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domingo, 26 de maio de 2019

Emae (EMAE)



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1T2019 -
paulo_prof  -
Os resultados vieram dentro do esperado, um pouco acima do que seria necessário para justificar o preço atual. Não pode ser esquecido que os acordos da empresa com a Petrobrás e a Sabesp (especialmente esta última) não são eternos. Quando estes acordos terminares, o Resultado Financeiro da empresa (hoje a maior fonte od Resultado Antes dos Impostos) será fortemente impactado.
No que segue, foram expurgados dos resultados, o efeito não recorrente do acerto com a Sabesp ocorrido no 4T17.

3T2018 -
Paulo Prof - 
O Resultado Líquido foi fortemente impactado pela depesa de IR/CS. Nos 9M18 o lucro liquido é apenas 61% do Resultado Antes dos Impostos. Esta despesa maior de IR/CS pode, portanto, ser considerada não recorrente. Em consequência, acho que o ativo está relatgivamente bem precificado.

2T2018 -
Paulo Prof - 
Resultado dentro do esperado. O operacional da empresa é irrelevante (de fato, é quase sempre negativo). O que interessa, é o financeiro. Além do endividamento líquido negativo (mesmo se fossem consideradas as obrigações com a entidade de previdência dos empregados), a empresa recebe um pinga-pinga financeiro resultante do arrendamento de propriedade para a Petrobrás e ativo financeiro com a Sabesp. No semestre, recebeu da Petrobrás e Sabesp um total de pouco mais R$ 14 milhões em juros e contabilizou aprox. R$ 35 milhões em correção monetária destes ativos. A menos que fiz a leitura errada, também no semestre, entre juros e amortizações, recebeu um total de aprox. R$ 53 milhões que engordou o caixa.
Na minha opinião, este é um ativo de muito baixo risco. Não tem muito onde dar xabu! Não vejo o que a empresa possa fazer com este caixa crescente. Investir? Onde? Quem sabe, mais dia, menos dia, não resolve distribuir aos acionistas?

1T2018 -
Paulo Prof - 
A EMAE é uma empresa cujo Resultado Financeiro é sistematicamente maior do que o Resultado Bruto. Este inclusive, não raras vezes é negativo. Além de um endividamento líquido negativo, o Resultado Financeiro é "turbinado" pelos juros e correção monetária de dois contratos que a empresa tem, respectivamente, com a Petrobrás (até 2024) e Sabesp (2032). O valor presente destes contratos é aprox. R$ 350 milhões (Petrobrás) e R$ 100 milhões (Sabesp).
O valor de mercado da empresa hoje é menor do que o valor presente destes dois contratos. Na minha opinião, por outro lado, a empresa deve ser capaz de gerar um lucro anual na casa dos R$ 40 milhões, em média (mais em 2018-2020, menos em 2021-2024) pelo menos nos próximos 6 ou 7 exercícios. Em 2025, quando vai perder a receita proveniente do contrato com a Petrobrás, a menos que encontre uma receita substituta, as coisas podem complicar.
No que segue, foram expurgados dos resultados, o efeito não recorrente do acerto com a Sabesp ocorrido no 4T17.

A2017/4T2017 -
marcosvinicius2 -
PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA = Os valores tem se mantido no mesmo patamar: 198 milhões em 2015, 206 milhões em 2016 e 209 milhões em 2017; DESPESAS/RECEITAS OPERACIONAIS = Houve uma melhora significativa nos ultimos três anos: -56 milhões em 2015, -33 milhões em 2016 e 87 milhões em 2017 devido a um RESULTADO NÃO RECORRENTE de 128 milhões no 4T17.; RESULTADO FINANCEIRO = o resultado financeiro também tem sofrido redução significativa: 87 milhões em 2015, 77 milhões em 2016 e 45 milhões em 2017.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA = A Receita Operacional Líquida teve um leve aumento de R$ 860 mil, apresentando em junho de 2017 um saldo de R$ 97.037 milhões contra 96.177 em junho de 2016. Os fatores que impactaram a receita operacional liquidam foram: • Redução no fornecimento de energia elétrica de R$ 1 milhão (17%), decorrente da redução no montante de energia comercializada com a empresa Toyobo; • Redução de R$ 1,8 milhões (36%) na renda com a prestação de serviço, devido a redução nos contratos de O&M com a Petrobras; • Aumento de R$ 5,7 milhões (7%) em cotas de energia elétrica, face ao reajuste da RAG 2016/2017.
Características
Produção de Energia Elétrica
Links

361508  - paulo_prof  -  26 Mai 2019, 20:13
Os resultados vieram dentro do esperado, um pouco acima do que seria necessário para justificar o preço atual. Não pode ser esquecido que os acordos da empresa com a Petrobrás e a Sabesp (especialmente esta última) não são eternos. Quando estes acordos terminares, o Resultado Financeiro da empresa (hoje a maior fonte od Resultado Antes dos Impostos) será fortemente impactado.

No que segue, foram expurgados dos resultados, o efeito não recorrente do acerto com a Sabesp ocorrido no 4T17.

