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sexta-feira, 3 de abril de 2020

IRB Brasil (IRBR)



Subsetor
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Compra: cfernando (2018) - M Boi Mirim (2018)

Carteiras
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Códigos de Negociação
Tipo
IRBR3
 Novo Mercado 

Balanços
A2019/4T2019 - DFP de 31/12/19
paulo_prof  - 
Considerando exclusivamente os n[umeros apresentados na DRE, a foto é excelente e, em função da enorme taxa de crescimento do lucro líquido, 45% (se esta puder ser mantida pelo menos num patamar bem mais baixo) o ativo não estaria caro.
Ocorre que eu tenho que me declarar incompetente para analisar a empresa, porque a contabilidade da mesma é "obscura" e muito pouco informativa.

3T2019 -
paulo_prof  -
Mais uma vez, o IRBR entregou ... O aumento da receita líquida trimestral a-a (+12,4%) foi impactada negativamente por uma maior sinistralidade. O Resultado Bruto sensivelmente menor do que aquele do 3T18 (-14,7%) foi entretanto amplamente compensado por um Resultado Financeiro muito melhor (+95,8%). Como consequência, o ORBR produziu Resultados Antes dos Impostos e Líquido sensivelmente maiores (+83,3% e +28,9%, respectivamente).
A comparalão anual mostra que a aposta contra o IRBR (operar vendido como muitos fundos estão fazendo) pode ser arriscada.

2T2019 -
paulo_prof   -
Aparentemente, no 2T19 a sinistralidade foi sensivelmente maior do que no ano passado, pois o resultado bruto regrediu 33%. Por outro lado, entretanto, o Resultado Financeiro gerou a diferença e muito mais. Na minha opinião, nada indica que o ativo está fincando caro. Enquanto o lucro continuar evoluindo fortemente, está tudo certo. Na minha opnião, o ativo está mais barato hoje do que esteve por ocasião da divulgação dos resultados do 1T19.

1T2019 -
paulo_prof   -
Não foi ainda desta vez que o sinal de alerta se acendeu ... o ativo tem todas as condições de continuar evoluindo. Resulatdos excelenetes.

A2018/4T2018 -
Paulo Prof - 
Ótimos os Resultados do IRBR. Pelo 2o. ano consecutivo, a "quebra" no resultado financeiro foi mais do que compensada pelo operacional. Pelo menos por enquanto, com o lucro líquido crescendo a taxas chinesas, não vejo risco no curto prazo. O preço tem todas as condições de continuar progredindo.

3T2018 -
Rocha Preta inc - 
304,5mi. Excelente resultado. Menos despesa, +retorno. Guidance revisado. Pra completar 0,58 de JSCP.

Paulo Prof - 
Excelente resultado. Nos ultimos 4 trimestres, o lucro cresceu numa média trimestral nominal de 8,3%, com um máximo, de 12,5%, ocorrendo do 3T17 para o 4T17, e um mínimo, de 2%, ocorrendo entre o 4T17 e o 1T18. A taxa de crescimento nominal do lucro do 3T18 sobre o lucro do 2T18 foi 6%.
O preço atual é compatível com uma taxa de crescimento nominal trimestral média de aprox. 3%. Pelo menos no curto prazo, parece que o risco de uma aquisição do ativo ao preço atual seja relativamente pequeno. Ou seja, a tendência de curto prazo parece ser a valorização do ativo.

2T2018 -
Paulo Prof - 
O problema da volatilidade apontado acima foi mais uma vez observado no 2T18. A margem bruta, que no 1T18 havia sido 24,1%, aumentou para 27%. Por outro lado, a alíquota efetiva de IR/CS aplicada sobre o resultado antes dos impostos aumentou de 21,4% para 26,5%. Apesar da queda brutal no Resultado FInanceiro em relação ao 2T17 (menos da metade) e considerável em relação ao 1T18 (-25,3%), o resultado liquido foi 13,1% maior do que aquele do trimestre passado e 24,01% maior do que aquele do ano passado.
Se a taxa média de crescimento real do lucro líquido nos últimos 3 anos, de aprox. 8,5% puder ser mantida nos proximos anos, O ativo parece estar bem precificado.

1T2018 -
Paulo Prof - 
A análise da IRBR demanda algumas questões para as quais não tenho respostas:
a) qual seria uma margem bruta média que se pode esperar?
b) qual percentual médio do Resultado Antes dos Impostos que se deve assumir para as despesas de IR/CS?
A margem bruta do IRBR é extremamente volátil. Depois de emplacar 15,9% em 2012, caiu vertiginosamente para 10,8% no exercício seguinte e vem crescendo desde então (14,6%; 15,6%; 17,8$; e 18;8%). Na base trimestral, as margens no exercício de 2017 foram, respectivamente, 22,3%; 17,4%; 14,8%; e 21,3%, com a média de 18,8% como informado acima.
No 1T18, a margem bruta foi 24,1%!!!
Pergunta: deve-se considerar esta margem como corriqueira, "normal", dentro do esperado, ou excepcional, que dificilmente pode ser conseguida de forma frecorrente?
No que concerne as despesas de IR/CS, e costumo assumir o percentual algo entre 33% e 34%. No caso do IRBR, os percentuais desde 2012 foram: 24,7%; 44,6%; 33,2%; 25,1%; 31,5% e 27,2%, com uma média de 31%.
No 1T18, o percentual aplicado foi R$ 21,4%, quando no 1T17 havia sido 30,4% !!!!
Não faço idéia se empresas de seguro e assemelhadas têm regras específicas de IR/CS. Como estas empresas costumam ter um grande ganho financeiro, eventualmente este ganho já seja taxado na fonte, e em consequência a alíquota efetiva sobre o Resultado Antes dos Impostos seja menor do que o usual. Não importa ... mais uma vez, como deve ser considerado o fato do Resultado do 1T18 ter considerado somente 21,4%?
Bom ... como engenheiro, acredito nas médias e nas tendência das mesmas. Portanto, pelo menos a princípio, não acredito em alíquotas de IR/CS abaixo de 31% na média e não acredito, no curto prazo, numa margem bruta acima de 20%
Se os valores médios da margem bruta e IR/CS fossem considerados no 1T18, o impacto nos resultados seria:
Resultado Antes dos Impostos: -R$ 47,9 milhões, ou -14,8%
Resultado Liquido: -R$ 64,2 milhões, ou -25,3% !!!
Bom ... isto posto, no que concerne a última linha, o resultado do 1T18 foi excelente, mas é não recorrente. A enorme perda no resultado financeiro acabou sendo amplamente compensada por um aumento modesto da Receita Líquida, turbinada com uma margem bruta excepcional e despesas reduzidas de IR/CS,
Em consequência, acho que o ativo pode estar começando a ser sobrevalorizado. Para justificar o preço atual, o lucro líquido teria que crescer numa média real de 4% a.a., nos próximos 10 anos. Não acho que seja trivial consegui-lo.

Rocha Preta inc
Excelente resultado, seguido por outras cias do ramo de seguros. Do IPO pra cá as ações já quase dobraram de valor.

A2017/4T2017 - 

Rocha Preta inc  -
Não parei pra analisar, mas me pareceram números excelentes. Um IPO que acertei em participar.

3T2017 -
paulo_prof -
Levando em consideração o impacto da queda dos juros no Resultado Financeiro, achei os Resultados do IRBR excelentes. A redução de 23,62% do Resultado Financeiro na base trimestral foi plenamente compensada pelo operacional (aumento das receitas, resultado bruto e resultado antes dos impostos), resultando num lucro líquido 236% maior. A comparação na base anual é precária, porque os dados do 4T15 não estão disponíveis. Tive que estimar estes dados, usando a mesma proporção entre o 3T16 e 4T16. De qualquer forma, na base anual todos os resultado evoluíram fortemente.
Considerando a evolução do lucro líquido, o ativo parece relativamente barato.

