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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Triunfo (TPIS)


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Códigos de Negociação
Tipo
TPIS3
Novo Mercado
Balanços
3T2018 -
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LÍQUIDO = Resultado Líquido de R$ -56,527 milhões no 3T18 x R$ -254,9 milhões no 3T17; RESULTADO OPERACIONAL = R$ -74,960 milhões no 3T18 x -334,9 milhões no 3T17; RESULTADO FINANCEIRO = R$ -79,643 milhões no 3T18 x -95,187 milhões no 3T17; EBITDA = R$ 72,790 milhões no 3T18 x -186,6 milhões no 3T17; RELATORIO DA ADM = A receita bruta consolidada totalizou R$996,7 milhões, variação de -18,0% em comparação ao resultado dos 9M17, impactada, principalmente, pelo fim das operações da Concepa no início de julho de 2018, pela greve dos caminhoneiros ocorrida ao longo do mês de maio, pela isenção na cobrança dos eixos suspensos e aumento das evasões na Econorte, além da redução da tarifa de pedágio na Concebra em setembro de 2018 (-6,7%). Em contrapartida, os reajustes tarifários aplicados no ano passado em algumas concessões rodoviárias amenizaram os impactos acima destacados.Adicionalmente, a receita de construção retraiu 42,5% nos primeiros nove meses de 2018, reflexo da ausência de serviços de construção na Concepa desde julho de 2017, como também da elevada base de comparação por conta de receitas relativas a períodos anteriores reconhecidas na Concer em 2017. Dessa forma, a receita líquida ajustada -que exclui a receita de construção -atingiu R$793,0 milhões nos 9M18, variação de -12,5% quando comparada ao mesmo período do ano anterior.

A2017/4T2017 -
marcosvinicius2 -  
PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA OPERACIONAL = A receita operacional bruta consolidada apresentou queda de 3,2% no ano, de R$1.659,5 milhões para R$1.606,5 milhões, impactada principalmente pela redução na receita de construção de ativos. Tal efeito foi parcialmente compensado pela maior arrecadação de pedágio, impulsionada pelas tarifas reajustadas no decorrer do ano de 2017. A variação na receita operacional líquida seguiu a mesma tendência, com queda de 3,5%, para R$1.492,7 milhões.; RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro está representado pelos juros, correções monetárias, remunerações pagas aos credores da Companhia, ajustados pelas receitas financeiras e ajustes a valor justo. Em 2017, o resultado financeiro consolidado foi negativo em R$678,8 milhões, 17,5% superior ao observado em 2016, devido a: (i) despesas relacionadas à Primeira Emissão de Debêntures conversíveis em ações de colocação privada da controlada Vênus Participações e Investimentos S.A., posteriormente liquidada em outubro 2017; (ii) maior variação monetária das operações financeiras atreladas a CDI, IPCA e TJLP; (iii) renovações de dívidas de curto prazo; e (iv) multa e juros em algumas de suas concessionárias.

1T2015 -
paulo_prof  -
Uma olhada superficial nos números mostra um muito bom resultado e, a menos que os detalhes do relatório que não li provem o contrário, parece que este resultado é sustentável !!!
A piora em relação ao 1T14 era esperada, por causa do segmento de energia. Além dos preços médios da energia no mercado spot serem muito mais altos no 1T14, naquele trimestre foi fechado um grande negócio de venda antecipada de energia.
Se não houver eventos não recorentes na DRE do 1T15, acho que a empresa será capaz de gerar um lucro anual na faixa dos R$ 300 milhões, o que seria compatível com um preço justo de aprox. R$ 17,00, com uma grande margem de segurança em relação ao preço atual de R$ 4,47
Não parece ser a toa que o mercado está animado!
Características
A Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. (TPIS3) e uma das principais empresas brasileiras do setor de infraestrutura com forte atuacao nos segmentos  de concessoes rodoviarias, administracao portuaria e aeroportuaria, geracao de  energia e cabotagem. Listada, desde 2007, no Novo Mercado, o mais alto nivel de  governanca corporativa da BM&FBovespa, a Triunfo baseia sua estrategia de  crescimento na diversificacao de seu portfolio, atraves de projetos bem  estruturados com foco na geracao de valor aos acionistas.
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14/02/2020 -
informa que a sua controlada em conjunto Aeroportos Brasil Viracopos S.A. teve seu Plano de Recuperação Judicial aprovado em Assembleia Geral de Credores finalizada na data de hoje. O plano prevê, dentre outros fatores, que a Concessionária deverá requerer a relicitação do contrato de concessão do aeroporto. A devolução do ativo no contexto desta relicitação ocorrerá de modo a representar um stop loss, implicando uma ampla quitação para a Concessionária e seus acionistas (público e privados), nos termos e condições do plano. A Companhia informa ainda que assinou um acordo com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social - BNDES, estabelecendo que os valores decorrentes de instrumentos financeiros concedidos à Concessionária não estão sujeitos ao processo de Recuperação Judicial. O acordo prevê também a liberação de recursos disponíveis nas contas garantidoras vinculadas a esses passivos, bem como a suspensão parcial de pagamentos até que ocorra a relicitação do aeroporto.

23/01/2020 -
DECISÃO SOBRE RECUPERAÇÃO JUDICIAL VIRACOPOS - foi proferida decisão pelo presidente do Superior Tribunal de Justiça, a qual suspendeu o processo de caducidade e as multas administrativas impostas pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em relação à controlada em conjunto Aeroportos Brasil Viracopos S.A.

22/01/2020 -
REFORMA DA DECISÃO QUE HOMOLOGOU OS PLANOS DE RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL - a 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça de São Paulo publicou o Acórdão com os votos dos julgadores dos recursos de apelação do BNDES e Infrabrasil, que resultaram na reforma da sentença de primeira instância que havia homologado os PREs. Dessa forma, com efeito a partir de 23 de janeiro de 2020, os PREs da Companhia e outras, bem como o da Concer, encontram-se suspensos, fazendo com que os créditos abrangidos retornem às condições precedentes. Adicionalmente, os credores contemplados no Leilão Reverso realizado em 20 de março de 2018 deverão depositar judicialmente os valores recebidos.

21/01/2020 -  tomou conhecimento da decisão proferida pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, nos autos da Ação Civil Pública de Improbidade Administrativa proposta pelo Estado do Paraná e Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná, estabelecendo nova redução das tarifas de pedágio em 25,77% nas três praças da Econorte e a vedação na distribuição de lucros e dividendos pela Companhia, Econorte e Rio Tibagi. Em cumprimento à referida decisão, a redução de 25,77% nas tarifas de pedágio das três praças da Econorte ocorrerá a partir de 0h do dia 22 de janeiro de 2020.

15/01/2020 - Triunfo Comunica Dados Operacionais de Dezembro 2019

356962 - marcosvinicius2 -  19 Dez 2018, 00:59
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RESULTADO LÍQUIDO = Resultado Líquido de R$ -56,527 milhões no 3T18 x R$ -254,9 milhões no 3T17; RESULTADO OPERACIONAL = R$ -74,960 milhões no 3T18 x -334,9 milhões no 3T17; RESULTADO FINANCEIRO = R$ -79,643 milhões no 3T18 x -95,187 milhões no 3T17; EBITDA = R$ 72,790 milhões no 3T18 x -186,6 milhões no 3T17; RELATORIO DA ADM = A receita bruta consolidada totalizou R$996,7 milhões, variação de -18,0% em comparação ao resultado dos 9M17, impactada, principalmente, pelo fim das operações da Concepa no início de julho de 2018, pela greve dos caminhoneiros ocorrida ao longo do mês de maio, pela isenção na cobrança dos eixos suspensos e aumento das evasões na Econorte, além da redução da tarifa de pedágio na Concebra em setembro de 2018 (-6,7%). Em contrapartida, os reajustes tarifários aplicados no ano passado em algumas concessões rodoviárias amenizaram os impactos acima destacados.Adicionalmente, a receita de construção retraiu 42,5% nos primeiros nove meses de 2018, reflexo da ausência de serviços de construção na Concepa desde julho de 2017, como também da elevada base de comparação por conta de receitas relativas a períodos anteriores reconhecidas na Concer em 2017. Dessa forma, a receita líquida ajustada -que exclui a receita de construção -atingiu R$793,0 milhões nos 9M18, variação de -12,5% quando comparada ao mesmo período do ano anterior.:

TPIS3  
PREÇO: R$ 1,85
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses  

P/L 0,44
P/VPA 0,28
PSR 0,25 
DY 0,00%
EV/EBITDA 1,85
MARGEM BRUTA 33,77%
MARGEM OPERACIONAL 43,89%
MARGEM LÍQUIDA 57,79%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,218
MARGEM EBITDA 99,86%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 193,59%
ROE 63,44%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,20

Taxas de Crescimento Nominal  

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -16,07%
RESULTADO BRUTO -12,12%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -27,01%
RESULTADO OPERACIONAL -156,11%
RESULTADO LÍQUIDO -173,18%
EBITDA -11049,72%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal  
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -19,88%
RESULTADO BRUTO -39,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -16,33%
RESULTADO OPERACIONAL -77,62%
RESULTADO LÍQUIDO -77,83%
EBITDA -138,99%

c) lucro (taxa média anual)  
UA -173,18%
U2A ND
U3A -211,66%

d) patrimônio líquido médio  
UA 77,63%
U2A -2,14%
U3A -3,11%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!

rl_tri_bar.png

De acordo com o BALANÇO do 4T17 houve um RESULTADO NÃO RECORRENTE desta forma utilizaremos o resultado dos U9M ANUALIZADO (indicado abaixo) para retratar melhor a condição da empresa:

TPIS3  
PREÇO: R$ 1,85
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses  

P/L -3,42
P/VPA 0,28
PSR 0,26 
DY 0,00%
EV/EBITDA 6,06
MARGEM BRUTA 33,51%
MARGEM OPERACIONAL -13,17%
MARGEM LÍQUIDA -7,74%
LUCRO POR AÇÃO R$ -0,540
MARGEM EBITDA 31,87%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 193,59%
ROE -8,13%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,20

Taxas de Crescimento Nominal  

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -19,69%
RESULTADO BRUTO -16,55%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -52,92%
RESULTADO OPERACIONAL -83,89%
RESULTADO LÍQUIDO -90,62%
EBITDA -3443,96%

b) 3T18 sobre 3T17, nominal  
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -19,88%
RESULTADO BRUTO -39,81%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -16,33%
RESULTADO OPERACIONAL -77,62%
RESULTADO LÍQUIDO -77,83%
EBITDA -138,99%

c) lucro (taxa média anual)  
UA -90,62%
U2A ND
U3A -43,71%

d) patrimônio líquido médio  
UA 77,63%
U2A -2,14%
U3A -3,11%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND !!!!
[...]

349105  - marcosvinicius2 -  19 Abr 2018, 22:49
COMENTÁRIO: PAPEL SOBREVALORIZADO ( * ). RECEITA OPERACIONAL = A receita operacional bruta consolidada apresentou queda de 3,2% no ano, de R$1.659,5 milhões para R$1.606,5 milhões, impactada principalmente pela redução na receita de construção de ativos. Tal efeito foi parcialmente compensado pela maior arrecadação de pedágio, impulsionada pelas tarifas reajustadas no decorrer do ano de 2017. A variação na receita operacional líquida seguiu a mesma tendência, com queda de 3,5%, para R$1.492,7 milhões.; RESULTADO FINANCEIRO = O resultado financeiro está representado pelos juros, correções monetárias, remunerações pagas aos credores da Companhia, ajustados pelas receitas financeiras e ajustes a valor justo. Em 2017, o resultado financeiro consolidado foi negativo em R$678,8 milhões, 17,5% superior ao observado em 2016, devido a: (i) despesas relacionadas à Primeira Emissão de Debêntures conversíveis em ações de colocação privada da controlada Vênus Participações e Investimentos S.A., posteriormente liquidada em outubro 2017; (ii) maior variação monetária das operações financeiras atreladas a CDI, IPCA e TJLP; (iii) renovações de dívidas de curto prazo; e (iv) multa e juros em algumas de suas concessionárias.:

TPIS3
PREÇO: 2,22
PAYOUT (2017): 0,00%

Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L -58,88
P/VPA 0,32
PSR 0,26
DY 0,00%
EV/EBITDA 3,01
MARGEM BRUTA 31,12%
MARGEM OPERACIONAL -15,55%
MARGEM LÍQUIDA -0,44%
LUCRO POR AÇÃO -0,038
MARGEM EBITDA 52,22%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 195,92%
ROE -0,55%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,30

Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,26%
RESULTADO BRUTO -16,39%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 9,61%
RESULTADO OPERACIONAL -5,01%
RESULTADO LÍQUIDO -97,92%
EBITDA 12,94%

b) 4T17 sobre 4T16, nominal
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA -3,26%
RESULTADO BRUTO -16,39%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 9,61%
RESULTADO OPERACIONAL -5,01%
RESULTADO LÍQUIDO -97,92%
EBITDA 12,94%

c) lucro (taxa média anual)
UA -97,92%
U2A ND
U3A -75,11%

d) patrimônio líquido médio
UA -36,96%
U2A -25,67%
U3A -26,03%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ ND
Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): ND% !!!!
[...]

348160  - alexandreimpa -  16 Mar 2018, 23:01
Fora o problema de viracopos, o outro problema sério é a Concebra que está precisando de grana.

348159 - alexandreimpa  -  16 Mar 2018, 22:53
A TPIS é uma concessionária. Essa é uma forma de contabilizar as concessões. São feitos também testes de impairment em cima das concessões.

Recomendo que você leia as notas explicativas da última demonstração anual.

Vou colar aqui uma parte:

Impairment de ativos intangíveis - Concessão de rodovias

Conforme descrito na Nota Explicativa nº 17, em 31 de dezembro de 2017 os ativos intangíveis de concessão de rodovias totalizam R$3.531.853 mil, cujo valor recuperável é analisado anualmente nos termos das práticas contábeis aplicadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS). A avaliação e a necessidade ou não de registro de provisão para perda ao valor recuperável é suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios e orçamento preparados pela Companhia e aprovados em seus níveis de governança, para cada unidade geradora de caixa.

Considerando o segmento de operação das suas investidas, em que é necessária a análise de premissas de longo prazo que suportem as projeções para o período do contrato de concessão, as quais são diretamente afetadas pelo cenário econômico e político do Brasil, bem como premissas sobre a rentabilidade futura que são complexas e envolvem alto nível de julgamento da Administração, entendemos que este é um principal assunto de auditoria.



17. Intangível

Os ativos relacionados a concessão pública são reconhecidos quando o operador recebe o direito de cobrar um valor dos usuários pelo serviço público prestado. Nesta circunstância, a receita da concessionária está condicionada ao uso do ativo e a concessionária é detentora do risco de que o fluxo de caixa gerado pelos usuários do serviço não seja suficiente para recuperar o

investimento.

Os contratos de concessão da Companhia que estão no escopo do ICPC 01- Contratos de Concessão não preveem pagamentos pelos serviços de construção por parte do poder concedente, portanto, a totalidade dos ativos de concessão está registrada como ativo intangível representado pelo direito de exploração das rodovias, por meio de cobrança de pedágio dos usuários.

A amortização do direito de exploração da infraestrutura é reconhecida no resultado do exercício de acordo com a curva de benefício econômico esperado ao longo do prazo de concessão da rodovia, tendo sido adotada as curvas de tráfego estimadas como base para a amortização.

Os intangíveis com vida útil indefinida são sujeitos a análise de impairment anual. As premissas sobre o fluxo de caixa futuro e projeções de crescimento são baseadas no orçamento anual para 2018 e no plano de negócios de longo prazo da Companhia e de suas controladas e controladas em conjunto, aprovados pelo Conselho de Administração. As principais premissas-chaves utilizadas abrangem o prazo da concessão e rentabilidade dos projetos e consideram o seguinte: (i) crescimento das receitas projetadas com aumento do volume médio e receita média anual, (ii) os custos e despesas operacionais projetados considerando dados históricos, (iii) níveis de manutenção previstos nos contratos de concessão e, (iv) os investimentos em bens de capital. Os fluxos de caixa futuros estimados foram descontados à taxa equivalente ao custo médio ponderado de capital das companhias. Não foram identificadas perdas por desvalorização nos ativos reavaliados no exercício.

348132  - mantonio01  -  16 Mar 2018, 15:28
Além de ser caso de polícia, o que assusta em TPIS é o intangível ASTRONÔMICO, da ordem de 3BI.

Portanto, depois do caso VIRACOPOS, ficamos sempre nos perguntando: será que esses ativos não estão SUPERAVALIADOS? Se houver testes de recuperabilidade será que não ocorrerão ajustes a valor justo para menor?

343724  - RoseCouto   - 09 Nov 2017, 15:47
O QUE OS FERAS DAQUI ACHAM DO PAPEL TPIS3?

TPI e Viracopos fecham acordo para ressarcir Swiss Re

Quinta, 09 Novembro 2017 13:38
Escrito por Sonho Seguro
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Pouco mais de dois meses depois de pagar R$ 149,8 milhões para Agência Nacional de Avião Civil (Anac), a Swiss Re conseguiu fechar acordo com a Triunfo Participações e Investimentos (TPI) e Viracopos, que vão ressarcir as seguradoras em R$ 153 milhões, informou uma fonte que pediu anonimato.

O seguro garantia foi acionado em face do inadimplemento da outorga referente a 2016, no montante de R$ 127,4 milhões, acordado para pagamento com incidência de juros e multa moratória em R$ 173,8 milhões até junho de 2017.A devolução resulta da apresentação do contra garantia dada para fechar o seguro garantia. O acordo deve ser homologado pelo juiz nos próximos dias.

340332  - Scarlos  -  24 Jul 2017, 22:45
TPIS - Deve ser o motivo da queda.....
recuperacao-extrajudicial-de-controlador
http://diariodepetropolis.com.br/integra/recuperacao-extrajudicial-de-controladora-da-concer-preocupa-127911

339524  - Gaijim   -  23 Jun 2017, 03:34
Com dívida de R$ 3,8 bi, Triunfo tenta evitar recuperação judicial

Estadão Conteúdo
22.06.17 - 07h53

Mesmo com a venda do terminal Portonave por R$ 1,3 bilhão, anunciada na segunda-feira, 19, a Triunfo Participações e Investimentos (TPI) ainda depende de um acordo com os credores para respirar aliviada e se livrar de uma recuperação judicial. No total, a empresa deve ao mercado R$ 3,8 bilhões, sendo que parte desse montante passa por renegociação. O Estado apurou que as negociações podem ser concluídas na semana que vem.

O acordo envolve quase 20 credores financeiros e deve acelerar a venda de outros ativos do grupo. Além do terminal portuário, a Triunfo tenta se desfazer da participação na empresa Tijoá – concessionária responsável pela exploração da Usina Hidrelétrica de Três Irmãos – e no Aeroporto de Viracopos, onde é sócia com o grupo UTC, envolvido na Operação Lava Jato. Fontes ouvidas pelo Estado afirmam que a negociação com os credores tenta garantir que parte do dinheiro da venda da Portonave para a seja usada para dar fôlego à companhia.

