fatia que Boeing diz dispensar.

355424 - paulo_prof -  01 Nov 2018, 03:48
Resultados Excepcionais! H[a que se verificar se há não recorrentes. Em caso negativo, o ativo aparenta estar muito barato. No 3T17, a empresa só sentiu o reajuste de uma de suas distribuidoras e, mesmo assim, parcial. Os preços da outra distribuidora foram reajustados em outubro. Por outro lado, a julgar pelos baixos PLDs vigentes, o GSF do 4T18 deverá ser favorável. Em consequência, a empresa deverá postar bons resultados também no 4T18.

No que segue, uma receita de R$ 63,694 milhões referente ao ganho na compra vantajosa da participação na Celesc foi expurgado do Resultado Financeiro e Resultado Operacional (Antes dos Impostos) do 2T18, assim como o seu impacto estimado de R$ 39,418 milhões, do luccro líquido


ENBR3

PREÇO: R$ 14,00

PAYOUT (2017): 71,2%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses (com o expurgo da Receita Financeira de Compra Vantajosa e seus efeitos)

P/L 9,38

P/VPA 1,01

PSR 0,59

DY 6,39%

EV/EBITDA 5,53

MARGEM BRUTA 18,1%

MARGEM OPERACIONAL 9,8%

MARGEM LÍQUIDA 6,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,493

MARGEM EBITDA 17,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 79,2%

ROE 10,78%

LIQUIDEZ CORRENTE 1,28



Taxas de Crescimento Nominal (com o expurgo da Receita Financeira de Compra Vantajosa e seus efeitos ocorrida no 2T18)

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +28,09%

RESULTADO BRUTO +17,58%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -18,22%

RESULTADO OPERACIONAL +73,90%

RESULTADO LÍQUIDO +99,75%%

EBITDA 22,92%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,39%

RESULTADO BRUTO +19,58%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -44,34%

RESULTADO OPERACIONAL +66,91%

RESULTADO LÍQUIDO +119,13%

EBITDA +23,21%



c) lucro (taxa média anual)

UA 99,75%

U2A -5,55%

U3A -9,00%



d) patrimônio líquido médio

UA 4,90%

U2A 8,55%

U3A 14,84%



e) ebitda (taxa média anual)

UA 22,92%

U2A -3,13%

U3A -5,88%

U4A 15,62%

U5A 7,33%

U6A 11,55%

U7A 5,89%

U8A 6,52%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 18,66

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,5%

351843  - Ricardo Borges -  06 Jul 2018, 14:30
Notícias da Manhã

http://www.ricardoborges.com/noticias.htm

EMBRAER (EMBR3) - Bombardier comprada pela Airbus, China começando a produzir aviões de 100 lugares são bons motivos, mas para mim, que não sou o dono da verdade, o PRINCIPAL motivo para a venda é "A Embraer poderia contar com a estrutura de capital da Boeing", porque?

A Embraer é FORTEMENTE dependente dos financiamentos subsidiados do BNDES para que seus clientes possam comprar as aeronaves produzidas por ela e como o banco de fomento brasileiro está sem recursos, tendo de devolver valores ao Tesouro Nacional, a empresa poderia ficar sem esses empréstimos e isso seria a MORTE da empresa.

"Apesar da reação negativa do mercado, que derrubou as ações da Embraer nesta quinta (5) diante da notícia do acordo com a Boeing, especialistas no setor aéreo avaliam que, sem a gigante americana, a brasileira seria sufocada pela concorrência." (Fonte: Folha)

Link para a matéria completa do jornal para ser lida:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/07/embraer-nao-resistiria-sozinha-diz-especialista.shtml

Para quem desejar acompanhar as notícias econômicas e financeiras dos principais jornais nacionais:

http://www.ricardoborges.com/manchetes.htm

351858 - paulo_prof  - 06 Jul 2018, 18:15
Depois que uma empresa como a Airbus se tornou concorrente direto da Embraer nas faixas onde atua, não haveria como evitar a associação da mesma ao peixe grande concorrente. Desenvolver aeronaves e financiar compradores é extremamente caro. Uma coisa é uma Embraer tupiniquim prestar as garantias necessárias, outra é uma Boeing. O custo médio do dinheiro para a Embraer (BNDEs e bancos comerciais) é muito maior do que aquele de uma Boeing.

Do lado tecnológico, muito esforço e, porque não dizer, $$ dispendidos pela Ebraer na reinvenção da roda (em aviação, as tecnologias que são desenvolvidas pelos players não estão disponíiveis em prateleiras) para poder competir, provavelmente será dispendido no desenvovimento de novas tecnologias (tecnologias que hoje são dominadas pela Boeing provavelmente serão repassadas à Embraer a baixo custo). A perspectiva, do ponto de vista das instituições de pesquisa que hoje auxiliam a Embraer no desenvolvimento de tecnologias é positva, porque atuar na fronteira do conhecimento certamente é mais interessante do que ficar reinventandjo a roda.

Agora, pessoalmente não acredito que seja possível isolar/separar a área de defesa da aviação comercial. Hoje, a equipe de desenvovimento de produto da Embraer no fuindo é uma só ... não há uma efetiva segregação da equipe, por produto desenvolvido. Não vejo como a Boeing conseguirá repassar uma tecnologia que domina para o pessoal técnico da nova empresa, deixando a área da defesa no "escuro".

Finalmente, há a questão de treinamento do pessoal técnico (engenheiros). Hoje, isto o prohgrama de treinamento é realizado sem levar em consideração o destino final daquele que está sendo treinado: a aviação comercial, executiva ou defesa. Não vejo como fazer a separação ...

Se fosse fazer uma aposta, diria que no médio/longo prazo a Boeing será dona da Embraer inteira, incluindo a Defesa.

351835 - marcosvinicius2 -  06 Jul 2018, 02:32
Prof. acabei de assistir no JN a questão da fusão entre a Boeing e a Embraer, na realidade foi criada uma nova empresa, com participação de 80% da Boeing e 20% da Embraer, você que é do setor aeronáutico, como enxerga essa parceria?
http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2018/07/05.html#!v/6854219

Na Câmara, Aeronáutica defende fusão entre Embraer e Boeing
Comandante diz em audiência que a disputa ficou desigual: 'É um Davi contra Golias’

POR GERALDA DOCA 04/07/2018 12:37 / atualizado 04/07/2018 15:25

O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, participa de audiência pública sobre a fusão entre Embraer e Boeing na Câmara - Ailton de Freitas / Agência O Globo
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BRASILIA — O Comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, defendeu nesta quarta-feira a fusão entre a Embraer e a Boeing, durante audiência na comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Ele explicou que a operação é importante para o futuro da companhia brasileira porque, com a união entre a canadense Bombardier (principal concorrente da Embraer na fabricação de aeronaves comerciais) e a Airbus, a disputa ficou muito desigual, "é um Davi contra Golias", afirmou o comandante.

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Rossato destacou também que o negócio poderá evitar desemprego no Brasil porque a Embraer está próxima de concluir o projeto do avião militar KC 390 e, sem novas propostas, há possibilidade de demissões.

Ao responder perguntas dos parlamentares, Rossato afirmou que a área de defesa da Embraer - que desenvolve projeto para as Forças Armadas, ficará de fora do negócio e que por isso, não há risco de descontinuidade e prejuízos à soberania nacional.

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— A Embraer está analisando essa possibilidade e os nossos interesses de defesa ficariam de fora da criação da joint venture, ficaram blindados. Temos preocupação com o futuro da Embraer - afirmou o brigadeiro, acrescentando que a disputa direta da companhia com a Airbus acendeu a "luz amarela".

E AINDA: Presidente da Embraer espera que fusão com a Boeing saia antes das eleições

Rossato mencionou, contudo, que ainda não há proposta "concreta" e que estudos estão sendo realizados.

‘Não vamos entregar nossos conhecimentos e perder a nossa capacidade (na área de defesa) dentro da Embraer.Estamos acompanhando’

- BRIGADEIRO NIVALDO ROSSATO
Comandante da Aeronáutica
— Eles (as empresas) estão estudando, analisando através do apoio de todo mundo para apresentar (a proposta) ao governo. Não existe nada concreto, os estudos estão sendo feitos e nós estamos observando a questão da soberania — disse Rossato.

O Comandante disse ainda que o acordo entre a Embraer e Boeing terá vantagens na área de tecnologia, além de oportunidades econômicas e comerciais.

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— Não vamos entregar nossos conhecimentos e perder a nossa capacidade (na área de defesa) dentro da Embraer. Estamos acompanhando, a Embraer não está fazendo à revelia dos interesses da sociedade brasileira.

A perspectiva de que o acordo entre Embraer e Boeing esteja próximo de ser concluído ajuda na alta das ações da Embraer nesta quarta-feira. Os papéis ON da empresa eram negociados com valorização de 3,61% por volta das 13h.

Após a audiência, o ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, disse que caberá às duas empresas, que são "independentes" e têm ações em bolsa, apresentarem a proposta. Ele afirmou que o governo só vai se manifestar quando for consultado oficialmente sobre os memorandos de entendimento e que até agora isso ainda não aconteceu.

Leia mais: https://oglobo.globo.com/economia/na-camara-aeronautica-defende-fusao-entre-embraer-boeing-22851162#ixzz5KQxOnRUv
stest http://g1.globo.com/jornal-nacional/edicoes/2018/07/05.html#!v/6854219

346865  - lufearantes -  06 Fev 2018, 11:08
Embraer e SkyTech assinam carta de intenção para até seis aeronaves multimissão KC-390
Singapura, 06 de fevereiro, 2018 –

A Embraer Defesa & Segurança anunciou hoje, durante o Singapore Airshow, a assinatura de uma Carta de Intenção com a empresa de serviços de aviação SkyTech para aquisição de até seis aeronaves de transporte multimissão KC-390.
As aeronaves estão destinadas a diversos projetos de defesa e ambas as empresas também concordaram em avaliar uma potencial colaboração estratégica com o objetivo de explorar conjuntamente novas oportunidades de negócios nas áreas de treinamento e serviços.
A SkyTech é o resultado de uma parceria entre duas empresas com larga experiência no campo dos serviços de defesa: a HiFly, de Portugal, que provê aeronaves, tripulações completas, manutenção e seguros (ACMI), e a australiana Adagold Aviation, especializada em serviços de aviação e voos charter.
“Acompanhamos o programa KC-390 desde a sua criação e acreditamos que ele estabelecerá novos padrões na categoria dos aviões de transporte de médio porte, assim como será uma plataforma multimissão”, disse Paulo Mirpuri, presidente da SkyTech. A empresa também afirmou que esta é a primeira de uma grande variedade de plataformas que terão vários empregos específicos e de outros projetos que a SkyTech está realizando no mundo todo.
“A Embraer está entusiasmada em ter a SkyTech como parceira estratégica para alguns dos nossos projetos, pois estamos certos de que eles adicionam valor e ganhos, fornecendo diversas soluções contínuas para nossa própria base de clientes de defesa”, disse Jackson Schneider, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.
O KC-390 é um avião de transporte tático desenvolvido para estabelecer novos padrões em sua categoria, apresentando o menor custo do ciclo de vida do mercado. É capaz de executar diversas missões, como transporte de carga, lançamento de tropas ou de paraquedistas, reabastecimento aéreo, busca e salvamento, evacuação aeromédica e combate a incêndios, além de apoio a missões humanitárias. A aeronave pode transportar até 26 toneladas de carga a uma velocidade máxima de 470 nós (870 km/h), além de operar em ambientes hostis, inclusive a partir de pistas não preparadas ou danificadas.
Siga-nos no Twitter: @Embraer

346788  - paulo_prof   -  03 Fev 2018, 12:42
Esta nova Empresa, com toda a certeza, nadaria de braçadas! Já no que tange a Embraer, sócia minoritária desta empresa, não sei ...