EMAE4

PREÇO: R$ 22,85

PAYOUT (2018) 28%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 7,94

P/VPA 0,95

PSR 2,30

DY 3,81%

EV/EBITDA 71,62

MARGEM BRUTA 17,5%

MARGEM OPERACIONAL 24,9%

MARGEM LÍQUIDA 28,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,878

MARGEM EBITDA 2,6%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 8,8%

ROE 11,95%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,49



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +71,16%

RESULTADO BRUTO +119,08%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +73,41%

RESULTADO OPERACIONAL+111,32%

RESULTADO LÍQUIDO +219,66%



b) 1T19 vs 1T18

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +91,31%

RESULTADO BRUTO +159,16%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +24,76%

RESULTADO OPERACIONAL +37,01%

RESULTADO LÍQUIDO +30,31%



c) lucro (taxa média anual)

UA 209,66%

U2A 40,22%

U3A 37,13%



d) patrimônio líquido médio

UA 11,11%

U2A 6,74%

U3A 5,54%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 35,97

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -10,0

360395  - paulo_prof   -  15 Abr 2019, 17:55
A EMAE4, além da maior liquidez, paga 10% a mais em proventos. Como o controle da EMAE dificilmente será vendido, o preço da EMAE3 deveria sempre ser menor do que aquele da EMAE4, tanto menor, quanto maior imprtância o investidor der à liquidez, Pessoalmente não pagaria pela EMAE3, mais de 80% do preço da EMAE4.

360341 - Betino   -  12 Abr 2019, 18:19
EMAE

Alguém tem essas ações, emae3 tem vendedor a 15,00 e a emae4 saiu a 23,20

qual é melhor comprar?

356013 - paulo_prof -  18 Nov 2018, 21:25
O Resultado Líquido foi fortemente impactado pela depesa de IR/CS. Nos 9M18 o lucro liquido é apenas 61% do Resultado Antes dos Impostos. Esta despesa maior de IR/CS pode, portanto, ser considerada não recorrente. Em consequência, acho que o ativo está relatgivamente bem precificado.

No que segue, foram expurgados dos resultados, o efeito não recorrente do acerto com a Sabesp ocorrido no 4T17.

EMAE4

PREÇO: R$ 17,75

PAYOUT (2017) 28%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 13,57

P/VPA 0,76

PSR 2,83

DY 2,06%

EV/EBITDA -40,66

MARGEM BRUTA 17,5%

MARGEM OPERACIONAL 32,8%

MARGEM LÍQUIDA 20,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,308

MARGEM EBITDA -5,7%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 9,5%

ROE 5,63%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,56



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +17,07%

RESULTADO BRUTO +4,72%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +155,08%

RESULTADO OPERACIONAL+100,03%

RESULTADO LÍQUIDO +93,43%



b) 3T18 vs 3T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +29,27%

RESULTADO BRUTO +297,43%

RESULTADO FINANCEIRO +158,63%

RESULTADO OPERACIONAL +47,49%

RESULTADO LÍQUIDO -45,59%



c) lucro (taxa média anual)

UA 93,43%

U2A -1,58%

U3A 19,79%



d) patrimônio líquido médio

UA 15,28%

U2A 3,94%

U3A 6,19%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 16,35

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,5

352707 - menghele  -  10 Ago 2018, 01:24
difícil até poderem re pincelar os seus vereditos, pois esta "maquina" consegue analisar e escrever em velocidades paranormais..contudo, vencendo a preguiça e o pouco tempo, e hoje minha dificuldade quase épica em escrever em português, vão mais alguns aperfeiçoamentos:

- a) Repetindo quanto escrevi na ocasião da apresentação dos resultados do 1º trimestre: Quanto ao Contrato de Arrendamento com a "Baixada Santista Energia" as Empresas (Petrobrás e Emae) chegaram a conceber uma "operação" estruturada para "sair do limbo" da atual situação, pois a concessão da termo elétrica venceu em 2015 e desde então está funcionando de forma precária com a anuência tácita do poder concedente. NO CASO em que a "nova operação" tivesse sido implementada teria gerado um belíssimo UP GRADE no "conjunto" da Emae, contudo, mesmo isso não tendo acontecido vejo que no futuro, seja a "área" ou as "indenizações/instalações" remanescentes, poderá ter sim alguma boa alocação. Destaco só esses trechos das notas, especificamente sobre o ARRENDAMENTO DA UTE PIRATININGA -

- b) isso citado no ponto (a) é um "valor escondido na EMAE, pois tudo indica que este negócio irá até o final como estipulado contratualmente, com a anuência do poder concedente. Quando "isso" acabar..tudo indica que a Baixada Santista irá precisar de mais energia gerada pelo complexo, assim é bem lógico esperar que o "ativo remanescente" será uma bela destinação, mesmo necessitando de modernização\investimentos. Se tivesse sido implementado o "Contrato" de repactuação (como as Empresas tentaram) teria sido um UP GRADE significativo para a EMAE, prevendo 100mi de receita anua de receita para fornecimento de "vapor áqueo" para e termo funcionar...

- c) Li em algum lugar mais meus neurônios estão falhando, que o Conselho tá elucubrando de aumentar o DY hoje estatutariamente previsto em 25% LL.