2T2017 -
paulo_prof   -
Dentro do esperado ... melhor na base trimestral do que anual. Em termos exclusivamente de resultados e indicadores, acho que o ativo não está caro. Mas como sou leigo no que concerne o setor de resseguros no país, não faço idéia da probabilidade de ocorrer uma diarréia geral ...

Características
Operações de Resseguro E Retrocessão

Plano de Recompra de Ações
19/02/2020 - Programa de Recompra de Ações -  início em 19 de fevereiro de 2020 e término em 18 de agosto de 2021.

Apresentações
19/02/2020 - Apresentacao a analistas/agentes mercado

19/02/2020 -  projeções (guidance) para o ano de 2020
  

Guindance
19/02/2020 -  projeções (guidance) para o ano de 2020


Balanços (Calendário)

Proventos (Calendário)
Data PG
Descrição
Valor
Data COM
Já Pagos

R$ 51.113.053,20







Paulo Prof., boa noite!

Você acompanha IRBR3, poderia comentar...?!?!? Graficamente e para um investimento de longo prazo, parece estar numa ótima!!

Desde já, obrigado!
367545  - paulo_prof  - 03 Mar 2020, 14:19
Ontem iniciei posição no leilão final a R$ 30,35. Hoje comprei mais alguns lotes a R$ 30 e estou de olho para aumentar se a queda se aprofundar. Tenho ordem a R$ 29,50.

Embora eu acredite mais na Squadra do que na Administração da empresa, e ache a renuncia do Ivan Monteiro super esquisita, estou apostando na sensibilidade do Buffet e na ambição da atual Diretoria que fará gatos e sapatos para embolsar a loteria milionária se conseguir cumprir o objetivo até maio de 2021.

O negócio de seguros permite a administração da empresa assumir riscos na forma de constituição de provisões menores do que aquelas que seriam recomendáveis, minimizando despesas e aumentando o lucro no curto prazo. Se a administração tiver azar neste exercício (tipo, a sinistralidade aumentar muito) faz a provisão necessária, mesmo que impactando fortemente o lucro. Ou seja, estou apostando que a admistração inflará o lucro e, desta forma, os proventos, até o limite possivel.

Mas tenho uma meta de saída ... Se/quando a cotação chegar nos R$ 40 caio fora. 
                                                                                           ▲                                                                      ▲
Considerando exclusivamente os n[umeros apresentados na DRE, a foto é excelente e, em função da enorme taxa de crescimento do lucro líquido, 45% (se esta puder ser mantida pelo menos num patamar bem mais baixo) o ativo não estaria caro.

Ocorre que eu tenho que me declarar incompetente para analisar a empresa, porque a contabilidade da mesma é "obscura" e muito pouco informativa.

As perguntas que saltam os olhos são:

a) o Resultado Financeiro contábil do 2019 (R$ 946 milhões) foi muito melhor do que aquele de 2018 (R$ 448 milhões), apesar do ativo financeiro em ambos exercícios ter sido aprox. igual; nas Notas Explicativas é informado um Resultado Financiero de R$ 340 milhões em 2019 e de R$ 315 milhões em em 2018; mas foi contabilizado um resultado de ajuste patrimonial de R$ 581 milhões em 2019 e de R$ 139 milhões em 2018; por que esta enorme diferença não mereceu um comentário no release?

b) o Release informa que o Resultado Financeiro em 2019 foi R$ 733,5 milhões e em 2018, R$ 628,9 milhões; desafio alguém a tentar explicar !!!

b) o lucro líquido do exercício foi positivamente impactado pelo diferimento de impostos, ou seja, a alíquota efetiva de IR/CS paga foi muito menor do que a "normal". Em 2019, a alíquota efetiva foi de 5,1%, quando em 2018 havia sido 17,2% e a média dos últimos 8 exercícios, 26,1%!! Por que o fato não mereceu um comentário no release?

O Resultado Liquido do 4T18 foi fortemente impactado positivamente por uma margem bruta excepcional (+26,2%). A margem bruta média dos últimos 8 exercícios foi 17% e a margem bruta máxima ocorreu em 2018 (+23,1%). Mas foi negativamente impactado por um resultado financeiro medíocre: +R$ 166 milhões, quando a média trimestral dos 9M19 havia sido de R$ 260 milhões! No 4T19 o lu cro líquido também foi fortemente impactado positivamente pela receita de IR/CS, de R$ 114 milhões.

Moral da história: há uma pancada de não recorrentes na DRE da IRBR, mas é necessário um gênio separar o que é recorrente e não-recorrente.

p.php?pid=chartscreenshot&u=74yfWLZb741f



IRBR3

PREÇO: R$ 36,67

PAYOUT (2018) 69,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 19.36

P/VPA 7.36

PSR 5.16

DY 3.57%

MARGEM BRUTA 19.2%

MARGEM OPERACIONAL 28.1%

MARGEM LÍQUIDA 26.7%

LUCRO POR AÇÃO $ 1.894

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0.0%

ROE 38.00%

LIQUIDEZ CORRENTE 0.97



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,75%

RESULTADO BRUTO -4,67%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +111,29%

RESULTADO OPERACIONAL +26,18%

RESULTADO LÍQUIDO +44,69%



b) 4T19 sobre 4T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,93%

RESULTADO BRUTO +20,08%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +87,89%

RESULTADO OPERACIONAL +4,13%

RESULTADO LÍQUIDO +69,50%



c) lucro líquido, nominal

UA 44,69%

U2A 38,07%

U3A 27,55%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 49,05%

U2A 11,19%

U3A 70,67%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 23,67

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +10,5%

Com a palavra ... a Squadra!

19/02/2020 - Apresentacao a analistas/agentes mercado


19/02/2020 - Demonstracoes Financeiras - DFP de 31/12/19

19/02/2020 -  projeções (guidance) para o ano de 2020


19/02/2020 - Programa de Recompra de Ações -  início em 19 de fevereiro de 2020 e término em 18 de agosto de 2021.

365081 - paulo_prof  -  08 Nov 2019, 19:19
Mais uma vez, o IRBR entregou ... O aumento da receita líquida trimestral a-a (+12,4%) foi impactada negativamente por uma maior sinistralidade. O Resultado Bruto sensivelmente menor do que aquele do 3T18 (-14,7%) foi entretanto amplamente compensado por um Resultado Financeiro muito melhor (+95,8%). Como consequência, o ORBR produziu Resultados Antes dos Impostos e Líquido sensivelmente maiores (+83,3% e +28,9%, respectivamente).

A comparalão anual mostra que a aposta contra o IRBR (operar vendido como muitos fundos estão fazendo) pode ser arriscada.
zqT1CVrGeCsZ4TwrTv0Z1nGdgUWedP0=



IRBR3

PREÇO: R$ 35,53

PAYOUT (2018) 74,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 21,99

P/VPA 7,76

PSR 5,12

DY 3,37%

MARGEM BRUTA 18,5%

MARGEM OPERACIONAL 28,4%

MARGEM LÍQUIDA 23,3%

LUCRO POR AÇÃO R$ 1,615

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 35,29%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,92



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,11%

RESULTADO BRUTO +0,10%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +65,07%

RESULTADO OPERACIONAL +39,11%

RESULTADO LÍQUIDO +37,38%



b) 3T19 sobre 3T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,39%

RESULTADO BRUTO -14,67%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +95,78%

RESULTADO OPERACIONAL +83,29%

RESULTADO LÍQUIDO +28,91%



c) lucro líquido, nominal

UA 37,38%

U2A 19,95%

U3A 21,54%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 48,91%

U2A 10,07%

U3A 71,12%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 20,19

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,5% !!!!

