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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Souza Cruz (CRUZ)



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Não negociada na BMF
Compra: Barbado (2013) - ALPACIUS (2013)
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aprendiz quebrado do professor (jan/13) - bhlpinvest (fev/13) - ch3481 (dez/12) - egidiosantanna (jan/13)
Balanços
3T2011 – 
Paulo Prof - 
Não há dúvidas de que o preço do ativo está bastante salgado
Características

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298910  - dusteffen  -  11 Jun 2015, 10:48
11/06/2015

Para Aberdeen, preço oferecido em OPA da Souza Cruz não é aceitável


Por Camila Maia | De São Paulo

A Aberdeen, que tem aproximadamente 5% das ações da Souza Cruz, não pretende aceitar a oferta de aquisição de ações (OPA) feita pela British American Tobacco (BAT), controladora da fabricante de cigarros, afirmou Nick Robinson, chefe de renda variável da gestora escocesa no Brasil, em entrevista exclusiva ao Valor.

"Achamos que a BAT foi oportunista, levando em conta o enfraquecimento da moeda e da economia no Brasil", disse Robinson. Segundo ele, o Brasil passa por um momento difícil, mas a Aberdeen tem confiança de que o país vai se recuperar e o ambiente de negócios para Souza Cruz vai melhorar.

A BAT tem 75,3% das ações da Souza Cruz e anunciou em fevereiro que ofereceria R$ 26,75 pelas ações restantes, preço acima do valor econômico avaliado pela N M Rothschild & Sons, entre R$ 22,09 e R$ 24,54.

Na ocasião, o preço foi mal recebido pelos investidores minoritários da companhia e a própria Aberdeen solicitou a contratação de um novo laudo de avaliação sobre a companhia. O Credit Suisse divulgou o laudo em 8 de maio, apontando um intervalo de R$ 24,30 a R$ 26,72 para o valor justo das ações da Souza Cruz. Em seguida, a BAT disse que manteria o preço da oferta.

Para que a operação prossiga, a BAT precisa obter a aceitação de no mínimo dois terços das ações em circulação. "Estamos confiantes de que a BAT não vai conseguir isso sem elevar o preço", afirmou Robinson, que disse estar em contato com outros acionistas minoritários da companhia para elaborar essa estratégia. Para ele, um preço em torno de R$ 30 por ação seria aceitável.

Se a BAT conseguir a aceitação de dois terços dos minoritários, mas continuar com menos de 95% do total, poderá fechar o capital da empresa, mas os acionistas terão a opção de permanecer sócios de uma empresa de capital fechado.

Para Robinson, esse cenário é possível, mas seria "surpreendente" se acontecesse. "Temos conversado com investidores que pensam de forma semelhante a nós sobre o preço oferecido."

Ele afirma que o cenário hoje está excessivamente pessimista, mas isso deve mudar no futuro.

A expectativa da Aberdeen é de recuperação da economia brasileira e de encolhimento do mercado ilegal de cigarros, que corroeu os lucros e a participação de mercado da Souza Cruz nos últimos anos. Os riscos de tributação no Brasil permanecem, mas há um "potencial positivo" no setor de cigarros.

A oferta ainda está em análise pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ainda dentro dos prazos estabelecidos. Em 29 de maio, a autarquia fez uma exigência, que foi retornada pela BAT em 5 de junho. Os documentos estão agora sendo avaliados pela área técnica da CVM. De acordo com a instrução 361, a autarquia pode ainda apresentar nova exigência.

Segundo o edital da oferta, uma vez que a CVM aprove, será marcado um leilão por intermédio eletrônico da BM&FBovespa para compra das ações.

Procuradas pelo Valor, a Souza Cruz não comentou a questão e a BAT não retornou o pedido de entrevista até o fechamento desta edição.

162447 - Barbado -  05 Jan 2013, 14:08
CRUZ3

Buscando novos mercados....

Atentem para o detalhe da eliminação do imposto de exportação de 150%.......


03/01/2013 às 09h26

Souza Cruz obtém autorização da Receita Federal para exportar ao Chile.

Por Maíra Magro (ValorBRASÍLIA)

A Souza Cruz obteve autorização da Receita Federal para exportar cigarros ao Chile, como parte de suas primeiras remessas do produto ao exterior. Serão exportados maços da marca Pall Mall, que não é comercializada no Brasil.

A importação, no Chile, será feita por meio da multinacional British Tobacco, controladora da Souza Cruz. Embora já exporte quase 100 mil toneladas de tabaco por ano, a Souza Cruz começa agora a exportar cigarros.

A autorização para exportar ao Chile foi publicada hoje no “Diário Oficial da União”. A expectativa da empresa é exportar 300 milhões de unidades neste ano para Argentina, Cuba e Chile.