- d) porquanto concorde na "é um ativo de baixo risco" (eu citei isso uns meses atrás) no PREÇO de hoje (notem que HOJE vi corretoras respeitadas comprando lotes expressivos (174 ELITE e 114 ITAU) eu me permito de sugerir aos leitores um pouco de cautela, ou seja, mesmo achando o ATIVO de BAIXO RISCO, ele valorizou Y to Y quase que 100%, então meu bom senso é dinheiro novo (ou velho) NESTE MOMENTO possa ser direcionado a ativos mais descontados...

- e) verifiquei que o SETOR ELÉTRICO (seja via aquisição de ações de empresas) retem muito o interesse de quem quer montar uma CARTEIRA PREVIDENCIÁRIA..

- f) neste MISTER HOJE verifiquei que a tão aclamada "EGIE" pagou para ter acesso ao "DATA ROOM" da Cesp para a privatização prevista com leilão de alienação ON detidas pela Fazenda Paulista em 02\10, vou deixar publicar o resultado do 2º trim. e posteriormente vou tentar explicar as razões que me deixam otimistas com o ativo. Não há pessoalmente interesse algum, pois trata-se de ativo de bastante liquidez, poi vi que "o espirito da coisa" não tem sido capturado.

352671 - paulo_prof  -  09 Ago 2018, 15:23
Resultado dentro do esperado. O operacional da empresa é irrelevante (de fato, é quase sempre negativo). O que interessa, é o financeiro. Além do endividamento líquido negativo (mesmo se fossem consideradas as obrigações com a entidade de previdência dos empregados), a empresa recebe um pinga-pinga financeiro resultante do arrendamento de propriedade para a Petrobrás e ativo financeiro com a Sabesp. No semestre, recebeu da Petrobrás e Sabesp um total de pouco mais R$ 14 milhões em juros e contabilizou aprox. R$ 35 milhões em correção monetária destes ativos. A menos que fiz a leitura errada, também no semestre, entre juros e amortizações, recebeu um total de aprox. R$ 53 milhões que engordou o caixa.

Na minha opinião, este é um ativo de muito baixo risco. Não tem muito onde dar xabu! Não vejo o que a empresa possa fazer com este caixa crescente. Investir? Onde? Quem sabe, mais dia, menos dia, não resolve distribuir aos acionistas?

No que segue, foram expurgados dos resultados, o efeito não recorrente do acerto com a Sabesp ocorrido no 4T17.



EMAE4

PREÇO: R$ 14,80

PAYOUT (2017) 28%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,21

P/VPA 0,64

PSR 2,53

DY 2,74%

MARGEM BRUTA 13,8%

MARGEM OPERACIONAL 32,3%

MARGEM LÍQUIDA 24,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,450

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 9,7%

ROE 6,29%

LIQUIDEZ CORRENTE 3,33



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +4,17%

RESULTADO BRUTO -28,08%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +89,57%

RESULTADO OPERACIONAL+34,80%

RESULTADO LÍQUIDO +49,41%



b) 2T18 vs 2T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,21%

RESULTADO BRUTO passou de negativo para positivo

RESULTADO FINANCEIRO passou de negativo para positivo

RESULTADO OPERACIONAL passou de negativo para positivo

RESULTADO LÍQUIDO passou de negativo para positivo



c) lucro (taxa média anual)

UA 49,41%

U2A -8,47%

U3A passou de negativo para positivo



d) patrimônio líquido médio

UA 8,67%

U2A 3,36%

U3A 4,85%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 18,12

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):-2,0

349794  - menghele   -  09 Mai 2018, 20:52
Não poderia deixar de agradecê-lo, pois eu talvez seja o único interessado em uma análise desta Empresa. Tava me propondo de ver os resultados e o(s) relatório(s) no domingo, até para mensurar se aquilo que o meu "cheirometro" tá sentindo está certo.

Quantos aos "Contratos" tinha chamado a atenção a sobre essa incongruência o ano passado, quando não tinha ainda sido homologado o acordo com a Sabesp para encerramento da lide judicial que se procrastinava a 20 anos.

Quanto ao Contrato de Arrendamento com a "Baixada Santista Energia" as Empresas (Petrobrás e Emae) chegaram a conceber uma "operação" estruturada para "sair do limbo" da atual situação, pois a concessão da termo elétrica venceu em 2015 e desde então está funcionando de forma precária com a anuência tácita do poder concedente. NO CASO em que a "nova operação" tivesse sido implementada teria gerado um belíssimo UP GRADE no "conjunto" da Emae, contudo, mesmo isso não tendo acontecido vejo que no futuro, seja a "área" ou as "indenizações/instalações" remanescentes, poderá ter sim alguma boa alocação. Destaco só esses trechos das notas, especificamente sobre o ARRENDAMENTO DA UTE PIRATININGA -

"......Adicionalmente, a Baixada Santista Energia (“BSE”) assumiu a obrigação de devolver os bens
arrendados, no final do prazo de dezessete anos, “no estado de uso e conservação em que os
recebeu, consideradas as depreciações e inovações tecnológicas inerentes ao
desenvolvimento da operação do Contrato”, cabendo a Companhia direito a indenização caso a
BSE não o faça.