365073  - keep_calm  -  08 Nov 2019, 19:05
IRB Brasil (IRBR3): reportou lucro líquido de R$392,5 milhões no terceiro trimestre de 2019, expansão de 28,9% em relação ao mesmo período de 2018. Nos nove meses de 2019, o lucro líquido avançou 33,8%, totalizando R$1.131,4 milhões. O ROAE no terceiro trimestre de 2019 foi de 37%, avanço de cerca de 3,7 pontos percentuais sobre os 33% obtidos no mesmo período do ano anterior. Nos primeiros nove meses de 2019, o retorno foi de 37% sobre os ativos médios, um crescimento de 6,1 pontos percentuais comparado aos primeiros nove meses de 2018, de 31%.O resultado financeiro consolidado do grupo no período somou 239,4 milhões de reais, ante 178,2 milhões no mesmo intervalo de 2018.

363219  - paulo_prof   -  06 Ago 2019, 02:17
Aparentemente, no 2T19 a sinistralidade foi sensivelmente maior do que no ano passado, pois o resultado bruto regrediu 33%. Por outro lado, entretanto, o Resultado Financeiro gerou a diferença e muito mais. Na minha opinião, nada indica que o ativo está fincando caro. Enquanto o lucro continuar evoluindo fortemente, está tudo certo. Na minha opnião, o ativo está mais barato hoje do que esteve por ocasião da divulgação dos resultados do 1T19.
PNLjBmg=




IRBR3

PREÇO: R$ 91,30

PAYOUT (2018) 74,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 20,01

P/VPA 7,12

PSR 4,51

DY 3,70%

MARGEM BRUTA 19,6%

MARGEM OPERACIONAL 25,8%

MARGEM LÍQUIDA 22,6%

LUCRO POR AÇÃO R$ 4,562

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 35,57%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,92



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +22,53%

RESULTADO BRUTO +10,29%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +38,09%

RESULTADO OPERACIONAL +22,66%

RESULTADO LÍQUIDO +39,95%



b) 2T19 sobre 2T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,39%

RESULTADO BRUTO -33,04%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +223,07%

RESULTADO OPERACIONAL +12,43%

RESULTADO LÍQUIDO +35,18%



c) lucro líquido, nominal

UA 39,95%

U2A 26,15%

U3A 19,23%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 48,72%

U2A 26,09%

U3A 69,31%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 57,02

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +11,5% !!!!

360925 - paulo_prof   -  03 Mai 2019, 02:26
Não foi ainda desta vez que o sinal de alerta se acendeu ... o ativo tem todas as condições de continuar evoluindo. Resulatdos excelenetes.


IRBR3

PREÇO: R$ 96,53

PAYOUT (2018) 74,1%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 22,67
P/VPA 8,14
PSR 4,90
DY 3,27%
EV/EBITDA #DIV/0!
MARGEM BRUTA 22,3%
MARGEM OPERACIONAL 25,8%
MARGEM LÍQUIDA 21,6%
LUCRO POR AÇÃO R$ 4,259
MARGEM EBITDA 0,0%
DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%
ROE 35,92%
LIQUIDEZ CORRENTE 0,85


Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +26,89%

RESULTADO BRUTO +46,78%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -16,86%

RESULTADO OPERACIONAL +23,31%

RESULTADO LÍQUIDO +37,52%



b) 1T19 sobre 1T18, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +27,77%

RESULTADO BRUTO +8,67%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +63,66%

RESULTADO OPERACIONAL 30,68%

RESULTADO LÍQUIDO +37,96%



c) lucro líquido, nominal

UA 37,52%
U2A 23,65%
U3A 10,45%


d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,65%

U2A 52,58%

U3A 34,67%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 53,24

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +14,5% !!!!

358317 - paulo_prof -  07 Fev 2019, 22:52
Ótimos os Resultados do IRBR. Pelo 2o. ano consecutivo, a "quebra" no resultado financeiro foi mais do que compensada pelo operacional. Pelo menos por enquanto, com o lucro líquido crescendo a taxas chinesas, não vejo risco no curto prazo. O preço tem todas as condições de continuar progredindo.

IRBR3

PREÇO: R$ 85,8

PAYOUT (2018) 75%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 21,74

P/VPA 6,62

PSR 4,60

DY 3,45%

MARGEM BRUTA 23,1%

MARGEM OPERACIONAL 25,5%

MARGEM LÍQUIDA 21,1%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,946

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 30,46%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,97



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +21,67%

RESULTADO BRUTO +49,79%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -34,75%

RESULTADO OPERACIONAL +15,82%

RESULTADO LÍQUIDO +31,75%



b) 4T18 sobre 4T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +38,91%

RESULTADO BRUTO +55,38%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -46,34%

RESULTADO OPERACIONAL 43,82%

RESULTADO LÍQUIDO +49,69%



c) lucro líquido, nominal

UA 31,75%

U2A 19,75%

U3A 16,86%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 9,27%

U2A 109,61%

U3A 33,69%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 49,32

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +13,5% !!!!

355417 - paulo_prof -  31 Out 2018, 23:36
Excelente resultado. Nos ultimos 4 trimestres, o lucro cresceu numa média trimestral nominal de 8,3%, com um máximo, de 12,5%, ocorrendo do 3T17 para o 4T17, e um mínimo, de 2%, ocorrendo entre o 4T17 e o 1T18. A taxa de crescimento nominal do lucro do 3T18 sobre o lucro do 2T18 foi 6%.

O preço atual é compatível com uma taxa de crescimento nominal trimestral média de aprox. 3%. Pelo menos no curto prazo, parece que o risco de uma aquisição do ativo ao preço atual seja relativamente pequeno. Ou seja, a tendência de curto prazo parece ser a valorização do ativo.


IRBR3

PREÇO: R$ 72,46

PAYOUT (2017) 73,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 20,44

P/VPA 5,95

PSR 4,23

DY 3,59%

MARGEM BRUTA 22,5%

MARGEM OPERACIONAL 27,0%

MARGEM LÍQUIDA 20,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,546

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 29,11%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,96



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +14,12%

RESULTADO BRUTO +14,02%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -25,96%

RESULTADO OPERACIONAL -1,93%

RESULTADO LÍQUIDO +4,73%



b) 3T18 sobre 3T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +12,75%

RESULTADO BRUTO +37,37%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO +3,95%

RESULTADO OPERACIONAL 41,16%

RESULTADO LÍQUIDO +37,46%



c) lucro líquido, nominal

UA 4,73%

U2A 14,32%

U3A 23,70%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 8,18%

U2A 111,52%

U3A 34,03%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 44,32

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +12,0% !!!!

355416 - Rocha Preta inc - 31 Out 2018, 22:53
304,5mi. Excelente resultado. Menos despesa, +retorno. Guidance revisado. Pra completar 0,58 de JSCP.