As vendas ao exterior se tornaram possíveis com a eliminação do imposto de exportação de 150% sobre o valor do produto.
(Maíra Magro|Valor)

159507 - bommauricio - 06 Dez 2012, 13:06
E tem analista lendo o forum hehe. Se tiver gente seguindo-os, o book de venda de BGIP4 pode ficar pequeno ...hehe Banese começando a ficar conhecida...quem diria, ao lado de gigantes, como AMBEV e BRAP.

As melhores pagadoras de dividendos, de acordo com especialistas
Entre ações recomendadas estão presentes os setores de consumo e energia

Por Gabriella D'Andréa |9h50 | 06-12-2012 A A A
SÃO PAULO – Com a queda da taxa básica de juros, os investidores de renda fixa estão cada vez com mais dificuldades em conseguir retornos interessantes nas aplicações indexadas ao CDI (Certificado de Depósito Interbancário). E entre as alternativas que garantem uma renda periódica consistente, estão as ações de empresas boas pagadoras de dividendos. Para saber quem são essas grandes pagadoras é preciso olhar o dividend yield de cada uma, isso é, a taxa de retorno do investimento, calculada com base no pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio.
O InfoMoney conversou com especialistas para saber quais são as ações que têm se destacado. Confira as indicações:
[...]
Souza Cruz (CRUZ3) – Maior empresa de tabaco do país, a companhia também é considerada pelos especialistas uma boa pagadora de dividendos. “Por mais que haja propagandas desfavoráveis ao setor, ainda há um alto consumo de cigarros e as vendas são significativas”, explica Bittencourt.

153124 - renato1631 -  22 Out 2012, 23:28
Lucro da Souza Cruz soma R$ 1,25 bilhão no ano
Brasil Econômico (redacao@brasileconomico.com.br) 
22/10/12
Companhia divulgou seus resultados preliminares, não auditados. Balanço completo será informado no próximo dia 31.

A Souza Cruz reportou um lucro líquido de R$ 1,258 bilhão no ano, até setembro, o que corresponde a um crescimento de 6%, na comparação com o mesmo período do ano passado.

A companhia divulgou nesta segunda-feira (22/10) seus resultados preliminares, não auditados, com o intuito de reduzir o prazo entre o fechamento do trimestre e a divulgação dos resultados no período.

O balanço completo será informado no próximo dia 31, após o fechamento do pregão.

O lucro operacional consolidado atingiu R$ 1,811 bilhão, alta de 7%, por influência do desempenho do segmento cigarros e fumo exportação.

A receita líquida consolidada, no mesmo período, totalizou R$ 4,6 bilhões, incremento de 11%, refletindo as vendas de fumo exportação, beneficiada, por sua vez, pelo maior volume de embarque, e pela desvalorização do real.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado da Souza Cruz somou R$ 1,818 bilhão, alta de 10%.

O volume de vendas da companhia chegou a 48,6 bilhões de cigarros em 2012, até setembro, queda de 7,4%.

"A redução de volume foi influenciada pela significativa alta de impostos (IPI) em maio de 2012 (41%) seguida de um aumento de preços no segundo trimestre, juntamente com a aceleração do crescimento do mercado ilegal", explica a Souza Cruz, no comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Apenas de julho a setembro, o volume de vendas foi de 15,2 bilhões de cigarros, alta de 1,5% na comparação com o segundo trimestre do ano.

Já o volume de exportação de fumo, até setembro, atingiu 95,8 toneladas, alta de 31% na comparação anual.


100920 - paulo_prof - 06/Nov/2011 12:22
citação: Barbado
Cópia de um post meu hoje na Carteira Dividendos sobre Cruz 3

Estudo sobre Cruz3 feito especialmente para nossa amiga Cidoca85

Essa ação é um dos maiores mistérios da história da Bovespa, não tem apresentado evolução no Patrimônio Líquido (por conta das altas distribuições de dividendos), nem do faturamento líquido nem dos lucro líquidos conforme dados abaixo.

Todos os governos do planeta estão tentando acabar com o “produto base” da empresa o “fumo”.

No entanto e apesar desses dados abaixo, a empresa não para de subir???
Valorização das cotações:

2007 = 37,5%
2008 = -2,67% (ano da crise)
2009 = 42,45%
2010 = 65,00%
2011 = 24,43%

Patrimônio Líquido

2007 = 1.575.663
2008 = 1.723.090
2009 = 2.109.044
2010 = 2.095.542
2011 = 1.712.649 (30.09.2011)

Receitas Líquidas

2007 (3tr) = 1.281.937
2008 (3tr)= 1.422.071
2009 (3tr)= 1.371.397
2010 (3tr)= 1.504.741
2011 (3tr)= 1.471.607

Lucro Líquido

2007 (3tr)= 188.329
2008 (3tr)= 361.150
2009 (3tr)= 303.935
2010 (3tr)= 401.587
2011 (3tr)= 407.172

Valor de mercado 1,528 (bilhões de ações) x 21,29 (cotação ontem) = 32,540 bilhões.