Desde o ano passado, a empresa vem atravessando grave crise financeira com a piora do cenário econômico e fechamento do mercado de crédito brasileiro. Em fevereiro deste ano, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou que faria a execução de garantias de dois empréstimos pontes concedidos às controladas da Triunfo: R$219 milhões da concessionária de rodovias Concer, vencidos em novembro de 2016; e R$ 760 milhões da Concebra, vencida em dezembro de 2016.

Segundo o balanço do primeiro trimestre da companhia, R$ 1,8 bilhão em dívidas vão vencer até o fim deste ano e outros R$ 211 milhões em 2018. Sua dívida líquida equivale a 3,4 vezes o Ebtida (lucro antes de juros, impostos e depreciação) – indicador que sempre trouxe preocupação aos analistas de mercado. Mas esse número já foi pior: em dezembro de 2016, equivalia a 4,2 vezes o Ebtida.

A grave crise financeira não é a primeira nos 17 anos de operação da TPI. Em 2008, durante a crise mundial, a empresa não conseguiu apresentar as garantias de uma licitação e perdeu a concessão de uma rodovia. Depois disso, no entanto, ela engatou várias empreitadas. Abriu capital na bolsa de valores, fez emissões no exterior, aumentou sua participação nas áreas de portos, aeroportos e virou a terceira maior administradora de rodovias do Brasil, atrás apenas da CCR e da espanhola Arteris. Mas durante todo esse tempo a capacidade financeira da TPI foi colocada em xeque. A escalada da dívida da empresa era o que mais incomodava. Em 2010, a dívida da empresa era de R$ 525 milhões.

Concessão a vencer. No ano passado, a receita líquida da empresa ficou em R$ 1,47 bilhão ante R$ 1,62 bilhão de 2015. Desse montante, 75% vem das concessões rodoviárias. Nessa área, no entanto, a empresa vive outra incógnita. No dia 4 de julho, vence a concessão da Concepa, empresa que administra 121 quilômetros das BRs 101 e 290, no Rio Grande do Sul.

O Ministério dos Transportes afirma que, para que não haja descontinuidade na prestação de serviço à população, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) está estabelecendo os procedimentos necessários para promover a extensão do prazo contratual até que um novo leilão seja feito. O prazo pode ser de até 24 meses.

Mas o Estado apurou que a 13 dias do fim da concessão – ou nove dias úteis – nenhum aditivo foi feito. Para prorrogar a concessão, a agência precisa apresentar os termos desse novo contrato à empresa. Sem isso, no dia 4 de julho, a Triunfo é obrigada a deixar a administração da rodovia. Só nas praças de pedágio da região metropolitana de Porto Alegre passam cerca de 110 mil veículos por dia.

O Ministério afirma que o cronograma estabelecido pelo Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) estima a realização do leilão no segundo semestre de 2017. Procurada, a Triunfo preferiu não se manifestar.

A Portonave, empresa que administra o terminal portuário de Navegantes (SC), foi vendida por R$ 1,3 bilhão para a suíça Terminal Investment Limited (TIL), empresa do grupo MSC e sócia da Triunfo no empreendimento. Com a aquisição, a multinacional passa a deter o controle do terminal portuário.
http://www.istoedinheiro.com.br/com-divida-de-r-38-bi-triunfo-tenta-evitar-recuperacao-judicial/

339505  - paulo_prof   -  22 Jun 2017, 17:51
De fato, eu não tinha os detalhes do negócio. Achava que que os R$ 1,3 bi eram o valor total do negócio.
De qualquer forma, a TPIS só se livra da RJ se os credores forem complacentes.

339499  - edomr  -  22 Jun 2017, 17:10
Aos possíveis compradores de TPIS3, eu que moro aqui no RS, informo que a concessão da Concepa esta em fase final dos 20 anos. Há tratativas para prorrogação mas até então nenhuma ação foi tomada. Então, é um risco caso nao estivesse ainda no radar.

339483  - bpobpo - 22 Jun 2017, 05:13
Prof Paulo,

Se voce pudesse confirmar eu agradeceria, mas a informação que tenho é diferente da sua. O valor do deal da venda dos 50% do Porto Nave pertencentes a TPIS será de R$1,637 Bi. Sendo R$1,3 Bi o que a empresa receberá em caixa na venda, mais a divida de R$210 mi do Porto referente aos 50% da Tpis que a compradora irá assumir, mais R$37 mi de dividendos para TPIS, mais R$90 Mi de earn out que a TPIS pode receber caso o Porto atinja alguns objetivos operacionais.

Concordo que o Turn around não está completo mas como o sr disse o nível de risco caiu substancialmente com esta venda. O ativo estava precificado com risco de pedido de RJ. Com esta venda, parece que este risco está afastado então deverá reprecificar para cima.

Isto ainda não ocorreu porque o BNDS está desfazendo posição na empresa. Ele que segurou os preços nos dois pregoes após o FR (apesar de ter tido uma boa subida). Mas hoje saiu um FR que até ontem o BNDS diminuiu sua posição de 14 para 9% das ações em circulação. Nesse ritmo em poucos dias pode acabar o estoque dele e o ativo conseguir avançar no preço. Como foi bem divulgada a noticia da venda o volume aumentou bastante e pode ver no saldo de vendedores do dia uma grande concentração, é o BNDS se desfazendo.

obs: Não é indicação de compra. O ativo segue arriscado. Cada um escolhe o risco que pode tomar.

obs2: Após 6 anos absorvendo aprendizado do Prof Paulo, espero que dessa vez eu que tenha conseguido trazer informações para ele. hahahahaha

339476  - paulo_prof - 21 Jun 2017, 17:15
Citação: damonpena - Post #339455 - 20/Jun/2017 20:30
Professor Paulo .. qual o prognostico que fazes para TPIS3 diante destes fatos novos ?
VAle o investimento apostando num turnaround ?
Certamente, a TPIS está muito melhor hoje do que estava há 3 dias ... mas é cedo para ter uma visão adequada do que está por vir.

A menos que esteja muito enganado, o ganho bruto com a venda da Portonave foi de aprox. R$ 650 milhões (preço de venda 1.300 - valor contábil 400 - endividamento 250), o que dá aprox. R$ 430 milhões líquidos.

No consolidado, a empresa conseguiria reduzir o seu endividamento bruto em aprox. R$ 700 milhões (24%). Não é pouca coisa ... mas também não é a redenção total.

Acho que só se poderá dizer que a TPIS completou o turn around se/quando resolver Viracopos.

333847  - paulo_prof -  08 Fev 2017, 14:25
Citação: bandaseven - Post #333841 - 08/Fev/2017 13:26
Prof Paulo, poderia comentar TPIS3 e POSI3 por favor?
[...]
No que se refere a TPIS, acho que a empresa está vendendo o almoço para comprar a janta. O seu endividamento é simplesmente incompatível com a sua geração de caixa. Terá que se desfazer, e logo, de parte de seus negócios (Viracopos? Portonave?). Ter o BNDEs nos calcanhares (a TPIS está inadimplente com o BNDEs desde o final do ano passado, quando venceram parcelas de dois empréstimos-ponte. De acordo com o contrato de dois financiamentos totalizando quase R$ 1 bilhão, se a empresa atrasa o pagamento das parcelas acordadas, todo o empréstimo ponte deve ser pago em parcela única. O problema da TPIS é que não consegue, no mercado, o financiamento para colocar as contas em ordem. Cá entre nós, nenhum banco ou consórcio de bancos assumirá este risco. Seria procurar sofrer um calote.

Quando uma empresa está na situação da TPIS, ela acaba tendo que vender ativos por preço vil ... o comprador interessado vai espremer até onde der!

Avisa: Aumento de posição em TPIS3...
E essa liquidez corrente, tá " diboa"? Qual potencial que enxerga na cia?

A empresa pretende vender ativos para se reestruturar...
Vai focar mais no porto e nas rodovias...

... é bom vender mesmo ... caso contrário a vaca poderá ir para o brejo ...

Os resultados consolidados que tenho em minha planilha mostram que a empresa tem problemas, mas a situação parece sobre controle. O Ebitda que teria sido gerado nos últimos 12 meses seria R$ 990 milhões, para um endividamento líquido de R$ 2,86 bilhões que resultaram num resultado financeiro negativo, nos últimos 12 meses, de R$ 640 milhões.

Ou seja, subtraindo R$ 640 milhões de R$ 990 milhões, sobrariam R$ 350 milhões para o pagamento de impostos (algumas atividades da empresa geram lucro, como a do porto), amortização da divida e, quem sabe, algum provento.

Pela primeira vez, entretanto, li o Relatório com mais atenção. Neste, a empresa apresenta os números na proporção de sua participação nos negócios em que atua ... Aí, a situação fica bem pior ...

Nos 9M2016, o Ebitda gerado seria de R$ 578 milhões. O Resultado Financeiro nos 9M2016 foi negativo em R$ 465 milhões, para uma dívida líquida de R$ 3,5 bilhões. Ou seja, depois de cobrir o Resultado Financeiro negativo, sobram somente R$ 113 milhões para os 9M16. Anualizando via multiplicação por 4/3 obtém-se apenas R$ 150 milhões. Depois de pagar o IR/CS das atividades lucrativas, deve sobrar muito pouco acima dos R$ 100 milhões. Parece que a empresa consegue manter-se a tona, mas sem qualquer perspectiva de lucratividade. O Ebitda de R$ 578 milhões em 9 meses corresponde a R$ 770 milhões por ano. A razão do endividamento líquido pelo ebitda anual seria salgados 4,55! Estando nesta situação, não é a toa que a empresa é esfolada no serviço do endividamento. Estimo que o custo anual seja da ordem de R$ 620 milhões. Para R$ 3,5 bilhões, isto dá 17,7% !!! 
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Prof. Paulo, boa noite. Caso o senhor possua em sua planilha e puder divulgar. Gostaria de saber sobre o resultado da TPIS3. Obrigado.
Não li o relatório ... Os números parecem indicar que o custo do endividamento líquido é sensivelmente mais alto do que se poderia desejar. Para uma dívida líquida média de R$ 2,9 bilhões, um resultado financeiro anual negativo em R$ 616 milhões, ou 21%, é excessivo. 

Por outro lado, acho que um Resultado Anual Antes do Financeiro e Tributos na faixa dos R$ 370 milhões, é relativamente pequeno para o nível de endividamento da empresa ... ou seja, mesmo que o Resultado Financeiro fosse melhor, considerado o endividamento líquido, a empresa teria dificuldades em produzir lucro compatível com o seu PatLiq. Ou seja, para que a empresa apresente uma rentabilidade adequada, além de um menor custo do endividamento, a margem operacional teria que aumentar.

Por outro lado, entretanto, não vejo grandes riscos ... embora a empresa esteja postando prejuízos, a geração de caixa medida pelo ebitda é suficiente para cobrir o custo do endividamento ... sobrando ainda algum para a distribuição de proventos.  
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297304  - paulo_prof  -  14 Mai 2015, 22:11
Uma olhada superficial nos números mostra um muito bom resultado e, a menos que os detalhes do relatório que não li provem o contrário, parece que este resultado é sustentável !!!

A piora em relação ao 1T14 era esperada, por causa do segmento de energia. Além dos preços médios da energia no mercado spot serem muito mais altos no 1T14, naquele trimestre foi fechado um grande negócio de venda antecipada de energia.

Se não houver eventos não recorentes na DRE do 1T15, acho que a empresa será capaz de gerar um lucro anual na faixa dos R$ 300 milhões, o que seria compatível com um preço justo de aprox. R$ 17,00, com uma grande margem de segurança em relação ao preço atual de R$ 4,47

Não parece ser a toa que o mercado está animado!

Caro Prof. Paulo a TPIS3 está no seu radar?

Parece que esta melhorando, dívida caindo, patrimonio líquido(segundo fundamentus) aumentando, obras do aeroporto(Viracopos) quase prontas(embora tenha de negociar multa por atraso ) cotação 0,66% do VP. antecipação da operação energética Rio canoas, vencimento de concessões etc...

Para o longo prazo me parece interessante,
Como não tenho o ativo em carteira, quando encontro pontos obscuros no balanço ou relatório, não perco tempo procurando esclarecer ...

De qualquer forma, a galinha dos ovos de ouro do 1T14 indubitavelmente foi o segmento de energia. Não fosse a barbeiragem da Dilma no setor elétrico e não tivesse São Pedro contribuído com a falta de chuvas, o lucro do segmento de energia da TPIS dificilmente chegaria a R$ 40 milhões ... chegou a R$ 180 milhões, ou seja, aprox. R$ 140 milhões de "lambugem".

No 1T14 a Portonave contribuiu com um lucro de R$ 13 milhões ... o segmento rodoviário acrescentou um lucro de R$ 36 milhões ... e Viracopos, um prejuízo de R$ 7 milhões. Mas como as operações descontinuadas de cabotagem produziram um prejuízo de R$ 23 milhões, a TPIS sem cabotagem e sem energia produziria um lucro de R$ 19 milhões.

Em princípio, a TPIS decidiu vender as suas concessões de energia para se concentrar em logística e no segmento rodoviário. Com a venda, deverá reduzir a alavancagem, reduzindo os encargos financeiros e melhorando o perfil do endividamento. Por outro lado, entretanto, está propondo operar Três Irmãos ... vai saber !!!

Ao preço corrente, entretanto, para ficar com indicadores compatíveis com o momento que o mercado atravessa, acho que a empresa teria que conseguir um lucro anual recorrente de uns R$ 200 milhões, ou aprox. R$ 50 milhões por semestre ...

Acho pouco provável conseguir este patamar de lucros sem uma contribuição polpuda do segmento de energia.

PS. a mamata do 1T14 deverá terminar ... se entendi direito, a TPIS concentrou praticamente toda a energia garantida disponível da Rio Canoas no 1T14. Acho que o 2T14 permitirá que se tenha uma melhor idéia relativa aos resultados recorrentes da empresa.




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174888 - paulo_prof -  22 Mar 2013, 18:30
TPIS3
PREÇO R$ 11,35
PAYOUT (2012) 220%

P/L 178,72
P/VPA 0,90
PSR 1,78
DY 1,23%
EV/EBITDA 6,89
MARGEM BRUTA 29,1%
MARGEM OPERACIONAL 0,1%
MARGEM LÍQUIDA 1,0%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,064
MARGEM EBITDA 45,1%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 75,8%
ROE 0,50%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,73

Taxas de Crescimento Nominal

a) exercício de 2012 vs 2011
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 33,8%
RESULTADO BRUTO +4,84%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 24,76%
RESULTADO OPERACIONAL -74,47%
RESULTADO LÍQUIDO -58,54
EBITDA 19,20%

b) 4T12 vs 4T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA 43,97%
RESULTADO BRUTO 2,50%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO 54,09%
RESULTADO OPERACIONAL -78,34%
RESULTADO LÍQUIDO -70,68%
EBITDA 2,15%

c) lucro (taxa média anual)
UA -58,54%
U2A -47,77%
U3A -44,14%

d) patrimônio líquido médio
UA 8,34%
U2A 23,87%
U3A 25,79%

Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 0,80

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +77,5%

174602 - renato1631 -  21 Mar 2013, 22:51
Triunfo

Lucro da Triunfo cai 58,5% em 2012, para R$ 9,2 milhões
Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
21/03/13 19:30


A arrecadação de pedágio da companhia totalizou R$ 502,9 milhões no ano precedente, evolução de 11,5%.

A Triunfo reportou lucro líquido de R$ 9,272 milhões em 2012, o que corresponde a uma queda de 58,5% na comparação com 2011.

No quarto trimestre, o lucro da companhia atingiu R$ 8,485 milhões, recuo de 70,7% em bases anuais.

A companhia não especificou em seu balanço quais as razões que levaram a essas expressivas reduções.

A receita operacional líquida, no ano passado, cresceu 31,4%, para R$ 1,034 bilhão, e 39,7% de outubro a dezembro, para R$ 332,7 milhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) alcançou R$ 417,3 milhões em 2012, crescimento de 14,9%.

Nos três últimos meses, o Ebitda da Triunfo chegou a R$ 123,3 milhões, queda de 1,2%.

A arrecadação de pedágio da companhia totalizou R$ 502,9 milhões no ano precedente, evolução de 11,5%, e R$ 136 milhões no quarto trimestre, avanço de 10,9%.

O tráfego equivalente chegou a 81,9 milhões de veículos em 2012, alta de 6,6%, e 21,6 milhões de outubro a dezembro, incremento de 6,4%.

No Aeroporto de Viracopos, o volume de passageiros cresceu 17% no ano passado, para 8,8 milhões, e 13,5% no trimestre, para 2,2 milhões

172703 - renato1631 -  13 Mar 2013, 23:56
Tráfego da Triunfo cresce 2,4% no 1° bimestre
Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br)
13/03/13 19:38

O volume referente à movimentação de contêineres aumentou 2,1%.

A Triunfo informou nesta quarta-feira (13/3) que o volume de tráfego nas rodovias sob sua concessão cresceu 2,4% nos dois primeiros meses de 2013, na comparação com igual período de 2012, para 15 mil veículos equivalentes.

O desempenho foi puxado pela Econorte, que apresentou crescimento de 4,7%, e pela Concepa, que teve aumento de 3,1%. A Concer, por sua vez, reportou evolução de 0,5%.

Já o volume referente à movimentação de contêineres aumentou 2,1%, para 97,2 mil TEUs (contêineres de 20 pés).

Em relação ao Aeroporto de Viracopos, nos dois primeiros meses de 2013, passaram pelo local 19,8 mil aeronaves, que movimentaram 1,4 milhão de passageiros, e 34,1 mil toneladas de carga.

No mercado de cabotagem, a Maestra movimentou 5,1 mil TEUs no acumulado do ano.

170357  - Jorge Tomaz -  05 Mar 2013, 04:53
Prezados,
como não tenho nenhum papel do segmento de infraestrutura andei estudando a Triunfo, muito comentada por aqui. Seguem abaixo dados coletados, basicamente, dos releases anteriores.

TPIS3

1) INDICADORES MACROECONÔNICOS

a) Índice de inflação do setor; XXX
b) Taxa de juros => favorece o comércio e consumo.
c) Câmbio => não tem dívidas em dólar.
d) Projeção do PIB => - previsão de aumento do PIB, projeção 4,00% (2013).
e) Papel sensível a alguma commodity? Não é sensível a nenhuma commodity.

2) NEGÓCIO
Missão
Prover serviços públicos de infraestrutura diferenciados e com qualidade, satisfazendo nossos clientes e tornando-se, assim, a companhia mais valorizada do mercado neste segmento de atuação.