Na minha opinião, o difeno rencial competitivo da Embraer é a qualidade de seu corpo técnico (puxando a sardinha para o meu lado, já que participo no esquema de treinamento da engenharia) e a capacidade de firmar e administrar parcerias. Há que se ver como o corpo técnico atual será dividido entre a nova empresa e a Embraer. Como projetar aeronaves comerciais, militares ou executivas envolve as mesmas habilidades, é fácil administrar o corpo técnico de engenharia, alocando o pessoal em conformidade com os projetos de desenvolvimento. Se grande parte do corpo de engenharia for fixado nesta nova empresa, a flexibilidade seria impactada.

346785  - Matiasco   -  03 Fev 2018, 09:37
Olá Prof.!

Temos lido na imprensa a possível compra do Setor de Aviação Comercial da EMBRAER pela Boeing.

Ontem a notícia veiculada foi da formação de uma nova Empresa que teria o controle da Boeing, deixando de fora do negócio os setores de aviação executiva e de defesa.

No seu entendimento, do ponto de vista financeiro e contábio, caso essa nova empresa seja criada, como ficaria a situação da Embraer?

345494  - Matiasco -  23 Dez 2017, 11:54
CONTEXTO - EMBRAER Há alguns meses foi anunciada a parceria entre a Airbus - Gigante aeroespacial europeia - e a Bombardier, concorrente Canadense da Embraer. Naquela oportunidade foi comentado como a fusão entre as operações - no caso específico na linha CSeries - representava um perigo que colocaria em risco a própria Embraer. Isso por que a indústria aeronáutica é muito intensiva em capital. O acesso a linhas de financiamento e a projetos de desenvolvimento na área de defesa tem papel importante na capacidade de investimento e desenvolvimento de novos produtos pelos fabricantes. E hoje no mundo Airbus e Boeing representam o que há de maior nesse mercado, competindo pedido a pedido pela preferência de governos e empresas aéreas. NICHO E SUCESSO Até mesmo em função disso a Embraer se desenvolveu em outro nicho. Ao inteligentemente focar na fabricacao de aeronaves para a aviação regional - muitas delas feeders das grandes linhas aéreas - e posteriormente desenvolver sua linha vencedora de aviões de negócios a empresa se manteve distante da briga das duas peso-pesado, e se transformou na campeã da sua liga. Líder nos dois segmentos, a Embraer desenvolveu métodos de produção que revolucionaram o setor. Sua estrutura de producao compartilhada hoje é estudada em cursos de MBA e o sucesso do seu turn around desde sua privatização se transformou em Case. A união com a Boeing - total ou parcial - é um caminho natural e de certa forma esperado. Não há como a Embraer competir no longo prazo com um peso-pesado do nível da Airbus sem que ela mesma se associe a um outro gigante. RELAÇÃO GANHA-GANHA Além disso para a Boeing também é importante a associação, pois desde Outubro sua concorrente oferece uma linha de produtos completa, desde o jato regional até os transcontinentais. Dessa forma, a união da Boeing e Embraer é o típico negócio onde ambas as empresas têm a ganhar. A Embraer ganha acesso às tecnologias, capacidade de investimento e financiamento além da experiência da Boeing em lidar com o mercado de defesa Americano, eventualmente abrindo portas para seu jato de transporte militar, a Boeing ganha uma linha completa e líder incontestável no segmento de jatos regionais e a Líder no mercado de aviões de negócios com o Phenom 300. GOLDEN SHARE Se do ponto de vista econômico a associação faz sentido, algum cuidado é necessário na avaliação estratégica e dos interesses nacionais. A Embraer é o centro de um importante polo de desenvolvimento tecnológico no País. Existe todo um sistema de indústrias e empresas de tecnologia que funcionam no entorno da sede da empresa em São José dos Campos. A transferência das linhas de produção ou de pesquisa para outro país seria devastador para as ambições aeroespaciais nacionais. A existência da Golden Share oferece a possibilidade desses aspectos serem abordados na negociação. Para o país também será importante essa fusão ou parceria, mas alguns aspectos estratégicos importantes devem ser abordados e precisam constar do acordo. Cabe aos negociadores agirem com sabedoria, utilizando o que há de melhor na golden share sem inviabilizar o negócio. Aqui não cabe viés nacionalista nem a briga coxinhas x mortadelas. Sem a união a Boeing pode decidir desenvolver sua própria linha e aí a Embraer que por anos evitou a briga com as gigantes pode ter que lutar contra as duas simultaneamente. Com isso em mente o Governo deve buscar garantias razoáveis mas não deve se transformar em um peso. Afinal um bom projeto aeronáutico não tem nenhum grama desnecessário. Do ponto de vista de investimento, as ações da EMBRAER passarão por um período de turbulências ao sabor das notícias e especulações sobre o negócio com a Boeing. Eu acredito que mais cedo ou mais tarde o “acordo” será anunciado, porque não há outra saída para a Empresa. A concretização da “parceria” com a Boeing é um forte driver positivo para a EMBRAER. Além disso, dois novos produtos estão em sua fase final de desenvolvimento, o KC390 e a nova família de jatos para a aviação comercial E3. O desenvolvimento desses dois produtos exigiu um grande desafio tecnológico e forte aportes de recursos financeiros e humanos. No próximo ano ambos os produtos entrarão em operação e é chegado o momento do anúncio de importantes vendas. O aumento do back log é um segundo driver positivo para a Empresa.

343706  - marcosvinicius2 -  09 Nov 2017, 12:24
COMENTÁRIO: PAPEL SUBVALORIZADO (*). DOS ULTIMOS 46 TRIMESTRES, 09 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (19,5652%). LUCRO Atribuído a Sócios da Empresa Controladora DO 3T17 = 351.048 FOI MAIOR DO QUE O LUCRO APRESENTADO NO 2T17 = 192.672 E MAIOR (TAMBEM) EM RELAÇÃO AO APRESENTADO NO 3T16 = -111.291. VALOR DE MERCADO (MIL) = 11.980.724; VALOR MAXIMO (MIL) = 22.354.638 NO 4T15; VE PSBE (MIL) = 36.263.346:

EMBR3
PREÇO: 16,18
PAYOUT (2016): 12,65%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,03
P/VPA 0,93
PSR 0,61
DY 1,40%
EV/EBITDA 7,49
MARGEM BRUTA 18,41%
MARGEM OPERACIONAL 8,33%
MARGEM LÍQUIDA 6,72%
LUCRO POR AÇÃO 1,792
MARGEM EBITDA 14,77%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 155,39%
ROE 10,31%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,67

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -13,06%
RESULTADO BRUTO -14,86%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 50,31%
RESULTADO OPERACIONAL -5510,43%
RESULTADO LÍQUIDO 265,56%
EBITDA 120,46%

b) 3T17 sobre 3T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -15,64%
RESULTADO BRUTO -14,76%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -131,75%
RESULTADO OPERACIONAL -240,78%
RESULTADO LÍQUIDO -415,43%
EBITDA 123,94%

c) lucro (taxa média anual)
UA 265,56%
U2A 379,93%
U3A 4,54%

d) patrimônio líquido médio
UA -2,71%
U2A 2,77%
U3A 14,40%

DESTAQUES:

• No 3º trimestre de 2017 (3T17), a Embraer entregou 25 aeronaves comerciais e 20 executivas (13 jatos leves e sete grandes);
• A carteira de pedidos firmes (backlog) encerrou o trimestre em US$ 18,8 bilhões, representando crescimento em relação aos US$ 18,5 bilhões reportados no 2T17;
• A Receita líquida foi de R$ 4.144,7 milhões no 3T17, com queda de 16% em comparação ao 3T16, em função do menor número de entregas nos segmentos de Aviação Comercial e Executiva;
• As margens EBIT1 e EBITDA² ajustadas foram de 5,3% e 10,7%, respectivamente, no 3T17. As margens EBIT e EBITDA ajustadas excluem o impacto negativo não recorrente de R$ 11,4 milhões no 3T17;
• No 3T17, a Embraer apresentou Lucro líquido de R$ 351,0 milhões e Lucro por ação de R$ 0,4773. O Lucro líquido ajustado (excluindo-se os impostos diferidos e itens não recorrentes) no trimestre foi de R$ 237,9 milhões, representando um Lucro por ação ajustado de R$ 0,3235;

EMBR32.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

342941  - grizzo -  14 Out 2017, 19:34
Embraer E 190
Vale a pena ver o video!
https://todosabordo.blogosfera.uol.com.br/2017/10/14/embraer-e190-pouso-vento-forte-santa-helena/
É por essas coisas que ainda dá um pouco de orgulho ser brasileiro...

342022  - marcosvinicius2  -  14 Set 2017, 13:54
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO (*). NOS ULTIMOS 45 TRIMESTRES, 9 APRESENTARAM LUCRO LIQUIDO NEGATIVO (20,00%). MEDIA DE LUCRO LIQUIDO X 1.000 (U12M) = 216.145; (U24M) = 118.889; (U36M) = 114.344; (U48M) = 167.288; MAIORES VARIAÇÕES = 12M X 12M : RESULTADO OPERACIONAL (260,85%) E RESULTADO LÍQUIDO (899,13%); 2T16 X 2T15 : RESULTADO FINANCEIRO (-277,21%) E EBITDA (-652,34%). VALOR DE MERCADO (MIL) = 13.839.291; VALOR MAXIMO (MIL) = 22.354.638 NO 4T15; VE PSBE (MIL) = 35.397.530:

EMBR3
PREÇO: 18,69
PAYOUT (2016): 17,29%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,01
P/VPA 1,06
PSR 0,67
DY 1,08%
EV/EBITDA 8,98
MARGEM BRUTA 18,39%
MARGEM OPERACIONAL 6,13%
MARGEM LÍQUIDA 4,21%
LUCRO POR AÇÃO 1,168
MARGEM EBITDA 12,98%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 57,47%
ROE 6,62%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,54

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,32%
RESULTADO BRUTO -9,14%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 98,13%
RESULTADO OPERACIONAL 260,85%
RESULTADO LÍQUIDO 899,13%
EBITDA 57,73%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 19,37%
RESULTADO BRUTO 2,92%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -277,21%
RESULTADO OPERACIONAL -226,11%
RESULTADO LÍQUIDO -157,13%
EBITDA -652,34%

c) lucro (taxa média anual)
UA 899,13%
U2A 43,30%
U3A -12,81%

d) patrimônio líquido médio
UA -8,91%
U2A 8,14%
U3A 15,74%

RESULTADO LÍQUIDO = No 2T17, a Embraer apresentou Lucro líquido de R$ 192,7 milhões e Lucro por ação de R$ 0,2620. Isso se compara, no 2T16, com o Prejuízo líquido de R$ 337,3 milhões e com o Prejuízo por ação de R$ 0,4621. No 1S17, o Lucro líquido foi de R$ 327,6 milhões e Lucro por ação de R$ 0,4454, enquanto no 1S16 esses valores foram de R$ 48,5 milhões e R$ 0,0664, respectivamente.