Prêmio emitido atingiu R$ 2,0 bilhões no terceiro trimestre de 2018, um crescimento de 16,6% em relação ao mesmo período de 2017; e R$ 5,3 bilhões no acumulado de nove meses de 2018, um crescimento de 16,6% em relação aos nove meses de 2017.
Resultado de underwriting avançou 55,4% no terceiro trimestre de 2018, totalizando R$ 259,2 milhões; e R$ 812,0 milhões nos nove meses de 2018, 45,8% de crescimento em relação ao acumulado de 2017.
O índice de despesa administrativa saiu de 4,9% no terceiro trimestre de 2017 para 4,4% no terceiro trimestrede 2018, com a despesa administrativa totalizando R$ 55,5 milhões, 1,8% menor que a do terceiro trimestre de2017. Nos nove meses de 2018, o índice de despesa administrativa foi para 5,0%, uma redução de 1,0 ponto percentual, comparativamente ao acumulado de 2017, com a despesa administrativa totalizando R$ 169,5 milhões, uma redução de 3,2% em relação aos nove meses de 2017.
A rentabilidade da carteira global de ativos passou de 133% do CDI no terceiro trimestre de 2017 para 147% do CDI, no mesmo período de 2018. Nos primeiros nove meses de 2018, o desempenho foi de 143% do CDI, 9 pontos percentuais acima do reportado no mesmo período de 2017 de 134% do CDI.
Lucro líquido avança 37,5% no terceiro trimestre de 2018 e 25,1% nos nove meses de 2018, totalizando R$ 304,5 milhões e R$ 845,9 milhões, respectivamente.
O ROAE no terceiro trimestre foi de 33% e no acumulado do ano foi de 31%, um avanço de 8 pontos percentuais sobre o terceiro trimestre de 2017 e 5 pontos percentuais sobre os nove meses de 2017.

352496  - paulo_prof  -  03 Ago 2018, 01:55
O problema da volatilidade apontado acima foi mais uma vez observado no 2T18. A margem bruta, que no 1T18 havia sido 24,1%, aumentou para 27%. Por outro lado, a alíquota efetiva de IR/CS aplicada sobre o resultado antes dos impostos aumentou de 21,4% para 26,5%. Apesar da queda brutal no Resultado FInanceiro em relação ao 2T17 (menos da metade) e considerável em relação ao 1T18 (-25,3%), o resultado liquido foi 13,1% maior do que aquele do trimestre passado e 24,01% maior do que aquele do ano passado.

Se a taxa média de crescimento real do lucro líquido nos últimos 3 anos, de aprox. 8,5% puder ser mantida nos proximos anos, O ativo parece estar bem precificado.

IRBR3

PREÇO: R$ 54,88

PAYOUT (2017) 73,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,78

P/VPA 4,82

PSR 3,31

DY 4,37%

MARGEM BRUTA 21,8%

MARGEM OPERACIONAL 25,8%

MARGEM LÍQUIDA 19,7%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,271

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 28,74%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,97



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +20,02%

RESULTADO BRUTO +34,16%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -31,31%

RESULTADO OPERACIONAL +0,82%

RESULTADO LÍQUIDO +13,72%



b) 2T18 sobre 2T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +29,93%

RESULTADO BRUTO +102,06%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -55,74%

RESULTADO OPERACIONAL 13,46%

RESULTADO LÍQUIDO +24,01%



c) lucro líquido, nominal

UA 13,72%

U2A 10,04%

U3A 13,77%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 43,23%

U2A 109,10%

U3A 33,01%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 40,89

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +7,0% !!!!

352495  - Rocha Preta inc -  03 Ago 2018, 01:32
Explodiu frido. http://ri.irbbrasilre.com/ptb/484/635101.pdf
Prêmio emitido atingiu R$ 1,9 bilhão no segundo trimestre de 2018, um crescimento de 28% em relação ao mesmo período de 2017; e R$ 3,3 bilhões no primeiro semestre de 2018, um crescimento de 17% em relação aos seis meses de 2017.
Resultado de underwriting avançou 78% no segundo trimestre de 2018, totalizando R$ 296 milhões; e R$ 553 milhões no primeiro semestre de 2018, 42% de crescimento em relação ao primeiro semestre de 2017.
O índice de despesa administrativa saiu de 6,3% no segundo trimestre de 2017 para 5,4% no segundo trimestre de 2018, com a despesa administrativa totalizando R$ 64 milhões. No primeiro semestre de 2018, o índice de despesa administrativa foi de 5,4% uma redução foi de 1,3 ponto percentual, comparativamente ao primeiro semestre de 2017, com a despesa administrativa totalizando R$ 114 milhões.
A rentabilidade da carteira global de ativos passou de 136% do CDI no segundo trimestre de 2017 para 139% do CDI, no mesmo período de 2018. No primeiro semestre de 2018, o desempenho foi de 141% do CDI, 9 pontos percentuais acima do reportado no mesmo período de 2017 de 132% do CDI.
Lucro líquido avança 24% no segundo trimestre de 2018 e 19% no primeiro semestre de 2018, totalizando R$ 287 milhões e R$ 541 milhões, respectivamente.

Essa rentabilidade do caixa tá botando grendene e mplu no bolso kkkkk Um dos argumentos do sell side é que os prefixados sofreriam um bocado. Mas com a curva de juros se acalmando... Hm...

352133 - Utah100  - 21 Jul 2018, 01:07
Ola colegas, longe de querer polemizar mas apenas pensando em ajudar aos mais inseguros e inexperientes, mas a Suno não recomendou a venda de IRB, apenas o retirou de sua carteira recomendada, uma vez que o papel já se valorizou bastante desde a recomendação por volta dos R$26,xx. Segundo citam no próprio relatório o papel continua sendo interessante de se manter para quem o comprou por volta daquele preço recomendado, já que entre dividendos e JSCP já rendeu em torno de 7,7% de DY a.a. , porém aos preços atuais não oferece mais nenhuma margem de segurança e segundo eles existem outras opções melhores no mercado atualmente. Eu vou segurar meus poucos papeis e aguardar , quem sabe alguma queda ao longo da campanha eleitoral ?

352068  - Rocha Preta inc -  19 Jul 2018, 12:07
IRBR3

O ativo queridinho dos gringos a 53 continua negociando a 12 P/L projetado 2019 e 6% DY, tendo 40% da receita dolarizada. Como digo pra IRB, se o Brasil der certo ótimo, se der errado, ótimo também.

Com os DI mais calmos, um dos argumentos do sell side (posição em prefixado), vai perdendo força. Com a revisão do guidance 18 e provável aumento do projetado de 2019 em diante, será a hora do short squeeze.

Resultado a ser divulgado dia 02/08.

350930  - Jonas_Schwingel -  07 Jun 2018, 21:39
Quase isto. Realizei lucro em IRBR porque considero o papel bem precificado e era menor yield da carteira.

Gosto muito do IRB e voltaria ao ativo com certeza se voltar a ficar barato. Pode subir bem mais, mas entre algo bem precificado de yield baixo e algo barato com yield alto, prefiro o segundo, respeitando-se as devidas perspectivas de perenidade nos dividendos.

Coloquei ECOR no lugar com o racional de aumentar o fluxo de caixa. Minha expectativa é que o capital que estava no IRB doravante passe a me gerar mais que o dobro de dividendos anuais. Olhando para a variação de preços no curto prazo, até o momento não foi uma boa troca, mas não ligo muito para isto. Meu foco é sempre o fluxo de caixa, mas em épocas turbulentas e de prováveis promoções, o foco nisto é ainda maior.

[...]
IRBR3 11% - se uma seguradora já é bom, imagina uma resseguradora com 70% do mercado e plano de expandir na latam?
[...]

349666 - kknove  -  06 Mai 2018, 16:34
Professor, fiquei intrigado com essa variação de despesas tributárias no IRB e fui fuçar as notas explicativas. Aparentemente, de acordo com a nota 25.10, a principal explicação para o recolhimento menor de IRPJ está no item “seguro rural”, com um abatimento de 31 M, q não havia no exercício anterior. Suponho q tenha havido alguma alteração legislativa ou q a empresa tenha passado a atuar neste ramo, o q não ocorria antes, e se beneficiou de alguma isenção. De qq forma, parece ser recorrente se não houver outra explicação. Já na CSLL a principal diferença está no item “participações societárias”, q teve um abatimento cerca de 5 M maior q no exercício anterior. Este item eu não tenho ideia se pode ser recorrente ou não. Com relação ao financeiro, chama a atenção o fato do IRB ter sido muito mais bem sucedido em seus investimentos, como percentual do CDI. Concordo q nem sempre será assim, mas o CDI nem sempre será tão baixo também... Talvez uma coisa compense a outra...