SEGMENTOS
Rodoviário
Portuário
Cabotagem
Geração de Energia Elétrica

EMPRESAS
RODOVIAS
CONCEPA – 100%
CONCER – 62,5%
ECONORTE – 100%

ENERGIA
RIO VERDE – 100%
RIO CANOAS – 100%

LOGÍSTICA
PORTONAVE/ICEPORT – 50%
MAESTRA – 60,7%
VIRACOPOS – 23%
VETRIA – 15,8%
PORTONAUS – 100%

3)LEITURA DE BALANÇOS

Evolução de alguns índices



DATA......P/L.......P/VPA......LC.......EBITDA......MEB......ML......RL..........ROE......ROA....DivLiq/EBITDA....LL
3T12........66,66....1,36..........0,61......238.389........28,50....3,29.....836.472....2,05.....0,70............4,48..................27.486
2T12........92,12.....0,80.........0,36......204.911........25,93....1,50.....790.265....0,87.....0,33............4,28..................11.886
1T12........67,10.....0,95.........0,44......195.307........26,63....2,67.....733.415....1,42.....0,57............5,22..................19.580
4T11.......126,04....1,00.........0,60......183.755........26,42....1,57.....695.417....0,80.....0,32............4,78..................10.888
3T11.....(156,72)...1,04.........0,66........80.095........12,13....(1,37)...660.054...(0,67)...(0,28).........9,36..................(9.036)
2T12........55,26.....0,95.........0,92......111.764........17,77....3,86......629.017....1,72....0,74............5,75..................24.280

- Despesas Vendas+Adm/ReceitaLiqOper
3T11........4T11........1T12........2T12........3T12
6,19%......5,05%.......5,10%.....6,14%......7,09%

- Percentual da Div CP/Div total (fonte: release 3T12)
até 2013..........Total..............CP/Div total
596.136..........1.931.532........30,86%

Por segmentos:

...................................RODOVIAS
.....................RL.........MB........ML.........EBITDA.......EBIT.....DivLiq/EBITDA........LL
3T11.........123.737....61,51%....16,20%...63.603........39.949...........1,08...................20.055
4T11.........111.535....63,20%....33,60%...88.302........61.951...........0,94...................37.484
1T12.........146.244....64,56%....22,83%...86.112........57.152...........1,05...................33.401
2T12.........138.973....61,24%....15,51%...73.666........39.953...........1,00...................21.559
3T12.........144.473....63,59%....21,23%...81.852........54.125...........1,03...................30.673

...................................ENERGIA
.....................RL.........MB........ML.........EBITDA.......EBIT.....DivLiq/EBITDA........LL
3T11.........23.441.....75,75%......3,51%....15.310..........9.482...........5,21......................823
4T11.........24.442.....80,98%....13,58%....18.396........12.932...........5,84...................3.320
1T12.........25.282.....79,12%....20,21%....18.691........12.869...........6,85...................5.111
2T12.........27.380.....77,58%....15,40%....18.498........12.665...........7,05...................4.217
3T12.........25.951.....82,35%.....17,64%....18.233........12.406...........8,34...................4.579

...................................ADMINISTRAÇÃO PORTUÁRIA
.....................RL.........MB........ML.........EBITDA.......EBIT.....DivLiq/EBITDA........LL
3T11.........44.254......XXX......XXX.......15.395...........4.058...........1,06.................(15.670)
4T11.........54.499.....52,33%....11,71%....23.756........12.303...........0,87.....................6.384
1T12.........48.578.....52,89%....14,26%....20.810..........7.207...........0,91.....................6.931
2T12.........43.428.....53,43%....XXX%....18.078..........4.533...........0,88...................(7.546)
3T12.........54.238.....53,00%.....2,18%.....22.885..........9.356...........1,27....................1.183

...................................CABOTAGEM
.....................RL.........MB........ML.........EBITDA.......EBIT.....DivLiq/EBITDA........LL
3T11..........4.859......XXX......XXX........(16.802)......(18.052)........XXX.................(9.354)
4T11.........10.883.....XXX......XXX.........(7.686).......(10.649)........XXX.................(8.842)
1T12.........10.542.....XXX......XXX........(13.116)......(14.535)........XXX................(12.361)
2T12.........15.932.....XXX......XXX........(14.157)......(15.601)........XXX................(13.358)
3T12.........20.346.....XXX......XXX........(12.388)......(13.920)........XXX................(13.002)

O segmento de rodovias está maturado com fluxo de caixa constante e dívida controlada. A CONCER foi considerada a melhor rodovia federal do país pelo Guia 4 rodas e a CONCEPA a melhor rodovia do sul do país.

A Portonave está, pelo segundo ano consecutivo, no grupo de melhores operadores portuários do mundo (o único porto brasileiro). Apesar da retração econômica o porto teve 14,8% de aumento na movimentação de TEU, nos nove meses de 2012.

O segmento de cabotagem tem o ano de 2012 como de ram-up da operação. É previsto resultados positivos a partir de 2013.

Viracopos foi passada para a concessionária em 14 de novembro de 2012. As receitas em 2011 teve 66% relacionados à carga, 23% passageiros e 11% de receitas comerciais e outras receitas. As obras foram iniciadas 3 meses antes do previsto pelo cronograma da licitação.

A Triunfo foi a empresa que mais criou valor aos seus acionistas no período de 2009 a 2011 e foi vencedora do prêmio Abrasca de Criação de Valor.

A Vetria foi criada em DEZ11 para administrar os aspectos preliminares ao projeto que será desenvolvido no terreno de 190 hectares na Baixada Santista, em parceria com a América Latina Logistica (ALL) e com a Vetorial Participações. O negócio atuará na extração, logística e comercialização de minério de ferro. Na Vetria, a Triunfo vai aportar o terreno da Santa Rita que já possui licença prévia ambiental para construção do empreendimento portuário. A previsão é de iniciar a operação em 2014.

3) ÍNDICES (comparação)

..................P/L......P/VPA......LC....ML.....MB.....EV/Ebitda......PSR......ROE.....ROA.....DivLiq/Ebitda...DY
ALLL3......25,99.......1,57.....1,22....9,64....42,88.......7,66...........2,48......6,03......1,81............2,83.............0,99
JSLG3.......59,67.......3,72.....1,37....2,03....18,31......18,43..........1,20......6,24......1,31............7,11.............0,69
STBP11.....14,69.......2,90.....0,87...20,90...46,57......XXX.........3,12.....19,74.....12,36..........0,54.............4,51
TPIS3........66,66.......1,36.....0,62.....3,29...30,27......19,82..........2,94......2,05......0,70...........4,48.............3,46

4) VALUATION

Desenvolvimento de uma perspectiva estratégica
1) Tem vantagem competitiva?
De acordo com a empresa:
Alto potencial de crescimento dos segmentos do setor
Localização privilegiada
Fluxo de caixa previsível e diversificado
Equipe experiente, qualificada e especializada
Contratos firmados com importantes armadores
Energia vendida e assegurada
Administração experiente e comprometida

2) Sistema de negócios
Qual a estratégia da empresa?
Os pontos-chave da estratégia da Triunfo são:
- Expandir seus negócios de concessões rodoviárias.
- Maximizar eficiências operacionais de suas concessões rodoviárias.
- Assegurar e expandir o fluxo de receitas a serem obtidas de suas atividades portuárias.
- Dedicar esforços para o desenvolvimento de suas atividades de energia elétrica.

3) Preço justo

Preço= 12,55 (03MAR13)
LPA=0,1839
Perpetuidade=3%
Tx de crescimento do LL= 19,58%
Taxa de desconto= 7,25%
Anos de crescimento=5 anos
Preço justo= 8,97
Margem de segurança= -29%

6)CONCLUSÃO

O prejuízo crescente na cabotagem me deixou em dúvida de para onde está indo esse negócio, não tenho conhecimento suficiente para avaliar corretamente. Acredito que o setor não seja dos mais fáceis, apesar dos nossos irrisórios 8.800 km de costa (só aqui mesmo). A taxa de crescimento do LL da empresa do 3T10 a 3T12 foi de 34,25%, se não considerarmos o prejuízo da cabotagem no 3T12 a taxa seria 54,56%. A cabotagem tem previsão de obter resultados positivos em 2013.

A volatilidade do segmento de administração portuária também me deixou confuso. De acordo com o histórico da empresa a Portonave foi adquirida em Julho de 2001 (16,67%). Em maio de 2007 comprou 33% da Portonave, passando a deter participação de 50% nessa companhia. Em outubro de 2007 iniciou a operação do Porto de Navegantes. Em janeiro de 2009 entrou em operação a câmara frigorifica da Iceport. Em fevereiro de 2012 adquiriu da empresa Cruzeiro do Sul Administradora de Terminais Logísticos Ltda (“Cruzeiro do Sul) o direito de exploração de superfície sobre a área em que está situado o terminal. Não consegui entender o porque da volatilidade do LL.

A empresa ainda tem dinheiro sendo investido em Viracopos (Viracopos com 7,5% do CAPEX em 2012). Viracopos foi passada para a concessionária em 14 de novembro de 2012. A execução do projeto da Vetria correrá em 2012 e 2013. É lógico que são investimentos. A Vetria tem previsão de iniciar a operação em 2014.

Por último, estamos falando de um setor que o Brasil necessita melhorar – o que é boa notícia – por outro lado temos o governo que pode atuar no setor. Será que vai melhorar? Bom, nem vou perder tempo com elucubrações, todos aqui falam o bastante sobre os nossos sócios majoritários.

Conclusão da conclusão. Acredito que a empresa está investindo corretamente em ativos que gerarão lucro em um setor promissor. Entretanto, vou continuar acompanhando a empresa e caso estabilizem os resultados da administração portuária e a cabotagem alcance, pelo menos, o break even, eu posso passar a ser sócio. Vamos ver mais a frente.

167803 - ZOTTI -  19 Fev 2013, 21:07
9/02/2013 17:54 TRIUNFO PART (TPIS-NM) - DADOS OPERACIONAIS - JANEIRO/2013

(19/02) TRIUNFO PART (TPIS-NM) - Dados Operacionais - Janeiro/2013
DRI: Sandro Antonio de Lima

A empresa enviou o seguinte comunicado:

Sao Paulo, 19 de fevereiro de 2013 - A Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. (TPIS3), uma das empresas brasileiras mais atuantes do setor de infraestrutura, comunica seus dados operacionais.

Em janeiro de 2013, o volume de movimentacao de conteineres aumentou 9,6% em relacao ao verificado no mesmo periodo de 2012, atingindo 49.414 TEUs.

Movimentacao de Conteineres no Terminal Portuario de Navegantes

Jan-12 Jan-13 Variacao
TEUS 45.102 49.414 9,6%

A garantia fisica vendida totalizou 50.443 MWm em janeiro.

Numeros da Geracao de Energia - Rio Verde

Jan-13
Garantia Fisica vendida (MWm) 50.443

Quanto ao trafego, nosso desempenho consolidado em janeiro de 2013 foi um aumento de 5,6% no volume de trafego em relacao ao verificado no mesmo periodo de 2012, atingindo 7.986 mil veiculos equivalentes. O desempenho individual de nossas concessionarias Concer, Concepa e Econorte no periodo foi respectivamente 5,3%, 5,3% e 6,7% de crescimento no volume de veiculos equivalentes.

Desempenho do Trafego em suas Rodovias (Veiculos Equivalentes)
Jan-12 Jan-13 Variacao
CONCER (mil) 2.629 2.769 5,3%
CONCEPA (mil) 3.698 3.896 5,3%
ECONORTE (mil) 1.238 1.321 6,7%
Trafego Equivalente Total (mil) 7.565 7.986 5,6%

Em relacao a movimentacao de cabotagem, a Maestra movimentou 2.275 TEUs, em
janeiro de 2013.

Movimentacao de Cabotagem (TEUs)

Jan-13
TEUs 2.275

163400 - danieljoseaa -  14 Jan 2013, 20:39
TPIS3:

Triunfo Participações e Investimentos S.A.
Comunica seus Dados Operacionais - 12M12
São Paulo, 14 de janeiro de 2013 - A Triunfo Participações e Investimentos S.A. (TPIS3), uma das empresas brasileiras mais atuantes do setor de infraestrutura, comunica seus dados operacionais.

Os dados operacionais do ano de 2012 mostraram continuidade no crescimento de volume comparativamente a 2011. O principal destaque se dá no forte crescimento no volume de passageiros (+17,0%) do Aeroporto de Viracopos.

Além disso, a movimentação de contêineres da Portonave cresceu 13,7% em 2012, com utilização média da capacidade instalada em 83% no ano (89% em dezembro e pico de utilização de 97% em setembro), corroborando com nossa estratégia de ampliar a capacidade instalada da Portonave.

O tráfego de veículos de nossas concessionárias também registrou significativa evolução (+6,6% vs. 2011), com destaque para a Concepa que cresceu 8,1% em 2012 vs. 2011. O crescimento do volume de tráfego de veículos supera significativamente a expectativa de crescimento do PIB Brasileiro para 2012.

Vale destacar que a expectativa de crescimento do PIB Brasileiro segundo relatório Focus do Banco Central é de aproximadamente 1% para o ano, que confirma que além de boa elasticidade em relação ao PIB, nossas operações também se mostraram resilientes neste ano de baixo crescimento econômico.

Em relação à movimentação de cabotagem, a Maestra movimentou 40.811 TEUs, no acumulado de 2012

A energia assegurada vendida totalizou 595.555 MWh acumulados nos doze meses.

160969- small caps -    18 Dez 2012, 23:37
uqaz, ótima discussão.

Começamos assim:

Observe o balanço do último trimestre anualizado:

Ponto para STBP11 e TAEE11... claro, há uma boa dose de sazonalidade. O negócio futuro delas, de TPIS3 e de JHSF3 já está "contratado". Eles simplesmente não precisam inventar nada de novo... Basta executar o que já está planejado...e se beneficiam fortemente da queda dos juros da econômia...

O momento delas é propício... STBP11 com o porto de Imbituba... que ainda não atingiu o ponto de equilíbrio, mas avança... JHSF3 avança na renda recorrente com vigor... muitos negócios na área que ja geram despesas e pressionam a dívida... a desavalancagem será rápida depois que a receita estiver andando nos imóveis para a renda recorrente...

OIBR4, se tirar a amortização de ágio, negocia com P/L abaixo de 10, considerando o último balanço. Está ganhando mercado, finalmente, inclusive em televisão... Em pós-pago em celular também, que é o mais rentável...

já prossigo...

160664 - DANIELBOSSAN -  17 Dez 2012, 11:36
Um de meus investimentos em INFRA:

TRIUNFO PART (TPIS - NM) - DADOS OPERACIONAIS - 11M12
(14/12) TRIUNFO PART (TPIS - NM) - Dados Operacionais - 11M12
DRI: Sandro Antonio de Lima
Enviou o seguinte comunicado:
Sao Paulo, 14 de dezembro de 2012 - A Triunfo Participacoes e Investimentos S.A.
(TPIS3), uma das empresas brasileiras mais atuantes do setor de infraestrutura, comunica seus dados operacionais.
Nos onze meses de 2012, o volume da movimentacao de conteineres aumentou 12,1% em relacao ao verificado no mesmo periodo de 2011, atingindo 564.189 TEUs. Movimentacao de Conteineres no Terminal Portuario de Navegantes
11M11 11M12 Variacao
TEUS 503.202 564.189 12,1%
A energia assegurada vendida totalizou 545.112 MWh acumulados nos onze meses.
Numeros da Geracao de Energia - Rio Verde
11M12
Energia Assegurada Vendida (MWh) 545.112
Quanto ao trafego, nosso desempenho consolidado acumulado nos onze primeiros meses de 2012 foi um aumento de 6,9% no volume de trafego em relacao ao verificado no mesmo periodo de 2011, atingindo 74.435 mil veiculos equivalentes.
O desempenho individual de nossas concessionarias Concer, Concepa e Econorte no periodo foi respectivamente 6,4%, 8,4% e 4,5% de crescimento no volume de veiculos equivalentes.
Desempenho do Trafego em suas Rodovias (Veiculos Equivalentes)
11M11 11M12 Variacao
CONCER (mil) 26.774 28.486 6,4%
CONCEPA (mil) 29.613 32.099 8,4%
ECONORTE (mil) 13.257 13.850 4,5%
Trafego Equivalente Total (mil) 69.644 74.435 6,9%
Em relacao a movimentacao de cabotagem, a Maestra movimentou 37.202 TEUs, no acumulado de 2012.
Movimentacao de Cabotagem (TEUs)
11M12
TEUs 37.202
Em relacao aos dados operacionais do Aeroporto de Viracopos, no acumulado de 2012 passaram pelo aeroporto 105 mil aeronaves, que movimentaram 8,1 milhoes de passageiros e 248 mil toneladas de carga.
Numeros Aeroporto - Viracopos
11M12
Aeronaves 105.459
Total de Passageiros 8.089.827
Domest. (unid.) 8.016.564
Intern. (unid.) 73.263
Total de Carga (ton.) 248.225

159144 - danieljoseaa -  04 Dez 2012, 00:48
Leiam com atenção cada linha, principalmente o ítem 3 .............:):):):):):):):):):))))))))))))

TPIS3:

GANHO DE CAPITAL - CONSTITUIÇÃO DA VETRIA MINERAÇÃO S.A.
São Paulo, 03 de dezembro de 2012 - Em complemento ao Fato Relevante divulgado na data de hoje, em conjunto com a ALL - AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA S.A ("ALL"), a TRIUNFO PARTICIPAÇÕES E INVESTIMENTOS S.A. ("Triunfo") comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral os efeitos da constituição da Vetria Mineração S.A. no seu negócio:

1° - Aumento de Capital da Santa Rita - A sociedade Santa Rita Terminal Portuários S.A. ("Santa Rita"), da qual a Triunfo detinha 100% do capital social foi transformada na Vetria Mineração S.A.. Com a constituição da Vetria, a Triunfo aportará R$ 15 milhões na Vetria, em três parcelas mensais subsequentes à associação. Assim, o investimento da Triunfo na Vetria passou a ser de R$ 104 milhões, correspondentes a 100% da participação nesse passo da operação.
2° - Entrada dos sócios - após o aumento de capital da Vetria, ocorre a entrada dos sócios ALL, através da compra de participação, e Vetorial Mineração S.A, através do aporte do ativo minerário, que aumenta o valor do patrimônio líquido da Vetria para R$ 3.515 milhões. Após a entrada dos sócios a participação da Triunfo passa a ser de 15,79% sobre o novo patrimônio líquido da Vetria.

3 - Efeitos da constituição da Vetria no Balanço Patrimonial: Como efeito da entrada dos novos sócios, aporte do ativo minerário e diluição, a Triunfo passa a deter 15,79% do investimento de R$ 3.515 milhões, e reconhecerá um ganho de capital na variação de participação de R$ 451,5 milhões diretamente no patrimônio líquido, que poderá ser adicionado à base de cálculo do Lucro Base de Dividendos. Considerando o patrimônio líquido de R$ 1.342,6 milhões em 30 de setembro de 2012 mais o aumento decorrente do ganho de capital, o patrimônio líquido passa a ser de R$ 1.794,1 milhões e o Valor Patrimonial da Ação passa de R$ 9,20 para R$ 12,29, um aumento de R$ 3,09 por ação, a ser reconhecido no 4º trimestre de 2012.