O Lucro líquido ajustado, excluindo Imposto de renda e contribuição social diferidos e também o impacto líquido, após imposto dos itens não recorrentes descritos anteriormente, foi de R$ 398,0 milhões no 2T17, comparado ao Lucro líquido ajustado de R$ 155,6 milhões no 2T16. O Lucro por ação excluindo-se esses mesmos itens foi de R$ 0,5412 no 2T17, comparado ao Lucro por ação de R$ 0,2132 do 2T16. No 1S17, o Lucro líquido ajustado, foi de R$ 470,0 milhões, comparado ao Lucro líquido ajustado de R$ 150,0 milhões no 1S16. O Lucro por ação ajustado foi de R$ 0,6391 no 1S17, comparado ao Lucro por ação ajustado de R$ 0,2055 do 1S16.

EMBR31.png

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3

340681  - Matiasco   -  02 Ago 2017, 23:34
Prof, A EMBRAER não pode prescindir do mercado americano. Ele representa mais da metade de suas exportações. Posso afirmar que o E2 e uma aeronave que trará lucros para seus operadores pelo fato de seu consumo específico ser cerca de 25% inferior ao seu predecessor. Além do mais, os dois aviões terão comunalidade de habilitação, ou seja, o piloto que voar uma aeronave voará a outra sem treinamento adicional, e sabemos que o custo de treinamento é relevante para as empresas aéreas. Portanto a chance dos atuais operadores de E1 adquirir o E2 é muito grande. Segue o Back Log atual de vendas do E2 Pedidos firmes: 285 Opções de compra: 445 Total: 730

340677  - paulo_prof   -  02 Ago 2017, 22:46
Sim ... mas se a Jet Blue cancelar a sua encomenda "firme" do E2 e se desfizer dos 60 E190 que dispõe hoje em sua frota, há uma grande chance da Embraer ter dificuldade de emplacar algum E2 nos EUA, além da Aeromexico Connect. A decisão da Jet Blue é vista como chave.

Um dos "gatos" nos EUA é o acordo da American, United e Delta com o sindicato dos pilotos, que requer que aeronaves com mais de 76 assentos sejam voadas como parte de suas operações principais, onde pilotos cujos salários são sensivelmente maiores aumentam os custos do E190. É evidente que a Embraer acredita que conseguirá convencer a Jet Blue e outros a adquirirem o 190-E2. Além disto, há tambem o 1950E2 em jogo. Finalmente, há um zilhão de empresas fora dos EUA que têm 40 ou mais E-190, cuja tendência é adquirir o E2.

Pessoalmente, acho que só com o mercado fora dos EUA a Embraer se sustenta ... muito bem, obrigado. Mas entendo que ter chaances reais de ser excluídoa do mercado americano também tem llá o seu impacto.

340647 - pobre   -  02 Ago 2017, 01:00
Além disso o KC-390 também nasce com futuro bastante promissor!

340646  - Matiasco  -  02 Ago 2017, 00:43
Obrigado Prof. Eu estou bastante confiante no sucesso do E2. Ele entrará em serviço apenas no segundo semestre de 2018 e a EMBRAER já tem cerca de 300 vendas firmes e outras tantas opções de compra. Tecnicamente ele é muito superior ao seu concorrente C Séries da Bombardier. To be seen!

340638 - paulo_prof  -  01 Ago 2017, 22:03
Os Resultados da Embraer foram bastante bons. Fosse exclusivamente pelos indicadores baseados nos resultados dos últimos trimestres, o ativo estaria barato. Ocorre que há uma grande incerteza no que concerne o market share americano no futuro próximo. Até o final do ano, a Jet Blue decidirá se continuará com o E190 ou se reformulará a sua frota escolhendo uma aeronave maior. Neste caso, "aposentaria" os E190 de sua frota. Por outro lado, se uma empresa decidiu não ter mais o E190 em sua frota, é evidente que também não será candidata a ter o 190-E2 (a Jet Blue tem hoje 60 aeronaves da Embraer ew tinha planos de acrescentar mais 40). A American e a Air Canada já se decidiram pela substituição de seus E170, devendo vender as suas 45 aeronaves no final de 2019.

EMBR3

PREÇO: R$ 15,65

PAYOUT (2016): 25,4%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,31

P/VPA 0,88

PSR 0,56

DY 1,90%

EV/EBITDA 5,83

MARGEM BRUTA 18,4%

MARGEM OPERACIONAL 6,1%

MARGEM LÍQUIDA 4,2%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,177

MARGEM EBITDA 12,4%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 106,9%

ROE 6,62%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,54



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -8,32%

RESULTADO BRUTO -9,14%

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +98,13%

RESULTADO OPERACIONAL +260,85%

RESULTADO LÍQUIDO +899,13%

EBITDA +56,86%



b) 2T17 vs 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +19,37%

RESULTADO BRUTO +2,92%

RESULTADO FINANCEIRO passou de positivo para negativo

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo

EBITDA passou de negativo para positivo



c) lucro (taxa média anual)

UA 899,13%

U2A 43,30%

U3A -12,81%



d) patrimônio líquido médio

UA -8,91%

U2A 8,14%

U3A 15,74%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 15,09

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,0%

337430  - TraderCenter -  02 Mai 2017, 23:07
[...]
A Embraer registrou no primeiro trimestre deste ano lucro líquido atribuído aos acionistas controladores de R$ 134,9 milhões, 65% menor que o apurado em igual período de 2016

No 1º trimestre de 2017, a Embraer entregou 18 aeronaves comerciais e 15 executivas (11 jatos leves e 4 grandes), representando queda em relação às entregas do mesmo período de 2016, de 21 aeronaves comerciais e 23 executivas (12 jatos leves e 11 grandes).

A empresa tem visto uma "grande atividade" nas campanhas de vendas de suas aeronaves comerciais nos Estados Unidos e em outros lugares, afirmou nesta terça-feira (2) o presidente-executivo da fabricante de aviões, Paulo Cesar Silva.
[...]

333646  - marcosvinicius2  -  03 Fev 2017, 19:20
EDIT.: Houve modificação significativa na quantidade de ações no período 1T06 X 2T06 E 1T07 X 2T07 (desdobramento ou emissões?) e Resultado Não Operacional (Não Encontrado).
DESTAQUES : • A Receita líquida atingiu R$ 4.913,4 milhões no 3T16, aumento de 7% em relação ao 3T15, principalmente devido ao crescimento de receitas dos segmentos de Aviação Comercial e de Defesa & Segurança; • A Margem bruta consolidada atingiu 18,8%, acima dos 17,6% registrados no 3T15; • O Prejuízo líquido atribuído aos acionistas da Embraer foi de R$ 111,4 milhões e o Prejuízo por ação foi de R$ 0,1526 no 3T16; • O Lucro líquido ajustado, excluídos o Imposto de renda e contribuição social diferidos relacionado ao impacto da variação cambial sobre os ativos não monetários e também as provisões mencionadas anteriormente, foi de R$ 255,9 milhões no 3T16. O Lucro por ação ajustado foi de R$ 0,3508 no 3T16;

EMBR3
PREÇO: 17,84
PAYOUT (2015): 55,74%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 36,39
P/VPA 1,10
PSR 0,58
DY 1,53%
EV/EBITDA 19,04
MARGEM BRUTA 18,80%
MARGEM OPERACIONAL -0,13%
MARGEM LÍQUIDA 1,60%
LUCRO POR AÇÃO 0,490
MARGEM EBITDA 5,83%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 173,14%
ROE 3,03%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,82

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 29,44%
RESULTADO BRUTO 28,70%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -36,18%
RESULTADO OPERACIONAL -102,44%
RESULTADO LÍQUIDO 530,07%
EBITDA -41,91%

b) 3T16 vs 3T15
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 7,34%
RESULTADO BRUTO 14,84%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,48%
RESULTADO OPERACIONAL -174,43%
RESULTADO LÍQUIDO -71,30%
EBITDA -64,17%

c) lucro (taxa média anual)
UA 530,07%
U2A -44,10%
U3A -10,70%

d) patrimônio líquido médio
UA 8,55%
U2A 24,05%
U3A 23,33%

PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro:

Citação: PSBe - Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro

PSBe = ((Patrimônio Líquido + Receita Líquida12m + Resultado ñ operacional12m + (Lucro12m - Resultado ñ operacional12m) * ( SE( OU(Margem Líquida=0 ; ABS(Margem Líquida)>1) ; 1 ; ABS(Margem Líquida) ^ (-7,65 * ABS(Margem Líquida)))) * Cotação unitária) / nº de ações

Sendo que;
SE(Cotação unitária;1;1000); Cotação unitária não é preço da ação, indica se o lote negociado representa 1 ação ou mil ações.
Margem Líquida de 12 meses e descontada do 'Resultado ñ operacional12m'


PSBe = ND; PSBe-TAG = ND/ON e ND/PN

VE PSBe = ND

VE PSBe-TAG = ND

Valor de Mercado = 13.209.900.000 em 02/02/2017

( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

Já ouviu a expressão quanto maior o ganho potencial ... maior o risco?

Pois é ... o risco de um investimento hoje em EMBR3, apesar da queda de preço de 30% nos últimos 2 meses, é bastante alto. Há que se ter o estomago para eventuais quedas acentuadas adicionais.

Há a questão da propina na venda de aeronaves militares ... no que concerne a venda realizada para a República Dominicana, o pagamento de propinas está comprovado. Mas, além do negócio com a Republica Dominicana, há outros 7 negócios sendo investigados. A Embraer espera concluir o acordo com a SEC e com a justiça americana, esperando que os USD 200 milhões que provisionou no 2T16 sejam suficientes. É uma grande incógnita. Não se pode duvidar que o acordo possa custar muuuuuito mais ... no fundo vai depender ser os americanos encontrarem indícios fortes de que houve pagamento de propina também nos outros negócios.

Por outro lado, pouco se fala da enorme queda de receita que a Embraer está experimentando com o mercado de aviação corporativa.

Finalmente, há o grande enrosco com o programa KC-390 ... afinal, o seu principal cliente está praticamente falido, não é mesmo?

A meta da Embraer é reduzir os custos anuais em USD 200 milhões ... de forma perene. O recente PDV é um bom começo, mas não será suficiente. Para adequar a força de trabalho à produção, a Embraer anunciou férias coletivas a partir de outubro. Não se sabe ainda quantos empregados serão atingidos.
327547  - paulo_prof  -  27 Set 2016, 22:08
No 1o. semestre corrente, o Resultado Antes do Financeiro e dos Tributos foi de R$ 107 milhões negativos. Se for descontada a despesa com a provisão para penalidades, de R$ 685 milhões, obter-se-ia R$ 578 milhões positivos. Considerando um Resultado Financeiro neutro (no 1S16 somou R$ 11 milhões negativos e no exercício de 2015 somou R$ 1 milhão negativo), o Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro seria o mesmo, igual a R$ 578 milhões. Deduzindo-se IR/CS de 50% (média dos últimos 5 anos), conclui-se que o Lucro Líquido anualizado da empresa, "normal" nas atuais condições, seria de R$ 578 milhões.

Ao preço corrente (R$ 14,40), isto daria um P/L de 18,36 !!!

Considerados todos os riscos, acho que o mercado ainda não corrigiu tudo o que deve corrigir.

327553  - Matiasco   -  28 Set 2016, 00:29
Concordo Prof. Eu gostaria de entender como uma venda no valor de pouco mais de US90mi pode gerar uma multa de US200mi. Ainda não foi divulgado como a Empresa chegou nesse número para a partir de então fazer o aprovisionamento do recurso. Se foi levado em consideração outras vendas com propina, essas ainda não sofreram qualquer ação da SEC. 

327554  - paulo_prof   -  28 Set 2016, 02:04
Há 9 contratos de venda sendo investigados, incluindo o realizado com a Índia, envolvendo 3 EMB145 AEW e USD 208 milhões e com a Arábia, envolvendo 2 EMB 170 executivos (aprox. USD 70 milhões).

