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Nos bancos: BGIP4, PINE4 e PRBC4;

Na construção civil: JHSF3, HBOR3, EZTC3 e ETER3;

Na elétricas: COCE3 e ENBR3;

Nos serviços diversos: CGAS3, VIVT3 e CARD3,

Na indústria: TKNO4, GRND3 e FRAS4.

No ano, andou comprando também FJTA, OIBR, TPIS, SLED, TAEE ...

Na última temporada de balanços (2T2012), reforçou: EALT e iniciou posição em PTBL e BEMA.
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Paulo Prof:
BBAS3, CGRA4, CIEL3, CSNA3, CTSA4, ENMA3B, ETER3, PDGR3, SAPR4, TIMP3, VALE5, VLID3, WHRL4

sábado, 10 de outubro de 2009

CPFL Energia (CPFE)



Recomendação:não recomendada
2024 de 5068 02/Mar/2009 23:45 0
1 small caps Usuário Premium Comentários: 2794 - Desde: Fev 2007
"citação: RoderichSmall, por favor eu gostaria de um comentário ou uma análise tua sobre CPLE3.De cara percebe-se uma situação muito mais confortável em relação ao caixa e às dívidas como também em relação ao passivo total de CPLE em relação a outras elétricas ciomo EQTL, embora me pareça que na maioria dos casos estas dívidas e passivos são de longo prazo e com taxas de juros bem reduzidas.Não sei no caso em questão.CPLE tem liquidez corrente, PL, P/VP, EV/EBITDA,ROIC e margem EBITDA mais atrativas.Porèm, sai perdendo no PSR, no ROE e principalmente nos dividendos.A Socopa diz que a empresa està bem exposta a variação da curva de preços.Gostaria de perguntar-lhe sobre esta variação de preços, sobre o calendário de reajustes de tarifas e concessões, sobre o desperdício de energia, se tens alguma informação, enfim, se valeria uma entrada.E se saberia explicar o porquê de tão baixo DY já que tem uma situação mais confortável em relação às dívidas.Obrigado"
"Roderich, há duas coisas que não gosto na CPLE3. O responsável pela administração e os magros dividendos. No mais, tem ótimos indicadores fundamentalistas. Mas como me pauto pelo ganho em dividendos para tais companhias, acabei a preterindo."
"E entre aquelas que não pagam dividendos, prefiro a CEBR..."
2203 de 5068 07/Mar/2009 20:37 0
herdsman Usuário Premium Comentários: 184 - Desde: Nov 2008
"é ancamar, precisa lembrar da venda da CFPL"
"!CPFL - O último ato de David Zylbersztajn foi ""vender"" a Companhia Paulista de Força e Luz, responsável por 06% do consumo nacional, o correspondente a todo o consumo do Chile, em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo. Seu preço mínimo foi orçado em US$1,7 bilhões, mas o BNDES vai ""ajudar"" o comprador com 70% do valor de compra. Isto significa que o Governo FHC, que quer cortar 2 bilhões da área social, através do pacote de Natal, vai emprestar cerca de 1.37 bilhão para que o grupo VBC (Votorantim, Bradesco e Camargo Correa), vencedor do leilão relâmpago de cinco minutos, realizado na Bovespa, passe a pagar ""o preço"" em suaves prestações e com carência de quase 20 anos."
Para quem não lembra Zylbersztajn era o genro do FHC..que queria mudar o nome do Petrobras para Petrobrax que seria mais fácil de vender para os rapazes da City.
"Não esperamos então que esta turma esteja muito preocupado com as dores dos seus acionistas. E agora estou até vendo o cara de capeta do Fernando Collor administrando Bilhoes$$ no senado?.Gente do céu assim não da. Não vou deixar meu dinheiro para este tipos administrar, estou mais decidido fazer uma aposentadoria com small caps.(esta ultima linha meu adicionei para small não me filtrar como sendo politicamente incorreto)"
8412 de 850307/Jul/2009 20:36 0 tota57Comentários: 3083 - Desde: Abr 2007
Boa noite,
COELCE E CPFL DIVIDEM PREMIO ABRADEE DE MELHOR EMPRESA DO BRASIL.
A Coelce levou ainda o Premio de melhor empresa na Avaliação pelo Cliente e melhor empresa do Nordeste.
Vencedores nas categorias acima de 500 mil consumidores
Responsabilidade Social: RGE (RS)
Qualidade da Gestão: CPFL Paulista (SP)
Avaliação pelo Cliente: Coelce (CE)
Gestão Operacional: Elektro (SP)
Gestão Econômico-Financeira: Coelba (BA)
Evolução do Desempenho: Light (RJ)
Região Nordeste: Coelce (CE)
Norte/Centro-Oeste: Cemat (MT)
Sudeste: CPFL Paulista (SP)
Sul: RGE (RS)
Prêmio Nacional: Coelce e CPFL Paulista
É galera...além de bom ativo na bolsa de valores, ela dá show de bola na Gestão.
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18010 de 18025Modificado em 22/Out/2009 11:57 0 tota57Comentários: 4588 - Desde: Abr 2007
Bom dia,
Energia: Negociação foi interrompida depois que a AEI decidiu levar adiante emissão de US$ 800 milhões
Oferta de ações de acionista da Elektro barra planos da CPFL
Josette Goulart, de São Paulo 22/10/2009
