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segunda-feira, 6 de abril de 2020

CPFL Energia (CPFE)


Subsetor
Segmento

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Carteiras
tiagohv (jun/16) - Vladilamas (set/16, out/16)

Códigos de Negociação
Tipo
CPFE3
 Novo Mercado

Balanços
A2019/4T2019 - DFP - 31/12/2019

1T2018 -
marcosvinicius2 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro líquido neste trimestre apresentou despesa de R$ 307.519, comparada com R$ 436.138 no mesmo período de 2017, representando redução na despesa financeira líquida de 29,5% (R$ 128.619). Esta variação é decorrente basicamente de: • Redução nas receitas financeiras de 29,8% (R$ 83.560), decorrente basicamente por redução em rendas de aplicações financeiras (R$ 93.818), compensados parcialmente por atualizações do ativo financeiro setorial (R$ 7.105); • Redução nas despesas financeiras de 29,6% (R$ 212.179), basicamente em função dos encargos de dívidas e atualizações monetárias e cambias, líquido dos juros capitalizados (R$ 188.588) e atualização do passivo financeiro setorial (R$ 22.512).; LUCRO LÍQUIDO E EBITDA = Em função dos fatores expostos acima, o lucro líquido apurado neste trimestre foi de R$419.404, sendo 80,7% (R$ 187.282) maior que o mesmo período de 2017. O EBITDA (Lucro líquido excluindo os efeitos da depreciação, amortização, resultado financeiro, contribuição social e imposto de renda) para o 1° trimestre de 2018 foi de R$1.366.277, sendo 14,3% (R$ 170.510) maior que o apurado no mesmo período de 2017.

A2017/4T2017 -
marcosvinicius2-
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). EBITDA = A geração operacional de caixa, medida pelo EBITDA, atingiu R$ 4.864 milhões, um aumento de 17,9% (R$ 738 milhões), refletindo principalmente o aumento de 39,9% (R$ 7.633 milhões) na receita operacional líquida. Esse efeito foi parcialmente compensado pelos aumentos de 50,9% (R$ 5.701 milhões) nos custos com energia elétrica e encargos e de 29,1% (R$ 1.194 milhões) nos custos e despesas operacionais, inclusive gastos com previdência privada e custos com construção da infraestrutura da concessão.; Lucro Líquido = Em 2017, o lucro líquido do exercício atingiu R$ 1.243 milhões, um aumento de 41,4% (R$ 364 milhões), refletindo principalmente o aumento de 17,9% (R$ 738 milhões) no EBITDA. Tal efeito foi parcialmente compensado pelos aumentos de 18,4% (R$ 238 milhões) nas depreciações e amortizações, de R$ 102 milhões no Imposto de Renda e Contribuição Social e de 2,3% (R$ 34 milhões)nas despesas financeiras líquidas.

2T2017 -
marcosvinicius2  -
Lucro Líquido e EBITDA: O lucro líquido apurado neste trimestre foi de R$123.172, sendo 48,7% (R$116.963) menor que o mesmo período de 2016. O EBITDA (Lucro líquido excluindo os efeitos da depreciação, amortização, resultado financeiro, contribuição social e imposto de renda) para o 2° trimestre de 2017 foi de R$ 1.027.277, sendo 6,3% (R$ 60.978) maior que o apurado no mesmo período de 2016.

Características
Gestão de Participações Societárias (holdings)





10/03/2020 - Apresentações a analistas/agentes do mercado

09/03/2020 - Press-release

365220  - keep_calm  - 13 Nov 2019, 17:23
CPFL Energia (CPFE3): Teve lucro líquido de R$ 748 milhões no 3T19. Esse valor corresponde à alta de 19,4% em relação ao 3T18.O Ebitda foi de R$ 1,618 bilhão, crescimento de 4,5% no ano.De acordo com a companhia, o segmento de distribuição teve Ebitda de R$ 846 milhões no período, o que corresponde a alta de 17,8%.

356148 - riadorra - 24 Nov 2018, 13:39
Perfeito raciocínio, sair do Novo MErcado poderia ser uma saída, mas fico tranquilo pois pelo art 42 do Novo Mercado, para sair voluntariamente ou involuntariamente do novo mercado, a empresa precisa fazer uma opa obedecendo os instrumentos da instrução 361 da CVM ...

Assim, ainda me parece um trade quase que garantido, concorda?

356147 - ispholambra -  23 Nov 2018, 21:35
O controlador pode tirar a empresa do novo mercado... dai nao tem mais float minimo de 25%... e podera mante-la com o capital aberto deixando como esta...

Ou podera propor outra opa para esse restante de acoes oferecendo o preço da opa anterior acrescida de correcao pela Selic...

356145 - riadorra -  23 Nov 2018, 20:45
Boa tarde pessoal, tudo bem?

Prof Paulo, está acompanhando o caso da CPFE ?

Teve opa no passado e até o final desse mês o comprador precisará decidir se compará o free float de 5% ou se venderá parte das ações para o Free float ter 25% ...

Estou enganado ou é um trade quase certo?

Se alguém mais conhecer o caso, ou casos similares que ocorreram, e puder opiniar por favor fique à vontade.