Não sei como os americanos calculam a multa, quando um negócio escuso é descoberto. Como empresa que opera nos EUA, a Embraer está sujeita às leis americanas. Por outro lado, no que concerne o Super Tucano, acho que o Hawker Beechcraft T-6C é concorrente direto (se bem que bem fraquinho). Nestes últimos anos, a Embraer andou vendendo uma pancada de Super Tucanos, além dos 8 para a República Dominicana (18 para o Equador, 16 para a Indonésia, 12 para o Chile, mais de 20 para a Colômbia e, mais recentemente, uma pancada para a Africa e Oriente médio (aprox 30 aeronaves para o Libano, Burkina Faso, Angola, Gana, Muritânia, Mali, Senegal ...).

A Embraer está disposta a pagar até USD 200 milhões para encerrar o assunto, enterrando definitivamente o passado ... Para a SEC e Justiça americana pode não valer a pena continuar com a pendenga, pois os processos judiciais iriam se arrastar por muitos anos! O que de fato interessa à SEC e justiça americana é o futuro ... que as empresas pegas em malfeitos passem a atuar com conformidade.

327555  - jairmatoso2 -  28 Set 2016, 03:02
Saiu na Exame esses dias que esse valor seria referente ao lucro dessas vendas!

De qq maneira, é um processo que vem se arrastando ha anos ... A empresa provisionou isso nao foi a toa, provavelmente está perto de um acordo! Qq sinal disso deve ajudar nas cotacoes!

Estou empolgado com o comeco das vendas do KC 390 e da familia E2 ... Acho que ano que vem pode ser bem interessante.
Veremos
                                                                                           ▲                                                                      ▲
327084  - paulo_prof -  14 Set 2016, 20:54
O problema da Embraer é que não se tem ideia de qual será o fundo do buraco ...

A Embraer provisionou USD 200 milhões para eventual acerto com a SEC e justiça americana. Ocorre que o que gerou a ponta do fio da meada foi a venda de (acho que 8) Super Tucanos para a Republica Dominicana, um negócio de menos de USD 100 milhões. Se está provisionando um valor muito maior é porque outros negócios escusos (com a Indonésia, Colômbia, eventualmente Chile e Gana, etc) deverão ser "descobertos" ... há quem esteja falando que as multas podem ultrapassar USD 1 bilhão!

325093  - paulo_prof   -  30 Jul 2016, 04:03
Resultados da BRFS, USIM, EMBR e NATU ... esquece!

324046  - NumBroker   -  11 Jul 2016, 20:34
Embraer – Resultados fracos no 2T2016

11.07 - 16:02 - Lucas Tambellini
A Embraer relatou resultados fracos para o segundo trimestre de 2016. Segundo nossos analistas, a produção da companhia, principalmente considerando o segmento de Aviação Executiva, veio abaixo das estimativas previstas em seus modelos. Nossos analistas esperam que a companhia entregue resultados fracos para o 2T2016, considerando o momentum desafiador para as divisões de Aviação Comercial e Executiva, mesmo que ainda parcialmente compensados por melhores resultados na divisão de Defesa. Nossos analistas mantêm a recomendação de market perform (desempenho em linha com a média do mercado) para a Embraer, com preço justo de R$ 27,5 por ação, para o final de 2016.
fonte: Itaú

320788  - TraderCenter  -  29 Abr 2016, 19:41
A Embraer (EMBR3) divulgou os resultados do 1º trimestre de 2016, mostrando um lucro líquido atribuído aos acionistas controladores da companhia de R$ 385,7 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 196,1 milhões, registrado no mesmo período do ano passado.


O resultado, no entanto, foi pior que o registrado durante o quarto trimestre de 2015, quando a companhia obteve lucro de R$ 425,8 milhões.

O Ebitda (ganho antes de desconto de impostos, juros, desvalorização e amortização) foi de R$ 643,8 milhões, 50% mais na comparação anual, e 2,8% superior ao dos três meses anteriores.

O faturamento da companhia entre janeiro e março foi de 5,048 bilhões, 64,5% superior ao dos três primeiros meses de 2015, mas 36,8% inferior ao do quarto trimestre do ano anterior.

A Embraer, líder mundial no segmento de aeronaves comerciais de até 130 passageiros, fechou março com uma dívida de R$ 782,3 milhões.
Resultado de imagem para embraer

No entanto, no quarto trimestre de 2015 a firma tinha apresentado um saldo positivo de R$ 28,4 milhões.

“Não vemos interrupção de contratos. Obviamente tivemos ajustes, que vão impactar mais no primeiro trimestre, mas não vemos interrupção de programas”, disse o diretor-presidente da Embraer, Frederico Curado, durante teleconferência de resultados nesta sexta-feira com analistas.

O executivo disse esperar que o impasse provocado pela discussão do impedimento ou não da presidente seja resolvido para que a economia possa voltar a ser estimulada pelos investimentos privados, não apenas na aviação mas em todo ramo de atividades produtivas.

No primeiro trimestre, a receita da Embraer em Defesa e Segurança cresceu 20,3% ante igual período de 2015, para R$ 739,4 milhões. As outras áreas de negócios, aviação comercial e aviação executiva, cresceram mais: respectivamente, 42,7% e 214%.
Resultado de imagem para embraer
Entre os programas com o governo brasileiro, a Embraer tem o Programa do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC), cuja integração está sob responsabilidade da Visiona Tecnologia Espacial, continua com o seu cronograma, bem como todas as entregas contratuais, aderente ao planejado.

A plataforma do satélite encontra-se na câmara termo vácuo para teste ambiental, as duas antenas de 13 metros foram instaladas em Brasília e Rio de Janeiro e o sistema de solo está em fase final de instalação e validação em Brasília.

A unidade Visiona lançou o serviço de fornecimento e análise de imagens de satélites, por meio de uma constelação de 22 satélites, com o objetivo de desenvolver grandes projetos de sensoriamento remoto no Brasil e países vizinhos. Em 2016, a unidade já celebrou seis contratos.

No programa KC-390, a segunda aeronave protótipo saiu da linha de montagem e iniciou a campanha de ensaios em solo, com o primeiro voo programado para o segundo trimestre de 2016.

Delta

Curado considerou “atípica” a disputa, vencida pela canadense Bombardier, por uma encomenda feita pela Delta Air Lines para substituir a frota de velhos aviões McDonnell Douglas MD-90 e MD-88, que atendem rotas regionais.

A Delta é a segunda maior companhia aérea dos Estados Unidos.

“Não quero de forma alguma diminuir essa campanha. Mas quero dizer que fomos bastante agressivos. Foi uma campanha atípica. Algo influenciou a decisão”, disse o executivo da Embraer

A Bombardier anunciou ontem a maior venda já feita para a Delta, de 75 jatos CSeries 100, com opção de entregar mais 50 — dos quais os pedidos podem ser trocados para CSeries 300. O negócio pode chegar a US$ 5,6 bilhões.

“Mas quero dizer que continuamos bastante competitivos nesse mercado com a família E-Jets E2”, afirmou Curado.

A Embraer entregou 21 aeronaves comerciais e 23 executivas (sendo 12 jatos leves e 11 grandes) nos primeiros três meses do ano, ante 20 aeronaves comerciais e 12 executivas (dez jatos leves e dois jatos grandes) entregues no 1T15. As receitas no 1T16 totalizaram R$ 5.048,5 milhões, representando crescimento de 65% em relação ao 1T15. A carteira de pedidos firmes (backlog) terminou o trimestre em US$ 21,9 bilhões, comparada aos US$ 20,4 bilhões do 1T15 e aos US$ 22,5 bilhões do final de 2015.

Tal crescimento se deu, principalmente, devido à valorização do Dólar frente ao Real e pelo maior número total de entregas no período. A margem bruta caiu de 23,4% no 1T15, para 20,0% no 1T16, principalmente pela queda na rentabilidade do segmento de Aviação Executiva.

Como resultado do aumento das entregas de aeronaves nos segmentos de Aviação Comercial e Aviação Executiva, a Receita líquida atingiu R$ 5.048,5 milhões no 1T16, aumento de 65% em relação ao 1T15.

O Prejuízo líquido ajustado (excluídos o Imposto de renda e contribuição social diferidos) relacionado ao impacto da variação cambial sobre os ativos não monetários, foi de R$ 5,7 milhões no 1T16.

A Embraer encerrou o 1T16 com uma posição de Caixa total de R$ 12.254,5 milhões, com um Total de financiamento de R$ 13.036,8 milhões, resultando em uma Dívida líquida de R$ 782,3 milhões. A Companhia reitera todas suas estimativas financeiras e de entregas para 2016.

O resultado operacional (Ebit) somou R$ 324,9 milhões, alta de 41,9% ante o registrado no mesmo período do ano passado. A margem Ebit recuou para 6,4%, ante 7,5% do ano anterior.

As receitas líquidas cresceram 64,5% entre janeiro e março de 2016, para R$ 5,048 bilhões, ante R$ 3,068 bilhões registrados um ano antes.

Segmentos. Na análise por segmento de negócios da Embraer, o de Aviação Comercial ficou com a maior fatia de receita líquida no primeiro trimestre de 2016. A unidade teve participação de 54,5% no total das receitas, com R$ 2,751 bilhões, alta de 42,7% ante R$ 1,928 bilhão do mesmo período de 2015.

No entanto, a representatividade do segmento na composição da receita líquida da Embraer diminuiu, uma vez que, nos três primeiros meses do ano passado, a Aviação Comercial era responsável por 62,8%.

No primeiro trimestre de 2016, a Embraer entregou 21 aeronaves comerciais, sendo 19 do tipo E175 e outras duas do modelo E195. Nos primeiros três meses de 2015, foram entregues 20 aeronaves comerciais, todas do tipo E175.

Em relação ao segmento comercial, a companhia destaca que, em janeiro, a Austrian Airlines lançou voos regulares com o jato E195 a partir de Viena para vários destinos da Europa Central, e que a companhia aérea está incorporando 17 jatos usados do modelo E195 à frota.

A Embraer ainda ressalta que, em fevereiro, anunciou um acordo de longo prazo com a Colorful Guizhou, da China, para o programa pool de peças de reposição. "Este é o primeiro contrato relativo a esse programa que a empresa assina para a aviação comercial na China", diz no informe de resultados.

O segmento de Aviação Executiva, por sua vez, foi responsável por uma fatia de 30,3% da receita da Embraer no primeiro trimestre de 2016, com uma cifra de R$ 1,53 bilhão, montante 3,14 vezes maior que os R$ 487,7 milhões do mesmo período de 2015. Entre janeiro e março de 2015, respondia por 16% da receita da companhia. Foram entregues no primeiro trimestre de 2016 12 jatos leves e 11 jatos grandes, totalizando 23 aeronaves no segmento, ao passo que no mesmo intervalo do ano passado ocorreu a entrega de dez leves e dois grandes.

Já o segmento de Defesa & Segurança ficou com 14,7% da receita líquida total da Embraer entre janeiro e março, com R$ 739,4 milhões, uma alta de 20,3% ante a cifra do mesmo intervalo de 2015, de R$ 614,8 milhões. Nos primeiros três meses de 2015, a participação do segmento de Defesa & Segurança na receita da Embraer era de 20%. A Embraer lembra que em fevereiro o jato Phenom 100 foi selecionado para realizar o treinamento dos pilotos das forças armadas do Reino Unido em aeronaves multimotor. Quanto ao KC-390, a companhia afirma que a segunda aeronave protótipo saiu da linha de montagem e iniciou a campanha de ensaios em solo, com o primeiro voo programado para o segundo trimestre de 2016.