......Na hipótese de inadimplemento de uma das partes nos termos do contrato, a parte adimplente
terá o direito, além da resolução do contrato, conforme previsto, ao pagamento, pela parte
inadimplente de multa no valor equivalente a 10% (dez por cento) do valor global de
R$ 765.000 corrigidos pelo IGPM desde o cumprimento das condições suspensivas previstas. "

Acho que está bem "hedgeado" até 2015.

Ademais:

1 - há tentativas/inicio por quanto pequenos de novos sistemas de geração que possam complementar/aumentar o operacional nos próximos exercícios

2 - "In casu" já que estamos falando de "dinheiro" que já existe escrituralmente e de bom devedores (Sabesp e Petrobras) utilizar Sua Taxa de desconto de 8% a.a. (se tratando de juros compostos) CAVALAR na atual realidade e pelo ATIVO liquido e certo "descontado"

3 - Continuo NÃO ENTENDENDO QUAL O INTERESSE do Estado de SP em manter o Controle desta Empresa.

4 - Entendo (a Emae) um ATIVO DE BAIXÍSSIMO risco, esperando para ela um Yeld nominal de cerca 5/6% a.a. mantendo a atual politica de Payout (25%LL)

5 - Como consequência do (4) comprar uma nota de Us$100,00 por Us$70,00 nunca foi mal negócio

6 - Gostaria conhecer a opinião do Ilustre TOTA 57

Respondi a 60 email, tô vendo um monte de coisas da "minha" empresa...é aquilo que superficialmente consegui enchergar

349793  - paulo_prof   -  09 Mai 2018, 19:37
A EMAE é uma empresa cujo Resultado Financeiro é sistematicamente maior do que o Resultado Bruto. Este inclusive, não raras vezes é negativo. Além de um endividamento líquido negativo, o Resultado Financeiro é "turbinado" pelos juros e correção monetária de dois contratos que a empresa tem, respectivamente, com a Petrobrás (até 2024) e Sabesp (2032). O valor presente destes contratos é aprox. R$ 350 milhões (Petrobrás) e R$ 100 milhões (Sabesp).

O valor de mercado da empresa hoje é menor do que o valor presente destes dois contratos. Na minha opinião, por outro lado, a empresa deve ser capaz de gerar um lucro anual na casa dos R$ 40 milhões, em média (mais em 2018-2020, menos em 2021-2024) pelo menos nos próximos 6 ou 7 exercícios. Em 2025, quando vai perder a receita proveniente do contrato com a Petrobrás, a menos que encontre uma receita substituta, as coisas podem complicar.

No que segue, foram expurgados dos resultados, o efeito não recorrente do acerto com a Sabesp ocorrido no 4T17.



EMAE4

PREÇO: R$ 10,90

PAYOUT (2017) 28%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 11,51

P/VPA 0,47

PSR 1,84

DY 2,43%

MARGEM BRUTA 13,6%

MARGEM OPERACIONAL 20,2%

MARGEM LÍQUIDA 16,0%

LUCRO POR AÇÃO R$ 0,930

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 10,1%

ROE 4,11%

LIQUIDEZ CORRENTE 2,93



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,17%

RESULTADO BRUTO -21,95%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -26,21%

RESULTADO OPERACIONAL -40,04%

RESULTADO LÍQUIDO -36,50%



b) 1T18 vs 1T17

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +10,10%

RESULTADO BRUTO passou de negativo para positivo

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +30,34%

RESULTADO OPERACIONAL +102,47%

RESULTADO LÍQUIDO +112,89%



c) lucro (taxa média anual)

UA -36,50%

U2A -8,75%

U3A 42,10%



d) patrimônio líquido médio

UA 2,55%

U2A 2,86%

U3A 2,87%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 15,85

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%):-1,5

348783 - marcosvinicius2 -  09 Abr 2018, 23:27
COMENTÁRIO: PAPEL DEVIDAMENTE PRECIFICADO ( * ). RECEITA OPERACIONAL LIQUIDA = Os valores tem se mantido no mesmo patamar: 198 milhões em 2015, 206 milhões em 2016 e 209 milhões em 2017; DESPESAS/RECEITAS OPERACIONAIS = Houve uma melhora significativa nos ultimos três anos: -56 milhões em 2015, -33 milhões em 2016 e 87 milhões em 2017 devido a um RESULTADO NÃO RECORRENTE de 128 milhões no 4T17.; RESULTADO FINANCEIRO = o resultado financeiro também tem sofrido redução significativa: 87 milhões em 2015, 77 milhões em 2016 e 45 milhões em 2017:

EMAE4
PREÇO: 10,90
PAYOUT (2017): 13,36%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 3,38
P/VPA 0,49
PSR 1,92
DY 3,95%
EV/EBITDA 4,26
MARGEM BRUTA 11,09%
MARGEM OPERACIONAL 74,55%
MARGEM LÍQUIDA 56,87%
LUCRO POR AÇÃO 3,225
MARGEM EBITDA 55,08%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 27,45%
ROE 14,53%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,84

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,41%
RESULTADO BRUTO -29,41%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -41,35%
RESULTADO OPERACIONAL 101,58%
RESULTADO LÍQUIDO 116,71%
EBITDA 2479,08%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 1,41%
RESULTADO BRUTO -29,41%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -41,35%
RESULTADO OPERACIONAL 101,58%
RESULTADO LÍQUIDO 116,71%
EBITDA 2479,08%

c) lucro (taxa média anual)
UA 116,71%
U2A 41,16%
U3A -263,69%

d) patrimônio líquido médio
UA -1,98%
U2A 2,15%
U3A 1,28%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 40,31
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -28,0% !!!!
[...]