351148 - marcosvinicius2 -  13 Jun 2018, 03:40
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro líquido neste trimestre apresentou despesa de R$ 307.519, comparada com R$ 436.138 no mesmo período de 2017, representando redução na despesa financeira líquida de 29,5% (R$ 128.619). Esta variação é decorrente basicamente de: • Redução nas receitas financeiras de 29,8% (R$ 83.560), decorrente basicamente por redução em rendas de aplicações financeiras (R$ 93.818), compensados parcialmente por atualizações do ativo financeiro setorial (R$ 7.105); • Redução nas despesas financeiras de 29,6% (R$ 212.179), basicamente em função dos encargos de dívidas e atualizações monetárias e cambias, líquido dos juros capitalizados (R$ 188.588) e atualização do passivo financeiro setorial (R$ 22.512).; LUCRO LÍQUIDO E EBITDA = Em função dos fatores expostos acima, o lucro líquido apurado neste trimestre foi de R$419.404, sendo 80,7% (R$ 187.282) maior que o mesmo período de 2017. O EBITDA (Lucro líquido excluindo os efeitos da depreciação, amortização, resultado financeiro, contribuição social e imposto de renda) para o 1° trimestre de 2018 foi de R$1.366.277, sendo 14,3% (R$ 170.510) maior que o apurado no mesmo período de 2017.:

CPFE3
PREÇO: 22,17
PAYOUT (2017): 18,80%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,38
P/VPA 2,42
PSR 0,82
DY 1,15%
EV/EBITDA 8,60
MARGEM BRUTA 18,43%
MARGEM OPERACIONAL 7,73%
MARGEM LÍQUIDA 4,99%
LUCRO POR AÇÃO 1,353
MARGEM EBITDA 18,25%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 254,25%
ROE 14,75%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,92

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 35,19%
RESULTADO BRUTO 11,51%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -18,04%
RESULTADO OPERACIONAL 57,24%
RESULTADO LÍQUIDO 57,37%
EBITDA 15,08%

b) 1T18 sobre 1T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 15,09%
RESULTADO BRUTO 7,02%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -29,49%
RESULTADO OPERACIONAL 74,50%
RESULTADO LÍQUIDO 80,48%
EBITDA 14,23%

c) lucro (taxa média anual)
UA 57,37%
U2A 19,34%
U3A 13,52%

d) patrimônio líquido médio
UA 10,38%
U2A 7,66%
U3A 8,95%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 16,91
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,40% !!!!
[...]

348938  - marcosvinicius2-  16 Abr 2018, 12:30
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). EBITDA = A geração operacional de caixa, medida pelo EBITDA, atingiu R$ 4.864 milhões, um aumento de 17,9% (R$ 738 milhões), refletindo principalmente o aumento de 39,9% (R$ 7.633 milhões) na receita operacional líquida. Esse efeito foi parcialmente compensado pelos aumentos de 50,9% (R$ 5.701 milhões) nos custos com energia elétrica e encargos e de 29,1% (R$ 1.194 milhões) nos custos e despesas operacionais, inclusive gastos com previdência privada e custos com construção da infraestrutura da concessão.; Lucro Líquido = Em 2017, o lucro líquido do exercício atingiu R$ 1.243 milhões, um aumento de 41,4% (R$ 364 milhões), refletindo principalmente o aumento de 17,9% (R$ 738 milhões) no EBITDA. Tal efeito foi parcialmente compensado pelos aumentos de 18,4% (R$ 238 milhões) nas depreciações e amortizações, de R$ 102 milhões no Imposto de Renda e Contribuição Social e de 2,3% (R$ 34 milhões)nas despesas financeiras líquidas.:

CPFE3
PREÇO: 24,45
PAYOUT (2017): 18,80%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 21,10
P/VPA 2,78
PSR 0,93
DY 0,89%
EV/EBITDA 9,27
MARGEM BRUTA 18,69%
MARGEM OPERACIONAL 6,90%
MARGEM LÍQUIDA 4,41%
LUCRO POR AÇÃO 1,159
MARGEM EBITDA 18,18%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 261,84%
ROE 13,16%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,84

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 39,94%
RESULTADO BRUTO 16,06%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 2,34%
RESULTADO OPERACIONAL 33,76%
RESULTADO LÍQUIDO 30,95%
EBITDA 17,89%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 39,94%
RESULTADO BRUTO 16,06%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 2,34%
RESULTADO OPERACIONAL 33,76%
RESULTADO LÍQUIDO 30,95%
EBITDA 17,89%

c) lucro (taxa média anual)
UA 30,95%
U2A 16,79%
U3A 7,52%

d) patrimônio líquido médio
UA 7,73%
U2A 7,40%
U3A 7,66%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 14,49
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +12,6% !!!!
[...]

342936  - paulo_prof  -  14 Out 2017, 16:04
Há duas formas de se ganhar dinheiro via investimento:

a) embolsar o fluxo de caixa livre e/ou;

b) obter ganhos de capital.

No caso da CPFL, o preço pago pela State Grid foi super salgado ... tendo que oferecer o mesmo preço aos demais acionistas, não houve escapatória. A R$ 25,50 pelas ações da CPFL Energia e R$ 12,20 pelas ações da CPFL Renováveis, poucos minoritários não venderam ... não sobraram muitas ações. O cancelamento de listagem foi natural. Só para ter uma idéia, o valor de mercado da CPFL energia, a R$ 25,50 por ação, era de R$ 22,5 bilhões. O lucro líquido anual não chega a R$ 1 bilhão (P/L maior do que 22,5) e o Ebitda anual estava na faixa dos R$ 4,1 bilhões. Considerando o endividamento líquido de aprox. R$ 16 bilhões, vc chega num EV/EBITDA de 10.