A Embraer considera que a capacidade instalada da empresa e a estrutura de fornecedores estão equipadas para atender um eventual aumento de encomendas no segmento de jatos comerciais.

Quando questionado por um analista sobre o fato de a empresa ter apontado ano passado que estaria trabalhando com cerca de 80% da capacidade instalada, Curado disse que a cadeia de suprimentos não é um gargalo.

O executivo afirmou que a empresa também tem capacidade para adicionar "slots" na produção de fábrica e atender aumento de demanda também em 2017.

Considerando-se todas as entregas, bem como os pedidos firmes obtidos durante o período, a carteira de pedidos firmes a entregar (“backlog”) da Embraer registrou US$ 21,9 bilhões ao fim de março, comparada aos US$ 22,5 bilhões alcançados em dezembro de 2015, bem como aos US$ 20,4 bilhões alcançados no primeiro trimestre de 2015.

A carteira de pedidos da Embraer soma 1.704 pedidos firmes em carteira de jatos comerciais, mais 653 opções. Desse total, 1.212 já foram entregues, restando 492 pedidos firmes em carteira

O executivo disse que os modelos seguem competitivos, destacando os mercados asiático e africano.

“Não vejo mudanças na dinâmica de mercado”, disse o executivo, quando perguntado sobre a conjuntura em que as fabricantes de aviões no mundo estão com longas listas de pedidos.

Projeções

A fabricante conta com um aumento de entregas de aeronaves de maior valor nos próximos trimestres para cumprir a meta de fechar o ano com uma margem de lucro antes de juros e impostos (margem Ebit) entre 8% e 8,5%, apontou Curado.

Entre janeiro e março, a Embraer apurou margem Ebit de 6,4%, ante 7,5% um ano antes e 3,1% no último trimestre de 2015.

Segundo a companhia, o mix de modelos de aeronaves em 2016 será semelhante para os E-Jets E175 no segmento de aviação comercial, em comparação a 2015, porém com um número maior de entregas.

No segmento de aviação executiva, a Embraer estima que em 2016 ocorra um número maior de entregas, com um mix mais favorável de jatos grandes, levando a uma melhoria da rentabilidade nesse segmento.

E na Defesa e Segurança, a empresa projeta que uma potencial menor volatilidade na taxa de câmbio do real frente ao dólar, neste ano, deve reduzir as revisões de base de custos, contribuindo para aumentar a rentabilidade.

Como resultado, em 2016 a empresa espera confirmar a margem Ebit consolidada de 8% a 8,5% (de US$ 480 milhões a US$ 545 milhões) e margem Ebitda de 13,3% a 13,7% (de US$ 800 milhões a US$ 870 milhões).

A Embraer reafirmou a previsão de entregar, neste ano, de 105 a 110 jatos comerciais, de 75 a 85 jatos executivos leves e de 40 a 50 jatos executivos grandes — incluindo, no último caso, o Legacy 500 e o Legacy 450.

A fabricante brasileira de aviões entregou 21 aeronaves comerciais e 23 jatos executivos no primeiro trimestre deste ano, 5% e 92% a mais frente a 12 meses antes, respectivamente.

O executivo da Embraer disse que vê com confiança a capacidade de a empresa cumprir as previsões de entregas e de margens em 2016.

Ainda segundo as projeções divulgadas pela Embraer — no começo de março e reafirmadas hoje — as receitas totais neste ano devem somar entre US$ 6 bilhões e US$ 6,4 bilhões.

No segmento de aviação comercial, as receitas devem totalizar de US$ 3,45 bilhões a US$ 3,65 bilhões no ano, enquanto no ramo executivo o montante deve ficar entre US$ 1,75 bilhão e US$ 1,90 bilhão.

Na área de defesa e segurança, as projeções vão de US$ 700 milhões a US$ 750 milhões, enquanto outros segmentos devem entregar receita de US$ 100 milhões.

A empresa, terceira maior fabricante de aviões comerciais do mundo, teve entregas mais fortes sobre um ano antes e foi ajudada nos resultados por um crédito de imposto de renda e contribuição social sobre itens não monetários.

Em dólares, a Embraer teve lucro líquido de 104 milhões, acima de previsão média de 60 milhões de dólares em pesquisa da Reuters.

A receita líquida ficou em 5,05 bilhões de reais, alta de 64,6% ante o primeiro trimestre do ano anterior, impulsionada por maior número total de entregas.

De janeiro a março, a Embraer entregou 21 aeronaves comerciais e 23 executivas, ante 20 aeronaves comerciais e 12 executivas um ano antes.

Contudo, a alta nas entregas foi impulsionada principalmente pelo Legacy 650, modelo executivo menos rentável.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) da fabricante de aeronaves somou R$ 643,8 milhões nos três primeiros meses do ano, alta de 50% na comparação anual.

A margem Ebitda recuou para 12,8%, ante 14% um ano antes, enquanto a margem bruta caiu para 20%, ante 23,4%, em meio à queda na rentabilidade do segmento de aviação executiva.
http://lupamercantil.blogspot.com/

EMBR3
PREÇO R$ 17,11
PAYOUT (2012) 26,1%

P/L 17,81
P/VPA 1,87
PSR 1,02
DY 1,47%
EV/EBITDA 6,67
MARGEM BRUTA 24,2%
MARGEM OPERACIONAL 10,0%
MARGEM LÍQUIDA 5,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,961
MARGEM EBITDA 14,5%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 63,4%
ROE 10,48%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,92

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 23,77%
RESULTADO BRUTO 33,07%
RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo
RESULTADO OPERACIONAL 220,1%
RESULTADO LÍQUIDO 346,45%
EBITDA 91,34%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 6,84%
RESULTADO BRUTO 16,16%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -96,68
RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo
RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo
EBITDA passou de negativo para positivo

c) lucro (taxa média anual)
UA 346,45%
U2A 10,30%
U3A -7,95%

d) patrimônio líquido médio
UA 17,37%
U2A 10,92%
U3A 5,03%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 12,01

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): 8,5%

172452 - aprendiz quebrado do professor -  13 Mar 2013, 01:00
Segurem as perucas

Embraer reverte prejuízo e lucra R$ 253,7 mi no 4º trimestre

DA REUTERS

A Embraer teve lucro líquido de R$ 253,7 milhões no quarto trimestre de 2012 e reverteu prejuízo de R$ 171,6 milhões do mesmo período do ano anterior, além de registrar firme avanço na receita e na geração de caixa, informou nesta terça-feira (12) à noite a companhia.

Em média, analistas esperavam, no entanto, lucro de US$ 163 milhões (cerca de R$ 320 milhões) segundo pesquisa da agência de notícias Reuters.

No quarto trimestre de 2011, a empresa foi prejudicada por provisões de garantias financeiras por conta do processo de recuperação da American Airlines.

O lucro líquido de 2012 foi de R$ 698 milhões, cerca de 4,5 vezes acima dos R$ 156,3 milhões de 2011.

A receita líquida trimestral da empresa subiu 6,8% sobre um ano antes, para R$ 3,92 bilhões, um pouco acima da estimativa média dos analistas, de US$ 1,9 bilhão (R$ 3,73 bilhões). No acumulado do ano, a receita líquida somou R$ 12,2 bilhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou R$ 641,1 milhões no trimestre, 6,4 vezes maior do que em 2011.

164466 - robertoha -  24 Jan 2013, 14:14
subindo mais de 10 por cento hoje...

Embraer vende 47 jatos para a Republic Airways

24/01/2013 - 10h33 - Valor OnLine

A Embraer firmou contrato com a Republic Airways, operadora com maior frota de E-Jets do mundo, para venda de 47 jatos Embraer 175. O acordo inclui ainda opções de compra para 47 aviões adicionais, o que elevaria o pedido para até 94 E175, podendo alcançar um valor total de US$ 4 bilhões, pelo preço de tabela.

Os novos aviões serão operados pela Republic Airlines, subsidiária da Republic, em rotas regionais da American Airlines. O acordo está sujeito à aprovação do tribunal de recuperação judicial da American, o que está previsto para acontecer no primeiro trimestre de 2013.

Os jatos serão configurados em duas classes de serviço, com capacidade para 76 passageiros. A primeira entrega está programada para meados deste ano.

'É muito significativo que a Republic Airways, nosso cliente de longa data, seja o primeiro cliente do E175 com os novos aprimoramentos que estamos implementando na frota', disse Paulo Cesar Silva, presidente-executivo da Embraer Aviação Comercial.

'Como líder no segmento de jatos de 70 a 120 assentos, a Embraer continua a investir na família de E-Jets, atualmente utilizada por cerca de 60 companhias aéreas de 40 países', afirmou a empresa em comunicado. A Embraer disse que começou a implementar uma série de melhorias para a atual geração de E-Jets, incluindo novas pontas de asa (wingtips), otimização de sistemas e refinamentos aerodinâmicos que reduzirão o consumo de combustível em até 5%.

Chuck Schubert, vice-presidente de planejamento da rede de voos da American, afirmou em nota que estabelecer uma grande frota de jatos regionais faz há muito tempo parte do plano de negócios da empresa.
(Daniela Meibak | Valor)
Leia mais » http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/01/embraer-vende-47-jatos-para-a-republic-airways.html

153354 - renato1631 - 24 Out 2012, 00:22
Embraer registra lucro de R$132,5 milhões no terceiro trimestre

SÃO PAULO, 23 Out (Reuters) - A Embraer teve lucro líquido de 132,5 milhões de reais no terceiro trimestre deste ano, anunciou a companhia nesta terça-feira, revertendo prejuízo de 200 mil reais registrado em igual período no ano passado.

O Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) totalizou 336,9 milhões de reais entre julho e setembro, ante 311,4 milhões registrados um ano antes.

Já a receita líquida da Embraer passou para 2,85 bilhões de reais no terceiro trimestre de 2012, ante 2,27 bilhões de reais em igual período em 2011.
(Reportagem de Brad Haynes)

121498 - paulo_prof  - 20/Mar/2012 22:17
PREÇO: R$ 13,60

PAYOUT (2011): 115,7%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses

P/L      62,97
P/VPA            1,74
PSR     1,00
DY      1,84%
EV/EBITDA  9,76
MARGEM BRUTA  22,5%
MARGEM OPERACIONAL          3,9%
MARGEM LÍQUIDA          1,6%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,216
MARGEM EBITDA 9,4%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       55,1%
ROE    2,77%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,82

Taxas anuais médias nominais de crescimento:

a) do lucro líquido
UA      -72,75%         
U2A    -58,20%         
U3A    -28,56%         

b) do patrimônio líquido médio
UA      4,83%
U2A    -0,65%
U3A    0,74%

Taxa de crescimento anual média real do lucro líquido durante 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD com perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 10% seja 50% superior ao preço atual: +120,5%

100715 - paulo_prof - 03/Nov/2011 23:21
O mercado bateu firme na EMBR3 hoje!!! Mas talvez tenha sido devido a mania de olhar para a última linha ... e agir sem tentar entender o que está ocorrendo!

A Embraer teve um prejuízo de R$ 213 mil reais (é mil mesmo, não milhões!!!), quando no 2T11 havia lucrado R$ 154 milhões e no 3T10, 220 milhões.

Entretanto, o Resultado Operacional do 3T11, de R$ 239 milhões, foi o melhor postado pela empresa nos últimos 9 trimestres; ou seja, desde o 2T09 a empresa não tem um Resultado Operacional tão bom.

O que ocorreu é que a empresa tinha um "estoque" de impostos diferidos totalizando R$ 162 milhões e resolveu diminuir esta conta para R$ 74 milhões.