349660 - paulo_prof  -  06 Mai 2018, 14:13
A análise da IRBR demanda algumas questões para as quais não tenho respostas:

a) qual seria uma margem bruta média que se pode esperar?

b) qual percentual médio do Resultado Antes dos Impostos que se deve assumir para as despesas de IR/CS?



A margem bruta do IRBR é extremamente volátil. Depois de emplacar 15,9% em 2012, caiu vertiginosamente para 10,8% no exercício seguinte e vem crescendo desde então (14,6%; 15,6%; 17,8$; e 18;8%). Na base trimestral, as margens no exercício de 2017 foram, respectivamente, 22,3%; 17,4%; 14,8%; e 21,3%, com a média de 18,8% como informado acima.

No 1T18, a margem bruta foi 24,1%!!!

Pergunta: deve-se considerar esta margem como corriqueira, "normal", dentro do esperado, ou excepcional, que dificilmente pode ser conseguida de forma frecorrente?

No que concerne as despesas de IR/CS, e costumo assumir o percentual algo entre 33% e 34%. No caso do IRBR, os percentuais desde 2012 foram: 24,7%; 44,6%; 33,2%; 25,1%; 31,5% e 27,2%, com uma média de 31%.

No 1T18, o percentual aplicado foi R$ 21,4%, quando no 1T17 havia sido 30,4% !!!!

Não faço idéia se empresas de seguro e assemelhadas têm regras específicas de IR/CS. Como estas empresas costumam ter um grande ganho financeiro, eventualmente este ganho já seja taxado na fonte, e em consequência a alíquota efetiva sobre o Resultado Antes dos Impostos seja menor do que o usual. Não importa ... mais uma vez, como deve ser considerado o fato do Resultado do 1T18 ter considerado somente 21,4%?

Bom ... como engenheiro, acredito nas médias e nas tendência das mesmas. Portanto, pelo menos a princípio, não acredito em alíquotas de IR/CS abaixo de 31% na média e não acredito, no curto prazo, numa margem bruta acima de 20%

Se os valores médios da margem bruta e IR/CS fossem considerados no 1T18, o impacto nos resultados seria:

Resultado Antes dos Impostos: -R$ 47,9 milhões, ou -14,8%

Resultado Liquido: -R$ 64,2 milhões, ou -25,3% !!!

Bom ... isto posto, no que concerne a última linha, o resultado do 1T18 foi excelente, mas é não recorrente. A enorme perda no resultado financeiro acabou sendo amplamente compensada por um aumento modesto da Receita Líquida, turbinada com uma margem bruta excepcional e despesas reduzidas de IR/CS,

Em consequência, acho que o ativo pode estar começando a ser sobrevalorizado. Para justificar o preço atual, o lucro líquido teria que crescer numa média real de 4% a.a., nos próximos 10 anos. Não acho que seja trivial consegui-lo.

IRBR3

PREÇO: R$ 50,30

PAYOUT (2017) 73,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 16,27 ?///

P/VPA 4,66

PSR 3,24

DY 4,51%

EV/EBITDA #DIV/0!

MARGEM BRUTA 19,3%

MARGEM OPERACIONAL 26,5%

MARGEM LÍQUIDA 19,9%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,091

MARGEM EBITDA 0,0%

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 28,64%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,84



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,07%

RESULTADO BRUTO +13,69%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -20,74%

RESULTADO OPERACIONAL +0,72%

RESULTADO LÍQUIDO +11,18%



b) 1T18 sobre 1T17, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +5,55%

RESULTADO BRUTO +14,11%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -33,55%

RESULTADO OPERACIONAL 0,99%

RESULTADO LÍQUIDO +14,07%



c) lucro líquido, nominal

UA 11,18%

U2A -1,01%

U3A 16,71%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 112,34%

U2A 49,25%

U3A 33,60%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 38,64

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +6,5% !!!!

349584  - Rocha Preta inc - 04 Mai 2018, 13:06
IRBR3
Excelente resultado, seguido por outras cias do ramo de seguros. Do IPO pra cá as ações já quase dobraram de valor.

Destaques do Trimestre

Prêmios Retidos atingiram R$1,1 bilhão no primeiro trimestre de 2018, um crescimento de 17,7% em relação ao mesmo período de 2017.

Resultado de Underwriting totalizou R$256,6 milhões no primeiro trimestre de 2018, uma expansão de 14,8% em relação aos primeiros três meses de 2017.

O índice de despesas administrativas recuou cerca de 2 pontos percentuais no primeiro trimestre de 2018, passando de 7,1% no primeiro trimestre de 2017 para 5,3% no primeiro trimestre de 2018.

A rentabilidade da carteira global de ativos passou de 127% do CDI no primeiro trimestre de 2017 para 143% do CDI, no mesmo período de 2018.

Lucro líquido atingiu R$254,0 milhões no primeiro trimestre de 2018, uma expansão de 14,1% em relação ao mesmo período de 2017.

O ROAE no primeiro trimestre de 2018 foi de 30%, um avanço de 3 pontos percentuais sobre os 27% obtidos no 1T17.

O resultado do IRBR na base anual foi muito bom, apresentando taxas de crescimento robustas em relação ao ano anterior, no que se refere a Receita Líquida e Resultado Bruto. A taxa de crescimento dos Resultados Antes dos Impostos e Líquido foram prejudicadas por uma redução importante no Resultado Financeiro. Assim como todas as seguradoras, o IRBR também sofreu com a queda das taxas de juros.

Já no que concerne a base trimestral, há que se ver como foi realizada a contabilidade do 4T16, pois em comparação com o 3T16 houve um salto de patamar no que se refere o lucro líquido.

Na minha opinião, o ativo ainda está relativamente barato, mas a margem de segurança não é grande.

IRBR3

PREÇO: R$ 38,88

PAYOUT (2017) 73,8%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 12,98

P/VPA 3,35

PSR 2,53

DY 5,69%

MARGEM BRUTA 18,8%

MARGEM OPERACIONAL 26,8%

MARGEM LÍQUIDA 19,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,995

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 25,83%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,86



Taxas de Crescimento

a) últimos 12 meses sobre 12 terminados no 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +13,83%

RESULTADO BRUTO +20,44%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -16,14%

RESULTADO OPERACIONAL +2,39%

RESULTADO LÍQUIDO +8,85%



b) 4T17 sobre 4T16, nominal

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +8,89%

RESULTADO BRUTO -37,54%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -11,61%

RESULTADO OPERACIONAL -34,84%

RESULTADO LÍQUIDO -32,60%



c) lucro líquido, nominal

UA 8,85%

U2A 10,06%

U3A 15,42%



d) patrimônio líquido médio, nominal

UA 0,53%

U2A 4,57%

U3A 5,39%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 37,44

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): +1,0% !!!!

346986  - Rocha Preta inc  -  09 Fev 2018, 11:22
http://irb.infoinvest.com.br/ptb/285/CCall_Port%20...
Resultado do 4T do IRB.
Não parei pra analisar, mas me pareceram números excelentes. Um IPO que acertei em participar.