Já a CTG pagou relativamente muito barato a aquisição do controle da GEPA. Faria mais sentido fazer uma Re-IPO do que fechar o capital.

341914  - marcosvinicius2  -  09 Set 2017, 14:11
Lucro Líquido e EBITDA: O lucro líquido apurado neste trimestre foi de R$123.172, sendo 48,7% (R$116.963) menor que o mesmo período de 2016. O EBITDA (Lucro líquido excluindo os efeitos da depreciação, amortização, resultado financeiro, contribuição social e imposto de renda) para o 2° trimestre de 2017 foi de R$ 1.027.277, sendo 6,3% (R$ 60.978) maior que o apurado no mesmo período de 2016.

CPFE3
PREÇO: 27,21
PAYOUT (2016): 23,37%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 36,49
P/VPA 3,32
PSR 1,26
DY 0,80%
EV/EBITDA 10,80
MARGEM BRUTA 21,36%
MARGEM OPERACIONAL 5,44%
MARGEM LÍQUIDA 3,46%
LUCRO POR AÇÃO 0,746
MARGEM EBITDA 20,50%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 201,73%
ROE 9,09%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,90

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 19,16%
RESULTADO BRUTO 15,82%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 110,41%
RESULTADO OPERACIONAL -32,95%
RESULTADO LÍQUIDO -31,18%
EBITDA 14,39%

b) 2T17 sobre 2T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 35,02%
RESULTADO BRUTO 13,63%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 109,80%
RESULTADO OPERACIONAL -41,63%
RESULTADO LÍQUIDO -44,78%
EBITDA 13,96%

c) lucro (taxa média anual)
UA -31,18%
U2A -8,22%
U3A -8,59%

d) patrimônio líquido médio
UA 4,88%
U2A 8,29%
U3A 5,43%

Resultado Financeiro = O resultado financeiro apurado no 2º trimestre de 2017 foi uma despesa financeira de R$11.652, representando uma redução de R$12.547 em relação ao mesmo trimestre de 2016, explicado principalmente pela 3ª emissão de debêntures no 4º trimestre de 2016, que gerou uma despesa financeira adicional de R$ 12.510. O resultado de equivalência patrimonial apurado no 2º Trimestre de 2017 foi negativo em R$ 6.783, que é explicado pelo registro da participação societária pela aquisição da controlada CPFL Jaguariúna.

( * ) É PRECISO VERIFICAR NO RELATÓRIO DA ADM. A EXISTÊNCIA DE RESULTADO NÃO RECORRENTE:
( ** ) EMPRESAS DO SETOR FINANC onde houve necessidade de digitar os valores de REC INT FINANC (a pesquisa avançada não importou esses valores ) = BAZA3, BBDC3, BBDC4, BEES3, BEES4, BIGP3, BGIP4, BMEB3, BMEB4, BMIN3, BMIN4, BNBR3, BPAN4, BRIV3, BRIV4, BRSR3, BRSR5, BRSR6, BSLI4, CRIV3, CRIV4, IDVL3 IDVL4 ITUB3, ITUB4, PINE4, PRBC4, SANB11, SANB3, SANB4 E SFSA4;
( *** ) A VMCM = 5,56000000 foi calculada utilizando-se uma amostragem de 327 empresas com PL > 0 (Desta vez não foi utilizado o critério de LIQUIDEZ MÍNIMA). Na tentativa de um valor abaixo do indicado, a VMCM apresentou um valor < 5, o que indicaria um mercado subprecificado: forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?f=6&t=10754&start=620#p2082722
( **** ) Foram EXCLUÍDAS da amostragem inicial as empresas = DAGB33, MERC4, BRAP4, BRAP3, ECPR4, JBDU3, LFFE4, LFFE3, SBSP3, BAHI3, BMTO4, BMTO3 E LIPR3;

326074  - dusteffen   -  17 Ago 2016, 13:08
CPFL pode sair da Bolsa após acordo com empresa da China -

17/08/2016 - Mercado
JULIO WIZIACK DE BRASÍLIA

A chinesa State Grid se prepara para comprar o controle da CPFL, um dos maiores grupos privados de energia do país, por cerca de R$ 25,5 bilhões. Se confirmado, o negócio pode levar ao fechamento de capital da companhia brasileira, segundo fontes envolvidas na transação.

Hoje, a CPFL tem como sócios a Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil), com 29,4% de participação, a Camargo Corrêa (23,6%) e a Bonaire Participação (15,1%), que reúne fundos de pensão como o Petros (da Petrobras). As demais ações (31,9%) pertencem a acionistas minoritários.

Para comprar integralmente a companhia, a State Grid primeiro ofereceu R$ 5,85 bilhões pelas ações da Camargo Corrêa —o contrato deve ser assinado até o final da próxima semana. Em seguida, cópias do contrato serão submetidas às autoridades regulatórias –Cade, CVM e Aneel– e também para Previ e Bonaire.

Pelo acordo de acionistas, eles têm direito de preferência na compra da participação da Camargo Corrêa mas, ainda segundo fontes envolvidas nas negociações, não só deverão abrir mão desse direito como venderão sua parte para a State Grid.