Adquirir a Elektro, empresa de distribuição de energia que atua em 223 cidades paulistanas, a maior parte delas na extensão de sua própria área de concessão, era o sonho da CPFL Energia pela sinergia que o negócio lhe traria e a posição líder de mercado que passaria a ocupar. Mas há cerca de um mês, quando achou que estava prestes a fechar negócio, a CPFL foi surpreendida com a ordem de suspensão das negociações vinda do acionista da Elektro, Ashmore Energy International (AEI). Com sede nas Ilhas Cayman, ela tem ativos de infraestrutura em países emergentes e é dona de 99,7% do capital da distribuidora brasileira.
O motivo ficou claro na semana passada, quando a AEI decidiu levar adiante seu plano de emissão de ações no mercado americano. O prospecto foi entregue à comissão de valores mobiliários americana, a SEC, em agosto, mas foi somente no dia 14 deste mês que ela marcou a data para sua oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) na Bolsa de Nova York. Será na próxima segunda-feira, dia 26.
A expectativa é de uma captação de recursos entre US$ 700 milhões e US$ 800 milhões. Este será uma das maiores ofertas no mercado americano neste ano, segundo a agência de notícias DowJones Newswire. Se a oferta for um sucesso de público, dificilmente uma empresa com tanto recurso novo em caixa se desfaria de um de seus principais ativos. A Elektro é hoje a maior empresa de distribuição sob o guarda-chuva da Ashmore. Sem contar, que os novos acionistas que vão comprar o papel estarão comprando o investimento brasileiro, tão em voga hoje entre os investidores. Desta forma, o sonho da CPFL será adiado por tempo indeterminado na visão de analistas do setor ouvidos pelo Valor. Procuradas, as duas empresas não quiseram se pronunciar.
A AEI começou suas atividades como um fundo de participações administrado por uma empresa de gestão de recursos londrina também chamada Ashmore. Em 2006, entrou na operação a Prisma Energy International, uma empresa sobrevivente do falido grupo Enron. A Prisma mudou então seu nome para Ashmore Energy International. Hoje, ela tem ainda como sócio um fundo de private equity do governo de Cingapura, que detém 23% do capital da AEI.
A empresa opera em 19 países sendo que os ativos brasileiros representaram 36% do lucro antes dos impostos, juros, depreciação e amortização (lajida) da AEI em 2008. É o maior negócio do grupo. Em segundo lugar, vem a operação colombiana. No Brasil, a Ashmore tem ainda uma termelétrica (a EPE) e empresas de transporte e distribuição de gás natural (Cuiabá GOM, Cuiabá TBS e TBG). A área de distribuição representa 51% do portfólio da AEI, que tem ainda distribuidoras no Peru, Argentina, Chile, El Salvador, Panamá.
A Elektro era cobiçada por diversas empresas brasileiras que querem consolidar suas operações. Com sua saída do páreo, mais uma vez os grandes grupos vão se deparar com a dificuldade de fazer aquisições e fazer acontecer a famigerada consolidação do setor de distribuição no país.
O Brasil possui hoje 64 empresas distribuidoras. A maior parte delas ainda continua na mão dos diversos governos, seja estadual, municipal ou federal. Assim são poucos os ativos à venda. Um deles seria a Rede Energia, mas os donos da companhia tem conseguido tocar seus negócios, apesar da dívida elevada, com a ajuda do governo federal que, por meio da Eletrobrás , estuda entrar em algumas empresas do grupo. Ainda se espera que grupos estrangeiros vendam suas distribuidoras no Nordeste. Mas, passado o pior da crise, alguns analistas creem que esse processo possa se arrastar mais.
28887 de 2890725/Fev/2010 12:08 [Citar este comentário] 0
1 danielbeharComentários: 1646 - Desde: Jul 2007
» CPFL: fusão com a Neoenergia pode estar mais perto
Matéria publicada hoje pelo jornal Valor Econômico traz mais uma notícia referente à provável fusão entre CPFL (CPFE3) e Neoenergia. De acordo com o jornal, a empresa espanhola Iberdrola, que divide o controle da Neoenergia com a Previ, poderia sair do bloco de controle, abrindo caminho para uma fusão com a CPFL. Para o analista Marcos Severine, o acordo seria positivo para a CPFL e criaria uma grande empresa no setor elétrico. O analista lembra, no entanto, que também circulam notícias de uma possível compra da Elektro Distribuidora pela CPFL. Essa aquisição, entretanto, poderia ser acompanhada pela compra de outros dois ativos fora do Brasil, o que poderia não ser bem recebido pelo mercado. O analista acredita que essa aquisição viria antes da fusão com a Neoenergia, o que pressionaria as ações da CPFL em um primeiro momento. Com o anúncio da fusão, as ações tenderiam a se recuperar.
29176 de 2921002/Mar/2010 19:20 [Citar este comentário] 1
4 tota57Comentários: 6163 - Desde: Abr 2007
CPFL afirma que há um "novo momento" para consolidação
Por Josette Goulart, de São Paulo
02/03/2010-Valor Economico
O presidente da CPFL Energia, Wilson Ferreira Junior, é pragmático ao afirmar que ainda não fez qualquer oferta firme para adquirir outra companhia do setor no país. Mas ele continua categórico ao dizer que a empresa que comanda será a consolidadora do segmento de distribuição no país, como vem dizendo há alguns anos.