Valor de mercado/Receita líquida anual = 5,77 vezes (PSR)

Valor de mercado/Lucro Liquido = 21,24 vezes (P/L)

É por esses casos que quando alguém fala, com conhecimento de causa, que o mercado é “míope”,, podes crer, é a mais cristalina das verdades.
Abs.

Pela minha estimativa considerando os resultados dos últimos 4 anos, a taxa anual média de crescimento real do lucro líquido está por volta de 4%.

Na minha opinião, como a CRUZ3 distribui a maior parte do seu lucro em proventos, a fórmula do FCD deve fornecer um valor bastante razoável para o preço justo. Evidentemente, a definição dos parâmetros como o número de anos que se vai considerar de crescimento real do lucro líquido e a taxa de desconto real serão determinantes.

Acho razoável fazer uso de um horizonte de 3 anos. Por outro lado, considerando as condições brasileiras, acho que a taxa real de desconto deve ser no mínimo de 6%.

Nestas condições, considerando que o LPA dos últimos 12 meses é de R$ 1,00, a fórmula do FCD fornece um preço "justo" de R$ 18,63.

Se for considerado um período de ainda 5 anos de crescimento do lucro líquido (o que parece possível desde que a empresa inclua outros produtos alé do cigarro), o preço justo aumentaria para R$ 19,88.

Não há dúvidas de que o preço do ativo está bastante salgado!

28125 - tota57 - 11/Fev/2010 21:56
Lucro da Souza Cruz cresce 18,8% em 2009, para R$ 1,484 bilhão

Téo Takar | Valor

11/02/2010 20:13

SÃO PAULO - A Souza Cruz registrou lucro líquido consolidado de R$ 1,484 bilhão em 2009, 18,8% superior aos R$ 1,249 bilhão apurados em 2008. A receita líquida cresceu 9,3%, para R$ 5,792 bilhões.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) atingiu R$ 2,033 bilhões, um crescimento de 16,9% em relação a 2008. Os resultados da fabricante de cigarros estão de acordo com o padrão contábil internacional (IFRS).

A Souza Cruz afirmou em seu comentário de desempenho o aumento da receita foi decorrente do melhor desempenho das marcas de cigarro no segmento "premium" e dos maiores preços praticados no período.

A companhia comercializou 72,8 bilhões de cigarros no ano passado, volume 7,4% inferior aos 78,6 bilhões vendidos em 2008. O preço médio dos cigarros avançou cerca de 23% para compensar os aumentos de impostos de aproximadamente 41%. A participação de mercado da Souza Cruz manteve-se em 62%.

As exportações de fumo totalizaram 113,4 mil toneladas, 11,3% a menos do que as 127,8 mil toneladas exportadas no ano anterior. Em compensação, os melhores preços em dólar praticados em 2009 e a depreciação do real frente ao dólar, de cerca de 10%, favoreceram as receitas de exportação de fumo, que totalizaram R$ 1,460 bilhão, um alta de 14,3% sobre os R$ 1,277 bilhão de 2008.

Os investimentos da Souza Cruz alcançaram R$ 189 milhões contra R$ 198 milhões em 2008. Os recursos foram aplicados, principalmente, na modernização do parque industrial, frota de veículos e em projetos para atualização de processos e da plataforma de marcas.

(Téo Takar | Valor)

900 ações para a Tesouraria durante o terceiro trimestre de 2011.          



Por Cristian Tetzner
PERFIL DA EMPRESA:
-  A Souza Cruz é líder do mercado nacional. A empresa possui seis das dez marcas mais vendidas no Brasil, produzindo cerca de 80 bilhões de cigarros por ano. A participação da Souza Cruz é de 62,3% do mercado total brasileiro. Atuando em todo o ciclo do produto, desde a produção e processamento de fumo até a fabricação e distribuição de cigarros, a Souza Cruz atende diretamente a cerca de 260 mil varejos em todo o País, além de chegar a quase cinco mil municípios.
Na produção de fumo, são cerca de 40 mil produtores integrados, que recebem assistência técnica da companhia. Além do processamento de fumo para a fabricação própria de cigarros, destinada ao mercado nacional, o sistema de produção integrada da Souza Cruz produz mais de 120 mil toneladas de fumo para exportação, atendendo a mais de 40 países nos cinco continentes. .