Representantes do grupo chinês dizem que já conversaram com os dois sócios e prometeram comprar a fatia deles nas mesmas condições da Camargo.

Os fundos querem vender sua participação porque têm de cobrir rombos bilionários em suas contas e veem nesse negócio uma oportunidade de lucro.

Oficialmente, Previ e Bonaire afirmam que não receberam proposta dos chineses e, por isso, não comentariam.

minoritários

Caso essa etapa seja vencida, a State Grid fará uma oferta aos acionistas minoritários pagando o mesmo valor por ação –R$ 25. No início de julho, quando a oferta ficou pública, as ações eram negociadas a R$ 20.
http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/08/1803816-cpfl-pode-sair-da-bolsa-apos-acordo-com-empresa-da-china.shtml

325927  - TraderCenter   -  12 Ago 2016, 19:33
A CPFL Energia registrou lucro líquido de R$ 240,135 milhões no segundo trimestre deste ano, pelo padrão IFRS, o que corresponde a um aumento de 166,1% quando comparado ao registrado no mesmo período do ano passado.

A holding CPFL Energia teve um lucro líquido de 240 milhões de reais no segundo trimestre, com avanço de 166,1 por cento na comparação anual, puxado principalmente por um melhor resultado nas áreas de distribuição e geração renovável, informou a empresa nesta quinta-feira.

A companhia, maior elétrica privada do Brasil, teve uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 902 milhões de reais no período, alta de 30,2 por cento na comparação anual.


LUPA MERCANTIL - ANÁLISE FUNDAMENTALISTA

293486  - paulo_prof  -  31 Mar 2015, 01:27
A CPFL é uma empresa muito bem administrada mas, em minha opinião, com um preço muito alto relativo aos seus fundamentos. É uma espécie de "queridinha" do setor elétrico.

Por ter sempre sido muito cara para o meu gosto, não consta de minha planilha e eu não tenho me preocupado em acompanhar ...

Dando uma olhada nos números históricos que podem ser obtidos no site do Fundamentus, conclui-se que a taxa anual média nominal de crescimento da Receita Líquida é de aprox. 9,5%. No último ano a taxa de crescimento foi praticamente o dobro, mas deve ser levado em conta que houve uma mudança no que se refere o tratamento dos ativos/passivos regulatórios que turbinou a Receita em 2014. O Resultado líquido, por sua vez, tem apresentado comportamento "errático". Como exemplo, considere que o lucro médio nos últimos 3 exercícios foi menor do que o lucro médio postado nos anos 2005/2006/2007. Noutras palavras, se uma tendência de longo prazo tivesse que ser definida, esta seria uma taxa anual nominal de crescimento negativo do lucro líquido, igual a aprox. -3,8%.

Isto é claramente incompatível com um P/L na faixa de 20. Por sua vez, um P/VPA = 2,75 também não me parece compatível com o ROE corrente de 13,6%.

Finalmente, não ajuda também o fato da empresa, no exercício de 2014, ter diminuído os proventos para menos da metade dos valores usuais.

172705 - renato1631 -  13 Mar 2013, 23:58
Lucro da CPFL recua 22,6% em 2012
Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
13/03/13 20:24

Os investimentos totalizaram R$ 2,5 bilhões no ano passado, um recorde na história da CPFL.

A CPFL Energia registrou lucro líquido de R$ 1,257 bilhão em 2012, valor 22,6% inferior ao ganho de R$ 1,624 bilhão visto um ano antes.

No quarto trimestre, o lucro líquido caiu 42,6% em relação ao mesmo período de 2011, para R$ 278 milhões.

A receita líquida somou R$ 15 bilhões no ano e R$ 4,3 bilhões no trimestre, caracterizando aumentos de 17,9% e 25%, respectivamente.

As vendas na área de concessão chegaram a 56.682 GWh em 2012, crescimento de 3,8% ante o ano anterior.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) atingiu R$ 3,898 bilhões no ano passado, alta de 1,2% sobre 2011.

No último trimestre, o Ebitda foi de R$ 833 milhões, queda de 16,2% frente ao quarto trimestre de 2011

155150 - renato1631 - 05 Nov 2012, 22:11
CPFL
Balanço da empresa mostra expansão de 16,8% na receita operacional líquida durante os meses de julho e setembro 
Por Paula Barra
 http://www.infomoney.com.br/cpflenergia/noticia/2603546/Lucro-liquido-CPFL-Energia-cai-terceiro-trimestre