Ferreira acredita que esse movimento de fusões e aquisições ganhará força em 2010, com as empresas europeias tendo que reestruturar seus patrimônios, podendo se desfazer de seus ativos no Brasil.
Além disso, as novas tarifas, já confirmadas no processo do segundo ciclo de revisão, reduziram consideravelmente a capacidade de geração de caixa de algumas distribuidoras.
Essas afirmações foram feitas em meio a uma série de notícias que estão sendo veiculadas na imprensa dando conta que um de seus principais acionistas, a Camargo Corrêa, tem o apoio total do governo para se tornar uma das principais elétricas do país. Ferreira não comenta a informação, mas não se intimida ao falar sobre o "recado" que o governo brasileiro tem frequentemente dado ao apoiar a formação de grandes grupos nacionais.
Em alguns setores, como o elétrico, o governo tem a visão de que é importante ter investidores brasileiros por trás das companhias para não ficar à mercê de grupos estrangeiros que possam paralisar seus investimentos por conta de crises nos seus países de origem, segundo Ferreira.
Mas, independentemente do apoio ou não do governo brasileiro, ser um agente consolidador é um objetivo perseguido pela CPFL, porque atualmente é difícil conseguir ser mais eficiente sem ganhar em escala, ou seja, sem comprar outras companhias. "O Britaldo está à procura da mesma escala que nós", diz Ferreira, em referência ao presidente da AES Brasil, Britaldo Soares, que em entrevista ao Valor, em janeiro, afirmou que a empresa não está à venda no país. Pelo contrário, Soares disse que quer comprar ativos de distribuição, crescer em geração e ainda afirma que vai exercer seu direito de preferência caso o BNDES deixe o capital da Brasiliana.
A Eletropaulo, hoje sob o comando da AES, sempre foi um dos maiores desejos de compra da CPFL. Tanto que a empresa imediatamente se candidatou à comprar a companhia quando o BNDES disse que venderia sua parte na empresa, em 2007.
A empresa comandada por Ferreira ganharia não só em escala, como ainda teria uma sinergia geográfica inigualável. Mesma sinergia que seria possível ter com a Elektro, que é vizinha da CPFL na região de Campinas, interior de São Paulo. Ou ainda com a Bandeirante Energia, do grupo português EDP.
No ano passado, a CPFL tentou adquirir a Elektro e já estava em negociações avançadas quando os donos da empresa, um fundo de investimentos estrangeiro, paralisaram as negociações e decidiram fazer uma oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos.
Neste momento, o caminho que tem se mostrado mais acessível para a CPFL crescer seria a fusão com Neoenergia, como desejam a Previ e a Camargo Corrêa. Ambas são sócias na CPFL e a Previ é ainda dona da Neonergia junto com o grupo espanhol Iberdrola.
O caminho para a fusão está aberto porque a empresa espanhola Iberdrola, que detém 39% do capital da Neoenergia tem o foco de seu investimento voltado para Estados Unidos e Inglaterra. A companhia pagou caro por algumas compras que fez, principalmente na Inglaterra, antes da crise financeira mundial e hoje tem que administrar uma alta alavancagem. Mas também nesse assunto Ferreira não dá palpite.
De qualquer forma, ele afirma que alavancagem não é um problema para a CPFL. Pelo contrário, o executivo considera que a capacidade de geração de caixa hoje em 2,3 vezes sua dívida líquida dá conforto para o financiamento de novas aquisições. Seria possível que sua dívida chegasse até 3,5 vezes seu lajida (lucros antes dos juros, impostos, depreciação e amortização).
Neste ano, a empresa vai investir R$ 1,7 bilhão só com os projetos de geração já contratados e em sua operação de distribuição. Mesmo com todo esse investimento, 95% dos mais de R$ 1,28 bilhão que auferiu em lucro no ano passado serão distribuídos a seus acionistas em forma de dividendos.
A empresa teve um crescimento de sua receita líquida em 9%, ultrapassando a marca de R$ 10 bilhões. O crescimento se deve ao forte reajuste tarifário no ano passado de suas distribuidoras que acabou neutralizando a queda do consumo industrial de energia no ano. Consumo que já deu indícios de crescimento no último trimestre do ano, inclusive no segmento industrial. A venda total de energia em gigawatts para o mercado livre e cativo cresceu 4,9%.
Esse foi um dos fatores que influenciaram um crescimento de mais de 25% no lucro líquido registrado no último trimestre do ano, em comparação com o anterior. Mas também o resultado financeiro foi importante no último trimestre do ano e alavancou o crescimento com uma queda nas despesas financeiras de R$ 75 milhões, quase 40% a menos do que no ano anterior.
A perspectiva é de que esse movimento de aumento de consumo continue sendo verificado durante o ano de 2010. Para esse ano, um dos impactos previstos no lajida da companhia é com a assinatura do aditivo ao novo contrato de concessão. A empresa deverá ter 4% a menos de lajida em função da nova fórmula de cálculo da tarifa.