159108 - danieljoseaa -  03 Dez 2012, 18:35
TPIS3:

BNDES APROVA EMPRÉSTIMO PONTE PARA AEROPORTOS BRASIL VIRACOPOS S.A.
São Paulo, 03 de dezembro de 2012 - A Triunfo Participações e Investimentos S.A. comunica que sua coligada Aeroportos Brasil Viracopos S.A. obteve aprovação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para o empréstimo ponte no montante de R$ 1,2 bilhão. Quando liberados, os recursos serão utilizados nas obras da primeira fase de ampliação e modernização do Aeroporto de Viracopos.
A estrutura financeira do projeto envolve um financiamento de longo prazo, na modalidade de project finance. O valor será definido quando for concluída a análise do projeto, que está em curso pelo BNDES. O empréstimo ponte dará suporte ao projeto, enquanto o financiamento de longo prazo é estruturado, contribuindo, assim, para o ritmo acelerado de obras até o final de sua primeira etapa.
A concessionária Aeroportos Brasil Viracopos S.A. foi criada em 2012, em conjunto com a UTC Participações, Egis Airport Operation e Infraero, para operar o Aeroporto Internacional de Campinas - Viracopos pelos próximos 30 anos. A Triunfo detém 23% de participação nesse negócio.
A primeira fase do projeto inclui a construção de um novo terminal para 14 milhões de passageiros, um edifício garagem com 4 mil vagas e 28 fingers para aeronaves e a conclusão das obras está prevista para maio de 2014.


155847 - small caps -  09 Nov 2012, 01:38
3 segmentos da empresa estão voando atualmente:

concessões rodoviárias, geração de eletricidade (metade, uma das usinas em construção - ritmo acelerado) e porto.

O de cabotagem ainda come o lucro:

"EBITDA AJUSTADO
Uma vez que a operação de cabotagem está ainda em fase de ramp-up, o EBITDA ajustado registrado pelo segmento foi
negativo em R$12,4 milhões no 3T12 (R$39,7 milhões negativo nos 9M12). A dívida líquida do segmento está em R$125,0 milhões."

O de aeroporto, por óbvio, também:

"A Concessionária Aeroportos Brasil Viracopos S.A. será responsável pelas operações de Viracopos a partir de 14 de
novembro de 2012, quando então passará a consolidar receitas e custos.
Neste trimestre, a Triunfo consolidou R$3,1 milhões de despesas operacionais da concessionária. Esses números
correspondem à participação de 23% da Triunfo no negócio e aparecem junto aos resultados da controladora neste release."

A obra da hidrelétrica nova (prevista para entrar em operação no final de 2013, mas com prazo até 2014 definido em licitação) consome muito capital também.

Se não fossem os novos negócios... o lucro e a redução da dívida líquida já estariam em marcha de aumento e redução, respectivamente.

As margens operacionais dos negócios que atua são excelentes, mas exigem grande capital na arrancada... ou seja, no início das operações

155825 - uqaz -  08 Nov 2012, 22:02
Resultado do 3º Trimestre de 2012

A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 3,9 M no 3T12, contra perdas de R$ -10,4 M apurados no 2° trimestre de 2012. No mesmo período do ano anterior, o resultado havia sido negativo em R$ 14,8 M.

Os ativos totais atingiram o saldo de R$ 2,0 B, crescimento de 7,0% em relação ao saldo no 3T11. O patrimônio líquido alcançou a soma de R$ 1,3 B no 3T12, valor -0,8% menor ao saldo no mesmo período do ano anterior.

Ao longo do trimestre, a ação oscilou 50,3% contra 8,9% do Ibovespa, enquanto que o valor de mercado alcançou R$ 1,6 B contra R$ 1,3 B no 3° trimestre de 2011.

Resultado em:
http://www.rad.cvm.gov.br/ENETCONSULTA/frmGerenciaPaginaFRE.aspx?NumeroSequencialDocumento=22241&CodigoTipoInstituicao=2

Cada dia melhorando mais e mais. Só esse maldito resultado financeiro...mas tah caindo o danado.

151833 - sobral30 -  11 Out 2012, 14:48
Triunfo Participacoes Comunica seus Dados Operacionais - 9M12
Sao Paulo, 11 de outubro de 2012 - A Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. (TPIS3), uma das empresas brasileiras mais atuantes do setor de infraestrutura,  comunica seus dados operacionais.
Nos nove meses de 2012, o volume da movimentacao de conteineres aumentou 14,8% em relacao ao verificado no mesmo periodo de 2011, atingindo 458.647 TEUs.
A energia assegurada vendida totalizou 445.921 MWh acumulados nos nove meses.
Quanto ao trafego, nosso desempenho consolidado acumulado nos nove primeiros  meses de 2012 foi um aumento de 6,6% no volume de trafego em relacao ao  verificado no mesmo periodo de 2011, atingindo 60.344 mil veiculos equivalentes.
O desempenho individual de nossas concessionarias Concer, Concepa e Econorte no  periodo foi respectivamente 6,2%, 8,3% e 3,8% de crescimento no volume de  veiculos equivalentes.
Em relacao a movimentacao de cabotagem, a Maestra movimentou 29.633 TEUs, no  acumulado de 2012.

146130 - paulo_prof -  26 Ago 2012, 12:48
Uma coisa é a depreciação/amortização do imobilizado e dos intangíveis, outra completamente distinta é a amortização doe empréstimos.

No caso da TPIS não sei a que especificamente se referem os intangíveis. Mas em 29DEZ2011, o balanço patrimonial ativo informa:

Imobilizado em Operação ....... 1.236.201
Intangíveis ............................. 1.171.563

Em 2012, até 30JUN, teve as seguintes despesas de depreciação/amortização com os ativos acima:

Depreciação do Imobilizado ....... 30.779
Amortização do Intangível .......... 63.415

Estas são despesas que impactam o lucro, mas que não têm efeito caixa (não há um efetivo dispêndio).

Já a amortização de dívidas tem um efeito caixa, mas não impacta o lucro. O que impacta o lucro são somente as despesas financeiras (juros) decorrentes.

Em si, não importa se em 2012 é esperada uma amortização de R$ 160 milhões de dívida. Se, de fato, a empresa não tiver condições de efetuar este desembolso, pode simplesmente emitir dívida nova para amortizar a dívida antiga.

De acordo com a minha planilha (se não houver erro), cresceu paulatinamente de R$ 470 milhões no 1T10 para R$ 750 milhões no 3T11. De lá para cá, o comportamento tem sido meio "errático" talvez devido a distribuição de proventos.

Ao final do 4T11 caiu para R$ 656 milhões, aumentou para R$ 1,019 bilhões no 1T12 e caiu novamente para R$ 876 milhões no 2T12.

Em relação ao Ebitda gerado nos últimos 4 trimestres, a dívida líquida ao final do 2T12 representava 2,25, razão esta que o mercado tem convencionado ser "adequada".

146110 - Ray Invest -  25 Ago 2012, 23:28
Sobre o que eu havia comentado por aqui há uma ou duas semanas, dei uma lida mais completa no release da TPIS3 (pág 22), agora com mais tempo e notei que a diferença de ebitda para ebit é grande devido principalmente à amortizações de bens intangíveis (suponho que sobre as concessões) e não sobre dívidas, pelo menos no 1°S/12, sendo que ela (a amortização dos intangíveis) representou 60% do total das depreciações e amortizações nesse período.
Nem imagino em quantos anos é amortizado isso...

Ainda assim fico imaginando se os altos valores das amortizações da dívida, descritas na página 16 do release do 2°T/2012 (cópia desse trecho abaixo), entrarão na conta depr/amort do 2°Semestre, ou o fato de serem pagos com outros empréstimos irá "tirá-los" dessa conta?

"A dívida da Triunfo tem notadamente um perfil de longo prazo. O cronograma de amortização é apresentado abaixo. Vale salientar que, dos R$649 milhões a serem amortizados em 2012, R$189 milhões estão relacionados ao empréstimo ponte de Rio Canoas, que será pago com a liberação do empréstimo do BNDES, e R$ 300 milhões estão relacionados à Nota Promissória, que será paga com a emissão da debenture de longo prazo. Excluindo esta dívida, o valor de amortização esperada em 2012 é de R$160 milhões, que representa 41% do EBITDA ajustado LTM."

143682 - small caps -  10 Ago 2012, 13:20
Citação: conservador22
TPIS
Vi o resultado da empresa. Grande aumento de receita mas lucro não acompanha (mesmo descontando a variação cambial da dívida da Portonave).
Qual seria o trigger para fazer a empresa dar lucro? Alguma das operações está gerando despesas pré-operacionais que ainda não se transformam em receitas? O que que pode fazer a empresa passar a dar lucro de verdade?
Sobre TPIS, a empresa de cabotagem está no início e ainda gera bem mais despesas do que receitas. É o principal fator de queda do lucro, além do aumento do endividamente decorrente da construção da nova hidrelétrica e da constituição da sociedade que vai gerir o aeroporto.

Preveem atingir o ponto de equilíbrio da cabotagem este ano e obter lucros em 2013, quando também está prevista a entrada em operação da nova hidrelétrica...


143682 - small caps - 10/Ago/2012 10:20
citação: conservador22Colegas, duas perguntinhas:

[...]
2) TPIS

Vi o resultado da empresa. Grande aumento de receita mas lucro não acompanha (mesmo descontando a variação cambial da dívida da Portonave).
Qual seria o trigger para fazer a empresa dar lucro? Alguma das operações está gerando despesas pré-operacionais que ainda não se transformam em receitas? O que que pode fazer a empresa passar a dar lucro de verdade?

Sobre TPIS, a empresa de cabotagem está no início e ainda gera bem mais despesas do que receitas. É o principal fator de queda do lucro, além do aumento do endividamente decorrente da construção da nova hidrelétrica e da constituição da sociedade que vai gerir o aeroporto.

Preveem atingir o ponto de equilíbrio da cabotagem este ano e obter lucros em 2013, quando também está prevista a entrada em operação da nova hidrelétrica...

[...]


130199 - paulo_prof - 08/Mai/2012 21:15
PREÇO: R$ 8,83
PAYOUT (2011): 99%

Múltiplos relativos aos últimos 12 meses
P/L      44,83
P/VPA            0,94
PSR     1,76
DY      2,21%
EV/EBITDA  6,21
MARGEM BRUTA  35,5%
MARGEM OPERACIONAL          1,2%
MARGEM LÍQUIDA          3,9%
LUCRO POR AÇÃO           R$ 0,197
MARGEM EBITDA 50,7%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO       81,6%
ROE    2,09%
LIQUIDEZ CORRENTE     0,45

Taxas anuais médias nominais de crescimento
a) lucro líquido
UA      28,64%
U2A    -32,04%
U3A    -175,29%

b) patrimônio líquido médio
UA      24,07%
U2A    32,63%
U3A    23,05%

Taxa anual média de crescimento real do lucro líquido necessária nos próximos 3 anos para que o preço justo calculado pela fórmula do FCD seja 1,3 vezes a cotação atual (perpetuidade real nula; taxa de desconto real de 8%): +72%

Taxas nominais de crescimento relativas ao 1T11
RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,7%
RESULTADO BRUTO +3,11%
RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO +16,02%
RESULTADO OPERACIONAL +27,77%
RESULTADO LÍQUIDO +74,50%
EBITDA +22,16%
PATRIMÔNIO LÍQUIDO -0,22%
DÍVIDA LÍQUIDA +84,03%

Análise Coin Valores
A Triunfo Participações e Investimentos S.A. é uma das principais empresas brasileiras do setor de infraestrutura, com forte atuação nos segmentos de concessões rodoviárias, administração portuária e geração de energia. Listada desde 2007 no Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da BM&FBovespa, a Triunfo baseia sua estratégia de crescimento na diversificação de seu portfólio, através de projetos bem estruturados com foco na geração de valor aos acionistas. A Triunfo está presente nos Estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Goiás, empregando aproximadamente 2.300 colaboradores. No segmento rodoviário, a Triunfo administra 641 quilômetros no Sul e no Sudeste do Brasil, por meio das concessionárias Concepa, Concer e Econorte. Possui o controle compartilhado da Portonave, que administra o Terminal Portuário de Navegantes, em Santa Catarina, o mais moderno do país. Além do terminal, a Portonave controla 100% da Iceport, uma trading company que movimenta carga própria e possui uma câmara frigorificada com capacidade para estocar 14 mil toneladas de carga congelada. Por meio da Rio Verde Energia, a Triunfo é titular da concessão para exploração da Usina Hidrelétrica Salto, em Goiás, que tem capacidade instalada de 116 MW. Ainda no segmento de geração de energia, a Companhia venceu no leilão A-5 da ANEEL, em julho de 2010, para implantar e operar a Usina Hidrelétrica Garibaldi, com 177,5MW de potência instalada, localizada em Santa Catarina. Além disso, detém uma área de 190 hectares em Santos (SP), que futuramente será destinada a empreendimentos portuários e a Maestra Logística, empresa constituída para operar o serviço de cabotagem.

RETROSPECTIVA 2010
O ano de 2010 foi importante para a consolidação das atividades da Triunfo. O inicio da operação comercial da Usina Hidrelétrica Salto, reforçou a presença da Companhia nos três segmentos de atuação. A primeira turbina da UHE Salto iniciou operação em maio, e, em agosto, com o início da operação da segunda turbina, a usina já estava operando em plena capacidade. Em julho, a Triunfo foi declarada vencedora do Leilão A-5 da Aneel, e após assinatura do contrato, passará a ter o direito de explorar a UHE pelo prazo de 30 anos. No segmento rodoviário, o desempenho da produção industrial e a recuperação da economia impulsionaram o volume de tráfego das concessionárias, Concer, Concepa e Econorte. No segmento portuário, foi registrado alto crescimento na movimentação de contêineres. Em julho, a Portonave assinou um acordo com os sindicatos que representam os trabalhadores portuários de Santa Catarina. O projeto do terminal portuário em Santos passou por audiência pública do IBAMA, em abril, e aguarda o parecer do órgão. Para fazer frente à intenção da Companhia em iniciar atividades no segmento de cabotagem, foi concluída a compra de mais um navio, o Maestra Atlântico, em fevereiro. Atualmente, os dois navios encontram-se na fase final de reforma. No final de julho, a Triunfo fez a segunda emissão pública de debêntures, no valor de R$ 133,5 milhões. Além de fortalecer o caixa, a captação será utilizada para investimento em novos projetos. O trabalho de aproximação que está sendo desenvolvido pelo departamento de relações com investidores, é outro ponto de destaque esse ano. Com
a realização de quatro reuniões públicas e a realização do primeiro Triunfo Day, a Triunfo reforça o compromisso com a transparência e com a governança corporativa.

PERSPECTIVA 2011
A Triunfo pretende aproveitar o alto potencial de crescimento do setor de infraestrutura, já que as perspectivas de investimentos nesse segmento para os próximos anos são bastante positivas. No segmento de concessões rodoviárias, a perspectiva da Companhia é participar dos próximos leilões estaduais e federais. No segmento portuário, temos um projeto em desenvolvimento para a construção de um terminal portuário em Santos. A Companhia acredita que a saturação dos portos e o crescimento rápido da demanda por novos terminais vão impulsionar o desenvolvimento de novos projetos neste segmento. A Triunfo pretende, ainda, iniciar operação da Maestra, empresa construída para operar o segmento de cabotagem. Para o segmento de geração de energia, em 2011, a Triunfo vai iniciar a implantação da UHE Garibaldi, recém-adquirida no leilão da ANEEL e também avançar os estudos já iniciados de diversos projetos, incluindo PCH’s e parque eólico.

41757 - small caps - 12/Ago/2010 23:28
Hoje encerrei a participação em TPIS3.
As ações adquiridas a R$ 1,20, foram-se totalmente a R$ 6,25.
Aumentei posição em CGAS3, ABNB3 e TNLP4.
No início do mês LLIS3 também se foi, a R$ 10,00.

41613 - Dr Invest - 12/Ago/2010 11:14 0
 Dr InvestComentários: 260 - Desde: Ago 2009
Não entendi nada !!!
para mim foi ruim o balanço da TPIS3 , não gostei !
Divida em dólar, o que fez sua divida aumentar ainda mais (que já era grande !!)e sem sinais que o mesmo vá abaixar no CP, pelo contrario, com a volta das incertezas, o investidor deverá correr para a moeda americana...

No entanto o mercado parece que esta indiferente ao seu balanço...

alguém poderia expressar tbm sua opinião pessoal sobre o case ?

Obs. pessoal , c a volta das dúvidas no ar ! É de bom tom lembrar que tradicionalmente as grandes quedas do Dow Jones ocorrem em setembro e outubro...
só para reflexão de novos aportes no momento !!



Obs2: Kroton já chegando nos 5 % da alta pós balanço!


35620 - small caps - 15/Mai/2010 22:49
citação: Fabricio BandeiraOlá Small, poderias comentar o resultado do 1T10 da TPIS3?
Fabricio, veio melhor do que eu esperava... Já tinha realizado 50% do investimento e esperei o resultado para ver se liquidava o resto. Com este desempenho que me surpreendeu positivamente, manterei a posição restante. É 1% da minha carteira....
Crescimento em todos os nichos de negócio... Espero que consigam vender a Rio Verde e que venha um lucro não recorrente... Espero também que não tenham feito um curso intensivo com o pessoal da Unipar que faz a proeza de achar que fez um bom negócio vendendo um ativo abaixo do valor contabilizado... o que gera prejuízo não recorrente


30504 - lbiazao - 18/Mar/2010 09:54
Eu já falei... que a administração desta TPIS é mediocre... os pedagios deles são os mais caros no Econorte (Norte do Paraná). As estradas são as piores... Recapearam a estrada que ficou pior que a original. Vivem sofrendo com processos na região por ter instalado a praça de pedágio em local que não foi o contratado.
Nem sem parar tem na merda do pedágio.
Perderam o pedagio da Airton Senna por não ter grana pra pagar.
Eu fico com os 2 pés atraz com esta empresa. 


30503 - NotwenCardozo - 18/Mar/2010 09:29
Após ser multada pela Antaq, Triunfo emite nota afirmando que irá recorrer
Recomendar!
Por: Equipe InfoMoney
17/03/10 - 19h55
InfoMoney
SÃO PAULO - Repercutindo as notícias de que a Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) aplicou multa à Portonave, empresa controlada pela Triunfo Participações (TPIS3), as duas companhias emitiram uma nota afirmando que a decisão da agência ainda cabe recurso e que as atividades da empresa penalizada encontram-se dentro da lei.
Na última última segunda-feira (15), a Antaq multou em R$ 364,5 mil a empresa Portonave, que opera terminais de uso privativo misto no porto de Itajaí (SC). Além disso, a agência reguladora do setor aquaviário criou um grupo de trabalho por 120 dias para determinar o prazo que o terminal tem para se adaptar quantitativo da carga horário que deve movimentar.
Segundo o comunicado, a multa não é definitiva, "pois comporta recurso no próprio plano administrativo". Além disso, a Portonave afirmou que "manejará os recursos cabíveis, pois tem segura convicção quanto à legalidade de sua situação e de suas operações", estando elas de acordo com o contrato firmado com a União por intermédio do Ministério dos Transportes.
Esse contrato, segundo a Portonave, dá a ela o direito de atuar como terminal privativo de uso misto, o que permite a movimentação tanto de carga própria quanto de terceiros. "A outorga e a Lei dos Portos (Lei nº 8.630/93) não exige dos terminais mistos níveis mínimos de movimentação de carga própria e tampouco que ela seja preponderante", afirmou a companhia. 