345181  - fridao   - 12 Dez 2017, 22:20
IRBR3...
Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2017 - O IRB-Brasil Resseguros S.A. (B3: IRBR3) ("IRB" ou "IRB Brasil RE" ou "Companhia"), em atendimento ao disposto no §4º do artigo 157 da Lei nº 6.404/76, e na forma e para fins da Instrução CVM nº 358/02, conforme alteradas, comunica aos seus acionistas e ao mercado em geral que, nesta data, nos termos da Put Option Agreement ("POA") celebrado por ocasião da primeira aquisição das ações da African Reinsurance Corporation ("Africa Re") pelo IRB em 17 de maio de 2012, exerceu sua opção de venda (put option) da totalidade das ações de emissão da Africa Re detidas pela Companhia.

O IRB Brasil RE é atualmente titular de 240 mil ações Classe B de emissão da Africa Re, o que equivale a cerca de 8,4% do capital social da mesma. O preço de venda de tais ações, calculado de acordo com a Put Option Agreement, é de aproximadamente US$ 62 milhões.

Esta medida está diretamente relacionada à estratégia de internacionalização da Companhia voltada a dedicar seus esforços à América Latina.

A Companhia manterá o mercado informado sobre qualquer desdobramento relevante desse assunto.

Fernando Passos

Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores

343676 - M Boi Mirim -  08 Nov 2017, 19:10
Professor Paulo o que o sr achou do resultado do IRBR3? Será que a empresa consegue sustentar os resultados? Me dá a impressão de ser uma empresa muito grande com market share já mto alto mas ela vai lá e posta um tri excelente destes...E vale 10 bi na bolsa. Considerando o potencial de lucros me parece que seria uma empresa para ser negociada a uns 17 de P/L somente pela resiliência e capacidade de manter os lucros com alto payout..Atualmente se anualizar deve dar uns 12 de P/l embora não acredito que vai conseguir manter esse nível de resultado (do último tri)..

343601  - paulo_prof -  07 Nov 2017, 12:48
Levando em consideração o impacto da queda dos juros no Resultado Financeiro, achei os Resultados do IRBR excelentes. A redução de 23,62% do Resultado Financeiro na base trimestral foi plenamente compensada pelo operacional (aumento das receitas, resultado bruto e resultado antes dos impostos), resultando num lucro líquido 236% maior. A comparação na base anual é precária, porque os dados do 4T15 não estão disponíveis. Tive que estimar estes dados, usando a mesma proporção entre o 3T16 e 4T16. De qualquer forma, na base anual todos os resultado evoluíram fortemente.

Considerando a evolução do lucro líquido, o ativo parece relativamente barato.

IRBR3

PREÇO: R$ 34,00

PAYOUT (estimado): 75%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 10,06

P/VPA 3,06

PSR 2,27

DY 7,45%

MARGEM BRUTA 22,5%

MARGEM OPERACIONAL 31,4%

MARGEM LÍQUIDA 22,5%

LUCRO POR AÇÃO R$ 3,379

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 30,40%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,83



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +11,80%

RESULTADO BRUTO +56,64%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -13,07%

RESULTADO OPERACIONAL +27,58%

RESULTADO LÍQUIDO +24,79%



b) 3T17 vs 3T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +38,32%

RESULTADO BRUTO passou de negativi para positivo

RESULTADO FINANCEIRO NEGATIVO -23,62%

RESULTADO OPERACIONAL +127,38%

RESULTADO LÍQUIDO +236,06%



c) lucro (taxa média anual)

UA 24,79%

U2A 34,43%

U3A 17,47%



d) patrimônio líquido médio

UA 3,40%

U2A 49,19%

U3A 34,22%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 43,32

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,0%

341944  - Peter Lynch do Agreste  -  11 Set 2017, 13:02
Para quem tem na carteira ou quer conhecer melhor o ativo, fiz uma análise da IRBR3 e divulguei hoje.
O link para acesso é: http://www.analisandoacoes.com.br/analise-de-empre...

341335  - paulo_prof   -  22 Ago 2017, 03:55
A DRE do semestre informa:

Receita Líquida: R$ 2,195 bilhões

Resultado Bruto: R$ 0,436 bilhões

Despesas Administrativas: (R$ 0,165 bilhões)

Outras Receitas/Despesas: R$ 0,022 bilhões

Resultado Antes do Resultado Financeiro e dos Tributos: R$ 0,293 bilhões

Resultado Financeiro: R$ 0,371 bilhões

Resultado Antes dos Tributos sobre o Lucro: R$ 0,664 bilhões

Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro: (R$ 0,210 bilhões)

Lucro Líquido: R$ 0,454 bilhões

De acordo com o Relatório do 2T17:

Resultado Financeiro

No segundo trimestre de 2017 o resultado financeiro recuou 20%, saindo de R$ 291 milhões no segundo trimestre de 2016 para R$ 233 milhões, inferior à queda da SELIC média, que passou de 3,4% no segundo trimestre de 2016 para 2,5% no segundo trimestre de 2017 (-24%).

Já no acumulado do ano, o resultado financeiro totalizou R$ 438 milhões, uma retração de 18% sobre primeiro semestre de 2016, em linha com a queda de SELIC média, que passou de 6,7% no primeiro semestre de 2016 para 5,7% no mesmo período de 2017 (-16%).

Ao final do semestre, a carteira de investimentos totalizava, aproximadamente, R$ 6 bilhões, com uma rentabilidade equivalente a 136% do CDI no trimestre e 132% do CDI no semestre.

A performance do IRB Brasil RE acima do CDI foi obtida primariamente através de ganhos em renda fixa, em posições prefixadas e também em títulos que pagam cupom + inflação (NTNB).

A estratégia de investimentos consistiu em fazer alocações nos momentos em que a avaliação técnica da equipe do IRB apontava haver prêmios adequados em tais papéis e desinvestir as referidas posições, nos momentos em que a avaliação técnica da equipe apontava serem adequados.

Em atendimento ao disposto no inciso IV do Art. 145 da Circular SUSEP nº 517, de 30 de julho de 2015, o IRB Brasil RE declara possuir capacidade financeira compatível com as suas operações, bem como a intenção de manter, até o vencimento, os títulos e valores mobiliários classificados na categoria “Títulos mantidos até o vencimento”.

O montante de titulos mantidos até o vencimento é de R$ 4,3 bilhões.

Na minha opinião, daqui para frente será praticamente iimpossivel gerar ganhos financeiros com renatibilidades parecidas ... Com taxas de juros declinantes, obter um alto rendimento é bico!

341320 - paulo_prof   -  21 Ago 2017, 20:13
Todas as empresas de seguro experimentarão o impacto da redução do Resultado Financeiro. Ainda não tive tempo de verificar porque as disponibilidades do IRBR variam tanto (eram R$ 1,08 bilhões ao final do 4T16, R$ 2,03 bilhões ao final do 1T17 e R$ 1,63 bilhões ao final do 2T16). Evidentemente, esta variação impacta o Resultado Financeiro. Dificilmente, por exemplo, no 3T17 a empresa conseguirá repetir os R$ 196 milhões do 2T17. Se houver uma "quebra" de R$ 30-40 milhões, não vou estranhar. Por outro lado, também não vejo como o operacional compensar. Em consequência, se o Resultado Líquido vier menor do que aquele do ano passado, também não vou estranhar.

Acho que teremos que esperar um pouco para que o novo "padrão" de rendimento financeiro se estabeleça. Juros declinantes normalmente se traduzem em ganhos financeiros. Quando os juros estiverem finalmente estabilizados é que saberemos qual o novo patamar de ganhos financeiros.

341317  - rafamcl   -  21 Ago 2017, 19:12
Eu particularmente acabei entrando em IRBR alguns dias após o IPO num preço próximo aos atuais.

O que me fez escolher IRBR além do valuation aparentemente atrativo nesses preços foi o setor, pois a IRBR praticamente tem um monopólio no setor de resseguros e a composição acionária interessante, sendo formada basicamente pelo governo e os bancões BBAS, BBDC e ITUB.