30779 - tota57 - 20/Mar/2010 18:36
CPFL planeja triplicar capacidade de geração
De São Paulo-19/03/2010-Valor Economica
A CPFL Energia, a maior distribuidora de energia do Brasil, com quase 14% do mercado em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, está preparada para comprar companhias de distribuição e promover a consolidação do setor no país. É o que afirma Wilson Ferreira Junior, presidente da companhia. "Faremos as devidas aquisições na medida em que apareçam oportunidades", disse no momento em que comentou os resultados da empresa no quarto trimestre de 2009. "Somos um grande consolidador."
Na mira da CPFL estão a Neoenergia (Coelba, Cosern e Celpe), algumas das controladas da americana AES - como a Eletropaulo - e a Bandeirante Energia, do grupo português EDP. Uma das principais razões para a necessidade de consolidação do setor, segundo a CPFL, é que as 64 distribuidoras passarão pelo terceiro ciclo de revisão tarifária, razão pela qual precisariam de escala para compensar a perda nas margens e aumentar a competitividade.
No ano passado, a CPFL tentou adquirir a Elektro, sua vizinha na região de Campinas (SP), mas os donos decidiram fazer uma oferta pública inicial de ações nos EUA. Depois dessa tentativa, a Neoenergia parece ser o caminho mais certo, pelo menos na visão da Previ e da Camargo Corrêa, controladoras da companhia paulista.
Marcos Severine, da Itaú Corretora, avalia alguns cenários prováveis para a companhia paulista: 1) a aquisição da Elektro; 2) a fusão com a Neoenergia; 3) a troca de ativos com a EDP, envolvendo suas duas distribuidoras (Bandeirante e Escelsa), e os de geração da CPFL; e 4) a aquisição da Eletropaulo.
Segundo o analista, esses cenários podem representar uma oportunidade de crescimento significativo no segmento de distribuição, mas alerta que o preço pode não compensar o risco, principalmente depois de um forte desempenho das ações da companhia nos últimos três meses.
Daí a recomendação market perform, com um viés mais negativo para o curto prazo. Severine lembra que, às vésperas do início do terceiro ciclo de revisão tarifária promovida pelo governo federal - as consultas públicas começam no segundo semestre -, o mercado pode não receber muito bem a notícia de uma eventual aquisição por parte da CPFL.
Espera-se que a Aneel revise para abaixo o custo médio ponderado do capital (WACC, que representa a taxa de financiamento) regulatório em pelo menos 150 pontos base, assim como deve revisar as bases de ativos regulatórios das empresas.
O analista da Itaú Corretora avalia ainda que uma eventual reação negativa do mercado a uma aquisição que necessitaria de aumento de capital ampliaria a diluição dos minoritários e tornaria a transação mais cara.
A CPFL avalia, por sua vez, que tem condições de dobrar de tamanho e triplicar sua capacidade de geração. Para isso, contaria com capacidade financeira suficiente. A empresa informou que pode vender ações e pedir novos empréstimos. A ideia é ampliar seu market share para 25%. Durante a teleconferência de apresentação dos resultados da companhia paulista, Ferreira afirmou ainda que CPFL está com cerca de 2,6 mil novos contratos de distribuição, além de outros empreendimentos na área de produção de energia eólica, que vão permitir, ainda este ano, aumentar essa parcela.
Nesse segmento, os parques da empresa no Rio Grande do Norte começarão a ser construídos em agosto deste ano. Já o início das operações está previsto para julho de 2012.
Ferreira informou que a companhia investirá R$ 1,7 bilhão no decorrer deste ano, 31% a mais do que o aplicado em 2009. (V.G.)
Análise Coin Valores
A CPFL Energia é o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de distribuição, geração e comercialização de energia elétrica, nos mercados livre e regulado. Em Distribuição é líder de mercado com 13% de market-share, atuando através de 8 empresas, atendendo 6,7 milhões de clientes em 569 municípios nos estados de SP, RS, MG e norte do PR. Em Geração, possui atualmente 8 grandes usinas hidrelétricas, 34 Pequenas Centrais Hidrelétricas e 3 usinas termelétricas, sendo uma movida a biomassa de cana-de-açúcar, totalizando 2.222 MW de potência instalada. Possui ainda 4 usinas a biomassa, totalizando 185
MW e 8 parques eólicos em construção, correspondentes a 218 MW, que entrarão em operação nos próximos 3 anos. Em Comercialização de energia, também é líder de mercado desde sua criação, com atuação nacional e 16% de market-share. Desde setembro de 2004, a CPFL tem suas ações listadas no Novo Mercado da Bovespa e ADR Nível III na NYSE.

RETROSPECTIVA 2010
O ano de 2010 foi um ano bastante positivo para a Empresa, caracterizado por um expressivo crescimento da capacidade de geração. Tivemos o início da operação comercial da UTE Biomassa Baldin, em Pirassununga/SP, nossa primeira usina a biomassa, com 45 MW de potência instalada, da UHE Foz do Chapecó (855 MW; participação CPFL: 51%), a maior hidrelétrica a entrar em operação no país em 2010 e as UTEs Termonordeste e Termoparaíba,
com 174,2 MW, além da aquisição da PCH Diamante, representando um crescimento de 37,9%
com relação à potência instalada ao final de 2009. Anunciamos também a construção de mais 3 usinas a biomassa e mais um parque eólico, o qual encontra-se na mesma região dos 7 parques comercializados no leilão de reserva de dez/2009 e atualmente em construção, totalizando 175 MW. No segmento de distribuição, tivemos um ano de forte recuperação da indústria, além da continuidade da boa performance das classes residencial e comercial, fruto de toda a expansão do emprego, renda e crédito nos últimos anos. Um evento importante para o Setor foi o início das discussões sobre o 3º ciclo de revisão tarifária das distribuidoras, com a divulgação de proposta pela ANEEL em setembro e início do processo de Audiência Pública, que deverá ser concluído em janeiro de 2011. Em 2010 tivemos uma série de leilões públicos que vão garantir o suprimento de energia nos próximos anos, dada a expectativa de expansão da demanda neste período. Como destaques, tivemos o leilão estruturante onde foi comercializada a energia da UHE Belo Monte (11 GW) e a comercialização de 190 MWmédios em energia de fonte biomassa e 899 MWmédios de fonte eólica, no 3º Leilão de Reserva e 2º Leilão de Fonte Alternativa, realizados em agosto, através de 82 empreendimentos.