342016  - marcosvinicius2  -  13 Set 2017, 23:09
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA = A Receita Operacional Líquida teve um leve aumento de R$ 860 mil, apresentando em junho de 2017 um saldo de R$ 97.037 milhões contra 96.177 em junho de 2016. Os fatores que impactaram a receita operacional liquidam foram: • Redução no fornecimento de energia elétrica de R$ 1 milhão (17%), decorrente da redução no montante de energia comercializada com a empresa Toyobo; • Redução de R$ 1,8 milhões (36%) na renda com a prestação de serviço, devido a redução nos contratos de O&M com a Petrobras; • Aumento de R$ 5,7 milhões (7%) em cotas de energia elétrica, face ao reajuste da RAG 2016/2017.

EMAE4
PREÇO: 8,57
PAYOUT (2016): 6,60%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 8,83
P/VPA 0,44
PSR 1,53
DY 5,03%
EV/EBITDA 30,85
MARGEM BRUTA 19,51%
MARGEM OPERACIONAL 24,96%
MARGEM LÍQUIDA 17,29%
LUCRO POR AÇÃO 0,971
MARGEM EBITDA 7,10%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 32,89%
ROE 4,93%
LIQUIDEZ CORRENTE 2,54

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 0,00%
RESULTADO BRUTO 3,48%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -57,04%
RESULTADO OPERACIONAL -35,13%
RESULTADO LÍQUIDO -43,93%
EBITDA -206,17%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -1,21%
RESULTADO BRUTO -33,33%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -105,88%
RESULTADO OPERACIONAL -128,00%
RESULTADO LÍQUIDO -118,67%
EBITDA -76,99%

c) lucro (taxa média anual)
UA -43,93%
U2A ND
U3A 6,50%

d) patrimônio líquido médio
UA -1,69%
U2A 2,98%
U3A 0,72%

DESPESAS OPERACIONAIS = As Despesas Operacionais reduziram em R$ 7,7 milhões (6,7%), sendo R$ 107.085 milhões em 30 de junho de 2017 contra R$ 114.786 no mesmo período do exercício anterior, essa redução é justificada pelos seguintes fatores: • Redução de R$ 9,3 milhões (95,2%) na rubrica de provisões operacionais referente às provisões judiciais. Em 2017 a Companhia firmou acordos que resultaram no encerramento de processos e em 2016 houve o ingresso de novos processos; • Redução de R$ 4,9 milhões (17,1%) na rubrica de serviços de terceiros, decorrente da renovação do contrato da manutenção do Rio Pinheiros, onde em 2016 esses gastos estavam sendo contabilizados como despesas, pois ainda não havia sido realizada a renovação do contrato com o Estado de São Paulo, e com a renovação no segundo semestre de 2016 as despesas tiveram respaldo para serem contabilizadas no ativo da Companhia para posterior reembolso; • Aumento de R$ 8,4 milhões (18,8%) na rubrica de pessoal, em decorrência do impacto das rescisões contratuais e do reajuste salarial anual.

RESULTADO FINANCEIRO = O Resultado Financeiro reduziu R$ 36,1 milhões (73,1%), com saldo de R$ 13.326 milhões em junho de 2017 e R$ 49.470 no mesmo período do exercício anterior. Tal ocorrência justifica-se por conta da redução do IGPM. Em junho de 2016 o índice foi positivo (5,9 %), porém em 2017 negativo (-1,9%), representando uma queda de 132%.

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3

Gostaria de saber dessa EMAE4 também, pois acho o papel promissor...alguém poderia comentar?

336431  - paulo_prof   -  04 Abr 2017, 18:43
Sabem aquele ditado ... ouvi o galo cantar no terreno vizinho ? Pois é ... Se vcs estão interessados vão ter que pesquisar pois o meu conhecimento sobre o assunto é parco, incompleto e, provavelmente, equivocado.

Isto posto, vamos lá ...

A EMAE era/é dona de uma antiga UTE, a Piratininga. Esta usina girava a óleo combustível e foi praticamente desativada. Lá pelas tantas, a Petrobrás montou uma nova UTE, agora movida a gás. Esta nova usina fornece calor para gerar vapor em caldeiras (não sei se novas ou antigas) para acionar turbinas (antigas), de modo a funcionar em ciclo duplo. Para viabilizar este angu, uma subsidiária da Petrobrás arrendou a velha Piratininga e o seu terreno (há uns 9-10 anos), Portanto, a EMAE recebe/recebia uma importante parcela de sua receita, do contrato de arrendamento com a subsidiária da Petrobrás.