Na minha avaliação a IRBR também tem um mercado mais amplo do que BBSE e WIZS, por exemplo, que detém exclusividade dentro das agências do BB ou da Caixa. E o setor que ela atua em si (resseguros), somado ao valuation, prováveis DYs e a composição acionária, me chamaram mais a atenção do que investir nas conhecidas PSSA ou SULA. Entrei em IRBR com aproximadamente 5% da carteira.

340754  - paulo_prof   -  06 Ago 2017, 18:40
Dentro do esperado ... melhor na base trimestral do que anual. Em termos exclusivamente de resultados e indicadores, acho que o ativo não está caro. Mas como sou leigo no que concerne o setor de resseguros no país, não faço idéia da probabilidade de ocorrer uma diarréia geral ...

IRBR3

PREÇO: R$ 28,50

PAYOUT (2016): 75%



Múltiplos baseados nos últimos 12 meses

P/L 9,91

P/VPA 2,70

PSR 2,07

DY 7,57%

MARGEM BRUTA 19,5%

MARGEM OPERACIONAL 30,7%

MARGEM LÍQUIDA 20,8%

LUCRO POR AÇÃO R$ 2,876

DÍVIDA BRUTA/PATRIMÔNIO LÍQUIDO 0,0%

ROE 27,20%

LIQUIDEZ CORRENTE 0,84



Taxas de Crescimento Nominal

a) últimos 12 meses vs 12 meses terminados no 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +3,17%

RESULTADO BRUTO +24,41%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -6,88%

RESULTADO OPERACIONAL+16,99%

RESULTADO LÍQUIDO +6,49%



b) 2T17 vs 2T16

RECEITA OPERACIONAL LÍQUIDA +2,37%

RESULTADO BRUTO +11,25%

RESULTADO FINANCEIRO POSITIVO -15,99%

RESULTADO OPERACIONAL +14,95%

RESULTADO LÍQUIDO +14,73%



c) lucro (taxa média anual)

UA 6,49%

U2A 13,79%

U3A 8,93%



d) patrimônio líquido médio

UA 1,75%

U2A 4,65%

U3A 5,96%



Preço justo fornecido pela fórmula do FCD para uma taxa média de crescimento real nulo do lucro líquido dos últimos 12 meses durante 5 anos, perpetuidade real nula e taxa de desconto real de 8%: R$ 36,86

Ou, taxa de crescimento real do lucro líquido dos últimos 12 meses necessária, durante os próximos 5 anos, para que o preço justo fornecido pela fórmula do FCD seja igual ao preço corrente (com uma perpetuidade real nula e taxa de desconto anual real de 8%): -6,5%

340428  - ispholambra -  28 Jul 2017, 00:36
Mais sobre a precificacao... mas nao mencionam o rateio...

O ressegurador IRB Brasil Re levantou R$ 2,003 bilhões em sua oferta  inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), tirando da gaveta a abertura de capital que estava ao menos há dois anos no planejamento. Em sua  terceira tentativa de listar ações na B3, a oferta foi apenas secundária, ou seja, o capital movimentado foi para o bolso dos acionistas que conta com pesos pesados como Banco do Brasil, Bradesco,  Itaú Unibanco e a Caixa.

A oferta de ações do IRB era apontada como uma das formas de o governo  angariar recursos para compor suas contas fiscais. No entanto, a União, que possui 11,68% do IRB, não foi vendedor. Já o Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc) reduziu sua fatia, o que permitirá que o Fgeduc tenha liquidez e terá mais capacidade para a inadimplência do programa de crédito estudantil do governo, o Fies.

A ação do IRB foi fixada em R$ 27,24, no piso da faixa indicativa de preço, estabelecida entre R$ 27,24 e R$ 33,65. A demanda pela oferta, que representou mais de duas vezes o número de ações ofertadas, ganhou maior ritmo desde a quarta-feira, 26, de acordo com fontes próximas à operação.

Os coordenadores da oferta foram o Bradesco BBI (líder), BB Investimentos, Itaú BBA, JPMorgan, Brasil Plural, Bank of America Merrill Lynch e BTG Pactual.

Sua estreia na B3 será na próxima segunda-feira, 31, sob o código IRBR3. A listagem ocorre no Novo Mercado, segmento das mais elevadas exigências de governança corporativa da Bolsa brasileira.

O IPO do IRB era o último passo que faltava para que o ressegurador concluísse seu processo de desestatização. Fundada em 1939, a companhia deteve por cerca de 70 anos o monopólio do mercado de resseguros no Brasil. A operação foi aprovada pelo conselho de desestatização da companhia e teria de ocorrer até 2018.

340426  - alca41 -  28 Jul 2017, 00:31
IRB Brasil
As ações da IRB Brasil foram precificadas em R$ 27,24 - movimentando R$ 2 bilhões -, no piso da faixa estipulada, segundo informou a CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A precificação máxima da faixa era de R$ 33,65.

A oferta é de até 86,35 milhões de ações, incluindo ofertas adicionais. Os papéis começam a ser negociados na próxima segunda-feira (31). O governo espera ter uma participação de 17% no IRB após o IPO e
manterá sua "golden share", que lhe dará direito de veto em assuntos envolvendo a empresa.

340422  - ispholambra -  27 Jul 2017, 23:24
Citação: fridao - Post #340420 - 27/Jul/2017 21:05
Ilustres,
A precificação (preço de lançamento) do IPO do IBR ocorre quando? Hoje?
Fridao
É hoje... mas nao sei se anunciam hoje ou amanha... se tiverem de anunciar algo... anunciam ate as 22:00...
Mas o IPO do IRB ja estava garantido com demanda de 100% das acoes no piso minimo...
Estou mais curioso com o da Omega... pois ate aonde eu li... eles tinham somente demanda de 75% das acoes ofertadas no piso minimo...
A conferir...

340225  - paulo_prof   - 20 Jul 2017, 13:27
Sim, concordo ... foi o que desejei expressar quando afirmei ser sem sentido a mão esquerda passar parte dos riscos para a mão direita!

Mas não seria este o caso do IRB. Vamos supor que o Bradesco controle 100% de sua seguradora (não verifiquei, porque de fato não tem importância). Se a IPO do IRB for completamente bem sucedida, o Bradesco passará a controlar 15% da empresa. Ao repassar um grande risco de sua seguradora ao IRB, a sua exposição a este risco já cai a 15%, não? O IRB, por sua vez e se for o caso, pode também repassar parte do risco do resseguro contratado com a Bradesco Seguros, para outras resseguradoras.

Recentemente, o CADE aprovou a parceria da Bradesco Seguros com a SRCSB. Pelo acordo, a Bradesco Seguros irá aportar a sua carteira de grandes riscos na SRCSB. Esta, evidentemente, repassará para a sua controladora o que julgar necessário/suficiente. O ponto chave neste acordo, entretanto, são os 40% que o Bradesco passará a ter na SRCSB. Ou seja, após a IPO do IRB, o Bradesco poderá ter 40% do capital de uma Resseguradora local e 15% do capital de outra. Como sou um completo "nó cego" no que concerne o mercado segurador, não faço ideia do impacto que a manutenção de um pé em cada canoa possa ter sobre as contas do IRB.

340219  - Jorge Tomaz   - 20 Jul 2017, 02:46
não sou especialista no assunto, mas quando o sr fala que “o IRB teria clientes cativos ... ou não?”, acho que sim, mas, por outro lado, não me parece fazer muito sentido. Vou explicar meu raciocínio para ver se faz sentido.

As seguradoras estão sempre trabalhando baseadas nos riscos, por motivos óbvios.