PERSPECTIVA 2011
Nossas perspectivas são positivas, com continuidade de boas taxas de crescimento do mercado de energia, especialmente nas regiões em que atuamos, que possuem taxas médias de crescimento acima da média nacional. A expectativa do mercado é de um PIB Brasil para 2011 em torno de 4,5%, o que impacta positivamente o consumo de energia.
Em 2011 também deverão entrar em operação mais 3 plantas de geração a biomassa da CPFL,

atualmente em construção: Bio Ipê, Bio Buriti e Bioformosa, as quais adicionarão 115 MW à potência instalada de geração do Grupo. Até 2013 entrarão em operação mais 1 planta de biomassa e 8 parques eólicos, elevando a capacidade de geração do Grupo a 2.805 MW, segundo maior player privado de geração do país. Além disso, a CPFL continuará avaliando novos empreendimentos de geração, em especial de fonte biomassa e eólica, além de projetos hidrelétricos greenfield.No que tange às questões regulatórias, será concluído o processo de Audiência Pública sobre aMetodologia do 3º ciclo de revisão tarifária em janeiro. Para a CPFL Energia o impacto do 3º ciclo em 2011 será bastante pequeno, tendo em vista que somente a CPFL Piratininga passará pelo processo em out/2011. A CPFL Paulista e a RGE, que juntas representam mais de 70% do EBITDA de Distribuição do Grupo, só passarão pelo processo em abril e junho de 2013, respectivamente.

29176 - tota57 - 02/Mar/2010 19:20
CPFL afirma que há um "novo momento" para consolidação
Por Josette Goulart, de São Paulo
02/03/2010-Valor Economico
O presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Junior, é pragmático ao afirmar que ainda não fez qualquer oferta firme para adquirir outra companhia do setor no país. Mas ele continua categórico ao dizer que a empresa que comanda será a consolidadora do segmento de distribuição no país, como vem dizendo há alguns anos.
Ferreira acredita que esse movimento de fusões e aquisições ganhará força em 2010, com as empresas europeias tendo que reestruturar seus patrimônios, podendo se desfazer de seus ativos no Brasil.
Além disso, as novas tarifas, já confirmadas no processo do segundo ciclo de revisão, reduziram consideravelmente a capacidade de geração de caixa de algumas distribuidoras.
Essas afirmações foram feitas em meio a uma série de notícias que estão sendo veiculadas na imprensa dando conta que um de seus principais acionistas, a Camargo Corrêa, tem o apoio total do governo para se tornar uma das principais elétricas do país. Ferreira não comenta a informação, mas não se intimida ao falar sobre o "recado" que o governo brasileiro tem frequentemente dado ao apoiar a formação de grandes grupos nacionais.
Em alguns setores, como o elétrico, o governo tem a visão de que é importante ter investidores brasileiros por trás das companhias para não ficar à mercê de grupos estrangeiros que possam paralisar seus investimentos por conta de crises nos seus países de origem, segundo Ferreira.
Mas, independentemente do apoio ou não do governo brasileiro, ser um agente consolidador é um objetivo perseguido pela CPFL, porque atualmente é difícil conseguir ser mais eficiente sem ganhar em escala, ou seja, sem comprar outras companhias. "O Britaldo está à procura da mesma escala que nós", diz Ferreira, em referência ao presidente da AES Brasil, Britaldo Soares, que em entrevista ao Valor, em janeiro, afirmou que a empresa não está à venda no país. Pelo contrário, Soares disse que quer comprar ativos de distribuição, crescer em geração e ainda afirma que vai exercer seu direito de preferência caso o BNDES deixe o capital da Brasiliana.
A Eletropaulo, hoje sob o comando da AES, sempre foi um dos maiores desejos de compra da CPFL. Tanto que a empresa imediatamente se candidatou à comprar a companhia quando o BNDES disse que venderia sua parte na empresa, em 2007.
A empresa comandada por Ferreira ganharia não só em escala, como ainda teria uma sinergia geográfica inigualável. Mesma sinergia que seria possível ter com a Elektro, que é vizinha da CPFL na região de Campinas, interior de São Paulo. Ou ainda com a Bandeirante Energia, do grupo português EDP.
No ano passado, a CPFL tentou adquirir a Elektro e já estava em negociações avançadas quando os donos da empresa, um fundo de investimentos estrangeiro, paralisaram as negociações e decidiram fazer uma oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos.
Neste momento, o caminho que tem se mostrado mais acessível para a CPFL crescer seria a fusão com Neoenergia, como desejam a Previ e a Camargo Corrêa. Ambas são sócias na CPFL e a Previ é ainda dona da Neonergia junto com o grupo espanhol Iberdrola.
O caminho para a fusão está aberto porque a empresa espanhola Iberdrola, que detém 39% do capital da Neoenergia tem o foco de seu investimento voltado para Estados Unidos e Inglaterra. A companhia pagou caro por algumas compras que fez, principalmente na Inglaterra, antes da crise financeira mundial e hoje tem que administrar uma alta alavancagem. Mas também nesse assunto Ferreira não dá palpite.
De qualquer forma, ele afirma que alavancagem não é um problema para a CPFL. Pelo contrário, o executivo considera que a capacidade de geração de caixa hoje em 2,3 vezes sua dívida líquida dá conforto para o financiamento de novas aquisições. Seria possível que sua dívida chegasse até 3,5 vezes seu lajida (lucros antes dos juros, impostos, depreciação e amortização).
Neste ano, a empresa vai investir R$ 1,7 bilhão só com os projetos de geração já contratados e em sua operação de distribuição. Mesmo com todo esse investimento, 95% dos mais de R$ 1,28 bilhão que auferiu em lucro no ano passado serão distribuídos a seus acionistas em forma de dividendos.
A empresa teve um crescimento de sua receita líquida em 9%, ultrapassando a marca de R$ 10 bilhões. O crescimento se deve ao forte reajuste tarifário no ano passado de suas distribuidoras que acabou neutralizando a queda do consumo industrial de energia no ano. Consumo que já deu indícios de crescimento no último trimestre do ano, inclusive no segmento industrial. A venda total de energia em gigawatts para o mercado livre e cativo cresceu 4,9%.
Esse foi um dos fatores que influenciaram um crescimento de mais de 25% no lucro líquido registrado no último trimestre do ano, em comparação com o anterior. Mas também o resultado financeiro foi importante no último trimestre do ano e alavancou o crescimento com uma queda nas despesas financeiras de R$ 75 milhões, quase 40% a menos do que no ano anterior.
A perspectiva é de que esse movimento de aumento de consumo continue sendo verificado durante o ano de 2010. Para esse ano, um dos impactos previstos no lajida da companhia é com a assinatura do aditivo ao novo contrato de concessão. A empresa deverá ter 4% a menos de lajida em função da nova fórmula de cálculo da tarifa.