Além de algumas PCHs, a EMAE também opera a UHE Henru Borden que está no sopé da Serra do Mar em Cubatão, usando água represada na Billings e escoada via tubos com uma queda de mais de 700m e podendo gerar até quase 900 MW.

Finalmente, há o que na minha opinião seria a missão principal da EMAE: o controle das cheias e o fornecimento de água bruta adequada para o abastecimento público de São Paulo.

Quais seriam, então, os "problemas"?

No que concerne a antiga UTE Piratininga, há que se demolir e retirar toda a sucata das unidades desativadas (consta que ainda há, no local, inclusive óleo combustível estocado) e (eventualmente) deixar operacional somente as caldeiras e turbinas (parece que, mesmo sendo antigas, a operação a ciclo duplo é mais eficiente) além, é óbvio, de todo o complexo Nova Piratininga. Mas como a usina original está arrendada e este é um país cartorial, parece que há problemas regulatórios para implementar o que o bom senso exige. De qualquer forma, se ainda não terminou, a concessão da Piratininga de estar no fim. Recentemente, a subsidiária da Petrobrás conseguiu "devolver" a concessão para a Emae mediante uma indenização, locação do terreno para continuar operando a Nova Piratininga, e promessa de fornecimento de vapor para que a EMAE possa operar as velhas turbinas e vender a energia resultante. Não está claro, entretanto, em que pé está a questão da antiga concessão ... se ainda está em vigor, se a Emae solicitou uma extensão, etc.

Moral da história: depois de paga a indenização, a maior parte da receita da Emae vai para o vinagre ... ela só vai faturar o aluguel do terreno e eventual venda da energia gerada por suas turbinas, usando o vapor gerado pelas caldeiras com o gás da Petrobrás (certamente deverá arcar com pelo menos o custo marginal deste vapor).

No que concerne a UHE Henry Borden, também há pepinos .. A função original da Billings e do Rio Pinheiros era a de alimentar a Henry Borden, que chegou a trabalhar com uma vazão de 160 m^3/s, para uma potência máxima de geração de 890 MW. Ocorre que hoje a legislação pertinente permite o bombeamento de água do Tietê para a Billings estritamente para o controle de cheias. Em consequência, a energia que pode ser gerada pela Henry Bolden é uma fração da capacidade nominal.

Finalmente, vem a questão, da regulagem das cheias e fornecimento de água bruta para a Sabesp. No meu mode de entender, isto não está bem resolvido. A EMAE arca com os custos de bombiamento de água, limpeza do Pinheiros, etc. e não está muito claro quem é o cliente ... Li, em alum lugar, que teria ocorrido um acerto com a Sabesp (que estaria pagando uma indenização), talvez neste sentido.

No que se refere o operacional da empresa, que eu saiba ainda não conseguiu produzir lucro. As coisas melhoraram mas ela necessita de receitas "extras" para fechar no azul.

336442 - menghele  -  04 Abr 2017, 22:09
Prezado prof. PAULO,

Eu sou estrangeiro (italiano, de Milão), quando posso acompanho este forum e aprecio muito as suas colocações e  ponderações. Nunca postei, hoje tenho mais tempo o assunto "Emae" é curioso.

Talvez possa valer a pena dar uma lida nós arquivos anexos. Há em andamento entre a Emae e a Sabesp a ratificação do "Acordo" quanto a utilização da água do Rio Pinheiros. A Emae já ratificou em AGE, não tenho acompanhado o assunto na esfera da Sabesp. Há um "Acordo" também com a Baixada Santista Energia (Subsidiaria Integral da Petrobras), acho este ainda não ratificado em AGE pelas partes. Contudo são valores vultuosos comparados ao valor de mercado da Emae.

Pode ser lido "entre as linhas" algum tipo de preparação para a Emae ser incorporada pela Sabesp, ou quem sabe pela Cesp.

Isso iria agregar muito valor a participação do Controlador (Estado de São Paulo)

336445  - paulo_prof  -  05 Abr 2017, 00:31
... e eu sou italiano de Bolzano!

Sim ... vc está certo. Fiz as contas do valor presente dos acordos da EMAE com a BSE e Sabesb, se as AGEs da EMAE aprovarem e a ANEEL não colocar areia na solicitação de renovação da concessão da UTE Piratininga, que venceu em JUL2015.

Para uma taxa de desconto real de 8%, o valor presente destes acordos seria R$ 377 milhões (R$ 10,20/ação) e para uma taxa de desconto real de 6%, R$ 408 milhões (R$ 11,00/ação).

Ocorre que o operacional da EMAE dá prejuízo sistemático. No exercício de 2016 praticamente fechou no zero-a-zero, mas há uma receita de R$ 8,5 milhões em serviços de manutenção prestados na UTE Piratininga que seria perdida. Talvez o acordo com a BSE visando embolsar 40% do resultado da venda da energia gerada pelo segmento a vapor da Piratininga permita que a empresa feche no zero a zero. Como a depreciação anual dos ativos da empresa é praticamente nula (em 2016 foi R$ 925 mil), a geração de caixa operacional também seria nula e o valor presente do operacional da empresa, também nulo.