Em um primeiro nível uma seguradora pode fazer um cosseguro, que é uma operação na qual duas ou mais seguradoras distribuem entre si os riscos de determinada apólice.

Um nível acima uma seguradora pode fazer um resseguro, que é o seguro da seguradora. Isso amplia a capacidade da seguradora, estabiliza os resultados e protege a seguradora contra uma grande perda financeira. Ela faz isso para se proteger e, por vezes, também por não ter expertise em um assunto específico.

Mais um nível acima está a retrocessão que é o resseguro do resseguro. Por exemplo, minha empresa vai fazer o seguro de uma plataforma de petróleo, mas esse troço vale milhões de dólares, e eu não entendo bulhufas sobre plataformas de petróleo. Então, eu chamo uma resseguradora e devido ao tamanho do projeto (apólice), ela chama outra, com expertise na área. Assim diluo os riscos e ganho know-how nessa operação.

Bom, meu raciocínio é que se eu fizer resseguro das minhas próprias operações eu não vou estar diluindo os riscos, concorda? Seja no nível resseguro ou retrocessão, se eu mudo o CNPJ mas mantenho tudo na holding, acho que, na prática, não estou diluindo, concorda? Talvez, um estudo que limite algumas operações seja o suficiente, mas simplesmente um mercado cativo acho que pode acabar deixando tudo que se queira dividir dentro da "mesma empresa", o Itaú, por exemplo.

340198  - paulo_prof  -  19 Jul 2017, 15:32
O histórico de IPOs passados sem dúvida pesa contra ...

Posso entretanto confessar aqui que me arrependi por não ter aderido no caso da IPO do BBSE,

Fiz a análise com os dados disponíveis na época adotando um preço de R$ 16,00, e acabei desistindo de participar ao calcular um P/L de 17 e um P/VPA acima de 5.

Embora, com empresas, o IRB e o BBSE tenham pouco a ver um com outro, não vou me surpreender se a IPO do IRB, a exemplo daquele do BBSE, acabar se mostrando um ponto fora da curva.

Ocorre que no país, o segmento de seguros em geral ainda está em sua infância. Deverá crescer enormemente nos próximos 10 anos. Acho que é o tipo de ação para comprar e esquecer.

Acho que o objetivo do resseguro é o de diluir grandes riscos de uma carteira de seguros. Como consequência, de fato não faz sentido a mão esquerda de uma seguradora repassar para a sua mão direita, parte dos riscos.

Por outro lado, entretanto, pode fazer sentido os controladores das grandes seguradoras se associarem para manter uma empresa resseguradora que atenda a todos. Se eventualmente a areia do caminhão que esta resseguradora terá que carregar for excessiva, nada impede que esta repasse a outra(s) resseguradora(s) a parte dos riscos que não quer assumir.

Hoje, os bancos Itaú, BB e Bradesco controlam quase 56% do capital social do IRB Brasil. Acredito que, em igualdades de condições, deverão privilegiar o IRB sobre outras resseguradoras.

Por outro lado, a Lei Complementar 126 assegurava um mercado cativo para as resseguradoras locais, ao obrigar o cedente a priorizar as resseguradoras locais em pelo menos 30% da cessão total de resseguro.

340195  - pedrosousa   -  19 Jul 2017, 10:09
Apesar da crise, empresas seguem com ofertas na B3

COMPRAR OU VENDER?

B3A percepção é de que o ambiente poderá ficar ainda mais obscuro na próxima janela, em outubro
A despeito da crise política, o Carrefour Brasil desafiou o ambiente e sua abertura de capital movimentou R$ 5,125 bilhões. A ação da varejista foi precificada em R$ 15, no piso da faixa indicativa, conforme antecipou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado. Essa é a décima emissão de ações na B3 neste ano e a quarta oferta inicial (IPO, na sigla em inglês).

A companhia será listada no Novo Mercado, segmento de mais elevadas exigências de governança corporativa da B3, sob o código CRFB3, e estreará na quinta-feira, 20. Do valor total, R$ 3,088 bilhões vieram da oferta primária, ou seja, das novas ações emitidas, o que significa dinheiro novo entrando no caixa da empresa. Já R$ 2,037 bilhões são da oferta secundária, da venda de ações dos atuais acionistas, que foram a Península, braço de investimentos de Abílio Diniz e do grupo Carrefour.

Abílio chegou ao Carrefour tendo como uma das metas contribuir para promover a abertura de capital da subsidiária brasileira da varejista francesa. Na próxima sexta-feira, 21, será precificada a oferta da companhia do setor farmacêutico Biotoscana, que após questionamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) decidiu postergar em alguns dias a precificação de sua oferta, para assim poder reapresentar seus demonstrativos financeiros.

Na próxima semana estão previstas as precificações das ofertas do ressegurador IRB Brasil Re e da companhia do setor de energia renovável Ômega Geração. A despeito da crise instaurada após a delação do empresário Joesley Batista, as companhias preferiram seguir com seus planejamentos e garantir a captação o mais cedo possível.

A percepção é de que o ambiente poderá ficar ainda mais obscuro na próxima janela, em outubro, e a eleição presidencial em 2018 também torna o ambiente futuro mais incerto. Além disso, tem contado a favor o excesso de liquidez global e investidores com baixa exposição em emergentes, o que contribui para a chegada de fluxo de capital ao País.
(Por Fernanda Guimarães)

340193  - paulo_prof   - 19 Jul 2017, 04:42
Para o que possa servir, no que concerne o IPO do IRB, os múltiplos seriam os seguintes:
PREÇO MÉDIO ESPERADO: R$ 30,45
PAYOUT ESPERADO: 75% (mas somente 25% são garantidos)
P/L = 11,05
P/VPA = 3,07
DY = 6,79%
ROE = 27,8%
Taxa média de crescimento anual nominal do LL = aprox. 10% (embora o lucro líquido do 1T17 tenha sido somente 4,7% maior do que aquele do 1T16!!!
Para ter um termo de comparação, lá vão os múltiplos da BBSE3

PREÇO: R$ 28,90
PAYOUT 2016: 84%
P/L = 14,25
P/VPA = 6,21
DY = 5,9%
ROE = 43,6%

Taxa anual média de crescimento nominal do LL: 7,3%, sendo que nos ultimos 12 meses a taxa foi negativa em 4%.

Parece-me, portanto, que num preço de FR$ 30,45 a ação do IRB sairia mais barata do que aquela do BBSE. Todos os múltiplos do IRB seriam melhores (o maior ROE do BBSE implica num muito maior P/VPA).

340192  - ispholambra - 19 Jul 2017, 03:38
Citação: mpinazo - Post #340191 - 19/Jul/2017 01:08Prof. Paulo, Small e demais colegas do fórum,IPO do IRB Brasil Resseguros vale a pena? Alguém já fez algum estudo de valuation a respeito?E qto ao IPO do Carrefour/Atacadão?
Em geral a maioria dos IPOs gerou prejuizo a quem entrou na oferta primaria...raras sao as excessoes a esse respeito...O IPO do Atacadao/Carrefour foi precificado a 15,00... no piso da faixa indicada... mas mesmo assim achei caro...O IPO do IRB com faixa de preços entre 27,24 e 33,65 e mais salgada ainda...ruim o preço... ruim porque nenhum centavo da oferta vai para o IRB indo tudo para os acionistas vendedores... e nessa faixa de preços eu sou mais a BBSE3...Ainda temos outros 2 IPOs em andamento... da Biotoscana e da Omega... mas sei nao... acho que pela precificacao do Carrefour eles podem nem atingir o minimo das faixas indicativas e nem sair...De qualquer forma... to fora de IPOs...

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