30779 de 3078920/Mar/2010 18:36 [Citar este comentário] 0
2 tota57Comentários: 6404 - Desde: Abr 2007
CPFL planeja triplicar capacidade de geração
De São Paulo-19/03/2010-Valor Economica
A CPFL Energia, a maior distribuidora de energia do Brasil, com quase 14% do mercado em São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Minas Gerais, está preparada para comprar companhias de distribuição e promover a consolidação do setor no país. É o que afirma Wilson Ferreira Junior, presidente da companhia. "Faremos as devidas aquisições na medida em que apareçam oportunidades", disse no momento em que comentou os resultados da empresa no quarto trimestre de 2009. "Somos um grande consolidador."
Na mira da CPFL estão a Neoenergia (Coelba, Cosern e Celpe), algumas das controladas da americana AES - como a Eletropaulo - e a Bandeirante Energia, do grupo português EDP. Uma das principais razões para a necessidade de consolidação do setor, segundo a CPFL, é que as 64 distribuidoras passarão pelo terceiro ciclo de revisão tarifária, razão pela qual precisariam de escala para compensar a perda nas margens e aumentar a competitividade.
No ano passado, a CPFL tentou adquirir a Elektro, sua vizinha na região de Campinas (SP), mas os donos decidiram fazer uma oferta pública inicial de ações nos EUA. Depois dessa tentativa, a Neoenergia parece ser o caminho mais certo, pelo menos na visão da Previ e da Camargo Corrêa, controladoras da companhia paulista.
Marcos Severine, da Itaú Corretora, avalia alguns cenários prováveis para a companhia paulista: 1) a aquisição da Elektro; 2) a fusão com a Neoenergia; 3) a troca de ativos com a EDP, envolvendo suas duas distribuidoras (Bandeirante e Escelsa), e os de geração da CPFL; e 4) a aquisição da Eletropaulo.
Segundo o analista, esses cenários podem representar uma oportunidade de crescimento significativo no segmento de distribuição, mas alerta que o preço pode não compensar o risco, principalmente depois de um forte desempenho das ações da companhia nos últimos três meses.
Daí a recomendação market perform, com um viés mais negativo para o curto prazo. Severine lembra que, às vésperas do início do terceiro ciclo de revisão tarifária promovida pelo governo federal - as consultas públicas começam no segundo semestre -, o mercado pode não receber muito bem a notícia de uma eventual aquisição por parte da CPFL.
Espera-se que a Aneel revise para abaixo o custo médio ponderado do capital (WACC, que representa a taxa de financiamento) regulatório em pelo menos 150 pontos base, assim como deve revisar as bases de ativos regulatórios das empresas.
O analista da Itaú Corretora avalia ainda que uma eventual reação negativa do mercado a uma aquisição que necessitaria de aumento de capital ampliaria a diluição dos minoritários e tornaria a transação mais cara.
A CPFL avalia, por sua vez, que tem condições de dobrar de tamanho e triplicar sua capacidade de geração. Para isso, contaria com capacidade financeira suficiente. A empresa informou que pode vender ações e pedir novos empréstimos. A ideia é ampliar seu market share para 25%. Durante a teleconferência de apresentação dos resultados da companhia paulista, Ferreira afirmou ainda que CPFL está com cerca de 2,6 mil novos contratos de distribuição, além de outros empreendimentos na área de produção de energia eólica, que vão permitir, ainda este ano, aumentar essa parcela.
Nesse segmento, os parques da empresa no Rio Grande do Norte começarão a ser construídos em agosto deste ano. Já o início das operações está previsto para julho de 2012.
Ferreira informou que a companhia investirá R$ 1,7 bilhão no decorrer deste ano, 31% a mais do que o aplicado em 2009. (V.G.)
Análise Coin Valores
A CPFL Energia é o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, atuando nos segmentos de distribuição, geração e comercialização de energia elétrica, nos mercados livre e regulado. Em Distribuição é líder de mercado com 13% de market-share, atuando através de 8 empresas, atendendo 6,7 milhões de clientes em 569 municípios nos estados de SP, RS, MG e norte do PR. Em Geração, possui atualmente 8 grandes usinas hidrelétricas, 34 Pequenas Centrais Hidrelétricas e 3 usinas termelétricas, sendo uma movida a biomassa de cana-de-açúcar, totalizando 2.222 MW de potência instalada. Possui ainda 4 usinas a biomassa, totalizando 185
MW e 8 parques eólicos em construção, correspondentes a 218 MW, que entrarão em operação nos próximos 3 anos. Em Comercialização de energia, também é líder de mercado desde sua criação, com atuação nacional e 16% de market-share. Desde setembro de 2004, a CPFL tem suas ações listadas no Novo Mercado da Bovespa e ADR Nível III na NYSE.