29717 - tota57 - 08/Mar/2010 21:18
Concessionária de rodovias Triunfo venderá usina para reduzir dívida
Fernando Teixeira, de São Paulo
08/03/2010 - Valor
A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) colocou à venda um de seus principais ativos, a usina hidrelétrica de Salto, em Goiás, para ganhar fôlego financeiro para novos investimentos na própria área de energia. A usina, com potência para gerar 116 MW, custou R$ 460 milhões, e a receita prevista é de R$ 80 milhões ao ano - há um contrato de 16 anos fechado com a Votorantim para vender a geração. No momento, o ativo está em negociação, mas a empresa não tem prazo para concluir o negócio.
A TPI tem três projetos de Pequenas Usinas Hidrelétricas (PCHs) em Goiás aguardando autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), totalizando 90 MW, e outros quatro projetos de usinas de maior porte distribuídas entre Goiás e Tocantins, em parceria com a Alupar e a companhia de energia goiana - a Celg -, totalizando 250 MW.
Segundo a diretora de relações com investidores do grupo, Ana Cristina Carvalho, a capacidade financeira obtida com a venda da usina de Salto será direcionada para os projetos que andarem mais rápido e para aqueles que demonstrarem melhor rentabilidade. Ainda em fase de aprovação, os projetos no ramo elétrico devem demorar alguns anos para sair do papel. Segundo a executiva, a TPI também ficará de olho em projetos do ramo rodoviário, como Rodoanel, e as novas concessões federais, previstos para este ano.
Uma vez concretizada a venda da usina de Salto, o endividamento da Triunfo Participações cairia de R$ 834 milhões para R$ 522 milhões - a dívida associada à usina é de R$ 320 milhões. Com isso, a relação entre dívida líquida e Lajida do grupo - referência usada pelo mercado financeiro para concessão de crédito - cairia de 3,51 vezes para 1,91 vez. No ramo de infraestrutura, convenciona-se que o teto para o endividamento é uma relação dívida/Lajida de 3 vezes.
Apesar de todas as considerações sobre a estrutura de maturação longa dos investimentos do grupo, a relação dívida/Lajida foi fatal para a TPI na disputa pela concessão da rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto no ano passado. Vencedora no critério preço, a empresa foi desclassificada porque não conseguiu levantar no mercado financeiro as garantias exigidas no edital.
A TPI fechou 2009 com uma receita 29% maior do que a de 2008, totalizando R$ 427 milhões. As principais responsáveis pelo resultado foram as concessões rodoviárias - além do aumento no movimento das estradas, houve reajuste de 11% nas tarifas - e o crescimento do movimento no seu terminal portuário, que quase dobrou. Este ano, pela primeira vez desde a abertura de capital em 2007, a TPI distribuirá dividendos. Serão R$ 8,4 milhões. 

29689 - NotwenCardozo - 08/Mar/2010 13:09
(08/03) TRIUNFO PART (TPIS – NM) - Fato relevante
DRI: Ana Cristina Carvalho
Enviou o seguinte fato relevante:
A TPI - Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. (a "Companhia") em cumprimento ao disposto no artigo 157 da Lei n 6.404 e na Instrucao CVM n 358, informa que, conforme deliberacao da Administracao, foi aprovada a alienacao das acoes de emissao da sua controlada Rio Verde Energia S.A. O investimento foi reclassificado para participacoes a comercializar no montante de R$ 148 milhoes e passivos bancarios nao consolidados no montante de R$ 341 milhoes.
Os recursos obtidos serao destinados a investimentos em novas oportunidades de negocios, de acordo com o nosso objeto social.


29681 - H Trader - 08/Mar/2010 11:31
Vi diversos comentários sobre a Triunfo aqui no forum, então achei que esse artigo poderia ser útil:
Concessionária de rodovias Triunfo venderá usina para reduzir dívida
Valor Econômico - Fernando Teixeira, de São Paulo 08/03/2010
A Triunfo Participações e Investimentos (TPI) colocou à venda um de seus principais ativos, a usina hidrelétrica de Salto, em Goiás, para ganhar fôlego financeiro para novos investimentos na própria área de energia. A usina, com potência para gerar 116 MW, custou R$ 460 milhões, e a receita prevista é de R$ 80 milhões ao ano - há um contrato de 16 anos fechado com a Votorantim para vender a geração. No momento, o ativo está em negociação, mas a empresa não tem prazo para concluir o negócio.
A TPI tem três projetos de Pequenas Usinas Hidrelétricas (PCHs) em Goiás aguardando autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), totalizando 90 MW, e outros quatro projetos de usinas de maior porte distribuídas entre Goiás e Tocantins, em parceria com a Alupar e a companhia de energia goiana - a Celg -, totalizando 250 MW.
Segundo a diretora de relações com investidores do grupo, Ana Cristina Carvalho, a capacidade financeira obtida com a venda da usina de Salto será direcionada para os projetos que andarem mais rápido e para aqueles que demonstrarem melhor rentabilidade. Ainda em fase de aprovação, os projetos no ramo elétrico devem demorar alguns anos para sair do papel. Segundo a executiva, a TPI também ficará de olho em projetos do ramo rodoviário, como Rodoanel, e as novas concessões federais, previstos para este ano.
Uma vez concretizada a venda da usina de Salto, o endividamento da Triunfo Participações cairia de R$ 834 milhões para R$ 522 milhões - a dívida associada à usina é de R$ 320 milhões. Com isso, a relação entre dívida líquida e Lajida do grupo - referência usada pelo mercado financeiro para concessão de crédito - cairia de 3,51 vezes para 1,91 vez. No ramo de infraestrutura, convenciona-se que o teto para o endividamento é uma relação dívida/Lajida de 3 vezes.
Apesar de todas as considerações sobre a estrutura de maturação longa dos investimentos do grupo, a relação dívida/Lajida foi fatal para a TPI na disputa pela concessão da rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto no ano passado. Vencedora no critério preço, a empresa foi desclassificada porque não conseguiu levantar no mercado financeiro as garantias exigidas no edital.


A TPI fechou 2009 com uma receita 29% maior do que a de 2008, totalizando R$ 427 milhões. As principais responsáveis pelo resultado foram as concessões rodoviárias - além do aumento no movimento das estradas, houve reajuste de 11% nas tarifas - e o crescimento do movimento no seu terminal portuário, que quase dobrou. Este ano, pela primeira vez desde a abertura de capital em 2007, a TPI distribuirá dividendos. Serão R$ 8,4 milhões.


29540 - Fabricio Bandeira - 06/Mar/2010 15:17
Olá amigos, ainda sobre a TPIS3 venho fazer algumas considerações.
Se não me engano em maio/2009 peerguntei ao small aqui mesmo no fórum sobre investimentos na empresa. Estava cotada, há apenas 10 meses, a R$2,00. Como se trata de uma empresa nova, em crescimento mas com características de defensiva, possível geradora de dividendos (concessão rodoviária, logística portuária e geradora de energia); perguntei sobre um futuro pagamento de dividendos. Resposta do small... teria que reverter seus prejuizos para posterior pagamento de dividendos. Em que horizonte de tempo? Uma icógnita...
Pois bem, acho que o momento da virada (turnaround) chegou. Para quem possa interessar, provavelmente em abril a Triunfo iniciará suas operações como geradora de energia após um longo período de investimento. Com isso, maior receita.
Origado Small pelas orientações e sucesso a todos nos investimentos.

29478 - paulo_prof - 05/Mar/2010 20:57
Para o que possa servir, os novos múltiplos da TPIS3 (a R$ 6,90), baseados nos últimos 12 meses, são:
P/L 18,94
P/VPA 1,24
PSR 2,60
DY 0,87%
EV/EBTIDA 6,31
MARGEM BRUTA 41,4%
MARGEM OPERACIONAL 19,7%
MARGEM LÍQUIDA 13,7%
LUCRO POR AÇÃO R$ 0,364
MARGEM EBITDA 61,8%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 64,4%
ROE 6,56%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,98
P/(CAP GIRO/AÇÃO) -160,72
GIRO ATIVOS 0,20
P/(ATIVO/AÇÃO) 0,53 


29477 - NotwenCardozo -  05/Mar/2010 20:55
Eis aqui um turnaround que está se confirmando TPIS3. Segunda os papéis devem foguetar!!!
Triunfo sai do prejuízo e tem lucro líquido de R$ 12,2 milhões no último trimestre
Recomendar!
Por: Equipe InfoMoney
05/03/10 - 20h04
InfoMoney
SÃO PAULO - A Triunfo Participações (TPIS3) divulgou nesta sexta-feira (5) seu resultado referente ao último trimestre de 2009, período em que registrou lucro líquido de R$ 12,2 milhões - no mesmo trimestre do ano anterior, a empresa havia reportado prejuízo de R$ 42,1 milhões.
Os ganhos da companhia ao longo de todo o último ano, por sua vez, totalizaram R$ 53,1 milhões frente ao prejuízo de R$ 89,9 milhões visto no exercício anterior.
O Ebitda (geração operacional de caixa) da companhia avançou 23,9% no trimestre, atingindo R$ 66,5 milhões. Já a receita operacional líquida no período teve alta de 29,2% em relação a 2008, para R$ 109,8 milhões no trimestre. No acumulado em 2009 as altas foram de 37,6% (R$ 239,6 milhões) e de 29,3% (R$ 387,5 milhões), respectivamente.
Tráfego
O tráfego total das concessões rodoviárias da Triunfo aumentou 7,1% no trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, atingindo 17.290 mil veículos equivalentes.
Já a movimentação de contêineres avançou 118,2% no período em comparação anual, atingindo 143.626 TEUs (Twenty Foot Equivalent Unit - unidade equivalente a um contêiner de 20 pés).


http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1797027&path=/i nvestimentos/


29465 - alesgood - 05/Mar/2010 19:35
Principais Destaques de 4T09
O tráfego total de nossas concessões rodoviárias cresceu 7,1% no 4T09 em relação ao 4T08, atingindo 17.290 mil veículos equivalentes1.
A movimentação de contêineres aumentou 118,2% no 4T09 em relação ao 4T08, atingindo 143.626 TEUs2.
Nossa Receita Bruta aumentou 29,5% no 4T09, quando comparada com o mesmo período do ano anterior, atingindo R$121.629.
O EBITDA aumentou 23,9%, atingindo R$66.582 no 4T09.
Apresentamos lucro líquido de R$12.192 no 4T09, frente ao prejuízo de R$42.101 do 4T08.
Em 2 de outubro foi adquirida a empresa NTL, que possui um navio de contêineres.
Em 16 de outubro a Delegacia da Capitania dos Portos de Itajaí atualizou os parâmetros de operação portuária, restabelecendo o calado da Portonave às condições verificadas antes do assoreamento do rio Itajaí-açú, em novembro de 2008.
Em 27 de outubro o BNDES aprovou a contratação, pela Rio Verde, de recurso suplementar para a implantação da Usina Salto, no valor total de R$ 23.184.
A Concepa foi autorizada, em 26 de outubro, a reajustar as tarifas em 7,3%.
Em 12 de novembro, a câmara frigorifica da Iceport, subsidiária integral da Portonave, foi atingida por um incêndio. A estrutura da câmara foi totalmente destruída e as atividades devem retomar à normalidade até o final de 2010.
Em 02 de dezembro foi autorizado reajuste tarifário da Econorte em 1,5%.
Iniciamos, em 21 de dezembro, o enchimento do reservatório da Usina Salto, e o inicio da geração comercial está prevista para abril de 2010.
A Triunfo pretende vender o ativo Rio Verde para fazer frente a novos investimentos.


25746 - paulo_prof - 18/Jan/2010 19:14
citação: andreteixeiraCaro Paulo_prof,
Tenho uma certa atração pelas empresas de logística e energia. Por isso, fiquei animado com a TPIS3. Agora, ela não está muito esticada? A cotação aumentou mais de 400% em um ano. Será que ainda há campo?
Forte Abraço,
André
A minha projeção para o lucro líquido de 2010 é de R$ 75 milhões. Ao preço de hoje, e para o patrimônio líquido médio que projetei para 2010 (R$ 830 milhões), os múltiplos seriam P/L = 13,2 e P/VPA = 1,2
No setor de transportes, estes múltiplos seriam bastante "competitivos", especialmente se for considerado o crescimento esperado da empresa. Nos últimos 5 anos, o crescimento anual médio da receita líquida foi de aprox. 23,5%.
O que preocupa, um pouco, é a dívida líquida superior a 3 x o Ebitda Anual. O ideal é que não passasse de 1,5. Se eu fosse o contrrolador procurava efetuar um aumento de capital via subscrição. É possível, entretanto, que os controladores estejam "duros". 

Triunfo iniciará operação da primeira turbina de Salto em fevereiro de 2010
Por: Equipe InfoMoney
22/12/09 - 09h10
InfoMoney
SÃO PAULO – A Triunfo Participações (TPIS3), juntamente com sua subsidiária Rio Verde Energia, enviou comunicado ao mercado na última segunda-feira (21), informando o início do enchimento do reservatório da Usina Hidrelétrica de Salto.
De acordo com as informações contidas no documento, após licença de operação concedida pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente, em atendimento às questões ambientais relacionadas, a Rio Verde iniciou o enchimento da área no último dia 20 de dezembro.
A Triunfo ainda afirmou que pretende dar inicio à operação da primeira turbina da Usina Hidrelétrica de Salto no dia 15 de fevereiro do próximo ano. 


24124 - NotwenCardozo - 22/Dez/2009 09:25
Tota, rei das elétricas, já comprou papéis da Triunfo?


21402 - octacm - 16/Nov/2009 21:48
Faz tempo que eu não comento um resultado...
Achei muito bom o resultado da Triunfo (TPIS3) e achei interessante comentar com vocês.
Para os que não conhecem a empresa:
A empresa tem como operações três negócios:
- Pedágio 78% da receita operacional;
- Portuário 20% da receita operacional;
- Geração de energia 2% da receita operacional.
Destes negócios, o de pedágio é o mais representativo na receita da empresa, logo seguido de movimentação de conteiners. O negócio de geração de energia é novo, e existe a apenas 2 meses, porém não tenho informações de quanto tempo vem gerando resultados à empresa, mas provavelmente para o quarto trimestre já estará funcionando plenamente.
Vamos ao resultado:
Pontos positivos
- Movimentação de conteiners cresceu 27% em relação ao 3T08
- Receita Operacional Bruta consolidada aumentou 24,2% no 3T09, quando comparada com o mesmo período do ano anterior, atingindo R$105.915
- EBITDA aumentou 22,1%, atingindo R$56.878 no 3T09
- Lucro líquido de R$9.641 no 3T09, frente ao prejuízo de R$33.455 do 3T08.
- Iceport foi incluída na categoria Cold Store de estabelecimentos
habilitados a exportar para os Países Membros da Comunidade Europeia;
- Iceport foi habilitada para estocagem de carnes e derivados, seguindo premissas pré-estabelecidas de armazenagem de carga, para exportação à
Rússia - Somente a titulo de informação, a Russia é responsável por 30% da produção da Minerva, logo deve ter uma forte represetação em outros frigoríficos brasileiros;
- Concer recebeu autorização para reajuste anual de 4,5% das tarifas e a concepa foi autorizada a um reajuste de 7,3% - como essa concessões foram dadas ao final do trimestre, o resultado deverá vir para o quarto trimestre.
- Rio Verde vendeu a integralidade da energia produzida pela Usina Hidrelétrica Salto (116 MW), no período compreendido entre o início da operação comercial e o início de vigência do PPA de longo prazo com a Votener. A energia foi vendida para a CEMIG Geração e Transmissão S.A. por R$6.230.
- 2 de outubro, foi celebrado contrato entre a Triunfo e a Companhia de Navegação Norsul, visando a compra pela Triunfo da totalidade das ações da NTL, empresa que tem como único ativo um navio de contêineres - Não será de admirar se no proximo trimestre tenhamos um aumento significativo na movimentação de Conteiners;
Pontos Neutros
-Tráfego das rodovias estável, sem grandes variações nos resultados
Pontos negativos
- A empresa possui um nível considerado alto de endividamento;
- Crescimento do endividamento da empresa em 0,7p.p. ficando 3,51x o valor de ebit da empresa;
- A dívida bruta da empresa é de 831 milhoes, sendo 243 milhoes do negócio de rodovias, 121 milhoes de operações portuarias, 328 milhoes do segmento de geração de energia. Se fizermos as contas ficam faltando 139 milhões que a empresa não especifica de onde é;
- Liquidez corrente da empresa de 0,3;
- Divida/patrimonio 1,56
Pontos interessantes encontrados no relatório:
Nós acreditamos no alto potencial de crescimento que a Companhia possui nos três segmentos em que atua e por isso estamos sempre em busca de novos negócios e investimentos. No setor rodoviário, estamos bem posicionados para participar dos futuros leilões. No setor portuário, estamos trabalhando no desenvolvimento do novo empreendimento na área que adquirimos em Santos. Estamos sempre atentos às novas oportunidades do segmento. E no setor de geração de energia, projetos de PCHs e energia eólica estão em fase de estudo de viabilidade.
A empresa apresenta seu plano para quitação da divida da empresa para até 2014 quitar todas as dividas;
Se a empresa repetir o valor deste ultimo trimestre, o P/L ficará 32 e P/vp 0,96
Porém acho muito pouco provável que esse resultado do 4 trimestre seja igual, acredito que seja 25 a 40% melhor...
Para quem gosta de análise técnica:
A empresa está em um canal de alta muito bonito.
MACD iniciando o cruzamento para cima indicando compra.
IFR Acabou de tocar os 30 e está iniciando a subida;
Médias móveis de curto e médio prazo querendo se cruzar para indicar compra, a de curto e longo já indicam compra e a de médio e longo tambem.
Quem gostou pode dar o positivado la no canto do comentario...