De qualquer forma, os múltiplos da EMBR3 relativos aos últimos 12 meses estão esticados demais para o meu gosto:

PREÇO: R$ 11,17
PAYOUT: 35%

P/L      15,09
P/VPA            1,40
PSR     0,85
DY      2,32%
EV/EBITDA  6,20
MARGEM BRUTA  20,5%
MARGEM OPERACIONAL          8,8%
MARGEM LÍQUIDA          5,6%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,740
MARGEM EBITDA 13,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       58,3%
ROE    9,31%
LIQUIDEZ CORRENTE     1,77

Taxas anuais médias nominais de crescimento:
a) do lucro líquido
UA      0,50%
U2A    -25,47%
U3A    -16,85%

b) do patrimônio líquido médio
UA      2,03%
U2A    -4,13%


U3A    2,01%

81684 - paulo_prof - 28/Jul/2011 20:07
EMBR3 - últimos 12 meses
PREÇO: R$ 10,43
PAYOUT: 35% (exercício de 2010)

P/L 9,98
P/VPA 1,54
PSR 0,83
DY 3,51%
EV/EBITDA 6,45
MARGEM BRUTA 20,3%
MARGEM OPERACIONAL 8,0%
MARGEM LÍQUIDA 8,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,045
MARGEM EBITDA 11,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 54,7%
ROE 15,39%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,90

TAXAS DE CRESCIMENTO ANUAL MÉDIO DO LUCRO LÍQUIDO
U1A = 41%
U2A = 4%
U3A = - 16%


vável que eu caia fora ...

Análise Coin Valores
A Embraer S.A. (BM&FBOVESPA: EMBR3 ; NYSE: ERJ) é a empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Cingapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 30 de setembro de 2010, a Embraer contava com 17.009 empregados – número que não inclui funcionários das subsidiárias não-integrais – e possuía uma carteira de pedidos firmes a entregar de US$ 15,3 bilhões

RETROSPECTIVA 2010
Em 2010, o mercado aeronáutico foi marcado por sinais iniciais de estabilização e até recuperação em alguns segmentos. O bom posicionamento da Embraer permitiu o aproveitamento das oportunidades que surgiram, principalmente na aviação comercial. Vários clientes como Flybe, Azul, Republic, Air Lease, Austral, entre outros, fizeram encomendas de E-Jets ao longo do ano. Além disso, na aviação executiva, a Embraer continuou a expandir sua base de clientes e frota global, com a entrega dos jatos Phenom 100 & 300, assim como dos Legacy 600 e Lineage 1000. O Legacy 650 recebeu certificação da ANAC e EASA, permitindo o início de suas entregas para clientes no Brasil e na Europa. Enquanto novas vendas nesse segmento continuam brandas, a Netjets, um dos principais operadores no mercado de aviação executiva, encomendou 50 jatos Phenom 300, além de 75 opções de compra. No segmento de defesa, o desenvolvimento do KC-390 continua avançando conforme o planejado e além do Brasil, Portugal, República Checa, Colômbia, Chile e Argentina, também assinaram cartas de intenção para a aquisição dessa aeronave, elevando seu potencial de ordens para atuais 60 unidades. A Embraer continuou a focar em seu programa corporativo denominado P3E (Programa Embraer de Excelência Empresarial, lançado em 2007 com o objetivo de aumentar sua produtividade e eficiência) e alguns resultados significativos foram alcançados, principalmente nas operações industriais, contribuindo positivamente para a melhoria da margem bruta da Companhia.

PERSPECTIVA 2011


Em diversos aspectos, espera-se que 2011 seja um ano em que a indústria aeronáutica continue seu caminho de recuperação, assim como ocorreu em 2010. A Embraer continuará seu foco na satisfação e atendimento de seus clientes nos segmentos de aviação comercial, executiva e defesa e estará bem posicionada para aproveitar potenciais oportunidades de mercado que se apresentarem. Os programas de desenvolvimento de aeronaves como os Legacy 450 & 500 e o KC-390 continuarão avançando de acordo com seus planos de certificação. A Embraer continuará sua trajetória no controle de despesas, na otimização da produtividade e na maximização de valor ao acionista.

39702 - paulo_prof - 23/Jul/2010 09:21
A quem possa interessar, as exportações da Embraer no 2T10, foram -5,92% menores do que aquelas do 2T09, mas foram 16,72% maiores do que aquelas do 1T10.

Os dados brutos em USD FOB foram retirados do site do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
http://www.desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/interna.php?area=5&menu=116 1

30610 - paulo_prof - 19/Mar/2010 01:22
citação: FOCKINKo que acharam do resultado de EMBR3???
estranho que no fundamentus aparece lucro no 4T08 e no realease do 4T09 eles falam que tiveram prejú no 4T08....
A Embraer, como a grande maioria das empresas, usou as regras antigas de contabilização dos resultados dos 9M08 e as regras novas para a contabilização do exercício de 2008. Como não existe um ITR específico para o 4T, os sites especialiados obtém os dados pela diferença entre o 2008 e o 9M08. Está claro que esta diferença, por considerar alhos e bugalhos, é uma salada de frutas ... Parece que, efetivamente, nas regras novas o resultado do 4T08 fora levemente negativo. Por outro lado, entretando, os resultados dos 9M08 foi sensivelmente melhor do que o reportado.
No que se refere a 2009, considerada a situação do mercado global, o resultado foi bom.
RECEITA OPERACIONAL BRUTA 10.938.329
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 10.812.747
RESULTADO BRUTO 2.078.661
RESULTADO FINANCEIRO -111.151
RESULTADO OPERACIONAL 620.733
RESULTADO NÃO OPERACIONAL 0
RESULTADO LÍQUIDO 894.592
EBITDA 1.157.400
ATIVO TOTAL 21.499.170
ATIVO CIRCULANTE 14.165.548
DISPONIBILIDADES 5.122.084
PASSIVO CIRCULANTE 8.375.018
DÍVIDA BRUTA 4.299.679
DÍVIDA LÍQUIDA -822.405
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 5.970.531
P/L 8,32
P/VPA 1,25
PSR 0,69
DY 3,07%
EV/EBTIDA 5,72
MARGEM BRUTA 19,2%
MARGEM OPERACIONAL 5,7%
MARGEM LÍQUIDA 8,3%
LUCRO POR AÇÃO R$ 1,236
MARGEM EBITDA 10,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 72,0%
ROE 14,98%
LIQUIDEZ CORRENTE 1,69
P/(CAP GIRO/AÇÃO) 1,28
GIRO ATIVOS 0,50
P/(ATIVO/AÇÃO) 0,35
Há que se observar, entretanto, que o resultado do 4T09 anualizado foi sensivelmente pior, ou seja, bem abaixo da média, indicando os tempos difícieis que a empresa está experimentando.
Últimos 3 meses
P/L 11,10
PSR 0,66
DY 2,30%
EV/EBTIDA 9,74
MARGEM BRUTA 19,5%
MARGEM OPERACIONAL 2,7%
MARGEM LÍQUIDA 6,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,928
MARGEM EBITDA 6,1%
ROE 13,35% 

Embraer tem lucro líquido de R$ 167,5 milhões no último trimestre do ano passado
Recomendar!
Por: Equipe InfoMoney
18/03/10 - 21h09
InfoMoney
SÃO PAULO - A Embraer (EMBR3) anunciou nesta quinta-feira (18) que obteve lucro líquido de R$ 167,5 milhões no último trimestre de 2009, ante um prejuízo de R$ 40,5 milhões reportado entre outubro e dezembro de 2008. No acumulado do último ano, os ganhos da companhia atingiram R$ 894,6 milhões, mais que o dobro dos R$ 428,8 milhões vistos no exercício anterior.
"Importante mencionar que em 2009 o resultado da empresa foi positivamente impactado por um crédito fiscal diferido de R$ 299 milhões, proveniente, principalmente, do impacto da apreciação do real frente ao dólar norte-americano sobre os ativos não monetários, tais como estoque", avaliou a companhia acerca de seus resultados.
A receita líquida da Embraer totalizou R$ 2,7 bilhões no trimestre ante os R$ 4,1 bilhões registrados em igual período de 2008. Segundo a empresa, esta redução deve-se ao mix de produtos entregues entre outubro e dezembro do ano passado, bem como o valor médio do câmbio. Em 2009, a receita total da empresa chegou a R$ 10,8 bilhões, frente aos R$ 11,7 bilhões de 2008. A Embraer destacou que a receita acumulada no último ano ficou em linha com suas estimativas.
A Embraer entregou 91 aeronaves no último quarto de 2009, o que representa um recorde de entregas em um único trimestre. Com este resultado, o número total de aeronaves entregues no ano passado chegou a 244, superando em duas unidades o total estimado pelo guidance da companhia em 2009.
Ebit
O Ebit (Lucro Antes de Juros e Imposto de Renda) da Embraer somou R$ 60,3 milhões no último trimestre do ano passado, R$ 375,5 milhões a menos que os R$ 435,8 milhões registrados em igual trimestre de 2008. No acumulado de 2009 também houve redução no Ebit, que passou de R$ 1,11 bilhão de 2008 para R$ 731,8 milhões.
A redução no resultado operacional deveu-se, segundo a Embraer, a "uma margem bruta menor do que em 2008 e uma maior despesa operacional fortemente impactada por uma provisão decorrente da concordata da MESA".
Por fim, a margem operacional (relação percentual entre o Ebit e a receita líquida) ficou em 2,2% no trimestre, enquanto que entre outubro e dezembro de 2008 fora de 10,5%. No ano, a margem ficou em 6,8%.
Guidance para 2010


Junto com seus resultados do último ano, a Embraer revelou seu guidance para 2010, destacando que espera uma receita líquida de R$ 5 bilhões ao final deste ano, composta em sua maioria pela venda de aviões comerciais (R$ 2,6 bilhões) e aviões executivos (R$ 1,1 bilhão). Cabe destacar que o valor projetado para a receita em 2010 é a metade do apurado no último ano. "Com a redução da receita líquida, a Embraer espera uma margem operacional de 6%", concluiu.