Resumindo, o valor intrínseco da EMAE4 seria algo no entorno dos R$ 10,00-11,00. Mas há o risco da ANEEL declarar a concessão da UTE Piratininga caduca!! Neste caso, a EMAE pleitearia do poder concedente R$ 86 milhões. Confesso que não faço ideia de como ficaria o contrato de arrendamento entre a BSE e EMAE. Quero crer que cabe a EMAE garantir que continuará com concessão. Sem a concessão, acho que a EMAE ainda arrisca a levar um processo de perdas e danos na cuca!
                                                                                           ▲                                                                      ▲
330361  - ulyssys  - 24 Nov 2016, 10:52
Pessoal, alguém comprou EMAE4

esse fato relevante parece muito bom

EMAE4 - belo Fato Relevante

1 – A celebração de Termo de Transação Extrajudicial (“Termo”) entre a EMAE e Petrobras, com o pagamento de indenização para a EMAE no valor de R$ 180 milhões, em seis parcelas semestrais de R$ 30 milhões, corrigidas pelo IGPM;

2 – Distrato do Contrato de Arrendamento celebrado entre a EMAE e Petrobras;

3 - Distrato do Contrato de Operação e Manutenção da UTE Piratininga;

4 – A celebração de Contrato de Locação do terreno da Usina Termoelétrica Fernando Gasparian à Petrobras, por 14 (quatorze) anos,
pelo aluguel de R$ 1,5 milhão por semestre, corrigido pelo IPCA;

5 – A celebração do Contrato de Industrialização por encomenda de vapor, por 60% (sessenta por cento) da receita de venda de energia da UTE, com teto de R$ 104 milhões por ano para a EMAE;

http://www2.bmfbovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=&protocolo=538926&funcao=visualizar&site=B



5291 - tchelo76 - 07/Mai/2009 22:01 
segue uma small para acompanhar EMAE4
vejam a notícia do valor econômico de ontem(06/05) e a resposta da empresa hoje(07/05) à bovespa!
como diria o velho ditado
onde há fumaça há fogo
Sabesp negocia compra da Emae, controlada pelo governo de SP
Vanessa Adachi, de São Paulo
06/05/2009
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Com interesse em seu extenso sistema hidráulico na Grande São Paulo, a Sabesp acerta detalhes para comprar das mãos do governo estadual o controle da Emae, Empresa Metropolitana de Águas e Energia.
Mais conhecida pelo parque de geração de energia, a Emae é dona de um complexo hidráulico fundamental para o abastecimento de água da região. Pertencem a ela, por exemplo, os reservatórios Billings e Guarapiranga. Integram o sistema barragens, diques e canais, que perpassam a região metropolitana, começam no município de Salto e vão até a Baixada Santista.
O Valor apurou que as negociações para que o governo transfira a empresa à Sabesp já estão em fase final.
Transferir a Emae à Sabesp é de grande interesse do governo de José Serra (PSDB), que tem adotado medidas privatizantes para fazer caixa e ampliar sua capacidade de investimento. Vendeu a Nossa Caixa ao Banco do Brasil no ano passado e, antes disso, fez uma tentativa frustrada de privatizar a Cesp. Agora, repassará a Emae à Sabesp. Procurada, a Sabesp não comentou. Há um mês a empresa divulgou comunicado informando que havia assinado acordo de confidencialidade para avaliar a Emae.
Esse movimento começou em 2007, quando o Valor informou que o governo havia dado início a um processo para avaliar 18 empresas e entidades estatais. Na ocasião, o governo não quis adotar um discurso privatizante e Serra chegou a dizer a interlocutores que não venderia estatais.
O preço da Emae é estimado por analistas em torno de R$ 600 milhões. O pagamento poderá ser feito parte em dinheiro e parte em ações da compradora. A Sabesp deverá fazer um aumento de capital, com emissão de novas ações a serem entregues ao Tesouro paulista. É a Secretaria da Fazenda de São Paulo que controla a Emae, com 97,6% do capital votante e 38,9% do capital ordinário.
O Tesouro também é controlador da Sabesp. Receber ações da empresa é um bom negócio para o governo, que passaria a ter em mãos papéis negociados na bolsa, que poderiam ser vendidos no futuro. Por outro lado, o Estado tende a ficar com as ações - ou parte delas - para assegurar o controle. Hoje, a secretaria detém pouco mais de 50% do capital da empresa de saneamento, com a emissão de ações para incorporar a Emae, os acionistas serão diluídos.
Os ativos hidráulicos da Emae superam em valor e relevância seus ativos de energia. Por isso a transferência à Sabesp e não à Cesp, por exemplo. A operação do seu sistema hidráulico envolve o aproveitamento racional das águas superficiais (não subterrâneas) para promover a geração de energia, o controle das cheias e também o fornecimento de água bruta (não tratada).
É quase certo que o parque gerador da Emae será vendido a outro interessado futuramente. Uma das possibilidades seria a venda à Cesp. A Emae tem uma capacidade instalada de 1.396 megawatts e é dona de usinas hidrelétricas como a Henry Borden, além da termelétrica Piratininga. Suas ações preferenciais são negociadas na Bovespa e ontem subiram 2,22%. Entre seus acionistas minoritários mais relevantes estão o Metro paulista, a Eletrobrás e o Banco Prosper.
No ano passado, a receita líquida da empresa ficou em R$ 250 milhões e seu lucro líquido ficou em R$ 170 milhões.
A Emae nasceu em 1998 da cisão da antiga Eletropaulo. Dentro do programa estadual de desestatização, a Eletropaulo foi dividida em quatro empresas independentes: a Emae, a Eletropaulo Metropolitana, a Bandeirante e a Empresa Paulista de Transmissão. Com isso, a Emae herdou a atividade de geração de energia da Eletropaulo.
Embora tenha surgido como empresa independente apenas em 1998, a história da Emae começou quase um século antes, em 1899, quando foi fundada a The São Paulo Railway, Light and Power Company Limited, lá no Canadá. Em 1901, começou a operar a primeira hidrelétrica da Light no Brasil e a maior do país até então, com capacidade de apenas 2 megawatts.
http://www.valoronline.com.br/ValorImpresso/MateriaImpresso.aspx?tit=Sabesp+neg ocia+compra+da+Emae,++controlada+pelo+governo+de+SP&dtmateria=06/05/2009& ; ;codmateria=5550845&codcategoria=95
(07/05) EMAE (EMAE) - Resposta de Oficio CVM
DRI: Vicente Kazuhiro Okazaki
Enviou o seguinte comunicado:
“Em atencao ao OFICIO/CVM/SEP/GEA-1/N 184/09, de 6 de maio de 2009, a EMAE – Empresa Metropolitana de Aguas e Energia S/A, vem a publico esclarecer, em relacao a noticia divulgada no jornal Valor Economico de ontem, na pagina B-1, sob o titulo “Sabesp negocia compra da Emae, controlada pelo governo de SP”, o que segue:
1. Em 30 de maio de 2008 esta EMAE fez publicar Fato Relevante dando conta que firmara acordo de confidencialidade com a Sabesp – Companhia de Saneamento Basico do Estado de Sao Paulo (“SABESP”) com o objetivo de iniciar tratativas, sem efeito vinculante, que poderiam resultar na reorganizacao societaria da EMAE, ou na aquisicao das acoes de seu capital pela SABESP, de titularidade do Estado de Sao Paulo, observada a legislacao vigente e as condicoes inerentes as
operacoes dessa natureza.
2. Ate o momento, nao foram concluidos os entendimentos entre as partes, que prosseguem normalmente.
3. A EMAE desconhece a origem das informacoes publicadas. Sao Paulo, 07 de maio de 2009.”