20750 - NotwenCardozo - 13/Nov/2009 11:00
Triunfo informa que com incêndio, toda a estrutura de sua câmara foi danificada
Por: Equipe InfoMoney
13/11/09 - 10h36
InfoMoney
SÃO PAULO - A Triunfo Participações (TPIS3) anunciou na noite de quinta-feira (12) que a câmara frigorífica da Portonave, administrada pela sua subsidiária Iceport, foi atingida por um incêndio durante a manhã.
Com a ocorrência, a empresa afirma que toda a estrutura da câmara foi danificada, inclusive a carga estocada no local. Ninguém se feriu e o laudo com as causas do acidente ainda está em andamento.
Apesar de a empresa ter apólice de seguros contra este tipo de acontecimento e, portanto, cobertura dos danos, a operação da câmara deverá ser normalizada somente em um prazo de oito meses, como prevê a empresa.
Perspectivas
Em fato relevante, a Triunfo falou que a Iceport, que atua principalmente na comercialização de produtos congelados, manterá sua atividade durante o período de reparo.
O volume de receita operacional bruta movimentado pela Iceport (excluindo a receita de trading) representa aproximadamente 3% da receita operacional bruta total da Portonave.

20446 - small caps - 12/Nov/2009 00:24
Professor Paulo, há duas questões relevantes a serem consideradas.
TPIS3 tem um projeto de geração elétrica cuja usina está começando a rodar agora, cujo custo foi muito substancial. Do relatório se extrai:
"No segmento de geração de energia, destacamos a fase de conclusão da obra da usina Salto, administrada pela Rio Verde Energia, lembrando que permanecemos dentro do cronograma estabelecido pela ANEEL, que prevê início da geração comercial da primeira turbina para dezembro de 2009. A última parcela do financiamento do BNDES deverá ser liberada ainda na primeira quinzena de novembro, completando assim, o montante de R$289.700 mil, que representam 95% do valor financiado. Além disso, para suportar os gastos decorrentes do aumento da capacidade da Usina, o BNDES aprovou, no início de novembro, um financiamento suplementar de R$23.180 mil."
E o Porto está ainda em fase de consolidação e apenas recentemente o calado foi reestabelecido para receber a movimentação de containers...
Além disso, embora duvide que consigam, mas a projeção da TPIS quanto à dívida é de considerável queda até 2014, para menos de R$ 300 milhões.
A geração de eletricidade, a partir do próximo ano deve adicionar, pela projeção deles, mais de R$ 60 milhões de EBITDA anuais.
Além disso, os gastos de "depreciação" no balanço, não representam efetivo desembolso de caixa, não pressionando a dívida.
Por isso que mantenho minhas TPIS compradas com preço médio de R$ 1,50.
Vários empreendimentos como os de energia e de telefonia tem esta característica de elevados investimentos iniciais (pressionando a dívida) e no início da operação elevadas amortizações que "escondem" boa parte do lucro. Passado um tempo o lucro pode aparecer com maior "tranquilidade".
Mas é claro, como turnaround, sempre de olho com lupa.


20433 - paulo_prof - 12/Nov/2009 08:04
citação: herdsmanDei uma olhada porcima no release do Triunfo..TPIS3. Tó fora. Se eles precisam desctacar como ponto positivo o fato de descer 1 dia antes do prazo uma turbina no UHE de salto. O resto evitaram de colocar 2T do lado do 3T, sempre somente comparando um 2008 horrivel com 2009(menos horrivel). Neste preço tem coisa melhor me parece.
Pelas minhas contas, com uma dívida líquida de R$ 820 milhões, a Triunfo deve gastar uns R$ 21 milhões em juros. Supondo um ambiente de estabilidade cambial, portanto, o resultado financeiro é negativo em aprox. R$ 21 milhões.
As depesas operacionais somam aprox. R$ 18 milhões e a depreciação e amortização, mais R$ 2 milhões. Para ter um resultado líquido nulo, portanto, é necessária um resultado bruto de aprox. R$ 41 milhões.
No 3T08, a margem bruta foi de 42,5%. Duvido muito que esta margem será repetida, se bem que como parte substancial do custo (aprox. 45%) vem da operação e manutenção das rodovias, é possível que a empresa possa "galinhar" no sentido de adiar depesas). Para efeito de exercício, vamos supor uma margem bruta igual a do 3T09, de 42,5%. Isto quer dizer que a Receita Líquida deve ser de aprox. R$ 97 milhões, ou seja, perfeitamente factível pois é só repetir o 3T09.
Isto corresponde a uma Receita Bruta de aprox. R$ 154 milhões, que representariam um acréscimo de 45% sobre os R$ 106 milhões do 3T09.
Para cada ponto percentual de valorização do real, a Triunfo tem um ganho cambial de aprox. R$ 1,7 milhões. Se o dólar fechar 2009 na cotação de R$ 1,70, a valorização será de 4,3% e o ganho cambial da Triunfo será de aprox.
R$ 7 milhões.
Ao que tudo indica, portanto, se a Triunfo conseguir obter receitas no minimo iguais ao 3T09, o último trimestre do ano deverá ser azul.
A dívida líquida cresceu R$ 52 milhões no 3T09. Este aumento será neutralizado pelo aumento de capital, de R$ 50 milhões. Por outro lado, estão previstas amortizações de empréstimos num total de R$ 40 milhões no 4T09. A empresa usará o aumento de capital para tal
No médio/longo prazo entretanto, a empresa terá que ser capaz de aumentar a geração de caixa sensivelmente.


OBS. As contas estavam equivocadas ... nesta edição foram corrigidas


20353 - NotwenCardozo - 11/Nov/2009 11:16
Alguém analisou o balanço os resultados da Triunfo?
Principais Destaques de 3T09
O tráfego total de nossas concessões rodoviárias reduziu 0,6% no 3T09 em relação ao 3T08, atingindo 15.616 mil veículos equivalentes1.
A movimentação de contêineres aumentou 27,0% no 3T09 em relação ao 3T08, atingindo 111.909 TEUs2.
Nossa Receita Operacional Bruta consolidada aumentou 24,2% no 3T09, quando comparada com o mesmo período do ano anterior, atingindo R$105.915.
O EBITDA aumentou 22,1%, atingindo R$56.878 no 3T09.
Apresentamos lucro líquido de R$9.641 no 3T09, frente ao prejuízo de R$33.455 do 3T08.
Em 14 de julho, a Rio Verde Energia realizou a descida do rotor da turbina da unidade 1, um dia antes do prazo previsto.
No dia 23 de julho, a Iceport foi incluída na categoria Cold Store de estabelecimentos habilitados a exportar para os Países Membros da Comunidade Europeia.
No dia 29 de julho, a Iceport foi habilitada para estocagem de carnes e derivados, seguindo premissas pré-estabelecidas de armazenagem de carga, para exportação à Rússia.
Em 26 de agosto a Concer recebeu autorização para reajuste anual de 4,5% das tarifas de pedágio.
No dia 29 de setembro a Rio Verde vendeu a integralidade da energia produzida pela Usina Hidrelétrica Salto (116 MW), no período compreendido entre o início da operação comercial e o início de vigência do PPA de longo prazo com a Votener. A energia foi vendida para a CEMIG Geração e Transmissão S.A. por R$6.230


http://www.mzweb.com.br/tpi/web/arquivos/TPI_ER_3T09_port.pdf


17022 - paulo_prof - 13/Out/2009 11:26
Ao contrário da Eternit, o endividamento da Triunfo está bem além do que poderia ser considerado como "saudável". Em 30JUN2009, o endividamento líquido era aprox. 3,55*Ebitda anual, quando o "ideal" é algo próximo de 1,5*Ebitda.
Em conseqüência, na minha opinião, é correto a empresa procurar levantar capital próprio, e diminuir o nível de endividamento. O que não entendo direito é por que se dão a todo o trabalho de subscrição para aumentar o capital em apenas uns 12%. Será que os controladores estão sem grana?


17015 - herdsman - 13/Out/2009 09:15
A TPI – Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. ("Companhia") comunica aos seus acionistas que o Conselho de Administracao aprovou o aumento do capital social da Companhia nos limites do capital autorizado estabelecido no Estatuto Social, em reuniao realizada em 09 de outubro de 2009, nos termos e condicoes descritos abaixo:
I. QUANTIDADE DE ACOES A SEREM EMITIDAS:
Serao emitidas para subscricao particular, dentro do limite do capital autorizado, conforme Artigo 6 do Estatuto Social da Companhia, 9.295.472 (nove milhoes, duzentas e noventa e cinco mil, quatrocentas e setenta e duas) novas acoes ordinarias, nominativas, escriturais e sem valor nominal, com os mesmos direitos e obrigacoes das acoes ordinarias ja existentes.
II. VALOR TOTAL DO AUMENTO DO CAPITAL SOCIAL:
O capital social sera aumentado de R$461.947.085,27 (quatrocentos e sessenta e um milhoes, novecentos e quarenta e sete mil, oitenta e cinco reais e vinte e sete centavos reais) para R$512.979.226,55 (quinhentos e doze milhoes, novecentos e setenta e nove mil, duzentos e vinte e seis reais e cinquenta e cinco centavos), totalizando, um aumento de R$51.032.141,28 (cinquenta e um milhoes, trinta e dois mil, cento e quarenta e um reais e vinte e oito centavos).
III. PRECO DE EMISSAO POR ACAO:
O preco de emissao de cada uma das novas acoes ordinarias e de R$ 5,49 (cinco reais e quarenta e nove centavos) por acao, de acordo com os termos do inciso III do 1 do artigo 170 da Lei n 6.404, e foi fixado com base na media simples das cotacoes das acoes da Companhia nos ultimos 10 (dez) pregoes na BM&FBOVESPA ate 08 de outubro de 2009, inclusive.


16911 - herdsman - 09/Out/2009 21:47
São Paulo, 09 de outubro de 2009 - A TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A. comunica aos seus acionistas que o Conselho de Administração aprovou o aumento do capital social da Companhia nos limites do capital autorizado estabelecido no Estatuto Social, em reunião realizada em 09 de outubro de 2009.


Este aumento de capital serve para poder emitir mais ações, mais debêntures ou o que? Desconfio que eles mesmo puxam a cotação para cima, porque resultados que justificam tamanho valorização não vi ainda. Etá firminho que solta FR toda hora para chamar atenção. Vai lucrar o que no fim das contas? 20 centavos dos quais no minimo 10 não recorrentes? Está dificil aplicar análise fundamentalista neste mercado. Fundamental seria poder medir o que está na moda. Parece que entramos numa canseira no diz construtores e agora vem 'portos' e 'remedios'?


11675 - gustgef  - 14/Ago/2009 14:03
Fala galera de fundamentus!
É isso aí Paulo, cremer tá uma pechincha! Principalmente quando a gente olha pro crescimento absurdo da receita líquida.
Falar rápido algumas coisas...
Krot11 Resultado veio bom, o primeiro trimestre sempre tem lucros maiores mas anualizando o P/L ainda teríamos algo proximo de 10 e poderemos ter surpresas agradáveis nas aquisições a serem feitas pela companhia, a receita líquida e o número de alunos continua subindo, para min, do setor, é a melhor empresa e, na minha concepção, esse setor promete.
TPIS3 Resultado veio médio, no 1T09 houve um ganho por conta de uma indenização, enquanto no 2T09 veio o ganho de cambio. Excluindo isso houve um aumento ESPETACULAR do seu porto (em todos os sentidos, desde receita até o lucro) e uma retração MUITO estranha na receita de rodovias, acabando com a receita líquida apenas 3% maior que do trimestre anterior. Tudo mais em linha, os órgãos credores parecem confiar na empresa e continuar emprestando dinheiro a ela. Só para comentar a Usina que estão construindo possui uma previsão de EBITDA anual de 64 milhões. Acredito que a triunfo esteja querendo bancar uma daquelas empresas do Eike Batista e ficar alavancada até onde puder. Estimo um lucro entre R$5 e 10 milhões no próximo trimestre (dependendo do câmbio). Eu acredito muito na empresa, estão expandindo com força, diversificando e acertando, é uma minha xodó admito. MAS ATENÇÃO, a partir de 5 reais, a ação passa a ser uma ação com RISCO muito ALTO!


LLIS3 Resultado veio médio, as vendas estão crescendo muito bem e com constância, as conquencias da crise foram inferiores às imaginadas, o crescimento do EBITDA está vindo de acordo (apesar da crise o EBITDA veio igual ao 1S08), existiram custos inerentes de consultorias e treinamentos e desligamentos de funcionários que teriam inflado esse EBITDA e esse Lucro em mais 1 milhão pelo menos. Resultado, no longo prazo continua sendo um arraso, a empresa possui marca forte e futuro brilhante, no curto prazo ainda não merece uma fatia considerável de investimento, entretanto, o mercado precifica tudo muito antes então, acredito eu, que alguns fundos já corram atrás dela, só pelo crescimento constante das vendas.


9041 -  atun - 15/Jul/2009 22:07
Triunfo compra navio e entra no mercado de cabotagem
15 de Julho de 2009 | 20:10
TPIS3


Triunfo Participações e Investimentos (TPI) anunciou a compra de um navio para estrear no mercado de cabotagem. O negócio - de R$ 10,750 milhões, mais as despesas que vêm sendo feitas na embarcação Norsul Atlântico desde 31 de maio, somando aproximadamente R$ 15 milhões - foi fechado com a Navegação e Logística (NTL), controlada pela Companhia de Navegação Norsul. A TPI adiantou hoje à Norsul 15% do valor acertado. A empresa tem 30 dias corridos, a contar de hoje, para realizar todas as verificações que julgar pertinentes em relação à NTL. Se nesse período for encontrado qualquer problema com a NTL ou com a documentação de compra, o negócio será desfeito, conforme fato relevante divulgado pela companhia. Em entrevista à Agência Estado, o presidente da TPI, Carlo Alberto Bottarelli, disse esperar que as operações com transporte marítimo comecem em janeiro. Inicialmente, a TPI trabalhará com a linha Buenos Aires (Argentina), Montevidéu (Uruguai), Navegantes (SC) e Santos (SP). Mas o objetivo é chegar até Cartagena, na Colômbia. Com o negócio de navegação de cabotagem, a TPI calcula produzir uma receita líquida de R$ 100 milhões no primeiro ano de operação, passando a R$ 150 milhões no exercício seguinte. "Além de ser um setor pouco explorado, consideramos estratégico trabalhar com diferentes modais", afirmou o presidente. Segundo o executivo, a TPI vai somar esse navio a outro adquirido anteriormente pelo empresário Agostinho Leão, parceiro da TPI no Porto de Navegantes. As embarcações serão abrigadas na estrutura de uma nova empresa. "Nossa ideia é fretar outros dois navios no exterior, passando a administrar uma frota de quatro navios", disse o executivo. Além dos investimentos totais de R$ 15 milhões na compra do navio, a TPI vai desembolsar mais R$ 20 milhões em infraestrutura portuária, fatia que equivale a 65% do investimento total planejado nesta área. Dentre os principais players do mercado de cabotagem no Brasil estão a Libra, Aliança, Mercosul Line e Log-In.

8514 - paulo_prof - 09/Jul/2009 13:50
citação: herdsmanPaulo vc tem um opinão sobre a multa que o Artesp aplicou na seguradora do Triunfo por não ter $$ para assumir o Airton Senna?
Não parece ter havido "dolo" da Triunfo no caso, pois parece que tentou mesmo de todas as formas obter o resseguro e nenhuma das dezenas de companhias consultadas aceitou conceder. Hoje, inclusive, parece que não teria quaisquer problemas em apresentar as garantias exigidas.
Por outro lado, ao ter negado o seu recurso administrativo relativo à perda da concessão da Airton Senna, certamente a Triunfo ingressará com ação judicial.
Acredito que a melhor solução para todas as partes seria a anulação da multa de um lado, e a não contestação da perda de concessão, de outro. De qualquer forma, se não houver um acordo, creio que o assunto vai rolar nos tribunais por diversos anos.



7687 - sortegrande - 24/Jun/2009 18:35
Ibiazao, um dos ramos que a TPIS atua são as rodovias, o fato delas serem mau cuidadas pode ser ruin para o motorista, para o estado, mas para empresa deve ser bom ja que a mesma não investe o que deveria e mesmo assim não deixa de arecadar, porem pelo que li a grande reviravolta nos numeros da triunfo se deve a seu novo porto, e futamente a hidreletrica que deve começar a gerar em breve.


7685 - lbiazao - 24/Jun/2009 16:31
NotwenCarsozo, uma pergunta.
Você comentou que aposta em TPIS3, você realmente acredita nesta empresa? Depois que perdeu o pedágio a Airton Senna?
Eu entrei na IPO desta empresa e foi um desastre desde o inicio.
Outra fator que coloca esta empresa em check.
Eu costumo viajar de São Paulo a Londrina, e a Triunfo tem pedágio nos trechos de Ourinhos a Londrina. De todas as estradas pedagiádas que eu já andei aquela é a pior. Teve um trecho que eles Recaparam a estrada ficou pior antes. Onde esta novo esta todo ondulado. Os pedágios não tem Via Facil/Sem Parar.
E eles vivem brigando na justiça pois aquele pedágio esta em local errado, de onde era previsto. já passei varias vezes por lá e tava fechado sob liminar.
Por estes motivos parei de andar por ali e agora vou pra Londrina passando por Assis. É mais longe mas tem mais trecho duplicado. E tem 1 pedágio mais barato com Via Facil/Sem Parar.
Não me parecem competentes de forma administrativa. Quais motivos nos levam a investir nela? Os resultados só mostram Prejuizo! A aposta seria em uma volta por cima?


7620 - floripasempre - 23/Jun/2009 13:31
A Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp) inicia hoje a execução da garantia (uma espécie de multa) de R$ 65 milhões da proposta feita pela Triunfo Participações e Investimentos (TPI) no leilão da Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto, ocorrido em outubro de 2008. Segundo informação obtida ontem à noite pelo Estado, a decisão será publicada hoje no Diário Oficial do Estado e deve-se ao fato de a TPI não ter honrado as regras previstas no edital de licitação, o que resultou na perda da concessão em abril deste ano.De acordo com os trâmites legais, a agência acionará a seguradora CesceBrasil, antiga Áurea Seguros, responsável pela apólice apresentada pela TPI para participar do leilão da rodovia no fim do ano passado. Normalmente, a seguradora inclui garantias em caso de ter de arcar com a multa. Ou seja, depois de pagar a agência, ela inicia um processo para receber do segurado, no caso a TPI.A concessionária venceu o leilão da Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto em outubro do ano passado por oferecer a menor tarifa de pedágio em relação aos concorrentes. Mas, durante o processo de homologação da proposta, ela foi desqualificada por não cumprir as exigências previstas no edital de licitação. Ela não conseguiu apresentar o seguro garantia exigido pela Artesp e perdeu a concessão para a segunda colocada, a Ecorodovias.Em documentos obtidos pelo Estado, a CesceBrasil afirma à TPI que não teve condição legal para emissão do seguro, já que nenhuma das 20 companhias consultadas aceitou fazer o resseguro da apólice. “Além da grave crise atravessada pelo mercado, a situação financeira da TPI constitui fator agravante na avaliação do risco das resseguradoras”, disse a Cescebrasil, em relatório preparado pela Schalch Sociedade de Advogados.Nesse mesmo documento, a seguradora pede à Artesp a não execução da apólice de seguro garantia da TPI. No documento, ela argumenta que os problemas que impediram a emissão do seguro garantia devem-se “ao agravamento do cenário de avaliação do risco pela situação financeira da TPI e sua incompatibilidade com o plano de negócios apresentado para o cumprimento do contrato de concessão”.Além disso, ela se isenta de qualquer responsabilidade em relação a apólice. Isso significa que o processo de execução de garantia iniciada pela Artesp tem grandes chances de parar na Justiça, seja por questionamento da seguradora ou da TPI.