RETROSPECTIVA 2010
O ano de 2010 foi um ano bastante positivo para a Empresa, caracterizado por um expressivo crescimento da capacidade de geração. Tivemos o início da operação comercial da UTE Biomassa Baldin, em Pirassununga/SP, nossa primeira usina a biomassa, com 45 MW de potência instalada, da UHE Foz do Chapecó (855 MW; participação CPFL: 51%), a maior hidrelétrica a entrar em operação no país em 2010 e as UTEs Termonordeste e Termoparaíba,
com 174,2 MW, além da aquisição da PCH Diamante, representando um crescimento de 37,9%
com relação à potência instalada ao final de 2009. Anunciamos também a construção de mais 3 usinas a biomassa e mais um parque eólico, o qual encontra-se na mesma região dos 7 parques comercializados no leilão de reserva de dez/2009 e atualmente em construção, totalizando 175 MW. No segmento de distribuição, tivemos um ano de forte recuperação da indústria, além da continuidade da boa performance das classes residencial e comercial, fruto de toda a expansão do emprego, renda e crédito nos últimos anos. Um evento importante para o Setor foi o início das discussões sobre o 3º ciclo de revisão tarifária das distribuidoras, com a divulgação de proposta pela ANEEL em setembro e início do processo de Audiência Pública, que deverá ser concluído em janeiro de 2011. Em 2010 tivemos uma série de leilões públicos que vão garantir o suprimento de energia nos próximos anos, dada a expectativa de expansão da demanda neste período. Como destaques, tivemos o leilão estruturante onde foi comercializada a energia da UHE Belo Monte (11 GW) e a comercialização de 190 MWmédios em energia de fonte biomassa e 899 MWmédios de fonte eólica, no 3º Leilão de Reserva e 2º Leilão de Fonte Alternativa, realizados em agosto, através de 82 empreendimentos.