1655 - paulorizzi - 14/Fev/2009 16:02
"A minha impressão sobre a EMAE é que atua num ambiente difícil (área metropolitana de São Paulo), não havendo previsibilidade no que tange as suas receitas, sendo que e receita líquida ""garantida"" não cobre as despesas operacionais. Nos meus cálculos, a receita líquida ""garantida"" trimestral é de aprox. R$ 30 milhões (suprimento a clientes cativos e leilões, serviços e o arrendamento da termoelétrica Piratininga à Petrobrás) para despesas operacionais relativamente inelásticas de R$ 55 milhões. A parte ""variável"", oriunda da receita da venda de energia a comercializadores e da receita líquida da compensação de energia de curto prazo na CCEE, varia tremendamente, de trimestre a trimestre. Os dois ítens somaram R$ 77 milhões no 1T08, R$ 36 milhões no 2T08 e R$ 13 milhões no 3T08. Não foi à toa que houve prejuízo no 3o. trimestre."
"Acho que, em relação às suas congêneres, o baixo P/VPA de 0,45 é plenamente justificado, pelo maior risco (não se espera que uma empresa do setor de energia elétrica apresente uma incerteza quanto a geração de lucro, não é?) Pessoalmente, nas elétricas busco ""defesa contra a crise"", basicamente um DY interessante. Para arriscar, prefiro faze-lo com BEEF3, FHER3, etc."
"A última vez que a EMAE apresentou lucro foi em 2004. Está, de fato, com ""pinta"" de apresentar lucro em 2008, tendo inclusive pago proventos após uma ""seca"" de 7 anos."
"A alta de ontem, tendo em vista o pequeno volume, não quer dizer muita coisa. Em 9 FEV, um milhão de papéis trocaram de mãos, com cotação de fechamento de R$ 7,20. "

1651 - jparthur - 13/Fev/2009 23:54
"Hoje uma ação me surpreendeu. E a EMAE4. Estou acompanhando esta ação há algum tempo. O VPA dela é 18,70 e o valor atual é de 8,51. Hoje subiu quase 20%. Ela esta se recuperando de um prejuizo e este ano fez um bom lucro."
"Small, acho que vale a pena dar uma olhada nela."
O unico problema que não há muito negocios com ela. 1 ou 2 por dias. Hoje houve 40.

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