28887 - danielbehar - 25/Fev/2010 12:08
» CPFL: fusão com a Neoenergia pode estar mais perto
Matéria publicada hoje pelo jornal Valor Econômico traz mais uma notícia referente à provável fusão entre CPFL (CPFE3) e Neoenergia. De acordo com o jornal, a empresa espanhola Iberdrola, que divide o controle da Neoenergia com a Previ, poderia sair do bloco de controle, abrindo caminho para uma fusão com a CPFL. Para o analista Marcos Severine, o acordo seria positivo para a CPFL e criaria uma grande empresa no setor elétrico. O analista lembra, no entanto, que também circulam notícias de uma possível compra da Elektro Distribuidora pela CPFL. Essa aquisição, entretanto, poderia ser acompanhada pela compra de outros dois ativos fora do Brasil, o que poderia não ser bem recebido pelo mercado. O analista acredita que essa aquisição viria antes da fusão com a Neoenergia, o que pressionaria as ações da CPFL em um primeiro momento. Com o anúncio da fusão, as ações tenderiam a se recuperar.

18010 - tota57 - 22/Out/2009 11:57
Energia: Negociação foi interrompida depois que a AEI decidiu levar adiante emissão de US$ 800 milhões
Oferta de ações de acionista da Elektro barra planos da CPFL
Josette Goulart, de São Paulo 22/10/2009
Adquirir a Elektro, empresa de distribuição de energia que atua em 223 cidades paulistanas, a maior parte delas na extensão de sua própria área de concessão, era o sonho da CPFL Energia pela sinergia que o negócio lhe traria e a posição líder de mercado que passaria a ocupar. Mas há cerca de um mês, quando achou que estava prestes a fechar negócio, a CPFL foi surpreendida com a ordem de suspensão das negociações vinda do acionista da Elektro, Ashmore Energy International (AEI). Com sede nas Ilhas Cayman, ela tem ativos de infraestrutura em países emergentes e é dona de 99,7% do capital da distribuidora brasileira.
O motivo ficou claro na semana passada, quando a AEI decidiu levar adiante seu plano de emissão de ações no mercado americano. O prospecto foi entregue à comissão de valores mobiliários americana, a SEC, em agosto, mas foi somente no dia 14 deste mês que ela marcou a data para sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Nova York. Será na próxima segunda-feira, dia 26.
A expectativa é de uma captação de recursos entre US$ 700 milhões e US$ 800 milhões. Este será uma das maiores ofertas no mercado americano neste ano, segundo a agência de notícias DowJones Newswire. Se a oferta for um sucesso de público, dificilmente uma empresa com tanto recurso novo em caixa se desfaria de um de seus principais ativos. A Elektro é hoje a maior empresa de distribuição sob o guarda-chuva da Ashmore. Sem contar, que os novos acionistas que vão comprar o papel estarão comprando o investimento brasileiro, tão em voga hoje entre os investidores. Desta forma, o sonho da CPFL será adiado por tempo indeterminado na visão de analistas do setor ouvidos pelo Valor. Procuradas, as duas empresas não quiseram se pronunciar.
A AEI começou suas atividades como um fundo de participações administrado por uma empresa de gestão de recursos londrina também chamada Ashmore. Em 2006, entrou na operação a Prisma Energy International, uma empresa sobrevivente do falido grupo Enron. A Prisma mudou então seu nome para Ashmore Energy International. Hoje, ela tem ainda como sócio um fundo de private equity do governo de Cingapura, que detém 23% do capital da AEI.
A empresa opera em 19 países sendo que os ativos brasileiros representaram 36% do lucro antes dos impostos, juros, depreciação e amortização (lajida) da AEI em 2008. É o maior negócio do grupo. Em segundo lugar, vem a operação colombiana. No Brasil, a Ashmore tem ainda uma termelétrica (a EPE) e empresas de transporte e distribuição de gás natural (Cuiabá GOM, Cuiabá TBS e TBG). A área de distribuição representa 51% do portfólio da AEI, que tem ainda distribuidoras no Peru, Argentina, Chile, El Salvador, Panamá.
A Elektro era cobiçada por diversas empresas brasileiras que querem consolidar suas operações. Com sua saída do páreo, mais uma vez os grandes grupos vão se deparar com a dificuldade de fazer aquisições e fazer acontecer a famigerada consolidação do setor de distribuição no país.
O Brasil possui hoje 64 empresas distribuidoras. A maior parte delas ainda continua na mão dos diversos governos, seja estadual, municipal ou federal. Assim são poucos os ativos à venda. Um deles seria a Rede Energia, mas os donos da companhia tem conseguido tocar seus negócios, apesar da dívida elevada, com a ajuda do governo federal que, por meio da Eletrobrás , estuda entrar em algumas empresas do grupo. Ainda se espera que grupos estrangeiros vendam suas distribuidoras no Nordeste. Mas, passado o pior da crise, alguns analistas creem que esse processo possa se arrastar mais.