7495 - small caps - 20/Jun/2009 15:54
citação: Fabricio BandeiraSmall, gostei de saber que está posicionado em TPIS3.
Considerando que o 1T09 foi seu primeiro trimestre de lucro, como vê seu potencial de crescimento e ditribuição de possíveis dividendos nos próximos trimestres?
Julgo ser uma empresa de grande potencial principalmente por somar características de geração de energia + concessão rodoviária + logística portuária. Se bem administrada, poderá ser uma excelente empresa para investimento no LP.
Aguardo sua opinião. Sucesso!
Fabricio
Fabrício, TPIS3 é um ativo de alto risco. Se não me engano tem prejuízos acumulados para compensar antes de passar a pagar dividendos. O crucial são os próximos 2 anos. A partir disso a relação dívida/EBITDA fica muito mais saudável e o risco do investimento despenca. Mas tem que passar por este período de prova.
E passada esta fase, o upside continua gigantesco. Mas não dá para "socar a bota" num ativo com tais características, pois não tem um histórico de responsa. O lucro do próximo trimestre deve vir turbinado com a queda do dólar. Ela deve apresentar um belo lucro. Tem tudo pra apresentar também lucro anual, o que certamente contribui para as altas que vemos assistindo.
Comprei ações da empresa entre R$ 1,65 e R$ 2,25, finalizando a posição desejada. Nível turnround. O segundo que mais tenho em carteira, perdendo apenas para a GSHP3. 2% da carteira para esta e 1,5% para aquela.
A possibilidade da multa que pode receber em relação a concessão, se vier, será num momento que o fluxo de caixa da empresa estará muito melhor. Sobrevivendo por este período, não seria o que mais me preocupa na aquisição de suas ações.


7332 - gustgef  - 18/Jun/2009 00:17
Fala capa! herdsman! Ando sumido, trabalhando muito. O fórum anda meio esvaziado dos nossos amigos paulo e small ein?
Muito boa compra em LLIS3 capa! O resultado do 2T09 pode fazer ela disparar, esse 1T09 foi totalmente distorcido por promoções. A companhia preferiu perder margem a não perder a clientela, típico de empresas do ramo de luxo, ficam no prejuízo, mas não deixam as dondocas sem as roupas, posso estar errado também.
Tegma, vi uns comentários. Tava olhando Tegma já há alguns dias e conselho de amigo não mecham no que cai, ela tá em queda livre. Deixa a poeira baixa, é mais seguro. Ela tá caindo todos os dias de forma seguida, lembrem-se que o mercado é irracional, ainda mais se aparecerem os vendedores descobertos que operam medias móveis pra derrubar ainda mais pq ela tá prestes a sinalizar venda no gráfico diário, o que pra muitos deles basta. Mercado da Tegma é indiscutivelmente bom, entretanto,a expansão dela pra outras áreas está demorando muito, então é isso mesmo, empresa conservadora, investimento protegido, alto dividend yield. Se fosse recomendar pra meu avô era tegma na lata!
Triunfo! Não adianta, a triunfo está dando um show de rentabilidade e um show de governança corporativa! Rodovias na mesma, ok! O porto dela deve movimentar de acordo com meus cálculos algo em torno de 100mil TEU's esse trimestre! A dívida dela vai em 20 milhões só em ganhos cambiais! Podem anotar! Lucro de R$30milhões esse trimestre! Pruma empresa que não vale nem 400, é um espetáculo! A hidrelétrica vai dar só felicidade também.
Eztec, helbor, saraiva! Deixa a crise vir pra gente comprar mais!
Esses ajustes do bovespa de 10, 20% não chegam a influenciar tanto as small caps muito desvalorizadas, então não vamos ficar muito líquidos! até pq já caiu uns 7%, dcair mais 13 nao vai doer mais tanto.
Ah sim! TOTA57! otimas tabelas e comentários! A explicação sobre a usina de TPIS foi incrível! Bom contar com pessoas como você no fórum!


7174 - tota57 - 14/Jun/2009 11:31
Pergunta dificil de responder. Depende do tipo de geração, se hidraulica, termoelétrica, co-geração, etc...
Uma coisa é a capacidade do Gerador, pelo visto 116 MW, diga-se de passagem um gerador grande. Outra coisa é a energia firme, ou seja, se o gerador tem insumo para funcionar 24 hs com a capacidade nominal do gerador. No caso das usinas hidroeletricas isso depende do reservatorio, ou seja, se tem agua para rodar a todo vapor o dia todo.
Fico lhe devendo essa resposta, pois margem depende de custos envolvidos na produção, combustivel, funcionarios, etc...
O preço de R$ 0,13 é o mesmo que a Cemig pagou por 30% da produção da Usina Sto Antonio, no Rio madeira. A Geti vende para a Eletropaulo a pouco mais de R$ 0,14. Para Hidroelétrica é um preço excelente. Se for co-geração eles podem estar aproveitando o vapor do processo produtivo e a energia acaba sendo um sub-produto do negocio.

Amigo..um tanto complexa a pergunta, só mesmo conhecendo detalhes para poder opinar.

7173 - herdsman - 14/Jun/2009 04:48
tota57, uma pergunta. O triunfo TPIS3 vai começar produzir energia em 2010 algo como 116MW e parece que vendeu a 0,13 R$. Que margem bruto dá uma hidroeleletrica normalmente..uns 80%. O que eles querem dizer com 116MW é uma produção de 24 x 1000 x 116 KW? Isto dá um faturamento de 24 x 30 x 116000 x 0,13 = +- 10 milhoes por mês?


7025 - Marloscm2 - 11/Jun/2009 02:48
Analisem os fundamentos de TPIS3
Empresa lucrativa, com VPA de 5,20 e ações cotadas a 2,78
Olho em TPIS3 !!!!!!
http://web.infomoney.com.br//templates/news/view.asp?codigo=1597452&path=/i nvestimentos/
Triunfo: movimentação de contêineres em Navegantes avança 94,8% em 2009
Por: Equipe InfoMoney
10/06/09 - 18h22
InfoMoney
SÃO PAULO - A Triunfo Participações comunicou nesta quarta-feira (10) os seus números prévios da movimentação de contêineres no porto de Navegantes durante os primeiros cinco meses do ano.
A companhia apresentou um volume de 121,5 mil de TEUs (contêineres equivalentes a vinte pés) durante os cinco meses, apontando um crescimento de 94,8% em relação ao total movimentado no mesmo período de 2008, que chegou a 62,4 mil TEUs.
Ações disparam


Em resposta aos dados divulgados, as ações ordinárias (TPIS3) da Triunfo dispararam 18,3% na BM&F Bovespa, fechando a quarta-feira cotadas a R$ 2,78.


7010 - NotwenCardozo - 10/Jun/2009 20:47
citação: Capa_Preta
citação: herdsman
Daí o que vc me diz do TPIS3 agora ? Ontem teve apresentação dos planos com investidores. Pelo jeito alguém gostou do que ouviu. Pena que vendi metade que tinha hoje. Não sei se pega de volta a preços modicos.
Dei uma olhada no material da apresentação deles no site da bovespa e gostei muito dos resultados e do material. Basicamente eles estão melhorando muito os números em geral da empresa. Consegue-se enxergar também uma boa chance de valorização quando se compara aos resultados de 2008. A empresa quase que dobrou a atividade com containers, reduziu as despesas e aumentou a receita líquida.
Segue link abaixo
Sugiro que deem uma olhada


http://www.bovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=& protocolo=205584&funcao=visualizar&site=B


6208 - paulorizzi - 26/Mai/2009 23:42
Se vc supor que será capaz de repetir os números do 1T09 nos próximos 3 trimestres, os múltiplos seriam respeitáveis P/L = 5,92; P/VPA = 0,37; PSR = 0,74; margem bruta = 38%; margem líquida = 12,5%; margem Ebitda = 73%; DivBrut/PatLiq = 109%. Deixariam a desejar somente o ROE de 6,3% e a liquidez corrente de 0,48.


Mas há muitas incertezas, a começar pela questão se será, ou não, multada.



6171 - herdsman - 25/Mai/2009 12:35
Mas vai reduzir agora que está na faixa de 1,90? Acredito que não vai abaixar muito disso. E se sair a noticia que vendeu Concepa, que aumentou os TEU´s, que baixou a divida em dólar? Tenho 7% da carteira em TPIS, estou mais tranquilo com ela do que se tivesse FHER a 7R$. Acabei de fazer compras de fertilizantes para proxima verão. Se gastei 1600 R$ com fertilizantes por hectare de milho, parece que vai sair por 900 R$ por hectare agora. Nem precisa ser génio para adivinhar que o faturamento do FHER vai caír feio.(Fosfertil também, mas ela é a queridinha dos investidores estrangeiros) Mas de jeito que nada é mais certeza no mundo de hoje tudo pode claro. E vou me arrepender de bater tanto no FHER ainda.


6170 - gustgef - 25/Mai/2009 11:06
Alguém sabe se a triunfo irá mesmo pagar uma multa por conta da concessão ayrton senna?
Parece que a multa é de R$60 milhões. Muito alta, mas é absurdo porque a triunfo já é a segunda concessionária a ganhar, agora vai ser passada pra terceria, se for ocorrer uma multa para acada concessionária, o governo vai ganhar o dinheiro todo sem nem ter feito a concessão.
Por outro lado se ocorrer mesmo a venda da concepa, não vai ter multa que aflija o papel.
Estou revisando o peso do papel, pensando em reduzir um pouco, são muitas variáveis. Mas considero a empresa ainda com futuro brilhante.


5972 - fabiopinto - 20/Mai/2009 07:37
Atenção acionista da TPIS3 ou quem tiver interesse:
Agência nega recurso e Triunfo deve perder direito no Ayrton Senna-Carvalho Pinto
19/05/09 - 20h35
SÃO PAULO - A Triunfo (TPIS3) emitiu um fato relevante nesta terça-feira (19) informando que seu recurso apresentado à Artesp (Agência Reguladora de Transporte do Estado de São Paulo) foi negado, mantendo a decisão de declarar decadência do direito da companhia assinar o contrato de concessão do complexo de rodovias Ayrton Senna/Carvalho Pinto.
Esta rodovia foi concedida à Triunfo no dia 6 de janeiro de 2009, após a realização de um leilão, no qual ela saiu vencedora. No dia 19 de fevereiro, foi publicada no Diário Oficial do Poder Executivo a decisão da Artesp de conceder o complexo rodoviário à empresa, com a condição dela assinar o contrato no prazo de até trinta dias.
Contudo, a Triunfo pediu prazo adicional, informando que tinha todos os documentos em mãos, com exceção da garantia de performance, "cuja emissão foi prejudicada por circunstâncias não gerenciáveis pela Triunfo, conforme reportado ao poder concedente, suficientes para justificar a prorrogação pretendida", disse a Triunfo na época.
Apesar do apelo, a Triunfo comunicou nesta terça-feira o despacho da agência reguladora, que negou provimento ao recurso administrativo apresentado pela companhia e manteve a decisão de declarar a decadência do direito dela de assinar o contrato de concessão do complexo de rodovias.
A companhia encerra seu comunicado ao mercado afirmando que "está avaliando quais serão as medidas adotadas em razão da decisão da Artesp".





5861 - herdsman - 18/Mai/2009 07:42
Ta certo Paulo, eu li o release tirado do RI da FHER, o teu link explica melhor a posição da empresa. Como ainda to com raiva da FHER (foi uma das primeiras compras em out2008, vou assumir o papel de contra.
Citação do relatorio:
A administração da Companhia considerou as seguintes premissas para o cenário I – provável:
Risco cambial – Foi considerada uma cotação do dólar estadunidense em R$ 2,22 conforme projeções elaboradas por nossos consultores externos, tendo como fonte instituições financeiras de primeira linha e contratos negociados na BM&F, que consideram a taxa mais provável na cotação do dólar estadunidense no vencimento das operações.
Em 31 de março de 2009 a Companhia detinha “swaps” de moeda no valor nominal total de US$ 122.030 mil, com objetivo de reduzir os efeitos da variação cambial sobre seu passivo cambial. Nesses “swaps”, a Companhia recebia variação cambial menos 0,3% ao ano e pagava 100% do CDI.


Ao meu ver a empresa se dá mal num scenario de dolar baixando. Embora ela tem swap de somente 20% os outros 80% seriam lastreados pelos estoques dela. Mas os estoques também vão desvalorizar na mesma medida.


5848 - gustgef - 17/Mai/2009 23:41
A análise de um turnaround é muito complicada, olhe para a eficiência operacional espetacular da empresa, com EBITDA de R$60 milhões! Ela amortizou nada menos que R$50 milhões esse trimestre! Mesmo tendo de receita líquida de apenas R$100 milhoes, se isso não é fazer mágica pra min, não sei o que é.
O seu patrimônio líquido é mais que 3x o seu valor de mercado, imagine quando esse patrimônio estiver a todo vapor. Desde o resultado do 4T08 que eu comentei a razão do meu interesse pela empresa, ela tem dois caminhos bem simples, ou ela multiplica por 10 seu valor em pouco mais de 2 anos, talvez até mais, ou vai a falência. Como estou descreditado na falência, aumentei e vou aumentar ainda mais posição.


Lembre-se que sua alta dívida possui perfil de longuíssimo prazo. Como o próprio Paulo disse a venda da Concepa ia acabar com a última das chances de falência. Lembre-se, também, não falta quem financie empresa lucrativa, a dívida pode ser monstruosa, mas enquanto a empresa tiver um futuro promissor, sempre haverão bancos pra rolarem. E a partir de agora a Triunfo entrou pro lado dos lucros, vai começar a gerar caixa, não vejo como o resultado dos próximos trimestre possa vir negativo ou até inferior a esse.

5837 - paulorizzi - 17/Mai/2009 22:13
Sim, bastante alta e a liquidez corrente é de apenas 0,56. Praticamente, para cada real de recebíveis a curto prazo, a empresa tem que pagar 2! Se, entretanto, ela conseguir vender a Concepa pelos valores que estão sendo veiculados, acho que ficará numa ótima posição para efetuar a travessia até meados do ano que vem, quando deverá colher (quase) plenamente os frutos da usina elétrica e da dragagem do porto.



5827 - mille - 17/Mai/2009 21:09
logico que td pode acontecer na bolsa, mas não vih nenhum numero favoravel na tpis3, sem contar a alta divida que o paulo mencionou aih em cima


5823 - paulorizzi - 17/Mai/2009 20:43
Sugiro que vc leia as notas explicativas das Demonstrações Financeiras intermediárias - ITR 1T09. O documento deve estar no endereço abaixo.
http://www.bovespa.com.br/empresas/consbov/ArquivoComCabecalho.asp?motivo=& protocolo=199289&funcao=visualizar&site=B
Sómente R$ 12 milhões, da dívida bruta total de R$ R$ 701 milhões são em reais. O resto é em USD:
Financiamento Importação: USD 26,4 milhões: Libor + 0,70% a.a.
Financiamento Importação: USD 264,9 milhões: variação cambial + 6,03% a.a.
Capital de Giro: USD 6,2 milhões: variação cambial + 12% a.a.
A dívida com fornecedores no exterior é
USD 33,0 milhões garantidos por carta de crédito; e
USD 230,0 milhões sem garantias
As importações em curso totalizam USD 50,5 milhões.


Os instrumentos derivativos são representados por contratos de swap, num total de USD 122 milhões, aprox. 20% da exposição líquida total em USD.


5811 - gustgef  - 17/Mai/2009 16:54
Não queria ser otimista, mas já sendo. Estou oficialmente tirando a Triunfo (TPIS3) da situação de turnaround na minha carteira. Aumentei minha posição na sexta e na segunda vou tentar pegar mais. Vou reduzir minha posição em PRVI3 e LLIS3, pra fazer isso, ambas tinha posição muito maior e agora vão ter posições inferiores, já havi discutido com o small que não havia gostado muito do resultado da PRVI3 e o resultado da LLIS3 também não me agradou muito, apesar de ter agradado mais.
Na minha opinião. O resultado da triunfo não poderia ter sido melhor, fizeram mágica eu diria. Uma base de dividendos de R$14 milhões eleva o P/L anualizado para cálculo de dividendos para menos que 5! Com uma diferença para as outras que possuem a mesma situação, seu porto continua crescendo e o calado vai ser regularizado até o fim do trimestre, o que deve dobrar sua movimentação mensal facilmente, uma vez que a grande maioria dos volumes ocorre com navios maiores e sua movimentação mensal era o dobro antes da inundação do rio Itajaí. Fora isso, possui uma usina com 116 MGW, sendo 108 JÁ CONTRATADOS, que vai começar a operar no final do ano. Como small mesmo disse, ou vai a falência ou é 1000%, entretanto a meu ver as chances de falência agora são muito menores, então seu risco retorno está absolutamente favorável.
Contando ainda com a desvalorização do dólar, não duvido nada que empresa apresente um lucro muito maior, algo em torno de 80 milhões ainda esse ano. Apesar de esperar uns 50 milhões.


Concordo totalmente com o Small, que a empresa ainda está bastante instável, porém quem não arrisca não petisca. Já estou com 60% de valorização esse ano. Sou novo ainda, então vou arriscar. Mas não aconselho para quem ainda está com muito prejuízo da crise, ou não se sente à vontade com grandes oscilações nos ativos, caso você esteja assim, por favor mantenha-na na posição de turnaround.


5750 - small caps - 15/Mai/2009 23:22
Daniel, TPIS3 é falência ou 1.000% de alta. Turnaround na essência. Aposta baixa, juntamente com outras empresas. Coisa de 1% da carteira. Acabei de ler o relatório. A dívida está bem escalonada no longo prazo. Mas a operação tem que ficar redonda para que consigam pagar conforme a previsão. Aí está o risco. Mas se conseguirem... Quem tem menos de 10 ações em carteira considero que não deve investir na TPIS...



5716 -  herdsman - 15/Mai/2009 14:45
A Triunfo Participações e Investimentos , empresa do setor de infraestrutura de transportes e energia elétrica, negocia a venda de uma de suas concessões rodoviárias no País. Trata-se da Concepa, concessionária que administra 121 quilômetros (km) de estrada entre os municípios de Osório e Guaíba, no Rio Grande do Sul. A informação é de reportagem de Renée Pereira, no “O Estado de S.Paulo” de hoje. A principal interessada seria a empresa farmacêutica EMS, que tem tentado diversificar suas atividades. Em outubro do ano passado, ela participou do leilão de rodovias do Estado de São Paulo, por meio do consórcio Cegens. O grupo disputou a licitação da Rodovia Rondon Oeste, vencida pela BRVias, da família Constantino. As duas empresas negam qualquer tipo de negociação, mas fontes do mercado garantem que as conversas avançaram nas últimas semanas. O preço da venda seria em torno de R$ 300 milhões. Descontando as dívidas da concessionária, o desembolso cairia para algo próximo de R$ 200 milhões. A receita líquida da Concepa em 2008 foi de R$ 107 milhões. Segundo fontes, a EMS poderia se associar a outras empresas para adquirir o capital da concessionária, até mesmo com algumas companhias que integraram o consórcio Cegens – formado especialmente por empresas de construção. Até sexta-feira passada, duas companhias haviam apresentado propostas para o negócio.