27299 - junijaif - 02/Fev/2010 21:40
Especial Ibovespa: ações da Embraer não são boas opções para curto prazo
Por: Equipe InfoMoney
02/02/10 - 20h40
InfoMoney
SÃO PAULO – Com o cenário internacional ainda se recuperando e a demanda por aeronaves em baixa, os analistas acreditam que o papel da Embraer (EMBR3) é uma boa alternativa apenas para o longo prazo.
Como resume Alan Cardoso, analista da Ágora Corretora, a Embraer é uma empresa muito boa, mas em um mercado complicado. “Comparado com outras fabricantes de avião ela está muito bem, mas a demanda fraca acaba prejudicando sua performance”, explica o analista.
Para Cardoso, o ano de 2010 promete ser mais fraco em termos de entregas do que foi 2009, uma vez que desde o final de 2008 a empresa vem sofrendo perdas em termos de vendas, com a contração do setor de transporte aéreo e da necessidade de novas aeronaves.
“Por outro lado, o número e o volume de pedidos devem começar a melhorar esse ano, com a economia mundial voltando a crescer”, estima. “A demanda só não é melhor porque a saúde financeira de seus clientes já não é boa há algum tempo”, acrescenta.
Mais pedidos, mas só a longo prazo
Porém, o analista alerta que esses pedidos só devem aparecer nos resultados e setor de entregas da companhia a partir de 2011 e que para este ano não há muitos fatores que justifiquem uma melhor precificação dos papéis.
“Ainda não temos clareza de quando este movimento [de melhora dos pedidos] irá ocorrer. Mas é um papel que quando você olha para o longo prazo é uma opção interessante de investimento”, comenta.
Por conta da perspectiva otimista a longo prazo, a Ágora recomenda manutenção para os papéis da Embraer, com preço-alvo estimado em R$ 12,63 para dezembro de 2010, o que representa um potencial de valorização de 30,34% em relação ao último fechamento (R$ 9,69).
“Apesar de em 2009 a ação da Embraer estar melhor que o índice [+5% de EMBR3 contra -5% do Ibovespa], em prazos maiores, a precificação dela está bem defasada”, destaca. “Por causa dessa defasagem, é um papel interessante para o investidor de longo prazo”, conclui Cardoso.
Preços atrativos
O analista Caio Dias, do Santander, também acredita que os papéis da Embraer estão com preço atrativo. Para ele, apesar do cenário negativo para as operações da empresa, o valor dos papéis da fabricante de aeronaves está baixo demais para que a recomendação seja de venda.
“Os índices de valuation dela estão atrativos em comparação com outras empresas do setor, que estão mais caras. É por isso que não temos venda, mas sim manutenção. É uma combinação de cenário desafiador com um valuation razoavelmente atrativo”, resume Dias.
Além das encomendas fracas, Dias conta ainda que a valorização do dólar também prejudica a companhia, uma vez que grande parte de seus custos e quase a totalidade de sua receita são atrelados à moeda norte-americana.
“Mesmo com a alta recente do dólar, o real apreciado é prejudicial à Embraer e, com isso, esperamos que 2010 seja um ano de baixa lucratividade”, atenta.
Melhora em vista
O analista do Santander comenta que este cenário desafiador deve permanecer por mais algum tempo, uma vez que a demanda pelo transporte aéreo ainda não justifica as empresas ao redor do mundo aumentarem sua capacidade e, consequentemente, acelerarem as compras de novas aeronaves.
“Não esperamos que ela receba muitas encomendas grandes a curto prazo, porque o ambiente de demanda por novas aeronaves está ainda enfraquecido”, alerta. Porém, o analista do Santander também vê melhora de ambiente no longo prazo.
“O ano de 2011 promete ser um ano melhor que 2010 para a empresa, principalmente por causa do aumento do tráfego aéreo e da necessidade das companhias aéreas em aumentar sua capacidade e comprar mais aeronaves”, preveem.
Para o Santander, o preço-justo do papel EMBR3 é de R$ 10,50, visando dezembro de 2010, um potencial de valorização de 8,35% ante o último fechamento. A recomendação é de manutenção.
Vendas baixas
Ao rebaixar a recomendação dos ADRs (American Depositary Receipts) da Embraer para “underweight” (performance abaixo do mercado), os analistas do JPMorgan destacam as fracas vendas e a pressão das margens da companhia como fatores negativos.
“Nós assumimos que as entregas comerciais em 2010 devem cair 20% para 94 entregas, seguido de queda de 10% em 2011, quando ela deve atingir seu nível mais baixo, de 85 entregas”, preveem.
Os analistas do JPMorgan acreditam que o baixo backlog comercial (carteira de pedidos) e possíveis adiamentos ou cancelamentos de aeronaves serão responsáveis pelo desempenho pobre da empresa nestes anos.
“Nós vemos as vendas declinarem no próximo ano devido às baixas entregas de aeronaves comerciais e ao aumento dos custos”, comentam. Além disso, a equipe fala ainda que as margens operacionais da fabricante de aviões estão em “deterioração crônica” e vêm desapontando o mercado.
“Embora a Embraer seja uma empresa abaixo do preço de suas concorrentes, nós não acreditamos que ela estará imune ao ambiente difícil”, falam. O JPMorgan projeta queda de 7,4% nas margens operacionais da companhia em 2009 e 5,4% de desaceleração em 2010. Para 2011, o recuo seria de 5,2%.
Management em alta
Apesar de a Embraer ter sido bastante impactada pela crise financeira mundial, com postergação e até cancelamento de encomendas, Caio Dias, do Santander, destaca que a administração da empresa foi eficiente no objetivo de manter um nível mínimo de rentabilidade no período.
“No ano passado, a gerência da Embraer se viu pressionada para tomar algumas medidas e tentar manter a empresa em funcionamento”, conta. Entre as ações tomadas pela empresa, Dias destaca o corte de funcionários.
Em 2009, a Embraer surpreendeu o mercado ao anunciar a demissão de 4,2 mil empregados, com o objetivo de ajustar o quadro de funcionários à nova realidade de vendas e, com isso, conseguir passar pelo período de crise.
Já num segundo momento, Dias explica que a empresa aproveitou o ritmo lento de fabricação para implementar um novo sistema operacional que reconfigurou toda a linha de produção. “Além de reduzir custos, isso trará mais produtividade a suas operações”, comentou o analista.
Para Dias, um terceiro passo importante foi a entrega dos jatos executivos Phenom 100 em 2009, que ocorreu conforme o cronograma. Para o analista do Santander, a partir de agora a Embraer deve começar a ver ganhos de eficiência na fabricação deste tipo de aeronave.
“Passado o primeiro ano de entrega da aeronave, a empresa vai ganhando mais experiência e agilidade na fabricação das próximas encomendas, melhorando sua rentabilidade”, conclui. 

25672 - FOCKINK - 17/Jan/2010 20:34
estou sem Embr3 no momento...mas recebo information ainda, se ajudar em algo...
São José dos Campos, 11 de janeiro de 2010 – A Embraer entregou 91 jatos para os segmentos de aviação comercial, executiva e de defesa no quarto trimestre de 2009 (4T09), totalizando 244 aviões no ano, número superior à meta de 242 estabelecida. A carteira de pedidos firmes da Embraer totalizou US$ 16,6 bilhões em 31 de dezembro de 2009.
Entregas por Segmento 4T09 2009
Aviação Comercial 26 122
ERJ 145 3 7
EMBRAER 170 6 22
EMBRAER 175 2 11
EMBRAER 190 12 62
EMBRAER 195 3 20
Aviação Executiva 61 115
Phenom 100 52 93
Phenom 300 1 1
Legacy 600 6 18
Lineage 1000 2 3 

25669 - paulo_prof - 17/Jan/2010 20:03
citação: caminhoneiroPessoal, o que vocês tão achando de EMBR3? O resultado do 4o Tri vai vir bom...
De onde vc tirou a informação de que os resultados do 4T09 virão bons?
Não tenho os dados das exportações em dezembro. Mas as exportações (USD FOB) em outubro + novembro foram 10% menores do que aquelas em julho + agosto. Por outro lado, o câmbio médio do 3T09 foi sensivelmente maior do que o do 4T09. Dificilmemente, as exportações de dezembro compensaram tudo isto. Sem maiores informações, eu projeto uma receita líquida 10% menor no 4T09. Considero difícil estimar o lucro líquido por causa do imposto diferido. Parece que este é negativo (ou seja, a empresa tem ainda imposto a descontar) de modo que é possível que o lucro líquido seja maior do que o resultado operacional. Eu projeto um resultado operacional de apenas R$ 50 milhões.
De qualquer forma, o resultado líquido do 4T08 foi de R$ 237 milhões. O do 4T09 dificilmente passará dos R$ 75 milhões.
Mas o problema da Embraer não é o 4T09 e sim, todo o exercício de 2010. O lucro líquido deste ano somará aprox. R$ 800 milhões. Se o lucro de 2010 emplacar R$ 400 milhões, a empresa deverá soltar rojões.



23754 - paulo_prof - 14/Dez/2009 15:43
As entrelinhas do comicado abaixo parecem confirmar que a Embraer anda nada muito boa das pernas:
a) o valor de R$ 0,24/ação corresponde ao payout mínimo (de 23,75%) aplicado sobre o lucro líquido dos 9M2009, ou seja, ou haverá lucro no 4T09 e, em conseqüência, uma 2a. distribuição de proventos será necessária, ou o 4T09 virá com prejuízo ou no zero-a-zero;
b) empurrar o pagamento (2a. parcela a ser paga daqui ha 1 ano) de um valor que já é o menor possível (além do payout ser o mínimo legal, de 23,75%, virá em forma de JCP, onde o acionista é que paga o IR, e não a empresa) mostra que realmente a direção da empresa está esperando um 2010 para esquecer ...
citação: Embraer
(14/12) EMBRAER (EMBR - NM) - Distribuicao de juros
DRI: Luiz Carlos Siqueira Aguiar
A RCA de 11/12/2009 aprovou o pagamento de juros sobre o capital proprio referentes ao exercicio de 2009 no valor de R$ 173.679.610,56, equivalente a R$0,24 por acao, sujeito a retencao de 15% de imposto de renda na fonte, respeitadas as excecoes legais, com base na posicao acionaria de 21/12/2009.
O pagamento sera feito em duas parcelas iguais; sendo a primeira no valor de R$ 86.839.805,28 no dia 20 de julho de 2010, e a segunda no valor de R$ 86.839.805,28 no dia 20/12/2010, sem nenhuma remuneracao.
Norma: a partir de 22/12/2009 acoes escriturais ex-juros. 

23689 - Matiasco - 12/Dez/2009 19:32
Acredito que a notícia a seguir tenha feito EMBR3 subir 9,4% na sexta:
EMBRAER ASSINA ACORDO COM O CDB LEASING CO. LTD, DA CHINA
Memorando de Entendimento estabelece as bases para o financiamento de aeronaves
São José dos Campos, 10 de dezembro de 2009 – A Embraer e o CDB Leasing Co.Ltd. (CLC),com sede em Shenzhen, na República Popular da China, assinaram um Memorando de Entendimento (Memorandum of Understanding – MoU, em inglês). Este acordo para financiamento e leasing de aeronaves pode alcançar até US$ 2,2 bilhões nos próximos três anos.
A CLC é a maior companhia financeira de leasing mantida pelo China Development Bank (CDB), e uma das mais importantes instituições internacionais de financiamento de aviação.O CDB é uma instituição financeira estatal que mantém a mesma avaliação de risco de crédito do Governo da China. O acordo está projetado para aumentar as oportunidades de aquisição de aeronaves da Embraer dentro da República Popular da China e no exterior, focado no desenvolvimento da aviação regional na China.
“Estamos orgulhosos em assinar este Memorando com uma das mais importantes instituições financeiras do mundo”, disse Paulo César Silva, Vice-Presidente de Financiamento de Vendas da Embraer. “Nosso acordo com o CDB Leasing leva a expertise, a capacidade e a reputação de um banco global para apoiar nossos clientes no mercado de aviação regional da China e mundial com uma qualidade e criatividade sem paralelo.”
Além de dividir a experiência no financiamento de aeronaves e gerenciamento de portfólio, o CDB Leasing oferecerá as opções financeiras que melhor se adequarem às necessidades das companhias aéreas. A instituição pode também considerar a compra de aeronaves diretamente da Embraer para futuras oportunidades de leasing. Em qualquer um dos casos, a Embraer indicará possíveis clientes para o CDB Leasing, a seu critério, e apresentará avaliações
específicas sobre cada cliente.


“A Embraer é um estratégico e importante parceiro global do CDB Leasing. Estamos ansiosos para cooperar de forma próxima à Embraer no mercado global. O CDB Leasing suprirá a Embraer com serviços financeiros completos e de alta qualidade”, disse Wu Rongyang, Vice-Presidente do CDB Leasing Co., Ltd.