Período Analisado: 3T11 -  3o Trimestre de 2.011  ( Julho/Agosto/Setembro )

Link do Balanço:  http://www.souzacruz.com.br/group/sites/sou_7uvf24.nsf/vwPagesWebLive/DO7X7MUC/$FILE/medMD8N6U2T.pdf?openelement

Espelho Fundamentus:  http://www.fundamentus.com.br/detalhes.php?papel=CRUZ3&x=0&y=0

Site do RI:  http://www.souzacruz.com.br/group/sites/SOU_7UVF24.nsf/vwPagesWebLive/DO7V4L24?opendocument&SKN=1

PAINEL DE INDICADORES        01/11/11                                                                     SELIC            11,50%
Ativo   R$       PL       VP       GR      DY      LA      Dv       Ml       EB       MS
CRUZ3             21,06 21,1     15,74   331,8   2,6%    4,7%    0,3       27%     4,7%    -51,5%

PONTOS POSITIVOS:
- Maiores preços dos cigarros como conseqüência do reajuste ocorrido em janeiro de 2011 devido a pressões inflacionárias e de custos;
- Maiores volumes de fumo exportados.
- O lucro líquido consolidado da Companhia no período foi de R$ 1.190,7 milhões, sendo 7,5% superior ao obtido no mesmo período de 2010 (R$ 1.108,1 milhões). Essa variação decorre principalmente do crescimento de 13,2% do lucro operacional antes do resultado financeiro que foi de R$ 1.690,6 milhões (R$ 1.493,2 milhões no mesmo período de 2010).
- O EBITDA (lucro antes dos resultados financeiros, impostos sobre a renda, depreciação e amortização) foi de R$ 1.818,1 milhões, sendo 13% superior ao apresentado no mesmo período de 2010 (R$ 1.607,6 milhões).
- No segmento “Premium”, os volumes das marcas Dunhill e Free aumentaram, respectivamente, 10,7% e 3,0% e, além disso, as participações de mercado dessas marcas aumentaram em 0,7 e 0,2 ponto percentual nos períodos em comparação. Ainda nesse segmento, destaque para a marca Lucky Strike, notadamente a versão Click & Roll que suportou o crescimento de volume da marca em mais de 50% em relação ao mesmo período de 2010
- As exportações de fumo no período de 9 meses findo em setembro de 2011 foram 11,9% superiores em relação ao mesmo período de 2010 e totalizaram 73,1 mil toneladas. Esse montante contempla negociações de volumes de fumo da safra de 2010, mas que só foram embarcados em 2011 em conformidade com o cronograma de exportações definido pelos clientes.
Em que pese os preços em US dólares praticados nessas exportações terem sido em média 7% superiores ao mesmo período de 2010, a apreciação do real em relação ao dólar de 8% influenciou negativamente os resultados operacionais desse segmento de negócio.
PONTOS NEGATIVOS
- O volume de vendas da Companhia no período de 9 meses findo em setembro de 2011 totalizou 52,5 bilhões de cigarros, inferior em 1,4% em relação ao mesmo período de 2010.
- A participação da companhia no mercado total de cigarros reduziu em 1,5 ponto percentual no período de 9 meses findo em setembro de 2011, o que está associada principalmente ao crescimento do comércio ilegal de cigarros no mercado brasileiro, o qual é favorecido pela elevada carga tributária imposta sobre a indústria.
- Em que pese as medidas adotadas pelo Governo no combate à sonegação e ao contrabando, é preocupante o aumento de IPI em 41% sobre cigarros, proposto pela MP 540, a vigorar a partir de maio de 2012. Isto resultará em um aumento da carga tributária e em um diferencial ainda maior de preços entre o segmento "Value for Money" e os praticados pelo mercado ilegal.
- O segmento de mercado mais impactado pelo comércio ilegal de cigarros é o “Value for Money”. Nesse segmento, o volume da marca Derby reduziu 9,3% em relação ao mesmo período de 2010 e sua participação de mercado foi menor em 2,9 pontos percentuais na comparação dos períodos. Não obstante, a marca Hollywood se mostrou mais resiliente no período, durante o qual houve um aumento de volume de 2,1% em relação a 2010
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VISÃO ESTRATÉGICA
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OPINIÃO DO ANALISTA
- Eu não fumo e vejo pesar sobre a empresa uma crescente tendência antitabagista: governos aumentam impostos e a moda é a geração saúde; por outro lado, ao longo de vários anos a cotação é quase uma linha reta pra cima, histórico de ano após ano com 10%, 20%, 30% ( exceto 2.008 com -3% ). Sempre ouvi dizer que paga bons rendimentos, mas encontrei um yield baixo, talvez tenham confundido remuneração com rentabilidade. Torcer para população continuar crescendo e consumindo cigarros, aguentar pagar o preço cada vez maior e mais tributado, mas principalmente conseguir se defender do contrabando.

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