4645 - gustgef - 24/Abr/2009 12:30
"citação: small capsCaríssimos,"
"Talvez o mercado não goste, mas a empresa já está alavancada demais. Prefiro que primeiro finalize/amortize alguns investimentos antes de iniciar outros vultuosos."
"Isto prova o risco ""da situação financeira""..."
"Abraços,"
Small caps.http://smallcaps.blogs.advfn.com/
(24/04) TRIUNFO PART (TPIS – NM) - Fato relevante
DRI: Carlo Alberto Bottarelli
Enviou o seguinte fato relevante:
A TPI – Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. (a “Companhia”) em atendimento ao disposto na instrucao CVM n . 358 e dando continuidade aos fatos "relevantes publicados em 29/10/08, 06/01/09, 19/02/09 e 17/04/09, informa que a" "ARTESP – Agencia de Transporte do Estado de Sao Paulo, negou o pedido de" "prorrogacao de 30 dias de prazo, declarando a decadencia do direito da Companhia" de assinar o contrato de concessao do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto.


"Concordo com você Small, acho que a empresa deu prioridade à Usina na obtenção de empréstimos. Espero que essa notícia dê uma brecha de compra para a empresa que já subiu quase 40% só esse mês. Eu particularmente acho essa uma das empresas com maior Upside para daqui uns 5 anos da bolsa, principalmente porque seu P/Ativos = 0,1. Vou aumentar se cair um pouco com a notícia. "


4633 - abrantes_RJ - 24/Abr/2009 10:03
"ATenção ai,.."
24/04/2009 - 09h42
Concessão da rodovia Ayrton Senna é cancelada
"Hoje na Folha A TPI (Triunfo Participações e Investimentos S.A.) perdeu ontem o direito de assumir o controle do corredor rodoviário Ayrton Senna/Carvalho Pinto, a concessão mais cobiçada dos cinco lotes colocados à disposição do mercado pelo governo de São Paulo em outubro de 2008, informou Agnaldo Brito na edição de hoje da Folha. A reportagem completa está disponível apenas para assinantes do jornal e do UOL."
"A empresa não apresentou a garantia prometida para o empreendimento e também não depositou o valor de R$ 118,8 milhões para o Tesouro paulista, equivalente a 20% do valor total da outorga, que lhe daria o direito de explorar os 142 quilômetros por 30 anos. A empresa não quis se pronunciar. A agência reguladora informou que irá convocar o consórcio segundo colocado na disputa desse lote, a Primav EcoRodovias S.A. --a mesma que administra hoje o complexo Anchieta/ Imigrantes. A proposta apresentada em outubro será aberta e avaliada do ponto de vista documental e financeiro."
"A reportagem da Folha apurou que a decisão de ontem revela uma preocupação interna na agência. Há um temor de que a Triunfo inicie uma batalha judicial para tentar assumir a rodovia, a despeito da incapacidade financeira que demonstrou."
"Desde o leilão de concessão, rumores no mercado indicavam esse desfecho em relação à dificuldade que a Triunfo encontraria para cumprir as exigências. Não era a única. A BRVias, que venceu o leilão do trecho oeste da rodovia Marechal Rondon, também enfrentou problemas para demonstrar as garantias de que tinha força econômica para assumir, administrar e investir R$ 1,32 bilhão no trecho de 423 quilômetros por três décadas."



4631 - small caps - 24/Abr/2009 09:54
"Caríssimos,"
"Talvez o mercado não goste, mas a empresa já está alavancada demais. Prefiro que primeiro finalize/amortize alguns investimentos antes de iniciar outros vultuosos."
"Isto prova o risco ""da situação financeira""..."
"Abraços,"
Small caps.
http://smallcaps.blogs.advfn.com/
(24/04) TRIUNFO PART (TPIS – NM) - Fato relevante
DRI: Carlo Alberto Bottarelli
Enviou o seguinte fato relevante:
A TPI – Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. (a “Companhia”) em atendimento ao disposto na instrucao CVM n . 358 e dando continuidade aos fatos "relevantes publicados em 29/10/08, 06/01/09, 19/02/09 e 17/04/09, informa que a" "ARTESP – Agencia de Transporte do Estado de Sao Paulo, negou o pedido de" "prorrogacao de 30 dias de prazo, declarando a decadencia do direito da Companhia" de assinar o contrato de concessao do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto.


4516 - small caps - 23/Abr/2009 00:44
"TPIS3 é minha menor posição em carteira. Tenho expectativa que desta vez não haverá prejuízo alto, pois os índices que corrigem sua dívida estiveram mais comportados. Apesar disso, ainda não me sinto confortável em aumentar posição sem ficar mais evidente que o projeto do Porto se tornou ""auto-sustentável""... Melhor ainda vai ser quando estiver gerando energia... Mas o risco aqui é um pouco mais alto que o convencional... bem maior que o de GSHP3, por exemplo... quase no nível de FHER3. Isto porque ainda tem investimento relevantes a fazer que demandarão ainda mais capital de terceiros..."





4513 - gustgef - 23/Abr/2009 00:29
"A triunfo (TPIS3) deu uma esticada depois da divulgação do pagamento de juros dos debêntures (mostrando saúde financeira) e mostrou uma prévia bastante razóavel, o que mantendo o ritmo e excetuando-se os resultados financeiros que não haverão de ocorrer novamente trará um trimestre, provavelmente, pela primeira vez no azul. Você acha que essa situação mais favorável já foi precificada?"


4398 - small caps - 21/Abr/2009 14:12
"Vou aproveitar sua presença e perguntar. Entre TPIS3 e PRVI3 qual você escolhe? Eu fico muito mais tentado por TPIS3, entretanto, você parece gostar mais de PRVI3, é o grande endividamento de TPIS3?"
"gustgef, exatamente isto. O fluxo de caixa da TPIS3 é bastante apertado para quitar os seus empréstimos e de vez em quanto tem que buscar recursos no mercado com juros um pouco mais salgados. Teve o azar no Porto também, e tem diversos investimento vultuosos ao mesmo tempo, que exigem muito caixa, como o seu projeto de energia elétrica."
"PRVI3, por sua vez, tem demanda mais previsível, dada a menor elasticidade do segmento de atuação. (não-tecidos utilizados em produtos higiênicos descartáveis, por exemplo)"
"O upside de TPIS3, caso consigar sair-se bem deste cenário atual é maior, mas o risco é bastante superior ao de PRVI3."


"Minha proporção atual 3,4 PRVI3 para 1 TPIS3. Após o balanço, posso aumentar a posição em PRVI3. Quero ver como se comportou em plena crise. Vou sair definitivamente de BMTO4, para tanto."

3976 - gustgef - 10/Abr/2009 18:47
"Galera, o InfoMoney avisou que a Triunfo (TPIS3) lançou uma prévia do resultado do primeiro trimestre de 2009."
"Movimentação de rodovias => 1T09 = 16,3 milhões, 4T08 = 16,1 milhões, 1T08 = 16,4 milhões (Quase Estável)"


"Movimentação Portuária => 1T09 = 60000 TEU'S, 4T08 = 65000 TEU'S, 1T08 = 30000 TEU'S"


3887 - herdsman - 09/Abr/2009 11:30
Ou paga para poder emprestar mais !!
COMUNICADO AO MERCADO
"A TPI - Triunfo Participações e Investimentos S.A. (a ""Companhia"") comunica a seus investidores e ao público em geral que, em reunião do seu Conselho de Administração realizada em 07 de abril de 2009, foi aprovada a distribuição pública de notas promissórias da primeira emissão da sua controlada Concessionária das Rodovias do Vale do Paraíba S.A. – Triunfo Convale (“Convale”), no montante de R$200.000.000,00 (duzentos milhões de reais), com esforços restritos de colocação e sem registro na CVM, nos termos da Instrução CVM 476 de 16 de janeiro de 2009, com as seguintes características:"
"i) 400 (quatrocentas) notas promissórias (“Notas Promissórias”), em série única, com valor nominal unitário de R$500.000,00 (quinhentos mil de reais) e prazo de vencimento de até 180 (cento e oitenta) dias contados da respectiva data de emissão;"


"ii) juros remuneratórios equivalentes à variação das taxas médias diárias dos Depósitos Interfinanceiros – Taxa DI, calculada e divulgada diariamente pela CETIP, acrescida de spread correspondente a 7% (sete por cento) ao ano; e"


3844 - gustgef - 08/Abr/2009 19:24
(06/04) TRIUNFO PART (TPIS – NM) - Debentures da 1a emissao serie unica ex-juros
DRI: Carlo Alberto Bottarelli
Em 07/04/2009 a empresa TPI - Triunfo Participacoes e Investimentos S.A. pagara
"juros no valor de R$ 15,229984 por debenture, nao conversiveis, da 1a emissao"
"serie unica, emitidas em 01 de janeiro de 2002."
"Norma: a partir de 07/04/2009 debentures da 1a emissao, serie unica, ex-juros."
"tá aí o porque dá alta! hehe! olha como o mercado é sensível, se paga os debentures é porque não vai falir!"


3435 - small caps - 03/Abr/2009 15:06
"Paulo, é bem isto mesmo. Vários detalhes só podem ser vistos nos relatórios empresariais. É uma forma de antecipar os indicadores futuros..."
"gustgef, bela observação. Foi justamente por isso que a companhia entrou no meu radar. Já tem diversos gastos pré-operacionais de projetos vultuosos que ainda não geram as potenciais receitas."
Mas o risco também é alto em razão do nível de alavancagem.
"Estou aguardando para visualizar qual a contribuição que o Porto trará nos resultados quando operando normalmente. E mais adiante, a geração de eletricidade."
É um turnaround que depende de algumas confirmações prévias para ingressar na carteira small caps. É hoje a menor posição que tenho em bolsa.
Equivale a 1/30 da COCE5. Mas está no radar...



3427 - gustgef - 03/Abr/2009 12:48
Para mim é um mistério o que o Small possa ter visto no ativo. Deve ser algo que está no relatório.
"Acabei de ler o relatório da triunfo. A empresa é uma empresa de infra-estrutura diversificada o que é bastante interessante, atua no ramo de rodovias e administração portuária e logo sua usina de energia elétrica entrará em funcionamento."
"Vamos aos números: P/VP = 0,23, P/EBIT = 6,1, P/L = -1,75, PSR = 0,52, Liq.Corr.=0,72 => Os dois primeiros estão realmente muito bons a meu ver, uma vez que trata-se de uma empresa em expansão. Seu preço baixo ocorre devido a incerteza da capacidade de pagamento da divida."
"O resultado do 4T08 foi fortemente atingido pela variação cambial, aliás, o small parece estar se atendo muito nesses ativos, uma vez que o câmbio não está oscilando mais, esses ativos melhorarão bastante seus resultados próximo demonstrativo. O prejuízo cambial foi de 57 milhões esse ano, entretanto, foram 45 milhões apenas no 4º trimestre, percebam que o prejuízo do 4º trimestre foi de 42 milhões, ou seja, todas as suas operações excluindo-se a perda cambial obtiveram um lucro de R$3 milhões! Facilmente visualizável pelo seu P/EBIT bom."
"Outros fatores não recorrentes impactaram no resultado da empresa. Um de seus pedágios contratados (ECONORTE) sofreu uma paralização de 32 dias. A arrecadação nas outras rodovias não afetadas, CONCER e CONCEPA, subiu 7% e 8% respectivamente, enquanto a ECONORTE caiu 9% daí o pequeno aumento de 3% na arrecação."
"Fora isso, seu porto de Portonave foi quase paralizado pelo assoreamento do rio Itajaí-Açu! Reduzindo sua movimentação de 40.000 TEU's/mês para algo em torno de 12500 TEU's/mês! Suas instalações não foram danificadas, entretanto suas operações voltaram ao normal apenas em ABRIL, isso significa que os resultados da retomada do porto serão sentido apenas no 2º TRI, apesar disso, a movimentação de Portonave estava crescente e tudo indica que no segundo semestre de 2009 já estão movimentando 40.000 TEU's/mês novamente!"
"A administração portuária foi o que mais me animou, possui uma amortização+depreciação trimestral de quase 5 milhões, por culpa dos investimentos e pagamentos da dívida, muito alta por sinal, desconsiderando isso, sua margem EBITDA foi a supreendente margem de 86% durante o 4º trimestre, já durante o ano inteiro de 2008 alcançou 36%, entretanto, no início do ano a movimentação do porto ainda estava muito fraca. No próximo trimestre o resultado ainda virá ruin, mas a partir do 2º tri, tudo indica que a operação portuária começará a trazer lucros e de ótimo tamanho."
"Esse é o comentário do demonstrativo, sobre os investimentos no porto e na usina hidrelétrica:"
"""No segmento de geração de energia, estamos realizando gastos iniciais relevantes para tornar a Usina Salto operacional até o final de 2009. No 4T08 foram investidos R$87.503 nas obras de implantação. Até o final da obra serão investidos aproximadamente R$ 406.000 e a geração de receita está prevista apenas para dezembro de 2009."
"No segmento portuário, o porto de Navegantes teve um custo de aproximadamente R$"
"423.000. As operações deste ativo tiveram início em outubro de 2007. Após a entrada em operação do porto, iniciamos a construção da câmara frigorificada (Iceport), que consumiu R$27.936 e iniciou as operações no 1T09."""
O site do Portonave descreve a seguinte situação:
"""O Porto de Navegantes foi idealizado como solução a problemas comuns ao setor portuário, como gargalos e baixa produtividade. Equipamentos de alta tecnologia que, junto ao potencial humano capacitado e treinado, agilizam a movimentação de carga e priorizam a segurança. Para a operação, o Porto conta com guindastes utilizados nos terminais mais modernos de todo o mundo."""
A usina hidrelétrica de salto gerará 108MW de energia.
"Fora isso, a empresa ganhou a concessão do corregor Ayrton Senna/Carvalho Pinto. No final de abril de 2009 a concessão deve começar."


"Apesar da altíssima dívida líquida de mais de 600 milhões, apenas R$120 milhões vencem até dezembro de 2009, vencendo R$100 milhões a cada ano até 2014, ou seja, uma divida bem planejada e distribuída. As percpectivas da empresa são promissoras. Essa vai entrar na minha carteira sem falta, principalmente porque o próximo resultado virá positivo quase certamente, ou se vier negativo, será uma quantia mínima e como dito, a partir do 2º trimestre muita coisa boa acontece com a empresa."


3412 - paulorizzi - 02/Abr/2009 19:47
"Dei uma olhada nos números de TPIS3, sem ler o(s) relatório(s). Confesso não ter visto praticamente nada que indique o ativo como candidato a turnaround no médio prazo."
"Até fins de 2006, digamos, a Triunfo aparenta ter sido uma empresa ""normal"". Entre 2001 e 2006 a empresa alterna lucros e prejuízos, a receita líquida aumentou de R$ 82 milhões para R$ 167,6 milhões (crescimento médio anual de 15,4%), o patrimônio líquido cresceu de R$ 80,2 milhões para R$ 164,7 milhões (crescimento médio anual de 15,5%) e o ativo total cresceu de R$ 242,8 milhões para R$ 574,4 milhões (crescimento anual de 18,8%)."
"Em 2007 há um salto no ativo total e patrimônio líquido para, respectivamente, R$ 1,5 bilhões (aumento de 263%) e R$ 800 milhões (aumento de 485%). Este aumento violento do tamanho da empresa, entretanto, não foi acompanhado pela receita líquida (aumento de apenas 16%). É evidente que o aumento da empresa gerou aumento nominal dos custos e prejuízo. O prejuízo de 2007 foi de R$ 59,7 milhões e a dívida total (inclusive debêntures) era 53% do patrimônio líquido."
"Em 2008, excetuando a receita líquida que aumentou 54%, os resultados pioraram: o prejuízo aumentou para R$ 90 milhões, o patrimônio líquido encolheu 13% e a dívida cresceu 86%, de modo que já está maior do que o patrimônio líquido (114%)."


"Se pelo menos a receita líquida do 4T08 indicasse recuperação! Ao contrário, a receita líquida do 4T08 foi 19% menor do que a média trimestral do 9M08."



1352 - small caps - 02/Fev/2009 22:56
"(1267) Werlang, TPIS tem uma dívida perigosamente alta para o atual cenário. Tem como vantagem o baixo valor de negociação atual com relação P/VPA bastante atraente. Tem que verificar quando os projetos dela vão gerar receita e qual a composição, taxa de juros e prazo da dívida para verificar a viabilidade da companhia. Com o balanço anual, vou estudá-la melhor."


1120 - herdsman - 22/Jan/2009 06:38
"citação: gerocolombiPara mim a ação Small Cap com mais possibilidade de triplicar de valor ainda este ano é a TPIS, pois só tem noticias boas, ganhou mais um trecho de pedagio, tem o mais moderno porto do brasil, energia eletrica e rede de estacionamentos. Valor patrimonial de R$ 6,00 e a açao esta por volta de 1,35. Esta vai ser daquelas açoes que daqui 10 anos vai estar R$ 100,00. Guardar para aposentadoria, alem de pagar otimos dividendos."
"Tive Tpis3 na virada do ano, mas largei. E muito confuso tudo que triunfo faz..e agora assume mais 2 rodovias..quer dizer bom p longo prazo mas de imediato tem que se enforcar com mais dividas..Então quem sabe a longo prazo otimo..mas de jeito que a coisa vai acho que vamos ter bastante chance entrar no ativo mais tarde ainda quando vc consegue avistar um fluxo de caixa positivo. Sinceramento não senti firmeza. Mas estou de olho."

840 - small caps - 10/Jan/2009 00:42
"(802) thalis09, "TPIS3 tem pouco histórico também. Todos os ativos tem como características riscos mais elevados e se for montar uma carteira de ações apenas com eles, não é muito recomendável. É bom ter ações que lhe darão fluxo de caixa por meio de dividendos."

42 - small caps - 23/Set/2008 01:01
Olá pessoal. Muito obrigado pela consideração!

"elcarvalho2007, ampassam, verifico que a Triunfo Participações está com uma dívida um pouco alta e uma liquidez corrente muito baixa. Em cenários de taxas de juros altos é arriscado precisar captar, uma vez que sai bem mais caro. Além disso, tem um histórico de prejuízos. Ainda não li os relatórios da empresa, mas parece haver um bom risco para posicionamento. Seria necessário estudar eventual turnaround..."

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