23611 - paulo_prof - 11/Dez/2009 15:56
Sem desejar colocar água no chopp dos comprados em Embraer (mas talvez colocando):
a) a aprovação do crédito e vendas à Astral/Aerolíneas já estavam incluídas na previsão de faturamento de 2010, 10% menor do que em 2009 em USD, objeto do comunicado de 30OUT;
b) nesta previsão de faturamento já estão incluídas as estimativas de faturamento do contrato com o Governo Brasileiro relativo ao cargueiro militar KC-390 e a fatia da Embraer no programa FX;
c) o que o comunicado da Embraer não explica é que o mix de aeronaves será também mudado sensivelmente: diminuirá o número de entregas de aeronaves grandes (EMB175/190/195) e aumentará o número de aeronaves pequenas (PHENOM100); mas as margens na comercialização das aeronaves menores são muito mais apertadas, ou seja, o resultado bruto deverá cair sensivelmente mais do que os 10% da receita líquida;
d) consta (radio peão) que a empresa vem demitindo num processo contínuo e sistemático (em doses homeopáticas); e
e) o novo conceito para a montagem de aeronaves pequenas (semelhante ao usado na indústria automobilística e inédito na indústria aeronáutica), tipo linha (a aeronave "passeia" através dos diversos setores da fábrica), não pode ser implementado porque a produção mínima exigida para que a filosofia fosse lucrativa não foi atingida (seriam necessárias entregas de no mínimo 150 aeronaves num ano ...´quando o número corrente é de aprox. 100 aeronaves).
f) 2011 deverá ser melhor do que 2010, mas a recuperação total é esperada somente para 2012.
Aproveitei a alta de hoje para liquida a minha posição. Voltarei em meados de 2011.

22534 - small caps - 27/Nov/2009 23:43
citação: apoloft
small, o que acha da Copel????
Uma que estou acompanhando e tem tudo para decolar com Copa e Olimpiadas no Brasil é Embraer.... o que acha????
Copel só anda o dia que o Requião estiver longe. Populismo barato e prejuízo para o acionista. Tem coisa muito melhor no mercado. O dia que ele se mandar, aí é outra história...


Embraer ainda não dei o bote... deve sofrer com mais rescisões, despesas administrativas elevadas em razão disso... e pouca demanda internacional... Sofre muito com a crise estrangeira... Por enquanto só acompanhamento. A empresa tem uma bela administração... e por isso merece o acompanhamento.

20442 - paulo_prof - 11/Nov/2009 23:59
citação: luciomedeirosPaulo Prof.
Você tem os multiplos fundamentalistas anualizados de EMBR3?
Você acha que no preço atual R$ 8,85 o ativo está barato ou caro?
Os múltiplos que eu tenho são para um cenário análogo ao de 2009. Estes eram, de fato, interessantes. Tanto que decidi estabelecer uma posição.
P/VPA = 1,23
(P/L)12M = 6,64; (P/L)6M = 4,65; (P/L)3M = 7,22
(PSR)12M = 0,53; (PSR)6M = 0,60; (PSR)3M = 0,69
(DY)12M = 7,9%; (DY)6M = 11,2%; (DY)3M = 7,2%
(RPL)12M = 18,6%; (RPL)6M = 26,5%; (RPL)3M = 17,1%
DivBrut/PatLiq = 69,4%
Liq.Corr. = 1,67
Ocorre que um ou dois dias depois o DRI vem a público para informar:
"a Embraer estima uma redução da ordem de 10% no total de suas receitas para o ano de 2010, em relação à estimativa de 2009."
A receita efetiva de 2009 já vai ficar uns 10-15%% inferior à estimativa (informada em 19FEV2009): "A Empresa estima entregar 242 aeronaves no período, com uma receita prevista de US$ 5,5 bilhões. Por conta da redução da estimativa de receita, a Empresa revisou sua previsão de investimentos para US$ 350 milhões neste ano."
Se o português de fato corresponde ao que o DRI quiz dizer (que as receitas deveriam ficar aprox. iguais as deste ano), eu acho o ativo barato (vide múltiplos acima).
Mas e se o que o cara quiz dizer é que a receita em 2010 deve ser 90% da receita efetiva em 2009? Aí eu fico perdido ... qual o impacto de uma redução de receita nas margens? qual o mix de aeronaves (as margens nas aeronaves comerciais são bem maiores do que nas aeronaves executivas pequenas)? Qualquer projeção minha seria um mero palpite.


Pelo sim, pelo não, a minha exposição ao ativo é "leve"!

19103 - sergio74 - 30/Out/2009 19:45
Sobre EMBR3, um calculo rapido:

LPA 3T=0,30

Cotacao=9,00

P/L = 9,0 / (0,3 x 4) = 7,5

Valor nada ruim, em comparacao com os demais ativos em geral.

Assim oportunidades vao surgindo! Ontem EZTC, hoje EMBR...

E o capa-filtrao funcionando a todo vapor!

18974 - FOCKINK - 29/Out/2009 20:18
saiu o resultado da Embraer...com o LPA=0,30 no 3T09...P/L = 10/1,35= 7,4...acho que por ser uma Blue chip..o papiro está num preço razoável...mas amanhã deve abrir em gap de alta!!! quem mais opina??? eu já estou meio embramado hoje....


O que aconteceu com o prof. Paulo||???

17862 - paulo_prof - 21/Out/2009 00:29
citação: FOCKINK"No setor indistrial, ainda, quem quase certamente vai surpreender é a Embraer. Hoje o P/VPA = 1,38 e o P/L anualizado do 1S09 é de 7,44. Eu não garanto, mas a probabilidade da empresa conseguir, no 2S09, o mesmo lucro líquido do 1S09 é alta. A Embraer demitiu, ao final do 1T09, uma enormidade de pessoal. Acredito que isto não refletiu nas depesas do 2T09 por causa dos encargos sociais associados às dispensas. Deve aparecer no 3T09. Por outro lado, estive acompanhando os relatórios do Comércio Exterior. Em julho/agosto (setembro ainda não está disponível) a receita em USD foi 5,66% maior do que em abril/maio. Se o mesmo ocorrer em setembro (relativo a junho) e se considerarmos um mesmo faturamento em serviços, é possível que a receita do 3T09 não seja muito menor do que a do 2T09, embora tenha havido uma perda de aprox 9% com o câmbio. De qualquer forma, o lucro líquido do 1T09 foi bastante pobre, de modo que não deve ser difícil, na média, produzir um lucro de R$ 250 milhões por trimestre até o final do ano."
Prof. Paulo
a queda do câmbio favorece Embr3...tem dívida atrelada ao dolar: semelhante mgel4...
Não. A Embraer tenta praticar uma administração financeira de sorte a minimizar o impacto cambial. Ela tem uma dívida bruta de R$ 3,58 bilhões em diversas moedas mas também têm disponibilidades de R$ 3,6 bilhões em diversas moedas. O ideal, para a Embraer, do ponto de vista financeiro é a estabilidade cambial. Uma desvalorização violenta do real, de um lado, diminui os custos de fabricação mas, de outro, eleva os custos financeiros por causa de hedges com derivativos. Uma valorização modesta do real tem pouco impacto. Lembre-se que no ano passado durante um bom período a Embraer teve que viver com o dólar a R$ 1,50!!!


No meu chute, o resultado financeiro do 3T09 será levemente negativo (un R$ 50 milhões). Nada capaz de comprometer. 

8531 - paulo_prof - 09/Jul/2009 18:27
manoellobato, há que se tomar cuidado com indicadores baseados em resultados de 12 meses PASSADOS, especialmente quando as condições presentes têm pouco a ver com o que ocorreru há 9-12 meses.
O fato de EMBR3 estar negociando abaixo de seu valor patrimonial nao significa muito, especialmente se o ROE, atualmente em 6,79%, continuar caindo.
Excetuando a venda de algumas aeronaves para a Azul e os negócios com o Ministério da Defesa, o "grosso" do mercado da Embraer é externo, onde a crise econômica é muito mais séria do que por aqui. Até no mercado chinês, onde a crise é menos sentida, a proteção à indústria local praticamente "secou" as vendas (é bastante provável que a joint venture que a Embraer tem na China seja desativada em 2010.
Finalmente, uma outra componente negativa é o fato de que com a crise, concorrentes da Embraer que hoje não tem produto competitivo para oferecer ao mercado, tanto mais estreitarão este "gap" quanto maior for o prazo para a retomada da economia.
Creio que com as medidas (demissões importantes) tomadas, a empresa tenha condições de apresentar lucro no 2T09, mas este lucro deverá ser pífio quando comparado com o patrimônio líquido.


Moral da história: não há pressa alguma para investir em EMBR3 e é mais provável que caia ainda mais, antes de valorizar.

1937 - small caps - 27/Fev/2009 00:24
"Temos um espaço especial de discussão por aqui e com grande ganho coletivo. Esta é a vantagem de operar segundo critérios de valor. Não é necessário empurrar para ninguém um abacaxi para que você consiga ganhar. Quando há valor, a empresa cresce e todos ganham juntos. Nâo é necessário utilizar-se de outros subterfúgios."
"Concordo com vc quanto a diferença entre SDIA3 ter muito um cunho de ""gato escaldado"", pois pela lógica não haveria razão para tanta diferença, em razão do direito ao tag along para ambas em caso de alienação do controle."
"EMBR3 ilustra com perfeição o típico exemplo de empresa que passou anos a fio cara, pagando dividendos minúsculos em relação ao preço da ação, e que agora, com a queda da ilusão e do encanto, vem derretendo. É o risco de se comprar companhias que projetam em seus preços um céu de brigadeiro. A maioria das companhias do setor industrial está (muito) mais barata que a EMBR3, apesar das quedas dos últimos dias..."



1928 - agssilva - 26/Fev/2009 21:33
Bom dia ou boa noite pessoal.
Tenho acompanhado as discussões aqui e estou lá no capítulo 5 do livro do Small.
Considerando as idéias do livro crêem que EMBR3 e SDIA4 poderão torna-se
smallcaps ? Ou pelo menos quase smallcaps ?
Ao meu ver EMBR3 está sob o impacto do pânico. Mas ao que parece a receita para os próximos 2 cairá certamente e isso impacta nos preços. A questão é quanto ?
Com os dados atuais já seria possível estimar isso ? Ou será necessário aguardar o próximo resultado?

1921 - paulorizzi - 26/Fev/2009 16:44
"Pessoalmente, acho arriscado enquanto não surgir algum fato novo (tipo o governo fazendo uma grande encomenda, ou uma grande empresa aérea resolvendo trocar a sua frota por aviões menores, mais econômicos, etc). Não há a mínima previsão de quando o mercado vai recuperar. Hoje, a Embraer reina absoluta numa faixa da aviação regional de 100-130 passageiros. Para competir, a Bombardier está desenvolvendo uma aeronave concorrente. Se o projeto de desenvolvimento desta aeronave não entrar em compasso de espera por causa da crise, deverá estar disponível em 2013/2014. em conseqüência, quanto mais durar a crise, menos tempo terá a Embraer para reinar absoluta. Por outro lado, se esta aeronave for um estrondoso sucesso, a concorrência poderá ser feroz."

1849 - paulorizzi - 24/Fev/2009 14:22
citação: 17andrePaulorizzi

"Da forma que estão se comportando BBAS3 e EMBR3, já poderíamos considerá-las small?"

:-)

"No que tange EMBR3, a situação realmente está complicada. Teremos que aguardar como e se a empresa será capaz de ajustar as suas velas para enfrentar a crise. A ""quebra"" de negócios relativa aos prognósticos gerados em meados do ano passado é superior a 40%. Há que se ver se pelo menos parte disto pssa ser recuperado (e.g., por um contrato do governo, ou por uma decisão de empresas aéreas de substituir jatos grandes por jatos médios para melhor enfrentar a crise - se bem que há problemas ""homéricos"" de financiamento)."

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