PERSPECTIVA 2011
Nossas perspectivas são positivas, com continuidade de boas taxas de crescimento do mercado de energia, especialmente nas regiões em que atuamos, que possuem taxas médias de crescimento acima da média nacional. A expectativa do mercado é de um PIB Brasil para 2011 em torno de 4,5%, o que impacta positivamente o consumo de energia.
Em 2011 também deverão entrar em operação mais 3 plantas de geração a biomassa da CPFL,
atualmente em construção: Bio Ipê, Bio Buriti e Bioformosa, as quais adicionarão 115 MW à potência instalada de geração do Grupo. Até 2013 entrarão em operação mais 1 planta de biomassa e 8 parques eólicos, elevando a capacidade de geração do Grupo a 2.805 MW, segundo maior player privado de geração do país. Além disso, a CPFL continuará avaliando novos empreendimentos de geração, em especial de fonte biomassa e eólica, além de projetos hidrelétricos greenfield.No que tange às questões regulatórias, será concluído o processo de Audiência Pública sobre aMetodologia do 3º ciclo de revisão tarifária em janeiro. Para a CPFL Energia o impacto do 3º ciclo em 2011 será bastante pequeno, tendo em vista que somente a CPFL Piratininga passará pelo processo em out/2011. A CPFL Paulista e a RGE, que juntas representam mais de 70% do EBITDA de Distribuição do Grupo, só passarão pelo processo em abril e junho de 2013, respectivamente.

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