8412 - tota57 - 07/Jul/2009 20:36
COELCE E CPFL DIVIDEM PREMIO ABRADEE DE MELHOR EMPRESA DO BRASIL.
A Coelce levou ainda o Premio de melhor empresa na Avaliação pelo Cliente e melhor empresa do Nordeste.
Vencedores nas categorias acima de 500 mil consumidores
Responsabilidade Social: RGE (RS)
Qualidade da Gestão: CPFL Paulista (SP)
Avaliação pelo Cliente: Coelce (CE)
Gestão Operacional: Elektro (SP)
Gestão Econômico-Financeira: Coelba (BA)
Evolução do Desempenho: Light (RJ)
Região Nordeste: Coelce (CE)
Norte/Centro-Oeste: Cemat (MT)
Sudeste: CPFL Paulista (SP)
Sul: RGE (RS)
Prêmio Nacional: Coelce e CPFL Paulista
É galera...além de bom ativo na bolsa de valores, ela dá show de bola na Gestão.

2203 - herdsman - 07/Mar/2009 20:37
"é ancamar, precisa lembrar da venda da CFPL"
"!CPFL - O último ato de David Zylbersztajn foi ""vender"" a Companhia Paulista de Força e Luz, responsável por 06% do consumo nacional, o correspondente a todo o consumo do Chile, em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo. Seu preço mínimo foi orçado em US$1,7 bilhões, mas o BNDES vai ""ajudar"" o comprador com 70% do valor de compra. Isto significa que o Governo FHC, que quer cortar 2 bilhões da área social, através do pacote de Natal, vai emprestar cerca de 1.37 bilhão para que o grupo VBC (Votorantim, Bradesco e Camargo Correa), vencedor do leilão relâmpago de cinco minutos, realizado na Bovespa, passe a pagar ""o preço"" em suaves prestações e com carência de quase 20 anos."
Para quem não lembra Zylbersztajn era o genro do FHC..que queria mudar o nome do Petrobras para Petrobrax que seria mais fácil de vender para os rapazes da City.
"Não esperamos então que esta turma esteja muito preocupado com as dores dos seus acionistas. E agora estou até vendo o cara de capeta do Fernando Collor administrando Bilhoes$$ no senado?.Gente do céu assim não da. Não vou deixar meu dinheiro para este tipos administrar, estou mais decidido fazer uma aposentadoria com small caps.(esta ultima linha meu adicionei para small não me filtrar como sendo politicamente incorreto)"

2024 - small caps - 02/Mar/2009 23:45
"citação: RoderichSmall, por favor eu gostaria de um comentário ou uma análise tua sobre CPLE3.De cara percebe-se uma situação muito mais confortável em relação ao caixa e às dívidas como também em relação ao passivo total de CPLE em relação a outras elétricas ciomo EQTL, embora me pareça que na maioria dos casos estas dívidas e passivos são de longo prazo e com taxas de juros bem reduzidas.Não sei no caso em questão.CPLE tem liquidez corrente, PL, P/VP, EV/EBITDA,ROIC e margem EBITDA mais atrativas.Porèm, sai perdendo no PSR, no ROE e principalmente nos dividendos.A Socopa diz que a empresa està bem exposta a variação da curva de preços.Gostaria de perguntar-lhe sobre esta variação de preços, sobre o calendário de reajustes de tarifas e concessões, sobre o desperdício de energia, se tens alguma informação, enfim, se valeria uma entrada.E se saberia explicar o porquê de tão baixo DY já que tem uma situação mais confortável em relação às dívidas.Obrigado"
"Roderich, há duas coisas que não gosto na CPLE3. O responsável pela administração e os magros dividendos. No mais, tem ótimos indicadores fundamentalistas. Mas como me pauto pelo ganho em dividendos para tais companhias, acabei a preterindo."
"E entre aquelas que não pagam dividendos, prefiro a CEBR..."

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